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Fiz a ooforectomia do ovário direito e, após a cirurgia, sinto dores nos seios que irradiam apenas para o lado das axilas. Isso pode ter relação com metástase? Aguardo ainda o resultado da biópsia anatômica do ovário. Obrigada.
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Foi realizada apenas a ooforectomia do ovário direito, nada mais. Em geral, na cirurgia de câncer de ovário, o procedimento é mais extenso, salvo raras exceções. Contudo, consulte seu ginecologista, que terá o laudo anatomopatológico em mãos, além de conhecer sua história, realizar o exame físico e dispor dos seus exames de imagem.
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passage: A disseminação para os órgãos anexos é muito menos comum do que através do sis-tema linfático. Portanto, sua remoção depen-derá da idade da mulher e do potencial para metástase (Shimada, 2006). Em candidatas à preservação ovariana, a transposição dos ová-rios para fora da pelve pode ser considerada em mulheres jovens se é prevista radiação pós-operatória. No entanto, em ovários transpos-tos, os cistos perianexiais sintomáticos são co-muns, podendo não resultar em manutenção da função ovariana (Buekers, 2001).
INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. A anestesia geral é obrigatória, porém a co-locação da epidural pode auxiliar no controle efetivo da dor pós-operatória e diminuir a du-ração do íleo pós-operatório (Leon-Casasola, 1996). O exame bimanual deve ser realizado na sala de cirurgia antes da assepsia. Isso reo-rienta o cirurgião em relação à anatomia da paciente. O posicionamento supino é adequa-do para a maioria dos casos.
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passage: A disseminação para os órgãos anexos é muito menos comum do que através do sis-tema linfático. Portanto, sua remoção depen-derá da idade da mulher e do potencial para metástase (Shimada, 2006). Em candidatas à preservação ovariana, a transposição dos ová-rios para fora da pelve pode ser considerada em mulheres jovens se é prevista radiação pós-operatória. No entanto, em ovários transpos-tos, os cistos perianexiais sintomáticos são co-muns, podendo não resultar em manutenção da função ovariana (Buekers, 2001).
INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. A anestesia geral é obrigatória, porém a co-locação da epidural pode auxiliar no controle efetivo da dor pós-operatória e diminuir a du-ração do íleo pós-operatório (Leon-Casasola, 1996). O exame bimanual deve ser realizado na sala de cirurgia antes da assepsia. Isso reo-rienta o cirurgião em relação à anatomia da paciente. O posicionamento supino é adequa-do para a maioria dos casos.
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passage: 60Publicações recentes sugerem que a maioria dos tumores escamosos de colo uterino e adenocarcinomas não são hormônio-dependentes. Uma meta-análise publicada recentemente, que objetivou comparar a incidência de metástases ovarianas nos tumores iniciais de colo uterino escamosos e adenocarcinomas, demonstrou que a incidência de metástases ovarianas em pacientes com adenocarcinoma e escamoso foi de 2% e 0,4%, respectivamente. Em 1.427 pacientes com essas histologias, que se submeteram a tratamento cirúrgico, nenhuma recorrência ovariana ocorreu após preservação ovariana unilateral ou bilateral em pacientes com adenocarcinoma. Esse estudo concluiu que, apesar da incidência de metástases ovarianas ser maior no adenocarcinoma, em relação ao escamoso, é razoável e aceito preservar os ovários em tumores de subtipo histológico de adenocarcinoma iniciais, manejados cirurgicamente, pois a incidência de recorrência ovariana é baixa nesses casos.(1-3) Referências1. Jiao XB1, Hu J, Zhu LR. The safety of ovarian preservation in early-stage adenocarcinoma compared with squamous cell carcinoma of uterine cervix: a systematic review and meta-analysis of observational studies. Int J Gynecol Cancer. 2016;26(8):1510-4.
2. Hinds L, Price J. Menopause, hormone replacement and gynaecologic cancers. Menopause Int. 2010;16(2):89-93.
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passage: A disseminação para os órgãos anexos é muito menos comum do que através do sis-tema linfático. Portanto, sua remoção depen-derá da idade da mulher e do potencial para metástase (Shimada, 2006). Em candidatas à preservação ovariana, a transposição dos ová-rios para fora da pelve pode ser considerada em mulheres jovens se é prevista radiação pós-operatória. No entanto, em ovários transpos-tos, os cistos perianexiais sintomáticos são co-muns, podendo não resultar em manutenção da função ovariana (Buekers, 2001).
INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. A anestesia geral é obrigatória, porém a co-locação da epidural pode auxiliar no controle efetivo da dor pós-operatória e diminuir a du-ração do íleo pós-operatório (Leon-Casasola, 1996). O exame bimanual deve ser realizado na sala de cirurgia antes da assepsia. Isso reo-rienta o cirurgião em relação à anatomia da paciente. O posicionamento supino é adequa-do para a maioria dos casos.
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passage: 60Publicações recentes sugerem que a maioria dos tumores escamosos de colo uterino e adenocarcinomas não são hormônio-dependentes. Uma meta-análise publicada recentemente, que objetivou comparar a incidência de metástases ovarianas nos tumores iniciais de colo uterino escamosos e adenocarcinomas, demonstrou que a incidência de metástases ovarianas em pacientes com adenocarcinoma e escamoso foi de 2% e 0,4%, respectivamente. Em 1.427 pacientes com essas histologias, que se submeteram a tratamento cirúrgico, nenhuma recorrência ovariana ocorreu após preservação ovariana unilateral ou bilateral em pacientes com adenocarcinoma. Esse estudo concluiu que, apesar da incidência de metástases ovarianas ser maior no adenocarcinoma, em relação ao escamoso, é razoável e aceito preservar os ovários em tumores de subtipo histológico de adenocarcinoma iniciais, manejados cirurgicamente, pois a incidência de recorrência ovariana é baixa nesses casos.(1-3) Referências1. Jiao XB1, Hu J, Zhu LR. The safety of ovarian preservation in early-stage adenocarcinoma compared with squamous cell carcinoma of uterine cervix: a systematic review and meta-analysis of observational studies. Int J Gynecol Cancer. 2016;26(8):1510-4.
2. Hinds L, Price J. Menopause, hormone replacement and gynaecologic cancers. Menopause Int. 2010;16(2):89-93.
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passage: - Axila positiva pré Qt neo e negativa após Qt neo: EA pode ser evitado, e BLS pode ser realizado com segurança. Estudo rea-9Frasson AL, Falcone AB, Rocha FB, Lichtenfels MProtocolos Febrasgo | Nº119 | 2018cientes T2/T3, resultando em menor necessidade de esvazia-mento axilar (EA), sem comprometimento do controle local. - Axila positiva após Qt neo: EA é o tratamento padrão. Pacientes com doença residual linfonodal após Qt neo tem um pior prognóstico que pacientes com resposta patológi-ca completa. O NCCN e AJCC (American Joint Comitttee on Cancer) recomenda que nessas pacientes seja feito EA.(26)• 3.4 Cirurgia oncoplástica e reconstruçãomamária - Cirurgia: ébaseada em três princípios fundamentais: cirur-gia oncológica ideal, reconstrução homolateral e remodela-mento contralateral imediato. - Indicações: devido à diversidade de técnicas que são utili-zadas, as indicações são amplas. São as seguintes: giganto-mastias; mamas com ptose acentuada; necessidade de res-secção ampla de pele; mamas pequenas e com possibilidade de correção de defeito com mamoplastia; tumores localiza-dos em áreas clássicas de redução de mama; tumores cen-trais; quadrantes inferiores e quadrantes mediais.
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passage: A disseminação para os órgãos anexos é muito menos comum do que através do sis-tema linfático. Portanto, sua remoção depen-derá da idade da mulher e do potencial para metástase (Shimada, 2006). Em candidatas à preservação ovariana, a transposição dos ová-rios para fora da pelve pode ser considerada em mulheres jovens se é prevista radiação pós-operatória. No entanto, em ovários transpos-tos, os cistos perianexiais sintomáticos são co-muns, podendo não resultar em manutenção da função ovariana (Buekers, 2001).
INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. A anestesia geral é obrigatória, porém a co-locação da epidural pode auxiliar no controle efetivo da dor pós-operatória e diminuir a du-ração do íleo pós-operatório (Leon-Casasola, 1996). O exame bimanual deve ser realizado na sala de cirurgia antes da assepsia. Isso reo-rienta o cirurgião em relação à anatomia da paciente. O posicionamento supino é adequa-do para a maioria dos casos.
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passage: 60Publicações recentes sugerem que a maioria dos tumores escamosos de colo uterino e adenocarcinomas não são hormônio-dependentes. Uma meta-análise publicada recentemente, que objetivou comparar a incidência de metástases ovarianas nos tumores iniciais de colo uterino escamosos e adenocarcinomas, demonstrou que a incidência de metástases ovarianas em pacientes com adenocarcinoma e escamoso foi de 2% e 0,4%, respectivamente. Em 1.427 pacientes com essas histologias, que se submeteram a tratamento cirúrgico, nenhuma recorrência ovariana ocorreu após preservação ovariana unilateral ou bilateral em pacientes com adenocarcinoma. Esse estudo concluiu que, apesar da incidência de metástases ovarianas ser maior no adenocarcinoma, em relação ao escamoso, é razoável e aceito preservar os ovários em tumores de subtipo histológico de adenocarcinoma iniciais, manejados cirurgicamente, pois a incidência de recorrência ovariana é baixa nesses casos.(1-3) Referências1. Jiao XB1, Hu J, Zhu LR. The safety of ovarian preservation in early-stage adenocarcinoma compared with squamous cell carcinoma of uterine cervix: a systematic review and meta-analysis of observational studies. Int J Gynecol Cancer. 2016;26(8):1510-4.
2. Hinds L, Price J. Menopause, hormone replacement and gynaecologic cancers. Menopause Int. 2010;16(2):89-93.
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passage: - Axila positiva pré Qt neo e negativa após Qt neo: EA pode ser evitado, e BLS pode ser realizado com segurança. Estudo rea-9Frasson AL, Falcone AB, Rocha FB, Lichtenfels MProtocolos Febrasgo | Nº119 | 2018cientes T2/T3, resultando em menor necessidade de esvazia-mento axilar (EA), sem comprometimento do controle local. - Axila positiva após Qt neo: EA é o tratamento padrão. Pacientes com doença residual linfonodal após Qt neo tem um pior prognóstico que pacientes com resposta patológi-ca completa. O NCCN e AJCC (American Joint Comitttee on Cancer) recomenda que nessas pacientes seja feito EA.(26)• 3.4 Cirurgia oncoplástica e reconstruçãomamária - Cirurgia: ébaseada em três princípios fundamentais: cirur-gia oncológica ideal, reconstrução homolateral e remodela-mento contralateral imediato. - Indicações: devido à diversidade de técnicas que são utili-zadas, as indicações são amplas. São as seguintes: giganto-mastias; mamas com ptose acentuada; necessidade de res-secção ampla de pele; mamas pequenas e com possibilidade de correção de defeito com mamoplastia; tumores localiza-dos em áreas clássicas de redução de mama; tumores cen-trais; quadrantes inferiores e quadrantes mediais.
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passage: CirurgiaEmbora Halstead (1894) tenha revolucionado o tratamento do câncer de mama demonstrando melhor resultado para pacien-tes tratadas com mastectomia radical, os resultados de estudos clínicos randomizados recentes estimularam corretamente a tendência a cirurgias menos agressivas. De forma específica, está amplamente comprovado que a quadrantectomia associada à radioterapia pós-operatória produz a mesma taxa de sobrevi-vência específica para câncer de mama que a mastectomia total (Fisher, 2002a,b). Durante a cirurgia, a dissecção mais extensa dos linfonodos axilares é indicada para as pacientes com achado positivo em linfonodo sentinela ou com doença axilar diagnos-ticada por meio de biópsia com agulha (Lyman, 2005). A dis-secção axilar causa linfedema em 15 a 50% das pacientes, de-pendendo de como é feita a medição (Morrell, 2005). Também está associada a sintomas persistentes no ombro e nos braços em até 70% dos casos (Kuehn, 2000). Seguindo-se à quadrantecto-mia, a radioterapia em toda a mama é o procedimento-padrão, embora dados preliminares para irradiação acelerada parcial da mama tenham sido encorajadores (Jeruss, 2006; Zannis, 2005).
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passage: A disseminação para os órgãos anexos é muito menos comum do que através do sis-tema linfático. Portanto, sua remoção depen-derá da idade da mulher e do potencial para metástase (Shimada, 2006). Em candidatas à preservação ovariana, a transposição dos ová-rios para fora da pelve pode ser considerada em mulheres jovens se é prevista radiação pós-operatória. No entanto, em ovários transpos-tos, os cistos perianexiais sintomáticos são co-muns, podendo não resultar em manutenção da função ovariana (Buekers, 2001).
INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. A anestesia geral é obrigatória, porém a co-locação da epidural pode auxiliar no controle efetivo da dor pós-operatória e diminuir a du-ração do íleo pós-operatório (Leon-Casasola, 1996). O exame bimanual deve ser realizado na sala de cirurgia antes da assepsia. Isso reo-rienta o cirurgião em relação à anatomia da paciente. O posicionamento supino é adequa-do para a maioria dos casos.
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passage: 60Publicações recentes sugerem que a maioria dos tumores escamosos de colo uterino e adenocarcinomas não são hormônio-dependentes. Uma meta-análise publicada recentemente, que objetivou comparar a incidência de metástases ovarianas nos tumores iniciais de colo uterino escamosos e adenocarcinomas, demonstrou que a incidência de metástases ovarianas em pacientes com adenocarcinoma e escamoso foi de 2% e 0,4%, respectivamente. Em 1.427 pacientes com essas histologias, que se submeteram a tratamento cirúrgico, nenhuma recorrência ovariana ocorreu após preservação ovariana unilateral ou bilateral em pacientes com adenocarcinoma. Esse estudo concluiu que, apesar da incidência de metástases ovarianas ser maior no adenocarcinoma, em relação ao escamoso, é razoável e aceito preservar os ovários em tumores de subtipo histológico de adenocarcinoma iniciais, manejados cirurgicamente, pois a incidência de recorrência ovariana é baixa nesses casos.(1-3) Referências1. Jiao XB1, Hu J, Zhu LR. The safety of ovarian preservation in early-stage adenocarcinoma compared with squamous cell carcinoma of uterine cervix: a systematic review and meta-analysis of observational studies. Int J Gynecol Cancer. 2016;26(8):1510-4.
2. Hinds L, Price J. Menopause, hormone replacement and gynaecologic cancers. Menopause Int. 2010;16(2):89-93.
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passage: - Axila positiva pré Qt neo e negativa após Qt neo: EA pode ser evitado, e BLS pode ser realizado com segurança. Estudo rea-9Frasson AL, Falcone AB, Rocha FB, Lichtenfels MProtocolos Febrasgo | Nº119 | 2018cientes T2/T3, resultando em menor necessidade de esvazia-mento axilar (EA), sem comprometimento do controle local. - Axila positiva após Qt neo: EA é o tratamento padrão. Pacientes com doença residual linfonodal após Qt neo tem um pior prognóstico que pacientes com resposta patológi-ca completa. O NCCN e AJCC (American Joint Comitttee on Cancer) recomenda que nessas pacientes seja feito EA.(26)• 3.4 Cirurgia oncoplástica e reconstruçãomamária - Cirurgia: ébaseada em três princípios fundamentais: cirur-gia oncológica ideal, reconstrução homolateral e remodela-mento contralateral imediato. - Indicações: devido à diversidade de técnicas que são utili-zadas, as indicações são amplas. São as seguintes: giganto-mastias; mamas com ptose acentuada; necessidade de res-secção ampla de pele; mamas pequenas e com possibilidade de correção de defeito com mamoplastia; tumores localiza-dos em áreas clássicas de redução de mama; tumores cen-trais; quadrantes inferiores e quadrantes mediais.
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passage: CirurgiaEmbora Halstead (1894) tenha revolucionado o tratamento do câncer de mama demonstrando melhor resultado para pacien-tes tratadas com mastectomia radical, os resultados de estudos clínicos randomizados recentes estimularam corretamente a tendência a cirurgias menos agressivas. De forma específica, está amplamente comprovado que a quadrantectomia associada à radioterapia pós-operatória produz a mesma taxa de sobrevi-vência específica para câncer de mama que a mastectomia total (Fisher, 2002a,b). Durante a cirurgia, a dissecção mais extensa dos linfonodos axilares é indicada para as pacientes com achado positivo em linfonodo sentinela ou com doença axilar diagnos-ticada por meio de biópsia com agulha (Lyman, 2005). A dis-secção axilar causa linfedema em 15 a 50% das pacientes, de-pendendo de como é feita a medição (Morrell, 2005). Também está associada a sintomas persistentes no ombro e nos braços em até 70% dos casos (Kuehn, 2000). Seguindo-se à quadrantecto-mia, a radioterapia em toda a mama é o procedimento-padrão, embora dados preliminares para irradiação acelerada parcial da mama tenham sido encorajadores (Jeruss, 2006; Zannis, 2005).
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passage: Em geral, outros exames radiológicos, como ressonância magnética (RM), cintilografia óssea e tomografia por emissão de pósitrons (PET), normalmente acrescentam poucas infor-mações antes da cirurgia.
ParacentesePresume-se que pacientes com massa pélvica e ascite estejam com câncer de ovário até prova cirúrgica em contrário. Por-tanto, poucas pacientes requerem paracentese diagnóstica para orientar o tratamento. Além disso, este procedimento em geral é evitado como exame diagnóstico considerando-se os resulta-dos citológicos inespecíficos e a possibilidade de formarem-se metástases na parede abdominal no local de inserção da agulha (Kruitwagen, 1996). Contudo, a paracentese pode estar indi-cada em pacientes com ascite e ausência de massa pélvica.
FIGURA 35-6 Fotografia de uma mulher com o abdome distendido por uma grande massa ovariana.
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passage: A disseminação para os órgãos anexos é muito menos comum do que através do sis-tema linfático. Portanto, sua remoção depen-derá da idade da mulher e do potencial para metástase (Shimada, 2006). Em candidatas à preservação ovariana, a transposição dos ová-rios para fora da pelve pode ser considerada em mulheres jovens se é prevista radiação pós-operatória. No entanto, em ovários transpos-tos, os cistos perianexiais sintomáticos são co-muns, podendo não resultar em manutenção da função ovariana (Buekers, 2001).
INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. A anestesia geral é obrigatória, porém a co-locação da epidural pode auxiliar no controle efetivo da dor pós-operatória e diminuir a du-ração do íleo pós-operatório (Leon-Casasola, 1996). O exame bimanual deve ser realizado na sala de cirurgia antes da assepsia. Isso reo-rienta o cirurgião em relação à anatomia da paciente. O posicionamento supino é adequa-do para a maioria dos casos.
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passage: 60Publicações recentes sugerem que a maioria dos tumores escamosos de colo uterino e adenocarcinomas não são hormônio-dependentes. Uma meta-análise publicada recentemente, que objetivou comparar a incidência de metástases ovarianas nos tumores iniciais de colo uterino escamosos e adenocarcinomas, demonstrou que a incidência de metástases ovarianas em pacientes com adenocarcinoma e escamoso foi de 2% e 0,4%, respectivamente. Em 1.427 pacientes com essas histologias, que se submeteram a tratamento cirúrgico, nenhuma recorrência ovariana ocorreu após preservação ovariana unilateral ou bilateral em pacientes com adenocarcinoma. Esse estudo concluiu que, apesar da incidência de metástases ovarianas ser maior no adenocarcinoma, em relação ao escamoso, é razoável e aceito preservar os ovários em tumores de subtipo histológico de adenocarcinoma iniciais, manejados cirurgicamente, pois a incidência de recorrência ovariana é baixa nesses casos.(1-3) Referências1. Jiao XB1, Hu J, Zhu LR. The safety of ovarian preservation in early-stage adenocarcinoma compared with squamous cell carcinoma of uterine cervix: a systematic review and meta-analysis of observational studies. Int J Gynecol Cancer. 2016;26(8):1510-4.
2. Hinds L, Price J. Menopause, hormone replacement and gynaecologic cancers. Menopause Int. 2010;16(2):89-93.
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passage: - Axila positiva pré Qt neo e negativa após Qt neo: EA pode ser evitado, e BLS pode ser realizado com segurança. Estudo rea-9Frasson AL, Falcone AB, Rocha FB, Lichtenfels MProtocolos Febrasgo | Nº119 | 2018cientes T2/T3, resultando em menor necessidade de esvazia-mento axilar (EA), sem comprometimento do controle local. - Axila positiva após Qt neo: EA é o tratamento padrão. Pacientes com doença residual linfonodal após Qt neo tem um pior prognóstico que pacientes com resposta patológi-ca completa. O NCCN e AJCC (American Joint Comitttee on Cancer) recomenda que nessas pacientes seja feito EA.(26)• 3.4 Cirurgia oncoplástica e reconstruçãomamária - Cirurgia: ébaseada em três princípios fundamentais: cirur-gia oncológica ideal, reconstrução homolateral e remodela-mento contralateral imediato. - Indicações: devido à diversidade de técnicas que são utili-zadas, as indicações são amplas. São as seguintes: giganto-mastias; mamas com ptose acentuada; necessidade de res-secção ampla de pele; mamas pequenas e com possibilidade de correção de defeito com mamoplastia; tumores localiza-dos em áreas clássicas de redução de mama; tumores cen-trais; quadrantes inferiores e quadrantes mediais.
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passage: CirurgiaEmbora Halstead (1894) tenha revolucionado o tratamento do câncer de mama demonstrando melhor resultado para pacien-tes tratadas com mastectomia radical, os resultados de estudos clínicos randomizados recentes estimularam corretamente a tendência a cirurgias menos agressivas. De forma específica, está amplamente comprovado que a quadrantectomia associada à radioterapia pós-operatória produz a mesma taxa de sobrevi-vência específica para câncer de mama que a mastectomia total (Fisher, 2002a,b). Durante a cirurgia, a dissecção mais extensa dos linfonodos axilares é indicada para as pacientes com achado positivo em linfonodo sentinela ou com doença axilar diagnos-ticada por meio de biópsia com agulha (Lyman, 2005). A dis-secção axilar causa linfedema em 15 a 50% das pacientes, de-pendendo de como é feita a medição (Morrell, 2005). Também está associada a sintomas persistentes no ombro e nos braços em até 70% dos casos (Kuehn, 2000). Seguindo-se à quadrantecto-mia, a radioterapia em toda a mama é o procedimento-padrão, embora dados preliminares para irradiação acelerada parcial da mama tenham sido encorajadores (Jeruss, 2006; Zannis, 2005).
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passage: Em geral, outros exames radiológicos, como ressonância magnética (RM), cintilografia óssea e tomografia por emissão de pósitrons (PET), normalmente acrescentam poucas infor-mações antes da cirurgia.
ParacentesePresume-se que pacientes com massa pélvica e ascite estejam com câncer de ovário até prova cirúrgica em contrário. Por-tanto, poucas pacientes requerem paracentese diagnóstica para orientar o tratamento. Além disso, este procedimento em geral é evitado como exame diagnóstico considerando-se os resulta-dos citológicos inespecíficos e a possibilidade de formarem-se metástases na parede abdominal no local de inserção da agulha (Kruitwagen, 1996). Contudo, a paracentese pode estar indi-cada em pacientes com ascite e ausência de massa pélvica.
FIGURA 35-6 Fotografia de uma mulher com o abdome distendido por uma grande massa ovariana.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteOs exames de imagem podem sugerir nódulos diafragmáticos, porém sua extensão é difícil de ser confirmada até a exploração na sala de cirurgia.
■ ConsentimentoAs pacientes com câncer de ovário presumido devem ser informadas sobre a possível neces-sidade de cirurgia abdominal superior exten-siva para se conseguir a citorredução ideal. As complicações pulmonares após técnicas cirúrgicas diafragmáticas mais frequentemen-te incluem atelectasia e/ou derrame pleural. Entretanto, empiema, abscesso subfrênico, e pneumotórax são também possíveis (Chereau, 2011; Cliby, 2004).
INTRAOPERATÓRIO ■ InstrumentosEm geral é aconselhável ter um sistema ci-rúrgico ultrassônico cavitacional de aspiração (CUSA, de cavitacional ultrasonic surgical as-piration) e/ou coagulador por raio de argônio (ABC, de argon bean coagulator ) para os pro-cedimentos de debulking de câncer de ovário, uma vez que um ou ambos podem ser úteis para erradicar doença diafragmática. Essas fer-ramentas são discutidas em mais detalhes no Capítulo 40 (p. 1001).
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passage: A disseminação para os órgãos anexos é muito menos comum do que através do sis-tema linfático. Portanto, sua remoção depen-derá da idade da mulher e do potencial para metástase (Shimada, 2006). Em candidatas à preservação ovariana, a transposição dos ová-rios para fora da pelve pode ser considerada em mulheres jovens se é prevista radiação pós-operatória. No entanto, em ovários transpos-tos, os cistos perianexiais sintomáticos são co-muns, podendo não resultar em manutenção da função ovariana (Buekers, 2001).
INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. A anestesia geral é obrigatória, porém a co-locação da epidural pode auxiliar no controle efetivo da dor pós-operatória e diminuir a du-ração do íleo pós-operatório (Leon-Casasola, 1996). O exame bimanual deve ser realizado na sala de cirurgia antes da assepsia. Isso reo-rienta o cirurgião em relação à anatomia da paciente. O posicionamento supino é adequa-do para a maioria dos casos.
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passage: 60Publicações recentes sugerem que a maioria dos tumores escamosos de colo uterino e adenocarcinomas não são hormônio-dependentes. Uma meta-análise publicada recentemente, que objetivou comparar a incidência de metástases ovarianas nos tumores iniciais de colo uterino escamosos e adenocarcinomas, demonstrou que a incidência de metástases ovarianas em pacientes com adenocarcinoma e escamoso foi de 2% e 0,4%, respectivamente. Em 1.427 pacientes com essas histologias, que se submeteram a tratamento cirúrgico, nenhuma recorrência ovariana ocorreu após preservação ovariana unilateral ou bilateral em pacientes com adenocarcinoma. Esse estudo concluiu que, apesar da incidência de metástases ovarianas ser maior no adenocarcinoma, em relação ao escamoso, é razoável e aceito preservar os ovários em tumores de subtipo histológico de adenocarcinoma iniciais, manejados cirurgicamente, pois a incidência de recorrência ovariana é baixa nesses casos.(1-3) Referências1. Jiao XB1, Hu J, Zhu LR. The safety of ovarian preservation in early-stage adenocarcinoma compared with squamous cell carcinoma of uterine cervix: a systematic review and meta-analysis of observational studies. Int J Gynecol Cancer. 2016;26(8):1510-4.
2. Hinds L, Price J. Menopause, hormone replacement and gynaecologic cancers. Menopause Int. 2010;16(2):89-93.
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passage: - Axila positiva pré Qt neo e negativa após Qt neo: EA pode ser evitado, e BLS pode ser realizado com segurança. Estudo rea-9Frasson AL, Falcone AB, Rocha FB, Lichtenfels MProtocolos Febrasgo | Nº119 | 2018cientes T2/T3, resultando em menor necessidade de esvazia-mento axilar (EA), sem comprometimento do controle local. - Axila positiva após Qt neo: EA é o tratamento padrão. Pacientes com doença residual linfonodal após Qt neo tem um pior prognóstico que pacientes com resposta patológi-ca completa. O NCCN e AJCC (American Joint Comitttee on Cancer) recomenda que nessas pacientes seja feito EA.(26)• 3.4 Cirurgia oncoplástica e reconstruçãomamária - Cirurgia: ébaseada em três princípios fundamentais: cirur-gia oncológica ideal, reconstrução homolateral e remodela-mento contralateral imediato. - Indicações: devido à diversidade de técnicas que são utili-zadas, as indicações são amplas. São as seguintes: giganto-mastias; mamas com ptose acentuada; necessidade de res-secção ampla de pele; mamas pequenas e com possibilidade de correção de defeito com mamoplastia; tumores localiza-dos em áreas clássicas de redução de mama; tumores cen-trais; quadrantes inferiores e quadrantes mediais.
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passage: CirurgiaEmbora Halstead (1894) tenha revolucionado o tratamento do câncer de mama demonstrando melhor resultado para pacien-tes tratadas com mastectomia radical, os resultados de estudos clínicos randomizados recentes estimularam corretamente a tendência a cirurgias menos agressivas. De forma específica, está amplamente comprovado que a quadrantectomia associada à radioterapia pós-operatória produz a mesma taxa de sobrevi-vência específica para câncer de mama que a mastectomia total (Fisher, 2002a,b). Durante a cirurgia, a dissecção mais extensa dos linfonodos axilares é indicada para as pacientes com achado positivo em linfonodo sentinela ou com doença axilar diagnos-ticada por meio de biópsia com agulha (Lyman, 2005). A dis-secção axilar causa linfedema em 15 a 50% das pacientes, de-pendendo de como é feita a medição (Morrell, 2005). Também está associada a sintomas persistentes no ombro e nos braços em até 70% dos casos (Kuehn, 2000). Seguindo-se à quadrantecto-mia, a radioterapia em toda a mama é o procedimento-padrão, embora dados preliminares para irradiação acelerada parcial da mama tenham sido encorajadores (Jeruss, 2006; Zannis, 2005).
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passage: Em geral, outros exames radiológicos, como ressonância magnética (RM), cintilografia óssea e tomografia por emissão de pósitrons (PET), normalmente acrescentam poucas infor-mações antes da cirurgia.
ParacentesePresume-se que pacientes com massa pélvica e ascite estejam com câncer de ovário até prova cirúrgica em contrário. Por-tanto, poucas pacientes requerem paracentese diagnóstica para orientar o tratamento. Além disso, este procedimento em geral é evitado como exame diagnóstico considerando-se os resulta-dos citológicos inespecíficos e a possibilidade de formarem-se metástases na parede abdominal no local de inserção da agulha (Kruitwagen, 1996). Contudo, a paracentese pode estar indi-cada em pacientes com ascite e ausência de massa pélvica.
FIGURA 35-6 Fotografia de uma mulher com o abdome distendido por uma grande massa ovariana.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteOs exames de imagem podem sugerir nódulos diafragmáticos, porém sua extensão é difícil de ser confirmada até a exploração na sala de cirurgia.
■ ConsentimentoAs pacientes com câncer de ovário presumido devem ser informadas sobre a possível neces-sidade de cirurgia abdominal superior exten-siva para se conseguir a citorredução ideal. As complicações pulmonares após técnicas cirúrgicas diafragmáticas mais frequentemen-te incluem atelectasia e/ou derrame pleural. Entretanto, empiema, abscesso subfrênico, e pneumotórax são também possíveis (Chereau, 2011; Cliby, 2004).
INTRAOPERATÓRIO ■ InstrumentosEm geral é aconselhável ter um sistema ci-rúrgico ultrassônico cavitacional de aspiração (CUSA, de cavitacional ultrasonic surgical as-piration) e/ou coagulador por raio de argônio (ABC, de argon bean coagulator ) para os pro-cedimentos de debulking de câncer de ovário, uma vez que um ou ambos podem ser úteis para erradicar doença diafragmática. Essas fer-ramentas são discutidas em mais detalhes no Capítulo 40 (p. 1001).
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passage: FIGURA 44-15.5 Histerectomia retrógrada.
FIGURA 44-15.6 Ressecção do retossigmoide.
Hoffman_44.indd 1311 09/10/13 11:48gauge 0. A aparência final ( Figura 44–15.7 ) é mostrada com a anastomose retossigmoide concluída, que é descrita na Seção 44–23 (p. 1327).
Últimos passos. O cirurgião então con-tinuará com os procedimentos adicionais, se necessário, para completar a cirurgia para debulking de câncer de ovário. A colostomia ou anastomose retossigmoide pode exigir a mobilização da flexura esplênica, sendo reali-zada próximo ao término da cirurgia. Podem ser colocados drenos pós-operatórios a critério do cirurgião. Ocasionalmente, a bexiga tam-bém pode precisar de testes para excluir lesão acidental durante a dissecção vesicouterina. T odos os sítios de pedículos devem ser verifi-cados novamente para hemostasia.
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passage: A disseminação para os órgãos anexos é muito menos comum do que através do sis-tema linfático. Portanto, sua remoção depen-derá da idade da mulher e do potencial para metástase (Shimada, 2006). Em candidatas à preservação ovariana, a transposição dos ová-rios para fora da pelve pode ser considerada em mulheres jovens se é prevista radiação pós-operatória. No entanto, em ovários transpos-tos, os cistos perianexiais sintomáticos são co-muns, podendo não resultar em manutenção da função ovariana (Buekers, 2001).
INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. A anestesia geral é obrigatória, porém a co-locação da epidural pode auxiliar no controle efetivo da dor pós-operatória e diminuir a du-ração do íleo pós-operatório (Leon-Casasola, 1996). O exame bimanual deve ser realizado na sala de cirurgia antes da assepsia. Isso reo-rienta o cirurgião em relação à anatomia da paciente. O posicionamento supino é adequa-do para a maioria dos casos.
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passage: 60Publicações recentes sugerem que a maioria dos tumores escamosos de colo uterino e adenocarcinomas não são hormônio-dependentes. Uma meta-análise publicada recentemente, que objetivou comparar a incidência de metástases ovarianas nos tumores iniciais de colo uterino escamosos e adenocarcinomas, demonstrou que a incidência de metástases ovarianas em pacientes com adenocarcinoma e escamoso foi de 2% e 0,4%, respectivamente. Em 1.427 pacientes com essas histologias, que se submeteram a tratamento cirúrgico, nenhuma recorrência ovariana ocorreu após preservação ovariana unilateral ou bilateral em pacientes com adenocarcinoma. Esse estudo concluiu que, apesar da incidência de metástases ovarianas ser maior no adenocarcinoma, em relação ao escamoso, é razoável e aceito preservar os ovários em tumores de subtipo histológico de adenocarcinoma iniciais, manejados cirurgicamente, pois a incidência de recorrência ovariana é baixa nesses casos.(1-3) Referências1. Jiao XB1, Hu J, Zhu LR. The safety of ovarian preservation in early-stage adenocarcinoma compared with squamous cell carcinoma of uterine cervix: a systematic review and meta-analysis of observational studies. Int J Gynecol Cancer. 2016;26(8):1510-4.
2. Hinds L, Price J. Menopause, hormone replacement and gynaecologic cancers. Menopause Int. 2010;16(2):89-93.
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passage: - Axila positiva pré Qt neo e negativa após Qt neo: EA pode ser evitado, e BLS pode ser realizado com segurança. Estudo rea-9Frasson AL, Falcone AB, Rocha FB, Lichtenfels MProtocolos Febrasgo | Nº119 | 2018cientes T2/T3, resultando em menor necessidade de esvazia-mento axilar (EA), sem comprometimento do controle local. - Axila positiva após Qt neo: EA é o tratamento padrão. Pacientes com doença residual linfonodal após Qt neo tem um pior prognóstico que pacientes com resposta patológi-ca completa. O NCCN e AJCC (American Joint Comitttee on Cancer) recomenda que nessas pacientes seja feito EA.(26)• 3.4 Cirurgia oncoplástica e reconstruçãomamária - Cirurgia: ébaseada em três princípios fundamentais: cirur-gia oncológica ideal, reconstrução homolateral e remodela-mento contralateral imediato. - Indicações: devido à diversidade de técnicas que são utili-zadas, as indicações são amplas. São as seguintes: giganto-mastias; mamas com ptose acentuada; necessidade de res-secção ampla de pele; mamas pequenas e com possibilidade de correção de defeito com mamoplastia; tumores localiza-dos em áreas clássicas de redução de mama; tumores cen-trais; quadrantes inferiores e quadrantes mediais.
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passage: CirurgiaEmbora Halstead (1894) tenha revolucionado o tratamento do câncer de mama demonstrando melhor resultado para pacien-tes tratadas com mastectomia radical, os resultados de estudos clínicos randomizados recentes estimularam corretamente a tendência a cirurgias menos agressivas. De forma específica, está amplamente comprovado que a quadrantectomia associada à radioterapia pós-operatória produz a mesma taxa de sobrevi-vência específica para câncer de mama que a mastectomia total (Fisher, 2002a,b). Durante a cirurgia, a dissecção mais extensa dos linfonodos axilares é indicada para as pacientes com achado positivo em linfonodo sentinela ou com doença axilar diagnos-ticada por meio de biópsia com agulha (Lyman, 2005). A dis-secção axilar causa linfedema em 15 a 50% das pacientes, de-pendendo de como é feita a medição (Morrell, 2005). Também está associada a sintomas persistentes no ombro e nos braços em até 70% dos casos (Kuehn, 2000). Seguindo-se à quadrantecto-mia, a radioterapia em toda a mama é o procedimento-padrão, embora dados preliminares para irradiação acelerada parcial da mama tenham sido encorajadores (Jeruss, 2006; Zannis, 2005).
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passage: Em geral, outros exames radiológicos, como ressonância magnética (RM), cintilografia óssea e tomografia por emissão de pósitrons (PET), normalmente acrescentam poucas infor-mações antes da cirurgia.
ParacentesePresume-se que pacientes com massa pélvica e ascite estejam com câncer de ovário até prova cirúrgica em contrário. Por-tanto, poucas pacientes requerem paracentese diagnóstica para orientar o tratamento. Além disso, este procedimento em geral é evitado como exame diagnóstico considerando-se os resulta-dos citológicos inespecíficos e a possibilidade de formarem-se metástases na parede abdominal no local de inserção da agulha (Kruitwagen, 1996). Contudo, a paracentese pode estar indi-cada em pacientes com ascite e ausência de massa pélvica.
FIGURA 35-6 Fotografia de uma mulher com o abdome distendido por uma grande massa ovariana.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteOs exames de imagem podem sugerir nódulos diafragmáticos, porém sua extensão é difícil de ser confirmada até a exploração na sala de cirurgia.
■ ConsentimentoAs pacientes com câncer de ovário presumido devem ser informadas sobre a possível neces-sidade de cirurgia abdominal superior exten-siva para se conseguir a citorredução ideal. As complicações pulmonares após técnicas cirúrgicas diafragmáticas mais frequentemen-te incluem atelectasia e/ou derrame pleural. Entretanto, empiema, abscesso subfrênico, e pneumotórax são também possíveis (Chereau, 2011; Cliby, 2004).
INTRAOPERATÓRIO ■ InstrumentosEm geral é aconselhável ter um sistema ci-rúrgico ultrassônico cavitacional de aspiração (CUSA, de cavitacional ultrasonic surgical as-piration) e/ou coagulador por raio de argônio (ABC, de argon bean coagulator ) para os pro-cedimentos de debulking de câncer de ovário, uma vez que um ou ambos podem ser úteis para erradicar doença diafragmática. Essas fer-ramentas são discutidas em mais detalhes no Capítulo 40 (p. 1001).
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passage: FIGURA 44-15.5 Histerectomia retrógrada.
FIGURA 44-15.6 Ressecção do retossigmoide.
Hoffman_44.indd 1311 09/10/13 11:48gauge 0. A aparência final ( Figura 44–15.7 ) é mostrada com a anastomose retossigmoide concluída, que é descrita na Seção 44–23 (p. 1327).
Últimos passos. O cirurgião então con-tinuará com os procedimentos adicionais, se necessário, para completar a cirurgia para debulking de câncer de ovário. A colostomia ou anastomose retossigmoide pode exigir a mobilização da flexura esplênica, sendo reali-zada próximo ao término da cirurgia. Podem ser colocados drenos pós-operatórios a critério do cirurgião. Ocasionalmente, a bexiga tam-bém pode precisar de testes para excluir lesão acidental durante a dissecção vesicouterina. T odos os sítios de pedículos devem ser verifi-cados novamente para hemostasia.
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passage: Procedimentos diagnósticosA biópsia percutânea guiada por ultrassom ou TC não é útil no manejo de pacientes com massa ovariana sugestiva de doença maligna. A ressecção cirúrgica é necessária para diagnóstico de-finitivo, estadiamento e tratamento. O cirurgião deve solicitar Epitélio superficial-estroma• Seroso• Mucinoso• Endometrioide• De células claras• De células transicionaisCordão sexual-estroma• De células da granulosa• Tecoma• Fibroma• De células de Sertoli• De células de Sertoli-Leydig• EsteroideCélulas germinativas• Disgerminoma• Saco vitelino• Carcinoma embrionário• Coriocarcinoma• TeratomaFIGURA 36-1 Origens dos três principais tipos de tumores de ovário. (Redesenhada a partir de Chen, 2003, com permissão.)Hoffman_36.indd 880 03/10/13 17:15881biópsia de congelação para confirmar o diagnóstico, mas é co-mum haver discrepâncias entre as interpretações da biópsia de congelação e da histologia final com inclusão em parafina (Ku-samura, 2000). Além disso, normalmente é necessário o uso de imunomarcadores específicos para resolver casos duvidosos (Cheng, 2004; Ramalingam, 2004; Ulbright, 2005).
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passage: A disseminação para os órgãos anexos é muito menos comum do que através do sis-tema linfático. Portanto, sua remoção depen-derá da idade da mulher e do potencial para metástase (Shimada, 2006). Em candidatas à preservação ovariana, a transposição dos ová-rios para fora da pelve pode ser considerada em mulheres jovens se é prevista radiação pós-operatória. No entanto, em ovários transpos-tos, os cistos perianexiais sintomáticos são co-muns, podendo não resultar em manutenção da função ovariana (Buekers, 2001).
INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. A anestesia geral é obrigatória, porém a co-locação da epidural pode auxiliar no controle efetivo da dor pós-operatória e diminuir a du-ração do íleo pós-operatório (Leon-Casasola, 1996). O exame bimanual deve ser realizado na sala de cirurgia antes da assepsia. Isso reo-rienta o cirurgião em relação à anatomia da paciente. O posicionamento supino é adequa-do para a maioria dos casos.
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passage: 60Publicações recentes sugerem que a maioria dos tumores escamosos de colo uterino e adenocarcinomas não são hormônio-dependentes. Uma meta-análise publicada recentemente, que objetivou comparar a incidência de metástases ovarianas nos tumores iniciais de colo uterino escamosos e adenocarcinomas, demonstrou que a incidência de metástases ovarianas em pacientes com adenocarcinoma e escamoso foi de 2% e 0,4%, respectivamente. Em 1.427 pacientes com essas histologias, que se submeteram a tratamento cirúrgico, nenhuma recorrência ovariana ocorreu após preservação ovariana unilateral ou bilateral em pacientes com adenocarcinoma. Esse estudo concluiu que, apesar da incidência de metástases ovarianas ser maior no adenocarcinoma, em relação ao escamoso, é razoável e aceito preservar os ovários em tumores de subtipo histológico de adenocarcinoma iniciais, manejados cirurgicamente, pois a incidência de recorrência ovariana é baixa nesses casos.(1-3) Referências1. Jiao XB1, Hu J, Zhu LR. The safety of ovarian preservation in early-stage adenocarcinoma compared with squamous cell carcinoma of uterine cervix: a systematic review and meta-analysis of observational studies. Int J Gynecol Cancer. 2016;26(8):1510-4.
2. Hinds L, Price J. Menopause, hormone replacement and gynaecologic cancers. Menopause Int. 2010;16(2):89-93.
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passage: - Axila positiva pré Qt neo e negativa após Qt neo: EA pode ser evitado, e BLS pode ser realizado com segurança. Estudo rea-9Frasson AL, Falcone AB, Rocha FB, Lichtenfels MProtocolos Febrasgo | Nº119 | 2018cientes T2/T3, resultando em menor necessidade de esvazia-mento axilar (EA), sem comprometimento do controle local. - Axila positiva após Qt neo: EA é o tratamento padrão. Pacientes com doença residual linfonodal após Qt neo tem um pior prognóstico que pacientes com resposta patológi-ca completa. O NCCN e AJCC (American Joint Comitttee on Cancer) recomenda que nessas pacientes seja feito EA.(26)• 3.4 Cirurgia oncoplástica e reconstruçãomamária - Cirurgia: ébaseada em três princípios fundamentais: cirur-gia oncológica ideal, reconstrução homolateral e remodela-mento contralateral imediato. - Indicações: devido à diversidade de técnicas que são utili-zadas, as indicações são amplas. São as seguintes: giganto-mastias; mamas com ptose acentuada; necessidade de res-secção ampla de pele; mamas pequenas e com possibilidade de correção de defeito com mamoplastia; tumores localiza-dos em áreas clássicas de redução de mama; tumores cen-trais; quadrantes inferiores e quadrantes mediais.
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passage: CirurgiaEmbora Halstead (1894) tenha revolucionado o tratamento do câncer de mama demonstrando melhor resultado para pacien-tes tratadas com mastectomia radical, os resultados de estudos clínicos randomizados recentes estimularam corretamente a tendência a cirurgias menos agressivas. De forma específica, está amplamente comprovado que a quadrantectomia associada à radioterapia pós-operatória produz a mesma taxa de sobrevi-vência específica para câncer de mama que a mastectomia total (Fisher, 2002a,b). Durante a cirurgia, a dissecção mais extensa dos linfonodos axilares é indicada para as pacientes com achado positivo em linfonodo sentinela ou com doença axilar diagnos-ticada por meio de biópsia com agulha (Lyman, 2005). A dis-secção axilar causa linfedema em 15 a 50% das pacientes, de-pendendo de como é feita a medição (Morrell, 2005). Também está associada a sintomas persistentes no ombro e nos braços em até 70% dos casos (Kuehn, 2000). Seguindo-se à quadrantecto-mia, a radioterapia em toda a mama é o procedimento-padrão, embora dados preliminares para irradiação acelerada parcial da mama tenham sido encorajadores (Jeruss, 2006; Zannis, 2005).
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passage: Em geral, outros exames radiológicos, como ressonância magnética (RM), cintilografia óssea e tomografia por emissão de pósitrons (PET), normalmente acrescentam poucas infor-mações antes da cirurgia.
ParacentesePresume-se que pacientes com massa pélvica e ascite estejam com câncer de ovário até prova cirúrgica em contrário. Por-tanto, poucas pacientes requerem paracentese diagnóstica para orientar o tratamento. Além disso, este procedimento em geral é evitado como exame diagnóstico considerando-se os resulta-dos citológicos inespecíficos e a possibilidade de formarem-se metástases na parede abdominal no local de inserção da agulha (Kruitwagen, 1996). Contudo, a paracentese pode estar indi-cada em pacientes com ascite e ausência de massa pélvica.
FIGURA 35-6 Fotografia de uma mulher com o abdome distendido por uma grande massa ovariana.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteOs exames de imagem podem sugerir nódulos diafragmáticos, porém sua extensão é difícil de ser confirmada até a exploração na sala de cirurgia.
■ ConsentimentoAs pacientes com câncer de ovário presumido devem ser informadas sobre a possível neces-sidade de cirurgia abdominal superior exten-siva para se conseguir a citorredução ideal. As complicações pulmonares após técnicas cirúrgicas diafragmáticas mais frequentemen-te incluem atelectasia e/ou derrame pleural. Entretanto, empiema, abscesso subfrênico, e pneumotórax são também possíveis (Chereau, 2011; Cliby, 2004).
INTRAOPERATÓRIO ■ InstrumentosEm geral é aconselhável ter um sistema ci-rúrgico ultrassônico cavitacional de aspiração (CUSA, de cavitacional ultrasonic surgical as-piration) e/ou coagulador por raio de argônio (ABC, de argon bean coagulator ) para os pro-cedimentos de debulking de câncer de ovário, uma vez que um ou ambos podem ser úteis para erradicar doença diafragmática. Essas fer-ramentas são discutidas em mais detalhes no Capítulo 40 (p. 1001).
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passage: FIGURA 44-15.5 Histerectomia retrógrada.
FIGURA 44-15.6 Ressecção do retossigmoide.
Hoffman_44.indd 1311 09/10/13 11:48gauge 0. A aparência final ( Figura 44–15.7 ) é mostrada com a anastomose retossigmoide concluída, que é descrita na Seção 44–23 (p. 1327).
Últimos passos. O cirurgião então con-tinuará com os procedimentos adicionais, se necessário, para completar a cirurgia para debulking de câncer de ovário. A colostomia ou anastomose retossigmoide pode exigir a mobilização da flexura esplênica, sendo reali-zada próximo ao término da cirurgia. Podem ser colocados drenos pós-operatórios a critério do cirurgião. Ocasionalmente, a bexiga tam-bém pode precisar de testes para excluir lesão acidental durante a dissecção vesicouterina. T odos os sítios de pedículos devem ser verifi-cados novamente para hemostasia.
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passage: Procedimentos diagnósticosA biópsia percutânea guiada por ultrassom ou TC não é útil no manejo de pacientes com massa ovariana sugestiva de doença maligna. A ressecção cirúrgica é necessária para diagnóstico de-finitivo, estadiamento e tratamento. O cirurgião deve solicitar Epitélio superficial-estroma• Seroso• Mucinoso• Endometrioide• De células claras• De células transicionaisCordão sexual-estroma• De células da granulosa• Tecoma• Fibroma• De células de Sertoli• De células de Sertoli-Leydig• EsteroideCélulas germinativas• Disgerminoma• Saco vitelino• Carcinoma embrionário• Coriocarcinoma• TeratomaFIGURA 36-1 Origens dos três principais tipos de tumores de ovário. (Redesenhada a partir de Chen, 2003, com permissão.)Hoffman_36.indd 880 03/10/13 17:15881biópsia de congelação para confirmar o diagnóstico, mas é co-mum haver discrepâncias entre as interpretações da biópsia de congelação e da histologia final com inclusão em parafina (Ku-samura, 2000). Além disso, normalmente é necessário o uso de imunomarcadores específicos para resolver casos duvidosos (Cheng, 2004; Ramalingam, 2004; Ulbright, 2005).
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passage: Tumores secundáriosT umores malignos que produzem metástases para o ovário são quase invariavelmente bilaterais. O termo tumor de Kruken-berg refere-se a um adenocarcinoma mucinoso metastático dos ovários, caracterizado por células em anel de sinete, que nor-malmente se desenvolve a partir de tumores primários do trato intestinal, em especial do estômago ( Fig. 35-15). Metástases ovarianas com frequência representam um estádio tardio disse-minado da doença, no qual outras metástases com dissemina-ção hematogênica também são encontradas (Prat, 2003).
■ Padrões de disseminaçãoEm geral, cânceres de ovário epiteliais produzem metástases predominantemente por esfoliação. Células malignas são ini-cialmente liberadas na cavidade peritoneal quando o tumor penetra a superfície da cápsula ovariana. Seguindo a circulação normal do líquido peritoneal, implantes podem então se de-senvolver em qualquer ponto no abdome. Uma característica peculiar do câncer de ovário é que os tumores metastáticos em geral não se infiltram em órgãos viscerais, mas ocorrem como implantes superficiais. Consequentemente, é possível realizar citorredução agressiva com morbidade razoável.
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passage: A disseminação para os órgãos anexos é muito menos comum do que através do sis-tema linfático. Portanto, sua remoção depen-derá da idade da mulher e do potencial para metástase (Shimada, 2006). Em candidatas à preservação ovariana, a transposição dos ová-rios para fora da pelve pode ser considerada em mulheres jovens se é prevista radiação pós-operatória. No entanto, em ovários transpos-tos, os cistos perianexiais sintomáticos são co-muns, podendo não resultar em manutenção da função ovariana (Buekers, 2001).
INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. A anestesia geral é obrigatória, porém a co-locação da epidural pode auxiliar no controle efetivo da dor pós-operatória e diminuir a du-ração do íleo pós-operatório (Leon-Casasola, 1996). O exame bimanual deve ser realizado na sala de cirurgia antes da assepsia. Isso reo-rienta o cirurgião em relação à anatomia da paciente. O posicionamento supino é adequa-do para a maioria dos casos.
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passage: 60Publicações recentes sugerem que a maioria dos tumores escamosos de colo uterino e adenocarcinomas não são hormônio-dependentes. Uma meta-análise publicada recentemente, que objetivou comparar a incidência de metástases ovarianas nos tumores iniciais de colo uterino escamosos e adenocarcinomas, demonstrou que a incidência de metástases ovarianas em pacientes com adenocarcinoma e escamoso foi de 2% e 0,4%, respectivamente. Em 1.427 pacientes com essas histologias, que se submeteram a tratamento cirúrgico, nenhuma recorrência ovariana ocorreu após preservação ovariana unilateral ou bilateral em pacientes com adenocarcinoma. Esse estudo concluiu que, apesar da incidência de metástases ovarianas ser maior no adenocarcinoma, em relação ao escamoso, é razoável e aceito preservar os ovários em tumores de subtipo histológico de adenocarcinoma iniciais, manejados cirurgicamente, pois a incidência de recorrência ovariana é baixa nesses casos.(1-3) Referências1. Jiao XB1, Hu J, Zhu LR. The safety of ovarian preservation in early-stage adenocarcinoma compared with squamous cell carcinoma of uterine cervix: a systematic review and meta-analysis of observational studies. Int J Gynecol Cancer. 2016;26(8):1510-4.
2. Hinds L, Price J. Menopause, hormone replacement and gynaecologic cancers. Menopause Int. 2010;16(2):89-93.
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passage: - Axila positiva pré Qt neo e negativa após Qt neo: EA pode ser evitado, e BLS pode ser realizado com segurança. Estudo rea-9Frasson AL, Falcone AB, Rocha FB, Lichtenfels MProtocolos Febrasgo | Nº119 | 2018cientes T2/T3, resultando em menor necessidade de esvazia-mento axilar (EA), sem comprometimento do controle local. - Axila positiva após Qt neo: EA é o tratamento padrão. Pacientes com doença residual linfonodal após Qt neo tem um pior prognóstico que pacientes com resposta patológi-ca completa. O NCCN e AJCC (American Joint Comitttee on Cancer) recomenda que nessas pacientes seja feito EA.(26)• 3.4 Cirurgia oncoplástica e reconstruçãomamária - Cirurgia: ébaseada em três princípios fundamentais: cirur-gia oncológica ideal, reconstrução homolateral e remodela-mento contralateral imediato. - Indicações: devido à diversidade de técnicas que são utili-zadas, as indicações são amplas. São as seguintes: giganto-mastias; mamas com ptose acentuada; necessidade de res-secção ampla de pele; mamas pequenas e com possibilidade de correção de defeito com mamoplastia; tumores localiza-dos em áreas clássicas de redução de mama; tumores cen-trais; quadrantes inferiores e quadrantes mediais.
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passage: CirurgiaEmbora Halstead (1894) tenha revolucionado o tratamento do câncer de mama demonstrando melhor resultado para pacien-tes tratadas com mastectomia radical, os resultados de estudos clínicos randomizados recentes estimularam corretamente a tendência a cirurgias menos agressivas. De forma específica, está amplamente comprovado que a quadrantectomia associada à radioterapia pós-operatória produz a mesma taxa de sobrevi-vência específica para câncer de mama que a mastectomia total (Fisher, 2002a,b). Durante a cirurgia, a dissecção mais extensa dos linfonodos axilares é indicada para as pacientes com achado positivo em linfonodo sentinela ou com doença axilar diagnos-ticada por meio de biópsia com agulha (Lyman, 2005). A dis-secção axilar causa linfedema em 15 a 50% das pacientes, de-pendendo de como é feita a medição (Morrell, 2005). Também está associada a sintomas persistentes no ombro e nos braços em até 70% dos casos (Kuehn, 2000). Seguindo-se à quadrantecto-mia, a radioterapia em toda a mama é o procedimento-padrão, embora dados preliminares para irradiação acelerada parcial da mama tenham sido encorajadores (Jeruss, 2006; Zannis, 2005).
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passage: Em geral, outros exames radiológicos, como ressonância magnética (RM), cintilografia óssea e tomografia por emissão de pósitrons (PET), normalmente acrescentam poucas infor-mações antes da cirurgia.
ParacentesePresume-se que pacientes com massa pélvica e ascite estejam com câncer de ovário até prova cirúrgica em contrário. Por-tanto, poucas pacientes requerem paracentese diagnóstica para orientar o tratamento. Além disso, este procedimento em geral é evitado como exame diagnóstico considerando-se os resulta-dos citológicos inespecíficos e a possibilidade de formarem-se metástases na parede abdominal no local de inserção da agulha (Kruitwagen, 1996). Contudo, a paracentese pode estar indi-cada em pacientes com ascite e ausência de massa pélvica.
FIGURA 35-6 Fotografia de uma mulher com o abdome distendido por uma grande massa ovariana.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteOs exames de imagem podem sugerir nódulos diafragmáticos, porém sua extensão é difícil de ser confirmada até a exploração na sala de cirurgia.
■ ConsentimentoAs pacientes com câncer de ovário presumido devem ser informadas sobre a possível neces-sidade de cirurgia abdominal superior exten-siva para se conseguir a citorredução ideal. As complicações pulmonares após técnicas cirúrgicas diafragmáticas mais frequentemen-te incluem atelectasia e/ou derrame pleural. Entretanto, empiema, abscesso subfrênico, e pneumotórax são também possíveis (Chereau, 2011; Cliby, 2004).
INTRAOPERATÓRIO ■ InstrumentosEm geral é aconselhável ter um sistema ci-rúrgico ultrassônico cavitacional de aspiração (CUSA, de cavitacional ultrasonic surgical as-piration) e/ou coagulador por raio de argônio (ABC, de argon bean coagulator ) para os pro-cedimentos de debulking de câncer de ovário, uma vez que um ou ambos podem ser úteis para erradicar doença diafragmática. Essas fer-ramentas são discutidas em mais detalhes no Capítulo 40 (p. 1001).
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passage: FIGURA 44-15.5 Histerectomia retrógrada.
FIGURA 44-15.6 Ressecção do retossigmoide.
Hoffman_44.indd 1311 09/10/13 11:48gauge 0. A aparência final ( Figura 44–15.7 ) é mostrada com a anastomose retossigmoide concluída, que é descrita na Seção 44–23 (p. 1327).
Últimos passos. O cirurgião então con-tinuará com os procedimentos adicionais, se necessário, para completar a cirurgia para debulking de câncer de ovário. A colostomia ou anastomose retossigmoide pode exigir a mobilização da flexura esplênica, sendo reali-zada próximo ao término da cirurgia. Podem ser colocados drenos pós-operatórios a critério do cirurgião. Ocasionalmente, a bexiga tam-bém pode precisar de testes para excluir lesão acidental durante a dissecção vesicouterina. T odos os sítios de pedículos devem ser verifi-cados novamente para hemostasia.
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passage: Procedimentos diagnósticosA biópsia percutânea guiada por ultrassom ou TC não é útil no manejo de pacientes com massa ovariana sugestiva de doença maligna. A ressecção cirúrgica é necessária para diagnóstico de-finitivo, estadiamento e tratamento. O cirurgião deve solicitar Epitélio superficial-estroma• Seroso• Mucinoso• Endometrioide• De células claras• De células transicionaisCordão sexual-estroma• De células da granulosa• Tecoma• Fibroma• De células de Sertoli• De células de Sertoli-Leydig• EsteroideCélulas germinativas• Disgerminoma• Saco vitelino• Carcinoma embrionário• Coriocarcinoma• TeratomaFIGURA 36-1 Origens dos três principais tipos de tumores de ovário. (Redesenhada a partir de Chen, 2003, com permissão.)Hoffman_36.indd 880 03/10/13 17:15881biópsia de congelação para confirmar o diagnóstico, mas é co-mum haver discrepâncias entre as interpretações da biópsia de congelação e da histologia final com inclusão em parafina (Ku-samura, 2000). Além disso, normalmente é necessário o uso de imunomarcadores específicos para resolver casos duvidosos (Cheng, 2004; Ramalingam, 2004; Ulbright, 2005).
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passage: Tumores secundáriosT umores malignos que produzem metástases para o ovário são quase invariavelmente bilaterais. O termo tumor de Kruken-berg refere-se a um adenocarcinoma mucinoso metastático dos ovários, caracterizado por células em anel de sinete, que nor-malmente se desenvolve a partir de tumores primários do trato intestinal, em especial do estômago ( Fig. 35-15). Metástases ovarianas com frequência representam um estádio tardio disse-minado da doença, no qual outras metástases com dissemina-ção hematogênica também são encontradas (Prat, 2003).
■ Padrões de disseminaçãoEm geral, cânceres de ovário epiteliais produzem metástases predominantemente por esfoliação. Células malignas são ini-cialmente liberadas na cavidade peritoneal quando o tumor penetra a superfície da cápsula ovariana. Seguindo a circulação normal do líquido peritoneal, implantes podem então se de-senvolver em qualquer ponto no abdome. Uma característica peculiar do câncer de ovário é que os tumores metastáticos em geral não se infiltram em órgãos viscerais, mas ocorrem como implantes superficiais. Consequentemente, é possível realizar citorredução agressiva com morbidade razoável.
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passage: A disseminação hematogênica é atípica. Na maioria dos ca-sos, metástases para fígado ou parênquima pulmonar, cérebro ou rins são observadas em pacientes com recidiva, mas não ao diagnóstico inicial.
EstadiamentoO estadiamento do câncer de ovário é cirúrgico e realizado com base nos achados antes de remoção e citorredução do tu-mor (Fig. 35-17). Os estádios da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) refletem os padrões tí-picos de disseminação do câncer de ovário (Tabela 35-8). Mesmo quando o tumor clinicamente parecer confinado ao ovário, em muitos casos são encontradas metástases. Portanto, o estadia-mento cirúrgico preciso é cru-cial para direcionar o tratamen-to. Aproximadamente um terço das pacientes apresenta doença com estadiamento cirúrgico em estádio I ou II (Tabela 35-9).
■ Tratamento do câncer de ovário em estádio inicialEstadiamento cirúrgicoQuando o câncer clinicamente parece estar restrito ao ovário, de-ve-se proceder à remoção cirúrgi-ca com estadiamento abrangente.
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Olá! Entendo sua preocupação com as dores nos seios e a irradiação para as axilas após a ooforectomia. É natural que qualquer sintoma novo após uma cirurgia gere apreensão, especialmente quando estamos aguardando o resultado de uma biópsia.
Primeiramente, é importante ressaltar que a dor mamária (mastalgia) e a dor axilar podem ter diversas causas, e nem sempre estão relacionadas à metástase. Alterações hormonais, como as que podem ocorrer após a remoção de um ovário, podem influenciar a sensibilidade mamária e causar desconforto. Além disso, a cirurgia em si pode gerar um processo inflamatório local que se manifesta como dor.
Em relação à possibilidade de metástase, é fundamental aguardar o resultado da biópsia do ovário para ter uma resposta precisa. No entanto, com base nas informações que tenho, tumores iniciais de colo uterino (escamosos ou adenocarcinomas) não costumam apresentar metástases para os ovários. Apesar da incidência de metástases ovarianas ser maior no adenocarcinoma, em relação ao escamoso, é razoável e aceito preservar os ovários em tumores de subtipo histológico de adenocarcinoma iniciais, manejados cirurgicamente, pois a incidência de recorrência ovariana é baixa nesses casos.
Além disso, dores nos seios que irradiam para a axila podem estar relacionadas a outras condições benignas, como alterações fibrocísticas, cistos mamários, ou até mesmo causas musculares e posturais. O importante agora é manter a calma e aguardar o resultado da biópsia.
Enquanto aguarda, observe se há outros sintomas associados à dor, como nódulos na mama ou axila, alterações na pele da mama, ou saída de secreção pelo mamilo. Anote essas informações para compartilhar com seu médico na próxima consulta.
Após a biópsia, dependendo do resultado, seu médico poderá solicitar exames complementares, como ultrassonografia mamária ou mamografia, para investigar a causa da dor e descartar outras possibilidades. O tratamento dependerá da causa identificada, podendo incluir analgésicos, terapias hormonais ou outras abordagens específicas.
Lembre-se de que estou aqui para te auxiliar, mas o acompanhamento com seu médico é fundamental para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado. Não hesite em conversar com ele sobre suas preocupações e esclarecer todas as suas dúvidas.
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19,841
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Meu bebê estava com anencefalia, espinha bífida, sem formatação das genitais e ânus, e os pés tortos. Fiz esse exame de amniocentese, que deu normal. Com meses de gestação, ele morreu na barriga. A pergunta é: se eu tiver o próximo filho, ele sairá normal ou corro o risco de ter má formação congênita?
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Bom dia. O risco de uma outra malformação sempre existe. Sugiro que você e seu marido façam uma avaliação com um geneticista para entenderem exatamente quais são os riscos em uma futura gestação. Atenciosamente.
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passage: Embora a história desta mulher sugira muitos fatores de risco, nenhum dos problemasde seus filhos poderia ser definitivamente atribuído a qualquer causa específica. Noentanto, há uma boa probabilidade de que a espinha bífida, no primeiro filho, e aanencefalia, no terceiro, estejam relacionadas com a má nutrição geral, comum empessoas com alcoolismo, e uma deficiência específica de ácido fólico. A baixa estatura dofilho do meio poderia ser resultado do tabagismo pesado da mãe. Por um lado, oproblema de comportamento deste filho pode ser consequência do uso de cocaína,tabagismo e consumo de álcool materno. Por outro, pode não haver relação entrequalquer um dos fatores de risco da mãe e uma influência pré-natal sobre ocomportamento posterior da criança. Um ponto importante é que, apesar da maioriadesses fatores serem bem conhecidos, é muito difícil, se não impossível, atribuir umaanomalia congênita a uma causa específica. Realisticamente, pode-se falar apenas emtermos de probabilidades.
Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
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passage: Embora a história desta mulher sugira muitos fatores de risco, nenhum dos problemasde seus filhos poderia ser definitivamente atribuído a qualquer causa específica. Noentanto, há uma boa probabilidade de que a espinha bífida, no primeiro filho, e aanencefalia, no terceiro, estejam relacionadas com a má nutrição geral, comum empessoas com alcoolismo, e uma deficiência específica de ácido fólico. A baixa estatura dofilho do meio poderia ser resultado do tabagismo pesado da mãe. Por um lado, oproblema de comportamento deste filho pode ser consequência do uso de cocaína,tabagismo e consumo de álcool materno. Por outro, pode não haver relação entrequalquer um dos fatores de risco da mãe e uma influência pré-natal sobre ocomportamento posterior da criança. Um ponto importante é que, apesar da maioriadesses fatores serem bem conhecidos, é muito difícil, se não impossível, atribuir umaanomalia congênita a uma causa específica. Realisticamente, pode-se falar apenas emtermos de probabilidades.
Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: Embora a história desta mulher sugira muitos fatores de risco, nenhum dos problemasde seus filhos poderia ser definitivamente atribuído a qualquer causa específica. Noentanto, há uma boa probabilidade de que a espinha bífida, no primeiro filho, e aanencefalia, no terceiro, estejam relacionadas com a má nutrição geral, comum empessoas com alcoolismo, e uma deficiência específica de ácido fólico. A baixa estatura dofilho do meio poderia ser resultado do tabagismo pesado da mãe. Por um lado, oproblema de comportamento deste filho pode ser consequência do uso de cocaína,tabagismo e consumo de álcool materno. Por outro, pode não haver relação entrequalquer um dos fatores de risco da mãe e uma influência pré-natal sobre ocomportamento posterior da criança. Um ponto importante é que, apesar da maioriadesses fatores serem bem conhecidos, é muito difícil, se não impossível, atribuir umaanomalia congênita a uma causa específica. Realisticamente, pode-se falar apenas emtermos de probabilidades.
Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: FIGURA 18.36 Feto com substancial meningoencefalocele occipital. Alguns fetos com defeitos menores sobrevivem após cirurgia;exencefalia é caracterizada pelo não fechamento da porção cefálica do tubo neural. Como resultado, a abóbada craniana nãose forma, deixando o cérebro malformado exposto. Mais tarde, esse tecido degenera, deixando massa de tecido necrótico. Essedefeito é denominado anencefalia, embora o tronco encefálico permaneça intacto (Figura 18.37A). Em alguns casos, o defeito dofechamento do tubo neural se estende caudalmente até a medula espinal, e a anomalia é denominada craniorraquisquise (Figura18.37B). Novamente, ocorre anencefalia, mas associada a um grande defeito envolvendo a coluna vertebral. Como os fetosanencéfalos não apresentam reflexo de deglutição, os últimos 2 meses da gestação são caracterizados por polidrâmnio. A anomaliapode ser reconhecida na ultrassonografia, visto que não existe abóbada craniana. A anencefalia ocorre em 1/5.000 nascimentos e émais comum em meninas que em meninos. De modo análogo à espinha bífida, muitos desses casos podem ser evitados se a mulheringerir 400 μg de ácido fólico por dia antes e durante a gravidez.
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passage: Embora a história desta mulher sugira muitos fatores de risco, nenhum dos problemasde seus filhos poderia ser definitivamente atribuído a qualquer causa específica. Noentanto, há uma boa probabilidade de que a espinha bífida, no primeiro filho, e aanencefalia, no terceiro, estejam relacionadas com a má nutrição geral, comum empessoas com alcoolismo, e uma deficiência específica de ácido fólico. A baixa estatura dofilho do meio poderia ser resultado do tabagismo pesado da mãe. Por um lado, oproblema de comportamento deste filho pode ser consequência do uso de cocaína,tabagismo e consumo de álcool materno. Por outro, pode não haver relação entrequalquer um dos fatores de risco da mãe e uma influência pré-natal sobre ocomportamento posterior da criança. Um ponto importante é que, apesar da maioriadesses fatores serem bem conhecidos, é muito difícil, se não impossível, atribuir umaanomalia congênita a uma causa específica. Realisticamente, pode-se falar apenas emtermos de probabilidades.
Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: FIGURA 18.36 Feto com substancial meningoencefalocele occipital. Alguns fetos com defeitos menores sobrevivem após cirurgia;exencefalia é caracterizada pelo não fechamento da porção cefálica do tubo neural. Como resultado, a abóbada craniana nãose forma, deixando o cérebro malformado exposto. Mais tarde, esse tecido degenera, deixando massa de tecido necrótico. Essedefeito é denominado anencefalia, embora o tronco encefálico permaneça intacto (Figura 18.37A). Em alguns casos, o defeito dofechamento do tubo neural se estende caudalmente até a medula espinal, e a anomalia é denominada craniorraquisquise (Figura18.37B). Novamente, ocorre anencefalia, mas associada a um grande defeito envolvendo a coluna vertebral. Como os fetosanencéfalos não apresentam reflexo de deglutição, os últimos 2 meses da gestação são caracterizados por polidrâmnio. A anomaliapode ser reconhecida na ultrassonografia, visto que não existe abóbada craniana. A anencefalia ocorre em 1/5.000 nascimentos e émais comum em meninas que em meninos. De modo análogo à espinha bífida, muitos desses casos podem ser evitados se a mulheringerir 400 μg de ácido fólico por dia antes e durante a gravidez.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
15 de 49 29/04/2016 12:43A, Espinha bífida com meningomielocele naregião lombar. B, Espinha bífida com mielosquise na região lombar. Note que o envolvimentonervoso afetou os membros inferiores.
Suspeita-se fortemente da meroencefaliain utero quando há um alto nível de alfafetoproteína (AFP) nolíquido amniótico (Capítulo 6, quadro intitulado “ Alfafetoproteína e Anomalias Fetais”). O nível de AFPtambém pode estar elevado no soro sanguíneo materno. Geralmente, a amniocentese é realizada em mulheresgrávidas com altos níveis de AFP no líquido amniótico (Capítulo 6, Fig. 6-13). Uma ultrassonografia poderevelar um DTN que tenha resultado em espinha bífida cística. A coluna vertebral fetal pode ser detectada pelaultrassonografia na 10ª à 12ª semana, e se houver um defeito no arco vertebral, um cisto meningeal poderá serdetectado na área afetada (Figs. 17-12C e 17-15A).
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passage: Embora a história desta mulher sugira muitos fatores de risco, nenhum dos problemasde seus filhos poderia ser definitivamente atribuído a qualquer causa específica. Noentanto, há uma boa probabilidade de que a espinha bífida, no primeiro filho, e aanencefalia, no terceiro, estejam relacionadas com a má nutrição geral, comum empessoas com alcoolismo, e uma deficiência específica de ácido fólico. A baixa estatura dofilho do meio poderia ser resultado do tabagismo pesado da mãe. Por um lado, oproblema de comportamento deste filho pode ser consequência do uso de cocaína,tabagismo e consumo de álcool materno. Por outro, pode não haver relação entrequalquer um dos fatores de risco da mãe e uma influência pré-natal sobre ocomportamento posterior da criança. Um ponto importante é que, apesar da maioriadesses fatores serem bem conhecidos, é muito difícil, se não impossível, atribuir umaanomalia congênita a uma causa específica. Realisticamente, pode-se falar apenas emtermos de probabilidades.
Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: FIGURA 18.36 Feto com substancial meningoencefalocele occipital. Alguns fetos com defeitos menores sobrevivem após cirurgia;exencefalia é caracterizada pelo não fechamento da porção cefálica do tubo neural. Como resultado, a abóbada craniana nãose forma, deixando o cérebro malformado exposto. Mais tarde, esse tecido degenera, deixando massa de tecido necrótico. Essedefeito é denominado anencefalia, embora o tronco encefálico permaneça intacto (Figura 18.37A). Em alguns casos, o defeito dofechamento do tubo neural se estende caudalmente até a medula espinal, e a anomalia é denominada craniorraquisquise (Figura18.37B). Novamente, ocorre anencefalia, mas associada a um grande defeito envolvendo a coluna vertebral. Como os fetosanencéfalos não apresentam reflexo de deglutição, os últimos 2 meses da gestação são caracterizados por polidrâmnio. A anomaliapode ser reconhecida na ultrassonografia, visto que não existe abóbada craniana. A anencefalia ocorre em 1/5.000 nascimentos e émais comum em meninas que em meninos. De modo análogo à espinha bífida, muitos desses casos podem ser evitados se a mulheringerir 400 μg de ácido fólico por dia antes e durante a gravidez.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
15 de 49 29/04/2016 12:43A, Espinha bífida com meningomielocele naregião lombar. B, Espinha bífida com mielosquise na região lombar. Note que o envolvimentonervoso afetou os membros inferiores.
Suspeita-se fortemente da meroencefaliain utero quando há um alto nível de alfafetoproteína (AFP) nolíquido amniótico (Capítulo 6, quadro intitulado “ Alfafetoproteína e Anomalias Fetais”). O nível de AFPtambém pode estar elevado no soro sanguíneo materno. Geralmente, a amniocentese é realizada em mulheresgrávidas com altos níveis de AFP no líquido amniótico (Capítulo 6, Fig. 6-13). Uma ultrassonografia poderevelar um DTN que tenha resultado em espinha bífida cística. A coluna vertebral fetal pode ser detectada pelaultrassonografia na 10ª à 12ª semana, e se houver um defeito no arco vertebral, um cisto meningeal poderá serdetectado na área afetada (Figs. 17-12C e 17-15A).
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passage: Esse DTN ocorre em aproximadamente 1 a cada 5.000 nascimentos e mostra uma variação geográficaconsiderável na incidência. Quando o cisto contém as meninges e LCE, o defeito é espinha bífida commeningocele (Fig. 17-12B). A medula espinhal e as raízes espinhais estão na posição normal, mas pode haverdefeitos na medula espinhal. A protrusão das meninges e do LCE da medula espinhal ocorre através de umdefeito na coluna vertebral.
Se a medula espinhal ou as raízes nervosas estiverem contidas no cisto meningeal, o defeito é a espinhabífida com meningomielocele (Figs. 17-12C e 17-15A). Casos graves envolvendo várias vértebras estãoassociados à ausência de calvária, ausência da maior parte do encéfalo e anormalidades faciais; esses defeitosgraves são chamados de meroencefalia (Figs. 17-13 e 17-17). Os defeitos acarretam efeitos drásticos emalgumas áreas do encéfalo e poucos ou nenhum em outras. Para estes neonatos, a morte é inevitável. O termoanencefalia para estes defeitos graves é inapropriado porque indica que nenhuma parte do encéfalo estápresente.
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passage: Embora a história desta mulher sugira muitos fatores de risco, nenhum dos problemasde seus filhos poderia ser definitivamente atribuído a qualquer causa específica. Noentanto, há uma boa probabilidade de que a espinha bífida, no primeiro filho, e aanencefalia, no terceiro, estejam relacionadas com a má nutrição geral, comum empessoas com alcoolismo, e uma deficiência específica de ácido fólico. A baixa estatura dofilho do meio poderia ser resultado do tabagismo pesado da mãe. Por um lado, oproblema de comportamento deste filho pode ser consequência do uso de cocaína,tabagismo e consumo de álcool materno. Por outro, pode não haver relação entrequalquer um dos fatores de risco da mãe e uma influência pré-natal sobre ocomportamento posterior da criança. Um ponto importante é que, apesar da maioriadesses fatores serem bem conhecidos, é muito difícil, se não impossível, atribuir umaanomalia congênita a uma causa específica. Realisticamente, pode-se falar apenas emtermos de probabilidades.
Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: FIGURA 18.36 Feto com substancial meningoencefalocele occipital. Alguns fetos com defeitos menores sobrevivem após cirurgia;exencefalia é caracterizada pelo não fechamento da porção cefálica do tubo neural. Como resultado, a abóbada craniana nãose forma, deixando o cérebro malformado exposto. Mais tarde, esse tecido degenera, deixando massa de tecido necrótico. Essedefeito é denominado anencefalia, embora o tronco encefálico permaneça intacto (Figura 18.37A). Em alguns casos, o defeito dofechamento do tubo neural se estende caudalmente até a medula espinal, e a anomalia é denominada craniorraquisquise (Figura18.37B). Novamente, ocorre anencefalia, mas associada a um grande defeito envolvendo a coluna vertebral. Como os fetosanencéfalos não apresentam reflexo de deglutição, os últimos 2 meses da gestação são caracterizados por polidrâmnio. A anomaliapode ser reconhecida na ultrassonografia, visto que não existe abóbada craniana. A anencefalia ocorre em 1/5.000 nascimentos e émais comum em meninas que em meninos. De modo análogo à espinha bífida, muitos desses casos podem ser evitados se a mulheringerir 400 μg de ácido fólico por dia antes e durante a gravidez.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
15 de 49 29/04/2016 12:43A, Espinha bífida com meningomielocele naregião lombar. B, Espinha bífida com mielosquise na região lombar. Note que o envolvimentonervoso afetou os membros inferiores.
Suspeita-se fortemente da meroencefaliain utero quando há um alto nível de alfafetoproteína (AFP) nolíquido amniótico (Capítulo 6, quadro intitulado “ Alfafetoproteína e Anomalias Fetais”). O nível de AFPtambém pode estar elevado no soro sanguíneo materno. Geralmente, a amniocentese é realizada em mulheresgrávidas com altos níveis de AFP no líquido amniótico (Capítulo 6, Fig. 6-13). Uma ultrassonografia poderevelar um DTN que tenha resultado em espinha bífida cística. A coluna vertebral fetal pode ser detectada pelaultrassonografia na 10ª à 12ª semana, e se houver um defeito no arco vertebral, um cisto meningeal poderá serdetectado na área afetada (Figs. 17-12C e 17-15A).
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passage: Esse DTN ocorre em aproximadamente 1 a cada 5.000 nascimentos e mostra uma variação geográficaconsiderável na incidência. Quando o cisto contém as meninges e LCE, o defeito é espinha bífida commeningocele (Fig. 17-12B). A medula espinhal e as raízes espinhais estão na posição normal, mas pode haverdefeitos na medula espinhal. A protrusão das meninges e do LCE da medula espinhal ocorre através de umdefeito na coluna vertebral.
Se a medula espinhal ou as raízes nervosas estiverem contidas no cisto meningeal, o defeito é a espinhabífida com meningomielocele (Figs. 17-12C e 17-15A). Casos graves envolvendo várias vértebras estãoassociados à ausência de calvária, ausência da maior parte do encéfalo e anormalidades faciais; esses defeitosgraves são chamados de meroencefalia (Figs. 17-13 e 17-17). Os defeitos acarretam efeitos drásticos emalgumas áreas do encéfalo e poucos ou nenhum em outras. Para estes neonatos, a morte é inevitável. O termoanencefalia para estes defeitos graves é inapropriado porque indica que nenhuma parte do encéfalo estápresente.
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passage: ambientais associados a espinha bífida. Rev Bras Ginecol Obstet. 2005;27(5):5.
31. Santos ML. Impacto do enriquecimento de alimentos com ácido fólico na ocorrência de defeitos do tubo neural [dissertação]Uberlândia (MG): Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Uberlândia; 2015.
32. Mitchell LE. Epidemiology of neural tube defects. Am J Med Genet C Semin Med Genet. 2005;135C(1):88–94.
33. Hernández-Díaz S, Werler MM, Walker AM, Mitchell AA. Neural tube defects in relation to use of folic acid antagonists during pregnancy. Am J Epidemiol. 2001;153(10):961–8.
34. Jentink J, Dolk H, Loane MA, Morris JK, Wellesley D, Garne E, et al.; EUROCAT Antiepileptic Study Working Group. Intrauterine exposure to carbamazepine and specific congenital malformations: systematic review and case-control study. BMJ.2010;341:c6581.
35. Wlodarczyk BJ, Palacios AM, George TM, Finnell RH. Antiepileptic drugs and pregnancy outcomes. Am J Med Genet A. 2012;158A(8):2071–90.
36. Dreier JW, Andersen AM, Berg-Beckhoff G. Systematic review and meta-analyses: fever in pregnancy and health impacts in the offspring. Pediatrics. 2014;133(3):e674–88.
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passage: Embora a história desta mulher sugira muitos fatores de risco, nenhum dos problemasde seus filhos poderia ser definitivamente atribuído a qualquer causa específica. Noentanto, há uma boa probabilidade de que a espinha bífida, no primeiro filho, e aanencefalia, no terceiro, estejam relacionadas com a má nutrição geral, comum empessoas com alcoolismo, e uma deficiência específica de ácido fólico. A baixa estatura dofilho do meio poderia ser resultado do tabagismo pesado da mãe. Por um lado, oproblema de comportamento deste filho pode ser consequência do uso de cocaína,tabagismo e consumo de álcool materno. Por outro, pode não haver relação entrequalquer um dos fatores de risco da mãe e uma influência pré-natal sobre ocomportamento posterior da criança. Um ponto importante é que, apesar da maioriadesses fatores serem bem conhecidos, é muito difícil, se não impossível, atribuir umaanomalia congênita a uma causa específica. Realisticamente, pode-se falar apenas emtermos de probabilidades.
Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: FIGURA 18.36 Feto com substancial meningoencefalocele occipital. Alguns fetos com defeitos menores sobrevivem após cirurgia;exencefalia é caracterizada pelo não fechamento da porção cefálica do tubo neural. Como resultado, a abóbada craniana nãose forma, deixando o cérebro malformado exposto. Mais tarde, esse tecido degenera, deixando massa de tecido necrótico. Essedefeito é denominado anencefalia, embora o tronco encefálico permaneça intacto (Figura 18.37A). Em alguns casos, o defeito dofechamento do tubo neural se estende caudalmente até a medula espinal, e a anomalia é denominada craniorraquisquise (Figura18.37B). Novamente, ocorre anencefalia, mas associada a um grande defeito envolvendo a coluna vertebral. Como os fetosanencéfalos não apresentam reflexo de deglutição, os últimos 2 meses da gestação são caracterizados por polidrâmnio. A anomaliapode ser reconhecida na ultrassonografia, visto que não existe abóbada craniana. A anencefalia ocorre em 1/5.000 nascimentos e émais comum em meninas que em meninos. De modo análogo à espinha bífida, muitos desses casos podem ser evitados se a mulheringerir 400 μg de ácido fólico por dia antes e durante a gravidez.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
15 de 49 29/04/2016 12:43A, Espinha bífida com meningomielocele naregião lombar. B, Espinha bífida com mielosquise na região lombar. Note que o envolvimentonervoso afetou os membros inferiores.
Suspeita-se fortemente da meroencefaliain utero quando há um alto nível de alfafetoproteína (AFP) nolíquido amniótico (Capítulo 6, quadro intitulado “ Alfafetoproteína e Anomalias Fetais”). O nível de AFPtambém pode estar elevado no soro sanguíneo materno. Geralmente, a amniocentese é realizada em mulheresgrávidas com altos níveis de AFP no líquido amniótico (Capítulo 6, Fig. 6-13). Uma ultrassonografia poderevelar um DTN que tenha resultado em espinha bífida cística. A coluna vertebral fetal pode ser detectada pelaultrassonografia na 10ª à 12ª semana, e se houver um defeito no arco vertebral, um cisto meningeal poderá serdetectado na área afetada (Figs. 17-12C e 17-15A).
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passage: Esse DTN ocorre em aproximadamente 1 a cada 5.000 nascimentos e mostra uma variação geográficaconsiderável na incidência. Quando o cisto contém as meninges e LCE, o defeito é espinha bífida commeningocele (Fig. 17-12B). A medula espinhal e as raízes espinhais estão na posição normal, mas pode haverdefeitos na medula espinhal. A protrusão das meninges e do LCE da medula espinhal ocorre através de umdefeito na coluna vertebral.
Se a medula espinhal ou as raízes nervosas estiverem contidas no cisto meningeal, o defeito é a espinhabífida com meningomielocele (Figs. 17-12C e 17-15A). Casos graves envolvendo várias vértebras estãoassociados à ausência de calvária, ausência da maior parte do encéfalo e anormalidades faciais; esses defeitosgraves são chamados de meroencefalia (Figs. 17-13 e 17-17). Os defeitos acarretam efeitos drásticos emalgumas áreas do encéfalo e poucos ou nenhum em outras. Para estes neonatos, a morte é inevitável. O termoanencefalia para estes defeitos graves é inapropriado porque indica que nenhuma parte do encéfalo estápresente.
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passage: ambientais associados a espinha bífida. Rev Bras Ginecol Obstet. 2005;27(5):5.
31. Santos ML. Impacto do enriquecimento de alimentos com ácido fólico na ocorrência de defeitos do tubo neural [dissertação]Uberlândia (MG): Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Uberlândia; 2015.
32. Mitchell LE. Epidemiology of neural tube defects. Am J Med Genet C Semin Med Genet. 2005;135C(1):88–94.
33. Hernández-Díaz S, Werler MM, Walker AM, Mitchell AA. Neural tube defects in relation to use of folic acid antagonists during pregnancy. Am J Epidemiol. 2001;153(10):961–8.
34. Jentink J, Dolk H, Loane MA, Morris JK, Wellesley D, Garne E, et al.; EUROCAT Antiepileptic Study Working Group. Intrauterine exposure to carbamazepine and specific congenital malformations: systematic review and case-control study. BMJ.2010;341:c6581.
35. Wlodarczyk BJ, Palacios AM, George TM, Finnell RH. Antiepileptic drugs and pregnancy outcomes. Am J Med Genet A. 2012;158A(8):2071–90.
36. Dreier JW, Andersen AM, Berg-Beckhoff G. Systematic review and meta-analyses: fever in pregnancy and health impacts in the offspring. Pediatrics. 2014;133(3):e674–88.
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passage: ■Na maioria dos casos, os DTN ocorrem sem antecedentes. Nessas condições, propõe-se, para o diagnósticodos DTN, o exame morfológico ultrassonográfico entre 20 e 24 semanas.
AnencefaliaAnencefalia é caracterizada pela ausência da calota craniana e do telencéfalo (Figura 102.2). A sua histórianatural é evidenciada pela sequência acrania, exencefalia e anencefalia, o que nem sempre é observado naprática clínica (Figura 102.3). Na realidade, existe grande controvérsia se a exencefalia e a anencefalia sãoestágios distintos da mesma malformação ou entidades distintas (Molinger & Pilu, 2009). O diagnósticosonográfico é possível ainda no 1o trimestre, quando a imagem típica é do perfil alongado da fronte fetal; no 2otrimestre, o diagnóstico é muito fácil, com acurácia de 100%, pela identificação da acrania e a “face de sapo”. Ocontorno hiperecogênico (crânio) da cabeça e a imagem em borboleta do cérebro (plexos coroides) excluem aanencefalia e a holoprosencefalia no 1o trimestre. Malformações associadas são comuns, especialmente aespinha bífida, fenda palatina, pé torto congênito e onfalocele. Polidramnia é achado frequente. A letalidade emtodos os espectros da anencefalia é de 100% e a interrupção da gestação deve ser considerada.
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passage: Embora a história desta mulher sugira muitos fatores de risco, nenhum dos problemasde seus filhos poderia ser definitivamente atribuído a qualquer causa específica. Noentanto, há uma boa probabilidade de que a espinha bífida, no primeiro filho, e aanencefalia, no terceiro, estejam relacionadas com a má nutrição geral, comum empessoas com alcoolismo, e uma deficiência específica de ácido fólico. A baixa estatura dofilho do meio poderia ser resultado do tabagismo pesado da mãe. Por um lado, oproblema de comportamento deste filho pode ser consequência do uso de cocaína,tabagismo e consumo de álcool materno. Por outro, pode não haver relação entrequalquer um dos fatores de risco da mãe e uma influência pré-natal sobre ocomportamento posterior da criança. Um ponto importante é que, apesar da maioriadesses fatores serem bem conhecidos, é muito difícil, se não impossível, atribuir umaanomalia congênita a uma causa específica. Realisticamente, pode-se falar apenas emtermos de probabilidades.
Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: FIGURA 18.36 Feto com substancial meningoencefalocele occipital. Alguns fetos com defeitos menores sobrevivem após cirurgia;exencefalia é caracterizada pelo não fechamento da porção cefálica do tubo neural. Como resultado, a abóbada craniana nãose forma, deixando o cérebro malformado exposto. Mais tarde, esse tecido degenera, deixando massa de tecido necrótico. Essedefeito é denominado anencefalia, embora o tronco encefálico permaneça intacto (Figura 18.37A). Em alguns casos, o defeito dofechamento do tubo neural se estende caudalmente até a medula espinal, e a anomalia é denominada craniorraquisquise (Figura18.37B). Novamente, ocorre anencefalia, mas associada a um grande defeito envolvendo a coluna vertebral. Como os fetosanencéfalos não apresentam reflexo de deglutição, os últimos 2 meses da gestação são caracterizados por polidrâmnio. A anomaliapode ser reconhecida na ultrassonografia, visto que não existe abóbada craniana. A anencefalia ocorre em 1/5.000 nascimentos e émais comum em meninas que em meninos. De modo análogo à espinha bífida, muitos desses casos podem ser evitados se a mulheringerir 400 μg de ácido fólico por dia antes e durante a gravidez.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
15 de 49 29/04/2016 12:43A, Espinha bífida com meningomielocele naregião lombar. B, Espinha bífida com mielosquise na região lombar. Note que o envolvimentonervoso afetou os membros inferiores.
Suspeita-se fortemente da meroencefaliain utero quando há um alto nível de alfafetoproteína (AFP) nolíquido amniótico (Capítulo 6, quadro intitulado “ Alfafetoproteína e Anomalias Fetais”). O nível de AFPtambém pode estar elevado no soro sanguíneo materno. Geralmente, a amniocentese é realizada em mulheresgrávidas com altos níveis de AFP no líquido amniótico (Capítulo 6, Fig. 6-13). Uma ultrassonografia poderevelar um DTN que tenha resultado em espinha bífida cística. A coluna vertebral fetal pode ser detectada pelaultrassonografia na 10ª à 12ª semana, e se houver um defeito no arco vertebral, um cisto meningeal poderá serdetectado na área afetada (Figs. 17-12C e 17-15A).
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passage: Esse DTN ocorre em aproximadamente 1 a cada 5.000 nascimentos e mostra uma variação geográficaconsiderável na incidência. Quando o cisto contém as meninges e LCE, o defeito é espinha bífida commeningocele (Fig. 17-12B). A medula espinhal e as raízes espinhais estão na posição normal, mas pode haverdefeitos na medula espinhal. A protrusão das meninges e do LCE da medula espinhal ocorre através de umdefeito na coluna vertebral.
Se a medula espinhal ou as raízes nervosas estiverem contidas no cisto meningeal, o defeito é a espinhabífida com meningomielocele (Figs. 17-12C e 17-15A). Casos graves envolvendo várias vértebras estãoassociados à ausência de calvária, ausência da maior parte do encéfalo e anormalidades faciais; esses defeitosgraves são chamados de meroencefalia (Figs. 17-13 e 17-17). Os defeitos acarretam efeitos drásticos emalgumas áreas do encéfalo e poucos ou nenhum em outras. Para estes neonatos, a morte é inevitável. O termoanencefalia para estes defeitos graves é inapropriado porque indica que nenhuma parte do encéfalo estápresente.
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passage: ambientais associados a espinha bífida. Rev Bras Ginecol Obstet. 2005;27(5):5.
31. Santos ML. Impacto do enriquecimento de alimentos com ácido fólico na ocorrência de defeitos do tubo neural [dissertação]Uberlândia (MG): Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Uberlândia; 2015.
32. Mitchell LE. Epidemiology of neural tube defects. Am J Med Genet C Semin Med Genet. 2005;135C(1):88–94.
33. Hernández-Díaz S, Werler MM, Walker AM, Mitchell AA. Neural tube defects in relation to use of folic acid antagonists during pregnancy. Am J Epidemiol. 2001;153(10):961–8.
34. Jentink J, Dolk H, Loane MA, Morris JK, Wellesley D, Garne E, et al.; EUROCAT Antiepileptic Study Working Group. Intrauterine exposure to carbamazepine and specific congenital malformations: systematic review and case-control study. BMJ.2010;341:c6581.
35. Wlodarczyk BJ, Palacios AM, George TM, Finnell RH. Antiepileptic drugs and pregnancy outcomes. Am J Med Genet A. 2012;158A(8):2071–90.
36. Dreier JW, Andersen AM, Berg-Beckhoff G. Systematic review and meta-analyses: fever in pregnancy and health impacts in the offspring. Pediatrics. 2014;133(3):e674–88.
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passage: ■Na maioria dos casos, os DTN ocorrem sem antecedentes. Nessas condições, propõe-se, para o diagnósticodos DTN, o exame morfológico ultrassonográfico entre 20 e 24 semanas.
AnencefaliaAnencefalia é caracterizada pela ausência da calota craniana e do telencéfalo (Figura 102.2). A sua histórianatural é evidenciada pela sequência acrania, exencefalia e anencefalia, o que nem sempre é observado naprática clínica (Figura 102.3). Na realidade, existe grande controvérsia se a exencefalia e a anencefalia sãoestágios distintos da mesma malformação ou entidades distintas (Molinger & Pilu, 2009). O diagnósticosonográfico é possível ainda no 1o trimestre, quando a imagem típica é do perfil alongado da fronte fetal; no 2otrimestre, o diagnóstico é muito fácil, com acurácia de 100%, pela identificação da acrania e a “face de sapo”. Ocontorno hiperecogênico (crânio) da cabeça e a imagem em borboleta do cérebro (plexos coroides) excluem aanencefalia e a holoprosencefalia no 1o trimestre. Malformações associadas são comuns, especialmente aespinha bífida, fenda palatina, pé torto congênito e onfalocele. Polidramnia é achado frequente. A letalidade emtodos os espectros da anencefalia é de 100% e a interrupção da gestação deve ser considerada.
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passage: 8. É improvável que este defeito esteja relacionado com o procedimento de amniocentese,pois a morfologia dos dígitos é bem estabelecida no momento em que o procedimento érealizado (geralmente por volta de 15 a 16 semanas). A causa mais provável é umamutação genética.
9. Células formadoras de músculos surgem dos somitos.
10. Provavelmente a causa imediata é a ausência de morte celular programada namesoderme interdigital. O motivo do distúrbio na morte celular atualmente não écompreendido.
Os problemas mais imediatos são as cirurgias para tratar (1) a medula espinhal abertae (2) a hidrocefalia em desenvolvimento. A cirurgia para raquisquise primeiro deve serdirecionada para o fechamento da lesão aberta, com objetivo de impedir uma infecção eevitar o extravasamento do líquido cerebroespinal. Posteriormente, a cirurgiaprovavelmente será necessária para os problemas associados à tração na medula espinhale nos nervos espinhais, conforme o desenvolvimento da criança. A hidrocefalia énormalmente tratada através da implantação de um shunt pra levar o excesso de líquidocerebroespinal para o sistema ventricular do cérebro. A desobstrução do shunt deve sermantida.
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passage: Embora a história desta mulher sugira muitos fatores de risco, nenhum dos problemasde seus filhos poderia ser definitivamente atribuído a qualquer causa específica. Noentanto, há uma boa probabilidade de que a espinha bífida, no primeiro filho, e aanencefalia, no terceiro, estejam relacionadas com a má nutrição geral, comum empessoas com alcoolismo, e uma deficiência específica de ácido fólico. A baixa estatura dofilho do meio poderia ser resultado do tabagismo pesado da mãe. Por um lado, oproblema de comportamento deste filho pode ser consequência do uso de cocaína,tabagismo e consumo de álcool materno. Por outro, pode não haver relação entrequalquer um dos fatores de risco da mãe e uma influência pré-natal sobre ocomportamento posterior da criança. Um ponto importante é que, apesar da maioriadesses fatores serem bem conhecidos, é muito difícil, se não impossível, atribuir umaanomalia congênita a uma causa específica. Realisticamente, pode-se falar apenas emtermos de probabilidades.
Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: FIGURA 18.36 Feto com substancial meningoencefalocele occipital. Alguns fetos com defeitos menores sobrevivem após cirurgia;exencefalia é caracterizada pelo não fechamento da porção cefálica do tubo neural. Como resultado, a abóbada craniana nãose forma, deixando o cérebro malformado exposto. Mais tarde, esse tecido degenera, deixando massa de tecido necrótico. Essedefeito é denominado anencefalia, embora o tronco encefálico permaneça intacto (Figura 18.37A). Em alguns casos, o defeito dofechamento do tubo neural se estende caudalmente até a medula espinal, e a anomalia é denominada craniorraquisquise (Figura18.37B). Novamente, ocorre anencefalia, mas associada a um grande defeito envolvendo a coluna vertebral. Como os fetosanencéfalos não apresentam reflexo de deglutição, os últimos 2 meses da gestação são caracterizados por polidrâmnio. A anomaliapode ser reconhecida na ultrassonografia, visto que não existe abóbada craniana. A anencefalia ocorre em 1/5.000 nascimentos e émais comum em meninas que em meninos. De modo análogo à espinha bífida, muitos desses casos podem ser evitados se a mulheringerir 400 μg de ácido fólico por dia antes e durante a gravidez.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
15 de 49 29/04/2016 12:43A, Espinha bífida com meningomielocele naregião lombar. B, Espinha bífida com mielosquise na região lombar. Note que o envolvimentonervoso afetou os membros inferiores.
Suspeita-se fortemente da meroencefaliain utero quando há um alto nível de alfafetoproteína (AFP) nolíquido amniótico (Capítulo 6, quadro intitulado “ Alfafetoproteína e Anomalias Fetais”). O nível de AFPtambém pode estar elevado no soro sanguíneo materno. Geralmente, a amniocentese é realizada em mulheresgrávidas com altos níveis de AFP no líquido amniótico (Capítulo 6, Fig. 6-13). Uma ultrassonografia poderevelar um DTN que tenha resultado em espinha bífida cística. A coluna vertebral fetal pode ser detectada pelaultrassonografia na 10ª à 12ª semana, e se houver um defeito no arco vertebral, um cisto meningeal poderá serdetectado na área afetada (Figs. 17-12C e 17-15A).
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passage: Esse DTN ocorre em aproximadamente 1 a cada 5.000 nascimentos e mostra uma variação geográficaconsiderável na incidência. Quando o cisto contém as meninges e LCE, o defeito é espinha bífida commeningocele (Fig. 17-12B). A medula espinhal e as raízes espinhais estão na posição normal, mas pode haverdefeitos na medula espinhal. A protrusão das meninges e do LCE da medula espinhal ocorre através de umdefeito na coluna vertebral.
Se a medula espinhal ou as raízes nervosas estiverem contidas no cisto meningeal, o defeito é a espinhabífida com meningomielocele (Figs. 17-12C e 17-15A). Casos graves envolvendo várias vértebras estãoassociados à ausência de calvária, ausência da maior parte do encéfalo e anormalidades faciais; esses defeitosgraves são chamados de meroencefalia (Figs. 17-13 e 17-17). Os defeitos acarretam efeitos drásticos emalgumas áreas do encéfalo e poucos ou nenhum em outras. Para estes neonatos, a morte é inevitável. O termoanencefalia para estes defeitos graves é inapropriado porque indica que nenhuma parte do encéfalo estápresente.
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passage: ambientais associados a espinha bífida. Rev Bras Ginecol Obstet. 2005;27(5):5.
31. Santos ML. Impacto do enriquecimento de alimentos com ácido fólico na ocorrência de defeitos do tubo neural [dissertação]Uberlândia (MG): Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Uberlândia; 2015.
32. Mitchell LE. Epidemiology of neural tube defects. Am J Med Genet C Semin Med Genet. 2005;135C(1):88–94.
33. Hernández-Díaz S, Werler MM, Walker AM, Mitchell AA. Neural tube defects in relation to use of folic acid antagonists during pregnancy. Am J Epidemiol. 2001;153(10):961–8.
34. Jentink J, Dolk H, Loane MA, Morris JK, Wellesley D, Garne E, et al.; EUROCAT Antiepileptic Study Working Group. Intrauterine exposure to carbamazepine and specific congenital malformations: systematic review and case-control study. BMJ.2010;341:c6581.
35. Wlodarczyk BJ, Palacios AM, George TM, Finnell RH. Antiepileptic drugs and pregnancy outcomes. Am J Med Genet A. 2012;158A(8):2071–90.
36. Dreier JW, Andersen AM, Berg-Beckhoff G. Systematic review and meta-analyses: fever in pregnancy and health impacts in the offspring. Pediatrics. 2014;133(3):e674–88.
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passage: ■Na maioria dos casos, os DTN ocorrem sem antecedentes. Nessas condições, propõe-se, para o diagnósticodos DTN, o exame morfológico ultrassonográfico entre 20 e 24 semanas.
AnencefaliaAnencefalia é caracterizada pela ausência da calota craniana e do telencéfalo (Figura 102.2). A sua histórianatural é evidenciada pela sequência acrania, exencefalia e anencefalia, o que nem sempre é observado naprática clínica (Figura 102.3). Na realidade, existe grande controvérsia se a exencefalia e a anencefalia sãoestágios distintos da mesma malformação ou entidades distintas (Molinger & Pilu, 2009). O diagnósticosonográfico é possível ainda no 1o trimestre, quando a imagem típica é do perfil alongado da fronte fetal; no 2otrimestre, o diagnóstico é muito fácil, com acurácia de 100%, pela identificação da acrania e a “face de sapo”. Ocontorno hiperecogênico (crânio) da cabeça e a imagem em borboleta do cérebro (plexos coroides) excluem aanencefalia e a holoprosencefalia no 1o trimestre. Malformações associadas são comuns, especialmente aespinha bífida, fenda palatina, pé torto congênito e onfalocele. Polidramnia é achado frequente. A letalidade emtodos os espectros da anencefalia é de 100% e a interrupção da gestação deve ser considerada.
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passage: 8. É improvável que este defeito esteja relacionado com o procedimento de amniocentese,pois a morfologia dos dígitos é bem estabelecida no momento em que o procedimento érealizado (geralmente por volta de 15 a 16 semanas). A causa mais provável é umamutação genética.
9. Células formadoras de músculos surgem dos somitos.
10. Provavelmente a causa imediata é a ausência de morte celular programada namesoderme interdigital. O motivo do distúrbio na morte celular atualmente não écompreendido.
Os problemas mais imediatos são as cirurgias para tratar (1) a medula espinhal abertae (2) a hidrocefalia em desenvolvimento. A cirurgia para raquisquise primeiro deve serdirecionada para o fechamento da lesão aberta, com objetivo de impedir uma infecção eevitar o extravasamento do líquido cerebroespinal. Posteriormente, a cirurgiaprovavelmente será necessária para os problemas associados à tração na medula espinhale nos nervos espinhais, conforme o desenvolvimento da criança. A hidrocefalia énormalmente tratada através da implantação de um shunt pra levar o excesso de líquidocerebroespinal para o sistema ventricular do cérebro. A desobstrução do shunt deve sermantida.
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passage: ■ QuestõesUma ultrassonografia pré-natal revelou polidrâmnio na 36a semana, e, por ocasião do nascimento, ofeto apresentava excesso de líquido na boca e dificuldade de respirar. Qual defeito congênito poderiacausar essa situação?Uma ultrassonografia pré-natal (na 20a semana) revelou massa na linha média que parecia conterintestinos e era cercada por membrana. Qual diagnóstico você faria e qual seria o prognóstico paraesse feto?Ao nascer, uma menina tinha mecônio na vagina e nenhuma abertura anal. Que tipo de defeitocongênito ela tem e qual é sua origem embriológica?sistemaurinário e o sistema genital. Entretanto, embriológica e anatomicamente, eles estão intimamenterelacionados. Ambos se desenvolvem a partir do mesoderma intermediário ao longo da paredeposterior da cavidade abdominal, e, inicialmente, os ductos excretórios de ambos os sistemas entram emuma cavidade comum, a cloaca.
SISTEMA URINÁRIOSistemas renaisFormam-se três sistemas renais que se sobrepõem levemente em uma sequência craniocaudal durante avida intrauterina nos seres humanos: pronefro, mesonefro e metanefro. O primeiro desses sistemas érudimentar e não é funcional; o segundo funciona por um intervalo curto de tempo durante o período fetalinicial, e o terceiro origina os rins permanentes.
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passage: Embora a história desta mulher sugira muitos fatores de risco, nenhum dos problemasde seus filhos poderia ser definitivamente atribuído a qualquer causa específica. Noentanto, há uma boa probabilidade de que a espinha bífida, no primeiro filho, e aanencefalia, no terceiro, estejam relacionadas com a má nutrição geral, comum empessoas com alcoolismo, e uma deficiência específica de ácido fólico. A baixa estatura dofilho do meio poderia ser resultado do tabagismo pesado da mãe. Por um lado, oproblema de comportamento deste filho pode ser consequência do uso de cocaína,tabagismo e consumo de álcool materno. Por outro, pode não haver relação entrequalquer um dos fatores de risco da mãe e uma influência pré-natal sobre ocomportamento posterior da criança. Um ponto importante é que, apesar da maioriadesses fatores serem bem conhecidos, é muito difícil, se não impossível, atribuir umaanomalia congênita a uma causa específica. Realisticamente, pode-se falar apenas emtermos de probabilidades.
Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: FIGURA 18.36 Feto com substancial meningoencefalocele occipital. Alguns fetos com defeitos menores sobrevivem após cirurgia;exencefalia é caracterizada pelo não fechamento da porção cefálica do tubo neural. Como resultado, a abóbada craniana nãose forma, deixando o cérebro malformado exposto. Mais tarde, esse tecido degenera, deixando massa de tecido necrótico. Essedefeito é denominado anencefalia, embora o tronco encefálico permaneça intacto (Figura 18.37A). Em alguns casos, o defeito dofechamento do tubo neural se estende caudalmente até a medula espinal, e a anomalia é denominada craniorraquisquise (Figura18.37B). Novamente, ocorre anencefalia, mas associada a um grande defeito envolvendo a coluna vertebral. Como os fetosanencéfalos não apresentam reflexo de deglutição, os últimos 2 meses da gestação são caracterizados por polidrâmnio. A anomaliapode ser reconhecida na ultrassonografia, visto que não existe abóbada craniana. A anencefalia ocorre em 1/5.000 nascimentos e émais comum em meninas que em meninos. De modo análogo à espinha bífida, muitos desses casos podem ser evitados se a mulheringerir 400 μg de ácido fólico por dia antes e durante a gravidez.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
15 de 49 29/04/2016 12:43A, Espinha bífida com meningomielocele naregião lombar. B, Espinha bífida com mielosquise na região lombar. Note que o envolvimentonervoso afetou os membros inferiores.
Suspeita-se fortemente da meroencefaliain utero quando há um alto nível de alfafetoproteína (AFP) nolíquido amniótico (Capítulo 6, quadro intitulado “ Alfafetoproteína e Anomalias Fetais”). O nível de AFPtambém pode estar elevado no soro sanguíneo materno. Geralmente, a amniocentese é realizada em mulheresgrávidas com altos níveis de AFP no líquido amniótico (Capítulo 6, Fig. 6-13). Uma ultrassonografia poderevelar um DTN que tenha resultado em espinha bífida cística. A coluna vertebral fetal pode ser detectada pelaultrassonografia na 10ª à 12ª semana, e se houver um defeito no arco vertebral, um cisto meningeal poderá serdetectado na área afetada (Figs. 17-12C e 17-15A).
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passage: Esse DTN ocorre em aproximadamente 1 a cada 5.000 nascimentos e mostra uma variação geográficaconsiderável na incidência. Quando o cisto contém as meninges e LCE, o defeito é espinha bífida commeningocele (Fig. 17-12B). A medula espinhal e as raízes espinhais estão na posição normal, mas pode haverdefeitos na medula espinhal. A protrusão das meninges e do LCE da medula espinhal ocorre através de umdefeito na coluna vertebral.
Se a medula espinhal ou as raízes nervosas estiverem contidas no cisto meningeal, o defeito é a espinhabífida com meningomielocele (Figs. 17-12C e 17-15A). Casos graves envolvendo várias vértebras estãoassociados à ausência de calvária, ausência da maior parte do encéfalo e anormalidades faciais; esses defeitosgraves são chamados de meroencefalia (Figs. 17-13 e 17-17). Os defeitos acarretam efeitos drásticos emalgumas áreas do encéfalo e poucos ou nenhum em outras. Para estes neonatos, a morte é inevitável. O termoanencefalia para estes defeitos graves é inapropriado porque indica que nenhuma parte do encéfalo estápresente.
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passage: ambientais associados a espinha bífida. Rev Bras Ginecol Obstet. 2005;27(5):5.
31. Santos ML. Impacto do enriquecimento de alimentos com ácido fólico na ocorrência de defeitos do tubo neural [dissertação]Uberlândia (MG): Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Uberlândia; 2015.
32. Mitchell LE. Epidemiology of neural tube defects. Am J Med Genet C Semin Med Genet. 2005;135C(1):88–94.
33. Hernández-Díaz S, Werler MM, Walker AM, Mitchell AA. Neural tube defects in relation to use of folic acid antagonists during pregnancy. Am J Epidemiol. 2001;153(10):961–8.
34. Jentink J, Dolk H, Loane MA, Morris JK, Wellesley D, Garne E, et al.; EUROCAT Antiepileptic Study Working Group. Intrauterine exposure to carbamazepine and specific congenital malformations: systematic review and case-control study. BMJ.2010;341:c6581.
35. Wlodarczyk BJ, Palacios AM, George TM, Finnell RH. Antiepileptic drugs and pregnancy outcomes. Am J Med Genet A. 2012;158A(8):2071–90.
36. Dreier JW, Andersen AM, Berg-Beckhoff G. Systematic review and meta-analyses: fever in pregnancy and health impacts in the offspring. Pediatrics. 2014;133(3):e674–88.
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passage: ■Na maioria dos casos, os DTN ocorrem sem antecedentes. Nessas condições, propõe-se, para o diagnósticodos DTN, o exame morfológico ultrassonográfico entre 20 e 24 semanas.
AnencefaliaAnencefalia é caracterizada pela ausência da calota craniana e do telencéfalo (Figura 102.2). A sua histórianatural é evidenciada pela sequência acrania, exencefalia e anencefalia, o que nem sempre é observado naprática clínica (Figura 102.3). Na realidade, existe grande controvérsia se a exencefalia e a anencefalia sãoestágios distintos da mesma malformação ou entidades distintas (Molinger & Pilu, 2009). O diagnósticosonográfico é possível ainda no 1o trimestre, quando a imagem típica é do perfil alongado da fronte fetal; no 2otrimestre, o diagnóstico é muito fácil, com acurácia de 100%, pela identificação da acrania e a “face de sapo”. Ocontorno hiperecogênico (crânio) da cabeça e a imagem em borboleta do cérebro (plexos coroides) excluem aanencefalia e a holoprosencefalia no 1o trimestre. Malformações associadas são comuns, especialmente aespinha bífida, fenda palatina, pé torto congênito e onfalocele. Polidramnia é achado frequente. A letalidade emtodos os espectros da anencefalia é de 100% e a interrupção da gestação deve ser considerada.
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passage: 8. É improvável que este defeito esteja relacionado com o procedimento de amniocentese,pois a morfologia dos dígitos é bem estabelecida no momento em que o procedimento érealizado (geralmente por volta de 15 a 16 semanas). A causa mais provável é umamutação genética.
9. Células formadoras de músculos surgem dos somitos.
10. Provavelmente a causa imediata é a ausência de morte celular programada namesoderme interdigital. O motivo do distúrbio na morte celular atualmente não écompreendido.
Os problemas mais imediatos são as cirurgias para tratar (1) a medula espinhal abertae (2) a hidrocefalia em desenvolvimento. A cirurgia para raquisquise primeiro deve serdirecionada para o fechamento da lesão aberta, com objetivo de impedir uma infecção eevitar o extravasamento do líquido cerebroespinal. Posteriormente, a cirurgiaprovavelmente será necessária para os problemas associados à tração na medula espinhale nos nervos espinhais, conforme o desenvolvimento da criança. A hidrocefalia énormalmente tratada através da implantação de um shunt pra levar o excesso de líquidocerebroespinal para o sistema ventricular do cérebro. A desobstrução do shunt deve sermantida.
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passage: ■ QuestõesUma ultrassonografia pré-natal revelou polidrâmnio na 36a semana, e, por ocasião do nascimento, ofeto apresentava excesso de líquido na boca e dificuldade de respirar. Qual defeito congênito poderiacausar essa situação?Uma ultrassonografia pré-natal (na 20a semana) revelou massa na linha média que parecia conterintestinos e era cercada por membrana. Qual diagnóstico você faria e qual seria o prognóstico paraesse feto?Ao nascer, uma menina tinha mecônio na vagina e nenhuma abertura anal. Que tipo de defeitocongênito ela tem e qual é sua origem embriológica?sistemaurinário e o sistema genital. Entretanto, embriológica e anatomicamente, eles estão intimamenterelacionados. Ambos se desenvolvem a partir do mesoderma intermediário ao longo da paredeposterior da cavidade abdominal, e, inicialmente, os ductos excretórios de ambos os sistemas entram emuma cavidade comum, a cloaca.
SISTEMA URINÁRIOSistemas renaisFormam-se três sistemas renais que se sobrepõem levemente em uma sequência craniocaudal durante avida intrauterina nos seres humanos: pronefro, mesonefro e metanefro. O primeiro desses sistemas érudimentar e não é funcional; o segundo funciona por um intervalo curto de tempo durante o período fetalinicial, e o terceiro origina os rins permanentes.
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passage: O risco de defeitos do tubo neural (Capítulo 17, Fig. 17-17) é maior na descendência de mães com baixos níveisde ácido fólico e vitamina B12.
Fatores Mecânicos como TeratógenosO líquido amniótico absorve pressões mecânicas, protegendo o embrião da maioria dos traumas externos.
Umaquantidade muito reduzida de líquido amniótico (oligoidrâmnio) pode resultar em uma deformação mecânica dosmembros, como hiperextensão do joelho. Deslocamento congênito do quadril e pé torto podem ser causados porforças mecânicas, particularmente em um útero malformado. Deformações podem ser causadas por qualquer fatorque restrinja a mobilidade do feto e produza compressão prolongada em uma postura anormal. Amputaçõesintrauterinas ou outras anomalias causadas por constrição local durante o crescimento fetal podem resultar debandas amnióticas, que são faixas finas ou anéis de tecido formadas como resultado da ruptura do âmnio duranteo início da gravidez (Capítulo 7, Fig. 7-21).
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Sinto muito pela sua perda e pela difícil situação que você enfrentou. Entendo sua preocupação em relação a futuras gestações, e farei o possível para te orientar da melhor forma.
É importante ressaltar que, embora a amniocentese tenha apresentado resultados normais, o conjunto de malformações que seu bebê apresentava (anencefalia, espinha bífida, ausência de formatação das genitais e ânus, e pés tortos) sugere que algo ocorreu durante a formação do embrião. É fundamental compreendermos que a amniocentese avalia principalmente alterações cromossômicas, mas nem todas as malformações congênitas são causadas por problemas nos cromossomos.
No seu caso, a anencefalia e a espinha bífida são defeitos do tubo neural (DTN), e a literatura médica aponta uma forte relação entre a deficiência de ácido fólico no início da gravidez e o aumento do risco desses defeitos. Embora a causa exata nem sempre seja identificável, a suplementação com ácido fólico antes e durante a gravidez é uma medida preventiva eficaz. As outras malformações relatadas podem ter causas diversas, incluindo fatores genéticos não detectados na amniocentese, fatores ambientais ou, em alguns casos, simplesmente ocorrências aleatórias durante o desenvolvimento.
A boa notícia é que, na maioria dos casos, os DTNs e outras malformações congênitas não se repetem em gestações futuras, especialmente se medidas preventivas forem tomadas. Para aumentar suas chances de ter um bebê saudável na próxima gravidez, recomendo enfaticamente que você procure aconselhamento genético. Um geneticista poderá avaliar seu histórico familiar, discutir os possíveis riscos e, se necessário, solicitar exames genéticos mais específicos para você e seu parceiro.
Além disso, é essencial que você inicie a suplementação com ácido fólico (400 mcg por dia, ou a dose recomendada pelo seu médico) pelo menos 3 meses antes de tentar engravidar, e continue tomando durante toda a gestação. Mantenha uma dieta equilibrada, evite o consumo de álcool, tabaco e outras substâncias prejudiciais, e converse com seu médico sobre quaisquer medicamentos que você esteja tomando, pois alguns podem aumentar o risco de malformações congênitas.
É importante ressaltar que cada gravidez é única, e o fato de ter ocorrido uma malformação em uma gestação anterior não significa que isso irá se repetir. Com o acompanhamento médico adequado, o aconselhamento genético e as medidas preventivas, suas chances de ter um bebê saudável são muito boas. Não hesite em tirar todas as suas dúvidas e expressar suas preocupações com seu médico. Estou aqui para te apoiar nessa jornada.
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Olá, boa noite. Fiz o preventivo e, depois de um mês, pediram para eu refazê-lo, pois constatou um sangramento. O que pode ser? Será que pode ser grave? Estou com muito medo.
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Não dá para saber. Refaça o exame, como disseram, já que houve sangue, o que pode atrapalhar os resultados. Provavelmente não é nada anormal, mas é importante refazer o exame.
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passage: É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação.
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passage: É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação.
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passage: . Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior. Portanto, recomenda-se usar preservativo nos dias seguintes e eventualmente consultar um ginecologista caso exista dúvida de uma possível gravidez. Caso tenha mais dúvidas sobre sangramento durante o uso da pílula anticoncepcional consulte um ginecologista.
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passage: É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação.
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passage: . Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior. Portanto, recomenda-se usar preservativo nos dias seguintes e eventualmente consultar um ginecologista caso exista dúvida de uma possível gravidez. Caso tenha mais dúvidas sobre sangramento durante o uso da pílula anticoncepcional consulte um ginecologista.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação.
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passage: . Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior. Portanto, recomenda-se usar preservativo nos dias seguintes e eventualmente consultar um ginecologista caso exista dúvida de uma possível gravidez. Caso tenha mais dúvidas sobre sangramento durante o uso da pílula anticoncepcional consulte um ginecologista.
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação.
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passage: . Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior. Portanto, recomenda-se usar preservativo nos dias seguintes e eventualmente consultar um ginecologista caso exista dúvida de uma possível gravidez. Caso tenha mais dúvidas sobre sangramento durante o uso da pílula anticoncepcional consulte um ginecologista.
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Sangramentodesfavorável≥1 mês dainserção≤7 dias>7 diasOrientarOrientar eObservarOrientarTratar se solicitado< 1 meses dainserçãoFigura 4. Protocolo de abordagem de sangramento por uso de contraceptivo de progestagênio isolado do setor de anticoncepção da FMRP-USPQuando é imprescindível, além do exame ginecológico, indicar a ultrassonografia:(53)• Sempre que o sangramento se mantiver desfavorável por mais de 6 meses, mesmo com as medicações.
• Mudança de padrão de sangramento (estava em amenorreia e mudou para sangramento prolongado, por exemplo).
• Presença de sintomas como dismenorreia ou dispareunia.
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passage: É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação.
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passage: . Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior. Portanto, recomenda-se usar preservativo nos dias seguintes e eventualmente consultar um ginecologista caso exista dúvida de uma possível gravidez. Caso tenha mais dúvidas sobre sangramento durante o uso da pílula anticoncepcional consulte um ginecologista.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Sangramentodesfavorável≥1 mês dainserção≤7 dias>7 diasOrientarOrientar eObservarOrientarTratar se solicitado< 1 meses dainserçãoFigura 4. Protocolo de abordagem de sangramento por uso de contraceptivo de progestagênio isolado do setor de anticoncepção da FMRP-USPQuando é imprescindível, além do exame ginecológico, indicar a ultrassonografia:(53)• Sempre que o sangramento se mantiver desfavorável por mais de 6 meses, mesmo com as medicações.
• Mudança de padrão de sangramento (estava em amenorreia e mudou para sangramento prolongado, por exemplo).
• Presença de sintomas como dismenorreia ou dispareunia.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoOs riscos relacionados com salpingostomia são semelhantes àqueles descritos para sal-pingectomia laparoscópica (Seção 42-4, p. 1.097). É importante ressaltar que com a salpingostomia a paciente deve ser informa-da sobre a possibilidade de salpingectomia caso a tuba tenha dano irreparável ou com sangramento incontrolável. Além disso, as taxas de doença trofoblástica persistente são maiores com a salpingostomia em compara-ção com a retirada de todo o segmento afe-tado da tuba.
SangramentoEm razão da grande vascularização do tecido placentário, a ruptura dos seus vasos duran-te a retirada da gravidez ectópica pode levar a hemorragia intensa. A capacidade de con-tração da camada muscular tubária é mínima e, assim, o sangramento que ocorre durante a salpingostomia deve ser controlado externa-mente, por exemplo, com coagulação eletroci-rúrgica. Há diversos dispositivos apropriados a esse fim e o microdispositivo bipolar é eficaz para obter hemostasia com transmissão míni-ma de calor. Algumas vezes, o sangramento pode ser extensivo e persistente, tornando ine-vitável a salpingectomia parcial ou total.
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passage: É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação.
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passage: . Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior. Portanto, recomenda-se usar preservativo nos dias seguintes e eventualmente consultar um ginecologista caso exista dúvida de uma possível gravidez. Caso tenha mais dúvidas sobre sangramento durante o uso da pílula anticoncepcional consulte um ginecologista.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Sangramentodesfavorável≥1 mês dainserção≤7 dias>7 diasOrientarOrientar eObservarOrientarTratar se solicitado< 1 meses dainserçãoFigura 4. Protocolo de abordagem de sangramento por uso de contraceptivo de progestagênio isolado do setor de anticoncepção da FMRP-USPQuando é imprescindível, além do exame ginecológico, indicar a ultrassonografia:(53)• Sempre que o sangramento se mantiver desfavorável por mais de 6 meses, mesmo com as medicações.
• Mudança de padrão de sangramento (estava em amenorreia e mudou para sangramento prolongado, por exemplo).
• Presença de sintomas como dismenorreia ou dispareunia.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoOs riscos relacionados com salpingostomia são semelhantes àqueles descritos para sal-pingectomia laparoscópica (Seção 42-4, p. 1.097). É importante ressaltar que com a salpingostomia a paciente deve ser informa-da sobre a possibilidade de salpingectomia caso a tuba tenha dano irreparável ou com sangramento incontrolável. Além disso, as taxas de doença trofoblástica persistente são maiores com a salpingostomia em compara-ção com a retirada de todo o segmento afe-tado da tuba.
SangramentoEm razão da grande vascularização do tecido placentário, a ruptura dos seus vasos duran-te a retirada da gravidez ectópica pode levar a hemorragia intensa. A capacidade de con-tração da camada muscular tubária é mínima e, assim, o sangramento que ocorre durante a salpingostomia deve ser controlado externa-mente, por exemplo, com coagulação eletroci-rúrgica. Há diversos dispositivos apropriados a esse fim e o microdispositivo bipolar é eficaz para obter hemostasia com transmissão míni-ma de calor. Algumas vezes, o sangramento pode ser extensivo e persistente, tornando ine-vitável a salpingectomia parcial ou total.
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passage: • Valor único da hemoglobina abaixo de 7,0g%, • Sangramento genital volumoso• Repetição do sangramento em menos de 48 horasCondutaAs medidas a serem tomadas dependem de dois aspectos fundamentais: a idade gestacional e a gravidade do sangramentoPeríodo Gestacional CondutaApós 34 semanasA evolução com quaisquer dos critérios de gravida-de indica interrupção da gravidez. Entre 28 e 33 semanasAdota-se a conduta expectante desde que as con-dições maternas e fetais permitam. Nos casos gra-ves deve-se recorrer a hemoterapia e monitoriza-ção hemodinâmica com a gestante no hospital até 48 horas sem recorrência do sangramento. Neste caso também faz-se a indução da maturação pul-monar do feto com corticoides.
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passage: É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação.
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passage: . Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior. Portanto, recomenda-se usar preservativo nos dias seguintes e eventualmente consultar um ginecologista caso exista dúvida de uma possível gravidez. Caso tenha mais dúvidas sobre sangramento durante o uso da pílula anticoncepcional consulte um ginecologista.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Sangramentodesfavorável≥1 mês dainserção≤7 dias>7 diasOrientarOrientar eObservarOrientarTratar se solicitado< 1 meses dainserçãoFigura 4. Protocolo de abordagem de sangramento por uso de contraceptivo de progestagênio isolado do setor de anticoncepção da FMRP-USPQuando é imprescindível, além do exame ginecológico, indicar a ultrassonografia:(53)• Sempre que o sangramento se mantiver desfavorável por mais de 6 meses, mesmo com as medicações.
• Mudança de padrão de sangramento (estava em amenorreia e mudou para sangramento prolongado, por exemplo).
• Presença de sintomas como dismenorreia ou dispareunia.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoOs riscos relacionados com salpingostomia são semelhantes àqueles descritos para sal-pingectomia laparoscópica (Seção 42-4, p. 1.097). É importante ressaltar que com a salpingostomia a paciente deve ser informa-da sobre a possibilidade de salpingectomia caso a tuba tenha dano irreparável ou com sangramento incontrolável. Além disso, as taxas de doença trofoblástica persistente são maiores com a salpingostomia em compara-ção com a retirada de todo o segmento afe-tado da tuba.
SangramentoEm razão da grande vascularização do tecido placentário, a ruptura dos seus vasos duran-te a retirada da gravidez ectópica pode levar a hemorragia intensa. A capacidade de con-tração da camada muscular tubária é mínima e, assim, o sangramento que ocorre durante a salpingostomia deve ser controlado externa-mente, por exemplo, com coagulação eletroci-rúrgica. Há diversos dispositivos apropriados a esse fim e o microdispositivo bipolar é eficaz para obter hemostasia com transmissão míni-ma de calor. Algumas vezes, o sangramento pode ser extensivo e persistente, tornando ine-vitável a salpingectomia parcial ou total.
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passage: • Valor único da hemoglobina abaixo de 7,0g%, • Sangramento genital volumoso• Repetição do sangramento em menos de 48 horasCondutaAs medidas a serem tomadas dependem de dois aspectos fundamentais: a idade gestacional e a gravidade do sangramentoPeríodo Gestacional CondutaApós 34 semanasA evolução com quaisquer dos critérios de gravida-de indica interrupção da gravidez. Entre 28 e 33 semanasAdota-se a conduta expectante desde que as con-dições maternas e fetais permitam. Nos casos gra-ves deve-se recorrer a hemoterapia e monitoriza-ção hemodinâmica com a gestante no hospital até 48 horas sem recorrência do sangramento. Neste caso também faz-se a indução da maturação pul-monar do feto com corticoides.
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passage: Aproximadamente 30% das gestações apresentam sangramento no 1o trimestre, e metade delas resultam emaborto.
▶ Dores.
Precedem, acompanham e geralmente sucedem a hemorragia. São provocadas por metrossístolesfugazes e intermitentes. Contrações regulares, como as do trabalho de parto, espelham processo irreversível.
Deve ser lembrado que o abortamento, muitas vezes, é precedido pela morte do embrião, e as perdassanguíneas e as cólicas, antes de constituírem ameaça, anunciam interrupção inevitável.
▶ Exame físico.
Confirma, exceto nas primeiras semanas, o útero aumentado, cujo volume é proporcional à datada amenorreia. O toque não é esclarecedor, pois não existem modificações cervicais. O exame especular podeFigura 27.1 Ameaça de abortamento.
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passage: É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação.
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passage: . Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior. Portanto, recomenda-se usar preservativo nos dias seguintes e eventualmente consultar um ginecologista caso exista dúvida de uma possível gravidez. Caso tenha mais dúvidas sobre sangramento durante o uso da pílula anticoncepcional consulte um ginecologista.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Sangramentodesfavorável≥1 mês dainserção≤7 dias>7 diasOrientarOrientar eObservarOrientarTratar se solicitado< 1 meses dainserçãoFigura 4. Protocolo de abordagem de sangramento por uso de contraceptivo de progestagênio isolado do setor de anticoncepção da FMRP-USPQuando é imprescindível, além do exame ginecológico, indicar a ultrassonografia:(53)• Sempre que o sangramento se mantiver desfavorável por mais de 6 meses, mesmo com as medicações.
• Mudança de padrão de sangramento (estava em amenorreia e mudou para sangramento prolongado, por exemplo).
• Presença de sintomas como dismenorreia ou dispareunia.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoOs riscos relacionados com salpingostomia são semelhantes àqueles descritos para sal-pingectomia laparoscópica (Seção 42-4, p. 1.097). É importante ressaltar que com a salpingostomia a paciente deve ser informa-da sobre a possibilidade de salpingectomia caso a tuba tenha dano irreparável ou com sangramento incontrolável. Além disso, as taxas de doença trofoblástica persistente são maiores com a salpingostomia em compara-ção com a retirada de todo o segmento afe-tado da tuba.
SangramentoEm razão da grande vascularização do tecido placentário, a ruptura dos seus vasos duran-te a retirada da gravidez ectópica pode levar a hemorragia intensa. A capacidade de con-tração da camada muscular tubária é mínima e, assim, o sangramento que ocorre durante a salpingostomia deve ser controlado externa-mente, por exemplo, com coagulação eletroci-rúrgica. Há diversos dispositivos apropriados a esse fim e o microdispositivo bipolar é eficaz para obter hemostasia com transmissão míni-ma de calor. Algumas vezes, o sangramento pode ser extensivo e persistente, tornando ine-vitável a salpingectomia parcial ou total.
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passage: • Valor único da hemoglobina abaixo de 7,0g%, • Sangramento genital volumoso• Repetição do sangramento em menos de 48 horasCondutaAs medidas a serem tomadas dependem de dois aspectos fundamentais: a idade gestacional e a gravidade do sangramentoPeríodo Gestacional CondutaApós 34 semanasA evolução com quaisquer dos critérios de gravida-de indica interrupção da gravidez. Entre 28 e 33 semanasAdota-se a conduta expectante desde que as con-dições maternas e fetais permitam. Nos casos gra-ves deve-se recorrer a hemoterapia e monitoriza-ção hemodinâmica com a gestante no hospital até 48 horas sem recorrência do sangramento. Neste caso também faz-se a indução da maturação pul-monar do feto com corticoides.
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passage: Aproximadamente 30% das gestações apresentam sangramento no 1o trimestre, e metade delas resultam emaborto.
▶ Dores.
Precedem, acompanham e geralmente sucedem a hemorragia. São provocadas por metrossístolesfugazes e intermitentes. Contrações regulares, como as do trabalho de parto, espelham processo irreversível.
Deve ser lembrado que o abortamento, muitas vezes, é precedido pela morte do embrião, e as perdassanguíneas e as cólicas, antes de constituírem ameaça, anunciam interrupção inevitável.
▶ Exame físico.
Confirma, exceto nas primeiras semanas, o útero aumentado, cujo volume é proporcional à datada amenorreia. O toque não é esclarecedor, pois não existem modificações cervicais. O exame especular podeFigura 27.1 Ameaça de abortamento.
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passage: Após o tratamento cirúrgico de gravidez ectópica, é possível que haja persistência de te-cido trofoblástico. O risco de doença trofoblás-tica persistente é menor com salpingectomia do que com salpingostomia e será discutido em mais detalhes na Seção 42-5 (p. 1.131).
■ Preparo da pacienteRotineiramente solicitam-se hemograma completo, dosagem de β -hCG e tipo san-guíneo com fator Rh. Se a salpingectomia for realizada em paciente com gravidez ectó-pica, é possível que haja sangramento subs-tancial. Assim, a paciente deve ter seu tipo sanguíneo determinado com prova cruzada para concentrados de hemácias e outros he-moderivados conforme a indicação. A salpin-gectomia está associada a baixas taxas de in-fecção. Consequentemente, em geral não se administra antibioticoterapia pré-operatória. Para aquelas que estejam sendo submetidas a salpingectomia laparoscópica para gravidez ectópica, normalmente indica-se profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) em razão do estado de hipercoagulabilidade as-sociado à gravidez (Tabelas 39-8 e 39-9, p. 960). Para profilaxia de TEV nas pacientes com sangramento ativo, dá-se preferência aos dispositivos pneumáticos de compressão intermitente.
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passage: É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação.
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passage: . Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior. Portanto, recomenda-se usar preservativo nos dias seguintes e eventualmente consultar um ginecologista caso exista dúvida de uma possível gravidez. Caso tenha mais dúvidas sobre sangramento durante o uso da pílula anticoncepcional consulte um ginecologista.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Sangramentodesfavorável≥1 mês dainserção≤7 dias>7 diasOrientarOrientar eObservarOrientarTratar se solicitado< 1 meses dainserçãoFigura 4. Protocolo de abordagem de sangramento por uso de contraceptivo de progestagênio isolado do setor de anticoncepção da FMRP-USPQuando é imprescindível, além do exame ginecológico, indicar a ultrassonografia:(53)• Sempre que o sangramento se mantiver desfavorável por mais de 6 meses, mesmo com as medicações.
• Mudança de padrão de sangramento (estava em amenorreia e mudou para sangramento prolongado, por exemplo).
• Presença de sintomas como dismenorreia ou dispareunia.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoOs riscos relacionados com salpingostomia são semelhantes àqueles descritos para sal-pingectomia laparoscópica (Seção 42-4, p. 1.097). É importante ressaltar que com a salpingostomia a paciente deve ser informa-da sobre a possibilidade de salpingectomia caso a tuba tenha dano irreparável ou com sangramento incontrolável. Além disso, as taxas de doença trofoblástica persistente são maiores com a salpingostomia em compara-ção com a retirada de todo o segmento afe-tado da tuba.
SangramentoEm razão da grande vascularização do tecido placentário, a ruptura dos seus vasos duran-te a retirada da gravidez ectópica pode levar a hemorragia intensa. A capacidade de con-tração da camada muscular tubária é mínima e, assim, o sangramento que ocorre durante a salpingostomia deve ser controlado externa-mente, por exemplo, com coagulação eletroci-rúrgica. Há diversos dispositivos apropriados a esse fim e o microdispositivo bipolar é eficaz para obter hemostasia com transmissão míni-ma de calor. Algumas vezes, o sangramento pode ser extensivo e persistente, tornando ine-vitável a salpingectomia parcial ou total.
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passage: • Valor único da hemoglobina abaixo de 7,0g%, • Sangramento genital volumoso• Repetição do sangramento em menos de 48 horasCondutaAs medidas a serem tomadas dependem de dois aspectos fundamentais: a idade gestacional e a gravidade do sangramentoPeríodo Gestacional CondutaApós 34 semanasA evolução com quaisquer dos critérios de gravida-de indica interrupção da gravidez. Entre 28 e 33 semanasAdota-se a conduta expectante desde que as con-dições maternas e fetais permitam. Nos casos gra-ves deve-se recorrer a hemoterapia e monitoriza-ção hemodinâmica com a gestante no hospital até 48 horas sem recorrência do sangramento. Neste caso também faz-se a indução da maturação pul-monar do feto com corticoides.
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passage: Aproximadamente 30% das gestações apresentam sangramento no 1o trimestre, e metade delas resultam emaborto.
▶ Dores.
Precedem, acompanham e geralmente sucedem a hemorragia. São provocadas por metrossístolesfugazes e intermitentes. Contrações regulares, como as do trabalho de parto, espelham processo irreversível.
Deve ser lembrado que o abortamento, muitas vezes, é precedido pela morte do embrião, e as perdassanguíneas e as cólicas, antes de constituírem ameaça, anunciam interrupção inevitável.
▶ Exame físico.
Confirma, exceto nas primeiras semanas, o útero aumentado, cujo volume é proporcional à datada amenorreia. O toque não é esclarecedor, pois não existem modificações cervicais. O exame especular podeFigura 27.1 Ameaça de abortamento.
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passage: Após o tratamento cirúrgico de gravidez ectópica, é possível que haja persistência de te-cido trofoblástico. O risco de doença trofoblás-tica persistente é menor com salpingectomia do que com salpingostomia e será discutido em mais detalhes na Seção 42-5 (p. 1.131).
■ Preparo da pacienteRotineiramente solicitam-se hemograma completo, dosagem de β -hCG e tipo san-guíneo com fator Rh. Se a salpingectomia for realizada em paciente com gravidez ectó-pica, é possível que haja sangramento subs-tancial. Assim, a paciente deve ter seu tipo sanguíneo determinado com prova cruzada para concentrados de hemácias e outros he-moderivados conforme a indicação. A salpin-gectomia está associada a baixas taxas de in-fecção. Consequentemente, em geral não se administra antibioticoterapia pré-operatória. Para aquelas que estejam sendo submetidas a salpingectomia laparoscópica para gravidez ectópica, normalmente indica-se profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) em razão do estado de hipercoagulabilidade as-sociado à gravidez (Tabelas 39-8 e 39-9, p. 960). Para profilaxia de TEV nas pacientes com sangramento ativo, dá-se preferência aos dispositivos pneumáticos de compressão intermitente.
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passage: O sangramento é um problema comum na linfadenectomia pélvica e pode ser exa-cerbado pela fibrose retroperitoneal. O san-gramento venoso ou a avulsão de pequenos ramos de vasos podem ser rapidamente con-trolados com grampos vasculares. As altera-ções vasculares são regularmente encontradas, podendo levar à hemorragia acidental se não forem adequadamente identificadas com an-tecedência.
Remoção dos linfonodos distais. Pode ser necessário temporariamente remover uma valva do afastador de autorretenção distal para ressecar todos os gânglios pélvicos em direção ao canal inguinal. O ligamento redondo distal é elevado com uma mão; o polegar da outra mão deve avançar diretamente abaixo do liga-mento redondo e seguir até o anel inguinal. A aposição da ponta do polegar com o dedo mé-dio e os dedos laterais permite palpação, com-pressão distal e remoção de tecido ganglionar no anel inguinal sem corte, grampeamento ou perda de sangue significativa. A valva do afas-tador pode então ser reposicionada.
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Olá! Boa noite. Entendo sua preocupação, e é natural sentir medo quando nos deparamos com resultados inesperados de exames. Vamos conversar um pouco para entender melhor o que pode estar acontecendo.
O fato de terem pedido para refazer o preventivo após um mês, devido à constatação de sangramento na amostra inicial, pode indicar algumas possibilidades. É importante lembrar que, sem te examinar e analisar seus exames, posso apenas levantar hipóteses.
Primeiramente, é preciso considerar que o sangramento pode ter ocorrido durante a coleta, e a amostra pode não ter sido adequada para análise devido à presença excessiva de sangue. Por isso, a repetição do exame é fundamental.
Agora, em relação às possíveis causas desse sangramento, existem algumas condições que merecem ser investigadas. Pequenos sangramentos após o preventivo são relativamente comuns, principalmente se houver alguma inflamação no colo do útero (cervicite), uma condição benigna chamada ectopia cervical (onde o revestimento do colo do útero é mais sensível) ou até mesmo um pequeno pólipo no colo do útero. Em mulheres na menopausa, a atrofia vaginal também pode tornar a região mais sensível e propensa a sangramentos.
Outro ponto a ser considerado é se você está utilizando algum método anticoncepcional hormonal, como a pílula. Esquecimentos ou uso irregular da pílula podem levar a sangramentos inesperados.
É crucial que você marque uma consulta para que eu possa te examinar, entender seu histórico e, se necessário, solicitar exames complementares para identificar a causa do sangramento. Dependendo da causa, o tratamento pode variar desde observação e acompanhamento até medicações específicas ou, em casos raros, procedimentos mais invasivos.
Procure manter a calma, pois muitas vezes a causa do sangramento é benigna e facilmente tratável. O mais importante é investigar a fundo para descartar qualquer condição mais séria e garantir sua saúde e bem-estar.
Lembre-se, estou aqui para te ajudar a esclarecer todas as suas dúvidas e te acompanhar nesse processo. Não hesite em marcar uma consulta o quanto antes para que possamos começar a investigar e cuidar da sua saúde.
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Meu exame de captura híbrida deu positivo para o vírus do HPV de alto risco. Faz diferença eu tomar a vacina contra HPV quadrivalente?
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Olá, muito obrigado pela sua pergunta! Essa dúvida também é muito frequente. Se sua captura híbrida veio positiva para o HPV de alto grau, você deve sim tomar a vacina, pois há muitos benefícios. Mas o mais importante é manter acompanhamento ginecológico com seu médico de confiança. Obrigado!
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: Testes de HPV para rastreamento de câncer de colo uterino primárioCitologia e teste para HPV. Em 2003, o FDA aprovou o uso do teste da captura híbrida 2 para HPV de alto risco em com-binação com exame citológico para o rastreamento de câncer primário de colo uterino em mulheres com 30 anos ou mais. Esta estratégia não está aprovada para mulheres com menos de 30 anos em razão da alta prevalência de HPV de alto risco, o que prejudica sua efetividade. Pode-se enviar uma amostra do colo uterino para teste de HPV em um dispositivo separado da amostra para citologia. Assim, é possível processar simultanea-mente os dois componentes. Alternativamente, pode-se reali-zar testagem para HPV a partir do restante da amostra para CBL após o preparo da lâmina. O teste é realizado apenas para os tipos de HPV de alto risco. Não há indicação para testes para HPV de baixo risco. A combinação do teste de DNA para HPV com o exame citológico aumenta a sensibilidade de um único exame de Papanicolaou para neoplasia de alto grau de 50 a 85% para quase 100% (American College of Obstetri-cians and Gynecologists, 2005). A sensibilidade insuficiente para adenocarcinoma do colo uterino observada com o teste citológicos tradicional corrobora o uso de teste para HPV no rastreamento primário (Castellsagué, 2006).
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: Testes de HPV para rastreamento de câncer de colo uterino primárioCitologia e teste para HPV. Em 2003, o FDA aprovou o uso do teste da captura híbrida 2 para HPV de alto risco em com-binação com exame citológico para o rastreamento de câncer primário de colo uterino em mulheres com 30 anos ou mais. Esta estratégia não está aprovada para mulheres com menos de 30 anos em razão da alta prevalência de HPV de alto risco, o que prejudica sua efetividade. Pode-se enviar uma amostra do colo uterino para teste de HPV em um dispositivo separado da amostra para citologia. Assim, é possível processar simultanea-mente os dois componentes. Alternativamente, pode-se reali-zar testagem para HPV a partir do restante da amostra para CBL após o preparo da lâmina. O teste é realizado apenas para os tipos de HPV de alto risco. Não há indicação para testes para HPV de baixo risco. A combinação do teste de DNA para HPV com o exame citológico aumenta a sensibilidade de um único exame de Papanicolaou para neoplasia de alto grau de 50 a 85% para quase 100% (American College of Obstetri-cians and Gynecologists, 2005). A sensibilidade insuficiente para adenocarcinoma do colo uterino observada com o teste citológicos tradicional corrobora o uso de teste para HPV no rastreamento primário (Castellsagué, 2006).
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: Testes de HPV para rastreamento de câncer de colo uterino primárioCitologia e teste para HPV. Em 2003, o FDA aprovou o uso do teste da captura híbrida 2 para HPV de alto risco em com-binação com exame citológico para o rastreamento de câncer primário de colo uterino em mulheres com 30 anos ou mais. Esta estratégia não está aprovada para mulheres com menos de 30 anos em razão da alta prevalência de HPV de alto risco, o que prejudica sua efetividade. Pode-se enviar uma amostra do colo uterino para teste de HPV em um dispositivo separado da amostra para citologia. Assim, é possível processar simultanea-mente os dois componentes. Alternativamente, pode-se reali-zar testagem para HPV a partir do restante da amostra para CBL após o preparo da lâmina. O teste é realizado apenas para os tipos de HPV de alto risco. Não há indicação para testes para HPV de baixo risco. A combinação do teste de DNA para HPV com o exame citológico aumenta a sensibilidade de um único exame de Papanicolaou para neoplasia de alto grau de 50 a 85% para quase 100% (American College of Obstetri-cians and Gynecologists, 2005). A sensibilidade insuficiente para adenocarcinoma do colo uterino observada com o teste citológicos tradicional corrobora o uso de teste para HPV no rastreamento primário (Castellsagué, 2006).
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: Sobre o segundo ponto, a Cervarix demonstrou confe-rir proteção cruzada contra os HPVs 45, 31 e 52, e a Gar-dasil apresentou reatividade cruzada apenas contra o HPV 31 (Brown, 2009; Jenkins, 2008). O HPV 45 é causa significativa de adenocarcinomas do colo uterino. Esses tumores são mais difíceis de detectar e prevenir do que as lesões escamosas e sua incidência é crescente (Hur, 2007). Esta cobertura cruzada para tipos de HPV que não sejam alvos específicos da vacina potencialmente poderia conferir proteção contra 10 a 20% dos cânceres do colo uterino.
Quando se compara a imunogenicidade, ambas as vacinas são altamente imunogênicas e demonstraram manutenção da proteção por no mínimo 5 anos após a vacinação. Os fabri-cantes da Cervarix alegam que seu adjuvante induziria níveis maiores de anticorpos que se manteriam por mais tempo em comparação com a Gardasil. Contudo, níveis de anticorpos não necessariamente mantêm relação com duração da proteção clínica, e ambas as vacinas demonstraram memória imunológi-ca excelente (Bornstein, 2009).
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: Testes de HPV para rastreamento de câncer de colo uterino primárioCitologia e teste para HPV. Em 2003, o FDA aprovou o uso do teste da captura híbrida 2 para HPV de alto risco em com-binação com exame citológico para o rastreamento de câncer primário de colo uterino em mulheres com 30 anos ou mais. Esta estratégia não está aprovada para mulheres com menos de 30 anos em razão da alta prevalência de HPV de alto risco, o que prejudica sua efetividade. Pode-se enviar uma amostra do colo uterino para teste de HPV em um dispositivo separado da amostra para citologia. Assim, é possível processar simultanea-mente os dois componentes. Alternativamente, pode-se reali-zar testagem para HPV a partir do restante da amostra para CBL após o preparo da lâmina. O teste é realizado apenas para os tipos de HPV de alto risco. Não há indicação para testes para HPV de baixo risco. A combinação do teste de DNA para HPV com o exame citológico aumenta a sensibilidade de um único exame de Papanicolaou para neoplasia de alto grau de 50 a 85% para quase 100% (American College of Obstetri-cians and Gynecologists, 2005). A sensibilidade insuficiente para adenocarcinoma do colo uterino observada com o teste citológicos tradicional corrobora o uso de teste para HPV no rastreamento primário (Castellsagué, 2006).
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: Sobre o segundo ponto, a Cervarix demonstrou confe-rir proteção cruzada contra os HPVs 45, 31 e 52, e a Gar-dasil apresentou reatividade cruzada apenas contra o HPV 31 (Brown, 2009; Jenkins, 2008). O HPV 45 é causa significativa de adenocarcinomas do colo uterino. Esses tumores são mais difíceis de detectar e prevenir do que as lesões escamosas e sua incidência é crescente (Hur, 2007). Esta cobertura cruzada para tipos de HPV que não sejam alvos específicos da vacina potencialmente poderia conferir proteção contra 10 a 20% dos cânceres do colo uterino.
Quando se compara a imunogenicidade, ambas as vacinas são altamente imunogênicas e demonstraram manutenção da proteção por no mínimo 5 anos após a vacinação. Os fabri-cantes da Cervarix alegam que seu adjuvante induziria níveis maiores de anticorpos que se manteriam por mais tempo em comparação com a Gardasil. Contudo, níveis de anticorpos não necessariamente mantêm relação com duração da proteção clínica, e ambas as vacinas demonstraram memória imunológi-ca excelente (Bornstein, 2009).
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passage: A neoplasia intraepitelial vaginal (NIVa) é precursora do câncer invasivo da vagina, e aproximadamente 2% das pacien-tes com NIVa evoluirão com câncer invasivo (Dodge, 2001). A vacina quadrivalente anti-HPV é efetiva para prevenção de NIVas 2 e 3 associadas aos HPVs 16 e 17 (Joura, 2007). É pos-sível que, com o uso de vacinas anti-HPV , reduzam-se os casos de câncer de vagina invasivo no futuro.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: Testes de HPV para rastreamento de câncer de colo uterino primárioCitologia e teste para HPV. Em 2003, o FDA aprovou o uso do teste da captura híbrida 2 para HPV de alto risco em com-binação com exame citológico para o rastreamento de câncer primário de colo uterino em mulheres com 30 anos ou mais. Esta estratégia não está aprovada para mulheres com menos de 30 anos em razão da alta prevalência de HPV de alto risco, o que prejudica sua efetividade. Pode-se enviar uma amostra do colo uterino para teste de HPV em um dispositivo separado da amostra para citologia. Assim, é possível processar simultanea-mente os dois componentes. Alternativamente, pode-se reali-zar testagem para HPV a partir do restante da amostra para CBL após o preparo da lâmina. O teste é realizado apenas para os tipos de HPV de alto risco. Não há indicação para testes para HPV de baixo risco. A combinação do teste de DNA para HPV com o exame citológico aumenta a sensibilidade de um único exame de Papanicolaou para neoplasia de alto grau de 50 a 85% para quase 100% (American College of Obstetri-cians and Gynecologists, 2005). A sensibilidade insuficiente para adenocarcinoma do colo uterino observada com o teste citológicos tradicional corrobora o uso de teste para HPV no rastreamento primário (Castellsagué, 2006).
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: Sobre o segundo ponto, a Cervarix demonstrou confe-rir proteção cruzada contra os HPVs 45, 31 e 52, e a Gar-dasil apresentou reatividade cruzada apenas contra o HPV 31 (Brown, 2009; Jenkins, 2008). O HPV 45 é causa significativa de adenocarcinomas do colo uterino. Esses tumores são mais difíceis de detectar e prevenir do que as lesões escamosas e sua incidência é crescente (Hur, 2007). Esta cobertura cruzada para tipos de HPV que não sejam alvos específicos da vacina potencialmente poderia conferir proteção contra 10 a 20% dos cânceres do colo uterino.
Quando se compara a imunogenicidade, ambas as vacinas são altamente imunogênicas e demonstraram manutenção da proteção por no mínimo 5 anos após a vacinação. Os fabri-cantes da Cervarix alegam que seu adjuvante induziria níveis maiores de anticorpos que se manteriam por mais tempo em comparação com a Gardasil. Contudo, níveis de anticorpos não necessariamente mantêm relação com duração da proteção clínica, e ambas as vacinas demonstraram memória imunológi-ca excelente (Bornstein, 2009).
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passage: A neoplasia intraepitelial vaginal (NIVa) é precursora do câncer invasivo da vagina, e aproximadamente 2% das pacien-tes com NIVa evoluirão com câncer invasivo (Dodge, 2001). A vacina quadrivalente anti-HPV é efetiva para prevenção de NIVas 2 e 3 associadas aos HPVs 16 e 17 (Joura, 2007). É pos-sível que, com o uso de vacinas anti-HPV , reduzam-se os casos de câncer de vagina invasivo no futuro.
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passage: 22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
Geneva:WHO; 2015. [cited 2016 Feb 19]. Available from: http://www.who.int/vaccine_safety/committee/topics/hpv/Dec_2015/en/. 24. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Differences by sex in tobacco use and awareness of tobacco marketing -Bangladesh, Thailand, and Uruguay, 2009. MMWR Morb Mortal Wkly Rep. 2010;59(20):613-8.
25. Future II Study Group. Prophylactic efficacy of a quadrivalent human papillomavirus (HPV) vaccine in women with virological evidence of HPV infection. J Infect Dis. 2007;196(10):1438-46.
26. Garland SM, Ault KA, Gall SA, Paavonen J, Sings HL, Ciprero KL, et al. Pregnancy and infant outcomes in the clinical trials of a human papillomavirus type 6/11/16/18 vaccine: a combined analysis of five randomized controlled trials. Obstet Gynecol. 2009;114(6):1179-88.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: Testes de HPV para rastreamento de câncer de colo uterino primárioCitologia e teste para HPV. Em 2003, o FDA aprovou o uso do teste da captura híbrida 2 para HPV de alto risco em com-binação com exame citológico para o rastreamento de câncer primário de colo uterino em mulheres com 30 anos ou mais. Esta estratégia não está aprovada para mulheres com menos de 30 anos em razão da alta prevalência de HPV de alto risco, o que prejudica sua efetividade. Pode-se enviar uma amostra do colo uterino para teste de HPV em um dispositivo separado da amostra para citologia. Assim, é possível processar simultanea-mente os dois componentes. Alternativamente, pode-se reali-zar testagem para HPV a partir do restante da amostra para CBL após o preparo da lâmina. O teste é realizado apenas para os tipos de HPV de alto risco. Não há indicação para testes para HPV de baixo risco. A combinação do teste de DNA para HPV com o exame citológico aumenta a sensibilidade de um único exame de Papanicolaou para neoplasia de alto grau de 50 a 85% para quase 100% (American College of Obstetri-cians and Gynecologists, 2005). A sensibilidade insuficiente para adenocarcinoma do colo uterino observada com o teste citológicos tradicional corrobora o uso de teste para HPV no rastreamento primário (Castellsagué, 2006).
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: Sobre o segundo ponto, a Cervarix demonstrou confe-rir proteção cruzada contra os HPVs 45, 31 e 52, e a Gar-dasil apresentou reatividade cruzada apenas contra o HPV 31 (Brown, 2009; Jenkins, 2008). O HPV 45 é causa significativa de adenocarcinomas do colo uterino. Esses tumores são mais difíceis de detectar e prevenir do que as lesões escamosas e sua incidência é crescente (Hur, 2007). Esta cobertura cruzada para tipos de HPV que não sejam alvos específicos da vacina potencialmente poderia conferir proteção contra 10 a 20% dos cânceres do colo uterino.
Quando se compara a imunogenicidade, ambas as vacinas são altamente imunogênicas e demonstraram manutenção da proteção por no mínimo 5 anos após a vacinação. Os fabri-cantes da Cervarix alegam que seu adjuvante induziria níveis maiores de anticorpos que se manteriam por mais tempo em comparação com a Gardasil. Contudo, níveis de anticorpos não necessariamente mantêm relação com duração da proteção clínica, e ambas as vacinas demonstraram memória imunológi-ca excelente (Bornstein, 2009).
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passage: A neoplasia intraepitelial vaginal (NIVa) é precursora do câncer invasivo da vagina, e aproximadamente 2% das pacien-tes com NIVa evoluirão com câncer invasivo (Dodge, 2001). A vacina quadrivalente anti-HPV é efetiva para prevenção de NIVas 2 e 3 associadas aos HPVs 16 e 17 (Joura, 2007). É pos-sível que, com o uso de vacinas anti-HPV , reduzam-se os casos de câncer de vagina invasivo no futuro.
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passage: 22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
Geneva:WHO; 2015. [cited 2016 Feb 19]. Available from: http://www.who.int/vaccine_safety/committee/topics/hpv/Dec_2015/en/. 24. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Differences by sex in tobacco use and awareness of tobacco marketing -Bangladesh, Thailand, and Uruguay, 2009. MMWR Morb Mortal Wkly Rep. 2010;59(20):613-8.
25. Future II Study Group. Prophylactic efficacy of a quadrivalent human papillomavirus (HPV) vaccine in women with virological evidence of HPV infection. J Infect Dis. 2007;196(10):1438-46.
26. Garland SM, Ault KA, Gall SA, Paavonen J, Sings HL, Ciprero KL, et al. Pregnancy and infant outcomes in the clinical trials of a human papillomavirus type 6/11/16/18 vaccine: a combined analysis of five randomized controlled trials. Obstet Gynecol. 2009;114(6):1179-88.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: Testes de HPV para rastreamento de câncer de colo uterino primárioCitologia e teste para HPV. Em 2003, o FDA aprovou o uso do teste da captura híbrida 2 para HPV de alto risco em com-binação com exame citológico para o rastreamento de câncer primário de colo uterino em mulheres com 30 anos ou mais. Esta estratégia não está aprovada para mulheres com menos de 30 anos em razão da alta prevalência de HPV de alto risco, o que prejudica sua efetividade. Pode-se enviar uma amostra do colo uterino para teste de HPV em um dispositivo separado da amostra para citologia. Assim, é possível processar simultanea-mente os dois componentes. Alternativamente, pode-se reali-zar testagem para HPV a partir do restante da amostra para CBL após o preparo da lâmina. O teste é realizado apenas para os tipos de HPV de alto risco. Não há indicação para testes para HPV de baixo risco. A combinação do teste de DNA para HPV com o exame citológico aumenta a sensibilidade de um único exame de Papanicolaou para neoplasia de alto grau de 50 a 85% para quase 100% (American College of Obstetri-cians and Gynecologists, 2005). A sensibilidade insuficiente para adenocarcinoma do colo uterino observada com o teste citológicos tradicional corrobora o uso de teste para HPV no rastreamento primário (Castellsagué, 2006).
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: Sobre o segundo ponto, a Cervarix demonstrou confe-rir proteção cruzada contra os HPVs 45, 31 e 52, e a Gar-dasil apresentou reatividade cruzada apenas contra o HPV 31 (Brown, 2009; Jenkins, 2008). O HPV 45 é causa significativa de adenocarcinomas do colo uterino. Esses tumores são mais difíceis de detectar e prevenir do que as lesões escamosas e sua incidência é crescente (Hur, 2007). Esta cobertura cruzada para tipos de HPV que não sejam alvos específicos da vacina potencialmente poderia conferir proteção contra 10 a 20% dos cânceres do colo uterino.
Quando se compara a imunogenicidade, ambas as vacinas são altamente imunogênicas e demonstraram manutenção da proteção por no mínimo 5 anos após a vacinação. Os fabri-cantes da Cervarix alegam que seu adjuvante induziria níveis maiores de anticorpos que se manteriam por mais tempo em comparação com a Gardasil. Contudo, níveis de anticorpos não necessariamente mantêm relação com duração da proteção clínica, e ambas as vacinas demonstraram memória imunológi-ca excelente (Bornstein, 2009).
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passage: A neoplasia intraepitelial vaginal (NIVa) é precursora do câncer invasivo da vagina, e aproximadamente 2% das pacien-tes com NIVa evoluirão com câncer invasivo (Dodge, 2001). A vacina quadrivalente anti-HPV é efetiva para prevenção de NIVas 2 e 3 associadas aos HPVs 16 e 17 (Joura, 2007). É pos-sível que, com o uso de vacinas anti-HPV , reduzam-se os casos de câncer de vagina invasivo no futuro.
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passage: 22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
Geneva:WHO; 2015. [cited 2016 Feb 19]. Available from: http://www.who.int/vaccine_safety/committee/topics/hpv/Dec_2015/en/. 24. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Differences by sex in tobacco use and awareness of tobacco marketing -Bangladesh, Thailand, and Uruguay, 2009. MMWR Morb Mortal Wkly Rep. 2010;59(20):613-8.
25. Future II Study Group. Prophylactic efficacy of a quadrivalent human papillomavirus (HPV) vaccine in women with virological evidence of HPV infection. J Infect Dis. 2007;196(10):1438-46.
26. Garland SM, Ault KA, Gall SA, Paavonen J, Sings HL, Ciprero KL, et al. Pregnancy and infant outcomes in the clinical trials of a human papillomavirus type 6/11/16/18 vaccine: a combined analysis of five randomized controlled trials. Obstet Gynecol. 2009;114(6):1179-88.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
Resultados de colpocitologias com relato sugestivo de HPV devem ser encarados com prudência e exigemanálises conjuntas com dados clínicos e colposcópicos.
•••••••Avaliação dos métodos laboratoriaisO uso rotineiro do teste de HPV por biologia molecular tem sido cada vez mais difundido em todo o mundo ehoje a pesquisa de DNA-HPV associada ou não a citologia é considerada para efeito de rastreio em algunspaíses, como EUA e México. Em outros protocolos, inclusive no Brasil, este método é considerado para triagemde casos como ASC-US, células escamosas atípicas de significado indeterminado. Mas a conduta clínica édeterminada pelo grau de alteração celular, não pela presença/ausência de HPV. Outro uso da pesquisa de DNA-HPV consagrado é o controle pós-conização ou exérese de zona de transformação em pacientes com lesãointraepitelial escamosa de alto grau.
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Olá! Entendo a sua preocupação com o resultado positivo para HPV de alto risco. É importante conversarmos sobre isso para esclarecer suas dúvidas e te ajudar a tomar a melhor decisão para sua saúde.
Primeiramente, o resultado positivo no exame de captura híbrida indica que você está com uma infecção por um tipo de HPV considerado de alto risco para o desenvolvimento de lesões que podem levar ao câncer de colo do útero. É crucial que você mantenha o acompanhamento ginecológico regular, seguindo as orientações do seu médico para realizar os exames de rastreamento, como o Papanicolau e a colposcopia, conforme a necessidade.
Agora, sobre a vacina quadrivalente, ela oferece proteção contra os tipos de HPV 6, 11, 16 e 18. Os tipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero, além de outros cânceres como vulva e vagina. Os tipos 6 e 11 causam a maioria dos casos de verrugas genitais (condilomas acuminados).
Mesmo com um resultado positivo para HPV de alto risco, a vacina ainda pode ser benéfica para você. Funciona assim:
* **Proteção contra outros tipos:** A vacina quadrivalente pode te proteger contra outros tipos de HPV presentes na vacina que você ainda não tenha sido exposta. Isso é muito importante, pois a infecção por um tipo não garante imunidade contra os demais.
* **Prevenção de novas lesões:** Mesmo que você já tenha sido infectada por um dos tipos presentes na vacina, ela pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de novas lesões causadas por esse mesmo tipo, especialmente se o seu sistema imunológico ainda não tiver combatido a infecção de forma eficaz.
* **Prevenção de condilomas:** Se você ainda não teve contato com os tipos 6 e 11, a vacina te protegerá contra as verrugas genitais.
* **Potencial benefício terapêutico:** Alguns estudos demonstraram que a vacinação após o tratamento de lesões causadas pelo HPV pode reduzir o risco de recorrência dessas lesões. (Garland et al., 2016)
É importante ressaltar que a vacina não trata a infecção já existente. Ela é preventiva, ou seja, age protegendo contra novas infecções ou novas lesões causadas pelos tipos de HPV presentes na vacina.
A decisão de tomar ou não a vacina deve ser individualizada, levando em consideração o seu histórico de saúde, o resultado dos seus exames e a avaliação do seu médico. Converse abertamente com ele, exponha suas dúvidas e receios para que juntos vocês possam tomar a melhor decisão para o seu caso
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22,552
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Eu me machuquei ao aplicar a pomada e agora estou com um leve sangramento. É necessário ir ao médico ou a vulva se cura sozinha?
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Olá, sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. Nunca inicie uma medicação sem a ajuda do seu médico e evite a automedicação. A sua avaliação clínica, através da sua história clínica, queixas e exame físico, é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. Converse com o seu médico, esclareça suas dúvidas e agende a sua consulta.
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passage: É normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal? O que pode ser? “Comecei a ter um sangramento depois que iniciei o uso de uma pomada vaginal que o médico receitou. É normal ter sangramento durante a utilização de pomada vaginal? O que pode ser?” Não é normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal. Quando ocorre, pode ser causado por algum tipo de irritação à pomada ou pode ser que a pomada não esteja produzindo o efeito desejado. As pomadas vaginais normalmente são usadas no tratamento de infecções e, algumas vezes, o surgimento de um sangramento pode indicar que a infecção não está melhorando. Além disso, é importante tentar notar se esse sangramento está relacionado com o ciclo menstrual ou com a relação sexual, que pode ter provocado algum ferimento na vagina. Caso note um sangramento durante o uso da pomada vaginal, o mais indicado é consultar o ginecologista que receitou a pomada para identificar a causa do sangramento.
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passage: É normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal? O que pode ser? “Comecei a ter um sangramento depois que iniciei o uso de uma pomada vaginal que o médico receitou. É normal ter sangramento durante a utilização de pomada vaginal? O que pode ser?” Não é normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal. Quando ocorre, pode ser causado por algum tipo de irritação à pomada ou pode ser que a pomada não esteja produzindo o efeito desejado. As pomadas vaginais normalmente são usadas no tratamento de infecções e, algumas vezes, o surgimento de um sangramento pode indicar que a infecção não está melhorando. Além disso, é importante tentar notar se esse sangramento está relacionado com o ciclo menstrual ou com a relação sexual, que pode ter provocado algum ferimento na vagina. Caso note um sangramento durante o uso da pomada vaginal, o mais indicado é consultar o ginecologista que receitou a pomada para identificar a causa do sangramento.
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passage: . É importante que as orientações relacionadas ao cuidado da cicatriz e ao resguardo sejam seguidas, pois assim é possível prevenir hemorragias, formação de coágulos, feridas no local, inflamação da região e infecção no útero. Quando ir ao médico É importante ir ao médico em caso de: Perda de sangue com cheiro forte ou aspecto purulento; Febre; Dor intensa, inflamação ou pus na cicatriz; Dor ao urinar. Depois da cesárea, é normal que o útero volte ao seu tamanho normal ao poucos e é comum que a mulheres apresente algumas perdas de sangue similares à menstruação. Porém, caso a perda de sangue seja muito abundante, é recomendado consultar o médico imediatamente.
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passage: É normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal? O que pode ser? “Comecei a ter um sangramento depois que iniciei o uso de uma pomada vaginal que o médico receitou. É normal ter sangramento durante a utilização de pomada vaginal? O que pode ser?” Não é normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal. Quando ocorre, pode ser causado por algum tipo de irritação à pomada ou pode ser que a pomada não esteja produzindo o efeito desejado. As pomadas vaginais normalmente são usadas no tratamento de infecções e, algumas vezes, o surgimento de um sangramento pode indicar que a infecção não está melhorando. Além disso, é importante tentar notar se esse sangramento está relacionado com o ciclo menstrual ou com a relação sexual, que pode ter provocado algum ferimento na vagina. Caso note um sangramento durante o uso da pomada vaginal, o mais indicado é consultar o ginecologista que receitou a pomada para identificar a causa do sangramento.
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passage: . É importante que as orientações relacionadas ao cuidado da cicatriz e ao resguardo sejam seguidas, pois assim é possível prevenir hemorragias, formação de coágulos, feridas no local, inflamação da região e infecção no útero. Quando ir ao médico É importante ir ao médico em caso de: Perda de sangue com cheiro forte ou aspecto purulento; Febre; Dor intensa, inflamação ou pus na cicatriz; Dor ao urinar. Depois da cesárea, é normal que o útero volte ao seu tamanho normal ao poucos e é comum que a mulheres apresente algumas perdas de sangue similares à menstruação. Porém, caso a perda de sangue seja muito abundante, é recomendado consultar o médico imediatamente.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: É normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal? O que pode ser? “Comecei a ter um sangramento depois que iniciei o uso de uma pomada vaginal que o médico receitou. É normal ter sangramento durante a utilização de pomada vaginal? O que pode ser?” Não é normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal. Quando ocorre, pode ser causado por algum tipo de irritação à pomada ou pode ser que a pomada não esteja produzindo o efeito desejado. As pomadas vaginais normalmente são usadas no tratamento de infecções e, algumas vezes, o surgimento de um sangramento pode indicar que a infecção não está melhorando. Além disso, é importante tentar notar se esse sangramento está relacionado com o ciclo menstrual ou com a relação sexual, que pode ter provocado algum ferimento na vagina. Caso note um sangramento durante o uso da pomada vaginal, o mais indicado é consultar o ginecologista que receitou a pomada para identificar a causa do sangramento.
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passage: . É importante que as orientações relacionadas ao cuidado da cicatriz e ao resguardo sejam seguidas, pois assim é possível prevenir hemorragias, formação de coágulos, feridas no local, inflamação da região e infecção no útero. Quando ir ao médico É importante ir ao médico em caso de: Perda de sangue com cheiro forte ou aspecto purulento; Febre; Dor intensa, inflamação ou pus na cicatriz; Dor ao urinar. Depois da cesárea, é normal que o útero volte ao seu tamanho normal ao poucos e é comum que a mulheres apresente algumas perdas de sangue similares à menstruação. Porém, caso a perda de sangue seja muito abundante, é recomendado consultar o médico imediatamente.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Quando ir ao médico É indicado consultar o ginecologista quando: O sangramento é muito intenso; O sangramento dura mais de 3 dias; Existe dor abdominal ou dor intensa, semelhante à cólica. O sangramento de ovulação é considerado normal, não sendo necessário qualquer tipo de tratamento, isso porque acontece devido às alterações hormonais comuns do ciclo menstrual, podendo, em alguns casos, passar despercebido pela mulher. No entanto, a consulta com o ginecologista nessas situações pode ser necessário para que seja investigada a causa do sangramento.
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passage: É normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal? O que pode ser? “Comecei a ter um sangramento depois que iniciei o uso de uma pomada vaginal que o médico receitou. É normal ter sangramento durante a utilização de pomada vaginal? O que pode ser?” Não é normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal. Quando ocorre, pode ser causado por algum tipo de irritação à pomada ou pode ser que a pomada não esteja produzindo o efeito desejado. As pomadas vaginais normalmente são usadas no tratamento de infecções e, algumas vezes, o surgimento de um sangramento pode indicar que a infecção não está melhorando. Além disso, é importante tentar notar se esse sangramento está relacionado com o ciclo menstrual ou com a relação sexual, que pode ter provocado algum ferimento na vagina. Caso note um sangramento durante o uso da pomada vaginal, o mais indicado é consultar o ginecologista que receitou a pomada para identificar a causa do sangramento.
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passage: . É importante que as orientações relacionadas ao cuidado da cicatriz e ao resguardo sejam seguidas, pois assim é possível prevenir hemorragias, formação de coágulos, feridas no local, inflamação da região e infecção no útero. Quando ir ao médico É importante ir ao médico em caso de: Perda de sangue com cheiro forte ou aspecto purulento; Febre; Dor intensa, inflamação ou pus na cicatriz; Dor ao urinar. Depois da cesárea, é normal que o útero volte ao seu tamanho normal ao poucos e é comum que a mulheres apresente algumas perdas de sangue similares à menstruação. Porém, caso a perda de sangue seja muito abundante, é recomendado consultar o médico imediatamente.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Quando ir ao médico É indicado consultar o ginecologista quando: O sangramento é muito intenso; O sangramento dura mais de 3 dias; Existe dor abdominal ou dor intensa, semelhante à cólica. O sangramento de ovulação é considerado normal, não sendo necessário qualquer tipo de tratamento, isso porque acontece devido às alterações hormonais comuns do ciclo menstrual, podendo, em alguns casos, passar despercebido pela mulher. No entanto, a consulta com o ginecologista nessas situações pode ser necessário para que seja investigada a causa do sangramento.
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passage: . Assim, o ideal é consultar o ginecologista para saber se é possível ter relações durante o uso do creme vaginal com segurança e tirar todas as suas dúvidas sobre o tratamento indicado.
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passage: É normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal? O que pode ser? “Comecei a ter um sangramento depois que iniciei o uso de uma pomada vaginal que o médico receitou. É normal ter sangramento durante a utilização de pomada vaginal? O que pode ser?” Não é normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal. Quando ocorre, pode ser causado por algum tipo de irritação à pomada ou pode ser que a pomada não esteja produzindo o efeito desejado. As pomadas vaginais normalmente são usadas no tratamento de infecções e, algumas vezes, o surgimento de um sangramento pode indicar que a infecção não está melhorando. Além disso, é importante tentar notar se esse sangramento está relacionado com o ciclo menstrual ou com a relação sexual, que pode ter provocado algum ferimento na vagina. Caso note um sangramento durante o uso da pomada vaginal, o mais indicado é consultar o ginecologista que receitou a pomada para identificar a causa do sangramento.
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passage: . É importante que as orientações relacionadas ao cuidado da cicatriz e ao resguardo sejam seguidas, pois assim é possível prevenir hemorragias, formação de coágulos, feridas no local, inflamação da região e infecção no útero. Quando ir ao médico É importante ir ao médico em caso de: Perda de sangue com cheiro forte ou aspecto purulento; Febre; Dor intensa, inflamação ou pus na cicatriz; Dor ao urinar. Depois da cesárea, é normal que o útero volte ao seu tamanho normal ao poucos e é comum que a mulheres apresente algumas perdas de sangue similares à menstruação. Porém, caso a perda de sangue seja muito abundante, é recomendado consultar o médico imediatamente.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Quando ir ao médico É indicado consultar o ginecologista quando: O sangramento é muito intenso; O sangramento dura mais de 3 dias; Existe dor abdominal ou dor intensa, semelhante à cólica. O sangramento de ovulação é considerado normal, não sendo necessário qualquer tipo de tratamento, isso porque acontece devido às alterações hormonais comuns do ciclo menstrual, podendo, em alguns casos, passar despercebido pela mulher. No entanto, a consulta com o ginecologista nessas situações pode ser necessário para que seja investigada a causa do sangramento.
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passage: . Assim, o ideal é consultar o ginecologista para saber se é possível ter relações durante o uso do creme vaginal com segurança e tirar todas as suas dúvidas sobre o tratamento indicado.
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passage: Reexame. Os debris carbonizados são removidos e aplica-se solução de ácido acético a 3 ou 5% à vulva, que é novamente examina-da via colposcopia para confirmar se há áreas remanescentes com doença.
PÓS-OPERATÓRIODeve-se ter cuidado para evitar a formação de aderências (coaptação dos lábios genitais) nas regiões tratadas. Recomenda-se manter os lábios separados e evitar o uso de roupas apertadas no mínimo por alguns dias. Banhos de assento com água e sal duas a três vezes ao dia permitem a limpeza da região e produ-zem alívio temporário do desconforto vulvar pós-operatório. Outras medidas que podem ajudar são aplicação de creme de sulfadiazina de prata a 1% duas a três vezes ao dia, anal-gésicos por via oral, anestésicos tópicos e uso de secador de cabelo com fluxo de ar frio para refrescar a vulva. A paciente deve se abster de relações sexuais até que a cicatrização esteja completa.
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passage: É normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal? O que pode ser? “Comecei a ter um sangramento depois que iniciei o uso de uma pomada vaginal que o médico receitou. É normal ter sangramento durante a utilização de pomada vaginal? O que pode ser?” Não é normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal. Quando ocorre, pode ser causado por algum tipo de irritação à pomada ou pode ser que a pomada não esteja produzindo o efeito desejado. As pomadas vaginais normalmente são usadas no tratamento de infecções e, algumas vezes, o surgimento de um sangramento pode indicar que a infecção não está melhorando. Além disso, é importante tentar notar se esse sangramento está relacionado com o ciclo menstrual ou com a relação sexual, que pode ter provocado algum ferimento na vagina. Caso note um sangramento durante o uso da pomada vaginal, o mais indicado é consultar o ginecologista que receitou a pomada para identificar a causa do sangramento.
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passage: . É importante que as orientações relacionadas ao cuidado da cicatriz e ao resguardo sejam seguidas, pois assim é possível prevenir hemorragias, formação de coágulos, feridas no local, inflamação da região e infecção no útero. Quando ir ao médico É importante ir ao médico em caso de: Perda de sangue com cheiro forte ou aspecto purulento; Febre; Dor intensa, inflamação ou pus na cicatriz; Dor ao urinar. Depois da cesárea, é normal que o útero volte ao seu tamanho normal ao poucos e é comum que a mulheres apresente algumas perdas de sangue similares à menstruação. Porém, caso a perda de sangue seja muito abundante, é recomendado consultar o médico imediatamente.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Quando ir ao médico É indicado consultar o ginecologista quando: O sangramento é muito intenso; O sangramento dura mais de 3 dias; Existe dor abdominal ou dor intensa, semelhante à cólica. O sangramento de ovulação é considerado normal, não sendo necessário qualquer tipo de tratamento, isso porque acontece devido às alterações hormonais comuns do ciclo menstrual, podendo, em alguns casos, passar despercebido pela mulher. No entanto, a consulta com o ginecologista nessas situações pode ser necessário para que seja investigada a causa do sangramento.
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passage: . Assim, o ideal é consultar o ginecologista para saber se é possível ter relações durante o uso do creme vaginal com segurança e tirar todas as suas dúvidas sobre o tratamento indicado.
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passage: Reexame. Os debris carbonizados são removidos e aplica-se solução de ácido acético a 3 ou 5% à vulva, que é novamente examina-da via colposcopia para confirmar se há áreas remanescentes com doença.
PÓS-OPERATÓRIODeve-se ter cuidado para evitar a formação de aderências (coaptação dos lábios genitais) nas regiões tratadas. Recomenda-se manter os lábios separados e evitar o uso de roupas apertadas no mínimo por alguns dias. Banhos de assento com água e sal duas a três vezes ao dia permitem a limpeza da região e produ-zem alívio temporário do desconforto vulvar pós-operatório. Outras medidas que podem ajudar são aplicação de creme de sulfadiazina de prata a 1% duas a três vezes ao dia, anal-gésicos por via oral, anestésicos tópicos e uso de secador de cabelo com fluxo de ar frio para refrescar a vulva. A paciente deve se abster de relações sexuais até que a cicatrização esteja completa.
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passage: Tratamento e controle de curaAplicação pelo próprio pacienteImiquimode (creme a 5%), uso tópico. Não é indicado para uso interno (vaginal). A aplicação deve ser emcada lesão, 3 vezes/semana, por um período de 4 a 16 semanas. Efeito colateral como irritação/queimadurano local não é raro. Não há estudos que mostram segurança em gestantesPodofilotoxina a 0,5% – usada em ciclos de 2 vezes/dia durante 3 dias, dando-se um intervalo sem aplicaçãopor 4 dias. Não deve ser usada por mais de quatro ciclos. Irritações locais são frequentes. Deve-se orientar opaciente para cessar o uso quando isso acontecer. Não deve ser usada em grávidasAplicação pelo médicoPodofilina a 25% (em tintura de benjoim) – teratogênica, não sendo indicada para mucosas nem em gestantes.
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passage: É normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal? O que pode ser? “Comecei a ter um sangramento depois que iniciei o uso de uma pomada vaginal que o médico receitou. É normal ter sangramento durante a utilização de pomada vaginal? O que pode ser?” Não é normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal. Quando ocorre, pode ser causado por algum tipo de irritação à pomada ou pode ser que a pomada não esteja produzindo o efeito desejado. As pomadas vaginais normalmente são usadas no tratamento de infecções e, algumas vezes, o surgimento de um sangramento pode indicar que a infecção não está melhorando. Além disso, é importante tentar notar se esse sangramento está relacionado com o ciclo menstrual ou com a relação sexual, que pode ter provocado algum ferimento na vagina. Caso note um sangramento durante o uso da pomada vaginal, o mais indicado é consultar o ginecologista que receitou a pomada para identificar a causa do sangramento.
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passage: . É importante que as orientações relacionadas ao cuidado da cicatriz e ao resguardo sejam seguidas, pois assim é possível prevenir hemorragias, formação de coágulos, feridas no local, inflamação da região e infecção no útero. Quando ir ao médico É importante ir ao médico em caso de: Perda de sangue com cheiro forte ou aspecto purulento; Febre; Dor intensa, inflamação ou pus na cicatriz; Dor ao urinar. Depois da cesárea, é normal que o útero volte ao seu tamanho normal ao poucos e é comum que a mulheres apresente algumas perdas de sangue similares à menstruação. Porém, caso a perda de sangue seja muito abundante, é recomendado consultar o médico imediatamente.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Quando ir ao médico É indicado consultar o ginecologista quando: O sangramento é muito intenso; O sangramento dura mais de 3 dias; Existe dor abdominal ou dor intensa, semelhante à cólica. O sangramento de ovulação é considerado normal, não sendo necessário qualquer tipo de tratamento, isso porque acontece devido às alterações hormonais comuns do ciclo menstrual, podendo, em alguns casos, passar despercebido pela mulher. No entanto, a consulta com o ginecologista nessas situações pode ser necessário para que seja investigada a causa do sangramento.
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passage: . Assim, o ideal é consultar o ginecologista para saber se é possível ter relações durante o uso do creme vaginal com segurança e tirar todas as suas dúvidas sobre o tratamento indicado.
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passage: Reexame. Os debris carbonizados são removidos e aplica-se solução de ácido acético a 3 ou 5% à vulva, que é novamente examina-da via colposcopia para confirmar se há áreas remanescentes com doença.
PÓS-OPERATÓRIODeve-se ter cuidado para evitar a formação de aderências (coaptação dos lábios genitais) nas regiões tratadas. Recomenda-se manter os lábios separados e evitar o uso de roupas apertadas no mínimo por alguns dias. Banhos de assento com água e sal duas a três vezes ao dia permitem a limpeza da região e produ-zem alívio temporário do desconforto vulvar pós-operatório. Outras medidas que podem ajudar são aplicação de creme de sulfadiazina de prata a 1% duas a três vezes ao dia, anal-gésicos por via oral, anestésicos tópicos e uso de secador de cabelo com fluxo de ar frio para refrescar a vulva. A paciente deve se abster de relações sexuais até que a cicatrização esteja completa.
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passage: Tratamento e controle de curaAplicação pelo próprio pacienteImiquimode (creme a 5%), uso tópico. Não é indicado para uso interno (vaginal). A aplicação deve ser emcada lesão, 3 vezes/semana, por um período de 4 a 16 semanas. Efeito colateral como irritação/queimadurano local não é raro. Não há estudos que mostram segurança em gestantesPodofilotoxina a 0,5% – usada em ciclos de 2 vezes/dia durante 3 dias, dando-se um intervalo sem aplicaçãopor 4 dias. Não deve ser usada por mais de quatro ciclos. Irritações locais são frequentes. Deve-se orientar opaciente para cessar o uso quando isso acontecer. Não deve ser usada em grávidasAplicação pelo médicoPodofilina a 25% (em tintura de benjoim) – teratogênica, não sendo indicada para mucosas nem em gestantes.
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passage: ABORDAGEM DO TRATAMENTOPara mulheres assintomáticas ou levemente sintomáticas, o tratamento expectante é apropriado. No entanto, para mu-lheres com prolapso significativo ou para aquelas com sin-tomas incômodos, pode-se optar entre tratamento cirúrgico e não cirúrgico. A escolha do tratamento depende de tipo e gravidade dos sintomas, idade e comorbidades clínicas, de-sejo de função sexual e/ou fertilidade futuras e fatores de risco para recorrência. O tratamento deve ter como objetivo o alívio dos sintomas, mas os benefícios devem sobrepujar os riscos.
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passage: É normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal? O que pode ser? “Comecei a ter um sangramento depois que iniciei o uso de uma pomada vaginal que o médico receitou. É normal ter sangramento durante a utilização de pomada vaginal? O que pode ser?” Não é normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal. Quando ocorre, pode ser causado por algum tipo de irritação à pomada ou pode ser que a pomada não esteja produzindo o efeito desejado. As pomadas vaginais normalmente são usadas no tratamento de infecções e, algumas vezes, o surgimento de um sangramento pode indicar que a infecção não está melhorando. Além disso, é importante tentar notar se esse sangramento está relacionado com o ciclo menstrual ou com a relação sexual, que pode ter provocado algum ferimento na vagina. Caso note um sangramento durante o uso da pomada vaginal, o mais indicado é consultar o ginecologista que receitou a pomada para identificar a causa do sangramento.
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passage: . É importante que as orientações relacionadas ao cuidado da cicatriz e ao resguardo sejam seguidas, pois assim é possível prevenir hemorragias, formação de coágulos, feridas no local, inflamação da região e infecção no útero. Quando ir ao médico É importante ir ao médico em caso de: Perda de sangue com cheiro forte ou aspecto purulento; Febre; Dor intensa, inflamação ou pus na cicatriz; Dor ao urinar. Depois da cesárea, é normal que o útero volte ao seu tamanho normal ao poucos e é comum que a mulheres apresente algumas perdas de sangue similares à menstruação. Porém, caso a perda de sangue seja muito abundante, é recomendado consultar o médico imediatamente.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Quando ir ao médico É indicado consultar o ginecologista quando: O sangramento é muito intenso; O sangramento dura mais de 3 dias; Existe dor abdominal ou dor intensa, semelhante à cólica. O sangramento de ovulação é considerado normal, não sendo necessário qualquer tipo de tratamento, isso porque acontece devido às alterações hormonais comuns do ciclo menstrual, podendo, em alguns casos, passar despercebido pela mulher. No entanto, a consulta com o ginecologista nessas situações pode ser necessário para que seja investigada a causa do sangramento.
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passage: . Assim, o ideal é consultar o ginecologista para saber se é possível ter relações durante o uso do creme vaginal com segurança e tirar todas as suas dúvidas sobre o tratamento indicado.
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passage: Reexame. Os debris carbonizados são removidos e aplica-se solução de ácido acético a 3 ou 5% à vulva, que é novamente examina-da via colposcopia para confirmar se há áreas remanescentes com doença.
PÓS-OPERATÓRIODeve-se ter cuidado para evitar a formação de aderências (coaptação dos lábios genitais) nas regiões tratadas. Recomenda-se manter os lábios separados e evitar o uso de roupas apertadas no mínimo por alguns dias. Banhos de assento com água e sal duas a três vezes ao dia permitem a limpeza da região e produ-zem alívio temporário do desconforto vulvar pós-operatório. Outras medidas que podem ajudar são aplicação de creme de sulfadiazina de prata a 1% duas a três vezes ao dia, anal-gésicos por via oral, anestésicos tópicos e uso de secador de cabelo com fluxo de ar frio para refrescar a vulva. A paciente deve se abster de relações sexuais até que a cicatrização esteja completa.
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passage: Tratamento e controle de curaAplicação pelo próprio pacienteImiquimode (creme a 5%), uso tópico. Não é indicado para uso interno (vaginal). A aplicação deve ser emcada lesão, 3 vezes/semana, por um período de 4 a 16 semanas. Efeito colateral como irritação/queimadurano local não é raro. Não há estudos que mostram segurança em gestantesPodofilotoxina a 0,5% – usada em ciclos de 2 vezes/dia durante 3 dias, dando-se um intervalo sem aplicaçãopor 4 dias. Não deve ser usada por mais de quatro ciclos. Irritações locais são frequentes. Deve-se orientar opaciente para cessar o uso quando isso acontecer. Não deve ser usada em grávidasAplicação pelo médicoPodofilina a 25% (em tintura de benjoim) – teratogênica, não sendo indicada para mucosas nem em gestantes.
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passage: ABORDAGEM DO TRATAMENTOPara mulheres assintomáticas ou levemente sintomáticas, o tratamento expectante é apropriado. No entanto, para mu-lheres com prolapso significativo ou para aquelas com sin-tomas incômodos, pode-se optar entre tratamento cirúrgico e não cirúrgico. A escolha do tratamento depende de tipo e gravidade dos sintomas, idade e comorbidades clínicas, de-sejo de função sexual e/ou fertilidade futuras e fatores de risco para recorrência. O tratamento deve ter como objetivo o alívio dos sintomas, mas os benefícios devem sobrepujar os riscos.
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passage: Também é possível haver prurido significativo em razão de vulvite por contato ou alérgica. Os agentes agressores caracte-rísticos são sais de banho e sabonetes, sabão em pó, amaciantes e toalhas de secar, alvejantes e papel higiênico perfumado ou colorido (Tabela 4-1, p. 112). Cremes tópicos, loções e un-guentos usados para suavizar a área também podem ser irritan-tes para algumas crianças. Para a maioria, a remoção do agente agressor e a prescrição de banhos de assento, uma ou duas vezes ao dia, são suficientes. Esses banhos consistem em diluir duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio em água morna e deixar em imersão por 20 minutos. Se a coceira for intensa, um medicamento oral pode ser prescrito, como cloridrato de hidroxizina, 2 mg/kg/dia, fracionados em quatro doses, ou po-de-se optar por aplicação tópica de pomada de hidrocortisona a 2,5%, duas vezes ao dia, por uma semana.
Líquen esclerosoA vulvite também pode ser causada por líquen escleroso. Nes-ses casos, a vulva apresenta hipopigmentação, pele atrófica com aspecto de pergaminho e fissuras ocasionais. As lesões geralmente são simétricas e podem apresentar aspecto de am-pulheta ao redor da vulva e nas regiões perianais ( Fig. 14-9). Ocasionalmente, a vulva pode evoluir com equimoses de cor púrpura escura, com possibilidade de sangramento.
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passage: É normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal? O que pode ser? “Comecei a ter um sangramento depois que iniciei o uso de uma pomada vaginal que o médico receitou. É normal ter sangramento durante a utilização de pomada vaginal? O que pode ser?” Não é normal ter sangramento durante o uso da pomada vaginal. Quando ocorre, pode ser causado por algum tipo de irritação à pomada ou pode ser que a pomada não esteja produzindo o efeito desejado. As pomadas vaginais normalmente são usadas no tratamento de infecções e, algumas vezes, o surgimento de um sangramento pode indicar que a infecção não está melhorando. Além disso, é importante tentar notar se esse sangramento está relacionado com o ciclo menstrual ou com a relação sexual, que pode ter provocado algum ferimento na vagina. Caso note um sangramento durante o uso da pomada vaginal, o mais indicado é consultar o ginecologista que receitou a pomada para identificar a causa do sangramento.
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passage: . É importante que as orientações relacionadas ao cuidado da cicatriz e ao resguardo sejam seguidas, pois assim é possível prevenir hemorragias, formação de coágulos, feridas no local, inflamação da região e infecção no útero. Quando ir ao médico É importante ir ao médico em caso de: Perda de sangue com cheiro forte ou aspecto purulento; Febre; Dor intensa, inflamação ou pus na cicatriz; Dor ao urinar. Depois da cesárea, é normal que o útero volte ao seu tamanho normal ao poucos e é comum que a mulheres apresente algumas perdas de sangue similares à menstruação. Porém, caso a perda de sangue seja muito abundante, é recomendado consultar o médico imediatamente.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Quando ir ao médico É indicado consultar o ginecologista quando: O sangramento é muito intenso; O sangramento dura mais de 3 dias; Existe dor abdominal ou dor intensa, semelhante à cólica. O sangramento de ovulação é considerado normal, não sendo necessário qualquer tipo de tratamento, isso porque acontece devido às alterações hormonais comuns do ciclo menstrual, podendo, em alguns casos, passar despercebido pela mulher. No entanto, a consulta com o ginecologista nessas situações pode ser necessário para que seja investigada a causa do sangramento.
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passage: . Assim, o ideal é consultar o ginecologista para saber se é possível ter relações durante o uso do creme vaginal com segurança e tirar todas as suas dúvidas sobre o tratamento indicado.
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passage: Reexame. Os debris carbonizados são removidos e aplica-se solução de ácido acético a 3 ou 5% à vulva, que é novamente examina-da via colposcopia para confirmar se há áreas remanescentes com doença.
PÓS-OPERATÓRIODeve-se ter cuidado para evitar a formação de aderências (coaptação dos lábios genitais) nas regiões tratadas. Recomenda-se manter os lábios separados e evitar o uso de roupas apertadas no mínimo por alguns dias. Banhos de assento com água e sal duas a três vezes ao dia permitem a limpeza da região e produ-zem alívio temporário do desconforto vulvar pós-operatório. Outras medidas que podem ajudar são aplicação de creme de sulfadiazina de prata a 1% duas a três vezes ao dia, anal-gésicos por via oral, anestésicos tópicos e uso de secador de cabelo com fluxo de ar frio para refrescar a vulva. A paciente deve se abster de relações sexuais até que a cicatrização esteja completa.
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passage: Tratamento e controle de curaAplicação pelo próprio pacienteImiquimode (creme a 5%), uso tópico. Não é indicado para uso interno (vaginal). A aplicação deve ser emcada lesão, 3 vezes/semana, por um período de 4 a 16 semanas. Efeito colateral como irritação/queimadurano local não é raro. Não há estudos que mostram segurança em gestantesPodofilotoxina a 0,5% – usada em ciclos de 2 vezes/dia durante 3 dias, dando-se um intervalo sem aplicaçãopor 4 dias. Não deve ser usada por mais de quatro ciclos. Irritações locais são frequentes. Deve-se orientar opaciente para cessar o uso quando isso acontecer. Não deve ser usada em grávidasAplicação pelo médicoPodofilina a 25% (em tintura de benjoim) – teratogênica, não sendo indicada para mucosas nem em gestantes.
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passage: ABORDAGEM DO TRATAMENTOPara mulheres assintomáticas ou levemente sintomáticas, o tratamento expectante é apropriado. No entanto, para mu-lheres com prolapso significativo ou para aquelas com sin-tomas incômodos, pode-se optar entre tratamento cirúrgico e não cirúrgico. A escolha do tratamento depende de tipo e gravidade dos sintomas, idade e comorbidades clínicas, de-sejo de função sexual e/ou fertilidade futuras e fatores de risco para recorrência. O tratamento deve ter como objetivo o alívio dos sintomas, mas os benefícios devem sobrepujar os riscos.
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passage: Também é possível haver prurido significativo em razão de vulvite por contato ou alérgica. Os agentes agressores caracte-rísticos são sais de banho e sabonetes, sabão em pó, amaciantes e toalhas de secar, alvejantes e papel higiênico perfumado ou colorido (Tabela 4-1, p. 112). Cremes tópicos, loções e un-guentos usados para suavizar a área também podem ser irritan-tes para algumas crianças. Para a maioria, a remoção do agente agressor e a prescrição de banhos de assento, uma ou duas vezes ao dia, são suficientes. Esses banhos consistem em diluir duas colheres de sopa de bicarbonato de sódio em água morna e deixar em imersão por 20 minutos. Se a coceira for intensa, um medicamento oral pode ser prescrito, como cloridrato de hidroxizina, 2 mg/kg/dia, fracionados em quatro doses, ou po-de-se optar por aplicação tópica de pomada de hidrocortisona a 2,5%, duas vezes ao dia, por uma semana.
Líquen esclerosoA vulvite também pode ser causada por líquen escleroso. Nes-ses casos, a vulva apresenta hipopigmentação, pele atrófica com aspecto de pergaminho e fissuras ocasionais. As lesões geralmente são simétricas e podem apresentar aspecto de am-pulheta ao redor da vulva e nas regiões perianais ( Fig. 14-9). Ocasionalmente, a vulva pode evoluir com equimoses de cor púrpura escura, com possibilidade de sangramento.
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passage: . Quando ir ao médico É importante que a mulher fique atenta e vá ao médico caso não sinta ou veja os fios guias do DIU, surjam sintomas como febre ou calafrios, seja percebido inchaço na região genital ou a mulher sinta cólicas abdominais fortes. Além disso, é recomendado ir ao médico caso haja aumento do fluxo vaginal, sangramentos fora do período menstrual ou sinta dor ou sangramento durante as relações sexuais. Caso surja algum destes sinais é importante consultar o ginecologista para avaliar o posicionamento do DIU e tomar as medidas necessárias. Também é recomendado voltar ao ginecologista após 4 a 12 semanas após colocar o DIU, e pelo menos, 1 vez ao ano, para realizar exames e verificar se o DIU se encontra na posição correta.
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Entendo sua preocupação com o sangramento após a aplicação da pomada, principalmente por ter notado que houve um machucado. É importante avaliarmos essa situação com cuidado, mas vamos conversar um pouco sobre o que pode estar acontecendo.
Primeiramente, é importante lembrar que sangramento durante o uso de pomadas vaginais não é o esperado. Como você mencionou que houve um machucado durante a aplicação, essa pode ser a causa do sangramento. A mucosa vaginal e vulvar é sensível e pode sangrar facilmente se houver alguma lesão, mesmo que pequena.
Agora, sobre a necessidade de ir ao médico: se o sangramento for realmente leve, como você descreveu, e parar em pouco tempo, e se a dor for tolerável, você pode observar a evolução. Mantenha a área limpa, lavando suavemente com água e sabão neutro durante o banho e seque delicadamente com uma toalha macia, sem esfregar. Banhos de assento com água e sal mornos podem ajudar a aliviar o desconforto e promover a cicatrização, como se faz após alguns procedimentos na região. Evite roupas apertadas e observe se há sinais de infecção, como aumento da dor, vermelhidão, inchaço ou secreção com odor forte.
No entanto, se o sangramento persistir, aumentar, ou se você notar qualquer sinal de infecção ou sentir dor intensa, é fundamental procurar o ginecologista. Além disso, se você estiver usando a pomada para tratar alguma infecção específica, o sangramento pode indicar que o tratamento não está sendo eficaz ou que houve alguma reação à pomada. Nesses casos, é importante que o médico avalie a situação e, se necessário, ajuste o tratamento.
Lembre-se que o exame ginecológico permite identificar a causa exata do sangramento e descartar outras possíveis condições. Não hesite em procurar ajuda se estiver preocupada. Sua saúde e bem-estar são prioridade.
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Olá, tenho [inserir idade] anos e uma filha de [inserir idade] anos. Gostaria de engravidar novamente, mas tenho pressão alta e meu tipo sanguíneo é O, enquanto o do meu esposo é [inserir tipo sanguíneo]. Minha filha tomou a vacina anti-Rh somente horas após o parto e teve uma gestação saudável. Posso ter outra gestação saudável com essas condições?
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Sim, é possível. Não parece haver um risco tão alto assim, desde que sua pressão esteja controlada antes da gravidez e você mantenha acompanhamento clínico com um cardiologista em conjunto com seu obstetra. É muito importante que você faça uma consulta pré-gestacional com o obstetra para avaliar suas condições de saúde, o uso de medicações compatíveis com a gravidez, o controle adequado do peso corporal e da pressão arterial, além do início de atividade física, entre outros cuidados. O sangue Rh negativo geralmente não causa problemas na gravidez, desde que você tenha recebido as vacinas de imunoglobulina na gestação anterior e faça um bom pré-natal. Converse com seu médico.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Nos fetos cujo pico da velocidade sistólica da artéria cerebral média é acima de 1,5 múltiplo de mediana, com idades gestacio-nais superiores a 34 semanas, o parto deve ser imediato. Diante de fetos imaturos com alterações de dopplervelocimetria, sinais de hidropisia fetal ou mesmo ascite isolada deve ser feita a cordocen-13Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018Acompanhamento e conduta obstétricaAs gestantes Rh negativo não sensibilizadas devem realizar a geno-tipagem fetal. Aquelas cujos fetos são Rh negativo não necessitam receber a imunoglobulina anti-D na 28a semana e terão seu parto no termo, salvo intercorrências clínicas ou obstétricas. Aquelas cujos fetos são Rh positivo realizarão a pesquisa de anticorpos antieritrocitários.
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétricos. Cabe lembrar que, após a ministração da imunoglobulina anti-D, a pesquisa de anticorpos antieritrocitários pode permane-cer positiva, porém em títulos baixos.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Nos fetos cujo pico da velocidade sistólica da artéria cerebral média é acima de 1,5 múltiplo de mediana, com idades gestacio-nais superiores a 34 semanas, o parto deve ser imediato. Diante de fetos imaturos com alterações de dopplervelocimetria, sinais de hidropisia fetal ou mesmo ascite isolada deve ser feita a cordocen-13Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018Acompanhamento e conduta obstétricaAs gestantes Rh negativo não sensibilizadas devem realizar a geno-tipagem fetal. Aquelas cujos fetos são Rh negativo não necessitam receber a imunoglobulina anti-D na 28a semana e terão seu parto no termo, salvo intercorrências clínicas ou obstétricas. Aquelas cujos fetos são Rh positivo realizarão a pesquisa de anticorpos antieritrocitários.
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétricos. Cabe lembrar que, após a ministração da imunoglobulina anti-D, a pesquisa de anticorpos antieritrocitários pode permane-cer positiva, porém em títulos baixos.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Nos fetos cujo pico da velocidade sistólica da artéria cerebral média é acima de 1,5 múltiplo de mediana, com idades gestacio-nais superiores a 34 semanas, o parto deve ser imediato. Diante de fetos imaturos com alterações de dopplervelocimetria, sinais de hidropisia fetal ou mesmo ascite isolada deve ser feita a cordocen-13Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018Acompanhamento e conduta obstétricaAs gestantes Rh negativo não sensibilizadas devem realizar a geno-tipagem fetal. Aquelas cujos fetos são Rh negativo não necessitam receber a imunoglobulina anti-D na 28a semana e terão seu parto no termo, salvo intercorrências clínicas ou obstétricas. Aquelas cujos fetos são Rh positivo realizarão a pesquisa de anticorpos antieritrocitários.
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétricos. Cabe lembrar que, após a ministração da imunoglobulina anti-D, a pesquisa de anticorpos antieritrocitários pode permane-cer positiva, porém em títulos baixos.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: 14. Committee on Obstetric Practice. ACOG Committee Opinion No. 521: Update on immunization and pregnancy: tetanus, diphtheria, and pertussis vaccination. Obstet Gynecol. 2012;119(3):690-1. 15. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). FEBRASGO recomenda vacina dTpa para gestantes [Internet]. São Paulo: FEBRASGO; 2017. [citado 2018 Jan 19]. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/noticias/item/283-febrasgo-recomenda-vacina-dtpa-para-as-gestantes.
16. Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM). Calendário de vacinação para gestantes 2018-2019 [Internet]. São Paulo: SBIM; sd. [citado 2018 Jan 12]. Disponível em: https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-gestante.pdf. 17. Sato HK. Vacinação contra rubéola. Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Rev AMRIGS (Porto Alegre). 2003; 47(2):148-50.
18. Duarte LM, Espitia MT. Seguimiento al estado serológico de mujeres embarazadas que recibieron inadvertidamente la vacuna antirrubeólica, Bogotá, Colombia, 2005-2006. Investig Andina. 2008; 10(17):77-84.
19. Bricks LF. Vacina contra sarampo. Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Rev AMRIGS (Porto Alegre). 2003; 47(2):150-3.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Nos fetos cujo pico da velocidade sistólica da artéria cerebral média é acima de 1,5 múltiplo de mediana, com idades gestacio-nais superiores a 34 semanas, o parto deve ser imediato. Diante de fetos imaturos com alterações de dopplervelocimetria, sinais de hidropisia fetal ou mesmo ascite isolada deve ser feita a cordocen-13Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018Acompanhamento e conduta obstétricaAs gestantes Rh negativo não sensibilizadas devem realizar a geno-tipagem fetal. Aquelas cujos fetos são Rh negativo não necessitam receber a imunoglobulina anti-D na 28a semana e terão seu parto no termo, salvo intercorrências clínicas ou obstétricas. Aquelas cujos fetos são Rh positivo realizarão a pesquisa de anticorpos antieritrocitários.
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétricos. Cabe lembrar que, após a ministração da imunoglobulina anti-D, a pesquisa de anticorpos antieritrocitários pode permane-cer positiva, porém em títulos baixos.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: 14. Committee on Obstetric Practice. ACOG Committee Opinion No. 521: Update on immunization and pregnancy: tetanus, diphtheria, and pertussis vaccination. Obstet Gynecol. 2012;119(3):690-1. 15. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). FEBRASGO recomenda vacina dTpa para gestantes [Internet]. São Paulo: FEBRASGO; 2017. [citado 2018 Jan 19]. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/noticias/item/283-febrasgo-recomenda-vacina-dtpa-para-as-gestantes.
16. Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM). Calendário de vacinação para gestantes 2018-2019 [Internet]. São Paulo: SBIM; sd. [citado 2018 Jan 12]. Disponível em: https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-gestante.pdf. 17. Sato HK. Vacinação contra rubéola. Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Rev AMRIGS (Porto Alegre). 2003; 47(2):148-50.
18. Duarte LM, Espitia MT. Seguimiento al estado serológico de mujeres embarazadas que recibieron inadvertidamente la vacuna antirrubeólica, Bogotá, Colombia, 2005-2006. Investig Andina. 2008; 10(17):77-84.
19. Bricks LF. Vacina contra sarampo. Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Rev AMRIGS (Porto Alegre). 2003; 47(2):150-3.
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passage: 2. Sarafana S, Coelho R, Neves A, Trindade JC. Aspectos imunológicos da gravidez. Acta Med Port. 2007;20:355-8.
3. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de normas e procedimentos para vacinação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2014. [citado 2018 Jan 20]. Disponível em: http://bvsms.saude.
gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf. 4. Aagaard-Tillery K, Silver R, Dalton J. Imunology of normal pregnancy. Semin Fetal Neonatal Med. 2006;11(5):279-95. 5. Robertson SA, Prins JR, Sharkey DJ, Moldenhauer LM. Seminal fluid and the generation of regulatory T cells for embryo implantation. Am J Reprod Immunol. 2013;69(4):315-30.
6. Sanguansermsri D, Pongcharoen S. Pregnancy immunology: decidual immune cells. Asian Pac J Allergy Immunol. 2008;26(2-3):171-81.
7. Soares NM. Gravidez e sistema imunitário [dissertação]. Porto: Universidade Fernando Pessoa; 2014. (citado 2018 Jan 20). Disponível em: http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/4829/1/PPG_17734.pdf. 14Imunização ativa e passiva durante a gravidezProtocolos Febrasgo | Nº13 | 20189. Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Vacina contra hepatite B. Rev Assoc Med Bras. 2006; 52(5):281-91.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Nos fetos cujo pico da velocidade sistólica da artéria cerebral média é acima de 1,5 múltiplo de mediana, com idades gestacio-nais superiores a 34 semanas, o parto deve ser imediato. Diante de fetos imaturos com alterações de dopplervelocimetria, sinais de hidropisia fetal ou mesmo ascite isolada deve ser feita a cordocen-13Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018Acompanhamento e conduta obstétricaAs gestantes Rh negativo não sensibilizadas devem realizar a geno-tipagem fetal. Aquelas cujos fetos são Rh negativo não necessitam receber a imunoglobulina anti-D na 28a semana e terão seu parto no termo, salvo intercorrências clínicas ou obstétricas. Aquelas cujos fetos são Rh positivo realizarão a pesquisa de anticorpos antieritrocitários.
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétricos. Cabe lembrar que, após a ministração da imunoglobulina anti-D, a pesquisa de anticorpos antieritrocitários pode permane-cer positiva, porém em títulos baixos.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: 14. Committee on Obstetric Practice. ACOG Committee Opinion No. 521: Update on immunization and pregnancy: tetanus, diphtheria, and pertussis vaccination. Obstet Gynecol. 2012;119(3):690-1. 15. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). FEBRASGO recomenda vacina dTpa para gestantes [Internet]. São Paulo: FEBRASGO; 2017. [citado 2018 Jan 19]. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/noticias/item/283-febrasgo-recomenda-vacina-dtpa-para-as-gestantes.
16. Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM). Calendário de vacinação para gestantes 2018-2019 [Internet]. São Paulo: SBIM; sd. [citado 2018 Jan 12]. Disponível em: https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-gestante.pdf. 17. Sato HK. Vacinação contra rubéola. Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Rev AMRIGS (Porto Alegre). 2003; 47(2):148-50.
18. Duarte LM, Espitia MT. Seguimiento al estado serológico de mujeres embarazadas que recibieron inadvertidamente la vacuna antirrubeólica, Bogotá, Colombia, 2005-2006. Investig Andina. 2008; 10(17):77-84.
19. Bricks LF. Vacina contra sarampo. Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Rev AMRIGS (Porto Alegre). 2003; 47(2):150-3.
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passage: 2. Sarafana S, Coelho R, Neves A, Trindade JC. Aspectos imunológicos da gravidez. Acta Med Port. 2007;20:355-8.
3. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de normas e procedimentos para vacinação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2014. [citado 2018 Jan 20]. Disponível em: http://bvsms.saude.
gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf. 4. Aagaard-Tillery K, Silver R, Dalton J. Imunology of normal pregnancy. Semin Fetal Neonatal Med. 2006;11(5):279-95. 5. Robertson SA, Prins JR, Sharkey DJ, Moldenhauer LM. Seminal fluid and the generation of regulatory T cells for embryo implantation. Am J Reprod Immunol. 2013;69(4):315-30.
6. Sanguansermsri D, Pongcharoen S. Pregnancy immunology: decidual immune cells. Asian Pac J Allergy Immunol. 2008;26(2-3):171-81.
7. Soares NM. Gravidez e sistema imunitário [dissertação]. Porto: Universidade Fernando Pessoa; 2014. (citado 2018 Jan 20). Disponível em: http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/4829/1/PPG_17734.pdf. 14Imunização ativa e passiva durante a gravidezProtocolos Febrasgo | Nº13 | 20189. Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Vacina contra hepatite B. Rev Assoc Med Bras. 2006; 52(5):281-91.
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passage: End-stage renal disease after hypertensive desorders in pregnancy. Am JObstet Gynecol 2014; 210: 147.
Zetterstrom K, Norden N, Lindeberg S, Haglund B, Hanson U. Maternal complications in women with chronichypertension: a population-based cohort study. Acta Obstet Gynecol Scand 2005; 84: 419.
■■■■■■■■Lúpus Eritematoso SistêmicoFertilidadeCuidados pré-concepcionaisAconselhamento e contracepçãoEfeitos da gestação na atividade do lúpus eritematoso sistêmicoEfeitos do lúpus eritematoso sistêmico nos resultados obstétricosAcompanhamento da gestanteArtrite ReumatoideAntirreumáticos e seu uso na gestação e lactaçãoBibliografia suplementar O sistema imune da mulher deve ser adaptado durante a gestação, de modo a manter sua capacidade dedefesa e, ao mesmo tempo, proteger o feto de rejeição imunológica. Essa profunda mudança pode influenciar dediversas maneiras as mulheres que engravidam com doenças autoimunes ou são predispostas aodesenvolvimento dessas doenças. Uma dessas maneiras é a eclosão da doença no período gestacional, outra é oagravamento de uma doença preexistente.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Nos fetos cujo pico da velocidade sistólica da artéria cerebral média é acima de 1,5 múltiplo de mediana, com idades gestacio-nais superiores a 34 semanas, o parto deve ser imediato. Diante de fetos imaturos com alterações de dopplervelocimetria, sinais de hidropisia fetal ou mesmo ascite isolada deve ser feita a cordocen-13Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018Acompanhamento e conduta obstétricaAs gestantes Rh negativo não sensibilizadas devem realizar a geno-tipagem fetal. Aquelas cujos fetos são Rh negativo não necessitam receber a imunoglobulina anti-D na 28a semana e terão seu parto no termo, salvo intercorrências clínicas ou obstétricas. Aquelas cujos fetos são Rh positivo realizarão a pesquisa de anticorpos antieritrocitários.
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétricos. Cabe lembrar que, após a ministração da imunoglobulina anti-D, a pesquisa de anticorpos antieritrocitários pode permane-cer positiva, porém em títulos baixos.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: 14. Committee on Obstetric Practice. ACOG Committee Opinion No. 521: Update on immunization and pregnancy: tetanus, diphtheria, and pertussis vaccination. Obstet Gynecol. 2012;119(3):690-1. 15. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). FEBRASGO recomenda vacina dTpa para gestantes [Internet]. São Paulo: FEBRASGO; 2017. [citado 2018 Jan 19]. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/noticias/item/283-febrasgo-recomenda-vacina-dtpa-para-as-gestantes.
16. Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM). Calendário de vacinação para gestantes 2018-2019 [Internet]. São Paulo: SBIM; sd. [citado 2018 Jan 12]. Disponível em: https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-gestante.pdf. 17. Sato HK. Vacinação contra rubéola. Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Rev AMRIGS (Porto Alegre). 2003; 47(2):148-50.
18. Duarte LM, Espitia MT. Seguimiento al estado serológico de mujeres embarazadas que recibieron inadvertidamente la vacuna antirrubeólica, Bogotá, Colombia, 2005-2006. Investig Andina. 2008; 10(17):77-84.
19. Bricks LF. Vacina contra sarampo. Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Rev AMRIGS (Porto Alegre). 2003; 47(2):150-3.
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passage: 2. Sarafana S, Coelho R, Neves A, Trindade JC. Aspectos imunológicos da gravidez. Acta Med Port. 2007;20:355-8.
3. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de normas e procedimentos para vacinação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2014. [citado 2018 Jan 20]. Disponível em: http://bvsms.saude.
gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf. 4. Aagaard-Tillery K, Silver R, Dalton J. Imunology of normal pregnancy. Semin Fetal Neonatal Med. 2006;11(5):279-95. 5. Robertson SA, Prins JR, Sharkey DJ, Moldenhauer LM. Seminal fluid and the generation of regulatory T cells for embryo implantation. Am J Reprod Immunol. 2013;69(4):315-30.
6. Sanguansermsri D, Pongcharoen S. Pregnancy immunology: decidual immune cells. Asian Pac J Allergy Immunol. 2008;26(2-3):171-81.
7. Soares NM. Gravidez e sistema imunitário [dissertação]. Porto: Universidade Fernando Pessoa; 2014. (citado 2018 Jan 20). Disponível em: http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/4829/1/PPG_17734.pdf. 14Imunização ativa e passiva durante a gravidezProtocolos Febrasgo | Nº13 | 20189. Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Vacina contra hepatite B. Rev Assoc Med Bras. 2006; 52(5):281-91.
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passage: End-stage renal disease after hypertensive desorders in pregnancy. Am JObstet Gynecol 2014; 210: 147.
Zetterstrom K, Norden N, Lindeberg S, Haglund B, Hanson U. Maternal complications in women with chronichypertension: a population-based cohort study. Acta Obstet Gynecol Scand 2005; 84: 419.
■■■■■■■■Lúpus Eritematoso SistêmicoFertilidadeCuidados pré-concepcionaisAconselhamento e contracepçãoEfeitos da gestação na atividade do lúpus eritematoso sistêmicoEfeitos do lúpus eritematoso sistêmico nos resultados obstétricosAcompanhamento da gestanteArtrite ReumatoideAntirreumáticos e seu uso na gestação e lactaçãoBibliografia suplementar O sistema imune da mulher deve ser adaptado durante a gestação, de modo a manter sua capacidade dedefesa e, ao mesmo tempo, proteger o feto de rejeição imunológica. Essa profunda mudança pode influenciar dediversas maneiras as mulheres que engravidam com doenças autoimunes ou são predispostas aodesenvolvimento dessas doenças. Uma dessas maneiras é a eclosão da doença no período gestacional, outra é oagravamento de uma doença preexistente.
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passage: Figura 26.19 Tratamento da crise hipertensiva na gravidez e no pós-parto. PA, pressão arterial; IV, viaintravenosa. (Adaptada do ACOG, 2015.)Bibliografia suplementarAmerican College of Obstetricians and Gynecologists. Executive summary: hypertension in pregnancy. ObstetGynecol 2013; 122: 1122.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Chronic hypertension in pregnancy. ACOG Practice BulletinNo 125. Obstet Gynecol 2012; 119: 396.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Diagnosis and management of preeclampsia andeclampsia. ACOG Practice Bulletin No 33. Obstet Gynecol 2002; 99: 159.
during pregnancy and the postpartum period. ACOG Committee Opinion No 623. Obstet Gynecol 2015; 125:521.
American College of Obstetricians and Gynecologists. First-trimester risk assessment for early-onsetpreeclampsia. ACOG Committee Opinion Nº 638. Obstet Gynecol 2015; 126: e25.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Magnesium sulfate use in obstetrics. ACOG CommitteeOpinion No 652. Obstet Gynecol 2016; 127: e52.
Baltajian K, Bajracharya S, Salahuddin S et al.
Sequential plasma angiogenic factors levels in women withsuspected preeclampsia. Am J Obstet Gynecol 2016; 215: 89.
Baschat AA. First-trimester screening for pre-eclampsia: moving for personalized risk prediction to prevention.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Nos fetos cujo pico da velocidade sistólica da artéria cerebral média é acima de 1,5 múltiplo de mediana, com idades gestacio-nais superiores a 34 semanas, o parto deve ser imediato. Diante de fetos imaturos com alterações de dopplervelocimetria, sinais de hidropisia fetal ou mesmo ascite isolada deve ser feita a cordocen-13Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018Acompanhamento e conduta obstétricaAs gestantes Rh negativo não sensibilizadas devem realizar a geno-tipagem fetal. Aquelas cujos fetos são Rh negativo não necessitam receber a imunoglobulina anti-D na 28a semana e terão seu parto no termo, salvo intercorrências clínicas ou obstétricas. Aquelas cujos fetos são Rh positivo realizarão a pesquisa de anticorpos antieritrocitários.
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétricos. Cabe lembrar que, após a ministração da imunoglobulina anti-D, a pesquisa de anticorpos antieritrocitários pode permane-cer positiva, porém em títulos baixos.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: 14. Committee on Obstetric Practice. ACOG Committee Opinion No. 521: Update on immunization and pregnancy: tetanus, diphtheria, and pertussis vaccination. Obstet Gynecol. 2012;119(3):690-1. 15. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). FEBRASGO recomenda vacina dTpa para gestantes [Internet]. São Paulo: FEBRASGO; 2017. [citado 2018 Jan 19]. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/noticias/item/283-febrasgo-recomenda-vacina-dtpa-para-as-gestantes.
16. Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM). Calendário de vacinação para gestantes 2018-2019 [Internet]. São Paulo: SBIM; sd. [citado 2018 Jan 12]. Disponível em: https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-gestante.pdf. 17. Sato HK. Vacinação contra rubéola. Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Rev AMRIGS (Porto Alegre). 2003; 47(2):148-50.
18. Duarte LM, Espitia MT. Seguimiento al estado serológico de mujeres embarazadas que recibieron inadvertidamente la vacuna antirrubeólica, Bogotá, Colombia, 2005-2006. Investig Andina. 2008; 10(17):77-84.
19. Bricks LF. Vacina contra sarampo. Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Rev AMRIGS (Porto Alegre). 2003; 47(2):150-3.
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passage: 2. Sarafana S, Coelho R, Neves A, Trindade JC. Aspectos imunológicos da gravidez. Acta Med Port. 2007;20:355-8.
3. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de normas e procedimentos para vacinação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2014. [citado 2018 Jan 20]. Disponível em: http://bvsms.saude.
gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf. 4. Aagaard-Tillery K, Silver R, Dalton J. Imunology of normal pregnancy. Semin Fetal Neonatal Med. 2006;11(5):279-95. 5. Robertson SA, Prins JR, Sharkey DJ, Moldenhauer LM. Seminal fluid and the generation of regulatory T cells for embryo implantation. Am J Reprod Immunol. 2013;69(4):315-30.
6. Sanguansermsri D, Pongcharoen S. Pregnancy immunology: decidual immune cells. Asian Pac J Allergy Immunol. 2008;26(2-3):171-81.
7. Soares NM. Gravidez e sistema imunitário [dissertação]. Porto: Universidade Fernando Pessoa; 2014. (citado 2018 Jan 20). Disponível em: http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/4829/1/PPG_17734.pdf. 14Imunização ativa e passiva durante a gravidezProtocolos Febrasgo | Nº13 | 20189. Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Vacina contra hepatite B. Rev Assoc Med Bras. 2006; 52(5):281-91.
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passage: End-stage renal disease after hypertensive desorders in pregnancy. Am JObstet Gynecol 2014; 210: 147.
Zetterstrom K, Norden N, Lindeberg S, Haglund B, Hanson U. Maternal complications in women with chronichypertension: a population-based cohort study. Acta Obstet Gynecol Scand 2005; 84: 419.
■■■■■■■■Lúpus Eritematoso SistêmicoFertilidadeCuidados pré-concepcionaisAconselhamento e contracepçãoEfeitos da gestação na atividade do lúpus eritematoso sistêmicoEfeitos do lúpus eritematoso sistêmico nos resultados obstétricosAcompanhamento da gestanteArtrite ReumatoideAntirreumáticos e seu uso na gestação e lactaçãoBibliografia suplementar O sistema imune da mulher deve ser adaptado durante a gestação, de modo a manter sua capacidade dedefesa e, ao mesmo tempo, proteger o feto de rejeição imunológica. Essa profunda mudança pode influenciar dediversas maneiras as mulheres que engravidam com doenças autoimunes ou são predispostas aodesenvolvimento dessas doenças. Uma dessas maneiras é a eclosão da doença no período gestacional, outra é oagravamento de uma doença preexistente.
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passage: Figura 26.19 Tratamento da crise hipertensiva na gravidez e no pós-parto. PA, pressão arterial; IV, viaintravenosa. (Adaptada do ACOG, 2015.)Bibliografia suplementarAmerican College of Obstetricians and Gynecologists. Executive summary: hypertension in pregnancy. ObstetGynecol 2013; 122: 1122.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Chronic hypertension in pregnancy. ACOG Practice BulletinNo 125. Obstet Gynecol 2012; 119: 396.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Diagnosis and management of preeclampsia andeclampsia. ACOG Practice Bulletin No 33. Obstet Gynecol 2002; 99: 159.
during pregnancy and the postpartum period. ACOG Committee Opinion No 623. Obstet Gynecol 2015; 125:521.
American College of Obstetricians and Gynecologists. First-trimester risk assessment for early-onsetpreeclampsia. ACOG Committee Opinion Nº 638. Obstet Gynecol 2015; 126: e25.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Magnesium sulfate use in obstetrics. ACOG CommitteeOpinion No 652. Obstet Gynecol 2016; 127: e52.
Baltajian K, Bajracharya S, Salahuddin S et al.
Sequential plasma angiogenic factors levels in women withsuspected preeclampsia. Am J Obstet Gynecol 2016; 215: 89.
Baschat AA. First-trimester screening for pre-eclampsia: moving for personalized risk prediction to prevention.
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passage: 39. David ML, Rahe PS, Campos VA, Silva ML, Marques F, Dom Bosco KC, et al. [144-POS]: comparative analysis of vaginal delivery among pregnant women with chronic arter. Pregnancy Hypertens. 2015;5(1):74–5.
40. Sass N, Sousa FL, Camano L. Síndromes hipertensivas na gravidez: assistência ao parto. In: Sass N, editor. Carmano L; Moron AF, organizadores. Hipertensão arterial e nefropatias na gravidez. São Paulo: Guanabara Koogan; 2006. p. 280–28.
41. Cameron S. Postabortal and postpartum contraception. Best Pract Res Clin Obstet Gynaecol. 2014;28(6):871–80.
17Korkes HA, Sousa FL, Cunha Filho EV, Sass NProtocolos Febrasgo | Nº40 | 2018
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Nos fetos cujo pico da velocidade sistólica da artéria cerebral média é acima de 1,5 múltiplo de mediana, com idades gestacio-nais superiores a 34 semanas, o parto deve ser imediato. Diante de fetos imaturos com alterações de dopplervelocimetria, sinais de hidropisia fetal ou mesmo ascite isolada deve ser feita a cordocen-13Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018Acompanhamento e conduta obstétricaAs gestantes Rh negativo não sensibilizadas devem realizar a geno-tipagem fetal. Aquelas cujos fetos são Rh negativo não necessitam receber a imunoglobulina anti-D na 28a semana e terão seu parto no termo, salvo intercorrências clínicas ou obstétricas. Aquelas cujos fetos são Rh positivo realizarão a pesquisa de anticorpos antieritrocitários.
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétricos. Cabe lembrar que, após a ministração da imunoglobulina anti-D, a pesquisa de anticorpos antieritrocitários pode permane-cer positiva, porém em títulos baixos.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: 14. Committee on Obstetric Practice. ACOG Committee Opinion No. 521: Update on immunization and pregnancy: tetanus, diphtheria, and pertussis vaccination. Obstet Gynecol. 2012;119(3):690-1. 15. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). FEBRASGO recomenda vacina dTpa para gestantes [Internet]. São Paulo: FEBRASGO; 2017. [citado 2018 Jan 19]. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/noticias/item/283-febrasgo-recomenda-vacina-dtpa-para-as-gestantes.
16. Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM). Calendário de vacinação para gestantes 2018-2019 [Internet]. São Paulo: SBIM; sd. [citado 2018 Jan 12]. Disponível em: https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-gestante.pdf. 17. Sato HK. Vacinação contra rubéola. Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Rev AMRIGS (Porto Alegre). 2003; 47(2):148-50.
18. Duarte LM, Espitia MT. Seguimiento al estado serológico de mujeres embarazadas que recibieron inadvertidamente la vacuna antirrubeólica, Bogotá, Colombia, 2005-2006. Investig Andina. 2008; 10(17):77-84.
19. Bricks LF. Vacina contra sarampo. Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Rev AMRIGS (Porto Alegre). 2003; 47(2):150-3.
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passage: 2. Sarafana S, Coelho R, Neves A, Trindade JC. Aspectos imunológicos da gravidez. Acta Med Port. 2007;20:355-8.
3. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de normas e procedimentos para vacinação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2014. [citado 2018 Jan 20]. Disponível em: http://bvsms.saude.
gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf. 4. Aagaard-Tillery K, Silver R, Dalton J. Imunology of normal pregnancy. Semin Fetal Neonatal Med. 2006;11(5):279-95. 5. Robertson SA, Prins JR, Sharkey DJ, Moldenhauer LM. Seminal fluid and the generation of regulatory T cells for embryo implantation. Am J Reprod Immunol. 2013;69(4):315-30.
6. Sanguansermsri D, Pongcharoen S. Pregnancy immunology: decidual immune cells. Asian Pac J Allergy Immunol. 2008;26(2-3):171-81.
7. Soares NM. Gravidez e sistema imunitário [dissertação]. Porto: Universidade Fernando Pessoa; 2014. (citado 2018 Jan 20). Disponível em: http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/4829/1/PPG_17734.pdf. 14Imunização ativa e passiva durante a gravidezProtocolos Febrasgo | Nº13 | 20189. Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Vacina contra hepatite B. Rev Assoc Med Bras. 2006; 52(5):281-91.
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passage: End-stage renal disease after hypertensive desorders in pregnancy. Am JObstet Gynecol 2014; 210: 147.
Zetterstrom K, Norden N, Lindeberg S, Haglund B, Hanson U. Maternal complications in women with chronichypertension: a population-based cohort study. Acta Obstet Gynecol Scand 2005; 84: 419.
■■■■■■■■Lúpus Eritematoso SistêmicoFertilidadeCuidados pré-concepcionaisAconselhamento e contracepçãoEfeitos da gestação na atividade do lúpus eritematoso sistêmicoEfeitos do lúpus eritematoso sistêmico nos resultados obstétricosAcompanhamento da gestanteArtrite ReumatoideAntirreumáticos e seu uso na gestação e lactaçãoBibliografia suplementar O sistema imune da mulher deve ser adaptado durante a gestação, de modo a manter sua capacidade dedefesa e, ao mesmo tempo, proteger o feto de rejeição imunológica. Essa profunda mudança pode influenciar dediversas maneiras as mulheres que engravidam com doenças autoimunes ou são predispostas aodesenvolvimento dessas doenças. Uma dessas maneiras é a eclosão da doença no período gestacional, outra é oagravamento de uma doença preexistente.
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passage: Figura 26.19 Tratamento da crise hipertensiva na gravidez e no pós-parto. PA, pressão arterial; IV, viaintravenosa. (Adaptada do ACOG, 2015.)Bibliografia suplementarAmerican College of Obstetricians and Gynecologists. Executive summary: hypertension in pregnancy. ObstetGynecol 2013; 122: 1122.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Chronic hypertension in pregnancy. ACOG Practice BulletinNo 125. Obstet Gynecol 2012; 119: 396.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Diagnosis and management of preeclampsia andeclampsia. ACOG Practice Bulletin No 33. Obstet Gynecol 2002; 99: 159.
during pregnancy and the postpartum period. ACOG Committee Opinion No 623. Obstet Gynecol 2015; 125:521.
American College of Obstetricians and Gynecologists. First-trimester risk assessment for early-onsetpreeclampsia. ACOG Committee Opinion Nº 638. Obstet Gynecol 2015; 126: e25.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Magnesium sulfate use in obstetrics. ACOG CommitteeOpinion No 652. Obstet Gynecol 2016; 127: e52.
Baltajian K, Bajracharya S, Salahuddin S et al.
Sequential plasma angiogenic factors levels in women withsuspected preeclampsia. Am J Obstet Gynecol 2016; 215: 89.
Baschat AA. First-trimester screening for pre-eclampsia: moving for personalized risk prediction to prevention.
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passage: 39. David ML, Rahe PS, Campos VA, Silva ML, Marques F, Dom Bosco KC, et al. [144-POS]: comparative analysis of vaginal delivery among pregnant women with chronic arter. Pregnancy Hypertens. 2015;5(1):74–5.
40. Sass N, Sousa FL, Camano L. Síndromes hipertensivas na gravidez: assistência ao parto. In: Sass N, editor. Carmano L; Moron AF, organizadores. Hipertensão arterial e nefropatias na gravidez. São Paulo: Guanabara Koogan; 2006. p. 280–28.
41. Cameron S. Postabortal and postpartum contraception. Best Pract Res Clin Obstet Gynaecol. 2014;28(6):871–80.
17Korkes HA, Sousa FL, Cunha Filho EV, Sass NProtocolos Febrasgo | Nº40 | 2018
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passage: Bibliografia suplementarAmerican College of Obstetricians and Gynecologists. Chronic hypertension in pregnancy. ACOG Practice BulletinNo. 29. Obstet Gynecol 2001; 98: 177.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Chronic hypertension in pregnancy. ACOG Practice BulletinNo. 125. Obstet Gynecol 2012; 119: 396.
American College of Obstetricians and Gynecologists. ACOG Executive summary: hypertension in pregnancy.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Nos fetos cujo pico da velocidade sistólica da artéria cerebral média é acima de 1,5 múltiplo de mediana, com idades gestacio-nais superiores a 34 semanas, o parto deve ser imediato. Diante de fetos imaturos com alterações de dopplervelocimetria, sinais de hidropisia fetal ou mesmo ascite isolada deve ser feita a cordocen-13Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018Acompanhamento e conduta obstétricaAs gestantes Rh negativo não sensibilizadas devem realizar a geno-tipagem fetal. Aquelas cujos fetos são Rh negativo não necessitam receber a imunoglobulina anti-D na 28a semana e terão seu parto no termo, salvo intercorrências clínicas ou obstétricas. Aquelas cujos fetos são Rh positivo realizarão a pesquisa de anticorpos antieritrocitários.
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétricos. Cabe lembrar que, após a ministração da imunoglobulina anti-D, a pesquisa de anticorpos antieritrocitários pode permane-cer positiva, porém em títulos baixos.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: 14. Committee on Obstetric Practice. ACOG Committee Opinion No. 521: Update on immunization and pregnancy: tetanus, diphtheria, and pertussis vaccination. Obstet Gynecol. 2012;119(3):690-1. 15. Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). FEBRASGO recomenda vacina dTpa para gestantes [Internet]. São Paulo: FEBRASGO; 2017. [citado 2018 Jan 19]. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/noticias/item/283-febrasgo-recomenda-vacina-dtpa-para-as-gestantes.
16. Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM). Calendário de vacinação para gestantes 2018-2019 [Internet]. São Paulo: SBIM; sd. [citado 2018 Jan 12]. Disponível em: https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-gestante.pdf. 17. Sato HK. Vacinação contra rubéola. Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Rev AMRIGS (Porto Alegre). 2003; 47(2):148-50.
18. Duarte LM, Espitia MT. Seguimiento al estado serológico de mujeres embarazadas que recibieron inadvertidamente la vacuna antirrubeólica, Bogotá, Colombia, 2005-2006. Investig Andina. 2008; 10(17):77-84.
19. Bricks LF. Vacina contra sarampo. Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. Rev AMRIGS (Porto Alegre). 2003; 47(2):150-3.
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passage: 2. Sarafana S, Coelho R, Neves A, Trindade JC. Aspectos imunológicos da gravidez. Acta Med Port. 2007;20:355-8.
3. Brasil. Ministério da Saúde. Manual de normas e procedimentos para vacinação. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2014. [citado 2018 Jan 20]. Disponível em: http://bvsms.saude.
gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf. 4. Aagaard-Tillery K, Silver R, Dalton J. Imunology of normal pregnancy. Semin Fetal Neonatal Med. 2006;11(5):279-95. 5. Robertson SA, Prins JR, Sharkey DJ, Moldenhauer LM. Seminal fluid and the generation of regulatory T cells for embryo implantation. Am J Reprod Immunol. 2013;69(4):315-30.
6. Sanguansermsri D, Pongcharoen S. Pregnancy immunology: decidual immune cells. Asian Pac J Allergy Immunol. 2008;26(2-3):171-81.
7. Soares NM. Gravidez e sistema imunitário [dissertação]. Porto: Universidade Fernando Pessoa; 2014. (citado 2018 Jan 20). Disponível em: http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/4829/1/PPG_17734.pdf. 14Imunização ativa e passiva durante a gravidezProtocolos Febrasgo | Nº13 | 20189. Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Vacina contra hepatite B. Rev Assoc Med Bras. 2006; 52(5):281-91.
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passage: End-stage renal disease after hypertensive desorders in pregnancy. Am JObstet Gynecol 2014; 210: 147.
Zetterstrom K, Norden N, Lindeberg S, Haglund B, Hanson U. Maternal complications in women with chronichypertension: a population-based cohort study. Acta Obstet Gynecol Scand 2005; 84: 419.
■■■■■■■■Lúpus Eritematoso SistêmicoFertilidadeCuidados pré-concepcionaisAconselhamento e contracepçãoEfeitos da gestação na atividade do lúpus eritematoso sistêmicoEfeitos do lúpus eritematoso sistêmico nos resultados obstétricosAcompanhamento da gestanteArtrite ReumatoideAntirreumáticos e seu uso na gestação e lactaçãoBibliografia suplementar O sistema imune da mulher deve ser adaptado durante a gestação, de modo a manter sua capacidade dedefesa e, ao mesmo tempo, proteger o feto de rejeição imunológica. Essa profunda mudança pode influenciar dediversas maneiras as mulheres que engravidam com doenças autoimunes ou são predispostas aodesenvolvimento dessas doenças. Uma dessas maneiras é a eclosão da doença no período gestacional, outra é oagravamento de uma doença preexistente.
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passage: Figura 26.19 Tratamento da crise hipertensiva na gravidez e no pós-parto. PA, pressão arterial; IV, viaintravenosa. (Adaptada do ACOG, 2015.)Bibliografia suplementarAmerican College of Obstetricians and Gynecologists. Executive summary: hypertension in pregnancy. ObstetGynecol 2013; 122: 1122.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Chronic hypertension in pregnancy. ACOG Practice BulletinNo 125. Obstet Gynecol 2012; 119: 396.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Diagnosis and management of preeclampsia andeclampsia. ACOG Practice Bulletin No 33. Obstet Gynecol 2002; 99: 159.
during pregnancy and the postpartum period. ACOG Committee Opinion No 623. Obstet Gynecol 2015; 125:521.
American College of Obstetricians and Gynecologists. First-trimester risk assessment for early-onsetpreeclampsia. ACOG Committee Opinion Nº 638. Obstet Gynecol 2015; 126: e25.
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Baltajian K, Bajracharya S, Salahuddin S et al.
Sequential plasma angiogenic factors levels in women withsuspected preeclampsia. Am J Obstet Gynecol 2016; 215: 89.
Baschat AA. First-trimester screening for pre-eclampsia: moving for personalized risk prediction to prevention.
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passage: 39. David ML, Rahe PS, Campos VA, Silva ML, Marques F, Dom Bosco KC, et al. [144-POS]: comparative analysis of vaginal delivery among pregnant women with chronic arter. Pregnancy Hypertens. 2015;5(1):74–5.
40. Sass N, Sousa FL, Camano L. Síndromes hipertensivas na gravidez: assistência ao parto. In: Sass N, editor. Carmano L; Moron AF, organizadores. Hipertensão arterial e nefropatias na gravidez. São Paulo: Guanabara Koogan; 2006. p. 280–28.
41. Cameron S. Postabortal and postpartum contraception. Best Pract Res Clin Obstet Gynaecol. 2014;28(6):871–80.
17Korkes HA, Sousa FL, Cunha Filho EV, Sass NProtocolos Febrasgo | Nº40 | 2018
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passage: Bibliografia suplementarAmerican College of Obstetricians and Gynecologists. Chronic hypertension in pregnancy. ACOG Practice BulletinNo. 29. Obstet Gynecol 2001; 98: 177.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Chronic hypertension in pregnancy. ACOG Practice BulletinNo. 125. Obstet Gynecol 2012; 119: 396.
American College of Obstetricians and Gynecologists. ACOG Executive summary: hypertension in pregnancy.
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Risk of adverse pregnancy outcomes in women with mild chronichypertension before 20 weeks of gestation. Obstet Gynecol 2014; 123: 966.
Butters L, Kennedy S, Rubin PC. Atenolol in essential hypertension during pregnancy. BMJ 1990; 301: 587.
Cooper WO, Hernandez-Diaz S, Bialkowski K et al.
Major congenital malformations after first-trimester exposureto ACE inhibitors. NEJM 2006; 354: 2443.
Harper LM, Biggio JR, Anderson S, Tita ATN. Gestational age of delivery in pregnancies complicated by chronichypertension. Obstet Gynecol 2016, em impressão.
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passage: Comentários FinaisA isoimunização materna pelo fator Rh ainda tem importân-cia na morbiletalidade perinatal em nosso meio em decorrência da falta de profilaxia adequada nos casos de risco. Mulheres que sen-sibilizam-se após abortamento e pós-parto são a maioria daquelas que chegam aos serviços de Alto Risco para receberem tratamento de seus fetos. Difundir as medidas de profilaxia da sensibilização e praticar-se o reconhecimento precoce dos casos comprometidos contribui grandemente para redução das perdas associadas a esta doença materna com repercussões tão grandes na saúde fetal.
Figura 23.4 – Transfusão intravas-cular para tratamento de feto anê-mico (HC-UFMG).
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A necessidade de cuidados intensivos na paciente obstétrica é rara. Desconhecemos a incidência de internações em unidades de tratamento intensivo por intercorrências no período gestacional e no pós-parto, no entanto admite-se que 0,2 a 1,0% das interna-ções neste nível de complexidade se referem a casos obstétricos. Na Tabela 24.1 são apresentados as indicações de internações em UTI por intercorrências Obstétricas. As doenças são divididas pe-los critérios de doenças especificas da gravidez, agravadas pela gestação e pós-parto e por doenças sem relação com o ciclo ges -tacional.
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Olá! Entendo sua preocupação em relação a uma nova gravidez com histórico de pressão alta e a questão da incompatibilidade sanguínea. Fico feliz em ajudar a esclarecer suas dúvidas.
Primeiramente, é ótimo que você esteja planejando e se informando sobre a gestação. A pressão alta, especialmente se for preexistente (hipertensão crônica), requer um cuidado especial durante a gravidez. É fundamental que sua pressão arterial esteja bem controlada antes mesmo de engravidar. Isso envolve uma consulta com seu cardiologista ou clínico geral para otimizar sua medicação (se estiver tomando alguma) e garantir que ela seja segura para a gestação. A pressão alta não controlada pode trazer riscos tanto para você (como pré-eclâmpsia, problemas renais e cardíacos) quanto para o bebê (como restrição de crescimento e parto prematuro).
Em relação à incompatibilidade sanguínea, o fato de você ser O e seu marido ser [inserir tipo sanguíneo] pode levar à incompatibilidade Rh se ele for Rh positivo. Como sua filha recebeu a vacina anti-Rh após o parto, isso significa que você é Rh negativo e ela provavelmente Rh positivo. A vacina impede que você desenvolva anticorpos contra o fator Rh positivo. Para essa gestação, será importante realizar o Teste de Coombs Indireto (CI) no pré-natal. Se o teste for negativo, repetiremos por volta da 28ª semana. Se continuar negativo, você receberá a imunoglobulina anti-Rh (vacina anti-Rh) como profilaxia. Se o seu marido for Rh negativo, não há risco de incompatibilidade Rh.
O histórico de uma gestação saudável com sua filha é um fator positivo! Mostra que, com o acompanhamento adequado, é possível ter uma gravidez bem-sucedida mesmo com essas condições. O acompanhamento pré-natal é ainda mais importante no seu caso, com consultas regulares para monitorar a pressão arterial, realizar exames de sangue (incluindo o Teste de Coombs Indireto) e ultrassonografias para acompanhar o desenvolvimento do bebê.
Além disso, é importante manter hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos (sempre com orientação médica) e evitar o consumo de álcool e tabaco.
Em resumo, sim, é possível ter outra gestação saudável com suas condições, mas é fundamental um planejamento pré-concepcional cuidadoso e um acompanhamento pré-natal rigoroso. Agende uma consulta para que possamos conversar mais detalhadamente, avaliar seu histórico médico completo e elaborar um plano de cuidados personalizado para você e seu futuro bebê.
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Fui diagnosticada com adenomiose e minha médica receitou Dionogest. Meu fluxo menstrual aumentou em quantidade e duração, e estou prestes a realizar uma cirurgia para a retirada de varizes. Há algum risco?
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Olá! Sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. A adenomiose é uma alteração uterina benigna que causa sangramento uterino anormal e cólicas menstruais. O tratamento não é necessariamente cirúrgico; ele visa o controle dos sintomas, como irregularidade menstrual e cólicas. No entanto, não fará o seu útero voltar ao normal. Para o tratamento não cirúrgico, medicações anticoncepcionais e hormonais podem ser utilizadas. Na falha do tratamento medicamentoso, a cirurgia poderá ser considerada. Aparentemente, todas as medicações anticoncepcionais têm o mesmo efeito no controle do fluxo menstrual. Converse com o seu médico, esclareça suas dúvidas e discuta o seu tratamento.
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
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3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: ■ ConsentimentoO risco de complicações para miomectomia por via vaginal é baixo. É possível haver res-secção da parede uterina com possibilidade de lesão concomitante de órgão intra-abdominal. Sangramento incontrolável e insucesso no procedimento são outros riscos potenciais. A possibilidade de histerectomia e suas conse-quências devem ser antecipadamente discuti-das com a paciente. A recorrência de prolapso de leiomioma é incomum, mas pode ocorrer se houver ou ocorrerem outros leiomiomas submucosos.
■ Preparo da pacienteEm pacientes sem outras patologias, não há necessidade de grande preparação para o pro-cedimento. Contudo, na eventualidade de anemia moderada a grave, devem ser inicia-dos procedimentos para melhora no estado hemodinâmico se a paciente estiver sintomá-tica, instável e/ou sendo transportada para o centro cirúrgico. A anemia pode ser corrigida por transfusão sanguínea, terapia com ferro, ou ambas. O tratamento para reposição varia a cada paciente de acordo com o quadro clí-nico e foi discutido detalhadamente no Capí-tulo 40 (p. 1.006). Se houver febre e suspeita de infecção do leiomioma em prolapso ou do trato genital inferior, deve-se iniciar antibioti-coterapia de amplo espectro antes da miomec-tomia por via vaginal. As opções adequadas são encontradas na Tabela 3-31 (p. 103).
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
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2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: ■ ConsentimentoO risco de complicações para miomectomia por via vaginal é baixo. É possível haver res-secção da parede uterina com possibilidade de lesão concomitante de órgão intra-abdominal. Sangramento incontrolável e insucesso no procedimento são outros riscos potenciais. A possibilidade de histerectomia e suas conse-quências devem ser antecipadamente discuti-das com a paciente. A recorrência de prolapso de leiomioma é incomum, mas pode ocorrer se houver ou ocorrerem outros leiomiomas submucosos.
■ Preparo da pacienteEm pacientes sem outras patologias, não há necessidade de grande preparação para o pro-cedimento. Contudo, na eventualidade de anemia moderada a grave, devem ser inicia-dos procedimentos para melhora no estado hemodinâmico se a paciente estiver sintomá-tica, instável e/ou sendo transportada para o centro cirúrgico. A anemia pode ser corrigida por transfusão sanguínea, terapia com ferro, ou ambas. O tratamento para reposição varia a cada paciente de acordo com o quadro clí-nico e foi discutido detalhadamente no Capí-tulo 40 (p. 1.006). Se houver febre e suspeita de infecção do leiomioma em prolapso ou do trato genital inferior, deve-se iniciar antibioti-coterapia de amplo espectro antes da miomec-tomia por via vaginal. As opções adequadas são encontradas na Tabela 3-31 (p. 103).
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passage: Considerações do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG, 2015)Quando considerado o tipo de cirurgia bariátrica mais adequado para a mulher em idade reprodutiva, osbenefícios a longo prazo da derivação gástrica na redução de peso, no tratamento do diabetes e no aumentoda fertilidade devem ser confrontados com o perfil nutricional mais desejável da gastrectomia vertical e dabanda gástricaA gastrectomia vertical se associa com menor risco de anemia, deficiência de micronutrientes e de vitaminasdurante a gravidez, quando comparada à derivação gástrica e à derivação biliopancreática. Embora aderivação gástrica não leve à má absorção de macronutrientes, a manutenção de nutrição adequada nagravidez está potencialmente influenciada pela redução na absorção das vitaminas lipossolúveis,especialmente da vitamina A. Todas as pacientes devem ser advertidas da necessidade de suplementaçãovitamínica a longo prazo, embora a adesão a esse conselho tenha se revelado pobre.
Bariatric surgery and pregnancy. ACOG Practice Bulletin No105. Obstet Gynecol 2009; 113: 1405.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Weigth gain during pregnancy. ACOG Committee OpinionNo 548. Obstet Gynecol 2013a; 121: 210.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Obesity in pregnancy. ACOG Committee Opinion No 549.
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: ■ ConsentimentoO risco de complicações para miomectomia por via vaginal é baixo. É possível haver res-secção da parede uterina com possibilidade de lesão concomitante de órgão intra-abdominal. Sangramento incontrolável e insucesso no procedimento são outros riscos potenciais. A possibilidade de histerectomia e suas conse-quências devem ser antecipadamente discuti-das com a paciente. A recorrência de prolapso de leiomioma é incomum, mas pode ocorrer se houver ou ocorrerem outros leiomiomas submucosos.
■ Preparo da pacienteEm pacientes sem outras patologias, não há necessidade de grande preparação para o pro-cedimento. Contudo, na eventualidade de anemia moderada a grave, devem ser inicia-dos procedimentos para melhora no estado hemodinâmico se a paciente estiver sintomá-tica, instável e/ou sendo transportada para o centro cirúrgico. A anemia pode ser corrigida por transfusão sanguínea, terapia com ferro, ou ambas. O tratamento para reposição varia a cada paciente de acordo com o quadro clí-nico e foi discutido detalhadamente no Capí-tulo 40 (p. 1.006). Se houver febre e suspeita de infecção do leiomioma em prolapso ou do trato genital inferior, deve-se iniciar antibioti-coterapia de amplo espectro antes da miomec-tomia por via vaginal. As opções adequadas são encontradas na Tabela 3-31 (p. 103).
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passage: Considerações do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG, 2015)Quando considerado o tipo de cirurgia bariátrica mais adequado para a mulher em idade reprodutiva, osbenefícios a longo prazo da derivação gástrica na redução de peso, no tratamento do diabetes e no aumentoda fertilidade devem ser confrontados com o perfil nutricional mais desejável da gastrectomia vertical e dabanda gástricaA gastrectomia vertical se associa com menor risco de anemia, deficiência de micronutrientes e de vitaminasdurante a gravidez, quando comparada à derivação gástrica e à derivação biliopancreática. Embora aderivação gástrica não leve à má absorção de macronutrientes, a manutenção de nutrição adequada nagravidez está potencialmente influenciada pela redução na absorção das vitaminas lipossolúveis,especialmente da vitamina A. Todas as pacientes devem ser advertidas da necessidade de suplementaçãovitamínica a longo prazo, embora a adesão a esse conselho tenha se revelado pobre.
Bariatric surgery and pregnancy. ACOG Practice Bulletin No105. Obstet Gynecol 2009; 113: 1405.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Weigth gain during pregnancy. ACOG Committee OpinionNo 548. Obstet Gynecol 2013a; 121: 210.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Obesity in pregnancy. ACOG Committee Opinion No 549.
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passage: Dentre as informações citadas em bula, ressaltamos que este medicamento é contraindicado para pacientes com distúrbio tromboembólico venoso ativo. Quanto às interações medicamentosas, a administração concomitante com indutores de enzimas microssomais, especificamente enzimas do citocromo P450, pode resultar em aumento da depuração de hormônios sexuais.
Nota: antes de prescrever o produto, recomendamos a leitura da Circularaos Médicos (bula) completa para informações detalhadas.
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
WOMN-1201005-0000 PRODUZIDO EM NOVEMBRO/2016 VÁLIDO POR 2 ANOS### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetrícia
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: ■ ConsentimentoO risco de complicações para miomectomia por via vaginal é baixo. É possível haver res-secção da parede uterina com possibilidade de lesão concomitante de órgão intra-abdominal. Sangramento incontrolável e insucesso no procedimento são outros riscos potenciais. A possibilidade de histerectomia e suas conse-quências devem ser antecipadamente discuti-das com a paciente. A recorrência de prolapso de leiomioma é incomum, mas pode ocorrer se houver ou ocorrerem outros leiomiomas submucosos.
■ Preparo da pacienteEm pacientes sem outras patologias, não há necessidade de grande preparação para o pro-cedimento. Contudo, na eventualidade de anemia moderada a grave, devem ser inicia-dos procedimentos para melhora no estado hemodinâmico se a paciente estiver sintomá-tica, instável e/ou sendo transportada para o centro cirúrgico. A anemia pode ser corrigida por transfusão sanguínea, terapia com ferro, ou ambas. O tratamento para reposição varia a cada paciente de acordo com o quadro clí-nico e foi discutido detalhadamente no Capí-tulo 40 (p. 1.006). Se houver febre e suspeita de infecção do leiomioma em prolapso ou do trato genital inferior, deve-se iniciar antibioti-coterapia de amplo espectro antes da miomec-tomia por via vaginal. As opções adequadas são encontradas na Tabela 3-31 (p. 103).
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passage: Considerações do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG, 2015)Quando considerado o tipo de cirurgia bariátrica mais adequado para a mulher em idade reprodutiva, osbenefícios a longo prazo da derivação gástrica na redução de peso, no tratamento do diabetes e no aumentoda fertilidade devem ser confrontados com o perfil nutricional mais desejável da gastrectomia vertical e dabanda gástricaA gastrectomia vertical se associa com menor risco de anemia, deficiência de micronutrientes e de vitaminasdurante a gravidez, quando comparada à derivação gástrica e à derivação biliopancreática. Embora aderivação gástrica não leve à má absorção de macronutrientes, a manutenção de nutrição adequada nagravidez está potencialmente influenciada pela redução na absorção das vitaminas lipossolúveis,especialmente da vitamina A. Todas as pacientes devem ser advertidas da necessidade de suplementaçãovitamínica a longo prazo, embora a adesão a esse conselho tenha se revelado pobre.
Bariatric surgery and pregnancy. ACOG Practice Bulletin No105. Obstet Gynecol 2009; 113: 1405.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Weigth gain during pregnancy. ACOG Committee OpinionNo 548. Obstet Gynecol 2013a; 121: 210.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Obesity in pregnancy. ACOG Committee Opinion No 549.
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passage: Dentre as informações citadas em bula, ressaltamos que este medicamento é contraindicado para pacientes com distúrbio tromboembólico venoso ativo. Quanto às interações medicamentosas, a administração concomitante com indutores de enzimas microssomais, especificamente enzimas do citocromo P450, pode resultar em aumento da depuração de hormônios sexuais.
Nota: antes de prescrever o produto, recomendamos a leitura da Circularaos Médicos (bula) completa para informações detalhadas.
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
WOMN-1201005-0000 PRODUZIDO EM NOVEMBRO/2016 VÁLIDO POR 2 ANOS### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetrícia
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passage: ■ ConsentimentoAssim como para a abordagem a céu aberto, os riscos associados ao procedimento incluem perda sanguínea e necessidade de transfusão, anexectomia não planejada e lesão de outros órgãos pélvicos, particularmente bexiga, ure-ter e intestino. Dentre as complicações espe-cificamente relacionadas com a laparoscopia estão lesão de grandes vasos, bexiga e intestino durante a instalação do trocarte (p. 1.097).
Com a histerectomia supracervical é possível que haja retenção de endométrio no segmento inferior do útero. Consequen-temente, há risco de sangramento cíclico a longo prazo. As taxas citadas nos primeiros trabalhos publicados chegaram a 24%, mas têm sido mais baixas em estudos mais recen-tes, variando entre 5 e 10% (Okaro, 2001; Sarmini, 2005; Schmidt, 2011; van der Stege, 1999). As técnicas com maior ressecção de te-cido do segmento inferior do útero e proxi-mal da endocérvice parecem reduzir o risco de sangramento a longo prazo (Schmidt, 2011; Wenger, 2006).
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: ■ ConsentimentoO risco de complicações para miomectomia por via vaginal é baixo. É possível haver res-secção da parede uterina com possibilidade de lesão concomitante de órgão intra-abdominal. Sangramento incontrolável e insucesso no procedimento são outros riscos potenciais. A possibilidade de histerectomia e suas conse-quências devem ser antecipadamente discuti-das com a paciente. A recorrência de prolapso de leiomioma é incomum, mas pode ocorrer se houver ou ocorrerem outros leiomiomas submucosos.
■ Preparo da pacienteEm pacientes sem outras patologias, não há necessidade de grande preparação para o pro-cedimento. Contudo, na eventualidade de anemia moderada a grave, devem ser inicia-dos procedimentos para melhora no estado hemodinâmico se a paciente estiver sintomá-tica, instável e/ou sendo transportada para o centro cirúrgico. A anemia pode ser corrigida por transfusão sanguínea, terapia com ferro, ou ambas. O tratamento para reposição varia a cada paciente de acordo com o quadro clí-nico e foi discutido detalhadamente no Capí-tulo 40 (p. 1.006). Se houver febre e suspeita de infecção do leiomioma em prolapso ou do trato genital inferior, deve-se iniciar antibioti-coterapia de amplo espectro antes da miomec-tomia por via vaginal. As opções adequadas são encontradas na Tabela 3-31 (p. 103).
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passage: Considerações do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG, 2015)Quando considerado o tipo de cirurgia bariátrica mais adequado para a mulher em idade reprodutiva, osbenefícios a longo prazo da derivação gástrica na redução de peso, no tratamento do diabetes e no aumentoda fertilidade devem ser confrontados com o perfil nutricional mais desejável da gastrectomia vertical e dabanda gástricaA gastrectomia vertical se associa com menor risco de anemia, deficiência de micronutrientes e de vitaminasdurante a gravidez, quando comparada à derivação gástrica e à derivação biliopancreática. Embora aderivação gástrica não leve à má absorção de macronutrientes, a manutenção de nutrição adequada nagravidez está potencialmente influenciada pela redução na absorção das vitaminas lipossolúveis,especialmente da vitamina A. Todas as pacientes devem ser advertidas da necessidade de suplementaçãovitamínica a longo prazo, embora a adesão a esse conselho tenha se revelado pobre.
Bariatric surgery and pregnancy. ACOG Practice Bulletin No105. Obstet Gynecol 2009; 113: 1405.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Weigth gain during pregnancy. ACOG Committee OpinionNo 548. Obstet Gynecol 2013a; 121: 210.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Obesity in pregnancy. ACOG Committee Opinion No 549.
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passage: Dentre as informações citadas em bula, ressaltamos que este medicamento é contraindicado para pacientes com distúrbio tromboembólico venoso ativo. Quanto às interações medicamentosas, a administração concomitante com indutores de enzimas microssomais, especificamente enzimas do citocromo P450, pode resultar em aumento da depuração de hormônios sexuais.
Nota: antes de prescrever o produto, recomendamos a leitura da Circularaos Médicos (bula) completa para informações detalhadas.
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
WOMN-1201005-0000 PRODUZIDO EM NOVEMBRO/2016 VÁLIDO POR 2 ANOS### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetrícia
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passage: ■ ConsentimentoAssim como para a abordagem a céu aberto, os riscos associados ao procedimento incluem perda sanguínea e necessidade de transfusão, anexectomia não planejada e lesão de outros órgãos pélvicos, particularmente bexiga, ure-ter e intestino. Dentre as complicações espe-cificamente relacionadas com a laparoscopia estão lesão de grandes vasos, bexiga e intestino durante a instalação do trocarte (p. 1.097).
Com a histerectomia supracervical é possível que haja retenção de endométrio no segmento inferior do útero. Consequen-temente, há risco de sangramento cíclico a longo prazo. As taxas citadas nos primeiros trabalhos publicados chegaram a 24%, mas têm sido mais baixas em estudos mais recen-tes, variando entre 5 e 10% (Okaro, 2001; Sarmini, 2005; Schmidt, 2011; van der Stege, 1999). As técnicas com maior ressecção de te-cido do segmento inferior do útero e proxi-mal da endocérvice parecem reduzir o risco de sangramento a longo prazo (Schmidt, 2011; Wenger, 2006).
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passage: ▶ Líquidos intravenosos.
Em geral serão administrados 1 a 2 ℓ de solução cristaloide (Ringer com lactato ousolução salina 0,9%) durante e imediatamente após a operação, sob monitoramento contínuo da frequência e doritmo cardíacos, da pressão arterial, da oximetria, da capnometria e da diurese. Na cirurgia e na sala derecuperação serão monitoradas atentamente a pressão arterial e a diurese (Cunningham et al.
, 2005).
▶ Tromboprofilaxia.
A cesariana é grande fator de risco para o tromboembolismo venoso. Como já referido, aprofilaxia desse evento deverá seguir as orientações da Tabela 97.2.
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: ■ ConsentimentoO risco de complicações para miomectomia por via vaginal é baixo. É possível haver res-secção da parede uterina com possibilidade de lesão concomitante de órgão intra-abdominal. Sangramento incontrolável e insucesso no procedimento são outros riscos potenciais. A possibilidade de histerectomia e suas conse-quências devem ser antecipadamente discuti-das com a paciente. A recorrência de prolapso de leiomioma é incomum, mas pode ocorrer se houver ou ocorrerem outros leiomiomas submucosos.
■ Preparo da pacienteEm pacientes sem outras patologias, não há necessidade de grande preparação para o pro-cedimento. Contudo, na eventualidade de anemia moderada a grave, devem ser inicia-dos procedimentos para melhora no estado hemodinâmico se a paciente estiver sintomá-tica, instável e/ou sendo transportada para o centro cirúrgico. A anemia pode ser corrigida por transfusão sanguínea, terapia com ferro, ou ambas. O tratamento para reposição varia a cada paciente de acordo com o quadro clí-nico e foi discutido detalhadamente no Capí-tulo 40 (p. 1.006). Se houver febre e suspeita de infecção do leiomioma em prolapso ou do trato genital inferior, deve-se iniciar antibioti-coterapia de amplo espectro antes da miomec-tomia por via vaginal. As opções adequadas são encontradas na Tabela 3-31 (p. 103).
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passage: Considerações do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG, 2015)Quando considerado o tipo de cirurgia bariátrica mais adequado para a mulher em idade reprodutiva, osbenefícios a longo prazo da derivação gástrica na redução de peso, no tratamento do diabetes e no aumentoda fertilidade devem ser confrontados com o perfil nutricional mais desejável da gastrectomia vertical e dabanda gástricaA gastrectomia vertical se associa com menor risco de anemia, deficiência de micronutrientes e de vitaminasdurante a gravidez, quando comparada à derivação gástrica e à derivação biliopancreática. Embora aderivação gástrica não leve à má absorção de macronutrientes, a manutenção de nutrição adequada nagravidez está potencialmente influenciada pela redução na absorção das vitaminas lipossolúveis,especialmente da vitamina A. Todas as pacientes devem ser advertidas da necessidade de suplementaçãovitamínica a longo prazo, embora a adesão a esse conselho tenha se revelado pobre.
Bariatric surgery and pregnancy. ACOG Practice Bulletin No105. Obstet Gynecol 2009; 113: 1405.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Weigth gain during pregnancy. ACOG Committee OpinionNo 548. Obstet Gynecol 2013a; 121: 210.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Obesity in pregnancy. ACOG Committee Opinion No 549.
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passage: Dentre as informações citadas em bula, ressaltamos que este medicamento é contraindicado para pacientes com distúrbio tromboembólico venoso ativo. Quanto às interações medicamentosas, a administração concomitante com indutores de enzimas microssomais, especificamente enzimas do citocromo P450, pode resultar em aumento da depuração de hormônios sexuais.
Nota: antes de prescrever o produto, recomendamos a leitura da Circularaos Médicos (bula) completa para informações detalhadas.
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
WOMN-1201005-0000 PRODUZIDO EM NOVEMBRO/2016 VÁLIDO POR 2 ANOS### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetrícia
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passage: ■ ConsentimentoAssim como para a abordagem a céu aberto, os riscos associados ao procedimento incluem perda sanguínea e necessidade de transfusão, anexectomia não planejada e lesão de outros órgãos pélvicos, particularmente bexiga, ure-ter e intestino. Dentre as complicações espe-cificamente relacionadas com a laparoscopia estão lesão de grandes vasos, bexiga e intestino durante a instalação do trocarte (p. 1.097).
Com a histerectomia supracervical é possível que haja retenção de endométrio no segmento inferior do útero. Consequen-temente, há risco de sangramento cíclico a longo prazo. As taxas citadas nos primeiros trabalhos publicados chegaram a 24%, mas têm sido mais baixas em estudos mais recen-tes, variando entre 5 e 10% (Okaro, 2001; Sarmini, 2005; Schmidt, 2011; van der Stege, 1999). As técnicas com maior ressecção de te-cido do segmento inferior do útero e proxi-mal da endocérvice parecem reduzir o risco de sangramento a longo prazo (Schmidt, 2011; Wenger, 2006).
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passage: ▶ Líquidos intravenosos.
Em geral serão administrados 1 a 2 ℓ de solução cristaloide (Ringer com lactato ousolução salina 0,9%) durante e imediatamente após a operação, sob monitoramento contínuo da frequência e doritmo cardíacos, da pressão arterial, da oximetria, da capnometria e da diurese. Na cirurgia e na sala derecuperação serão monitoradas atentamente a pressão arterial e a diurese (Cunningham et al.
, 2005).
▶ Tromboprofilaxia.
A cesariana é grande fator de risco para o tromboembolismo venoso. Como já referido, aprofilaxia desse evento deverá seguir as orientações da Tabela 97.2.
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passage: ■ Outros preparosO risco de lesão intestinal é baixo com esse procedimento e normalmente não se indica preparo intestinal a não ser que se antecipem aderências extensivas. Como há risco de con-versão para histerectomia, deve-se proceder ao preparo vaginal imediatamente antes da insta-lação do campo cirúrgico. Nas pacientes sendo submetidas a cirurgia ginecológica laparoscópi-ca, a decisão de realizar profilaxia contra trom-boembolismo deve ser tomada em função de fatores de risco da paciente e relacionados com o procedimento a ser realizado (Geerts, 2008). Assim, quando se estiver antecipando cirurgia prolongada ou possibilidade de conversão a la-parotomia, ou quando houver riscos anteriores de TEV , as medidas profiláticas descritas na Ta-bela 39-9 (p. 962) devem ser adotadas.
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: ■ ConsentimentoO risco de complicações para miomectomia por via vaginal é baixo. É possível haver res-secção da parede uterina com possibilidade de lesão concomitante de órgão intra-abdominal. Sangramento incontrolável e insucesso no procedimento são outros riscos potenciais. A possibilidade de histerectomia e suas conse-quências devem ser antecipadamente discuti-das com a paciente. A recorrência de prolapso de leiomioma é incomum, mas pode ocorrer se houver ou ocorrerem outros leiomiomas submucosos.
■ Preparo da pacienteEm pacientes sem outras patologias, não há necessidade de grande preparação para o pro-cedimento. Contudo, na eventualidade de anemia moderada a grave, devem ser inicia-dos procedimentos para melhora no estado hemodinâmico se a paciente estiver sintomá-tica, instável e/ou sendo transportada para o centro cirúrgico. A anemia pode ser corrigida por transfusão sanguínea, terapia com ferro, ou ambas. O tratamento para reposição varia a cada paciente de acordo com o quadro clí-nico e foi discutido detalhadamente no Capí-tulo 40 (p. 1.006). Se houver febre e suspeita de infecção do leiomioma em prolapso ou do trato genital inferior, deve-se iniciar antibioti-coterapia de amplo espectro antes da miomec-tomia por via vaginal. As opções adequadas são encontradas na Tabela 3-31 (p. 103).
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passage: Considerações do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG, 2015)Quando considerado o tipo de cirurgia bariátrica mais adequado para a mulher em idade reprodutiva, osbenefícios a longo prazo da derivação gástrica na redução de peso, no tratamento do diabetes e no aumentoda fertilidade devem ser confrontados com o perfil nutricional mais desejável da gastrectomia vertical e dabanda gástricaA gastrectomia vertical se associa com menor risco de anemia, deficiência de micronutrientes e de vitaminasdurante a gravidez, quando comparada à derivação gástrica e à derivação biliopancreática. Embora aderivação gástrica não leve à má absorção de macronutrientes, a manutenção de nutrição adequada nagravidez está potencialmente influenciada pela redução na absorção das vitaminas lipossolúveis,especialmente da vitamina A. Todas as pacientes devem ser advertidas da necessidade de suplementaçãovitamínica a longo prazo, embora a adesão a esse conselho tenha se revelado pobre.
Bariatric surgery and pregnancy. ACOG Practice Bulletin No105. Obstet Gynecol 2009; 113: 1405.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Weigth gain during pregnancy. ACOG Committee OpinionNo 548. Obstet Gynecol 2013a; 121: 210.
American College of Obstetricians and Gynecologists. Obesity in pregnancy. ACOG Committee Opinion No 549.
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passage: Dentre as informações citadas em bula, ressaltamos que este medicamento é contraindicado para pacientes com distúrbio tromboembólico venoso ativo. Quanto às interações medicamentosas, a administração concomitante com indutores de enzimas microssomais, especificamente enzimas do citocromo P450, pode resultar em aumento da depuração de hormônios sexuais.
Nota: antes de prescrever o produto, recomendamos a leitura da Circularaos Médicos (bula) completa para informações detalhadas.
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
WOMN-1201005-0000 PRODUZIDO EM NOVEMBRO/2016 VÁLIDO POR 2 ANOS### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetrícia
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passage: ■ ConsentimentoAssim como para a abordagem a céu aberto, os riscos associados ao procedimento incluem perda sanguínea e necessidade de transfusão, anexectomia não planejada e lesão de outros órgãos pélvicos, particularmente bexiga, ure-ter e intestino. Dentre as complicações espe-cificamente relacionadas com a laparoscopia estão lesão de grandes vasos, bexiga e intestino durante a instalação do trocarte (p. 1.097).
Com a histerectomia supracervical é possível que haja retenção de endométrio no segmento inferior do útero. Consequen-temente, há risco de sangramento cíclico a longo prazo. As taxas citadas nos primeiros trabalhos publicados chegaram a 24%, mas têm sido mais baixas em estudos mais recen-tes, variando entre 5 e 10% (Okaro, 2001; Sarmini, 2005; Schmidt, 2011; van der Stege, 1999). As técnicas com maior ressecção de te-cido do segmento inferior do útero e proxi-mal da endocérvice parecem reduzir o risco de sangramento a longo prazo (Schmidt, 2011; Wenger, 2006).
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passage: ▶ Líquidos intravenosos.
Em geral serão administrados 1 a 2 ℓ de solução cristaloide (Ringer com lactato ousolução salina 0,9%) durante e imediatamente após a operação, sob monitoramento contínuo da frequência e doritmo cardíacos, da pressão arterial, da oximetria, da capnometria e da diurese. Na cirurgia e na sala derecuperação serão monitoradas atentamente a pressão arterial e a diurese (Cunningham et al.
, 2005).
▶ Tromboprofilaxia.
A cesariana é grande fator de risco para o tromboembolismo venoso. Como já referido, aprofilaxia desse evento deverá seguir as orientações da Tabela 97.2.
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passage: ■ Outros preparosO risco de lesão intestinal é baixo com esse procedimento e normalmente não se indica preparo intestinal a não ser que se antecipem aderências extensivas. Como há risco de con-versão para histerectomia, deve-se proceder ao preparo vaginal imediatamente antes da insta-lação do campo cirúrgico. Nas pacientes sendo submetidas a cirurgia ginecológica laparoscópi-ca, a decisão de realizar profilaxia contra trom-boembolismo deve ser tomada em função de fatores de risco da paciente e relacionados com o procedimento a ser realizado (Geerts, 2008). Assim, quando se estiver antecipando cirurgia prolongada ou possibilidade de conversão a la-parotomia, ou quando houver riscos anteriores de TEV , as medidas profiláticas descritas na Ta-bela 39-9 (p. 962) devem ser adotadas.
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passage: Ivete de Ávila2Márcia Cristina França Ferreira1Bernardo Lasmar3Manoel Orlando Costa Gonçalves4Marco Aurélio Pinho de Oliveira5Patrick Bellelis4Sergio Podgaec4DescritoresAdenomiose; Dor pélvica; Sangramento uterino; HisterectomiaComo citar? Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, et al. Adenomiose. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 31/ Comissão Nacional Especializada em Endometriose).
Introdução Adenomiose é uma alteração benigna do útero que, histologicamen-te, caracteriza invasão benigna do endométrio no miométrio, além de 2,5 mm de profundidade ou, no mínimo, um campo microscó -pio de grande aumento distante da camada basal do endométrio, 1Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil. 2Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
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Olá! Entendo sua preocupação com o aumento do fluxo menstrual após o início do uso do Dienogeste e a proximidade da sua cirurgia de varizes. É importante conversarmos sobre isso para garantir sua segurança e bem-estar.
Primeiramente, é preciso entender que o Dienogeste é um medicamento que busca controlar os sintomas da adenomiose, mas nem sempre ele funciona da mesma forma para todas as mulheres. O aumento do fluxo menstrual, infelizmente, pode ser um efeito colateral em algumas pacientes, principalmente no início do tratamento. Embora o Dienogeste possa ser eficaz para muitas mulheres com adenomiose, controlando o crescimento do tecido endometrial e reduzindo a inflamação, cada organismo reage de uma forma.
Agora, falando sobre a cirurgia de varizes, é fundamental considerar alguns pontos:
* **Aumento do fluxo menstrual:** O aumento do sangramento menstrual pode levar à anemia, o que pode aumentar os riscos da cirurgia. É importante avaliar seus níveis de hemoglobina e, se necessário, corrigi-los antes do procedimento.
* **Dienogeste e coagulação:** É importante discutir com seu cirurgião vascular e com seu ginecologista sobre o uso do Dienogeste, pois alguns medicamentos hormonais podem influenciar a coagulação sanguínea. Embora o Dienogeste isoladamente não seja classicamente associado a um aumento significativo do risco de trombose como os anticoncepcionais combinados, é sempre bom ter cautela e avaliar seu risco individual, principalmente considerando que a cirurgia de varizes já apresenta um risco inerente de trombose.
* **Opções:** É importante discutir com seu ginecologista sobre as opções para controlar o sangramento antes da cirurgia, como ajustar a dose do Dienogeste (se possível), adicionar um medicamento para ajudar a controlar o sangramento ou, em alguns casos, considerar interromper temporariamente o Dienogeste, sempre sob orientação médica.
* **Comunicação entre os médicos:** O mais importante é que seus médicos (ginecologista e cirurgião vascular) conversem entre si para alinhar as condutas e garantir que a cirurgia seja realizada da forma mais segura possível. Eles poderão avaliar seus exames, histórico clínico e definir a melhor estratégia para você.
Lembre-se que existem outras opções de tratamento para a adenomiose, como o SIU-LNG (Sistema Intrauterino de Levonorgestrel), que pode ser uma alternativa ao Dienogeste, e, em casos mais graves, a cirurgia conservadora ou histerectomia podem ser consideradas.
Não hesite em entrar em contato com seu ginecologista para relatar o aumento do fluxo menstrual e discutir as melhores opções para você, tanto em relação à adenomiose quanto à cirurgia de varizes.
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17,096
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Minha esposa passou por uma gravidez anembrionária. Isso pode dificultar uma gravidez saudável no futuro?
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Olá, sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. A sua avaliação clínica, considerando sua história médica, queixas e exame físico, é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. Se deseja engravidar, use ácido fólico e realize os exames de rotina. Qual é a idade da sua esposa? Acima dos 35 anos, ocorre uma redução da fertilidade, o que pode resultar em maior dificuldade para engravidar, aumento do risco de malformações e abortos. A principal causa de abortos são as aneuploidias ou malformações. Aproximadamente 15% das gestações podem evoluir para aborto. Após uma gravidez anembrionada, a grande chance é que uma nova gravidez evolua bem, desde que não existam outras causas para o aborto. Converse com o seu médico, agende a sua consulta e esclareça suas dúvidas.
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passage: Gravidez anembrionária: o que é, como identificar e o que fazer O que é: Gravidez anembrionária é quando o óvulo fertilizado se implanta no útero da mulher mas não desenvolve um embrião, gerando um saco gestacional vazio. É considerada uma das principais causas de aborto espontâneo durante o primeiro trimestre, porém não é comum de acontecer. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Na gravidez anembrionária, o corpo continua agindo como se a mulher estivesse grávida, por isso, se for feito um teste de gravidez é possível obter um resultado positivo, pois a placenta está se desenvolvendo e produzindo os hormônios necessários para a gestação. Além disso, também é possível que a mulher tenha alguns sintomas clássicos de gravidez, como enjoos, cansaço e mamas doloridas. No entanto, até ao fim dos primeiros 3 meses de gravidez, o corpo irá identificar que não existe um embrião no interior do saco gestacional e terminará a gravidez naturalmente, causando um aborto. Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto
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passage: Gravidez anembrionária: o que é, como identificar e o que fazer O que é: Gravidez anembrionária é quando o óvulo fertilizado se implanta no útero da mulher mas não desenvolve um embrião, gerando um saco gestacional vazio. É considerada uma das principais causas de aborto espontâneo durante o primeiro trimestre, porém não é comum de acontecer. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Na gravidez anembrionária, o corpo continua agindo como se a mulher estivesse grávida, por isso, se for feito um teste de gravidez é possível obter um resultado positivo, pois a placenta está se desenvolvendo e produzindo os hormônios necessários para a gestação. Além disso, também é possível que a mulher tenha alguns sintomas clássicos de gravidez, como enjoos, cansaço e mamas doloridas. No entanto, até ao fim dos primeiros 3 meses de gravidez, o corpo irá identificar que não existe um embrião no interior do saco gestacional e terminará a gravidez naturalmente, causando um aborto. Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto
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passage: . Para mulheres que sintam melhoras da endometriose durante a gravidez, é bom saber que esses efeitos benéficos são apenas temporários, e que os sintomas de endometriose podem voltar após a gravidez. No entanto, durante a amamentação também pode ocorrer diminuição dos sintomas, já que ela inibe a liberação de estrogênio pelos ovários, suprimindo assim a ovulação e o crescimento e desenvolvimento da endometriose. Piora dos sintomas Por outros lado, a piora dos sintomas nos primeiros meses, pode dever-se ao rápido crescimento do útero, que pode provocar repuxamento das lesões do tecido, ou aos altos níveis de estrogênio, que também podem piorar os sintomas. A endometriose dificulta a gravidez? Em alguns casos, a endometriose pode dificultar a gravidez, principalmente quando o tecido endometrial se liga às trompas e impede a passagem do óvulo maduro para o útero, impedindo a concepção. No entanto, há relatos de várias mulheres que conseguiram engravidar naturalmente mesmo tendo endometriose, pois seus ovários e trompas não foram afetados pela doença e sua fertilidade ficou preservada. Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra
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passage: Gravidez anembrionária: o que é, como identificar e o que fazer O que é: Gravidez anembrionária é quando o óvulo fertilizado se implanta no útero da mulher mas não desenvolve um embrião, gerando um saco gestacional vazio. É considerada uma das principais causas de aborto espontâneo durante o primeiro trimestre, porém não é comum de acontecer. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Na gravidez anembrionária, o corpo continua agindo como se a mulher estivesse grávida, por isso, se for feito um teste de gravidez é possível obter um resultado positivo, pois a placenta está se desenvolvendo e produzindo os hormônios necessários para a gestação. Além disso, também é possível que a mulher tenha alguns sintomas clássicos de gravidez, como enjoos, cansaço e mamas doloridas. No entanto, até ao fim dos primeiros 3 meses de gravidez, o corpo irá identificar que não existe um embrião no interior do saco gestacional e terminará a gravidez naturalmente, causando um aborto. Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto
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passage: . Para mulheres que sintam melhoras da endometriose durante a gravidez, é bom saber que esses efeitos benéficos são apenas temporários, e que os sintomas de endometriose podem voltar após a gravidez. No entanto, durante a amamentação também pode ocorrer diminuição dos sintomas, já que ela inibe a liberação de estrogênio pelos ovários, suprimindo assim a ovulação e o crescimento e desenvolvimento da endometriose. Piora dos sintomas Por outros lado, a piora dos sintomas nos primeiros meses, pode dever-se ao rápido crescimento do útero, que pode provocar repuxamento das lesões do tecido, ou aos altos níveis de estrogênio, que também podem piorar os sintomas. A endometriose dificulta a gravidez? Em alguns casos, a endometriose pode dificultar a gravidez, principalmente quando o tecido endometrial se liga às trompas e impede a passagem do óvulo maduro para o útero, impedindo a concepção. No entanto, há relatos de várias mulheres que conseguiram engravidar naturalmente mesmo tendo endometriose, pois seus ovários e trompas não foram afetados pela doença e sua fertilidade ficou preservada. Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra
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passage: . Assim, a melhor forma de diagnosticar a gravidez anembrionária é durante o ultrassom feito nos primeiros 3 meses de gravidez. Nesse exame, o médico irá observar a bolsa amniótica, mas não conseguirá identificar um embrião, nem conseguirá escutar os batimentos cardíacos do feto. O que fazer e quando voltar a engravidar A gravidez anembrionária geralmente só acontece uma vez na vida da mulher, porém, é recomendado esperar até ao surgimento da primeira menstruação após o aborto, o que acontece cerca de 6 semanas depois, para voltar a tentar engravidar. Este tempo deve ser respeitado para permitir que o corpo consiga eliminar todos os resíduos do interior do útero e se recuperar corretamente para uma nova gravidez. Além disso, a mulher deve sentir-se emocionalmente recuperada do aborto, antes de tentar uma nova gravidez, pois, mesmo não sendo sua culpa, pode causar sentimentos de culpa e de perda que precisam ser ultrapassados.
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passage: Gravidez anembrionária: o que é, como identificar e o que fazer O que é: Gravidez anembrionária é quando o óvulo fertilizado se implanta no útero da mulher mas não desenvolve um embrião, gerando um saco gestacional vazio. É considerada uma das principais causas de aborto espontâneo durante o primeiro trimestre, porém não é comum de acontecer. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Na gravidez anembrionária, o corpo continua agindo como se a mulher estivesse grávida, por isso, se for feito um teste de gravidez é possível obter um resultado positivo, pois a placenta está se desenvolvendo e produzindo os hormônios necessários para a gestação. Além disso, também é possível que a mulher tenha alguns sintomas clássicos de gravidez, como enjoos, cansaço e mamas doloridas. No entanto, até ao fim dos primeiros 3 meses de gravidez, o corpo irá identificar que não existe um embrião no interior do saco gestacional e terminará a gravidez naturalmente, causando um aborto. Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto
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passage: . Para mulheres que sintam melhoras da endometriose durante a gravidez, é bom saber que esses efeitos benéficos são apenas temporários, e que os sintomas de endometriose podem voltar após a gravidez. No entanto, durante a amamentação também pode ocorrer diminuição dos sintomas, já que ela inibe a liberação de estrogênio pelos ovários, suprimindo assim a ovulação e o crescimento e desenvolvimento da endometriose. Piora dos sintomas Por outros lado, a piora dos sintomas nos primeiros meses, pode dever-se ao rápido crescimento do útero, que pode provocar repuxamento das lesões do tecido, ou aos altos níveis de estrogênio, que também podem piorar os sintomas. A endometriose dificulta a gravidez? Em alguns casos, a endometriose pode dificultar a gravidez, principalmente quando o tecido endometrial se liga às trompas e impede a passagem do óvulo maduro para o útero, impedindo a concepção. No entanto, há relatos de várias mulheres que conseguiram engravidar naturalmente mesmo tendo endometriose, pois seus ovários e trompas não foram afetados pela doença e sua fertilidade ficou preservada. Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra
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passage: . Assim, a melhor forma de diagnosticar a gravidez anembrionária é durante o ultrassom feito nos primeiros 3 meses de gravidez. Nesse exame, o médico irá observar a bolsa amniótica, mas não conseguirá identificar um embrião, nem conseguirá escutar os batimentos cardíacos do feto. O que fazer e quando voltar a engravidar A gravidez anembrionária geralmente só acontece uma vez na vida da mulher, porém, é recomendado esperar até ao surgimento da primeira menstruação após o aborto, o que acontece cerca de 6 semanas depois, para voltar a tentar engravidar. Este tempo deve ser respeitado para permitir que o corpo consiga eliminar todos os resíduos do interior do útero e se recuperar corretamente para uma nova gravidez. Além disso, a mulher deve sentir-se emocionalmente recuperada do aborto, antes de tentar uma nova gravidez, pois, mesmo não sendo sua culpa, pode causar sentimentos de culpa e de perda que precisam ser ultrapassados.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: Gravidez anembrionária: o que é, como identificar e o que fazer O que é: Gravidez anembrionária é quando o óvulo fertilizado se implanta no útero da mulher mas não desenvolve um embrião, gerando um saco gestacional vazio. É considerada uma das principais causas de aborto espontâneo durante o primeiro trimestre, porém não é comum de acontecer. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Na gravidez anembrionária, o corpo continua agindo como se a mulher estivesse grávida, por isso, se for feito um teste de gravidez é possível obter um resultado positivo, pois a placenta está se desenvolvendo e produzindo os hormônios necessários para a gestação. Além disso, também é possível que a mulher tenha alguns sintomas clássicos de gravidez, como enjoos, cansaço e mamas doloridas. No entanto, até ao fim dos primeiros 3 meses de gravidez, o corpo irá identificar que não existe um embrião no interior do saco gestacional e terminará a gravidez naturalmente, causando um aborto. Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto
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passage: . Para mulheres que sintam melhoras da endometriose durante a gravidez, é bom saber que esses efeitos benéficos são apenas temporários, e que os sintomas de endometriose podem voltar após a gravidez. No entanto, durante a amamentação também pode ocorrer diminuição dos sintomas, já que ela inibe a liberação de estrogênio pelos ovários, suprimindo assim a ovulação e o crescimento e desenvolvimento da endometriose. Piora dos sintomas Por outros lado, a piora dos sintomas nos primeiros meses, pode dever-se ao rápido crescimento do útero, que pode provocar repuxamento das lesões do tecido, ou aos altos níveis de estrogênio, que também podem piorar os sintomas. A endometriose dificulta a gravidez? Em alguns casos, a endometriose pode dificultar a gravidez, principalmente quando o tecido endometrial se liga às trompas e impede a passagem do óvulo maduro para o útero, impedindo a concepção. No entanto, há relatos de várias mulheres que conseguiram engravidar naturalmente mesmo tendo endometriose, pois seus ovários e trompas não foram afetados pela doença e sua fertilidade ficou preservada. Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra
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passage: . Assim, a melhor forma de diagnosticar a gravidez anembrionária é durante o ultrassom feito nos primeiros 3 meses de gravidez. Nesse exame, o médico irá observar a bolsa amniótica, mas não conseguirá identificar um embrião, nem conseguirá escutar os batimentos cardíacos do feto. O que fazer e quando voltar a engravidar A gravidez anembrionária geralmente só acontece uma vez na vida da mulher, porém, é recomendado esperar até ao surgimento da primeira menstruação após o aborto, o que acontece cerca de 6 semanas depois, para voltar a tentar engravidar. Este tempo deve ser respeitado para permitir que o corpo consiga eliminar todos os resíduos do interior do útero e se recuperar corretamente para uma nova gravidez. Além disso, a mulher deve sentir-se emocionalmente recuperada do aborto, antes de tentar uma nova gravidez, pois, mesmo não sendo sua culpa, pode causar sentimentos de culpa e de perda que precisam ser ultrapassados.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: . Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto. O que pode causar uma gravidez anembrionária Na maioria dos casos, a gravidez anembrionária acontece devido a uma alteração nos cromossomas que carregam os genes dentro óvulo ou do espermatozóide e, dessa forma, não é possível prevenir o desenvolvimento deste tipo de gravidez. Dessa forma, embora possa ser um choque para a gestante, ela não se deve sentir culpada pelo aborto, uma vez que não é um problema que possa ser evitado. Como identificar este tipo de gravidez É bastante difícil que a mulher consiga identificar que está tendo uma gravidez anembrionária pois todos sinais de uma gravidez normal estão presentes, como a falta de menstruação, o teste de gravidez positivo e até os primeiros sintomas de gravidez. Assim, a melhor forma de diagnosticar a gravidez anembrionária é durante o ultrassom feito nos primeiros 3 meses de gravidez. Nesse exame, o médico irá observar a bolsa amniótica, mas não conseguirá identificar um embrião, nem conseguirá escutar os batimentos cardíacos do feto
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passage: Gravidez anembrionária: o que é, como identificar e o que fazer O que é: Gravidez anembrionária é quando o óvulo fertilizado se implanta no útero da mulher mas não desenvolve um embrião, gerando um saco gestacional vazio. É considerada uma das principais causas de aborto espontâneo durante o primeiro trimestre, porém não é comum de acontecer. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Na gravidez anembrionária, o corpo continua agindo como se a mulher estivesse grávida, por isso, se for feito um teste de gravidez é possível obter um resultado positivo, pois a placenta está se desenvolvendo e produzindo os hormônios necessários para a gestação. Além disso, também é possível que a mulher tenha alguns sintomas clássicos de gravidez, como enjoos, cansaço e mamas doloridas. No entanto, até ao fim dos primeiros 3 meses de gravidez, o corpo irá identificar que não existe um embrião no interior do saco gestacional e terminará a gravidez naturalmente, causando um aborto. Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto
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passage: . Para mulheres que sintam melhoras da endometriose durante a gravidez, é bom saber que esses efeitos benéficos são apenas temporários, e que os sintomas de endometriose podem voltar após a gravidez. No entanto, durante a amamentação também pode ocorrer diminuição dos sintomas, já que ela inibe a liberação de estrogênio pelos ovários, suprimindo assim a ovulação e o crescimento e desenvolvimento da endometriose. Piora dos sintomas Por outros lado, a piora dos sintomas nos primeiros meses, pode dever-se ao rápido crescimento do útero, que pode provocar repuxamento das lesões do tecido, ou aos altos níveis de estrogênio, que também podem piorar os sintomas. A endometriose dificulta a gravidez? Em alguns casos, a endometriose pode dificultar a gravidez, principalmente quando o tecido endometrial se liga às trompas e impede a passagem do óvulo maduro para o útero, impedindo a concepção. No entanto, há relatos de várias mulheres que conseguiram engravidar naturalmente mesmo tendo endometriose, pois seus ovários e trompas não foram afetados pela doença e sua fertilidade ficou preservada. Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra
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passage: . Assim, a melhor forma de diagnosticar a gravidez anembrionária é durante o ultrassom feito nos primeiros 3 meses de gravidez. Nesse exame, o médico irá observar a bolsa amniótica, mas não conseguirá identificar um embrião, nem conseguirá escutar os batimentos cardíacos do feto. O que fazer e quando voltar a engravidar A gravidez anembrionária geralmente só acontece uma vez na vida da mulher, porém, é recomendado esperar até ao surgimento da primeira menstruação após o aborto, o que acontece cerca de 6 semanas depois, para voltar a tentar engravidar. Este tempo deve ser respeitado para permitir que o corpo consiga eliminar todos os resíduos do interior do útero e se recuperar corretamente para uma nova gravidez. Além disso, a mulher deve sentir-se emocionalmente recuperada do aborto, antes de tentar uma nova gravidez, pois, mesmo não sendo sua culpa, pode causar sentimentos de culpa e de perda que precisam ser ultrapassados.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: . Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto. O que pode causar uma gravidez anembrionária Na maioria dos casos, a gravidez anembrionária acontece devido a uma alteração nos cromossomas que carregam os genes dentro óvulo ou do espermatozóide e, dessa forma, não é possível prevenir o desenvolvimento deste tipo de gravidez. Dessa forma, embora possa ser um choque para a gestante, ela não se deve sentir culpada pelo aborto, uma vez que não é um problema que possa ser evitado. Como identificar este tipo de gravidez É bastante difícil que a mulher consiga identificar que está tendo uma gravidez anembrionária pois todos sinais de uma gravidez normal estão presentes, como a falta de menstruação, o teste de gravidez positivo e até os primeiros sintomas de gravidez. Assim, a melhor forma de diagnosticar a gravidez anembrionária é durante o ultrassom feito nos primeiros 3 meses de gravidez. Nesse exame, o médico irá observar a bolsa amniótica, mas não conseguirá identificar um embrião, nem conseguirá escutar os batimentos cardíacos do feto
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passage: Capítulo 51. A médica provavelmente iria dizer à paciente que seu embrião estava passando por uma fase crítica do seudesenvolvimento e que seria melhor para seu bebê que ela parasse de fumar. Ela provavelmente iria pedir-lhepara evitar tomar qualquer medicação sem prescrição médica durante a gestação. A médica tambémprovavelmente iria dizer que já é conhecido que o consumo elevado de cigarros causa a restrição decrescimento intrauterino e bebês com baixo peso, e que a incidência de prematuridade aumenta com onúmero de cigarros fumados. A médica também recomendaria que ela não consumisse álcool durante agestação, por causa de seus conhecidos efeitos teratogênicos (Cap. 20, Fig. 20-17).
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passage: Gravidez anembrionária: o que é, como identificar e o que fazer O que é: Gravidez anembrionária é quando o óvulo fertilizado se implanta no útero da mulher mas não desenvolve um embrião, gerando um saco gestacional vazio. É considerada uma das principais causas de aborto espontâneo durante o primeiro trimestre, porém não é comum de acontecer. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Na gravidez anembrionária, o corpo continua agindo como se a mulher estivesse grávida, por isso, se for feito um teste de gravidez é possível obter um resultado positivo, pois a placenta está se desenvolvendo e produzindo os hormônios necessários para a gestação. Além disso, também é possível que a mulher tenha alguns sintomas clássicos de gravidez, como enjoos, cansaço e mamas doloridas. No entanto, até ao fim dos primeiros 3 meses de gravidez, o corpo irá identificar que não existe um embrião no interior do saco gestacional e terminará a gravidez naturalmente, causando um aborto. Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto
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passage: . Para mulheres que sintam melhoras da endometriose durante a gravidez, é bom saber que esses efeitos benéficos são apenas temporários, e que os sintomas de endometriose podem voltar após a gravidez. No entanto, durante a amamentação também pode ocorrer diminuição dos sintomas, já que ela inibe a liberação de estrogênio pelos ovários, suprimindo assim a ovulação e o crescimento e desenvolvimento da endometriose. Piora dos sintomas Por outros lado, a piora dos sintomas nos primeiros meses, pode dever-se ao rápido crescimento do útero, que pode provocar repuxamento das lesões do tecido, ou aos altos níveis de estrogênio, que também podem piorar os sintomas. A endometriose dificulta a gravidez? Em alguns casos, a endometriose pode dificultar a gravidez, principalmente quando o tecido endometrial se liga às trompas e impede a passagem do óvulo maduro para o útero, impedindo a concepção. No entanto, há relatos de várias mulheres que conseguiram engravidar naturalmente mesmo tendo endometriose, pois seus ovários e trompas não foram afetados pela doença e sua fertilidade ficou preservada. Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra
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passage: . Assim, a melhor forma de diagnosticar a gravidez anembrionária é durante o ultrassom feito nos primeiros 3 meses de gravidez. Nesse exame, o médico irá observar a bolsa amniótica, mas não conseguirá identificar um embrião, nem conseguirá escutar os batimentos cardíacos do feto. O que fazer e quando voltar a engravidar A gravidez anembrionária geralmente só acontece uma vez na vida da mulher, porém, é recomendado esperar até ao surgimento da primeira menstruação após o aborto, o que acontece cerca de 6 semanas depois, para voltar a tentar engravidar. Este tempo deve ser respeitado para permitir que o corpo consiga eliminar todos os resíduos do interior do útero e se recuperar corretamente para uma nova gravidez. Além disso, a mulher deve sentir-se emocionalmente recuperada do aborto, antes de tentar uma nova gravidez, pois, mesmo não sendo sua culpa, pode causar sentimentos de culpa e de perda que precisam ser ultrapassados.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: . Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto. O que pode causar uma gravidez anembrionária Na maioria dos casos, a gravidez anembrionária acontece devido a uma alteração nos cromossomas que carregam os genes dentro óvulo ou do espermatozóide e, dessa forma, não é possível prevenir o desenvolvimento deste tipo de gravidez. Dessa forma, embora possa ser um choque para a gestante, ela não se deve sentir culpada pelo aborto, uma vez que não é um problema que possa ser evitado. Como identificar este tipo de gravidez É bastante difícil que a mulher consiga identificar que está tendo uma gravidez anembrionária pois todos sinais de uma gravidez normal estão presentes, como a falta de menstruação, o teste de gravidez positivo e até os primeiros sintomas de gravidez. Assim, a melhor forma de diagnosticar a gravidez anembrionária é durante o ultrassom feito nos primeiros 3 meses de gravidez. Nesse exame, o médico irá observar a bolsa amniótica, mas não conseguirá identificar um embrião, nem conseguirá escutar os batimentos cardíacos do feto
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passage: Capítulo 51. A médica provavelmente iria dizer à paciente que seu embrião estava passando por uma fase crítica do seudesenvolvimento e que seria melhor para seu bebê que ela parasse de fumar. Ela provavelmente iria pedir-lhepara evitar tomar qualquer medicação sem prescrição médica durante a gestação. A médica tambémprovavelmente iria dizer que já é conhecido que o consumo elevado de cigarros causa a restrição decrescimento intrauterino e bebês com baixo peso, e que a incidência de prematuridade aumenta com onúmero de cigarros fumados. A médica também recomendaria que ela não consumisse álcool durante agestação, por causa de seus conhecidos efeitos teratogênicos (Cap. 20, Fig. 20-17).
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passage: Nilson Ramires de Jesús1Flavia Cunha dos Santos1Guilherme Ribeiro Ramires de Jesús1DescritoresAnomalias uterinas; Más-formações mullerianas; Perdas gestacionais; Septo uterino; InfertilidadeComo citar? Magalhães AL, Jesús NR, Santos FC, Jesús GR. Más-formações uterinas e gravidez. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Obstetrícia, no. 89/ Comissão Nacional Especializada em Gestação de Alto Risco).
IntroduçãoAs más-formações uterinas, ou anomalias mullerianas congênitas, correspondem a um espectro de anormalidades causadas por fu-são embriológica defeituosa ou falhas na recanalização dos ductos mullerianos na formação de uma cavidade uterina normal. Tais anomalias são frequentemente assintomáticas, mas podem apre-sentar-se com graus variados de alterações na saúde ginecológica e obstétrica das pacientes.
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passage: Gravidez anembrionária: o que é, como identificar e o que fazer O que é: Gravidez anembrionária é quando o óvulo fertilizado se implanta no útero da mulher mas não desenvolve um embrião, gerando um saco gestacional vazio. É considerada uma das principais causas de aborto espontâneo durante o primeiro trimestre, porém não é comum de acontecer. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Na gravidez anembrionária, o corpo continua agindo como se a mulher estivesse grávida, por isso, se for feito um teste de gravidez é possível obter um resultado positivo, pois a placenta está se desenvolvendo e produzindo os hormônios necessários para a gestação. Além disso, também é possível que a mulher tenha alguns sintomas clássicos de gravidez, como enjoos, cansaço e mamas doloridas. No entanto, até ao fim dos primeiros 3 meses de gravidez, o corpo irá identificar que não existe um embrião no interior do saco gestacional e terminará a gravidez naturalmente, causando um aborto. Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto
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passage: . Para mulheres que sintam melhoras da endometriose durante a gravidez, é bom saber que esses efeitos benéficos são apenas temporários, e que os sintomas de endometriose podem voltar após a gravidez. No entanto, durante a amamentação também pode ocorrer diminuição dos sintomas, já que ela inibe a liberação de estrogênio pelos ovários, suprimindo assim a ovulação e o crescimento e desenvolvimento da endometriose. Piora dos sintomas Por outros lado, a piora dos sintomas nos primeiros meses, pode dever-se ao rápido crescimento do útero, que pode provocar repuxamento das lesões do tecido, ou aos altos níveis de estrogênio, que também podem piorar os sintomas. A endometriose dificulta a gravidez? Em alguns casos, a endometriose pode dificultar a gravidez, principalmente quando o tecido endometrial se liga às trompas e impede a passagem do óvulo maduro para o útero, impedindo a concepção. No entanto, há relatos de várias mulheres que conseguiram engravidar naturalmente mesmo tendo endometriose, pois seus ovários e trompas não foram afetados pela doença e sua fertilidade ficou preservada. Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra
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passage: . Assim, a melhor forma de diagnosticar a gravidez anembrionária é durante o ultrassom feito nos primeiros 3 meses de gravidez. Nesse exame, o médico irá observar a bolsa amniótica, mas não conseguirá identificar um embrião, nem conseguirá escutar os batimentos cardíacos do feto. O que fazer e quando voltar a engravidar A gravidez anembrionária geralmente só acontece uma vez na vida da mulher, porém, é recomendado esperar até ao surgimento da primeira menstruação após o aborto, o que acontece cerca de 6 semanas depois, para voltar a tentar engravidar. Este tempo deve ser respeitado para permitir que o corpo consiga eliminar todos os resíduos do interior do útero e se recuperar corretamente para uma nova gravidez. Além disso, a mulher deve sentir-se emocionalmente recuperada do aborto, antes de tentar uma nova gravidez, pois, mesmo não sendo sua culpa, pode causar sentimentos de culpa e de perda que precisam ser ultrapassados.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: . Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto. O que pode causar uma gravidez anembrionária Na maioria dos casos, a gravidez anembrionária acontece devido a uma alteração nos cromossomas que carregam os genes dentro óvulo ou do espermatozóide e, dessa forma, não é possível prevenir o desenvolvimento deste tipo de gravidez. Dessa forma, embora possa ser um choque para a gestante, ela não se deve sentir culpada pelo aborto, uma vez que não é um problema que possa ser evitado. Como identificar este tipo de gravidez É bastante difícil que a mulher consiga identificar que está tendo uma gravidez anembrionária pois todos sinais de uma gravidez normal estão presentes, como a falta de menstruação, o teste de gravidez positivo e até os primeiros sintomas de gravidez. Assim, a melhor forma de diagnosticar a gravidez anembrionária é durante o ultrassom feito nos primeiros 3 meses de gravidez. Nesse exame, o médico irá observar a bolsa amniótica, mas não conseguirá identificar um embrião, nem conseguirá escutar os batimentos cardíacos do feto
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passage: Capítulo 51. A médica provavelmente iria dizer à paciente que seu embrião estava passando por uma fase crítica do seudesenvolvimento e que seria melhor para seu bebê que ela parasse de fumar. Ela provavelmente iria pedir-lhepara evitar tomar qualquer medicação sem prescrição médica durante a gestação. A médica tambémprovavelmente iria dizer que já é conhecido que o consumo elevado de cigarros causa a restrição decrescimento intrauterino e bebês com baixo peso, e que a incidência de prematuridade aumenta com onúmero de cigarros fumados. A médica também recomendaria que ela não consumisse álcool durante agestação, por causa de seus conhecidos efeitos teratogênicos (Cap. 20, Fig. 20-17).
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passage: Nilson Ramires de Jesús1Flavia Cunha dos Santos1Guilherme Ribeiro Ramires de Jesús1DescritoresAnomalias uterinas; Más-formações mullerianas; Perdas gestacionais; Septo uterino; InfertilidadeComo citar? Magalhães AL, Jesús NR, Santos FC, Jesús GR. Más-formações uterinas e gravidez. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Obstetrícia, no. 89/ Comissão Nacional Especializada em Gestação de Alto Risco).
IntroduçãoAs más-formações uterinas, ou anomalias mullerianas congênitas, correspondem a um espectro de anormalidades causadas por fu-são embriológica defeituosa ou falhas na recanalização dos ductos mullerianos na formação de uma cavidade uterina normal. Tais anomalias são frequentemente assintomáticas, mas podem apre-sentar-se com graus variados de alterações na saúde ginecológica e obstétrica das pacientes.
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passage: Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015).
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passage: Gravidez anembrionária: o que é, como identificar e o que fazer O que é: Gravidez anembrionária é quando o óvulo fertilizado se implanta no útero da mulher mas não desenvolve um embrião, gerando um saco gestacional vazio. É considerada uma das principais causas de aborto espontâneo durante o primeiro trimestre, porém não é comum de acontecer. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Na gravidez anembrionária, o corpo continua agindo como se a mulher estivesse grávida, por isso, se for feito um teste de gravidez é possível obter um resultado positivo, pois a placenta está se desenvolvendo e produzindo os hormônios necessários para a gestação. Além disso, também é possível que a mulher tenha alguns sintomas clássicos de gravidez, como enjoos, cansaço e mamas doloridas. No entanto, até ao fim dos primeiros 3 meses de gravidez, o corpo irá identificar que não existe um embrião no interior do saco gestacional e terminará a gravidez naturalmente, causando um aborto. Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto
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passage: . Para mulheres que sintam melhoras da endometriose durante a gravidez, é bom saber que esses efeitos benéficos são apenas temporários, e que os sintomas de endometriose podem voltar após a gravidez. No entanto, durante a amamentação também pode ocorrer diminuição dos sintomas, já que ela inibe a liberação de estrogênio pelos ovários, suprimindo assim a ovulação e o crescimento e desenvolvimento da endometriose. Piora dos sintomas Por outros lado, a piora dos sintomas nos primeiros meses, pode dever-se ao rápido crescimento do útero, que pode provocar repuxamento das lesões do tecido, ou aos altos níveis de estrogênio, que também podem piorar os sintomas. A endometriose dificulta a gravidez? Em alguns casos, a endometriose pode dificultar a gravidez, principalmente quando o tecido endometrial se liga às trompas e impede a passagem do óvulo maduro para o útero, impedindo a concepção. No entanto, há relatos de várias mulheres que conseguiram engravidar naturalmente mesmo tendo endometriose, pois seus ovários e trompas não foram afetados pela doença e sua fertilidade ficou preservada. Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra
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passage: . Assim, a melhor forma de diagnosticar a gravidez anembrionária é durante o ultrassom feito nos primeiros 3 meses de gravidez. Nesse exame, o médico irá observar a bolsa amniótica, mas não conseguirá identificar um embrião, nem conseguirá escutar os batimentos cardíacos do feto. O que fazer e quando voltar a engravidar A gravidez anembrionária geralmente só acontece uma vez na vida da mulher, porém, é recomendado esperar até ao surgimento da primeira menstruação após o aborto, o que acontece cerca de 6 semanas depois, para voltar a tentar engravidar. Este tempo deve ser respeitado para permitir que o corpo consiga eliminar todos os resíduos do interior do útero e se recuperar corretamente para uma nova gravidez. Além disso, a mulher deve sentir-se emocionalmente recuperada do aborto, antes de tentar uma nova gravidez, pois, mesmo não sendo sua culpa, pode causar sentimentos de culpa e de perda que precisam ser ultrapassados.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: . Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto. O que pode causar uma gravidez anembrionária Na maioria dos casos, a gravidez anembrionária acontece devido a uma alteração nos cromossomas que carregam os genes dentro óvulo ou do espermatozóide e, dessa forma, não é possível prevenir o desenvolvimento deste tipo de gravidez. Dessa forma, embora possa ser um choque para a gestante, ela não se deve sentir culpada pelo aborto, uma vez que não é um problema que possa ser evitado. Como identificar este tipo de gravidez É bastante difícil que a mulher consiga identificar que está tendo uma gravidez anembrionária pois todos sinais de uma gravidez normal estão presentes, como a falta de menstruação, o teste de gravidez positivo e até os primeiros sintomas de gravidez. Assim, a melhor forma de diagnosticar a gravidez anembrionária é durante o ultrassom feito nos primeiros 3 meses de gravidez. Nesse exame, o médico irá observar a bolsa amniótica, mas não conseguirá identificar um embrião, nem conseguirá escutar os batimentos cardíacos do feto
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passage: Capítulo 51. A médica provavelmente iria dizer à paciente que seu embrião estava passando por uma fase crítica do seudesenvolvimento e que seria melhor para seu bebê que ela parasse de fumar. Ela provavelmente iria pedir-lhepara evitar tomar qualquer medicação sem prescrição médica durante a gestação. A médica tambémprovavelmente iria dizer que já é conhecido que o consumo elevado de cigarros causa a restrição decrescimento intrauterino e bebês com baixo peso, e que a incidência de prematuridade aumenta com onúmero de cigarros fumados. A médica também recomendaria que ela não consumisse álcool durante agestação, por causa de seus conhecidos efeitos teratogênicos (Cap. 20, Fig. 20-17).
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passage: Nilson Ramires de Jesús1Flavia Cunha dos Santos1Guilherme Ribeiro Ramires de Jesús1DescritoresAnomalias uterinas; Más-formações mullerianas; Perdas gestacionais; Septo uterino; InfertilidadeComo citar? Magalhães AL, Jesús NR, Santos FC, Jesús GR. Más-formações uterinas e gravidez. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Obstetrícia, no. 89/ Comissão Nacional Especializada em Gestação de Alto Risco).
IntroduçãoAs más-formações uterinas, ou anomalias mullerianas congênitas, correspondem a um espectro de anormalidades causadas por fu-são embriológica defeituosa ou falhas na recanalização dos ductos mullerianos na formação de uma cavidade uterina normal. Tais anomalias são frequentemente assintomáticas, mas podem apre-sentar-se com graus variados de alterações na saúde ginecológica e obstétrica das pacientes.
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passage: Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015).
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passage: . Por isso, o ideal é consultar o ginecologista ou clínico geral que indicou o exame para avaliar mais detalhadamente o seu resultado. Posso engravidar com útero em anteversoflexão? Sim, quem tem o útero em anteversoflexão pode engravidar. A anteversoflexão é apenas uma variação normal da posição do útero e não impede nem dificulta a gravidez. Mesmo seja identificado que o útero está em medioversão ou retroversão, nenhuma dessas posições uterinas normalmente dificulta a gravidez. No entanto, o útero retrovertido pode estar relacionado com doenças, como endometriose ou doença inflamatória pélvica, que podem afetar a fertilidade.
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passage: Gravidez anembrionária: o que é, como identificar e o que fazer O que é: Gravidez anembrionária é quando o óvulo fertilizado se implanta no útero da mulher mas não desenvolve um embrião, gerando um saco gestacional vazio. É considerada uma das principais causas de aborto espontâneo durante o primeiro trimestre, porém não é comum de acontecer. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Na gravidez anembrionária, o corpo continua agindo como se a mulher estivesse grávida, por isso, se for feito um teste de gravidez é possível obter um resultado positivo, pois a placenta está se desenvolvendo e produzindo os hormônios necessários para a gestação. Além disso, também é possível que a mulher tenha alguns sintomas clássicos de gravidez, como enjoos, cansaço e mamas doloridas. No entanto, até ao fim dos primeiros 3 meses de gravidez, o corpo irá identificar que não existe um embrião no interior do saco gestacional e terminará a gravidez naturalmente, causando um aborto. Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto
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passage: . Para mulheres que sintam melhoras da endometriose durante a gravidez, é bom saber que esses efeitos benéficos são apenas temporários, e que os sintomas de endometriose podem voltar após a gravidez. No entanto, durante a amamentação também pode ocorrer diminuição dos sintomas, já que ela inibe a liberação de estrogênio pelos ovários, suprimindo assim a ovulação e o crescimento e desenvolvimento da endometriose. Piora dos sintomas Por outros lado, a piora dos sintomas nos primeiros meses, pode dever-se ao rápido crescimento do útero, que pode provocar repuxamento das lesões do tecido, ou aos altos níveis de estrogênio, que também podem piorar os sintomas. A endometriose dificulta a gravidez? Em alguns casos, a endometriose pode dificultar a gravidez, principalmente quando o tecido endometrial se liga às trompas e impede a passagem do óvulo maduro para o útero, impedindo a concepção. No entanto, há relatos de várias mulheres que conseguiram engravidar naturalmente mesmo tendo endometriose, pois seus ovários e trompas não foram afetados pela doença e sua fertilidade ficou preservada. Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra
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passage: . Assim, a melhor forma de diagnosticar a gravidez anembrionária é durante o ultrassom feito nos primeiros 3 meses de gravidez. Nesse exame, o médico irá observar a bolsa amniótica, mas não conseguirá identificar um embrião, nem conseguirá escutar os batimentos cardíacos do feto. O que fazer e quando voltar a engravidar A gravidez anembrionária geralmente só acontece uma vez na vida da mulher, porém, é recomendado esperar até ao surgimento da primeira menstruação após o aborto, o que acontece cerca de 6 semanas depois, para voltar a tentar engravidar. Este tempo deve ser respeitado para permitir que o corpo consiga eliminar todos os resíduos do interior do útero e se recuperar corretamente para uma nova gravidez. Além disso, a mulher deve sentir-se emocionalmente recuperada do aborto, antes de tentar uma nova gravidez, pois, mesmo não sendo sua culpa, pode causar sentimentos de culpa e de perda que precisam ser ultrapassados.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: . Por vezes, este processo é muito rápido, acontecendo em poucos dias e, por isso, é possível que a mulher nem perceba que esteve grávida. Veja quais os sintomas de aborto. O que pode causar uma gravidez anembrionária Na maioria dos casos, a gravidez anembrionária acontece devido a uma alteração nos cromossomas que carregam os genes dentro óvulo ou do espermatozóide e, dessa forma, não é possível prevenir o desenvolvimento deste tipo de gravidez. Dessa forma, embora possa ser um choque para a gestante, ela não se deve sentir culpada pelo aborto, uma vez que não é um problema que possa ser evitado. Como identificar este tipo de gravidez É bastante difícil que a mulher consiga identificar que está tendo uma gravidez anembrionária pois todos sinais de uma gravidez normal estão presentes, como a falta de menstruação, o teste de gravidez positivo e até os primeiros sintomas de gravidez. Assim, a melhor forma de diagnosticar a gravidez anembrionária é durante o ultrassom feito nos primeiros 3 meses de gravidez. Nesse exame, o médico irá observar a bolsa amniótica, mas não conseguirá identificar um embrião, nem conseguirá escutar os batimentos cardíacos do feto
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passage: Capítulo 51. A médica provavelmente iria dizer à paciente que seu embrião estava passando por uma fase crítica do seudesenvolvimento e que seria melhor para seu bebê que ela parasse de fumar. Ela provavelmente iria pedir-lhepara evitar tomar qualquer medicação sem prescrição médica durante a gestação. A médica tambémprovavelmente iria dizer que já é conhecido que o consumo elevado de cigarros causa a restrição decrescimento intrauterino e bebês com baixo peso, e que a incidência de prematuridade aumenta com onúmero de cigarros fumados. A médica também recomendaria que ela não consumisse álcool durante agestação, por causa de seus conhecidos efeitos teratogênicos (Cap. 20, Fig. 20-17).
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passage: Nilson Ramires de Jesús1Flavia Cunha dos Santos1Guilherme Ribeiro Ramires de Jesús1DescritoresAnomalias uterinas; Más-formações mullerianas; Perdas gestacionais; Septo uterino; InfertilidadeComo citar? Magalhães AL, Jesús NR, Santos FC, Jesús GR. Más-formações uterinas e gravidez. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Obstetrícia, no. 89/ Comissão Nacional Especializada em Gestação de Alto Risco).
IntroduçãoAs más-formações uterinas, ou anomalias mullerianas congênitas, correspondem a um espectro de anormalidades causadas por fu-são embriológica defeituosa ou falhas na recanalização dos ductos mullerianos na formação de uma cavidade uterina normal. Tais anomalias são frequentemente assintomáticas, mas podem apre-sentar-se com graus variados de alterações na saúde ginecológica e obstétrica das pacientes.
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passage: Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015).
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passage: . Por isso, o ideal é consultar o ginecologista ou clínico geral que indicou o exame para avaliar mais detalhadamente o seu resultado. Posso engravidar com útero em anteversoflexão? Sim, quem tem o útero em anteversoflexão pode engravidar. A anteversoflexão é apenas uma variação normal da posição do útero e não impede nem dificulta a gravidez. Mesmo seja identificado que o útero está em medioversão ou retroversão, nenhuma dessas posições uterinas normalmente dificulta a gravidez. No entanto, o útero retrovertido pode estar relacionado com doenças, como endometriose ou doença inflamatória pélvica, que podem afetar a fertilidade.
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passage: A histerossalpingografia também pode definir a presença de anomalias no desenvolvimento uterino (Fig. 19-8). A identifica-ção de útero em forma de Y à HSG pode representar septo ute-rino ou útero bicorno. Nesses casos, a silhueta externa do fundo uterino deve ser avaliada com RM, ultrassonografia de alta reso-lução, ultrassonografia 3-D ou laparoscopia. O contorno liso é consistente com septo uterino. T rata-se de distinção importante uma vez que o septo normalmente é retirado, ao passo que o útero bicorno geralmente não é tratado. De forma geral, as ano-malias uterinas não causam infertilidade, mas estão associadas a abortamento espontâneo ou perda fetal tardia, o que cria um dilema de condução. Por isso, é razoável tratar cirurgicamente algumas anomalias uterinas na tentativa de melhorar a evolução gestacional. Contudo, o casal deve ser informado de que a con-cepção propriamente dita talvez não seja afetada. Uma discussão mais aprofundada sobre os efeitos das anomalias congênitas na fertilidade pode ser encontrada no Capítulo 18.
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Compreendo sua preocupação e a tristeza que vocês devem estar sentindo. A gravidez anembrionária é uma situação difícil, mas é importante saber que, na maioria dos casos, ela não impede que sua esposa tenha uma gravidez saudável no futuro.
Geralmente, a gravidez anembrionária acontece devido a alterações cromossômicas no óvulo ou espermatozoide, o que impede o desenvolvimento do embrião. Não é algo que ela poderia ter evitado ou que seja culpa dela. É uma ocorrência relativamente comum e, na maioria das vezes, isolada.
Após a gravidez anembrionária, o corpo precisa de tempo para se recuperar. Recomenda-se esperar pelo menos até a primeira menstruação após o aborto, que geralmente acontece cerca de seis semanas depois, antes de tentar engravidar novamente. Esse período permite que o útero se recupere completamente e elimine qualquer resíduo.
Além da recuperação física, é fundamental que sua esposa se sinta emocionalmente preparada para tentar engravidar novamente. A perda de uma gravidez, mesmo que no início, pode gerar sentimentos de tristeza e luto. É importante que ela tenha tempo para processar esses sentimentos e se sentir confiante para tentar novamente.
Embora a gravidez anembrionária não costuma causar problemas de fertilidade a longo prazo, é sempre bom consultar um especialista em reprodução humana se houver outras preocupações ou histórico de dificuldades para engravidar. Em alguns casos, como em mulheres com endometriose (uma condição em que o tecido do útero cresce fora dele), a endometriose pode dificultar a gravidez em alguns casos, principalmente quando afeta as trompas. Mas mesmo assim, existem muitos relatos de mulheres com endometriose que engravidam naturalmente ou com o auxílio de tratamentos.
É importante também que sua esposa mantenha hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada, prática de exercícios físicos regulares (com orientação médica) e evitar o consumo de álcool e cigarro. Se ela estiver tomando alguma medicação, é fundamental conversar com o médico sobre a segurança durante a gravidez.
Lembre-se, estou aqui para apoiá-los durante este período. Se tiverem mais dúvidas ou precisarem de aconselhamento adicional, não hesitem em perguntar. Com paciência, cuidado e o acompanhamento médico adequado, as chances de uma gravidez saudável no futuro são muito boas.
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Antes de engravidar, tive IGG e IGM positivos, indicando uma infecção antiga e não recente. Quando engravidei, os dois resultados continuaram positivos, mas o médico não me orientou sobre medicação. Agora, com algumas semanas de gestação, os exames continuam positivos e a avidez mostrou que é uma infecção antiga. Comecei a medicação, mas o bebê corre risco?
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Olá! Se você já tinha exames positivos antes da gravidez, essa infecção realmente é antiga. Não há risco para o seu bebê e nenhum tratamento é necessário para você e seu filho. Converse com seu médico, esclareça suas dúvidas e discuta seu tratamento. Faça o pré-natal corretamente. O exame do IGM pode demorar mais de um ano para negativar, e mesmo assim, isso não significa que é uma infecção recente.
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passage: Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum.
A repetição da sorologia, 2 a 3 semanas mais tarde, confirma a infecção aguda quando os títulos de IgG seelevam, no mínimo, 4 vezes. A soroconversão de mulheres com a sorologia negativa na primeira consulta pré-natal atesta a infecção primária em bases mais sólidas.
Para avaliar o risco de infecção fetal, é muito importante identificar quando a infecção ocorreu na gravidez.
O teste de avidez IgG é um procedimento muito utilizado atualmente para mulheres com IgM positivo noprimeiro trimestre. Ao fornecer resultado alta avidez (> 60%), indicaria infecção antiga (> 3 meses), ocorrida,portanto, fora da gestação; a baixa avidez indica infecção recente (< 3 meses). Existem testes comercializadosde avidez IgG para toxoplasmose, rubéola e citomegalovírus (CMV).
Contudo, o padrão-ouro para o diagnóstico da infecção fetal é a reação em cadeia da polimerase no líquidoamniótico (PCR-LA). A PCR-LA geralmente está indicada após 18 a 21 semanas de gestação e decorridas 4 a 6semanas da infecção materna, pois somente nessas condições mostraria boa sensibilidade.
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passage: Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum.
A repetição da sorologia, 2 a 3 semanas mais tarde, confirma a infecção aguda quando os títulos de IgG seelevam, no mínimo, 4 vezes. A soroconversão de mulheres com a sorologia negativa na primeira consulta pré-natal atesta a infecção primária em bases mais sólidas.
Para avaliar o risco de infecção fetal, é muito importante identificar quando a infecção ocorreu na gravidez.
O teste de avidez IgG é um procedimento muito utilizado atualmente para mulheres com IgM positivo noprimeiro trimestre. Ao fornecer resultado alta avidez (> 60%), indicaria infecção antiga (> 3 meses), ocorrida,portanto, fora da gestação; a baixa avidez indica infecção recente (< 3 meses). Existem testes comercializadosde avidez IgG para toxoplasmose, rubéola e citomegalovírus (CMV).
Contudo, o padrão-ouro para o diagnóstico da infecção fetal é a reação em cadeia da polimerase no líquidoamniótico (PCR-LA). A PCR-LA geralmente está indicada após 18 a 21 semanas de gestação e decorridas 4 a 6semanas da infecção materna, pois somente nessas condições mostraria boa sensibilidade.
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passage: • Ig G positivo e Ig M negativo, com história clinica da doença e teste da avidez mostran-do período provável de infecção dentro da gestação.
Teste da Avidez – Menor que 30% – infecção a me-nos de 6 meses. Maior que 60% – infecção a mais de 6 meses.
Conduta na gestaçãoTratamento: Imediatamente após a suspeição, mes-mo aguardando confirmação ou já com diagnóstico obtido deve-se iniciar o uso de Espiramicina (via oral) na dose de 3,0 gramas/dia (1g de 8/8 horas). Rastreamento da contaminação fetal: pode ser não invasivo, através de achados ultrassonográficos que indiquem doença fetal (calcificações cerebrais, hepáticas, hidrocefalia, crescimento restrito, alte-rações do volume de líquido amniótico). De forma invasiva pode-se proceder à identificação direta do parasita na placenta, no líquido amniótico ou no sangue fetal (cultura), ou por pesquisa indireta atra-vés de alterações sanguíneas inespecíficas (plaque-topenia, leucocitose eosinofilia) e/ou identificação de anticorpos IgM no sangue fetal (lembrando que o feto é imunocompetente só após 22 semanas).
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passage: Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum.
A repetição da sorologia, 2 a 3 semanas mais tarde, confirma a infecção aguda quando os títulos de IgG seelevam, no mínimo, 4 vezes. A soroconversão de mulheres com a sorologia negativa na primeira consulta pré-natal atesta a infecção primária em bases mais sólidas.
Para avaliar o risco de infecção fetal, é muito importante identificar quando a infecção ocorreu na gravidez.
O teste de avidez IgG é um procedimento muito utilizado atualmente para mulheres com IgM positivo noprimeiro trimestre. Ao fornecer resultado alta avidez (> 60%), indicaria infecção antiga (> 3 meses), ocorrida,portanto, fora da gestação; a baixa avidez indica infecção recente (< 3 meses). Existem testes comercializadosde avidez IgG para toxoplasmose, rubéola e citomegalovírus (CMV).
Contudo, o padrão-ouro para o diagnóstico da infecção fetal é a reação em cadeia da polimerase no líquidoamniótico (PCR-LA). A PCR-LA geralmente está indicada após 18 a 21 semanas de gestação e decorridas 4 a 6semanas da infecção materna, pois somente nessas condições mostraria boa sensibilidade.
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passage: • Ig G positivo e Ig M negativo, com história clinica da doença e teste da avidez mostran-do período provável de infecção dentro da gestação.
Teste da Avidez – Menor que 30% – infecção a me-nos de 6 meses. Maior que 60% – infecção a mais de 6 meses.
Conduta na gestaçãoTratamento: Imediatamente após a suspeição, mes-mo aguardando confirmação ou já com diagnóstico obtido deve-se iniciar o uso de Espiramicina (via oral) na dose de 3,0 gramas/dia (1g de 8/8 horas). Rastreamento da contaminação fetal: pode ser não invasivo, através de achados ultrassonográficos que indiquem doença fetal (calcificações cerebrais, hepáticas, hidrocefalia, crescimento restrito, alte-rações do volume de líquido amniótico). De forma invasiva pode-se proceder à identificação direta do parasita na placenta, no líquido amniótico ou no sangue fetal (cultura), ou por pesquisa indireta atra-vés de alterações sanguíneas inespecíficas (plaque-topenia, leucocitose eosinofilia) e/ou identificação de anticorpos IgM no sangue fetal (lembrando que o feto é imunocompetente só após 22 semanas).
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passage: Assim, passa a ser fundamental identificar quais dessas mulheres com IgM positivo foram infectadas antes oudurante a gravidez.
O teste de avidez IgG é muito útil para esse propósito, e separa a infecção antiga da recente. A alta avidez (>60%) no primeiro trimestre significa infecção há > 3 a 4 meses; portanto, antes da gravidez. Ao contrário, a baixaavidez (< 30%) indica infecção recente (< 3 meses); o resultado intermediário (30 a 60%) é inconclusivo. O valorpreditivo positivo do teste de avidez é muito superior ao valor preditivo negativo, ou seja, a baixa avidez nãoassegura a infecção fetal e a alta avidez praticamente a afasta.
Por fim, se houver titulação IgG positiva e IgM negativa, a infecção é considerada antiga e o feto, protegido.
Diagnóstico da infecção fetalDaffos et al.
(1983) descreveram a técnica de coleta de sangue fetal pela cordocentese e Desmonts et al.
(1985) analisaram o sangue fetal obtido entre 20 e 24 semanas, demonstrando a presença de IgM específicaneste material, possibilitando assim o diagnóstico da infecção no feto.
O diagnóstico da infecção fetal é feito pela reação em cadeia da polimerase (PCR) no líquido amniótico (PCR-LA), descrito inicialmente em 1990 por Grover et al.
e em 1994 por Hohlfeld et al.
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passage: Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum.
A repetição da sorologia, 2 a 3 semanas mais tarde, confirma a infecção aguda quando os títulos de IgG seelevam, no mínimo, 4 vezes. A soroconversão de mulheres com a sorologia negativa na primeira consulta pré-natal atesta a infecção primária em bases mais sólidas.
Para avaliar o risco de infecção fetal, é muito importante identificar quando a infecção ocorreu na gravidez.
O teste de avidez IgG é um procedimento muito utilizado atualmente para mulheres com IgM positivo noprimeiro trimestre. Ao fornecer resultado alta avidez (> 60%), indicaria infecção antiga (> 3 meses), ocorrida,portanto, fora da gestação; a baixa avidez indica infecção recente (< 3 meses). Existem testes comercializadosde avidez IgG para toxoplasmose, rubéola e citomegalovírus (CMV).
Contudo, o padrão-ouro para o diagnóstico da infecção fetal é a reação em cadeia da polimerase no líquidoamniótico (PCR-LA). A PCR-LA geralmente está indicada após 18 a 21 semanas de gestação e decorridas 4 a 6semanas da infecção materna, pois somente nessas condições mostraria boa sensibilidade.
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passage: • Ig G positivo e Ig M negativo, com história clinica da doença e teste da avidez mostran-do período provável de infecção dentro da gestação.
Teste da Avidez – Menor que 30% – infecção a me-nos de 6 meses. Maior que 60% – infecção a mais de 6 meses.
Conduta na gestaçãoTratamento: Imediatamente após a suspeição, mes-mo aguardando confirmação ou já com diagnóstico obtido deve-se iniciar o uso de Espiramicina (via oral) na dose de 3,0 gramas/dia (1g de 8/8 horas). Rastreamento da contaminação fetal: pode ser não invasivo, através de achados ultrassonográficos que indiquem doença fetal (calcificações cerebrais, hepáticas, hidrocefalia, crescimento restrito, alte-rações do volume de líquido amniótico). De forma invasiva pode-se proceder à identificação direta do parasita na placenta, no líquido amniótico ou no sangue fetal (cultura), ou por pesquisa indireta atra-vés de alterações sanguíneas inespecíficas (plaque-topenia, leucocitose eosinofilia) e/ou identificação de anticorpos IgM no sangue fetal (lembrando que o feto é imunocompetente só após 22 semanas).
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passage: Assim, passa a ser fundamental identificar quais dessas mulheres com IgM positivo foram infectadas antes oudurante a gravidez.
O teste de avidez IgG é muito útil para esse propósito, e separa a infecção antiga da recente. A alta avidez (>60%) no primeiro trimestre significa infecção há > 3 a 4 meses; portanto, antes da gravidez. Ao contrário, a baixaavidez (< 30%) indica infecção recente (< 3 meses); o resultado intermediário (30 a 60%) é inconclusivo. O valorpreditivo positivo do teste de avidez é muito superior ao valor preditivo negativo, ou seja, a baixa avidez nãoassegura a infecção fetal e a alta avidez praticamente a afasta.
Por fim, se houver titulação IgG positiva e IgM negativa, a infecção é considerada antiga e o feto, protegido.
Diagnóstico da infecção fetalDaffos et al.
(1983) descreveram a técnica de coleta de sangue fetal pela cordocentese e Desmonts et al.
(1985) analisaram o sangue fetal obtido entre 20 e 24 semanas, demonstrando a presença de IgM específicaneste material, possibilitando assim o diagnóstico da infecção no feto.
O diagnóstico da infecção fetal é feito pela reação em cadeia da polimerase (PCR) no líquido amniótico (PCR-LA), descrito inicialmente em 1990 por Grover et al.
e em 1994 por Hohlfeld et al.
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passage: . IgM reagente ou positivo e IgG não reagente ou negativo: infecção aguda pelo citomegalovírus, é mais preocupante, o médico deverá orientar o tratamento. IgM e IgG reagentes ou positivos: deve ser realizado um teste de avidez. Caso o teste seja inferior a 30%, há maior risco de infecção do bebê durante a gravidez. IgM e IgG não reagentes ou negativos: nunca houve contato com o vírus e, por isso, deve-se ter medidas de prevenção para evitar uma possível infecção. Quando existe suspeita de infecção no bebê, pode ser retirada uma amostra de líquido amniótico para avaliar a presença do vírus. Porém, de acordo com o Ministério da Saúde, o exame no bebê só deve ser feito depois dos 5 meses de gravidez e 5 semanas após a infecção da gestante. Como deve ser o tratamento O tratamento para o citomegalovírus na gravidez deve ser feito conforme a orientação do obstetra, sendo indicado o uso de medicamentos antivirais, como Aciclovir, por exemplo, ou injeção de imunoglobulinas, que tem como objetivo estimular o sistema imune e combater a infecção, evitando a transmissão para o bebê. Durante o tratamento, o médico deve indicar regularmente a realização de exames para acompanhar o desenvolvimento do bebê e garantir que o vírus não está causando alterações. Saiba mais detalhes sobre o tratamento do citomegalovírus na gravidez
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passage: Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum.
A repetição da sorologia, 2 a 3 semanas mais tarde, confirma a infecção aguda quando os títulos de IgG seelevam, no mínimo, 4 vezes. A soroconversão de mulheres com a sorologia negativa na primeira consulta pré-natal atesta a infecção primária em bases mais sólidas.
Para avaliar o risco de infecção fetal, é muito importante identificar quando a infecção ocorreu na gravidez.
O teste de avidez IgG é um procedimento muito utilizado atualmente para mulheres com IgM positivo noprimeiro trimestre. Ao fornecer resultado alta avidez (> 60%), indicaria infecção antiga (> 3 meses), ocorrida,portanto, fora da gestação; a baixa avidez indica infecção recente (< 3 meses). Existem testes comercializadosde avidez IgG para toxoplasmose, rubéola e citomegalovírus (CMV).
Contudo, o padrão-ouro para o diagnóstico da infecção fetal é a reação em cadeia da polimerase no líquidoamniótico (PCR-LA). A PCR-LA geralmente está indicada após 18 a 21 semanas de gestação e decorridas 4 a 6semanas da infecção materna, pois somente nessas condições mostraria boa sensibilidade.
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passage: • Ig G positivo e Ig M negativo, com história clinica da doença e teste da avidez mostran-do período provável de infecção dentro da gestação.
Teste da Avidez – Menor que 30% – infecção a me-nos de 6 meses. Maior que 60% – infecção a mais de 6 meses.
Conduta na gestaçãoTratamento: Imediatamente após a suspeição, mes-mo aguardando confirmação ou já com diagnóstico obtido deve-se iniciar o uso de Espiramicina (via oral) na dose de 3,0 gramas/dia (1g de 8/8 horas). Rastreamento da contaminação fetal: pode ser não invasivo, através de achados ultrassonográficos que indiquem doença fetal (calcificações cerebrais, hepáticas, hidrocefalia, crescimento restrito, alte-rações do volume de líquido amniótico). De forma invasiva pode-se proceder à identificação direta do parasita na placenta, no líquido amniótico ou no sangue fetal (cultura), ou por pesquisa indireta atra-vés de alterações sanguíneas inespecíficas (plaque-topenia, leucocitose eosinofilia) e/ou identificação de anticorpos IgM no sangue fetal (lembrando que o feto é imunocompetente só após 22 semanas).
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passage: Assim, passa a ser fundamental identificar quais dessas mulheres com IgM positivo foram infectadas antes oudurante a gravidez.
O teste de avidez IgG é muito útil para esse propósito, e separa a infecção antiga da recente. A alta avidez (>60%) no primeiro trimestre significa infecção há > 3 a 4 meses; portanto, antes da gravidez. Ao contrário, a baixaavidez (< 30%) indica infecção recente (< 3 meses); o resultado intermediário (30 a 60%) é inconclusivo. O valorpreditivo positivo do teste de avidez é muito superior ao valor preditivo negativo, ou seja, a baixa avidez nãoassegura a infecção fetal e a alta avidez praticamente a afasta.
Por fim, se houver titulação IgG positiva e IgM negativa, a infecção é considerada antiga e o feto, protegido.
Diagnóstico da infecção fetalDaffos et al.
(1983) descreveram a técnica de coleta de sangue fetal pela cordocentese e Desmonts et al.
(1985) analisaram o sangue fetal obtido entre 20 e 24 semanas, demonstrando a presença de IgM específicaneste material, possibilitando assim o diagnóstico da infecção no feto.
O diagnóstico da infecção fetal é feito pela reação em cadeia da polimerase (PCR) no líquido amniótico (PCR-LA), descrito inicialmente em 1990 por Grover et al.
e em 1994 por Hohlfeld et al.
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passage: . IgM reagente ou positivo e IgG não reagente ou negativo: infecção aguda pelo citomegalovírus, é mais preocupante, o médico deverá orientar o tratamento. IgM e IgG reagentes ou positivos: deve ser realizado um teste de avidez. Caso o teste seja inferior a 30%, há maior risco de infecção do bebê durante a gravidez. IgM e IgG não reagentes ou negativos: nunca houve contato com o vírus e, por isso, deve-se ter medidas de prevenção para evitar uma possível infecção. Quando existe suspeita de infecção no bebê, pode ser retirada uma amostra de líquido amniótico para avaliar a presença do vírus. Porém, de acordo com o Ministério da Saúde, o exame no bebê só deve ser feito depois dos 5 meses de gravidez e 5 semanas após a infecção da gestante. Como deve ser o tratamento O tratamento para o citomegalovírus na gravidez deve ser feito conforme a orientação do obstetra, sendo indicado o uso de medicamentos antivirais, como Aciclovir, por exemplo, ou injeção de imunoglobulinas, que tem como objetivo estimular o sistema imune e combater a infecção, evitando a transmissão para o bebê. Durante o tratamento, o médico deve indicar regularmente a realização de exames para acompanhar o desenvolvimento do bebê e garantir que o vírus não está causando alterações. Saiba mais detalhes sobre o tratamento do citomegalovírus na gravidez
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passage: Deve-se evitar a utilização de fármacos no primeiro trimestre da gestação, quando o risco de anomalias fetaisé maior.
As categorias de risco estabelecidas pela Food and Drugs Administration (FDA) para o tratamento da rinitedurante a gravidez estão listadas na Tabela 52.6.
O posicionamento interdisciplinar sobre a relação risco/benefício no tratamento das alergias e da asmadurante a gravidez foi estabelecido por uma comissão conjunta do ACAAI-ACOG (Colégio Americano de Alergia,Asma e Imunologia-Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas). A imunoterapia não aumenta o risco decomplicações perinatais, embora as reações anafiláticas pós-imunoterápicas sejam potencialmente perigosaspara o binômio mãe-feto. As doses imunoterápicas de manutenção podem ser mantidas ou, preferencialmente,reduzidas na gravidez. O aumento nas doses e concentrações imunoterápicas, quando realmente necessário,deverá ser sempre muito cauteloso, levando-se em consideração a razão risco/benefício de sua prescrição.
Existe consenso entre os autores de que a imunoterapia não deve ser iniciada na gravidez. Apesar de não causarteratogênese, toda imunoterapia deve ser revista e individualizada na gestante alérgica. Geralmente não seaumenta a dose imunoterápica durante a gestação.
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passage: Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum.
A repetição da sorologia, 2 a 3 semanas mais tarde, confirma a infecção aguda quando os títulos de IgG seelevam, no mínimo, 4 vezes. A soroconversão de mulheres com a sorologia negativa na primeira consulta pré-natal atesta a infecção primária em bases mais sólidas.
Para avaliar o risco de infecção fetal, é muito importante identificar quando a infecção ocorreu na gravidez.
O teste de avidez IgG é um procedimento muito utilizado atualmente para mulheres com IgM positivo noprimeiro trimestre. Ao fornecer resultado alta avidez (> 60%), indicaria infecção antiga (> 3 meses), ocorrida,portanto, fora da gestação; a baixa avidez indica infecção recente (< 3 meses). Existem testes comercializadosde avidez IgG para toxoplasmose, rubéola e citomegalovírus (CMV).
Contudo, o padrão-ouro para o diagnóstico da infecção fetal é a reação em cadeia da polimerase no líquidoamniótico (PCR-LA). A PCR-LA geralmente está indicada após 18 a 21 semanas de gestação e decorridas 4 a 6semanas da infecção materna, pois somente nessas condições mostraria boa sensibilidade.
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passage: • Ig G positivo e Ig M negativo, com história clinica da doença e teste da avidez mostran-do período provável de infecção dentro da gestação.
Teste da Avidez – Menor que 30% – infecção a me-nos de 6 meses. Maior que 60% – infecção a mais de 6 meses.
Conduta na gestaçãoTratamento: Imediatamente após a suspeição, mes-mo aguardando confirmação ou já com diagnóstico obtido deve-se iniciar o uso de Espiramicina (via oral) na dose de 3,0 gramas/dia (1g de 8/8 horas). Rastreamento da contaminação fetal: pode ser não invasivo, através de achados ultrassonográficos que indiquem doença fetal (calcificações cerebrais, hepáticas, hidrocefalia, crescimento restrito, alte-rações do volume de líquido amniótico). De forma invasiva pode-se proceder à identificação direta do parasita na placenta, no líquido amniótico ou no sangue fetal (cultura), ou por pesquisa indireta atra-vés de alterações sanguíneas inespecíficas (plaque-topenia, leucocitose eosinofilia) e/ou identificação de anticorpos IgM no sangue fetal (lembrando que o feto é imunocompetente só após 22 semanas).
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passage: Assim, passa a ser fundamental identificar quais dessas mulheres com IgM positivo foram infectadas antes oudurante a gravidez.
O teste de avidez IgG é muito útil para esse propósito, e separa a infecção antiga da recente. A alta avidez (>60%) no primeiro trimestre significa infecção há > 3 a 4 meses; portanto, antes da gravidez. Ao contrário, a baixaavidez (< 30%) indica infecção recente (< 3 meses); o resultado intermediário (30 a 60%) é inconclusivo. O valorpreditivo positivo do teste de avidez é muito superior ao valor preditivo negativo, ou seja, a baixa avidez nãoassegura a infecção fetal e a alta avidez praticamente a afasta.
Por fim, se houver titulação IgG positiva e IgM negativa, a infecção é considerada antiga e o feto, protegido.
Diagnóstico da infecção fetalDaffos et al.
(1983) descreveram a técnica de coleta de sangue fetal pela cordocentese e Desmonts et al.
(1985) analisaram o sangue fetal obtido entre 20 e 24 semanas, demonstrando a presença de IgM específicaneste material, possibilitando assim o diagnóstico da infecção no feto.
O diagnóstico da infecção fetal é feito pela reação em cadeia da polimerase (PCR) no líquido amniótico (PCR-LA), descrito inicialmente em 1990 por Grover et al.
e em 1994 por Hohlfeld et al.
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passage: . IgM reagente ou positivo e IgG não reagente ou negativo: infecção aguda pelo citomegalovírus, é mais preocupante, o médico deverá orientar o tratamento. IgM e IgG reagentes ou positivos: deve ser realizado um teste de avidez. Caso o teste seja inferior a 30%, há maior risco de infecção do bebê durante a gravidez. IgM e IgG não reagentes ou negativos: nunca houve contato com o vírus e, por isso, deve-se ter medidas de prevenção para evitar uma possível infecção. Quando existe suspeita de infecção no bebê, pode ser retirada uma amostra de líquido amniótico para avaliar a presença do vírus. Porém, de acordo com o Ministério da Saúde, o exame no bebê só deve ser feito depois dos 5 meses de gravidez e 5 semanas após a infecção da gestante. Como deve ser o tratamento O tratamento para o citomegalovírus na gravidez deve ser feito conforme a orientação do obstetra, sendo indicado o uso de medicamentos antivirais, como Aciclovir, por exemplo, ou injeção de imunoglobulinas, que tem como objetivo estimular o sistema imune e combater a infecção, evitando a transmissão para o bebê. Durante o tratamento, o médico deve indicar regularmente a realização de exames para acompanhar o desenvolvimento do bebê e garantir que o vírus não está causando alterações. Saiba mais detalhes sobre o tratamento do citomegalovírus na gravidez
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passage: Deve-se evitar a utilização de fármacos no primeiro trimestre da gestação, quando o risco de anomalias fetaisé maior.
As categorias de risco estabelecidas pela Food and Drugs Administration (FDA) para o tratamento da rinitedurante a gravidez estão listadas na Tabela 52.6.
O posicionamento interdisciplinar sobre a relação risco/benefício no tratamento das alergias e da asmadurante a gravidez foi estabelecido por uma comissão conjunta do ACAAI-ACOG (Colégio Americano de Alergia,Asma e Imunologia-Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas). A imunoterapia não aumenta o risco decomplicações perinatais, embora as reações anafiláticas pós-imunoterápicas sejam potencialmente perigosaspara o binômio mãe-feto. As doses imunoterápicas de manutenção podem ser mantidas ou, preferencialmente,reduzidas na gravidez. O aumento nas doses e concentrações imunoterápicas, quando realmente necessário,deverá ser sempre muito cauteloso, levando-se em consideração a razão risco/benefício de sua prescrição.
Existe consenso entre os autores de que a imunoterapia não deve ser iniciada na gravidez. Apesar de não causarteratogênese, toda imunoterapia deve ser revista e individualizada na gestante alérgica. Geralmente não seaumenta a dose imunoterápica durante a gestação.
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passage: Problemas de orientação clínicaCaso 20–1Um médico estava preocupado sobre os medicamentos que uma gestante disse estar tomando quandoprocurou aconselhamento médico pela primeira vez durante sua gravidez.
✹ Que porcentagem de defeitos congênitos é causada por medicamentos, compostos químicos ambientais eagentes infecciosos?✹ Por que pode ser difícil para o médico atribuir os defeitos congênitos específicos a medicamentos específicos?✹ O que as gestantes devem saber sobre o uso de medicamentos durante a gravidez?Caso 20–2Durante um exame pélvico, uma mulher 41 anos de idade descobriu que estava grávida.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
42 de 44 29/04/2016 12:48Mulheres desta idade apresentam maior risco de terem fetos com defeitos congênitos?✹ Se uma mulher de 41 anos de idade engravidar, que exames diagnósticos pré-natais provavelmente serãorealizados?✹ Que anormalidade genética pode ser detectada?Caso 20–3Uma gestante perguntou a seu médico se algum fármaco era considerado seguro no início da gravidez.
✹ Cite alguns fármacos geralmente prescritos que são seguros para uso durante a gravidez.
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passage: Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum.
A repetição da sorologia, 2 a 3 semanas mais tarde, confirma a infecção aguda quando os títulos de IgG seelevam, no mínimo, 4 vezes. A soroconversão de mulheres com a sorologia negativa na primeira consulta pré-natal atesta a infecção primária em bases mais sólidas.
Para avaliar o risco de infecção fetal, é muito importante identificar quando a infecção ocorreu na gravidez.
O teste de avidez IgG é um procedimento muito utilizado atualmente para mulheres com IgM positivo noprimeiro trimestre. Ao fornecer resultado alta avidez (> 60%), indicaria infecção antiga (> 3 meses), ocorrida,portanto, fora da gestação; a baixa avidez indica infecção recente (< 3 meses). Existem testes comercializadosde avidez IgG para toxoplasmose, rubéola e citomegalovírus (CMV).
Contudo, o padrão-ouro para o diagnóstico da infecção fetal é a reação em cadeia da polimerase no líquidoamniótico (PCR-LA). A PCR-LA geralmente está indicada após 18 a 21 semanas de gestação e decorridas 4 a 6semanas da infecção materna, pois somente nessas condições mostraria boa sensibilidade.
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passage: • Ig G positivo e Ig M negativo, com história clinica da doença e teste da avidez mostran-do período provável de infecção dentro da gestação.
Teste da Avidez – Menor que 30% – infecção a me-nos de 6 meses. Maior que 60% – infecção a mais de 6 meses.
Conduta na gestaçãoTratamento: Imediatamente após a suspeição, mes-mo aguardando confirmação ou já com diagnóstico obtido deve-se iniciar o uso de Espiramicina (via oral) na dose de 3,0 gramas/dia (1g de 8/8 horas). Rastreamento da contaminação fetal: pode ser não invasivo, através de achados ultrassonográficos que indiquem doença fetal (calcificações cerebrais, hepáticas, hidrocefalia, crescimento restrito, alte-rações do volume de líquido amniótico). De forma invasiva pode-se proceder à identificação direta do parasita na placenta, no líquido amniótico ou no sangue fetal (cultura), ou por pesquisa indireta atra-vés de alterações sanguíneas inespecíficas (plaque-topenia, leucocitose eosinofilia) e/ou identificação de anticorpos IgM no sangue fetal (lembrando que o feto é imunocompetente só após 22 semanas).
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passage: Assim, passa a ser fundamental identificar quais dessas mulheres com IgM positivo foram infectadas antes oudurante a gravidez.
O teste de avidez IgG é muito útil para esse propósito, e separa a infecção antiga da recente. A alta avidez (>60%) no primeiro trimestre significa infecção há > 3 a 4 meses; portanto, antes da gravidez. Ao contrário, a baixaavidez (< 30%) indica infecção recente (< 3 meses); o resultado intermediário (30 a 60%) é inconclusivo. O valorpreditivo positivo do teste de avidez é muito superior ao valor preditivo negativo, ou seja, a baixa avidez nãoassegura a infecção fetal e a alta avidez praticamente a afasta.
Por fim, se houver titulação IgG positiva e IgM negativa, a infecção é considerada antiga e o feto, protegido.
Diagnóstico da infecção fetalDaffos et al.
(1983) descreveram a técnica de coleta de sangue fetal pela cordocentese e Desmonts et al.
(1985) analisaram o sangue fetal obtido entre 20 e 24 semanas, demonstrando a presença de IgM específicaneste material, possibilitando assim o diagnóstico da infecção no feto.
O diagnóstico da infecção fetal é feito pela reação em cadeia da polimerase (PCR) no líquido amniótico (PCR-LA), descrito inicialmente em 1990 por Grover et al.
e em 1994 por Hohlfeld et al.
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passage: . IgM reagente ou positivo e IgG não reagente ou negativo: infecção aguda pelo citomegalovírus, é mais preocupante, o médico deverá orientar o tratamento. IgM e IgG reagentes ou positivos: deve ser realizado um teste de avidez. Caso o teste seja inferior a 30%, há maior risco de infecção do bebê durante a gravidez. IgM e IgG não reagentes ou negativos: nunca houve contato com o vírus e, por isso, deve-se ter medidas de prevenção para evitar uma possível infecção. Quando existe suspeita de infecção no bebê, pode ser retirada uma amostra de líquido amniótico para avaliar a presença do vírus. Porém, de acordo com o Ministério da Saúde, o exame no bebê só deve ser feito depois dos 5 meses de gravidez e 5 semanas após a infecção da gestante. Como deve ser o tratamento O tratamento para o citomegalovírus na gravidez deve ser feito conforme a orientação do obstetra, sendo indicado o uso de medicamentos antivirais, como Aciclovir, por exemplo, ou injeção de imunoglobulinas, que tem como objetivo estimular o sistema imune e combater a infecção, evitando a transmissão para o bebê. Durante o tratamento, o médico deve indicar regularmente a realização de exames para acompanhar o desenvolvimento do bebê e garantir que o vírus não está causando alterações. Saiba mais detalhes sobre o tratamento do citomegalovírus na gravidez
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passage: Deve-se evitar a utilização de fármacos no primeiro trimestre da gestação, quando o risco de anomalias fetaisé maior.
As categorias de risco estabelecidas pela Food and Drugs Administration (FDA) para o tratamento da rinitedurante a gravidez estão listadas na Tabela 52.6.
O posicionamento interdisciplinar sobre a relação risco/benefício no tratamento das alergias e da asmadurante a gravidez foi estabelecido por uma comissão conjunta do ACAAI-ACOG (Colégio Americano de Alergia,Asma e Imunologia-Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas). A imunoterapia não aumenta o risco decomplicações perinatais, embora as reações anafiláticas pós-imunoterápicas sejam potencialmente perigosaspara o binômio mãe-feto. As doses imunoterápicas de manutenção podem ser mantidas ou, preferencialmente,reduzidas na gravidez. O aumento nas doses e concentrações imunoterápicas, quando realmente necessário,deverá ser sempre muito cauteloso, levando-se em consideração a razão risco/benefício de sua prescrição.
Existe consenso entre os autores de que a imunoterapia não deve ser iniciada na gravidez. Apesar de não causarteratogênese, toda imunoterapia deve ser revista e individualizada na gestante alérgica. Geralmente não seaumenta a dose imunoterápica durante a gestação.
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passage: Problemas de orientação clínicaCaso 20–1Um médico estava preocupado sobre os medicamentos que uma gestante disse estar tomando quandoprocurou aconselhamento médico pela primeira vez durante sua gravidez.
✹ Que porcentagem de defeitos congênitos é causada por medicamentos, compostos químicos ambientais eagentes infecciosos?✹ Por que pode ser difícil para o médico atribuir os defeitos congênitos específicos a medicamentos específicos?✹ O que as gestantes devem saber sobre o uso de medicamentos durante a gravidez?Caso 20–2Durante um exame pélvico, uma mulher 41 anos de idade descobriu que estava grávida.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
42 de 44 29/04/2016 12:48Mulheres desta idade apresentam maior risco de terem fetos com defeitos congênitos?✹ Se uma mulher de 41 anos de idade engravidar, que exames diagnósticos pré-natais provavelmente serãorealizados?✹ Que anormalidade genética pode ser detectada?Caso 20–3Uma gestante perguntou a seu médico se algum fármaco era considerado seguro no início da gravidez.
✹ Cite alguns fármacos geralmente prescritos que são seguros para uso durante a gravidez.
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passage: Capítulo 51. A médica provavelmente iria dizer à paciente que seu embrião estava passando por uma fase crítica do seudesenvolvimento e que seria melhor para seu bebê que ela parasse de fumar. Ela provavelmente iria pedir-lhepara evitar tomar qualquer medicação sem prescrição médica durante a gestação. A médica tambémprovavelmente iria dizer que já é conhecido que o consumo elevado de cigarros causa a restrição decrescimento intrauterino e bebês com baixo peso, e que a incidência de prematuridade aumenta com onúmero de cigarros fumados. A médica também recomendaria que ela não consumisse álcool durante agestação, por causa de seus conhecidos efeitos teratogênicos (Cap. 20, Fig. 20-17).
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passage: Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum.
A repetição da sorologia, 2 a 3 semanas mais tarde, confirma a infecção aguda quando os títulos de IgG seelevam, no mínimo, 4 vezes. A soroconversão de mulheres com a sorologia negativa na primeira consulta pré-natal atesta a infecção primária em bases mais sólidas.
Para avaliar o risco de infecção fetal, é muito importante identificar quando a infecção ocorreu na gravidez.
O teste de avidez IgG é um procedimento muito utilizado atualmente para mulheres com IgM positivo noprimeiro trimestre. Ao fornecer resultado alta avidez (> 60%), indicaria infecção antiga (> 3 meses), ocorrida,portanto, fora da gestação; a baixa avidez indica infecção recente (< 3 meses). Existem testes comercializadosde avidez IgG para toxoplasmose, rubéola e citomegalovírus (CMV).
Contudo, o padrão-ouro para o diagnóstico da infecção fetal é a reação em cadeia da polimerase no líquidoamniótico (PCR-LA). A PCR-LA geralmente está indicada após 18 a 21 semanas de gestação e decorridas 4 a 6semanas da infecção materna, pois somente nessas condições mostraria boa sensibilidade.
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passage: • Ig G positivo e Ig M negativo, com história clinica da doença e teste da avidez mostran-do período provável de infecção dentro da gestação.
Teste da Avidez – Menor que 30% – infecção a me-nos de 6 meses. Maior que 60% – infecção a mais de 6 meses.
Conduta na gestaçãoTratamento: Imediatamente após a suspeição, mes-mo aguardando confirmação ou já com diagnóstico obtido deve-se iniciar o uso de Espiramicina (via oral) na dose de 3,0 gramas/dia (1g de 8/8 horas). Rastreamento da contaminação fetal: pode ser não invasivo, através de achados ultrassonográficos que indiquem doença fetal (calcificações cerebrais, hepáticas, hidrocefalia, crescimento restrito, alte-rações do volume de líquido amniótico). De forma invasiva pode-se proceder à identificação direta do parasita na placenta, no líquido amniótico ou no sangue fetal (cultura), ou por pesquisa indireta atra-vés de alterações sanguíneas inespecíficas (plaque-topenia, leucocitose eosinofilia) e/ou identificação de anticorpos IgM no sangue fetal (lembrando que o feto é imunocompetente só após 22 semanas).
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passage: Assim, passa a ser fundamental identificar quais dessas mulheres com IgM positivo foram infectadas antes oudurante a gravidez.
O teste de avidez IgG é muito útil para esse propósito, e separa a infecção antiga da recente. A alta avidez (>60%) no primeiro trimestre significa infecção há > 3 a 4 meses; portanto, antes da gravidez. Ao contrário, a baixaavidez (< 30%) indica infecção recente (< 3 meses); o resultado intermediário (30 a 60%) é inconclusivo. O valorpreditivo positivo do teste de avidez é muito superior ao valor preditivo negativo, ou seja, a baixa avidez nãoassegura a infecção fetal e a alta avidez praticamente a afasta.
Por fim, se houver titulação IgG positiva e IgM negativa, a infecção é considerada antiga e o feto, protegido.
Diagnóstico da infecção fetalDaffos et al.
(1983) descreveram a técnica de coleta de sangue fetal pela cordocentese e Desmonts et al.
(1985) analisaram o sangue fetal obtido entre 20 e 24 semanas, demonstrando a presença de IgM específicaneste material, possibilitando assim o diagnóstico da infecção no feto.
O diagnóstico da infecção fetal é feito pela reação em cadeia da polimerase (PCR) no líquido amniótico (PCR-LA), descrito inicialmente em 1990 por Grover et al.
e em 1994 por Hohlfeld et al.
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passage: . IgM reagente ou positivo e IgG não reagente ou negativo: infecção aguda pelo citomegalovírus, é mais preocupante, o médico deverá orientar o tratamento. IgM e IgG reagentes ou positivos: deve ser realizado um teste de avidez. Caso o teste seja inferior a 30%, há maior risco de infecção do bebê durante a gravidez. IgM e IgG não reagentes ou negativos: nunca houve contato com o vírus e, por isso, deve-se ter medidas de prevenção para evitar uma possível infecção. Quando existe suspeita de infecção no bebê, pode ser retirada uma amostra de líquido amniótico para avaliar a presença do vírus. Porém, de acordo com o Ministério da Saúde, o exame no bebê só deve ser feito depois dos 5 meses de gravidez e 5 semanas após a infecção da gestante. Como deve ser o tratamento O tratamento para o citomegalovírus na gravidez deve ser feito conforme a orientação do obstetra, sendo indicado o uso de medicamentos antivirais, como Aciclovir, por exemplo, ou injeção de imunoglobulinas, que tem como objetivo estimular o sistema imune e combater a infecção, evitando a transmissão para o bebê. Durante o tratamento, o médico deve indicar regularmente a realização de exames para acompanhar o desenvolvimento do bebê e garantir que o vírus não está causando alterações. Saiba mais detalhes sobre o tratamento do citomegalovírus na gravidez
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passage: Deve-se evitar a utilização de fármacos no primeiro trimestre da gestação, quando o risco de anomalias fetaisé maior.
As categorias de risco estabelecidas pela Food and Drugs Administration (FDA) para o tratamento da rinitedurante a gravidez estão listadas na Tabela 52.6.
O posicionamento interdisciplinar sobre a relação risco/benefício no tratamento das alergias e da asmadurante a gravidez foi estabelecido por uma comissão conjunta do ACAAI-ACOG (Colégio Americano de Alergia,Asma e Imunologia-Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas). A imunoterapia não aumenta o risco decomplicações perinatais, embora as reações anafiláticas pós-imunoterápicas sejam potencialmente perigosaspara o binômio mãe-feto. As doses imunoterápicas de manutenção podem ser mantidas ou, preferencialmente,reduzidas na gravidez. O aumento nas doses e concentrações imunoterápicas, quando realmente necessário,deverá ser sempre muito cauteloso, levando-se em consideração a razão risco/benefício de sua prescrição.
Existe consenso entre os autores de que a imunoterapia não deve ser iniciada na gravidez. Apesar de não causarteratogênese, toda imunoterapia deve ser revista e individualizada na gestante alérgica. Geralmente não seaumenta a dose imunoterápica durante a gestação.
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passage: Problemas de orientação clínicaCaso 20–1Um médico estava preocupado sobre os medicamentos que uma gestante disse estar tomando quandoprocurou aconselhamento médico pela primeira vez durante sua gravidez.
✹ Que porcentagem de defeitos congênitos é causada por medicamentos, compostos químicos ambientais eagentes infecciosos?✹ Por que pode ser difícil para o médico atribuir os defeitos congênitos específicos a medicamentos específicos?✹ O que as gestantes devem saber sobre o uso de medicamentos durante a gravidez?Caso 20–2Durante um exame pélvico, uma mulher 41 anos de idade descobriu que estava grávida.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
42 de 44 29/04/2016 12:48Mulheres desta idade apresentam maior risco de terem fetos com defeitos congênitos?✹ Se uma mulher de 41 anos de idade engravidar, que exames diagnósticos pré-natais provavelmente serãorealizados?✹ Que anormalidade genética pode ser detectada?Caso 20–3Uma gestante perguntou a seu médico se algum fármaco era considerado seguro no início da gravidez.
✹ Cite alguns fármacos geralmente prescritos que são seguros para uso durante a gravidez.
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passage: Capítulo 51. A médica provavelmente iria dizer à paciente que seu embrião estava passando por uma fase crítica do seudesenvolvimento e que seria melhor para seu bebê que ela parasse de fumar. Ela provavelmente iria pedir-lhepara evitar tomar qualquer medicação sem prescrição médica durante a gestação. A médica tambémprovavelmente iria dizer que já é conhecido que o consumo elevado de cigarros causa a restrição decrescimento intrauterino e bebês com baixo peso, e que a incidência de prematuridade aumenta com onúmero de cigarros fumados. A médica também recomendaria que ela não consumisse álcool durante agestação, por causa de seus conhecidos efeitos teratogênicos (Cap. 20, Fig. 20-17).
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passage: ▶ Período embrionário.
É o período mais vulnerável (a drogas e infecções). Embora os agentes infecciosospossam ser letais, na maioria das vezes, produzem anomalias congênitas. Cada órgão tem seu período crítico,durante o qual o seu desenvolvimento será lesado (Figura 64.2).
▶ Período fetal.
Caso a infecção seja muito grave, há morte fetal com a consequente interrupção da gravidez;nesta fase, ocorrem as anomalias congênitas menores e os defeitos funcionais, especialmente do SNC.
No caso de a infecção materna surgir próximo ao parto, o recém-nascido pode apresentar a infecção emestágio evolutivo, exibindo seu quadro clínico agudo.
Diagnóstico da infecçãoA infecção primária materna é diagnosticada no pré-natal pela sorologia dos anticorpos IgG e IgM.
A existência dos anticorpos IgM não pode ser considerada fidedigna para o diagnóstico da infecção primáriarecente (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2013). Em geral, os títulos de IgMaumentam a partir de 5 dias da infecção aguda, alcançam um máximo com 1 a 2 semanas e, depois, declinam;ocasionalmente, no entanto, podem permanecer positivos anos após a infecção aguda. Os anticorpos IgGSão detectados por anos e, em geral, por toda a vida.
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passage: Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum.
A repetição da sorologia, 2 a 3 semanas mais tarde, confirma a infecção aguda quando os títulos de IgG seelevam, no mínimo, 4 vezes. A soroconversão de mulheres com a sorologia negativa na primeira consulta pré-natal atesta a infecção primária em bases mais sólidas.
Para avaliar o risco de infecção fetal, é muito importante identificar quando a infecção ocorreu na gravidez.
O teste de avidez IgG é um procedimento muito utilizado atualmente para mulheres com IgM positivo noprimeiro trimestre. Ao fornecer resultado alta avidez (> 60%), indicaria infecção antiga (> 3 meses), ocorrida,portanto, fora da gestação; a baixa avidez indica infecção recente (< 3 meses). Existem testes comercializadosde avidez IgG para toxoplasmose, rubéola e citomegalovírus (CMV).
Contudo, o padrão-ouro para o diagnóstico da infecção fetal é a reação em cadeia da polimerase no líquidoamniótico (PCR-LA). A PCR-LA geralmente está indicada após 18 a 21 semanas de gestação e decorridas 4 a 6semanas da infecção materna, pois somente nessas condições mostraria boa sensibilidade.
---
passage: • Ig G positivo e Ig M negativo, com história clinica da doença e teste da avidez mostran-do período provável de infecção dentro da gestação.
Teste da Avidez – Menor que 30% – infecção a me-nos de 6 meses. Maior que 60% – infecção a mais de 6 meses.
Conduta na gestaçãoTratamento: Imediatamente após a suspeição, mes-mo aguardando confirmação ou já com diagnóstico obtido deve-se iniciar o uso de Espiramicina (via oral) na dose de 3,0 gramas/dia (1g de 8/8 horas). Rastreamento da contaminação fetal: pode ser não invasivo, através de achados ultrassonográficos que indiquem doença fetal (calcificações cerebrais, hepáticas, hidrocefalia, crescimento restrito, alte-rações do volume de líquido amniótico). De forma invasiva pode-se proceder à identificação direta do parasita na placenta, no líquido amniótico ou no sangue fetal (cultura), ou por pesquisa indireta atra-vés de alterações sanguíneas inespecíficas (plaque-topenia, leucocitose eosinofilia) e/ou identificação de anticorpos IgM no sangue fetal (lembrando que o feto é imunocompetente só após 22 semanas).
---
passage: Assim, passa a ser fundamental identificar quais dessas mulheres com IgM positivo foram infectadas antes oudurante a gravidez.
O teste de avidez IgG é muito útil para esse propósito, e separa a infecção antiga da recente. A alta avidez (>60%) no primeiro trimestre significa infecção há > 3 a 4 meses; portanto, antes da gravidez. Ao contrário, a baixaavidez (< 30%) indica infecção recente (< 3 meses); o resultado intermediário (30 a 60%) é inconclusivo. O valorpreditivo positivo do teste de avidez é muito superior ao valor preditivo negativo, ou seja, a baixa avidez nãoassegura a infecção fetal e a alta avidez praticamente a afasta.
Por fim, se houver titulação IgG positiva e IgM negativa, a infecção é considerada antiga e o feto, protegido.
Diagnóstico da infecção fetalDaffos et al.
(1983) descreveram a técnica de coleta de sangue fetal pela cordocentese e Desmonts et al.
(1985) analisaram o sangue fetal obtido entre 20 e 24 semanas, demonstrando a presença de IgM específicaneste material, possibilitando assim o diagnóstico da infecção no feto.
O diagnóstico da infecção fetal é feito pela reação em cadeia da polimerase (PCR) no líquido amniótico (PCR-LA), descrito inicialmente em 1990 por Grover et al.
e em 1994 por Hohlfeld et al.
---
passage: . IgM reagente ou positivo e IgG não reagente ou negativo: infecção aguda pelo citomegalovírus, é mais preocupante, o médico deverá orientar o tratamento. IgM e IgG reagentes ou positivos: deve ser realizado um teste de avidez. Caso o teste seja inferior a 30%, há maior risco de infecção do bebê durante a gravidez. IgM e IgG não reagentes ou negativos: nunca houve contato com o vírus e, por isso, deve-se ter medidas de prevenção para evitar uma possível infecção. Quando existe suspeita de infecção no bebê, pode ser retirada uma amostra de líquido amniótico para avaliar a presença do vírus. Porém, de acordo com o Ministério da Saúde, o exame no bebê só deve ser feito depois dos 5 meses de gravidez e 5 semanas após a infecção da gestante. Como deve ser o tratamento O tratamento para o citomegalovírus na gravidez deve ser feito conforme a orientação do obstetra, sendo indicado o uso de medicamentos antivirais, como Aciclovir, por exemplo, ou injeção de imunoglobulinas, que tem como objetivo estimular o sistema imune e combater a infecção, evitando a transmissão para o bebê. Durante o tratamento, o médico deve indicar regularmente a realização de exames para acompanhar o desenvolvimento do bebê e garantir que o vírus não está causando alterações. Saiba mais detalhes sobre o tratamento do citomegalovírus na gravidez
---
passage: Deve-se evitar a utilização de fármacos no primeiro trimestre da gestação, quando o risco de anomalias fetaisé maior.
As categorias de risco estabelecidas pela Food and Drugs Administration (FDA) para o tratamento da rinitedurante a gravidez estão listadas na Tabela 52.6.
O posicionamento interdisciplinar sobre a relação risco/benefício no tratamento das alergias e da asmadurante a gravidez foi estabelecido por uma comissão conjunta do ACAAI-ACOG (Colégio Americano de Alergia,Asma e Imunologia-Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas). A imunoterapia não aumenta o risco decomplicações perinatais, embora as reações anafiláticas pós-imunoterápicas sejam potencialmente perigosaspara o binômio mãe-feto. As doses imunoterápicas de manutenção podem ser mantidas ou, preferencialmente,reduzidas na gravidez. O aumento nas doses e concentrações imunoterápicas, quando realmente necessário,deverá ser sempre muito cauteloso, levando-se em consideração a razão risco/benefício de sua prescrição.
Existe consenso entre os autores de que a imunoterapia não deve ser iniciada na gravidez. Apesar de não causarteratogênese, toda imunoterapia deve ser revista e individualizada na gestante alérgica. Geralmente não seaumenta a dose imunoterápica durante a gestação.
---
passage: Problemas de orientação clínicaCaso 20–1Um médico estava preocupado sobre os medicamentos que uma gestante disse estar tomando quandoprocurou aconselhamento médico pela primeira vez durante sua gravidez.
✹ Que porcentagem de defeitos congênitos é causada por medicamentos, compostos químicos ambientais eagentes infecciosos?✹ Por que pode ser difícil para o médico atribuir os defeitos congênitos específicos a medicamentos específicos?✹ O que as gestantes devem saber sobre o uso de medicamentos durante a gravidez?Caso 20–2Durante um exame pélvico, uma mulher 41 anos de idade descobriu que estava grávida.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
42 de 44 29/04/2016 12:48Mulheres desta idade apresentam maior risco de terem fetos com defeitos congênitos?✹ Se uma mulher de 41 anos de idade engravidar, que exames diagnósticos pré-natais provavelmente serãorealizados?✹ Que anormalidade genética pode ser detectada?Caso 20–3Uma gestante perguntou a seu médico se algum fármaco era considerado seguro no início da gravidez.
✹ Cite alguns fármacos geralmente prescritos que são seguros para uso durante a gravidez.
---
passage: Capítulo 51. A médica provavelmente iria dizer à paciente que seu embrião estava passando por uma fase crítica do seudesenvolvimento e que seria melhor para seu bebê que ela parasse de fumar. Ela provavelmente iria pedir-lhepara evitar tomar qualquer medicação sem prescrição médica durante a gestação. A médica tambémprovavelmente iria dizer que já é conhecido que o consumo elevado de cigarros causa a restrição decrescimento intrauterino e bebês com baixo peso, e que a incidência de prematuridade aumenta com onúmero de cigarros fumados. A médica também recomendaria que ela não consumisse álcool durante agestação, por causa de seus conhecidos efeitos teratogênicos (Cap. 20, Fig. 20-17).
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passage: ▶ Período embrionário.
É o período mais vulnerável (a drogas e infecções). Embora os agentes infecciosospossam ser letais, na maioria das vezes, produzem anomalias congênitas. Cada órgão tem seu período crítico,durante o qual o seu desenvolvimento será lesado (Figura 64.2).
▶ Período fetal.
Caso a infecção seja muito grave, há morte fetal com a consequente interrupção da gravidez;nesta fase, ocorrem as anomalias congênitas menores e os defeitos funcionais, especialmente do SNC.
No caso de a infecção materna surgir próximo ao parto, o recém-nascido pode apresentar a infecção emestágio evolutivo, exibindo seu quadro clínico agudo.
Diagnóstico da infecçãoA infecção primária materna é diagnosticada no pré-natal pela sorologia dos anticorpos IgG e IgM.
A existência dos anticorpos IgM não pode ser considerada fidedigna para o diagnóstico da infecção primáriarecente (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2013). Em geral, os títulos de IgMaumentam a partir de 5 dias da infecção aguda, alcançam um máximo com 1 a 2 semanas e, depois, declinam;ocasionalmente, no entanto, podem permanecer positivos anos após a infecção aguda. Os anticorpos IgGSão detectados por anos e, em geral, por toda a vida.
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passage: ▶ Herpes simples vírus (HSV) e HIV.
O risco da prematuridade deve ser avaliado contra o risco da infecçãoneonatal (ACOG, 2016). A paciente com herpes simples na gravidez deve ser tratada com aciclovir. No cenário deSea doença estiver ativa no momento do parto, a cesárea estará indicada. O tratamento ideal para a paciente comHIV e RPMP é também incerto porque os dados são insuficientes.
Figura 36.3 Profilaxia para estreptococo do grupo B (GBS) em pacientes com ruptura prematura das membranaspré-termo.
Figura 36.4 Vias da infecção amniótica. A infecção é habitualmente ascendente (setas). Nesse caso, há préviadeciduíte e, ocasionalmente, placentite (na borda inferior do órgão). O líquido infectado acarreta amnionite noâmnio membranoso, no placentário e no funicular. Os germes contidos no líquido amniótico também infectam opulmões, assim como o tubo digestivo, surgem broncopneumonias, esofagites etc. (setas).
▶ Parto.
Sofrimento fetal, corioamnionite clínica e DPP significante são indicações claras para a interrupção dagravidez (ACOG, 2016). O parto também é recomendado para todos os casos de RPM com 34 ou maissemanas.
RPM com ≥ 37 semanas (termo-precoce e termo)O monitoramento eletrônico deverá ser prontamente utilizado para avaliar a vitabilidade fetal (ACOG, 2016).
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passage: Se IgG e IgM forem ambos negativos, isso significa ausência de infecção; se IgG for positivo e IgM negativo,a infecção é antiga (há mais de 1 ano); se tanto IgG como IgM forem positivos, a infecção é recente ou oresultado do teste IgM é falso-positivo, o que não é incomum.
A repetição da sorologia, 2 a 3 semanas mais tarde, confirma a infecção aguda quando os títulos de IgG seelevam, no mínimo, 4 vezes. A soroconversão de mulheres com a sorologia negativa na primeira consulta pré-natal atesta a infecção primária em bases mais sólidas.
Para avaliar o risco de infecção fetal, é muito importante identificar quando a infecção ocorreu na gravidez.
O teste de avidez IgG é um procedimento muito utilizado atualmente para mulheres com IgM positivo noprimeiro trimestre. Ao fornecer resultado alta avidez (> 60%), indicaria infecção antiga (> 3 meses), ocorrida,portanto, fora da gestação; a baixa avidez indica infecção recente (< 3 meses). Existem testes comercializadosde avidez IgG para toxoplasmose, rubéola e citomegalovírus (CMV).
Contudo, o padrão-ouro para o diagnóstico da infecção fetal é a reação em cadeia da polimerase no líquidoamniótico (PCR-LA). A PCR-LA geralmente está indicada após 18 a 21 semanas de gestação e decorridas 4 a 6semanas da infecção materna, pois somente nessas condições mostraria boa sensibilidade.
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passage: • Ig G positivo e Ig M negativo, com história clinica da doença e teste da avidez mostran-do período provável de infecção dentro da gestação.
Teste da Avidez – Menor que 30% – infecção a me-nos de 6 meses. Maior que 60% – infecção a mais de 6 meses.
Conduta na gestaçãoTratamento: Imediatamente após a suspeição, mes-mo aguardando confirmação ou já com diagnóstico obtido deve-se iniciar o uso de Espiramicina (via oral) na dose de 3,0 gramas/dia (1g de 8/8 horas). Rastreamento da contaminação fetal: pode ser não invasivo, através de achados ultrassonográficos que indiquem doença fetal (calcificações cerebrais, hepáticas, hidrocefalia, crescimento restrito, alte-rações do volume de líquido amniótico). De forma invasiva pode-se proceder à identificação direta do parasita na placenta, no líquido amniótico ou no sangue fetal (cultura), ou por pesquisa indireta atra-vés de alterações sanguíneas inespecíficas (plaque-topenia, leucocitose eosinofilia) e/ou identificação de anticorpos IgM no sangue fetal (lembrando que o feto é imunocompetente só após 22 semanas).
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passage: Assim, passa a ser fundamental identificar quais dessas mulheres com IgM positivo foram infectadas antes oudurante a gravidez.
O teste de avidez IgG é muito útil para esse propósito, e separa a infecção antiga da recente. A alta avidez (>60%) no primeiro trimestre significa infecção há > 3 a 4 meses; portanto, antes da gravidez. Ao contrário, a baixaavidez (< 30%) indica infecção recente (< 3 meses); o resultado intermediário (30 a 60%) é inconclusivo. O valorpreditivo positivo do teste de avidez é muito superior ao valor preditivo negativo, ou seja, a baixa avidez nãoassegura a infecção fetal e a alta avidez praticamente a afasta.
Por fim, se houver titulação IgG positiva e IgM negativa, a infecção é considerada antiga e o feto, protegido.
Diagnóstico da infecção fetalDaffos et al.
(1983) descreveram a técnica de coleta de sangue fetal pela cordocentese e Desmonts et al.
(1985) analisaram o sangue fetal obtido entre 20 e 24 semanas, demonstrando a presença de IgM específicaneste material, possibilitando assim o diagnóstico da infecção no feto.
O diagnóstico da infecção fetal é feito pela reação em cadeia da polimerase (PCR) no líquido amniótico (PCR-LA), descrito inicialmente em 1990 por Grover et al.
e em 1994 por Hohlfeld et al.
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passage: . IgM reagente ou positivo e IgG não reagente ou negativo: infecção aguda pelo citomegalovírus, é mais preocupante, o médico deverá orientar o tratamento. IgM e IgG reagentes ou positivos: deve ser realizado um teste de avidez. Caso o teste seja inferior a 30%, há maior risco de infecção do bebê durante a gravidez. IgM e IgG não reagentes ou negativos: nunca houve contato com o vírus e, por isso, deve-se ter medidas de prevenção para evitar uma possível infecção. Quando existe suspeita de infecção no bebê, pode ser retirada uma amostra de líquido amniótico para avaliar a presença do vírus. Porém, de acordo com o Ministério da Saúde, o exame no bebê só deve ser feito depois dos 5 meses de gravidez e 5 semanas após a infecção da gestante. Como deve ser o tratamento O tratamento para o citomegalovírus na gravidez deve ser feito conforme a orientação do obstetra, sendo indicado o uso de medicamentos antivirais, como Aciclovir, por exemplo, ou injeção de imunoglobulinas, que tem como objetivo estimular o sistema imune e combater a infecção, evitando a transmissão para o bebê. Durante o tratamento, o médico deve indicar regularmente a realização de exames para acompanhar o desenvolvimento do bebê e garantir que o vírus não está causando alterações. Saiba mais detalhes sobre o tratamento do citomegalovírus na gravidez
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passage: Deve-se evitar a utilização de fármacos no primeiro trimestre da gestação, quando o risco de anomalias fetaisé maior.
As categorias de risco estabelecidas pela Food and Drugs Administration (FDA) para o tratamento da rinitedurante a gravidez estão listadas na Tabela 52.6.
O posicionamento interdisciplinar sobre a relação risco/benefício no tratamento das alergias e da asmadurante a gravidez foi estabelecido por uma comissão conjunta do ACAAI-ACOG (Colégio Americano de Alergia,Asma e Imunologia-Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas). A imunoterapia não aumenta o risco decomplicações perinatais, embora as reações anafiláticas pós-imunoterápicas sejam potencialmente perigosaspara o binômio mãe-feto. As doses imunoterápicas de manutenção podem ser mantidas ou, preferencialmente,reduzidas na gravidez. O aumento nas doses e concentrações imunoterápicas, quando realmente necessário,deverá ser sempre muito cauteloso, levando-se em consideração a razão risco/benefício de sua prescrição.
Existe consenso entre os autores de que a imunoterapia não deve ser iniciada na gravidez. Apesar de não causarteratogênese, toda imunoterapia deve ser revista e individualizada na gestante alérgica. Geralmente não seaumenta a dose imunoterápica durante a gestação.
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passage: Problemas de orientação clínicaCaso 20–1Um médico estava preocupado sobre os medicamentos que uma gestante disse estar tomando quandoprocurou aconselhamento médico pela primeira vez durante sua gravidez.
✹ Que porcentagem de defeitos congênitos é causada por medicamentos, compostos químicos ambientais eagentes infecciosos?✹ Por que pode ser difícil para o médico atribuir os defeitos congênitos específicos a medicamentos específicos?✹ O que as gestantes devem saber sobre o uso de medicamentos durante a gravidez?Caso 20–2Durante um exame pélvico, uma mulher 41 anos de idade descobriu que estava grávida.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
42 de 44 29/04/2016 12:48Mulheres desta idade apresentam maior risco de terem fetos com defeitos congênitos?✹ Se uma mulher de 41 anos de idade engravidar, que exames diagnósticos pré-natais provavelmente serãorealizados?✹ Que anormalidade genética pode ser detectada?Caso 20–3Uma gestante perguntou a seu médico se algum fármaco era considerado seguro no início da gravidez.
✹ Cite alguns fármacos geralmente prescritos que são seguros para uso durante a gravidez.
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passage: Capítulo 51. A médica provavelmente iria dizer à paciente que seu embrião estava passando por uma fase crítica do seudesenvolvimento e que seria melhor para seu bebê que ela parasse de fumar. Ela provavelmente iria pedir-lhepara evitar tomar qualquer medicação sem prescrição médica durante a gestação. A médica tambémprovavelmente iria dizer que já é conhecido que o consumo elevado de cigarros causa a restrição decrescimento intrauterino e bebês com baixo peso, e que a incidência de prematuridade aumenta com onúmero de cigarros fumados. A médica também recomendaria que ela não consumisse álcool durante agestação, por causa de seus conhecidos efeitos teratogênicos (Cap. 20, Fig. 20-17).
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passage: ▶ Período embrionário.
É o período mais vulnerável (a drogas e infecções). Embora os agentes infecciosospossam ser letais, na maioria das vezes, produzem anomalias congênitas. Cada órgão tem seu período crítico,durante o qual o seu desenvolvimento será lesado (Figura 64.2).
▶ Período fetal.
Caso a infecção seja muito grave, há morte fetal com a consequente interrupção da gravidez;nesta fase, ocorrem as anomalias congênitas menores e os defeitos funcionais, especialmente do SNC.
No caso de a infecção materna surgir próximo ao parto, o recém-nascido pode apresentar a infecção emestágio evolutivo, exibindo seu quadro clínico agudo.
Diagnóstico da infecçãoA infecção primária materna é diagnosticada no pré-natal pela sorologia dos anticorpos IgG e IgM.
A existência dos anticorpos IgM não pode ser considerada fidedigna para o diagnóstico da infecção primáriarecente (Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada [SOGC], 2013). Em geral, os títulos de IgMaumentam a partir de 5 dias da infecção aguda, alcançam um máximo com 1 a 2 semanas e, depois, declinam;ocasionalmente, no entanto, podem permanecer positivos anos após a infecção aguda. Os anticorpos IgGSão detectados por anos e, em geral, por toda a vida.
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passage: ▶ Herpes simples vírus (HSV) e HIV.
O risco da prematuridade deve ser avaliado contra o risco da infecçãoneonatal (ACOG, 2016). A paciente com herpes simples na gravidez deve ser tratada com aciclovir. No cenário deSea doença estiver ativa no momento do parto, a cesárea estará indicada. O tratamento ideal para a paciente comHIV e RPMP é também incerto porque os dados são insuficientes.
Figura 36.3 Profilaxia para estreptococo do grupo B (GBS) em pacientes com ruptura prematura das membranaspré-termo.
Figura 36.4 Vias da infecção amniótica. A infecção é habitualmente ascendente (setas). Nesse caso, há préviadeciduíte e, ocasionalmente, placentite (na borda inferior do órgão). O líquido infectado acarreta amnionite noâmnio membranoso, no placentário e no funicular. Os germes contidos no líquido amniótico também infectam opulmões, assim como o tubo digestivo, surgem broncopneumonias, esofagites etc. (setas).
▶ Parto.
Sofrimento fetal, corioamnionite clínica e DPP significante são indicações claras para a interrupção dagravidez (ACOG, 2016). O parto também é recomendado para todos os casos de RPM com 34 ou maissemanas.
RPM com ≥ 37 semanas (termo-precoce e termo)O monitoramento eletrônico deverá ser prontamente utilizado para avaliar a vitabilidade fetal (ACOG, 2016).
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passage: Orientação provisória da International Society of Ultrasound in Obstetrics and Gynecology (ISUOG, 2016)A ISUOG (Papageorghiou et al., 2016) publicou uma orientação provisória sobre a ultrassonografia nainfecção por ZIKV. Apesar de ser mais provável que a infecção por ZIKV represente maior risco ao início dagravidez, seus efeitos no transcorrer de toda a gestação não podem ser descartados.
Diagnóstico laboratorialEm geral, é possível realizar testes para ZIKV no soro materno por meio de RT-PCR e da detecção dosanticorpos específicos IgM. A limitação da RT-PCR é o fato de só poder diagnosticar ZIKV durante, ouimediatamente após, a infecção aguda. Por outro lado, o teste IgM é problemático porque apresenta reaçãocruzada com outros flavivírus, o que pode conduzir a uma elevada taxa de resultados falso-positivos, muitoembora o resultado negativo possa ser útil para afastar a infecção ZIKV passada.
◑•◑◑◑◑••Conduta | Algoritmo recomendadoA mulher grávida com exposição e sintomas de ZIKV, apresentando ou não sorologia positiva para o flavivírusou a infecção confirmada, é referência para a avaliação ultrassonográfica apropriada.
▶ 1.
Avaliação precisa da idade da gravidez. Veja o Capítulo 10.
▶ 2.
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Olá! Entendo sua preocupação e vou te explicar tudo o que você precisa saber para ficar mais tranquila.
Primeiramente, vamos recapitular seus exames: você já tinha IgG e IgM positivos antes da gravidez, o que indicava uma infecção antiga. Agora, durante a gestação, esses resultados persistem positivos, e o teste de avidez confirmou que se trata de uma infecção antiga.
O teste de avidez é crucial aqui: um resultado de alta avidez (como o seu, que indicou uma infecção antiga) significa que a infecção ocorreu há mais de 3 meses, geralmente antes da gravidez. Isso é um bom sinal!
A conduta médica em casos como o seu é geralmente de acompanhamento, e nem sempre a medicação é necessária de imediato, justamente por se tratar de uma infecção antiga. No entanto, cada caso é individual e o seu médico deve ter avaliado a necessidade de iniciar a medicação por outros fatores.
**Sobre o risco para o bebê:**
Como a infecção é antiga, o risco para o bebê é consideravelmente menor. O maior risco de infecção congênita ocorre quando a mãe tem uma infecção primária (ou seja, a primeira infecção) durante a gravidez. No seu caso, a infecção já existia antes da gestação, o que diminui as chances de transmissão para o feto.
Mesmo com a infecção sendo antiga, é importante seguir as orientações médicas e realizar o acompanhamento pré-natal completo. O rastreamento da contaminação fetal pode ser feito através de ultrassonografias para identificar qualquer sinal de alteração no bebê (como calcificações cerebrais ou hepáticas, hidrocefalia, entre outros). Em alguns casos, o médico pode indicar a amniocentese (coleta de líquido amniótico) para realizar o PCR e verificar se há presença do vírus no líquido. Esse exame costuma ser feito após a 18ª semana de gestação e pelo menos 4 a 6 semanas após a suspeita de infecção materna, para garantir maior precisão.
A medicação que você iniciou tem como objetivo principal reduzir ainda mais o risco de transmissão para o bebê, mesmo que ele seja baixo. É fundamental seguir rigorosamente as orientações do seu médico quanto à dose e duração do tratamento.
**Resumindo:**
* A infecção antiga, confirmada pelo teste de avidez, diminui o risco para o bebê.
* O acompanhamento pré-natal é essencial para monitorar a saúde do bebê.
* A medicação tem como objetivo reduzir ainda mais as chances de transmissão.
Converse abertamente com seu médico, tire todas as suas dúvidas e siga as orientações que ele te passar. Ele é a pessoa mais indicada para te dar informações específicas sobre o seu caso e te tranquilizar.
Espero que
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10,832
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Estou gestante de semanas e meu exame de glicose deu, em jejum, mg; uma hora após deu mg; e duas horas após, deu mg. Sabe me informar se estou com diabetes gestacional e se há algum risco para mim e meu bebê?
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Olá! Sempre siga as orientações do seu médico. Agende sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. Sua avaliação clínica, que inclui sua história médica, queixas e exame físico, é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. Faça o pré-natal corretamente. Você pode ter diabetes mellitus gestacional. Converse com seu médico, esclareça suas dúvidas e agende sua consulta.
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passage: O defeito metabólico nas mulheres com o DMG é sua incapacidade de secretar insulina em níveis necessáriospara atender à demanda que é máxima no 3otrimestre (Figura 43.1). Isso leva ao aumento da concentração daglicose pós-prandial, capaz de determinar efeitos adversos no feto (macrossomia e hipoglicemia neonatal), peloexcessivo transporte transplacentário de glicose.
DiagnósticoO estudo HAPO-2008 (Hyperglicemia and Adverse Pregnancy Outcome) realizado pelo InternationalAssociation of Diabetes and Pregnancy Study Group (IADPSG, 2010) propôs que a glicemia de jejum sejarealizada na 1a consulta pré-natal. Esse exame serviria para identificar os casos normais (< 92 mg/d ℓ), os deDMG (92 a 125 mg/d ℓ) e os de diabetes pré-gestacional (≥ 126 mg/d ℓ) (Figura 43.2). O diabetes pré-gestacionalpode, ainda, ser diagnosticado pela HbA1 c ≥ 6,5% ou pela glicemia ao acaso ≥ 200 mg/d ℓ (esta últimaconfirmada pela glicemia de jejum ou pela HbA1 c).
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passage: O defeito metabólico nas mulheres com o DMG é sua incapacidade de secretar insulina em níveis necessáriospara atender à demanda que é máxima no 3otrimestre (Figura 43.1). Isso leva ao aumento da concentração daglicose pós-prandial, capaz de determinar efeitos adversos no feto (macrossomia e hipoglicemia neonatal), peloexcessivo transporte transplacentário de glicose.
DiagnósticoO estudo HAPO-2008 (Hyperglicemia and Adverse Pregnancy Outcome) realizado pelo InternationalAssociation of Diabetes and Pregnancy Study Group (IADPSG, 2010) propôs que a glicemia de jejum sejarealizada na 1a consulta pré-natal. Esse exame serviria para identificar os casos normais (< 92 mg/d ℓ), os deDMG (92 a 125 mg/d ℓ) e os de diabetes pré-gestacional (≥ 126 mg/d ℓ) (Figura 43.2). O diabetes pré-gestacionalpode, ainda, ser diagnosticado pela HbA1 c ≥ 6,5% ou pela glicemia ao acaso ≥ 200 mg/d ℓ (esta últimaconfirmada pela glicemia de jejum ou pela HbA1 c).
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passage: . Caso o resultado se encontre alterado e exista suspeita de diabetes, o obstetra poderá encaminhar a gestante para um nutricionista para iniciar uma dieta adequada, além de realizar acompanhamento regular para que sejam evitadas complicações para a mãe e para o bebê. Resultados do exame da glicose na gravidez A partir das coletas de sangue realizadas, são feitas medições para verificar os níveis de açúcar no sangue, sendo os valores normais considerados pela Sociedade Brasileira de Diabetes: Tempo após o exame Valor ideal de referência Em jejum Até 92 mg/dL 1 hora após o exame Até 180 mg/dL 2 horas após o exame Até 153 mg/dL A partir dos resultados obtidos, o médico faz o diagnóstico de diabetes gestacional quando pelo menos um dos valores encontra-se acima do valor ideal. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: O defeito metabólico nas mulheres com o DMG é sua incapacidade de secretar insulina em níveis necessáriospara atender à demanda que é máxima no 3otrimestre (Figura 43.1). Isso leva ao aumento da concentração daglicose pós-prandial, capaz de determinar efeitos adversos no feto (macrossomia e hipoglicemia neonatal), peloexcessivo transporte transplacentário de glicose.
DiagnósticoO estudo HAPO-2008 (Hyperglicemia and Adverse Pregnancy Outcome) realizado pelo InternationalAssociation of Diabetes and Pregnancy Study Group (IADPSG, 2010) propôs que a glicemia de jejum sejarealizada na 1a consulta pré-natal. Esse exame serviria para identificar os casos normais (< 92 mg/d ℓ), os deDMG (92 a 125 mg/d ℓ) e os de diabetes pré-gestacional (≥ 126 mg/d ℓ) (Figura 43.2). O diabetes pré-gestacionalpode, ainda, ser diagnosticado pela HbA1 c ≥ 6,5% ou pela glicemia ao acaso ≥ 200 mg/d ℓ (esta últimaconfirmada pela glicemia de jejum ou pela HbA1 c).
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passage: . Caso o resultado se encontre alterado e exista suspeita de diabetes, o obstetra poderá encaminhar a gestante para um nutricionista para iniciar uma dieta adequada, além de realizar acompanhamento regular para que sejam evitadas complicações para a mãe e para o bebê. Resultados do exame da glicose na gravidez A partir das coletas de sangue realizadas, são feitas medições para verificar os níveis de açúcar no sangue, sendo os valores normais considerados pela Sociedade Brasileira de Diabetes: Tempo após o exame Valor ideal de referência Em jejum Até 92 mg/dL 1 hora após o exame Até 180 mg/dL 2 horas após o exame Até 153 mg/dL A partir dos resultados obtidos, o médico faz o diagnóstico de diabetes gestacional quando pelo menos um dos valores encontra-se acima do valor ideal. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: . Geralmente, o resultado desse exame é suficiente um resultado acima dos valores normais para confirmar o diagnóstico de diabetes gestacional. Leia também: Exames na gravidez: quais precisa fazer (e complementares) tuasaude.com/exames-na-gravidez Diabetes gestacional valores Os valores de glicose no sangue considerados diabetes gestacional são: Exame Valores de diabetes gestacional Glicemia em jejum Maior ou igual a 92 mg/dL Curva glicêmica Hora 0: maior ou igual a 92 mg/dL; Após 1 hora: maior ou igual a 180 mg/dL; Após 2 horas: maior ou igual a 153 mg/dL O exame de glicemia de jejum deve ser realizado uma vez a cada trimestre da gestação. Além disso, a curva glicêmica que é feito rotineiramente entre as 24 e 28 semanas da gestação, como parte dos exames pré-natais. Leia também: Curva glicêmica: o que é, para que serve e valores de referência tuasaude.com/exame-da-curva-glicemica Calculadora da glicemia Para saber se é diabetes gestacional, insira o seu resultado na calculadora a seguir: Teste help Erro Valor Erro Calcular O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com obstetra ou endocrinologista
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passage: O defeito metabólico nas mulheres com o DMG é sua incapacidade de secretar insulina em níveis necessáriospara atender à demanda que é máxima no 3otrimestre (Figura 43.1). Isso leva ao aumento da concentração daglicose pós-prandial, capaz de determinar efeitos adversos no feto (macrossomia e hipoglicemia neonatal), peloexcessivo transporte transplacentário de glicose.
DiagnósticoO estudo HAPO-2008 (Hyperglicemia and Adverse Pregnancy Outcome) realizado pelo InternationalAssociation of Diabetes and Pregnancy Study Group (IADPSG, 2010) propôs que a glicemia de jejum sejarealizada na 1a consulta pré-natal. Esse exame serviria para identificar os casos normais (< 92 mg/d ℓ), os deDMG (92 a 125 mg/d ℓ) e os de diabetes pré-gestacional (≥ 126 mg/d ℓ) (Figura 43.2). O diabetes pré-gestacionalpode, ainda, ser diagnosticado pela HbA1 c ≥ 6,5% ou pela glicemia ao acaso ≥ 200 mg/d ℓ (esta últimaconfirmada pela glicemia de jejum ou pela HbA1 c).
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passage: . Caso o resultado se encontre alterado e exista suspeita de diabetes, o obstetra poderá encaminhar a gestante para um nutricionista para iniciar uma dieta adequada, além de realizar acompanhamento regular para que sejam evitadas complicações para a mãe e para o bebê. Resultados do exame da glicose na gravidez A partir das coletas de sangue realizadas, são feitas medições para verificar os níveis de açúcar no sangue, sendo os valores normais considerados pela Sociedade Brasileira de Diabetes: Tempo após o exame Valor ideal de referência Em jejum Até 92 mg/dL 1 hora após o exame Até 180 mg/dL 2 horas após o exame Até 153 mg/dL A partir dos resultados obtidos, o médico faz o diagnóstico de diabetes gestacional quando pelo menos um dos valores encontra-se acima do valor ideal. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: . Geralmente, o resultado desse exame é suficiente um resultado acima dos valores normais para confirmar o diagnóstico de diabetes gestacional. Leia também: Exames na gravidez: quais precisa fazer (e complementares) tuasaude.com/exames-na-gravidez Diabetes gestacional valores Os valores de glicose no sangue considerados diabetes gestacional são: Exame Valores de diabetes gestacional Glicemia em jejum Maior ou igual a 92 mg/dL Curva glicêmica Hora 0: maior ou igual a 92 mg/dL; Após 1 hora: maior ou igual a 180 mg/dL; Após 2 horas: maior ou igual a 153 mg/dL O exame de glicemia de jejum deve ser realizado uma vez a cada trimestre da gestação. Além disso, a curva glicêmica que é feito rotineiramente entre as 24 e 28 semanas da gestação, como parte dos exames pré-natais. Leia também: Curva glicêmica: o que é, para que serve e valores de referência tuasaude.com/exame-da-curva-glicemica Calculadora da glicemia Para saber se é diabetes gestacional, insira o seu resultado na calculadora a seguir: Teste help Erro Valor Erro Calcular O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com obstetra ou endocrinologista
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passage: Diagnóstico através da curva de tolerância a glicoseCurva de tolerância a glicose com 100 gramas de dextrosol e dosagens com Jejum, 60 minutos, 120 minutos e 180 minutos, antes de intevenções ali-mentares na dieta da paciente.
• jejum .................. 95 mg%• 1h ..................... 180• 2h ..................... 155• 3h ..................... 140Interpretação: 2 valores alterados indicam diabete gestacional e 1 valor alterado: intolerância a carboi-dratos*.
* Critérios da American Diabetes Association, 2005.
Controle do diabete na gestaçãoNa mulher sabidamente diabética que deseja planejar sua gestação, além de apresentar a doença sobre controle, cuidados especiais devem ser tomados para reduzir o risco gestacional.
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passage: O defeito metabólico nas mulheres com o DMG é sua incapacidade de secretar insulina em níveis necessáriospara atender à demanda que é máxima no 3otrimestre (Figura 43.1). Isso leva ao aumento da concentração daglicose pós-prandial, capaz de determinar efeitos adversos no feto (macrossomia e hipoglicemia neonatal), peloexcessivo transporte transplacentário de glicose.
DiagnósticoO estudo HAPO-2008 (Hyperglicemia and Adverse Pregnancy Outcome) realizado pelo InternationalAssociation of Diabetes and Pregnancy Study Group (IADPSG, 2010) propôs que a glicemia de jejum sejarealizada na 1a consulta pré-natal. Esse exame serviria para identificar os casos normais (< 92 mg/d ℓ), os deDMG (92 a 125 mg/d ℓ) e os de diabetes pré-gestacional (≥ 126 mg/d ℓ) (Figura 43.2). O diabetes pré-gestacionalpode, ainda, ser diagnosticado pela HbA1 c ≥ 6,5% ou pela glicemia ao acaso ≥ 200 mg/d ℓ (esta últimaconfirmada pela glicemia de jejum ou pela HbA1 c).
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passage: . Caso o resultado se encontre alterado e exista suspeita de diabetes, o obstetra poderá encaminhar a gestante para um nutricionista para iniciar uma dieta adequada, além de realizar acompanhamento regular para que sejam evitadas complicações para a mãe e para o bebê. Resultados do exame da glicose na gravidez A partir das coletas de sangue realizadas, são feitas medições para verificar os níveis de açúcar no sangue, sendo os valores normais considerados pela Sociedade Brasileira de Diabetes: Tempo após o exame Valor ideal de referência Em jejum Até 92 mg/dL 1 hora após o exame Até 180 mg/dL 2 horas após o exame Até 153 mg/dL A partir dos resultados obtidos, o médico faz o diagnóstico de diabetes gestacional quando pelo menos um dos valores encontra-se acima do valor ideal. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: . Geralmente, o resultado desse exame é suficiente um resultado acima dos valores normais para confirmar o diagnóstico de diabetes gestacional. Leia também: Exames na gravidez: quais precisa fazer (e complementares) tuasaude.com/exames-na-gravidez Diabetes gestacional valores Os valores de glicose no sangue considerados diabetes gestacional são: Exame Valores de diabetes gestacional Glicemia em jejum Maior ou igual a 92 mg/dL Curva glicêmica Hora 0: maior ou igual a 92 mg/dL; Após 1 hora: maior ou igual a 180 mg/dL; Após 2 horas: maior ou igual a 153 mg/dL O exame de glicemia de jejum deve ser realizado uma vez a cada trimestre da gestação. Além disso, a curva glicêmica que é feito rotineiramente entre as 24 e 28 semanas da gestação, como parte dos exames pré-natais. Leia também: Curva glicêmica: o que é, para que serve e valores de referência tuasaude.com/exame-da-curva-glicemica Calculadora da glicemia Para saber se é diabetes gestacional, insira o seu resultado na calculadora a seguir: Teste help Erro Valor Erro Calcular O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com obstetra ou endocrinologista
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passage: Diagnóstico através da curva de tolerância a glicoseCurva de tolerância a glicose com 100 gramas de dextrosol e dosagens com Jejum, 60 minutos, 120 minutos e 180 minutos, antes de intevenções ali-mentares na dieta da paciente.
• jejum .................. 95 mg%• 1h ..................... 180• 2h ..................... 155• 3h ..................... 140Interpretação: 2 valores alterados indicam diabete gestacional e 1 valor alterado: intolerância a carboi-dratos*.
* Critérios da American Diabetes Association, 2005.
Controle do diabete na gestaçãoNa mulher sabidamente diabética que deseja planejar sua gestação, além de apresentar a doença sobre controle, cuidados especiais devem ser tomados para reduzir o risco gestacional.
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passage: Os casos normais na glicemia de jejum (< 92 mg/d ℓ) devem ser submetidos ao TOTG de 75 g de 2 h (TOTG-75) entre 24 e 28 semanas de gravidez. O TOTG-75 pretende ser diagnóstico e exige dieta livre 3 dias antes. Osvalores já anormais são jejum ≥ 92 mg/d ℓ, 1 h ≥ 180 mg/d ℓ e 2 h ≥ 153 mg/d ℓ. Basta um valor alterado para oteste ser considerado positivo. Se o valor de jejum for ≥ 126 mg/d ℓ, o diabetes é considerado pré-gestacional.
Utilizando esse novo critério, o estudo HAPO-2008 mostrou incidência do DMG de quase 18%, cifraconsiderada muito elevada e bastante criticada recentemente.
Em nenhuma oportunidade o estudo HAPO-2008 refere-se ao grupo de alto risco para DMG – história demacrossomia (> 4,5 kg), história familiar de diabetes (parente de 1o grau), história de DMG, obesidade (índice demassa corpórea, IMC ≥ 30 kg/m 2) e origem étnica de alta prevalência de diabetes (National Institute for Care andHealth Excellence [NICE], 2015).
Figura 43.1 Esquema ilustrando a relação entre a secreção e as necessidades de insulina. A.
Na gestaçãonormal. B.
No diabetes melito gestacional. (Adaptada de Fuchs, Kloopper, 1971.)Tabela 43.3 Classificação do diabetes na gravidez.
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passage: O defeito metabólico nas mulheres com o DMG é sua incapacidade de secretar insulina em níveis necessáriospara atender à demanda que é máxima no 3otrimestre (Figura 43.1). Isso leva ao aumento da concentração daglicose pós-prandial, capaz de determinar efeitos adversos no feto (macrossomia e hipoglicemia neonatal), peloexcessivo transporte transplacentário de glicose.
DiagnósticoO estudo HAPO-2008 (Hyperglicemia and Adverse Pregnancy Outcome) realizado pelo InternationalAssociation of Diabetes and Pregnancy Study Group (IADPSG, 2010) propôs que a glicemia de jejum sejarealizada na 1a consulta pré-natal. Esse exame serviria para identificar os casos normais (< 92 mg/d ℓ), os deDMG (92 a 125 mg/d ℓ) e os de diabetes pré-gestacional (≥ 126 mg/d ℓ) (Figura 43.2). O diabetes pré-gestacionalpode, ainda, ser diagnosticado pela HbA1 c ≥ 6,5% ou pela glicemia ao acaso ≥ 200 mg/d ℓ (esta últimaconfirmada pela glicemia de jejum ou pela HbA1 c).
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passage: . Caso o resultado se encontre alterado e exista suspeita de diabetes, o obstetra poderá encaminhar a gestante para um nutricionista para iniciar uma dieta adequada, além de realizar acompanhamento regular para que sejam evitadas complicações para a mãe e para o bebê. Resultados do exame da glicose na gravidez A partir das coletas de sangue realizadas, são feitas medições para verificar os níveis de açúcar no sangue, sendo os valores normais considerados pela Sociedade Brasileira de Diabetes: Tempo após o exame Valor ideal de referência Em jejum Até 92 mg/dL 1 hora após o exame Até 180 mg/dL 2 horas após o exame Até 153 mg/dL A partir dos resultados obtidos, o médico faz o diagnóstico de diabetes gestacional quando pelo menos um dos valores encontra-se acima do valor ideal. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: . Geralmente, o resultado desse exame é suficiente um resultado acima dos valores normais para confirmar o diagnóstico de diabetes gestacional. Leia também: Exames na gravidez: quais precisa fazer (e complementares) tuasaude.com/exames-na-gravidez Diabetes gestacional valores Os valores de glicose no sangue considerados diabetes gestacional são: Exame Valores de diabetes gestacional Glicemia em jejum Maior ou igual a 92 mg/dL Curva glicêmica Hora 0: maior ou igual a 92 mg/dL; Após 1 hora: maior ou igual a 180 mg/dL; Após 2 horas: maior ou igual a 153 mg/dL O exame de glicemia de jejum deve ser realizado uma vez a cada trimestre da gestação. Além disso, a curva glicêmica que é feito rotineiramente entre as 24 e 28 semanas da gestação, como parte dos exames pré-natais. Leia também: Curva glicêmica: o que é, para que serve e valores de referência tuasaude.com/exame-da-curva-glicemica Calculadora da glicemia Para saber se é diabetes gestacional, insira o seu resultado na calculadora a seguir: Teste help Erro Valor Erro Calcular O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com obstetra ou endocrinologista
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passage: Diagnóstico através da curva de tolerância a glicoseCurva de tolerância a glicose com 100 gramas de dextrosol e dosagens com Jejum, 60 minutos, 120 minutos e 180 minutos, antes de intevenções ali-mentares na dieta da paciente.
• jejum .................. 95 mg%• 1h ..................... 180• 2h ..................... 155• 3h ..................... 140Interpretação: 2 valores alterados indicam diabete gestacional e 1 valor alterado: intolerância a carboi-dratos*.
* Critérios da American Diabetes Association, 2005.
Controle do diabete na gestaçãoNa mulher sabidamente diabética que deseja planejar sua gestação, além de apresentar a doença sobre controle, cuidados especiais devem ser tomados para reduzir o risco gestacional.
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passage: Os casos normais na glicemia de jejum (< 92 mg/d ℓ) devem ser submetidos ao TOTG de 75 g de 2 h (TOTG-75) entre 24 e 28 semanas de gravidez. O TOTG-75 pretende ser diagnóstico e exige dieta livre 3 dias antes. Osvalores já anormais são jejum ≥ 92 mg/d ℓ, 1 h ≥ 180 mg/d ℓ e 2 h ≥ 153 mg/d ℓ. Basta um valor alterado para oteste ser considerado positivo. Se o valor de jejum for ≥ 126 mg/d ℓ, o diabetes é considerado pré-gestacional.
Utilizando esse novo critério, o estudo HAPO-2008 mostrou incidência do DMG de quase 18%, cifraconsiderada muito elevada e bastante criticada recentemente.
Em nenhuma oportunidade o estudo HAPO-2008 refere-se ao grupo de alto risco para DMG – história demacrossomia (> 4,5 kg), história familiar de diabetes (parente de 1o grau), história de DMG, obesidade (índice demassa corpórea, IMC ≥ 30 kg/m 2) e origem étnica de alta prevalência de diabetes (National Institute for Care andHealth Excellence [NICE], 2015).
Figura 43.1 Esquema ilustrando a relação entre a secreção e as necessidades de insulina. A.
Na gestaçãonormal. B.
No diabetes melito gestacional. (Adaptada de Fuchs, Kloopper, 1971.)Tabela 43.3 Classificação do diabetes na gravidez.
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passage: Quadro 59.13 Potenciais critérios diagnósticos para o diabetes gestacional.
Teste oral de tolerância à glicose (TOTG) alterado (ver Quadro 59.12 )Glicemia de jejum (GJ) ≥ 92 mg/dℓ (em duas ocasiões)HbA1c ≥ 6,5% (em duas ocasiões)GJ ≥ 92 mg/dℓ e HbA1c ≥ 6,5%Glicemia ao acaso > 200 mg/dℓ + GJ ≥ 92 mg/dℓA ADA também recomenda que, em crianças, o DM2 seja pesquisado bianualmente, a partir dos 10 anos de idade ou no início dapuberdade, quando houver sobrepeso (IMC > 85 o percentil para idade e sexo ou peso, 120% do ideal para a altura) e dois ou maisdos seguintes fatores de risco:História familiar de DM2 em parentes em primeiro e segundo grausDeterminadas raças ou etnias (p. ex., índios norte-americanos, negros, latino-americanos etc.)Sinais de resistência insulínica (RI) ou condições associadas a RI (p. ex., acantose nigricans, hipertensão, dislipidemia ou SOP)História materna de DM ou diabetes gestacional.2Quadro 59.14 Indicações para pesquisa do diabetes em indivíduos assintomáticos.
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passage: O defeito metabólico nas mulheres com o DMG é sua incapacidade de secretar insulina em níveis necessáriospara atender à demanda que é máxima no 3otrimestre (Figura 43.1). Isso leva ao aumento da concentração daglicose pós-prandial, capaz de determinar efeitos adversos no feto (macrossomia e hipoglicemia neonatal), peloexcessivo transporte transplacentário de glicose.
DiagnósticoO estudo HAPO-2008 (Hyperglicemia and Adverse Pregnancy Outcome) realizado pelo InternationalAssociation of Diabetes and Pregnancy Study Group (IADPSG, 2010) propôs que a glicemia de jejum sejarealizada na 1a consulta pré-natal. Esse exame serviria para identificar os casos normais (< 92 mg/d ℓ), os deDMG (92 a 125 mg/d ℓ) e os de diabetes pré-gestacional (≥ 126 mg/d ℓ) (Figura 43.2). O diabetes pré-gestacionalpode, ainda, ser diagnosticado pela HbA1 c ≥ 6,5% ou pela glicemia ao acaso ≥ 200 mg/d ℓ (esta últimaconfirmada pela glicemia de jejum ou pela HbA1 c).
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passage: . Caso o resultado se encontre alterado e exista suspeita de diabetes, o obstetra poderá encaminhar a gestante para um nutricionista para iniciar uma dieta adequada, além de realizar acompanhamento regular para que sejam evitadas complicações para a mãe e para o bebê. Resultados do exame da glicose na gravidez A partir das coletas de sangue realizadas, são feitas medições para verificar os níveis de açúcar no sangue, sendo os valores normais considerados pela Sociedade Brasileira de Diabetes: Tempo após o exame Valor ideal de referência Em jejum Até 92 mg/dL 1 hora após o exame Até 180 mg/dL 2 horas após o exame Até 153 mg/dL A partir dos resultados obtidos, o médico faz o diagnóstico de diabetes gestacional quando pelo menos um dos valores encontra-se acima do valor ideal. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: . Geralmente, o resultado desse exame é suficiente um resultado acima dos valores normais para confirmar o diagnóstico de diabetes gestacional. Leia também: Exames na gravidez: quais precisa fazer (e complementares) tuasaude.com/exames-na-gravidez Diabetes gestacional valores Os valores de glicose no sangue considerados diabetes gestacional são: Exame Valores de diabetes gestacional Glicemia em jejum Maior ou igual a 92 mg/dL Curva glicêmica Hora 0: maior ou igual a 92 mg/dL; Após 1 hora: maior ou igual a 180 mg/dL; Após 2 horas: maior ou igual a 153 mg/dL O exame de glicemia de jejum deve ser realizado uma vez a cada trimestre da gestação. Além disso, a curva glicêmica que é feito rotineiramente entre as 24 e 28 semanas da gestação, como parte dos exames pré-natais. Leia também: Curva glicêmica: o que é, para que serve e valores de referência tuasaude.com/exame-da-curva-glicemica Calculadora da glicemia Para saber se é diabetes gestacional, insira o seu resultado na calculadora a seguir: Teste help Erro Valor Erro Calcular O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com obstetra ou endocrinologista
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passage: Diagnóstico através da curva de tolerância a glicoseCurva de tolerância a glicose com 100 gramas de dextrosol e dosagens com Jejum, 60 minutos, 120 minutos e 180 minutos, antes de intevenções ali-mentares na dieta da paciente.
• jejum .................. 95 mg%• 1h ..................... 180• 2h ..................... 155• 3h ..................... 140Interpretação: 2 valores alterados indicam diabete gestacional e 1 valor alterado: intolerância a carboi-dratos*.
* Critérios da American Diabetes Association, 2005.
Controle do diabete na gestaçãoNa mulher sabidamente diabética que deseja planejar sua gestação, além de apresentar a doença sobre controle, cuidados especiais devem ser tomados para reduzir o risco gestacional.
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passage: Os casos normais na glicemia de jejum (< 92 mg/d ℓ) devem ser submetidos ao TOTG de 75 g de 2 h (TOTG-75) entre 24 e 28 semanas de gravidez. O TOTG-75 pretende ser diagnóstico e exige dieta livre 3 dias antes. Osvalores já anormais são jejum ≥ 92 mg/d ℓ, 1 h ≥ 180 mg/d ℓ e 2 h ≥ 153 mg/d ℓ. Basta um valor alterado para oteste ser considerado positivo. Se o valor de jejum for ≥ 126 mg/d ℓ, o diabetes é considerado pré-gestacional.
Utilizando esse novo critério, o estudo HAPO-2008 mostrou incidência do DMG de quase 18%, cifraconsiderada muito elevada e bastante criticada recentemente.
Em nenhuma oportunidade o estudo HAPO-2008 refere-se ao grupo de alto risco para DMG – história demacrossomia (> 4,5 kg), história familiar de diabetes (parente de 1o grau), história de DMG, obesidade (índice demassa corpórea, IMC ≥ 30 kg/m 2) e origem étnica de alta prevalência de diabetes (National Institute for Care andHealth Excellence [NICE], 2015).
Figura 43.1 Esquema ilustrando a relação entre a secreção e as necessidades de insulina. A.
Na gestaçãonormal. B.
No diabetes melito gestacional. (Adaptada de Fuchs, Kloopper, 1971.)Tabela 43.3 Classificação do diabetes na gravidez.
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passage: Quadro 59.13 Potenciais critérios diagnósticos para o diabetes gestacional.
Teste oral de tolerância à glicose (TOTG) alterado (ver Quadro 59.12 )Glicemia de jejum (GJ) ≥ 92 mg/dℓ (em duas ocasiões)HbA1c ≥ 6,5% (em duas ocasiões)GJ ≥ 92 mg/dℓ e HbA1c ≥ 6,5%Glicemia ao acaso > 200 mg/dℓ + GJ ≥ 92 mg/dℓA ADA também recomenda que, em crianças, o DM2 seja pesquisado bianualmente, a partir dos 10 anos de idade ou no início dapuberdade, quando houver sobrepeso (IMC > 85 o percentil para idade e sexo ou peso, 120% do ideal para a altura) e dois ou maisdos seguintes fatores de risco:História familiar de DM2 em parentes em primeiro e segundo grausDeterminadas raças ou etnias (p. ex., índios norte-americanos, negros, latino-americanos etc.)Sinais de resistência insulínica (RI) ou condições associadas a RI (p. ex., acantose nigricans, hipertensão, dislipidemia ou SOP)História materna de DM ou diabetes gestacional.2Quadro 59.14 Indicações para pesquisa do diabetes em indivíduos assintomáticos.
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passage: . Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além do exame de TOTG, que é indicado para todas as grávidas, mesmo aquelas que não apresentam sintomas ou fatores de risco para diabetes gestacional, é possível que o diagnóstico seja feito antes da semana 24 por meio do exame de glicemia em jejum. Nesses casos, é considerado diabetes mellitus gestacional quando a glicemia de jejum encontra-se acima de 126 mg/dL, quando a glicemia a qualquer hora do dia é superior a 200 mg/dL ou quando a hemoglobina glicada é superior ou igual a 6,5%. Caso seja verificada qualquer uma desses alterações, é indicada a realização do TOTG para confirmação do diagnóstico. É importante que a glicemia seja monitorada durante a gestação para que sejam evitadas complicações para a mãe e para o bebê, além de ser fundamental para que seja estabelecido o melhor tratamento e adequação da alimentação, que deve ser feita com auxílio de um nutricionista. Confira algumas dicas no vídeo a seguir de alimentação na diabetes gestacional: DIABETES GESTACIONAL: o que comer para controlar 02:58 | 345.314 visualizações
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passage: O defeito metabólico nas mulheres com o DMG é sua incapacidade de secretar insulina em níveis necessáriospara atender à demanda que é máxima no 3otrimestre (Figura 43.1). Isso leva ao aumento da concentração daglicose pós-prandial, capaz de determinar efeitos adversos no feto (macrossomia e hipoglicemia neonatal), peloexcessivo transporte transplacentário de glicose.
DiagnósticoO estudo HAPO-2008 (Hyperglicemia and Adverse Pregnancy Outcome) realizado pelo InternationalAssociation of Diabetes and Pregnancy Study Group (IADPSG, 2010) propôs que a glicemia de jejum sejarealizada na 1a consulta pré-natal. Esse exame serviria para identificar os casos normais (< 92 mg/d ℓ), os deDMG (92 a 125 mg/d ℓ) e os de diabetes pré-gestacional (≥ 126 mg/d ℓ) (Figura 43.2). O diabetes pré-gestacionalpode, ainda, ser diagnosticado pela HbA1 c ≥ 6,5% ou pela glicemia ao acaso ≥ 200 mg/d ℓ (esta últimaconfirmada pela glicemia de jejum ou pela HbA1 c).
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passage: . Caso o resultado se encontre alterado e exista suspeita de diabetes, o obstetra poderá encaminhar a gestante para um nutricionista para iniciar uma dieta adequada, além de realizar acompanhamento regular para que sejam evitadas complicações para a mãe e para o bebê. Resultados do exame da glicose na gravidez A partir das coletas de sangue realizadas, são feitas medições para verificar os níveis de açúcar no sangue, sendo os valores normais considerados pela Sociedade Brasileira de Diabetes: Tempo após o exame Valor ideal de referência Em jejum Até 92 mg/dL 1 hora após o exame Até 180 mg/dL 2 horas após o exame Até 153 mg/dL A partir dos resultados obtidos, o médico faz o diagnóstico de diabetes gestacional quando pelo menos um dos valores encontra-se acima do valor ideal. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: . Geralmente, o resultado desse exame é suficiente um resultado acima dos valores normais para confirmar o diagnóstico de diabetes gestacional. Leia também: Exames na gravidez: quais precisa fazer (e complementares) tuasaude.com/exames-na-gravidez Diabetes gestacional valores Os valores de glicose no sangue considerados diabetes gestacional são: Exame Valores de diabetes gestacional Glicemia em jejum Maior ou igual a 92 mg/dL Curva glicêmica Hora 0: maior ou igual a 92 mg/dL; Após 1 hora: maior ou igual a 180 mg/dL; Após 2 horas: maior ou igual a 153 mg/dL O exame de glicemia de jejum deve ser realizado uma vez a cada trimestre da gestação. Além disso, a curva glicêmica que é feito rotineiramente entre as 24 e 28 semanas da gestação, como parte dos exames pré-natais. Leia também: Curva glicêmica: o que é, para que serve e valores de referência tuasaude.com/exame-da-curva-glicemica Calculadora da glicemia Para saber se é diabetes gestacional, insira o seu resultado na calculadora a seguir: Teste help Erro Valor Erro Calcular O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com obstetra ou endocrinologista
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passage: Diagnóstico através da curva de tolerância a glicoseCurva de tolerância a glicose com 100 gramas de dextrosol e dosagens com Jejum, 60 minutos, 120 minutos e 180 minutos, antes de intevenções ali-mentares na dieta da paciente.
• jejum .................. 95 mg%• 1h ..................... 180• 2h ..................... 155• 3h ..................... 140Interpretação: 2 valores alterados indicam diabete gestacional e 1 valor alterado: intolerância a carboi-dratos*.
* Critérios da American Diabetes Association, 2005.
Controle do diabete na gestaçãoNa mulher sabidamente diabética que deseja planejar sua gestação, além de apresentar a doença sobre controle, cuidados especiais devem ser tomados para reduzir o risco gestacional.
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passage: Os casos normais na glicemia de jejum (< 92 mg/d ℓ) devem ser submetidos ao TOTG de 75 g de 2 h (TOTG-75) entre 24 e 28 semanas de gravidez. O TOTG-75 pretende ser diagnóstico e exige dieta livre 3 dias antes. Osvalores já anormais são jejum ≥ 92 mg/d ℓ, 1 h ≥ 180 mg/d ℓ e 2 h ≥ 153 mg/d ℓ. Basta um valor alterado para oteste ser considerado positivo. Se o valor de jejum for ≥ 126 mg/d ℓ, o diabetes é considerado pré-gestacional.
Utilizando esse novo critério, o estudo HAPO-2008 mostrou incidência do DMG de quase 18%, cifraconsiderada muito elevada e bastante criticada recentemente.
Em nenhuma oportunidade o estudo HAPO-2008 refere-se ao grupo de alto risco para DMG – história demacrossomia (> 4,5 kg), história familiar de diabetes (parente de 1o grau), história de DMG, obesidade (índice demassa corpórea, IMC ≥ 30 kg/m 2) e origem étnica de alta prevalência de diabetes (National Institute for Care andHealth Excellence [NICE], 2015).
Figura 43.1 Esquema ilustrando a relação entre a secreção e as necessidades de insulina. A.
Na gestaçãonormal. B.
No diabetes melito gestacional. (Adaptada de Fuchs, Kloopper, 1971.)Tabela 43.3 Classificação do diabetes na gravidez.
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passage: Quadro 59.13 Potenciais critérios diagnósticos para o diabetes gestacional.
Teste oral de tolerância à glicose (TOTG) alterado (ver Quadro 59.12 )Glicemia de jejum (GJ) ≥ 92 mg/dℓ (em duas ocasiões)HbA1c ≥ 6,5% (em duas ocasiões)GJ ≥ 92 mg/dℓ e HbA1c ≥ 6,5%Glicemia ao acaso > 200 mg/dℓ + GJ ≥ 92 mg/dℓA ADA também recomenda que, em crianças, o DM2 seja pesquisado bianualmente, a partir dos 10 anos de idade ou no início dapuberdade, quando houver sobrepeso (IMC > 85 o percentil para idade e sexo ou peso, 120% do ideal para a altura) e dois ou maisdos seguintes fatores de risco:História familiar de DM2 em parentes em primeiro e segundo grausDeterminadas raças ou etnias (p. ex., índios norte-americanos, negros, latino-americanos etc.)Sinais de resistência insulínica (RI) ou condições associadas a RI (p. ex., acantose nigricans, hipertensão, dislipidemia ou SOP)História materna de DM ou diabetes gestacional.2Quadro 59.14 Indicações para pesquisa do diabetes em indivíduos assintomáticos.
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passage: . Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além do exame de TOTG, que é indicado para todas as grávidas, mesmo aquelas que não apresentam sintomas ou fatores de risco para diabetes gestacional, é possível que o diagnóstico seja feito antes da semana 24 por meio do exame de glicemia em jejum. Nesses casos, é considerado diabetes mellitus gestacional quando a glicemia de jejum encontra-se acima de 126 mg/dL, quando a glicemia a qualquer hora do dia é superior a 200 mg/dL ou quando a hemoglobina glicada é superior ou igual a 6,5%. Caso seja verificada qualquer uma desses alterações, é indicada a realização do TOTG para confirmação do diagnóstico. É importante que a glicemia seja monitorada durante a gestação para que sejam evitadas complicações para a mãe e para o bebê, além de ser fundamental para que seja estabelecido o melhor tratamento e adequação da alimentação, que deve ser feita com auxílio de um nutricionista. Confira algumas dicas no vídeo a seguir de alimentação na diabetes gestacional: DIABETES GESTACIONAL: o que comer para controlar 02:58 | 345.314 visualizações
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passage: . No entanto, nem todas as mulheres grávidas desenvolvem diabetes gestacional. A diabetes gestacional acontece com mais facilidade em mulheres que possuem histórico de diabetes, estão acima do peso, fazem uso de medicamentos hipoglicemiantes ou possuem hipertensão, por exemplo. Veja mais sobre a diabetes gestacional. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da diabetes gestacional é feito por meio de exames de sangue para verificar a quantidade de glicose circulante no sangue, devendo a primeira avaliação ser feita em jejum. Mesmo que a mulher não apresente sinais ou sintomas indicativos de diabetes gestacional, o exame diagnóstico deve ser realizado. Além do teste de glicemia de jejum, o médico deve indicar o teste de tolerância à glicose, o TOTG, em que é verificada a resposta do organismo frente a grandes quantidades de açúcar. Veja quais são os valores de referência dos exames que diagnosticam a diabetes gestacional. Calculadora da glicemia Para saber se o resultado do TOTG indica diabetes gestacional, insira o seu resultado na calculadora a seguir: Teste help Erro Valor Erro Calcular O que fazer Em caso de diabetes gestacional, é importante seguir as orientações do obstetra e/ou endocrinologista, que poderá indicar melhora dos hábitos alimentares e prática regular de atividade física
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passage: O defeito metabólico nas mulheres com o DMG é sua incapacidade de secretar insulina em níveis necessáriospara atender à demanda que é máxima no 3otrimestre (Figura 43.1). Isso leva ao aumento da concentração daglicose pós-prandial, capaz de determinar efeitos adversos no feto (macrossomia e hipoglicemia neonatal), peloexcessivo transporte transplacentário de glicose.
DiagnósticoO estudo HAPO-2008 (Hyperglicemia and Adverse Pregnancy Outcome) realizado pelo InternationalAssociation of Diabetes and Pregnancy Study Group (IADPSG, 2010) propôs que a glicemia de jejum sejarealizada na 1a consulta pré-natal. Esse exame serviria para identificar os casos normais (< 92 mg/d ℓ), os deDMG (92 a 125 mg/d ℓ) e os de diabetes pré-gestacional (≥ 126 mg/d ℓ) (Figura 43.2). O diabetes pré-gestacionalpode, ainda, ser diagnosticado pela HbA1 c ≥ 6,5% ou pela glicemia ao acaso ≥ 200 mg/d ℓ (esta últimaconfirmada pela glicemia de jejum ou pela HbA1 c).
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passage: . Caso o resultado se encontre alterado e exista suspeita de diabetes, o obstetra poderá encaminhar a gestante para um nutricionista para iniciar uma dieta adequada, além de realizar acompanhamento regular para que sejam evitadas complicações para a mãe e para o bebê. Resultados do exame da glicose na gravidez A partir das coletas de sangue realizadas, são feitas medições para verificar os níveis de açúcar no sangue, sendo os valores normais considerados pela Sociedade Brasileira de Diabetes: Tempo após o exame Valor ideal de referência Em jejum Até 92 mg/dL 1 hora após o exame Até 180 mg/dL 2 horas após o exame Até 153 mg/dL A partir dos resultados obtidos, o médico faz o diagnóstico de diabetes gestacional quando pelo menos um dos valores encontra-se acima do valor ideal. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: . Geralmente, o resultado desse exame é suficiente um resultado acima dos valores normais para confirmar o diagnóstico de diabetes gestacional. Leia também: Exames na gravidez: quais precisa fazer (e complementares) tuasaude.com/exames-na-gravidez Diabetes gestacional valores Os valores de glicose no sangue considerados diabetes gestacional são: Exame Valores de diabetes gestacional Glicemia em jejum Maior ou igual a 92 mg/dL Curva glicêmica Hora 0: maior ou igual a 92 mg/dL; Após 1 hora: maior ou igual a 180 mg/dL; Após 2 horas: maior ou igual a 153 mg/dL O exame de glicemia de jejum deve ser realizado uma vez a cada trimestre da gestação. Além disso, a curva glicêmica que é feito rotineiramente entre as 24 e 28 semanas da gestação, como parte dos exames pré-natais. Leia também: Curva glicêmica: o que é, para que serve e valores de referência tuasaude.com/exame-da-curva-glicemica Calculadora da glicemia Para saber se é diabetes gestacional, insira o seu resultado na calculadora a seguir: Teste help Erro Valor Erro Calcular O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com obstetra ou endocrinologista
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passage: Diagnóstico através da curva de tolerância a glicoseCurva de tolerância a glicose com 100 gramas de dextrosol e dosagens com Jejum, 60 minutos, 120 minutos e 180 minutos, antes de intevenções ali-mentares na dieta da paciente.
• jejum .................. 95 mg%• 1h ..................... 180• 2h ..................... 155• 3h ..................... 140Interpretação: 2 valores alterados indicam diabete gestacional e 1 valor alterado: intolerância a carboi-dratos*.
* Critérios da American Diabetes Association, 2005.
Controle do diabete na gestaçãoNa mulher sabidamente diabética que deseja planejar sua gestação, além de apresentar a doença sobre controle, cuidados especiais devem ser tomados para reduzir o risco gestacional.
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passage: Os casos normais na glicemia de jejum (< 92 mg/d ℓ) devem ser submetidos ao TOTG de 75 g de 2 h (TOTG-75) entre 24 e 28 semanas de gravidez. O TOTG-75 pretende ser diagnóstico e exige dieta livre 3 dias antes. Osvalores já anormais são jejum ≥ 92 mg/d ℓ, 1 h ≥ 180 mg/d ℓ e 2 h ≥ 153 mg/d ℓ. Basta um valor alterado para oteste ser considerado positivo. Se o valor de jejum for ≥ 126 mg/d ℓ, o diabetes é considerado pré-gestacional.
Utilizando esse novo critério, o estudo HAPO-2008 mostrou incidência do DMG de quase 18%, cifraconsiderada muito elevada e bastante criticada recentemente.
Em nenhuma oportunidade o estudo HAPO-2008 refere-se ao grupo de alto risco para DMG – história demacrossomia (> 4,5 kg), história familiar de diabetes (parente de 1o grau), história de DMG, obesidade (índice demassa corpórea, IMC ≥ 30 kg/m 2) e origem étnica de alta prevalência de diabetes (National Institute for Care andHealth Excellence [NICE], 2015).
Figura 43.1 Esquema ilustrando a relação entre a secreção e as necessidades de insulina. A.
Na gestaçãonormal. B.
No diabetes melito gestacional. (Adaptada de Fuchs, Kloopper, 1971.)Tabela 43.3 Classificação do diabetes na gravidez.
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passage: Quadro 59.13 Potenciais critérios diagnósticos para o diabetes gestacional.
Teste oral de tolerância à glicose (TOTG) alterado (ver Quadro 59.12 )Glicemia de jejum (GJ) ≥ 92 mg/dℓ (em duas ocasiões)HbA1c ≥ 6,5% (em duas ocasiões)GJ ≥ 92 mg/dℓ e HbA1c ≥ 6,5%Glicemia ao acaso > 200 mg/dℓ + GJ ≥ 92 mg/dℓA ADA também recomenda que, em crianças, o DM2 seja pesquisado bianualmente, a partir dos 10 anos de idade ou no início dapuberdade, quando houver sobrepeso (IMC > 85 o percentil para idade e sexo ou peso, 120% do ideal para a altura) e dois ou maisdos seguintes fatores de risco:História familiar de DM2 em parentes em primeiro e segundo grausDeterminadas raças ou etnias (p. ex., índios norte-americanos, negros, latino-americanos etc.)Sinais de resistência insulínica (RI) ou condições associadas a RI (p. ex., acantose nigricans, hipertensão, dislipidemia ou SOP)História materna de DM ou diabetes gestacional.2Quadro 59.14 Indicações para pesquisa do diabetes em indivíduos assintomáticos.
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passage: . Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além do exame de TOTG, que é indicado para todas as grávidas, mesmo aquelas que não apresentam sintomas ou fatores de risco para diabetes gestacional, é possível que o diagnóstico seja feito antes da semana 24 por meio do exame de glicemia em jejum. Nesses casos, é considerado diabetes mellitus gestacional quando a glicemia de jejum encontra-se acima de 126 mg/dL, quando a glicemia a qualquer hora do dia é superior a 200 mg/dL ou quando a hemoglobina glicada é superior ou igual a 6,5%. Caso seja verificada qualquer uma desses alterações, é indicada a realização do TOTG para confirmação do diagnóstico. É importante que a glicemia seja monitorada durante a gestação para que sejam evitadas complicações para a mãe e para o bebê, além de ser fundamental para que seja estabelecido o melhor tratamento e adequação da alimentação, que deve ser feita com auxílio de um nutricionista. Confira algumas dicas no vídeo a seguir de alimentação na diabetes gestacional: DIABETES GESTACIONAL: o que comer para controlar 02:58 | 345.314 visualizações
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passage: . No entanto, nem todas as mulheres grávidas desenvolvem diabetes gestacional. A diabetes gestacional acontece com mais facilidade em mulheres que possuem histórico de diabetes, estão acima do peso, fazem uso de medicamentos hipoglicemiantes ou possuem hipertensão, por exemplo. Veja mais sobre a diabetes gestacional. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da diabetes gestacional é feito por meio de exames de sangue para verificar a quantidade de glicose circulante no sangue, devendo a primeira avaliação ser feita em jejum. Mesmo que a mulher não apresente sinais ou sintomas indicativos de diabetes gestacional, o exame diagnóstico deve ser realizado. Além do teste de glicemia de jejum, o médico deve indicar o teste de tolerância à glicose, o TOTG, em que é verificada a resposta do organismo frente a grandes quantidades de açúcar. Veja quais são os valores de referência dos exames que diagnosticam a diabetes gestacional. Calculadora da glicemia Para saber se o resultado do TOTG indica diabetes gestacional, insira o seu resultado na calculadora a seguir: Teste help Erro Valor Erro Calcular O que fazer Em caso de diabetes gestacional, é importante seguir as orientações do obstetra e/ou endocrinologista, que poderá indicar melhora dos hábitos alimentares e prática regular de atividade física
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passage: Tabela 43.2 Categorias de risco aumentado para diabetes (pré-diabetes).
Glicemia de jejum alterada: 100 a 125 mg/d ℓOuTolerância à glicose alterada de 2 h (TOTG-75 g): 140-199 mg/d ℓOuA1c: 5,7 a 6,4%TOTG, teste oral de tolerância à glicose; A1c, hemoglobina glicada. Adaptada de ADA, 2016a.
Na mulher com DMG, não é a resistência à insulina que está elevada, quando comparada à da gravideznormal, e sim o mau funcionamento das células β pancreáticas que secretam insulina insuficiente para venceresse aumento da resistência (Figura 43.1).
Classificação do diabetes na gravidez segundo WhiteÉ clássica a separação do diabetes na gravidez em classes (A-H) (classificação de Priscilla White, 1949),tornando possível estabelecer o prognóstico materno e o fetal, e instituir as medidas terapêuticas pertinentes(Tabela 43.3).
Na gravidez, cerca de 90% das diabéticas são classe A, e as 10% restantes, classes B-H.
▶ Classe A.
Corresponde ao DMG. A intolerância à glicose só é anormal durante a gestação, retornando ànormalidade ao fim a gravidez. Aproximadamente 15 a 30% das diabéticas classe A necessitam de insulina aolongo da gestação, passando, por conseguinte, para a classe A2.
▶ Classes B e C.
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passage: O defeito metabólico nas mulheres com o DMG é sua incapacidade de secretar insulina em níveis necessáriospara atender à demanda que é máxima no 3otrimestre (Figura 43.1). Isso leva ao aumento da concentração daglicose pós-prandial, capaz de determinar efeitos adversos no feto (macrossomia e hipoglicemia neonatal), peloexcessivo transporte transplacentário de glicose.
DiagnósticoO estudo HAPO-2008 (Hyperglicemia and Adverse Pregnancy Outcome) realizado pelo InternationalAssociation of Diabetes and Pregnancy Study Group (IADPSG, 2010) propôs que a glicemia de jejum sejarealizada na 1a consulta pré-natal. Esse exame serviria para identificar os casos normais (< 92 mg/d ℓ), os deDMG (92 a 125 mg/d ℓ) e os de diabetes pré-gestacional (≥ 126 mg/d ℓ) (Figura 43.2). O diabetes pré-gestacionalpode, ainda, ser diagnosticado pela HbA1 c ≥ 6,5% ou pela glicemia ao acaso ≥ 200 mg/d ℓ (esta últimaconfirmada pela glicemia de jejum ou pela HbA1 c).
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passage: . Caso o resultado se encontre alterado e exista suspeita de diabetes, o obstetra poderá encaminhar a gestante para um nutricionista para iniciar uma dieta adequada, além de realizar acompanhamento regular para que sejam evitadas complicações para a mãe e para o bebê. Resultados do exame da glicose na gravidez A partir das coletas de sangue realizadas, são feitas medições para verificar os níveis de açúcar no sangue, sendo os valores normais considerados pela Sociedade Brasileira de Diabetes: Tempo após o exame Valor ideal de referência Em jejum Até 92 mg/dL 1 hora após o exame Até 180 mg/dL 2 horas após o exame Até 153 mg/dL A partir dos resultados obtidos, o médico faz o diagnóstico de diabetes gestacional quando pelo menos um dos valores encontra-se acima do valor ideal. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: . Geralmente, o resultado desse exame é suficiente um resultado acima dos valores normais para confirmar o diagnóstico de diabetes gestacional. Leia também: Exames na gravidez: quais precisa fazer (e complementares) tuasaude.com/exames-na-gravidez Diabetes gestacional valores Os valores de glicose no sangue considerados diabetes gestacional são: Exame Valores de diabetes gestacional Glicemia em jejum Maior ou igual a 92 mg/dL Curva glicêmica Hora 0: maior ou igual a 92 mg/dL; Após 1 hora: maior ou igual a 180 mg/dL; Após 2 horas: maior ou igual a 153 mg/dL O exame de glicemia de jejum deve ser realizado uma vez a cada trimestre da gestação. Além disso, a curva glicêmica que é feito rotineiramente entre as 24 e 28 semanas da gestação, como parte dos exames pré-natais. Leia também: Curva glicêmica: o que é, para que serve e valores de referência tuasaude.com/exame-da-curva-glicemica Calculadora da glicemia Para saber se é diabetes gestacional, insira o seu resultado na calculadora a seguir: Teste help Erro Valor Erro Calcular O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com obstetra ou endocrinologista
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passage: Diagnóstico através da curva de tolerância a glicoseCurva de tolerância a glicose com 100 gramas de dextrosol e dosagens com Jejum, 60 minutos, 120 minutos e 180 minutos, antes de intevenções ali-mentares na dieta da paciente.
• jejum .................. 95 mg%• 1h ..................... 180• 2h ..................... 155• 3h ..................... 140Interpretação: 2 valores alterados indicam diabete gestacional e 1 valor alterado: intolerância a carboi-dratos*.
* Critérios da American Diabetes Association, 2005.
Controle do diabete na gestaçãoNa mulher sabidamente diabética que deseja planejar sua gestação, além de apresentar a doença sobre controle, cuidados especiais devem ser tomados para reduzir o risco gestacional.
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passage: Os casos normais na glicemia de jejum (< 92 mg/d ℓ) devem ser submetidos ao TOTG de 75 g de 2 h (TOTG-75) entre 24 e 28 semanas de gravidez. O TOTG-75 pretende ser diagnóstico e exige dieta livre 3 dias antes. Osvalores já anormais são jejum ≥ 92 mg/d ℓ, 1 h ≥ 180 mg/d ℓ e 2 h ≥ 153 mg/d ℓ. Basta um valor alterado para oteste ser considerado positivo. Se o valor de jejum for ≥ 126 mg/d ℓ, o diabetes é considerado pré-gestacional.
Utilizando esse novo critério, o estudo HAPO-2008 mostrou incidência do DMG de quase 18%, cifraconsiderada muito elevada e bastante criticada recentemente.
Em nenhuma oportunidade o estudo HAPO-2008 refere-se ao grupo de alto risco para DMG – história demacrossomia (> 4,5 kg), história familiar de diabetes (parente de 1o grau), história de DMG, obesidade (índice demassa corpórea, IMC ≥ 30 kg/m 2) e origem étnica de alta prevalência de diabetes (National Institute for Care andHealth Excellence [NICE], 2015).
Figura 43.1 Esquema ilustrando a relação entre a secreção e as necessidades de insulina. A.
Na gestaçãonormal. B.
No diabetes melito gestacional. (Adaptada de Fuchs, Kloopper, 1971.)Tabela 43.3 Classificação do diabetes na gravidez.
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passage: Quadro 59.13 Potenciais critérios diagnósticos para o diabetes gestacional.
Teste oral de tolerância à glicose (TOTG) alterado (ver Quadro 59.12 )Glicemia de jejum (GJ) ≥ 92 mg/dℓ (em duas ocasiões)HbA1c ≥ 6,5% (em duas ocasiões)GJ ≥ 92 mg/dℓ e HbA1c ≥ 6,5%Glicemia ao acaso > 200 mg/dℓ + GJ ≥ 92 mg/dℓA ADA também recomenda que, em crianças, o DM2 seja pesquisado bianualmente, a partir dos 10 anos de idade ou no início dapuberdade, quando houver sobrepeso (IMC > 85 o percentil para idade e sexo ou peso, 120% do ideal para a altura) e dois ou maisdos seguintes fatores de risco:História familiar de DM2 em parentes em primeiro e segundo grausDeterminadas raças ou etnias (p. ex., índios norte-americanos, negros, latino-americanos etc.)Sinais de resistência insulínica (RI) ou condições associadas a RI (p. ex., acantose nigricans, hipertensão, dislipidemia ou SOP)História materna de DM ou diabetes gestacional.2Quadro 59.14 Indicações para pesquisa do diabetes em indivíduos assintomáticos.
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passage: . Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além do exame de TOTG, que é indicado para todas as grávidas, mesmo aquelas que não apresentam sintomas ou fatores de risco para diabetes gestacional, é possível que o diagnóstico seja feito antes da semana 24 por meio do exame de glicemia em jejum. Nesses casos, é considerado diabetes mellitus gestacional quando a glicemia de jejum encontra-se acima de 126 mg/dL, quando a glicemia a qualquer hora do dia é superior a 200 mg/dL ou quando a hemoglobina glicada é superior ou igual a 6,5%. Caso seja verificada qualquer uma desses alterações, é indicada a realização do TOTG para confirmação do diagnóstico. É importante que a glicemia seja monitorada durante a gestação para que sejam evitadas complicações para a mãe e para o bebê, além de ser fundamental para que seja estabelecido o melhor tratamento e adequação da alimentação, que deve ser feita com auxílio de um nutricionista. Confira algumas dicas no vídeo a seguir de alimentação na diabetes gestacional: DIABETES GESTACIONAL: o que comer para controlar 02:58 | 345.314 visualizações
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passage: . No entanto, nem todas as mulheres grávidas desenvolvem diabetes gestacional. A diabetes gestacional acontece com mais facilidade em mulheres que possuem histórico de diabetes, estão acima do peso, fazem uso de medicamentos hipoglicemiantes ou possuem hipertensão, por exemplo. Veja mais sobre a diabetes gestacional. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da diabetes gestacional é feito por meio de exames de sangue para verificar a quantidade de glicose circulante no sangue, devendo a primeira avaliação ser feita em jejum. Mesmo que a mulher não apresente sinais ou sintomas indicativos de diabetes gestacional, o exame diagnóstico deve ser realizado. Além do teste de glicemia de jejum, o médico deve indicar o teste de tolerância à glicose, o TOTG, em que é verificada a resposta do organismo frente a grandes quantidades de açúcar. Veja quais são os valores de referência dos exames que diagnosticam a diabetes gestacional. Calculadora da glicemia Para saber se o resultado do TOTG indica diabetes gestacional, insira o seu resultado na calculadora a seguir: Teste help Erro Valor Erro Calcular O que fazer Em caso de diabetes gestacional, é importante seguir as orientações do obstetra e/ou endocrinologista, que poderá indicar melhora dos hábitos alimentares e prática regular de atividade física
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passage: Tabela 43.2 Categorias de risco aumentado para diabetes (pré-diabetes).
Glicemia de jejum alterada: 100 a 125 mg/d ℓOuTolerância à glicose alterada de 2 h (TOTG-75 g): 140-199 mg/d ℓOuA1c: 5,7 a 6,4%TOTG, teste oral de tolerância à glicose; A1c, hemoglobina glicada. Adaptada de ADA, 2016a.
Na mulher com DMG, não é a resistência à insulina que está elevada, quando comparada à da gravideznormal, e sim o mau funcionamento das células β pancreáticas que secretam insulina insuficiente para venceresse aumento da resistência (Figura 43.1).
Classificação do diabetes na gravidez segundo WhiteÉ clássica a separação do diabetes na gravidez em classes (A-H) (classificação de Priscilla White, 1949),tornando possível estabelecer o prognóstico materno e o fetal, e instituir as medidas terapêuticas pertinentes(Tabela 43.3).
Na gravidez, cerca de 90% das diabéticas são classe A, e as 10% restantes, classes B-H.
▶ Classe A.
Corresponde ao DMG. A intolerância à glicose só é anormal durante a gestação, retornando ànormalidade ao fim a gravidez. Aproximadamente 15 a 30% das diabéticas classe A necessitam de insulina aolongo da gestação, passando, por conseguinte, para a classe A2.
▶ Classes B e C.
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passage: Critérios de rastreamento e diagnóstico do diabete na gestaçãoPeríodo Exames e InterpretaçãoPrimeira consulta de pré-natalGlicemia de jejum na primeira consulta de pré-na-tal. Objetiva identificar diabéticas sem diagnostico. Dois valores de jejum acima de 126 mg/dl* serão determinantes de diabetes gestacional (diagnosti-co obtido na gravidez).
24a a 26a semana gestacionalTeste de glicemia pós 50 g de dextrosol, via oral. Valores acima de 140 mg/dl* são suspeitos e in-dicativos de confirmação diagnóstica através da curva de tolerância a glicose (sensibilidade 80%).
O corte acima de 130mg%* oferece sensibilidade de 90%, mas menor especificidade. Valores acima de 185mg%* são diagnósticos e não necessitam confirmação com a curva de tolerância a glicose. O teste vem sendo empregado com glicemia capilar, no próprio consultório de pré-natal, após sobrecar -ga de 50g de dextrosol, utilizando-se como altera-do valor a partir de 140mg/dl (equivale a cerca de 134mg% na glicemia plasmática).
Diagnóstico através da curva de tolerância a glicoseCurva de tolerância a glicose com 100 gramas de dextrosol e dosagens com Jejum, 60 minutos, 120 minutos e 180 minutos, antes de intevenções ali-mentares na dieta da paciente.
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Olá! Entendo sua preocupação com os resultados do seu exame de glicose durante a gestação. Vamos analisar seus resultados com calma para entender o que eles significam.
Com base nas informações que você me forneceu, e considerando os critérios diagnósticos do diabetes gestacional, vamos verificar:
* **Glicemia em jejum:** Você mencionou que seu resultado foi de mg. Se esse valor for igual ou superior a 92 mg/dL, já é um ponto de atenção.
* **1 hora após:** Você relatou mg. Se esse valor for igual ou superior a 180 mg/dL, também é um valor alterado.
* **2 horas após:** Você informou mg. Se esse valor for igual ou superior a 153 mg/dL, é mais um indicativo a ser considerado.
Em geral, basta que um dos valores esteja acima do recomendado para que se considere um possível diagnóstico de Diabetes Mellitus Gestacional. Mas para concluir o diagnóstico, eu preciso saber os valores corretos que você informou, e idealmente, cruzar com outros exames e seu histórico clínico.
**Quais os riscos?**
O Diabetes Gestacional (DMG) acontece porque, durante a gravidez, algumas mulheres não conseguem produzir insulina suficiente para compensar o aumento das necessidades do organismo. Isso leva a um aumento do açúcar no sangue (glicose). Se não for bem controlado, o DMG pode trazer riscos tanto para você quanto para o bebê. Para você, pode aumentar o risco de pressão alta na gravidez e de ter diabetes tipo 2 no futuro. Para o bebê, pode levar a um crescimento excessivo (macrossomia), o que pode dificultar o parto, aumentar o risco de hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue) após o nascimento e, em longo prazo, aumentar o risco de obesidade e diabetes tipo 2 na vida adulta.
**O que fazer agora?**
O próximo passo é conversar com o seu obstetra e, provavelmente, ele te encaminhará para um nutricionista. O nutricionista vai te ajudar a montar um plano alimentar adequado para controlar os níveis de glicose no sangue. Em alguns casos, além da dieta, pode ser necessário o uso de medicação (insulina) para controlar a glicemia. O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar tanto a sua saúde quanto a do bebê, e garantir que tudo corra bem durante a gestação.
Lembre-se que o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para minimizar os riscos associados ao DMG e garantir uma gravidez saudável para você e seu bebê.
Estou aqui para te apoiar e esclarecer qualquer dúvida que possa surgir ao longo desse processo. Se precisar, pode me perguntar!
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7,035
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De que forma o seroma pode influenciar a cicatrização da cesárea?
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Olá! Sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação para esclarecer suas dúvidas. A sua avaliação clínica, que inclui sua história médica, suas queixas e o exame físico, é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. Agende a sua consulta no puerpério; não corra o risco de uma gravidez indesejada e discuta sobre contracepção. Converse com o seu médico e tire suas dúvidas. É importante falar com ele sobre a liberação para atividades físicas, a volta às atividades habituais e relações sexuais, para saber se está tudo bem. A sua avaliação clínica pelo médico é essencial. O seroma está drenando; enquanto ele estiver saindo, a sua cicatriz poderá apresentar alguns pontos de drenagem. Assim que o seroma diminuir e a drenagem parar, a cicatriz irá fechar. O seroma pode ocorrer após qualquer cirurgia, inclusive a cesárea.
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passage: . Para que a cicatriz da cesárea feche mais rápido e fique mais disfarçada, sendo apenas uma pequena linha fina e discreta na parte inferior da barriga é recomendado tomar alguns cuidados de acordo com o tempo de cirurgia, como por exemplo: 1. Nos primeiros 7 dias Nos primeiros 7 dias após a cirurgia é recomendado não fazer nada, devendo-se somente repousar e evitar ficar mexendo na cicatriz para que ocorra infecção ou abertura dos pontos. No entanto, se após esse período a cicatriz não estiver muito vermelha, inchada, nem soltando líquido, já é possível começar a passar um creme cicatrizante em toda a volta da cicatriz, com suaves movimentos, para que o produto seja absorvido pela pele. Confira alguns tipos de pomadas para passar na cicatriz. Também é possível usar óleo ou gel hidratante, dormir de barriga para cima, apoiando bem as pernas com uma almofada nos joelhos e, se o médico obstetra autorizar, pode-se fazer drenagem linfática manual nas pernas, virilha e região abdominal e usar uma cinta para comprimir a região abdominal, que também ajuda a proteger a cicatriz da cesárea. 2. Entre a 2º a 3ª semana Depois de 7 dias da cesariana, o tratamento para diminuir a cicatriz, também pode incluir a drenagem linfática para diminuir a dor e o inchaço
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passage: . Para que a cicatriz da cesárea feche mais rápido e fique mais disfarçada, sendo apenas uma pequena linha fina e discreta na parte inferior da barriga é recomendado tomar alguns cuidados de acordo com o tempo de cirurgia, como por exemplo: 1. Nos primeiros 7 dias Nos primeiros 7 dias após a cirurgia é recomendado não fazer nada, devendo-se somente repousar e evitar ficar mexendo na cicatriz para que ocorra infecção ou abertura dos pontos. No entanto, se após esse período a cicatriz não estiver muito vermelha, inchada, nem soltando líquido, já é possível começar a passar um creme cicatrizante em toda a volta da cicatriz, com suaves movimentos, para que o produto seja absorvido pela pele. Confira alguns tipos de pomadas para passar na cicatriz. Também é possível usar óleo ou gel hidratante, dormir de barriga para cima, apoiando bem as pernas com uma almofada nos joelhos e, se o médico obstetra autorizar, pode-se fazer drenagem linfática manual nas pernas, virilha e região abdominal e usar uma cinta para comprimir a região abdominal, que também ajuda a proteger a cicatriz da cesárea. 2. Entre a 2º a 3ª semana Depois de 7 dias da cesariana, o tratamento para diminuir a cicatriz, também pode incluir a drenagem linfática para diminuir a dor e o inchaço
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passage: Fechamento da serosa. O fechamento da incisão na serosa usando sutura contínua tipo “costura de bola de beisebol” com fio monofilamentar de absorção lenta 4-0 ou 5-0 ajuda a reduzir a formação de aderências (Fig. 42-9.6). Além disso, demonstrou-se que o uso de barreiras absorvíveis reduz a incidên-cia de aderências após miomectomia e que tais barreiras podem ser introduzidas via portais laparoscópicos (Ahmad, 2008a). Entretanto, não há evidências substanciais a comprovar que o uso de barreiras contra aderências au-mente a fertilidade, reduza a dor ou previna obstrução intestinal (American Society for Reproductive Medicine, 2008).
FIGURA 42-9.2 Incisão da serosa sobrejacente ao leiomioma.
FIGURA 42-9.3 Enucleação do tumor.
FIGURA 42-9.4 Coagulação das ligações vasculares entre leiomioma e miométrio.
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passage: . Para que a cicatriz da cesárea feche mais rápido e fique mais disfarçada, sendo apenas uma pequena linha fina e discreta na parte inferior da barriga é recomendado tomar alguns cuidados de acordo com o tempo de cirurgia, como por exemplo: 1. Nos primeiros 7 dias Nos primeiros 7 dias após a cirurgia é recomendado não fazer nada, devendo-se somente repousar e evitar ficar mexendo na cicatriz para que ocorra infecção ou abertura dos pontos. No entanto, se após esse período a cicatriz não estiver muito vermelha, inchada, nem soltando líquido, já é possível começar a passar um creme cicatrizante em toda a volta da cicatriz, com suaves movimentos, para que o produto seja absorvido pela pele. Confira alguns tipos de pomadas para passar na cicatriz. Também é possível usar óleo ou gel hidratante, dormir de barriga para cima, apoiando bem as pernas com uma almofada nos joelhos e, se o médico obstetra autorizar, pode-se fazer drenagem linfática manual nas pernas, virilha e região abdominal e usar uma cinta para comprimir a região abdominal, que também ajuda a proteger a cicatriz da cesárea. 2. Entre a 2º a 3ª semana Depois de 7 dias da cesariana, o tratamento para diminuir a cicatriz, também pode incluir a drenagem linfática para diminuir a dor e o inchaço
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passage: Fechamento da serosa. O fechamento da incisão na serosa usando sutura contínua tipo “costura de bola de beisebol” com fio monofilamentar de absorção lenta 4-0 ou 5-0 ajuda a reduzir a formação de aderências (Fig. 42-9.6). Além disso, demonstrou-se que o uso de barreiras absorvíveis reduz a incidên-cia de aderências após miomectomia e que tais barreiras podem ser introduzidas via portais laparoscópicos (Ahmad, 2008a). Entretanto, não há evidências substanciais a comprovar que o uso de barreiras contra aderências au-mente a fertilidade, reduza a dor ou previna obstrução intestinal (American Society for Reproductive Medicine, 2008).
FIGURA 42-9.2 Incisão da serosa sobrejacente ao leiomioma.
FIGURA 42-9.3 Enucleação do tumor.
FIGURA 42-9.4 Coagulação das ligações vasculares entre leiomioma e miométrio.
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passage: . No entanto, em todo caso a fisioterapia estética é indicada para realização de tratamentos que melhoraram a aparência e diminuem a espessura da cicatriz da cesárea, além de melhorar a mobilidade dos tecidos à sua volta, aumentando a qualidade de vida e auto estima da mulher. Porém, nestas situações aos invés de 20 ou 30 sessões pode ser necessário um maior tempo de tratamento. Veja abaixo um vídeo sobre os cuidados essenciais para facilitar a cicatrização e evitar que a cicatriz fique colada: 3 DICAS PARA TIRAR CICATRIZ 03:38 | 897.551 visualizações
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passage: . Para que a cicatriz da cesárea feche mais rápido e fique mais disfarçada, sendo apenas uma pequena linha fina e discreta na parte inferior da barriga é recomendado tomar alguns cuidados de acordo com o tempo de cirurgia, como por exemplo: 1. Nos primeiros 7 dias Nos primeiros 7 dias após a cirurgia é recomendado não fazer nada, devendo-se somente repousar e evitar ficar mexendo na cicatriz para que ocorra infecção ou abertura dos pontos. No entanto, se após esse período a cicatriz não estiver muito vermelha, inchada, nem soltando líquido, já é possível começar a passar um creme cicatrizante em toda a volta da cicatriz, com suaves movimentos, para que o produto seja absorvido pela pele. Confira alguns tipos de pomadas para passar na cicatriz. Também é possível usar óleo ou gel hidratante, dormir de barriga para cima, apoiando bem as pernas com uma almofada nos joelhos e, se o médico obstetra autorizar, pode-se fazer drenagem linfática manual nas pernas, virilha e região abdominal e usar uma cinta para comprimir a região abdominal, que também ajuda a proteger a cicatriz da cesárea. 2. Entre a 2º a 3ª semana Depois de 7 dias da cesariana, o tratamento para diminuir a cicatriz, também pode incluir a drenagem linfática para diminuir a dor e o inchaço
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passage: Fechamento da serosa. O fechamento da incisão na serosa usando sutura contínua tipo “costura de bola de beisebol” com fio monofilamentar de absorção lenta 4-0 ou 5-0 ajuda a reduzir a formação de aderências (Fig. 42-9.6). Além disso, demonstrou-se que o uso de barreiras absorvíveis reduz a incidên-cia de aderências após miomectomia e que tais barreiras podem ser introduzidas via portais laparoscópicos (Ahmad, 2008a). Entretanto, não há evidências substanciais a comprovar que o uso de barreiras contra aderências au-mente a fertilidade, reduza a dor ou previna obstrução intestinal (American Society for Reproductive Medicine, 2008).
FIGURA 42-9.2 Incisão da serosa sobrejacente ao leiomioma.
FIGURA 42-9.3 Enucleação do tumor.
FIGURA 42-9.4 Coagulação das ligações vasculares entre leiomioma e miométrio.
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passage: . No entanto, em todo caso a fisioterapia estética é indicada para realização de tratamentos que melhoraram a aparência e diminuem a espessura da cicatriz da cesárea, além de melhorar a mobilidade dos tecidos à sua volta, aumentando a qualidade de vida e auto estima da mulher. Porém, nestas situações aos invés de 20 ou 30 sessões pode ser necessário um maior tempo de tratamento. Veja abaixo um vídeo sobre os cuidados essenciais para facilitar a cicatrização e evitar que a cicatriz fique colada: 3 DICAS PARA TIRAR CICATRIZ 03:38 | 897.551 visualizações
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passage: . Se a cicatriz da cesárea apresentar fibrose, que é quando o local fica endurecido, é possível removê-lo com equipamentos de radiofrequência, nas clínicas de fisioterapia dermato funcional. Geralmente 20 sessões são suficientes para remover grande parte desse tecido, liberando a cicatriz. 4. Depois de 90 dias Após 90 dias, além dos recursos indicados também pode-se utilizar o tratamento com ácidos que devem ser aplicados diretamente sobre a cicatriz. Estes permanecem por poucos segundos na pele e devem ser removidos completamente e são muito eficaz na eliminação da camada mais superficial da pele, renovando todo este tecido. Os ácidos devem ser aplicados por um dermatologista ou pelo fisioterapeuta dermato funcional habilitado, sendo necessário 1 sessão por semana ou a cada 15 dias durante 2 ou 3 meses. Quando é necessário recorrer a cirurgia plástica Quando a cicatriz tem mais de 6 meses e está mais volumosa que o restante da pele à sua volta, quando está muito aderida, se há queloide ou se a aparência não for muito uniforme e se a pessoa quiser um tratamento imediato, é mais indicado fazer uma cirurgia plástica para correção da cicatriz
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passage: . Para que a cicatriz da cesárea feche mais rápido e fique mais disfarçada, sendo apenas uma pequena linha fina e discreta na parte inferior da barriga é recomendado tomar alguns cuidados de acordo com o tempo de cirurgia, como por exemplo: 1. Nos primeiros 7 dias Nos primeiros 7 dias após a cirurgia é recomendado não fazer nada, devendo-se somente repousar e evitar ficar mexendo na cicatriz para que ocorra infecção ou abertura dos pontos. No entanto, se após esse período a cicatriz não estiver muito vermelha, inchada, nem soltando líquido, já é possível começar a passar um creme cicatrizante em toda a volta da cicatriz, com suaves movimentos, para que o produto seja absorvido pela pele. Confira alguns tipos de pomadas para passar na cicatriz. Também é possível usar óleo ou gel hidratante, dormir de barriga para cima, apoiando bem as pernas com uma almofada nos joelhos e, se o médico obstetra autorizar, pode-se fazer drenagem linfática manual nas pernas, virilha e região abdominal e usar uma cinta para comprimir a região abdominal, que também ajuda a proteger a cicatriz da cesárea. 2. Entre a 2º a 3ª semana Depois de 7 dias da cesariana, o tratamento para diminuir a cicatriz, também pode incluir a drenagem linfática para diminuir a dor e o inchaço
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passage: Fechamento da serosa. O fechamento da incisão na serosa usando sutura contínua tipo “costura de bola de beisebol” com fio monofilamentar de absorção lenta 4-0 ou 5-0 ajuda a reduzir a formação de aderências (Fig. 42-9.6). Além disso, demonstrou-se que o uso de barreiras absorvíveis reduz a incidên-cia de aderências após miomectomia e que tais barreiras podem ser introduzidas via portais laparoscópicos (Ahmad, 2008a). Entretanto, não há evidências substanciais a comprovar que o uso de barreiras contra aderências au-mente a fertilidade, reduza a dor ou previna obstrução intestinal (American Society for Reproductive Medicine, 2008).
FIGURA 42-9.2 Incisão da serosa sobrejacente ao leiomioma.
FIGURA 42-9.3 Enucleação do tumor.
FIGURA 42-9.4 Coagulação das ligações vasculares entre leiomioma e miométrio.
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passage: . No entanto, em todo caso a fisioterapia estética é indicada para realização de tratamentos que melhoraram a aparência e diminuem a espessura da cicatriz da cesárea, além de melhorar a mobilidade dos tecidos à sua volta, aumentando a qualidade de vida e auto estima da mulher. Porém, nestas situações aos invés de 20 ou 30 sessões pode ser necessário um maior tempo de tratamento. Veja abaixo um vídeo sobre os cuidados essenciais para facilitar a cicatrização e evitar que a cicatriz fique colada: 3 DICAS PARA TIRAR CICATRIZ 03:38 | 897.551 visualizações
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passage: . Se a cicatriz da cesárea apresentar fibrose, que é quando o local fica endurecido, é possível removê-lo com equipamentos de radiofrequência, nas clínicas de fisioterapia dermato funcional. Geralmente 20 sessões são suficientes para remover grande parte desse tecido, liberando a cicatriz. 4. Depois de 90 dias Após 90 dias, além dos recursos indicados também pode-se utilizar o tratamento com ácidos que devem ser aplicados diretamente sobre a cicatriz. Estes permanecem por poucos segundos na pele e devem ser removidos completamente e são muito eficaz na eliminação da camada mais superficial da pele, renovando todo este tecido. Os ácidos devem ser aplicados por um dermatologista ou pelo fisioterapeuta dermato funcional habilitado, sendo necessário 1 sessão por semana ou a cada 15 dias durante 2 ou 3 meses. Quando é necessário recorrer a cirurgia plástica Quando a cicatriz tem mais de 6 meses e está mais volumosa que o restante da pele à sua volta, quando está muito aderida, se há queloide ou se a aparência não for muito uniforme e se a pessoa quiser um tratamento imediato, é mais indicado fazer uma cirurgia plástica para correção da cicatriz
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passage: Cicatriz de cesárea: o que fazer para diminuir Para diminuir a espessura da cicatriz de cesárea e deixá-la o mais uniforme possível, pode-se recorrer a massagens e tratamentos que utilizam gelo, como a crioterapia, e à base de fricção, laser ou vácuo dependendo da indicação de um dermatologista. Também pode ser recomendada a aplicação de injeção de corticoide diretamente na cicatriz da cesárea, dependendo do tamanho da cicatriz na pele. Encontre um Dermatologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Em geral, o tratamento pode ser iniciado 3 dias após a cirurgia, se a cicatriz não estiver aberta ou infeccionada. Numa fase inicial, a massagem diretamente sobre a cicatriz devidamente fechada contribui para remover as aderências e retirar possíveis nódulos que deixam o local da cicatriz endurecido. Veja melhor como soltar a cicatriz colada. Quando a cicatriz está com uma coloração muito diferente do tom de pele da pessoa, ou e se apresenta endurecida, alta ou muito larga, pode ser sinal de queloide da cicatriz de cesárea e, nestes casos, pode-se realizar um tratamento para com ácidos específicos que são aplicados pelo dermatologista ou fisioterapeuta dermato funcional
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passage: . Para que a cicatriz da cesárea feche mais rápido e fique mais disfarçada, sendo apenas uma pequena linha fina e discreta na parte inferior da barriga é recomendado tomar alguns cuidados de acordo com o tempo de cirurgia, como por exemplo: 1. Nos primeiros 7 dias Nos primeiros 7 dias após a cirurgia é recomendado não fazer nada, devendo-se somente repousar e evitar ficar mexendo na cicatriz para que ocorra infecção ou abertura dos pontos. No entanto, se após esse período a cicatriz não estiver muito vermelha, inchada, nem soltando líquido, já é possível começar a passar um creme cicatrizante em toda a volta da cicatriz, com suaves movimentos, para que o produto seja absorvido pela pele. Confira alguns tipos de pomadas para passar na cicatriz. Também é possível usar óleo ou gel hidratante, dormir de barriga para cima, apoiando bem as pernas com uma almofada nos joelhos e, se o médico obstetra autorizar, pode-se fazer drenagem linfática manual nas pernas, virilha e região abdominal e usar uma cinta para comprimir a região abdominal, que também ajuda a proteger a cicatriz da cesárea. 2. Entre a 2º a 3ª semana Depois de 7 dias da cesariana, o tratamento para diminuir a cicatriz, também pode incluir a drenagem linfática para diminuir a dor e o inchaço
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passage: Fechamento da serosa. O fechamento da incisão na serosa usando sutura contínua tipo “costura de bola de beisebol” com fio monofilamentar de absorção lenta 4-0 ou 5-0 ajuda a reduzir a formação de aderências (Fig. 42-9.6). Além disso, demonstrou-se que o uso de barreiras absorvíveis reduz a incidên-cia de aderências após miomectomia e que tais barreiras podem ser introduzidas via portais laparoscópicos (Ahmad, 2008a). Entretanto, não há evidências substanciais a comprovar que o uso de barreiras contra aderências au-mente a fertilidade, reduza a dor ou previna obstrução intestinal (American Society for Reproductive Medicine, 2008).
FIGURA 42-9.2 Incisão da serosa sobrejacente ao leiomioma.
FIGURA 42-9.3 Enucleação do tumor.
FIGURA 42-9.4 Coagulação das ligações vasculares entre leiomioma e miométrio.
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passage: . No entanto, em todo caso a fisioterapia estética é indicada para realização de tratamentos que melhoraram a aparência e diminuem a espessura da cicatriz da cesárea, além de melhorar a mobilidade dos tecidos à sua volta, aumentando a qualidade de vida e auto estima da mulher. Porém, nestas situações aos invés de 20 ou 30 sessões pode ser necessário um maior tempo de tratamento. Veja abaixo um vídeo sobre os cuidados essenciais para facilitar a cicatrização e evitar que a cicatriz fique colada: 3 DICAS PARA TIRAR CICATRIZ 03:38 | 897.551 visualizações
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passage: . Se a cicatriz da cesárea apresentar fibrose, que é quando o local fica endurecido, é possível removê-lo com equipamentos de radiofrequência, nas clínicas de fisioterapia dermato funcional. Geralmente 20 sessões são suficientes para remover grande parte desse tecido, liberando a cicatriz. 4. Depois de 90 dias Após 90 dias, além dos recursos indicados também pode-se utilizar o tratamento com ácidos que devem ser aplicados diretamente sobre a cicatriz. Estes permanecem por poucos segundos na pele e devem ser removidos completamente e são muito eficaz na eliminação da camada mais superficial da pele, renovando todo este tecido. Os ácidos devem ser aplicados por um dermatologista ou pelo fisioterapeuta dermato funcional habilitado, sendo necessário 1 sessão por semana ou a cada 15 dias durante 2 ou 3 meses. Quando é necessário recorrer a cirurgia plástica Quando a cicatriz tem mais de 6 meses e está mais volumosa que o restante da pele à sua volta, quando está muito aderida, se há queloide ou se a aparência não for muito uniforme e se a pessoa quiser um tratamento imediato, é mais indicado fazer uma cirurgia plástica para correção da cicatriz
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passage: Cicatriz de cesárea: o que fazer para diminuir Para diminuir a espessura da cicatriz de cesárea e deixá-la o mais uniforme possível, pode-se recorrer a massagens e tratamentos que utilizam gelo, como a crioterapia, e à base de fricção, laser ou vácuo dependendo da indicação de um dermatologista. Também pode ser recomendada a aplicação de injeção de corticoide diretamente na cicatriz da cesárea, dependendo do tamanho da cicatriz na pele. Encontre um Dermatologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Em geral, o tratamento pode ser iniciado 3 dias após a cirurgia, se a cicatriz não estiver aberta ou infeccionada. Numa fase inicial, a massagem diretamente sobre a cicatriz devidamente fechada contribui para remover as aderências e retirar possíveis nódulos que deixam o local da cicatriz endurecido. Veja melhor como soltar a cicatriz colada. Quando a cicatriz está com uma coloração muito diferente do tom de pele da pessoa, ou e se apresenta endurecida, alta ou muito larga, pode ser sinal de queloide da cicatriz de cesárea e, nestes casos, pode-se realizar um tratamento para com ácidos específicos que são aplicados pelo dermatologista ou fisioterapeuta dermato funcional
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passage: Os cuidados preventivos de assepsia e antissepsia, que poderão incluir a antibioticoterapia profilática, comcefazolina (em dose única na cesárea), evitarão a grande maioria de problemas infecciosos puerperais.
As sequelas tubárias com obstrução, que eram corrigidas com salpingoplastias, têm sido tratadas, nãoobstante os altos custos, por processos de fertilização in vitro e transferência de embriões.
A delicadeza no manuseio da cureta, segura com dois dedos e não com a mão fechada, poupando-nos deescutar o “grito da cureta”, prevenirá as sequelas de sinequias, muito embora o melhor seja a aspiração a vácuo.
O controle dos sangramentos importantes, seja nos partos, seja nas cesarianas, impedirá a ocorrência dasíndrome de Sheehan, hoje muito rara.
A insuficiência cervical pode decorrer de exageros na dilatação do canal cervical durante o procedimento decuretagem, ou de lesões cervicais amplas, seja no parto natural, seja no instrumentado, favorecendo futurospartos muito prematuros ou, mesmo, abortamentos do 2o trimestre. O tratamento reside na cerclagem do colouterino, cujas indicações e técnicas foram abordadas no Capítulo 27. Normalmente executada por via vaginal,tem-se desenvolvido uma experiência com a cerclagem por via laparoscópica, preferível para colos muito curtos,com resultados ótimos, entre 80 e 100%.
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passage: . Para que a cicatriz da cesárea feche mais rápido e fique mais disfarçada, sendo apenas uma pequena linha fina e discreta na parte inferior da barriga é recomendado tomar alguns cuidados de acordo com o tempo de cirurgia, como por exemplo: 1. Nos primeiros 7 dias Nos primeiros 7 dias após a cirurgia é recomendado não fazer nada, devendo-se somente repousar e evitar ficar mexendo na cicatriz para que ocorra infecção ou abertura dos pontos. No entanto, se após esse período a cicatriz não estiver muito vermelha, inchada, nem soltando líquido, já é possível começar a passar um creme cicatrizante em toda a volta da cicatriz, com suaves movimentos, para que o produto seja absorvido pela pele. Confira alguns tipos de pomadas para passar na cicatriz. Também é possível usar óleo ou gel hidratante, dormir de barriga para cima, apoiando bem as pernas com uma almofada nos joelhos e, se o médico obstetra autorizar, pode-se fazer drenagem linfática manual nas pernas, virilha e região abdominal e usar uma cinta para comprimir a região abdominal, que também ajuda a proteger a cicatriz da cesárea. 2. Entre a 2º a 3ª semana Depois de 7 dias da cesariana, o tratamento para diminuir a cicatriz, também pode incluir a drenagem linfática para diminuir a dor e o inchaço
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passage: Fechamento da serosa. O fechamento da incisão na serosa usando sutura contínua tipo “costura de bola de beisebol” com fio monofilamentar de absorção lenta 4-0 ou 5-0 ajuda a reduzir a formação de aderências (Fig. 42-9.6). Além disso, demonstrou-se que o uso de barreiras absorvíveis reduz a incidên-cia de aderências após miomectomia e que tais barreiras podem ser introduzidas via portais laparoscópicos (Ahmad, 2008a). Entretanto, não há evidências substanciais a comprovar que o uso de barreiras contra aderências au-mente a fertilidade, reduza a dor ou previna obstrução intestinal (American Society for Reproductive Medicine, 2008).
FIGURA 42-9.2 Incisão da serosa sobrejacente ao leiomioma.
FIGURA 42-9.3 Enucleação do tumor.
FIGURA 42-9.4 Coagulação das ligações vasculares entre leiomioma e miométrio.
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passage: . No entanto, em todo caso a fisioterapia estética é indicada para realização de tratamentos que melhoraram a aparência e diminuem a espessura da cicatriz da cesárea, além de melhorar a mobilidade dos tecidos à sua volta, aumentando a qualidade de vida e auto estima da mulher. Porém, nestas situações aos invés de 20 ou 30 sessões pode ser necessário um maior tempo de tratamento. Veja abaixo um vídeo sobre os cuidados essenciais para facilitar a cicatrização e evitar que a cicatriz fique colada: 3 DICAS PARA TIRAR CICATRIZ 03:38 | 897.551 visualizações
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passage: . Se a cicatriz da cesárea apresentar fibrose, que é quando o local fica endurecido, é possível removê-lo com equipamentos de radiofrequência, nas clínicas de fisioterapia dermato funcional. Geralmente 20 sessões são suficientes para remover grande parte desse tecido, liberando a cicatriz. 4. Depois de 90 dias Após 90 dias, além dos recursos indicados também pode-se utilizar o tratamento com ácidos que devem ser aplicados diretamente sobre a cicatriz. Estes permanecem por poucos segundos na pele e devem ser removidos completamente e são muito eficaz na eliminação da camada mais superficial da pele, renovando todo este tecido. Os ácidos devem ser aplicados por um dermatologista ou pelo fisioterapeuta dermato funcional habilitado, sendo necessário 1 sessão por semana ou a cada 15 dias durante 2 ou 3 meses. Quando é necessário recorrer a cirurgia plástica Quando a cicatriz tem mais de 6 meses e está mais volumosa que o restante da pele à sua volta, quando está muito aderida, se há queloide ou se a aparência não for muito uniforme e se a pessoa quiser um tratamento imediato, é mais indicado fazer uma cirurgia plástica para correção da cicatriz
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passage: Cicatriz de cesárea: o que fazer para diminuir Para diminuir a espessura da cicatriz de cesárea e deixá-la o mais uniforme possível, pode-se recorrer a massagens e tratamentos que utilizam gelo, como a crioterapia, e à base de fricção, laser ou vácuo dependendo da indicação de um dermatologista. Também pode ser recomendada a aplicação de injeção de corticoide diretamente na cicatriz da cesárea, dependendo do tamanho da cicatriz na pele. Encontre um Dermatologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Em geral, o tratamento pode ser iniciado 3 dias após a cirurgia, se a cicatriz não estiver aberta ou infeccionada. Numa fase inicial, a massagem diretamente sobre a cicatriz devidamente fechada contribui para remover as aderências e retirar possíveis nódulos que deixam o local da cicatriz endurecido. Veja melhor como soltar a cicatriz colada. Quando a cicatriz está com uma coloração muito diferente do tom de pele da pessoa, ou e se apresenta endurecida, alta ou muito larga, pode ser sinal de queloide da cicatriz de cesárea e, nestes casos, pode-se realizar um tratamento para com ácidos específicos que são aplicados pelo dermatologista ou fisioterapeuta dermato funcional
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passage: Os cuidados preventivos de assepsia e antissepsia, que poderão incluir a antibioticoterapia profilática, comcefazolina (em dose única na cesárea), evitarão a grande maioria de problemas infecciosos puerperais.
As sequelas tubárias com obstrução, que eram corrigidas com salpingoplastias, têm sido tratadas, nãoobstante os altos custos, por processos de fertilização in vitro e transferência de embriões.
A delicadeza no manuseio da cureta, segura com dois dedos e não com a mão fechada, poupando-nos deescutar o “grito da cureta”, prevenirá as sequelas de sinequias, muito embora o melhor seja a aspiração a vácuo.
O controle dos sangramentos importantes, seja nos partos, seja nas cesarianas, impedirá a ocorrência dasíndrome de Sheehan, hoje muito rara.
A insuficiência cervical pode decorrer de exageros na dilatação do canal cervical durante o procedimento decuretagem, ou de lesões cervicais amplas, seja no parto natural, seja no instrumentado, favorecendo futurospartos muito prematuros ou, mesmo, abortamentos do 2o trimestre. O tratamento reside na cerclagem do colouterino, cujas indicações e técnicas foram abordadas no Capítulo 27. Normalmente executada por via vaginal,tem-se desenvolvido uma experiência com a cerclagem por via laparoscópica, preferível para colos muito curtos,com resultados ótimos, entre 80 e 100%.
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passage: Referências1. Okido MM, Quintana SM, Berezowski AT, Duarte G, Cavalli RC, Marcolin AC. Rotura e deiscência de cicatriz uterina: estudo de casos em uma maternidade de baixo risco do sudeste brasileiro. Rev Bras Ginecol Obstet. 2014;36(9):387–92.
2. National Institutes of Health Consensus Development Conference Panel. National Institutes of Health Consensus Development conference statement: vaginal birth after cesarean: new insights March 8-10, 2010. Obstet Gynecol. 2010;115(6):1279–95.
3. Smith JF, Wax JR. Rupture of the unscarred uterus [Internet]. UpToDate; 2018. [cited 2018 Sep 13]. Available from: http://www.uptodate.com4. Gambacorti-Passerini Z, Gimovsky AC, Locatelli A, Berghella V. Trial of labor after myomectomy and uterine rupture: a systematic review. Acta Obstet Gynecol Scand. 2016;95(7):724–34.
5. Fox NS, Gerber RS, Mourad M, Saltzman DH, Klauser CK, Gupta S, et al. Pregnancy outcomes in patients with prior uterine rupture or dehiscence. Obstet Gynecol. 2014;123(4):785–9.
6. Vachon-Marceau C, Demers S, Goyet M, Gauthier R, Roberge S, Chaillet N, et al. Labor Dystocia and the Risk of Uterine Rupture in Women with Prior Cesarean. Am J Perinatol. 2016;33(6):577–83.
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passage: . Para que a cicatriz da cesárea feche mais rápido e fique mais disfarçada, sendo apenas uma pequena linha fina e discreta na parte inferior da barriga é recomendado tomar alguns cuidados de acordo com o tempo de cirurgia, como por exemplo: 1. Nos primeiros 7 dias Nos primeiros 7 dias após a cirurgia é recomendado não fazer nada, devendo-se somente repousar e evitar ficar mexendo na cicatriz para que ocorra infecção ou abertura dos pontos. No entanto, se após esse período a cicatriz não estiver muito vermelha, inchada, nem soltando líquido, já é possível começar a passar um creme cicatrizante em toda a volta da cicatriz, com suaves movimentos, para que o produto seja absorvido pela pele. Confira alguns tipos de pomadas para passar na cicatriz. Também é possível usar óleo ou gel hidratante, dormir de barriga para cima, apoiando bem as pernas com uma almofada nos joelhos e, se o médico obstetra autorizar, pode-se fazer drenagem linfática manual nas pernas, virilha e região abdominal e usar uma cinta para comprimir a região abdominal, que também ajuda a proteger a cicatriz da cesárea. 2. Entre a 2º a 3ª semana Depois de 7 dias da cesariana, o tratamento para diminuir a cicatriz, também pode incluir a drenagem linfática para diminuir a dor e o inchaço
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passage: Fechamento da serosa. O fechamento da incisão na serosa usando sutura contínua tipo “costura de bola de beisebol” com fio monofilamentar de absorção lenta 4-0 ou 5-0 ajuda a reduzir a formação de aderências (Fig. 42-9.6). Além disso, demonstrou-se que o uso de barreiras absorvíveis reduz a incidên-cia de aderências após miomectomia e que tais barreiras podem ser introduzidas via portais laparoscópicos (Ahmad, 2008a). Entretanto, não há evidências substanciais a comprovar que o uso de barreiras contra aderências au-mente a fertilidade, reduza a dor ou previna obstrução intestinal (American Society for Reproductive Medicine, 2008).
FIGURA 42-9.2 Incisão da serosa sobrejacente ao leiomioma.
FIGURA 42-9.3 Enucleação do tumor.
FIGURA 42-9.4 Coagulação das ligações vasculares entre leiomioma e miométrio.
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passage: . No entanto, em todo caso a fisioterapia estética é indicada para realização de tratamentos que melhoraram a aparência e diminuem a espessura da cicatriz da cesárea, além de melhorar a mobilidade dos tecidos à sua volta, aumentando a qualidade de vida e auto estima da mulher. Porém, nestas situações aos invés de 20 ou 30 sessões pode ser necessário um maior tempo de tratamento. Veja abaixo um vídeo sobre os cuidados essenciais para facilitar a cicatrização e evitar que a cicatriz fique colada: 3 DICAS PARA TIRAR CICATRIZ 03:38 | 897.551 visualizações
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passage: . Se a cicatriz da cesárea apresentar fibrose, que é quando o local fica endurecido, é possível removê-lo com equipamentos de radiofrequência, nas clínicas de fisioterapia dermato funcional. Geralmente 20 sessões são suficientes para remover grande parte desse tecido, liberando a cicatriz. 4. Depois de 90 dias Após 90 dias, além dos recursos indicados também pode-se utilizar o tratamento com ácidos que devem ser aplicados diretamente sobre a cicatriz. Estes permanecem por poucos segundos na pele e devem ser removidos completamente e são muito eficaz na eliminação da camada mais superficial da pele, renovando todo este tecido. Os ácidos devem ser aplicados por um dermatologista ou pelo fisioterapeuta dermato funcional habilitado, sendo necessário 1 sessão por semana ou a cada 15 dias durante 2 ou 3 meses. Quando é necessário recorrer a cirurgia plástica Quando a cicatriz tem mais de 6 meses e está mais volumosa que o restante da pele à sua volta, quando está muito aderida, se há queloide ou se a aparência não for muito uniforme e se a pessoa quiser um tratamento imediato, é mais indicado fazer uma cirurgia plástica para correção da cicatriz
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passage: Cicatriz de cesárea: o que fazer para diminuir Para diminuir a espessura da cicatriz de cesárea e deixá-la o mais uniforme possível, pode-se recorrer a massagens e tratamentos que utilizam gelo, como a crioterapia, e à base de fricção, laser ou vácuo dependendo da indicação de um dermatologista. Também pode ser recomendada a aplicação de injeção de corticoide diretamente na cicatriz da cesárea, dependendo do tamanho da cicatriz na pele. Encontre um Dermatologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Em geral, o tratamento pode ser iniciado 3 dias após a cirurgia, se a cicatriz não estiver aberta ou infeccionada. Numa fase inicial, a massagem diretamente sobre a cicatriz devidamente fechada contribui para remover as aderências e retirar possíveis nódulos que deixam o local da cicatriz endurecido. Veja melhor como soltar a cicatriz colada. Quando a cicatriz está com uma coloração muito diferente do tom de pele da pessoa, ou e se apresenta endurecida, alta ou muito larga, pode ser sinal de queloide da cicatriz de cesárea e, nestes casos, pode-se realizar um tratamento para com ácidos específicos que são aplicados pelo dermatologista ou fisioterapeuta dermato funcional
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passage: Os cuidados preventivos de assepsia e antissepsia, que poderão incluir a antibioticoterapia profilática, comcefazolina (em dose única na cesárea), evitarão a grande maioria de problemas infecciosos puerperais.
As sequelas tubárias com obstrução, que eram corrigidas com salpingoplastias, têm sido tratadas, nãoobstante os altos custos, por processos de fertilização in vitro e transferência de embriões.
A delicadeza no manuseio da cureta, segura com dois dedos e não com a mão fechada, poupando-nos deescutar o “grito da cureta”, prevenirá as sequelas de sinequias, muito embora o melhor seja a aspiração a vácuo.
O controle dos sangramentos importantes, seja nos partos, seja nas cesarianas, impedirá a ocorrência dasíndrome de Sheehan, hoje muito rara.
A insuficiência cervical pode decorrer de exageros na dilatação do canal cervical durante o procedimento decuretagem, ou de lesões cervicais amplas, seja no parto natural, seja no instrumentado, favorecendo futurospartos muito prematuros ou, mesmo, abortamentos do 2o trimestre. O tratamento reside na cerclagem do colouterino, cujas indicações e técnicas foram abordadas no Capítulo 27. Normalmente executada por via vaginal,tem-se desenvolvido uma experiência com a cerclagem por via laparoscópica, preferível para colos muito curtos,com resultados ótimos, entre 80 e 100%.
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passage: Referências1. Okido MM, Quintana SM, Berezowski AT, Duarte G, Cavalli RC, Marcolin AC. Rotura e deiscência de cicatriz uterina: estudo de casos em uma maternidade de baixo risco do sudeste brasileiro. Rev Bras Ginecol Obstet. 2014;36(9):387–92.
2. National Institutes of Health Consensus Development Conference Panel. National Institutes of Health Consensus Development conference statement: vaginal birth after cesarean: new insights March 8-10, 2010. Obstet Gynecol. 2010;115(6):1279–95.
3. Smith JF, Wax JR. Rupture of the unscarred uterus [Internet]. UpToDate; 2018. [cited 2018 Sep 13]. Available from: http://www.uptodate.com4. Gambacorti-Passerini Z, Gimovsky AC, Locatelli A, Berghella V. Trial of labor after myomectomy and uterine rupture: a systematic review. Acta Obstet Gynecol Scand. 2016;95(7):724–34.
5. Fox NS, Gerber RS, Mourad M, Saltzman DH, Klauser CK, Gupta S, et al. Pregnancy outcomes in patients with prior uterine rupture or dehiscence. Obstet Gynecol. 2014;123(4):785–9.
6. Vachon-Marceau C, Demers S, Goyet M, Gauthier R, Roberge S, Chaillet N, et al. Labor Dystocia and the Risk of Uterine Rupture in Women with Prior Cesarean. Am J Perinatol. 2016;33(6):577–83.
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passage: . É importante que as orientações relacionadas ao cuidado da cicatriz e ao resguardo sejam seguidas, pois assim é possível prevenir hemorragias, formação de coágulos, feridas no local, inflamação da região e infecção no útero. Quando ir ao médico É importante ir ao médico em caso de: Perda de sangue com cheiro forte ou aspecto purulento; Febre; Dor intensa, inflamação ou pus na cicatriz; Dor ao urinar. Depois da cesárea, é normal que o útero volte ao seu tamanho normal ao poucos e é comum que a mulheres apresente algumas perdas de sangue similares à menstruação. Porém, caso a perda de sangue seja muito abundante, é recomendado consultar o médico imediatamente.
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passage: . Para que a cicatriz da cesárea feche mais rápido e fique mais disfarçada, sendo apenas uma pequena linha fina e discreta na parte inferior da barriga é recomendado tomar alguns cuidados de acordo com o tempo de cirurgia, como por exemplo: 1. Nos primeiros 7 dias Nos primeiros 7 dias após a cirurgia é recomendado não fazer nada, devendo-se somente repousar e evitar ficar mexendo na cicatriz para que ocorra infecção ou abertura dos pontos. No entanto, se após esse período a cicatriz não estiver muito vermelha, inchada, nem soltando líquido, já é possível começar a passar um creme cicatrizante em toda a volta da cicatriz, com suaves movimentos, para que o produto seja absorvido pela pele. Confira alguns tipos de pomadas para passar na cicatriz. Também é possível usar óleo ou gel hidratante, dormir de barriga para cima, apoiando bem as pernas com uma almofada nos joelhos e, se o médico obstetra autorizar, pode-se fazer drenagem linfática manual nas pernas, virilha e região abdominal e usar uma cinta para comprimir a região abdominal, que também ajuda a proteger a cicatriz da cesárea. 2. Entre a 2º a 3ª semana Depois de 7 dias da cesariana, o tratamento para diminuir a cicatriz, também pode incluir a drenagem linfática para diminuir a dor e o inchaço
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passage: Fechamento da serosa. O fechamento da incisão na serosa usando sutura contínua tipo “costura de bola de beisebol” com fio monofilamentar de absorção lenta 4-0 ou 5-0 ajuda a reduzir a formação de aderências (Fig. 42-9.6). Além disso, demonstrou-se que o uso de barreiras absorvíveis reduz a incidên-cia de aderências após miomectomia e que tais barreiras podem ser introduzidas via portais laparoscópicos (Ahmad, 2008a). Entretanto, não há evidências substanciais a comprovar que o uso de barreiras contra aderências au-mente a fertilidade, reduza a dor ou previna obstrução intestinal (American Society for Reproductive Medicine, 2008).
FIGURA 42-9.2 Incisão da serosa sobrejacente ao leiomioma.
FIGURA 42-9.3 Enucleação do tumor.
FIGURA 42-9.4 Coagulação das ligações vasculares entre leiomioma e miométrio.
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passage: . No entanto, em todo caso a fisioterapia estética é indicada para realização de tratamentos que melhoraram a aparência e diminuem a espessura da cicatriz da cesárea, além de melhorar a mobilidade dos tecidos à sua volta, aumentando a qualidade de vida e auto estima da mulher. Porém, nestas situações aos invés de 20 ou 30 sessões pode ser necessário um maior tempo de tratamento. Veja abaixo um vídeo sobre os cuidados essenciais para facilitar a cicatrização e evitar que a cicatriz fique colada: 3 DICAS PARA TIRAR CICATRIZ 03:38 | 897.551 visualizações
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passage: . Se a cicatriz da cesárea apresentar fibrose, que é quando o local fica endurecido, é possível removê-lo com equipamentos de radiofrequência, nas clínicas de fisioterapia dermato funcional. Geralmente 20 sessões são suficientes para remover grande parte desse tecido, liberando a cicatriz. 4. Depois de 90 dias Após 90 dias, além dos recursos indicados também pode-se utilizar o tratamento com ácidos que devem ser aplicados diretamente sobre a cicatriz. Estes permanecem por poucos segundos na pele e devem ser removidos completamente e são muito eficaz na eliminação da camada mais superficial da pele, renovando todo este tecido. Os ácidos devem ser aplicados por um dermatologista ou pelo fisioterapeuta dermato funcional habilitado, sendo necessário 1 sessão por semana ou a cada 15 dias durante 2 ou 3 meses. Quando é necessário recorrer a cirurgia plástica Quando a cicatriz tem mais de 6 meses e está mais volumosa que o restante da pele à sua volta, quando está muito aderida, se há queloide ou se a aparência não for muito uniforme e se a pessoa quiser um tratamento imediato, é mais indicado fazer uma cirurgia plástica para correção da cicatriz
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passage: Cicatriz de cesárea: o que fazer para diminuir Para diminuir a espessura da cicatriz de cesárea e deixá-la o mais uniforme possível, pode-se recorrer a massagens e tratamentos que utilizam gelo, como a crioterapia, e à base de fricção, laser ou vácuo dependendo da indicação de um dermatologista. Também pode ser recomendada a aplicação de injeção de corticoide diretamente na cicatriz da cesárea, dependendo do tamanho da cicatriz na pele. Encontre um Dermatologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Em geral, o tratamento pode ser iniciado 3 dias após a cirurgia, se a cicatriz não estiver aberta ou infeccionada. Numa fase inicial, a massagem diretamente sobre a cicatriz devidamente fechada contribui para remover as aderências e retirar possíveis nódulos que deixam o local da cicatriz endurecido. Veja melhor como soltar a cicatriz colada. Quando a cicatriz está com uma coloração muito diferente do tom de pele da pessoa, ou e se apresenta endurecida, alta ou muito larga, pode ser sinal de queloide da cicatriz de cesárea e, nestes casos, pode-se realizar um tratamento para com ácidos específicos que são aplicados pelo dermatologista ou fisioterapeuta dermato funcional
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passage: Os cuidados preventivos de assepsia e antissepsia, que poderão incluir a antibioticoterapia profilática, comcefazolina (em dose única na cesárea), evitarão a grande maioria de problemas infecciosos puerperais.
As sequelas tubárias com obstrução, que eram corrigidas com salpingoplastias, têm sido tratadas, nãoobstante os altos custos, por processos de fertilização in vitro e transferência de embriões.
A delicadeza no manuseio da cureta, segura com dois dedos e não com a mão fechada, poupando-nos deescutar o “grito da cureta”, prevenirá as sequelas de sinequias, muito embora o melhor seja a aspiração a vácuo.
O controle dos sangramentos importantes, seja nos partos, seja nas cesarianas, impedirá a ocorrência dasíndrome de Sheehan, hoje muito rara.
A insuficiência cervical pode decorrer de exageros na dilatação do canal cervical durante o procedimento decuretagem, ou de lesões cervicais amplas, seja no parto natural, seja no instrumentado, favorecendo futurospartos muito prematuros ou, mesmo, abortamentos do 2o trimestre. O tratamento reside na cerclagem do colouterino, cujas indicações e técnicas foram abordadas no Capítulo 27. Normalmente executada por via vaginal,tem-se desenvolvido uma experiência com a cerclagem por via laparoscópica, preferível para colos muito curtos,com resultados ótimos, entre 80 e 100%.
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passage: Referências1. Okido MM, Quintana SM, Berezowski AT, Duarte G, Cavalli RC, Marcolin AC. Rotura e deiscência de cicatriz uterina: estudo de casos em uma maternidade de baixo risco do sudeste brasileiro. Rev Bras Ginecol Obstet. 2014;36(9):387–92.
2. National Institutes of Health Consensus Development Conference Panel. National Institutes of Health Consensus Development conference statement: vaginal birth after cesarean: new insights March 8-10, 2010. Obstet Gynecol. 2010;115(6):1279–95.
3. Smith JF, Wax JR. Rupture of the unscarred uterus [Internet]. UpToDate; 2018. [cited 2018 Sep 13]. Available from: http://www.uptodate.com4. Gambacorti-Passerini Z, Gimovsky AC, Locatelli A, Berghella V. Trial of labor after myomectomy and uterine rupture: a systematic review. Acta Obstet Gynecol Scand. 2016;95(7):724–34.
5. Fox NS, Gerber RS, Mourad M, Saltzman DH, Klauser CK, Gupta S, et al. Pregnancy outcomes in patients with prior uterine rupture or dehiscence. Obstet Gynecol. 2014;123(4):785–9.
6. Vachon-Marceau C, Demers S, Goyet M, Gauthier R, Roberge S, Chaillet N, et al. Labor Dystocia and the Risk of Uterine Rupture in Women with Prior Cesarean. Am J Perinatol. 2016;33(6):577–83.
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passage: . É importante que as orientações relacionadas ao cuidado da cicatriz e ao resguardo sejam seguidas, pois assim é possível prevenir hemorragias, formação de coágulos, feridas no local, inflamação da região e infecção no útero. Quando ir ao médico É importante ir ao médico em caso de: Perda de sangue com cheiro forte ou aspecto purulento; Febre; Dor intensa, inflamação ou pus na cicatriz; Dor ao urinar. Depois da cesárea, é normal que o útero volte ao seu tamanho normal ao poucos e é comum que a mulheres apresente algumas perdas de sangue similares à menstruação. Porém, caso a perda de sangue seja muito abundante, é recomendado consultar o médico imediatamente.
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passage: . A cinta pós-parto pode acelerar a recuperação da diástase pela compressão feita na musculatura do abdômen. Saiba mais sobre diástase abdominal; Evita a formação do seroma: a cinta promove uma cicatrização mais rápida e evita o aparecimento do seroma que é um acúmulo de líquido por baixo da pele, na região da cicatriz, sendo mais comum nas mulheres que fizeram cesárea, entretanto a cinta também é pode ser recomendada para quem teve um parto normal; Deixa a silhueta mais bonita: uma das grandes preocupações do pós parto é a forma física e o uso da cinta pode contribuir para a auto-estima e o bem-estar, pois modela o corpo deixando melhor silhueta ao corpo; Ajuda o emocional: por se sentir mais firme e mais segura, o uso da cinta deixa a mulher mais confiante para as tarefas do dia a dia. Alguns médicos não recomendam o uso da cinta pós-parto porque acreditam que o uso constante da cinta pode dificultar a circulação sanguínea e reduzir a ventilação da pele interferindo na cicatrização, além disso, o uso prolongado pode enfraquecer os músculos do abdômen. Por isso, é importante consultar o médico para decidir se deve ou não utilizar. Tipos de cinta mais adequados Antes de escolher qual cinta comprar é aconselhado vestir modelos diferentes para saber qual a mais confortável para cada caso
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passage: . Para que a cicatriz da cesárea feche mais rápido e fique mais disfarçada, sendo apenas uma pequena linha fina e discreta na parte inferior da barriga é recomendado tomar alguns cuidados de acordo com o tempo de cirurgia, como por exemplo: 1. Nos primeiros 7 dias Nos primeiros 7 dias após a cirurgia é recomendado não fazer nada, devendo-se somente repousar e evitar ficar mexendo na cicatriz para que ocorra infecção ou abertura dos pontos. No entanto, se após esse período a cicatriz não estiver muito vermelha, inchada, nem soltando líquido, já é possível começar a passar um creme cicatrizante em toda a volta da cicatriz, com suaves movimentos, para que o produto seja absorvido pela pele. Confira alguns tipos de pomadas para passar na cicatriz. Também é possível usar óleo ou gel hidratante, dormir de barriga para cima, apoiando bem as pernas com uma almofada nos joelhos e, se o médico obstetra autorizar, pode-se fazer drenagem linfática manual nas pernas, virilha e região abdominal e usar uma cinta para comprimir a região abdominal, que também ajuda a proteger a cicatriz da cesárea. 2. Entre a 2º a 3ª semana Depois de 7 dias da cesariana, o tratamento para diminuir a cicatriz, também pode incluir a drenagem linfática para diminuir a dor e o inchaço
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passage: Fechamento da serosa. O fechamento da incisão na serosa usando sutura contínua tipo “costura de bola de beisebol” com fio monofilamentar de absorção lenta 4-0 ou 5-0 ajuda a reduzir a formação de aderências (Fig. 42-9.6). Além disso, demonstrou-se que o uso de barreiras absorvíveis reduz a incidên-cia de aderências após miomectomia e que tais barreiras podem ser introduzidas via portais laparoscópicos (Ahmad, 2008a). Entretanto, não há evidências substanciais a comprovar que o uso de barreiras contra aderências au-mente a fertilidade, reduza a dor ou previna obstrução intestinal (American Society for Reproductive Medicine, 2008).
FIGURA 42-9.2 Incisão da serosa sobrejacente ao leiomioma.
FIGURA 42-9.3 Enucleação do tumor.
FIGURA 42-9.4 Coagulação das ligações vasculares entre leiomioma e miométrio.
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passage: . No entanto, em todo caso a fisioterapia estética é indicada para realização de tratamentos que melhoraram a aparência e diminuem a espessura da cicatriz da cesárea, além de melhorar a mobilidade dos tecidos à sua volta, aumentando a qualidade de vida e auto estima da mulher. Porém, nestas situações aos invés de 20 ou 30 sessões pode ser necessário um maior tempo de tratamento. Veja abaixo um vídeo sobre os cuidados essenciais para facilitar a cicatrização e evitar que a cicatriz fique colada: 3 DICAS PARA TIRAR CICATRIZ 03:38 | 897.551 visualizações
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passage: . Se a cicatriz da cesárea apresentar fibrose, que é quando o local fica endurecido, é possível removê-lo com equipamentos de radiofrequência, nas clínicas de fisioterapia dermato funcional. Geralmente 20 sessões são suficientes para remover grande parte desse tecido, liberando a cicatriz. 4. Depois de 90 dias Após 90 dias, além dos recursos indicados também pode-se utilizar o tratamento com ácidos que devem ser aplicados diretamente sobre a cicatriz. Estes permanecem por poucos segundos na pele e devem ser removidos completamente e são muito eficaz na eliminação da camada mais superficial da pele, renovando todo este tecido. Os ácidos devem ser aplicados por um dermatologista ou pelo fisioterapeuta dermato funcional habilitado, sendo necessário 1 sessão por semana ou a cada 15 dias durante 2 ou 3 meses. Quando é necessário recorrer a cirurgia plástica Quando a cicatriz tem mais de 6 meses e está mais volumosa que o restante da pele à sua volta, quando está muito aderida, se há queloide ou se a aparência não for muito uniforme e se a pessoa quiser um tratamento imediato, é mais indicado fazer uma cirurgia plástica para correção da cicatriz
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passage: Cicatriz de cesárea: o que fazer para diminuir Para diminuir a espessura da cicatriz de cesárea e deixá-la o mais uniforme possível, pode-se recorrer a massagens e tratamentos que utilizam gelo, como a crioterapia, e à base de fricção, laser ou vácuo dependendo da indicação de um dermatologista. Também pode ser recomendada a aplicação de injeção de corticoide diretamente na cicatriz da cesárea, dependendo do tamanho da cicatriz na pele. Encontre um Dermatologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Em geral, o tratamento pode ser iniciado 3 dias após a cirurgia, se a cicatriz não estiver aberta ou infeccionada. Numa fase inicial, a massagem diretamente sobre a cicatriz devidamente fechada contribui para remover as aderências e retirar possíveis nódulos que deixam o local da cicatriz endurecido. Veja melhor como soltar a cicatriz colada. Quando a cicatriz está com uma coloração muito diferente do tom de pele da pessoa, ou e se apresenta endurecida, alta ou muito larga, pode ser sinal de queloide da cicatriz de cesárea e, nestes casos, pode-se realizar um tratamento para com ácidos específicos que são aplicados pelo dermatologista ou fisioterapeuta dermato funcional
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passage: Os cuidados preventivos de assepsia e antissepsia, que poderão incluir a antibioticoterapia profilática, comcefazolina (em dose única na cesárea), evitarão a grande maioria de problemas infecciosos puerperais.
As sequelas tubárias com obstrução, que eram corrigidas com salpingoplastias, têm sido tratadas, nãoobstante os altos custos, por processos de fertilização in vitro e transferência de embriões.
A delicadeza no manuseio da cureta, segura com dois dedos e não com a mão fechada, poupando-nos deescutar o “grito da cureta”, prevenirá as sequelas de sinequias, muito embora o melhor seja a aspiração a vácuo.
O controle dos sangramentos importantes, seja nos partos, seja nas cesarianas, impedirá a ocorrência dasíndrome de Sheehan, hoje muito rara.
A insuficiência cervical pode decorrer de exageros na dilatação do canal cervical durante o procedimento decuretagem, ou de lesões cervicais amplas, seja no parto natural, seja no instrumentado, favorecendo futurospartos muito prematuros ou, mesmo, abortamentos do 2o trimestre. O tratamento reside na cerclagem do colouterino, cujas indicações e técnicas foram abordadas no Capítulo 27. Normalmente executada por via vaginal,tem-se desenvolvido uma experiência com a cerclagem por via laparoscópica, preferível para colos muito curtos,com resultados ótimos, entre 80 e 100%.
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passage: Referências1. Okido MM, Quintana SM, Berezowski AT, Duarte G, Cavalli RC, Marcolin AC. Rotura e deiscência de cicatriz uterina: estudo de casos em uma maternidade de baixo risco do sudeste brasileiro. Rev Bras Ginecol Obstet. 2014;36(9):387–92.
2. National Institutes of Health Consensus Development Conference Panel. National Institutes of Health Consensus Development conference statement: vaginal birth after cesarean: new insights March 8-10, 2010. Obstet Gynecol. 2010;115(6):1279–95.
3. Smith JF, Wax JR. Rupture of the unscarred uterus [Internet]. UpToDate; 2018. [cited 2018 Sep 13]. Available from: http://www.uptodate.com4. Gambacorti-Passerini Z, Gimovsky AC, Locatelli A, Berghella V. Trial of labor after myomectomy and uterine rupture: a systematic review. Acta Obstet Gynecol Scand. 2016;95(7):724–34.
5. Fox NS, Gerber RS, Mourad M, Saltzman DH, Klauser CK, Gupta S, et al. Pregnancy outcomes in patients with prior uterine rupture or dehiscence. Obstet Gynecol. 2014;123(4):785–9.
6. Vachon-Marceau C, Demers S, Goyet M, Gauthier R, Roberge S, Chaillet N, et al. Labor Dystocia and the Risk of Uterine Rupture in Women with Prior Cesarean. Am J Perinatol. 2016;33(6):577–83.
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passage: . É importante que as orientações relacionadas ao cuidado da cicatriz e ao resguardo sejam seguidas, pois assim é possível prevenir hemorragias, formação de coágulos, feridas no local, inflamação da região e infecção no útero. Quando ir ao médico É importante ir ao médico em caso de: Perda de sangue com cheiro forte ou aspecto purulento; Febre; Dor intensa, inflamação ou pus na cicatriz; Dor ao urinar. Depois da cesárea, é normal que o útero volte ao seu tamanho normal ao poucos e é comum que a mulheres apresente algumas perdas de sangue similares à menstruação. Porém, caso a perda de sangue seja muito abundante, é recomendado consultar o médico imediatamente.
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passage: . A cinta pós-parto pode acelerar a recuperação da diástase pela compressão feita na musculatura do abdômen. Saiba mais sobre diástase abdominal; Evita a formação do seroma: a cinta promove uma cicatrização mais rápida e evita o aparecimento do seroma que é um acúmulo de líquido por baixo da pele, na região da cicatriz, sendo mais comum nas mulheres que fizeram cesárea, entretanto a cinta também é pode ser recomendada para quem teve um parto normal; Deixa a silhueta mais bonita: uma das grandes preocupações do pós parto é a forma física e o uso da cinta pode contribuir para a auto-estima e o bem-estar, pois modela o corpo deixando melhor silhueta ao corpo; Ajuda o emocional: por se sentir mais firme e mais segura, o uso da cinta deixa a mulher mais confiante para as tarefas do dia a dia. Alguns médicos não recomendam o uso da cinta pós-parto porque acreditam que o uso constante da cinta pode dificultar a circulação sanguínea e reduzir a ventilação da pele interferindo na cicatrização, além disso, o uso prolongado pode enfraquecer os músculos do abdômen. Por isso, é importante consultar o médico para decidir se deve ou não utilizar. Tipos de cinta mais adequados Antes de escolher qual cinta comprar é aconselhado vestir modelos diferentes para saber qual a mais confortável para cada caso
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passage: , 2005).
▶ Fechamento peritoneal.
Tema que já foi alvo dos mais acalorados debates, atualmente parece não suscitarpolêmica diante das evidências que consagram o não fechamento peritoneal. A revisão da Cochrane (Bamigboye& Hofmeyr, 2009) observou que a omissão da celiorrafia reduz o tempo operatório, a ocorrência de febrepuerperal, a necessidade de analgesia e o tempo de internação hospitalar. A infecção de parede abdominaltambém tende a estar reduzida quando os peritônios não foram cerrados.
▶ Aproximação do subcutâneo.
O fechamento do tecido subcutâneo com mais de 2 cm de espessura tem sidoproposto. Nesse caso, a realização da sutura esteve associada à redução de deiscência de cicatriz e de seroma.
Contudo, parece não haver benefício na aproximação do subcutâneo quando este é menor que 2 cm, portantonão recomendado (Berghella et al.
, 2005).
Outros procedimentos e técnicas de cesáreaEm algumas oportunidades clínicas, a técnica de operação cesariana, conforme descrita por Rezende e comos refinamentos recomendados pelas atuais evidências, poderá ser modificada na maneira de praticar alaparotomia ou a incisão do útero.
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Olá! Entendo sua preocupação com a cicatrização da sua cesárea e a influência do seroma nesse processo. É importante esclarecer que o seroma é uma coleção de líquido que pode se formar sob a pele após a cirurgia, incluindo a cesárea. Esse líquido é composto por plasma, linfa e, às vezes, um pouco de sangue.
A presença de um seroma pode, sim, influenciar a cicatrização, principalmente se não for tratado adequadamente. Imagine que a pele precisa se unir para cicatrizar, mas se há um acúmulo de líquido separando as camadas, esse processo pode ser dificultado.
Um seroma volumoso pode exercer pressão sobre a cicatriz, aumentar o risco de infecção e até mesmo levar à abertura dos pontos em casos mais graves. Além disso, a cicatrização pode ficar mais lenta e a cicatriz final pode ser mais evidente, com maior chance de ficar elevada (hipertrófica) ou evoluir para um queloide.
O que podemos fazer para minimizar esses riscos? Primeiro, é fundamental seguir todas as orientações do seu médico no pós-operatório. Isso inclui repouso adequado, higiene da ferida cirúrgica e o uso correto da cinta abdominal, se recomendado.
É importante observar atentamente a cicatriz. Se você notar um inchaço persistente, vermelhidão, dor intensa, saída de líquido (especialmente se for amarelado ou com odor forte) ou febre, procure atendimento médico imediatamente. Esses podem ser sinais de seroma infectado.
O tratamento do seroma pode variar. Em alguns casos, o corpo reabsorve o líquido sozinho. Em outros, pode ser necessário drenar o seroma com uma seringa, um procedimento simples que pode ser feito no consultório médico. Em casos mais raros, pode ser preciso drenar o seroma cirurgicamente.
Além disso, existem algumas medidas que podem ajudar a prevenir o seroma, como evitar esforços excessivos nas primeiras semanas após a cirurgia e manter um peso saudável. Converse com seu médico sobre a possibilidade de realizar drenagem linfática manual, que pode ajudar a reduzir o inchaço e o acúmulo de líquidos na região abdominal.
Lembre-se que cada organismo reage de uma forma e que a cicatrização é um processo individual. Confie na sua equipe médica e siga as orientações para garantir uma recuperação tranquila e uma cicatriz o mais discreta possível. Espero que essas informações tenham sido úteis! Se tiver mais dúvidas, pode perguntar.
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Por que o vírus do herpes sempre volta? O que devo tomar para que ele não retorne mais?
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Alguns vírus permanecem permanentemente alojados em nosso organismo, como o vírus herpes simplex e o herpes zóster. Eles se manifestarão quando nossa imunidade cair ou devido a fatores externos, como excesso de trabalho, estresse, ou fatores internos, como doenças e causas psicológicas, como depressão. Por isso, é importante tentar manter uma vida o mais saudável possível, como dormir no horário certo, não beber em excesso, evitar o contato com friagem, etc. Quando o herpes ameaçar aparecer, tome imediatamente a medicação por via oral, como aciclovir (Zovirax), herpesina ou valaciclovir (Valtrex), para diminuir a duração e a intensidade da doença.
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: SintomasOs pródromos caracterizam-se por ardor, prurido, formigamento e adenomegalia, que podem anteceder a erupção cutânea. Hiperemia aparece alguns dias após e, depois, evoluem para vesículas agrupa-das, que, depois, rompem-se formando exulceração dolorosa seguida de cicatrização. O vírus migra pela raiz nervosa até alojar-se num gânglio neural, onde permanece quiescente até a recidiva seguinte.(1)Tratamento(1)Não existe ainda tratamento eficaz quanto à cura da doença. O tratamento tem por objetivo diminuir as manifestações da doença ou aumentar o intervalo entre as crises. Inibe a síntese de DNA, desempenha ação na fase aguda e não atua na latente. As drogas antivirais mais comumente empregadas com suas respectivas po -sologias são descritas na sequência:• Primoinfecção: - Aciclovir 400 mg 3xd (7 – 14 dias); - Valaciclovir 1000 mg 2xd (7 – 14 dias); - Fanclicovir 250 mg 3xd (7 – 14 dias).
• Recorrente: - Aciclovir 400 mg 3xd (5 dias); - Valaciclovir 500 mg 2xd (5 dias); - Fanclicovir 125 mg 2xd (5 dias).
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: SintomasOs pródromos caracterizam-se por ardor, prurido, formigamento e adenomegalia, que podem anteceder a erupção cutânea. Hiperemia aparece alguns dias após e, depois, evoluem para vesículas agrupa-das, que, depois, rompem-se formando exulceração dolorosa seguida de cicatrização. O vírus migra pela raiz nervosa até alojar-se num gânglio neural, onde permanece quiescente até a recidiva seguinte.(1)Tratamento(1)Não existe ainda tratamento eficaz quanto à cura da doença. O tratamento tem por objetivo diminuir as manifestações da doença ou aumentar o intervalo entre as crises. Inibe a síntese de DNA, desempenha ação na fase aguda e não atua na latente. As drogas antivirais mais comumente empregadas com suas respectivas po -sologias são descritas na sequência:• Primoinfecção: - Aciclovir 400 mg 3xd (7 – 14 dias); - Valaciclovir 1000 mg 2xd (7 – 14 dias); - Fanclicovir 250 mg 3xd (7 – 14 dias).
• Recorrente: - Aciclovir 400 mg 3xd (5 dias); - Valaciclovir 500 mg 2xd (5 dias); - Fanclicovir 125 mg 2xd (5 dias).
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passage: Tabela 62.14 Doses recomendadas da medicação antiviral para o herpes na gravidez.
IndicaçãoAciclovirValaciclovirInfecção primária400 mg oral, 3×/dia, por 7 a 10 dias1 g oral, 2×/dia, por 7 a 10 diasInfecção recorrente sintomática400 mg oral, 3×/dia, por 5 dias, ou 800 mg oral,2×/dia, por 5 dias500 mg oral, 2×/dia, por 3 dias, ou 1 g oral,diariamente, por 5 diasSupressiva400 mg oral, 3×/dia, a partir de 36 semanas até o500 mg oral, 2×/dia, a partir de 36 semanas até oDoença grave ou disseminada5 a 10 mg/kg IV, cada 8 h por 2 a 7 dias, depois terapiaoral para infecção primária até completar 10 dias–ACOG, 2007.
▶ Infecção recorrente.
A apresentação clínica da infecção recorrente varia desde a eliminação viralassintomática e não reconhecida até a recorrência clínica declarada, em geral mais branda do que na infecçãoprimária e de evolução mais rápida.
▶ Infecção recorrente na gravidez.
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: SintomasOs pródromos caracterizam-se por ardor, prurido, formigamento e adenomegalia, que podem anteceder a erupção cutânea. Hiperemia aparece alguns dias após e, depois, evoluem para vesículas agrupa-das, que, depois, rompem-se formando exulceração dolorosa seguida de cicatrização. O vírus migra pela raiz nervosa até alojar-se num gânglio neural, onde permanece quiescente até a recidiva seguinte.(1)Tratamento(1)Não existe ainda tratamento eficaz quanto à cura da doença. O tratamento tem por objetivo diminuir as manifestações da doença ou aumentar o intervalo entre as crises. Inibe a síntese de DNA, desempenha ação na fase aguda e não atua na latente. As drogas antivirais mais comumente empregadas com suas respectivas po -sologias são descritas na sequência:• Primoinfecção: - Aciclovir 400 mg 3xd (7 – 14 dias); - Valaciclovir 1000 mg 2xd (7 – 14 dias); - Fanclicovir 250 mg 3xd (7 – 14 dias).
• Recorrente: - Aciclovir 400 mg 3xd (5 dias); - Valaciclovir 500 mg 2xd (5 dias); - Fanclicovir 125 mg 2xd (5 dias).
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passage: Tabela 62.14 Doses recomendadas da medicação antiviral para o herpes na gravidez.
IndicaçãoAciclovirValaciclovirInfecção primária400 mg oral, 3×/dia, por 7 a 10 dias1 g oral, 2×/dia, por 7 a 10 diasInfecção recorrente sintomática400 mg oral, 3×/dia, por 5 dias, ou 800 mg oral,2×/dia, por 5 dias500 mg oral, 2×/dia, por 3 dias, ou 1 g oral,diariamente, por 5 diasSupressiva400 mg oral, 3×/dia, a partir de 36 semanas até o500 mg oral, 2×/dia, a partir de 36 semanas até oDoença grave ou disseminada5 a 10 mg/kg IV, cada 8 h por 2 a 7 dias, depois terapiaoral para infecção primária até completar 10 dias–ACOG, 2007.
▶ Infecção recorrente.
A apresentação clínica da infecção recorrente varia desde a eliminação viralassintomática e não reconhecida até a recorrência clínica declarada, em geral mais branda do que na infecçãoprimária e de evolução mais rápida.
▶ Infecção recorrente na gravidez.
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passage: . Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-e No entanto, é importante que o obstetra seja consultado para avaliar a necessidade de iniciar o tratamento com antivirais ainda durante a gestação para diminuir o risco de transmissão para o bebê. Riscos para o bebê O risco de contaminação do bebê é maior quando a grávida é infectada pela primeira vez com o vírus do herpes genital durante a gestação, principalmente no 3ª trimestre, porque a grávida não tem tempo de produzir anticorpos, sendo menor o risco em casos de herpes genital recorrente. Os riscos da transmissão do vírus para o bebê incluem o aborto, ocorrência de malformações, como problemas de pele, olhos e boca, infecções do sistema nervoso, como encefalite ou hidrocefalia e hepatite. Teste online de sintomas de herpes genital Para saber a possibilidade de ter herpes genital, por favor, marque abaixo os sintomas que apresenta: 1. Uma ou mais vesículas (pequenas bolhas) na região íntima Sim Não 2. Uma ou mais feridas na região genital ou anal, nádega ou parte superior da coxa Sim Não 3. Dor ou desconforto na região íntima Sim Não 4. Sensação de mal estar geral Sim Não 5. Caroços ou ínguas na virilha Sim Não 6
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: SintomasOs pródromos caracterizam-se por ardor, prurido, formigamento e adenomegalia, que podem anteceder a erupção cutânea. Hiperemia aparece alguns dias após e, depois, evoluem para vesículas agrupa-das, que, depois, rompem-se formando exulceração dolorosa seguida de cicatrização. O vírus migra pela raiz nervosa até alojar-se num gânglio neural, onde permanece quiescente até a recidiva seguinte.(1)Tratamento(1)Não existe ainda tratamento eficaz quanto à cura da doença. O tratamento tem por objetivo diminuir as manifestações da doença ou aumentar o intervalo entre as crises. Inibe a síntese de DNA, desempenha ação na fase aguda e não atua na latente. As drogas antivirais mais comumente empregadas com suas respectivas po -sologias são descritas na sequência:• Primoinfecção: - Aciclovir 400 mg 3xd (7 – 14 dias); - Valaciclovir 1000 mg 2xd (7 – 14 dias); - Fanclicovir 250 mg 3xd (7 – 14 dias).
• Recorrente: - Aciclovir 400 mg 3xd (5 dias); - Valaciclovir 500 mg 2xd (5 dias); - Fanclicovir 125 mg 2xd (5 dias).
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passage: Tabela 62.14 Doses recomendadas da medicação antiviral para o herpes na gravidez.
IndicaçãoAciclovirValaciclovirInfecção primária400 mg oral, 3×/dia, por 7 a 10 dias1 g oral, 2×/dia, por 7 a 10 diasInfecção recorrente sintomática400 mg oral, 3×/dia, por 5 dias, ou 800 mg oral,2×/dia, por 5 dias500 mg oral, 2×/dia, por 3 dias, ou 1 g oral,diariamente, por 5 diasSupressiva400 mg oral, 3×/dia, a partir de 36 semanas até o500 mg oral, 2×/dia, a partir de 36 semanas até oDoença grave ou disseminada5 a 10 mg/kg IV, cada 8 h por 2 a 7 dias, depois terapiaoral para infecção primária até completar 10 dias–ACOG, 2007.
▶ Infecção recorrente.
A apresentação clínica da infecção recorrente varia desde a eliminação viralassintomática e não reconhecida até a recorrência clínica declarada, em geral mais branda do que na infecçãoprimária e de evolução mais rápida.
▶ Infecção recorrente na gravidez.
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passage: . Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-e No entanto, é importante que o obstetra seja consultado para avaliar a necessidade de iniciar o tratamento com antivirais ainda durante a gestação para diminuir o risco de transmissão para o bebê. Riscos para o bebê O risco de contaminação do bebê é maior quando a grávida é infectada pela primeira vez com o vírus do herpes genital durante a gestação, principalmente no 3ª trimestre, porque a grávida não tem tempo de produzir anticorpos, sendo menor o risco em casos de herpes genital recorrente. Os riscos da transmissão do vírus para o bebê incluem o aborto, ocorrência de malformações, como problemas de pele, olhos e boca, infecções do sistema nervoso, como encefalite ou hidrocefalia e hepatite. Teste online de sintomas de herpes genital Para saber a possibilidade de ter herpes genital, por favor, marque abaixo os sintomas que apresenta: 1. Uma ou mais vesículas (pequenas bolhas) na região íntima Sim Não 2. Uma ou mais feridas na região genital ou anal, nádega ou parte superior da coxa Sim Não 3. Dor ou desconforto na região íntima Sim Não 4. Sensação de mal estar geral Sim Não 5. Caroços ou ínguas na virilha Sim Não 6
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passage: . Geralmente, o vírus da herpes fica adormecido dentro de nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está mais enfraquecido, como é o caso da gravidez. Como é feito o tratamento O tratamento da herpes labial na gravidez deve ser feito com orientação do obstetra e tem como objetivo aliviar os sintomas e evitar a transmissão do vírus para outras partes do corpo. Os principais tratamentos para herpes labial na gravidez são: 1. Pomadas para herpes labial As pomadas para herpes labial, como a pomada de aciclovir, pode ser indicada pelo médico para evitar a multiplicação do vírus Herpes simplex e infecção de novas células. Leia também: 6 pomadas para herpes labial (e como usar) tuasaude.com/pomada-para-herpes-labial 2. Comprimidos antivirais Os comprimidos antivirais para herpes labial na gravidez, como aciclovir ou valaciclovir, também podem ser indicados pelo médico para evitar a multiplicação do vírus. Esses remédios só devem ser usados com orientação do obstetra, sendo mais eficazes quando tomados assim que surgem os primeiros sintomas da herpes labial. 3. Analgésicos Caso necessário, o médico pode indicar o uso de analgésicos, como paracetamol, para ajudar a aliviar a dor, desconforto ou febre causados pela herpes labial. 4
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: SintomasOs pródromos caracterizam-se por ardor, prurido, formigamento e adenomegalia, que podem anteceder a erupção cutânea. Hiperemia aparece alguns dias após e, depois, evoluem para vesículas agrupa-das, que, depois, rompem-se formando exulceração dolorosa seguida de cicatrização. O vírus migra pela raiz nervosa até alojar-se num gânglio neural, onde permanece quiescente até a recidiva seguinte.(1)Tratamento(1)Não existe ainda tratamento eficaz quanto à cura da doença. O tratamento tem por objetivo diminuir as manifestações da doença ou aumentar o intervalo entre as crises. Inibe a síntese de DNA, desempenha ação na fase aguda e não atua na latente. As drogas antivirais mais comumente empregadas com suas respectivas po -sologias são descritas na sequência:• Primoinfecção: - Aciclovir 400 mg 3xd (7 – 14 dias); - Valaciclovir 1000 mg 2xd (7 – 14 dias); - Fanclicovir 250 mg 3xd (7 – 14 dias).
• Recorrente: - Aciclovir 400 mg 3xd (5 dias); - Valaciclovir 500 mg 2xd (5 dias); - Fanclicovir 125 mg 2xd (5 dias).
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passage: Tabela 62.14 Doses recomendadas da medicação antiviral para o herpes na gravidez.
IndicaçãoAciclovirValaciclovirInfecção primária400 mg oral, 3×/dia, por 7 a 10 dias1 g oral, 2×/dia, por 7 a 10 diasInfecção recorrente sintomática400 mg oral, 3×/dia, por 5 dias, ou 800 mg oral,2×/dia, por 5 dias500 mg oral, 2×/dia, por 3 dias, ou 1 g oral,diariamente, por 5 diasSupressiva400 mg oral, 3×/dia, a partir de 36 semanas até o500 mg oral, 2×/dia, a partir de 36 semanas até oDoença grave ou disseminada5 a 10 mg/kg IV, cada 8 h por 2 a 7 dias, depois terapiaoral para infecção primária até completar 10 dias–ACOG, 2007.
▶ Infecção recorrente.
A apresentação clínica da infecção recorrente varia desde a eliminação viralassintomática e não reconhecida até a recorrência clínica declarada, em geral mais branda do que na infecçãoprimária e de evolução mais rápida.
▶ Infecção recorrente na gravidez.
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passage: . Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-e No entanto, é importante que o obstetra seja consultado para avaliar a necessidade de iniciar o tratamento com antivirais ainda durante a gestação para diminuir o risco de transmissão para o bebê. Riscos para o bebê O risco de contaminação do bebê é maior quando a grávida é infectada pela primeira vez com o vírus do herpes genital durante a gestação, principalmente no 3ª trimestre, porque a grávida não tem tempo de produzir anticorpos, sendo menor o risco em casos de herpes genital recorrente. Os riscos da transmissão do vírus para o bebê incluem o aborto, ocorrência de malformações, como problemas de pele, olhos e boca, infecções do sistema nervoso, como encefalite ou hidrocefalia e hepatite. Teste online de sintomas de herpes genital Para saber a possibilidade de ter herpes genital, por favor, marque abaixo os sintomas que apresenta: 1. Uma ou mais vesículas (pequenas bolhas) na região íntima Sim Não 2. Uma ou mais feridas na região genital ou anal, nádega ou parte superior da coxa Sim Não 3. Dor ou desconforto na região íntima Sim Não 4. Sensação de mal estar geral Sim Não 5. Caroços ou ínguas na virilha Sim Não 6
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passage: . Geralmente, o vírus da herpes fica adormecido dentro de nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está mais enfraquecido, como é o caso da gravidez. Como é feito o tratamento O tratamento da herpes labial na gravidez deve ser feito com orientação do obstetra e tem como objetivo aliviar os sintomas e evitar a transmissão do vírus para outras partes do corpo. Os principais tratamentos para herpes labial na gravidez são: 1. Pomadas para herpes labial As pomadas para herpes labial, como a pomada de aciclovir, pode ser indicada pelo médico para evitar a multiplicação do vírus Herpes simplex e infecção de novas células. Leia também: 6 pomadas para herpes labial (e como usar) tuasaude.com/pomada-para-herpes-labial 2. Comprimidos antivirais Os comprimidos antivirais para herpes labial na gravidez, como aciclovir ou valaciclovir, também podem ser indicados pelo médico para evitar a multiplicação do vírus. Esses remédios só devem ser usados com orientação do obstetra, sendo mais eficazes quando tomados assim que surgem os primeiros sintomas da herpes labial. 3. Analgésicos Caso necessário, o médico pode indicar o uso de analgésicos, como paracetamol, para ajudar a aliviar a dor, desconforto ou febre causados pela herpes labial. 4
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passage: ▶ Tratamento da infecção primária.
O tratamento com antivirais, inclusive no 1o trimestre da gravidez, pode serapropriado se os sintomas maternos forem muito intensos (Tabela 62.14). O aciclovir e o valaciclovir são segurosem qualquer época da gestação. A supressão antiviral também pode ser oferecida ao parceiro com infecçãogenital pelo HSV (em associação com o uso do condom), para diminuir o risco de transmissão à grávida.
▶ Tipo de parto na infecção primária.
A infecção primária genital, seja do tipo 1 ou tipo 2, no 3o trimestre dagravidez, constitui-se no mais elevado risco (30 a 50%) ao bebê. A operação cesariana está indicada (Figura62.32). Cultura para HSV no recém-nascido deve ser realizada e o bebê será observado para sinais da infecção.
Há indicação de parto cesáreo na vigência de lesão genital ou se esta aconteceu até uma/duas semanasantes do início do trabalho de parto, especialmente se for primomanifestação.
Muitos autores indicam a terapia de supressão, com aciclovir, para gestantes com herpes de repetição,ocorridos na gestação, da 36a semana até o parto. A finalidade é diminuir a infecção, e suas complicações, noconcepto.
Tabela 62.14 Doses recomendadas da medicação antiviral para o herpes na gravidez.
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: SintomasOs pródromos caracterizam-se por ardor, prurido, formigamento e adenomegalia, que podem anteceder a erupção cutânea. Hiperemia aparece alguns dias após e, depois, evoluem para vesículas agrupa-das, que, depois, rompem-se formando exulceração dolorosa seguida de cicatrização. O vírus migra pela raiz nervosa até alojar-se num gânglio neural, onde permanece quiescente até a recidiva seguinte.(1)Tratamento(1)Não existe ainda tratamento eficaz quanto à cura da doença. O tratamento tem por objetivo diminuir as manifestações da doença ou aumentar o intervalo entre as crises. Inibe a síntese de DNA, desempenha ação na fase aguda e não atua na latente. As drogas antivirais mais comumente empregadas com suas respectivas po -sologias são descritas na sequência:• Primoinfecção: - Aciclovir 400 mg 3xd (7 – 14 dias); - Valaciclovir 1000 mg 2xd (7 – 14 dias); - Fanclicovir 250 mg 3xd (7 – 14 dias).
• Recorrente: - Aciclovir 400 mg 3xd (5 dias); - Valaciclovir 500 mg 2xd (5 dias); - Fanclicovir 125 mg 2xd (5 dias).
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passage: Tabela 62.14 Doses recomendadas da medicação antiviral para o herpes na gravidez.
IndicaçãoAciclovirValaciclovirInfecção primária400 mg oral, 3×/dia, por 7 a 10 dias1 g oral, 2×/dia, por 7 a 10 diasInfecção recorrente sintomática400 mg oral, 3×/dia, por 5 dias, ou 800 mg oral,2×/dia, por 5 dias500 mg oral, 2×/dia, por 3 dias, ou 1 g oral,diariamente, por 5 diasSupressiva400 mg oral, 3×/dia, a partir de 36 semanas até o500 mg oral, 2×/dia, a partir de 36 semanas até oDoença grave ou disseminada5 a 10 mg/kg IV, cada 8 h por 2 a 7 dias, depois terapiaoral para infecção primária até completar 10 dias–ACOG, 2007.
▶ Infecção recorrente.
A apresentação clínica da infecção recorrente varia desde a eliminação viralassintomática e não reconhecida até a recorrência clínica declarada, em geral mais branda do que na infecçãoprimária e de evolução mais rápida.
▶ Infecção recorrente na gravidez.
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passage: . Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-e No entanto, é importante que o obstetra seja consultado para avaliar a necessidade de iniciar o tratamento com antivirais ainda durante a gestação para diminuir o risco de transmissão para o bebê. Riscos para o bebê O risco de contaminação do bebê é maior quando a grávida é infectada pela primeira vez com o vírus do herpes genital durante a gestação, principalmente no 3ª trimestre, porque a grávida não tem tempo de produzir anticorpos, sendo menor o risco em casos de herpes genital recorrente. Os riscos da transmissão do vírus para o bebê incluem o aborto, ocorrência de malformações, como problemas de pele, olhos e boca, infecções do sistema nervoso, como encefalite ou hidrocefalia e hepatite. Teste online de sintomas de herpes genital Para saber a possibilidade de ter herpes genital, por favor, marque abaixo os sintomas que apresenta: 1. Uma ou mais vesículas (pequenas bolhas) na região íntima Sim Não 2. Uma ou mais feridas na região genital ou anal, nádega ou parte superior da coxa Sim Não 3. Dor ou desconforto na região íntima Sim Não 4. Sensação de mal estar geral Sim Não 5. Caroços ou ínguas na virilha Sim Não 6
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passage: . Geralmente, o vírus da herpes fica adormecido dentro de nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está mais enfraquecido, como é o caso da gravidez. Como é feito o tratamento O tratamento da herpes labial na gravidez deve ser feito com orientação do obstetra e tem como objetivo aliviar os sintomas e evitar a transmissão do vírus para outras partes do corpo. Os principais tratamentos para herpes labial na gravidez são: 1. Pomadas para herpes labial As pomadas para herpes labial, como a pomada de aciclovir, pode ser indicada pelo médico para evitar a multiplicação do vírus Herpes simplex e infecção de novas células. Leia também: 6 pomadas para herpes labial (e como usar) tuasaude.com/pomada-para-herpes-labial 2. Comprimidos antivirais Os comprimidos antivirais para herpes labial na gravidez, como aciclovir ou valaciclovir, também podem ser indicados pelo médico para evitar a multiplicação do vírus. Esses remédios só devem ser usados com orientação do obstetra, sendo mais eficazes quando tomados assim que surgem os primeiros sintomas da herpes labial. 3. Analgésicos Caso necessário, o médico pode indicar o uso de analgésicos, como paracetamol, para ajudar a aliviar a dor, desconforto ou febre causados pela herpes labial. 4
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passage: ▶ Tratamento da infecção primária.
O tratamento com antivirais, inclusive no 1o trimestre da gravidez, pode serapropriado se os sintomas maternos forem muito intensos (Tabela 62.14). O aciclovir e o valaciclovir são segurosem qualquer época da gestação. A supressão antiviral também pode ser oferecida ao parceiro com infecçãogenital pelo HSV (em associação com o uso do condom), para diminuir o risco de transmissão à grávida.
▶ Tipo de parto na infecção primária.
A infecção primária genital, seja do tipo 1 ou tipo 2, no 3o trimestre dagravidez, constitui-se no mais elevado risco (30 a 50%) ao bebê. A operação cesariana está indicada (Figura62.32). Cultura para HSV no recém-nascido deve ser realizada e o bebê será observado para sinais da infecção.
Há indicação de parto cesáreo na vigência de lesão genital ou se esta aconteceu até uma/duas semanasantes do início do trabalho de parto, especialmente se for primomanifestação.
Muitos autores indicam a terapia de supressão, com aciclovir, para gestantes com herpes de repetição,ocorridos na gestação, da 36a semana até o parto. A finalidade é diminuir a infecção, e suas complicações, noconcepto.
Tabela 62.14 Doses recomendadas da medicação antiviral para o herpes na gravidez.
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passage: Mulheres com surtos recorrentes durante a gravidez não têm indicação de terapia antiviral antes de 36semanas de gestação, exceto se as manifestações da doença forem acentuadas. O uso de supressores antiviraiscom 36 semanas de gestação reduz o risco de eliminação viral, lesões herpéticas por ocasião do nascimento, e,por isso, não há necessidade de operação cesariana. Mulheres com herpes genital ativo recorrente deverão usarterapia antiviral supressiva a partir de 36 semanas até o parto (ACOG, 2007).
As doses de aciclovir e de valaciclovir estão indicadas na Tabela 62.8.
Figura 62.32 Prevenção do herpes neonatal. (Segundo recomendações do ACOG, 2007 e da SOGC, 2008.)▶ Tipo de parto na infecção recorrente.
A operação cesariana está indicada se a lesão pelo HSV ou pródromosestiverem presentes no momento do parto (ACOG, 2007; Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada[SOGC, 2008]) (Figura 62.32). Embora o risco de transmissão neonatal seja pequeno, a doença é de extremagravidade. Conduta igual deverá ser tomada se as lesões estiverem longe da área genital, como nádegas ecoxas, pois ainda haverá o risco concomitante de eliminação do vírus pela cérvice ou pela vagina (SOGC, 2008).
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: SintomasOs pródromos caracterizam-se por ardor, prurido, formigamento e adenomegalia, que podem anteceder a erupção cutânea. Hiperemia aparece alguns dias após e, depois, evoluem para vesículas agrupa-das, que, depois, rompem-se formando exulceração dolorosa seguida de cicatrização. O vírus migra pela raiz nervosa até alojar-se num gânglio neural, onde permanece quiescente até a recidiva seguinte.(1)Tratamento(1)Não existe ainda tratamento eficaz quanto à cura da doença. O tratamento tem por objetivo diminuir as manifestações da doença ou aumentar o intervalo entre as crises. Inibe a síntese de DNA, desempenha ação na fase aguda e não atua na latente. As drogas antivirais mais comumente empregadas com suas respectivas po -sologias são descritas na sequência:• Primoinfecção: - Aciclovir 400 mg 3xd (7 – 14 dias); - Valaciclovir 1000 mg 2xd (7 – 14 dias); - Fanclicovir 250 mg 3xd (7 – 14 dias).
• Recorrente: - Aciclovir 400 mg 3xd (5 dias); - Valaciclovir 500 mg 2xd (5 dias); - Fanclicovir 125 mg 2xd (5 dias).
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passage: Tabela 62.14 Doses recomendadas da medicação antiviral para o herpes na gravidez.
IndicaçãoAciclovirValaciclovirInfecção primária400 mg oral, 3×/dia, por 7 a 10 dias1 g oral, 2×/dia, por 7 a 10 diasInfecção recorrente sintomática400 mg oral, 3×/dia, por 5 dias, ou 800 mg oral,2×/dia, por 5 dias500 mg oral, 2×/dia, por 3 dias, ou 1 g oral,diariamente, por 5 diasSupressiva400 mg oral, 3×/dia, a partir de 36 semanas até o500 mg oral, 2×/dia, a partir de 36 semanas até oDoença grave ou disseminada5 a 10 mg/kg IV, cada 8 h por 2 a 7 dias, depois terapiaoral para infecção primária até completar 10 dias–ACOG, 2007.
▶ Infecção recorrente.
A apresentação clínica da infecção recorrente varia desde a eliminação viralassintomática e não reconhecida até a recorrência clínica declarada, em geral mais branda do que na infecçãoprimária e de evolução mais rápida.
▶ Infecção recorrente na gravidez.
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passage: . Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-e No entanto, é importante que o obstetra seja consultado para avaliar a necessidade de iniciar o tratamento com antivirais ainda durante a gestação para diminuir o risco de transmissão para o bebê. Riscos para o bebê O risco de contaminação do bebê é maior quando a grávida é infectada pela primeira vez com o vírus do herpes genital durante a gestação, principalmente no 3ª trimestre, porque a grávida não tem tempo de produzir anticorpos, sendo menor o risco em casos de herpes genital recorrente. Os riscos da transmissão do vírus para o bebê incluem o aborto, ocorrência de malformações, como problemas de pele, olhos e boca, infecções do sistema nervoso, como encefalite ou hidrocefalia e hepatite. Teste online de sintomas de herpes genital Para saber a possibilidade de ter herpes genital, por favor, marque abaixo os sintomas que apresenta: 1. Uma ou mais vesículas (pequenas bolhas) na região íntima Sim Não 2. Uma ou mais feridas na região genital ou anal, nádega ou parte superior da coxa Sim Não 3. Dor ou desconforto na região íntima Sim Não 4. Sensação de mal estar geral Sim Não 5. Caroços ou ínguas na virilha Sim Não 6
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passage: . Geralmente, o vírus da herpes fica adormecido dentro de nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está mais enfraquecido, como é o caso da gravidez. Como é feito o tratamento O tratamento da herpes labial na gravidez deve ser feito com orientação do obstetra e tem como objetivo aliviar os sintomas e evitar a transmissão do vírus para outras partes do corpo. Os principais tratamentos para herpes labial na gravidez são: 1. Pomadas para herpes labial As pomadas para herpes labial, como a pomada de aciclovir, pode ser indicada pelo médico para evitar a multiplicação do vírus Herpes simplex e infecção de novas células. Leia também: 6 pomadas para herpes labial (e como usar) tuasaude.com/pomada-para-herpes-labial 2. Comprimidos antivirais Os comprimidos antivirais para herpes labial na gravidez, como aciclovir ou valaciclovir, também podem ser indicados pelo médico para evitar a multiplicação do vírus. Esses remédios só devem ser usados com orientação do obstetra, sendo mais eficazes quando tomados assim que surgem os primeiros sintomas da herpes labial. 3. Analgésicos Caso necessário, o médico pode indicar o uso de analgésicos, como paracetamol, para ajudar a aliviar a dor, desconforto ou febre causados pela herpes labial. 4
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passage: ▶ Tratamento da infecção primária.
O tratamento com antivirais, inclusive no 1o trimestre da gravidez, pode serapropriado se os sintomas maternos forem muito intensos (Tabela 62.14). O aciclovir e o valaciclovir são segurosem qualquer época da gestação. A supressão antiviral também pode ser oferecida ao parceiro com infecçãogenital pelo HSV (em associação com o uso do condom), para diminuir o risco de transmissão à grávida.
▶ Tipo de parto na infecção primária.
A infecção primária genital, seja do tipo 1 ou tipo 2, no 3o trimestre dagravidez, constitui-se no mais elevado risco (30 a 50%) ao bebê. A operação cesariana está indicada (Figura62.32). Cultura para HSV no recém-nascido deve ser realizada e o bebê será observado para sinais da infecção.
Há indicação de parto cesáreo na vigência de lesão genital ou se esta aconteceu até uma/duas semanasantes do início do trabalho de parto, especialmente se for primomanifestação.
Muitos autores indicam a terapia de supressão, com aciclovir, para gestantes com herpes de repetição,ocorridos na gestação, da 36a semana até o parto. A finalidade é diminuir a infecção, e suas complicações, noconcepto.
Tabela 62.14 Doses recomendadas da medicação antiviral para o herpes na gravidez.
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passage: Mulheres com surtos recorrentes durante a gravidez não têm indicação de terapia antiviral antes de 36semanas de gestação, exceto se as manifestações da doença forem acentuadas. O uso de supressores antiviraiscom 36 semanas de gestação reduz o risco de eliminação viral, lesões herpéticas por ocasião do nascimento, e,por isso, não há necessidade de operação cesariana. Mulheres com herpes genital ativo recorrente deverão usarterapia antiviral supressiva a partir de 36 semanas até o parto (ACOG, 2007).
As doses de aciclovir e de valaciclovir estão indicadas na Tabela 62.8.
Figura 62.32 Prevenção do herpes neonatal. (Segundo recomendações do ACOG, 2007 e da SOGC, 2008.)▶ Tipo de parto na infecção recorrente.
A operação cesariana está indicada se a lesão pelo HSV ou pródromosestiverem presentes no momento do parto (ACOG, 2007; Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada[SOGC, 2008]) (Figura 62.32). Embora o risco de transmissão neonatal seja pequeno, a doença é de extremagravidade. Conduta igual deverá ser tomada se as lesões estiverem longe da área genital, como nádegas ecoxas, pois ainda haverá o risco concomitante de eliminação do vírus pela cérvice ou pela vagina (SOGC, 2008).
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passage: . Além disso, é recomendado evitar alimentos ácidos ou picantes, pois podem provocar irritação e dor nas feridas e ter uma alimentação anti-inflamatória, além de beber bastante água. Leia também: Alimentação para herpes: o que comer e o que evitar tuasaude.com/alimentacao-para-herpes Também é importante lembrar que se a mulher estiver com uma ferida da herpes labial após o parto, deve evitar beijar o bebê e lavar sempre as mãos antes de tocar nele para evitar a transmissão do vírus. Grávida pode tomar aciclovir? A grávida pode tomar aciclovir para tratamento do herpes labial desde que recomendado pelo obstetra e quando os benefícios superam os possíveis riscos para o bebê. Em estudos realizados com o aciclovir, não foram verificados efeitos teratogênicos ou mutagênicos, ou seja, não possui capacidade de interferir no desenvolvimento do bebê. No entanto, é fundamental que o uso seja feito conforme orientação médica, pois a dosagem e tempo de uso pode variar de acordo com a idade gestacional e saúde geral da mulher.
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: SintomasOs pródromos caracterizam-se por ardor, prurido, formigamento e adenomegalia, que podem anteceder a erupção cutânea. Hiperemia aparece alguns dias após e, depois, evoluem para vesículas agrupa-das, que, depois, rompem-se formando exulceração dolorosa seguida de cicatrização. O vírus migra pela raiz nervosa até alojar-se num gânglio neural, onde permanece quiescente até a recidiva seguinte.(1)Tratamento(1)Não existe ainda tratamento eficaz quanto à cura da doença. O tratamento tem por objetivo diminuir as manifestações da doença ou aumentar o intervalo entre as crises. Inibe a síntese de DNA, desempenha ação na fase aguda e não atua na latente. As drogas antivirais mais comumente empregadas com suas respectivas po -sologias são descritas na sequência:• Primoinfecção: - Aciclovir 400 mg 3xd (7 – 14 dias); - Valaciclovir 1000 mg 2xd (7 – 14 dias); - Fanclicovir 250 mg 3xd (7 – 14 dias).
• Recorrente: - Aciclovir 400 mg 3xd (5 dias); - Valaciclovir 500 mg 2xd (5 dias); - Fanclicovir 125 mg 2xd (5 dias).
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passage: Tabela 62.14 Doses recomendadas da medicação antiviral para o herpes na gravidez.
IndicaçãoAciclovirValaciclovirInfecção primária400 mg oral, 3×/dia, por 7 a 10 dias1 g oral, 2×/dia, por 7 a 10 diasInfecção recorrente sintomática400 mg oral, 3×/dia, por 5 dias, ou 800 mg oral,2×/dia, por 5 dias500 mg oral, 2×/dia, por 3 dias, ou 1 g oral,diariamente, por 5 diasSupressiva400 mg oral, 3×/dia, a partir de 36 semanas até o500 mg oral, 2×/dia, a partir de 36 semanas até oDoença grave ou disseminada5 a 10 mg/kg IV, cada 8 h por 2 a 7 dias, depois terapiaoral para infecção primária até completar 10 dias–ACOG, 2007.
▶ Infecção recorrente.
A apresentação clínica da infecção recorrente varia desde a eliminação viralassintomática e não reconhecida até a recorrência clínica declarada, em geral mais branda do que na infecçãoprimária e de evolução mais rápida.
▶ Infecção recorrente na gravidez.
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passage: . Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-e No entanto, é importante que o obstetra seja consultado para avaliar a necessidade de iniciar o tratamento com antivirais ainda durante a gestação para diminuir o risco de transmissão para o bebê. Riscos para o bebê O risco de contaminação do bebê é maior quando a grávida é infectada pela primeira vez com o vírus do herpes genital durante a gestação, principalmente no 3ª trimestre, porque a grávida não tem tempo de produzir anticorpos, sendo menor o risco em casos de herpes genital recorrente. Os riscos da transmissão do vírus para o bebê incluem o aborto, ocorrência de malformações, como problemas de pele, olhos e boca, infecções do sistema nervoso, como encefalite ou hidrocefalia e hepatite. Teste online de sintomas de herpes genital Para saber a possibilidade de ter herpes genital, por favor, marque abaixo os sintomas que apresenta: 1. Uma ou mais vesículas (pequenas bolhas) na região íntima Sim Não 2. Uma ou mais feridas na região genital ou anal, nádega ou parte superior da coxa Sim Não 3. Dor ou desconforto na região íntima Sim Não 4. Sensação de mal estar geral Sim Não 5. Caroços ou ínguas na virilha Sim Não 6
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passage: . Geralmente, o vírus da herpes fica adormecido dentro de nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está mais enfraquecido, como é o caso da gravidez. Como é feito o tratamento O tratamento da herpes labial na gravidez deve ser feito com orientação do obstetra e tem como objetivo aliviar os sintomas e evitar a transmissão do vírus para outras partes do corpo. Os principais tratamentos para herpes labial na gravidez são: 1. Pomadas para herpes labial As pomadas para herpes labial, como a pomada de aciclovir, pode ser indicada pelo médico para evitar a multiplicação do vírus Herpes simplex e infecção de novas células. Leia também: 6 pomadas para herpes labial (e como usar) tuasaude.com/pomada-para-herpes-labial 2. Comprimidos antivirais Os comprimidos antivirais para herpes labial na gravidez, como aciclovir ou valaciclovir, também podem ser indicados pelo médico para evitar a multiplicação do vírus. Esses remédios só devem ser usados com orientação do obstetra, sendo mais eficazes quando tomados assim que surgem os primeiros sintomas da herpes labial. 3. Analgésicos Caso necessário, o médico pode indicar o uso de analgésicos, como paracetamol, para ajudar a aliviar a dor, desconforto ou febre causados pela herpes labial. 4
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passage: ▶ Tratamento da infecção primária.
O tratamento com antivirais, inclusive no 1o trimestre da gravidez, pode serapropriado se os sintomas maternos forem muito intensos (Tabela 62.14). O aciclovir e o valaciclovir são segurosem qualquer época da gestação. A supressão antiviral também pode ser oferecida ao parceiro com infecçãogenital pelo HSV (em associação com o uso do condom), para diminuir o risco de transmissão à grávida.
▶ Tipo de parto na infecção primária.
A infecção primária genital, seja do tipo 1 ou tipo 2, no 3o trimestre dagravidez, constitui-se no mais elevado risco (30 a 50%) ao bebê. A operação cesariana está indicada (Figura62.32). Cultura para HSV no recém-nascido deve ser realizada e o bebê será observado para sinais da infecção.
Há indicação de parto cesáreo na vigência de lesão genital ou se esta aconteceu até uma/duas semanasantes do início do trabalho de parto, especialmente se for primomanifestação.
Muitos autores indicam a terapia de supressão, com aciclovir, para gestantes com herpes de repetição,ocorridos na gestação, da 36a semana até o parto. A finalidade é diminuir a infecção, e suas complicações, noconcepto.
Tabela 62.14 Doses recomendadas da medicação antiviral para o herpes na gravidez.
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passage: Mulheres com surtos recorrentes durante a gravidez não têm indicação de terapia antiviral antes de 36semanas de gestação, exceto se as manifestações da doença forem acentuadas. O uso de supressores antiviraiscom 36 semanas de gestação reduz o risco de eliminação viral, lesões herpéticas por ocasião do nascimento, e,por isso, não há necessidade de operação cesariana. Mulheres com herpes genital ativo recorrente deverão usarterapia antiviral supressiva a partir de 36 semanas até o parto (ACOG, 2007).
As doses de aciclovir e de valaciclovir estão indicadas na Tabela 62.8.
Figura 62.32 Prevenção do herpes neonatal. (Segundo recomendações do ACOG, 2007 e da SOGC, 2008.)▶ Tipo de parto na infecção recorrente.
A operação cesariana está indicada se a lesão pelo HSV ou pródromosestiverem presentes no momento do parto (ACOG, 2007; Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada[SOGC, 2008]) (Figura 62.32). Embora o risco de transmissão neonatal seja pequeno, a doença é de extremagravidade. Conduta igual deverá ser tomada se as lesões estiverem longe da área genital, como nádegas ecoxas, pois ainda haverá o risco concomitante de eliminação do vírus pela cérvice ou pela vagina (SOGC, 2008).
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passage: . Além disso, é recomendado evitar alimentos ácidos ou picantes, pois podem provocar irritação e dor nas feridas e ter uma alimentação anti-inflamatória, além de beber bastante água. Leia também: Alimentação para herpes: o que comer e o que evitar tuasaude.com/alimentacao-para-herpes Também é importante lembrar que se a mulher estiver com uma ferida da herpes labial após o parto, deve evitar beijar o bebê e lavar sempre as mãos antes de tocar nele para evitar a transmissão do vírus. Grávida pode tomar aciclovir? A grávida pode tomar aciclovir para tratamento do herpes labial desde que recomendado pelo obstetra e quando os benefícios superam os possíveis riscos para o bebê. Em estudos realizados com o aciclovir, não foram verificados efeitos teratogênicos ou mutagênicos, ou seja, não possui capacidade de interferir no desenvolvimento do bebê. No entanto, é fundamental que o uso seja feito conforme orientação médica, pois a dosagem e tempo de uso pode variar de acordo com a idade gestacional e saúde geral da mulher.
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passage: Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
MS 2015CDC 2015Primeiro episódioAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 dias; ou valaciclovir 1 g VO, 2×/dia, 7 a 10 dias; oufanciclovir 250 mg VO, 3×/dia, 7 diasEpisódios recorrentesAciclovir 400 mg, VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 200 mg, VO,5×/dia, 5 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO, 3×/dia, 2 dias; ouvalaciclovir 500 mg VO, 2×/dia, 3 dias; ou valaciclovir 1 gVO, dose única diária, 5 dias; ou fanciclovir 125 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou fanciclovir 1 g VO, 2×/dia, 1 dia; oufanciclovir 500 mg VO, 1 d, seguido de 250 mg, 2×/dia, 2diasTerapia de supressãoAciclovir 400 mg VO, 2×/dia, por até 6 meses, podendo otratamento ser prolongado por até 2 anosPor tempo indeterminado: aciclovir 400 mg VO, 2×/dia; ouvalaciclovir 500 mg VO, 1×/dia; ou valaciclovir 1 g VO,1×/dia; ou fanciclovir 250 mg VO, 2×/dia.
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Olá! Entendo sua preocupação com as recorrências do herpes. É frustrante lidar com isso, mas vamos conversar um pouco sobre o porquê de ele sempre voltar e o que podemos fazer a respeito.
O vírus do herpes, tanto o HSV-1 (mais comum em herpes labial) quanto o HSV-2 (mais comum em herpes genital), tem uma característica particular: após a primeira infecção, ele não é eliminado completamente do seu corpo. Em vez disso, ele se "esconde" em gânglios nervosos, que são como depósitos de células nervosas, e permanece lá de forma inativa ou "adormecida".
Em algumas situações, esse vírus pode ser reativado e se manifestar novamente, causando as crises que você conhece. Essa reativação pode ser desencadeada por diversos fatores, como estresse, baixa imunidade (o que pode acontecer na gravidez), exposição ao sol, traumas locais, outras infecções e até mesmo o período menstrual.
Infelizmente, não existe um tratamento que elimine o vírus do herpes completamente do organismo. O que fazemos com os medicamentos antivirais, como o aciclovir, valaciclovir ou fanciclovir, é inibir a replicação do vírus. Ou seja, eles ajudam a controlar a infecção durante as crises, diminuindo a intensidade dos sintomas e o tempo de duração das lesões. Eles atuam na fase aguda da doença, mas não na fase latente, quando o vírus está "adormecido".
O tratamento pode ser feito de duas formas principais: durante as crises (tratamento episódico) ou de forma contínua (terapia supressiva). No tratamento episódico, usamos os antivirais assim que os sintomas começam, para aliviar o desconforto e acelerar a cicatrização. Na terapia supressiva, tomamos o antiviral diariamente, por um período prolongado, com o objetivo de reduzir a frequência e a intensidade das crises.
Se você está grávida ou planeja engravidar, é ainda mais importante conversarmos sobre as opções de tratamento e como minimizar o risco de transmissão para o bebê. Em alguns casos, o uso de antivirais pode ser recomendado durante a gestação, especialmente próximo ao final, para diminuir as chances de um surto no momento do parto. Em algumas situações, o parto cesáreo pode ser indicado, dependendo da presença de lesões ativas no momento do trabalho de parto ou se a infecção primária ocorreu no terceiro trimestre.
Além dos antivirais, algumas medidas podem ajudar a prevenir as crises, como evitar os fatores desencadeantes que você já conhece, manter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas, controlar o estresse e dormir bem para fortalecer o sistema imunológico.
É fundamental que você consulte regularmente seu ginecologista/obstetra para que
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Boa noite. Tive mastite e estou usando a pomada hidrogel Dersane na ferida. Quanto tempo leva para a ferida fechar?
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É importante continuar com uma avaliação minuciosa pelo seu mastologista. Não existe um tempo exato, e dependendo do caso, pode ser necessário mudar de estratégia ou tratamento para obter um melhor resultado.
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passage: Após a cobertura com filme adesivo, aplica-se um tubo ao longo do curativo para a retirada do exsudato em excesso para um frasco fixado na outra extremidade ( Fig. 39-9). A bomba a vácuo aplica pressão negativa contínua ou intermitente (–5 a –125 mmHg), dependendo das recomendações do dispositivo.
Fechamento primário retardado. Aproximadamente 4 dias após a abertura da ferida e a resolução da infecção subcutânea, pode-se aplicar uma sutura superficial vertical de colchoeiro com fio de absorção retardada para reaproximar as bordas da ferida (Wechter, 2005). Dependendo da profundidade da fe-rida e da tolerância da paciente, esse procedimento pode ser feito no centro cirúrgico ou à beira do leito com anestesia local complementada por analgesia IV . De modo geral, essa estraté-gia reduz o período de cicatrização e diminui de maneira signi-ficativa o número de consultas pós-operatórias.
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passage: Após a cobertura com filme adesivo, aplica-se um tubo ao longo do curativo para a retirada do exsudato em excesso para um frasco fixado na outra extremidade ( Fig. 39-9). A bomba a vácuo aplica pressão negativa contínua ou intermitente (–5 a –125 mmHg), dependendo das recomendações do dispositivo.
Fechamento primário retardado. Aproximadamente 4 dias após a abertura da ferida e a resolução da infecção subcutânea, pode-se aplicar uma sutura superficial vertical de colchoeiro com fio de absorção retardada para reaproximar as bordas da ferida (Wechter, 2005). Dependendo da profundidade da fe-rida e da tolerância da paciente, esse procedimento pode ser feito no centro cirúrgico ou à beira do leito com anestesia local complementada por analgesia IV . De modo geral, essa estraté-gia reduz o período de cicatrização e diminui de maneira signi-ficativa o número de consultas pós-operatórias.
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passage: Crepinsek Maree A, Crowe Linda, Michener Keryl, Smart Neil A. Interventions for preventing mastites afterchildbirth. Cochrane Database of Systematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
Dennis CL, Jackson K, Watson J. Interventions for treating painful nipples among breastfeeding women. CochraneDatabase of Systematic Reviews 2014, Issue 12. Art. No.: CD007366. DOI:10.1002/14651858.CD007366.pub2.
Enkin M, Keirse MJNC, Neilson J et al.
Guia para atenção efetiva na gravidez e no parto. 3a ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2005, p. 234.
Giugliani ERJ. Falta embasamento científico no tratamento dos traumas mamilares. J Pediatr (Rio de Janeiro)2003; 79:197.
Giugliani ERJ. Problemas comuns na lactação e seu manejo. J Pediatr (Rio de Janeiro) 2004; 80: S147.
Hill MS. J Prevention of and therapies for nipple pain: a systematic review. Obstet Gynecol Neonatal Nurs 2005;34:428.
Irusen H, Rohwer AC, Steyn DW, Young T. Treatments for breast abscesses in breastfeeding women. (Abstract).
doi: 10.1002/14651858.CD010490.pub2.
Jahanfar S, Ng Chirk J, Teng C L. Antibiotics for mastitis in breastfeeding women. Cochrane Database ofSystematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
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passage: Após a cobertura com filme adesivo, aplica-se um tubo ao longo do curativo para a retirada do exsudato em excesso para um frasco fixado na outra extremidade ( Fig. 39-9). A bomba a vácuo aplica pressão negativa contínua ou intermitente (–5 a –125 mmHg), dependendo das recomendações do dispositivo.
Fechamento primário retardado. Aproximadamente 4 dias após a abertura da ferida e a resolução da infecção subcutânea, pode-se aplicar uma sutura superficial vertical de colchoeiro com fio de absorção retardada para reaproximar as bordas da ferida (Wechter, 2005). Dependendo da profundidade da fe-rida e da tolerância da paciente, esse procedimento pode ser feito no centro cirúrgico ou à beira do leito com anestesia local complementada por analgesia IV . De modo geral, essa estraté-gia reduz o período de cicatrização e diminui de maneira signi-ficativa o número de consultas pós-operatórias.
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passage: Crepinsek Maree A, Crowe Linda, Michener Keryl, Smart Neil A. Interventions for preventing mastites afterchildbirth. Cochrane Database of Systematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
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Giugliani ERJ. Problemas comuns na lactação e seu manejo. J Pediatr (Rio de Janeiro) 2004; 80: S147.
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Irusen H, Rohwer AC, Steyn DW, Young T. Treatments for breast abscesses in breastfeeding women. (Abstract).
doi: 10.1002/14651858.CD010490.pub2.
Jahanfar S, Ng Chirk J, Teng C L. Antibiotics for mastitis in breastfeeding women. Cochrane Database ofSystematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
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passage: Após a cobertura com filme adesivo, aplica-se um tubo ao longo do curativo para a retirada do exsudato em excesso para um frasco fixado na outra extremidade ( Fig. 39-9). A bomba a vácuo aplica pressão negativa contínua ou intermitente (–5 a –125 mmHg), dependendo das recomendações do dispositivo.
Fechamento primário retardado. Aproximadamente 4 dias após a abertura da ferida e a resolução da infecção subcutânea, pode-se aplicar uma sutura superficial vertical de colchoeiro com fio de absorção retardada para reaproximar as bordas da ferida (Wechter, 2005). Dependendo da profundidade da fe-rida e da tolerância da paciente, esse procedimento pode ser feito no centro cirúrgico ou à beira do leito com anestesia local complementada por analgesia IV . De modo geral, essa estraté-gia reduz o período de cicatrização e diminui de maneira signi-ficativa o número de consultas pós-operatórias.
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passage: Crepinsek Maree A, Crowe Linda, Michener Keryl, Smart Neil A. Interventions for preventing mastites afterchildbirth. Cochrane Database of Systematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
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Enkin M, Keirse MJNC, Neilson J et al.
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Giugliani ERJ. Falta embasamento científico no tratamento dos traumas mamilares. J Pediatr (Rio de Janeiro)2003; 79:197.
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Irusen H, Rohwer AC, Steyn DW, Young T. Treatments for breast abscesses in breastfeeding women. (Abstract).
doi: 10.1002/14651858.CD010490.pub2.
Jahanfar S, Ng Chirk J, Teng C L. Antibiotics for mastitis in breastfeeding women. Cochrane Database ofSystematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Espuma Folhas de poliuretano contendo células abertas capazes de reter líquidos e removê-los do leito da ferida. As espumas apresentam capacidade de absorção enquanto mantêm a ferida úmida. Indicadas em feridas moderada ou altamente drenantes.
Gaze Algodão tecido ou não tecido ou misturas sintéticas.
Hidrogel Formulado em lâminas ou géis. Com base em glicerina ou água para hidratar a ferida. Indicado em feridas secas ou minimamente drenantes.
Nitrato de prata Usado para tratar tecido de granulação com crescimento excessivo. Aplicar no tecido hipergranulado.
Retirada de Sarsam, 2005, com permissão.
Hoffman_39.indd 974 08/10/13 17:43apostilasmedicina@hotmail.coma deiscência fascial está associada à evisceração do conteúdo abdominal. Caso seja observada saída do conteúdo, uma faixa abdominal com compressas estéreis molhadas em solução sali-na pode ser usada para reposicionar o conteúdo abdominal e controlar a situação. Antibióticos de amplo espectro em geral são recomendados para minimizar a peritonite resultante.
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passage: Após a cobertura com filme adesivo, aplica-se um tubo ao longo do curativo para a retirada do exsudato em excesso para um frasco fixado na outra extremidade ( Fig. 39-9). A bomba a vácuo aplica pressão negativa contínua ou intermitente (–5 a –125 mmHg), dependendo das recomendações do dispositivo.
Fechamento primário retardado. Aproximadamente 4 dias após a abertura da ferida e a resolução da infecção subcutânea, pode-se aplicar uma sutura superficial vertical de colchoeiro com fio de absorção retardada para reaproximar as bordas da ferida (Wechter, 2005). Dependendo da profundidade da fe-rida e da tolerância da paciente, esse procedimento pode ser feito no centro cirúrgico ou à beira do leito com anestesia local complementada por analgesia IV . De modo geral, essa estraté-gia reduz o período de cicatrização e diminui de maneira signi-ficativa o número de consultas pós-operatórias.
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passage: Crepinsek Maree A, Crowe Linda, Michener Keryl, Smart Neil A. Interventions for preventing mastites afterchildbirth. Cochrane Database of Systematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
Dennis CL, Jackson K, Watson J. Interventions for treating painful nipples among breastfeeding women. CochraneDatabase of Systematic Reviews 2014, Issue 12. Art. No.: CD007366. DOI:10.1002/14651858.CD007366.pub2.
Enkin M, Keirse MJNC, Neilson J et al.
Guia para atenção efetiva na gravidez e no parto. 3a ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2005, p. 234.
Giugliani ERJ. Falta embasamento científico no tratamento dos traumas mamilares. J Pediatr (Rio de Janeiro)2003; 79:197.
Giugliani ERJ. Problemas comuns na lactação e seu manejo. J Pediatr (Rio de Janeiro) 2004; 80: S147.
Hill MS. J Prevention of and therapies for nipple pain: a systematic review. Obstet Gynecol Neonatal Nurs 2005;34:428.
Irusen H, Rohwer AC, Steyn DW, Young T. Treatments for breast abscesses in breastfeeding women. (Abstract).
doi: 10.1002/14651858.CD010490.pub2.
Jahanfar S, Ng Chirk J, Teng C L. Antibiotics for mastitis in breastfeeding women. Cochrane Database ofSystematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
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passage: Espuma Folhas de poliuretano contendo células abertas capazes de reter líquidos e removê-los do leito da ferida. As espumas apresentam capacidade de absorção enquanto mantêm a ferida úmida. Indicadas em feridas moderada ou altamente drenantes.
Gaze Algodão tecido ou não tecido ou misturas sintéticas.
Hidrogel Formulado em lâminas ou géis. Com base em glicerina ou água para hidratar a ferida. Indicado em feridas secas ou minimamente drenantes.
Nitrato de prata Usado para tratar tecido de granulação com crescimento excessivo. Aplicar no tecido hipergranulado.
Retirada de Sarsam, 2005, com permissão.
Hoffman_39.indd 974 08/10/13 17:43apostilasmedicina@hotmail.coma deiscência fascial está associada à evisceração do conteúdo abdominal. Caso seja observada saída do conteúdo, uma faixa abdominal com compressas estéreis molhadas em solução sali-na pode ser usada para reposicionar o conteúdo abdominal e controlar a situação. Antibióticos de amplo espectro em geral são recomendados para minimizar a peritonite resultante.
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passage: No quadro clínico da mastite, as manifestações gerais mais comuns são mal-estar, hipertermia (superior a38°C), calafrios, náuseas e vômitos. As locais são dor, calor, vermelhidão, endurecimento, edema, retraçãopapilar e, com a evolução, áreas de flutuação, celulite, necrose e até drenagem espontânea (Figura 91.2).
Bacterioscopia, cultura e antibiograma do leite devem ser realizados, principalmente em tipos mais graves, narecorrência ou na ausência de resposta ao antibiótico após 48 h.
A ultrassonografia mamária é útil para localizar e dimensionar eventuais abscessos. Nestes casos,tradicionalmente, procede-se à drenagem com incisão cutânea, respeitando as linhas de tensão, porém, distanteda aréola, com utilização de dreno por 24 a 48 h. Entretanto, revisão sistemática recente sobre o tratamento doabscesso mamário em lactantes selecionou quatro estudos, envolvendo 325 mulheres, e avaliou o tratamento pormeio de incisão/drenagem versus aspiração por agulha. Concluiu que a evidência é insuficiente para determinarse incisão e drenagem é uma opção mais efetiva do que aspiração por agulha para abscessos mamários nalactação e, mesmo, se a antibioticoterapia deve ser utilizada rotineiramente nas mulheres que são submetidas aincisão e drenagem para o tratamento desses abscessos (Irusen et al.
, 2015).
Figura 91.1 Tipos de mastite.
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passage: Após a cobertura com filme adesivo, aplica-se um tubo ao longo do curativo para a retirada do exsudato em excesso para um frasco fixado na outra extremidade ( Fig. 39-9). A bomba a vácuo aplica pressão negativa contínua ou intermitente (–5 a –125 mmHg), dependendo das recomendações do dispositivo.
Fechamento primário retardado. Aproximadamente 4 dias após a abertura da ferida e a resolução da infecção subcutânea, pode-se aplicar uma sutura superficial vertical de colchoeiro com fio de absorção retardada para reaproximar as bordas da ferida (Wechter, 2005). Dependendo da profundidade da fe-rida e da tolerância da paciente, esse procedimento pode ser feito no centro cirúrgico ou à beira do leito com anestesia local complementada por analgesia IV . De modo geral, essa estraté-gia reduz o período de cicatrização e diminui de maneira signi-ficativa o número de consultas pós-operatórias.
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passage: Crepinsek Maree A, Crowe Linda, Michener Keryl, Smart Neil A. Interventions for preventing mastites afterchildbirth. Cochrane Database of Systematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
Dennis CL, Jackson K, Watson J. Interventions for treating painful nipples among breastfeeding women. CochraneDatabase of Systematic Reviews 2014, Issue 12. Art. No.: CD007366. DOI:10.1002/14651858.CD007366.pub2.
Enkin M, Keirse MJNC, Neilson J et al.
Guia para atenção efetiva na gravidez e no parto. 3a ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2005, p. 234.
Giugliani ERJ. Falta embasamento científico no tratamento dos traumas mamilares. J Pediatr (Rio de Janeiro)2003; 79:197.
Giugliani ERJ. Problemas comuns na lactação e seu manejo. J Pediatr (Rio de Janeiro) 2004; 80: S147.
Hill MS. J Prevention of and therapies for nipple pain: a systematic review. Obstet Gynecol Neonatal Nurs 2005;34:428.
Irusen H, Rohwer AC, Steyn DW, Young T. Treatments for breast abscesses in breastfeeding women. (Abstract).
doi: 10.1002/14651858.CD010490.pub2.
Jahanfar S, Ng Chirk J, Teng C L. Antibiotics for mastitis in breastfeeding women. Cochrane Database ofSystematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Espuma Folhas de poliuretano contendo células abertas capazes de reter líquidos e removê-los do leito da ferida. As espumas apresentam capacidade de absorção enquanto mantêm a ferida úmida. Indicadas em feridas moderada ou altamente drenantes.
Gaze Algodão tecido ou não tecido ou misturas sintéticas.
Hidrogel Formulado em lâminas ou géis. Com base em glicerina ou água para hidratar a ferida. Indicado em feridas secas ou minimamente drenantes.
Nitrato de prata Usado para tratar tecido de granulação com crescimento excessivo. Aplicar no tecido hipergranulado.
Retirada de Sarsam, 2005, com permissão.
Hoffman_39.indd 974 08/10/13 17:43apostilasmedicina@hotmail.coma deiscência fascial está associada à evisceração do conteúdo abdominal. Caso seja observada saída do conteúdo, uma faixa abdominal com compressas estéreis molhadas em solução sali-na pode ser usada para reposicionar o conteúdo abdominal e controlar a situação. Antibióticos de amplo espectro em geral são recomendados para minimizar a peritonite resultante.
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passage: No quadro clínico da mastite, as manifestações gerais mais comuns são mal-estar, hipertermia (superior a38°C), calafrios, náuseas e vômitos. As locais são dor, calor, vermelhidão, endurecimento, edema, retraçãopapilar e, com a evolução, áreas de flutuação, celulite, necrose e até drenagem espontânea (Figura 91.2).
Bacterioscopia, cultura e antibiograma do leite devem ser realizados, principalmente em tipos mais graves, narecorrência ou na ausência de resposta ao antibiótico após 48 h.
A ultrassonografia mamária é útil para localizar e dimensionar eventuais abscessos. Nestes casos,tradicionalmente, procede-se à drenagem com incisão cutânea, respeitando as linhas de tensão, porém, distanteda aréola, com utilização de dreno por 24 a 48 h. Entretanto, revisão sistemática recente sobre o tratamento doabscesso mamário em lactantes selecionou quatro estudos, envolvendo 325 mulheres, e avaliou o tratamento pormeio de incisão/drenagem versus aspiração por agulha. Concluiu que a evidência é insuficiente para determinarse incisão e drenagem é uma opção mais efetiva do que aspiração por agulha para abscessos mamários nalactação e, mesmo, se a antibioticoterapia deve ser utilizada rotineiramente nas mulheres que são submetidas aincisão e drenagem para o tratamento desses abscessos (Irusen et al.
, 2015).
Figura 91.1 Tipos de mastite.
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passage: Fenômeno de RaynaudÉ uma isquemia intermitente nos mamilos causada por vasospasmo, a exemplo do que pode acontecer emdedos e artelhos. Costuma ocorrer como resposta ao frio, compressão anormal dos mamilos na boca da criançaou traumas mamilares intensos. A dor local é persistente, não apenas durante as mamadas (Martin, 2001; Abrãoet al.
, 2015).
À inspeção, os mamilos inicialmente estão pálidos (devido à falta de sangue), depois cianóticos e, finalmente,hiperemiados. Por vezes, a mãe também sente ardor local, confundindo com monilíase que, por si só, podedesencadear o fenômeno (Giugliani, 2004).
A principal consequência é o desmame precoce. Intervenções locais não costumam surtir efeito, exceto acorreção da pega e da técnica de amamentação. Excepcionalmente, pode ser necessário tratamento sistêmicoespecífico, por exemplo, com nifedipino 5 mg cada 8 h ou com a formulação de liberação lenta, 30 a 60 mg/dia,durante 1 ou 2 semanas (Abrão et al.
, 2015).
Ingurgitamento mamárioO ingurgitamento mamário é consequência da retenção de leite e distensão alveolar, levando à compressãodos ductos e obstrução do fluxo de leite, acompanhados de edema, decorrente da congestão vascular e linfática(Giugliani, 2004; Nascimento et al.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Após a cobertura com filme adesivo, aplica-se um tubo ao longo do curativo para a retirada do exsudato em excesso para um frasco fixado na outra extremidade ( Fig. 39-9). A bomba a vácuo aplica pressão negativa contínua ou intermitente (–5 a –125 mmHg), dependendo das recomendações do dispositivo.
Fechamento primário retardado. Aproximadamente 4 dias após a abertura da ferida e a resolução da infecção subcutânea, pode-se aplicar uma sutura superficial vertical de colchoeiro com fio de absorção retardada para reaproximar as bordas da ferida (Wechter, 2005). Dependendo da profundidade da fe-rida e da tolerância da paciente, esse procedimento pode ser feito no centro cirúrgico ou à beira do leito com anestesia local complementada por analgesia IV . De modo geral, essa estraté-gia reduz o período de cicatrização e diminui de maneira signi-ficativa o número de consultas pós-operatórias.
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passage: Crepinsek Maree A, Crowe Linda, Michener Keryl, Smart Neil A. Interventions for preventing mastites afterchildbirth. Cochrane Database of Systematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
Dennis CL, Jackson K, Watson J. Interventions for treating painful nipples among breastfeeding women. CochraneDatabase of Systematic Reviews 2014, Issue 12. Art. No.: CD007366. DOI:10.1002/14651858.CD007366.pub2.
Enkin M, Keirse MJNC, Neilson J et al.
Guia para atenção efetiva na gravidez e no parto. 3a ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2005, p. 234.
Giugliani ERJ. Falta embasamento científico no tratamento dos traumas mamilares. J Pediatr (Rio de Janeiro)2003; 79:197.
Giugliani ERJ. Problemas comuns na lactação e seu manejo. J Pediatr (Rio de Janeiro) 2004; 80: S147.
Hill MS. J Prevention of and therapies for nipple pain: a systematic review. Obstet Gynecol Neonatal Nurs 2005;34:428.
Irusen H, Rohwer AC, Steyn DW, Young T. Treatments for breast abscesses in breastfeeding women. (Abstract).
doi: 10.1002/14651858.CD010490.pub2.
Jahanfar S, Ng Chirk J, Teng C L. Antibiotics for mastitis in breastfeeding women. Cochrane Database ofSystematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Espuma Folhas de poliuretano contendo células abertas capazes de reter líquidos e removê-los do leito da ferida. As espumas apresentam capacidade de absorção enquanto mantêm a ferida úmida. Indicadas em feridas moderada ou altamente drenantes.
Gaze Algodão tecido ou não tecido ou misturas sintéticas.
Hidrogel Formulado em lâminas ou géis. Com base em glicerina ou água para hidratar a ferida. Indicado em feridas secas ou minimamente drenantes.
Nitrato de prata Usado para tratar tecido de granulação com crescimento excessivo. Aplicar no tecido hipergranulado.
Retirada de Sarsam, 2005, com permissão.
Hoffman_39.indd 974 08/10/13 17:43apostilasmedicina@hotmail.coma deiscência fascial está associada à evisceração do conteúdo abdominal. Caso seja observada saída do conteúdo, uma faixa abdominal com compressas estéreis molhadas em solução sali-na pode ser usada para reposicionar o conteúdo abdominal e controlar a situação. Antibióticos de amplo espectro em geral são recomendados para minimizar a peritonite resultante.
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passage: No quadro clínico da mastite, as manifestações gerais mais comuns são mal-estar, hipertermia (superior a38°C), calafrios, náuseas e vômitos. As locais são dor, calor, vermelhidão, endurecimento, edema, retraçãopapilar e, com a evolução, áreas de flutuação, celulite, necrose e até drenagem espontânea (Figura 91.2).
Bacterioscopia, cultura e antibiograma do leite devem ser realizados, principalmente em tipos mais graves, narecorrência ou na ausência de resposta ao antibiótico após 48 h.
A ultrassonografia mamária é útil para localizar e dimensionar eventuais abscessos. Nestes casos,tradicionalmente, procede-se à drenagem com incisão cutânea, respeitando as linhas de tensão, porém, distanteda aréola, com utilização de dreno por 24 a 48 h. Entretanto, revisão sistemática recente sobre o tratamento doabscesso mamário em lactantes selecionou quatro estudos, envolvendo 325 mulheres, e avaliou o tratamento pormeio de incisão/drenagem versus aspiração por agulha. Concluiu que a evidência é insuficiente para determinarse incisão e drenagem é uma opção mais efetiva do que aspiração por agulha para abscessos mamários nalactação e, mesmo, se a antibioticoterapia deve ser utilizada rotineiramente nas mulheres que são submetidas aincisão e drenagem para o tratamento desses abscessos (Irusen et al.
, 2015).
Figura 91.1 Tipos de mastite.
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passage: Fenômeno de RaynaudÉ uma isquemia intermitente nos mamilos causada por vasospasmo, a exemplo do que pode acontecer emdedos e artelhos. Costuma ocorrer como resposta ao frio, compressão anormal dos mamilos na boca da criançaou traumas mamilares intensos. A dor local é persistente, não apenas durante as mamadas (Martin, 2001; Abrãoet al.
, 2015).
À inspeção, os mamilos inicialmente estão pálidos (devido à falta de sangue), depois cianóticos e, finalmente,hiperemiados. Por vezes, a mãe também sente ardor local, confundindo com monilíase que, por si só, podedesencadear o fenômeno (Giugliani, 2004).
A principal consequência é o desmame precoce. Intervenções locais não costumam surtir efeito, exceto acorreção da pega e da técnica de amamentação. Excepcionalmente, pode ser necessário tratamento sistêmicoespecífico, por exemplo, com nifedipino 5 mg cada 8 h ou com a formulação de liberação lenta, 30 a 60 mg/dia,durante 1 ou 2 semanas (Abrão et al.
, 2015).
Ingurgitamento mamárioO ingurgitamento mamário é consequência da retenção de leite e distensão alveolar, levando à compressãodos ductos e obstrução do fluxo de leite, acompanhados de edema, decorrente da congestão vascular e linfática(Giugliani, 2004; Nascimento et al.
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passage: Hoffman_12.indd 339 03/10/13 16:59apostilasmedicina@hotmail.com ■ Infecções puerperaisEssa infecção da mama é caracterizada por eritema difuso, sensível e quente da mama com sinais sistêmicos de infecção, como febre, mal-estar, mialgias e leucocitose. O tratamento com antibióticos orais ou intravenosos é bem-sucedido, depen-dendo da gravidade, mas a infecção também pode progredir formando abscessos parenquimatosos profundos que exigem drenagem cirúrgica. O exame ultrassonográfico é altamente sensível para identificação de abscessos subjacentes, se a masti-te não melhorar rapidamente com os antibióticos. As mulheres com mastite puerperal deverão continuar a amamentar ou re-tirar o leite por bomba durante o tratamento para evitar estase do leite, o que poderia contribuir para a evolução da infecção (Thomsen, 1983). Mamilos rachados ou escoriados podem ser fonte de entrada de bactérias, devendo ser tratados com loções ou unguentos à base de lanolina.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Após a cobertura com filme adesivo, aplica-se um tubo ao longo do curativo para a retirada do exsudato em excesso para um frasco fixado na outra extremidade ( Fig. 39-9). A bomba a vácuo aplica pressão negativa contínua ou intermitente (–5 a –125 mmHg), dependendo das recomendações do dispositivo.
Fechamento primário retardado. Aproximadamente 4 dias após a abertura da ferida e a resolução da infecção subcutânea, pode-se aplicar uma sutura superficial vertical de colchoeiro com fio de absorção retardada para reaproximar as bordas da ferida (Wechter, 2005). Dependendo da profundidade da fe-rida e da tolerância da paciente, esse procedimento pode ser feito no centro cirúrgico ou à beira do leito com anestesia local complementada por analgesia IV . De modo geral, essa estraté-gia reduz o período de cicatrização e diminui de maneira signi-ficativa o número de consultas pós-operatórias.
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passage: Crepinsek Maree A, Crowe Linda, Michener Keryl, Smart Neil A. Interventions for preventing mastites afterchildbirth. Cochrane Database of Systematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
Dennis CL, Jackson K, Watson J. Interventions for treating painful nipples among breastfeeding women. CochraneDatabase of Systematic Reviews 2014, Issue 12. Art. No.: CD007366. DOI:10.1002/14651858.CD007366.pub2.
Enkin M, Keirse MJNC, Neilson J et al.
Guia para atenção efetiva na gravidez e no parto. 3a ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2005, p. 234.
Giugliani ERJ. Falta embasamento científico no tratamento dos traumas mamilares. J Pediatr (Rio de Janeiro)2003; 79:197.
Giugliani ERJ. Problemas comuns na lactação e seu manejo. J Pediatr (Rio de Janeiro) 2004; 80: S147.
Hill MS. J Prevention of and therapies for nipple pain: a systematic review. Obstet Gynecol Neonatal Nurs 2005;34:428.
Irusen H, Rohwer AC, Steyn DW, Young T. Treatments for breast abscesses in breastfeeding women. (Abstract).
doi: 10.1002/14651858.CD010490.pub2.
Jahanfar S, Ng Chirk J, Teng C L. Antibiotics for mastitis in breastfeeding women. Cochrane Database ofSystematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Espuma Folhas de poliuretano contendo células abertas capazes de reter líquidos e removê-los do leito da ferida. As espumas apresentam capacidade de absorção enquanto mantêm a ferida úmida. Indicadas em feridas moderada ou altamente drenantes.
Gaze Algodão tecido ou não tecido ou misturas sintéticas.
Hidrogel Formulado em lâminas ou géis. Com base em glicerina ou água para hidratar a ferida. Indicado em feridas secas ou minimamente drenantes.
Nitrato de prata Usado para tratar tecido de granulação com crescimento excessivo. Aplicar no tecido hipergranulado.
Retirada de Sarsam, 2005, com permissão.
Hoffman_39.indd 974 08/10/13 17:43apostilasmedicina@hotmail.coma deiscência fascial está associada à evisceração do conteúdo abdominal. Caso seja observada saída do conteúdo, uma faixa abdominal com compressas estéreis molhadas em solução sali-na pode ser usada para reposicionar o conteúdo abdominal e controlar a situação. Antibióticos de amplo espectro em geral são recomendados para minimizar a peritonite resultante.
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passage: No quadro clínico da mastite, as manifestações gerais mais comuns são mal-estar, hipertermia (superior a38°C), calafrios, náuseas e vômitos. As locais são dor, calor, vermelhidão, endurecimento, edema, retraçãopapilar e, com a evolução, áreas de flutuação, celulite, necrose e até drenagem espontânea (Figura 91.2).
Bacterioscopia, cultura e antibiograma do leite devem ser realizados, principalmente em tipos mais graves, narecorrência ou na ausência de resposta ao antibiótico após 48 h.
A ultrassonografia mamária é útil para localizar e dimensionar eventuais abscessos. Nestes casos,tradicionalmente, procede-se à drenagem com incisão cutânea, respeitando as linhas de tensão, porém, distanteda aréola, com utilização de dreno por 24 a 48 h. Entretanto, revisão sistemática recente sobre o tratamento doabscesso mamário em lactantes selecionou quatro estudos, envolvendo 325 mulheres, e avaliou o tratamento pormeio de incisão/drenagem versus aspiração por agulha. Concluiu que a evidência é insuficiente para determinarse incisão e drenagem é uma opção mais efetiva do que aspiração por agulha para abscessos mamários nalactação e, mesmo, se a antibioticoterapia deve ser utilizada rotineiramente nas mulheres que são submetidas aincisão e drenagem para o tratamento desses abscessos (Irusen et al.
, 2015).
Figura 91.1 Tipos de mastite.
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passage: Fenômeno de RaynaudÉ uma isquemia intermitente nos mamilos causada por vasospasmo, a exemplo do que pode acontecer emdedos e artelhos. Costuma ocorrer como resposta ao frio, compressão anormal dos mamilos na boca da criançaou traumas mamilares intensos. A dor local é persistente, não apenas durante as mamadas (Martin, 2001; Abrãoet al.
, 2015).
À inspeção, os mamilos inicialmente estão pálidos (devido à falta de sangue), depois cianóticos e, finalmente,hiperemiados. Por vezes, a mãe também sente ardor local, confundindo com monilíase que, por si só, podedesencadear o fenômeno (Giugliani, 2004).
A principal consequência é o desmame precoce. Intervenções locais não costumam surtir efeito, exceto acorreção da pega e da técnica de amamentação. Excepcionalmente, pode ser necessário tratamento sistêmicoespecífico, por exemplo, com nifedipino 5 mg cada 8 h ou com a formulação de liberação lenta, 30 a 60 mg/dia,durante 1 ou 2 semanas (Abrão et al.
, 2015).
Ingurgitamento mamárioO ingurgitamento mamário é consequência da retenção de leite e distensão alveolar, levando à compressãodos ductos e obstrução do fluxo de leite, acompanhados de edema, decorrente da congestão vascular e linfática(Giugliani, 2004; Nascimento et al.
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passage: Hoffman_12.indd 339 03/10/13 16:59apostilasmedicina@hotmail.com ■ Infecções puerperaisEssa infecção da mama é caracterizada por eritema difuso, sensível e quente da mama com sinais sistêmicos de infecção, como febre, mal-estar, mialgias e leucocitose. O tratamento com antibióticos orais ou intravenosos é bem-sucedido, depen-dendo da gravidade, mas a infecção também pode progredir formando abscessos parenquimatosos profundos que exigem drenagem cirúrgica. O exame ultrassonográfico é altamente sensível para identificação de abscessos subjacentes, se a masti-te não melhorar rapidamente com os antibióticos. As mulheres com mastite puerperal deverão continuar a amamentar ou re-tirar o leite por bomba durante o tratamento para evitar estase do leite, o que poderia contribuir para a evolução da infecção (Thomsen, 1983). Mamilos rachados ou escoriados podem ser fonte de entrada de bactérias, devendo ser tratados com loções ou unguentos à base de lanolina.
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passage: Não se aconselha avaliação ou manipu-lação intraoperatória de segmento superior da vagina superior, colo do útero ou útero uma vez que a parede desses órgãos pode estar del-gada em razão de hematocolpo ou hematome-tra, havendo maior risco de perfuração.
PÓS-OPERATÓRIOApós a cirurgia, a paciente pode utilizar anal-gésicos por via oral ou anestésicos tópicos, como gel de lidocaína a 2%. Os cuidados da ferida devem incluir banho de assento duas vezes ao dia. A paciente é alertada de que lí-quidos retidos podem continuar a fluir do útero e da vagina por vários dias após o pro-cedimento. A paciente deve ser revista após 1 a 2 semanas, quando o introito vaginal deve ser inspecionado quanto à permeabilidade e a cicatrização avaliada.
PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOPÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-17.1 Apara dos folhetos himenais.
FIGURA 41-17.2 Sutura da base dos folhetos.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Após a cobertura com filme adesivo, aplica-se um tubo ao longo do curativo para a retirada do exsudato em excesso para um frasco fixado na outra extremidade ( Fig. 39-9). A bomba a vácuo aplica pressão negativa contínua ou intermitente (–5 a –125 mmHg), dependendo das recomendações do dispositivo.
Fechamento primário retardado. Aproximadamente 4 dias após a abertura da ferida e a resolução da infecção subcutânea, pode-se aplicar uma sutura superficial vertical de colchoeiro com fio de absorção retardada para reaproximar as bordas da ferida (Wechter, 2005). Dependendo da profundidade da fe-rida e da tolerância da paciente, esse procedimento pode ser feito no centro cirúrgico ou à beira do leito com anestesia local complementada por analgesia IV . De modo geral, essa estraté-gia reduz o período de cicatrização e diminui de maneira signi-ficativa o número de consultas pós-operatórias.
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passage: Crepinsek Maree A, Crowe Linda, Michener Keryl, Smart Neil A. Interventions for preventing mastites afterchildbirth. Cochrane Database of Systematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
Dennis CL, Jackson K, Watson J. Interventions for treating painful nipples among breastfeeding women. CochraneDatabase of Systematic Reviews 2014, Issue 12. Art. No.: CD007366. DOI:10.1002/14651858.CD007366.pub2.
Enkin M, Keirse MJNC, Neilson J et al.
Guia para atenção efetiva na gravidez e no parto. 3a ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2005, p. 234.
Giugliani ERJ. Falta embasamento científico no tratamento dos traumas mamilares. J Pediatr (Rio de Janeiro)2003; 79:197.
Giugliani ERJ. Problemas comuns na lactação e seu manejo. J Pediatr (Rio de Janeiro) 2004; 80: S147.
Hill MS. J Prevention of and therapies for nipple pain: a systematic review. Obstet Gynecol Neonatal Nurs 2005;34:428.
Irusen H, Rohwer AC, Steyn DW, Young T. Treatments for breast abscesses in breastfeeding women. (Abstract).
doi: 10.1002/14651858.CD010490.pub2.
Jahanfar S, Ng Chirk J, Teng C L. Antibiotics for mastitis in breastfeeding women. Cochrane Database ofSystematic Reviews. In The Cochrane Library, Issue 5; 2013.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Espuma Folhas de poliuretano contendo células abertas capazes de reter líquidos e removê-los do leito da ferida. As espumas apresentam capacidade de absorção enquanto mantêm a ferida úmida. Indicadas em feridas moderada ou altamente drenantes.
Gaze Algodão tecido ou não tecido ou misturas sintéticas.
Hidrogel Formulado em lâminas ou géis. Com base em glicerina ou água para hidratar a ferida. Indicado em feridas secas ou minimamente drenantes.
Nitrato de prata Usado para tratar tecido de granulação com crescimento excessivo. Aplicar no tecido hipergranulado.
Retirada de Sarsam, 2005, com permissão.
Hoffman_39.indd 974 08/10/13 17:43apostilasmedicina@hotmail.coma deiscência fascial está associada à evisceração do conteúdo abdominal. Caso seja observada saída do conteúdo, uma faixa abdominal com compressas estéreis molhadas em solução sali-na pode ser usada para reposicionar o conteúdo abdominal e controlar a situação. Antibióticos de amplo espectro em geral são recomendados para minimizar a peritonite resultante.
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passage: No quadro clínico da mastite, as manifestações gerais mais comuns são mal-estar, hipertermia (superior a38°C), calafrios, náuseas e vômitos. As locais são dor, calor, vermelhidão, endurecimento, edema, retraçãopapilar e, com a evolução, áreas de flutuação, celulite, necrose e até drenagem espontânea (Figura 91.2).
Bacterioscopia, cultura e antibiograma do leite devem ser realizados, principalmente em tipos mais graves, narecorrência ou na ausência de resposta ao antibiótico após 48 h.
A ultrassonografia mamária é útil para localizar e dimensionar eventuais abscessos. Nestes casos,tradicionalmente, procede-se à drenagem com incisão cutânea, respeitando as linhas de tensão, porém, distanteda aréola, com utilização de dreno por 24 a 48 h. Entretanto, revisão sistemática recente sobre o tratamento doabscesso mamário em lactantes selecionou quatro estudos, envolvendo 325 mulheres, e avaliou o tratamento pormeio de incisão/drenagem versus aspiração por agulha. Concluiu que a evidência é insuficiente para determinarse incisão e drenagem é uma opção mais efetiva do que aspiração por agulha para abscessos mamários nalactação e, mesmo, se a antibioticoterapia deve ser utilizada rotineiramente nas mulheres que são submetidas aincisão e drenagem para o tratamento desses abscessos (Irusen et al.
, 2015).
Figura 91.1 Tipos de mastite.
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passage: Fenômeno de RaynaudÉ uma isquemia intermitente nos mamilos causada por vasospasmo, a exemplo do que pode acontecer emdedos e artelhos. Costuma ocorrer como resposta ao frio, compressão anormal dos mamilos na boca da criançaou traumas mamilares intensos. A dor local é persistente, não apenas durante as mamadas (Martin, 2001; Abrãoet al.
, 2015).
À inspeção, os mamilos inicialmente estão pálidos (devido à falta de sangue), depois cianóticos e, finalmente,hiperemiados. Por vezes, a mãe também sente ardor local, confundindo com monilíase que, por si só, podedesencadear o fenômeno (Giugliani, 2004).
A principal consequência é o desmame precoce. Intervenções locais não costumam surtir efeito, exceto acorreção da pega e da técnica de amamentação. Excepcionalmente, pode ser necessário tratamento sistêmicoespecífico, por exemplo, com nifedipino 5 mg cada 8 h ou com a formulação de liberação lenta, 30 a 60 mg/dia,durante 1 ou 2 semanas (Abrão et al.
, 2015).
Ingurgitamento mamárioO ingurgitamento mamário é consequência da retenção de leite e distensão alveolar, levando à compressãodos ductos e obstrução do fluxo de leite, acompanhados de edema, decorrente da congestão vascular e linfática(Giugliani, 2004; Nascimento et al.
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passage: Hoffman_12.indd 339 03/10/13 16:59apostilasmedicina@hotmail.com ■ Infecções puerperaisEssa infecção da mama é caracterizada por eritema difuso, sensível e quente da mama com sinais sistêmicos de infecção, como febre, mal-estar, mialgias e leucocitose. O tratamento com antibióticos orais ou intravenosos é bem-sucedido, depen-dendo da gravidade, mas a infecção também pode progredir formando abscessos parenquimatosos profundos que exigem drenagem cirúrgica. O exame ultrassonográfico é altamente sensível para identificação de abscessos subjacentes, se a masti-te não melhorar rapidamente com os antibióticos. As mulheres com mastite puerperal deverão continuar a amamentar ou re-tirar o leite por bomba durante o tratamento para evitar estase do leite, o que poderia contribuir para a evolução da infecção (Thomsen, 1983). Mamilos rachados ou escoriados podem ser fonte de entrada de bactérias, devendo ser tratados com loções ou unguentos à base de lanolina.
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passage: Não se aconselha avaliação ou manipu-lação intraoperatória de segmento superior da vagina superior, colo do útero ou útero uma vez que a parede desses órgãos pode estar del-gada em razão de hematocolpo ou hematome-tra, havendo maior risco de perfuração.
PÓS-OPERATÓRIOApós a cirurgia, a paciente pode utilizar anal-gésicos por via oral ou anestésicos tópicos, como gel de lidocaína a 2%. Os cuidados da ferida devem incluir banho de assento duas vezes ao dia. A paciente é alertada de que lí-quidos retidos podem continuar a fluir do útero e da vagina por vários dias após o pro-cedimento. A paciente deve ser revista após 1 a 2 semanas, quando o introito vaginal deve ser inspecionado quanto à permeabilidade e a cicatrização avaliada.
PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOPÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-17.1 Apara dos folhetos himenais.
FIGURA 41-17.2 Sutura da base dos folhetos.
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passage: Reparo da bexiga. A extensão da lesão deve ser avaliada e as aderências removidas tanto quanto seja necessário para um re-paro livre de tensão. A bexiga é fechada em duas ou três cama-das com fio absorvível de absorção lenta 3-0 ( Fig. 40-40). A primeira camada geralmente é fechada com sutura contínua. A segunda pode ser fechada com pontos contínuos ou com pontos separados e deve inverter a primeira camada. Na região do trígono vesical os ureteres normalmente são tratados com derivação (stent) e o reparo deve ser feito com pontos inter-rompidos a fim de evitar dobramento ureteral (Popert, 2004). A bexiga deve ser mantida com dreno contínuo e desobstruído normalmente por 7 a 10 dias.
Alternativamente, se a lesão envolver pontos de sutura que tenham atravessado a mucosa da bexiga, esses pontos devem ser cortados. A manutenção desses pontos de sutura pode cau-sar sintomas de cistite, formação de cálculos, ou ambos.
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Boa noite! Entendo sua preocupação com a mastite e a cicatrização da ferida. É importante ressaltar que cada caso é único e o tempo de cicatrização pode variar bastante, dependendo de alguns fatores como a extensão da lesão, sua saúde geral, a presença de outras condições, e a forma como você está cuidando da ferida.
O hidrogel Dersani é uma boa opção para manter a ferida hidratada, o que favorece a cicatrização. Ele é especialmente útil em feridas secas ou com pouca secreção. No entanto, dependendo da quantidade de secreção da sua ferida, pode ser necessário associar o hidrogel a outros tipos de curativos para absorver o excesso de líquido. Espumas de poliuretano, por exemplo, são indicadas para feridas com drenagem moderada a alta, pois ajudam a remover o excesso de líquido, mantendo o ambiente úmido necessário para a cicatrização.
É fundamental que você esteja seguindo as orientações médicas quanto à higiene local da ferida e à troca dos curativos. Além disso, se você estiver utilizando antibióticos para tratar a mastite, é importante seguir a prescrição médica à risca.
Em alguns casos, quando a ferida é mais extensa e há infecção subcutânea, pode ser considerado o fechamento primário retardado, que é uma técnica cirúrgica para reaproximar as bordas da ferida após alguns dias de tratamento. Converse com seu médico sobre essa possibilidade, caso a cicatrização não esteja evoluindo como esperado.
Se você notar sinais de piora, como aumento da dor, vermelhidão, inchaço, pus ou febre, procure atendimento médico imediatamente. Além disso, manter uma boa alimentação, rica em proteínas e vitaminas, também contribui para a cicatrização.
A mastite pode ser um problema doloroso e frustrante, mas com o tratamento adequado e os cuidados necessários, a ferida tende a cicatrizar. É importante ter paciência e seguir as orientações médicas para garantir uma recuperação completa.
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24,501
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Estou tomando Pietra, tive uma relação desprotegida e tomei a pílula do dia seguinte. Posso continuar tomando Pietra ou devo esperar menstruar?
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O Pietra (dienogeste) é um hormônio utilizado no tratamento da endometriose, pois diminui o efeito do estrogênio no endométrio e pode provocar amenorreia. No entanto, ele não é um anticoncepcional. Você pode continuar com o Pietra, mas é importante fazer um teste de gravidez, pois nenhum método contraceptivo é 100% seguro.
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passage: . Se você teve relação desprotegida 1 dia antes da ovulação e não quer engravidar, pode usar a pílula do dia seguinte. Ela deve ser usada até 72 horas após a relação. Por outro lado, caso você esteja querendo engravidar, pode usar um teste de ovulação para saber quando vai ovular. Ele é vendido nas farmácias e consiste em tiras para realizar testes em dias seguidos, usando a urina, até obter o resultado que indique a ovulação.
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passage: . Se você teve relação desprotegida 1 dia antes da ovulação e não quer engravidar, pode usar a pílula do dia seguinte. Ela deve ser usada até 72 horas após a relação. Por outro lado, caso você esteja querendo engravidar, pode usar um teste de ovulação para saber quando vai ovular. Ele é vendido nas farmácias e consiste em tiras para realizar testes em dias seguidos, usando a urina, até obter o resultado que indique a ovulação.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: . Se você teve relação desprotegida 1 dia antes da ovulação e não quer engravidar, pode usar a pílula do dia seguinte. Ela deve ser usada até 72 horas após a relação. Por outro lado, caso você esteja querendo engravidar, pode usar um teste de ovulação para saber quando vai ovular. Ele é vendido nas farmácias e consiste em tiras para realizar testes em dias seguidos, usando a urina, até obter o resultado que indique a ovulação.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: . Se vômito ou diarreia persistirem por mais de 24 horas, pode-se seguir tomando a pilula no horário habitual, mas neste caso é imprescindível o uso de outro método contraceptivo de barreira, como a camisinha, até a próxima menstruação. Veja os principais fatores que podem afetar o efeito da pílula e o que fazer em cada caso.
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passage: . Se você teve relação desprotegida 1 dia antes da ovulação e não quer engravidar, pode usar a pílula do dia seguinte. Ela deve ser usada até 72 horas após a relação. Por outro lado, caso você esteja querendo engravidar, pode usar um teste de ovulação para saber quando vai ovular. Ele é vendido nas farmácias e consiste em tiras para realizar testes em dias seguidos, usando a urina, até obter o resultado que indique a ovulação.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: . Se vômito ou diarreia persistirem por mais de 24 horas, pode-se seguir tomando a pilula no horário habitual, mas neste caso é imprescindível o uso de outro método contraceptivo de barreira, como a camisinha, até a próxima menstruação. Veja os principais fatores que podem afetar o efeito da pílula e o que fazer em cada caso.
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passage: A pílula do dia seguinte serve para quantas relações? “Não uso anticoncepcional e tive uma relação sem preservativo, então tomei a pílula do dia seguinte. Nesse caso, se eu tiver relação de novo, ela continua sendo eficaz? A pílula do dia seguinte serve para quantas relações?” A pílula do dia seguinte serve, idealmente, para uma única relação sexual desprotegida. Caso a mulher tenha outra relação desprotegida após o seu uso, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h. A pílula normalmente age atrasando a ovulação e algumas podem ser usadas em até 5 dias após o contato sexual desprotegido. No entanto, a pílula deve ser tomada somente em situações emergenciais e de forma correta, ou seja, o quanto antes após a relação, para que seja eficaz. Entenda melhor como tomar a pílula do dia seguinte.
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passage: . Se você teve relação desprotegida 1 dia antes da ovulação e não quer engravidar, pode usar a pílula do dia seguinte. Ela deve ser usada até 72 horas após a relação. Por outro lado, caso você esteja querendo engravidar, pode usar um teste de ovulação para saber quando vai ovular. Ele é vendido nas farmácias e consiste em tiras para realizar testes em dias seguidos, usando a urina, até obter o resultado que indique a ovulação.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: . Se vômito ou diarreia persistirem por mais de 24 horas, pode-se seguir tomando a pilula no horário habitual, mas neste caso é imprescindível o uso de outro método contraceptivo de barreira, como a camisinha, até a próxima menstruação. Veja os principais fatores que podem afetar o efeito da pílula e o que fazer em cada caso.
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passage: A pílula do dia seguinte serve para quantas relações? “Não uso anticoncepcional e tive uma relação sem preservativo, então tomei a pílula do dia seguinte. Nesse caso, se eu tiver relação de novo, ela continua sendo eficaz? A pílula do dia seguinte serve para quantas relações?” A pílula do dia seguinte serve, idealmente, para uma única relação sexual desprotegida. Caso a mulher tenha outra relação desprotegida após o seu uso, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h. A pílula normalmente age atrasando a ovulação e algumas podem ser usadas em até 5 dias após o contato sexual desprotegido. No entanto, a pílula deve ser tomada somente em situações emergenciais e de forma correta, ou seja, o quanto antes após a relação, para que seja eficaz. Entenda melhor como tomar a pílula do dia seguinte.
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passage: Tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar? “Tive uma relação desprotegida, mas tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar mesmo assim?” É possível engravidar mesmo tomando a pílula do dia seguinte corretamente, mas as chances são baixas. A eficácia da pílula é maior quanto antes for tomada, embora algumas pílulas possam ser usadas em até 5 dias após a relação sexual desprotegida. A pílula normalmente age atrasando a ovulação, o que impede a união do óvulo com o espermatozoide, e caso a mulher tenha outra relação sexual desprotegida após o seu uso, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h. A pílula do dia seguinte deve ser tomada somente em situações emergenciais para evitar uma gravidez não desejada, porque a quantidade de hormônios na pílula é alta, podendo causar efeitos colaterais, como náusea, vômitos ou sangramento vaginal. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar quais os métodos mais adequados para você. Tomei a pílula do dia seguinte e não tive nenhuma reação, efeito colateral ou sangramento. É normal? Não apresentar efeitos colaterais ou sangramento pode ser normal, especialmente nos primeiros dias após o uso da pílula
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passage: . Se você teve relação desprotegida 1 dia antes da ovulação e não quer engravidar, pode usar a pílula do dia seguinte. Ela deve ser usada até 72 horas após a relação. Por outro lado, caso você esteja querendo engravidar, pode usar um teste de ovulação para saber quando vai ovular. Ele é vendido nas farmácias e consiste em tiras para realizar testes em dias seguidos, usando a urina, até obter o resultado que indique a ovulação.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: . Se vômito ou diarreia persistirem por mais de 24 horas, pode-se seguir tomando a pilula no horário habitual, mas neste caso é imprescindível o uso de outro método contraceptivo de barreira, como a camisinha, até a próxima menstruação. Veja os principais fatores que podem afetar o efeito da pílula e o que fazer em cada caso.
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passage: A pílula do dia seguinte serve para quantas relações? “Não uso anticoncepcional e tive uma relação sem preservativo, então tomei a pílula do dia seguinte. Nesse caso, se eu tiver relação de novo, ela continua sendo eficaz? A pílula do dia seguinte serve para quantas relações?” A pílula do dia seguinte serve, idealmente, para uma única relação sexual desprotegida. Caso a mulher tenha outra relação desprotegida após o seu uso, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h. A pílula normalmente age atrasando a ovulação e algumas podem ser usadas em até 5 dias após o contato sexual desprotegido. No entanto, a pílula deve ser tomada somente em situações emergenciais e de forma correta, ou seja, o quanto antes após a relação, para que seja eficaz. Entenda melhor como tomar a pílula do dia seguinte.
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passage: Tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar? “Tive uma relação desprotegida, mas tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar mesmo assim?” É possível engravidar mesmo tomando a pílula do dia seguinte corretamente, mas as chances são baixas. A eficácia da pílula é maior quanto antes for tomada, embora algumas pílulas possam ser usadas em até 5 dias após a relação sexual desprotegida. A pílula normalmente age atrasando a ovulação, o que impede a união do óvulo com o espermatozoide, e caso a mulher tenha outra relação sexual desprotegida após o seu uso, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h. A pílula do dia seguinte deve ser tomada somente em situações emergenciais para evitar uma gravidez não desejada, porque a quantidade de hormônios na pílula é alta, podendo causar efeitos colaterais, como náusea, vômitos ou sangramento vaginal. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar quais os métodos mais adequados para você. Tomei a pílula do dia seguinte e não tive nenhuma reação, efeito colateral ou sangramento. É normal? Não apresentar efeitos colaterais ou sangramento pode ser normal, especialmente nos primeiros dias após o uso da pílula
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passage: . Nas demais cartelas, você está protegida mesmo no período de pausa (desde que o anticoncepcional seja usado da forma correta). Deve-se tomar 1 comprimido por dia, na ordem indicada na embalagem e de preferência sempre à mesma hora para garantir o efeito da pílula. A possibilidade de ocorrência de gravidez aumenta: A cada comprimido esquecido; Com o uso incorreto; Se utilizar certos medicamentos ao mesmo tempo (alguns antibióticos, anticonvulsivantes e anti-retrovirais, por exemplo); Se você vomitar ou tiver diarreia após tomar o anticoncepcional. Nestas situações, é recomendado utilizar também um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo, para garantir a proteção contra uma gravidez. Sempre que tiver dúvidas sobre o funcionamento do anticoncepcional, consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer as dúvidas ou até avaliar a possibilidade de troca, para adaptar o método contraceptivo às suas necessidades.
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passage: . Se você teve relação desprotegida 1 dia antes da ovulação e não quer engravidar, pode usar a pílula do dia seguinte. Ela deve ser usada até 72 horas após a relação. Por outro lado, caso você esteja querendo engravidar, pode usar um teste de ovulação para saber quando vai ovular. Ele é vendido nas farmácias e consiste em tiras para realizar testes em dias seguidos, usando a urina, até obter o resultado que indique a ovulação.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: . Se vômito ou diarreia persistirem por mais de 24 horas, pode-se seguir tomando a pilula no horário habitual, mas neste caso é imprescindível o uso de outro método contraceptivo de barreira, como a camisinha, até a próxima menstruação. Veja os principais fatores que podem afetar o efeito da pílula e o que fazer em cada caso.
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passage: A pílula do dia seguinte serve para quantas relações? “Não uso anticoncepcional e tive uma relação sem preservativo, então tomei a pílula do dia seguinte. Nesse caso, se eu tiver relação de novo, ela continua sendo eficaz? A pílula do dia seguinte serve para quantas relações?” A pílula do dia seguinte serve, idealmente, para uma única relação sexual desprotegida. Caso a mulher tenha outra relação desprotegida após o seu uso, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h. A pílula normalmente age atrasando a ovulação e algumas podem ser usadas em até 5 dias após o contato sexual desprotegido. No entanto, a pílula deve ser tomada somente em situações emergenciais e de forma correta, ou seja, o quanto antes após a relação, para que seja eficaz. Entenda melhor como tomar a pílula do dia seguinte.
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passage: Tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar? “Tive uma relação desprotegida, mas tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar mesmo assim?” É possível engravidar mesmo tomando a pílula do dia seguinte corretamente, mas as chances são baixas. A eficácia da pílula é maior quanto antes for tomada, embora algumas pílulas possam ser usadas em até 5 dias após a relação sexual desprotegida. A pílula normalmente age atrasando a ovulação, o que impede a união do óvulo com o espermatozoide, e caso a mulher tenha outra relação sexual desprotegida após o seu uso, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h. A pílula do dia seguinte deve ser tomada somente em situações emergenciais para evitar uma gravidez não desejada, porque a quantidade de hormônios na pílula é alta, podendo causar efeitos colaterais, como náusea, vômitos ou sangramento vaginal. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar quais os métodos mais adequados para você. Tomei a pílula do dia seguinte e não tive nenhuma reação, efeito colateral ou sangramento. É normal? Não apresentar efeitos colaterais ou sangramento pode ser normal, especialmente nos primeiros dias após o uso da pílula
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passage: . Nas demais cartelas, você está protegida mesmo no período de pausa (desde que o anticoncepcional seja usado da forma correta). Deve-se tomar 1 comprimido por dia, na ordem indicada na embalagem e de preferência sempre à mesma hora para garantir o efeito da pílula. A possibilidade de ocorrência de gravidez aumenta: A cada comprimido esquecido; Com o uso incorreto; Se utilizar certos medicamentos ao mesmo tempo (alguns antibióticos, anticonvulsivantes e anti-retrovirais, por exemplo); Se você vomitar ou tiver diarreia após tomar o anticoncepcional. Nestas situações, é recomendado utilizar também um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo, para garantir a proteção contra uma gravidez. Sempre que tiver dúvidas sobre o funcionamento do anticoncepcional, consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer as dúvidas ou até avaliar a possibilidade de troca, para adaptar o método contraceptivo às suas necessidades.
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passage: . Como a pílula do dia seguinte não tem um efeito anticoncepcional duradouro, caso a mulher tenha relação sexual desprotegida, no dia a seguir após ter tomado o contraceptivo de emergência ela já pode engravidar. Por isso, está recomendado que logo após o uso da pílula do dia seguinte, já se comece a fazer uso de outro método contraceptivo, como preservativo, anticoncepcional hormonal oral ou injetável, ou DIU (dispositivo intra-uterino). A pílula do dia seguinte age basicamente através de duas formas: ela atrasa a ovulação e se a ovulação já tiver ocorrido ela impede o encontro do espermatozoide com o óvulo. Se desejar mais informações sobre a pílula do dia seguinte ou de outros métodos contraceptivos, o ideal é que consulte um ginecologista.
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passage: . Se você teve relação desprotegida 1 dia antes da ovulação e não quer engravidar, pode usar a pílula do dia seguinte. Ela deve ser usada até 72 horas após a relação. Por outro lado, caso você esteja querendo engravidar, pode usar um teste de ovulação para saber quando vai ovular. Ele é vendido nas farmácias e consiste em tiras para realizar testes em dias seguidos, usando a urina, até obter o resultado que indique a ovulação.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: . Se vômito ou diarreia persistirem por mais de 24 horas, pode-se seguir tomando a pilula no horário habitual, mas neste caso é imprescindível o uso de outro método contraceptivo de barreira, como a camisinha, até a próxima menstruação. Veja os principais fatores que podem afetar o efeito da pílula e o que fazer em cada caso.
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passage: A pílula do dia seguinte serve para quantas relações? “Não uso anticoncepcional e tive uma relação sem preservativo, então tomei a pílula do dia seguinte. Nesse caso, se eu tiver relação de novo, ela continua sendo eficaz? A pílula do dia seguinte serve para quantas relações?” A pílula do dia seguinte serve, idealmente, para uma única relação sexual desprotegida. Caso a mulher tenha outra relação desprotegida após o seu uso, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h. A pílula normalmente age atrasando a ovulação e algumas podem ser usadas em até 5 dias após o contato sexual desprotegido. No entanto, a pílula deve ser tomada somente em situações emergenciais e de forma correta, ou seja, o quanto antes após a relação, para que seja eficaz. Entenda melhor como tomar a pílula do dia seguinte.
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passage: Tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar? “Tive uma relação desprotegida, mas tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar mesmo assim?” É possível engravidar mesmo tomando a pílula do dia seguinte corretamente, mas as chances são baixas. A eficácia da pílula é maior quanto antes for tomada, embora algumas pílulas possam ser usadas em até 5 dias após a relação sexual desprotegida. A pílula normalmente age atrasando a ovulação, o que impede a união do óvulo com o espermatozoide, e caso a mulher tenha outra relação sexual desprotegida após o seu uso, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h. A pílula do dia seguinte deve ser tomada somente em situações emergenciais para evitar uma gravidez não desejada, porque a quantidade de hormônios na pílula é alta, podendo causar efeitos colaterais, como náusea, vômitos ou sangramento vaginal. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar quais os métodos mais adequados para você. Tomei a pílula do dia seguinte e não tive nenhuma reação, efeito colateral ou sangramento. É normal? Não apresentar efeitos colaterais ou sangramento pode ser normal, especialmente nos primeiros dias após o uso da pílula
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passage: . Nas demais cartelas, você está protegida mesmo no período de pausa (desde que o anticoncepcional seja usado da forma correta). Deve-se tomar 1 comprimido por dia, na ordem indicada na embalagem e de preferência sempre à mesma hora para garantir o efeito da pílula. A possibilidade de ocorrência de gravidez aumenta: A cada comprimido esquecido; Com o uso incorreto; Se utilizar certos medicamentos ao mesmo tempo (alguns antibióticos, anticonvulsivantes e anti-retrovirais, por exemplo); Se você vomitar ou tiver diarreia após tomar o anticoncepcional. Nestas situações, é recomendado utilizar também um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo, para garantir a proteção contra uma gravidez. Sempre que tiver dúvidas sobre o funcionamento do anticoncepcional, consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer as dúvidas ou até avaliar a possibilidade de troca, para adaptar o método contraceptivo às suas necessidades.
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passage: . Como a pílula do dia seguinte não tem um efeito anticoncepcional duradouro, caso a mulher tenha relação sexual desprotegida, no dia a seguir após ter tomado o contraceptivo de emergência ela já pode engravidar. Por isso, está recomendado que logo após o uso da pílula do dia seguinte, já se comece a fazer uso de outro método contraceptivo, como preservativo, anticoncepcional hormonal oral ou injetável, ou DIU (dispositivo intra-uterino). A pílula do dia seguinte age basicamente através de duas formas: ela atrasa a ovulação e se a ovulação já tiver ocorrido ela impede o encontro do espermatozoide com o óvulo. Se desejar mais informações sobre a pílula do dia seguinte ou de outros métodos contraceptivos, o ideal é que consulte um ginecologista.
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passage: . 2. Como fica a menstruação depois deste medicamento? É possível que a menstruação fique mais escura e mais abundante que o normal devido ao aumento da quantidade de hormônios na corrente sanguínea. A menstruação também pode vir mais cedo ou atrasar. Se a pessoa suspeitar de gravidez, deve realizar um teste que se compra na farmácia. Veja como fazer o teste de gravidez em casa. 3. Como evitar a gravidez após tomar este medicamento? Após tomar este medicamento é aconselhado continuar tomando a pílula anticoncepcional normalmente, finalizando a cartela, e também usar camisinha em cada relação sexual até à descida da menstruação. 4. Quando posso começar a tomar a pílula anticoncepcional de novo? O primeiro comprimido da pílula anticoncepcional pode ser tomado no primeiro dia da menstruação. Se a pessoa já tomava o anticoncepcional antes, deve continuar a tomar normalmente. Ellaone não atua como método contraceptivo regular e por isso se a pessoa tiver qualquer relação após tomar deste medicamento, ele poderá não ter qualquer efeito, podendo ocorrer uma gravidez. Para evitar uma gravidez indesejada, deve-se adotar métodos contraceptivos que devem ser usados regularmente e não somente em situações de emergência. Conheça os principais métodos contraceptivos. 5
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passage: . Se você teve relação desprotegida 1 dia antes da ovulação e não quer engravidar, pode usar a pílula do dia seguinte. Ela deve ser usada até 72 horas após a relação. Por outro lado, caso você esteja querendo engravidar, pode usar um teste de ovulação para saber quando vai ovular. Ele é vendido nas farmácias e consiste em tiras para realizar testes em dias seguidos, usando a urina, até obter o resultado que indique a ovulação.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: . Se vômito ou diarreia persistirem por mais de 24 horas, pode-se seguir tomando a pilula no horário habitual, mas neste caso é imprescindível o uso de outro método contraceptivo de barreira, como a camisinha, até a próxima menstruação. Veja os principais fatores que podem afetar o efeito da pílula e o que fazer em cada caso.
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passage: A pílula do dia seguinte serve para quantas relações? “Não uso anticoncepcional e tive uma relação sem preservativo, então tomei a pílula do dia seguinte. Nesse caso, se eu tiver relação de novo, ela continua sendo eficaz? A pílula do dia seguinte serve para quantas relações?” A pílula do dia seguinte serve, idealmente, para uma única relação sexual desprotegida. Caso a mulher tenha outra relação desprotegida após o seu uso, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h. A pílula normalmente age atrasando a ovulação e algumas podem ser usadas em até 5 dias após o contato sexual desprotegido. No entanto, a pílula deve ser tomada somente em situações emergenciais e de forma correta, ou seja, o quanto antes após a relação, para que seja eficaz. Entenda melhor como tomar a pílula do dia seguinte.
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passage: Tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar? “Tive uma relação desprotegida, mas tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar mesmo assim?” É possível engravidar mesmo tomando a pílula do dia seguinte corretamente, mas as chances são baixas. A eficácia da pílula é maior quanto antes for tomada, embora algumas pílulas possam ser usadas em até 5 dias após a relação sexual desprotegida. A pílula normalmente age atrasando a ovulação, o que impede a união do óvulo com o espermatozoide, e caso a mulher tenha outra relação sexual desprotegida após o seu uso, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h. A pílula do dia seguinte deve ser tomada somente em situações emergenciais para evitar uma gravidez não desejada, porque a quantidade de hormônios na pílula é alta, podendo causar efeitos colaterais, como náusea, vômitos ou sangramento vaginal. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar quais os métodos mais adequados para você. Tomei a pílula do dia seguinte e não tive nenhuma reação, efeito colateral ou sangramento. É normal? Não apresentar efeitos colaterais ou sangramento pode ser normal, especialmente nos primeiros dias após o uso da pílula
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passage: . Nas demais cartelas, você está protegida mesmo no período de pausa (desde que o anticoncepcional seja usado da forma correta). Deve-se tomar 1 comprimido por dia, na ordem indicada na embalagem e de preferência sempre à mesma hora para garantir o efeito da pílula. A possibilidade de ocorrência de gravidez aumenta: A cada comprimido esquecido; Com o uso incorreto; Se utilizar certos medicamentos ao mesmo tempo (alguns antibióticos, anticonvulsivantes e anti-retrovirais, por exemplo); Se você vomitar ou tiver diarreia após tomar o anticoncepcional. Nestas situações, é recomendado utilizar também um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo, para garantir a proteção contra uma gravidez. Sempre que tiver dúvidas sobre o funcionamento do anticoncepcional, consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer as dúvidas ou até avaliar a possibilidade de troca, para adaptar o método contraceptivo às suas necessidades.
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passage: . Como a pílula do dia seguinte não tem um efeito anticoncepcional duradouro, caso a mulher tenha relação sexual desprotegida, no dia a seguir após ter tomado o contraceptivo de emergência ela já pode engravidar. Por isso, está recomendado que logo após o uso da pílula do dia seguinte, já se comece a fazer uso de outro método contraceptivo, como preservativo, anticoncepcional hormonal oral ou injetável, ou DIU (dispositivo intra-uterino). A pílula do dia seguinte age basicamente através de duas formas: ela atrasa a ovulação e se a ovulação já tiver ocorrido ela impede o encontro do espermatozoide com o óvulo. Se desejar mais informações sobre a pílula do dia seguinte ou de outros métodos contraceptivos, o ideal é que consulte um ginecologista.
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passage: . 2. Como fica a menstruação depois deste medicamento? É possível que a menstruação fique mais escura e mais abundante que o normal devido ao aumento da quantidade de hormônios na corrente sanguínea. A menstruação também pode vir mais cedo ou atrasar. Se a pessoa suspeitar de gravidez, deve realizar um teste que se compra na farmácia. Veja como fazer o teste de gravidez em casa. 3. Como evitar a gravidez após tomar este medicamento? Após tomar este medicamento é aconselhado continuar tomando a pílula anticoncepcional normalmente, finalizando a cartela, e também usar camisinha em cada relação sexual até à descida da menstruação. 4. Quando posso começar a tomar a pílula anticoncepcional de novo? O primeiro comprimido da pílula anticoncepcional pode ser tomado no primeiro dia da menstruação. Se a pessoa já tomava o anticoncepcional antes, deve continuar a tomar normalmente. Ellaone não atua como método contraceptivo regular e por isso se a pessoa tiver qualquer relação após tomar deste medicamento, ele poderá não ter qualquer efeito, podendo ocorrer uma gravidez. Para evitar uma gravidez indesejada, deve-se adotar métodos contraceptivos que devem ser usados regularmente e não somente em situações de emergência. Conheça os principais métodos contraceptivos. 5
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passage: . Vale ressaltar que a ausência da menstruação ou alterações menstruais podem ocorrer em usuárias de qualquer forma de contraceptivo hormonal, seja pílula ou injeção. Caso após parar de tomar a pílula a mulher tenha mantido relações sexuais desprotegidas é possível a ocorrência de gravidez, mesmo que o ciclo menstrual ainda apresente irregularidades. Na suspeita de gravidez é importante a realização de um teste diagnóstico, como o Beta-HCG na urina ou no sangue. Para mais informações consulte um ginecologista ou médico de família.
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passage: . Se você teve relação desprotegida 1 dia antes da ovulação e não quer engravidar, pode usar a pílula do dia seguinte. Ela deve ser usada até 72 horas após a relação. Por outro lado, caso você esteja querendo engravidar, pode usar um teste de ovulação para saber quando vai ovular. Ele é vendido nas farmácias e consiste em tiras para realizar testes em dias seguidos, usando a urina, até obter o resultado que indique a ovulação.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: . Se vômito ou diarreia persistirem por mais de 24 horas, pode-se seguir tomando a pilula no horário habitual, mas neste caso é imprescindível o uso de outro método contraceptivo de barreira, como a camisinha, até a próxima menstruação. Veja os principais fatores que podem afetar o efeito da pílula e o que fazer em cada caso.
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passage: A pílula do dia seguinte serve para quantas relações? “Não uso anticoncepcional e tive uma relação sem preservativo, então tomei a pílula do dia seguinte. Nesse caso, se eu tiver relação de novo, ela continua sendo eficaz? A pílula do dia seguinte serve para quantas relações?” A pílula do dia seguinte serve, idealmente, para uma única relação sexual desprotegida. Caso a mulher tenha outra relação desprotegida após o seu uso, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h. A pílula normalmente age atrasando a ovulação e algumas podem ser usadas em até 5 dias após o contato sexual desprotegido. No entanto, a pílula deve ser tomada somente em situações emergenciais e de forma correta, ou seja, o quanto antes após a relação, para que seja eficaz. Entenda melhor como tomar a pílula do dia seguinte.
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passage: Tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar? “Tive uma relação desprotegida, mas tomei a pílula do dia seguinte. Posso engravidar mesmo assim?” É possível engravidar mesmo tomando a pílula do dia seguinte corretamente, mas as chances são baixas. A eficácia da pílula é maior quanto antes for tomada, embora algumas pílulas possam ser usadas em até 5 dias após a relação sexual desprotegida. A pílula normalmente age atrasando a ovulação, o que impede a união do óvulo com o espermatozoide, e caso a mulher tenha outra relação sexual desprotegida após o seu uso, as chances de engravidar já são maiores, especialmente depois de 24h. A pílula do dia seguinte deve ser tomada somente em situações emergenciais para evitar uma gravidez não desejada, porque a quantidade de hormônios na pílula é alta, podendo causar efeitos colaterais, como náusea, vômitos ou sangramento vaginal. Por isso, se você não faz uso de um método contraceptivo, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar quais os métodos mais adequados para você. Tomei a pílula do dia seguinte e não tive nenhuma reação, efeito colateral ou sangramento. É normal? Não apresentar efeitos colaterais ou sangramento pode ser normal, especialmente nos primeiros dias após o uso da pílula
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passage: . Nas demais cartelas, você está protegida mesmo no período de pausa (desde que o anticoncepcional seja usado da forma correta). Deve-se tomar 1 comprimido por dia, na ordem indicada na embalagem e de preferência sempre à mesma hora para garantir o efeito da pílula. A possibilidade de ocorrência de gravidez aumenta: A cada comprimido esquecido; Com o uso incorreto; Se utilizar certos medicamentos ao mesmo tempo (alguns antibióticos, anticonvulsivantes e anti-retrovirais, por exemplo); Se você vomitar ou tiver diarreia após tomar o anticoncepcional. Nestas situações, é recomendado utilizar também um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo, para garantir a proteção contra uma gravidez. Sempre que tiver dúvidas sobre o funcionamento do anticoncepcional, consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer as dúvidas ou até avaliar a possibilidade de troca, para adaptar o método contraceptivo às suas necessidades.
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passage: . Como a pílula do dia seguinte não tem um efeito anticoncepcional duradouro, caso a mulher tenha relação sexual desprotegida, no dia a seguir após ter tomado o contraceptivo de emergência ela já pode engravidar. Por isso, está recomendado que logo após o uso da pílula do dia seguinte, já se comece a fazer uso de outro método contraceptivo, como preservativo, anticoncepcional hormonal oral ou injetável, ou DIU (dispositivo intra-uterino). A pílula do dia seguinte age basicamente através de duas formas: ela atrasa a ovulação e se a ovulação já tiver ocorrido ela impede o encontro do espermatozoide com o óvulo. Se desejar mais informações sobre a pílula do dia seguinte ou de outros métodos contraceptivos, o ideal é que consulte um ginecologista.
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passage: . 2. Como fica a menstruação depois deste medicamento? É possível que a menstruação fique mais escura e mais abundante que o normal devido ao aumento da quantidade de hormônios na corrente sanguínea. A menstruação também pode vir mais cedo ou atrasar. Se a pessoa suspeitar de gravidez, deve realizar um teste que se compra na farmácia. Veja como fazer o teste de gravidez em casa. 3. Como evitar a gravidez após tomar este medicamento? Após tomar este medicamento é aconselhado continuar tomando a pílula anticoncepcional normalmente, finalizando a cartela, e também usar camisinha em cada relação sexual até à descida da menstruação. 4. Quando posso começar a tomar a pílula anticoncepcional de novo? O primeiro comprimido da pílula anticoncepcional pode ser tomado no primeiro dia da menstruação. Se a pessoa já tomava o anticoncepcional antes, deve continuar a tomar normalmente. Ellaone não atua como método contraceptivo regular e por isso se a pessoa tiver qualquer relação após tomar deste medicamento, ele poderá não ter qualquer efeito, podendo ocorrer uma gravidez. Para evitar uma gravidez indesejada, deve-se adotar métodos contraceptivos que devem ser usados regularmente e não somente em situações de emergência. Conheça os principais métodos contraceptivos. 5
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passage: . Vale ressaltar que a ausência da menstruação ou alterações menstruais podem ocorrer em usuárias de qualquer forma de contraceptivo hormonal, seja pílula ou injeção. Caso após parar de tomar a pílula a mulher tenha mantido relações sexuais desprotegidas é possível a ocorrência de gravidez, mesmo que o ciclo menstrual ainda apresente irregularidades. Na suspeita de gravidez é importante a realização de um teste diagnóstico, como o Beta-HCG na urina ou no sangue. Para mais informações consulte um ginecologista ou médico de família.
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passage: . Nestes casos, o efeito contraceptivo da pílula é mantido e não há risco de engravidar. Esquecimento por mais de 12 horas Se o esquecimento for superior a 12 horas do horário habitual, a proteção contraceptiva de Ciclo 21 pode ficar reduzida e, por isso, deve-se: Tomar o comprimido esquecido assim que for lembrado, mesmo que tenham que se tomar duas pílulas no mesmo dia; Tomar os comprimidos seguintes no horário habitual; Usar outro método contraceptivo como preservativo durante os próximos 7 dias; Iniciar nova cartela assim que terminar a atual, sem que haja pausa entre uma cartela e outra, apenas se o esquecimento ocorrer na terceira semana da cartela. Quando não há pausa entre uma cartela e outra, a menstruação só deve ocorrer no final da segunda cartela, mas podem ocorrer pequenos sangramentos nos dias em que se estiver tomando os comprimidos. Se não ocorrer menstruação no final da segunda cartela, deve-se fazer um teste de gravidez antes de se iniciar a próxima cartela. Esquecimento de mais de 1 comprimido Se mais de um comprimido da mesma cartela forem esquecidos, deve-se consultar o médico porque quanto mais comprimidos seguidos forem esquecidos, menor será o efeito contraceptivo de Ciclo 21
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Olá! Entendo sua preocupação. É importante conversarmos sobre isso para te tranquilizar e te orientar da melhor forma.
Sim, você pode continuar tomando o Pietra normalmente, mesmo após ter tomado a pílula do dia seguinte. A pílula do dia seguinte tem como objetivo principal atrasar a ovulação, ou, se a ovulação já tiver ocorrido, impedir que o espermatozóide encontre o óvulo. Ela não interfere na eficácia do seu anticoncepcional de uso contínuo, no caso, o Pietra, desde que você o esteja tomando corretamente, ou seja, um comprimido por dia, no horário habitual.
No entanto, é fundamental estar ciente de que a pílula do dia seguinte é um método de emergência e não deve ser usada com frequência, pois contém uma alta dose de hormônios que podem desregular seu ciclo menstrual e causar outros efeitos colaterais.
Além disso, a pílula do dia seguinte não oferece proteção contínua. Ou seja, se você tiver outra relação desprotegida, mesmo no dia seguinte, você estará novamente em risco de engravidar. Por isso, é importante usar um método contraceptivo de barreira, como a camisinha, até o início da sua próxima cartela de Pietra ou até que você tenha certeza de que a pílula anticoncepcional está agindo novamente de forma eficaz.
Fique atenta a qualquer atraso menstrual significativo (mais de 5 dias) ou sangramento incomum. Se isso acontecer, procure um ginecologista para descartar a possibilidade de falha da pílula do dia seguinte e para te orientar sobre os próximos passos.
Se você está tendo relações desprotegidas com frequência, talvez seja interessante conversarmos sobre outros métodos contraceptivos mais adequados para o seu estilo de vida. Existem diversas opções, como DIU, implante, adesivo, injetáveis, entre outros. Podemos discutir cada um deles e encontrar aquele que melhor se adapta às suas necessidades.
Lembre-se que o mais importante é se proteger e evitar gravidezes indesejadas. Estou aqui para te ajudar em todas as suas dúvidas e preocupações. Não hesite em me procurar novamente se precisar.
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Eu retirei o útero e coloquei uma tela na bexiga há dois anos e, desde então, tenho sentido muitas dores na parte inferior do abdômen e também dores durante a relação sexual. Além disso, continuo com dor após as relações, sem contar que há um odor muito forte e corrimento vaginal. Isso é normal?
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Olá, sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. Sua avaliação clínica, que considera sua história médica, suas queixas e exame físico, é fundamental para um diagnóstico e tratamento corretos. Você possivelmente colocou uma tela sintética para prolapso, a qual pode estar associada a dor pélvica, extrusão para a vagina, erosão em órgãos como bexiga e intestino, dor durante a relação, infecção e corrimento. Se isso está acontecendo com você, a retirada da tela pode ser necessária. Converse com o seu médico, esclareça suas dúvidas, discuta seu diagnóstico e tratamento e agende a sua consulta.
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passage: Fiz um toque e senti uma bola, o que pode ser? “Tenho a sensação de ter uma bola na entrada da vagina e sinto dor quando tento manter relações sexuais. Também sinto a bola quando faço algum esforço com a barriga. Fiz um toque e consegui sentir a bola com o dedo. O que é isso?” Sentir uma bola na vagina normalmente se deve ao que é popularmente chamado de “bexiga caída”. O nome médico para o problema é prolapso genital. O que causa isso é a perda de sustentação dos órgãos da parte baixa da barriga, que passam a fazer peso sobre o útero. Isso faz com que o útero e a vagina sejam empurrados para fora, criando a sensação de “bola”. Outros sintomas que podem estar presentes são: Sensação de peso no pé da barriga; Dor ou perda de sensações durante as relações sexuais; Incontinência e outros sintomas urinários; Dificuldades para defecar. A obesidade é um fator que contribui para sentir a bola na vagina, assim como fazer esforços (inclusive para quem tem tosse ou intestino preso). Outros fatores também aumentam o risco de ter o prolapso: Ter filhos (quanto mais filhos, maior o risco), Ter dado à luz bebês muito grandes e pesados; Trabalho de parto difícil; Idade (o risco aumenta com o envelhecimento); Histerectomia (retirada cirúrgica do útero); Já ter realizado uma cirurgia para corrigir o prolapso genital
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passage: Fiz um toque e senti uma bola, o que pode ser? “Tenho a sensação de ter uma bola na entrada da vagina e sinto dor quando tento manter relações sexuais. Também sinto a bola quando faço algum esforço com a barriga. Fiz um toque e consegui sentir a bola com o dedo. O que é isso?” Sentir uma bola na vagina normalmente se deve ao que é popularmente chamado de “bexiga caída”. O nome médico para o problema é prolapso genital. O que causa isso é a perda de sustentação dos órgãos da parte baixa da barriga, que passam a fazer peso sobre o útero. Isso faz com que o útero e a vagina sejam empurrados para fora, criando a sensação de “bola”. Outros sintomas que podem estar presentes são: Sensação de peso no pé da barriga; Dor ou perda de sensações durante as relações sexuais; Incontinência e outros sintomas urinários; Dificuldades para defecar. A obesidade é um fator que contribui para sentir a bola na vagina, assim como fazer esforços (inclusive para quem tem tosse ou intestino preso). Outros fatores também aumentam o risco de ter o prolapso: Ter filhos (quanto mais filhos, maior o risco), Ter dado à luz bebês muito grandes e pesados; Trabalho de parto difícil; Idade (o risco aumenta com o envelhecimento); Histerectomia (retirada cirúrgica do útero); Já ter realizado uma cirurgia para corrigir o prolapso genital
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passage: 10. Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Nicele PS, Thainá S. Síndrome da bexiga dolorosa. In: Gonçalves MA, Badalotti M, Petracco A. Ginecologia básica e avançada. Porto Alegre: EDIPUCRS; 2017. p. 441–5.
11. Santos TG, Miranda IA, Nygaard CC, Schreiner L, Castro RA, Haddad JM. Systematic review of oral therapy for the treatment of symptoms of bladder pain syndrome: The Brazilian guidelines. Rev Bras Ginecol Obstet. 2018;40(2):96-102. 16Síndrome da bexiga dolorosa Protocolos Febrasgo | Nº64 | 2018in patients with interstitial cystitis. J Urol. 2003;170(3):810–5.
13. Cummings TM, White AR. Needling therapies in the management of myofascial trigger point pain: a systematic review. Arch Phys Med Rehabil. 2001;82(7):986–92.
17Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Almeida NDProtocolos Febrasgo | Nº64 | 2018
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passage: Fiz um toque e senti uma bola, o que pode ser? “Tenho a sensação de ter uma bola na entrada da vagina e sinto dor quando tento manter relações sexuais. Também sinto a bola quando faço algum esforço com a barriga. Fiz um toque e consegui sentir a bola com o dedo. O que é isso?” Sentir uma bola na vagina normalmente se deve ao que é popularmente chamado de “bexiga caída”. O nome médico para o problema é prolapso genital. O que causa isso é a perda de sustentação dos órgãos da parte baixa da barriga, que passam a fazer peso sobre o útero. Isso faz com que o útero e a vagina sejam empurrados para fora, criando a sensação de “bola”. Outros sintomas que podem estar presentes são: Sensação de peso no pé da barriga; Dor ou perda de sensações durante as relações sexuais; Incontinência e outros sintomas urinários; Dificuldades para defecar. A obesidade é um fator que contribui para sentir a bola na vagina, assim como fazer esforços (inclusive para quem tem tosse ou intestino preso). Outros fatores também aumentam o risco de ter o prolapso: Ter filhos (quanto mais filhos, maior o risco), Ter dado à luz bebês muito grandes e pesados; Trabalho de parto difícil; Idade (o risco aumenta com o envelhecimento); Histerectomia (retirada cirúrgica do útero); Já ter realizado uma cirurgia para corrigir o prolapso genital
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passage: 10. Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Nicele PS, Thainá S. Síndrome da bexiga dolorosa. In: Gonçalves MA, Badalotti M, Petracco A. Ginecologia básica e avançada. Porto Alegre: EDIPUCRS; 2017. p. 441–5.
11. Santos TG, Miranda IA, Nygaard CC, Schreiner L, Castro RA, Haddad JM. Systematic review of oral therapy for the treatment of symptoms of bladder pain syndrome: The Brazilian guidelines. Rev Bras Ginecol Obstet. 2018;40(2):96-102. 16Síndrome da bexiga dolorosa Protocolos Febrasgo | Nº64 | 2018in patients with interstitial cystitis. J Urol. 2003;170(3):810–5.
13. Cummings TM, White AR. Needling therapies in the management of myofascial trigger point pain: a systematic review. Arch Phys Med Rehabil. 2001;82(7):986–92.
17Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Almeida NDProtocolos Febrasgo | Nº64 | 2018
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: Fiz um toque e senti uma bola, o que pode ser? “Tenho a sensação de ter uma bola na entrada da vagina e sinto dor quando tento manter relações sexuais. Também sinto a bola quando faço algum esforço com a barriga. Fiz um toque e consegui sentir a bola com o dedo. O que é isso?” Sentir uma bola na vagina normalmente se deve ao que é popularmente chamado de “bexiga caída”. O nome médico para o problema é prolapso genital. O que causa isso é a perda de sustentação dos órgãos da parte baixa da barriga, que passam a fazer peso sobre o útero. Isso faz com que o útero e a vagina sejam empurrados para fora, criando a sensação de “bola”. Outros sintomas que podem estar presentes são: Sensação de peso no pé da barriga; Dor ou perda de sensações durante as relações sexuais; Incontinência e outros sintomas urinários; Dificuldades para defecar. A obesidade é um fator que contribui para sentir a bola na vagina, assim como fazer esforços (inclusive para quem tem tosse ou intestino preso). Outros fatores também aumentam o risco de ter o prolapso: Ter filhos (quanto mais filhos, maior o risco), Ter dado à luz bebês muito grandes e pesados; Trabalho de parto difícil; Idade (o risco aumenta com o envelhecimento); Histerectomia (retirada cirúrgica do útero); Já ter realizado uma cirurgia para corrigir o prolapso genital
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passage: 10. Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Nicele PS, Thainá S. Síndrome da bexiga dolorosa. In: Gonçalves MA, Badalotti M, Petracco A. Ginecologia básica e avançada. Porto Alegre: EDIPUCRS; 2017. p. 441–5.
11. Santos TG, Miranda IA, Nygaard CC, Schreiner L, Castro RA, Haddad JM. Systematic review of oral therapy for the treatment of symptoms of bladder pain syndrome: The Brazilian guidelines. Rev Bras Ginecol Obstet. 2018;40(2):96-102. 16Síndrome da bexiga dolorosa Protocolos Febrasgo | Nº64 | 2018in patients with interstitial cystitis. J Urol. 2003;170(3):810–5.
13. Cummings TM, White AR. Needling therapies in the management of myofascial trigger point pain: a systematic review. Arch Phys Med Rehabil. 2001;82(7):986–92.
17Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Almeida NDProtocolos Febrasgo | Nº64 | 2018
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia.
Para comprovar a obstrução total das tu-bas, realiza-se HSG 3 meses após a inserção (Fig. 42-18.4). Até então deve-se usar um mé-todo alternativo de contracepção. Nas pacien-tes com posicionamento correto, raramente a obstrução da tuba não estará completa em 3 meses e, nesses casos, uma segunda HSG tal-vez seja necessária em 6 meses para compro-var a esterilização. Observe-se que enquanto os microimplantes Essure sejam radiopacos, o implante de silicone Adiana não é visível. Isso levou a interpretações equivocadas das HSGs e consequentes concepções nos prin-cipais ensaios avaliando o sistema Adiana (Basinski, 2010). Os microimplantes podem ser expelidos. Assim, com o Essure, se não for identificado qualquer dispositivo na HSG ou se 18 ou mais de suas molas forem vistas na cavidade uterina, o microimplante deverá ser substituído ou indicado outro método contra-ceptivo (Magos, 2004).
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passage: Fiz um toque e senti uma bola, o que pode ser? “Tenho a sensação de ter uma bola na entrada da vagina e sinto dor quando tento manter relações sexuais. Também sinto a bola quando faço algum esforço com a barriga. Fiz um toque e consegui sentir a bola com o dedo. O que é isso?” Sentir uma bola na vagina normalmente se deve ao que é popularmente chamado de “bexiga caída”. O nome médico para o problema é prolapso genital. O que causa isso é a perda de sustentação dos órgãos da parte baixa da barriga, que passam a fazer peso sobre o útero. Isso faz com que o útero e a vagina sejam empurrados para fora, criando a sensação de “bola”. Outros sintomas que podem estar presentes são: Sensação de peso no pé da barriga; Dor ou perda de sensações durante as relações sexuais; Incontinência e outros sintomas urinários; Dificuldades para defecar. A obesidade é um fator que contribui para sentir a bola na vagina, assim como fazer esforços (inclusive para quem tem tosse ou intestino preso). Outros fatores também aumentam o risco de ter o prolapso: Ter filhos (quanto mais filhos, maior o risco), Ter dado à luz bebês muito grandes e pesados; Trabalho de parto difícil; Idade (o risco aumenta com o envelhecimento); Histerectomia (retirada cirúrgica do útero); Já ter realizado uma cirurgia para corrigir o prolapso genital
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passage: 10. Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Nicele PS, Thainá S. Síndrome da bexiga dolorosa. In: Gonçalves MA, Badalotti M, Petracco A. Ginecologia básica e avançada. Porto Alegre: EDIPUCRS; 2017. p. 441–5.
11. Santos TG, Miranda IA, Nygaard CC, Schreiner L, Castro RA, Haddad JM. Systematic review of oral therapy for the treatment of symptoms of bladder pain syndrome: The Brazilian guidelines. Rev Bras Ginecol Obstet. 2018;40(2):96-102. 16Síndrome da bexiga dolorosa Protocolos Febrasgo | Nº64 | 2018in patients with interstitial cystitis. J Urol. 2003;170(3):810–5.
13. Cummings TM, White AR. Needling therapies in the management of myofascial trigger point pain: a systematic review. Arch Phys Med Rehabil. 2001;82(7):986–92.
17Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Almeida NDProtocolos Febrasgo | Nº64 | 2018
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia.
Para comprovar a obstrução total das tu-bas, realiza-se HSG 3 meses após a inserção (Fig. 42-18.4). Até então deve-se usar um mé-todo alternativo de contracepção. Nas pacien-tes com posicionamento correto, raramente a obstrução da tuba não estará completa em 3 meses e, nesses casos, uma segunda HSG tal-vez seja necessária em 6 meses para compro-var a esterilização. Observe-se que enquanto os microimplantes Essure sejam radiopacos, o implante de silicone Adiana não é visível. Isso levou a interpretações equivocadas das HSGs e consequentes concepções nos prin-cipais ensaios avaliando o sistema Adiana (Basinski, 2010). Os microimplantes podem ser expelidos. Assim, com o Essure, se não for identificado qualquer dispositivo na HSG ou se 18 ou mais de suas molas forem vistas na cavidade uterina, o microimplante deverá ser substituído ou indicado outro método contra-ceptivo (Magos, 2004).
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passage: . Quando ir ao médico É importante que a mulher fique atenta e vá ao médico caso não sinta ou veja os fios guias do DIU, surjam sintomas como febre ou calafrios, seja percebido inchaço na região genital ou a mulher sinta cólicas abdominais fortes. Além disso, é recomendado ir ao médico caso haja aumento do fluxo vaginal, sangramentos fora do período menstrual ou sinta dor ou sangramento durante as relações sexuais. Caso surja algum destes sinais é importante consultar o ginecologista para avaliar o posicionamento do DIU e tomar as medidas necessárias. Também é recomendado voltar ao ginecologista após 4 a 12 semanas após colocar o DIU, e pelo menos, 1 vez ao ano, para realizar exames e verificar se o DIU se encontra na posição correta.
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passage: Fiz um toque e senti uma bola, o que pode ser? “Tenho a sensação de ter uma bola na entrada da vagina e sinto dor quando tento manter relações sexuais. Também sinto a bola quando faço algum esforço com a barriga. Fiz um toque e consegui sentir a bola com o dedo. O que é isso?” Sentir uma bola na vagina normalmente se deve ao que é popularmente chamado de “bexiga caída”. O nome médico para o problema é prolapso genital. O que causa isso é a perda de sustentação dos órgãos da parte baixa da barriga, que passam a fazer peso sobre o útero. Isso faz com que o útero e a vagina sejam empurrados para fora, criando a sensação de “bola”. Outros sintomas que podem estar presentes são: Sensação de peso no pé da barriga; Dor ou perda de sensações durante as relações sexuais; Incontinência e outros sintomas urinários; Dificuldades para defecar. A obesidade é um fator que contribui para sentir a bola na vagina, assim como fazer esforços (inclusive para quem tem tosse ou intestino preso). Outros fatores também aumentam o risco de ter o prolapso: Ter filhos (quanto mais filhos, maior o risco), Ter dado à luz bebês muito grandes e pesados; Trabalho de parto difícil; Idade (o risco aumenta com o envelhecimento); Histerectomia (retirada cirúrgica do útero); Já ter realizado uma cirurgia para corrigir o prolapso genital
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passage: 10. Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Nicele PS, Thainá S. Síndrome da bexiga dolorosa. In: Gonçalves MA, Badalotti M, Petracco A. Ginecologia básica e avançada. Porto Alegre: EDIPUCRS; 2017. p. 441–5.
11. Santos TG, Miranda IA, Nygaard CC, Schreiner L, Castro RA, Haddad JM. Systematic review of oral therapy for the treatment of symptoms of bladder pain syndrome: The Brazilian guidelines. Rev Bras Ginecol Obstet. 2018;40(2):96-102. 16Síndrome da bexiga dolorosa Protocolos Febrasgo | Nº64 | 2018in patients with interstitial cystitis. J Urol. 2003;170(3):810–5.
13. Cummings TM, White AR. Needling therapies in the management of myofascial trigger point pain: a systematic review. Arch Phys Med Rehabil. 2001;82(7):986–92.
17Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Almeida NDProtocolos Febrasgo | Nº64 | 2018
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia.
Para comprovar a obstrução total das tu-bas, realiza-se HSG 3 meses após a inserção (Fig. 42-18.4). Até então deve-se usar um mé-todo alternativo de contracepção. Nas pacien-tes com posicionamento correto, raramente a obstrução da tuba não estará completa em 3 meses e, nesses casos, uma segunda HSG tal-vez seja necessária em 6 meses para compro-var a esterilização. Observe-se que enquanto os microimplantes Essure sejam radiopacos, o implante de silicone Adiana não é visível. Isso levou a interpretações equivocadas das HSGs e consequentes concepções nos prin-cipais ensaios avaliando o sistema Adiana (Basinski, 2010). Os microimplantes podem ser expelidos. Assim, com o Essure, se não for identificado qualquer dispositivo na HSG ou se 18 ou mais de suas molas forem vistas na cavidade uterina, o microimplante deverá ser substituído ou indicado outro método contra-ceptivo (Magos, 2004).
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passage: . Quando ir ao médico É importante que a mulher fique atenta e vá ao médico caso não sinta ou veja os fios guias do DIU, surjam sintomas como febre ou calafrios, seja percebido inchaço na região genital ou a mulher sinta cólicas abdominais fortes. Além disso, é recomendado ir ao médico caso haja aumento do fluxo vaginal, sangramentos fora do período menstrual ou sinta dor ou sangramento durante as relações sexuais. Caso surja algum destes sinais é importante consultar o ginecologista para avaliar o posicionamento do DIU e tomar as medidas necessárias. Também é recomendado voltar ao ginecologista após 4 a 12 semanas após colocar o DIU, e pelo menos, 1 vez ao ano, para realizar exames e verificar se o DIU se encontra na posição correta.
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passage: Fechamento do abdome. O abdome é fechado na forma convencional (Seção 41-2, p. 1.023).
PÓS-OPERATÓRIODeve-se realizar teste de micção ativa após a retirada do cateter. Se for encontrado grande volume residual, haverá necessidade de auto-cateterização intermitente ou substituição do cateter. Se tiver sido realizada cistostomia, a permanência do cateter irá variar em função do tamanho e da localização da cistostomia. Por exemplo, cistostomias pequenas localiza-das na cúpula vesical normalmente requerem drenagem por até 7 dias. Nas cistostomias maiores na base da bexiga pode ser necessária drenagem por várias semanas. Não há neces-sidade de supressão com antibióticos para esse tipo de uso de cateter.
Dieta e atividades normais podem ser re-tomadas nos primeiros dias de pós-operatório. Contudo, as relações sexuais devem ser pos-tergadas até que a incisão vaginal esteja bem cicatrizada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-7.3 Dissecção no espaço de Retzius.
FIGURA 43-7.4 Cistostomia intencional para auxiliar na dissecção de bexiga e uretra.
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passage: Fiz um toque e senti uma bola, o que pode ser? “Tenho a sensação de ter uma bola na entrada da vagina e sinto dor quando tento manter relações sexuais. Também sinto a bola quando faço algum esforço com a barriga. Fiz um toque e consegui sentir a bola com o dedo. O que é isso?” Sentir uma bola na vagina normalmente se deve ao que é popularmente chamado de “bexiga caída”. O nome médico para o problema é prolapso genital. O que causa isso é a perda de sustentação dos órgãos da parte baixa da barriga, que passam a fazer peso sobre o útero. Isso faz com que o útero e a vagina sejam empurrados para fora, criando a sensação de “bola”. Outros sintomas que podem estar presentes são: Sensação de peso no pé da barriga; Dor ou perda de sensações durante as relações sexuais; Incontinência e outros sintomas urinários; Dificuldades para defecar. A obesidade é um fator que contribui para sentir a bola na vagina, assim como fazer esforços (inclusive para quem tem tosse ou intestino preso). Outros fatores também aumentam o risco de ter o prolapso: Ter filhos (quanto mais filhos, maior o risco), Ter dado à luz bebês muito grandes e pesados; Trabalho de parto difícil; Idade (o risco aumenta com o envelhecimento); Histerectomia (retirada cirúrgica do útero); Já ter realizado uma cirurgia para corrigir o prolapso genital
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passage: 10. Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Nicele PS, Thainá S. Síndrome da bexiga dolorosa. In: Gonçalves MA, Badalotti M, Petracco A. Ginecologia básica e avançada. Porto Alegre: EDIPUCRS; 2017. p. 441–5.
11. Santos TG, Miranda IA, Nygaard CC, Schreiner L, Castro RA, Haddad JM. Systematic review of oral therapy for the treatment of symptoms of bladder pain syndrome: The Brazilian guidelines. Rev Bras Ginecol Obstet. 2018;40(2):96-102. 16Síndrome da bexiga dolorosa Protocolos Febrasgo | Nº64 | 2018in patients with interstitial cystitis. J Urol. 2003;170(3):810–5.
13. Cummings TM, White AR. Needling therapies in the management of myofascial trigger point pain: a systematic review. Arch Phys Med Rehabil. 2001;82(7):986–92.
17Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Almeida NDProtocolos Febrasgo | Nº64 | 2018
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia.
Para comprovar a obstrução total das tu-bas, realiza-se HSG 3 meses após a inserção (Fig. 42-18.4). Até então deve-se usar um mé-todo alternativo de contracepção. Nas pacien-tes com posicionamento correto, raramente a obstrução da tuba não estará completa em 3 meses e, nesses casos, uma segunda HSG tal-vez seja necessária em 6 meses para compro-var a esterilização. Observe-se que enquanto os microimplantes Essure sejam radiopacos, o implante de silicone Adiana não é visível. Isso levou a interpretações equivocadas das HSGs e consequentes concepções nos prin-cipais ensaios avaliando o sistema Adiana (Basinski, 2010). Os microimplantes podem ser expelidos. Assim, com o Essure, se não for identificado qualquer dispositivo na HSG ou se 18 ou mais de suas molas forem vistas na cavidade uterina, o microimplante deverá ser substituído ou indicado outro método contra-ceptivo (Magos, 2004).
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passage: . Quando ir ao médico É importante que a mulher fique atenta e vá ao médico caso não sinta ou veja os fios guias do DIU, surjam sintomas como febre ou calafrios, seja percebido inchaço na região genital ou a mulher sinta cólicas abdominais fortes. Além disso, é recomendado ir ao médico caso haja aumento do fluxo vaginal, sangramentos fora do período menstrual ou sinta dor ou sangramento durante as relações sexuais. Caso surja algum destes sinais é importante consultar o ginecologista para avaliar o posicionamento do DIU e tomar as medidas necessárias. Também é recomendado voltar ao ginecologista após 4 a 12 semanas após colocar o DIU, e pelo menos, 1 vez ao ano, para realizar exames e verificar se o DIU se encontra na posição correta.
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passage: Fechamento do abdome. O abdome é fechado na forma convencional (Seção 41-2, p. 1.023).
PÓS-OPERATÓRIODeve-se realizar teste de micção ativa após a retirada do cateter. Se for encontrado grande volume residual, haverá necessidade de auto-cateterização intermitente ou substituição do cateter. Se tiver sido realizada cistostomia, a permanência do cateter irá variar em função do tamanho e da localização da cistostomia. Por exemplo, cistostomias pequenas localiza-das na cúpula vesical normalmente requerem drenagem por até 7 dias. Nas cistostomias maiores na base da bexiga pode ser necessária drenagem por várias semanas. Não há neces-sidade de supressão com antibióticos para esse tipo de uso de cateter.
Dieta e atividades normais podem ser re-tomadas nos primeiros dias de pós-operatório. Contudo, as relações sexuais devem ser pos-tergadas até que a incisão vaginal esteja bem cicatrizada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-7.3 Dissecção no espaço de Retzius.
FIGURA 43-7.4 Cistostomia intencional para auxiliar na dissecção de bexiga e uretra.
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passage: Reparo da bexiga. A extensão da lesão deve ser avaliada e as aderências removidas tanto quanto seja necessário para um re-paro livre de tensão. A bexiga é fechada em duas ou três cama-das com fio absorvível de absorção lenta 3-0 ( Fig. 40-40). A primeira camada geralmente é fechada com sutura contínua. A segunda pode ser fechada com pontos contínuos ou com pontos separados e deve inverter a primeira camada. Na região do trígono vesical os ureteres normalmente são tratados com derivação (stent) e o reparo deve ser feito com pontos inter-rompidos a fim de evitar dobramento ureteral (Popert, 2004). A bexiga deve ser mantida com dreno contínuo e desobstruído normalmente por 7 a 10 dias.
Alternativamente, se a lesão envolver pontos de sutura que tenham atravessado a mucosa da bexiga, esses pontos devem ser cortados. A manutenção desses pontos de sutura pode cau-sar sintomas de cistite, formação de cálculos, ou ambos.
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passage: Fiz um toque e senti uma bola, o que pode ser? “Tenho a sensação de ter uma bola na entrada da vagina e sinto dor quando tento manter relações sexuais. Também sinto a bola quando faço algum esforço com a barriga. Fiz um toque e consegui sentir a bola com o dedo. O que é isso?” Sentir uma bola na vagina normalmente se deve ao que é popularmente chamado de “bexiga caída”. O nome médico para o problema é prolapso genital. O que causa isso é a perda de sustentação dos órgãos da parte baixa da barriga, que passam a fazer peso sobre o útero. Isso faz com que o útero e a vagina sejam empurrados para fora, criando a sensação de “bola”. Outros sintomas que podem estar presentes são: Sensação de peso no pé da barriga; Dor ou perda de sensações durante as relações sexuais; Incontinência e outros sintomas urinários; Dificuldades para defecar. A obesidade é um fator que contribui para sentir a bola na vagina, assim como fazer esforços (inclusive para quem tem tosse ou intestino preso). Outros fatores também aumentam o risco de ter o prolapso: Ter filhos (quanto mais filhos, maior o risco), Ter dado à luz bebês muito grandes e pesados; Trabalho de parto difícil; Idade (o risco aumenta com o envelhecimento); Histerectomia (retirada cirúrgica do útero); Já ter realizado uma cirurgia para corrigir o prolapso genital
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passage: 10. Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Nicele PS, Thainá S. Síndrome da bexiga dolorosa. In: Gonçalves MA, Badalotti M, Petracco A. Ginecologia básica e avançada. Porto Alegre: EDIPUCRS; 2017. p. 441–5.
11. Santos TG, Miranda IA, Nygaard CC, Schreiner L, Castro RA, Haddad JM. Systematic review of oral therapy for the treatment of symptoms of bladder pain syndrome: The Brazilian guidelines. Rev Bras Ginecol Obstet. 2018;40(2):96-102. 16Síndrome da bexiga dolorosa Protocolos Febrasgo | Nº64 | 2018in patients with interstitial cystitis. J Urol. 2003;170(3):810–5.
13. Cummings TM, White AR. Needling therapies in the management of myofascial trigger point pain: a systematic review. Arch Phys Med Rehabil. 2001;82(7):986–92.
17Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Almeida NDProtocolos Febrasgo | Nº64 | 2018
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia.
Para comprovar a obstrução total das tu-bas, realiza-se HSG 3 meses após a inserção (Fig. 42-18.4). Até então deve-se usar um mé-todo alternativo de contracepção. Nas pacien-tes com posicionamento correto, raramente a obstrução da tuba não estará completa em 3 meses e, nesses casos, uma segunda HSG tal-vez seja necessária em 6 meses para compro-var a esterilização. Observe-se que enquanto os microimplantes Essure sejam radiopacos, o implante de silicone Adiana não é visível. Isso levou a interpretações equivocadas das HSGs e consequentes concepções nos prin-cipais ensaios avaliando o sistema Adiana (Basinski, 2010). Os microimplantes podem ser expelidos. Assim, com o Essure, se não for identificado qualquer dispositivo na HSG ou se 18 ou mais de suas molas forem vistas na cavidade uterina, o microimplante deverá ser substituído ou indicado outro método contra-ceptivo (Magos, 2004).
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passage: . Quando ir ao médico É importante que a mulher fique atenta e vá ao médico caso não sinta ou veja os fios guias do DIU, surjam sintomas como febre ou calafrios, seja percebido inchaço na região genital ou a mulher sinta cólicas abdominais fortes. Além disso, é recomendado ir ao médico caso haja aumento do fluxo vaginal, sangramentos fora do período menstrual ou sinta dor ou sangramento durante as relações sexuais. Caso surja algum destes sinais é importante consultar o ginecologista para avaliar o posicionamento do DIU e tomar as medidas necessárias. Também é recomendado voltar ao ginecologista após 4 a 12 semanas após colocar o DIU, e pelo menos, 1 vez ao ano, para realizar exames e verificar se o DIU se encontra na posição correta.
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passage: Fechamento do abdome. O abdome é fechado na forma convencional (Seção 41-2, p. 1.023).
PÓS-OPERATÓRIODeve-se realizar teste de micção ativa após a retirada do cateter. Se for encontrado grande volume residual, haverá necessidade de auto-cateterização intermitente ou substituição do cateter. Se tiver sido realizada cistostomia, a permanência do cateter irá variar em função do tamanho e da localização da cistostomia. Por exemplo, cistostomias pequenas localiza-das na cúpula vesical normalmente requerem drenagem por até 7 dias. Nas cistostomias maiores na base da bexiga pode ser necessária drenagem por várias semanas. Não há neces-sidade de supressão com antibióticos para esse tipo de uso de cateter.
Dieta e atividades normais podem ser re-tomadas nos primeiros dias de pós-operatório. Contudo, as relações sexuais devem ser pos-tergadas até que a incisão vaginal esteja bem cicatrizada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-7.3 Dissecção no espaço de Retzius.
FIGURA 43-7.4 Cistostomia intencional para auxiliar na dissecção de bexiga e uretra.
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passage: Reparo da bexiga. A extensão da lesão deve ser avaliada e as aderências removidas tanto quanto seja necessário para um re-paro livre de tensão. A bexiga é fechada em duas ou três cama-das com fio absorvível de absorção lenta 3-0 ( Fig. 40-40). A primeira camada geralmente é fechada com sutura contínua. A segunda pode ser fechada com pontos contínuos ou com pontos separados e deve inverter a primeira camada. Na região do trígono vesical os ureteres normalmente são tratados com derivação (stent) e o reparo deve ser feito com pontos inter-rompidos a fim de evitar dobramento ureteral (Popert, 2004). A bexiga deve ser mantida com dreno contínuo e desobstruído normalmente por 7 a 10 dias.
Alternativamente, se a lesão envolver pontos de sutura que tenham atravessado a mucosa da bexiga, esses pontos devem ser cortados. A manutenção desses pontos de sutura pode cau-sar sintomas de cistite, formação de cálculos, ou ambos.
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passage: A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha.
FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha.
FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita.
FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita.
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passage: Fiz um toque e senti uma bola, o que pode ser? “Tenho a sensação de ter uma bola na entrada da vagina e sinto dor quando tento manter relações sexuais. Também sinto a bola quando faço algum esforço com a barriga. Fiz um toque e consegui sentir a bola com o dedo. O que é isso?” Sentir uma bola na vagina normalmente se deve ao que é popularmente chamado de “bexiga caída”. O nome médico para o problema é prolapso genital. O que causa isso é a perda de sustentação dos órgãos da parte baixa da barriga, que passam a fazer peso sobre o útero. Isso faz com que o útero e a vagina sejam empurrados para fora, criando a sensação de “bola”. Outros sintomas que podem estar presentes são: Sensação de peso no pé da barriga; Dor ou perda de sensações durante as relações sexuais; Incontinência e outros sintomas urinários; Dificuldades para defecar. A obesidade é um fator que contribui para sentir a bola na vagina, assim como fazer esforços (inclusive para quem tem tosse ou intestino preso). Outros fatores também aumentam o risco de ter o prolapso: Ter filhos (quanto mais filhos, maior o risco), Ter dado à luz bebês muito grandes e pesados; Trabalho de parto difícil; Idade (o risco aumenta com o envelhecimento); Histerectomia (retirada cirúrgica do útero); Já ter realizado uma cirurgia para corrigir o prolapso genital
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passage: 10. Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Nicele PS, Thainá S. Síndrome da bexiga dolorosa. In: Gonçalves MA, Badalotti M, Petracco A. Ginecologia básica e avançada. Porto Alegre: EDIPUCRS; 2017. p. 441–5.
11. Santos TG, Miranda IA, Nygaard CC, Schreiner L, Castro RA, Haddad JM. Systematic review of oral therapy for the treatment of symptoms of bladder pain syndrome: The Brazilian guidelines. Rev Bras Ginecol Obstet. 2018;40(2):96-102. 16Síndrome da bexiga dolorosa Protocolos Febrasgo | Nº64 | 2018in patients with interstitial cystitis. J Urol. 2003;170(3):810–5.
13. Cummings TM, White AR. Needling therapies in the management of myofascial trigger point pain: a systematic review. Arch Phys Med Rehabil. 2001;82(7):986–92.
17Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Almeida NDProtocolos Febrasgo | Nº64 | 2018
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia.
Para comprovar a obstrução total das tu-bas, realiza-se HSG 3 meses após a inserção (Fig. 42-18.4). Até então deve-se usar um mé-todo alternativo de contracepção. Nas pacien-tes com posicionamento correto, raramente a obstrução da tuba não estará completa em 3 meses e, nesses casos, uma segunda HSG tal-vez seja necessária em 6 meses para compro-var a esterilização. Observe-se que enquanto os microimplantes Essure sejam radiopacos, o implante de silicone Adiana não é visível. Isso levou a interpretações equivocadas das HSGs e consequentes concepções nos prin-cipais ensaios avaliando o sistema Adiana (Basinski, 2010). Os microimplantes podem ser expelidos. Assim, com o Essure, se não for identificado qualquer dispositivo na HSG ou se 18 ou mais de suas molas forem vistas na cavidade uterina, o microimplante deverá ser substituído ou indicado outro método contra-ceptivo (Magos, 2004).
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passage: . Quando ir ao médico É importante que a mulher fique atenta e vá ao médico caso não sinta ou veja os fios guias do DIU, surjam sintomas como febre ou calafrios, seja percebido inchaço na região genital ou a mulher sinta cólicas abdominais fortes. Além disso, é recomendado ir ao médico caso haja aumento do fluxo vaginal, sangramentos fora do período menstrual ou sinta dor ou sangramento durante as relações sexuais. Caso surja algum destes sinais é importante consultar o ginecologista para avaliar o posicionamento do DIU e tomar as medidas necessárias. Também é recomendado voltar ao ginecologista após 4 a 12 semanas após colocar o DIU, e pelo menos, 1 vez ao ano, para realizar exames e verificar se o DIU se encontra na posição correta.
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passage: Fechamento do abdome. O abdome é fechado na forma convencional (Seção 41-2, p. 1.023).
PÓS-OPERATÓRIODeve-se realizar teste de micção ativa após a retirada do cateter. Se for encontrado grande volume residual, haverá necessidade de auto-cateterização intermitente ou substituição do cateter. Se tiver sido realizada cistostomia, a permanência do cateter irá variar em função do tamanho e da localização da cistostomia. Por exemplo, cistostomias pequenas localiza-das na cúpula vesical normalmente requerem drenagem por até 7 dias. Nas cistostomias maiores na base da bexiga pode ser necessária drenagem por várias semanas. Não há neces-sidade de supressão com antibióticos para esse tipo de uso de cateter.
Dieta e atividades normais podem ser re-tomadas nos primeiros dias de pós-operatório. Contudo, as relações sexuais devem ser pos-tergadas até que a incisão vaginal esteja bem cicatrizada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-7.3 Dissecção no espaço de Retzius.
FIGURA 43-7.4 Cistostomia intencional para auxiliar na dissecção de bexiga e uretra.
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passage: Reparo da bexiga. A extensão da lesão deve ser avaliada e as aderências removidas tanto quanto seja necessário para um re-paro livre de tensão. A bexiga é fechada em duas ou três cama-das com fio absorvível de absorção lenta 3-0 ( Fig. 40-40). A primeira camada geralmente é fechada com sutura contínua. A segunda pode ser fechada com pontos contínuos ou com pontos separados e deve inverter a primeira camada. Na região do trígono vesical os ureteres normalmente são tratados com derivação (stent) e o reparo deve ser feito com pontos inter-rompidos a fim de evitar dobramento ureteral (Popert, 2004). A bexiga deve ser mantida com dreno contínuo e desobstruído normalmente por 7 a 10 dias.
Alternativamente, se a lesão envolver pontos de sutura que tenham atravessado a mucosa da bexiga, esses pontos devem ser cortados. A manutenção desses pontos de sutura pode cau-sar sintomas de cistite, formação de cálculos, ou ambos.
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passage: A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha.
FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha.
FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita.
FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita.
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passage: Ocasionalmente, uma paciente se quei-xa de dor intensa com sintomas neurológicos sensitivos, motores ou ambos. Se houver sin-tomas motores, é grande a chance de ter havi-do encarceramento de ramos do nervo isquiá-tico. Essas pacientes devem ser submetidas a exploração do espaço pararretal para retirada das suturas que estejam produzindo o encar-ceramento.
O retorno das atividades deve ser indivi-dualizado, embora as relações sexuais fiquem proibidas até que se tenha avaliado a cúpula vaginal 4 a 6 semanas após a cirurgia. A ma-nutenção do cateter vesical depende de ter sido realizado procedimento anti-incontinên-cia concomitantemente.
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passage: 10. Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Nicele PS, Thainá S. Síndrome da bexiga dolorosa. In: Gonçalves MA, Badalotti M, Petracco A. Ginecologia básica e avançada. Porto Alegre: EDIPUCRS; 2017. p. 441–5.
11. Santos TG, Miranda IA, Nygaard CC, Schreiner L, Castro RA, Haddad JM. Systematic review of oral therapy for the treatment of symptoms of bladder pain syndrome: The Brazilian guidelines. Rev Bras Ginecol Obstet. 2018;40(2):96-102. 16Síndrome da bexiga dolorosa Protocolos Febrasgo | Nº64 | 2018in patients with interstitial cystitis. J Urol. 2003;170(3):810–5.
13. Cummings TM, White AR. Needling therapies in the management of myofascial trigger point pain: a systematic review. Arch Phys Med Rehabil. 2001;82(7):986–92.
17Santos TG, Schreiner L, Nygaard CC, Almeida NDProtocolos Febrasgo | Nº64 | 2018
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes normalmente retomam a die-ta e as atividades normais nas primeiras 24 horas. É comum haver cólicas nos primeiros dias, e é possível que haja sangramento leve ou de escape na primeira semana após a ci-rurgia.
Para comprovar a obstrução total das tu-bas, realiza-se HSG 3 meses após a inserção (Fig. 42-18.4). Até então deve-se usar um mé-todo alternativo de contracepção. Nas pacien-tes com posicionamento correto, raramente a obstrução da tuba não estará completa em 3 meses e, nesses casos, uma segunda HSG tal-vez seja necessária em 6 meses para compro-var a esterilização. Observe-se que enquanto os microimplantes Essure sejam radiopacos, o implante de silicone Adiana não é visível. Isso levou a interpretações equivocadas das HSGs e consequentes concepções nos prin-cipais ensaios avaliando o sistema Adiana (Basinski, 2010). Os microimplantes podem ser expelidos. Assim, com o Essure, se não for identificado qualquer dispositivo na HSG ou se 18 ou mais de suas molas forem vistas na cavidade uterina, o microimplante deverá ser substituído ou indicado outro método contra-ceptivo (Magos, 2004).
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passage: . Quando ir ao médico É importante que a mulher fique atenta e vá ao médico caso não sinta ou veja os fios guias do DIU, surjam sintomas como febre ou calafrios, seja percebido inchaço na região genital ou a mulher sinta cólicas abdominais fortes. Além disso, é recomendado ir ao médico caso haja aumento do fluxo vaginal, sangramentos fora do período menstrual ou sinta dor ou sangramento durante as relações sexuais. Caso surja algum destes sinais é importante consultar o ginecologista para avaliar o posicionamento do DIU e tomar as medidas necessárias. Também é recomendado voltar ao ginecologista após 4 a 12 semanas após colocar o DIU, e pelo menos, 1 vez ao ano, para realizar exames e verificar se o DIU se encontra na posição correta.
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passage: Fechamento do abdome. O abdome é fechado na forma convencional (Seção 41-2, p. 1.023).
PÓS-OPERATÓRIODeve-se realizar teste de micção ativa após a retirada do cateter. Se for encontrado grande volume residual, haverá necessidade de auto-cateterização intermitente ou substituição do cateter. Se tiver sido realizada cistostomia, a permanência do cateter irá variar em função do tamanho e da localização da cistostomia. Por exemplo, cistostomias pequenas localiza-das na cúpula vesical normalmente requerem drenagem por até 7 dias. Nas cistostomias maiores na base da bexiga pode ser necessária drenagem por várias semanas. Não há neces-sidade de supressão com antibióticos para esse tipo de uso de cateter.
Dieta e atividades normais podem ser re-tomadas nos primeiros dias de pós-operatório. Contudo, as relações sexuais devem ser pos-tergadas até que a incisão vaginal esteja bem cicatrizada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-7.3 Dissecção no espaço de Retzius.
FIGURA 43-7.4 Cistostomia intencional para auxiliar na dissecção de bexiga e uretra.
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passage: Reparo da bexiga. A extensão da lesão deve ser avaliada e as aderências removidas tanto quanto seja necessário para um re-paro livre de tensão. A bexiga é fechada em duas ou três cama-das com fio absorvível de absorção lenta 3-0 ( Fig. 40-40). A primeira camada geralmente é fechada com sutura contínua. A segunda pode ser fechada com pontos contínuos ou com pontos separados e deve inverter a primeira camada. Na região do trígono vesical os ureteres normalmente são tratados com derivação (stent) e o reparo deve ser feito com pontos inter-rompidos a fim de evitar dobramento ureteral (Popert, 2004). A bexiga deve ser mantida com dreno contínuo e desobstruído normalmente por 7 a 10 dias.
Alternativamente, se a lesão envolver pontos de sutura que tenham atravessado a mucosa da bexiga, esses pontos devem ser cortados. A manutenção desses pontos de sutura pode cau-sar sintomas de cistite, formação de cálculos, ou ambos.
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passage: A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha.
FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha.
FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita.
FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita.
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passage: Ocasionalmente, uma paciente se quei-xa de dor intensa com sintomas neurológicos sensitivos, motores ou ambos. Se houver sin-tomas motores, é grande a chance de ter havi-do encarceramento de ramos do nervo isquiá-tico. Essas pacientes devem ser submetidas a exploração do espaço pararretal para retirada das suturas que estejam produzindo o encar-ceramento.
O retorno das atividades deve ser indivi-dualizado, embora as relações sexuais fiquem proibidas até que se tenha avaliado a cúpula vaginal 4 a 6 semanas após a cirurgia. A ma-nutenção do cateter vesical depende de ter sido realizado procedimento anti-incontinên-cia concomitantemente.
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passage: . Além disso, deve-se consultar o ginecologista caso a mulher apresente sintomas como irritabilidade, depressão, alucinações, ansiedade, pensamentos de prejudicar o bebê e si mesma ou pensamentos sobre suicídio. É também importante consultar o ginecologista quando após iniciar o contato íntimo, a relação continua a ser dolorosa por muito tempo, pois pode ser um sinal de vaginismo, uma condição que precisa de acompanhamento médico individualizado. Veja o que é o vaginismo e como tratar. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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Olá! Entendo sua preocupação com as dores, o odor forte e o corrimento vaginal que você vem sentindo após a retirada do útero e a colocação da tela na bexiga. É importante esclarecer que esses sintomas não são considerados normais após dois anos da cirurgia, e merecem uma avaliação cuidadosa para identificar a causa e oferecer o tratamento adequado.
A dor pélvica crônica, especialmente associada à dor durante e após a relação sexual (dispareunia), pode ter diversas origens. No seu caso, a tela utilizada para corrigir o prolapso da bexiga pode estar envolvida. Embora as telas sejam eficazes no suporte dos órgãos pélvicos, em alguns casos, elas podem causar complicações a longo prazo, como aderências, erosão da tela (quando ela se projeta para dentro da vagina), infecções ou até mesmo dor crônica.
O odor forte e o corrimento vaginal também são sinais de alerta. Eles podem indicar uma infecção vaginal, como vaginose bacteriana ou candidíase, ou até mesmo estar relacionados à presença da tela, caso haja alguma complicação como erosão ou infecção associada.
Além disso, a dor abdominal inferior também pode estar relacionada a outras condições, como síndrome da bexiga dolorosa, que pode ser exacerbada por cirurgias prévias.
Diante desse quadro, recomendo fortemente que você procure o seu ginecologista ou um especialista em dor pélvica o mais breve possível. Ele poderá realizar um exame físico completo, avaliar a região pélvica, verificar a integridade da tela e solicitar exames complementares, como culturas vaginais para identificar possíveis infecções e exames de imagem para avaliar a tela e os órgãos pélvicos.
Com base no diagnóstico, o médico poderá indicar o tratamento mais adequado para o seu caso, que pode incluir o uso de antibióticos ou antifúngicos para tratar infecções, fisioterapia pélvica para aliviar a dor e fortalecer os músculos do assoalho pélvico, analgésicos para controlar a dor e, em alguns casos, pode ser necessário realizar uma nova cirurgia para corrigir complicações relacionadas à tela.
É importante lembrar que cada caso é único, e o tratamento deve ser individualizado. Não hesite em buscar uma segunda opinião se sentir necessidade. O mais importante é que você se sinta ouvida e receba o cuidado adequado para melhorar sua qualidade de vida.
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Estou com semanas de gestação. Há dias, fiz uma cirurgia de apendicite e a minha cirurgia está abrindo. O que posso fazer? Está bem inflamada e toda vermelha. A médica me passou antibióticos, mas meu rosto estourou todo. O que fazer?
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Olá! Sempre siga as orientações do seu médico. Pela sua descrição, você está com uma infecção na cicatriz cirúrgica da apendicite. Se estiver infeccionada, você precisa usar antibióticos. A maioria dos antibióticos não faz mal para o seu bebê. Existem medicações que podem ser aplicadas na cicatriz que melhoram a infecção e facilitam o fechamento da cicatriz. Converse com o seu médico. Os sinais de alerta são: piora da dor, aumento da vermelhidão, febre e saída de secreção purulenta pela cicatriz. Faça o tratamento conforme as orientações da sua médica. Use ácido fólico e tome os antibióticos prescritos. A infecção tratada incorretamente pode fazer mal para o seu bebê. Realize o pré-natal corretamente, converse com o seu médico, esclareça suas dúvidas e discuta o seu tratamento.
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passage: 17. Wojcieszek AM, Stock OM, Flenady V. Antibiotics for prelabour rupture of membranes at or near term. Cochrane Database Syst Rev. 2014 Oct;(10):CD001807.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Gestação de alto risco: manual técnico. 5a ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2012. p.79-84. (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
19. Pierre AM, Bastos GZ, Oquendo R, Alencar Junior CA. Repercussões maternas e perinatais da ruptura prematura das membranas até a 26ª semana gestacional. RBGO. 2003;25(2):109–14.
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passage: 17. Wojcieszek AM, Stock OM, Flenady V. Antibiotics for prelabour rupture of membranes at or near term. Cochrane Database Syst Rev. 2014 Oct;(10):CD001807.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Gestação de alto risco: manual técnico. 5a ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2012. p.79-84. (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
19. Pierre AM, Bastos GZ, Oquendo R, Alencar Junior CA. Repercussões maternas e perinatais da ruptura prematura das membranas até a 26ª semana gestacional. RBGO. 2003;25(2):109–14.
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passage: Após a resolução da infecção local, quando a ferida aberta for de grande extensão, a sutura pode serconsiderada.
Endometrite e miometriteSe a metrite é leve e se desenvolve após a mulher receber alta após o parto vaginal, o tratamento comantibiótico oral em geral é suficiente. Para infecções moderadas e graves, especialmente após o parto cesáreo, otratamento intravenoso com antibióticos de largo espectro é mandatório. A melhora após 48 a 72 h ocorre emcerca de 90% das mulheres. A persistência de febre após esse prazo faz pensar em complicações: abscesso deparamétrio, de parede ou pélvico e tromboflebite pélvica séptica.
O esquema antibiótico usual é a clindamicina (900 mg IV cada 8 h) associada à gentamicina (1,5 mg/kg IVcada 8 h). A ampicilina (2 g IV cada 6 h) ou o metronidazol (500 mg IV cada 8 h) podem ser adicionados paraprover cobertura contra anaeróbios se tiver sido realizada cesárea (French & Smaill, 2004).
A intervenção na cavidade da matriz infectada só estará indicada na suspeita de retenção de restos ovularescom sangramento anormal e persistente, e deverá ser feita pela curetagem com antibiótico e ocitócico.
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passage: 17. Wojcieszek AM, Stock OM, Flenady V. Antibiotics for prelabour rupture of membranes at or near term. Cochrane Database Syst Rev. 2014 Oct;(10):CD001807.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Gestação de alto risco: manual técnico. 5a ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2012. p.79-84. (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
19. Pierre AM, Bastos GZ, Oquendo R, Alencar Junior CA. Repercussões maternas e perinatais da ruptura prematura das membranas até a 26ª semana gestacional. RBGO. 2003;25(2):109–14.
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passage: Após a resolução da infecção local, quando a ferida aberta for de grande extensão, a sutura pode serconsiderada.
Endometrite e miometriteSe a metrite é leve e se desenvolve após a mulher receber alta após o parto vaginal, o tratamento comantibiótico oral em geral é suficiente. Para infecções moderadas e graves, especialmente após o parto cesáreo, otratamento intravenoso com antibióticos de largo espectro é mandatório. A melhora após 48 a 72 h ocorre emcerca de 90% das mulheres. A persistência de febre após esse prazo faz pensar em complicações: abscesso deparamétrio, de parede ou pélvico e tromboflebite pélvica séptica.
O esquema antibiótico usual é a clindamicina (900 mg IV cada 8 h) associada à gentamicina (1,5 mg/kg IVcada 8 h). A ampicilina (2 g IV cada 6 h) ou o metronidazol (500 mg IV cada 8 h) podem ser adicionados paraprover cobertura contra anaeróbios se tiver sido realizada cesárea (French & Smaill, 2004).
A intervenção na cavidade da matriz infectada só estará indicada na suspeita de retenção de restos ovularescom sangramento anormal e persistente, e deverá ser feita pela curetagem com antibiótico e ocitócico.
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passage: ■ Preparo da pacienteProfilaxia de infecçãoEnsaios clínicos randomizados demonstraram que a antibioticoterapia profilática reduz signi-ficativamente o risco de morbidade infecciosa pós-operatória em casos de histerectomia abdo-minal ou vaginal. Na histerectomia laparoscó-pica, a vagina também é aberta para a retirada do útero. Portanto, recomenda-se antibiotico-terapia pré-operatória e a escolha do esquema pode ser orientada pelas diretrizes do American College of Obstetricians and Gynecologists (2009a) encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Os antibióticos geralmente são administrados quando da indução anestésica. Para outros ti-pos de procedimentos laparoscópicos, os dados disponíveis não corroboram a profilaxia com antibióticos em casos de cirurgia não contami-nada, ou seja, aqueles nos quais não há acesso à vagina, ao intestino ou trato urinário ao (Cap. 3, p. 99) (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a; Kocak, 2005).
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passage: 17. Wojcieszek AM, Stock OM, Flenady V. Antibiotics for prelabour rupture of membranes at or near term. Cochrane Database Syst Rev. 2014 Oct;(10):CD001807.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Gestação de alto risco: manual técnico. 5a ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2012. p.79-84. (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
19. Pierre AM, Bastos GZ, Oquendo R, Alencar Junior CA. Repercussões maternas e perinatais da ruptura prematura das membranas até a 26ª semana gestacional. RBGO. 2003;25(2):109–14.
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passage: Após a resolução da infecção local, quando a ferida aberta for de grande extensão, a sutura pode serconsiderada.
Endometrite e miometriteSe a metrite é leve e se desenvolve após a mulher receber alta após o parto vaginal, o tratamento comantibiótico oral em geral é suficiente. Para infecções moderadas e graves, especialmente após o parto cesáreo, otratamento intravenoso com antibióticos de largo espectro é mandatório. A melhora após 48 a 72 h ocorre emcerca de 90% das mulheres. A persistência de febre após esse prazo faz pensar em complicações: abscesso deparamétrio, de parede ou pélvico e tromboflebite pélvica séptica.
O esquema antibiótico usual é a clindamicina (900 mg IV cada 8 h) associada à gentamicina (1,5 mg/kg IVcada 8 h). A ampicilina (2 g IV cada 6 h) ou o metronidazol (500 mg IV cada 8 h) podem ser adicionados paraprover cobertura contra anaeróbios se tiver sido realizada cesárea (French & Smaill, 2004).
A intervenção na cavidade da matriz infectada só estará indicada na suspeita de retenção de restos ovularescom sangramento anormal e persistente, e deverá ser feita pela curetagem com antibiótico e ocitócico.
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passage: ■ Preparo da pacienteProfilaxia de infecçãoEnsaios clínicos randomizados demonstraram que a antibioticoterapia profilática reduz signi-ficativamente o risco de morbidade infecciosa pós-operatória em casos de histerectomia abdo-minal ou vaginal. Na histerectomia laparoscó-pica, a vagina também é aberta para a retirada do útero. Portanto, recomenda-se antibiotico-terapia pré-operatória e a escolha do esquema pode ser orientada pelas diretrizes do American College of Obstetricians and Gynecologists (2009a) encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Os antibióticos geralmente são administrados quando da indução anestésica. Para outros ti-pos de procedimentos laparoscópicos, os dados disponíveis não corroboram a profilaxia com antibióticos em casos de cirurgia não contami-nada, ou seja, aqueles nos quais não há acesso à vagina, ao intestino ou trato urinário ao (Cap. 3, p. 99) (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a; Kocak, 2005).
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passage: . Há dois tipos de cirurgia para retirada do apêndice, a apendicectomia aberta ou convencional e a apendicectomia por videolaparoscopia. A preferência é que o apêndice seja retirado do abdome pela videolaparoscopia, diminuindo o tempo de pós-operatório e a morbidade associada. Geralmente a laparoscopia é indicada para o 1º e 2º trimestres de gestação, enquanto que a apendicectomia aberta fica restrita ao final da gestação, mas cabe ao médico esta decisão porque pode haver risco de parto prematuro, embora na maioria das vezes a gestação continua sem problemas para a mãe e para o bebê. A gestante deverá ficar internada no hospital para a cirurgia e após o procedimento, ficar em observação .A grávida deverá semanalmente ir ao consultório médico para avaliar a cicatrização da ferida e, assim, evitar possíveis infecções materno-fetais, garantindo a boa recuperação. Saiba mais sobre a cirurgia e os cuidados no pós-operatório em: Cirurgia para apendicite
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: 17. Wojcieszek AM, Stock OM, Flenady V. Antibiotics for prelabour rupture of membranes at or near term. Cochrane Database Syst Rev. 2014 Oct;(10):CD001807.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Gestação de alto risco: manual técnico. 5a ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2012. p.79-84. (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
19. Pierre AM, Bastos GZ, Oquendo R, Alencar Junior CA. Repercussões maternas e perinatais da ruptura prematura das membranas até a 26ª semana gestacional. RBGO. 2003;25(2):109–14.
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passage: Após a resolução da infecção local, quando a ferida aberta for de grande extensão, a sutura pode serconsiderada.
Endometrite e miometriteSe a metrite é leve e se desenvolve após a mulher receber alta após o parto vaginal, o tratamento comantibiótico oral em geral é suficiente. Para infecções moderadas e graves, especialmente após o parto cesáreo, otratamento intravenoso com antibióticos de largo espectro é mandatório. A melhora após 48 a 72 h ocorre emcerca de 90% das mulheres. A persistência de febre após esse prazo faz pensar em complicações: abscesso deparamétrio, de parede ou pélvico e tromboflebite pélvica séptica.
O esquema antibiótico usual é a clindamicina (900 mg IV cada 8 h) associada à gentamicina (1,5 mg/kg IVcada 8 h). A ampicilina (2 g IV cada 6 h) ou o metronidazol (500 mg IV cada 8 h) podem ser adicionados paraprover cobertura contra anaeróbios se tiver sido realizada cesárea (French & Smaill, 2004).
A intervenção na cavidade da matriz infectada só estará indicada na suspeita de retenção de restos ovularescom sangramento anormal e persistente, e deverá ser feita pela curetagem com antibiótico e ocitócico.
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passage: ■ Preparo da pacienteProfilaxia de infecçãoEnsaios clínicos randomizados demonstraram que a antibioticoterapia profilática reduz signi-ficativamente o risco de morbidade infecciosa pós-operatória em casos de histerectomia abdo-minal ou vaginal. Na histerectomia laparoscó-pica, a vagina também é aberta para a retirada do útero. Portanto, recomenda-se antibiotico-terapia pré-operatória e a escolha do esquema pode ser orientada pelas diretrizes do American College of Obstetricians and Gynecologists (2009a) encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Os antibióticos geralmente são administrados quando da indução anestésica. Para outros ti-pos de procedimentos laparoscópicos, os dados disponíveis não corroboram a profilaxia com antibióticos em casos de cirurgia não contami-nada, ou seja, aqueles nos quais não há acesso à vagina, ao intestino ou trato urinário ao (Cap. 3, p. 99) (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a; Kocak, 2005).
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passage: . Há dois tipos de cirurgia para retirada do apêndice, a apendicectomia aberta ou convencional e a apendicectomia por videolaparoscopia. A preferência é que o apêndice seja retirado do abdome pela videolaparoscopia, diminuindo o tempo de pós-operatório e a morbidade associada. Geralmente a laparoscopia é indicada para o 1º e 2º trimestres de gestação, enquanto que a apendicectomia aberta fica restrita ao final da gestação, mas cabe ao médico esta decisão porque pode haver risco de parto prematuro, embora na maioria das vezes a gestação continua sem problemas para a mãe e para o bebê. A gestante deverá ficar internada no hospital para a cirurgia e após o procedimento, ficar em observação .A grávida deverá semanalmente ir ao consultório médico para avaliar a cicatrização da ferida e, assim, evitar possíveis infecções materno-fetais, garantindo a boa recuperação. Saiba mais sobre a cirurgia e os cuidados no pós-operatório em: Cirurgia para apendicite
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: 17. Wojcieszek AM, Stock OM, Flenady V. Antibiotics for prelabour rupture of membranes at or near term. Cochrane Database Syst Rev. 2014 Oct;(10):CD001807.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Gestação de alto risco: manual técnico. 5a ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2012. p.79-84. (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
19. Pierre AM, Bastos GZ, Oquendo R, Alencar Junior CA. Repercussões maternas e perinatais da ruptura prematura das membranas até a 26ª semana gestacional. RBGO. 2003;25(2):109–14.
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passage: Após a resolução da infecção local, quando a ferida aberta for de grande extensão, a sutura pode serconsiderada.
Endometrite e miometriteSe a metrite é leve e se desenvolve após a mulher receber alta após o parto vaginal, o tratamento comantibiótico oral em geral é suficiente. Para infecções moderadas e graves, especialmente após o parto cesáreo, otratamento intravenoso com antibióticos de largo espectro é mandatório. A melhora após 48 a 72 h ocorre emcerca de 90% das mulheres. A persistência de febre após esse prazo faz pensar em complicações: abscesso deparamétrio, de parede ou pélvico e tromboflebite pélvica séptica.
O esquema antibiótico usual é a clindamicina (900 mg IV cada 8 h) associada à gentamicina (1,5 mg/kg IVcada 8 h). A ampicilina (2 g IV cada 6 h) ou o metronidazol (500 mg IV cada 8 h) podem ser adicionados paraprover cobertura contra anaeróbios se tiver sido realizada cesárea (French & Smaill, 2004).
A intervenção na cavidade da matriz infectada só estará indicada na suspeita de retenção de restos ovularescom sangramento anormal e persistente, e deverá ser feita pela curetagem com antibiótico e ocitócico.
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passage: ■ Preparo da pacienteProfilaxia de infecçãoEnsaios clínicos randomizados demonstraram que a antibioticoterapia profilática reduz signi-ficativamente o risco de morbidade infecciosa pós-operatória em casos de histerectomia abdo-minal ou vaginal. Na histerectomia laparoscó-pica, a vagina também é aberta para a retirada do útero. Portanto, recomenda-se antibiotico-terapia pré-operatória e a escolha do esquema pode ser orientada pelas diretrizes do American College of Obstetricians and Gynecologists (2009a) encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Os antibióticos geralmente são administrados quando da indução anestésica. Para outros ti-pos de procedimentos laparoscópicos, os dados disponíveis não corroboram a profilaxia com antibióticos em casos de cirurgia não contami-nada, ou seja, aqueles nos quais não há acesso à vagina, ao intestino ou trato urinário ao (Cap. 3, p. 99) (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a; Kocak, 2005).
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passage: . Há dois tipos de cirurgia para retirada do apêndice, a apendicectomia aberta ou convencional e a apendicectomia por videolaparoscopia. A preferência é que o apêndice seja retirado do abdome pela videolaparoscopia, diminuindo o tempo de pós-operatório e a morbidade associada. Geralmente a laparoscopia é indicada para o 1º e 2º trimestres de gestação, enquanto que a apendicectomia aberta fica restrita ao final da gestação, mas cabe ao médico esta decisão porque pode haver risco de parto prematuro, embora na maioria das vezes a gestação continua sem problemas para a mãe e para o bebê. A gestante deverá ficar internada no hospital para a cirurgia e após o procedimento, ficar em observação .A grávida deverá semanalmente ir ao consultório médico para avaliar a cicatrização da ferida e, assim, evitar possíveis infecções materno-fetais, garantindo a boa recuperação. Saiba mais sobre a cirurgia e os cuidados no pós-operatório em: Cirurgia para apendicite
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passage: ▶ Hospitalização.
Levando em conta que o tempo de latência é frequentemente curto, a infecção pode seapresentar subitamente e o feto está sob o risco de compressão do cordão umbilical o home care não éaconselhado, sendo recomendada a hospitalização das mulheres grávidas com RPMP uma vez alcançada aviabilidade fetal (24 semanas) (ACOG, 2016).
▶ Monitoramento eletrônico.
Pacientes com RPMP devem ser submetidas ao monitoramento eletrônico paraavaliar o bem-estar fetal e a contratilidade uterina, especialmente a desaceleração umbilical, indicativa decompressão de cordão (ACOG, 2016).
Figura 36.1 Interpretação do teste AmniSure®. RPM, ruptura prematura das membranas.
B.
Fissura alta das membranas.
▶ Cultura de estreptococo do grupo B.
A coleta de material da vagina e do reto para a cultura de estreptococodo grupo B (GBS) será indicada se o tratamento for expectante. Recomendações para a profilaxia antibióticaintraparto do GBS na vigência da RPMP podem ser vistas na Figura 36.3. O uso do antibiótico profilático naconduta expectante não exclui a profilaxia antibiótica intraparto para GBS, porventura indicada (ACOG, 2016).
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: 17. Wojcieszek AM, Stock OM, Flenady V. Antibiotics for prelabour rupture of membranes at or near term. Cochrane Database Syst Rev. 2014 Oct;(10):CD001807.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Gestação de alto risco: manual técnico. 5a ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2012. p.79-84. (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
19. Pierre AM, Bastos GZ, Oquendo R, Alencar Junior CA. Repercussões maternas e perinatais da ruptura prematura das membranas até a 26ª semana gestacional. RBGO. 2003;25(2):109–14.
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passage: Após a resolução da infecção local, quando a ferida aberta for de grande extensão, a sutura pode serconsiderada.
Endometrite e miometriteSe a metrite é leve e se desenvolve após a mulher receber alta após o parto vaginal, o tratamento comantibiótico oral em geral é suficiente. Para infecções moderadas e graves, especialmente após o parto cesáreo, otratamento intravenoso com antibióticos de largo espectro é mandatório. A melhora após 48 a 72 h ocorre emcerca de 90% das mulheres. A persistência de febre após esse prazo faz pensar em complicações: abscesso deparamétrio, de parede ou pélvico e tromboflebite pélvica séptica.
O esquema antibiótico usual é a clindamicina (900 mg IV cada 8 h) associada à gentamicina (1,5 mg/kg IVcada 8 h). A ampicilina (2 g IV cada 6 h) ou o metronidazol (500 mg IV cada 8 h) podem ser adicionados paraprover cobertura contra anaeróbios se tiver sido realizada cesárea (French & Smaill, 2004).
A intervenção na cavidade da matriz infectada só estará indicada na suspeita de retenção de restos ovularescom sangramento anormal e persistente, e deverá ser feita pela curetagem com antibiótico e ocitócico.
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passage: ■ Preparo da pacienteProfilaxia de infecçãoEnsaios clínicos randomizados demonstraram que a antibioticoterapia profilática reduz signi-ficativamente o risco de morbidade infecciosa pós-operatória em casos de histerectomia abdo-minal ou vaginal. Na histerectomia laparoscó-pica, a vagina também é aberta para a retirada do útero. Portanto, recomenda-se antibiotico-terapia pré-operatória e a escolha do esquema pode ser orientada pelas diretrizes do American College of Obstetricians and Gynecologists (2009a) encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Os antibióticos geralmente são administrados quando da indução anestésica. Para outros ti-pos de procedimentos laparoscópicos, os dados disponíveis não corroboram a profilaxia com antibióticos em casos de cirurgia não contami-nada, ou seja, aqueles nos quais não há acesso à vagina, ao intestino ou trato urinário ao (Cap. 3, p. 99) (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a; Kocak, 2005).
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passage: . Há dois tipos de cirurgia para retirada do apêndice, a apendicectomia aberta ou convencional e a apendicectomia por videolaparoscopia. A preferência é que o apêndice seja retirado do abdome pela videolaparoscopia, diminuindo o tempo de pós-operatório e a morbidade associada. Geralmente a laparoscopia é indicada para o 1º e 2º trimestres de gestação, enquanto que a apendicectomia aberta fica restrita ao final da gestação, mas cabe ao médico esta decisão porque pode haver risco de parto prematuro, embora na maioria das vezes a gestação continua sem problemas para a mãe e para o bebê. A gestante deverá ficar internada no hospital para a cirurgia e após o procedimento, ficar em observação .A grávida deverá semanalmente ir ao consultório médico para avaliar a cicatrização da ferida e, assim, evitar possíveis infecções materno-fetais, garantindo a boa recuperação. Saiba mais sobre a cirurgia e os cuidados no pós-operatório em: Cirurgia para apendicite
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: ▶ Hospitalização.
Levando em conta que o tempo de latência é frequentemente curto, a infecção pode seapresentar subitamente e o feto está sob o risco de compressão do cordão umbilical o home care não éaconselhado, sendo recomendada a hospitalização das mulheres grávidas com RPMP uma vez alcançada aviabilidade fetal (24 semanas) (ACOG, 2016).
▶ Monitoramento eletrônico.
Pacientes com RPMP devem ser submetidas ao monitoramento eletrônico paraavaliar o bem-estar fetal e a contratilidade uterina, especialmente a desaceleração umbilical, indicativa decompressão de cordão (ACOG, 2016).
Figura 36.1 Interpretação do teste AmniSure®. RPM, ruptura prematura das membranas.
B.
Fissura alta das membranas.
▶ Cultura de estreptococo do grupo B.
A coleta de material da vagina e do reto para a cultura de estreptococodo grupo B (GBS) será indicada se o tratamento for expectante. Recomendações para a profilaxia antibióticaintraparto do GBS na vigência da RPMP podem ser vistas na Figura 36.3. O uso do antibiótico profilático naconduta expectante não exclui a profilaxia antibiótica intraparto para GBS, porventura indicada (ACOG, 2016).
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs cólicas são comuns após a cirurgia, e um leve sangramento pode persistir por uma se-mana. As orientações pós-operatórias são se-melhantes às descritas para crioterapia.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: 17. Wojcieszek AM, Stock OM, Flenady V. Antibiotics for prelabour rupture of membranes at or near term. Cochrane Database Syst Rev. 2014 Oct;(10):CD001807.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Gestação de alto risco: manual técnico. 5a ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2012. p.79-84. (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
19. Pierre AM, Bastos GZ, Oquendo R, Alencar Junior CA. Repercussões maternas e perinatais da ruptura prematura das membranas até a 26ª semana gestacional. RBGO. 2003;25(2):109–14.
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passage: Após a resolução da infecção local, quando a ferida aberta for de grande extensão, a sutura pode serconsiderada.
Endometrite e miometriteSe a metrite é leve e se desenvolve após a mulher receber alta após o parto vaginal, o tratamento comantibiótico oral em geral é suficiente. Para infecções moderadas e graves, especialmente após o parto cesáreo, otratamento intravenoso com antibióticos de largo espectro é mandatório. A melhora após 48 a 72 h ocorre emcerca de 90% das mulheres. A persistência de febre após esse prazo faz pensar em complicações: abscesso deparamétrio, de parede ou pélvico e tromboflebite pélvica séptica.
O esquema antibiótico usual é a clindamicina (900 mg IV cada 8 h) associada à gentamicina (1,5 mg/kg IVcada 8 h). A ampicilina (2 g IV cada 6 h) ou o metronidazol (500 mg IV cada 8 h) podem ser adicionados paraprover cobertura contra anaeróbios se tiver sido realizada cesárea (French & Smaill, 2004).
A intervenção na cavidade da matriz infectada só estará indicada na suspeita de retenção de restos ovularescom sangramento anormal e persistente, e deverá ser feita pela curetagem com antibiótico e ocitócico.
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passage: ■ Preparo da pacienteProfilaxia de infecçãoEnsaios clínicos randomizados demonstraram que a antibioticoterapia profilática reduz signi-ficativamente o risco de morbidade infecciosa pós-operatória em casos de histerectomia abdo-minal ou vaginal. Na histerectomia laparoscó-pica, a vagina também é aberta para a retirada do útero. Portanto, recomenda-se antibiotico-terapia pré-operatória e a escolha do esquema pode ser orientada pelas diretrizes do American College of Obstetricians and Gynecologists (2009a) encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Os antibióticos geralmente são administrados quando da indução anestésica. Para outros ti-pos de procedimentos laparoscópicos, os dados disponíveis não corroboram a profilaxia com antibióticos em casos de cirurgia não contami-nada, ou seja, aqueles nos quais não há acesso à vagina, ao intestino ou trato urinário ao (Cap. 3, p. 99) (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a; Kocak, 2005).
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passage: . Há dois tipos de cirurgia para retirada do apêndice, a apendicectomia aberta ou convencional e a apendicectomia por videolaparoscopia. A preferência é que o apêndice seja retirado do abdome pela videolaparoscopia, diminuindo o tempo de pós-operatório e a morbidade associada. Geralmente a laparoscopia é indicada para o 1º e 2º trimestres de gestação, enquanto que a apendicectomia aberta fica restrita ao final da gestação, mas cabe ao médico esta decisão porque pode haver risco de parto prematuro, embora na maioria das vezes a gestação continua sem problemas para a mãe e para o bebê. A gestante deverá ficar internada no hospital para a cirurgia e após o procedimento, ficar em observação .A grávida deverá semanalmente ir ao consultório médico para avaliar a cicatrização da ferida e, assim, evitar possíveis infecções materno-fetais, garantindo a boa recuperação. Saiba mais sobre a cirurgia e os cuidados no pós-operatório em: Cirurgia para apendicite
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: ▶ Hospitalização.
Levando em conta que o tempo de latência é frequentemente curto, a infecção pode seapresentar subitamente e o feto está sob o risco de compressão do cordão umbilical o home care não éaconselhado, sendo recomendada a hospitalização das mulheres grávidas com RPMP uma vez alcançada aviabilidade fetal (24 semanas) (ACOG, 2016).
▶ Monitoramento eletrônico.
Pacientes com RPMP devem ser submetidas ao monitoramento eletrônico paraavaliar o bem-estar fetal e a contratilidade uterina, especialmente a desaceleração umbilical, indicativa decompressão de cordão (ACOG, 2016).
Figura 36.1 Interpretação do teste AmniSure®. RPM, ruptura prematura das membranas.
B.
Fissura alta das membranas.
▶ Cultura de estreptococo do grupo B.
A coleta de material da vagina e do reto para a cultura de estreptococodo grupo B (GBS) será indicada se o tratamento for expectante. Recomendações para a profilaxia antibióticaintraparto do GBS na vigência da RPMP podem ser vistas na Figura 36.3. O uso do antibiótico profilático naconduta expectante não exclui a profilaxia antibiótica intraparto para GBS, porventura indicada (ACOG, 2016).
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs cólicas são comuns após a cirurgia, e um leve sangramento pode persistir por uma se-mana. As orientações pós-operatórias são se-melhantes às descritas para crioterapia.
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passage: . Confira todas as indicações da amniocentese e como é feito esse exame. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: 17. Wojcieszek AM, Stock OM, Flenady V. Antibiotics for prelabour rupture of membranes at or near term. Cochrane Database Syst Rev. 2014 Oct;(10):CD001807.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Gestação de alto risco: manual técnico. 5a ed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2012. p.79-84. (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
19. Pierre AM, Bastos GZ, Oquendo R, Alencar Junior CA. Repercussões maternas e perinatais da ruptura prematura das membranas até a 26ª semana gestacional. RBGO. 2003;25(2):109–14.
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passage: Após a resolução da infecção local, quando a ferida aberta for de grande extensão, a sutura pode serconsiderada.
Endometrite e miometriteSe a metrite é leve e se desenvolve após a mulher receber alta após o parto vaginal, o tratamento comantibiótico oral em geral é suficiente. Para infecções moderadas e graves, especialmente após o parto cesáreo, otratamento intravenoso com antibióticos de largo espectro é mandatório. A melhora após 48 a 72 h ocorre emcerca de 90% das mulheres. A persistência de febre após esse prazo faz pensar em complicações: abscesso deparamétrio, de parede ou pélvico e tromboflebite pélvica séptica.
O esquema antibiótico usual é a clindamicina (900 mg IV cada 8 h) associada à gentamicina (1,5 mg/kg IVcada 8 h). A ampicilina (2 g IV cada 6 h) ou o metronidazol (500 mg IV cada 8 h) podem ser adicionados paraprover cobertura contra anaeróbios se tiver sido realizada cesárea (French & Smaill, 2004).
A intervenção na cavidade da matriz infectada só estará indicada na suspeita de retenção de restos ovularescom sangramento anormal e persistente, e deverá ser feita pela curetagem com antibiótico e ocitócico.
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passage: ■ Preparo da pacienteProfilaxia de infecçãoEnsaios clínicos randomizados demonstraram que a antibioticoterapia profilática reduz signi-ficativamente o risco de morbidade infecciosa pós-operatória em casos de histerectomia abdo-minal ou vaginal. Na histerectomia laparoscó-pica, a vagina também é aberta para a retirada do útero. Portanto, recomenda-se antibiotico-terapia pré-operatória e a escolha do esquema pode ser orientada pelas diretrizes do American College of Obstetricians and Gynecologists (2009a) encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Os antibióticos geralmente são administrados quando da indução anestésica. Para outros ti-pos de procedimentos laparoscópicos, os dados disponíveis não corroboram a profilaxia com antibióticos em casos de cirurgia não contami-nada, ou seja, aqueles nos quais não há acesso à vagina, ao intestino ou trato urinário ao (Cap. 3, p. 99) (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009a; Kocak, 2005).
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passage: . Há dois tipos de cirurgia para retirada do apêndice, a apendicectomia aberta ou convencional e a apendicectomia por videolaparoscopia. A preferência é que o apêndice seja retirado do abdome pela videolaparoscopia, diminuindo o tempo de pós-operatório e a morbidade associada. Geralmente a laparoscopia é indicada para o 1º e 2º trimestres de gestação, enquanto que a apendicectomia aberta fica restrita ao final da gestação, mas cabe ao médico esta decisão porque pode haver risco de parto prematuro, embora na maioria das vezes a gestação continua sem problemas para a mãe e para o bebê. A gestante deverá ficar internada no hospital para a cirurgia e após o procedimento, ficar em observação .A grávida deverá semanalmente ir ao consultório médico para avaliar a cicatrização da ferida e, assim, evitar possíveis infecções materno-fetais, garantindo a boa recuperação. Saiba mais sobre a cirurgia e os cuidados no pós-operatório em: Cirurgia para apendicite
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: ▶ Hospitalização.
Levando em conta que o tempo de latência é frequentemente curto, a infecção pode seapresentar subitamente e o feto está sob o risco de compressão do cordão umbilical o home care não éaconselhado, sendo recomendada a hospitalização das mulheres grávidas com RPMP uma vez alcançada aviabilidade fetal (24 semanas) (ACOG, 2016).
▶ Monitoramento eletrônico.
Pacientes com RPMP devem ser submetidas ao monitoramento eletrônico paraavaliar o bem-estar fetal e a contratilidade uterina, especialmente a desaceleração umbilical, indicativa decompressão de cordão (ACOG, 2016).
Figura 36.1 Interpretação do teste AmniSure®. RPM, ruptura prematura das membranas.
B.
Fissura alta das membranas.
▶ Cultura de estreptococo do grupo B.
A coleta de material da vagina e do reto para a cultura de estreptococodo grupo B (GBS) será indicada se o tratamento for expectante. Recomendações para a profilaxia antibióticaintraparto do GBS na vigência da RPMP podem ser vistas na Figura 36.3. O uso do antibiótico profilático naconduta expectante não exclui a profilaxia antibiótica intraparto para GBS, porventura indicada (ACOG, 2016).
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs cólicas são comuns após a cirurgia, e um leve sangramento pode persistir por uma se-mana. As orientações pós-operatórias são se-melhantes às descritas para crioterapia.
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passage: . Confira todas as indicações da amniocentese e como é feito esse exame. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Tratamento inicialA velocidade de início ou deterioração dos sintomas e sinais é impor-tante. O tratamento precoce com antibióticos, seja oral ou parente-ral, pode ser crucial na determinação do desfecho. Dor abdominal, febre (maior que 38°C) e taquicardia (maior que 90 batimentos/mi-nuto) são indicações para admissão hospitalar e uso de antibióticos intravenosos. No hospital, o uso dos antibióticos intravenosos de amplo espectro em doses elevadas deve ser iniciado imediatamente, sem esperar os resultados das investigações, porque uma vez que a infecção se torna sistêmica, a condição da mulher pode se deteriorar 9Luz SH, Steibel JA, Steibel G, Cunha Filho EVProtocolos Febrasgo | Nº117 | 2018Investigação laboratorial inicial• Hemograma completo• Hemoculturas • Cultura de material endocervical e endometrial • A ultrassonogra/f_i a é fundamental para o diagnóstico de reten-ção de produtos da concepção, abscessos intracavitários e de parede abdominal.(4)Tratamento medicamentosoEsquema 1 Ampicilina-sulbactam + Aminoglicosídeo (Gentamicina ou Amicacina).
Esquema 2Clindamicina ou Metronidazol + Aminoglicosídeo (Gentamicina ou Amicacina) Doses:• Ampicilina-sulbactam– 3 g por via endovenosa a cada 6 horas, durante 7 dias a 10 dias. São raras as reações alérgicas.
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Olá! Entendo sua preocupação. É muito importante cuidarmos dessa situação, especialmente durante a gravidez. Vamos conversar sobre isso com calma.
Primeiramente, lamento que a sua ferida cirúrgica esteja abrindo e inflamada após a apendicectomia. É essencial controlarmos essa infecção para proteger você e o bebê. O fato de a ferida estar abrindo e apresentando sinais de inflamação (vermelhidão) indica que há uma infecção local que precisa ser tratada de forma eficaz.
Você mencionou que está tomando antibióticos, mas teve uma reação adversa, com o rosto "estourando". Isso indica uma possível alergia ou intolerância ao antibiótico prescrito. **É crucial que você entre em contato com sua médica o mais rápido possível e informe sobre essa reação.** Ela poderá avaliar a situação e prescrever um antibiótico alternativo que seja seguro para você e para o bebê e que não cause esses efeitos colaterais. Não interrompa o antibiótico atual sem orientação médica, pois isso pode piorar a infecção.
Enquanto espera o contato com sua médica, siga rigorosamente as orientações de higiene para a ferida. Lave a área suavemente com água e sabão neutro, seque bem com uma toalha limpa e aplique a pomada ou curativo que foi recomendado. Evite o uso de produtos irritantes ou soluções caseiras, pois podem piorar a inflamação.
É importante lembrar que, por estar grávida, a escolha do antibiótico e a forma de tratamento são ainda mais delicadas. Sua médica precisa considerar os riscos e benefícios tanto para você quanto para o bebê.
Além disso, o acompanhamento semanal no consultório médico para avaliar a cicatrização da ferida, como você mencionou ter, é fundamental. Nessas consultas, a médica poderá monitorar a evolução da cicatrização, identificar precocemente qualquer sinal de complicação e ajustar o tratamento, se necessário.
Manter uma boa alimentação durante a gravidez é sempre importante, mas nesse momento, com a infecção, é ainda mais crucial. Certifique-se de consumir alimentos nutritivos que ajudem na cicatrização e fortaleçam o sistema imunológico.
Por fim, lembre-se de que estou aqui para te ajudar e esclarecer suas dúvidas. Não hesite em me perguntar qualquer coisa que esteja te preocupando. O mais importante é que você se sinta segura e bem cuidada durante este período. Mas reitero: o mais importante agora é entrar em contato com sua médica para ajustar a medicação e garantir que você receba o tratamento adequado para essa infecção.
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12,855
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Tenho anos e estou passando por um momento em que sinto calor e, depois, sinto frio. Pode ser o começo da menopausa precoce ou não?
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É pouco provável que seja um caso de menopausa precoce. Sugiro que procure um profissional de confiança para que exames clínicos e laboratoriais permitam a elaboração de um diagnóstico confiável.
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passage: . Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade. Já a perimenopausa é a fase de transição gradual para a menopausa, que pode ocorrer cerca de 3 a 4 anos antes da mulher entrar na menopausa, causando sintomas semelhantes aos da menopausa em algumas mulheres. Por outro lado, o climatério engloba 3 fases que são a perimenopausa, a menopausa e a pós menopausa, ou seja, inicia-se na fase de transição para a menopausa, continua durante a menopausa e estende-se por alguns anos após a menopausa. Possíveis causas A perimenopausa é causada por flutuações hormonais, principalmente de estrogênio, produzido de forma inconstante pelos ovários nessa fase, podendo aumentar o diminuir, resultando em alterações no padrão menstrual. Além disso, nessa fase também ocorrem diminuição dos folículos ovarianos e alterações nos níveis do hormônio FSH, que é responsável por promover a maturação dos óvulos. Alguns fatores podem contribuir para a mulher entrar na perimenopausa precoce como tabagismo, história familiar de menopausa precoce, quimioterapia para o tratamento do câncer ou cirurgia para remoção do útero
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passage: . Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade. Já a perimenopausa é a fase de transição gradual para a menopausa, que pode ocorrer cerca de 3 a 4 anos antes da mulher entrar na menopausa, causando sintomas semelhantes aos da menopausa em algumas mulheres. Por outro lado, o climatério engloba 3 fases que são a perimenopausa, a menopausa e a pós menopausa, ou seja, inicia-se na fase de transição para a menopausa, continua durante a menopausa e estende-se por alguns anos após a menopausa. Possíveis causas A perimenopausa é causada por flutuações hormonais, principalmente de estrogênio, produzido de forma inconstante pelos ovários nessa fase, podendo aumentar o diminuir, resultando em alterações no padrão menstrual. Além disso, nessa fase também ocorrem diminuição dos folículos ovarianos e alterações nos níveis do hormônio FSH, que é responsável por promover a maturação dos óvulos. Alguns fatores podem contribuir para a mulher entrar na perimenopausa precoce como tabagismo, história familiar de menopausa precoce, quimioterapia para o tratamento do câncer ou cirurgia para remoção do útero
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passage: . Além disso, o médico também poderá solicitar a realização de um exame que verifica os níveis do hormônio FSH, estrógeno e progesterona no sangue, para confirmar que a mulher está na menopausa. Veja os principais exames para identificar a menopausa. Como aliviar os sintomas Muitos sintomas associados à menopausa são temporários, mas existem algumas dicas que podem ajudar a aliviar, a reduzir ou prevenir seus efeitos: Vestir-se em camadas de roupas e ir tirando ou colocando à medida que as ondas de calor ou o suor noturno apareçam; Tentar identificar o que provoca as ondas de calor, pois para algumas mulheres, os gatilhos podem incluir bebidas quentes, cafeína, alimentos picantes, álcool, estresse, clima quente e até mesmo uma sala quente; Evitar bebidas que contenham cafeína, como café, chá preto ou chá verde, por exemplo, pois podem dificultar o sono ou causar insônia, especialmente se tomados à noite; Fazer exercícios de Kegel diariamente, para fortalecer os músculos do assoalho pélvico e melhorar a incontinência urinária. Veja como fazer os exercícios de Kegel corretamente
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passage: . Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade. Já a perimenopausa é a fase de transição gradual para a menopausa, que pode ocorrer cerca de 3 a 4 anos antes da mulher entrar na menopausa, causando sintomas semelhantes aos da menopausa em algumas mulheres. Por outro lado, o climatério engloba 3 fases que são a perimenopausa, a menopausa e a pós menopausa, ou seja, inicia-se na fase de transição para a menopausa, continua durante a menopausa e estende-se por alguns anos após a menopausa. Possíveis causas A perimenopausa é causada por flutuações hormonais, principalmente de estrogênio, produzido de forma inconstante pelos ovários nessa fase, podendo aumentar o diminuir, resultando em alterações no padrão menstrual. Além disso, nessa fase também ocorrem diminuição dos folículos ovarianos e alterações nos níveis do hormônio FSH, que é responsável por promover a maturação dos óvulos. Alguns fatores podem contribuir para a mulher entrar na perimenopausa precoce como tabagismo, história familiar de menopausa precoce, quimioterapia para o tratamento do câncer ou cirurgia para remoção do útero
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passage: . Além disso, o médico também poderá solicitar a realização de um exame que verifica os níveis do hormônio FSH, estrógeno e progesterona no sangue, para confirmar que a mulher está na menopausa. Veja os principais exames para identificar a menopausa. Como aliviar os sintomas Muitos sintomas associados à menopausa são temporários, mas existem algumas dicas que podem ajudar a aliviar, a reduzir ou prevenir seus efeitos: Vestir-se em camadas de roupas e ir tirando ou colocando à medida que as ondas de calor ou o suor noturno apareçam; Tentar identificar o que provoca as ondas de calor, pois para algumas mulheres, os gatilhos podem incluir bebidas quentes, cafeína, alimentos picantes, álcool, estresse, clima quente e até mesmo uma sala quente; Evitar bebidas que contenham cafeína, como café, chá preto ou chá verde, por exemplo, pois podem dificultar o sono ou causar insônia, especialmente se tomados à noite; Fazer exercícios de Kegel diariamente, para fortalecer os músculos do assoalho pélvico e melhorar a incontinência urinária. Veja como fazer os exercícios de Kegel corretamente
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passage: . Qual a diferença entre climatério e menopausa? Apesar de muitas vezes serem usados como sinônimos, climatério e menopausa são situações distintas. O climatério corresponde ao período de transição entre a fase reprodutiva e não reprodutiva da mulher, em que a mulher ainda tem menstruação. Já a menopausa é caracterizada pela sua ausência completa de menstruação, sendo considerada apenas quando a mulher deixa de apresentar menstruação por, pelo menos, 12 meses seguidos. Saiba tudo sobre a menopausa. Como é feito o tratamento Os sintomas do climatério podem ser bastante desconfortáveis e interferir diretamente na qualidade de vida da mulher. Por isso, o ginecologista pode recomendar o tratamento com terapia de reposição hormonal, com o objetivo de regular os níveis de hormônios e, assim, aliviar os sintomas do climatério. Este tipo de tratamento consiste na administração de estrogênios ou da combinação de estrogênio e progesterona, e não deve ser prolongado por mais de 5 anos, já que aumenta o risco de desenvolver câncer. Entenda como é feita a terapia de reposição hormonal
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passage: . Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade. Já a perimenopausa é a fase de transição gradual para a menopausa, que pode ocorrer cerca de 3 a 4 anos antes da mulher entrar na menopausa, causando sintomas semelhantes aos da menopausa em algumas mulheres. Por outro lado, o climatério engloba 3 fases que são a perimenopausa, a menopausa e a pós menopausa, ou seja, inicia-se na fase de transição para a menopausa, continua durante a menopausa e estende-se por alguns anos após a menopausa. Possíveis causas A perimenopausa é causada por flutuações hormonais, principalmente de estrogênio, produzido de forma inconstante pelos ovários nessa fase, podendo aumentar o diminuir, resultando em alterações no padrão menstrual. Além disso, nessa fase também ocorrem diminuição dos folículos ovarianos e alterações nos níveis do hormônio FSH, que é responsável por promover a maturação dos óvulos. Alguns fatores podem contribuir para a mulher entrar na perimenopausa precoce como tabagismo, história familiar de menopausa precoce, quimioterapia para o tratamento do câncer ou cirurgia para remoção do útero
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passage: . Além disso, o médico também poderá solicitar a realização de um exame que verifica os níveis do hormônio FSH, estrógeno e progesterona no sangue, para confirmar que a mulher está na menopausa. Veja os principais exames para identificar a menopausa. Como aliviar os sintomas Muitos sintomas associados à menopausa são temporários, mas existem algumas dicas que podem ajudar a aliviar, a reduzir ou prevenir seus efeitos: Vestir-se em camadas de roupas e ir tirando ou colocando à medida que as ondas de calor ou o suor noturno apareçam; Tentar identificar o que provoca as ondas de calor, pois para algumas mulheres, os gatilhos podem incluir bebidas quentes, cafeína, alimentos picantes, álcool, estresse, clima quente e até mesmo uma sala quente; Evitar bebidas que contenham cafeína, como café, chá preto ou chá verde, por exemplo, pois podem dificultar o sono ou causar insônia, especialmente se tomados à noite; Fazer exercícios de Kegel diariamente, para fortalecer os músculos do assoalho pélvico e melhorar a incontinência urinária. Veja como fazer os exercícios de Kegel corretamente
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passage: . Qual a diferença entre climatério e menopausa? Apesar de muitas vezes serem usados como sinônimos, climatério e menopausa são situações distintas. O climatério corresponde ao período de transição entre a fase reprodutiva e não reprodutiva da mulher, em que a mulher ainda tem menstruação. Já a menopausa é caracterizada pela sua ausência completa de menstruação, sendo considerada apenas quando a mulher deixa de apresentar menstruação por, pelo menos, 12 meses seguidos. Saiba tudo sobre a menopausa. Como é feito o tratamento Os sintomas do climatério podem ser bastante desconfortáveis e interferir diretamente na qualidade de vida da mulher. Por isso, o ginecologista pode recomendar o tratamento com terapia de reposição hormonal, com o objetivo de regular os níveis de hormônios e, assim, aliviar os sintomas do climatério. Este tipo de tratamento consiste na administração de estrogênios ou da combinação de estrogênio e progesterona, e não deve ser prolongado por mais de 5 anos, já que aumenta o risco de desenvolver câncer. Entenda como é feita a terapia de reposição hormonal
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: . Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade. Já a perimenopausa é a fase de transição gradual para a menopausa, que pode ocorrer cerca de 3 a 4 anos antes da mulher entrar na menopausa, causando sintomas semelhantes aos da menopausa em algumas mulheres. Por outro lado, o climatério engloba 3 fases que são a perimenopausa, a menopausa e a pós menopausa, ou seja, inicia-se na fase de transição para a menopausa, continua durante a menopausa e estende-se por alguns anos após a menopausa. Possíveis causas A perimenopausa é causada por flutuações hormonais, principalmente de estrogênio, produzido de forma inconstante pelos ovários nessa fase, podendo aumentar o diminuir, resultando em alterações no padrão menstrual. Além disso, nessa fase também ocorrem diminuição dos folículos ovarianos e alterações nos níveis do hormônio FSH, que é responsável por promover a maturação dos óvulos. Alguns fatores podem contribuir para a mulher entrar na perimenopausa precoce como tabagismo, história familiar de menopausa precoce, quimioterapia para o tratamento do câncer ou cirurgia para remoção do útero
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passage: . Além disso, o médico também poderá solicitar a realização de um exame que verifica os níveis do hormônio FSH, estrógeno e progesterona no sangue, para confirmar que a mulher está na menopausa. Veja os principais exames para identificar a menopausa. Como aliviar os sintomas Muitos sintomas associados à menopausa são temporários, mas existem algumas dicas que podem ajudar a aliviar, a reduzir ou prevenir seus efeitos: Vestir-se em camadas de roupas e ir tirando ou colocando à medida que as ondas de calor ou o suor noturno apareçam; Tentar identificar o que provoca as ondas de calor, pois para algumas mulheres, os gatilhos podem incluir bebidas quentes, cafeína, alimentos picantes, álcool, estresse, clima quente e até mesmo uma sala quente; Evitar bebidas que contenham cafeína, como café, chá preto ou chá verde, por exemplo, pois podem dificultar o sono ou causar insônia, especialmente se tomados à noite; Fazer exercícios de Kegel diariamente, para fortalecer os músculos do assoalho pélvico e melhorar a incontinência urinária. Veja como fazer os exercícios de Kegel corretamente
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passage: . Qual a diferença entre climatério e menopausa? Apesar de muitas vezes serem usados como sinônimos, climatério e menopausa são situações distintas. O climatério corresponde ao período de transição entre a fase reprodutiva e não reprodutiva da mulher, em que a mulher ainda tem menstruação. Já a menopausa é caracterizada pela sua ausência completa de menstruação, sendo considerada apenas quando a mulher deixa de apresentar menstruação por, pelo menos, 12 meses seguidos. Saiba tudo sobre a menopausa. Como é feito o tratamento Os sintomas do climatério podem ser bastante desconfortáveis e interferir diretamente na qualidade de vida da mulher. Por isso, o ginecologista pode recomendar o tratamento com terapia de reposição hormonal, com o objetivo de regular os níveis de hormônios e, assim, aliviar os sintomas do climatério. Este tipo de tratamento consiste na administração de estrogênios ou da combinação de estrogênio e progesterona, e não deve ser prolongado por mais de 5 anos, já que aumenta o risco de desenvolver câncer. Entenda como é feita a terapia de reposição hormonal
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: Perimenopausa: o que é, sintomas, causas e tratamento Perimenopausa é a fase de transição entre a vida reprodutiva e não reprodutiva da mulher, que ocorre antes de entrar na menopausa, causando sintomas como menstruação irregular, ondas de calor, alterações no humor ou dificuldade para dormir, por exemplo. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A perimenopausa não tem idade certa para acontecer mas, geralmente, inicia-se cerca de 3 a 4 anos antes da última menstruação, por volta dos 40 anos, mas também pode ocorrer antes, por volta dos 30 anos, e termina quando a mulher tem a menopausa. O tratamento da perimenopausa nem sempre é necessário, no entanto, o ginecologista pode recomendar alterações na dieta, prática de atividades físicas ou uso de remédios, como antidepressivos, anticoncepcionais ou até terapia de reposição hormonal em alguns casos
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passage: . Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade. Já a perimenopausa é a fase de transição gradual para a menopausa, que pode ocorrer cerca de 3 a 4 anos antes da mulher entrar na menopausa, causando sintomas semelhantes aos da menopausa em algumas mulheres. Por outro lado, o climatério engloba 3 fases que são a perimenopausa, a menopausa e a pós menopausa, ou seja, inicia-se na fase de transição para a menopausa, continua durante a menopausa e estende-se por alguns anos após a menopausa. Possíveis causas A perimenopausa é causada por flutuações hormonais, principalmente de estrogênio, produzido de forma inconstante pelos ovários nessa fase, podendo aumentar o diminuir, resultando em alterações no padrão menstrual. Além disso, nessa fase também ocorrem diminuição dos folículos ovarianos e alterações nos níveis do hormônio FSH, que é responsável por promover a maturação dos óvulos. Alguns fatores podem contribuir para a mulher entrar na perimenopausa precoce como tabagismo, história familiar de menopausa precoce, quimioterapia para o tratamento do câncer ou cirurgia para remoção do útero
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passage: . Além disso, o médico também poderá solicitar a realização de um exame que verifica os níveis do hormônio FSH, estrógeno e progesterona no sangue, para confirmar que a mulher está na menopausa. Veja os principais exames para identificar a menopausa. Como aliviar os sintomas Muitos sintomas associados à menopausa são temporários, mas existem algumas dicas que podem ajudar a aliviar, a reduzir ou prevenir seus efeitos: Vestir-se em camadas de roupas e ir tirando ou colocando à medida que as ondas de calor ou o suor noturno apareçam; Tentar identificar o que provoca as ondas de calor, pois para algumas mulheres, os gatilhos podem incluir bebidas quentes, cafeína, alimentos picantes, álcool, estresse, clima quente e até mesmo uma sala quente; Evitar bebidas que contenham cafeína, como café, chá preto ou chá verde, por exemplo, pois podem dificultar o sono ou causar insônia, especialmente se tomados à noite; Fazer exercícios de Kegel diariamente, para fortalecer os músculos do assoalho pélvico e melhorar a incontinência urinária. Veja como fazer os exercícios de Kegel corretamente
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passage: . Qual a diferença entre climatério e menopausa? Apesar de muitas vezes serem usados como sinônimos, climatério e menopausa são situações distintas. O climatério corresponde ao período de transição entre a fase reprodutiva e não reprodutiva da mulher, em que a mulher ainda tem menstruação. Já a menopausa é caracterizada pela sua ausência completa de menstruação, sendo considerada apenas quando a mulher deixa de apresentar menstruação por, pelo menos, 12 meses seguidos. Saiba tudo sobre a menopausa. Como é feito o tratamento Os sintomas do climatério podem ser bastante desconfortáveis e interferir diretamente na qualidade de vida da mulher. Por isso, o ginecologista pode recomendar o tratamento com terapia de reposição hormonal, com o objetivo de regular os níveis de hormônios e, assim, aliviar os sintomas do climatério. Este tipo de tratamento consiste na administração de estrogênios ou da combinação de estrogênio e progesterona, e não deve ser prolongado por mais de 5 anos, já que aumenta o risco de desenvolver câncer. Entenda como é feita a terapia de reposição hormonal
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: Perimenopausa: o que é, sintomas, causas e tratamento Perimenopausa é a fase de transição entre a vida reprodutiva e não reprodutiva da mulher, que ocorre antes de entrar na menopausa, causando sintomas como menstruação irregular, ondas de calor, alterações no humor ou dificuldade para dormir, por exemplo. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A perimenopausa não tem idade certa para acontecer mas, geralmente, inicia-se cerca de 3 a 4 anos antes da última menstruação, por volta dos 40 anos, mas também pode ocorrer antes, por volta dos 30 anos, e termina quando a mulher tem a menopausa. O tratamento da perimenopausa nem sempre é necessário, no entanto, o ginecologista pode recomendar alterações na dieta, prática de atividades físicas ou uso de remédios, como antidepressivos, anticoncepcionais ou até terapia de reposição hormonal em alguns casos
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passage: . Confira outras causas das ondas de calor. 4. Suores noturnos Os suores noturnos são as ondas de calor que acontecem durante o sono e podem ser tão intensos que podem interromper o sono. Esse sintoma pode variar muito de mulher para mulher, sendo que algumas podem apresentar o suor noturno antes mesmo de entrar na menopausa e continuar após a menopausa ou nunca apresentar esse sintoma. Além da menopausa, outras causas de suor noturno podem ser estresse ou ansiedade, diabetes ou até mesmo a temperatura do quarto em que se dorme. Veja outras causas de suor noturno. 5. Dificuldade para dormir ou insônia Acordar durante a noite, ter dificuldade para dormir ou insônia podem acontecer por vários motivos, mas se a mulher normalmente não tem problemas para dormir, pode ser um sinal de que a menopausa está se aproximando. Além disso, a mulher também pode ter um sono com menor qualidade e menos reparador, fazendo com que se sinta mais cansada ou irritada durante o dia. Leia também: 6 consequências da privação de sono para a saúde tuasaude.com/privacao-do-sono 6. Alterações de humor Outro sintoma que pode indicar que a menopausa está próxima, são as alterações de humor como irritabilidade, ansiedade, cansaço excessivo e mau humor, e que até podem provocar uma sensação de estar fora de controle
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passage: . Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade. Já a perimenopausa é a fase de transição gradual para a menopausa, que pode ocorrer cerca de 3 a 4 anos antes da mulher entrar na menopausa, causando sintomas semelhantes aos da menopausa em algumas mulheres. Por outro lado, o climatério engloba 3 fases que são a perimenopausa, a menopausa e a pós menopausa, ou seja, inicia-se na fase de transição para a menopausa, continua durante a menopausa e estende-se por alguns anos após a menopausa. Possíveis causas A perimenopausa é causada por flutuações hormonais, principalmente de estrogênio, produzido de forma inconstante pelos ovários nessa fase, podendo aumentar o diminuir, resultando em alterações no padrão menstrual. Além disso, nessa fase também ocorrem diminuição dos folículos ovarianos e alterações nos níveis do hormônio FSH, que é responsável por promover a maturação dos óvulos. Alguns fatores podem contribuir para a mulher entrar na perimenopausa precoce como tabagismo, história familiar de menopausa precoce, quimioterapia para o tratamento do câncer ou cirurgia para remoção do útero
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passage: . Além disso, o médico também poderá solicitar a realização de um exame que verifica os níveis do hormônio FSH, estrógeno e progesterona no sangue, para confirmar que a mulher está na menopausa. Veja os principais exames para identificar a menopausa. Como aliviar os sintomas Muitos sintomas associados à menopausa são temporários, mas existem algumas dicas que podem ajudar a aliviar, a reduzir ou prevenir seus efeitos: Vestir-se em camadas de roupas e ir tirando ou colocando à medida que as ondas de calor ou o suor noturno apareçam; Tentar identificar o que provoca as ondas de calor, pois para algumas mulheres, os gatilhos podem incluir bebidas quentes, cafeína, alimentos picantes, álcool, estresse, clima quente e até mesmo uma sala quente; Evitar bebidas que contenham cafeína, como café, chá preto ou chá verde, por exemplo, pois podem dificultar o sono ou causar insônia, especialmente se tomados à noite; Fazer exercícios de Kegel diariamente, para fortalecer os músculos do assoalho pélvico e melhorar a incontinência urinária. Veja como fazer os exercícios de Kegel corretamente
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passage: . Qual a diferença entre climatério e menopausa? Apesar de muitas vezes serem usados como sinônimos, climatério e menopausa são situações distintas. O climatério corresponde ao período de transição entre a fase reprodutiva e não reprodutiva da mulher, em que a mulher ainda tem menstruação. Já a menopausa é caracterizada pela sua ausência completa de menstruação, sendo considerada apenas quando a mulher deixa de apresentar menstruação por, pelo menos, 12 meses seguidos. Saiba tudo sobre a menopausa. Como é feito o tratamento Os sintomas do climatério podem ser bastante desconfortáveis e interferir diretamente na qualidade de vida da mulher. Por isso, o ginecologista pode recomendar o tratamento com terapia de reposição hormonal, com o objetivo de regular os níveis de hormônios e, assim, aliviar os sintomas do climatério. Este tipo de tratamento consiste na administração de estrogênios ou da combinação de estrogênio e progesterona, e não deve ser prolongado por mais de 5 anos, já que aumenta o risco de desenvolver câncer. Entenda como é feita a terapia de reposição hormonal
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: Perimenopausa: o que é, sintomas, causas e tratamento Perimenopausa é a fase de transição entre a vida reprodutiva e não reprodutiva da mulher, que ocorre antes de entrar na menopausa, causando sintomas como menstruação irregular, ondas de calor, alterações no humor ou dificuldade para dormir, por exemplo. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A perimenopausa não tem idade certa para acontecer mas, geralmente, inicia-se cerca de 3 a 4 anos antes da última menstruação, por volta dos 40 anos, mas também pode ocorrer antes, por volta dos 30 anos, e termina quando a mulher tem a menopausa. O tratamento da perimenopausa nem sempre é necessário, no entanto, o ginecologista pode recomendar alterações na dieta, prática de atividades físicas ou uso de remédios, como antidepressivos, anticoncepcionais ou até terapia de reposição hormonal em alguns casos
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passage: . Confira outras causas das ondas de calor. 4. Suores noturnos Os suores noturnos são as ondas de calor que acontecem durante o sono e podem ser tão intensos que podem interromper o sono. Esse sintoma pode variar muito de mulher para mulher, sendo que algumas podem apresentar o suor noturno antes mesmo de entrar na menopausa e continuar após a menopausa ou nunca apresentar esse sintoma. Além da menopausa, outras causas de suor noturno podem ser estresse ou ansiedade, diabetes ou até mesmo a temperatura do quarto em que se dorme. Veja outras causas de suor noturno. 5. Dificuldade para dormir ou insônia Acordar durante a noite, ter dificuldade para dormir ou insônia podem acontecer por vários motivos, mas se a mulher normalmente não tem problemas para dormir, pode ser um sinal de que a menopausa está se aproximando. Além disso, a mulher também pode ter um sono com menor qualidade e menos reparador, fazendo com que se sinta mais cansada ou irritada durante o dia. Leia também: 6 consequências da privação de sono para a saúde tuasaude.com/privacao-do-sono 6. Alterações de humor Outro sintoma que pode indicar que a menopausa está próxima, são as alterações de humor como irritabilidade, ansiedade, cansaço excessivo e mau humor, e que até podem provocar uma sensação de estar fora de controle
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passage: . Fases da menopausa A menopausa apresenta algumas fases com características diferentes que são importantes para identificar o período da vida em que a mulher está e incluem: 1. Pré-menopausa A pré-menopausa corresponde ao período entre a primeira e a última menstruação, em que não existem alterações hormonais e, por isso, a mulher não apresenta sintomas de menopausa. Esta fase corresponde ao período de vida reprodutiva da mulher. 2. Perimenopausa A perimenopausa é uma fase de transição entre a vida reprodutiva e a não reprodutiva, que ocorre antes da mulher entrar na menopausa e pode durar alguns anos. O período de perimenopausa pode surgir até 10 anos antes da última menstruação, não tendo uma idade certa para ocorrer, no entanto é mais comum ocorrer por volta dos 40 anos, mas em alguns casos os sintomas podem aparecer, mesmo que de forma leve, aos 30 anos. Alguns fatores podem contribuir para a mulher entrar na perimenopausa como tabagismo, história familiar de menopausa precoce, quimioterapia para o tratamento do câncer ou cirurgia para remoção do útero. Os sintomas mais comuns da perimenopausa são menstruação irregular, ondas de calor, sensibilidade nas mamas, alterações no humor ou dificuldade para dormir, por exemplo
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passage: . Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade. Já a perimenopausa é a fase de transição gradual para a menopausa, que pode ocorrer cerca de 3 a 4 anos antes da mulher entrar na menopausa, causando sintomas semelhantes aos da menopausa em algumas mulheres. Por outro lado, o climatério engloba 3 fases que são a perimenopausa, a menopausa e a pós menopausa, ou seja, inicia-se na fase de transição para a menopausa, continua durante a menopausa e estende-se por alguns anos após a menopausa. Possíveis causas A perimenopausa é causada por flutuações hormonais, principalmente de estrogênio, produzido de forma inconstante pelos ovários nessa fase, podendo aumentar o diminuir, resultando em alterações no padrão menstrual. Além disso, nessa fase também ocorrem diminuição dos folículos ovarianos e alterações nos níveis do hormônio FSH, que é responsável por promover a maturação dos óvulos. Alguns fatores podem contribuir para a mulher entrar na perimenopausa precoce como tabagismo, história familiar de menopausa precoce, quimioterapia para o tratamento do câncer ou cirurgia para remoção do útero
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passage: . Além disso, o médico também poderá solicitar a realização de um exame que verifica os níveis do hormônio FSH, estrógeno e progesterona no sangue, para confirmar que a mulher está na menopausa. Veja os principais exames para identificar a menopausa. Como aliviar os sintomas Muitos sintomas associados à menopausa são temporários, mas existem algumas dicas que podem ajudar a aliviar, a reduzir ou prevenir seus efeitos: Vestir-se em camadas de roupas e ir tirando ou colocando à medida que as ondas de calor ou o suor noturno apareçam; Tentar identificar o que provoca as ondas de calor, pois para algumas mulheres, os gatilhos podem incluir bebidas quentes, cafeína, alimentos picantes, álcool, estresse, clima quente e até mesmo uma sala quente; Evitar bebidas que contenham cafeína, como café, chá preto ou chá verde, por exemplo, pois podem dificultar o sono ou causar insônia, especialmente se tomados à noite; Fazer exercícios de Kegel diariamente, para fortalecer os músculos do assoalho pélvico e melhorar a incontinência urinária. Veja como fazer os exercícios de Kegel corretamente
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passage: . Qual a diferença entre climatério e menopausa? Apesar de muitas vezes serem usados como sinônimos, climatério e menopausa são situações distintas. O climatério corresponde ao período de transição entre a fase reprodutiva e não reprodutiva da mulher, em que a mulher ainda tem menstruação. Já a menopausa é caracterizada pela sua ausência completa de menstruação, sendo considerada apenas quando a mulher deixa de apresentar menstruação por, pelo menos, 12 meses seguidos. Saiba tudo sobre a menopausa. Como é feito o tratamento Os sintomas do climatério podem ser bastante desconfortáveis e interferir diretamente na qualidade de vida da mulher. Por isso, o ginecologista pode recomendar o tratamento com terapia de reposição hormonal, com o objetivo de regular os níveis de hormônios e, assim, aliviar os sintomas do climatério. Este tipo de tratamento consiste na administração de estrogênios ou da combinação de estrogênio e progesterona, e não deve ser prolongado por mais de 5 anos, já que aumenta o risco de desenvolver câncer. Entenda como é feita a terapia de reposição hormonal
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: Perimenopausa: o que é, sintomas, causas e tratamento Perimenopausa é a fase de transição entre a vida reprodutiva e não reprodutiva da mulher, que ocorre antes de entrar na menopausa, causando sintomas como menstruação irregular, ondas de calor, alterações no humor ou dificuldade para dormir, por exemplo. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A perimenopausa não tem idade certa para acontecer mas, geralmente, inicia-se cerca de 3 a 4 anos antes da última menstruação, por volta dos 40 anos, mas também pode ocorrer antes, por volta dos 30 anos, e termina quando a mulher tem a menopausa. O tratamento da perimenopausa nem sempre é necessário, no entanto, o ginecologista pode recomendar alterações na dieta, prática de atividades físicas ou uso de remédios, como antidepressivos, anticoncepcionais ou até terapia de reposição hormonal em alguns casos
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passage: . Confira outras causas das ondas de calor. 4. Suores noturnos Os suores noturnos são as ondas de calor que acontecem durante o sono e podem ser tão intensos que podem interromper o sono. Esse sintoma pode variar muito de mulher para mulher, sendo que algumas podem apresentar o suor noturno antes mesmo de entrar na menopausa e continuar após a menopausa ou nunca apresentar esse sintoma. Além da menopausa, outras causas de suor noturno podem ser estresse ou ansiedade, diabetes ou até mesmo a temperatura do quarto em que se dorme. Veja outras causas de suor noturno. 5. Dificuldade para dormir ou insônia Acordar durante a noite, ter dificuldade para dormir ou insônia podem acontecer por vários motivos, mas se a mulher normalmente não tem problemas para dormir, pode ser um sinal de que a menopausa está se aproximando. Além disso, a mulher também pode ter um sono com menor qualidade e menos reparador, fazendo com que se sinta mais cansada ou irritada durante o dia. Leia também: 6 consequências da privação de sono para a saúde tuasaude.com/privacao-do-sono 6. Alterações de humor Outro sintoma que pode indicar que a menopausa está próxima, são as alterações de humor como irritabilidade, ansiedade, cansaço excessivo e mau humor, e que até podem provocar uma sensação de estar fora de controle
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passage: . Fases da menopausa A menopausa apresenta algumas fases com características diferentes que são importantes para identificar o período da vida em que a mulher está e incluem: 1. Pré-menopausa A pré-menopausa corresponde ao período entre a primeira e a última menstruação, em que não existem alterações hormonais e, por isso, a mulher não apresenta sintomas de menopausa. Esta fase corresponde ao período de vida reprodutiva da mulher. 2. Perimenopausa A perimenopausa é uma fase de transição entre a vida reprodutiva e a não reprodutiva, que ocorre antes da mulher entrar na menopausa e pode durar alguns anos. O período de perimenopausa pode surgir até 10 anos antes da última menstruação, não tendo uma idade certa para ocorrer, no entanto é mais comum ocorrer por volta dos 40 anos, mas em alguns casos os sintomas podem aparecer, mesmo que de forma leve, aos 30 anos. Alguns fatores podem contribuir para a mulher entrar na perimenopausa como tabagismo, história familiar de menopausa precoce, quimioterapia para o tratamento do câncer ou cirurgia para remoção do útero. Os sintomas mais comuns da perimenopausa são menstruação irregular, ondas de calor, sensibilidade nas mamas, alterações no humor ou dificuldade para dormir, por exemplo
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passage: . 2. Menopausa tardia A menopausa é considerada tardia quando ocorre após os 55 anos e pode ser causada por obesidade ou distúrbio da tireoide, como o hipotireoidismo. Além disso, mulheres que apresentam alterações do estrógeno durante a vida, também podem ter menopausa tardia. Como identificar a menopausa Os sintomas mais comuns que ajudam a identificar a menopausa incluem ondas de calor, secura vaginal, diminuição da libido ou insônia, por exemplo. Veja todos os sintomas da menopausa. O tratamento para menopausa pode ser feito com a terapia de reposição hormonal, utilizando hormônios sintéticos, mas também pode ser feito de forma natural com o uso de isoflavona da soja, por exemplo. O ginecologista poderá indicar todas as opções terapêuticas para aliviar o desconforto da menopausa, mas existem estratégias naturais que contribuem para o bem estar da mulher. Assista o vídeo com dicas de como aliviar os sintomas da menopausa: MENOPAUSA | Dieta para Aliviar Sintomas 06:23 | 515.915 visualizações
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passage: . Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade. Já a perimenopausa é a fase de transição gradual para a menopausa, que pode ocorrer cerca de 3 a 4 anos antes da mulher entrar na menopausa, causando sintomas semelhantes aos da menopausa em algumas mulheres. Por outro lado, o climatério engloba 3 fases que são a perimenopausa, a menopausa e a pós menopausa, ou seja, inicia-se na fase de transição para a menopausa, continua durante a menopausa e estende-se por alguns anos após a menopausa. Possíveis causas A perimenopausa é causada por flutuações hormonais, principalmente de estrogênio, produzido de forma inconstante pelos ovários nessa fase, podendo aumentar o diminuir, resultando em alterações no padrão menstrual. Além disso, nessa fase também ocorrem diminuição dos folículos ovarianos e alterações nos níveis do hormônio FSH, que é responsável por promover a maturação dos óvulos. Alguns fatores podem contribuir para a mulher entrar na perimenopausa precoce como tabagismo, história familiar de menopausa precoce, quimioterapia para o tratamento do câncer ou cirurgia para remoção do útero
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passage: . Além disso, o médico também poderá solicitar a realização de um exame que verifica os níveis do hormônio FSH, estrógeno e progesterona no sangue, para confirmar que a mulher está na menopausa. Veja os principais exames para identificar a menopausa. Como aliviar os sintomas Muitos sintomas associados à menopausa são temporários, mas existem algumas dicas que podem ajudar a aliviar, a reduzir ou prevenir seus efeitos: Vestir-se em camadas de roupas e ir tirando ou colocando à medida que as ondas de calor ou o suor noturno apareçam; Tentar identificar o que provoca as ondas de calor, pois para algumas mulheres, os gatilhos podem incluir bebidas quentes, cafeína, alimentos picantes, álcool, estresse, clima quente e até mesmo uma sala quente; Evitar bebidas que contenham cafeína, como café, chá preto ou chá verde, por exemplo, pois podem dificultar o sono ou causar insônia, especialmente se tomados à noite; Fazer exercícios de Kegel diariamente, para fortalecer os músculos do assoalho pélvico e melhorar a incontinência urinária. Veja como fazer os exercícios de Kegel corretamente
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passage: . Qual a diferença entre climatério e menopausa? Apesar de muitas vezes serem usados como sinônimos, climatério e menopausa são situações distintas. O climatério corresponde ao período de transição entre a fase reprodutiva e não reprodutiva da mulher, em que a mulher ainda tem menstruação. Já a menopausa é caracterizada pela sua ausência completa de menstruação, sendo considerada apenas quando a mulher deixa de apresentar menstruação por, pelo menos, 12 meses seguidos. Saiba tudo sobre a menopausa. Como é feito o tratamento Os sintomas do climatério podem ser bastante desconfortáveis e interferir diretamente na qualidade de vida da mulher. Por isso, o ginecologista pode recomendar o tratamento com terapia de reposição hormonal, com o objetivo de regular os níveis de hormônios e, assim, aliviar os sintomas do climatério. Este tipo de tratamento consiste na administração de estrogênios ou da combinação de estrogênio e progesterona, e não deve ser prolongado por mais de 5 anos, já que aumenta o risco de desenvolver câncer. Entenda como é feita a terapia de reposição hormonal
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: Perimenopausa: o que é, sintomas, causas e tratamento Perimenopausa é a fase de transição entre a vida reprodutiva e não reprodutiva da mulher, que ocorre antes de entrar na menopausa, causando sintomas como menstruação irregular, ondas de calor, alterações no humor ou dificuldade para dormir, por exemplo. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A perimenopausa não tem idade certa para acontecer mas, geralmente, inicia-se cerca de 3 a 4 anos antes da última menstruação, por volta dos 40 anos, mas também pode ocorrer antes, por volta dos 30 anos, e termina quando a mulher tem a menopausa. O tratamento da perimenopausa nem sempre é necessário, no entanto, o ginecologista pode recomendar alterações na dieta, prática de atividades físicas ou uso de remédios, como antidepressivos, anticoncepcionais ou até terapia de reposição hormonal em alguns casos
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passage: . Confira outras causas das ondas de calor. 4. Suores noturnos Os suores noturnos são as ondas de calor que acontecem durante o sono e podem ser tão intensos que podem interromper o sono. Esse sintoma pode variar muito de mulher para mulher, sendo que algumas podem apresentar o suor noturno antes mesmo de entrar na menopausa e continuar após a menopausa ou nunca apresentar esse sintoma. Além da menopausa, outras causas de suor noturno podem ser estresse ou ansiedade, diabetes ou até mesmo a temperatura do quarto em que se dorme. Veja outras causas de suor noturno. 5. Dificuldade para dormir ou insônia Acordar durante a noite, ter dificuldade para dormir ou insônia podem acontecer por vários motivos, mas se a mulher normalmente não tem problemas para dormir, pode ser um sinal de que a menopausa está se aproximando. Além disso, a mulher também pode ter um sono com menor qualidade e menos reparador, fazendo com que se sinta mais cansada ou irritada durante o dia. Leia também: 6 consequências da privação de sono para a saúde tuasaude.com/privacao-do-sono 6. Alterações de humor Outro sintoma que pode indicar que a menopausa está próxima, são as alterações de humor como irritabilidade, ansiedade, cansaço excessivo e mau humor, e que até podem provocar uma sensação de estar fora de controle
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passage: . Fases da menopausa A menopausa apresenta algumas fases com características diferentes que são importantes para identificar o período da vida em que a mulher está e incluem: 1. Pré-menopausa A pré-menopausa corresponde ao período entre a primeira e a última menstruação, em que não existem alterações hormonais e, por isso, a mulher não apresenta sintomas de menopausa. Esta fase corresponde ao período de vida reprodutiva da mulher. 2. Perimenopausa A perimenopausa é uma fase de transição entre a vida reprodutiva e a não reprodutiva, que ocorre antes da mulher entrar na menopausa e pode durar alguns anos. O período de perimenopausa pode surgir até 10 anos antes da última menstruação, não tendo uma idade certa para ocorrer, no entanto é mais comum ocorrer por volta dos 40 anos, mas em alguns casos os sintomas podem aparecer, mesmo que de forma leve, aos 30 anos. Alguns fatores podem contribuir para a mulher entrar na perimenopausa como tabagismo, história familiar de menopausa precoce, quimioterapia para o tratamento do câncer ou cirurgia para remoção do útero. Os sintomas mais comuns da perimenopausa são menstruação irregular, ondas de calor, sensibilidade nas mamas, alterações no humor ou dificuldade para dormir, por exemplo
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passage: . 2. Menopausa tardia A menopausa é considerada tardia quando ocorre após os 55 anos e pode ser causada por obesidade ou distúrbio da tireoide, como o hipotireoidismo. Além disso, mulheres que apresentam alterações do estrógeno durante a vida, também podem ter menopausa tardia. Como identificar a menopausa Os sintomas mais comuns que ajudam a identificar a menopausa incluem ondas de calor, secura vaginal, diminuição da libido ou insônia, por exemplo. Veja todos os sintomas da menopausa. O tratamento para menopausa pode ser feito com a terapia de reposição hormonal, utilizando hormônios sintéticos, mas também pode ser feito de forma natural com o uso de isoflavona da soja, por exemplo. O ginecologista poderá indicar todas as opções terapêuticas para aliviar o desconforto da menopausa, mas existem estratégias naturais que contribuem para o bem estar da mulher. Assista o vídeo com dicas de como aliviar os sintomas da menopausa: MENOPAUSA | Dieta para Aliviar Sintomas 06:23 | 515.915 visualizações
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passage: Climatério: o que é, sintomas e tratamento Climatério é o período de transição em que a mulher passa da fase reprodutiva para a fase não-reprodutiva, também chamada de pós-menopausa, sendo marcada por uma diminuição progressiva da quantidade de hormônios produzidos. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Os sintomas do climatério podem começar a surgir entre os 40 e os 45 anos de idade e podem durar até 3 anos, sendo os mais comuns as ondas de calor, ciclo menstrual irregular, diminuição do desejo sexual, cansaço e alterações bruscas do humor. Embora seja uma fase natural da vida da mulher, é importante consultar o ginecologista regularmente, pois existem diversos tratamentos que podem ajudar a diminuir os desconfortos comuns desta fase, especialmente a terapia de reposição hormonal. Sintomas do climatério Os principais sintomas do climatério são: Ondas de calor repentinas; Diminuição da libido; Tonturas e palpitações; Insônia e má qualidade de sono; Suor noturnos; Coceira e secura vaginal, podendo haver desconforto durante as relações sexuais; Perda de elasticidade da pele; Diminuição do tamanho dos seios; Depressão e irritabilidade; Aumento de peso; Dor de cabeça e falta de concentração; Incontinência urinária ao esforço; Dor nas articulações
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passage: . Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade. Já a perimenopausa é a fase de transição gradual para a menopausa, que pode ocorrer cerca de 3 a 4 anos antes da mulher entrar na menopausa, causando sintomas semelhantes aos da menopausa em algumas mulheres. Por outro lado, o climatério engloba 3 fases que são a perimenopausa, a menopausa e a pós menopausa, ou seja, inicia-se na fase de transição para a menopausa, continua durante a menopausa e estende-se por alguns anos após a menopausa. Possíveis causas A perimenopausa é causada por flutuações hormonais, principalmente de estrogênio, produzido de forma inconstante pelos ovários nessa fase, podendo aumentar o diminuir, resultando em alterações no padrão menstrual. Além disso, nessa fase também ocorrem diminuição dos folículos ovarianos e alterações nos níveis do hormônio FSH, que é responsável por promover a maturação dos óvulos. Alguns fatores podem contribuir para a mulher entrar na perimenopausa precoce como tabagismo, história familiar de menopausa precoce, quimioterapia para o tratamento do câncer ou cirurgia para remoção do útero
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passage: . Além disso, o médico também poderá solicitar a realização de um exame que verifica os níveis do hormônio FSH, estrógeno e progesterona no sangue, para confirmar que a mulher está na menopausa. Veja os principais exames para identificar a menopausa. Como aliviar os sintomas Muitos sintomas associados à menopausa são temporários, mas existem algumas dicas que podem ajudar a aliviar, a reduzir ou prevenir seus efeitos: Vestir-se em camadas de roupas e ir tirando ou colocando à medida que as ondas de calor ou o suor noturno apareçam; Tentar identificar o que provoca as ondas de calor, pois para algumas mulheres, os gatilhos podem incluir bebidas quentes, cafeína, alimentos picantes, álcool, estresse, clima quente e até mesmo uma sala quente; Evitar bebidas que contenham cafeína, como café, chá preto ou chá verde, por exemplo, pois podem dificultar o sono ou causar insônia, especialmente se tomados à noite; Fazer exercícios de Kegel diariamente, para fortalecer os músculos do assoalho pélvico e melhorar a incontinência urinária. Veja como fazer os exercícios de Kegel corretamente
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passage: . Qual a diferença entre climatério e menopausa? Apesar de muitas vezes serem usados como sinônimos, climatério e menopausa são situações distintas. O climatério corresponde ao período de transição entre a fase reprodutiva e não reprodutiva da mulher, em que a mulher ainda tem menstruação. Já a menopausa é caracterizada pela sua ausência completa de menstruação, sendo considerada apenas quando a mulher deixa de apresentar menstruação por, pelo menos, 12 meses seguidos. Saiba tudo sobre a menopausa. Como é feito o tratamento Os sintomas do climatério podem ser bastante desconfortáveis e interferir diretamente na qualidade de vida da mulher. Por isso, o ginecologista pode recomendar o tratamento com terapia de reposição hormonal, com o objetivo de regular os níveis de hormônios e, assim, aliviar os sintomas do climatério. Este tipo de tratamento consiste na administração de estrogênios ou da combinação de estrogênio e progesterona, e não deve ser prolongado por mais de 5 anos, já que aumenta o risco de desenvolver câncer. Entenda como é feita a terapia de reposição hormonal
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: Perimenopausa: o que é, sintomas, causas e tratamento Perimenopausa é a fase de transição entre a vida reprodutiva e não reprodutiva da mulher, que ocorre antes de entrar na menopausa, causando sintomas como menstruação irregular, ondas de calor, alterações no humor ou dificuldade para dormir, por exemplo. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A perimenopausa não tem idade certa para acontecer mas, geralmente, inicia-se cerca de 3 a 4 anos antes da última menstruação, por volta dos 40 anos, mas também pode ocorrer antes, por volta dos 30 anos, e termina quando a mulher tem a menopausa. O tratamento da perimenopausa nem sempre é necessário, no entanto, o ginecologista pode recomendar alterações na dieta, prática de atividades físicas ou uso de remédios, como antidepressivos, anticoncepcionais ou até terapia de reposição hormonal em alguns casos
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passage: . Confira outras causas das ondas de calor. 4. Suores noturnos Os suores noturnos são as ondas de calor que acontecem durante o sono e podem ser tão intensos que podem interromper o sono. Esse sintoma pode variar muito de mulher para mulher, sendo que algumas podem apresentar o suor noturno antes mesmo de entrar na menopausa e continuar após a menopausa ou nunca apresentar esse sintoma. Além da menopausa, outras causas de suor noturno podem ser estresse ou ansiedade, diabetes ou até mesmo a temperatura do quarto em que se dorme. Veja outras causas de suor noturno. 5. Dificuldade para dormir ou insônia Acordar durante a noite, ter dificuldade para dormir ou insônia podem acontecer por vários motivos, mas se a mulher normalmente não tem problemas para dormir, pode ser um sinal de que a menopausa está se aproximando. Além disso, a mulher também pode ter um sono com menor qualidade e menos reparador, fazendo com que se sinta mais cansada ou irritada durante o dia. Leia também: 6 consequências da privação de sono para a saúde tuasaude.com/privacao-do-sono 6. Alterações de humor Outro sintoma que pode indicar que a menopausa está próxima, são as alterações de humor como irritabilidade, ansiedade, cansaço excessivo e mau humor, e que até podem provocar uma sensação de estar fora de controle
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passage: . Fases da menopausa A menopausa apresenta algumas fases com características diferentes que são importantes para identificar o período da vida em que a mulher está e incluem: 1. Pré-menopausa A pré-menopausa corresponde ao período entre a primeira e a última menstruação, em que não existem alterações hormonais e, por isso, a mulher não apresenta sintomas de menopausa. Esta fase corresponde ao período de vida reprodutiva da mulher. 2. Perimenopausa A perimenopausa é uma fase de transição entre a vida reprodutiva e a não reprodutiva, que ocorre antes da mulher entrar na menopausa e pode durar alguns anos. O período de perimenopausa pode surgir até 10 anos antes da última menstruação, não tendo uma idade certa para ocorrer, no entanto é mais comum ocorrer por volta dos 40 anos, mas em alguns casos os sintomas podem aparecer, mesmo que de forma leve, aos 30 anos. Alguns fatores podem contribuir para a mulher entrar na perimenopausa como tabagismo, história familiar de menopausa precoce, quimioterapia para o tratamento do câncer ou cirurgia para remoção do útero. Os sintomas mais comuns da perimenopausa são menstruação irregular, ondas de calor, sensibilidade nas mamas, alterações no humor ou dificuldade para dormir, por exemplo
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passage: . 2. Menopausa tardia A menopausa é considerada tardia quando ocorre após os 55 anos e pode ser causada por obesidade ou distúrbio da tireoide, como o hipotireoidismo. Além disso, mulheres que apresentam alterações do estrógeno durante a vida, também podem ter menopausa tardia. Como identificar a menopausa Os sintomas mais comuns que ajudam a identificar a menopausa incluem ondas de calor, secura vaginal, diminuição da libido ou insônia, por exemplo. Veja todos os sintomas da menopausa. O tratamento para menopausa pode ser feito com a terapia de reposição hormonal, utilizando hormônios sintéticos, mas também pode ser feito de forma natural com o uso de isoflavona da soja, por exemplo. O ginecologista poderá indicar todas as opções terapêuticas para aliviar o desconforto da menopausa, mas existem estratégias naturais que contribuem para o bem estar da mulher. Assista o vídeo com dicas de como aliviar os sintomas da menopausa: MENOPAUSA | Dieta para Aliviar Sintomas 06:23 | 515.915 visualizações
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passage: Climatério: o que é, sintomas e tratamento Climatério é o período de transição em que a mulher passa da fase reprodutiva para a fase não-reprodutiva, também chamada de pós-menopausa, sendo marcada por uma diminuição progressiva da quantidade de hormônios produzidos. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Os sintomas do climatério podem começar a surgir entre os 40 e os 45 anos de idade e podem durar até 3 anos, sendo os mais comuns as ondas de calor, ciclo menstrual irregular, diminuição do desejo sexual, cansaço e alterações bruscas do humor. Embora seja uma fase natural da vida da mulher, é importante consultar o ginecologista regularmente, pois existem diversos tratamentos que podem ajudar a diminuir os desconfortos comuns desta fase, especialmente a terapia de reposição hormonal. Sintomas do climatério Os principais sintomas do climatério são: Ondas de calor repentinas; Diminuição da libido; Tonturas e palpitações; Insônia e má qualidade de sono; Suor noturnos; Coceira e secura vaginal, podendo haver desconforto durante as relações sexuais; Perda de elasticidade da pele; Diminuição do tamanho dos seios; Depressão e irritabilidade; Aumento de peso; Dor de cabeça e falta de concentração; Incontinência urinária ao esforço; Dor nas articulações
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passage: . No entanto, se forem notados muitos coágulos, é importante que o ginecologista seja consultado, pois pode ser sinal de alterações que devem ser tratadas adequadamente. Conheça as principais causas de menstruação com coágulos. 3. Ondas de calor As ondas de calor podem ocorrer em algumas mulheres no período antes de entrar na menopausa, podendo surgir até mesmo antes da menstruação ficar irregular, e durar por alguns anos, mesmo depois de já estar na menopausa. Esse sintoma pode fazer a mulher sentir calor de repente e sem motivo aparente, geralmente no rosto, pescoço ou tórax, que pode deixar a pele vermelha e suada, e o coração batendo mais rápido, por 1 a 5 minutos. Entretanto, apesar de ser um sintoma comum de que a mulher pode estar entrando na menopausa, nem todas as mulheres apresentam esse sintoma. Se a mulher tiver ondas de calor, mas não tiver certeza se está relacionado à menopausa, deve-se consultar o ginecologista, pois existem outras condições médicas, como hipertireoidismo ou hipogonadismo, e até mesmo o uso de remédios, que podem causar ondas de calor. Confira outras causas das ondas de calor. 4. Suores noturnos Os suores noturnos são as ondas de calor que acontecem durante o sono e podem ser tão intensos que podem interromper o sono
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Olá! Entendo sua preocupação com essas ondas de calor e frio que você está sentindo. É natural que você se questione sobre a possibilidade de ser o início da menopausa precoce.
Primeiramente, vamos esclarecer alguns termos. A menopausa é definida como a ausência de menstruação por 12 meses consecutivos e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos. No entanto, o que você pode estar vivenciando é a perimenopausa, que é o período de transição para a menopausa. Essa fase pode começar alguns anos antes da menopausa propriamente dita, até mesmo por volta dos 40 anos ou, em alguns casos, até um pouco antes, como aos 30.
Essas sensações de calor e frio que você descreve são sintomas vasomotores, também conhecidos como "fogachos" ou ondas de calor, e são muito comuns na perimenopausa. Eles acontecem devido às flutuações hormonais, principalmente do estrogênio, que se torna irregular nessa fase. Além disso, outros sintomas da perimenopausa podem incluir irregularidade menstrual, alterações no humor, dificuldades para dormir e até suores noturnos.
A idade em que a perimenopausa começa pode variar bastante, e alguns fatores podem influenciar, como histórico familiar de menopausa precoce, tabagismo, tratamentos como quimioterapia ou até mesmo a remoção do útero.
Para ter certeza se você está entrando na perimenopausa ou se há outras causas para esses sintomas, o ideal é que você procure um ginecologista. Ele poderá avaliar seu histórico, realizar um exame físico e, se necessário, solicitar exames de sangue para verificar seus níveis hormonais, como o FSH, estrogênio e progesterona.
Enquanto isso, algumas medidas podem ajudar a aliviar esses sintomas:
* **Vista-se em camadas:** Assim, você pode adicionar ou remover peças de roupa conforme a sensação de calor ou frio.
* **Identifique seus gatilhos:** Observe se algo específico, como bebidas quentes, cafeína, alimentos picantes, álcool ou estresse, desencadeia as ondas de calor. Evitar esses gatilhos pode ajudar.
* **Evite cafeína:** Principalmente à noite, para não atrapalhar o sono.
* **Mantenha uma rotina de sono regular:** Tente deitar e acordar sempre nos mesmos horários.
* **Pratique atividades relaxantes:** Técnicas de relaxamento, como meditação ou yoga, podem ajudar a lidar com o estresse e a ansiedade.
* **Considere exercícios de Kegel:** Para fortalecer os músculos do assoalho pélvico, o que pode ser útil para prevenir incontinência urinária, que também pode surgir nessa fase
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Olá, há um ano meu ciclo menstrual está totalmente desregulado e sinto um leve incômodo no lado esquerdo da barriga. Esse incômodo aparece com mais intensidade após a menstruação. O que pode ser?
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Boa tarde, querida. Existem várias causas, que vão desde aspectos nutricionais até a síndrome dos ovários policísticos e pólipos, entre outros. O ideal é fazer um exame clínico completo e, se necessário, um ultrassom transvaginal para ter certeza do diagnóstico. Estamos à disposição.
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . 2. Desregulação da menstruação Ao parar o uso do anticoncepcional, os ovários precisam voltar a produzir seus hormônios, o que leva tempo e a produção dos hormônios não ocorre de forma regular, de forma que pode ser notada alteração nos ciclos menstruais. O que fazer: estas alterações de alguns dias costumam ser normais, mas, se forem muito intensas, a ponto de ficar 2 meses sem menstruar, ou menstruar 3 vezes no mês, deve-se consultar o ginecologista para serem feitas avaliações dos níveis de hormônios e do funcionamento dos ovários. Uma dica é anotar sempre as datas das menstruações e quanto tempo ela durou, para saber como funciona o ritmo do seu ciclo. 3. Piora das cólicas menstruais Na ausência do efeito dos anticoncepcionais, o tecido do útero fica mais espesso, o que é uma preparação para uma possível gravidez, causando piora das cólicas e fluxo de sangue durante a menstruação. O que fazer: para aliviar as cólicas menstruais, pode-se tomar anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, além de fazer compressa de água morna na barriga ou na região lombar, podem aliviar as cólicas. Confira algumas dicas para diminuir as cólicas menstruais. 4
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . 2. Desregulação da menstruação Ao parar o uso do anticoncepcional, os ovários precisam voltar a produzir seus hormônios, o que leva tempo e a produção dos hormônios não ocorre de forma regular, de forma que pode ser notada alteração nos ciclos menstruais. O que fazer: estas alterações de alguns dias costumam ser normais, mas, se forem muito intensas, a ponto de ficar 2 meses sem menstruar, ou menstruar 3 vezes no mês, deve-se consultar o ginecologista para serem feitas avaliações dos níveis de hormônios e do funcionamento dos ovários. Uma dica é anotar sempre as datas das menstruações e quanto tempo ela durou, para saber como funciona o ritmo do seu ciclo. 3. Piora das cólicas menstruais Na ausência do efeito dos anticoncepcionais, o tecido do útero fica mais espesso, o que é uma preparação para uma possível gravidez, causando piora das cólicas e fluxo de sangue durante a menstruação. O que fazer: para aliviar as cólicas menstruais, pode-se tomar anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, além de fazer compressa de água morna na barriga ou na região lombar, podem aliviar as cólicas. Confira algumas dicas para diminuir as cólicas menstruais. 4
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passage: . O que fazer: Na maioria das vezes, essa alteração não é uma preocupação, no entanto, principalmente quando a duração da menstruação está menor que a habitual é importante consultar um ginecologista para uma avaliação mais detalhada. 8. Menstruação dolorosa A menstruação dolorosa também é chamada de dismenorreia e geralmente ocorre devido ao aumento das contrações do útero para eliminar o endométrio, que é a camada interna do útero, causando a cólica menstrual. Embora seja comum a mulher apresentar algum desconforto ou cólicas leves durante a menstruação, quando a cólica é muito forte e causa menstruação dolorosa, pode indicar problemas como endometriose, mioma uterino, doença inflamatória pélvica ou ovários policísticos. Leia também: Dismenorreia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dismenorreia O que fazer: quando a menstruação é muito dolorosa e interfere na rotina, é recomendado procurar um ginecologista, porque mesmo que uma causa não seja identificada, alguns medicamentos como anti-inflamatórios e anticoncepcionais podem ser utilizados para aliviar a dor e melhorar o conforto da mulher. 9
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . 2. Desregulação da menstruação Ao parar o uso do anticoncepcional, os ovários precisam voltar a produzir seus hormônios, o que leva tempo e a produção dos hormônios não ocorre de forma regular, de forma que pode ser notada alteração nos ciclos menstruais. O que fazer: estas alterações de alguns dias costumam ser normais, mas, se forem muito intensas, a ponto de ficar 2 meses sem menstruar, ou menstruar 3 vezes no mês, deve-se consultar o ginecologista para serem feitas avaliações dos níveis de hormônios e do funcionamento dos ovários. Uma dica é anotar sempre as datas das menstruações e quanto tempo ela durou, para saber como funciona o ritmo do seu ciclo. 3. Piora das cólicas menstruais Na ausência do efeito dos anticoncepcionais, o tecido do útero fica mais espesso, o que é uma preparação para uma possível gravidez, causando piora das cólicas e fluxo de sangue durante a menstruação. O que fazer: para aliviar as cólicas menstruais, pode-se tomar anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, além de fazer compressa de água morna na barriga ou na região lombar, podem aliviar as cólicas. Confira algumas dicas para diminuir as cólicas menstruais. 4
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passage: . O que fazer: Na maioria das vezes, essa alteração não é uma preocupação, no entanto, principalmente quando a duração da menstruação está menor que a habitual é importante consultar um ginecologista para uma avaliação mais detalhada. 8. Menstruação dolorosa A menstruação dolorosa também é chamada de dismenorreia e geralmente ocorre devido ao aumento das contrações do útero para eliminar o endométrio, que é a camada interna do útero, causando a cólica menstrual. Embora seja comum a mulher apresentar algum desconforto ou cólicas leves durante a menstruação, quando a cólica é muito forte e causa menstruação dolorosa, pode indicar problemas como endometriose, mioma uterino, doença inflamatória pélvica ou ovários policísticos. Leia também: Dismenorreia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dismenorreia O que fazer: quando a menstruação é muito dolorosa e interfere na rotina, é recomendado procurar um ginecologista, porque mesmo que uma causa não seja identificada, alguns medicamentos como anti-inflamatórios e anticoncepcionais podem ser utilizados para aliviar a dor e melhorar o conforto da mulher. 9
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passage: . Os sintomas mais frequentes são cólicas abdominais, sangramento fora do período menstrual e que pode ser prolongado e abundante, prisão de ventre e dor durante a relação sexual. Veja mais sobre o mioma uterino. O que fazer: é importante consultar o ginecologista na presença de sintomas de mioma para que seja indicado o tratamento mais adequado de acordo com a quantidade, tamanho e sintomas apresentados pela mulher, podendo ser indicado o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormonais ou cirurgia. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa Algumas alterações hormonais, como a menopausa, podem causar menstruação irregular, que pode se apresentar com mais ou menos frequência, ser mais abundante ou durar mais ou menos dias que o normal. Saiba reconhecer os sintomas de menopausa
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . 2. Desregulação da menstruação Ao parar o uso do anticoncepcional, os ovários precisam voltar a produzir seus hormônios, o que leva tempo e a produção dos hormônios não ocorre de forma regular, de forma que pode ser notada alteração nos ciclos menstruais. O que fazer: estas alterações de alguns dias costumam ser normais, mas, se forem muito intensas, a ponto de ficar 2 meses sem menstruar, ou menstruar 3 vezes no mês, deve-se consultar o ginecologista para serem feitas avaliações dos níveis de hormônios e do funcionamento dos ovários. Uma dica é anotar sempre as datas das menstruações e quanto tempo ela durou, para saber como funciona o ritmo do seu ciclo. 3. Piora das cólicas menstruais Na ausência do efeito dos anticoncepcionais, o tecido do útero fica mais espesso, o que é uma preparação para uma possível gravidez, causando piora das cólicas e fluxo de sangue durante a menstruação. O que fazer: para aliviar as cólicas menstruais, pode-se tomar anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, além de fazer compressa de água morna na barriga ou na região lombar, podem aliviar as cólicas. Confira algumas dicas para diminuir as cólicas menstruais. 4
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passage: . O que fazer: Na maioria das vezes, essa alteração não é uma preocupação, no entanto, principalmente quando a duração da menstruação está menor que a habitual é importante consultar um ginecologista para uma avaliação mais detalhada. 8. Menstruação dolorosa A menstruação dolorosa também é chamada de dismenorreia e geralmente ocorre devido ao aumento das contrações do útero para eliminar o endométrio, que é a camada interna do útero, causando a cólica menstrual. Embora seja comum a mulher apresentar algum desconforto ou cólicas leves durante a menstruação, quando a cólica é muito forte e causa menstruação dolorosa, pode indicar problemas como endometriose, mioma uterino, doença inflamatória pélvica ou ovários policísticos. Leia também: Dismenorreia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dismenorreia O que fazer: quando a menstruação é muito dolorosa e interfere na rotina, é recomendado procurar um ginecologista, porque mesmo que uma causa não seja identificada, alguns medicamentos como anti-inflamatórios e anticoncepcionais podem ser utilizados para aliviar a dor e melhorar o conforto da mulher. 9
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passage: . Os sintomas mais frequentes são cólicas abdominais, sangramento fora do período menstrual e que pode ser prolongado e abundante, prisão de ventre e dor durante a relação sexual. Veja mais sobre o mioma uterino. O que fazer: é importante consultar o ginecologista na presença de sintomas de mioma para que seja indicado o tratamento mais adequado de acordo com a quantidade, tamanho e sintomas apresentados pela mulher, podendo ser indicado o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormonais ou cirurgia. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa Algumas alterações hormonais, como a menopausa, podem causar menstruação irregular, que pode se apresentar com mais ou menos frequência, ser mais abundante ou durar mais ou menos dias que o normal. Saiba reconhecer os sintomas de menopausa
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . 2. Desregulação da menstruação Ao parar o uso do anticoncepcional, os ovários precisam voltar a produzir seus hormônios, o que leva tempo e a produção dos hormônios não ocorre de forma regular, de forma que pode ser notada alteração nos ciclos menstruais. O que fazer: estas alterações de alguns dias costumam ser normais, mas, se forem muito intensas, a ponto de ficar 2 meses sem menstruar, ou menstruar 3 vezes no mês, deve-se consultar o ginecologista para serem feitas avaliações dos níveis de hormônios e do funcionamento dos ovários. Uma dica é anotar sempre as datas das menstruações e quanto tempo ela durou, para saber como funciona o ritmo do seu ciclo. 3. Piora das cólicas menstruais Na ausência do efeito dos anticoncepcionais, o tecido do útero fica mais espesso, o que é uma preparação para uma possível gravidez, causando piora das cólicas e fluxo de sangue durante a menstruação. O que fazer: para aliviar as cólicas menstruais, pode-se tomar anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, além de fazer compressa de água morna na barriga ou na região lombar, podem aliviar as cólicas. Confira algumas dicas para diminuir as cólicas menstruais. 4
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passage: . O que fazer: Na maioria das vezes, essa alteração não é uma preocupação, no entanto, principalmente quando a duração da menstruação está menor que a habitual é importante consultar um ginecologista para uma avaliação mais detalhada. 8. Menstruação dolorosa A menstruação dolorosa também é chamada de dismenorreia e geralmente ocorre devido ao aumento das contrações do útero para eliminar o endométrio, que é a camada interna do útero, causando a cólica menstrual. Embora seja comum a mulher apresentar algum desconforto ou cólicas leves durante a menstruação, quando a cólica é muito forte e causa menstruação dolorosa, pode indicar problemas como endometriose, mioma uterino, doença inflamatória pélvica ou ovários policísticos. Leia também: Dismenorreia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dismenorreia O que fazer: quando a menstruação é muito dolorosa e interfere na rotina, é recomendado procurar um ginecologista, porque mesmo que uma causa não seja identificada, alguns medicamentos como anti-inflamatórios e anticoncepcionais podem ser utilizados para aliviar a dor e melhorar o conforto da mulher. 9
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passage: . Os sintomas mais frequentes são cólicas abdominais, sangramento fora do período menstrual e que pode ser prolongado e abundante, prisão de ventre e dor durante a relação sexual. Veja mais sobre o mioma uterino. O que fazer: é importante consultar o ginecologista na presença de sintomas de mioma para que seja indicado o tratamento mais adequado de acordo com a quantidade, tamanho e sintomas apresentados pela mulher, podendo ser indicado o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormonais ou cirurgia. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa Algumas alterações hormonais, como a menopausa, podem causar menstruação irregular, que pode se apresentar com mais ou menos frequência, ser mais abundante ou durar mais ou menos dias que o normal. Saiba reconhecer os sintomas de menopausa
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Os sintomas da cólica menstrual podem se iniciar no primeiro dia da menstruação ou logo antes e, geralmente, a dor é mais intensa cerca de 23 a 48 horas após o início da menstruação. Dependendo da sua causa, a cólica menstrual também pode surgir fora do período menstrual e estar acompanhada de outros sintomas como dor durante o contato íntimo ou sangramento fora do período menstrual, por exemplo. Leia também: Sangramento de escape: o que pode ser (e quando ir ao médico) tuasaude.com/o-que-pode-ser-o-sangramento-fora-do-periodo-menstrual Sinal de alerta para ir ao ginecologista É importante consultar o ginecologista quando a cólica menstrual é intensa ou frequente, ou está acompanhada de outros sintomas, para que sejam realizados exames, identificada a causa e indicado o tratamento mais adequado. Marque uma consulta com um ginecologista na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Onde é a dor da cólica menstrual? O local onde acontece a dor da cólica menstrual é na parte inferior do abdômen, no pé da barriga ou baixo ventre. No entanto, essa dor pode irradiar para as costas ou até para a parte interna das coxas
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . 2. Desregulação da menstruação Ao parar o uso do anticoncepcional, os ovários precisam voltar a produzir seus hormônios, o que leva tempo e a produção dos hormônios não ocorre de forma regular, de forma que pode ser notada alteração nos ciclos menstruais. O que fazer: estas alterações de alguns dias costumam ser normais, mas, se forem muito intensas, a ponto de ficar 2 meses sem menstruar, ou menstruar 3 vezes no mês, deve-se consultar o ginecologista para serem feitas avaliações dos níveis de hormônios e do funcionamento dos ovários. Uma dica é anotar sempre as datas das menstruações e quanto tempo ela durou, para saber como funciona o ritmo do seu ciclo. 3. Piora das cólicas menstruais Na ausência do efeito dos anticoncepcionais, o tecido do útero fica mais espesso, o que é uma preparação para uma possível gravidez, causando piora das cólicas e fluxo de sangue durante a menstruação. O que fazer: para aliviar as cólicas menstruais, pode-se tomar anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, além de fazer compressa de água morna na barriga ou na região lombar, podem aliviar as cólicas. Confira algumas dicas para diminuir as cólicas menstruais. 4
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passage: . O que fazer: Na maioria das vezes, essa alteração não é uma preocupação, no entanto, principalmente quando a duração da menstruação está menor que a habitual é importante consultar um ginecologista para uma avaliação mais detalhada. 8. Menstruação dolorosa A menstruação dolorosa também é chamada de dismenorreia e geralmente ocorre devido ao aumento das contrações do útero para eliminar o endométrio, que é a camada interna do útero, causando a cólica menstrual. Embora seja comum a mulher apresentar algum desconforto ou cólicas leves durante a menstruação, quando a cólica é muito forte e causa menstruação dolorosa, pode indicar problemas como endometriose, mioma uterino, doença inflamatória pélvica ou ovários policísticos. Leia também: Dismenorreia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dismenorreia O que fazer: quando a menstruação é muito dolorosa e interfere na rotina, é recomendado procurar um ginecologista, porque mesmo que uma causa não seja identificada, alguns medicamentos como anti-inflamatórios e anticoncepcionais podem ser utilizados para aliviar a dor e melhorar o conforto da mulher. 9
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passage: . Os sintomas mais frequentes são cólicas abdominais, sangramento fora do período menstrual e que pode ser prolongado e abundante, prisão de ventre e dor durante a relação sexual. Veja mais sobre o mioma uterino. O que fazer: é importante consultar o ginecologista na presença de sintomas de mioma para que seja indicado o tratamento mais adequado de acordo com a quantidade, tamanho e sintomas apresentados pela mulher, podendo ser indicado o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormonais ou cirurgia. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa Algumas alterações hormonais, como a menopausa, podem causar menstruação irregular, que pode se apresentar com mais ou menos frequência, ser mais abundante ou durar mais ou menos dias que o normal. Saiba reconhecer os sintomas de menopausa
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Os sintomas da cólica menstrual podem se iniciar no primeiro dia da menstruação ou logo antes e, geralmente, a dor é mais intensa cerca de 23 a 48 horas após o início da menstruação. Dependendo da sua causa, a cólica menstrual também pode surgir fora do período menstrual e estar acompanhada de outros sintomas como dor durante o contato íntimo ou sangramento fora do período menstrual, por exemplo. Leia também: Sangramento de escape: o que pode ser (e quando ir ao médico) tuasaude.com/o-que-pode-ser-o-sangramento-fora-do-periodo-menstrual Sinal de alerta para ir ao ginecologista É importante consultar o ginecologista quando a cólica menstrual é intensa ou frequente, ou está acompanhada de outros sintomas, para que sejam realizados exames, identificada a causa e indicado o tratamento mais adequado. Marque uma consulta com um ginecologista na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Onde é a dor da cólica menstrual? O local onde acontece a dor da cólica menstrual é na parte inferior do abdômen, no pé da barriga ou baixo ventre. No entanto, essa dor pode irradiar para as costas ou até para a parte interna das coxas
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passage: . Esses sintomas devem ser avaliados pelo obstetra, além de serem realizados exames para identificar a causa e, assim, iniciar o tratamento adequado, caso haja necessidade. Leia também: 1 a 3 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-1-a-3-semanas-de-gestacao
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . 2. Desregulação da menstruação Ao parar o uso do anticoncepcional, os ovários precisam voltar a produzir seus hormônios, o que leva tempo e a produção dos hormônios não ocorre de forma regular, de forma que pode ser notada alteração nos ciclos menstruais. O que fazer: estas alterações de alguns dias costumam ser normais, mas, se forem muito intensas, a ponto de ficar 2 meses sem menstruar, ou menstruar 3 vezes no mês, deve-se consultar o ginecologista para serem feitas avaliações dos níveis de hormônios e do funcionamento dos ovários. Uma dica é anotar sempre as datas das menstruações e quanto tempo ela durou, para saber como funciona o ritmo do seu ciclo. 3. Piora das cólicas menstruais Na ausência do efeito dos anticoncepcionais, o tecido do útero fica mais espesso, o que é uma preparação para uma possível gravidez, causando piora das cólicas e fluxo de sangue durante a menstruação. O que fazer: para aliviar as cólicas menstruais, pode-se tomar anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, além de fazer compressa de água morna na barriga ou na região lombar, podem aliviar as cólicas. Confira algumas dicas para diminuir as cólicas menstruais. 4
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passage: . O que fazer: Na maioria das vezes, essa alteração não é uma preocupação, no entanto, principalmente quando a duração da menstruação está menor que a habitual é importante consultar um ginecologista para uma avaliação mais detalhada. 8. Menstruação dolorosa A menstruação dolorosa também é chamada de dismenorreia e geralmente ocorre devido ao aumento das contrações do útero para eliminar o endométrio, que é a camada interna do útero, causando a cólica menstrual. Embora seja comum a mulher apresentar algum desconforto ou cólicas leves durante a menstruação, quando a cólica é muito forte e causa menstruação dolorosa, pode indicar problemas como endometriose, mioma uterino, doença inflamatória pélvica ou ovários policísticos. Leia também: Dismenorreia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dismenorreia O que fazer: quando a menstruação é muito dolorosa e interfere na rotina, é recomendado procurar um ginecologista, porque mesmo que uma causa não seja identificada, alguns medicamentos como anti-inflamatórios e anticoncepcionais podem ser utilizados para aliviar a dor e melhorar o conforto da mulher. 9
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passage: . Os sintomas mais frequentes são cólicas abdominais, sangramento fora do período menstrual e que pode ser prolongado e abundante, prisão de ventre e dor durante a relação sexual. Veja mais sobre o mioma uterino. O que fazer: é importante consultar o ginecologista na presença de sintomas de mioma para que seja indicado o tratamento mais adequado de acordo com a quantidade, tamanho e sintomas apresentados pela mulher, podendo ser indicado o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormonais ou cirurgia. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa Algumas alterações hormonais, como a menopausa, podem causar menstruação irregular, que pode se apresentar com mais ou menos frequência, ser mais abundante ou durar mais ou menos dias que o normal. Saiba reconhecer os sintomas de menopausa
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Os sintomas da cólica menstrual podem se iniciar no primeiro dia da menstruação ou logo antes e, geralmente, a dor é mais intensa cerca de 23 a 48 horas após o início da menstruação. Dependendo da sua causa, a cólica menstrual também pode surgir fora do período menstrual e estar acompanhada de outros sintomas como dor durante o contato íntimo ou sangramento fora do período menstrual, por exemplo. Leia também: Sangramento de escape: o que pode ser (e quando ir ao médico) tuasaude.com/o-que-pode-ser-o-sangramento-fora-do-periodo-menstrual Sinal de alerta para ir ao ginecologista É importante consultar o ginecologista quando a cólica menstrual é intensa ou frequente, ou está acompanhada de outros sintomas, para que sejam realizados exames, identificada a causa e indicado o tratamento mais adequado. Marque uma consulta com um ginecologista na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Onde é a dor da cólica menstrual? O local onde acontece a dor da cólica menstrual é na parte inferior do abdômen, no pé da barriga ou baixo ventre. No entanto, essa dor pode irradiar para as costas ou até para a parte interna das coxas
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passage: . Esses sintomas devem ser avaliados pelo obstetra, além de serem realizados exames para identificar a causa e, assim, iniciar o tratamento adequado, caso haja necessidade. Leia também: 1 a 3 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-1-a-3-semanas-de-gestacao
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passage: . Além disso, o uso e troca de contraceptivos, síndrome dos ovários policísticos, endometriose e miomas uterinos, por exemplo, também podem ser responsáveis por irregularidades. Conheça mais causas que podem levar à menstruação irregular. O que fazer: É recomendado que um ginecologista seja consultado para que a causa da menstruação irregular seja identificada. Além disso, é importante também ter uma alimentação balanceada, adotar medidas de alívio do estresse no dia-a-dia e praticar exercícios físicos adequados. 6. Pouca menstruação A pouca menstruação, conhecida por hipomenorreia, é normal na mulher que toma anticoncepcional e também pode acontecer por um processo de envelhecimento natural da mulher e ser indicativo da pré-menopausa, não indicando nenhum problema ginecológico. Em alguns casos, como estresse, excesso de atividade física, estenose cervical, alterações hormonais da síndrome de ovário policístico ou do hipertireoidismo, a menstruação também pode ser pouca. Veja outras causas de pouca menstruação e o que fazer. O que fazer: É importante manter uma alimentação balanceada, realizar atividades físicas adequadas e adotar medidas para alívio de estresse na rotina, no entanto, também é recomendado consultar um ginecologista para identificar a causa e realizar o tratamento adequado. 7
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Olá! Entendo sua preocupação com a irregularidade menstrual e o incômodo que você sente. É importante investigar o que está acontecendo para que possamos encontrar a melhor solução para você.
Primeiramente, ciclos menstruais irregulares podem ter diversas causas. Alterações hormonais são uma causa comum, e essas alterações podem ocorrer por diversos motivos, desde o período após a interrupção do uso de anticoncepcionais até mesmo a aproximação da menopausa, dependendo da sua idade. Além disso, outras condições como síndrome dos ovários policísticos (SOP) ou problemas na tireoide também podem causar essa desregulação.
O incômodo que você sente no lado esquerdo da barriga, principalmente após a menstruação, é algo que merece atenção. Esse tipo de dor pode estar relacionado a diversas condições, como endometriose, miomas uterinos ou até mesmo doença inflamatória pélvica. A endometriose, por exemplo, pode causar cólicas intensas, dor durante a relação sexual e sangramento fora do período menstrual. Já os miomas uterinos podem causar sangramento prolongado e abundante, além de cólicas e dor.
Para investigar a causa dos seus sintomas, o ideal é que você procure um ginecologista. Durante a consulta, conversaremos sobre seu histórico de saúde, seus hábitos e realizaremos um exame físico completo, incluindo o exame pélvico. Podemos solicitar exames complementares, como ultrassonografia transvaginal e exames de sangue para avaliar seus níveis hormonais e descartar outras condições.
Com base nos resultados dos exames, poderemos identificar a causa da sua irregularidade menstrual e do incômodo abdominal e definir o tratamento mais adequado para você. Existem diversas opções de tratamento, que podem incluir medicamentos para regularizar o ciclo menstrual, analgésicos para aliviar a dor e, em alguns casos, cirurgia para tratar condições como miomas ou endometriose.
Não se preocupe, estamos aqui para te ajudar a encontrar a causa dos seus sintomas e te oferecer o melhor tratamento possível. O importante é não ignorar os sinais que seu corpo está dando e buscar ajuda médica o quanto antes.
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Levei uma cotovelada há cerca de dias e minha mama esquerda ficou completamente dura. No decorrer de alguns dias, apareceu um vermelhão próximo à aréola. Fiz uma cirurgia para drenar na semana passada, porém minha mama continua inchada e muito dura, apenas de um lado, próximo ao braço. Isso é normal?
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Pela sua história, você deve ter sofrido um grande hematoma e, nessa situação, é comum a mama permanecer endurecida mesmo com a drenagem durante alguns dias, especialmente se o hematoma for de longa duração. Mas veja bem, estou falando aqui supondo que tenha sido um hematoma. Converse com o médico que realizou o procedimento e esclareça suas dúvidas.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs cólicas são comuns após a cirurgia, e um leve sangramento pode persistir por uma se-mana. As orientações pós-operatórias são se-melhantes às descritas para crioterapia.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs cólicas são comuns após a cirurgia, e um leve sangramento pode persistir por uma se-mana. As orientações pós-operatórias são se-melhantes às descritas para crioterapia.
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passage: Após a drenagem, alguns preferem ex-plorar a cavidade com cotonete cirúrgico para abrir possíveis loculações de pus ou muco.
Fechamento da incisão. As margens da parede do cisto são suturadas à pele adjacente com pontos interrompidos utilizando fio 2-0 ou 3-0 de absorção lenta (Fig. 41-19.2).
PÓS-OPERATÓRIOCompressas frias nas primeiras 24 horas após a cirurgia podem minimizar a dor, o edema e a formação de hematomas. Após esse período, são sugeridos banhos de assen-to mornos, uma ou duas vezes ao dia, para alívio da dor e higiene da incisão. As relações sexuais devem ser evitadas até que a incisão tenha cicatrizado.
As pacientes podem ser examinadas na primeira semana após a cirurgia para ga-rantir que as margens do óstio não tenham aderido uma à outra (Novak, 1978). Após 2 a 3 semanas, a incisão sofre contração de modo a criar uma abertura para o ducto, normalmente com 5 mm ou menos. As taxas de recorrência após marsupialização normal-mente são baixas. Jacobson (1960) observou apenas quatro recorrências em sua série de 152 casos.
PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOPÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-19.1 Incisão na pele.
FIGURA 41-19.2 Parede do cisto suturada aberta.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs cólicas são comuns após a cirurgia, e um leve sangramento pode persistir por uma se-mana. As orientações pós-operatórias são se-melhantes às descritas para crioterapia.
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passage: Após a drenagem, alguns preferem ex-plorar a cavidade com cotonete cirúrgico para abrir possíveis loculações de pus ou muco.
Fechamento da incisão. As margens da parede do cisto são suturadas à pele adjacente com pontos interrompidos utilizando fio 2-0 ou 3-0 de absorção lenta (Fig. 41-19.2).
PÓS-OPERATÓRIOCompressas frias nas primeiras 24 horas após a cirurgia podem minimizar a dor, o edema e a formação de hematomas. Após esse período, são sugeridos banhos de assen-to mornos, uma ou duas vezes ao dia, para alívio da dor e higiene da incisão. As relações sexuais devem ser evitadas até que a incisão tenha cicatrizado.
As pacientes podem ser examinadas na primeira semana após a cirurgia para ga-rantir que as margens do óstio não tenham aderido uma à outra (Novak, 1978). Após 2 a 3 semanas, a incisão sofre contração de modo a criar uma abertura para o ducto, normalmente com 5 mm ou menos. As taxas de recorrência após marsupialização normal-mente são baixas. Jacobson (1960) observou apenas quatro recorrências em sua série de 152 casos.
PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOPÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-19.1 Incisão na pele.
FIGURA 41-19.2 Parede do cisto suturada aberta.
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passage: 4. Crise vagal de moderada à severa.
5. Sangramento.
Essas complicações podem ser minimizadas atentando para os cuidados enumerados a seguir:1. Dobrar o /f_i o metálico 90º em relação à pele, /f_i xando-o com /f_i ta adesiva.
2. Transferir a paciente da sala de radiologia à sala cirúrgica com maca, assim, evitando ao máximo a sua mobilidade, particularmente, do membro superior ipsilateral na mama que sofreu agulhamento.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs cólicas são comuns após a cirurgia, e um leve sangramento pode persistir por uma se-mana. As orientações pós-operatórias são se-melhantes às descritas para crioterapia.
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passage: Após a drenagem, alguns preferem ex-plorar a cavidade com cotonete cirúrgico para abrir possíveis loculações de pus ou muco.
Fechamento da incisão. As margens da parede do cisto são suturadas à pele adjacente com pontos interrompidos utilizando fio 2-0 ou 3-0 de absorção lenta (Fig. 41-19.2).
PÓS-OPERATÓRIOCompressas frias nas primeiras 24 horas após a cirurgia podem minimizar a dor, o edema e a formação de hematomas. Após esse período, são sugeridos banhos de assen-to mornos, uma ou duas vezes ao dia, para alívio da dor e higiene da incisão. As relações sexuais devem ser evitadas até que a incisão tenha cicatrizado.
As pacientes podem ser examinadas na primeira semana após a cirurgia para ga-rantir que as margens do óstio não tenham aderido uma à outra (Novak, 1978). Após 2 a 3 semanas, a incisão sofre contração de modo a criar uma abertura para o ducto, normalmente com 5 mm ou menos. As taxas de recorrência após marsupialização normal-mente são baixas. Jacobson (1960) observou apenas quatro recorrências em sua série de 152 casos.
PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOPÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-19.1 Incisão na pele.
FIGURA 41-19.2 Parede do cisto suturada aberta.
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passage: 4. Crise vagal de moderada à severa.
5. Sangramento.
Essas complicações podem ser minimizadas atentando para os cuidados enumerados a seguir:1. Dobrar o /f_i o metálico 90º em relação à pele, /f_i xando-o com /f_i ta adesiva.
2. Transferir a paciente da sala de radiologia à sala cirúrgica com maca, assim, evitando ao máximo a sua mobilidade, particularmente, do membro superior ipsilateral na mama que sofreu agulhamento.
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passage: . Esses sintomas são indicativos de mastite ou candidíase mamária, devendo sempre ser avaliados pelo médico, para indicar o tratamento mais adequado. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs cólicas são comuns após a cirurgia, e um leve sangramento pode persistir por uma se-mana. As orientações pós-operatórias são se-melhantes às descritas para crioterapia.
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passage: Após a drenagem, alguns preferem ex-plorar a cavidade com cotonete cirúrgico para abrir possíveis loculações de pus ou muco.
Fechamento da incisão. As margens da parede do cisto são suturadas à pele adjacente com pontos interrompidos utilizando fio 2-0 ou 3-0 de absorção lenta (Fig. 41-19.2).
PÓS-OPERATÓRIOCompressas frias nas primeiras 24 horas após a cirurgia podem minimizar a dor, o edema e a formação de hematomas. Após esse período, são sugeridos banhos de assen-to mornos, uma ou duas vezes ao dia, para alívio da dor e higiene da incisão. As relações sexuais devem ser evitadas até que a incisão tenha cicatrizado.
As pacientes podem ser examinadas na primeira semana após a cirurgia para ga-rantir que as margens do óstio não tenham aderido uma à outra (Novak, 1978). Após 2 a 3 semanas, a incisão sofre contração de modo a criar uma abertura para o ducto, normalmente com 5 mm ou menos. As taxas de recorrência após marsupialização normal-mente são baixas. Jacobson (1960) observou apenas quatro recorrências em sua série de 152 casos.
PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOPÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-19.1 Incisão na pele.
FIGURA 41-19.2 Parede do cisto suturada aberta.
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passage: 4. Crise vagal de moderada à severa.
5. Sangramento.
Essas complicações podem ser minimizadas atentando para os cuidados enumerados a seguir:1. Dobrar o /f_i o metálico 90º em relação à pele, /f_i xando-o com /f_i ta adesiva.
2. Transferir a paciente da sala de radiologia à sala cirúrgica com maca, assim, evitando ao máximo a sua mobilidade, particularmente, do membro superior ipsilateral na mama que sofreu agulhamento.
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passage: . Esses sintomas são indicativos de mastite ou candidíase mamária, devendo sempre ser avaliados pelo médico, para indicar o tratamento mais adequado. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs cólicas são comuns após a cirurgia, e um leve sangramento pode persistir por uma se-mana. As orientações pós-operatórias são se-melhantes às descritas para crioterapia.
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passage: Após a drenagem, alguns preferem ex-plorar a cavidade com cotonete cirúrgico para abrir possíveis loculações de pus ou muco.
Fechamento da incisão. As margens da parede do cisto são suturadas à pele adjacente com pontos interrompidos utilizando fio 2-0 ou 3-0 de absorção lenta (Fig. 41-19.2).
PÓS-OPERATÓRIOCompressas frias nas primeiras 24 horas após a cirurgia podem minimizar a dor, o edema e a formação de hematomas. Após esse período, são sugeridos banhos de assen-to mornos, uma ou duas vezes ao dia, para alívio da dor e higiene da incisão. As relações sexuais devem ser evitadas até que a incisão tenha cicatrizado.
As pacientes podem ser examinadas na primeira semana após a cirurgia para ga-rantir que as margens do óstio não tenham aderido uma à outra (Novak, 1978). Após 2 a 3 semanas, a incisão sofre contração de modo a criar uma abertura para o ducto, normalmente com 5 mm ou menos. As taxas de recorrência após marsupialização normal-mente são baixas. Jacobson (1960) observou apenas quatro recorrências em sua série de 152 casos.
PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOPÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-19.1 Incisão na pele.
FIGURA 41-19.2 Parede do cisto suturada aberta.
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passage: 4. Crise vagal de moderada à severa.
5. Sangramento.
Essas complicações podem ser minimizadas atentando para os cuidados enumerados a seguir:1. Dobrar o /f_i o metálico 90º em relação à pele, /f_i xando-o com /f_i ta adesiva.
2. Transferir a paciente da sala de radiologia à sala cirúrgica com maca, assim, evitando ao máximo a sua mobilidade, particularmente, do membro superior ipsilateral na mama que sofreu agulhamento.
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passage: . Esses sintomas são indicativos de mastite ou candidíase mamária, devendo sempre ser avaliados pelo médico, para indicar o tratamento mais adequado. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs cólicas são comuns após a cirurgia, e um leve sangramento pode persistir por uma se-mana. As orientações pós-operatórias são se-melhantes às descritas para crioterapia.
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passage: Após a drenagem, alguns preferem ex-plorar a cavidade com cotonete cirúrgico para abrir possíveis loculações de pus ou muco.
Fechamento da incisão. As margens da parede do cisto são suturadas à pele adjacente com pontos interrompidos utilizando fio 2-0 ou 3-0 de absorção lenta (Fig. 41-19.2).
PÓS-OPERATÓRIOCompressas frias nas primeiras 24 horas após a cirurgia podem minimizar a dor, o edema e a formação de hematomas. Após esse período, são sugeridos banhos de assen-to mornos, uma ou duas vezes ao dia, para alívio da dor e higiene da incisão. As relações sexuais devem ser evitadas até que a incisão tenha cicatrizado.
As pacientes podem ser examinadas na primeira semana após a cirurgia para ga-rantir que as margens do óstio não tenham aderido uma à outra (Novak, 1978). Após 2 a 3 semanas, a incisão sofre contração de modo a criar uma abertura para o ducto, normalmente com 5 mm ou menos. As taxas de recorrência após marsupialização normal-mente são baixas. Jacobson (1960) observou apenas quatro recorrências em sua série de 152 casos.
PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOPÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-19.1 Incisão na pele.
FIGURA 41-19.2 Parede do cisto suturada aberta.
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passage: 4. Crise vagal de moderada à severa.
5. Sangramento.
Essas complicações podem ser minimizadas atentando para os cuidados enumerados a seguir:1. Dobrar o /f_i o metálico 90º em relação à pele, /f_i xando-o com /f_i ta adesiva.
2. Transferir a paciente da sala de radiologia à sala cirúrgica com maca, assim, evitando ao máximo a sua mobilidade, particularmente, do membro superior ipsilateral na mama que sofreu agulhamento.
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passage: . Esses sintomas são indicativos de mastite ou candidíase mamária, devendo sempre ser avaliados pelo médico, para indicar o tratamento mais adequado. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: Além das estruturas epiteliais, a mama é composta de es-troma colágeno e gordura em proporções variadas. A distri-buição e a concentração desses componentes estromais são responsáveis pela consistência da mama quando palpada e por suas características externas.
■ Drenagem linfáticaA drenagem linfática aferente da mama é realizada pelos sistemas dérmico, subdérmico, interlobar e pré-peitoral (Fig. 12-3 ) (Grant, 1953). Cada um deles pode ser visto como uma treliça de canais destituídos de valvas que se in-terconectam e drenam para um ou dois linfonodos axilares (linfonodos sentinelas). Em razão de esses sistemas estarem interconectados, a mama drena como uma unidade, e uma injeção de coloide corante em qualquer parte da mama, em qualquer nível, resultará no acúmulo do corante em um ou dois linfonodos axilares sentinelas. Os linfonodos axilares recebem a maior parte da drenagem linfática da mama, por isso são os mais envolvidos nas metástases de câncer de mama (Hultborn, 1955). No entanto, também existem vias alter-nativas de drenagem que não parecem estar interconectadas com outras redes e que drenam diretamente nas bacias inter-nas de linfonodos mamários, subclávios, axilares contralate-rais ou abdominais.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs cólicas são comuns após a cirurgia, e um leve sangramento pode persistir por uma se-mana. As orientações pós-operatórias são se-melhantes às descritas para crioterapia.
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passage: Após a drenagem, alguns preferem ex-plorar a cavidade com cotonete cirúrgico para abrir possíveis loculações de pus ou muco.
Fechamento da incisão. As margens da parede do cisto são suturadas à pele adjacente com pontos interrompidos utilizando fio 2-0 ou 3-0 de absorção lenta (Fig. 41-19.2).
PÓS-OPERATÓRIOCompressas frias nas primeiras 24 horas após a cirurgia podem minimizar a dor, o edema e a formação de hematomas. Após esse período, são sugeridos banhos de assen-to mornos, uma ou duas vezes ao dia, para alívio da dor e higiene da incisão. As relações sexuais devem ser evitadas até que a incisão tenha cicatrizado.
As pacientes podem ser examinadas na primeira semana após a cirurgia para ga-rantir que as margens do óstio não tenham aderido uma à outra (Novak, 1978). Após 2 a 3 semanas, a incisão sofre contração de modo a criar uma abertura para o ducto, normalmente com 5 mm ou menos. As taxas de recorrência após marsupialização normal-mente são baixas. Jacobson (1960) observou apenas quatro recorrências em sua série de 152 casos.
PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOPÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-19.1 Incisão na pele.
FIGURA 41-19.2 Parede do cisto suturada aberta.
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passage: 4. Crise vagal de moderada à severa.
5. Sangramento.
Essas complicações podem ser minimizadas atentando para os cuidados enumerados a seguir:1. Dobrar o /f_i o metálico 90º em relação à pele, /f_i xando-o com /f_i ta adesiva.
2. Transferir a paciente da sala de radiologia à sala cirúrgica com maca, assim, evitando ao máximo a sua mobilidade, particularmente, do membro superior ipsilateral na mama que sofreu agulhamento.
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passage: . Esses sintomas são indicativos de mastite ou candidíase mamária, devendo sempre ser avaliados pelo médico, para indicar o tratamento mais adequado. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: Além das estruturas epiteliais, a mama é composta de es-troma colágeno e gordura em proporções variadas. A distri-buição e a concentração desses componentes estromais são responsáveis pela consistência da mama quando palpada e por suas características externas.
■ Drenagem linfáticaA drenagem linfática aferente da mama é realizada pelos sistemas dérmico, subdérmico, interlobar e pré-peitoral (Fig. 12-3 ) (Grant, 1953). Cada um deles pode ser visto como uma treliça de canais destituídos de valvas que se in-terconectam e drenam para um ou dois linfonodos axilares (linfonodos sentinelas). Em razão de esses sistemas estarem interconectados, a mama drena como uma unidade, e uma injeção de coloide corante em qualquer parte da mama, em qualquer nível, resultará no acúmulo do corante em um ou dois linfonodos axilares sentinelas. Os linfonodos axilares recebem a maior parte da drenagem linfática da mama, por isso são os mais envolvidos nas metástases de câncer de mama (Hultborn, 1955). No entanto, também existem vias alter-nativas de drenagem que não parecem estar interconectadas com outras redes e que drenam diretamente nas bacias inter-nas de linfonodos mamários, subclávios, axilares contralate-rais ou abdominais.
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passage: Questões de Revisão1. B2. B3. C4. E5. A6. Uma opção é simplesmente a acne; outra possibilidade, mais significativa, é um cistobranquial. Estes estão normalmente localizados ao longo da borda anterior do músculoesternocleidomastoídeo. Uma possível razão para sua manifestação tardia é que asmesmas condições que resultaram em acne no menino causaram uma reação simultâneana epiderme que reveste o cisto.
7. Em primeiro lugar, todos os epitélios que revestem o cisto devem ser removidos, ou osremanescentes poderiam formar um novo cisto e os sintomas tornariam a aparecer. Ocirurgião também deve determinar se o cisto é isolado e não está ligado à faringe atravésde um seio, o que resultaria na persistência da bolsa faríngea correspondente.
8. Parte das secreções das glândulas lacrimais penetra nos dutos nasolacrimais, quelevam o líquido lacrimal para a cavidade nasal.
9. Por volta de 10 semanas, todos os processos de fusão dos primórdios da face já foramconcluídos. A causa dos defeitos poderia, quase certamente, ser atribuída a algo queinfluenciou o embrião muito antes do momento em que a terapia anticonvulsionante foiiniciada, provavelmente antes da sétima semana de gravidez.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs cólicas são comuns após a cirurgia, e um leve sangramento pode persistir por uma se-mana. As orientações pós-operatórias são se-melhantes às descritas para crioterapia.
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passage: Após a drenagem, alguns preferem ex-plorar a cavidade com cotonete cirúrgico para abrir possíveis loculações de pus ou muco.
Fechamento da incisão. As margens da parede do cisto são suturadas à pele adjacente com pontos interrompidos utilizando fio 2-0 ou 3-0 de absorção lenta (Fig. 41-19.2).
PÓS-OPERATÓRIOCompressas frias nas primeiras 24 horas após a cirurgia podem minimizar a dor, o edema e a formação de hematomas. Após esse período, são sugeridos banhos de assen-to mornos, uma ou duas vezes ao dia, para alívio da dor e higiene da incisão. As relações sexuais devem ser evitadas até que a incisão tenha cicatrizado.
As pacientes podem ser examinadas na primeira semana após a cirurgia para ga-rantir que as margens do óstio não tenham aderido uma à outra (Novak, 1978). Após 2 a 3 semanas, a incisão sofre contração de modo a criar uma abertura para o ducto, normalmente com 5 mm ou menos. As taxas de recorrência após marsupialização normal-mente são baixas. Jacobson (1960) observou apenas quatro recorrências em sua série de 152 casos.
PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOPÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-19.1 Incisão na pele.
FIGURA 41-19.2 Parede do cisto suturada aberta.
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passage: 4. Crise vagal de moderada à severa.
5. Sangramento.
Essas complicações podem ser minimizadas atentando para os cuidados enumerados a seguir:1. Dobrar o /f_i o metálico 90º em relação à pele, /f_i xando-o com /f_i ta adesiva.
2. Transferir a paciente da sala de radiologia à sala cirúrgica com maca, assim, evitando ao máximo a sua mobilidade, particularmente, do membro superior ipsilateral na mama que sofreu agulhamento.
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passage: . Esses sintomas são indicativos de mastite ou candidíase mamária, devendo sempre ser avaliados pelo médico, para indicar o tratamento mais adequado. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: Além das estruturas epiteliais, a mama é composta de es-troma colágeno e gordura em proporções variadas. A distri-buição e a concentração desses componentes estromais são responsáveis pela consistência da mama quando palpada e por suas características externas.
■ Drenagem linfáticaA drenagem linfática aferente da mama é realizada pelos sistemas dérmico, subdérmico, interlobar e pré-peitoral (Fig. 12-3 ) (Grant, 1953). Cada um deles pode ser visto como uma treliça de canais destituídos de valvas que se in-terconectam e drenam para um ou dois linfonodos axilares (linfonodos sentinelas). Em razão de esses sistemas estarem interconectados, a mama drena como uma unidade, e uma injeção de coloide corante em qualquer parte da mama, em qualquer nível, resultará no acúmulo do corante em um ou dois linfonodos axilares sentinelas. Os linfonodos axilares recebem a maior parte da drenagem linfática da mama, por isso são os mais envolvidos nas metástases de câncer de mama (Hultborn, 1955). No entanto, também existem vias alter-nativas de drenagem que não parecem estar interconectadas com outras redes e que drenam diretamente nas bacias inter-nas de linfonodos mamários, subclávios, axilares contralate-rais ou abdominais.
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passage: Questões de Revisão1. B2. B3. C4. E5. A6. Uma opção é simplesmente a acne; outra possibilidade, mais significativa, é um cistobranquial. Estes estão normalmente localizados ao longo da borda anterior do músculoesternocleidomastoídeo. Uma possível razão para sua manifestação tardia é que asmesmas condições que resultaram em acne no menino causaram uma reação simultâneana epiderme que reveste o cisto.
7. Em primeiro lugar, todos os epitélios que revestem o cisto devem ser removidos, ou osremanescentes poderiam formar um novo cisto e os sintomas tornariam a aparecer. Ocirurgião também deve determinar se o cisto é isolado e não está ligado à faringe atravésde um seio, o que resultaria na persistência da bolsa faríngea correspondente.
8. Parte das secreções das glândulas lacrimais penetra nos dutos nasolacrimais, quelevam o líquido lacrimal para a cavidade nasal.
9. Por volta de 10 semanas, todos os processos de fusão dos primórdios da face já foramconcluídos. A causa dos defeitos poderia, quase certamente, ser atribuída a algo queinfluenciou o embrião muito antes do momento em que a terapia anticonvulsionante foiiniciada, provavelmente antes da sétima semana de gravidez.
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passage: A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica.
■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório.
AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs cólicas são comuns após a cirurgia, e um leve sangramento pode persistir por uma se-mana. As orientações pós-operatórias são se-melhantes às descritas para crioterapia.
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passage: Após a drenagem, alguns preferem ex-plorar a cavidade com cotonete cirúrgico para abrir possíveis loculações de pus ou muco.
Fechamento da incisão. As margens da parede do cisto são suturadas à pele adjacente com pontos interrompidos utilizando fio 2-0 ou 3-0 de absorção lenta (Fig. 41-19.2).
PÓS-OPERATÓRIOCompressas frias nas primeiras 24 horas após a cirurgia podem minimizar a dor, o edema e a formação de hematomas. Após esse período, são sugeridos banhos de assen-to mornos, uma ou duas vezes ao dia, para alívio da dor e higiene da incisão. As relações sexuais devem ser evitadas até que a incisão tenha cicatrizado.
As pacientes podem ser examinadas na primeira semana após a cirurgia para ga-rantir que as margens do óstio não tenham aderido uma à outra (Novak, 1978). Após 2 a 3 semanas, a incisão sofre contração de modo a criar uma abertura para o ducto, normalmente com 5 mm ou menos. As taxas de recorrência após marsupialização normal-mente são baixas. Jacobson (1960) observou apenas quatro recorrências em sua série de 152 casos.
PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOPÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-19.1 Incisão na pele.
FIGURA 41-19.2 Parede do cisto suturada aberta.
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passage: 4. Crise vagal de moderada à severa.
5. Sangramento.
Essas complicações podem ser minimizadas atentando para os cuidados enumerados a seguir:1. Dobrar o /f_i o metálico 90º em relação à pele, /f_i xando-o com /f_i ta adesiva.
2. Transferir a paciente da sala de radiologia à sala cirúrgica com maca, assim, evitando ao máximo a sua mobilidade, particularmente, do membro superior ipsilateral na mama que sofreu agulhamento.
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passage: . Esses sintomas são indicativos de mastite ou candidíase mamária, devendo sempre ser avaliados pelo médico, para indicar o tratamento mais adequado. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: Além das estruturas epiteliais, a mama é composta de es-troma colágeno e gordura em proporções variadas. A distri-buição e a concentração desses componentes estromais são responsáveis pela consistência da mama quando palpada e por suas características externas.
■ Drenagem linfáticaA drenagem linfática aferente da mama é realizada pelos sistemas dérmico, subdérmico, interlobar e pré-peitoral (Fig. 12-3 ) (Grant, 1953). Cada um deles pode ser visto como uma treliça de canais destituídos de valvas que se in-terconectam e drenam para um ou dois linfonodos axilares (linfonodos sentinelas). Em razão de esses sistemas estarem interconectados, a mama drena como uma unidade, e uma injeção de coloide corante em qualquer parte da mama, em qualquer nível, resultará no acúmulo do corante em um ou dois linfonodos axilares sentinelas. Os linfonodos axilares recebem a maior parte da drenagem linfática da mama, por isso são os mais envolvidos nas metástases de câncer de mama (Hultborn, 1955). No entanto, também existem vias alter-nativas de drenagem que não parecem estar interconectadas com outras redes e que drenam diretamente nas bacias inter-nas de linfonodos mamários, subclávios, axilares contralate-rais ou abdominais.
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passage: Questões de Revisão1. B2. B3. C4. E5. A6. Uma opção é simplesmente a acne; outra possibilidade, mais significativa, é um cistobranquial. Estes estão normalmente localizados ao longo da borda anterior do músculoesternocleidomastoídeo. Uma possível razão para sua manifestação tardia é que asmesmas condições que resultaram em acne no menino causaram uma reação simultâneana epiderme que reveste o cisto.
7. Em primeiro lugar, todos os epitélios que revestem o cisto devem ser removidos, ou osremanescentes poderiam formar um novo cisto e os sintomas tornariam a aparecer. Ocirurgião também deve determinar se o cisto é isolado e não está ligado à faringe atravésde um seio, o que resultaria na persistência da bolsa faríngea correspondente.
8. Parte das secreções das glândulas lacrimais penetra nos dutos nasolacrimais, quelevam o líquido lacrimal para a cavidade nasal.
9. Por volta de 10 semanas, todos os processos de fusão dos primórdios da face já foramconcluídos. A causa dos defeitos poderia, quase certamente, ser atribuída a algo queinfluenciou o embrião muito antes do momento em que a terapia anticonvulsionante foiiniciada, provavelmente antes da sétima semana de gravidez.
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passage: A mastite focal pode ser resultante de galactocele infecta-da. Geralmente palpa-se uma massa de consistência amoleci-da no sítio do eritema cutâneo. Em geral fazem-se necessárias aspiração da galactocele com agulha e antibioticoterapia, mas recorrência ou progressão podem determinar a indicação de drenagem cirúrgica.
■ Infecções não puerperaisCeluliteA celulite não complicada em uma mama não irradiada em um quadro não puerperal é rara. Portanto, se ocorrer, exames de imagem e biópsia devem ser realizados imediatamente para excluir câncer de mama inflamatório.
AbscessoOs abscessos não puerperais da mama em geral são classificados como periféricos ou subareolares. Os abscessos periféricos cos-tumam ser infecções cutâneas, como foliculite ou infecção de cistos de inclusão epidérmica, ou de glândulas de Montgomery. T odos esses abscessos são adequadamente tratados com drena-gem além dos antibióticos discutidos na seção anterior.
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passage: São feitas incisões através da pele, pe-netrando a gordura subcutânea. Desenvolve--se um retalho para incluir tecido adiposo de base, mobilizado medialmente de modo a cobrir a falha cirúrgica (Fig. 44-30.5). Ao re-posicionar o retalho (como mostrado na seta), a linha CE é girada medialmente para sobre-por à linha AB e presa por meio de suturas de fixação nos vértices CA e EB. As margens do retalho são reaproximadas com pontos acol-choados verticais e sutura de fio 0 de absorção lenta (Fig. 44-30.6). Geralmente, o excesso de tecido dobrando nos ângulos precisa ser mui-to aparado para permitir um contorno razoa-velmente suave, sendo necessário para ajudar no fechamento das falhas restantes acima e abaixo do retalho. Finalmente, coloca-se um dreno de sucção no sítio doador para impedir seromas causados por dissecção extensa de te-cidos que, de outro modo, poderiam resultar na deiscência da incisão.
PÓS-OPERATÓRIOAs pacientes devem ser mantidas relativa-mente imóveis nos primeiros 5 a 7 dias do pós-operatório para evitar tensão na recons-trução. A drenagem por cateter de Foley tam-bém continua durante esses dias iniciais do pós-operatório. Uma dieta com poucos resí-duos, comprimidos de hidrocloreto de difeno-xilato (Lomotil) ou hidrocloreto de loperami-PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-30.2 Enxerto de pele em meia espessura.
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Olá! Entendo sua preocupação com a mama após a cotovelada e a cirurgia de drenagem. É importante avaliarmos alguns pontos para entender o que está acontecendo e garantir que você receba o cuidado adequado.
Primeiramente, a cotovelada pode ter causado um hematoma, que é um acúmulo de sangue, e isso pode ter levado à inflamação e ao endurecimento da mama. O "vermelhão" que você notou também pode ser um sinal de inflamação ou até mesmo de infecção.
A cirurgia de drenagem foi importante para remover o líquido acumulado, mas é relativamente comum que a mama continue inchada e dura por um tempo após o procedimento. A área próxima ao braço, que você mencionou, é onde se localizam os linfonodos axilares, responsáveis pela drenagem linfática da mama. A inflamação ou obstrução desses linfonodos pode causar inchaço e endurecimento nessa região.
O fato de estar acontecendo apenas em um lado da mama é algo que merece atenção. Embora seja esperado algum inchaço após a cirurgia, a persistência da dureza e o inchaço localizado podem indicar algumas possibilidades:
* **Processo inflamatório persistente:** Mesmo após a drenagem, a área pode continuar inflamada.
* **Formação de novas áreas de acúmulo de líquido:** É possível que, apesar da drenagem, pequenas áreas de acúmulo de líquido ainda existam.
* **Linfedema:** Se os vasos linfáticos foram afetados, pode ocorrer um acúmulo de líquido linfático, causando o inchaço.
* **Infecção:** Embora menos comum, a persistência dos sintomas pode indicar uma infecção.
**O que eu recomendo:**
1. **Entre em contato com o médico que realizou a cirurgia:** Ele é a melhor pessoa para avaliar sua situação, pois conhece os detalhes do procedimento e pode examinar a mama para identificar a causa do inchaço e da dureza.
2. **Siga as orientações pós-operatórias:** Continue com as compressas frias nas primeiras 24 horas, caso ainda sinta dor, e depois faça banhos de assento mornos para aliviar a dor e manter a higiene da incisão.
3. **Evite relações sexuais:** É importante evitar relações sexuais até que a incisão esteja completamente cicatrizada.
É fundamental que você seja avaliada o mais breve possível para descartar complicações e receber o tratamento adequado. Não hesite em procurar ajuda médica se os sintomas persistirem ou piorarem.
Se precisar de ajuda para agendar uma consulta com um obstetra, posso te ajudar a encontrar um profissional na sua região.
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12,318
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Estou na menopausa, mas como tive trombose há mais de anos, meu ginecologista não me recomendou a reposição hormonal. Corro o risco de ter trombose novamente caso faça a reposição?
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Olá, boa tarde. Caso haja histórico pessoal de trombose, a terapia de reposição hormonal é absolutamente contraindicada. Converse com um ginecologista de confiança para decidir sobre um tratamento alternativo.
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passage: A terapia de reposição hormonal (TH) pós-menopáusica também parece aumentar a incidência pós-cirúrgica de TEV . Grady e colaboradores (2000) estimam aumento de cinco vezes no risco de evolução com episódio de trombose venosa durante os primeiros 90 dias após cirurgia de paciente interna-da. Assim, as mulheres devem ser orientadas apropriadamente sobre esse risco pós-operatório adicional, mas o valor real e a duração da interrupção da TH para anular esse aumento no risco não foram determinados.
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passage: A terapia de reposição hormonal (TH) pós-menopáusica também parece aumentar a incidência pós-cirúrgica de TEV . Grady e colaboradores (2000) estimam aumento de cinco vezes no risco de evolução com episódio de trombose venosa durante os primeiros 90 dias após cirurgia de paciente interna-da. Assim, as mulheres devem ser orientadas apropriadamente sobre esse risco pós-operatório adicional, mas o valor real e a duração da interrupção da TH para anular esse aumento no risco não foram determinados.
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passage: . A trombose é uma condição grave que pode colocar a vida em risco. Por isso, antes de iniciar o anticoncepcional, é recomendado consultar um ginecologista, que é o médico mais indicado para auxiliar na escolha do método contraceptivo mais adequado para cada mulher. Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o ginecologista mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. É importante informar ao médico corretamente sobre o histórico de saúde, especialmente caso existam doenças da coagulação do sangue. Além disso, deve-se usar o anticoncepcional de acordo com as suas orientações para evitar o risco de trombose. O que fazer em caso de suspeita Em caso de suspeita de trombose, é recomendado procurar uma emergência para avaliação. O médico poderá indicar exames, como ultrassom, tomografia e exames de sangue, para confirmar o diagnóstico. Embora não exista um exame que confirme que a trombose foi provocada pelo anticoncepcional, suspeita-se da pílula quando outras causas mais prováveis para a trombose não foram encontradas. Veja as possíveis causas de trombose
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passage: A terapia de reposição hormonal (TH) pós-menopáusica também parece aumentar a incidência pós-cirúrgica de TEV . Grady e colaboradores (2000) estimam aumento de cinco vezes no risco de evolução com episódio de trombose venosa durante os primeiros 90 dias após cirurgia de paciente interna-da. Assim, as mulheres devem ser orientadas apropriadamente sobre esse risco pós-operatório adicional, mas o valor real e a duração da interrupção da TH para anular esse aumento no risco não foram determinados.
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passage: . A trombose é uma condição grave que pode colocar a vida em risco. Por isso, antes de iniciar o anticoncepcional, é recomendado consultar um ginecologista, que é o médico mais indicado para auxiliar na escolha do método contraceptivo mais adequado para cada mulher. Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o ginecologista mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. É importante informar ao médico corretamente sobre o histórico de saúde, especialmente caso existam doenças da coagulação do sangue. Além disso, deve-se usar o anticoncepcional de acordo com as suas orientações para evitar o risco de trombose. O que fazer em caso de suspeita Em caso de suspeita de trombose, é recomendado procurar uma emergência para avaliação. O médico poderá indicar exames, como ultrassom, tomografia e exames de sangue, para confirmar o diagnóstico. Embora não exista um exame que confirme que a trombose foi provocada pelo anticoncepcional, suspeita-se da pílula quando outras causas mais prováveis para a trombose não foram encontradas. Veja as possíveis causas de trombose
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passage: ABORDAGEM ATUAL PARA ADMINISTRAÇÃO DE REPOSIÇÃO HORMONAL ■ Resumo dos riscos e benefíciosAtualmente, como resultado desses e de outros estudos, os mé-dicos estão mais bem informados sobre riscos e benefícios do TH. Nas inúmeras revisões e discussões que ocorreram depois do estudo WHI, a maior parte dos médicos concorda que o TH está associado a aumento no risco de DCC em menopáu-sicas de mais idade, e a aumento no risco de AVE, trombo-embolismo venoso e colecistite. Aparentemente, o câncer de mama é fator de risco nos casos de uso em longo prazo ( .5 anos). Dois estudos revelaram aumento no risco de câncer ova-riano em casos de uso em longo prazo (. 10 anos), porém não no uso em curto prazo ( , 5 anos) (Danforth, 2007; Lacey, 2006). Entretanto, outros estudos não confirmaram esse risco (Noller, 2002).
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passage: A terapia de reposição hormonal (TH) pós-menopáusica também parece aumentar a incidência pós-cirúrgica de TEV . Grady e colaboradores (2000) estimam aumento de cinco vezes no risco de evolução com episódio de trombose venosa durante os primeiros 90 dias após cirurgia de paciente interna-da. Assim, as mulheres devem ser orientadas apropriadamente sobre esse risco pós-operatório adicional, mas o valor real e a duração da interrupção da TH para anular esse aumento no risco não foram determinados.
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passage: . A trombose é uma condição grave que pode colocar a vida em risco. Por isso, antes de iniciar o anticoncepcional, é recomendado consultar um ginecologista, que é o médico mais indicado para auxiliar na escolha do método contraceptivo mais adequado para cada mulher. Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o ginecologista mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. É importante informar ao médico corretamente sobre o histórico de saúde, especialmente caso existam doenças da coagulação do sangue. Além disso, deve-se usar o anticoncepcional de acordo com as suas orientações para evitar o risco de trombose. O que fazer em caso de suspeita Em caso de suspeita de trombose, é recomendado procurar uma emergência para avaliação. O médico poderá indicar exames, como ultrassom, tomografia e exames de sangue, para confirmar o diagnóstico. Embora não exista um exame que confirme que a trombose foi provocada pelo anticoncepcional, suspeita-se da pílula quando outras causas mais prováveis para a trombose não foram encontradas. Veja as possíveis causas de trombose
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passage: ABORDAGEM ATUAL PARA ADMINISTRAÇÃO DE REPOSIÇÃO HORMONAL ■ Resumo dos riscos e benefíciosAtualmente, como resultado desses e de outros estudos, os mé-dicos estão mais bem informados sobre riscos e benefícios do TH. Nas inúmeras revisões e discussões que ocorreram depois do estudo WHI, a maior parte dos médicos concorda que o TH está associado a aumento no risco de DCC em menopáu-sicas de mais idade, e a aumento no risco de AVE, trombo-embolismo venoso e colecistite. Aparentemente, o câncer de mama é fator de risco nos casos de uso em longo prazo ( .5 anos). Dois estudos revelaram aumento no risco de câncer ova-riano em casos de uso em longo prazo (. 10 anos), porém não no uso em curto prazo ( , 5 anos) (Danforth, 2007; Lacey, 2006). Entretanto, outros estudos não confirmaram esse risco (Noller, 2002).
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passage: . Caso estes sintomas sejam intensos ou persistentes, deve-se conversar com o ginecologista para avaliar a possibilidade de ajustes ou mudança do medicamento. Quem não deve usar O Aixa, assim como outros anticoncepcionais hormonais, devem ser evitados em casos de história de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar, que tenham história de enxaqueca com aura, idade maior que 35 anos, que sejam tabagistas ou que tenham qualquer doença que aumente o risco de trombose, como diabetes ou hipertensão arterial graves, já que o risco pode se tornar ainda maior. Nestes casos ou sempre que houver dúvidas, é importante conversar com o ginecologista para maiores esclarecimentos.
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passage: A terapia de reposição hormonal (TH) pós-menopáusica também parece aumentar a incidência pós-cirúrgica de TEV . Grady e colaboradores (2000) estimam aumento de cinco vezes no risco de evolução com episódio de trombose venosa durante os primeiros 90 dias após cirurgia de paciente interna-da. Assim, as mulheres devem ser orientadas apropriadamente sobre esse risco pós-operatório adicional, mas o valor real e a duração da interrupção da TH para anular esse aumento no risco não foram determinados.
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passage: . A trombose é uma condição grave que pode colocar a vida em risco. Por isso, antes de iniciar o anticoncepcional, é recomendado consultar um ginecologista, que é o médico mais indicado para auxiliar na escolha do método contraceptivo mais adequado para cada mulher. Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o ginecologista mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. É importante informar ao médico corretamente sobre o histórico de saúde, especialmente caso existam doenças da coagulação do sangue. Além disso, deve-se usar o anticoncepcional de acordo com as suas orientações para evitar o risco de trombose. O que fazer em caso de suspeita Em caso de suspeita de trombose, é recomendado procurar uma emergência para avaliação. O médico poderá indicar exames, como ultrassom, tomografia e exames de sangue, para confirmar o diagnóstico. Embora não exista um exame que confirme que a trombose foi provocada pelo anticoncepcional, suspeita-se da pílula quando outras causas mais prováveis para a trombose não foram encontradas. Veja as possíveis causas de trombose
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passage: ABORDAGEM ATUAL PARA ADMINISTRAÇÃO DE REPOSIÇÃO HORMONAL ■ Resumo dos riscos e benefíciosAtualmente, como resultado desses e de outros estudos, os mé-dicos estão mais bem informados sobre riscos e benefícios do TH. Nas inúmeras revisões e discussões que ocorreram depois do estudo WHI, a maior parte dos médicos concorda que o TH está associado a aumento no risco de DCC em menopáu-sicas de mais idade, e a aumento no risco de AVE, trombo-embolismo venoso e colecistite. Aparentemente, o câncer de mama é fator de risco nos casos de uso em longo prazo ( .5 anos). Dois estudos revelaram aumento no risco de câncer ova-riano em casos de uso em longo prazo (. 10 anos), porém não no uso em curto prazo ( , 5 anos) (Danforth, 2007; Lacey, 2006). Entretanto, outros estudos não confirmaram esse risco (Noller, 2002).
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passage: . Caso estes sintomas sejam intensos ou persistentes, deve-se conversar com o ginecologista para avaliar a possibilidade de ajustes ou mudança do medicamento. Quem não deve usar O Aixa, assim como outros anticoncepcionais hormonais, devem ser evitados em casos de história de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar, que tenham história de enxaqueca com aura, idade maior que 35 anos, que sejam tabagistas ou que tenham qualquer doença que aumente o risco de trombose, como diabetes ou hipertensão arterial graves, já que o risco pode se tornar ainda maior. Nestes casos ou sempre que houver dúvidas, é importante conversar com o ginecologista para maiores esclarecimentos.
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passage: Referências1. Baber RJ, Panay N, Fenton A; IMS Writing Group. 2016 IMS Recommendations on women’s midlife health and menopause hormone therapy. Climacteric. 2016;19(2):109–50.
2. de Villiers TJ, Hall JE, Pinkerton JV, Pérez SC, Rees M, Yang C, et al. Revised global consensus statement on menopausal hormone therapy. Maturitas. 2016; 91:153–5.
3. The NAMS 2017 Hormone Therapy Position Statement Advisory Panel. The 2017 hormone therapy position statement of The North American Menopause Society. Menopause. 2017;24(7):728–53.
4. Wender MC, Pompei LM, Fernandes CE, Associação Brasileira de Climatério (SOBRAC). Consenso brasileiro de terapêutica hormonal da menopausa. São Paulo: Leitura Médica; 2014.
5. Rossouw JE, Prentice RL, Manson JE, Wu L, Barad D, Barnabei VM, et al. Postmenopausal hormone therapy and risk of cardiovascular disease by age and years since menopause. JAMA. 2007;297(13):1465–77.
6. Maclennan AH, Broadbent JL, Lester S, Moore V. Oral oestrogen and combined oestrogen/progestogen therapy versus placebo for hot flushes. Cochrane Database Syst Rev. 2004 Oct 18;(4):CD002978. Review.
7. Nappi RE, Kokot-Kierepa M. Vaginal Health: Insights, Views & Attitudes (VIVA) - results from an international survey. Climacteric. 2012;15(1):36–44.
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passage: A terapia de reposição hormonal (TH) pós-menopáusica também parece aumentar a incidência pós-cirúrgica de TEV . Grady e colaboradores (2000) estimam aumento de cinco vezes no risco de evolução com episódio de trombose venosa durante os primeiros 90 dias após cirurgia de paciente interna-da. Assim, as mulheres devem ser orientadas apropriadamente sobre esse risco pós-operatório adicional, mas o valor real e a duração da interrupção da TH para anular esse aumento no risco não foram determinados.
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passage: . A trombose é uma condição grave que pode colocar a vida em risco. Por isso, antes de iniciar o anticoncepcional, é recomendado consultar um ginecologista, que é o médico mais indicado para auxiliar na escolha do método contraceptivo mais adequado para cada mulher. Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o ginecologista mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. É importante informar ao médico corretamente sobre o histórico de saúde, especialmente caso existam doenças da coagulação do sangue. Além disso, deve-se usar o anticoncepcional de acordo com as suas orientações para evitar o risco de trombose. O que fazer em caso de suspeita Em caso de suspeita de trombose, é recomendado procurar uma emergência para avaliação. O médico poderá indicar exames, como ultrassom, tomografia e exames de sangue, para confirmar o diagnóstico. Embora não exista um exame que confirme que a trombose foi provocada pelo anticoncepcional, suspeita-se da pílula quando outras causas mais prováveis para a trombose não foram encontradas. Veja as possíveis causas de trombose
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passage: ABORDAGEM ATUAL PARA ADMINISTRAÇÃO DE REPOSIÇÃO HORMONAL ■ Resumo dos riscos e benefíciosAtualmente, como resultado desses e de outros estudos, os mé-dicos estão mais bem informados sobre riscos e benefícios do TH. Nas inúmeras revisões e discussões que ocorreram depois do estudo WHI, a maior parte dos médicos concorda que o TH está associado a aumento no risco de DCC em menopáu-sicas de mais idade, e a aumento no risco de AVE, trombo-embolismo venoso e colecistite. Aparentemente, o câncer de mama é fator de risco nos casos de uso em longo prazo ( .5 anos). Dois estudos revelaram aumento no risco de câncer ova-riano em casos de uso em longo prazo (. 10 anos), porém não no uso em curto prazo ( , 5 anos) (Danforth, 2007; Lacey, 2006). Entretanto, outros estudos não confirmaram esse risco (Noller, 2002).
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passage: . Caso estes sintomas sejam intensos ou persistentes, deve-se conversar com o ginecologista para avaliar a possibilidade de ajustes ou mudança do medicamento. Quem não deve usar O Aixa, assim como outros anticoncepcionais hormonais, devem ser evitados em casos de história de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar, que tenham história de enxaqueca com aura, idade maior que 35 anos, que sejam tabagistas ou que tenham qualquer doença que aumente o risco de trombose, como diabetes ou hipertensão arterial graves, já que o risco pode se tornar ainda maior. Nestes casos ou sempre que houver dúvidas, é importante conversar com o ginecologista para maiores esclarecimentos.
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passage: Referências1. Baber RJ, Panay N, Fenton A; IMS Writing Group. 2016 IMS Recommendations on women’s midlife health and menopause hormone therapy. Climacteric. 2016;19(2):109–50.
2. de Villiers TJ, Hall JE, Pinkerton JV, Pérez SC, Rees M, Yang C, et al. Revised global consensus statement on menopausal hormone therapy. Maturitas. 2016; 91:153–5.
3. The NAMS 2017 Hormone Therapy Position Statement Advisory Panel. The 2017 hormone therapy position statement of The North American Menopause Society. Menopause. 2017;24(7):728–53.
4. Wender MC, Pompei LM, Fernandes CE, Associação Brasileira de Climatério (SOBRAC). Consenso brasileiro de terapêutica hormonal da menopausa. São Paulo: Leitura Médica; 2014.
5. Rossouw JE, Prentice RL, Manson JE, Wu L, Barad D, Barnabei VM, et al. Postmenopausal hormone therapy and risk of cardiovascular disease by age and years since menopause. JAMA. 2007;297(13):1465–77.
6. Maclennan AH, Broadbent JL, Lester S, Moore V. Oral oestrogen and combined oestrogen/progestogen therapy versus placebo for hot flushes. Cochrane Database Syst Rev. 2004 Oct 18;(4):CD002978. Review.
7. Nappi RE, Kokot-Kierepa M. Vaginal Health: Insights, Views & Attitudes (VIVA) - results from an international survey. Climacteric. 2012;15(1):36–44.
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passage: Se a administração de EEC ou de EEC mais AMC me-lhora a saúde cardiovascular de mulheres com menopausa re-cente é algo a ser confirmado definitivamente. No momento, as evidências são insuficientes para sugerir iniciar ou manter tratamento em longo prazo com EEC ou EEC mais AMC para prevenção primária de DCC. Embora esta tenha sido a principal conclusão do ensaio, os resultados levaram à restrição no uso de TH mesmo para mulheres saudáveis com sintomas vasomotores desagradáveis no momento da menopausa. Si-multaneamente com o WHI, um estudo estruturado de forma semelhante, o Women’s International Study of Long Duration Oestrogen after Menopause (WISDOM), iniciou o registro de pacientes em 1999. Esse ensaio foi encerrado prematuramente em consequência da publicação dos achados do WHI. Após analisar dados coletados nesse estudo, Vickers e colaboradores (2007) concluíram que a terapia de reposição hormonal au-menta o risco cardiovascular e tromboembólico nos casos em que seu início ocorre muitos anos após a menopausa.
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passage: A terapia de reposição hormonal (TH) pós-menopáusica também parece aumentar a incidência pós-cirúrgica de TEV . Grady e colaboradores (2000) estimam aumento de cinco vezes no risco de evolução com episódio de trombose venosa durante os primeiros 90 dias após cirurgia de paciente interna-da. Assim, as mulheres devem ser orientadas apropriadamente sobre esse risco pós-operatório adicional, mas o valor real e a duração da interrupção da TH para anular esse aumento no risco não foram determinados.
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passage: . A trombose é uma condição grave que pode colocar a vida em risco. Por isso, antes de iniciar o anticoncepcional, é recomendado consultar um ginecologista, que é o médico mais indicado para auxiliar na escolha do método contraceptivo mais adequado para cada mulher. Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o ginecologista mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. É importante informar ao médico corretamente sobre o histórico de saúde, especialmente caso existam doenças da coagulação do sangue. Além disso, deve-se usar o anticoncepcional de acordo com as suas orientações para evitar o risco de trombose. O que fazer em caso de suspeita Em caso de suspeita de trombose, é recomendado procurar uma emergência para avaliação. O médico poderá indicar exames, como ultrassom, tomografia e exames de sangue, para confirmar o diagnóstico. Embora não exista um exame que confirme que a trombose foi provocada pelo anticoncepcional, suspeita-se da pílula quando outras causas mais prováveis para a trombose não foram encontradas. Veja as possíveis causas de trombose
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passage: ABORDAGEM ATUAL PARA ADMINISTRAÇÃO DE REPOSIÇÃO HORMONAL ■ Resumo dos riscos e benefíciosAtualmente, como resultado desses e de outros estudos, os mé-dicos estão mais bem informados sobre riscos e benefícios do TH. Nas inúmeras revisões e discussões que ocorreram depois do estudo WHI, a maior parte dos médicos concorda que o TH está associado a aumento no risco de DCC em menopáu-sicas de mais idade, e a aumento no risco de AVE, trombo-embolismo venoso e colecistite. Aparentemente, o câncer de mama é fator de risco nos casos de uso em longo prazo ( .5 anos). Dois estudos revelaram aumento no risco de câncer ova-riano em casos de uso em longo prazo (. 10 anos), porém não no uso em curto prazo ( , 5 anos) (Danforth, 2007; Lacey, 2006). Entretanto, outros estudos não confirmaram esse risco (Noller, 2002).
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passage: . Caso estes sintomas sejam intensos ou persistentes, deve-se conversar com o ginecologista para avaliar a possibilidade de ajustes ou mudança do medicamento. Quem não deve usar O Aixa, assim como outros anticoncepcionais hormonais, devem ser evitados em casos de história de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar, que tenham história de enxaqueca com aura, idade maior que 35 anos, que sejam tabagistas ou que tenham qualquer doença que aumente o risco de trombose, como diabetes ou hipertensão arterial graves, já que o risco pode se tornar ainda maior. Nestes casos ou sempre que houver dúvidas, é importante conversar com o ginecologista para maiores esclarecimentos.
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passage: Referências1. Baber RJ, Panay N, Fenton A; IMS Writing Group. 2016 IMS Recommendations on women’s midlife health and menopause hormone therapy. Climacteric. 2016;19(2):109–50.
2. de Villiers TJ, Hall JE, Pinkerton JV, Pérez SC, Rees M, Yang C, et al. Revised global consensus statement on menopausal hormone therapy. Maturitas. 2016; 91:153–5.
3. The NAMS 2017 Hormone Therapy Position Statement Advisory Panel. The 2017 hormone therapy position statement of The North American Menopause Society. Menopause. 2017;24(7):728–53.
4. Wender MC, Pompei LM, Fernandes CE, Associação Brasileira de Climatério (SOBRAC). Consenso brasileiro de terapêutica hormonal da menopausa. São Paulo: Leitura Médica; 2014.
5. Rossouw JE, Prentice RL, Manson JE, Wu L, Barad D, Barnabei VM, et al. Postmenopausal hormone therapy and risk of cardiovascular disease by age and years since menopause. JAMA. 2007;297(13):1465–77.
6. Maclennan AH, Broadbent JL, Lester S, Moore V. Oral oestrogen and combined oestrogen/progestogen therapy versus placebo for hot flushes. Cochrane Database Syst Rev. 2004 Oct 18;(4):CD002978. Review.
7. Nappi RE, Kokot-Kierepa M. Vaginal Health: Insights, Views & Attitudes (VIVA) - results from an international survey. Climacteric. 2012;15(1):36–44.
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passage: Se a administração de EEC ou de EEC mais AMC me-lhora a saúde cardiovascular de mulheres com menopausa re-cente é algo a ser confirmado definitivamente. No momento, as evidências são insuficientes para sugerir iniciar ou manter tratamento em longo prazo com EEC ou EEC mais AMC para prevenção primária de DCC. Embora esta tenha sido a principal conclusão do ensaio, os resultados levaram à restrição no uso de TH mesmo para mulheres saudáveis com sintomas vasomotores desagradáveis no momento da menopausa. Si-multaneamente com o WHI, um estudo estruturado de forma semelhante, o Women’s International Study of Long Duration Oestrogen after Menopause (WISDOM), iniciou o registro de pacientes em 1999. Esse ensaio foi encerrado prematuramente em consequência da publicação dos achados do WHI. Após analisar dados coletados nesse estudo, Vickers e colaboradores (2007) concluíram que a terapia de reposição hormonal au-menta o risco cardiovascular e tromboembólico nos casos em que seu início ocorre muitos anos após a menopausa.
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passage: Reposição hormonal pós-operatória Em resposta às preocupa-ções quanto a aumento do risco de doença cardiovascular e de câncer de mama com o uso da terapia de reposição hormonal (TH) pós-menopausa, foram envidados esforços no sentido de se evitar o uso indiscriminado de TH (Anderson, 2004; Rossouw, 2002). Entretanto, as mulheres com endometriose submetidas à histerectomia associada à ooforectomia represen-tam um subgrupo de mulheres menopáusicas que podem ser melhores candidatas à TH do que aquelas com menopausa na-tural. Primeiro, as mulheres submetidas à menopausa cirúrgica costumam ser jovens e provavelmente se beneficiariam com a reposição do estrogênio perdido pela remoção dos ovários funcionais. A reposição de estrogênio deve ser considerada nas mulheres com menopausa cirúrgica precoce a fim de prevenir os efeitos colaterais hipoestrogênicos, tais como ondas de calor, osteoporose ou redução da libido. Embora as evidências sejam limitadas, alguns estudos sugerem que a terapia hormonal seja realizada até a época esperada para a menopausa natural.
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passage: A terapia de reposição hormonal (TH) pós-menopáusica também parece aumentar a incidência pós-cirúrgica de TEV . Grady e colaboradores (2000) estimam aumento de cinco vezes no risco de evolução com episódio de trombose venosa durante os primeiros 90 dias após cirurgia de paciente interna-da. Assim, as mulheres devem ser orientadas apropriadamente sobre esse risco pós-operatório adicional, mas o valor real e a duração da interrupção da TH para anular esse aumento no risco não foram determinados.
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passage: . A trombose é uma condição grave que pode colocar a vida em risco. Por isso, antes de iniciar o anticoncepcional, é recomendado consultar um ginecologista, que é o médico mais indicado para auxiliar na escolha do método contraceptivo mais adequado para cada mulher. Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o ginecologista mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. É importante informar ao médico corretamente sobre o histórico de saúde, especialmente caso existam doenças da coagulação do sangue. Além disso, deve-se usar o anticoncepcional de acordo com as suas orientações para evitar o risco de trombose. O que fazer em caso de suspeita Em caso de suspeita de trombose, é recomendado procurar uma emergência para avaliação. O médico poderá indicar exames, como ultrassom, tomografia e exames de sangue, para confirmar o diagnóstico. Embora não exista um exame que confirme que a trombose foi provocada pelo anticoncepcional, suspeita-se da pílula quando outras causas mais prováveis para a trombose não foram encontradas. Veja as possíveis causas de trombose
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passage: ABORDAGEM ATUAL PARA ADMINISTRAÇÃO DE REPOSIÇÃO HORMONAL ■ Resumo dos riscos e benefíciosAtualmente, como resultado desses e de outros estudos, os mé-dicos estão mais bem informados sobre riscos e benefícios do TH. Nas inúmeras revisões e discussões que ocorreram depois do estudo WHI, a maior parte dos médicos concorda que o TH está associado a aumento no risco de DCC em menopáu-sicas de mais idade, e a aumento no risco de AVE, trombo-embolismo venoso e colecistite. Aparentemente, o câncer de mama é fator de risco nos casos de uso em longo prazo ( .5 anos). Dois estudos revelaram aumento no risco de câncer ova-riano em casos de uso em longo prazo (. 10 anos), porém não no uso em curto prazo ( , 5 anos) (Danforth, 2007; Lacey, 2006). Entretanto, outros estudos não confirmaram esse risco (Noller, 2002).
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passage: . Caso estes sintomas sejam intensos ou persistentes, deve-se conversar com o ginecologista para avaliar a possibilidade de ajustes ou mudança do medicamento. Quem não deve usar O Aixa, assim como outros anticoncepcionais hormonais, devem ser evitados em casos de história de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar, que tenham história de enxaqueca com aura, idade maior que 35 anos, que sejam tabagistas ou que tenham qualquer doença que aumente o risco de trombose, como diabetes ou hipertensão arterial graves, já que o risco pode se tornar ainda maior. Nestes casos ou sempre que houver dúvidas, é importante conversar com o ginecologista para maiores esclarecimentos.
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passage: Referências1. Baber RJ, Panay N, Fenton A; IMS Writing Group. 2016 IMS Recommendations on women’s midlife health and menopause hormone therapy. Climacteric. 2016;19(2):109–50.
2. de Villiers TJ, Hall JE, Pinkerton JV, Pérez SC, Rees M, Yang C, et al. Revised global consensus statement on menopausal hormone therapy. Maturitas. 2016; 91:153–5.
3. The NAMS 2017 Hormone Therapy Position Statement Advisory Panel. The 2017 hormone therapy position statement of The North American Menopause Society. Menopause. 2017;24(7):728–53.
4. Wender MC, Pompei LM, Fernandes CE, Associação Brasileira de Climatério (SOBRAC). Consenso brasileiro de terapêutica hormonal da menopausa. São Paulo: Leitura Médica; 2014.
5. Rossouw JE, Prentice RL, Manson JE, Wu L, Barad D, Barnabei VM, et al. Postmenopausal hormone therapy and risk of cardiovascular disease by age and years since menopause. JAMA. 2007;297(13):1465–77.
6. Maclennan AH, Broadbent JL, Lester S, Moore V. Oral oestrogen and combined oestrogen/progestogen therapy versus placebo for hot flushes. Cochrane Database Syst Rev. 2004 Oct 18;(4):CD002978. Review.
7. Nappi RE, Kokot-Kierepa M. Vaginal Health: Insights, Views & Attitudes (VIVA) - results from an international survey. Climacteric. 2012;15(1):36–44.
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passage: Se a administração de EEC ou de EEC mais AMC me-lhora a saúde cardiovascular de mulheres com menopausa re-cente é algo a ser confirmado definitivamente. No momento, as evidências são insuficientes para sugerir iniciar ou manter tratamento em longo prazo com EEC ou EEC mais AMC para prevenção primária de DCC. Embora esta tenha sido a principal conclusão do ensaio, os resultados levaram à restrição no uso de TH mesmo para mulheres saudáveis com sintomas vasomotores desagradáveis no momento da menopausa. Si-multaneamente com o WHI, um estudo estruturado de forma semelhante, o Women’s International Study of Long Duration Oestrogen after Menopause (WISDOM), iniciou o registro de pacientes em 1999. Esse ensaio foi encerrado prematuramente em consequência da publicação dos achados do WHI. Após analisar dados coletados nesse estudo, Vickers e colaboradores (2007) concluíram que a terapia de reposição hormonal au-menta o risco cardiovascular e tromboembólico nos casos em que seu início ocorre muitos anos após a menopausa.
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passage: Reposição hormonal pós-operatória Em resposta às preocupa-ções quanto a aumento do risco de doença cardiovascular e de câncer de mama com o uso da terapia de reposição hormonal (TH) pós-menopausa, foram envidados esforços no sentido de se evitar o uso indiscriminado de TH (Anderson, 2004; Rossouw, 2002). Entretanto, as mulheres com endometriose submetidas à histerectomia associada à ooforectomia represen-tam um subgrupo de mulheres menopáusicas que podem ser melhores candidatas à TH do que aquelas com menopausa na-tural. Primeiro, as mulheres submetidas à menopausa cirúrgica costumam ser jovens e provavelmente se beneficiariam com a reposição do estrogênio perdido pela remoção dos ovários funcionais. A reposição de estrogênio deve ser considerada nas mulheres com menopausa cirúrgica precoce a fim de prevenir os efeitos colaterais hipoestrogênicos, tais como ondas de calor, osteoporose ou redução da libido. Embora as evidências sejam limitadas, alguns estudos sugerem que a terapia hormonal seja realizada até a época esperada para a menopausa natural.
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médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais.
Sua segurança depende de boa indicação, monitoramento e individualização. Os benefícios podem exceder os riscosquando iniciada antes dos 60 anos e com menos de 10 anos de menopausa. Mulheres acima dos 60 anos de idade, emgeral, não devem iniciar a THM. Os consensos atuais são unânimes quando relatam que os benefícios da THM sãomáximos quando iniciada na perimenopausa. Seu grupo-alvo são, pois, mulheres entre 50 e 59 anos. A reposição deveser individualizada e basear-se em dados clínicos, sempre se levando em conta as preferências da paciente. Todas asmulheres candidatas à THM devem ser amplamente avaliadas quanto aos riscos de doença cardiovascular,tromboembolismo e câncer de mama (CM). O risco de CM é maior com a terapia estroprogestogênica do que com aestrogenoterapia isolada. De acordo com estudos observacionais, ele é também maior com progestógenos sintéticos(inclusive, tibolona) do que com a progesterona natural. A escolha da via, da dose e da composição da THM dependerásempre das considerações risco/benefício. A THM é a abordagem mais eficaz no alívio dos sintomas vasomotores.
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passage: A terapia de reposição hormonal (TH) pós-menopáusica também parece aumentar a incidência pós-cirúrgica de TEV . Grady e colaboradores (2000) estimam aumento de cinco vezes no risco de evolução com episódio de trombose venosa durante os primeiros 90 dias após cirurgia de paciente interna-da. Assim, as mulheres devem ser orientadas apropriadamente sobre esse risco pós-operatório adicional, mas o valor real e a duração da interrupção da TH para anular esse aumento no risco não foram determinados.
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passage: . A trombose é uma condição grave que pode colocar a vida em risco. Por isso, antes de iniciar o anticoncepcional, é recomendado consultar um ginecologista, que é o médico mais indicado para auxiliar na escolha do método contraceptivo mais adequado para cada mulher. Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o ginecologista mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. É importante informar ao médico corretamente sobre o histórico de saúde, especialmente caso existam doenças da coagulação do sangue. Além disso, deve-se usar o anticoncepcional de acordo com as suas orientações para evitar o risco de trombose. O que fazer em caso de suspeita Em caso de suspeita de trombose, é recomendado procurar uma emergência para avaliação. O médico poderá indicar exames, como ultrassom, tomografia e exames de sangue, para confirmar o diagnóstico. Embora não exista um exame que confirme que a trombose foi provocada pelo anticoncepcional, suspeita-se da pílula quando outras causas mais prováveis para a trombose não foram encontradas. Veja as possíveis causas de trombose
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passage: ABORDAGEM ATUAL PARA ADMINISTRAÇÃO DE REPOSIÇÃO HORMONAL ■ Resumo dos riscos e benefíciosAtualmente, como resultado desses e de outros estudos, os mé-dicos estão mais bem informados sobre riscos e benefícios do TH. Nas inúmeras revisões e discussões que ocorreram depois do estudo WHI, a maior parte dos médicos concorda que o TH está associado a aumento no risco de DCC em menopáu-sicas de mais idade, e a aumento no risco de AVE, trombo-embolismo venoso e colecistite. Aparentemente, o câncer de mama é fator de risco nos casos de uso em longo prazo ( .5 anos). Dois estudos revelaram aumento no risco de câncer ova-riano em casos de uso em longo prazo (. 10 anos), porém não no uso em curto prazo ( , 5 anos) (Danforth, 2007; Lacey, 2006). Entretanto, outros estudos não confirmaram esse risco (Noller, 2002).
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passage: . Caso estes sintomas sejam intensos ou persistentes, deve-se conversar com o ginecologista para avaliar a possibilidade de ajustes ou mudança do medicamento. Quem não deve usar O Aixa, assim como outros anticoncepcionais hormonais, devem ser evitados em casos de história de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar, que tenham história de enxaqueca com aura, idade maior que 35 anos, que sejam tabagistas ou que tenham qualquer doença que aumente o risco de trombose, como diabetes ou hipertensão arterial graves, já que o risco pode se tornar ainda maior. Nestes casos ou sempre que houver dúvidas, é importante conversar com o ginecologista para maiores esclarecimentos.
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passage: Referências1. Baber RJ, Panay N, Fenton A; IMS Writing Group. 2016 IMS Recommendations on women’s midlife health and menopause hormone therapy. Climacteric. 2016;19(2):109–50.
2. de Villiers TJ, Hall JE, Pinkerton JV, Pérez SC, Rees M, Yang C, et al. Revised global consensus statement on menopausal hormone therapy. Maturitas. 2016; 91:153–5.
3. The NAMS 2017 Hormone Therapy Position Statement Advisory Panel. The 2017 hormone therapy position statement of The North American Menopause Society. Menopause. 2017;24(7):728–53.
4. Wender MC, Pompei LM, Fernandes CE, Associação Brasileira de Climatério (SOBRAC). Consenso brasileiro de terapêutica hormonal da menopausa. São Paulo: Leitura Médica; 2014.
5. Rossouw JE, Prentice RL, Manson JE, Wu L, Barad D, Barnabei VM, et al. Postmenopausal hormone therapy and risk of cardiovascular disease by age and years since menopause. JAMA. 2007;297(13):1465–77.
6. Maclennan AH, Broadbent JL, Lester S, Moore V. Oral oestrogen and combined oestrogen/progestogen therapy versus placebo for hot flushes. Cochrane Database Syst Rev. 2004 Oct 18;(4):CD002978. Review.
7. Nappi RE, Kokot-Kierepa M. Vaginal Health: Insights, Views & Attitudes (VIVA) - results from an international survey. Climacteric. 2012;15(1):36–44.
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passage: Se a administração de EEC ou de EEC mais AMC me-lhora a saúde cardiovascular de mulheres com menopausa re-cente é algo a ser confirmado definitivamente. No momento, as evidências são insuficientes para sugerir iniciar ou manter tratamento em longo prazo com EEC ou EEC mais AMC para prevenção primária de DCC. Embora esta tenha sido a principal conclusão do ensaio, os resultados levaram à restrição no uso de TH mesmo para mulheres saudáveis com sintomas vasomotores desagradáveis no momento da menopausa. Si-multaneamente com o WHI, um estudo estruturado de forma semelhante, o Women’s International Study of Long Duration Oestrogen after Menopause (WISDOM), iniciou o registro de pacientes em 1999. Esse ensaio foi encerrado prematuramente em consequência da publicação dos achados do WHI. Após analisar dados coletados nesse estudo, Vickers e colaboradores (2007) concluíram que a terapia de reposição hormonal au-menta o risco cardiovascular e tromboembólico nos casos em que seu início ocorre muitos anos após a menopausa.
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passage: Reposição hormonal pós-operatória Em resposta às preocupa-ções quanto a aumento do risco de doença cardiovascular e de câncer de mama com o uso da terapia de reposição hormonal (TH) pós-menopausa, foram envidados esforços no sentido de se evitar o uso indiscriminado de TH (Anderson, 2004; Rossouw, 2002). Entretanto, as mulheres com endometriose submetidas à histerectomia associada à ooforectomia represen-tam um subgrupo de mulheres menopáusicas que podem ser melhores candidatas à TH do que aquelas com menopausa na-tural. Primeiro, as mulheres submetidas à menopausa cirúrgica costumam ser jovens e provavelmente se beneficiariam com a reposição do estrogênio perdido pela remoção dos ovários funcionais. A reposição de estrogênio deve ser considerada nas mulheres com menopausa cirúrgica precoce a fim de prevenir os efeitos colaterais hipoestrogênicos, tais como ondas de calor, osteoporose ou redução da libido. Embora as evidências sejam limitadas, alguns estudos sugerem que a terapia hormonal seja realizada até a época esperada para a menopausa natural.
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médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais.
Sua segurança depende de boa indicação, monitoramento e individualização. Os benefícios podem exceder os riscosquando iniciada antes dos 60 anos e com menos de 10 anos de menopausa. Mulheres acima dos 60 anos de idade, emgeral, não devem iniciar a THM. Os consensos atuais são unânimes quando relatam que os benefícios da THM sãomáximos quando iniciada na perimenopausa. Seu grupo-alvo são, pois, mulheres entre 50 e 59 anos. A reposição deveser individualizada e basear-se em dados clínicos, sempre se levando em conta as preferências da paciente. Todas asmulheres candidatas à THM devem ser amplamente avaliadas quanto aos riscos de doença cardiovascular,tromboembolismo e câncer de mama (CM). O risco de CM é maior com a terapia estroprogestogênica do que com aestrogenoterapia isolada. De acordo com estudos observacionais, ele é também maior com progestógenos sintéticos(inclusive, tibolona) do que com a progesterona natural. A escolha da via, da dose e da composição da THM dependerásempre das considerações risco/benefício. A THM é a abordagem mais eficaz no alívio dos sintomas vasomotores.
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passage: T erapia de reposição hormonal (TH) com estrogênio sem oposição é o segundo fator mais importante. Felizmente, há mais de três décadas foi identificado o potencial cancerígeno do estrogênio administrado de forma contínua ou sequencial (Smith, 1975). Atualmente, é raro encontrar uma mulher que tenha sido submetida durante anos à TH com estrogênio sem oposição. A TH combinando estrogênio e progestina é prescri-ta rotineiramente para mulheres pós-menopáusicas que ainda tenham útero, para reduzir o risco de câncer de endométrio (Strom, 2006). Ainda há dúvidas em relação à efetividade des-sa estratégia combinada na prevenção do câncer de endomé-trio, mas é certo que seja superior à TH com estrogênio sem oposição (Allen, 2010; Karageorgi, 2010; Lacey, 2005).
EPIDEMIOLOGIA E FATORES DE RISCOHoffman_33.indd 817 03/10/13 17:14apostilasmedicina@hotmail.comFatores menstruais e reprodutivos com frequência estão as-sociados ao câncer de endométrio nos casos em que houver anovulação ou nos quais a fase da vida com ciclos menstruais for prolongada. Por exemplo, menarca precoce e menopau-sa tardia estão associadas a risco aumentado (Wernli, 2006). Classicamente, mulheres com síndrome do ovário policístico (SOP) não ovulam e, portanto, apresentam maior risco de de-senvolver câncer de endométrio (Fearnley, 2010; Pillay, 2006).
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passage: A terapia de reposição hormonal (TH) pós-menopáusica também parece aumentar a incidência pós-cirúrgica de TEV . Grady e colaboradores (2000) estimam aumento de cinco vezes no risco de evolução com episódio de trombose venosa durante os primeiros 90 dias após cirurgia de paciente interna-da. Assim, as mulheres devem ser orientadas apropriadamente sobre esse risco pós-operatório adicional, mas o valor real e a duração da interrupção da TH para anular esse aumento no risco não foram determinados.
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passage: . A trombose é uma condição grave que pode colocar a vida em risco. Por isso, antes de iniciar o anticoncepcional, é recomendado consultar um ginecologista, que é o médico mais indicado para auxiliar na escolha do método contraceptivo mais adequado para cada mulher. Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o ginecologista mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. É importante informar ao médico corretamente sobre o histórico de saúde, especialmente caso existam doenças da coagulação do sangue. Além disso, deve-se usar o anticoncepcional de acordo com as suas orientações para evitar o risco de trombose. O que fazer em caso de suspeita Em caso de suspeita de trombose, é recomendado procurar uma emergência para avaliação. O médico poderá indicar exames, como ultrassom, tomografia e exames de sangue, para confirmar o diagnóstico. Embora não exista um exame que confirme que a trombose foi provocada pelo anticoncepcional, suspeita-se da pílula quando outras causas mais prováveis para a trombose não foram encontradas. Veja as possíveis causas de trombose
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passage: ABORDAGEM ATUAL PARA ADMINISTRAÇÃO DE REPOSIÇÃO HORMONAL ■ Resumo dos riscos e benefíciosAtualmente, como resultado desses e de outros estudos, os mé-dicos estão mais bem informados sobre riscos e benefícios do TH. Nas inúmeras revisões e discussões que ocorreram depois do estudo WHI, a maior parte dos médicos concorda que o TH está associado a aumento no risco de DCC em menopáu-sicas de mais idade, e a aumento no risco de AVE, trombo-embolismo venoso e colecistite. Aparentemente, o câncer de mama é fator de risco nos casos de uso em longo prazo ( .5 anos). Dois estudos revelaram aumento no risco de câncer ova-riano em casos de uso em longo prazo (. 10 anos), porém não no uso em curto prazo ( , 5 anos) (Danforth, 2007; Lacey, 2006). Entretanto, outros estudos não confirmaram esse risco (Noller, 2002).
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passage: . Caso estes sintomas sejam intensos ou persistentes, deve-se conversar com o ginecologista para avaliar a possibilidade de ajustes ou mudança do medicamento. Quem não deve usar O Aixa, assim como outros anticoncepcionais hormonais, devem ser evitados em casos de história de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar, que tenham história de enxaqueca com aura, idade maior que 35 anos, que sejam tabagistas ou que tenham qualquer doença que aumente o risco de trombose, como diabetes ou hipertensão arterial graves, já que o risco pode se tornar ainda maior. Nestes casos ou sempre que houver dúvidas, é importante conversar com o ginecologista para maiores esclarecimentos.
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passage: Referências1. Baber RJ, Panay N, Fenton A; IMS Writing Group. 2016 IMS Recommendations on women’s midlife health and menopause hormone therapy. Climacteric. 2016;19(2):109–50.
2. de Villiers TJ, Hall JE, Pinkerton JV, Pérez SC, Rees M, Yang C, et al. Revised global consensus statement on menopausal hormone therapy. Maturitas. 2016; 91:153–5.
3. The NAMS 2017 Hormone Therapy Position Statement Advisory Panel. The 2017 hormone therapy position statement of The North American Menopause Society. Menopause. 2017;24(7):728–53.
4. Wender MC, Pompei LM, Fernandes CE, Associação Brasileira de Climatério (SOBRAC). Consenso brasileiro de terapêutica hormonal da menopausa. São Paulo: Leitura Médica; 2014.
5. Rossouw JE, Prentice RL, Manson JE, Wu L, Barad D, Barnabei VM, et al. Postmenopausal hormone therapy and risk of cardiovascular disease by age and years since menopause. JAMA. 2007;297(13):1465–77.
6. Maclennan AH, Broadbent JL, Lester S, Moore V. Oral oestrogen and combined oestrogen/progestogen therapy versus placebo for hot flushes. Cochrane Database Syst Rev. 2004 Oct 18;(4):CD002978. Review.
7. Nappi RE, Kokot-Kierepa M. Vaginal Health: Insights, Views & Attitudes (VIVA) - results from an international survey. Climacteric. 2012;15(1):36–44.
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passage: Se a administração de EEC ou de EEC mais AMC me-lhora a saúde cardiovascular de mulheres com menopausa re-cente é algo a ser confirmado definitivamente. No momento, as evidências são insuficientes para sugerir iniciar ou manter tratamento em longo prazo com EEC ou EEC mais AMC para prevenção primária de DCC. Embora esta tenha sido a principal conclusão do ensaio, os resultados levaram à restrição no uso de TH mesmo para mulheres saudáveis com sintomas vasomotores desagradáveis no momento da menopausa. Si-multaneamente com o WHI, um estudo estruturado de forma semelhante, o Women’s International Study of Long Duration Oestrogen after Menopause (WISDOM), iniciou o registro de pacientes em 1999. Esse ensaio foi encerrado prematuramente em consequência da publicação dos achados do WHI. Após analisar dados coletados nesse estudo, Vickers e colaboradores (2007) concluíram que a terapia de reposição hormonal au-menta o risco cardiovascular e tromboembólico nos casos em que seu início ocorre muitos anos após a menopausa.
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passage: Reposição hormonal pós-operatória Em resposta às preocupa-ções quanto a aumento do risco de doença cardiovascular e de câncer de mama com o uso da terapia de reposição hormonal (TH) pós-menopausa, foram envidados esforços no sentido de se evitar o uso indiscriminado de TH (Anderson, 2004; Rossouw, 2002). Entretanto, as mulheres com endometriose submetidas à histerectomia associada à ooforectomia represen-tam um subgrupo de mulheres menopáusicas que podem ser melhores candidatas à TH do que aquelas com menopausa na-tural. Primeiro, as mulheres submetidas à menopausa cirúrgica costumam ser jovens e provavelmente se beneficiariam com a reposição do estrogênio perdido pela remoção dos ovários funcionais. A reposição de estrogênio deve ser considerada nas mulheres com menopausa cirúrgica precoce a fim de prevenir os efeitos colaterais hipoestrogênicos, tais como ondas de calor, osteoporose ou redução da libido. Embora as evidências sejam limitadas, alguns estudos sugerem que a terapia hormonal seja realizada até a época esperada para a menopausa natural.
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médica.12,17,45ResumoA terapia hormonal da menopausa (THM) continua sendo a mais efetiva terapêutica para os sintomas menopausais.
Sua segurança depende de boa indicação, monitoramento e individualização. Os benefícios podem exceder os riscosquando iniciada antes dos 60 anos e com menos de 10 anos de menopausa. Mulheres acima dos 60 anos de idade, emgeral, não devem iniciar a THM. Os consensos atuais são unânimes quando relatam que os benefícios da THM sãomáximos quando iniciada na perimenopausa. Seu grupo-alvo são, pois, mulheres entre 50 e 59 anos. A reposição deveser individualizada e basear-se em dados clínicos, sempre se levando em conta as preferências da paciente. Todas asmulheres candidatas à THM devem ser amplamente avaliadas quanto aos riscos de doença cardiovascular,tromboembolismo e câncer de mama (CM). O risco de CM é maior com a terapia estroprogestogênica do que com aestrogenoterapia isolada. De acordo com estudos observacionais, ele é também maior com progestógenos sintéticos(inclusive, tibolona) do que com a progesterona natural. A escolha da via, da dose e da composição da THM dependerásempre das considerações risco/benefício. A THM é a abordagem mais eficaz no alívio dos sintomas vasomotores.
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passage: T erapia de reposição hormonal (TH) com estrogênio sem oposição é o segundo fator mais importante. Felizmente, há mais de três décadas foi identificado o potencial cancerígeno do estrogênio administrado de forma contínua ou sequencial (Smith, 1975). Atualmente, é raro encontrar uma mulher que tenha sido submetida durante anos à TH com estrogênio sem oposição. A TH combinando estrogênio e progestina é prescri-ta rotineiramente para mulheres pós-menopáusicas que ainda tenham útero, para reduzir o risco de câncer de endométrio (Strom, 2006). Ainda há dúvidas em relação à efetividade des-sa estratégia combinada na prevenção do câncer de endomé-trio, mas é certo que seja superior à TH com estrogênio sem oposição (Allen, 2010; Karageorgi, 2010; Lacey, 2005).
EPIDEMIOLOGIA E FATORES DE RISCOHoffman_33.indd 817 03/10/13 17:14apostilasmedicina@hotmail.comFatores menstruais e reprodutivos com frequência estão as-sociados ao câncer de endométrio nos casos em que houver anovulação ou nos quais a fase da vida com ciclos menstruais for prolongada. Por exemplo, menarca precoce e menopau-sa tardia estão associadas a risco aumentado (Wernli, 2006). Classicamente, mulheres com síndrome do ovário policístico (SOP) não ovulam e, portanto, apresentam maior risco de de-senvolver câncer de endométrio (Fearnley, 2010; Pillay, 2006).
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passage: ■ Outros preparosO risco de lesão intestinal é baixo com esse procedimento e normalmente não se indica preparo intestinal a não ser que se antecipem aderências extensivas. Como há risco de con-versão para histerectomia, deve-se proceder ao preparo vaginal imediatamente antes da insta-lação do campo cirúrgico. Nas pacientes sendo submetidas a cirurgia ginecológica laparoscópi-ca, a decisão de realizar profilaxia contra trom-boembolismo deve ser tomada em função de fatores de risco da paciente e relacionados com o procedimento a ser realizado (Geerts, 2008). Assim, quando se estiver antecipando cirurgia prolongada ou possibilidade de conversão a la-parotomia, ou quando houver riscos anteriores de TEV , as medidas profiláticas descritas na Ta-bela 39-9 (p. 962) devem ser adotadas.
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Entendo sua preocupação, e é muito importante que você esteja bem informada sobre os riscos e benefícios da terapia de reposição hormonal (TH), principalmente considerando seu histórico de trombose.
É verdade que a TH pode aumentar o risco de trombose, especialmente em mulheres com histórico prévio dessa condição. As informações que temos indicam que a TH pós-menopáusica pode aumentar a incidência de tromboembolismo venoso (TEV). Estudos mostram um aumento no risco de eventos tromboembólicos, principalmente nos primeiros meses de uso.
No seu caso, por já ter tido trombose há alguns anos, o risco de recorrência com a TH pode ser maior. No entanto, é fundamental que essa avaliação seja individualizada. Precisamos considerar diversos fatores, como o tipo de trombose que você teve, se existem outros fatores de risco para trombose (como obesidade, tabagismo, histórico familiar), o tipo de hormônio a ser utilizado e a via de administração (oral ou transdérmica).
Embora algumas pesquisas sugiram que o risco de câncer de ovário e tromboembolismo aumentam com o uso prolongado da TH, outros estudos não confirmam esse risco. A decisão de iniciar ou não a TH, portanto, deve ser tomada em conjunto, com uma conversa detalhada sobre os seus sintomas, histórico de saúde completo e uma avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios para o seu caso específico.
Existem alternativas à TH para o tratamento dos sintomas da menopausa, como medicamentos não hormonais e mudanças no estilo de vida. Podemos discutir essas opções e ver se elas são adequadas para você.
É importante ressaltar que, caso decidamos iniciar a TH, o acompanhamento médico regular será essencial para monitorar qualquer sinal de alerta e ajustar a dose, se necessário. É fundamental que você esteja atenta a sintomas como dor ou inchaço nas pernas, falta de ar ou dor no peito, e que procure atendimento médico imediatamente caso eles ocorram.
Minha recomendação é que você converse abertamente com seu ginecologista sobre suas preocupações e expectativas em relação à TH. Ele poderá avaliar seu caso individualmente e te ajudar a tomar a melhor decisão para sua saúde e bem-estar.
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O que é a síndrome adrenogenital?
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Olá, a síndrome adrenogenital refere-se a todas as alterações das glândulas suprarrenais que resultam em alterações na produção hormonal dessas glândulas. Com o aumento da produção hormonal na adrenal, ocorrem modificações nos caracteres sexuais secundários, como mamas e genitais externos. No entanto, o grau de acometimento dependerá da idade em que isso ocorre e do sexo do paciente em questão.
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passage: A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
HAC, na realidade, descreve um grupo de doenças recessivas autossômicas que resultam emvirilização (formação de características masculinas) de fetos femininos. A HAC é causada por uma mutaçãogeneticamente determinada no gene do citocromo P450c21-esteroide 21-hidroxilase, o que resulta em umadeficiência de enzimas do córtex da suprarrenal que são necessárias para a biossíntese de vários hormôniosesteroides. A produção reduzida de hormônio resulta em uma liberação aumentada de adrenocorticotropinada glândula hipófise anterior, o que causa HAC e produção excessiva de androgênios. As mutações do DAX1resultam em hipoplasia suprarrenal congênita ligada ao X.
Desenvolvimento do sistema genitalO sexo cromossômico de um embrião é determinado na fecundação pelo tipo de espermatozoide (X ou Y) quefecunda o oócito. Características morfológicas masculinas e feminina não começam a se desenvolver até a sétimasemana. Os sistemas genitais precoces nos dois sexos são similares; portanto, o período inicial do desenvolvimentogenital é um estágio indiferenciado do desenvolvimento sexual.
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passage: A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
HAC, na realidade, descreve um grupo de doenças recessivas autossômicas que resultam emvirilização (formação de características masculinas) de fetos femininos. A HAC é causada por uma mutaçãogeneticamente determinada no gene do citocromo P450c21-esteroide 21-hidroxilase, o que resulta em umadeficiência de enzimas do córtex da suprarrenal que são necessárias para a biossíntese de vários hormôniosesteroides. A produção reduzida de hormônio resulta em uma liberação aumentada de adrenocorticotropinada glândula hipófise anterior, o que causa HAC e produção excessiva de androgênios. As mutações do DAX1resultam em hipoplasia suprarrenal congênita ligada ao X.
Desenvolvimento do sistema genitalO sexo cromossômico de um embrião é determinado na fecundação pelo tipo de espermatozoide (X ou Y) quefecunda o oócito. Características morfológicas masculinas e feminina não começam a se desenvolver até a sétimasemana. Os sistemas genitais precoces nos dois sexos são similares; portanto, o período inicial do desenvolvimentogenital é um estágio indiferenciado do desenvolvimento sexual.
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passage: Hi pe r pla s i a s u pr a r r e n a l c o n gê n i t a e s í n dr ome a dr e n og e n i ta lUm aumento anormal das células do córtex suprarrenal resulta em produção excessiva de androgêniodurante o período fetal. Em mulheres, isso causa, usualmente, masculinização da genitália externa (Fig. 12-28).
Os bebês homens afetados têm genitália externa normal e a síndrome pode passar despercebida no começo dainfância. Mais tarde na infância, em ambos os sexos, o excesso de androgênio leva ao crescimento rápido e àmaturação esquelética acelerada.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
25 de 55 29/04/2016 12:31aumentado e grandes lábios fundidos que formaram uma estrutura semelhante a um escroto. Aseta indica a abertura para dentro do seio urogenital. Essa extrema masculinização é o resultadode hiperplasia suprarrenal congênita.
A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
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passage: A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
HAC, na realidade, descreve um grupo de doenças recessivas autossômicas que resultam emvirilização (formação de características masculinas) de fetos femininos. A HAC é causada por uma mutaçãogeneticamente determinada no gene do citocromo P450c21-esteroide 21-hidroxilase, o que resulta em umadeficiência de enzimas do córtex da suprarrenal que são necessárias para a biossíntese de vários hormôniosesteroides. A produção reduzida de hormônio resulta em uma liberação aumentada de adrenocorticotropinada glândula hipófise anterior, o que causa HAC e produção excessiva de androgênios. As mutações do DAX1resultam em hipoplasia suprarrenal congênita ligada ao X.
Desenvolvimento do sistema genitalO sexo cromossômico de um embrião é determinado na fecundação pelo tipo de espermatozoide (X ou Y) quefecunda o oócito. Características morfológicas masculinas e feminina não começam a se desenvolver até a sétimasemana. Os sistemas genitais precoces nos dois sexos são similares; portanto, o período inicial do desenvolvimentogenital é um estágio indiferenciado do desenvolvimento sexual.
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passage: Hi pe r pla s i a s u pr a r r e n a l c o n gê n i t a e s í n dr ome a dr e n og e n i ta lUm aumento anormal das células do córtex suprarrenal resulta em produção excessiva de androgêniodurante o período fetal. Em mulheres, isso causa, usualmente, masculinização da genitália externa (Fig. 12-28).
Os bebês homens afetados têm genitália externa normal e a síndrome pode passar despercebida no começo dainfância. Mais tarde na infância, em ambos os sexos, o excesso de androgênio leva ao crescimento rápido e àmaturação esquelética acelerada.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
25 de 55 29/04/2016 12:31aumentado e grandes lábios fundidos que formaram uma estrutura semelhante a um escroto. Aseta indica a abertura para dentro do seio urogenital. Essa extrema masculinização é o resultadode hiperplasia suprarrenal congênita.
A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
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passage: escrotais e no pequeno pênis com hipospadia.
Algumas vezes, o sexo genotípico (cromossômico) não corresponde ao fenótipo (aparência física). Por exemplo, a causa maiscomum de ambiguidade sexual é a hiperplasia suprarrenal congênita (HSRC). Anomalias bioquímicas nas glândulas suprarrenaisresultam em diminuição da produção de hormônios esteroides e aumento do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH). Na maioria doscasos, a 21-hidroxilação é inibida. As mulheres com essa condição podem ter uma gama de características sexuais que variam desde amasculinização parcial com um grande clitóris até virilização e aparência masculinas. Em uma forma mais rara de HSRC, há deficiênciade 17α-hidroxilase, o que resulta em mulheres com anatomia interna e externa feminina no nascimento, mas as característicassexuais secundárias não aparecem na puberdade por causa da incapacidade de as suprarrenais ou os ovários produzirem hormôniossexuais. Consequentemente, não há desenvolvimento das mamas nem crescimento dos pelos pubianos. Em homens com deficiênciade 17α-hidroxilase, a virilização é inibida.
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passage: A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
HAC, na realidade, descreve um grupo de doenças recessivas autossômicas que resultam emvirilização (formação de características masculinas) de fetos femininos. A HAC é causada por uma mutaçãogeneticamente determinada no gene do citocromo P450c21-esteroide 21-hidroxilase, o que resulta em umadeficiência de enzimas do córtex da suprarrenal que são necessárias para a biossíntese de vários hormôniosesteroides. A produção reduzida de hormônio resulta em uma liberação aumentada de adrenocorticotropinada glândula hipófise anterior, o que causa HAC e produção excessiva de androgênios. As mutações do DAX1resultam em hipoplasia suprarrenal congênita ligada ao X.
Desenvolvimento do sistema genitalO sexo cromossômico de um embrião é determinado na fecundação pelo tipo de espermatozoide (X ou Y) quefecunda o oócito. Características morfológicas masculinas e feminina não começam a se desenvolver até a sétimasemana. Os sistemas genitais precoces nos dois sexos são similares; portanto, o período inicial do desenvolvimentogenital é um estágio indiferenciado do desenvolvimento sexual.
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passage: Hi pe r pla s i a s u pr a r r e n a l c o n gê n i t a e s í n dr ome a dr e n og e n i ta lUm aumento anormal das células do córtex suprarrenal resulta em produção excessiva de androgêniodurante o período fetal. Em mulheres, isso causa, usualmente, masculinização da genitália externa (Fig. 12-28).
Os bebês homens afetados têm genitália externa normal e a síndrome pode passar despercebida no começo dainfância. Mais tarde na infância, em ambos os sexos, o excesso de androgênio leva ao crescimento rápido e àmaturação esquelética acelerada.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
25 de 55 29/04/2016 12:31aumentado e grandes lábios fundidos que formaram uma estrutura semelhante a um escroto. Aseta indica a abertura para dentro do seio urogenital. Essa extrema masculinização é o resultadode hiperplasia suprarrenal congênita.
A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
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passage: escrotais e no pequeno pênis com hipospadia.
Algumas vezes, o sexo genotípico (cromossômico) não corresponde ao fenótipo (aparência física). Por exemplo, a causa maiscomum de ambiguidade sexual é a hiperplasia suprarrenal congênita (HSRC). Anomalias bioquímicas nas glândulas suprarrenaisresultam em diminuição da produção de hormônios esteroides e aumento do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH). Na maioria doscasos, a 21-hidroxilação é inibida. As mulheres com essa condição podem ter uma gama de características sexuais que variam desde amasculinização parcial com um grande clitóris até virilização e aparência masculinas. Em uma forma mais rara de HSRC, há deficiênciade 17α-hidroxilase, o que resulta em mulheres com anatomia interna e externa feminina no nascimento, mas as característicassexuais secundárias não aparecem na puberdade por causa da incapacidade de as suprarrenais ou os ovários produzirem hormôniossexuais. Consequentemente, não há desenvolvimento das mamas nem crescimento dos pelos pubianos. Em homens com deficiênciade 17α-hidroxilase, a virilização é inibida.
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passage: Insuficiência adrenal primária (doença de Addison) Insuficiência adrenal secundáriaDefeito ou inibição da esteroidogênese adrenal Produção deficiente de ACTHDestruição dos córtices adrenais (causa principal) Uso crônico de glicocorticoides em dosessuprafisiológicasInsensibilidade dos córtices adrenais ao ACTH Produção deficiente de CRH**Denominada por alguns autores insuficiência adrenal terciária.
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passage: A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
HAC, na realidade, descreve um grupo de doenças recessivas autossômicas que resultam emvirilização (formação de características masculinas) de fetos femininos. A HAC é causada por uma mutaçãogeneticamente determinada no gene do citocromo P450c21-esteroide 21-hidroxilase, o que resulta em umadeficiência de enzimas do córtex da suprarrenal que são necessárias para a biossíntese de vários hormôniosesteroides. A produção reduzida de hormônio resulta em uma liberação aumentada de adrenocorticotropinada glândula hipófise anterior, o que causa HAC e produção excessiva de androgênios. As mutações do DAX1resultam em hipoplasia suprarrenal congênita ligada ao X.
Desenvolvimento do sistema genitalO sexo cromossômico de um embrião é determinado na fecundação pelo tipo de espermatozoide (X ou Y) quefecunda o oócito. Características morfológicas masculinas e feminina não começam a se desenvolver até a sétimasemana. Os sistemas genitais precoces nos dois sexos são similares; portanto, o período inicial do desenvolvimentogenital é um estágio indiferenciado do desenvolvimento sexual.
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passage: Hi pe r pla s i a s u pr a r r e n a l c o n gê n i t a e s í n dr ome a dr e n og e n i ta lUm aumento anormal das células do córtex suprarrenal resulta em produção excessiva de androgêniodurante o período fetal. Em mulheres, isso causa, usualmente, masculinização da genitália externa (Fig. 12-28).
Os bebês homens afetados têm genitália externa normal e a síndrome pode passar despercebida no começo dainfância. Mais tarde na infância, em ambos os sexos, o excesso de androgênio leva ao crescimento rápido e àmaturação esquelética acelerada.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
25 de 55 29/04/2016 12:31aumentado e grandes lábios fundidos que formaram uma estrutura semelhante a um escroto. Aseta indica a abertura para dentro do seio urogenital. Essa extrema masculinização é o resultadode hiperplasia suprarrenal congênita.
A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
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passage: escrotais e no pequeno pênis com hipospadia.
Algumas vezes, o sexo genotípico (cromossômico) não corresponde ao fenótipo (aparência física). Por exemplo, a causa maiscomum de ambiguidade sexual é a hiperplasia suprarrenal congênita (HSRC). Anomalias bioquímicas nas glândulas suprarrenaisresultam em diminuição da produção de hormônios esteroides e aumento do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH). Na maioria doscasos, a 21-hidroxilação é inibida. As mulheres com essa condição podem ter uma gama de características sexuais que variam desde amasculinização parcial com um grande clitóris até virilização e aparência masculinas. Em uma forma mais rara de HSRC, há deficiênciade 17α-hidroxilase, o que resulta em mulheres com anatomia interna e externa feminina no nascimento, mas as característicassexuais secundárias não aparecem na puberdade por causa da incapacidade de as suprarrenais ou os ovários produzirem hormôniossexuais. Consequentemente, não há desenvolvimento das mamas nem crescimento dos pelos pubianos. Em homens com deficiênciade 17α-hidroxilase, a virilização é inibida.
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passage: Insuficiência adrenal primária (doença de Addison) Insuficiência adrenal secundáriaDefeito ou inibição da esteroidogênese adrenal Produção deficiente de ACTHDestruição dos córtices adrenais (causa principal) Uso crônico de glicocorticoides em dosessuprafisiológicasInsensibilidade dos córtices adrenais ao ACTH Produção deficiente de CRH**Denominada por alguns autores insuficiência adrenal terciária.
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passage: SistêmicasPatologias agudas ou crônicasDoença pulmonar obstrutiva crônicaDoença renal crônicaHIVDiabetes melito 2Testiculares (↑LH e FSH)AdquiridasOrquiteTraumatismoQuimioterapia/radioterapia/toxinasCongênitasSíndrome de KlinefelterCriptorquidismoMutações em enzimas responsáveis pela biossíntese de androgêniosMutações no receptor de FSH/LHDistrofia miotônicaHipotalâmico-hipofisárias (↓/normal LH e FSH)EstruturaisTumorais, cirurgias, radiação, traumatismoDoenças infiltrativasHemocromatose, sarcoidose, histiocitose, amiloidoseGenéticasSíndrome de Kallmann, mutações na subunidade β do LH/FSH, idiopáticoFuncionaisHiperprolactinemiaObesidade e diabetes tipo 2Síndrome de Cushing•••Abuso de álcool (pode causar hipogonadismo primário e secundário)Adaptado de Chan et al., 2014.19Quadro 49.7 Medicamentos que podem interferir na função gonadal e seu mecanismo de ação.
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passage: A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
HAC, na realidade, descreve um grupo de doenças recessivas autossômicas que resultam emvirilização (formação de características masculinas) de fetos femininos. A HAC é causada por uma mutaçãogeneticamente determinada no gene do citocromo P450c21-esteroide 21-hidroxilase, o que resulta em umadeficiência de enzimas do córtex da suprarrenal que são necessárias para a biossíntese de vários hormôniosesteroides. A produção reduzida de hormônio resulta em uma liberação aumentada de adrenocorticotropinada glândula hipófise anterior, o que causa HAC e produção excessiva de androgênios. As mutações do DAX1resultam em hipoplasia suprarrenal congênita ligada ao X.
Desenvolvimento do sistema genitalO sexo cromossômico de um embrião é determinado na fecundação pelo tipo de espermatozoide (X ou Y) quefecunda o oócito. Características morfológicas masculinas e feminina não começam a se desenvolver até a sétimasemana. Os sistemas genitais precoces nos dois sexos são similares; portanto, o período inicial do desenvolvimentogenital é um estágio indiferenciado do desenvolvimento sexual.
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passage: Hi pe r pla s i a s u pr a r r e n a l c o n gê n i t a e s í n dr ome a dr e n og e n i ta lUm aumento anormal das células do córtex suprarrenal resulta em produção excessiva de androgêniodurante o período fetal. Em mulheres, isso causa, usualmente, masculinização da genitália externa (Fig. 12-28).
Os bebês homens afetados têm genitália externa normal e a síndrome pode passar despercebida no começo dainfância. Mais tarde na infância, em ambos os sexos, o excesso de androgênio leva ao crescimento rápido e àmaturação esquelética acelerada.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
25 de 55 29/04/2016 12:31aumentado e grandes lábios fundidos que formaram uma estrutura semelhante a um escroto. Aseta indica a abertura para dentro do seio urogenital. Essa extrema masculinização é o resultadode hiperplasia suprarrenal congênita.
A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
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passage: escrotais e no pequeno pênis com hipospadia.
Algumas vezes, o sexo genotípico (cromossômico) não corresponde ao fenótipo (aparência física). Por exemplo, a causa maiscomum de ambiguidade sexual é a hiperplasia suprarrenal congênita (HSRC). Anomalias bioquímicas nas glândulas suprarrenaisresultam em diminuição da produção de hormônios esteroides e aumento do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH). Na maioria doscasos, a 21-hidroxilação é inibida. As mulheres com essa condição podem ter uma gama de características sexuais que variam desde amasculinização parcial com um grande clitóris até virilização e aparência masculinas. Em uma forma mais rara de HSRC, há deficiênciade 17α-hidroxilase, o que resulta em mulheres com anatomia interna e externa feminina no nascimento, mas as característicassexuais secundárias não aparecem na puberdade por causa da incapacidade de as suprarrenais ou os ovários produzirem hormôniossexuais. Consequentemente, não há desenvolvimento das mamas nem crescimento dos pelos pubianos. Em homens com deficiênciade 17α-hidroxilase, a virilização é inibida.
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passage: Insuficiência adrenal primária (doença de Addison) Insuficiência adrenal secundáriaDefeito ou inibição da esteroidogênese adrenal Produção deficiente de ACTHDestruição dos córtices adrenais (causa principal) Uso crônico de glicocorticoides em dosessuprafisiológicasInsensibilidade dos córtices adrenais ao ACTH Produção deficiente de CRH**Denominada por alguns autores insuficiência adrenal terciária.
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passage: SistêmicasPatologias agudas ou crônicasDoença pulmonar obstrutiva crônicaDoença renal crônicaHIVDiabetes melito 2Testiculares (↑LH e FSH)AdquiridasOrquiteTraumatismoQuimioterapia/radioterapia/toxinasCongênitasSíndrome de KlinefelterCriptorquidismoMutações em enzimas responsáveis pela biossíntese de androgêniosMutações no receptor de FSH/LHDistrofia miotônicaHipotalâmico-hipofisárias (↓/normal LH e FSH)EstruturaisTumorais, cirurgias, radiação, traumatismoDoenças infiltrativasHemocromatose, sarcoidose, histiocitose, amiloidoseGenéticasSíndrome de Kallmann, mutações na subunidade β do LH/FSH, idiopáticoFuncionaisHiperprolactinemiaObesidade e diabetes tipo 2Síndrome de Cushing•••Abuso de álcool (pode causar hipogonadismo primário e secundário)Adaptado de Chan et al., 2014.19Quadro 49.7 Medicamentos que podem interferir na função gonadal e seu mecanismo de ação.
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passage: Disgenesia gonadalO desenvolvimento anormal das gônadas, ou seja, a disgene-sia gonadal, na maioria das vezes resulta da não disjunção de cromossomos parentais e leva à formação de gônadas em fita. Em pacientes afetados, a insuficiência gonadal é indicada por níveis aumentados de gonadotrofina.
Em 50 a 60% das pacientes com disgenesia gonadal, o cariótipo é 45,X, e essa condição é denominada síndrome de T urner. Os estigmas clássicos da síndrome de T urner são apre-sentados na Fig. 18-8. Entre esses está a deformidade do co-tovelo que desvia o antebraço em mais de 15 graus quando o braço se encontra estendido ao lado do tronco. Outros proble-mas associados são anomalias cardíacas (em especial coarctação da aorta), anomalias renais, problemas auditivos, otite média e mastoidite, além de maior incidência de hipertensão arterial, acloridria, diabetes melito e tireoidite de Hashimoto. Essa sín-drome podeser diagnosticada na infância. Contudo, algumas pacientes são diagnosticadas apenas na adolescência, quando se apresentam com baixa estatura, genitália feminina pré-puberal e amenorreia primária. O útero e a vagina são normais e capa-zes de responder a hormônios exógenos.
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passage: A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
HAC, na realidade, descreve um grupo de doenças recessivas autossômicas que resultam emvirilização (formação de características masculinas) de fetos femininos. A HAC é causada por uma mutaçãogeneticamente determinada no gene do citocromo P450c21-esteroide 21-hidroxilase, o que resulta em umadeficiência de enzimas do córtex da suprarrenal que são necessárias para a biossíntese de vários hormôniosesteroides. A produção reduzida de hormônio resulta em uma liberação aumentada de adrenocorticotropinada glândula hipófise anterior, o que causa HAC e produção excessiva de androgênios. As mutações do DAX1resultam em hipoplasia suprarrenal congênita ligada ao X.
Desenvolvimento do sistema genitalO sexo cromossômico de um embrião é determinado na fecundação pelo tipo de espermatozoide (X ou Y) quefecunda o oócito. Características morfológicas masculinas e feminina não começam a se desenvolver até a sétimasemana. Os sistemas genitais precoces nos dois sexos são similares; portanto, o período inicial do desenvolvimentogenital é um estágio indiferenciado do desenvolvimento sexual.
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passage: Hi pe r pla s i a s u pr a r r e n a l c o n gê n i t a e s í n dr ome a dr e n og e n i ta lUm aumento anormal das células do córtex suprarrenal resulta em produção excessiva de androgêniodurante o período fetal. Em mulheres, isso causa, usualmente, masculinização da genitália externa (Fig. 12-28).
Os bebês homens afetados têm genitália externa normal e a síndrome pode passar despercebida no começo dainfância. Mais tarde na infância, em ambos os sexos, o excesso de androgênio leva ao crescimento rápido e àmaturação esquelética acelerada.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
25 de 55 29/04/2016 12:31aumentado e grandes lábios fundidos que formaram uma estrutura semelhante a um escroto. Aseta indica a abertura para dentro do seio urogenital. Essa extrema masculinização é o resultadode hiperplasia suprarrenal congênita.
A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
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passage: escrotais e no pequeno pênis com hipospadia.
Algumas vezes, o sexo genotípico (cromossômico) não corresponde ao fenótipo (aparência física). Por exemplo, a causa maiscomum de ambiguidade sexual é a hiperplasia suprarrenal congênita (HSRC). Anomalias bioquímicas nas glândulas suprarrenaisresultam em diminuição da produção de hormônios esteroides e aumento do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH). Na maioria doscasos, a 21-hidroxilação é inibida. As mulheres com essa condição podem ter uma gama de características sexuais que variam desde amasculinização parcial com um grande clitóris até virilização e aparência masculinas. Em uma forma mais rara de HSRC, há deficiênciade 17α-hidroxilase, o que resulta em mulheres com anatomia interna e externa feminina no nascimento, mas as característicassexuais secundárias não aparecem na puberdade por causa da incapacidade de as suprarrenais ou os ovários produzirem hormôniossexuais. Consequentemente, não há desenvolvimento das mamas nem crescimento dos pelos pubianos. Em homens com deficiênciade 17α-hidroxilase, a virilização é inibida.
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passage: Insuficiência adrenal primária (doença de Addison) Insuficiência adrenal secundáriaDefeito ou inibição da esteroidogênese adrenal Produção deficiente de ACTHDestruição dos córtices adrenais (causa principal) Uso crônico de glicocorticoides em dosessuprafisiológicasInsensibilidade dos córtices adrenais ao ACTH Produção deficiente de CRH**Denominada por alguns autores insuficiência adrenal terciária.
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passage: SistêmicasPatologias agudas ou crônicasDoença pulmonar obstrutiva crônicaDoença renal crônicaHIVDiabetes melito 2Testiculares (↑LH e FSH)AdquiridasOrquiteTraumatismoQuimioterapia/radioterapia/toxinasCongênitasSíndrome de KlinefelterCriptorquidismoMutações em enzimas responsáveis pela biossíntese de androgêniosMutações no receptor de FSH/LHDistrofia miotônicaHipotalâmico-hipofisárias (↓/normal LH e FSH)EstruturaisTumorais, cirurgias, radiação, traumatismoDoenças infiltrativasHemocromatose, sarcoidose, histiocitose, amiloidoseGenéticasSíndrome de Kallmann, mutações na subunidade β do LH/FSH, idiopáticoFuncionaisHiperprolactinemiaObesidade e diabetes tipo 2Síndrome de Cushing•••Abuso de álcool (pode causar hipogonadismo primário e secundário)Adaptado de Chan et al., 2014.19Quadro 49.7 Medicamentos que podem interferir na função gonadal e seu mecanismo de ação.
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passage: Disgenesia gonadalO desenvolvimento anormal das gônadas, ou seja, a disgene-sia gonadal, na maioria das vezes resulta da não disjunção de cromossomos parentais e leva à formação de gônadas em fita. Em pacientes afetados, a insuficiência gonadal é indicada por níveis aumentados de gonadotrofina.
Em 50 a 60% das pacientes com disgenesia gonadal, o cariótipo é 45,X, e essa condição é denominada síndrome de T urner. Os estigmas clássicos da síndrome de T urner são apre-sentados na Fig. 18-8. Entre esses está a deformidade do co-tovelo que desvia o antebraço em mais de 15 graus quando o braço se encontra estendido ao lado do tronco. Outros proble-mas associados são anomalias cardíacas (em especial coarctação da aorta), anomalias renais, problemas auditivos, otite média e mastoidite, além de maior incidência de hipertensão arterial, acloridria, diabetes melito e tireoidite de Hashimoto. Essa sín-drome podeser diagnosticada na infância. Contudo, algumas pacientes são diagnosticadas apenas na adolescência, quando se apresentam com baixa estatura, genitália feminina pré-puberal e amenorreia primária. O útero e a vagina são normais e capa-zes de responder a hormônios exógenos.
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passage: FisiológicasGinecomastia neonatalGinecomastia puberalGinecomastia senilPatológicasDeficiência de testosteronaDefeitos congênitosAnorquia congênitaSíndrome de KlinefelterSíndromes de resistência androgênica* (feminização testicular e síndrome de Reifenstein)Defeitos na síntese de testosteronaDoenças/situações causadoras de falência testicularOrquite viralTraumatismoCastraçãoDoenças granulomatosas e neurológicasInsuficiência renalDoenças/situações causadoras de deficiência de gonadotrofinas (Quadro 52.4)Produção aumentada de estrogênioSecreção testicular excessivaTumores testicularesTumores não trofoblásticos secretores de hCG (pulmão, rim, fígado, trato gastrintestinal)Hermafroditismo verdadeiroSíndrome de Peutz-JeggersAumento do substrato para aromatização extraglandularDoenças adrenais (tumores e hiperplasia adrenal congênita)Cirrose hepáticaTireotoxicoseRealimentação após intensa inanição ou perda de pesoAtividade testicular ou extraglandular excessiva das aromatasesFármacos (Quadro 52.5)Ginecomastia idiopáticaMacromastia persistente puberal*Quando há ambiguidade da genitália ou virilização deficiente. hCG: gonadotrofina coriônica humana.
Quadro 52.3 Etiologia da ginecomastia (distribuição relativa).
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passage: A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
HAC, na realidade, descreve um grupo de doenças recessivas autossômicas que resultam emvirilização (formação de características masculinas) de fetos femininos. A HAC é causada por uma mutaçãogeneticamente determinada no gene do citocromo P450c21-esteroide 21-hidroxilase, o que resulta em umadeficiência de enzimas do córtex da suprarrenal que são necessárias para a biossíntese de vários hormôniosesteroides. A produção reduzida de hormônio resulta em uma liberação aumentada de adrenocorticotropinada glândula hipófise anterior, o que causa HAC e produção excessiva de androgênios. As mutações do DAX1resultam em hipoplasia suprarrenal congênita ligada ao X.
Desenvolvimento do sistema genitalO sexo cromossômico de um embrião é determinado na fecundação pelo tipo de espermatozoide (X ou Y) quefecunda o oócito. Características morfológicas masculinas e feminina não começam a se desenvolver até a sétimasemana. Os sistemas genitais precoces nos dois sexos são similares; portanto, o período inicial do desenvolvimentogenital é um estágio indiferenciado do desenvolvimento sexual.
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passage: Hi pe r pla s i a s u pr a r r e n a l c o n gê n i t a e s í n dr ome a dr e n og e n i ta lUm aumento anormal das células do córtex suprarrenal resulta em produção excessiva de androgêniodurante o período fetal. Em mulheres, isso causa, usualmente, masculinização da genitália externa (Fig. 12-28).
Os bebês homens afetados têm genitália externa normal e a síndrome pode passar despercebida no começo dainfância. Mais tarde na infância, em ambos os sexos, o excesso de androgênio leva ao crescimento rápido e àmaturação esquelética acelerada.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
25 de 55 29/04/2016 12:31aumentado e grandes lábios fundidos que formaram uma estrutura semelhante a um escroto. Aseta indica a abertura para dentro do seio urogenital. Essa extrema masculinização é o resultadode hiperplasia suprarrenal congênita.
A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
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passage: escrotais e no pequeno pênis com hipospadia.
Algumas vezes, o sexo genotípico (cromossômico) não corresponde ao fenótipo (aparência física). Por exemplo, a causa maiscomum de ambiguidade sexual é a hiperplasia suprarrenal congênita (HSRC). Anomalias bioquímicas nas glândulas suprarrenaisresultam em diminuição da produção de hormônios esteroides e aumento do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH). Na maioria doscasos, a 21-hidroxilação é inibida. As mulheres com essa condição podem ter uma gama de características sexuais que variam desde amasculinização parcial com um grande clitóris até virilização e aparência masculinas. Em uma forma mais rara de HSRC, há deficiênciade 17α-hidroxilase, o que resulta em mulheres com anatomia interna e externa feminina no nascimento, mas as característicassexuais secundárias não aparecem na puberdade por causa da incapacidade de as suprarrenais ou os ovários produzirem hormôniossexuais. Consequentemente, não há desenvolvimento das mamas nem crescimento dos pelos pubianos. Em homens com deficiênciade 17α-hidroxilase, a virilização é inibida.
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passage: Insuficiência adrenal primária (doença de Addison) Insuficiência adrenal secundáriaDefeito ou inibição da esteroidogênese adrenal Produção deficiente de ACTHDestruição dos córtices adrenais (causa principal) Uso crônico de glicocorticoides em dosessuprafisiológicasInsensibilidade dos córtices adrenais ao ACTH Produção deficiente de CRH**Denominada por alguns autores insuficiência adrenal terciária.
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passage: SistêmicasPatologias agudas ou crônicasDoença pulmonar obstrutiva crônicaDoença renal crônicaHIVDiabetes melito 2Testiculares (↑LH e FSH)AdquiridasOrquiteTraumatismoQuimioterapia/radioterapia/toxinasCongênitasSíndrome de KlinefelterCriptorquidismoMutações em enzimas responsáveis pela biossíntese de androgêniosMutações no receptor de FSH/LHDistrofia miotônicaHipotalâmico-hipofisárias (↓/normal LH e FSH)EstruturaisTumorais, cirurgias, radiação, traumatismoDoenças infiltrativasHemocromatose, sarcoidose, histiocitose, amiloidoseGenéticasSíndrome de Kallmann, mutações na subunidade β do LH/FSH, idiopáticoFuncionaisHiperprolactinemiaObesidade e diabetes tipo 2Síndrome de Cushing•••Abuso de álcool (pode causar hipogonadismo primário e secundário)Adaptado de Chan et al., 2014.19Quadro 49.7 Medicamentos que podem interferir na função gonadal e seu mecanismo de ação.
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passage: Disgenesia gonadalO desenvolvimento anormal das gônadas, ou seja, a disgene-sia gonadal, na maioria das vezes resulta da não disjunção de cromossomos parentais e leva à formação de gônadas em fita. Em pacientes afetados, a insuficiência gonadal é indicada por níveis aumentados de gonadotrofina.
Em 50 a 60% das pacientes com disgenesia gonadal, o cariótipo é 45,X, e essa condição é denominada síndrome de T urner. Os estigmas clássicos da síndrome de T urner são apre-sentados na Fig. 18-8. Entre esses está a deformidade do co-tovelo que desvia o antebraço em mais de 15 graus quando o braço se encontra estendido ao lado do tronco. Outros proble-mas associados são anomalias cardíacas (em especial coarctação da aorta), anomalias renais, problemas auditivos, otite média e mastoidite, além de maior incidência de hipertensão arterial, acloridria, diabetes melito e tireoidite de Hashimoto. Essa sín-drome podeser diagnosticada na infância. Contudo, algumas pacientes são diagnosticadas apenas na adolescência, quando se apresentam com baixa estatura, genitália feminina pré-puberal e amenorreia primária. O útero e a vagina são normais e capa-zes de responder a hormônios exógenos.
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passage: FisiológicasGinecomastia neonatalGinecomastia puberalGinecomastia senilPatológicasDeficiência de testosteronaDefeitos congênitosAnorquia congênitaSíndrome de KlinefelterSíndromes de resistência androgênica* (feminização testicular e síndrome de Reifenstein)Defeitos na síntese de testosteronaDoenças/situações causadoras de falência testicularOrquite viralTraumatismoCastraçãoDoenças granulomatosas e neurológicasInsuficiência renalDoenças/situações causadoras de deficiência de gonadotrofinas (Quadro 52.4)Produção aumentada de estrogênioSecreção testicular excessivaTumores testicularesTumores não trofoblásticos secretores de hCG (pulmão, rim, fígado, trato gastrintestinal)Hermafroditismo verdadeiroSíndrome de Peutz-JeggersAumento do substrato para aromatização extraglandularDoenças adrenais (tumores e hiperplasia adrenal congênita)Cirrose hepáticaTireotoxicoseRealimentação após intensa inanição ou perda de pesoAtividade testicular ou extraglandular excessiva das aromatasesFármacos (Quadro 52.5)Ginecomastia idiopáticaMacromastia persistente puberal*Quando há ambiguidade da genitália ou virilização deficiente. hCG: gonadotrofina coriônica humana.
Quadro 52.3 Etiologia da ginecomastia (distribuição relativa).
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passage: Alterações anatômicas do trato genitalFusão/aglutinação labial, hímen imperfuradoHipoplasia ou aplasia endometrial congênita••••°■■°■■•°•°°■■°°°•°°•°°°•••°°Sinéquia uterina (síndrome de Asherman)Agenesia cervical/vaginalAgenesia mülleriana (síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser)Septo transverso vaginalInsuficiência ovariana primária (hipogonadismo hipergonadotrófico)Agenesia gonadalDisgenesia gonadalCariótipo anormalDisgenesia gonadal (síndrome de Turner)Mosaicismo 45,X/46,XXCariótipo normalDisgenesia gonadal puraMutações dos genes WNT4, FOXL2 etc.
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passage: A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
HAC, na realidade, descreve um grupo de doenças recessivas autossômicas que resultam emvirilização (formação de características masculinas) de fetos femininos. A HAC é causada por uma mutaçãogeneticamente determinada no gene do citocromo P450c21-esteroide 21-hidroxilase, o que resulta em umadeficiência de enzimas do córtex da suprarrenal que são necessárias para a biossíntese de vários hormôniosesteroides. A produção reduzida de hormônio resulta em uma liberação aumentada de adrenocorticotropinada glândula hipófise anterior, o que causa HAC e produção excessiva de androgênios. As mutações do DAX1resultam em hipoplasia suprarrenal congênita ligada ao X.
Desenvolvimento do sistema genitalO sexo cromossômico de um embrião é determinado na fecundação pelo tipo de espermatozoide (X ou Y) quefecunda o oócito. Características morfológicas masculinas e feminina não começam a se desenvolver até a sétimasemana. Os sistemas genitais precoces nos dois sexos são similares; portanto, o período inicial do desenvolvimentogenital é um estágio indiferenciado do desenvolvimento sexual.
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passage: Hi pe r pla s i a s u pr a r r e n a l c o n gê n i t a e s í n dr ome a dr e n og e n i ta lUm aumento anormal das células do córtex suprarrenal resulta em produção excessiva de androgêniodurante o período fetal. Em mulheres, isso causa, usualmente, masculinização da genitália externa (Fig. 12-28).
Os bebês homens afetados têm genitália externa normal e a síndrome pode passar despercebida no começo dainfância. Mais tarde na infância, em ambos os sexos, o excesso de androgênio leva ao crescimento rápido e àmaturação esquelética acelerada.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
25 de 55 29/04/2016 12:31aumentado e grandes lábios fundidos que formaram uma estrutura semelhante a um escroto. Aseta indica a abertura para dentro do seio urogenital. Essa extrema masculinização é o resultadode hiperplasia suprarrenal congênita.
A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
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passage: escrotais e no pequeno pênis com hipospadia.
Algumas vezes, o sexo genotípico (cromossômico) não corresponde ao fenótipo (aparência física). Por exemplo, a causa maiscomum de ambiguidade sexual é a hiperplasia suprarrenal congênita (HSRC). Anomalias bioquímicas nas glândulas suprarrenaisresultam em diminuição da produção de hormônios esteroides e aumento do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH). Na maioria doscasos, a 21-hidroxilação é inibida. As mulheres com essa condição podem ter uma gama de características sexuais que variam desde amasculinização parcial com um grande clitóris até virilização e aparência masculinas. Em uma forma mais rara de HSRC, há deficiênciade 17α-hidroxilase, o que resulta em mulheres com anatomia interna e externa feminina no nascimento, mas as característicassexuais secundárias não aparecem na puberdade por causa da incapacidade de as suprarrenais ou os ovários produzirem hormôniossexuais. Consequentemente, não há desenvolvimento das mamas nem crescimento dos pelos pubianos. Em homens com deficiênciade 17α-hidroxilase, a virilização é inibida.
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passage: Insuficiência adrenal primária (doença de Addison) Insuficiência adrenal secundáriaDefeito ou inibição da esteroidogênese adrenal Produção deficiente de ACTHDestruição dos córtices adrenais (causa principal) Uso crônico de glicocorticoides em dosessuprafisiológicasInsensibilidade dos córtices adrenais ao ACTH Produção deficiente de CRH**Denominada por alguns autores insuficiência adrenal terciária.
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passage: SistêmicasPatologias agudas ou crônicasDoença pulmonar obstrutiva crônicaDoença renal crônicaHIVDiabetes melito 2Testiculares (↑LH e FSH)AdquiridasOrquiteTraumatismoQuimioterapia/radioterapia/toxinasCongênitasSíndrome de KlinefelterCriptorquidismoMutações em enzimas responsáveis pela biossíntese de androgêniosMutações no receptor de FSH/LHDistrofia miotônicaHipotalâmico-hipofisárias (↓/normal LH e FSH)EstruturaisTumorais, cirurgias, radiação, traumatismoDoenças infiltrativasHemocromatose, sarcoidose, histiocitose, amiloidoseGenéticasSíndrome de Kallmann, mutações na subunidade β do LH/FSH, idiopáticoFuncionaisHiperprolactinemiaObesidade e diabetes tipo 2Síndrome de Cushing•••Abuso de álcool (pode causar hipogonadismo primário e secundário)Adaptado de Chan et al., 2014.19Quadro 49.7 Medicamentos que podem interferir na função gonadal e seu mecanismo de ação.
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passage: Disgenesia gonadalO desenvolvimento anormal das gônadas, ou seja, a disgene-sia gonadal, na maioria das vezes resulta da não disjunção de cromossomos parentais e leva à formação de gônadas em fita. Em pacientes afetados, a insuficiência gonadal é indicada por níveis aumentados de gonadotrofina.
Em 50 a 60% das pacientes com disgenesia gonadal, o cariótipo é 45,X, e essa condição é denominada síndrome de T urner. Os estigmas clássicos da síndrome de T urner são apre-sentados na Fig. 18-8. Entre esses está a deformidade do co-tovelo que desvia o antebraço em mais de 15 graus quando o braço se encontra estendido ao lado do tronco. Outros proble-mas associados são anomalias cardíacas (em especial coarctação da aorta), anomalias renais, problemas auditivos, otite média e mastoidite, além de maior incidência de hipertensão arterial, acloridria, diabetes melito e tireoidite de Hashimoto. Essa sín-drome podeser diagnosticada na infância. Contudo, algumas pacientes são diagnosticadas apenas na adolescência, quando se apresentam com baixa estatura, genitália feminina pré-puberal e amenorreia primária. O útero e a vagina são normais e capa-zes de responder a hormônios exógenos.
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passage: FisiológicasGinecomastia neonatalGinecomastia puberalGinecomastia senilPatológicasDeficiência de testosteronaDefeitos congênitosAnorquia congênitaSíndrome de KlinefelterSíndromes de resistência androgênica* (feminização testicular e síndrome de Reifenstein)Defeitos na síntese de testosteronaDoenças/situações causadoras de falência testicularOrquite viralTraumatismoCastraçãoDoenças granulomatosas e neurológicasInsuficiência renalDoenças/situações causadoras de deficiência de gonadotrofinas (Quadro 52.4)Produção aumentada de estrogênioSecreção testicular excessivaTumores testicularesTumores não trofoblásticos secretores de hCG (pulmão, rim, fígado, trato gastrintestinal)Hermafroditismo verdadeiroSíndrome de Peutz-JeggersAumento do substrato para aromatização extraglandularDoenças adrenais (tumores e hiperplasia adrenal congênita)Cirrose hepáticaTireotoxicoseRealimentação após intensa inanição ou perda de pesoAtividade testicular ou extraglandular excessiva das aromatasesFármacos (Quadro 52.5)Ginecomastia idiopáticaMacromastia persistente puberal*Quando há ambiguidade da genitália ou virilização deficiente. hCG: gonadotrofina coriônica humana.
Quadro 52.3 Etiologia da ginecomastia (distribuição relativa).
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passage: Alterações anatômicas do trato genitalFusão/aglutinação labial, hímen imperfuradoHipoplasia ou aplasia endometrial congênita••••°■■°■■•°•°°■■°°°•°°•°°°•••°°Sinéquia uterina (síndrome de Asherman)Agenesia cervical/vaginalAgenesia mülleriana (síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser)Septo transverso vaginalInsuficiência ovariana primária (hipogonadismo hipergonadotrófico)Agenesia gonadalDisgenesia gonadalCariótipo anormalDisgenesia gonadal (síndrome de Turner)Mosaicismo 45,X/46,XXCariótipo normalDisgenesia gonadal puraMutações dos genes WNT4, FOXL2 etc.
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passage: ■ 17-hidroxiprogesteronaO termo hiperplasia suprarrenal congênita (HSRC) descreve vários distúrbios autossômicos recessivos que resultam de de-ficiência parcial ou total de uma enzima envolvida na síntese do cortisol e da aldosterona, em geral a 21-hidroxilase ou, com menor frequência, a 11-hidroxilase (ver Fig. 15-5, p. 403). Os sintomas de HSRC e sua gravidade variam muito. Pode-se apresentar em neonatos com genitália ambígua e hipotensão potencialmente letal (Cap. 18, p. 488). Os sintomas também podem ser brandos e retardados até a adolescência ou a vida adulta.
Nessa forma de HSRC de início tardio, a deficiência en-zimática leva à deficiência relativa de cortisol. Como resposta, os níveis de hormônio adrenocorticotrópico (ACTH) aumen-tam para normalizar a produção de cortisol. A hiperplasia su-prarrenal e o aumento dos androgênios são resultados dessa adaptação. Assim, os sintomas da HSRC de início tardio re-fletem acúmulo de hormônios esteroides do precursor C19. Es-ses precursores são convertidos em SDHEA, androstenediona e testosterona. Consequentemente, predominam os sinais de virilização.
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passage: A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
HAC, na realidade, descreve um grupo de doenças recessivas autossômicas que resultam emvirilização (formação de características masculinas) de fetos femininos. A HAC é causada por uma mutaçãogeneticamente determinada no gene do citocromo P450c21-esteroide 21-hidroxilase, o que resulta em umadeficiência de enzimas do córtex da suprarrenal que são necessárias para a biossíntese de vários hormôniosesteroides. A produção reduzida de hormônio resulta em uma liberação aumentada de adrenocorticotropinada glândula hipófise anterior, o que causa HAC e produção excessiva de androgênios. As mutações do DAX1resultam em hipoplasia suprarrenal congênita ligada ao X.
Desenvolvimento do sistema genitalO sexo cromossômico de um embrião é determinado na fecundação pelo tipo de espermatozoide (X ou Y) quefecunda o oócito. Características morfológicas masculinas e feminina não começam a se desenvolver até a sétimasemana. Os sistemas genitais precoces nos dois sexos são similares; portanto, o período inicial do desenvolvimentogenital é um estágio indiferenciado do desenvolvimento sexual.
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passage: Hi pe r pla s i a s u pr a r r e n a l c o n gê n i t a e s í n dr ome a dr e n og e n i ta lUm aumento anormal das células do córtex suprarrenal resulta em produção excessiva de androgêniodurante o período fetal. Em mulheres, isso causa, usualmente, masculinização da genitália externa (Fig. 12-28).
Os bebês homens afetados têm genitália externa normal e a síndrome pode passar despercebida no começo dainfância. Mais tarde na infância, em ambos os sexos, o excesso de androgênio leva ao crescimento rápido e àmaturação esquelética acelerada.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
25 de 55 29/04/2016 12:31aumentado e grandes lábios fundidos que formaram uma estrutura semelhante a um escroto. Aseta indica a abertura para dentro do seio urogenital. Essa extrema masculinização é o resultadode hiperplasia suprarrenal congênita.
A síndrome adrenogenital, associada à hiperplasia suprarrenal (adrenal) congênita (HAC),manifesta-se em várias formas que podem ser correlacionadas com deficiências enzimáticas da biossíntese docortisol.
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passage: escrotais e no pequeno pênis com hipospadia.
Algumas vezes, o sexo genotípico (cromossômico) não corresponde ao fenótipo (aparência física). Por exemplo, a causa maiscomum de ambiguidade sexual é a hiperplasia suprarrenal congênita (HSRC). Anomalias bioquímicas nas glândulas suprarrenaisresultam em diminuição da produção de hormônios esteroides e aumento do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH). Na maioria doscasos, a 21-hidroxilação é inibida. As mulheres com essa condição podem ter uma gama de características sexuais que variam desde amasculinização parcial com um grande clitóris até virilização e aparência masculinas. Em uma forma mais rara de HSRC, há deficiênciade 17α-hidroxilase, o que resulta em mulheres com anatomia interna e externa feminina no nascimento, mas as característicassexuais secundárias não aparecem na puberdade por causa da incapacidade de as suprarrenais ou os ovários produzirem hormôniossexuais. Consequentemente, não há desenvolvimento das mamas nem crescimento dos pelos pubianos. Em homens com deficiênciade 17α-hidroxilase, a virilização é inibida.
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passage: Insuficiência adrenal primária (doença de Addison) Insuficiência adrenal secundáriaDefeito ou inibição da esteroidogênese adrenal Produção deficiente de ACTHDestruição dos córtices adrenais (causa principal) Uso crônico de glicocorticoides em dosessuprafisiológicasInsensibilidade dos córtices adrenais ao ACTH Produção deficiente de CRH**Denominada por alguns autores insuficiência adrenal terciária.
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passage: SistêmicasPatologias agudas ou crônicasDoença pulmonar obstrutiva crônicaDoença renal crônicaHIVDiabetes melito 2Testiculares (↑LH e FSH)AdquiridasOrquiteTraumatismoQuimioterapia/radioterapia/toxinasCongênitasSíndrome de KlinefelterCriptorquidismoMutações em enzimas responsáveis pela biossíntese de androgêniosMutações no receptor de FSH/LHDistrofia miotônicaHipotalâmico-hipofisárias (↓/normal LH e FSH)EstruturaisTumorais, cirurgias, radiação, traumatismoDoenças infiltrativasHemocromatose, sarcoidose, histiocitose, amiloidoseGenéticasSíndrome de Kallmann, mutações na subunidade β do LH/FSH, idiopáticoFuncionaisHiperprolactinemiaObesidade e diabetes tipo 2Síndrome de Cushing•••Abuso de álcool (pode causar hipogonadismo primário e secundário)Adaptado de Chan et al., 2014.19Quadro 49.7 Medicamentos que podem interferir na função gonadal e seu mecanismo de ação.
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passage: Disgenesia gonadalO desenvolvimento anormal das gônadas, ou seja, a disgene-sia gonadal, na maioria das vezes resulta da não disjunção de cromossomos parentais e leva à formação de gônadas em fita. Em pacientes afetados, a insuficiência gonadal é indicada por níveis aumentados de gonadotrofina.
Em 50 a 60% das pacientes com disgenesia gonadal, o cariótipo é 45,X, e essa condição é denominada síndrome de T urner. Os estigmas clássicos da síndrome de T urner são apre-sentados na Fig. 18-8. Entre esses está a deformidade do co-tovelo que desvia o antebraço em mais de 15 graus quando o braço se encontra estendido ao lado do tronco. Outros proble-mas associados são anomalias cardíacas (em especial coarctação da aorta), anomalias renais, problemas auditivos, otite média e mastoidite, além de maior incidência de hipertensão arterial, acloridria, diabetes melito e tireoidite de Hashimoto. Essa sín-drome podeser diagnosticada na infância. Contudo, algumas pacientes são diagnosticadas apenas na adolescência, quando se apresentam com baixa estatura, genitália feminina pré-puberal e amenorreia primária. O útero e a vagina são normais e capa-zes de responder a hormônios exógenos.
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passage: FisiológicasGinecomastia neonatalGinecomastia puberalGinecomastia senilPatológicasDeficiência de testosteronaDefeitos congênitosAnorquia congênitaSíndrome de KlinefelterSíndromes de resistência androgênica* (feminização testicular e síndrome de Reifenstein)Defeitos na síntese de testosteronaDoenças/situações causadoras de falência testicularOrquite viralTraumatismoCastraçãoDoenças granulomatosas e neurológicasInsuficiência renalDoenças/situações causadoras de deficiência de gonadotrofinas (Quadro 52.4)Produção aumentada de estrogênioSecreção testicular excessivaTumores testicularesTumores não trofoblásticos secretores de hCG (pulmão, rim, fígado, trato gastrintestinal)Hermafroditismo verdadeiroSíndrome de Peutz-JeggersAumento do substrato para aromatização extraglandularDoenças adrenais (tumores e hiperplasia adrenal congênita)Cirrose hepáticaTireotoxicoseRealimentação após intensa inanição ou perda de pesoAtividade testicular ou extraglandular excessiva das aromatasesFármacos (Quadro 52.5)Ginecomastia idiopáticaMacromastia persistente puberal*Quando há ambiguidade da genitália ou virilização deficiente. hCG: gonadotrofina coriônica humana.
Quadro 52.3 Etiologia da ginecomastia (distribuição relativa).
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passage: Alterações anatômicas do trato genitalFusão/aglutinação labial, hímen imperfuradoHipoplasia ou aplasia endometrial congênita••••°■■°■■•°•°°■■°°°•°°•°°°•••°°Sinéquia uterina (síndrome de Asherman)Agenesia cervical/vaginalAgenesia mülleriana (síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser)Septo transverso vaginalInsuficiência ovariana primária (hipogonadismo hipergonadotrófico)Agenesia gonadalDisgenesia gonadalCariótipo anormalDisgenesia gonadal (síndrome de Turner)Mosaicismo 45,X/46,XXCariótipo normalDisgenesia gonadal puraMutações dos genes WNT4, FOXL2 etc.
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passage: ■ 17-hidroxiprogesteronaO termo hiperplasia suprarrenal congênita (HSRC) descreve vários distúrbios autossômicos recessivos que resultam de de-ficiência parcial ou total de uma enzima envolvida na síntese do cortisol e da aldosterona, em geral a 21-hidroxilase ou, com menor frequência, a 11-hidroxilase (ver Fig. 15-5, p. 403). Os sintomas de HSRC e sua gravidade variam muito. Pode-se apresentar em neonatos com genitália ambígua e hipotensão potencialmente letal (Cap. 18, p. 488). Os sintomas também podem ser brandos e retardados até a adolescência ou a vida adulta.
Nessa forma de HSRC de início tardio, a deficiência en-zimática leva à deficiência relativa de cortisol. Como resposta, os níveis de hormônio adrenocorticotrópico (ACTH) aumen-tam para normalizar a produção de cortisol. A hiperplasia su-prarrenal e o aumento dos androgênios são resultados dessa adaptação. Assim, os sintomas da HSRC de início tardio re-fletem acúmulo de hormônios esteroides do precursor C19. Es-ses precursores são convertidos em SDHEA, androstenediona e testosterona. Consequentemente, predominam os sinais de virilização.
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passage: Outra causa de ambiguidade sexual é a síndrome da insensibilidade aos andrógenos. Os acometidos são homens (têm ocromossomo Y e testículos), mas não há receptores androgênicos ou os tecidos não respondem ao complexo receptor di-hidrotestosterona. Consequentemente, os andrógenos produzidos pelos testículos não são efetivos na indução da diferenciação dagenitália masculina. Uma vez que esses pacientes têm testículos e existe a substância inibidora mülleriana, o sistemaparamesonéfrico é suprimido e não há tubas uterinas nem útero. Em pacientes com a síndrome da insensibilidade completa aosandrógenos existe vagina, mas ela em geral é curta ou pouco desenvolvida. Os testículos são encontrados frequentemente nasregiões inguinal ou labial, mas a espermatogênese não ocorre. Além disso, aumenta o risco de tumores testiculares, e 3% dessesindivíduos desenvolvem malignidades antes dos 50 anos de idade. Outros pacientes têm síndrome da insensibilidade leve aosandrógenos ou síndrome da insensibilidade parcial aos andrógenos. Na forma leve, ocorre virilização em graus variáveis, masa genitália ambígua pode ocorrer na forma parcial, incluindo clitoromegalia ou um pênis pequeno com hipospadia. Em geral, hácriptorquidia.
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Olá! Entendo sua preocupação em saber mais sobre a síndrome adrenogenital. Vou te explicar da maneira mais clara possível.
A síndrome adrenogenital, também conhecida como hiperplasia adrenal congênita (HAC), é um grupo de doenças genéticas que afetam as glândulas adrenais, também chamadas de suprarrenais. Essas glândulas são importantes porque produzem hormônios essenciais, como o cortisol (que ajuda o corpo a lidar com o estresse) e a aldosterona (que controla o equilíbrio de sal e água).
Na HAC, ocorre uma deficiência em uma ou mais enzimas necessárias para a produção desses hormônios. A forma mais comum é a deficiência da enzima 21-hidroxilase. Quando essa enzima não funciona corretamente, a produção de cortisol e aldosterona diminui, e o corpo, tentando compensar, acaba produzindo mais andrógenos, que são hormônios masculinos.
Nas meninas, o excesso de andrógenos pode causar virilização, ou seja, o desenvolvimento de características consideradas masculinas. Isso pode acontecer ainda durante a gestação, afetando o desenvolvimento dos órgãos genitais. Em casos mais leves, a virilização pode ser notada apenas na puberdade, com o surgimento de pelos faciais ou engrossamento da voz, por exemplo.
Nos meninos, a HAC pode ser mais difícil de identificar no início, já que eles já produzem andrógenos naturalmente. Mas, com o tempo, o excesso desses hormônios pode levar a um crescimento acelerado e amadurecimento ósseo precoce.
É importante ressaltar que a HAC é uma condição genética, ou seja, a pessoa nasce com ela. E, embora possa causar preocupação, especialmente em relação ao desenvolvimento sexual, existem tratamentos disponíveis para controlar os níveis hormonais e minimizar os efeitos da síndrome.
Se você suspeita que você ou sua filha possa ter HAC, ou se simplesmente quer saber mais sobre o assunto, o ideal é procurar um especialista. Ele poderá fazer uma avaliação completa, solicitar exames e indicar o tratamento mais adequado para o caso. Lembre-se que o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico são fundamentais para garantir uma boa qualidade de vida.
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21,683
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Tive descolamento de placenta e, em seguida, um aborto espontâneo. Tenho chances de ter outro descolamento?
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O insucesso de uma gestação não garante que na próxima ocorrerá o mesmo. Cada gestação acontece de uma forma única, mas é importante fazer uma consulta pré-concepção para obter melhores esclarecimentos.
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passage: . Outros sintomas do aborto espontâneo são cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve,dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. Saiba identificar todos os sintomas de aborto espontâneo. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. O que fazer: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo obstetra através de uma curetagem. Saiba como é feita a curetagem. 7. Descolamento da placenta O descolamento da placenta acontece quando a placenta é separada da parede do útero como resultado de inflamações ou alteração na circulação de sangue na placenta. Esse descolamento pode causar corrimento rosado, seguido de sangramento vaginal, cólicas intensas ou dor lombar, sendo mais comum após as 20 semanas de gestação. O descolamento da placenta pode ser causado por esforço físico intenso e pressão alta ou pré-eclâmpsia. O que fazer: o descolamento da placenta é uma emergência médica, pois pode pôr em risco a saúde da mãe e do bebê
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passage: . Outros sintomas do aborto espontâneo são cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve,dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. Saiba identificar todos os sintomas de aborto espontâneo. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. O que fazer: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo obstetra através de uma curetagem. Saiba como é feita a curetagem. 7. Descolamento da placenta O descolamento da placenta acontece quando a placenta é separada da parede do útero como resultado de inflamações ou alteração na circulação de sangue na placenta. Esse descolamento pode causar corrimento rosado, seguido de sangramento vaginal, cólicas intensas ou dor lombar, sendo mais comum após as 20 semanas de gestação. O descolamento da placenta pode ser causado por esforço físico intenso e pressão alta ou pré-eclâmpsia. O que fazer: o descolamento da placenta é uma emergência médica, pois pode pôr em risco a saúde da mãe e do bebê
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passage: . Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2. Realização do parto Para as mulheres com grau 2 ou 3 de descolamento de placenta, o médico pode indicar a antecipação do parto. Assim, quando o bebê tem mais de 34 semanas, quando as condições de saúde da mãe estão estáveis e o trabalho de parto estiver avançado, o obstetra pode recomendar a realização do parto normal. Já em casos de sinais de sofrimento fetal, que é quando existe a falta de oxigênio para o bebê, causando alteração na frequência cardíaca e no bem-estar geral, é necessária uma cesariana de emergência. Possíveis complicações As possíveis complicações do descolamento de placenta são: Hemorragia grave; Óbito fetal e materno; Parto prematuro; Histerectomia; Insuficiência renal; Coagulopatia. Além disso, o descolamento de placenta também aumenta o risco de problemas cardiovasculares em mulheres.
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passage: . Outros sintomas do aborto espontâneo são cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve,dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. Saiba identificar todos os sintomas de aborto espontâneo. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. O que fazer: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo obstetra através de uma curetagem. Saiba como é feita a curetagem. 7. Descolamento da placenta O descolamento da placenta acontece quando a placenta é separada da parede do útero como resultado de inflamações ou alteração na circulação de sangue na placenta. Esse descolamento pode causar corrimento rosado, seguido de sangramento vaginal, cólicas intensas ou dor lombar, sendo mais comum após as 20 semanas de gestação. O descolamento da placenta pode ser causado por esforço físico intenso e pressão alta ou pré-eclâmpsia. O que fazer: o descolamento da placenta é uma emergência médica, pois pode pôr em risco a saúde da mãe e do bebê
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passage: . Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2. Realização do parto Para as mulheres com grau 2 ou 3 de descolamento de placenta, o médico pode indicar a antecipação do parto. Assim, quando o bebê tem mais de 34 semanas, quando as condições de saúde da mãe estão estáveis e o trabalho de parto estiver avançado, o obstetra pode recomendar a realização do parto normal. Já em casos de sinais de sofrimento fetal, que é quando existe a falta de oxigênio para o bebê, causando alteração na frequência cardíaca e no bem-estar geral, é necessária uma cesariana de emergência. Possíveis complicações As possíveis complicações do descolamento de placenta são: Hemorragia grave; Óbito fetal e materno; Parto prematuro; Histerectomia; Insuficiência renal; Coagulopatia. Além disso, o descolamento de placenta também aumenta o risco de problemas cardiovasculares em mulheres.
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passage: . Já no grau 3, ou grave, a mulher pode não ter sangramento ou apresentar sangramento intenso, além de apresentar alterações de hipotensão arterial e contração uterina, e o bebê pode vir a óbito. Possíveis causas A causa exata do descolamento da placenta é desconhecida. No entanto, alguns fatores de risco relacionados com essa condição são: Trauma no abdômen, provocado por acidente, queda ou violência física; Pressão alta ou pré-eclâmpsia; Tabagismo; Uso de cocaína durante a gravidez; Idade materna acima de 35 anos; Descolamento prematuro de placenta em gestação anterior; Gravidez de dois ou mais bebês. Além disso, a ruptura da bolsa antes do tempo previsto e o excesso de líquido amniótico, também estão relacionados com o aumento do risco de descolamento de placenta. Como é feito o tratamento O tratamento do descolamento da placenta pode incluir: 1. Internação hospitalar Mulheres com grau 1 de descolamento de placenta, sem sinais de sofrimento materno ou fetal e gravidez com menos de 37 semanas, podem ser internadas para monitoramento do estado de saúde dela e do bebê. Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2
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passage: . Outros sintomas do aborto espontâneo são cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve,dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. Saiba identificar todos os sintomas de aborto espontâneo. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. O que fazer: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo obstetra através de uma curetagem. Saiba como é feita a curetagem. 7. Descolamento da placenta O descolamento da placenta acontece quando a placenta é separada da parede do útero como resultado de inflamações ou alteração na circulação de sangue na placenta. Esse descolamento pode causar corrimento rosado, seguido de sangramento vaginal, cólicas intensas ou dor lombar, sendo mais comum após as 20 semanas de gestação. O descolamento da placenta pode ser causado por esforço físico intenso e pressão alta ou pré-eclâmpsia. O que fazer: o descolamento da placenta é uma emergência médica, pois pode pôr em risco a saúde da mãe e do bebê
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passage: . Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2. Realização do parto Para as mulheres com grau 2 ou 3 de descolamento de placenta, o médico pode indicar a antecipação do parto. Assim, quando o bebê tem mais de 34 semanas, quando as condições de saúde da mãe estão estáveis e o trabalho de parto estiver avançado, o obstetra pode recomendar a realização do parto normal. Já em casos de sinais de sofrimento fetal, que é quando existe a falta de oxigênio para o bebê, causando alteração na frequência cardíaca e no bem-estar geral, é necessária uma cesariana de emergência. Possíveis complicações As possíveis complicações do descolamento de placenta são: Hemorragia grave; Óbito fetal e materno; Parto prematuro; Histerectomia; Insuficiência renal; Coagulopatia. Além disso, o descolamento de placenta também aumenta o risco de problemas cardiovasculares em mulheres.
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passage: . Já no grau 3, ou grave, a mulher pode não ter sangramento ou apresentar sangramento intenso, além de apresentar alterações de hipotensão arterial e contração uterina, e o bebê pode vir a óbito. Possíveis causas A causa exata do descolamento da placenta é desconhecida. No entanto, alguns fatores de risco relacionados com essa condição são: Trauma no abdômen, provocado por acidente, queda ou violência física; Pressão alta ou pré-eclâmpsia; Tabagismo; Uso de cocaína durante a gravidez; Idade materna acima de 35 anos; Descolamento prematuro de placenta em gestação anterior; Gravidez de dois ou mais bebês. Além disso, a ruptura da bolsa antes do tempo previsto e o excesso de líquido amniótico, também estão relacionados com o aumento do risco de descolamento de placenta. Como é feito o tratamento O tratamento do descolamento da placenta pode incluir: 1. Internação hospitalar Mulheres com grau 1 de descolamento de placenta, sem sinais de sofrimento materno ou fetal e gravidez com menos de 37 semanas, podem ser internadas para monitoramento do estado de saúde dela e do bebê. Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2
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passage: . Além disso, se o descolamento de placenta for leve, pode não causar sintomas. Porém, se for moderado ou grave, pode provocar sintomas mais fortes e sangramento intenso. Descolamento de placenta no início da gravidez O descolamento da placenta no início da gravidez, é, na verdade, caracterizado pelo acúmulo de sangue entre placenta e o útero devido ao deslocamento do óvulo fecundado da parede do útero, sendo conhecido como descolamento ovular. O descolamento ovular pode aumentar o risco de complicações, como parto prematuro, aborto espontâneo e descolamento de placenta. Leia também: Descolamento ovular: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/descolamento-ovular Como é a dor e o sangramento no descolamento de placenta? A dor do descolamento de placenta geralmente é repentina, aguda e intensa. O sangramento no descolamento de placenta pode variar de discreto a intenso, e apresentar coloração vermelho escura. No entanto, nem todas as mulheres com descolamento de placenta apresentam sangramento, já que o sangue pode ficar preso atrás da placenta. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento prematuro de placenta é feito pelo obstetra, a partir da história clínica da pessoa e do exame físico
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passage: . Outros sintomas do aborto espontâneo são cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve,dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. Saiba identificar todos os sintomas de aborto espontâneo. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. O que fazer: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo obstetra através de uma curetagem. Saiba como é feita a curetagem. 7. Descolamento da placenta O descolamento da placenta acontece quando a placenta é separada da parede do útero como resultado de inflamações ou alteração na circulação de sangue na placenta. Esse descolamento pode causar corrimento rosado, seguido de sangramento vaginal, cólicas intensas ou dor lombar, sendo mais comum após as 20 semanas de gestação. O descolamento da placenta pode ser causado por esforço físico intenso e pressão alta ou pré-eclâmpsia. O que fazer: o descolamento da placenta é uma emergência médica, pois pode pôr em risco a saúde da mãe e do bebê
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passage: . Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2. Realização do parto Para as mulheres com grau 2 ou 3 de descolamento de placenta, o médico pode indicar a antecipação do parto. Assim, quando o bebê tem mais de 34 semanas, quando as condições de saúde da mãe estão estáveis e o trabalho de parto estiver avançado, o obstetra pode recomendar a realização do parto normal. Já em casos de sinais de sofrimento fetal, que é quando existe a falta de oxigênio para o bebê, causando alteração na frequência cardíaca e no bem-estar geral, é necessária uma cesariana de emergência. Possíveis complicações As possíveis complicações do descolamento de placenta são: Hemorragia grave; Óbito fetal e materno; Parto prematuro; Histerectomia; Insuficiência renal; Coagulopatia. Além disso, o descolamento de placenta também aumenta o risco de problemas cardiovasculares em mulheres.
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passage: . Já no grau 3, ou grave, a mulher pode não ter sangramento ou apresentar sangramento intenso, além de apresentar alterações de hipotensão arterial e contração uterina, e o bebê pode vir a óbito. Possíveis causas A causa exata do descolamento da placenta é desconhecida. No entanto, alguns fatores de risco relacionados com essa condição são: Trauma no abdômen, provocado por acidente, queda ou violência física; Pressão alta ou pré-eclâmpsia; Tabagismo; Uso de cocaína durante a gravidez; Idade materna acima de 35 anos; Descolamento prematuro de placenta em gestação anterior; Gravidez de dois ou mais bebês. Além disso, a ruptura da bolsa antes do tempo previsto e o excesso de líquido amniótico, também estão relacionados com o aumento do risco de descolamento de placenta. Como é feito o tratamento O tratamento do descolamento da placenta pode incluir: 1. Internação hospitalar Mulheres com grau 1 de descolamento de placenta, sem sinais de sofrimento materno ou fetal e gravidez com menos de 37 semanas, podem ser internadas para monitoramento do estado de saúde dela e do bebê. Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2
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passage: . Além disso, se o descolamento de placenta for leve, pode não causar sintomas. Porém, se for moderado ou grave, pode provocar sintomas mais fortes e sangramento intenso. Descolamento de placenta no início da gravidez O descolamento da placenta no início da gravidez, é, na verdade, caracterizado pelo acúmulo de sangue entre placenta e o útero devido ao deslocamento do óvulo fecundado da parede do útero, sendo conhecido como descolamento ovular. O descolamento ovular pode aumentar o risco de complicações, como parto prematuro, aborto espontâneo e descolamento de placenta. Leia também: Descolamento ovular: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/descolamento-ovular Como é a dor e o sangramento no descolamento de placenta? A dor do descolamento de placenta geralmente é repentina, aguda e intensa. O sangramento no descolamento de placenta pode variar de discreto a intenso, e apresentar coloração vermelho escura. No entanto, nem todas as mulheres com descolamento de placenta apresentam sangramento, já que o sangue pode ficar preso atrás da placenta. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento prematuro de placenta é feito pelo obstetra, a partir da história clínica da pessoa e do exame físico
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passage: Em resumo, são sinais de descolamento placentário:Alongamento do cordão protruso através da vulvaElevação do fundo do útero acima do umbigo, que se torna duro e globularHemorragia de pequena monta (300 a 500 mℓ) devido à separação da placenta, que normalmente cessarapidamente na dependência da retração das fibras miometriais.
AssistênciaNão há critérios universalmente aceitos para a duração normal do secundamento. Em duas grandes séries departos consecutivos citadas no capítulo do Uptodate (Funai & Norwitz, 2015), a duração média do terceiroperíodo foi de 5 a 6 min, tendo 90% das placentas delivrado em 15 min e 97% em 30 min após o nascimento. Deacordo com o NICE (2014), define-se terceiro período prolongado aquele que não se completa 30 min depois donascimento quando manejo ativo é adotado ou 60 min depois do nascimento com manejo fisiológico. A qualquermomento antes desses limites pode ser necessário intervir se ocorrerem hemorragia ou sinais sugestivos dechoque, porém pode ser razoável esperar em mulheres que estão bem, com condição clínica estável e semsangramento. Na maioria dos casos a placenta nasce espontaneamente, sem requerer manobras adicionais.
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passage: . Outros sintomas do aborto espontâneo são cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve,dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. Saiba identificar todos os sintomas de aborto espontâneo. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. O que fazer: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo obstetra através de uma curetagem. Saiba como é feita a curetagem. 7. Descolamento da placenta O descolamento da placenta acontece quando a placenta é separada da parede do útero como resultado de inflamações ou alteração na circulação de sangue na placenta. Esse descolamento pode causar corrimento rosado, seguido de sangramento vaginal, cólicas intensas ou dor lombar, sendo mais comum após as 20 semanas de gestação. O descolamento da placenta pode ser causado por esforço físico intenso e pressão alta ou pré-eclâmpsia. O que fazer: o descolamento da placenta é uma emergência médica, pois pode pôr em risco a saúde da mãe e do bebê
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passage: . Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2. Realização do parto Para as mulheres com grau 2 ou 3 de descolamento de placenta, o médico pode indicar a antecipação do parto. Assim, quando o bebê tem mais de 34 semanas, quando as condições de saúde da mãe estão estáveis e o trabalho de parto estiver avançado, o obstetra pode recomendar a realização do parto normal. Já em casos de sinais de sofrimento fetal, que é quando existe a falta de oxigênio para o bebê, causando alteração na frequência cardíaca e no bem-estar geral, é necessária uma cesariana de emergência. Possíveis complicações As possíveis complicações do descolamento de placenta são: Hemorragia grave; Óbito fetal e materno; Parto prematuro; Histerectomia; Insuficiência renal; Coagulopatia. Além disso, o descolamento de placenta também aumenta o risco de problemas cardiovasculares em mulheres.
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passage: . Já no grau 3, ou grave, a mulher pode não ter sangramento ou apresentar sangramento intenso, além de apresentar alterações de hipotensão arterial e contração uterina, e o bebê pode vir a óbito. Possíveis causas A causa exata do descolamento da placenta é desconhecida. No entanto, alguns fatores de risco relacionados com essa condição são: Trauma no abdômen, provocado por acidente, queda ou violência física; Pressão alta ou pré-eclâmpsia; Tabagismo; Uso de cocaína durante a gravidez; Idade materna acima de 35 anos; Descolamento prematuro de placenta em gestação anterior; Gravidez de dois ou mais bebês. Além disso, a ruptura da bolsa antes do tempo previsto e o excesso de líquido amniótico, também estão relacionados com o aumento do risco de descolamento de placenta. Como é feito o tratamento O tratamento do descolamento da placenta pode incluir: 1. Internação hospitalar Mulheres com grau 1 de descolamento de placenta, sem sinais de sofrimento materno ou fetal e gravidez com menos de 37 semanas, podem ser internadas para monitoramento do estado de saúde dela e do bebê. Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2
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passage: . Além disso, se o descolamento de placenta for leve, pode não causar sintomas. Porém, se for moderado ou grave, pode provocar sintomas mais fortes e sangramento intenso. Descolamento de placenta no início da gravidez O descolamento da placenta no início da gravidez, é, na verdade, caracterizado pelo acúmulo de sangue entre placenta e o útero devido ao deslocamento do óvulo fecundado da parede do útero, sendo conhecido como descolamento ovular. O descolamento ovular pode aumentar o risco de complicações, como parto prematuro, aborto espontâneo e descolamento de placenta. Leia também: Descolamento ovular: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/descolamento-ovular Como é a dor e o sangramento no descolamento de placenta? A dor do descolamento de placenta geralmente é repentina, aguda e intensa. O sangramento no descolamento de placenta pode variar de discreto a intenso, e apresentar coloração vermelho escura. No entanto, nem todas as mulheres com descolamento de placenta apresentam sangramento, já que o sangue pode ficar preso atrás da placenta. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento prematuro de placenta é feito pelo obstetra, a partir da história clínica da pessoa e do exame físico
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passage: Em resumo, são sinais de descolamento placentário:Alongamento do cordão protruso através da vulvaElevação do fundo do útero acima do umbigo, que se torna duro e globularHemorragia de pequena monta (300 a 500 mℓ) devido à separação da placenta, que normalmente cessarapidamente na dependência da retração das fibras miometriais.
AssistênciaNão há critérios universalmente aceitos para a duração normal do secundamento. Em duas grandes séries departos consecutivos citadas no capítulo do Uptodate (Funai & Norwitz, 2015), a duração média do terceiroperíodo foi de 5 a 6 min, tendo 90% das placentas delivrado em 15 min e 97% em 30 min após o nascimento. Deacordo com o NICE (2014), define-se terceiro período prolongado aquele que não se completa 30 min depois donascimento quando manejo ativo é adotado ou 60 min depois do nascimento com manejo fisiológico. A qualquermomento antes desses limites pode ser necessário intervir se ocorrerem hemorragia ou sinais sugestivos dechoque, porém pode ser razoável esperar em mulheres que estão bem, com condição clínica estável e semsangramento. Na maioria dos casos a placenta nasce espontaneamente, sem requerer manobras adicionais.
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passage: . Além disso, também é importante beber pelo menos 2 litros de água por dia. Veja mais detalhes do tratamento do descolamento ovular. 5. Aborto espontâneo O aborto espontâneo pode causar cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve, acompanhada de sangramento acastanhado, sangramento intenso ou saída de coágulos de sangue ou tecidos, que pioram ao longo dos dias. Além disso, a cólica pode estar acompanhada de outros sintomas como dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, mas também pode ocorrer no segundo trimestre da gestação, antes das 20 semanas, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. Conheça outras causas do aborto espontâneo. Como aliviar: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente no caso de surgimento de sintomas de aborto espontâneo, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo médico através de uma curetagem ou cirurgia para retirada do bebê. Saiba como é feita a curetagem
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passage: . Outros sintomas do aborto espontâneo são cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve,dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. Saiba identificar todos os sintomas de aborto espontâneo. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. O que fazer: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo obstetra através de uma curetagem. Saiba como é feita a curetagem. 7. Descolamento da placenta O descolamento da placenta acontece quando a placenta é separada da parede do útero como resultado de inflamações ou alteração na circulação de sangue na placenta. Esse descolamento pode causar corrimento rosado, seguido de sangramento vaginal, cólicas intensas ou dor lombar, sendo mais comum após as 20 semanas de gestação. O descolamento da placenta pode ser causado por esforço físico intenso e pressão alta ou pré-eclâmpsia. O que fazer: o descolamento da placenta é uma emergência médica, pois pode pôr em risco a saúde da mãe e do bebê
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passage: . Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2. Realização do parto Para as mulheres com grau 2 ou 3 de descolamento de placenta, o médico pode indicar a antecipação do parto. Assim, quando o bebê tem mais de 34 semanas, quando as condições de saúde da mãe estão estáveis e o trabalho de parto estiver avançado, o obstetra pode recomendar a realização do parto normal. Já em casos de sinais de sofrimento fetal, que é quando existe a falta de oxigênio para o bebê, causando alteração na frequência cardíaca e no bem-estar geral, é necessária uma cesariana de emergência. Possíveis complicações As possíveis complicações do descolamento de placenta são: Hemorragia grave; Óbito fetal e materno; Parto prematuro; Histerectomia; Insuficiência renal; Coagulopatia. Além disso, o descolamento de placenta também aumenta o risco de problemas cardiovasculares em mulheres.
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passage: . Já no grau 3, ou grave, a mulher pode não ter sangramento ou apresentar sangramento intenso, além de apresentar alterações de hipotensão arterial e contração uterina, e o bebê pode vir a óbito. Possíveis causas A causa exata do descolamento da placenta é desconhecida. No entanto, alguns fatores de risco relacionados com essa condição são: Trauma no abdômen, provocado por acidente, queda ou violência física; Pressão alta ou pré-eclâmpsia; Tabagismo; Uso de cocaína durante a gravidez; Idade materna acima de 35 anos; Descolamento prematuro de placenta em gestação anterior; Gravidez de dois ou mais bebês. Além disso, a ruptura da bolsa antes do tempo previsto e o excesso de líquido amniótico, também estão relacionados com o aumento do risco de descolamento de placenta. Como é feito o tratamento O tratamento do descolamento da placenta pode incluir: 1. Internação hospitalar Mulheres com grau 1 de descolamento de placenta, sem sinais de sofrimento materno ou fetal e gravidez com menos de 37 semanas, podem ser internadas para monitoramento do estado de saúde dela e do bebê. Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2
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passage: . Além disso, se o descolamento de placenta for leve, pode não causar sintomas. Porém, se for moderado ou grave, pode provocar sintomas mais fortes e sangramento intenso. Descolamento de placenta no início da gravidez O descolamento da placenta no início da gravidez, é, na verdade, caracterizado pelo acúmulo de sangue entre placenta e o útero devido ao deslocamento do óvulo fecundado da parede do útero, sendo conhecido como descolamento ovular. O descolamento ovular pode aumentar o risco de complicações, como parto prematuro, aborto espontâneo e descolamento de placenta. Leia também: Descolamento ovular: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/descolamento-ovular Como é a dor e o sangramento no descolamento de placenta? A dor do descolamento de placenta geralmente é repentina, aguda e intensa. O sangramento no descolamento de placenta pode variar de discreto a intenso, e apresentar coloração vermelho escura. No entanto, nem todas as mulheres com descolamento de placenta apresentam sangramento, já que o sangue pode ficar preso atrás da placenta. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento prematuro de placenta é feito pelo obstetra, a partir da história clínica da pessoa e do exame físico
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passage: Em resumo, são sinais de descolamento placentário:Alongamento do cordão protruso através da vulvaElevação do fundo do útero acima do umbigo, que se torna duro e globularHemorragia de pequena monta (300 a 500 mℓ) devido à separação da placenta, que normalmente cessarapidamente na dependência da retração das fibras miometriais.
AssistênciaNão há critérios universalmente aceitos para a duração normal do secundamento. Em duas grandes séries departos consecutivos citadas no capítulo do Uptodate (Funai & Norwitz, 2015), a duração média do terceiroperíodo foi de 5 a 6 min, tendo 90% das placentas delivrado em 15 min e 97% em 30 min após o nascimento. Deacordo com o NICE (2014), define-se terceiro período prolongado aquele que não se completa 30 min depois donascimento quando manejo ativo é adotado ou 60 min depois do nascimento com manejo fisiológico. A qualquermomento antes desses limites pode ser necessário intervir se ocorrerem hemorragia ou sinais sugestivos dechoque, porém pode ser razoável esperar em mulheres que estão bem, com condição clínica estável e semsangramento. Na maioria dos casos a placenta nasce espontaneamente, sem requerer manobras adicionais.
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passage: . Além disso, também é importante beber pelo menos 2 litros de água por dia. Veja mais detalhes do tratamento do descolamento ovular. 5. Aborto espontâneo O aborto espontâneo pode causar cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve, acompanhada de sangramento acastanhado, sangramento intenso ou saída de coágulos de sangue ou tecidos, que pioram ao longo dos dias. Além disso, a cólica pode estar acompanhada de outros sintomas como dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, mas também pode ocorrer no segundo trimestre da gestação, antes das 20 semanas, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. Conheça outras causas do aborto espontâneo. Como aliviar: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente no caso de surgimento de sintomas de aborto espontâneo, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo médico através de uma curetagem ou cirurgia para retirada do bebê. Saiba como é feita a curetagem
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passage: . Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento prematuro de placenta é feito pelo obstetra, a partir da história clínica da pessoa e do exame físico. Se deseja confirmar o risco de descolamento de placenta, marque uma consulta com o obstetra mais perto de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além, disso, o médico também solicita a monitorização dos batimentos do coração do bebê, exames de sangue da mulher, como hemograma completo e estudos de coagulação, e a ultrassonografia, para diferenciar o descolamento da placenta de outras condições com sintomas semelhantes, como placenta prévia ou descolamento de ovular. Leia também: Placenta prévia: o que é, sintomas, causas, riscos e tratamento tuasaude.com/placenta-previa Às vezes, o diagnóstico de descolamento prematuro da placenta não pode ser confirmado até o parto, quando a placenta é enviada a um laboratório para serem realizados testes de diagnósticos
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passage: . Outros sintomas do aborto espontâneo são cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve,dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. Saiba identificar todos os sintomas de aborto espontâneo. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. O que fazer: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo obstetra através de uma curetagem. Saiba como é feita a curetagem. 7. Descolamento da placenta O descolamento da placenta acontece quando a placenta é separada da parede do útero como resultado de inflamações ou alteração na circulação de sangue na placenta. Esse descolamento pode causar corrimento rosado, seguido de sangramento vaginal, cólicas intensas ou dor lombar, sendo mais comum após as 20 semanas de gestação. O descolamento da placenta pode ser causado por esforço físico intenso e pressão alta ou pré-eclâmpsia. O que fazer: o descolamento da placenta é uma emergência médica, pois pode pôr em risco a saúde da mãe e do bebê
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passage: . Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2. Realização do parto Para as mulheres com grau 2 ou 3 de descolamento de placenta, o médico pode indicar a antecipação do parto. Assim, quando o bebê tem mais de 34 semanas, quando as condições de saúde da mãe estão estáveis e o trabalho de parto estiver avançado, o obstetra pode recomendar a realização do parto normal. Já em casos de sinais de sofrimento fetal, que é quando existe a falta de oxigênio para o bebê, causando alteração na frequência cardíaca e no bem-estar geral, é necessária uma cesariana de emergência. Possíveis complicações As possíveis complicações do descolamento de placenta são: Hemorragia grave; Óbito fetal e materno; Parto prematuro; Histerectomia; Insuficiência renal; Coagulopatia. Além disso, o descolamento de placenta também aumenta o risco de problemas cardiovasculares em mulheres.
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passage: . Já no grau 3, ou grave, a mulher pode não ter sangramento ou apresentar sangramento intenso, além de apresentar alterações de hipotensão arterial e contração uterina, e o bebê pode vir a óbito. Possíveis causas A causa exata do descolamento da placenta é desconhecida. No entanto, alguns fatores de risco relacionados com essa condição são: Trauma no abdômen, provocado por acidente, queda ou violência física; Pressão alta ou pré-eclâmpsia; Tabagismo; Uso de cocaína durante a gravidez; Idade materna acima de 35 anos; Descolamento prematuro de placenta em gestação anterior; Gravidez de dois ou mais bebês. Além disso, a ruptura da bolsa antes do tempo previsto e o excesso de líquido amniótico, também estão relacionados com o aumento do risco de descolamento de placenta. Como é feito o tratamento O tratamento do descolamento da placenta pode incluir: 1. Internação hospitalar Mulheres com grau 1 de descolamento de placenta, sem sinais de sofrimento materno ou fetal e gravidez com menos de 37 semanas, podem ser internadas para monitoramento do estado de saúde dela e do bebê. Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2
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passage: . Além disso, se o descolamento de placenta for leve, pode não causar sintomas. Porém, se for moderado ou grave, pode provocar sintomas mais fortes e sangramento intenso. Descolamento de placenta no início da gravidez O descolamento da placenta no início da gravidez, é, na verdade, caracterizado pelo acúmulo de sangue entre placenta e o útero devido ao deslocamento do óvulo fecundado da parede do útero, sendo conhecido como descolamento ovular. O descolamento ovular pode aumentar o risco de complicações, como parto prematuro, aborto espontâneo e descolamento de placenta. Leia também: Descolamento ovular: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/descolamento-ovular Como é a dor e o sangramento no descolamento de placenta? A dor do descolamento de placenta geralmente é repentina, aguda e intensa. O sangramento no descolamento de placenta pode variar de discreto a intenso, e apresentar coloração vermelho escura. No entanto, nem todas as mulheres com descolamento de placenta apresentam sangramento, já que o sangue pode ficar preso atrás da placenta. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento prematuro de placenta é feito pelo obstetra, a partir da história clínica da pessoa e do exame físico
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passage: Em resumo, são sinais de descolamento placentário:Alongamento do cordão protruso através da vulvaElevação do fundo do útero acima do umbigo, que se torna duro e globularHemorragia de pequena monta (300 a 500 mℓ) devido à separação da placenta, que normalmente cessarapidamente na dependência da retração das fibras miometriais.
AssistênciaNão há critérios universalmente aceitos para a duração normal do secundamento. Em duas grandes séries departos consecutivos citadas no capítulo do Uptodate (Funai & Norwitz, 2015), a duração média do terceiroperíodo foi de 5 a 6 min, tendo 90% das placentas delivrado em 15 min e 97% em 30 min após o nascimento. Deacordo com o NICE (2014), define-se terceiro período prolongado aquele que não se completa 30 min depois donascimento quando manejo ativo é adotado ou 60 min depois do nascimento com manejo fisiológico. A qualquermomento antes desses limites pode ser necessário intervir se ocorrerem hemorragia ou sinais sugestivos dechoque, porém pode ser razoável esperar em mulheres que estão bem, com condição clínica estável e semsangramento. Na maioria dos casos a placenta nasce espontaneamente, sem requerer manobras adicionais.
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passage: . Além disso, também é importante beber pelo menos 2 litros de água por dia. Veja mais detalhes do tratamento do descolamento ovular. 5. Aborto espontâneo O aborto espontâneo pode causar cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve, acompanhada de sangramento acastanhado, sangramento intenso ou saída de coágulos de sangue ou tecidos, que pioram ao longo dos dias. Além disso, a cólica pode estar acompanhada de outros sintomas como dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, mas também pode ocorrer no segundo trimestre da gestação, antes das 20 semanas, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. Conheça outras causas do aborto espontâneo. Como aliviar: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente no caso de surgimento de sintomas de aborto espontâneo, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo médico através de uma curetagem ou cirurgia para retirada do bebê. Saiba como é feita a curetagem
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passage: . Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento prematuro de placenta é feito pelo obstetra, a partir da história clínica da pessoa e do exame físico. Se deseja confirmar o risco de descolamento de placenta, marque uma consulta com o obstetra mais perto de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além, disso, o médico também solicita a monitorização dos batimentos do coração do bebê, exames de sangue da mulher, como hemograma completo e estudos de coagulação, e a ultrassonografia, para diferenciar o descolamento da placenta de outras condições com sintomas semelhantes, como placenta prévia ou descolamento de ovular. Leia também: Placenta prévia: o que é, sintomas, causas, riscos e tratamento tuasaude.com/placenta-previa Às vezes, o diagnóstico de descolamento prematuro da placenta não pode ser confirmado até o parto, quando a placenta é enviada a um laboratório para serem realizados testes de diagnósticos
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passage: . Saiba o que fazer em caso de descolamento da placenta. 3. Placenta acreta A placenta acreta é uma situação em que a placenta possui uma fixação anormal ao útero, resistindo para sair na hora do parto. Esse problema pode causar hemorragias com necessidade de transfusão de sangue e, nos casos mais graves, remoção total do útero, além de colocar em risco a vida da mulher. 4. Placenta calcificada ou envelhecida É um processo normal e está relacionado com o grau de desenvolvimento da placenta. Essa alteração só é um problema se a placenta for classificada de grau III antes das 34 semanas, pois pode causar diminuição do ritmo de crescimento do feto. Em geral, a mulher não apresenta sintomas e esse problema é identificado pelo médico nas ultrassonografias de rotina. Saiba mais sobre os graus de maturação da placenta. 5. Infarto da placenta ou trombose placentária O infarto da placenta acontece quando há entupimento de algum vaso sanguíneo da placenta, o que caracteriza uma trombose e resulta na diminuição da quantidade de sangue que vai para o bebê. Apesar de essa complicação poder causar abortos, ela também pode não causar problemas à gravidez e passar despercebida. Confira o que fazer em caso de trombose placentária. 6
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passage: . Outros sintomas do aborto espontâneo são cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve,dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. Saiba identificar todos os sintomas de aborto espontâneo. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. O que fazer: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo obstetra através de uma curetagem. Saiba como é feita a curetagem. 7. Descolamento da placenta O descolamento da placenta acontece quando a placenta é separada da parede do útero como resultado de inflamações ou alteração na circulação de sangue na placenta. Esse descolamento pode causar corrimento rosado, seguido de sangramento vaginal, cólicas intensas ou dor lombar, sendo mais comum após as 20 semanas de gestação. O descolamento da placenta pode ser causado por esforço físico intenso e pressão alta ou pré-eclâmpsia. O que fazer: o descolamento da placenta é uma emergência médica, pois pode pôr em risco a saúde da mãe e do bebê
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passage: . Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2. Realização do parto Para as mulheres com grau 2 ou 3 de descolamento de placenta, o médico pode indicar a antecipação do parto. Assim, quando o bebê tem mais de 34 semanas, quando as condições de saúde da mãe estão estáveis e o trabalho de parto estiver avançado, o obstetra pode recomendar a realização do parto normal. Já em casos de sinais de sofrimento fetal, que é quando existe a falta de oxigênio para o bebê, causando alteração na frequência cardíaca e no bem-estar geral, é necessária uma cesariana de emergência. Possíveis complicações As possíveis complicações do descolamento de placenta são: Hemorragia grave; Óbito fetal e materno; Parto prematuro; Histerectomia; Insuficiência renal; Coagulopatia. Além disso, o descolamento de placenta também aumenta o risco de problemas cardiovasculares em mulheres.
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passage: . Já no grau 3, ou grave, a mulher pode não ter sangramento ou apresentar sangramento intenso, além de apresentar alterações de hipotensão arterial e contração uterina, e o bebê pode vir a óbito. Possíveis causas A causa exata do descolamento da placenta é desconhecida. No entanto, alguns fatores de risco relacionados com essa condição são: Trauma no abdômen, provocado por acidente, queda ou violência física; Pressão alta ou pré-eclâmpsia; Tabagismo; Uso de cocaína durante a gravidez; Idade materna acima de 35 anos; Descolamento prematuro de placenta em gestação anterior; Gravidez de dois ou mais bebês. Além disso, a ruptura da bolsa antes do tempo previsto e o excesso de líquido amniótico, também estão relacionados com o aumento do risco de descolamento de placenta. Como é feito o tratamento O tratamento do descolamento da placenta pode incluir: 1. Internação hospitalar Mulheres com grau 1 de descolamento de placenta, sem sinais de sofrimento materno ou fetal e gravidez com menos de 37 semanas, podem ser internadas para monitoramento do estado de saúde dela e do bebê. Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2
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passage: . Além disso, se o descolamento de placenta for leve, pode não causar sintomas. Porém, se for moderado ou grave, pode provocar sintomas mais fortes e sangramento intenso. Descolamento de placenta no início da gravidez O descolamento da placenta no início da gravidez, é, na verdade, caracterizado pelo acúmulo de sangue entre placenta e o útero devido ao deslocamento do óvulo fecundado da parede do útero, sendo conhecido como descolamento ovular. O descolamento ovular pode aumentar o risco de complicações, como parto prematuro, aborto espontâneo e descolamento de placenta. Leia também: Descolamento ovular: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/descolamento-ovular Como é a dor e o sangramento no descolamento de placenta? A dor do descolamento de placenta geralmente é repentina, aguda e intensa. O sangramento no descolamento de placenta pode variar de discreto a intenso, e apresentar coloração vermelho escura. No entanto, nem todas as mulheres com descolamento de placenta apresentam sangramento, já que o sangue pode ficar preso atrás da placenta. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento prematuro de placenta é feito pelo obstetra, a partir da história clínica da pessoa e do exame físico
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passage: Em resumo, são sinais de descolamento placentário:Alongamento do cordão protruso através da vulvaElevação do fundo do útero acima do umbigo, que se torna duro e globularHemorragia de pequena monta (300 a 500 mℓ) devido à separação da placenta, que normalmente cessarapidamente na dependência da retração das fibras miometriais.
AssistênciaNão há critérios universalmente aceitos para a duração normal do secundamento. Em duas grandes séries departos consecutivos citadas no capítulo do Uptodate (Funai & Norwitz, 2015), a duração média do terceiroperíodo foi de 5 a 6 min, tendo 90% das placentas delivrado em 15 min e 97% em 30 min após o nascimento. Deacordo com o NICE (2014), define-se terceiro período prolongado aquele que não se completa 30 min depois donascimento quando manejo ativo é adotado ou 60 min depois do nascimento com manejo fisiológico. A qualquermomento antes desses limites pode ser necessário intervir se ocorrerem hemorragia ou sinais sugestivos dechoque, porém pode ser razoável esperar em mulheres que estão bem, com condição clínica estável e semsangramento. Na maioria dos casos a placenta nasce espontaneamente, sem requerer manobras adicionais.
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passage: . Além disso, também é importante beber pelo menos 2 litros de água por dia. Veja mais detalhes do tratamento do descolamento ovular. 5. Aborto espontâneo O aborto espontâneo pode causar cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve, acompanhada de sangramento acastanhado, sangramento intenso ou saída de coágulos de sangue ou tecidos, que pioram ao longo dos dias. Além disso, a cólica pode estar acompanhada de outros sintomas como dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, mas também pode ocorrer no segundo trimestre da gestação, antes das 20 semanas, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. Conheça outras causas do aborto espontâneo. Como aliviar: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente no caso de surgimento de sintomas de aborto espontâneo, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo médico através de uma curetagem ou cirurgia para retirada do bebê. Saiba como é feita a curetagem
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passage: . Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento prematuro de placenta é feito pelo obstetra, a partir da história clínica da pessoa e do exame físico. Se deseja confirmar o risco de descolamento de placenta, marque uma consulta com o obstetra mais perto de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além, disso, o médico também solicita a monitorização dos batimentos do coração do bebê, exames de sangue da mulher, como hemograma completo e estudos de coagulação, e a ultrassonografia, para diferenciar o descolamento da placenta de outras condições com sintomas semelhantes, como placenta prévia ou descolamento de ovular. Leia também: Placenta prévia: o que é, sintomas, causas, riscos e tratamento tuasaude.com/placenta-previa Às vezes, o diagnóstico de descolamento prematuro da placenta não pode ser confirmado até o parto, quando a placenta é enviada a um laboratório para serem realizados testes de diagnósticos
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passage: . Saiba o que fazer em caso de descolamento da placenta. 3. Placenta acreta A placenta acreta é uma situação em que a placenta possui uma fixação anormal ao útero, resistindo para sair na hora do parto. Esse problema pode causar hemorragias com necessidade de transfusão de sangue e, nos casos mais graves, remoção total do útero, além de colocar em risco a vida da mulher. 4. Placenta calcificada ou envelhecida É um processo normal e está relacionado com o grau de desenvolvimento da placenta. Essa alteração só é um problema se a placenta for classificada de grau III antes das 34 semanas, pois pode causar diminuição do ritmo de crescimento do feto. Em geral, a mulher não apresenta sintomas e esse problema é identificado pelo médico nas ultrassonografias de rotina. Saiba mais sobre os graus de maturação da placenta. 5. Infarto da placenta ou trombose placentária O infarto da placenta acontece quando há entupimento de algum vaso sanguíneo da placenta, o que caracteriza uma trombose e resulta na diminuição da quantidade de sangue que vai para o bebê. Apesar de essa complicação poder causar abortos, ela também pode não causar problemas à gravidez e passar despercebida. Confira o que fazer em caso de trombose placentária. 6
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passage: 2. Zugaib M, Francisco RP . Descolamento prematuro de placenta. In: Zugaib M, Francisco RP , editores. Obstetrícia. 3a ed. São Paulo: Manole. 2017. p. 713–24.
3. Montenegro CA, Rezende Filho J. Descolamento prematuro da placenta. In: Montenegro CA, Rezende Filho J, editor. Rezende obstetrícia. 13a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. 4. Guidelines Committee of the Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Antepartum haemorrhage. Green Top Guidelines. Marylebone, London: RCOG; 2011. (Green–top Guideline No. 63).
5. Ananth CV, Kinzler WL. Placental abruption: clinical features and diagnosis . Uptodate 2017 [Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-pathophysiology-clinical-features-diagnosis-and-consequences 6. Oyelese Y, Ananth CV. Placental abruption: management. Uptodate; 2017. Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-management 7. Tikkanen M, Luukkaala T, Gissler M, Ritvanen A, Ylikorkala O, Paavonen J, et al. Decreasing perinatal mortality in placental abruption. Acta Obstet Gynecol Scand. 2013;92(3):298–305.
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passage: . Outros sintomas do aborto espontâneo são cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve,dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. Saiba identificar todos os sintomas de aborto espontâneo. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. O que fazer: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo obstetra através de uma curetagem. Saiba como é feita a curetagem. 7. Descolamento da placenta O descolamento da placenta acontece quando a placenta é separada da parede do útero como resultado de inflamações ou alteração na circulação de sangue na placenta. Esse descolamento pode causar corrimento rosado, seguido de sangramento vaginal, cólicas intensas ou dor lombar, sendo mais comum após as 20 semanas de gestação. O descolamento da placenta pode ser causado por esforço físico intenso e pressão alta ou pré-eclâmpsia. O que fazer: o descolamento da placenta é uma emergência médica, pois pode pôr em risco a saúde da mãe e do bebê
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passage: . Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2. Realização do parto Para as mulheres com grau 2 ou 3 de descolamento de placenta, o médico pode indicar a antecipação do parto. Assim, quando o bebê tem mais de 34 semanas, quando as condições de saúde da mãe estão estáveis e o trabalho de parto estiver avançado, o obstetra pode recomendar a realização do parto normal. Já em casos de sinais de sofrimento fetal, que é quando existe a falta de oxigênio para o bebê, causando alteração na frequência cardíaca e no bem-estar geral, é necessária uma cesariana de emergência. Possíveis complicações As possíveis complicações do descolamento de placenta são: Hemorragia grave; Óbito fetal e materno; Parto prematuro; Histerectomia; Insuficiência renal; Coagulopatia. Além disso, o descolamento de placenta também aumenta o risco de problemas cardiovasculares em mulheres.
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passage: . Já no grau 3, ou grave, a mulher pode não ter sangramento ou apresentar sangramento intenso, além de apresentar alterações de hipotensão arterial e contração uterina, e o bebê pode vir a óbito. Possíveis causas A causa exata do descolamento da placenta é desconhecida. No entanto, alguns fatores de risco relacionados com essa condição são: Trauma no abdômen, provocado por acidente, queda ou violência física; Pressão alta ou pré-eclâmpsia; Tabagismo; Uso de cocaína durante a gravidez; Idade materna acima de 35 anos; Descolamento prematuro de placenta em gestação anterior; Gravidez de dois ou mais bebês. Além disso, a ruptura da bolsa antes do tempo previsto e o excesso de líquido amniótico, também estão relacionados com o aumento do risco de descolamento de placenta. Como é feito o tratamento O tratamento do descolamento da placenta pode incluir: 1. Internação hospitalar Mulheres com grau 1 de descolamento de placenta, sem sinais de sofrimento materno ou fetal e gravidez com menos de 37 semanas, podem ser internadas para monitoramento do estado de saúde dela e do bebê. Em casos graves, além da internação, o médico também pode indicar a administração de fluidos intravenosos, medicamentos, transfusão de sangue e oxigenioterapia. 2
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passage: . Além disso, se o descolamento de placenta for leve, pode não causar sintomas. Porém, se for moderado ou grave, pode provocar sintomas mais fortes e sangramento intenso. Descolamento de placenta no início da gravidez O descolamento da placenta no início da gravidez, é, na verdade, caracterizado pelo acúmulo de sangue entre placenta e o útero devido ao deslocamento do óvulo fecundado da parede do útero, sendo conhecido como descolamento ovular. O descolamento ovular pode aumentar o risco de complicações, como parto prematuro, aborto espontâneo e descolamento de placenta. Leia também: Descolamento ovular: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/descolamento-ovular Como é a dor e o sangramento no descolamento de placenta? A dor do descolamento de placenta geralmente é repentina, aguda e intensa. O sangramento no descolamento de placenta pode variar de discreto a intenso, e apresentar coloração vermelho escura. No entanto, nem todas as mulheres com descolamento de placenta apresentam sangramento, já que o sangue pode ficar preso atrás da placenta. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento prematuro de placenta é feito pelo obstetra, a partir da história clínica da pessoa e do exame físico
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passage: Em resumo, são sinais de descolamento placentário:Alongamento do cordão protruso através da vulvaElevação do fundo do útero acima do umbigo, que se torna duro e globularHemorragia de pequena monta (300 a 500 mℓ) devido à separação da placenta, que normalmente cessarapidamente na dependência da retração das fibras miometriais.
AssistênciaNão há critérios universalmente aceitos para a duração normal do secundamento. Em duas grandes séries departos consecutivos citadas no capítulo do Uptodate (Funai & Norwitz, 2015), a duração média do terceiroperíodo foi de 5 a 6 min, tendo 90% das placentas delivrado em 15 min e 97% em 30 min após o nascimento. Deacordo com o NICE (2014), define-se terceiro período prolongado aquele que não se completa 30 min depois donascimento quando manejo ativo é adotado ou 60 min depois do nascimento com manejo fisiológico. A qualquermomento antes desses limites pode ser necessário intervir se ocorrerem hemorragia ou sinais sugestivos dechoque, porém pode ser razoável esperar em mulheres que estão bem, com condição clínica estável e semsangramento. Na maioria dos casos a placenta nasce espontaneamente, sem requerer manobras adicionais.
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passage: . Além disso, também é importante beber pelo menos 2 litros de água por dia. Veja mais detalhes do tratamento do descolamento ovular. 5. Aborto espontâneo O aborto espontâneo pode causar cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve, acompanhada de sangramento acastanhado, sangramento intenso ou saída de coágulos de sangue ou tecidos, que pioram ao longo dos dias. Além disso, a cólica pode estar acompanhada de outros sintomas como dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, mas também pode ocorrer no segundo trimestre da gestação, antes das 20 semanas, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. Conheça outras causas do aborto espontâneo. Como aliviar: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente no caso de surgimento de sintomas de aborto espontâneo, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo médico através de uma curetagem ou cirurgia para retirada do bebê. Saiba como é feita a curetagem
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passage: . Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento prematuro de placenta é feito pelo obstetra, a partir da história clínica da pessoa e do exame físico. Se deseja confirmar o risco de descolamento de placenta, marque uma consulta com o obstetra mais perto de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além, disso, o médico também solicita a monitorização dos batimentos do coração do bebê, exames de sangue da mulher, como hemograma completo e estudos de coagulação, e a ultrassonografia, para diferenciar o descolamento da placenta de outras condições com sintomas semelhantes, como placenta prévia ou descolamento de ovular. Leia também: Placenta prévia: o que é, sintomas, causas, riscos e tratamento tuasaude.com/placenta-previa Às vezes, o diagnóstico de descolamento prematuro da placenta não pode ser confirmado até o parto, quando a placenta é enviada a um laboratório para serem realizados testes de diagnósticos
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passage: . Saiba o que fazer em caso de descolamento da placenta. 3. Placenta acreta A placenta acreta é uma situação em que a placenta possui uma fixação anormal ao útero, resistindo para sair na hora do parto. Esse problema pode causar hemorragias com necessidade de transfusão de sangue e, nos casos mais graves, remoção total do útero, além de colocar em risco a vida da mulher. 4. Placenta calcificada ou envelhecida É um processo normal e está relacionado com o grau de desenvolvimento da placenta. Essa alteração só é um problema se a placenta for classificada de grau III antes das 34 semanas, pois pode causar diminuição do ritmo de crescimento do feto. Em geral, a mulher não apresenta sintomas e esse problema é identificado pelo médico nas ultrassonografias de rotina. Saiba mais sobre os graus de maturação da placenta. 5. Infarto da placenta ou trombose placentária O infarto da placenta acontece quando há entupimento de algum vaso sanguíneo da placenta, o que caracteriza uma trombose e resulta na diminuição da quantidade de sangue que vai para o bebê. Apesar de essa complicação poder causar abortos, ela também pode não causar problemas à gravidez e passar despercebida. Confira o que fazer em caso de trombose placentária. 6
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passage: 2. Zugaib M, Francisco RP . Descolamento prematuro de placenta. In: Zugaib M, Francisco RP , editores. Obstetrícia. 3a ed. São Paulo: Manole. 2017. p. 713–24.
3. Montenegro CA, Rezende Filho J. Descolamento prematuro da placenta. In: Montenegro CA, Rezende Filho J, editor. Rezende obstetrícia. 13a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. 4. Guidelines Committee of the Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Antepartum haemorrhage. Green Top Guidelines. Marylebone, London: RCOG; 2011. (Green–top Guideline No. 63).
5. Ananth CV, Kinzler WL. Placental abruption: clinical features and diagnosis . Uptodate 2017 [Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-pathophysiology-clinical-features-diagnosis-and-consequences 6. Oyelese Y, Ananth CV. Placental abruption: management. Uptodate; 2017. Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-management 7. Tikkanen M, Luukkaala T, Gissler M, Ritvanen A, Ylikorkala O, Paavonen J, et al. Decreasing perinatal mortality in placental abruption. Acta Obstet Gynecol Scand. 2013;92(3):298–305.
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passage: . Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o médico mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. No entanto, em caso de sangramento vaginal na gravidez, é recomendado procurar uma emergência obstétrica para avaliação, porque pode ser indicativo de aborto, especialmente quando surge antes das 20 semanas de gravidez. Veja mais causas de sangramento na gravidez e o que fazer. Possíveis causas Ainda não se conhece a causa exata do descolamento ovular. No entanto, o descolamento é mais comum em caso de malformações da parede do útero, histórico de abortos espontâneos e infecções uterinas. Como é feito tratamento O tratamento do descolamento ovular depende do tamanho do hematoma, idade da mãe e tempo de gravidez. No entanto, na maioria dos casos, o descolamento não necessita de tratamento específico e o hematoma tende a desaparecer entre 1 e 2 semanas. Neste período, o tratamento do descolamento ovular normalmente é feito com repouso e o acompanhamento regular com obstetra, sendo comum o médico indicar repetir o ultrassom outras vezes para verificar o tamanho do hematoma e a saúde do bebê
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Entendo sua preocupação após ter vivenciado um descolamento de placenta seguido de um aborto espontâneo. É natural que você se sinta ansiosa em relação a futuras gestações.
Primeiramente, é importante esclarecer que o descolamento de placenta e o aborto espontâneo são eventos distintos, embora possam, em alguns casos, estar relacionados. O descolamento de placenta é a separação prematura da placenta da parede do útero, enquanto o aborto espontâneo é a perda da gravidez antes da 20ª semana de gestação.
O fato de você ter tido um descolamento de placenta em uma gestação anterior aumenta um pouco o risco de ter o mesmo problema em uma futura gravidez. No entanto, é importante saber que muitas mulheres que tiveram descolamento de placenta em uma gestação têm gestações futuras saudáveis e sem complicações.
Existem alguns fatores de risco para o descolamento de placenta que podem ser modificados ou controlados antes e durante uma futura gravidez. Alguns desses fatores incluem:
* **Pressão alta:** Manter a pressão arterial sob controle, seja antes da gravidez ou durante, é crucial.
* **Tabagismo e uso de cocaína:** Evitar o tabagismo e o uso de drogas ilícitas é fundamental para a saúde da mãe e do bebê.
* **Idade materna:** Mulheres com mais de 35 anos têm um risco ligeiramente aumentado, mas isso não impede uma gravidez saudável.
* **Histórico de descolamento de placenta:** Este é um fator que não pode ser alterado, mas o médico estará ciente do risco e poderá monitorar a gravidez de perto.
Em uma futura gravidez, seu médico provavelmente irá monitorá-la de perto, com ultrassonografias regulares e exames para verificar a saúde da placenta e do bebê. Em algumas situações, pode ser recomendado o uso de aspirina em baixas doses, mas isso deve ser discutido e indicado pelo seu médico.
É importante conversar abertamente com seu médico sobre suas preocupações e histórico médico. Ele poderá avaliar seu caso individualmente, identificar os fatores de risco específicos para você e fornecer orientações personalizadas para aumentar suas chances de uma gravidez saudável no futuro. Além disso, é importante manter um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada, exercícios físicos moderados e acompanhamento pré-natal adequado.
Lembre-se que cada gravidez é única, e o fato de ter tido um descolamento de placenta no passado não significa que isso irá acontecer novamente. Com o acompanhamento médico adequado e os cuidados necessários, você tem grandes chances de ter uma gestação saudável e um bebê feliz.
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Boa noite, meu exame deu leucócitos. O que isso quer dizer?
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Olá, sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. A sua avaliação clínica, incluindo sua história médica, queixas e exame físico, é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. Converse com o seu médico, esclareça suas dúvidas e discuta seu diagnóstico e tratamento.
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passage: Leucócitos altos na gravidez: o que significa e valores de referência Durante a gravidez é normal que haja alterações nos valores de leucócitos e linfócitos no sangue, uma vez que o organismo da mulher está se adaptando ao desenvolvimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O leucograma é uma parte do exame de sangue que avalia a quantidade de células de defesa do organismo, que correspondem aos leucócitos e linfócitos. É importante que a gestante faça o leucograma para saber em que estado está seu sistema imunológico. Saiba mais sobre o que é o leucograma e os valores de referência. Os valores do leucograma tendem a voltar ao normal alguns dias após o parto. No entanto, caso isso não aconteça é importante que o médico avalie essa alteração e a história clínica da mulher para verificar a existência de alguma doença. Leucócitos altos na gravidez Os leucócitos altos, ou leucocitose, acontecem normalmente durante a gravidez, podendo ser decorrente do estresse antes do parto ou como resposta do organismo ao feto, ou seja, o corpo passa a produzir mais células de defesa para evitar que haja rejeição. Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude
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passage: Leucócitos altos na gravidez: o que significa e valores de referência Durante a gravidez é normal que haja alterações nos valores de leucócitos e linfócitos no sangue, uma vez que o organismo da mulher está se adaptando ao desenvolvimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O leucograma é uma parte do exame de sangue que avalia a quantidade de células de defesa do organismo, que correspondem aos leucócitos e linfócitos. É importante que a gestante faça o leucograma para saber em que estado está seu sistema imunológico. Saiba mais sobre o que é o leucograma e os valores de referência. Os valores do leucograma tendem a voltar ao normal alguns dias após o parto. No entanto, caso isso não aconteça é importante que o médico avalie essa alteração e a história clínica da mulher para verificar a existência de alguma doença. Leucócitos altos na gravidez Os leucócitos altos, ou leucocitose, acontecem normalmente durante a gravidez, podendo ser decorrente do estresse antes do parto ou como resposta do organismo ao feto, ou seja, o corpo passa a produzir mais células de defesa para evitar que haja rejeição. Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Leucócitos altos na gravidez: o que significa e valores de referência Durante a gravidez é normal que haja alterações nos valores de leucócitos e linfócitos no sangue, uma vez que o organismo da mulher está se adaptando ao desenvolvimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O leucograma é uma parte do exame de sangue que avalia a quantidade de células de defesa do organismo, que correspondem aos leucócitos e linfócitos. É importante que a gestante faça o leucograma para saber em que estado está seu sistema imunológico. Saiba mais sobre o que é o leucograma e os valores de referência. Os valores do leucograma tendem a voltar ao normal alguns dias após o parto. No entanto, caso isso não aconteça é importante que o médico avalie essa alteração e a história clínica da mulher para verificar a existência de alguma doença. Leucócitos altos na gravidez Os leucócitos altos, ou leucocitose, acontecem normalmente durante a gravidez, podendo ser decorrente do estresse antes do parto ou como resposta do organismo ao feto, ou seja, o corpo passa a produzir mais células de defesa para evitar que haja rejeição. Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/leucocitos-altos Os leucócitos normalmente encontram-se muito elevados na gravidez, podendo atingir mais de 25000 leucócitos por mm³ de sangue, valores que vão normalizando gradativamente após o parto. Embora a leucocitose seja comum durante a gravidez, o médico pode recomendar o exame de urina, mesmo que a mulher não apresente sintomas, para descartar a possibilidade de infecção urinária. Veja como identificar a infecção urinária na gravidez. Valores de referência do leucograma na gravidez Os valores de referência dos leucócitos totais em mulheres a partir dos 14 anos são entre 4500 e 11000/µL. No entanto, durante a gravidez esses valores são alterados da seguinte forma: Trimestre Célula Valores “normais” 1º trimestre Leucócitos De 5700 a 13.600/µL Neutrófilos totais De 3600 a 10.100/µL Linfócitos totais De 1100 a 3600/µL 2º trimestre Leucócitos De 5600 a 14.800/µL Neutrófilos totais De 3800 a 12.300/µL Linfócitos totais De 900 a 3900/µL 3º trimestre Leucócitos 5900 a 16.900/µL Neutrófilos totais De 3900 a 13.100/µL Linfócitos totais De 100 a 3600/µL É importante lembrar que os valores de referência variam de acordo com a idade da mulher e com cada laboratório. Por isso, o resultado do leucograma deve ser sempre verificado com o médico
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passage: Leucócitos altos na gravidez: o que significa e valores de referência Durante a gravidez é normal que haja alterações nos valores de leucócitos e linfócitos no sangue, uma vez que o organismo da mulher está se adaptando ao desenvolvimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O leucograma é uma parte do exame de sangue que avalia a quantidade de células de defesa do organismo, que correspondem aos leucócitos e linfócitos. É importante que a gestante faça o leucograma para saber em que estado está seu sistema imunológico. Saiba mais sobre o que é o leucograma e os valores de referência. Os valores do leucograma tendem a voltar ao normal alguns dias após o parto. No entanto, caso isso não aconteça é importante que o médico avalie essa alteração e a história clínica da mulher para verificar a existência de alguma doença. Leucócitos altos na gravidez Os leucócitos altos, ou leucocitose, acontecem normalmente durante a gravidez, podendo ser decorrente do estresse antes do parto ou como resposta do organismo ao feto, ou seja, o corpo passa a produzir mais células de defesa para evitar que haja rejeição. Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/leucocitos-altos Os leucócitos normalmente encontram-se muito elevados na gravidez, podendo atingir mais de 25000 leucócitos por mm³ de sangue, valores que vão normalizando gradativamente após o parto. Embora a leucocitose seja comum durante a gravidez, o médico pode recomendar o exame de urina, mesmo que a mulher não apresente sintomas, para descartar a possibilidade de infecção urinária. Veja como identificar a infecção urinária na gravidez. Valores de referência do leucograma na gravidez Os valores de referência dos leucócitos totais em mulheres a partir dos 14 anos são entre 4500 e 11000/µL. No entanto, durante a gravidez esses valores são alterados da seguinte forma: Trimestre Célula Valores “normais” 1º trimestre Leucócitos De 5700 a 13.600/µL Neutrófilos totais De 3600 a 10.100/µL Linfócitos totais De 1100 a 3600/µL 2º trimestre Leucócitos De 5600 a 14.800/µL Neutrófilos totais De 3800 a 12.300/µL Linfócitos totais De 900 a 3900/µL 3º trimestre Leucócitos 5900 a 16.900/µL Neutrófilos totais De 3900 a 13.100/µL Linfócitos totais De 100 a 3600/µL É importante lembrar que os valores de referência variam de acordo com a idade da mulher e com cada laboratório. Por isso, o resultado do leucograma deve ser sempre verificado com o médico
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passage: O que significa alterações celulares benignas reativas ou reparativas? “Fiz exame de papanicolau e o resultado mostrou: alterações celulares benignas reativas ou reparativas com inflamação. O que isto quer dizer?” Quando o papanicolau mostra que foram encontradas alterações celulares benignas reativas ou reparativas, significa que o colo do útero apresenta sinais de inflamação, provavelmente devido a doenças benignas, sem gravidade. Alterações celulares benignas reativas ou reparativas não são sinal de câncer. Porém, podem indicar infecções vaginais, como: Vaginose bacteriana: é a alteração da flora vaginal, com crescimento bacteriano anormal. Candidíase vaginal: é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Tricomoníase: é uma infecção pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Outras situações como trauma, atividade sexual, uso de medicamentos vaginais ou mesmo o uso de DIU também podem levar a este tipo de resultado no papanicolau. O resultado do exame de papanicolau deve ser sempre conferido e visto por um médico de família ou ginecologista, para melhor avaliação do resultado.
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passage: Leucócitos altos na gravidez: o que significa e valores de referência Durante a gravidez é normal que haja alterações nos valores de leucócitos e linfócitos no sangue, uma vez que o organismo da mulher está se adaptando ao desenvolvimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O leucograma é uma parte do exame de sangue que avalia a quantidade de células de defesa do organismo, que correspondem aos leucócitos e linfócitos. É importante que a gestante faça o leucograma para saber em que estado está seu sistema imunológico. Saiba mais sobre o que é o leucograma e os valores de referência. Os valores do leucograma tendem a voltar ao normal alguns dias após o parto. No entanto, caso isso não aconteça é importante que o médico avalie essa alteração e a história clínica da mulher para verificar a existência de alguma doença. Leucócitos altos na gravidez Os leucócitos altos, ou leucocitose, acontecem normalmente durante a gravidez, podendo ser decorrente do estresse antes do parto ou como resposta do organismo ao feto, ou seja, o corpo passa a produzir mais células de defesa para evitar que haja rejeição. Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude
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passage: . Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/leucocitos-altos Os leucócitos normalmente encontram-se muito elevados na gravidez, podendo atingir mais de 25000 leucócitos por mm³ de sangue, valores que vão normalizando gradativamente após o parto. Embora a leucocitose seja comum durante a gravidez, o médico pode recomendar o exame de urina, mesmo que a mulher não apresente sintomas, para descartar a possibilidade de infecção urinária. Veja como identificar a infecção urinária na gravidez. Valores de referência do leucograma na gravidez Os valores de referência dos leucócitos totais em mulheres a partir dos 14 anos são entre 4500 e 11000/µL. No entanto, durante a gravidez esses valores são alterados da seguinte forma: Trimestre Célula Valores “normais” 1º trimestre Leucócitos De 5700 a 13.600/µL Neutrófilos totais De 3600 a 10.100/µL Linfócitos totais De 1100 a 3600/µL 2º trimestre Leucócitos De 5600 a 14.800/µL Neutrófilos totais De 3800 a 12.300/µL Linfócitos totais De 900 a 3900/µL 3º trimestre Leucócitos 5900 a 16.900/µL Neutrófilos totais De 3900 a 13.100/µL Linfócitos totais De 100 a 3600/µL É importante lembrar que os valores de referência variam de acordo com a idade da mulher e com cada laboratório. Por isso, o resultado do leucograma deve ser sempre verificado com o médico
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passage: O que significa alterações celulares benignas reativas ou reparativas? “Fiz exame de papanicolau e o resultado mostrou: alterações celulares benignas reativas ou reparativas com inflamação. O que isto quer dizer?” Quando o papanicolau mostra que foram encontradas alterações celulares benignas reativas ou reparativas, significa que o colo do útero apresenta sinais de inflamação, provavelmente devido a doenças benignas, sem gravidade. Alterações celulares benignas reativas ou reparativas não são sinal de câncer. Porém, podem indicar infecções vaginais, como: Vaginose bacteriana: é a alteração da flora vaginal, com crescimento bacteriano anormal. Candidíase vaginal: é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Tricomoníase: é uma infecção pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Outras situações como trauma, atividade sexual, uso de medicamentos vaginais ou mesmo o uso de DIU também podem levar a este tipo de resultado no papanicolau. O resultado do exame de papanicolau deve ser sempre conferido e visto por um médico de família ou ginecologista, para melhor avaliação do resultado.
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passage: Fiz exame preventivo e o resultado deu “cocobacilos”, o que significa? “Fiz um exame preventivo e o resultado deu: "Cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia". O que significa isso?” O resultado do exame preventivo que diz "cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia" significa uma provável vaginose bacteriana. A vaginose bacteriana é um tipo de infecção vaginal causada pelo aumento da população de bactérias que naturalmente estão presentes na flora vaginal, como a Gardnerella vaginalis. O exame preventivo é indicado para detecção precoce de câncer de colo de útero, mas também pode avaliar a flora vaginal e a presença de microrganismos prejudiciais à saúde da mulher. Para saber o que o resultado do seu preventivo significa, é recomendado consultar o ginecologista ou clínico geral. Como é feito o tratamento da vaginose bacteriana? O tratamento da vaginose bacteriana normalmente é feito com o uso de antibióticos, como o clindamicina ou metronidazol na forma de comprimidos ou cremes vaginais, que devem ser usados de acordo com a orientação do seu ginecologista
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passage: Leucócitos altos na gravidez: o que significa e valores de referência Durante a gravidez é normal que haja alterações nos valores de leucócitos e linfócitos no sangue, uma vez que o organismo da mulher está se adaptando ao desenvolvimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O leucograma é uma parte do exame de sangue que avalia a quantidade de células de defesa do organismo, que correspondem aos leucócitos e linfócitos. É importante que a gestante faça o leucograma para saber em que estado está seu sistema imunológico. Saiba mais sobre o que é o leucograma e os valores de referência. Os valores do leucograma tendem a voltar ao normal alguns dias após o parto. No entanto, caso isso não aconteça é importante que o médico avalie essa alteração e a história clínica da mulher para verificar a existência de alguma doença. Leucócitos altos na gravidez Os leucócitos altos, ou leucocitose, acontecem normalmente durante a gravidez, podendo ser decorrente do estresse antes do parto ou como resposta do organismo ao feto, ou seja, o corpo passa a produzir mais células de defesa para evitar que haja rejeição. Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude
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passage: . Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/leucocitos-altos Os leucócitos normalmente encontram-se muito elevados na gravidez, podendo atingir mais de 25000 leucócitos por mm³ de sangue, valores que vão normalizando gradativamente após o parto. Embora a leucocitose seja comum durante a gravidez, o médico pode recomendar o exame de urina, mesmo que a mulher não apresente sintomas, para descartar a possibilidade de infecção urinária. Veja como identificar a infecção urinária na gravidez. Valores de referência do leucograma na gravidez Os valores de referência dos leucócitos totais em mulheres a partir dos 14 anos são entre 4500 e 11000/µL. No entanto, durante a gravidez esses valores são alterados da seguinte forma: Trimestre Célula Valores “normais” 1º trimestre Leucócitos De 5700 a 13.600/µL Neutrófilos totais De 3600 a 10.100/µL Linfócitos totais De 1100 a 3600/µL 2º trimestre Leucócitos De 5600 a 14.800/µL Neutrófilos totais De 3800 a 12.300/µL Linfócitos totais De 900 a 3900/µL 3º trimestre Leucócitos 5900 a 16.900/µL Neutrófilos totais De 3900 a 13.100/µL Linfócitos totais De 100 a 3600/µL É importante lembrar que os valores de referência variam de acordo com a idade da mulher e com cada laboratório. Por isso, o resultado do leucograma deve ser sempre verificado com o médico
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passage: O que significa alterações celulares benignas reativas ou reparativas? “Fiz exame de papanicolau e o resultado mostrou: alterações celulares benignas reativas ou reparativas com inflamação. O que isto quer dizer?” Quando o papanicolau mostra que foram encontradas alterações celulares benignas reativas ou reparativas, significa que o colo do útero apresenta sinais de inflamação, provavelmente devido a doenças benignas, sem gravidade. Alterações celulares benignas reativas ou reparativas não são sinal de câncer. Porém, podem indicar infecções vaginais, como: Vaginose bacteriana: é a alteração da flora vaginal, com crescimento bacteriano anormal. Candidíase vaginal: é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Tricomoníase: é uma infecção pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Outras situações como trauma, atividade sexual, uso de medicamentos vaginais ou mesmo o uso de DIU também podem levar a este tipo de resultado no papanicolau. O resultado do exame de papanicolau deve ser sempre conferido e visto por um médico de família ou ginecologista, para melhor avaliação do resultado.
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passage: Fiz exame preventivo e o resultado deu “cocobacilos”, o que significa? “Fiz um exame preventivo e o resultado deu: "Cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia". O que significa isso?” O resultado do exame preventivo que diz "cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia" significa uma provável vaginose bacteriana. A vaginose bacteriana é um tipo de infecção vaginal causada pelo aumento da população de bactérias que naturalmente estão presentes na flora vaginal, como a Gardnerella vaginalis. O exame preventivo é indicado para detecção precoce de câncer de colo de útero, mas também pode avaliar a flora vaginal e a presença de microrganismos prejudiciais à saúde da mulher. Para saber o que o resultado do seu preventivo significa, é recomendado consultar o ginecologista ou clínico geral. Como é feito o tratamento da vaginose bacteriana? O tratamento da vaginose bacteriana normalmente é feito com o uso de antibióticos, como o clindamicina ou metronidazol na forma de comprimidos ou cremes vaginais, que devem ser usados de acordo com a orientação do seu ginecologista
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passage: .900/µL Neutrófilos totais De 3900 a 13.100/µL Linfócitos totais De 100 a 3600/µL É importante lembrar que os valores de referência variam de acordo com a idade da mulher e com cada laboratório. Por isso, o resultado do leucograma deve ser sempre verificado com o médico. Leucócitos na urina na gravidez Quando os leucócitos estão mais aumentados na urina, pode ser sinal de infecção urinária, mesmo que a mulher não apresente sintomas, como dor e ardor ao urinar e aumento da frequência urinária, por exemplo. Conheça as principais causas de leucócitos na urina. É comum que as mulheres grávidas apresentem infecção urinária com frequência, principalmente entre as semanas 6 e 24 da gestação, de forma que o médico pode indicar durante os exames pré-natais a realização de exame de urina para que seja feito o diagnóstico e iniciado o tratamento mais adequado, caso seja necessário.
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passage: Leucócitos altos na gravidez: o que significa e valores de referência Durante a gravidez é normal que haja alterações nos valores de leucócitos e linfócitos no sangue, uma vez que o organismo da mulher está se adaptando ao desenvolvimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O leucograma é uma parte do exame de sangue que avalia a quantidade de células de defesa do organismo, que correspondem aos leucócitos e linfócitos. É importante que a gestante faça o leucograma para saber em que estado está seu sistema imunológico. Saiba mais sobre o que é o leucograma e os valores de referência. Os valores do leucograma tendem a voltar ao normal alguns dias após o parto. No entanto, caso isso não aconteça é importante que o médico avalie essa alteração e a história clínica da mulher para verificar a existência de alguma doença. Leucócitos altos na gravidez Os leucócitos altos, ou leucocitose, acontecem normalmente durante a gravidez, podendo ser decorrente do estresse antes do parto ou como resposta do organismo ao feto, ou seja, o corpo passa a produzir mais células de defesa para evitar que haja rejeição. Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude
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passage: . Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/leucocitos-altos Os leucócitos normalmente encontram-se muito elevados na gravidez, podendo atingir mais de 25000 leucócitos por mm³ de sangue, valores que vão normalizando gradativamente após o parto. Embora a leucocitose seja comum durante a gravidez, o médico pode recomendar o exame de urina, mesmo que a mulher não apresente sintomas, para descartar a possibilidade de infecção urinária. Veja como identificar a infecção urinária na gravidez. Valores de referência do leucograma na gravidez Os valores de referência dos leucócitos totais em mulheres a partir dos 14 anos são entre 4500 e 11000/µL. No entanto, durante a gravidez esses valores são alterados da seguinte forma: Trimestre Célula Valores “normais” 1º trimestre Leucócitos De 5700 a 13.600/µL Neutrófilos totais De 3600 a 10.100/µL Linfócitos totais De 1100 a 3600/µL 2º trimestre Leucócitos De 5600 a 14.800/µL Neutrófilos totais De 3800 a 12.300/µL Linfócitos totais De 900 a 3900/µL 3º trimestre Leucócitos 5900 a 16.900/µL Neutrófilos totais De 3900 a 13.100/µL Linfócitos totais De 100 a 3600/µL É importante lembrar que os valores de referência variam de acordo com a idade da mulher e com cada laboratório. Por isso, o resultado do leucograma deve ser sempre verificado com o médico
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passage: O que significa alterações celulares benignas reativas ou reparativas? “Fiz exame de papanicolau e o resultado mostrou: alterações celulares benignas reativas ou reparativas com inflamação. O que isto quer dizer?” Quando o papanicolau mostra que foram encontradas alterações celulares benignas reativas ou reparativas, significa que o colo do útero apresenta sinais de inflamação, provavelmente devido a doenças benignas, sem gravidade. Alterações celulares benignas reativas ou reparativas não são sinal de câncer. Porém, podem indicar infecções vaginais, como: Vaginose bacteriana: é a alteração da flora vaginal, com crescimento bacteriano anormal. Candidíase vaginal: é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Tricomoníase: é uma infecção pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Outras situações como trauma, atividade sexual, uso de medicamentos vaginais ou mesmo o uso de DIU também podem levar a este tipo de resultado no papanicolau. O resultado do exame de papanicolau deve ser sempre conferido e visto por um médico de família ou ginecologista, para melhor avaliação do resultado.
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passage: Fiz exame preventivo e o resultado deu “cocobacilos”, o que significa? “Fiz um exame preventivo e o resultado deu: "Cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia". O que significa isso?” O resultado do exame preventivo que diz "cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia" significa uma provável vaginose bacteriana. A vaginose bacteriana é um tipo de infecção vaginal causada pelo aumento da população de bactérias que naturalmente estão presentes na flora vaginal, como a Gardnerella vaginalis. O exame preventivo é indicado para detecção precoce de câncer de colo de útero, mas também pode avaliar a flora vaginal e a presença de microrganismos prejudiciais à saúde da mulher. Para saber o que o resultado do seu preventivo significa, é recomendado consultar o ginecologista ou clínico geral. Como é feito o tratamento da vaginose bacteriana? O tratamento da vaginose bacteriana normalmente é feito com o uso de antibióticos, como o clindamicina ou metronidazol na forma de comprimidos ou cremes vaginais, que devem ser usados de acordo com a orientação do seu ginecologista
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passage: .900/µL Neutrófilos totais De 3900 a 13.100/µL Linfócitos totais De 100 a 3600/µL É importante lembrar que os valores de referência variam de acordo com a idade da mulher e com cada laboratório. Por isso, o resultado do leucograma deve ser sempre verificado com o médico. Leucócitos na urina na gravidez Quando os leucócitos estão mais aumentados na urina, pode ser sinal de infecção urinária, mesmo que a mulher não apresente sintomas, como dor e ardor ao urinar e aumento da frequência urinária, por exemplo. Conheça as principais causas de leucócitos na urina. É comum que as mulheres grávidas apresentem infecção urinária com frequência, principalmente entre as semanas 6 e 24 da gestação, de forma que o médico pode indicar durante os exames pré-natais a realização de exame de urina para que seja feito o diagnóstico e iniciado o tratamento mais adequado, caso seja necessário.
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passage: Leucócitos altos na gravidez: o que significa e valores de referência Durante a gravidez é normal que haja alterações nos valores de leucócitos e linfócitos no sangue, uma vez que o organismo da mulher está se adaptando ao desenvolvimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O leucograma é uma parte do exame de sangue que avalia a quantidade de células de defesa do organismo, que correspondem aos leucócitos e linfócitos. É importante que a gestante faça o leucograma para saber em que estado está seu sistema imunológico. Saiba mais sobre o que é o leucograma e os valores de referência. Os valores do leucograma tendem a voltar ao normal alguns dias após o parto. No entanto, caso isso não aconteça é importante que o médico avalie essa alteração e a história clínica da mulher para verificar a existência de alguma doença. Leucócitos altos na gravidez Os leucócitos altos, ou leucocitose, acontecem normalmente durante a gravidez, podendo ser decorrente do estresse antes do parto ou como resposta do organismo ao feto, ou seja, o corpo passa a produzir mais células de defesa para evitar que haja rejeição. Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude
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passage: . Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/leucocitos-altos Os leucócitos normalmente encontram-se muito elevados na gravidez, podendo atingir mais de 25000 leucócitos por mm³ de sangue, valores que vão normalizando gradativamente após o parto. Embora a leucocitose seja comum durante a gravidez, o médico pode recomendar o exame de urina, mesmo que a mulher não apresente sintomas, para descartar a possibilidade de infecção urinária. Veja como identificar a infecção urinária na gravidez. Valores de referência do leucograma na gravidez Os valores de referência dos leucócitos totais em mulheres a partir dos 14 anos são entre 4500 e 11000/µL. No entanto, durante a gravidez esses valores são alterados da seguinte forma: Trimestre Célula Valores “normais” 1º trimestre Leucócitos De 5700 a 13.600/µL Neutrófilos totais De 3600 a 10.100/µL Linfócitos totais De 1100 a 3600/µL 2º trimestre Leucócitos De 5600 a 14.800/µL Neutrófilos totais De 3800 a 12.300/µL Linfócitos totais De 900 a 3900/µL 3º trimestre Leucócitos 5900 a 16.900/µL Neutrófilos totais De 3900 a 13.100/µL Linfócitos totais De 100 a 3600/µL É importante lembrar que os valores de referência variam de acordo com a idade da mulher e com cada laboratório. Por isso, o resultado do leucograma deve ser sempre verificado com o médico
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passage: O que significa alterações celulares benignas reativas ou reparativas? “Fiz exame de papanicolau e o resultado mostrou: alterações celulares benignas reativas ou reparativas com inflamação. O que isto quer dizer?” Quando o papanicolau mostra que foram encontradas alterações celulares benignas reativas ou reparativas, significa que o colo do útero apresenta sinais de inflamação, provavelmente devido a doenças benignas, sem gravidade. Alterações celulares benignas reativas ou reparativas não são sinal de câncer. Porém, podem indicar infecções vaginais, como: Vaginose bacteriana: é a alteração da flora vaginal, com crescimento bacteriano anormal. Candidíase vaginal: é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Tricomoníase: é uma infecção pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Outras situações como trauma, atividade sexual, uso de medicamentos vaginais ou mesmo o uso de DIU também podem levar a este tipo de resultado no papanicolau. O resultado do exame de papanicolau deve ser sempre conferido e visto por um médico de família ou ginecologista, para melhor avaliação do resultado.
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passage: Fiz exame preventivo e o resultado deu “cocobacilos”, o que significa? “Fiz um exame preventivo e o resultado deu: "Cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia". O que significa isso?” O resultado do exame preventivo que diz "cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia" significa uma provável vaginose bacteriana. A vaginose bacteriana é um tipo de infecção vaginal causada pelo aumento da população de bactérias que naturalmente estão presentes na flora vaginal, como a Gardnerella vaginalis. O exame preventivo é indicado para detecção precoce de câncer de colo de útero, mas também pode avaliar a flora vaginal e a presença de microrganismos prejudiciais à saúde da mulher. Para saber o que o resultado do seu preventivo significa, é recomendado consultar o ginecologista ou clínico geral. Como é feito o tratamento da vaginose bacteriana? O tratamento da vaginose bacteriana normalmente é feito com o uso de antibióticos, como o clindamicina ou metronidazol na forma de comprimidos ou cremes vaginais, que devem ser usados de acordo com a orientação do seu ginecologista
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passage: .900/µL Neutrófilos totais De 3900 a 13.100/µL Linfócitos totais De 100 a 3600/µL É importante lembrar que os valores de referência variam de acordo com a idade da mulher e com cada laboratório. Por isso, o resultado do leucograma deve ser sempre verificado com o médico. Leucócitos na urina na gravidez Quando os leucócitos estão mais aumentados na urina, pode ser sinal de infecção urinária, mesmo que a mulher não apresente sintomas, como dor e ardor ao urinar e aumento da frequência urinária, por exemplo. Conheça as principais causas de leucócitos na urina. É comum que as mulheres grávidas apresentem infecção urinária com frequência, principalmente entre as semanas 6 e 24 da gestação, de forma que o médico pode indicar durante os exames pré-natais a realização de exame de urina para que seja feito o diagnóstico e iniciado o tratamento mais adequado, caso seja necessário.
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passage: Células redondas na amostra de esperma pode representar leucócitos ou de presença espermatozoides imaturos. A distin-ção entre leucócitos e espermatozoides imaturos pode ser feita por meio de diversas técnicas, incluindo coloração de leucócitos com mieloperoxidase (Wolff, 1995). Define-se leucocitosper-mia verdadeira pela observação de mais de um milhão de leucó-citos por mililitro e sua presença indica epididimite ou prosta-tite crônicas. Nesse cenário, muitos andrologistas são favoráveis ao tratamento empírico com antibióticos, antes de fazer análises repetidas de sêmen. Um protocolo frequente inclui o uso de do-xiciclina, 100 mg por via oral duas vezes ao dia durante duas semanas. Abordagens alternativas incluem a cultura de qualquer secreção obtida por expressão do pênis ou de amostra de sêmen.
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passage: Leucócitos altos na gravidez: o que significa e valores de referência Durante a gravidez é normal que haja alterações nos valores de leucócitos e linfócitos no sangue, uma vez que o organismo da mulher está se adaptando ao desenvolvimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O leucograma é uma parte do exame de sangue que avalia a quantidade de células de defesa do organismo, que correspondem aos leucócitos e linfócitos. É importante que a gestante faça o leucograma para saber em que estado está seu sistema imunológico. Saiba mais sobre o que é o leucograma e os valores de referência. Os valores do leucograma tendem a voltar ao normal alguns dias após o parto. No entanto, caso isso não aconteça é importante que o médico avalie essa alteração e a história clínica da mulher para verificar a existência de alguma doença. Leucócitos altos na gravidez Os leucócitos altos, ou leucocitose, acontecem normalmente durante a gravidez, podendo ser decorrente do estresse antes do parto ou como resposta do organismo ao feto, ou seja, o corpo passa a produzir mais células de defesa para evitar que haja rejeição. Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/leucocitos-altos Os leucócitos normalmente encontram-se muito elevados na gravidez, podendo atingir mais de 25000 leucócitos por mm³ de sangue, valores que vão normalizando gradativamente após o parto. Embora a leucocitose seja comum durante a gravidez, o médico pode recomendar o exame de urina, mesmo que a mulher não apresente sintomas, para descartar a possibilidade de infecção urinária. Veja como identificar a infecção urinária na gravidez. Valores de referência do leucograma na gravidez Os valores de referência dos leucócitos totais em mulheres a partir dos 14 anos são entre 4500 e 11000/µL. No entanto, durante a gravidez esses valores são alterados da seguinte forma: Trimestre Célula Valores “normais” 1º trimestre Leucócitos De 5700 a 13.600/µL Neutrófilos totais De 3600 a 10.100/µL Linfócitos totais De 1100 a 3600/µL 2º trimestre Leucócitos De 5600 a 14.800/µL Neutrófilos totais De 3800 a 12.300/µL Linfócitos totais De 900 a 3900/µL 3º trimestre Leucócitos 5900 a 16.900/µL Neutrófilos totais De 3900 a 13.100/µL Linfócitos totais De 100 a 3600/µL É importante lembrar que os valores de referência variam de acordo com a idade da mulher e com cada laboratório. Por isso, o resultado do leucograma deve ser sempre verificado com o médico
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passage: O que significa alterações celulares benignas reativas ou reparativas? “Fiz exame de papanicolau e o resultado mostrou: alterações celulares benignas reativas ou reparativas com inflamação. O que isto quer dizer?” Quando o papanicolau mostra que foram encontradas alterações celulares benignas reativas ou reparativas, significa que o colo do útero apresenta sinais de inflamação, provavelmente devido a doenças benignas, sem gravidade. Alterações celulares benignas reativas ou reparativas não são sinal de câncer. Porém, podem indicar infecções vaginais, como: Vaginose bacteriana: é a alteração da flora vaginal, com crescimento bacteriano anormal. Candidíase vaginal: é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Tricomoníase: é uma infecção pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Outras situações como trauma, atividade sexual, uso de medicamentos vaginais ou mesmo o uso de DIU também podem levar a este tipo de resultado no papanicolau. O resultado do exame de papanicolau deve ser sempre conferido e visto por um médico de família ou ginecologista, para melhor avaliação do resultado.
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passage: Fiz exame preventivo e o resultado deu “cocobacilos”, o que significa? “Fiz um exame preventivo e o resultado deu: "Cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia". O que significa isso?” O resultado do exame preventivo que diz "cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia" significa uma provável vaginose bacteriana. A vaginose bacteriana é um tipo de infecção vaginal causada pelo aumento da população de bactérias que naturalmente estão presentes na flora vaginal, como a Gardnerella vaginalis. O exame preventivo é indicado para detecção precoce de câncer de colo de útero, mas também pode avaliar a flora vaginal e a presença de microrganismos prejudiciais à saúde da mulher. Para saber o que o resultado do seu preventivo significa, é recomendado consultar o ginecologista ou clínico geral. Como é feito o tratamento da vaginose bacteriana? O tratamento da vaginose bacteriana normalmente é feito com o uso de antibióticos, como o clindamicina ou metronidazol na forma de comprimidos ou cremes vaginais, que devem ser usados de acordo com a orientação do seu ginecologista
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passage: .900/µL Neutrófilos totais De 3900 a 13.100/µL Linfócitos totais De 100 a 3600/µL É importante lembrar que os valores de referência variam de acordo com a idade da mulher e com cada laboratório. Por isso, o resultado do leucograma deve ser sempre verificado com o médico. Leucócitos na urina na gravidez Quando os leucócitos estão mais aumentados na urina, pode ser sinal de infecção urinária, mesmo que a mulher não apresente sintomas, como dor e ardor ao urinar e aumento da frequência urinária, por exemplo. Conheça as principais causas de leucócitos na urina. É comum que as mulheres grávidas apresentem infecção urinária com frequência, principalmente entre as semanas 6 e 24 da gestação, de forma que o médico pode indicar durante os exames pré-natais a realização de exame de urina para que seja feito o diagnóstico e iniciado o tratamento mais adequado, caso seja necessário.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Células redondas na amostra de esperma pode representar leucócitos ou de presença espermatozoides imaturos. A distin-ção entre leucócitos e espermatozoides imaturos pode ser feita por meio de diversas técnicas, incluindo coloração de leucócitos com mieloperoxidase (Wolff, 1995). Define-se leucocitosper-mia verdadeira pela observação de mais de um milhão de leucó-citos por mililitro e sua presença indica epididimite ou prosta-tite crônicas. Nesse cenário, muitos andrologistas são favoráveis ao tratamento empírico com antibióticos, antes de fazer análises repetidas de sêmen. Um protocolo frequente inclui o uso de do-xiciclina, 100 mg por via oral duas vezes ao dia durante duas semanas. Abordagens alternativas incluem a cultura de qualquer secreção obtida por expressão do pênis ou de amostra de sêmen.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: Leucócitos altos na gravidez: o que significa e valores de referência Durante a gravidez é normal que haja alterações nos valores de leucócitos e linfócitos no sangue, uma vez que o organismo da mulher está se adaptando ao desenvolvimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O leucograma é uma parte do exame de sangue que avalia a quantidade de células de defesa do organismo, que correspondem aos leucócitos e linfócitos. É importante que a gestante faça o leucograma para saber em que estado está seu sistema imunológico. Saiba mais sobre o que é o leucograma e os valores de referência. Os valores do leucograma tendem a voltar ao normal alguns dias após o parto. No entanto, caso isso não aconteça é importante que o médico avalie essa alteração e a história clínica da mulher para verificar a existência de alguma doença. Leucócitos altos na gravidez Os leucócitos altos, ou leucocitose, acontecem normalmente durante a gravidez, podendo ser decorrente do estresse antes do parto ou como resposta do organismo ao feto, ou seja, o corpo passa a produzir mais células de defesa para evitar que haja rejeição. Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude
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passage: . Leia também: Leucócitos altos: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/leucocitos-altos Os leucócitos normalmente encontram-se muito elevados na gravidez, podendo atingir mais de 25000 leucócitos por mm³ de sangue, valores que vão normalizando gradativamente após o parto. Embora a leucocitose seja comum durante a gravidez, o médico pode recomendar o exame de urina, mesmo que a mulher não apresente sintomas, para descartar a possibilidade de infecção urinária. Veja como identificar a infecção urinária na gravidez. Valores de referência do leucograma na gravidez Os valores de referência dos leucócitos totais em mulheres a partir dos 14 anos são entre 4500 e 11000/µL. No entanto, durante a gravidez esses valores são alterados da seguinte forma: Trimestre Célula Valores “normais” 1º trimestre Leucócitos De 5700 a 13.600/µL Neutrófilos totais De 3600 a 10.100/µL Linfócitos totais De 1100 a 3600/µL 2º trimestre Leucócitos De 5600 a 14.800/µL Neutrófilos totais De 3800 a 12.300/µL Linfócitos totais De 900 a 3900/µL 3º trimestre Leucócitos 5900 a 16.900/µL Neutrófilos totais De 3900 a 13.100/µL Linfócitos totais De 100 a 3600/µL É importante lembrar que os valores de referência variam de acordo com a idade da mulher e com cada laboratório. Por isso, o resultado do leucograma deve ser sempre verificado com o médico
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passage: O que significa alterações celulares benignas reativas ou reparativas? “Fiz exame de papanicolau e o resultado mostrou: alterações celulares benignas reativas ou reparativas com inflamação. O que isto quer dizer?” Quando o papanicolau mostra que foram encontradas alterações celulares benignas reativas ou reparativas, significa que o colo do útero apresenta sinais de inflamação, provavelmente devido a doenças benignas, sem gravidade. Alterações celulares benignas reativas ou reparativas não são sinal de câncer. Porém, podem indicar infecções vaginais, como: Vaginose bacteriana: é a alteração da flora vaginal, com crescimento bacteriano anormal. Candidíase vaginal: é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Tricomoníase: é uma infecção pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Outras situações como trauma, atividade sexual, uso de medicamentos vaginais ou mesmo o uso de DIU também podem levar a este tipo de resultado no papanicolau. O resultado do exame de papanicolau deve ser sempre conferido e visto por um médico de família ou ginecologista, para melhor avaliação do resultado.
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passage: Fiz exame preventivo e o resultado deu “cocobacilos”, o que significa? “Fiz um exame preventivo e o resultado deu: "Cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia". O que significa isso?” O resultado do exame preventivo que diz "cocobacilos e bacilos supracitoplasmáticos sugestivos de Gardnerella vaginalis negativo para neoplasia" significa uma provável vaginose bacteriana. A vaginose bacteriana é um tipo de infecção vaginal causada pelo aumento da população de bactérias que naturalmente estão presentes na flora vaginal, como a Gardnerella vaginalis. O exame preventivo é indicado para detecção precoce de câncer de colo de útero, mas também pode avaliar a flora vaginal e a presença de microrganismos prejudiciais à saúde da mulher. Para saber o que o resultado do seu preventivo significa, é recomendado consultar o ginecologista ou clínico geral. Como é feito o tratamento da vaginose bacteriana? O tratamento da vaginose bacteriana normalmente é feito com o uso de antibióticos, como o clindamicina ou metronidazol na forma de comprimidos ou cremes vaginais, que devem ser usados de acordo com a orientação do seu ginecologista
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passage: .900/µL Neutrófilos totais De 3900 a 13.100/µL Linfócitos totais De 100 a 3600/µL É importante lembrar que os valores de referência variam de acordo com a idade da mulher e com cada laboratório. Por isso, o resultado do leucograma deve ser sempre verificado com o médico. Leucócitos na urina na gravidez Quando os leucócitos estão mais aumentados na urina, pode ser sinal de infecção urinária, mesmo que a mulher não apresente sintomas, como dor e ardor ao urinar e aumento da frequência urinária, por exemplo. Conheça as principais causas de leucócitos na urina. É comum que as mulheres grávidas apresentem infecção urinária com frequência, principalmente entre as semanas 6 e 24 da gestação, de forma que o médico pode indicar durante os exames pré-natais a realização de exame de urina para que seja feito o diagnóstico e iniciado o tratamento mais adequado, caso seja necessário.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Células redondas na amostra de esperma pode representar leucócitos ou de presença espermatozoides imaturos. A distin-ção entre leucócitos e espermatozoides imaturos pode ser feita por meio de diversas técnicas, incluindo coloração de leucócitos com mieloperoxidase (Wolff, 1995). Define-se leucocitosper-mia verdadeira pela observação de mais de um milhão de leucó-citos por mililitro e sua presença indica epididimite ou prosta-tite crônicas. Nesse cenário, muitos andrologistas são favoráveis ao tratamento empírico com antibióticos, antes de fazer análises repetidas de sêmen. Um protocolo frequente inclui o uso de do-xiciclina, 100 mg por via oral duas vezes ao dia durante duas semanas. Abordagens alternativas incluem a cultura de qualquer secreção obtida por expressão do pênis ou de amostra de sêmen.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: . Além disso, é recomendado que a mulher se alimente 30 a 60 minutos antes do exame, pois isso favorece a reação do feto e, assim, é possível avaliar melhor a saúde do bebê. Como entender o resultado Cada parâmetro avaliado recebe a pontuação de 0 a 2, e o resultado total de todos os parâmetros é dado com as seguintes notas: Pontuação Resultado 8 ou 10 indica exame normal, com fetos saudáveis e com baixo risco de asfixia; 6 indica teste suspeito, com possível sofrimento (asfixia) fetal devendo-se repetir o teste dentro de 24 horas ou indicar indução do parto se a gravidez estiver a termo; 0, 2 ou 4 indica alto risco de sofrimento (asfixia) fetal, podendo ser indicado indução do parto ou cesariana. No caso da pontuação 0, a cesariana de emergência deve ser feita em um hospital com UTI neonatal. A partir da interpretação destes resultados, o médico poderá identificar de forma precoce alterações que podem colocar em risco à vida do bebê, podendo-se realizar o tratamento de forma mais breve, o que pode incluir a necessidade de parto prematuro.
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Boa noite! Entendo sua preocupação com o resultado do seu exame mostrando leucócitos. Primeiramente, gostaria de te tranquilizar dizendo que, durante a gravidez, é bastante comum que os níveis de leucócitos (células de defesa do nosso corpo) se elevem. Isso acontece porque seu organismo está se adaptando para proteger tanto você quanto o bebê em desenvolvimento.
Os leucócitos são um indicativo do estado do seu sistema imunológico. Eles podem estar aumentados por diversos motivos, e na gravidez, essa elevação pode ser uma resposta natural ao feto, como se o corpo produzisse mais células de defesa para garantir que não haja rejeição. Também, o estresse, principalmente se estiver perto do parto, pode levar a essa elevação.
Os valores de referência dos leucócitos totais em mulheres que não estão grávidas geralmente ficam entre 4.500 e 11.000/µL. No entanto, esses valores mudam durante a gestação e variam de acordo com o trimestre em que você se encontra. Dependendo do seu trimestre, valores até 16.900/µL podem ser considerados normais. Para avaliar o seu caso com precisão, seria importante saber em qual fase da gravidez você está, pois os valores considerados normais variam conforme o trimestre.
Embora a leucocitose (aumento dos leucócitos) seja comum na gravidez, é importante descartar outras possíveis causas. Por isso, mesmo que você não esteja sentindo nada, o médico pode solicitar um exame de urina para verificar se há uma infecção urinária, que também é frequente durante a gravidez, especialmente entre a 6ª e a 24ª semana.
Além da infecção urinária, outras condições como infecções vaginais (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase) também podem causar inflamação e elevar os leucócitos, embora essas geralmente são detectadas em outros exames, como o Papanicolau.
O mais importante é que você agende uma consulta com seu obstetra ou ginecologista para que ele possa analisar o resultado do seu exame junto com seu histórico clínico e outros sintomas que você possa estar apresentando. Ele poderá determinar se essa elevação dos leucócitos está dentro do esperado para a gravidez ou se são necessários exames adicionais para investigar outras causas e, se preciso, indicar o tratamento adequado. Não se preocupe, a maioria das causas para essa alteração tem tratamento e não costumam trazer grandes complicações!
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17,044
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Tive um bebê há quatro meses, e a gestação apresentou complicações, como líquido amniótico durante meses. Até o final, meu bebê não tinha um rim, e o outro não funcionava. Quando nasceu, tinha outras malformações além de holoprosencefalia e faleceu com poucas horas de vida; provavelmente tinha síndrome de Patau. Acabei de descobrir que estou grávida novamente e tenho grande preocupação com a possibilidade de passar por isso novamente.
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O ideal é que você procure um geneticista para receber aconselhamento no pré-natal. É necessário saber se o bebê tinha cariótipo, histórico familiar, fotos do recém-nascido, se havia outras malformações associadas, idade dos pais, etc. Só após uma avaliação cuidadosa é possível informar se há ou não risco de recorrência nesta gestação.
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passage: ■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica.
Anomalias estruturais importantes ocorrem em 3% nos recém-nascidos vivos e são uma causa importantede morte infantil, representando aproximadamente 25% dos óbitos. Elas são a quinta causa principal deóbito antes dos 65 anos de idade e também são um grande contribuinte para as incapacidades. Elastambém não são discriminatórias; as frequências dos defeitos congênitos são iguais em asiáticos,afrodescendentes, brancos e indígenas norte-americanos.
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passage: ■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica.
Anomalias estruturais importantes ocorrem em 3% nos recém-nascidos vivos e são uma causa importantede morte infantil, representando aproximadamente 25% dos óbitos. Elas são a quinta causa principal deóbito antes dos 65 anos de idade e também são um grande contribuinte para as incapacidades. Elastambém não são discriminatórias; as frequências dos defeitos congênitos são iguais em asiáticos,afrodescendentes, brancos e indígenas norte-americanos.
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passage: 10. Estes defeitos poderiam ser uma manifestação da síndrome do alcoolismo fetal. Elesapresentariam uma forma leve de holoprosencefalia, que, neste caso, estaria relacionadacom a formação defeituosa do encéfalo anterior (prosencéfalo). A deficiência do olfato ena estrutura do lábio superior poderiam constituir defeitos secundários de um outroprimário na formação inicial do prosencéfalo.
A menina tinha divertículo de Meckel, que continha tecido endometrial ectópico. Emseus períodos menstruais, a reação deste tecido provocava cólicas na região superiorabdominal. Após a cirurgia, os sintomas desapareceram.
Questões de Revisão1. E2. A3. C4. C5. B6. A7. Atresia de esôfago ou fístula traqueoesofágica. Na primeira, o leite enche a bolsaesofágica cega e, em seguida, passa para a traqueia através da abertura da laringe. Nasegunda, o leite pode passar diretamente do esôfago para a traqueia, dependendo do tipode fístula.
8. Estenose pilórica congênita. Vômito projétil é um sintoma comum desta condição, euma palpação de um nó na abertura do piloro no estômago confirmou o diagnóstico.
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passage: ■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica.
Anomalias estruturais importantes ocorrem em 3% nos recém-nascidos vivos e são uma causa importantede morte infantil, representando aproximadamente 25% dos óbitos. Elas são a quinta causa principal deóbito antes dos 65 anos de idade e também são um grande contribuinte para as incapacidades. Elastambém não são discriminatórias; as frequências dos defeitos congênitos são iguais em asiáticos,afrodescendentes, brancos e indígenas norte-americanos.
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passage: 10. Estes defeitos poderiam ser uma manifestação da síndrome do alcoolismo fetal. Elesapresentariam uma forma leve de holoprosencefalia, que, neste caso, estaria relacionadacom a formação defeituosa do encéfalo anterior (prosencéfalo). A deficiência do olfato ena estrutura do lábio superior poderiam constituir defeitos secundários de um outroprimário na formação inicial do prosencéfalo.
A menina tinha divertículo de Meckel, que continha tecido endometrial ectópico. Emseus períodos menstruais, a reação deste tecido provocava cólicas na região superiorabdominal. Após a cirurgia, os sintomas desapareceram.
Questões de Revisão1. E2. A3. C4. C5. B6. A7. Atresia de esôfago ou fístula traqueoesofágica. Na primeira, o leite enche a bolsaesofágica cega e, em seguida, passa para a traqueia através da abertura da laringe. Nasegunda, o leite pode passar diretamente do esôfago para a traqueia, dependendo do tipode fístula.
8. Estenose pilórica congênita. Vômito projétil é um sintoma comum desta condição, euma palpação de um nó na abertura do piloro no estômago confirmou o diagnóstico.
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passage: Um recém-nascido com agenesia renal bilateral morre em poucos dias após onascimento. Devido à ausência de produção de urina, a redução do volume de líquidoamniótico (oligo-hidrâmnio) durante a gravidez é, frequentemente, uma característicaassociada. Recém-nascidos com agenesia renal bilateral caracteristicamente exibem asequência de Potter, consistindo em nariz achatado, amplo espaço interpupilar, queixo16.13). A insuficiência respiratória proveniente da hipoplasia pulmonar é uma causacomum de morte neonatal nesta condição, especialmente quando a hipoplasia pulmonaré causada por distúrbios, que não incluem agenesia renal. Uma sequência é classificadacomo um conjunto de malformações secundárias a um distúrbio primário nodesenvolvimento. Na sequência de Potter, a produção de urina reduzida, secundária àagenesia renal ou a um bloqueio urinário, é o fator que desencadeia os outros distúrbiosvistos neste conjunto (Fig. 16.14). Os efeitos mecânicos reais resultam da falta detamponamento mecânico pela quantidade muito reduzida de líquido amniótico.
FIG. 16.13 A, Fácies de Potter, que é característico de um feto exposto a oligo-hidrâmnio. Note onariz achatado e as orelhas baixas. B, Mão de Potter, com dedos espessos e cônicos. (Cortesia de M.
Barr, Ann Arbor, Mich.)Principais etapas no desenvolvimento da sequência de Potter.
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passage: ■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica.
Anomalias estruturais importantes ocorrem em 3% nos recém-nascidos vivos e são uma causa importantede morte infantil, representando aproximadamente 25% dos óbitos. Elas são a quinta causa principal deóbito antes dos 65 anos de idade e também são um grande contribuinte para as incapacidades. Elastambém não são discriminatórias; as frequências dos defeitos congênitos são iguais em asiáticos,afrodescendentes, brancos e indígenas norte-americanos.
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passage: 10. Estes defeitos poderiam ser uma manifestação da síndrome do alcoolismo fetal. Elesapresentariam uma forma leve de holoprosencefalia, que, neste caso, estaria relacionadacom a formação defeituosa do encéfalo anterior (prosencéfalo). A deficiência do olfato ena estrutura do lábio superior poderiam constituir defeitos secundários de um outroprimário na formação inicial do prosencéfalo.
A menina tinha divertículo de Meckel, que continha tecido endometrial ectópico. Emseus períodos menstruais, a reação deste tecido provocava cólicas na região superiorabdominal. Após a cirurgia, os sintomas desapareceram.
Questões de Revisão1. E2. A3. C4. C5. B6. A7. Atresia de esôfago ou fístula traqueoesofágica. Na primeira, o leite enche a bolsaesofágica cega e, em seguida, passa para a traqueia através da abertura da laringe. Nasegunda, o leite pode passar diretamente do esôfago para a traqueia, dependendo do tipode fístula.
8. Estenose pilórica congênita. Vômito projétil é um sintoma comum desta condição, euma palpação de um nó na abertura do piloro no estômago confirmou o diagnóstico.
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passage: Um recém-nascido com agenesia renal bilateral morre em poucos dias após onascimento. Devido à ausência de produção de urina, a redução do volume de líquidoamniótico (oligo-hidrâmnio) durante a gravidez é, frequentemente, uma característicaassociada. Recém-nascidos com agenesia renal bilateral caracteristicamente exibem asequência de Potter, consistindo em nariz achatado, amplo espaço interpupilar, queixo16.13). A insuficiência respiratória proveniente da hipoplasia pulmonar é uma causacomum de morte neonatal nesta condição, especialmente quando a hipoplasia pulmonaré causada por distúrbios, que não incluem agenesia renal. Uma sequência é classificadacomo um conjunto de malformações secundárias a um distúrbio primário nodesenvolvimento. Na sequência de Potter, a produção de urina reduzida, secundária àagenesia renal ou a um bloqueio urinário, é o fator que desencadeia os outros distúrbiosvistos neste conjunto (Fig. 16.14). Os efeitos mecânicos reais resultam da falta detamponamento mecânico pela quantidade muito reduzida de líquido amniótico.
FIG. 16.13 A, Fácies de Potter, que é característico de um feto exposto a oligo-hidrâmnio. Note onariz achatado e as orelhas baixas. B, Mão de Potter, com dedos espessos e cônicos. (Cortesia de M.
Barr, Ann Arbor, Mich.)Principais etapas no desenvolvimento da sequência de Potter.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: ■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica.
Anomalias estruturais importantes ocorrem em 3% nos recém-nascidos vivos e são uma causa importantede morte infantil, representando aproximadamente 25% dos óbitos. Elas são a quinta causa principal deóbito antes dos 65 anos de idade e também são um grande contribuinte para as incapacidades. Elastambém não são discriminatórias; as frequências dos defeitos congênitos são iguais em asiáticos,afrodescendentes, brancos e indígenas norte-americanos.
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passage: 10. Estes defeitos poderiam ser uma manifestação da síndrome do alcoolismo fetal. Elesapresentariam uma forma leve de holoprosencefalia, que, neste caso, estaria relacionadacom a formação defeituosa do encéfalo anterior (prosencéfalo). A deficiência do olfato ena estrutura do lábio superior poderiam constituir defeitos secundários de um outroprimário na formação inicial do prosencéfalo.
A menina tinha divertículo de Meckel, que continha tecido endometrial ectópico. Emseus períodos menstruais, a reação deste tecido provocava cólicas na região superiorabdominal. Após a cirurgia, os sintomas desapareceram.
Questões de Revisão1. E2. A3. C4. C5. B6. A7. Atresia de esôfago ou fístula traqueoesofágica. Na primeira, o leite enche a bolsaesofágica cega e, em seguida, passa para a traqueia através da abertura da laringe. Nasegunda, o leite pode passar diretamente do esôfago para a traqueia, dependendo do tipode fístula.
8. Estenose pilórica congênita. Vômito projétil é um sintoma comum desta condição, euma palpação de um nó na abertura do piloro no estômago confirmou o diagnóstico.
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passage: Um recém-nascido com agenesia renal bilateral morre em poucos dias após onascimento. Devido à ausência de produção de urina, a redução do volume de líquidoamniótico (oligo-hidrâmnio) durante a gravidez é, frequentemente, uma característicaassociada. Recém-nascidos com agenesia renal bilateral caracteristicamente exibem asequência de Potter, consistindo em nariz achatado, amplo espaço interpupilar, queixo16.13). A insuficiência respiratória proveniente da hipoplasia pulmonar é uma causacomum de morte neonatal nesta condição, especialmente quando a hipoplasia pulmonaré causada por distúrbios, que não incluem agenesia renal. Uma sequência é classificadacomo um conjunto de malformações secundárias a um distúrbio primário nodesenvolvimento. Na sequência de Potter, a produção de urina reduzida, secundária àagenesia renal ou a um bloqueio urinário, é o fator que desencadeia os outros distúrbiosvistos neste conjunto (Fig. 16.14). Os efeitos mecânicos reais resultam da falta detamponamento mecânico pela quantidade muito reduzida de líquido amniótico.
FIG. 16.13 A, Fácies de Potter, que é característico de um feto exposto a oligo-hidrâmnio. Note onariz achatado e as orelhas baixas. B, Mão de Potter, com dedos espessos e cônicos. (Cortesia de M.
Barr, Ann Arbor, Mich.)Principais etapas no desenvolvimento da sequência de Potter.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: ✹ Como a data provável do parto pode ser estabelecida?✹ Quando o trabalho de parto provavelmente poderá será induzido?✹ Como isso poderá ser realizado?CASO 6-2Uma mulher grávida de 44 anos de idade está preocupada com a possibilidade de que o seu feto apresenteimportantes defeitos congênitos.
✹ Como a condição do seu feto poderia ser determinada?✹ Que anomalia cromossômica seria a mais provável?✹ Que outras aberrações cromossômicas poderiam ser detectadas?CASO 6-3Uma mulher de 19 anos de idade no segundo trimestre de gravidez perguntou ao médico se o seu feto eravulnerável a medicamentos vendidos sem receita médica. Ela também indagou sobre os efeitos de seuconsumo pesado de álccol e tabaco sobre o feto.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
21 de 23 29/04/2016 12:22O que o médico provavelmente diria a ela?CASO 6-4Um exame ultrassonográfico de uma mulher gestante revelou que o seu feto apresenta RCIU.
✹ Que fatores podem provocar RCIU? Discuta como esses fatores podem influenciar o crescimento fetal.
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passage: ■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica.
Anomalias estruturais importantes ocorrem em 3% nos recém-nascidos vivos e são uma causa importantede morte infantil, representando aproximadamente 25% dos óbitos. Elas são a quinta causa principal deóbito antes dos 65 anos de idade e também são um grande contribuinte para as incapacidades. Elastambém não são discriminatórias; as frequências dos defeitos congênitos são iguais em asiáticos,afrodescendentes, brancos e indígenas norte-americanos.
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passage: 10. Estes defeitos poderiam ser uma manifestação da síndrome do alcoolismo fetal. Elesapresentariam uma forma leve de holoprosencefalia, que, neste caso, estaria relacionadacom a formação defeituosa do encéfalo anterior (prosencéfalo). A deficiência do olfato ena estrutura do lábio superior poderiam constituir defeitos secundários de um outroprimário na formação inicial do prosencéfalo.
A menina tinha divertículo de Meckel, que continha tecido endometrial ectópico. Emseus períodos menstruais, a reação deste tecido provocava cólicas na região superiorabdominal. Após a cirurgia, os sintomas desapareceram.
Questões de Revisão1. E2. A3. C4. C5. B6. A7. Atresia de esôfago ou fístula traqueoesofágica. Na primeira, o leite enche a bolsaesofágica cega e, em seguida, passa para a traqueia através da abertura da laringe. Nasegunda, o leite pode passar diretamente do esôfago para a traqueia, dependendo do tipode fístula.
8. Estenose pilórica congênita. Vômito projétil é um sintoma comum desta condição, euma palpação de um nó na abertura do piloro no estômago confirmou o diagnóstico.
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passage: Um recém-nascido com agenesia renal bilateral morre em poucos dias após onascimento. Devido à ausência de produção de urina, a redução do volume de líquidoamniótico (oligo-hidrâmnio) durante a gravidez é, frequentemente, uma característicaassociada. Recém-nascidos com agenesia renal bilateral caracteristicamente exibem asequência de Potter, consistindo em nariz achatado, amplo espaço interpupilar, queixo16.13). A insuficiência respiratória proveniente da hipoplasia pulmonar é uma causacomum de morte neonatal nesta condição, especialmente quando a hipoplasia pulmonaré causada por distúrbios, que não incluem agenesia renal. Uma sequência é classificadacomo um conjunto de malformações secundárias a um distúrbio primário nodesenvolvimento. Na sequência de Potter, a produção de urina reduzida, secundária àagenesia renal ou a um bloqueio urinário, é o fator que desencadeia os outros distúrbiosvistos neste conjunto (Fig. 16.14). Os efeitos mecânicos reais resultam da falta detamponamento mecânico pela quantidade muito reduzida de líquido amniótico.
FIG. 16.13 A, Fácies de Potter, que é característico de um feto exposto a oligo-hidrâmnio. Note onariz achatado e as orelhas baixas. B, Mão de Potter, com dedos espessos e cônicos. (Cortesia de M.
Barr, Ann Arbor, Mich.)Principais etapas no desenvolvimento da sequência de Potter.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: ✹ Como a data provável do parto pode ser estabelecida?✹ Quando o trabalho de parto provavelmente poderá será induzido?✹ Como isso poderá ser realizado?CASO 6-2Uma mulher grávida de 44 anos de idade está preocupada com a possibilidade de que o seu feto apresenteimportantes defeitos congênitos.
✹ Como a condição do seu feto poderia ser determinada?✹ Que anomalia cromossômica seria a mais provável?✹ Que outras aberrações cromossômicas poderiam ser detectadas?CASO 6-3Uma mulher de 19 anos de idade no segundo trimestre de gravidez perguntou ao médico se o seu feto eravulnerável a medicamentos vendidos sem receita médica. Ela também indagou sobre os efeitos de seuconsumo pesado de álccol e tabaco sobre o feto.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
21 de 23 29/04/2016 12:22O que o médico provavelmente diria a ela?CASO 6-4Um exame ultrassonográfico de uma mulher gestante revelou que o seu feto apresenta RCIU.
✹ Que fatores podem provocar RCIU? Discuta como esses fatores podem influenciar o crescimento fetal.
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passage: A maior parte dos casos (60%) de polidrâmnios, ou um grande volume de líquido amniótico para umaEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
28 de 44 29/04/2016 12:23tais como meroencefalia. Quando existem outros defeitos, tais como atresia esofágica (bloqueio), o líquidoamniótico se acumula porque é impossível passar ao estômago fetal e aos intestinos para absorção.
A ultrassonografia tornou-se a técnica de escolha para diagnosticar oligoidrâmnios e polidrâmnios. A rupturaprematura da membrana amniocoriônica é o evento mais comum que leva ao trabalho de parto prematuro e aonascimento e, a mais comum complicação resultante do oligoidrâmnio. A perda do líquido amniótico remove aprincipal proteção que o feto tem contra infecção.
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passage: ■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica.
Anomalias estruturais importantes ocorrem em 3% nos recém-nascidos vivos e são uma causa importantede morte infantil, representando aproximadamente 25% dos óbitos. Elas são a quinta causa principal deóbito antes dos 65 anos de idade e também são um grande contribuinte para as incapacidades. Elastambém não são discriminatórias; as frequências dos defeitos congênitos são iguais em asiáticos,afrodescendentes, brancos e indígenas norte-americanos.
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passage: 10. Estes defeitos poderiam ser uma manifestação da síndrome do alcoolismo fetal. Elesapresentariam uma forma leve de holoprosencefalia, que, neste caso, estaria relacionadacom a formação defeituosa do encéfalo anterior (prosencéfalo). A deficiência do olfato ena estrutura do lábio superior poderiam constituir defeitos secundários de um outroprimário na formação inicial do prosencéfalo.
A menina tinha divertículo de Meckel, que continha tecido endometrial ectópico. Emseus períodos menstruais, a reação deste tecido provocava cólicas na região superiorabdominal. Após a cirurgia, os sintomas desapareceram.
Questões de Revisão1. E2. A3. C4. C5. B6. A7. Atresia de esôfago ou fístula traqueoesofágica. Na primeira, o leite enche a bolsaesofágica cega e, em seguida, passa para a traqueia através da abertura da laringe. Nasegunda, o leite pode passar diretamente do esôfago para a traqueia, dependendo do tipode fístula.
8. Estenose pilórica congênita. Vômito projétil é um sintoma comum desta condição, euma palpação de um nó na abertura do piloro no estômago confirmou o diagnóstico.
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passage: Um recém-nascido com agenesia renal bilateral morre em poucos dias após onascimento. Devido à ausência de produção de urina, a redução do volume de líquidoamniótico (oligo-hidrâmnio) durante a gravidez é, frequentemente, uma característicaassociada. Recém-nascidos com agenesia renal bilateral caracteristicamente exibem asequência de Potter, consistindo em nariz achatado, amplo espaço interpupilar, queixo16.13). A insuficiência respiratória proveniente da hipoplasia pulmonar é uma causacomum de morte neonatal nesta condição, especialmente quando a hipoplasia pulmonaré causada por distúrbios, que não incluem agenesia renal. Uma sequência é classificadacomo um conjunto de malformações secundárias a um distúrbio primário nodesenvolvimento. Na sequência de Potter, a produção de urina reduzida, secundária àagenesia renal ou a um bloqueio urinário, é o fator que desencadeia os outros distúrbiosvistos neste conjunto (Fig. 16.14). Os efeitos mecânicos reais resultam da falta detamponamento mecânico pela quantidade muito reduzida de líquido amniótico.
FIG. 16.13 A, Fácies de Potter, que é característico de um feto exposto a oligo-hidrâmnio. Note onariz achatado e as orelhas baixas. B, Mão de Potter, com dedos espessos e cônicos. (Cortesia de M.
Barr, Ann Arbor, Mich.)Principais etapas no desenvolvimento da sequência de Potter.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: ✹ Como a data provável do parto pode ser estabelecida?✹ Quando o trabalho de parto provavelmente poderá será induzido?✹ Como isso poderá ser realizado?CASO 6-2Uma mulher grávida de 44 anos de idade está preocupada com a possibilidade de que o seu feto apresenteimportantes defeitos congênitos.
✹ Como a condição do seu feto poderia ser determinada?✹ Que anomalia cromossômica seria a mais provável?✹ Que outras aberrações cromossômicas poderiam ser detectadas?CASO 6-3Uma mulher de 19 anos de idade no segundo trimestre de gravidez perguntou ao médico se o seu feto eravulnerável a medicamentos vendidos sem receita médica. Ela também indagou sobre os efeitos de seuconsumo pesado de álccol e tabaco sobre o feto.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
21 de 23 29/04/2016 12:22O que o médico provavelmente diria a ela?CASO 6-4Um exame ultrassonográfico de uma mulher gestante revelou que o seu feto apresenta RCIU.
✹ Que fatores podem provocar RCIU? Discuta como esses fatores podem influenciar o crescimento fetal.
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passage: A maior parte dos casos (60%) de polidrâmnios, ou um grande volume de líquido amniótico para umaEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
28 de 44 29/04/2016 12:23tais como meroencefalia. Quando existem outros defeitos, tais como atresia esofágica (bloqueio), o líquidoamniótico se acumula porque é impossível passar ao estômago fetal e aos intestinos para absorção.
A ultrassonografia tornou-se a técnica de escolha para diagnosticar oligoidrâmnios e polidrâmnios. A rupturaprematura da membrana amniocoriônica é o evento mais comum que leva ao trabalho de parto prematuro e aonascimento e, a mais comum complicação resultante do oligoidrâmnio. A perda do líquido amniótico remove aprincipal proteção que o feto tem contra infecção.
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passage: Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
8. Embora possa haver uma relação entre a droga e o defeito de nascimento, a prova deuma conexão entre um caso particular e qualquer droga, especialmente uma nova, émuito difícil. A base genética da mulher, outras drogas que ela possa ter ingerido duranteo mesmo período, seu histórico de doenças durante o início da gravidez e seu estadonutricional devem ser investigados. Mesmo em melhores circunstâncias, em muitoscasos, a probabilidade de que uma malformação específica seja causada por um fatorparticular pode apenas ser estimada.
9. Uma causa comum de tais malformações é a insuficiência de líquido amniótico(oligoidrâmnio), que pode colocar partes expostas dos fetos sob excessiva pressãomecânica da parede uterina e provocar deformações deste tipo.
10. Displasia dos derivados ectodérmicos é uma causa provável.
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passage: ■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica.
Anomalias estruturais importantes ocorrem em 3% nos recém-nascidos vivos e são uma causa importantede morte infantil, representando aproximadamente 25% dos óbitos. Elas são a quinta causa principal deóbito antes dos 65 anos de idade e também são um grande contribuinte para as incapacidades. Elastambém não são discriminatórias; as frequências dos defeitos congênitos são iguais em asiáticos,afrodescendentes, brancos e indígenas norte-americanos.
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passage: 10. Estes defeitos poderiam ser uma manifestação da síndrome do alcoolismo fetal. Elesapresentariam uma forma leve de holoprosencefalia, que, neste caso, estaria relacionadacom a formação defeituosa do encéfalo anterior (prosencéfalo). A deficiência do olfato ena estrutura do lábio superior poderiam constituir defeitos secundários de um outroprimário na formação inicial do prosencéfalo.
A menina tinha divertículo de Meckel, que continha tecido endometrial ectópico. Emseus períodos menstruais, a reação deste tecido provocava cólicas na região superiorabdominal. Após a cirurgia, os sintomas desapareceram.
Questões de Revisão1. E2. A3. C4. C5. B6. A7. Atresia de esôfago ou fístula traqueoesofágica. Na primeira, o leite enche a bolsaesofágica cega e, em seguida, passa para a traqueia através da abertura da laringe. Nasegunda, o leite pode passar diretamente do esôfago para a traqueia, dependendo do tipode fístula.
8. Estenose pilórica congênita. Vômito projétil é um sintoma comum desta condição, euma palpação de um nó na abertura do piloro no estômago confirmou o diagnóstico.
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passage: Um recém-nascido com agenesia renal bilateral morre em poucos dias após onascimento. Devido à ausência de produção de urina, a redução do volume de líquidoamniótico (oligo-hidrâmnio) durante a gravidez é, frequentemente, uma característicaassociada. Recém-nascidos com agenesia renal bilateral caracteristicamente exibem asequência de Potter, consistindo em nariz achatado, amplo espaço interpupilar, queixo16.13). A insuficiência respiratória proveniente da hipoplasia pulmonar é uma causacomum de morte neonatal nesta condição, especialmente quando a hipoplasia pulmonaré causada por distúrbios, que não incluem agenesia renal. Uma sequência é classificadacomo um conjunto de malformações secundárias a um distúrbio primário nodesenvolvimento. Na sequência de Potter, a produção de urina reduzida, secundária àagenesia renal ou a um bloqueio urinário, é o fator que desencadeia os outros distúrbiosvistos neste conjunto (Fig. 16.14). Os efeitos mecânicos reais resultam da falta detamponamento mecânico pela quantidade muito reduzida de líquido amniótico.
FIG. 16.13 A, Fácies de Potter, que é característico de um feto exposto a oligo-hidrâmnio. Note onariz achatado e as orelhas baixas. B, Mão de Potter, com dedos espessos e cônicos. (Cortesia de M.
Barr, Ann Arbor, Mich.)Principais etapas no desenvolvimento da sequência de Potter.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: ✹ Como a data provável do parto pode ser estabelecida?✹ Quando o trabalho de parto provavelmente poderá será induzido?✹ Como isso poderá ser realizado?CASO 6-2Uma mulher grávida de 44 anos de idade está preocupada com a possibilidade de que o seu feto apresenteimportantes defeitos congênitos.
✹ Como a condição do seu feto poderia ser determinada?✹ Que anomalia cromossômica seria a mais provável?✹ Que outras aberrações cromossômicas poderiam ser detectadas?CASO 6-3Uma mulher de 19 anos de idade no segundo trimestre de gravidez perguntou ao médico se o seu feto eravulnerável a medicamentos vendidos sem receita médica. Ela também indagou sobre os efeitos de seuconsumo pesado de álccol e tabaco sobre o feto.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
21 de 23 29/04/2016 12:22O que o médico provavelmente diria a ela?CASO 6-4Um exame ultrassonográfico de uma mulher gestante revelou que o seu feto apresenta RCIU.
✹ Que fatores podem provocar RCIU? Discuta como esses fatores podem influenciar o crescimento fetal.
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passage: A maior parte dos casos (60%) de polidrâmnios, ou um grande volume de líquido amniótico para umaEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
28 de 44 29/04/2016 12:23tais como meroencefalia. Quando existem outros defeitos, tais como atresia esofágica (bloqueio), o líquidoamniótico se acumula porque é impossível passar ao estômago fetal e aos intestinos para absorção.
A ultrassonografia tornou-se a técnica de escolha para diagnosticar oligoidrâmnios e polidrâmnios. A rupturaprematura da membrana amniocoriônica é o evento mais comum que leva ao trabalho de parto prematuro e aonascimento e, a mais comum complicação resultante do oligoidrâmnio. A perda do líquido amniótico remove aprincipal proteção que o feto tem contra infecção.
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passage: Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
8. Embora possa haver uma relação entre a droga e o defeito de nascimento, a prova deuma conexão entre um caso particular e qualquer droga, especialmente uma nova, émuito difícil. A base genética da mulher, outras drogas que ela possa ter ingerido duranteo mesmo período, seu histórico de doenças durante o início da gravidez e seu estadonutricional devem ser investigados. Mesmo em melhores circunstâncias, em muitoscasos, a probabilidade de que uma malformação específica seja causada por um fatorparticular pode apenas ser estimada.
9. Uma causa comum de tais malformações é a insuficiência de líquido amniótico(oligoidrâmnio), que pode colocar partes expostas dos fetos sob excessiva pressãomecânica da parede uterina e provocar deformações deste tipo.
10. Displasia dos derivados ectodérmicos é uma causa provável.
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passage: Embora a história desta mulher sugira muitos fatores de risco, nenhum dos problemasde seus filhos poderia ser definitivamente atribuído a qualquer causa específica. Noentanto, há uma boa probabilidade de que a espinha bífida, no primeiro filho, e aanencefalia, no terceiro, estejam relacionadas com a má nutrição geral, comum empessoas com alcoolismo, e uma deficiência específica de ácido fólico. A baixa estatura dofilho do meio poderia ser resultado do tabagismo pesado da mãe. Por um lado, oproblema de comportamento deste filho pode ser consequência do uso de cocaína,tabagismo e consumo de álcool materno. Por outro, pode não haver relação entrequalquer um dos fatores de risco da mãe e uma influência pré-natal sobre ocomportamento posterior da criança. Um ponto importante é que, apesar da maioriadesses fatores serem bem conhecidos, é muito difícil, se não impossível, atribuir umaanomalia congênita a uma causa específica. Realisticamente, pode-se falar apenas emtermos de probabilidades.
Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
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passage: ■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica.
Anomalias estruturais importantes ocorrem em 3% nos recém-nascidos vivos e são uma causa importantede morte infantil, representando aproximadamente 25% dos óbitos. Elas são a quinta causa principal deóbito antes dos 65 anos de idade e também são um grande contribuinte para as incapacidades. Elastambém não são discriminatórias; as frequências dos defeitos congênitos são iguais em asiáticos,afrodescendentes, brancos e indígenas norte-americanos.
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passage: 10. Estes defeitos poderiam ser uma manifestação da síndrome do alcoolismo fetal. Elesapresentariam uma forma leve de holoprosencefalia, que, neste caso, estaria relacionadacom a formação defeituosa do encéfalo anterior (prosencéfalo). A deficiência do olfato ena estrutura do lábio superior poderiam constituir defeitos secundários de um outroprimário na formação inicial do prosencéfalo.
A menina tinha divertículo de Meckel, que continha tecido endometrial ectópico. Emseus períodos menstruais, a reação deste tecido provocava cólicas na região superiorabdominal. Após a cirurgia, os sintomas desapareceram.
Questões de Revisão1. E2. A3. C4. C5. B6. A7. Atresia de esôfago ou fístula traqueoesofágica. Na primeira, o leite enche a bolsaesofágica cega e, em seguida, passa para a traqueia através da abertura da laringe. Nasegunda, o leite pode passar diretamente do esôfago para a traqueia, dependendo do tipode fístula.
8. Estenose pilórica congênita. Vômito projétil é um sintoma comum desta condição, euma palpação de um nó na abertura do piloro no estômago confirmou o diagnóstico.
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passage: Um recém-nascido com agenesia renal bilateral morre em poucos dias após onascimento. Devido à ausência de produção de urina, a redução do volume de líquidoamniótico (oligo-hidrâmnio) durante a gravidez é, frequentemente, uma característicaassociada. Recém-nascidos com agenesia renal bilateral caracteristicamente exibem asequência de Potter, consistindo em nariz achatado, amplo espaço interpupilar, queixo16.13). A insuficiência respiratória proveniente da hipoplasia pulmonar é uma causacomum de morte neonatal nesta condição, especialmente quando a hipoplasia pulmonaré causada por distúrbios, que não incluem agenesia renal. Uma sequência é classificadacomo um conjunto de malformações secundárias a um distúrbio primário nodesenvolvimento. Na sequência de Potter, a produção de urina reduzida, secundária àagenesia renal ou a um bloqueio urinário, é o fator que desencadeia os outros distúrbiosvistos neste conjunto (Fig. 16.14). Os efeitos mecânicos reais resultam da falta detamponamento mecânico pela quantidade muito reduzida de líquido amniótico.
FIG. 16.13 A, Fácies de Potter, que é característico de um feto exposto a oligo-hidrâmnio. Note onariz achatado e as orelhas baixas. B, Mão de Potter, com dedos espessos e cônicos. (Cortesia de M.
Barr, Ann Arbor, Mich.)Principais etapas no desenvolvimento da sequência de Potter.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: ✹ Como a data provável do parto pode ser estabelecida?✹ Quando o trabalho de parto provavelmente poderá será induzido?✹ Como isso poderá ser realizado?CASO 6-2Uma mulher grávida de 44 anos de idade está preocupada com a possibilidade de que o seu feto apresenteimportantes defeitos congênitos.
✹ Como a condição do seu feto poderia ser determinada?✹ Que anomalia cromossômica seria a mais provável?✹ Que outras aberrações cromossômicas poderiam ser detectadas?CASO 6-3Uma mulher de 19 anos de idade no segundo trimestre de gravidez perguntou ao médico se o seu feto eravulnerável a medicamentos vendidos sem receita médica. Ela também indagou sobre os efeitos de seuconsumo pesado de álccol e tabaco sobre o feto.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
21 de 23 29/04/2016 12:22O que o médico provavelmente diria a ela?CASO 6-4Um exame ultrassonográfico de uma mulher gestante revelou que o seu feto apresenta RCIU.
✹ Que fatores podem provocar RCIU? Discuta como esses fatores podem influenciar o crescimento fetal.
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passage: A maior parte dos casos (60%) de polidrâmnios, ou um grande volume de líquido amniótico para umaEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
28 de 44 29/04/2016 12:23tais como meroencefalia. Quando existem outros defeitos, tais como atresia esofágica (bloqueio), o líquidoamniótico se acumula porque é impossível passar ao estômago fetal e aos intestinos para absorção.
A ultrassonografia tornou-se a técnica de escolha para diagnosticar oligoidrâmnios e polidrâmnios. A rupturaprematura da membrana amniocoriônica é o evento mais comum que leva ao trabalho de parto prematuro e aonascimento e, a mais comum complicação resultante do oligoidrâmnio. A perda do líquido amniótico remove aprincipal proteção que o feto tem contra infecção.
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passage: Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
8. Embora possa haver uma relação entre a droga e o defeito de nascimento, a prova deuma conexão entre um caso particular e qualquer droga, especialmente uma nova, émuito difícil. A base genética da mulher, outras drogas que ela possa ter ingerido duranteo mesmo período, seu histórico de doenças durante o início da gravidez e seu estadonutricional devem ser investigados. Mesmo em melhores circunstâncias, em muitoscasos, a probabilidade de que uma malformação específica seja causada por um fatorparticular pode apenas ser estimada.
9. Uma causa comum de tais malformações é a insuficiência de líquido amniótico(oligoidrâmnio), que pode colocar partes expostas dos fetos sob excessiva pressãomecânica da parede uterina e provocar deformações deste tipo.
10. Displasia dos derivados ectodérmicos é uma causa provável.
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passage: Embora a história desta mulher sugira muitos fatores de risco, nenhum dos problemasde seus filhos poderia ser definitivamente atribuído a qualquer causa específica. Noentanto, há uma boa probabilidade de que a espinha bífida, no primeiro filho, e aanencefalia, no terceiro, estejam relacionadas com a má nutrição geral, comum empessoas com alcoolismo, e uma deficiência específica de ácido fólico. A baixa estatura dofilho do meio poderia ser resultado do tabagismo pesado da mãe. Por um lado, oproblema de comportamento deste filho pode ser consequência do uso de cocaína,tabagismo e consumo de álcool materno. Por outro, pode não haver relação entrequalquer um dos fatores de risco da mãe e uma influência pré-natal sobre ocomportamento posterior da criança. Um ponto importante é que, apesar da maioriadesses fatores serem bem conhecidos, é muito difícil, se não impossível, atribuir umaanomalia congênita a uma causa específica. Realisticamente, pode-se falar apenas emtermos de probabilidades.
Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
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passage: ■ QuestõesUma ultrassonografia pré-natal revelou polidrâmnio na 36a semana, e, por ocasião do nascimento, ofeto apresentava excesso de líquido na boca e dificuldade de respirar. Qual defeito congênito poderiacausar essa situação?Uma ultrassonografia pré-natal (na 20a semana) revelou massa na linha média que parecia conterintestinos e era cercada por membrana. Qual diagnóstico você faria e qual seria o prognóstico paraesse feto?Ao nascer, uma menina tinha mecônio na vagina e nenhuma abertura anal. Que tipo de defeitocongênito ela tem e qual é sua origem embriológica?sistemaurinário e o sistema genital. Entretanto, embriológica e anatomicamente, eles estão intimamenterelacionados. Ambos se desenvolvem a partir do mesoderma intermediário ao longo da paredeposterior da cavidade abdominal, e, inicialmente, os ductos excretórios de ambos os sistemas entram emuma cavidade comum, a cloaca.
SISTEMA URINÁRIOSistemas renaisFormam-se três sistemas renais que se sobrepõem levemente em uma sequência craniocaudal durante avida intrauterina nos seres humanos: pronefro, mesonefro e metanefro. O primeiro desses sistemas érudimentar e não é funcional; o segundo funciona por um intervalo curto de tempo durante o período fetalinicial, e o terceiro origina os rins permanentes.
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passage: ■ QuestõesA ultrassonografia no sétimo mês de gestação mostra muito espaço (acúmulo de líquido) na cavidadeamniótica. Como essa condição é chamada e quais são suas causas?Em momento avançado de sua gravidez, uma mulher percebe que provavelmente foi exposta a toluenoem seu ambiente de trabalho durante a terceira semana de gestação, mas diz a um colega que não estápreocupada com o feto porque a placenta o protege de fatores tóxicos, agindo como uma barreira. Elaestá correta?Defeitos, malformações ou anomalias congênitas são sinônimos utilizados para descrever distúrbiosestruturais, comportamentais, funcionais e metabólicos existentes por ocasião do nascimento. Os termosutilizados para descrever o estudo desses distúrbios são teratologia (do grego teratos; monstro) edismorfologia. Os dismorfologistas trabalham habitualmente em um departamento de genética médica.
Anomalias estruturais importantes ocorrem em 3% nos recém-nascidos vivos e são uma causa importantede morte infantil, representando aproximadamente 25% dos óbitos. Elas são a quinta causa principal deóbito antes dos 65 anos de idade e também são um grande contribuinte para as incapacidades. Elastambém não são discriminatórias; as frequências dos defeitos congênitos são iguais em asiáticos,afrodescendentes, brancos e indígenas norte-americanos.
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passage: 10. Estes defeitos poderiam ser uma manifestação da síndrome do alcoolismo fetal. Elesapresentariam uma forma leve de holoprosencefalia, que, neste caso, estaria relacionadacom a formação defeituosa do encéfalo anterior (prosencéfalo). A deficiência do olfato ena estrutura do lábio superior poderiam constituir defeitos secundários de um outroprimário na formação inicial do prosencéfalo.
A menina tinha divertículo de Meckel, que continha tecido endometrial ectópico. Emseus períodos menstruais, a reação deste tecido provocava cólicas na região superiorabdominal. Após a cirurgia, os sintomas desapareceram.
Questões de Revisão1. E2. A3. C4. C5. B6. A7. Atresia de esôfago ou fístula traqueoesofágica. Na primeira, o leite enche a bolsaesofágica cega e, em seguida, passa para a traqueia através da abertura da laringe. Nasegunda, o leite pode passar diretamente do esôfago para a traqueia, dependendo do tipode fístula.
8. Estenose pilórica congênita. Vômito projétil é um sintoma comum desta condição, euma palpação de um nó na abertura do piloro no estômago confirmou o diagnóstico.
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passage: Um recém-nascido com agenesia renal bilateral morre em poucos dias após onascimento. Devido à ausência de produção de urina, a redução do volume de líquidoamniótico (oligo-hidrâmnio) durante a gravidez é, frequentemente, uma característicaassociada. Recém-nascidos com agenesia renal bilateral caracteristicamente exibem asequência de Potter, consistindo em nariz achatado, amplo espaço interpupilar, queixo16.13). A insuficiência respiratória proveniente da hipoplasia pulmonar é uma causacomum de morte neonatal nesta condição, especialmente quando a hipoplasia pulmonaré causada por distúrbios, que não incluem agenesia renal. Uma sequência é classificadacomo um conjunto de malformações secundárias a um distúrbio primário nodesenvolvimento. Na sequência de Potter, a produção de urina reduzida, secundária àagenesia renal ou a um bloqueio urinário, é o fator que desencadeia os outros distúrbiosvistos neste conjunto (Fig. 16.14). Os efeitos mecânicos reais resultam da falta detamponamento mecânico pela quantidade muito reduzida de líquido amniótico.
FIG. 16.13 A, Fácies de Potter, que é característico de um feto exposto a oligo-hidrâmnio. Note onariz achatado e as orelhas baixas. B, Mão de Potter, com dedos espessos e cônicos. (Cortesia de M.
Barr, Ann Arbor, Mich.)Principais etapas no desenvolvimento da sequência de Potter.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: ✹ Como a data provável do parto pode ser estabelecida?✹ Quando o trabalho de parto provavelmente poderá será induzido?✹ Como isso poderá ser realizado?CASO 6-2Uma mulher grávida de 44 anos de idade está preocupada com a possibilidade de que o seu feto apresenteimportantes defeitos congênitos.
✹ Como a condição do seu feto poderia ser determinada?✹ Que anomalia cromossômica seria a mais provável?✹ Que outras aberrações cromossômicas poderiam ser detectadas?CASO 6-3Uma mulher de 19 anos de idade no segundo trimestre de gravidez perguntou ao médico se o seu feto eravulnerável a medicamentos vendidos sem receita médica. Ela também indagou sobre os efeitos de seuconsumo pesado de álccol e tabaco sobre o feto.
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
21 de 23 29/04/2016 12:22O que o médico provavelmente diria a ela?CASO 6-4Um exame ultrassonográfico de uma mulher gestante revelou que o seu feto apresenta RCIU.
✹ Que fatores podem provocar RCIU? Discuta como esses fatores podem influenciar o crescimento fetal.
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passage: A maior parte dos casos (60%) de polidrâmnios, ou um grande volume de líquido amniótico para umaEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
28 de 44 29/04/2016 12:23tais como meroencefalia. Quando existem outros defeitos, tais como atresia esofágica (bloqueio), o líquidoamniótico se acumula porque é impossível passar ao estômago fetal e aos intestinos para absorção.
A ultrassonografia tornou-se a técnica de escolha para diagnosticar oligoidrâmnios e polidrâmnios. A rupturaprematura da membrana amniocoriônica é o evento mais comum que leva ao trabalho de parto prematuro e aonascimento e, a mais comum complicação resultante do oligoidrâmnio. A perda do líquido amniótico remove aprincipal proteção que o feto tem contra infecção.
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passage: Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
8. Embora possa haver uma relação entre a droga e o defeito de nascimento, a prova deuma conexão entre um caso particular e qualquer droga, especialmente uma nova, émuito difícil. A base genética da mulher, outras drogas que ela possa ter ingerido duranteo mesmo período, seu histórico de doenças durante o início da gravidez e seu estadonutricional devem ser investigados. Mesmo em melhores circunstâncias, em muitoscasos, a probabilidade de que uma malformação específica seja causada por um fatorparticular pode apenas ser estimada.
9. Uma causa comum de tais malformações é a insuficiência de líquido amniótico(oligoidrâmnio), que pode colocar partes expostas dos fetos sob excessiva pressãomecânica da parede uterina e provocar deformações deste tipo.
10. Displasia dos derivados ectodérmicos é uma causa provável.
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passage: Embora a história desta mulher sugira muitos fatores de risco, nenhum dos problemasde seus filhos poderia ser definitivamente atribuído a qualquer causa específica. Noentanto, há uma boa probabilidade de que a espinha bífida, no primeiro filho, e aanencefalia, no terceiro, estejam relacionadas com a má nutrição geral, comum empessoas com alcoolismo, e uma deficiência específica de ácido fólico. A baixa estatura dofilho do meio poderia ser resultado do tabagismo pesado da mãe. Por um lado, oproblema de comportamento deste filho pode ser consequência do uso de cocaína,tabagismo e consumo de álcool materno. Por outro, pode não haver relação entrequalquer um dos fatores de risco da mãe e uma influência pré-natal sobre ocomportamento posterior da criança. Um ponto importante é que, apesar da maioriadesses fatores serem bem conhecidos, é muito difícil, se não impossível, atribuir umaanomalia congênita a uma causa específica. Realisticamente, pode-se falar apenas emtermos de probabilidades.
Questões de Revisão1. E2. C3. E4. B5. A6. B7. As condições que resultam em fenda palatina ocorrem durante o segundo mês degravidez. Pelo quarto mês, o palato está completamente estabelecido. É quase certo queesta malformação já tinha sido estabelecida no momento do acidente.
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passage: ■ QuestõesUma ultrassonografia pré-natal revelou polidrâmnio na 36a semana, e, por ocasião do nascimento, ofeto apresentava excesso de líquido na boca e dificuldade de respirar. Qual defeito congênito poderiacausar essa situação?Uma ultrassonografia pré-natal (na 20a semana) revelou massa na linha média que parecia conterintestinos e era cercada por membrana. Qual diagnóstico você faria e qual seria o prognóstico paraesse feto?Ao nascer, uma menina tinha mecônio na vagina e nenhuma abertura anal. Que tipo de defeitocongênito ela tem e qual é sua origem embriológica?sistemaurinário e o sistema genital. Entretanto, embriológica e anatomicamente, eles estão intimamenterelacionados. Ambos se desenvolvem a partir do mesoderma intermediário ao longo da paredeposterior da cavidade abdominal, e, inicialmente, os ductos excretórios de ambos os sistemas entram emuma cavidade comum, a cloaca.
SISTEMA URINÁRIOSistemas renaisFormam-se três sistemas renais que se sobrepõem levemente em uma sequência craniocaudal durante avida intrauterina nos seres humanos: pronefro, mesonefro e metanefro. O primeiro desses sistemas érudimentar e não é funcional; o segundo funciona por um intervalo curto de tempo durante o período fetalinicial, e o terceiro origina os rins permanentes.
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passage: • Permite que o feto se mova livremente, ajudando assim no desenvolvimento muscular (p. ex., pelo movimentodos membros).
• Auxilia na manutenção da homeostase de líquidos e de eletrólitos.
Di s t ú r bi o s do vo l u me do lí qu i do a mn ió ti c oUma condição na qual um baixo volume de líquido amniótico está presente em uma determinada idadegestacional chama-se oligoidrâmnio, e resulta em alguns casos de insuficiência placentária com diminuição dofluxo sanguíneo placentário. A ruptura pré-termo da membrana amniocoriônica ocorre em aproximadamente10% das gestações e é a causa mais comum de oligoidrâmnios.
Quando existe agenesia renal (falha da formação do rim), a ausência da contribuição da urina fetal ao líquidoamniótico é a principal causa de oligoidrâmnio. Um decréscimo semelhante ocorre no líquido quando existeuropatia obstrutiva (obstrução do trato urinário). Complicações de oligoidrâmnio incluem defeitos congênitosfetais (hipoplasia pulmonar e defeitos faciais e de membros) que são causados pela compressão fetal pelaparede uterina. Em casos extremos, como na agenesia renal, a sequência de Po er resulta da hipoplasiapulmonar letal devido a severos oligoidrâmnios. A compressão do cordão umbilical é também umacomplicação potencial de oligoidrâmnios severos.
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Compreendo profundamente a sua preocupação, e lamento muito a perda do seu bebê anterior. Passar por uma gestação com complicações e a perda de um filho é uma experiência muito dolorosa, e é natural que você esteja apreensiva com essa nova gravidez.
Vamos conversar sobre seus receios e o que podemos fazer para monitorar e, se possível, mitigar os riscos nessa nova gestação.
Primeiramente, é importante entender que a ocorrência de malformações congênitas, como as que seu bebê anterior apresentou (agenesia renal, holoprosencefalia e suspeita de Síndrome de Patau), pode ter diversas causas. Algumas são genéticas, outras podem estar relacionadas a fatores ambientais ou a combinações complexas de ambos.
No seu caso, a presença de oligoâmnio (redução do líquido amniótico) durante a gestação anterior, causada pela ausência ou não funcionamento dos rins do bebê, pode ter contribuído para algumas das malformações. A restrição de líquido amniótico, como vimos, pode levar a compressões e deformações no desenvolvimento do feto, como a sequência de Potter, que envolve nariz achatado e outras características.
A holoprosencefalia, que afetou o desenvolvimento cerebral do seu bebê, também pode ter causas genéticas ou ambientais. A suspeita de Síndrome de Patau (trissomia do cromossomo 13) reforça a necessidade de investigação genética.
**O que podemos fazer agora:**
1. **Aconselhamento genético:** Recomendo fortemente que você procure um geneticista. Ele poderá avaliar o histórico familiar de ambos os pais, solicitar exames genéticos específicos (como cariótipo dos pais e, se possível, análise genética dos restos do bebê anterior) para identificar se há alguma predisposição genética para as malformações que ocorreram. Isso pode ajudar a estimar o risco de recorrência nessa gestação.
2. **Rastreamento pré-natal:** Existem exames de rastreamento pré-natal, como o teste de DNA fetal no sangue materno (NIPT), que podem detectar algumas alterações cromossômicas comuns, como a Síndrome de Patau, com alta precisão. Esse teste pode ser realizado a partir da 10ª semana de gravidez.
3. **Ultrassonografias detalhadas:** Realizar ultrassonografias morfológicas detalhadas no primeiro e segundo trimestres é fundamental. Essas ultrassonografias permitem avaliar a anatomia fetal em detalhes e identificar precocemente possíveis malformações.
4. **Acompanhamento especializado:** Dada a história de complicações na gestação anterior, é importante que você tenha um acompanhamento pré-natal ainda mais rigoroso, com um obstetra experiente em gestações de alto risco e, se necessário, com outros especialistas
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Existe alguma pomada ou ácido para tratamento de verrugas causadas por HPV que possa ser comprado sem receita médica em farmácias e que tenha efeito?
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Com certeza existem, porém ninguém vai recomendar o uso das mesmas para você através de sites da internet. Sugiro que você passe por uma consulta médica para uma avaliação adequada e uma melhor indicação de tratamento. Melhoras!
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Tratamento tópico. Os tratamentos tópicos hoje estão sob in-vestigação e ainda não são recomendados clinicamente. Entre os agentes estão creme de imiquimode a 5%, emulsão de ci-dofovir e creme de fluorouracil a 5% (van Seters, 2008). O ci-dofovir ainda não tem aprovação da FDA para uso em doença relacionada com HPV , e as formulações tópicas devem ser compostas. O 5-FU é potencialmente cáustico e teratogênico e não compõe a primeira linha de tratamento de NIV (Natio-nal Cancer Institute, 2010). O imiquimode tópico ( off-label) tem angariado mais interesse recentemente. Sua toxicidade é menor e há diversos relatos de casos e dois ensaios randomi-zados relatando taxas favoráveis de regressão de NIV de alto grau (Mahto, 2010). Em um ensaio de fase II sobre o uso de imiquimode no tratamento de NIV 2/3 observou-se taxa de recorrência de 77% e 20% em comparação com taxa de recor-rência de 53% em um coorte tratada com cirurgia (Le, 2007).
Outros tratamentos. A terapia fotodinâmica (TFD) à base de ácido 5-aminolevulínico (5-ALA) tem sido usada como trata-mento para preservação tecidual em casos de NIV ou carcino-ma vulvar in situ. Embora preserve tecido sem fibrose ou des-figuração, a TFD apresenta baixa taxa de resposta e alto índice de recidiva (Hillemanns, 2006; Kurwa, 2000).
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Tratamento tópico. Os tratamentos tópicos hoje estão sob in-vestigação e ainda não são recomendados clinicamente. Entre os agentes estão creme de imiquimode a 5%, emulsão de ci-dofovir e creme de fluorouracil a 5% (van Seters, 2008). O ci-dofovir ainda não tem aprovação da FDA para uso em doença relacionada com HPV , e as formulações tópicas devem ser compostas. O 5-FU é potencialmente cáustico e teratogênico e não compõe a primeira linha de tratamento de NIV (Natio-nal Cancer Institute, 2010). O imiquimode tópico ( off-label) tem angariado mais interesse recentemente. Sua toxicidade é menor e há diversos relatos de casos e dois ensaios randomi-zados relatando taxas favoráveis de regressão de NIV de alto grau (Mahto, 2010). Em um ensaio de fase II sobre o uso de imiquimode no tratamento de NIV 2/3 observou-se taxa de recorrência de 77% e 20% em comparação com taxa de recor-rência de 53% em um coorte tratada com cirurgia (Le, 2007).
Outros tratamentos. A terapia fotodinâmica (TFD) à base de ácido 5-aminolevulínico (5-ALA) tem sido usada como trata-mento para preservação tecidual em casos de NIV ou carcino-ma vulvar in situ. Embora preserve tecido sem fibrose ou des-figuração, a TFD apresenta baixa taxa de resposta e alto índice de recidiva (Hillemanns, 2006; Kurwa, 2000).
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passage: Aldara. Veja Imiquimod creme.
Aldomet. Veja Metildopa.
Alefacept, para psoríase, 116-117.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Tratamento tópico. Os tratamentos tópicos hoje estão sob in-vestigação e ainda não são recomendados clinicamente. Entre os agentes estão creme de imiquimode a 5%, emulsão de ci-dofovir e creme de fluorouracil a 5% (van Seters, 2008). O ci-dofovir ainda não tem aprovação da FDA para uso em doença relacionada com HPV , e as formulações tópicas devem ser compostas. O 5-FU é potencialmente cáustico e teratogênico e não compõe a primeira linha de tratamento de NIV (Natio-nal Cancer Institute, 2010). O imiquimode tópico ( off-label) tem angariado mais interesse recentemente. Sua toxicidade é menor e há diversos relatos de casos e dois ensaios randomi-zados relatando taxas favoráveis de regressão de NIV de alto grau (Mahto, 2010). Em um ensaio de fase II sobre o uso de imiquimode no tratamento de NIV 2/3 observou-se taxa de recorrência de 77% e 20% em comparação com taxa de recor-rência de 53% em um coorte tratada com cirurgia (Le, 2007).
Outros tratamentos. A terapia fotodinâmica (TFD) à base de ácido 5-aminolevulínico (5-ALA) tem sido usada como trata-mento para preservação tecidual em casos de NIV ou carcino-ma vulvar in situ. Embora preserve tecido sem fibrose ou des-figuração, a TFD apresenta baixa taxa de resposta e alto índice de recidiva (Hillemanns, 2006; Kurwa, 2000).
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passage: Aldara. Veja Imiquimod creme.
Aldomet. Veja Metildopa.
Alefacept, para psoríase, 116-117.
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passage: ■ Tratamento de infecção por HPVAs indicações para tratamento de doença do TGI relacionada a HPV são verrugas sintomáticas que causem desconforto físico ou psicológico, neoplasia de alto grau ou câncer invasivo. A infecção por HPV diagnosticada a partir de impressão clínica ou testes citológicos, histológicos ou de DNA de HPV , não implica tratamento.
Há diversas formas de tratamento para condiloma dispo-níveis a serem escolhidas de acordo com tamanho, localiza-ção e número de verrugas. Remoção ou destruição mecânica, imunomoduladores tópicos e coagulação química ou térmica podem ser utilizados (Tabela 3-21, p. 89). Não há tratamento clínico efetivo para a infecção subclínica por HPV . É possível haver dano físico desnecessário ao TGI na tentativa de erradi-car infecções por HPV normalmente autolimitadas.
O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Tratamento tópico. Os tratamentos tópicos hoje estão sob in-vestigação e ainda não são recomendados clinicamente. Entre os agentes estão creme de imiquimode a 5%, emulsão de ci-dofovir e creme de fluorouracil a 5% (van Seters, 2008). O ci-dofovir ainda não tem aprovação da FDA para uso em doença relacionada com HPV , e as formulações tópicas devem ser compostas. O 5-FU é potencialmente cáustico e teratogênico e não compõe a primeira linha de tratamento de NIV (Natio-nal Cancer Institute, 2010). O imiquimode tópico ( off-label) tem angariado mais interesse recentemente. Sua toxicidade é menor e há diversos relatos de casos e dois ensaios randomi-zados relatando taxas favoráveis de regressão de NIV de alto grau (Mahto, 2010). Em um ensaio de fase II sobre o uso de imiquimode no tratamento de NIV 2/3 observou-se taxa de recorrência de 77% e 20% em comparação com taxa de recor-rência de 53% em um coorte tratada com cirurgia (Le, 2007).
Outros tratamentos. A terapia fotodinâmica (TFD) à base de ácido 5-aminolevulínico (5-ALA) tem sido usada como trata-mento para preservação tecidual em casos de NIV ou carcino-ma vulvar in situ. Embora preserve tecido sem fibrose ou des-figuração, a TFD apresenta baixa taxa de resposta e alto índice de recidiva (Hillemanns, 2006; Kurwa, 2000).
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passage: Aldara. Veja Imiquimod creme.
Aldomet. Veja Metildopa.
Alefacept, para psoríase, 116-117.
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passage: ■ Tratamento de infecção por HPVAs indicações para tratamento de doença do TGI relacionada a HPV são verrugas sintomáticas que causem desconforto físico ou psicológico, neoplasia de alto grau ou câncer invasivo. A infecção por HPV diagnosticada a partir de impressão clínica ou testes citológicos, histológicos ou de DNA de HPV , não implica tratamento.
Há diversas formas de tratamento para condiloma dispo-níveis a serem escolhidas de acordo com tamanho, localiza-ção e número de verrugas. Remoção ou destruição mecânica, imunomoduladores tópicos e coagulação química ou térmica podem ser utilizados (Tabela 3-21, p. 89). Não há tratamento clínico efetivo para a infecção subclínica por HPV . É possível haver dano físico desnecessário ao TGI na tentativa de erradi-car infecções por HPV normalmente autolimitadas.
O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
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passage: É raro encontrar candidíase em meninas na fase pré-pube-ral não estrogenizadas. Ocorre com maior frequência durante o primeiro ano de vida, após curso de antibiótico, em jovens com diabetes juvenil ou em pacientes em situação de imuno-comprometimento. O diagnóstico é assistido por constatação visual de eritema elevado com bordas bem-definidas e lesões satélites ocasionais. O exame microscópico de amostra vaginal preparada com hidróxido de potássio (KOH) a 10% ajudará a identificar hifas (Fig. 3-14, p. 84). O tratamento consiste na aplicação de cremes antifúngicos, como clotrimazol, micona-zol ou butoconazol, na região vulvar, duas vezes ao dia, por 10 a 14 dias, ou até o desaparecimento do eritema.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Tratamento tópico. Os tratamentos tópicos hoje estão sob in-vestigação e ainda não são recomendados clinicamente. Entre os agentes estão creme de imiquimode a 5%, emulsão de ci-dofovir e creme de fluorouracil a 5% (van Seters, 2008). O ci-dofovir ainda não tem aprovação da FDA para uso em doença relacionada com HPV , e as formulações tópicas devem ser compostas. O 5-FU é potencialmente cáustico e teratogênico e não compõe a primeira linha de tratamento de NIV (Natio-nal Cancer Institute, 2010). O imiquimode tópico ( off-label) tem angariado mais interesse recentemente. Sua toxicidade é menor e há diversos relatos de casos e dois ensaios randomi-zados relatando taxas favoráveis de regressão de NIV de alto grau (Mahto, 2010). Em um ensaio de fase II sobre o uso de imiquimode no tratamento de NIV 2/3 observou-se taxa de recorrência de 77% e 20% em comparação com taxa de recor-rência de 53% em um coorte tratada com cirurgia (Le, 2007).
Outros tratamentos. A terapia fotodinâmica (TFD) à base de ácido 5-aminolevulínico (5-ALA) tem sido usada como trata-mento para preservação tecidual em casos de NIV ou carcino-ma vulvar in situ. Embora preserve tecido sem fibrose ou des-figuração, a TFD apresenta baixa taxa de resposta e alto índice de recidiva (Hillemanns, 2006; Kurwa, 2000).
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passage: Aldara. Veja Imiquimod creme.
Aldomet. Veja Metildopa.
Alefacept, para psoríase, 116-117.
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passage: ■ Tratamento de infecção por HPVAs indicações para tratamento de doença do TGI relacionada a HPV são verrugas sintomáticas que causem desconforto físico ou psicológico, neoplasia de alto grau ou câncer invasivo. A infecção por HPV diagnosticada a partir de impressão clínica ou testes citológicos, histológicos ou de DNA de HPV , não implica tratamento.
Há diversas formas de tratamento para condiloma dispo-níveis a serem escolhidas de acordo com tamanho, localiza-ção e número de verrugas. Remoção ou destruição mecânica, imunomoduladores tópicos e coagulação química ou térmica podem ser utilizados (Tabela 3-21, p. 89). Não há tratamento clínico efetivo para a infecção subclínica por HPV . É possível haver dano físico desnecessário ao TGI na tentativa de erradi-car infecções por HPV normalmente autolimitadas.
O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
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passage: É raro encontrar candidíase em meninas na fase pré-pube-ral não estrogenizadas. Ocorre com maior frequência durante o primeiro ano de vida, após curso de antibiótico, em jovens com diabetes juvenil ou em pacientes em situação de imuno-comprometimento. O diagnóstico é assistido por constatação visual de eritema elevado com bordas bem-definidas e lesões satélites ocasionais. O exame microscópico de amostra vaginal preparada com hidróxido de potássio (KOH) a 10% ajudará a identificar hifas (Fig. 3-14, p. 84). O tratamento consiste na aplicação de cremes antifúngicos, como clotrimazol, micona-zol ou butoconazol, na região vulvar, duas vezes ao dia, por 10 a 14 dias, ou até o desaparecimento do eritema.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Tratamento tópico. Os tratamentos tópicos hoje estão sob in-vestigação e ainda não são recomendados clinicamente. Entre os agentes estão creme de imiquimode a 5%, emulsão de ci-dofovir e creme de fluorouracil a 5% (van Seters, 2008). O ci-dofovir ainda não tem aprovação da FDA para uso em doença relacionada com HPV , e as formulações tópicas devem ser compostas. O 5-FU é potencialmente cáustico e teratogênico e não compõe a primeira linha de tratamento de NIV (Natio-nal Cancer Institute, 2010). O imiquimode tópico ( off-label) tem angariado mais interesse recentemente. Sua toxicidade é menor e há diversos relatos de casos e dois ensaios randomi-zados relatando taxas favoráveis de regressão de NIV de alto grau (Mahto, 2010). Em um ensaio de fase II sobre o uso de imiquimode no tratamento de NIV 2/3 observou-se taxa de recorrência de 77% e 20% em comparação com taxa de recor-rência de 53% em um coorte tratada com cirurgia (Le, 2007).
Outros tratamentos. A terapia fotodinâmica (TFD) à base de ácido 5-aminolevulínico (5-ALA) tem sido usada como trata-mento para preservação tecidual em casos de NIV ou carcino-ma vulvar in situ. Embora preserve tecido sem fibrose ou des-figuração, a TFD apresenta baixa taxa de resposta e alto índice de recidiva (Hillemanns, 2006; Kurwa, 2000).
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passage: Aldara. Veja Imiquimod creme.
Aldomet. Veja Metildopa.
Alefacept, para psoríase, 116-117.
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passage: ■ Tratamento de infecção por HPVAs indicações para tratamento de doença do TGI relacionada a HPV são verrugas sintomáticas que causem desconforto físico ou psicológico, neoplasia de alto grau ou câncer invasivo. A infecção por HPV diagnosticada a partir de impressão clínica ou testes citológicos, histológicos ou de DNA de HPV , não implica tratamento.
Há diversas formas de tratamento para condiloma dispo-níveis a serem escolhidas de acordo com tamanho, localiza-ção e número de verrugas. Remoção ou destruição mecânica, imunomoduladores tópicos e coagulação química ou térmica podem ser utilizados (Tabela 3-21, p. 89). Não há tratamento clínico efetivo para a infecção subclínica por HPV . É possível haver dano físico desnecessário ao TGI na tentativa de erradi-car infecções por HPV normalmente autolimitadas.
O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
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passage: É raro encontrar candidíase em meninas na fase pré-pube-ral não estrogenizadas. Ocorre com maior frequência durante o primeiro ano de vida, após curso de antibiótico, em jovens com diabetes juvenil ou em pacientes em situação de imuno-comprometimento. O diagnóstico é assistido por constatação visual de eritema elevado com bordas bem-definidas e lesões satélites ocasionais. O exame microscópico de amostra vaginal preparada com hidróxido de potássio (KOH) a 10% ajudará a identificar hifas (Fig. 3-14, p. 84). O tratamento consiste na aplicação de cremes antifúngicos, como clotrimazol, micona-zol ou butoconazol, na região vulvar, duas vezes ao dia, por 10 a 14 dias, ou até o desaparecimento do eritema.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: 21pirenona ou a clormadinona – cujo efeito é amplificado pela ação direta desses compostos bloqueando o receptor androgênico na unidade pilo-sebácea25. Deve-se considerar, no entanto, que mesmo nessas condições, os efeitos sobre a melhora da acne parecem ser similares ao se utilizar compostos com ciproterona, drospirenona, desogestrel ou gestodeno, embora não existam estudos comparativos diretos entre todas as formulações disponíveis de anticoncepcionais26.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Tratamento tópico. Os tratamentos tópicos hoje estão sob in-vestigação e ainda não são recomendados clinicamente. Entre os agentes estão creme de imiquimode a 5%, emulsão de ci-dofovir e creme de fluorouracil a 5% (van Seters, 2008). O ci-dofovir ainda não tem aprovação da FDA para uso em doença relacionada com HPV , e as formulações tópicas devem ser compostas. O 5-FU é potencialmente cáustico e teratogênico e não compõe a primeira linha de tratamento de NIV (Natio-nal Cancer Institute, 2010). O imiquimode tópico ( off-label) tem angariado mais interesse recentemente. Sua toxicidade é menor e há diversos relatos de casos e dois ensaios randomi-zados relatando taxas favoráveis de regressão de NIV de alto grau (Mahto, 2010). Em um ensaio de fase II sobre o uso de imiquimode no tratamento de NIV 2/3 observou-se taxa de recorrência de 77% e 20% em comparação com taxa de recor-rência de 53% em um coorte tratada com cirurgia (Le, 2007).
Outros tratamentos. A terapia fotodinâmica (TFD) à base de ácido 5-aminolevulínico (5-ALA) tem sido usada como trata-mento para preservação tecidual em casos de NIV ou carcino-ma vulvar in situ. Embora preserve tecido sem fibrose ou des-figuração, a TFD apresenta baixa taxa de resposta e alto índice de recidiva (Hillemanns, 2006; Kurwa, 2000).
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passage: Aldara. Veja Imiquimod creme.
Aldomet. Veja Metildopa.
Alefacept, para psoríase, 116-117.
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passage: ■ Tratamento de infecção por HPVAs indicações para tratamento de doença do TGI relacionada a HPV são verrugas sintomáticas que causem desconforto físico ou psicológico, neoplasia de alto grau ou câncer invasivo. A infecção por HPV diagnosticada a partir de impressão clínica ou testes citológicos, histológicos ou de DNA de HPV , não implica tratamento.
Há diversas formas de tratamento para condiloma dispo-níveis a serem escolhidas de acordo com tamanho, localiza-ção e número de verrugas. Remoção ou destruição mecânica, imunomoduladores tópicos e coagulação química ou térmica podem ser utilizados (Tabela 3-21, p. 89). Não há tratamento clínico efetivo para a infecção subclínica por HPV . É possível haver dano físico desnecessário ao TGI na tentativa de erradi-car infecções por HPV normalmente autolimitadas.
O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
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passage: É raro encontrar candidíase em meninas na fase pré-pube-ral não estrogenizadas. Ocorre com maior frequência durante o primeiro ano de vida, após curso de antibiótico, em jovens com diabetes juvenil ou em pacientes em situação de imuno-comprometimento. O diagnóstico é assistido por constatação visual de eritema elevado com bordas bem-definidas e lesões satélites ocasionais. O exame microscópico de amostra vaginal preparada com hidróxido de potássio (KOH) a 10% ajudará a identificar hifas (Fig. 3-14, p. 84). O tratamento consiste na aplicação de cremes antifúngicos, como clotrimazol, micona-zol ou butoconazol, na região vulvar, duas vezes ao dia, por 10 a 14 dias, ou até o desaparecimento do eritema.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: 21pirenona ou a clormadinona – cujo efeito é amplificado pela ação direta desses compostos bloqueando o receptor androgênico na unidade pilo-sebácea25. Deve-se considerar, no entanto, que mesmo nessas condições, os efeitos sobre a melhora da acne parecem ser similares ao se utilizar compostos com ciproterona, drospirenona, desogestrel ou gestodeno, embora não existam estudos comparativos diretos entre todas as formulações disponíveis de anticoncepcionais26.
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passage: Curiosamente, só poucas substâncias pertencem à categoria A: vitaminas (como o ácido fólico, a vitamina D),tireoxina e cloreto de potássio. Observa-se, portanto, que não existem estudos controlados com grávidas notocante à terapêutica dermatológica. Dessa maneira, muitas condições podem ser tratadas com substâncias dacategoria B ou C, obedecendo à relação risco/benefício de cada caso (especialmente para as da classe C, quedevem ser encaradas com maior cautela). Vale também destacar que, embora seja largamente empregada,existem críticas a respeito da classificação preconizada pela FDA, especialmente porque os estudos nos modelosanimais podem não ser diretamente aplicáveis a seres humanos. Como regra, devemos tentar evitar, se possível,o uso de medicações no 1o trimestre, devido ao período de organogênese, compreendido entre a 4a e a 8asemana de gestação.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Tratamento tópico. Os tratamentos tópicos hoje estão sob in-vestigação e ainda não são recomendados clinicamente. Entre os agentes estão creme de imiquimode a 5%, emulsão de ci-dofovir e creme de fluorouracil a 5% (van Seters, 2008). O ci-dofovir ainda não tem aprovação da FDA para uso em doença relacionada com HPV , e as formulações tópicas devem ser compostas. O 5-FU é potencialmente cáustico e teratogênico e não compõe a primeira linha de tratamento de NIV (Natio-nal Cancer Institute, 2010). O imiquimode tópico ( off-label) tem angariado mais interesse recentemente. Sua toxicidade é menor e há diversos relatos de casos e dois ensaios randomi-zados relatando taxas favoráveis de regressão de NIV de alto grau (Mahto, 2010). Em um ensaio de fase II sobre o uso de imiquimode no tratamento de NIV 2/3 observou-se taxa de recorrência de 77% e 20% em comparação com taxa de recor-rência de 53% em um coorte tratada com cirurgia (Le, 2007).
Outros tratamentos. A terapia fotodinâmica (TFD) à base de ácido 5-aminolevulínico (5-ALA) tem sido usada como trata-mento para preservação tecidual em casos de NIV ou carcino-ma vulvar in situ. Embora preserve tecido sem fibrose ou des-figuração, a TFD apresenta baixa taxa de resposta e alto índice de recidiva (Hillemanns, 2006; Kurwa, 2000).
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passage: Aldara. Veja Imiquimod creme.
Aldomet. Veja Metildopa.
Alefacept, para psoríase, 116-117.
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passage: ■ Tratamento de infecção por HPVAs indicações para tratamento de doença do TGI relacionada a HPV são verrugas sintomáticas que causem desconforto físico ou psicológico, neoplasia de alto grau ou câncer invasivo. A infecção por HPV diagnosticada a partir de impressão clínica ou testes citológicos, histológicos ou de DNA de HPV , não implica tratamento.
Há diversas formas de tratamento para condiloma dispo-níveis a serem escolhidas de acordo com tamanho, localiza-ção e número de verrugas. Remoção ou destruição mecânica, imunomoduladores tópicos e coagulação química ou térmica podem ser utilizados (Tabela 3-21, p. 89). Não há tratamento clínico efetivo para a infecção subclínica por HPV . É possível haver dano físico desnecessário ao TGI na tentativa de erradi-car infecções por HPV normalmente autolimitadas.
O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
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passage: É raro encontrar candidíase em meninas na fase pré-pube-ral não estrogenizadas. Ocorre com maior frequência durante o primeiro ano de vida, após curso de antibiótico, em jovens com diabetes juvenil ou em pacientes em situação de imuno-comprometimento. O diagnóstico é assistido por constatação visual de eritema elevado com bordas bem-definidas e lesões satélites ocasionais. O exame microscópico de amostra vaginal preparada com hidróxido de potássio (KOH) a 10% ajudará a identificar hifas (Fig. 3-14, p. 84). O tratamento consiste na aplicação de cremes antifúngicos, como clotrimazol, micona-zol ou butoconazol, na região vulvar, duas vezes ao dia, por 10 a 14 dias, ou até o desaparecimento do eritema.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: 21pirenona ou a clormadinona – cujo efeito é amplificado pela ação direta desses compostos bloqueando o receptor androgênico na unidade pilo-sebácea25. Deve-se considerar, no entanto, que mesmo nessas condições, os efeitos sobre a melhora da acne parecem ser similares ao se utilizar compostos com ciproterona, drospirenona, desogestrel ou gestodeno, embora não existam estudos comparativos diretos entre todas as formulações disponíveis de anticoncepcionais26.
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passage: Curiosamente, só poucas substâncias pertencem à categoria A: vitaminas (como o ácido fólico, a vitamina D),tireoxina e cloreto de potássio. Observa-se, portanto, que não existem estudos controlados com grávidas notocante à terapêutica dermatológica. Dessa maneira, muitas condições podem ser tratadas com substâncias dacategoria B ou C, obedecendo à relação risco/benefício de cada caso (especialmente para as da classe C, quedevem ser encaradas com maior cautela). Vale também destacar que, embora seja largamente empregada,existem críticas a respeito da classificação preconizada pela FDA, especialmente porque os estudos nos modelosanimais podem não ser diretamente aplicáveis a seres humanos. Como regra, devemos tentar evitar, se possível,o uso de medicações no 1o trimestre, devido ao período de organogênese, compreendido entre a 4a e a 8asemana de gestação.
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passage: Raramente utilizadosMedicamentos tópicos queretardam o crescimentodo peloEflornitina creme a 13,9%(Vaniqa®)Aplicar na face, 2vezes/dia, com intervalosde, no mínimo, 8 hReações adversas: acne,eritema, pele seca,queimor etc.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Tratamento tópico. Os tratamentos tópicos hoje estão sob in-vestigação e ainda não são recomendados clinicamente. Entre os agentes estão creme de imiquimode a 5%, emulsão de ci-dofovir e creme de fluorouracil a 5% (van Seters, 2008). O ci-dofovir ainda não tem aprovação da FDA para uso em doença relacionada com HPV , e as formulações tópicas devem ser compostas. O 5-FU é potencialmente cáustico e teratogênico e não compõe a primeira linha de tratamento de NIV (Natio-nal Cancer Institute, 2010). O imiquimode tópico ( off-label) tem angariado mais interesse recentemente. Sua toxicidade é menor e há diversos relatos de casos e dois ensaios randomi-zados relatando taxas favoráveis de regressão de NIV de alto grau (Mahto, 2010). Em um ensaio de fase II sobre o uso de imiquimode no tratamento de NIV 2/3 observou-se taxa de recorrência de 77% e 20% em comparação com taxa de recor-rência de 53% em um coorte tratada com cirurgia (Le, 2007).
Outros tratamentos. A terapia fotodinâmica (TFD) à base de ácido 5-aminolevulínico (5-ALA) tem sido usada como trata-mento para preservação tecidual em casos de NIV ou carcino-ma vulvar in situ. Embora preserve tecido sem fibrose ou des-figuração, a TFD apresenta baixa taxa de resposta e alto índice de recidiva (Hillemanns, 2006; Kurwa, 2000).
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passage: Aldara. Veja Imiquimod creme.
Aldomet. Veja Metildopa.
Alefacept, para psoríase, 116-117.
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passage: ■ Tratamento de infecção por HPVAs indicações para tratamento de doença do TGI relacionada a HPV são verrugas sintomáticas que causem desconforto físico ou psicológico, neoplasia de alto grau ou câncer invasivo. A infecção por HPV diagnosticada a partir de impressão clínica ou testes citológicos, histológicos ou de DNA de HPV , não implica tratamento.
Há diversas formas de tratamento para condiloma dispo-níveis a serem escolhidas de acordo com tamanho, localiza-ção e número de verrugas. Remoção ou destruição mecânica, imunomoduladores tópicos e coagulação química ou térmica podem ser utilizados (Tabela 3-21, p. 89). Não há tratamento clínico efetivo para a infecção subclínica por HPV . É possível haver dano físico desnecessário ao TGI na tentativa de erradi-car infecções por HPV normalmente autolimitadas.
O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
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passage: É raro encontrar candidíase em meninas na fase pré-pube-ral não estrogenizadas. Ocorre com maior frequência durante o primeiro ano de vida, após curso de antibiótico, em jovens com diabetes juvenil ou em pacientes em situação de imuno-comprometimento. O diagnóstico é assistido por constatação visual de eritema elevado com bordas bem-definidas e lesões satélites ocasionais. O exame microscópico de amostra vaginal preparada com hidróxido de potássio (KOH) a 10% ajudará a identificar hifas (Fig. 3-14, p. 84). O tratamento consiste na aplicação de cremes antifúngicos, como clotrimazol, micona-zol ou butoconazol, na região vulvar, duas vezes ao dia, por 10 a 14 dias, ou até o desaparecimento do eritema.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: 21pirenona ou a clormadinona – cujo efeito é amplificado pela ação direta desses compostos bloqueando o receptor androgênico na unidade pilo-sebácea25. Deve-se considerar, no entanto, que mesmo nessas condições, os efeitos sobre a melhora da acne parecem ser similares ao se utilizar compostos com ciproterona, drospirenona, desogestrel ou gestodeno, embora não existam estudos comparativos diretos entre todas as formulações disponíveis de anticoncepcionais26.
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passage: Curiosamente, só poucas substâncias pertencem à categoria A: vitaminas (como o ácido fólico, a vitamina D),tireoxina e cloreto de potássio. Observa-se, portanto, que não existem estudos controlados com grávidas notocante à terapêutica dermatológica. Dessa maneira, muitas condições podem ser tratadas com substâncias dacategoria B ou C, obedecendo à relação risco/benefício de cada caso (especialmente para as da classe C, quedevem ser encaradas com maior cautela). Vale também destacar que, embora seja largamente empregada,existem críticas a respeito da classificação preconizada pela FDA, especialmente porque os estudos nos modelosanimais podem não ser diretamente aplicáveis a seres humanos. Como regra, devemos tentar evitar, se possível,o uso de medicações no 1o trimestre, devido ao período de organogênese, compreendido entre a 4a e a 8asemana de gestação.
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passage: Raramente utilizadosMedicamentos tópicos queretardam o crescimentodo peloEflornitina creme a 13,9%(Vaniqa®)Aplicar na face, 2vezes/dia, com intervalosde, no mínimo, 8 hReações adversas: acne,eritema, pele seca,queimor etc.
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passage: Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional.
b. Métodos físicos: podem ser realizados em ambulatório com bons resultados em lesões vulvares queratinizadas que, muitas vezes, não respondem a agentes químicos. Importante desta -car que o tratamento destrutivo ou excisional das lesões vulva-res e vaginais sempre deve ser precedido de anestesia (local ou regional). Quando necessária mais de uma sessão terapêutica, deve-se respeitar o intervalo mínimo de duas semanas. Dentre esses métodos, destacam-se:7Quintana SM, Melli PP , Damaso E, Duarte GProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018lesões vulvares queratinizadas. - b2) Vaporização com LASER de CO 2: devido à pequena di -fusão térmica, o tratamento com LASER de CO2 gera pouca fibrose com excelente resultado estético em região vulvar, sendo ideal para tratamento de lesões uretrais, vaginais e anais. A necessidade de treinamento especial do médico e o alto custo do equipamento limitam o seu uso.
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Olá! Entendo sua preocupação em relação às verrugas causadas pelo HPV. É importante esclarecer que, infelizmente, não existe nenhuma pomada ou ácido eficaz para o tratamento de verrugas genitais causadas pelo HPV que possa ser comprado sem receita médica.
Os tratamentos tópicos disponíveis, como cremes com imiquimode, cidofovir ou fluorouracil, são substâncias controladas e exigem prescrição médica, pois seu uso inadequado pode causar irritações, efeitos colaterais indesejados e, em alguns casos, até mesmo serem prejudiciais, especialmente o fluorouracil, que pode ser teratogênico. Além disso, a eficácia desses tratamentos varia de pessoa para pessoa, e a aplicação deve ser feita sob orientação médica para garantir a segurança e o melhor resultado possível.
O tratamento mais adequado para as verrugas genitais depende de vários fatores, como o tamanho, a localização, o número de verrugas e se você está grávida ou não. Durante a gestação, por exemplo, o tratamento pode ser feito com ácido tricloroacético aplicado no consultório ou, em alguns casos, com eletrocauterização ou crioterapia.
É fundamental que você procure um ginecologista para que ele possa avaliar o seu caso, confirmar o diagnóstico e indicar o tratamento mais adequado para você. Não se automedique, pois isso pode atrasar o tratamento correto e até mesmo agravar a situação.
Além do tratamento das verrugas, é importante lembrar que o HPV é uma infecção sexualmente transmissível. Embora o exame do parceiro não influencie diretamente no tratamento ou curso da sua condição, é importante que ele esteja ciente e procure um médico caso apresente alguma lesão.
Existem medidas preventivas importantes, como a vacinação contra o HPV e o uso de preservativos nas relações sexuais. A vacina é altamente eficaz na prevenção de novas infecções por HPV e pode ser uma excelente opção para você e seu parceiro.
Lembre-se que estou aqui para te ajudar e esclarecer todas as suas dúvidas. Agende uma consulta para que possamos conversar com mais detalhes sobre o seu caso e definir o melhor plano de tratamento para você.
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Tenho anos e estou com a menstruação atrasada há dias. Meus seios estão muito doloridos e o volume aumentou. Já fiz o exame de beta HCG e o resultado foi ruim. Posso estar entrando na menopausa?
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Olá! Nessa fase, a dosagem hormonal no seu corpo está toda desregulada, ou seja, não existe mais aquele padrão de elevação e diminuição dos hormônios, como existia nos ciclos há alguns anos. Isso se deve a um período de alterações que configuram um estado de pré-menopausa. Com essa desorganização hormonal, você também experimenta uma estimulação das mamas de forma irregular. Essa estimulação pode causar inchaço e aumento da sensibilidade nas mamas, o que se assemelha aos períodos pré-menstruais. Porém, como agora não há mais um padrão, essas alterações podem não ter mais dias específicos. É muito importante que seus exames de rastreamento mamário estejam normais e que suas mamas tenham sido avaliadas por um ginecologista ou mastologista. Caso contrário, seria bastante prudente marcar uma consulta para obter essas explicações e descartar qualquer alteração.
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passage: . 3. Menstruação atrasada A menstruação atrasada é um acontecimento comum no climatério, mas também pode acontecer se a mulher engravidar nessa fase. Por isso, o mais indicado é realizar um teste de gravidez, se não tiver realizado a laqueadura de trompas e ainda for possível engravidar. Muitas mulheres engravidam durante o climatério porque acham que seu corpo não é capaz de amarecer óvulos e por isso param de usar os métodos contraceptivos e a gravidez acaba acontecendo. Apesar da gravidez tardia ser mais arriscada, na maior parte das vezes não tem complicações. Saiba mais em: É possível engravidar na menopausa? Para ter certeza de que está entrando na menopausa a mulher pode ir ao ginecologista e realizar exames que possam avaliar as variações hormonais e como está seu útero e endométrio, certificando-se de que não há nenhum problema de saúde levando ao surgimento de sintomas como menstruação prolongada ou ausência menstrual. Saiba o que você pode fazer para se sentir melhor nessa fase assistindo ao vídeo a seguir: MENOPAUSA | Dieta para Aliviar Sintomas 06:23 | 515.910 visualizações
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passage: . 3. Menstruação atrasada A menstruação atrasada é um acontecimento comum no climatério, mas também pode acontecer se a mulher engravidar nessa fase. Por isso, o mais indicado é realizar um teste de gravidez, se não tiver realizado a laqueadura de trompas e ainda for possível engravidar. Muitas mulheres engravidam durante o climatério porque acham que seu corpo não é capaz de amarecer óvulos e por isso param de usar os métodos contraceptivos e a gravidez acaba acontecendo. Apesar da gravidez tardia ser mais arriscada, na maior parte das vezes não tem complicações. Saiba mais em: É possível engravidar na menopausa? Para ter certeza de que está entrando na menopausa a mulher pode ir ao ginecologista e realizar exames que possam avaliar as variações hormonais e como está seu útero e endométrio, certificando-se de que não há nenhum problema de saúde levando ao surgimento de sintomas como menstruação prolongada ou ausência menstrual. Saiba o que você pode fazer para se sentir melhor nessa fase assistindo ao vídeo a seguir: MENOPAUSA | Dieta para Aliviar Sintomas 06:23 | 515.910 visualizações
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . 3. Menstruação atrasada A menstruação atrasada é um acontecimento comum no climatério, mas também pode acontecer se a mulher engravidar nessa fase. Por isso, o mais indicado é realizar um teste de gravidez, se não tiver realizado a laqueadura de trompas e ainda for possível engravidar. Muitas mulheres engravidam durante o climatério porque acham que seu corpo não é capaz de amarecer óvulos e por isso param de usar os métodos contraceptivos e a gravidez acaba acontecendo. Apesar da gravidez tardia ser mais arriscada, na maior parte das vezes não tem complicações. Saiba mais em: É possível engravidar na menopausa? Para ter certeza de que está entrando na menopausa a mulher pode ir ao ginecologista e realizar exames que possam avaliar as variações hormonais e como está seu útero e endométrio, certificando-se de que não há nenhum problema de saúde levando ao surgimento de sintomas como menstruação prolongada ou ausência menstrual. Saiba o que você pode fazer para se sentir melhor nessa fase assistindo ao vídeo a seguir: MENOPAUSA | Dieta para Aliviar Sintomas 06:23 | 515.910 visualizações
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . 3. Menstruação atrasada A menstruação atrasada é um acontecimento comum no climatério, mas também pode acontecer se a mulher engravidar nessa fase. Por isso, o mais indicado é realizar um teste de gravidez, se não tiver realizado a laqueadura de trompas e ainda for possível engravidar. Muitas mulheres engravidam durante o climatério porque acham que seu corpo não é capaz de amarecer óvulos e por isso param de usar os métodos contraceptivos e a gravidez acaba acontecendo. Apesar da gravidez tardia ser mais arriscada, na maior parte das vezes não tem complicações. Saiba mais em: É possível engravidar na menopausa? Para ter certeza de que está entrando na menopausa a mulher pode ir ao ginecologista e realizar exames que possam avaliar as variações hormonais e como está seu útero e endométrio, certificando-se de que não há nenhum problema de saúde levando ao surgimento de sintomas como menstruação prolongada ou ausência menstrual. Saiba o que você pode fazer para se sentir melhor nessa fase assistindo ao vídeo a seguir: MENOPAUSA | Dieta para Aliviar Sintomas 06:23 | 515.910 visualizações
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . É recomendado que a mulher aguarde o atraso menstrual para realizar o teste com maior precisão. Ciclos menstruais irregulares: mulheres que apresentam ciclos menstruais irregulares podem não conseguir identificar adequadamente o atraso menstrual e realizar o teste prematuramente, o que pode dificultar a detecção dos níveis de beta-HCG. Urina diluída: algumas situações podem fazer com que a urina fique diluída e apresente uma menor concentração do hormônio beta-HCG, dificultando a avaliação do hormônio pelo teste. Erros de leitura: ver o resultado do teste muito cedo ou muito rapidamente também pode fazer com que se entenda que o teste é negativo enquanto, na verdade, não foi esperado o tempo suficiente. Deve-se proceder à leitura do resultado, de acordo com a s orientações do fabricante. Teste com validade vencida: testes fora do prazo ou armazenados em condições inapropriadas podem perder a sua capacidade de avaliação e sensibilidade. Confira sempre a validade do teste e repita com outro kit se necessário. Gravidez ectópica: a gravidez ectópica apresenta menores índices de beta-HCG, podendo levar a um falso-negativo. A gravidez ectópica ocorre quando o embrião se implanta fora do útero e é diagnosticada através da realização de uma ultrassonografia.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . 3. Menstruação atrasada A menstruação atrasada é um acontecimento comum no climatério, mas também pode acontecer se a mulher engravidar nessa fase. Por isso, o mais indicado é realizar um teste de gravidez, se não tiver realizado a laqueadura de trompas e ainda for possível engravidar. Muitas mulheres engravidam durante o climatério porque acham que seu corpo não é capaz de amarecer óvulos e por isso param de usar os métodos contraceptivos e a gravidez acaba acontecendo. Apesar da gravidez tardia ser mais arriscada, na maior parte das vezes não tem complicações. Saiba mais em: É possível engravidar na menopausa? Para ter certeza de que está entrando na menopausa a mulher pode ir ao ginecologista e realizar exames que possam avaliar as variações hormonais e como está seu útero e endométrio, certificando-se de que não há nenhum problema de saúde levando ao surgimento de sintomas como menstruação prolongada ou ausência menstrual. Saiba o que você pode fazer para se sentir melhor nessa fase assistindo ao vídeo a seguir: MENOPAUSA | Dieta para Aliviar Sintomas 06:23 | 515.910 visualizações
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . É recomendado que a mulher aguarde o atraso menstrual para realizar o teste com maior precisão. Ciclos menstruais irregulares: mulheres que apresentam ciclos menstruais irregulares podem não conseguir identificar adequadamente o atraso menstrual e realizar o teste prematuramente, o que pode dificultar a detecção dos níveis de beta-HCG. Urina diluída: algumas situações podem fazer com que a urina fique diluída e apresente uma menor concentração do hormônio beta-HCG, dificultando a avaliação do hormônio pelo teste. Erros de leitura: ver o resultado do teste muito cedo ou muito rapidamente também pode fazer com que se entenda que o teste é negativo enquanto, na verdade, não foi esperado o tempo suficiente. Deve-se proceder à leitura do resultado, de acordo com a s orientações do fabricante. Teste com validade vencida: testes fora do prazo ou armazenados em condições inapropriadas podem perder a sua capacidade de avaliação e sensibilidade. Confira sempre a validade do teste e repita com outro kit se necessário. Gravidez ectópica: a gravidez ectópica apresenta menores índices de beta-HCG, podendo levar a um falso-negativo. A gravidez ectópica ocorre quando o embrião se implanta fora do útero e é diagnosticada através da realização de uma ultrassonografia.
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passage: . No entanto, alguns estudos têm demonstrado que o exame do hormônio antimülleriano pode ajudar a prever quando a menopausa poderá iniciar, uma vez que durante a perimenopausa, que pode surgir até 10 anos antes da última menstruação, não tendo uma idade certa para ocorrer, porém é mais comum ocorrer por volta dos 40 anos, o número de folículos ovarianos diminui. Porém esse exame não é feito rotineiramente para confirmar a menopausa, pois ainda são necessários mais estudos para determinar os valores de referência para os níveis desse hormônio. 5. Cortisol O cortisol é um hormônio naturalmente produzido pelo corpo com o objetivo de ajudar o organismo no controle do estresse e na diminuição da inflamação. No entanto, quando esse hormônio está em concentrações mais altas no sangue, pode trazer alguns prejuízos para a saúde, incluindo alterações no ciclo menstrual devido à desregulação dos hormônios femininos, fazendo com que a mulher passe períodos sem menstruar. Por isso, com o objetivo de investigar as alterações no ciclo menstrual apresentadas pela mulher, o médico pode solicitar a dosagem do cortisol para verificar se é sinal de menopausa ou é de fato consequência de alterações hormonais provocadas pelos níveis elevados de cortisol. Saiba mais sobre o cortisol alto. 6
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . 3. Menstruação atrasada A menstruação atrasada é um acontecimento comum no climatério, mas também pode acontecer se a mulher engravidar nessa fase. Por isso, o mais indicado é realizar um teste de gravidez, se não tiver realizado a laqueadura de trompas e ainda for possível engravidar. Muitas mulheres engravidam durante o climatério porque acham que seu corpo não é capaz de amarecer óvulos e por isso param de usar os métodos contraceptivos e a gravidez acaba acontecendo. Apesar da gravidez tardia ser mais arriscada, na maior parte das vezes não tem complicações. Saiba mais em: É possível engravidar na menopausa? Para ter certeza de que está entrando na menopausa a mulher pode ir ao ginecologista e realizar exames que possam avaliar as variações hormonais e como está seu útero e endométrio, certificando-se de que não há nenhum problema de saúde levando ao surgimento de sintomas como menstruação prolongada ou ausência menstrual. Saiba o que você pode fazer para se sentir melhor nessa fase assistindo ao vídeo a seguir: MENOPAUSA | Dieta para Aliviar Sintomas 06:23 | 515.910 visualizações
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . É recomendado que a mulher aguarde o atraso menstrual para realizar o teste com maior precisão. Ciclos menstruais irregulares: mulheres que apresentam ciclos menstruais irregulares podem não conseguir identificar adequadamente o atraso menstrual e realizar o teste prematuramente, o que pode dificultar a detecção dos níveis de beta-HCG. Urina diluída: algumas situações podem fazer com que a urina fique diluída e apresente uma menor concentração do hormônio beta-HCG, dificultando a avaliação do hormônio pelo teste. Erros de leitura: ver o resultado do teste muito cedo ou muito rapidamente também pode fazer com que se entenda que o teste é negativo enquanto, na verdade, não foi esperado o tempo suficiente. Deve-se proceder à leitura do resultado, de acordo com a s orientações do fabricante. Teste com validade vencida: testes fora do prazo ou armazenados em condições inapropriadas podem perder a sua capacidade de avaliação e sensibilidade. Confira sempre a validade do teste e repita com outro kit se necessário. Gravidez ectópica: a gravidez ectópica apresenta menores índices de beta-HCG, podendo levar a um falso-negativo. A gravidez ectópica ocorre quando o embrião se implanta fora do útero e é diagnosticada através da realização de uma ultrassonografia.
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passage: . No entanto, alguns estudos têm demonstrado que o exame do hormônio antimülleriano pode ajudar a prever quando a menopausa poderá iniciar, uma vez que durante a perimenopausa, que pode surgir até 10 anos antes da última menstruação, não tendo uma idade certa para ocorrer, porém é mais comum ocorrer por volta dos 40 anos, o número de folículos ovarianos diminui. Porém esse exame não é feito rotineiramente para confirmar a menopausa, pois ainda são necessários mais estudos para determinar os valores de referência para os níveis desse hormônio. 5. Cortisol O cortisol é um hormônio naturalmente produzido pelo corpo com o objetivo de ajudar o organismo no controle do estresse e na diminuição da inflamação. No entanto, quando esse hormônio está em concentrações mais altas no sangue, pode trazer alguns prejuízos para a saúde, incluindo alterações no ciclo menstrual devido à desregulação dos hormônios femininos, fazendo com que a mulher passe períodos sem menstruar. Por isso, com o objetivo de investigar as alterações no ciclo menstrual apresentadas pela mulher, o médico pode solicitar a dosagem do cortisol para verificar se é sinal de menopausa ou é de fato consequência de alterações hormonais provocadas pelos níveis elevados de cortisol. Saiba mais sobre o cortisol alto. 6
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . 3. Menstruação atrasada A menstruação atrasada é um acontecimento comum no climatério, mas também pode acontecer se a mulher engravidar nessa fase. Por isso, o mais indicado é realizar um teste de gravidez, se não tiver realizado a laqueadura de trompas e ainda for possível engravidar. Muitas mulheres engravidam durante o climatério porque acham que seu corpo não é capaz de amarecer óvulos e por isso param de usar os métodos contraceptivos e a gravidez acaba acontecendo. Apesar da gravidez tardia ser mais arriscada, na maior parte das vezes não tem complicações. Saiba mais em: É possível engravidar na menopausa? Para ter certeza de que está entrando na menopausa a mulher pode ir ao ginecologista e realizar exames que possam avaliar as variações hormonais e como está seu útero e endométrio, certificando-se de que não há nenhum problema de saúde levando ao surgimento de sintomas como menstruação prolongada ou ausência menstrual. Saiba o que você pode fazer para se sentir melhor nessa fase assistindo ao vídeo a seguir: MENOPAUSA | Dieta para Aliviar Sintomas 06:23 | 515.910 visualizações
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . É recomendado que a mulher aguarde o atraso menstrual para realizar o teste com maior precisão. Ciclos menstruais irregulares: mulheres que apresentam ciclos menstruais irregulares podem não conseguir identificar adequadamente o atraso menstrual e realizar o teste prematuramente, o que pode dificultar a detecção dos níveis de beta-HCG. Urina diluída: algumas situações podem fazer com que a urina fique diluída e apresente uma menor concentração do hormônio beta-HCG, dificultando a avaliação do hormônio pelo teste. Erros de leitura: ver o resultado do teste muito cedo ou muito rapidamente também pode fazer com que se entenda que o teste é negativo enquanto, na verdade, não foi esperado o tempo suficiente. Deve-se proceder à leitura do resultado, de acordo com a s orientações do fabricante. Teste com validade vencida: testes fora do prazo ou armazenados em condições inapropriadas podem perder a sua capacidade de avaliação e sensibilidade. Confira sempre a validade do teste e repita com outro kit se necessário. Gravidez ectópica: a gravidez ectópica apresenta menores índices de beta-HCG, podendo levar a um falso-negativo. A gravidez ectópica ocorre quando o embrião se implanta fora do útero e é diagnosticada através da realização de uma ultrassonografia.
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passage: . No entanto, alguns estudos têm demonstrado que o exame do hormônio antimülleriano pode ajudar a prever quando a menopausa poderá iniciar, uma vez que durante a perimenopausa, que pode surgir até 10 anos antes da última menstruação, não tendo uma idade certa para ocorrer, porém é mais comum ocorrer por volta dos 40 anos, o número de folículos ovarianos diminui. Porém esse exame não é feito rotineiramente para confirmar a menopausa, pois ainda são necessários mais estudos para determinar os valores de referência para os níveis desse hormônio. 5. Cortisol O cortisol é um hormônio naturalmente produzido pelo corpo com o objetivo de ajudar o organismo no controle do estresse e na diminuição da inflamação. No entanto, quando esse hormônio está em concentrações mais altas no sangue, pode trazer alguns prejuízos para a saúde, incluindo alterações no ciclo menstrual devido à desregulação dos hormônios femininos, fazendo com que a mulher passe períodos sem menstruar. Por isso, com o objetivo de investigar as alterações no ciclo menstrual apresentadas pela mulher, o médico pode solicitar a dosagem do cortisol para verificar se é sinal de menopausa ou é de fato consequência de alterações hormonais provocadas pelos níveis elevados de cortisol. Saiba mais sobre o cortisol alto. 6
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Teste online de sintomas da menopausa Caso ache que tem ou que pode que pode estar entrando na menopausa, assinale os sintomas no teste a seguir: 1. Menstruação irregular Sim Não 2. Ausência de menstruação por 12 meses seguidos Sim Não 3. Ondas de calor que começam de repente e sem causa aparente Sim Não 4. Suores noturnos intensos que podem interromper o sono Sim Não 5. Cansaço frequente Sim Não 6. Alterações de humor como irritabilidade, ansiedade ou tristeza Sim Não 7. Dificuldade para dormir ou menor qualidade de sono Sim Não 8. Secura vaginal Sim Não 9. Queda de cabelos Sim Não 10. Diminuição da libido Sim Não Calcular O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não substituindo a consulta com o ginecologista. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de menopausa é feito pelo ginecologista com base nos sintomas que a mulher apresenta e na ausência de menstruação por 12 meses seguidos. Além disso, o médico também poderá solicitar a realização de um exame que verifica os níveis do hormônio FSH, estrógeno e progesterona no sangue, para confirmar que a mulher está na menopausa. Veja os principais exames para identificar a menopausa
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passage: . 3. Menstruação atrasada A menstruação atrasada é um acontecimento comum no climatério, mas também pode acontecer se a mulher engravidar nessa fase. Por isso, o mais indicado é realizar um teste de gravidez, se não tiver realizado a laqueadura de trompas e ainda for possível engravidar. Muitas mulheres engravidam durante o climatério porque acham que seu corpo não é capaz de amarecer óvulos e por isso param de usar os métodos contraceptivos e a gravidez acaba acontecendo. Apesar da gravidez tardia ser mais arriscada, na maior parte das vezes não tem complicações. Saiba mais em: É possível engravidar na menopausa? Para ter certeza de que está entrando na menopausa a mulher pode ir ao ginecologista e realizar exames que possam avaliar as variações hormonais e como está seu útero e endométrio, certificando-se de que não há nenhum problema de saúde levando ao surgimento de sintomas como menstruação prolongada ou ausência menstrual. Saiba o que você pode fazer para se sentir melhor nessa fase assistindo ao vídeo a seguir: MENOPAUSA | Dieta para Aliviar Sintomas 06:23 | 515.910 visualizações
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . É recomendado que a mulher aguarde o atraso menstrual para realizar o teste com maior precisão. Ciclos menstruais irregulares: mulheres que apresentam ciclos menstruais irregulares podem não conseguir identificar adequadamente o atraso menstrual e realizar o teste prematuramente, o que pode dificultar a detecção dos níveis de beta-HCG. Urina diluída: algumas situações podem fazer com que a urina fique diluída e apresente uma menor concentração do hormônio beta-HCG, dificultando a avaliação do hormônio pelo teste. Erros de leitura: ver o resultado do teste muito cedo ou muito rapidamente também pode fazer com que se entenda que o teste é negativo enquanto, na verdade, não foi esperado o tempo suficiente. Deve-se proceder à leitura do resultado, de acordo com a s orientações do fabricante. Teste com validade vencida: testes fora do prazo ou armazenados em condições inapropriadas podem perder a sua capacidade de avaliação e sensibilidade. Confira sempre a validade do teste e repita com outro kit se necessário. Gravidez ectópica: a gravidez ectópica apresenta menores índices de beta-HCG, podendo levar a um falso-negativo. A gravidez ectópica ocorre quando o embrião se implanta fora do útero e é diagnosticada através da realização de uma ultrassonografia.
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passage: . No entanto, alguns estudos têm demonstrado que o exame do hormônio antimülleriano pode ajudar a prever quando a menopausa poderá iniciar, uma vez que durante a perimenopausa, que pode surgir até 10 anos antes da última menstruação, não tendo uma idade certa para ocorrer, porém é mais comum ocorrer por volta dos 40 anos, o número de folículos ovarianos diminui. Porém esse exame não é feito rotineiramente para confirmar a menopausa, pois ainda são necessários mais estudos para determinar os valores de referência para os níveis desse hormônio. 5. Cortisol O cortisol é um hormônio naturalmente produzido pelo corpo com o objetivo de ajudar o organismo no controle do estresse e na diminuição da inflamação. No entanto, quando esse hormônio está em concentrações mais altas no sangue, pode trazer alguns prejuízos para a saúde, incluindo alterações no ciclo menstrual devido à desregulação dos hormônios femininos, fazendo com que a mulher passe períodos sem menstruar. Por isso, com o objetivo de investigar as alterações no ciclo menstrual apresentadas pela mulher, o médico pode solicitar a dosagem do cortisol para verificar se é sinal de menopausa ou é de fato consequência de alterações hormonais provocadas pelos níveis elevados de cortisol. Saiba mais sobre o cortisol alto. 6
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Teste online de sintomas da menopausa Caso ache que tem ou que pode que pode estar entrando na menopausa, assinale os sintomas no teste a seguir: 1. Menstruação irregular Sim Não 2. Ausência de menstruação por 12 meses seguidos Sim Não 3. Ondas de calor que começam de repente e sem causa aparente Sim Não 4. Suores noturnos intensos que podem interromper o sono Sim Não 5. Cansaço frequente Sim Não 6. Alterações de humor como irritabilidade, ansiedade ou tristeza Sim Não 7. Dificuldade para dormir ou menor qualidade de sono Sim Não 8. Secura vaginal Sim Não 9. Queda de cabelos Sim Não 10. Diminuição da libido Sim Não Calcular O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não substituindo a consulta com o ginecologista. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de menopausa é feito pelo ginecologista com base nos sintomas que a mulher apresenta e na ausência de menstruação por 12 meses seguidos. Além disso, o médico também poderá solicitar a realização de um exame que verifica os níveis do hormônio FSH, estrógeno e progesterona no sangue, para confirmar que a mulher está na menopausa. Veja os principais exames para identificar a menopausa
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passage: . Saber a idade gestacional é interessante para saber como está o desenvolvimento do bebê e se já ouve desenvolvimento da visão e audição, por exemplo. Saiba mais sobre o desenvolvimento do bebê a cada semana. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. E se não souber a data da última menstruação? Apesar do cálculo da idade gestacional levar em consideração a data da última menstruação, é possível também saber por meio de exames laboratoriais e de imagem. Assim, quando a mulher não sabe qual foi o último dia que menstruou, o obstetra pode recomendar a realização do exame de beta HCG, em que é verificada a concentração desse hormônio no sangue, que varia à medida que a gravidez se desenvolve. Veja como entender o resultado do exame de beta HCG. Além do exame de beta HCG, o médico pode também indicar a idade gestacional através do exame de ultrassom, em que é observado o crescimento de desenvolvimento do bebê, além de também poder ser verificada a altura do útero, sendo esses exames realizados durante a consulta pré-natal
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passage: . 3. Menstruação atrasada A menstruação atrasada é um acontecimento comum no climatério, mas também pode acontecer se a mulher engravidar nessa fase. Por isso, o mais indicado é realizar um teste de gravidez, se não tiver realizado a laqueadura de trompas e ainda for possível engravidar. Muitas mulheres engravidam durante o climatério porque acham que seu corpo não é capaz de amarecer óvulos e por isso param de usar os métodos contraceptivos e a gravidez acaba acontecendo. Apesar da gravidez tardia ser mais arriscada, na maior parte das vezes não tem complicações. Saiba mais em: É possível engravidar na menopausa? Para ter certeza de que está entrando na menopausa a mulher pode ir ao ginecologista e realizar exames que possam avaliar as variações hormonais e como está seu útero e endométrio, certificando-se de que não há nenhum problema de saúde levando ao surgimento de sintomas como menstruação prolongada ou ausência menstrual. Saiba o que você pode fazer para se sentir melhor nessa fase assistindo ao vídeo a seguir: MENOPAUSA | Dieta para Aliviar Sintomas 06:23 | 515.910 visualizações
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . É recomendado que a mulher aguarde o atraso menstrual para realizar o teste com maior precisão. Ciclos menstruais irregulares: mulheres que apresentam ciclos menstruais irregulares podem não conseguir identificar adequadamente o atraso menstrual e realizar o teste prematuramente, o que pode dificultar a detecção dos níveis de beta-HCG. Urina diluída: algumas situações podem fazer com que a urina fique diluída e apresente uma menor concentração do hormônio beta-HCG, dificultando a avaliação do hormônio pelo teste. Erros de leitura: ver o resultado do teste muito cedo ou muito rapidamente também pode fazer com que se entenda que o teste é negativo enquanto, na verdade, não foi esperado o tempo suficiente. Deve-se proceder à leitura do resultado, de acordo com a s orientações do fabricante. Teste com validade vencida: testes fora do prazo ou armazenados em condições inapropriadas podem perder a sua capacidade de avaliação e sensibilidade. Confira sempre a validade do teste e repita com outro kit se necessário. Gravidez ectópica: a gravidez ectópica apresenta menores índices de beta-HCG, podendo levar a um falso-negativo. A gravidez ectópica ocorre quando o embrião se implanta fora do útero e é diagnosticada através da realização de uma ultrassonografia.
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passage: . No entanto, alguns estudos têm demonstrado que o exame do hormônio antimülleriano pode ajudar a prever quando a menopausa poderá iniciar, uma vez que durante a perimenopausa, que pode surgir até 10 anos antes da última menstruação, não tendo uma idade certa para ocorrer, porém é mais comum ocorrer por volta dos 40 anos, o número de folículos ovarianos diminui. Porém esse exame não é feito rotineiramente para confirmar a menopausa, pois ainda são necessários mais estudos para determinar os valores de referência para os níveis desse hormônio. 5. Cortisol O cortisol é um hormônio naturalmente produzido pelo corpo com o objetivo de ajudar o organismo no controle do estresse e na diminuição da inflamação. No entanto, quando esse hormônio está em concentrações mais altas no sangue, pode trazer alguns prejuízos para a saúde, incluindo alterações no ciclo menstrual devido à desregulação dos hormônios femininos, fazendo com que a mulher passe períodos sem menstruar. Por isso, com o objetivo de investigar as alterações no ciclo menstrual apresentadas pela mulher, o médico pode solicitar a dosagem do cortisol para verificar se é sinal de menopausa ou é de fato consequência de alterações hormonais provocadas pelos níveis elevados de cortisol. Saiba mais sobre o cortisol alto. 6
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Teste online de sintomas da menopausa Caso ache que tem ou que pode que pode estar entrando na menopausa, assinale os sintomas no teste a seguir: 1. Menstruação irregular Sim Não 2. Ausência de menstruação por 12 meses seguidos Sim Não 3. Ondas de calor que começam de repente e sem causa aparente Sim Não 4. Suores noturnos intensos que podem interromper o sono Sim Não 5. Cansaço frequente Sim Não 6. Alterações de humor como irritabilidade, ansiedade ou tristeza Sim Não 7. Dificuldade para dormir ou menor qualidade de sono Sim Não 8. Secura vaginal Sim Não 9. Queda de cabelos Sim Não 10. Diminuição da libido Sim Não Calcular O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não substituindo a consulta com o ginecologista. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de menopausa é feito pelo ginecologista com base nos sintomas que a mulher apresenta e na ausência de menstruação por 12 meses seguidos. Além disso, o médico também poderá solicitar a realização de um exame que verifica os níveis do hormônio FSH, estrógeno e progesterona no sangue, para confirmar que a mulher está na menopausa. Veja os principais exames para identificar a menopausa
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passage: . Saber a idade gestacional é interessante para saber como está o desenvolvimento do bebê e se já ouve desenvolvimento da visão e audição, por exemplo. Saiba mais sobre o desenvolvimento do bebê a cada semana. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. E se não souber a data da última menstruação? Apesar do cálculo da idade gestacional levar em consideração a data da última menstruação, é possível também saber por meio de exames laboratoriais e de imagem. Assim, quando a mulher não sabe qual foi o último dia que menstruou, o obstetra pode recomendar a realização do exame de beta HCG, em que é verificada a concentração desse hormônio no sangue, que varia à medida que a gravidez se desenvolve. Veja como entender o resultado do exame de beta HCG. Além do exame de beta HCG, o médico pode também indicar a idade gestacional através do exame de ultrassom, em que é observado o crescimento de desenvolvimento do bebê, além de também poder ser verificada a altura do útero, sendo esses exames realizados durante a consulta pré-natal
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passage: . Teve relações sem usar camisinha ou outro método contraceptivo, no último mês? Sim Não 2. Notou algum corrimento vaginal rosado ultimamente? Sim Não 3. Sente que fica enjoada ou tem vontade de vomitar de manhã? Sim Não 4. Está mais sensível a cheiros (cheiro de cigarro, perfume, comida...)? Sim Não 5. Sua barriga parece mais inchada , sendo mais difícil manter as calças apertadas? Sim Não 6. Sente que as suas mamas estão mais sensíveis ou inchadas? Sim Não 7. Acha que a sua pele parece mais oleosa e com tendência a ter espinhas? Sim Não 8. Sente-se mais cansada que o habitual, mesmo para realizar tarefas que fazia antes? Sim Não 9. Sua menstruação está atrasada há mais de 5 dias? Sim Não 10. Tomou a pílula do dia seguinte até 3 dias após a relação desprotegida? Sim Não 11. Fez algum teste de gravidez de farmácia, no último mês, com resultado positivo? Sim Não Calcular Quando ir ao médico O atraso na menstruação é um acontecimento relativamente comum e que acontece pelo menos 1 vez na vida de quase todas as mulheres. Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias
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Olá! Entendo sua preocupação com o atraso menstrual, a dor e o aumento do volume dos seios, principalmente com o resultado "ruim" do exame de beta HCG. Vamos conversar um pouco sobre isso.
Primeiramente, quando você diz que o resultado do beta HCG foi "ruim", preciso entender o que isso significa exatamente. O exame foi negativo? Ou apresentou um valor muito baixo, que te deixou confusa? A interpretação do resultado é crucial para direcionar a investigação. Um beta HCG negativo, de fato, diminui bastante a chance de gravidez, mas não elimina completamente, especialmente se o teste foi feito muito cedo.
Considerando sua idade e os sintomas que você descreve, a menopausa pode ser uma possibilidade, mas não é a única. A dor e o aumento dos seios podem estar relacionados a alterações hormonais que ocorrem tanto no início da gravidez quanto no período que antecede a menopausa (perimenopausa). Além disso, outras condições, como alterações hormonais causadas por estresse elevado (cortisol alto), podem afetar o ciclo menstrual e causar esses sintomas.
É importante lembrar que a menopausa é diagnosticada após 12 meses consecutivos sem menstruação. Antes disso, estamos falando de perimenopausa, um período de transição que pode durar anos e ser marcado por irregularidades menstruais, como atrasos, ciclos mais curtos ou longos, e outros sintomas como os que você está sentindo.
Para ter certeza do que está acontecendo, sugiro que você agende uma consulta comigo ou com outro ginecologista o mais breve possível. Precisaremos conversar detalhadamente sobre seu histórico de saúde, seus ciclos menstruais anteriores, se você está usando algum método contraceptivo e realizar um exame físico completo. Além disso, podemos solicitar exames complementares, como a dosagem de hormônios (FSH, LH, estradiol) e, dependendo da situação, até mesmo o hormônio antimülleriano (AMH), que pode ajudar a estimar a sua reserva ovariana, mas é importante saber que esse exame não é utilizado de forma rotineira para confirmar a menopausa.
É fundamental descartar outras causas para o atraso menstrual e os sintomas, como problemas na tireoide ou outras alterações hormonais. Se a gravidez for descartada e a menopausa não for confirmada de imediato, podemos monitorar seus ciclos e níveis hormonais ao longo do tempo para entender melhor o que está acontecendo com seu corpo e oferecer o tratamento mais adequado para aliviar seus sintomas e garantir sua saúde.
Não se preocupe! Estou aqui para te ajudar a entender o que está acontecendo e encontrar a melhor solução para você. Agende sua consulta para que possamos conversar com mais detalhes e investigar a fundo a causa desses sintomas.
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O herpes labial pode ser transmitido para a área genital e vice-versa? Li em vários sites que isso era completamente possível, mas fui ao ginecologista e ele disse que são vírus diferentes e não podem ser transmitidos para outras áreas.
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Olá! Sempre siga as orientações do seu médico, agende sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. A maior parte das pessoas expostas ao vírus da herpes adquirem o vírus e nunca apresentam lesões. Aproximadamente, uma parte da população, tanto homens quanto mulheres, têm exames positivos para o herpes tipo e apenas uma parcela apresentou lesões. O herpes é a infecção sexualmente transmissível mais comum. O herpes pode ser transmitido por fomites, como vasos sanitários, roupas íntimas e materiais contaminados. Todos os parceiros sexuais devem procurar atendimento médico. Solicite ao seu médico exames para descartar outras infecções sexualmente transmissíveis, como HIV, hepatite B e C, e sífilis. Após o contato com o vírus da herpes, ele permanecerá nas raízes nervosas como uma infecção crônica e latente. Na forma da infecção latente, a doença não é transmitida. As lesões ativas são caracterizadas pela presença de vesículas, úlceras e crostas; neste estágio, a doença é transmitida. Não tenha relações sexuais na presença de lesões ativas. Nas reativações frequentes da herpes, as medicações antivirais e o tratamento de supressão podem ser realizados. Use preservativos. Converse com o seu médico e esclareça suas dúvidas. O herpes labial é o vírus herpes simplex tipo 1, que pode acometer a região genital, e o herpes genital é o vírus herpes simplex tipo 2, que pode acometer a boca.
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passage: . Em alguns casos, também podem surgir dor para movimentar a boca, febre ou mal estar geral. Leia também: Como identificar os sintomas de herpes labial tuasaude.com/como-identificar-a-herpes Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do herpes labial é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico dos lábios, observando as características da lesão. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não são necessário s exames complementares, no entanto, em alguns casos, o médico pode coletar uma amostra do líquido das bolhas para identificar o tipo de vírus. Possíveis causas A herpes labial é causada pelo vírus Herpes simplex, principalmente o tipo 1 (HSV-1). Esse vírus é transmitido através do contato direto com a ferida da herpes de outra pessoa ou por compartilhar copos ou pelo contato íntimo desprotegido. Geralmente, o vírus da herpes fica adormecido dentro de nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está mais enfraquecido, como é o caso da gravidez
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passage: . Em alguns casos, também podem surgir dor para movimentar a boca, febre ou mal estar geral. Leia também: Como identificar os sintomas de herpes labial tuasaude.com/como-identificar-a-herpes Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do herpes labial é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico dos lábios, observando as características da lesão. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não são necessário s exames complementares, no entanto, em alguns casos, o médico pode coletar uma amostra do líquido das bolhas para identificar o tipo de vírus. Possíveis causas A herpes labial é causada pelo vírus Herpes simplex, principalmente o tipo 1 (HSV-1). Esse vírus é transmitido através do contato direto com a ferida da herpes de outra pessoa ou por compartilhar copos ou pelo contato íntimo desprotegido. Geralmente, o vírus da herpes fica adormecido dentro de nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está mais enfraquecido, como é o caso da gravidez
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: . Em alguns casos, também podem surgir dor para movimentar a boca, febre ou mal estar geral. Leia também: Como identificar os sintomas de herpes labial tuasaude.com/como-identificar-a-herpes Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do herpes labial é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico dos lábios, observando as características da lesão. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não são necessário s exames complementares, no entanto, em alguns casos, o médico pode coletar uma amostra do líquido das bolhas para identificar o tipo de vírus. Possíveis causas A herpes labial é causada pelo vírus Herpes simplex, principalmente o tipo 1 (HSV-1). Esse vírus é transmitido através do contato direto com a ferida da herpes de outra pessoa ou por compartilhar copos ou pelo contato íntimo desprotegido. Geralmente, o vírus da herpes fica adormecido dentro de nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está mais enfraquecido, como é o caso da gravidez
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: . Assim, o ideal é consultar o ginecologista para saber se é possível ter relações durante o uso do creme vaginal com segurança e tirar todas as suas dúvidas sobre o tratamento indicado.
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passage: . Em alguns casos, também podem surgir dor para movimentar a boca, febre ou mal estar geral. Leia também: Como identificar os sintomas de herpes labial tuasaude.com/como-identificar-a-herpes Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do herpes labial é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico dos lábios, observando as características da lesão. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não são necessário s exames complementares, no entanto, em alguns casos, o médico pode coletar uma amostra do líquido das bolhas para identificar o tipo de vírus. Possíveis causas A herpes labial é causada pelo vírus Herpes simplex, principalmente o tipo 1 (HSV-1). Esse vírus é transmitido através do contato direto com a ferida da herpes de outra pessoa ou por compartilhar copos ou pelo contato íntimo desprotegido. Geralmente, o vírus da herpes fica adormecido dentro de nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está mais enfraquecido, como é o caso da gravidez
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: . Assim, o ideal é consultar o ginecologista para saber se é possível ter relações durante o uso do creme vaginal com segurança e tirar todas as suas dúvidas sobre o tratamento indicado.
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passage: . Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-e No entanto, é importante que o obstetra seja consultado para avaliar a necessidade de iniciar o tratamento com antivirais ainda durante a gestação para diminuir o risco de transmissão para o bebê. Riscos para o bebê O risco de contaminação do bebê é maior quando a grávida é infectada pela primeira vez com o vírus do herpes genital durante a gestação, principalmente no 3ª trimestre, porque a grávida não tem tempo de produzir anticorpos, sendo menor o risco em casos de herpes genital recorrente. Os riscos da transmissão do vírus para o bebê incluem o aborto, ocorrência de malformações, como problemas de pele, olhos e boca, infecções do sistema nervoso, como encefalite ou hidrocefalia e hepatite. Teste online de sintomas de herpes genital Para saber a possibilidade de ter herpes genital, por favor, marque abaixo os sintomas que apresenta: 1. Uma ou mais vesículas (pequenas bolhas) na região íntima Sim Não 2. Uma ou mais feridas na região genital ou anal, nádega ou parte superior da coxa Sim Não 3. Dor ou desconforto na região íntima Sim Não 4. Sensação de mal estar geral Sim Não 5. Caroços ou ínguas na virilha Sim Não 6
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passage: . Em alguns casos, também podem surgir dor para movimentar a boca, febre ou mal estar geral. Leia também: Como identificar os sintomas de herpes labial tuasaude.com/como-identificar-a-herpes Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do herpes labial é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico dos lábios, observando as características da lesão. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não são necessário s exames complementares, no entanto, em alguns casos, o médico pode coletar uma amostra do líquido das bolhas para identificar o tipo de vírus. Possíveis causas A herpes labial é causada pelo vírus Herpes simplex, principalmente o tipo 1 (HSV-1). Esse vírus é transmitido através do contato direto com a ferida da herpes de outra pessoa ou por compartilhar copos ou pelo contato íntimo desprotegido. Geralmente, o vírus da herpes fica adormecido dentro de nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está mais enfraquecido, como é o caso da gravidez
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: . Assim, o ideal é consultar o ginecologista para saber se é possível ter relações durante o uso do creme vaginal com segurança e tirar todas as suas dúvidas sobre o tratamento indicado.
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passage: . Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-e No entanto, é importante que o obstetra seja consultado para avaliar a necessidade de iniciar o tratamento com antivirais ainda durante a gestação para diminuir o risco de transmissão para o bebê. Riscos para o bebê O risco de contaminação do bebê é maior quando a grávida é infectada pela primeira vez com o vírus do herpes genital durante a gestação, principalmente no 3ª trimestre, porque a grávida não tem tempo de produzir anticorpos, sendo menor o risco em casos de herpes genital recorrente. Os riscos da transmissão do vírus para o bebê incluem o aborto, ocorrência de malformações, como problemas de pele, olhos e boca, infecções do sistema nervoso, como encefalite ou hidrocefalia e hepatite. Teste online de sintomas de herpes genital Para saber a possibilidade de ter herpes genital, por favor, marque abaixo os sintomas que apresenta: 1. Uma ou mais vesículas (pequenas bolhas) na região íntima Sim Não 2. Uma ou mais feridas na região genital ou anal, nádega ou parte superior da coxa Sim Não 3. Dor ou desconforto na região íntima Sim Não 4. Sensação de mal estar geral Sim Não 5. Caroços ou ínguas na virilha Sim Não 6
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: . Em alguns casos, também podem surgir dor para movimentar a boca, febre ou mal estar geral. Leia também: Como identificar os sintomas de herpes labial tuasaude.com/como-identificar-a-herpes Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do herpes labial é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico dos lábios, observando as características da lesão. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não são necessário s exames complementares, no entanto, em alguns casos, o médico pode coletar uma amostra do líquido das bolhas para identificar o tipo de vírus. Possíveis causas A herpes labial é causada pelo vírus Herpes simplex, principalmente o tipo 1 (HSV-1). Esse vírus é transmitido através do contato direto com a ferida da herpes de outra pessoa ou por compartilhar copos ou pelo contato íntimo desprotegido. Geralmente, o vírus da herpes fica adormecido dentro de nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está mais enfraquecido, como é o caso da gravidez
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: . Assim, o ideal é consultar o ginecologista para saber se é possível ter relações durante o uso do creme vaginal com segurança e tirar todas as suas dúvidas sobre o tratamento indicado.
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passage: . Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-e No entanto, é importante que o obstetra seja consultado para avaliar a necessidade de iniciar o tratamento com antivirais ainda durante a gestação para diminuir o risco de transmissão para o bebê. Riscos para o bebê O risco de contaminação do bebê é maior quando a grávida é infectada pela primeira vez com o vírus do herpes genital durante a gestação, principalmente no 3ª trimestre, porque a grávida não tem tempo de produzir anticorpos, sendo menor o risco em casos de herpes genital recorrente. Os riscos da transmissão do vírus para o bebê incluem o aborto, ocorrência de malformações, como problemas de pele, olhos e boca, infecções do sistema nervoso, como encefalite ou hidrocefalia e hepatite. Teste online de sintomas de herpes genital Para saber a possibilidade de ter herpes genital, por favor, marque abaixo os sintomas que apresenta: 1. Uma ou mais vesículas (pequenas bolhas) na região íntima Sim Não 2. Uma ou mais feridas na região genital ou anal, nádega ou parte superior da coxa Sim Não 3. Dor ou desconforto na região íntima Sim Não 4. Sensação de mal estar geral Sim Não 5. Caroços ou ínguas na virilha Sim Não 6
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: ComplicaçõesInfecção no sistema nervoso central (meningite/encefalites) ou doença disseminada.
Figura 62.28 Paciente infectada por HIV com quadro grave de herpes genital. Tais lesões não cedem commedicação oral. Em geral é necessário hospitalização e administração de aciclovir venoso.
Figura 62.29 Citologia de esfregaço de lesão de herpes genital visualizando o efeito citopático típico, qual seja,multinucleação.
Figura 62.31 Lesões múltiplas exulceradas com halos de hiperemia características de herpes genital.
Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
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passage: . Em alguns casos, também podem surgir dor para movimentar a boca, febre ou mal estar geral. Leia também: Como identificar os sintomas de herpes labial tuasaude.com/como-identificar-a-herpes Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do herpes labial é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico dos lábios, observando as características da lesão. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não são necessário s exames complementares, no entanto, em alguns casos, o médico pode coletar uma amostra do líquido das bolhas para identificar o tipo de vírus. Possíveis causas A herpes labial é causada pelo vírus Herpes simplex, principalmente o tipo 1 (HSV-1). Esse vírus é transmitido através do contato direto com a ferida da herpes de outra pessoa ou por compartilhar copos ou pelo contato íntimo desprotegido. Geralmente, o vírus da herpes fica adormecido dentro de nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está mais enfraquecido, como é o caso da gravidez
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: . Assim, o ideal é consultar o ginecologista para saber se é possível ter relações durante o uso do creme vaginal com segurança e tirar todas as suas dúvidas sobre o tratamento indicado.
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passage: . Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-e No entanto, é importante que o obstetra seja consultado para avaliar a necessidade de iniciar o tratamento com antivirais ainda durante a gestação para diminuir o risco de transmissão para o bebê. Riscos para o bebê O risco de contaminação do bebê é maior quando a grávida é infectada pela primeira vez com o vírus do herpes genital durante a gestação, principalmente no 3ª trimestre, porque a grávida não tem tempo de produzir anticorpos, sendo menor o risco em casos de herpes genital recorrente. Os riscos da transmissão do vírus para o bebê incluem o aborto, ocorrência de malformações, como problemas de pele, olhos e boca, infecções do sistema nervoso, como encefalite ou hidrocefalia e hepatite. Teste online de sintomas de herpes genital Para saber a possibilidade de ter herpes genital, por favor, marque abaixo os sintomas que apresenta: 1. Uma ou mais vesículas (pequenas bolhas) na região íntima Sim Não 2. Uma ou mais feridas na região genital ou anal, nádega ou parte superior da coxa Sim Não 3. Dor ou desconforto na região íntima Sim Não 4. Sensação de mal estar geral Sim Não 5. Caroços ou ínguas na virilha Sim Não 6
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: ComplicaçõesInfecção no sistema nervoso central (meningite/encefalites) ou doença disseminada.
Figura 62.28 Paciente infectada por HIV com quadro grave de herpes genital. Tais lesões não cedem commedicação oral. Em geral é necessário hospitalização e administração de aciclovir venoso.
Figura 62.29 Citologia de esfregaço de lesão de herpes genital visualizando o efeito citopático típico, qual seja,multinucleação.
Figura 62.31 Lesões múltiplas exulceradas com halos de hiperemia características de herpes genital.
Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
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passage: 6. Organização Mundial da Saúde (OMS). CID-10 Classi/f_i cação Estatística Internacional de Doençaas e Problemas Relacionados à Saúde. 10a rev. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2014. vol.1. 271p.
20Úlceras genitaisProtocolos Febrasgo | Nº1 | 20182007;11(2):254–60.
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14. Kemp M, Christensen JJ, Lautenschlager S, Vall-Mayans M, Moi H. European guideline for the management of chancroid, 2011. Int J STD AIDS. 2011;22(5):241–4.
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passage: . Em alguns casos, também podem surgir dor para movimentar a boca, febre ou mal estar geral. Leia também: Como identificar os sintomas de herpes labial tuasaude.com/como-identificar-a-herpes Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do herpes labial é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico dos lábios, observando as características da lesão. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não são necessário s exames complementares, no entanto, em alguns casos, o médico pode coletar uma amostra do líquido das bolhas para identificar o tipo de vírus. Possíveis causas A herpes labial é causada pelo vírus Herpes simplex, principalmente o tipo 1 (HSV-1). Esse vírus é transmitido através do contato direto com a ferida da herpes de outra pessoa ou por compartilhar copos ou pelo contato íntimo desprotegido. Geralmente, o vírus da herpes fica adormecido dentro de nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está mais enfraquecido, como é o caso da gravidez
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: . Assim, o ideal é consultar o ginecologista para saber se é possível ter relações durante o uso do creme vaginal com segurança e tirar todas as suas dúvidas sobre o tratamento indicado.
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passage: . Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-e No entanto, é importante que o obstetra seja consultado para avaliar a necessidade de iniciar o tratamento com antivirais ainda durante a gestação para diminuir o risco de transmissão para o bebê. Riscos para o bebê O risco de contaminação do bebê é maior quando a grávida é infectada pela primeira vez com o vírus do herpes genital durante a gestação, principalmente no 3ª trimestre, porque a grávida não tem tempo de produzir anticorpos, sendo menor o risco em casos de herpes genital recorrente. Os riscos da transmissão do vírus para o bebê incluem o aborto, ocorrência de malformações, como problemas de pele, olhos e boca, infecções do sistema nervoso, como encefalite ou hidrocefalia e hepatite. Teste online de sintomas de herpes genital Para saber a possibilidade de ter herpes genital, por favor, marque abaixo os sintomas que apresenta: 1. Uma ou mais vesículas (pequenas bolhas) na região íntima Sim Não 2. Uma ou mais feridas na região genital ou anal, nádega ou parte superior da coxa Sim Não 3. Dor ou desconforto na região íntima Sim Não 4. Sensação de mal estar geral Sim Não 5. Caroços ou ínguas na virilha Sim Não 6
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: ComplicaçõesInfecção no sistema nervoso central (meningite/encefalites) ou doença disseminada.
Figura 62.28 Paciente infectada por HIV com quadro grave de herpes genital. Tais lesões não cedem commedicação oral. Em geral é necessário hospitalização e administração de aciclovir venoso.
Figura 62.29 Citologia de esfregaço de lesão de herpes genital visualizando o efeito citopático típico, qual seja,multinucleação.
Figura 62.31 Lesões múltiplas exulceradas com halos de hiperemia características de herpes genital.
Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
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passage: 6. Organização Mundial da Saúde (OMS). CID-10 Classi/f_i cação Estatística Internacional de Doençaas e Problemas Relacionados à Saúde. 10a rev. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2014. vol.1. 271p.
20Úlceras genitaisProtocolos Febrasgo | Nº1 | 20182007;11(2):254–60.
8. do Amaral RL, Giraldo PC, Cursino K, Gonçalves AK, Eleutério J Jr, Giraldo H. Nodular vulvar herpes in an HIV-positive woman. Int J Gynaecol Obstet. 2009;107(3):255.
9. Costa Clemens SA, Farhat CK. Rev. Soroprevalência de herpes simples no Brasil. Saúde Pública 2010;44(4):726-34.
10. Groves MJ. Genital herpes: A review. Am Fam Physician. 2016;93(11):928–34.
11. Yu X, Zheng H. Syphilitic Chancre of the Lips Transmitted by Kissing: A case report and review of the literature. Medicine (Baltimore). 2016;95(14):e3303.
12. Peeling RW, Mabey D, Kamb ML, Chen XS, Radolf JD, Benzaken AS. Syphilis. Nat Rev Dis Primers. 2017;12(3):17073.
13. Lewis DA. Chancroid: clinical manifestations, diagnosis, and management. Sex Transm Infect. 2003;79(1):68–71.
14. Kemp M, Christensen JJ, Lautenschlager S, Vall-Mayans M, Moi H. European guideline for the management of chancroid, 2011. Int J STD AIDS. 2011;22(5):241–4.
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: . Em alguns casos, também podem surgir dor para movimentar a boca, febre ou mal estar geral. Leia também: Como identificar os sintomas de herpes labial tuasaude.com/como-identificar-a-herpes Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do herpes labial é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico dos lábios, observando as características da lesão. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não são necessário s exames complementares, no entanto, em alguns casos, o médico pode coletar uma amostra do líquido das bolhas para identificar o tipo de vírus. Possíveis causas A herpes labial é causada pelo vírus Herpes simplex, principalmente o tipo 1 (HSV-1). Esse vírus é transmitido através do contato direto com a ferida da herpes de outra pessoa ou por compartilhar copos ou pelo contato íntimo desprotegido. Geralmente, o vírus da herpes fica adormecido dentro de nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está mais enfraquecido, como é o caso da gravidez
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: . Assim, o ideal é consultar o ginecologista para saber se é possível ter relações durante o uso do creme vaginal com segurança e tirar todas as suas dúvidas sobre o tratamento indicado.
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passage: . Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-e No entanto, é importante que o obstetra seja consultado para avaliar a necessidade de iniciar o tratamento com antivirais ainda durante a gestação para diminuir o risco de transmissão para o bebê. Riscos para o bebê O risco de contaminação do bebê é maior quando a grávida é infectada pela primeira vez com o vírus do herpes genital durante a gestação, principalmente no 3ª trimestre, porque a grávida não tem tempo de produzir anticorpos, sendo menor o risco em casos de herpes genital recorrente. Os riscos da transmissão do vírus para o bebê incluem o aborto, ocorrência de malformações, como problemas de pele, olhos e boca, infecções do sistema nervoso, como encefalite ou hidrocefalia e hepatite. Teste online de sintomas de herpes genital Para saber a possibilidade de ter herpes genital, por favor, marque abaixo os sintomas que apresenta: 1. Uma ou mais vesículas (pequenas bolhas) na região íntima Sim Não 2. Uma ou mais feridas na região genital ou anal, nádega ou parte superior da coxa Sim Não 3. Dor ou desconforto na região íntima Sim Não 4. Sensação de mal estar geral Sim Não 5. Caroços ou ínguas na virilha Sim Não 6
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: ComplicaçõesInfecção no sistema nervoso central (meningite/encefalites) ou doença disseminada.
Figura 62.28 Paciente infectada por HIV com quadro grave de herpes genital. Tais lesões não cedem commedicação oral. Em geral é necessário hospitalização e administração de aciclovir venoso.
Figura 62.29 Citologia de esfregaço de lesão de herpes genital visualizando o efeito citopático típico, qual seja,multinucleação.
Figura 62.31 Lesões múltiplas exulceradas com halos de hiperemia características de herpes genital.
Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
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passage: 6. Organização Mundial da Saúde (OMS). CID-10 Classi/f_i cação Estatística Internacional de Doençaas e Problemas Relacionados à Saúde. 10a rev. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2014. vol.1. 271p.
20Úlceras genitaisProtocolos Febrasgo | Nº1 | 20182007;11(2):254–60.
8. do Amaral RL, Giraldo PC, Cursino K, Gonçalves AK, Eleutério J Jr, Giraldo H. Nodular vulvar herpes in an HIV-positive woman. Int J Gynaecol Obstet. 2009;107(3):255.
9. Costa Clemens SA, Farhat CK. Rev. Soroprevalência de herpes simples no Brasil. Saúde Pública 2010;44(4):726-34.
10. Groves MJ. Genital herpes: A review. Am Fam Physician. 2016;93(11):928–34.
11. Yu X, Zheng H. Syphilitic Chancre of the Lips Transmitted by Kissing: A case report and review of the literature. Medicine (Baltimore). 2016;95(14):e3303.
12. Peeling RW, Mabey D, Kamb ML, Chen XS, Radolf JD, Benzaken AS. Syphilis. Nat Rev Dis Primers. 2017;12(3):17073.
13. Lewis DA. Chancroid: clinical manifestations, diagnosis, and management. Sex Transm Infect. 2003;79(1):68–71.
14. Kemp M, Christensen JJ, Lautenschlager S, Vall-Mayans M, Moi H. European guideline for the management of chancroid, 2011. Int J STD AIDS. 2011;22(5):241–4.
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: Referências 1. Workowski KA, Berman S; Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Sexually transmitted diseases treatment guidelines, 2010. MMWR Recomm Rep. 2010;59 RR-12:1–110.
2. Newman L, Rowley J, Vander Hoorn S, Wijesooriya NS, Unemo M, Low N, Stevens G, Gottlieb S, Kiarie J, Temmerman M. Global Estimates of the Prevalence and Incidence of Four Curable Sexually Transmitted Infections in 2012 Based on Systematic Review and Global Reporting. PLoS One. 2015;10(12):e0143304. 8Herpes e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº102 | 2018virus type 1 and type 2 in young women. Clin Infect Dis. 2013;56(3):344–51.
4. Looker KJ, Magaret AS, Turner KM, Vickerman P , Gottlieb SL, Newman LM. Global estimates of prevalent and incident herpes simplex virus type 2 infections in 2012. PLoS One. 2015;10(1):e114989 [Correction on: PLoS One. 2015;10(5):e0128615]. 5. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Seroprevalence of herpes simplex virus type 2 among persons aged 14-49 years—United States, 2005-2008. MMWR Morb Mortal Wkly Rep. 2010;59(15):456–9.
6. Satterwhite CL, Torrone E, Meites E, Dunne EF, Mahajan R, Ocfemia MC, et al. Sexually transmitted infections among US women and men: prevalence and incidence estimates, 2008. Sex Transm Dis. 2013;40(3):187–93.
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passage: . Em alguns casos, também podem surgir dor para movimentar a boca, febre ou mal estar geral. Leia também: Como identificar os sintomas de herpes labial tuasaude.com/como-identificar-a-herpes Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do herpes labial é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico dos lábios, observando as características da lesão. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não são necessário s exames complementares, no entanto, em alguns casos, o médico pode coletar uma amostra do líquido das bolhas para identificar o tipo de vírus. Possíveis causas A herpes labial é causada pelo vírus Herpes simplex, principalmente o tipo 1 (HSV-1). Esse vírus é transmitido através do contato direto com a ferida da herpes de outra pessoa ou por compartilhar copos ou pelo contato íntimo desprotegido. Geralmente, o vírus da herpes fica adormecido dentro de nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está mais enfraquecido, como é o caso da gravidez
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: . Assim, o ideal é consultar o ginecologista para saber se é possível ter relações durante o uso do creme vaginal com segurança e tirar todas as suas dúvidas sobre o tratamento indicado.
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passage: . Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-e No entanto, é importante que o obstetra seja consultado para avaliar a necessidade de iniciar o tratamento com antivirais ainda durante a gestação para diminuir o risco de transmissão para o bebê. Riscos para o bebê O risco de contaminação do bebê é maior quando a grávida é infectada pela primeira vez com o vírus do herpes genital durante a gestação, principalmente no 3ª trimestre, porque a grávida não tem tempo de produzir anticorpos, sendo menor o risco em casos de herpes genital recorrente. Os riscos da transmissão do vírus para o bebê incluem o aborto, ocorrência de malformações, como problemas de pele, olhos e boca, infecções do sistema nervoso, como encefalite ou hidrocefalia e hepatite. Teste online de sintomas de herpes genital Para saber a possibilidade de ter herpes genital, por favor, marque abaixo os sintomas que apresenta: 1. Uma ou mais vesículas (pequenas bolhas) na região íntima Sim Não 2. Uma ou mais feridas na região genital ou anal, nádega ou parte superior da coxa Sim Não 3. Dor ou desconforto na região íntima Sim Não 4. Sensação de mal estar geral Sim Não 5. Caroços ou ínguas na virilha Sim Não 6
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: ComplicaçõesInfecção no sistema nervoso central (meningite/encefalites) ou doença disseminada.
Figura 62.28 Paciente infectada por HIV com quadro grave de herpes genital. Tais lesões não cedem commedicação oral. Em geral é necessário hospitalização e administração de aciclovir venoso.
Figura 62.29 Citologia de esfregaço de lesão de herpes genital visualizando o efeito citopático típico, qual seja,multinucleação.
Figura 62.31 Lesões múltiplas exulceradas com halos de hiperemia características de herpes genital.
Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
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passage: 6. Organização Mundial da Saúde (OMS). CID-10 Classi/f_i cação Estatística Internacional de Doençaas e Problemas Relacionados à Saúde. 10a rev. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2014. vol.1. 271p.
20Úlceras genitaisProtocolos Febrasgo | Nº1 | 20182007;11(2):254–60.
8. do Amaral RL, Giraldo PC, Cursino K, Gonçalves AK, Eleutério J Jr, Giraldo H. Nodular vulvar herpes in an HIV-positive woman. Int J Gynaecol Obstet. 2009;107(3):255.
9. Costa Clemens SA, Farhat CK. Rev. Soroprevalência de herpes simples no Brasil. Saúde Pública 2010;44(4):726-34.
10. Groves MJ. Genital herpes: A review. Am Fam Physician. 2016;93(11):928–34.
11. Yu X, Zheng H. Syphilitic Chancre of the Lips Transmitted by Kissing: A case report and review of the literature. Medicine (Baltimore). 2016;95(14):e3303.
12. Peeling RW, Mabey D, Kamb ML, Chen XS, Radolf JD, Benzaken AS. Syphilis. Nat Rev Dis Primers. 2017;12(3):17073.
13. Lewis DA. Chancroid: clinical manifestations, diagnosis, and management. Sex Transm Infect. 2003;79(1):68–71.
14. Kemp M, Christensen JJ, Lautenschlager S, Vall-Mayans M, Moi H. European guideline for the management of chancroid, 2011. Int J STD AIDS. 2011;22(5):241–4.
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: Referências 1. Workowski KA, Berman S; Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Sexually transmitted diseases treatment guidelines, 2010. MMWR Recomm Rep. 2010;59 RR-12:1–110.
2. Newman L, Rowley J, Vander Hoorn S, Wijesooriya NS, Unemo M, Low N, Stevens G, Gottlieb S, Kiarie J, Temmerman M. Global Estimates of the Prevalence and Incidence of Four Curable Sexually Transmitted Infections in 2012 Based on Systematic Review and Global Reporting. PLoS One. 2015;10(12):e0143304. 8Herpes e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº102 | 2018virus type 1 and type 2 in young women. Clin Infect Dis. 2013;56(3):344–51.
4. Looker KJ, Magaret AS, Turner KM, Vickerman P , Gottlieb SL, Newman LM. Global estimates of prevalent and incident herpes simplex virus type 2 infections in 2012. PLoS One. 2015;10(1):e114989 [Correction on: PLoS One. 2015;10(5):e0128615]. 5. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Seroprevalence of herpes simplex virus type 2 among persons aged 14-49 years—United States, 2005-2008. MMWR Morb Mortal Wkly Rep. 2010;59(15):456–9.
6. Satterwhite CL, Torrone E, Meites E, Dunne EF, Mahajan R, Ocfemia MC, et al. Sexually transmitted infections among US women and men: prevalence and incidence estimates, 2008. Sex Transm Dis. 2013;40(3):187–93.
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passage: Herpes genital na gravidez: riscos, o que fazer e como tratar Herpes genital na gravidez pode ser perigoso, pois existe o risco da gestante transmitir o vírus para o bebê no momento do parto, podendo provocar a morte ou graves problemas neurológicos no bebê. Embora seja raro, também pode ocorrer transmissão durante a gestação, o que geralmente pode levar à morte fetal. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Apesar disso, a transmissão nem sempre acontece e muitas mulheres com herpes genital inativo no momento da passagem pelo canal de parto, têm bebês saudáveis. Porém, no caso das mulheres que apresentam herpes genital ativa no momento do parto, é recomendado que seja realizada a cesariana para evitar a infecção do bebê. Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-e No entanto, é importante que o obstetra seja consultado para avaliar a necessidade de iniciar o tratamento com antivirais ainda durante a gestação para diminuir o risco de transmissão para o bebê
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Olá! Entendo a sua confusão, pois essa é uma dúvida bastante comum. É verdade que o herpes labial e o herpes genital são causados, na maioria das vezes, por tipos diferentes do vírus Herpes simplex (HSV). Geralmente, o herpes labial é causado pelo HSV-1 e o herpes genital pelo HSV-2.
No entanto, é importante esclarecer que, sim, é possível que o herpes labial seja transmitido para a região genital e vice-versa. Embora o HSV-1 seja mais comum nos lábios e o HSV-2 na região genital, ambos os tipos de vírus podem infectar ambas as áreas do corpo. Isso geralmente acontece através do contato direto, como por exemplo, através do sexo oral sem proteção ou por autoinoculação (quando a pessoa toca a lesão nos lábios e depois toca a região genital).
O que pode ter acontecido é que o seu ginecologista quis simplificar a explicação ou talvez tenha considerado a probabilidade estatística mais comum, que é o HSV-2 causando herpes genital. Mas, tecnicamente, a transmissão cruzada é possível.
Por isso, é sempre importante tomar precauções para evitar a transmissão do vírus, como evitar o contato íntimo quando houver lesões ativas, não compartilhar objetos pessoais (como batons, lâminas de barbear e toalhas) e lavar bem as mãos após tocar em uma lesão.
Se você tiver lesões na região genital ou labial, procure um médico para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado. O tratamento com antivirais, como o aciclovir, pode ajudar a controlar os surtos e reduzir a frequência e a gravidade das crises. Lembre-se que, no caso de gravidez, o uso de antivirais requer uma avaliação cuidadosa dos benefícios e riscos, principalmente no primeiro trimestre.
Além disso, se você tiver dúvidas sobre como prevenir a transmissão do herpes, converse com seu médico. Ele poderá te dar orientações personalizadas e te ajudar a tomar decisões informadas sobre sua saúde sexual.
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Quais são as melhores comidas para quem tem síndrome dos ovários policísticos?
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O melhor de tudo é evitar o consumo frequente de alimentos industrializados e ultraprocessados, e ter como base os alimentos naturais, in natura ou minimamente processados. É importante incluir alimentos ricos em fibras, como aveia, psyllium, alimentos integrais, frutas com casca e saladas folhosas. Também é essencial focar em alimentos orgânicos, além de incluir fontes de proteína de boa qualidade, como peixe, frango, feijão, soja, grão-de-bico e lentilha. Alimentos ricos em gorduras saudáveis, como coco, abacate, oleaginosas e azeite de oliva, devem estar presentes na dieta. Essas são as orientações mais gerais que posso oferecer. Ressalto a importância de ter um acompanhamento nutricional individualizado, pois a síndrome dos ovários policísticos tem total interação com a alimentação. Para sabermos as melhores condutas, é necessário analisar os fatores hormonais. É apenas entendendo a sua individualidade que poderemos avançar. Estou à disposição. Atenciosamente, Nutri Thamy.
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: . Ingredientes: 1 colher (de chá) de pó da raiz de shatavari; 250 mL de água fervente. Modo de preparo: Adicionar o pó de shatavari na xícara com água fervente. Misturar, esperar amornar e beber 2 xícaras por dia. 6. Chá de saw palmetto O chá de saw palmetto pode ser usado tanto em mulheres como em homens, porque contém ácidos graxos e fitoestrogênios que promovem o correto funcionamento dos ovários, especialmente em mulheres com síndrome dos ovários policísticos, além de atuar sobre a produção de espermatozoides e a saúde dos testículos, no homem. Ingredientes: 1 colher (de sopa) do pó de saw palmetto; 1 copo de água. Modo de preparo: Adicionar o pó de saw palmetto no copo com água e misturar até dissolver o pó completamente. Beber 2 vezes ao dia. A chá de saw palmetto não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação, e por pessoas com problemas de coagulação no sangue como hemofilia, doenças no fígado como insuficiência hepática ou problemas no pâncreas, como pancreatite, por exemplo. 7. Suco de laranja, espinafre e aveia O suco de laranja, espinafre e aveia é rico em vitaminas A, B6 e C, e zinco importantes para melhorar as funções reprodutoras do corpo, tanto para homens como para mulheres. Ingredientes: 1 xícara (de chá) espinafre picado; 1 laranja; 1 colher (de sopa) de aveia
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: . Ingredientes: 1 colher (de chá) de pó da raiz de shatavari; 250 mL de água fervente. Modo de preparo: Adicionar o pó de shatavari na xícara com água fervente. Misturar, esperar amornar e beber 2 xícaras por dia. 6. Chá de saw palmetto O chá de saw palmetto pode ser usado tanto em mulheres como em homens, porque contém ácidos graxos e fitoestrogênios que promovem o correto funcionamento dos ovários, especialmente em mulheres com síndrome dos ovários policísticos, além de atuar sobre a produção de espermatozoides e a saúde dos testículos, no homem. Ingredientes: 1 colher (de sopa) do pó de saw palmetto; 1 copo de água. Modo de preparo: Adicionar o pó de saw palmetto no copo com água e misturar até dissolver o pó completamente. Beber 2 vezes ao dia. A chá de saw palmetto não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação, e por pessoas com problemas de coagulação no sangue como hemofilia, doenças no fígado como insuficiência hepática ou problemas no pâncreas, como pancreatite, por exemplo. 7. Suco de laranja, espinafre e aveia O suco de laranja, espinafre e aveia é rico em vitaminas A, B6 e C, e zinco importantes para melhorar as funções reprodutoras do corpo, tanto para homens como para mulheres. Ingredientes: 1 xícara (de chá) espinafre picado; 1 laranja; 1 colher (de sopa) de aveia
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: . Ingredientes: 1 colher (de chá) de pó da raiz de shatavari; 250 mL de água fervente. Modo de preparo: Adicionar o pó de shatavari na xícara com água fervente. Misturar, esperar amornar e beber 2 xícaras por dia. 6. Chá de saw palmetto O chá de saw palmetto pode ser usado tanto em mulheres como em homens, porque contém ácidos graxos e fitoestrogênios que promovem o correto funcionamento dos ovários, especialmente em mulheres com síndrome dos ovários policísticos, além de atuar sobre a produção de espermatozoides e a saúde dos testículos, no homem. Ingredientes: 1 colher (de sopa) do pó de saw palmetto; 1 copo de água. Modo de preparo: Adicionar o pó de saw palmetto no copo com água e misturar até dissolver o pó completamente. Beber 2 vezes ao dia. A chá de saw palmetto não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação, e por pessoas com problemas de coagulação no sangue como hemofilia, doenças no fígado como insuficiência hepática ou problemas no pâncreas, como pancreatite, por exemplo. 7. Suco de laranja, espinafre e aveia O suco de laranja, espinafre e aveia é rico em vitaminas A, B6 e C, e zinco importantes para melhorar as funções reprodutoras do corpo, tanto para homens como para mulheres. Ingredientes: 1 xícara (de chá) espinafre picado; 1 laranja; 1 colher (de sopa) de aveia
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: ■ Otimização do pesoMulheres obesasA função ovariana depende do peso. O percentual baixo de teor de gordura corporal está associado a hipogonadismo hi-potalâmico. Por outro lado, a gordura corporal central está associada à resistência insulínica e contribui para a disfunção ovariana em muitas mulheres portadoras da síndrome do ová-rio policístico (SOP). Em muitos casos, mudanças no estilo de vida em mulheres inférteis com excesso de peso e portadoras de SOP resultam em redução da gordura central e melhora na sensibilidade à insulina, redução na hiperandrogenemia e na concentração do hormônio luteinizante (LH) e recuperação da fertilidade normal (Hoeger, 2001; Kiddy, 1992). Mesmo redu-ções de 5 a 10% no peso corporal têm se mostrado benéficas nessas mulheres (Tabela 20-2) (Kiddy, 1992; Pasquali, 1989). Além de dietas, os exercícios também melhoram a sensibili-dade insulínica. A perda de peso e os exercícios têm baixo custo e podem ser recomendados como tratamento de primeira linha em obesas portadoras de SOP .
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: . Ingredientes: 1 colher (de chá) de pó da raiz de shatavari; 250 mL de água fervente. Modo de preparo: Adicionar o pó de shatavari na xícara com água fervente. Misturar, esperar amornar e beber 2 xícaras por dia. 6. Chá de saw palmetto O chá de saw palmetto pode ser usado tanto em mulheres como em homens, porque contém ácidos graxos e fitoestrogênios que promovem o correto funcionamento dos ovários, especialmente em mulheres com síndrome dos ovários policísticos, além de atuar sobre a produção de espermatozoides e a saúde dos testículos, no homem. Ingredientes: 1 colher (de sopa) do pó de saw palmetto; 1 copo de água. Modo de preparo: Adicionar o pó de saw palmetto no copo com água e misturar até dissolver o pó completamente. Beber 2 vezes ao dia. A chá de saw palmetto não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação, e por pessoas com problemas de coagulação no sangue como hemofilia, doenças no fígado como insuficiência hepática ou problemas no pâncreas, como pancreatite, por exemplo. 7. Suco de laranja, espinafre e aveia O suco de laranja, espinafre e aveia é rico em vitaminas A, B6 e C, e zinco importantes para melhorar as funções reprodutoras do corpo, tanto para homens como para mulheres. Ingredientes: 1 xícara (de chá) espinafre picado; 1 laranja; 1 colher (de sopa) de aveia
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: ■ Otimização do pesoMulheres obesasA função ovariana depende do peso. O percentual baixo de teor de gordura corporal está associado a hipogonadismo hi-potalâmico. Por outro lado, a gordura corporal central está associada à resistência insulínica e contribui para a disfunção ovariana em muitas mulheres portadoras da síndrome do ová-rio policístico (SOP). Em muitos casos, mudanças no estilo de vida em mulheres inférteis com excesso de peso e portadoras de SOP resultam em redução da gordura central e melhora na sensibilidade à insulina, redução na hiperandrogenemia e na concentração do hormônio luteinizante (LH) e recuperação da fertilidade normal (Hoeger, 2001; Kiddy, 1992). Mesmo redu-ções de 5 a 10% no peso corporal têm se mostrado benéficas nessas mulheres (Tabela 20-2) (Kiddy, 1992; Pasquali, 1989). Além de dietas, os exercícios também melhoram a sensibili-dade insulínica. A perda de peso e os exercícios têm baixo custo e podem ser recomendados como tratamento de primeira linha em obesas portadoras de SOP .
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passage: 21. Nybacka Å, Carlström K, Ståhle A, Nyrén S, Hellström PM, Hirschberg AL. Randomized comparison of the influence of dietary management and/or physical exercise on ovarian function and metabolic parameters in overweight women with polycystic ovary syndrome. Fertil Steril. 2011;96(6):1508–13.
22. Mehrabani HH, Salehpour S, Amiri Z, Farahani SJ, Meyer BJ, Tahbaz F. Beneficial effects of a high-protein, low-glycemic-load hypocaloric diet in overweight and obese women with polycystic ovary syndrome: a randomized controlled intervention study. J Am Coll Nutr. 2012;31(2):117–25.
23. Graff SK, Mário FM, Alves BC, Spritzer PM. Dietary glycemic index is associated with less favorable anthropometric and metabolic profiles in polycystic ovary syndrome women with different phenotypes. Fertil Steril. 2013;100(4):1081–8.
24. Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Síndrome dos Ovários Policísticos. São Paulo: Febrasgo. 2018. Cap. 8, p. 87-102. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, nº 4, Comissão Nacional Especializada de Ginecologia Endócrina).
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: . Ingredientes: 1 colher (de chá) de pó da raiz de shatavari; 250 mL de água fervente. Modo de preparo: Adicionar o pó de shatavari na xícara com água fervente. Misturar, esperar amornar e beber 2 xícaras por dia. 6. Chá de saw palmetto O chá de saw palmetto pode ser usado tanto em mulheres como em homens, porque contém ácidos graxos e fitoestrogênios que promovem o correto funcionamento dos ovários, especialmente em mulheres com síndrome dos ovários policísticos, além de atuar sobre a produção de espermatozoides e a saúde dos testículos, no homem. Ingredientes: 1 colher (de sopa) do pó de saw palmetto; 1 copo de água. Modo de preparo: Adicionar o pó de saw palmetto no copo com água e misturar até dissolver o pó completamente. Beber 2 vezes ao dia. A chá de saw palmetto não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação, e por pessoas com problemas de coagulação no sangue como hemofilia, doenças no fígado como insuficiência hepática ou problemas no pâncreas, como pancreatite, por exemplo. 7. Suco de laranja, espinafre e aveia O suco de laranja, espinafre e aveia é rico em vitaminas A, B6 e C, e zinco importantes para melhorar as funções reprodutoras do corpo, tanto para homens como para mulheres. Ingredientes: 1 xícara (de chá) espinafre picado; 1 laranja; 1 colher (de sopa) de aveia
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: ■ Otimização do pesoMulheres obesasA função ovariana depende do peso. O percentual baixo de teor de gordura corporal está associado a hipogonadismo hi-potalâmico. Por outro lado, a gordura corporal central está associada à resistência insulínica e contribui para a disfunção ovariana em muitas mulheres portadoras da síndrome do ová-rio policístico (SOP). Em muitos casos, mudanças no estilo de vida em mulheres inférteis com excesso de peso e portadoras de SOP resultam em redução da gordura central e melhora na sensibilidade à insulina, redução na hiperandrogenemia e na concentração do hormônio luteinizante (LH) e recuperação da fertilidade normal (Hoeger, 2001; Kiddy, 1992). Mesmo redu-ções de 5 a 10% no peso corporal têm se mostrado benéficas nessas mulheres (Tabela 20-2) (Kiddy, 1992; Pasquali, 1989). Além de dietas, os exercícios também melhoram a sensibili-dade insulínica. A perda de peso e os exercícios têm baixo custo e podem ser recomendados como tratamento de primeira linha em obesas portadoras de SOP .
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passage: 21. Nybacka Å, Carlström K, Ståhle A, Nyrén S, Hellström PM, Hirschberg AL. Randomized comparison of the influence of dietary management and/or physical exercise on ovarian function and metabolic parameters in overweight women with polycystic ovary syndrome. Fertil Steril. 2011;96(6):1508–13.
22. Mehrabani HH, Salehpour S, Amiri Z, Farahani SJ, Meyer BJ, Tahbaz F. Beneficial effects of a high-protein, low-glycemic-load hypocaloric diet in overweight and obese women with polycystic ovary syndrome: a randomized controlled intervention study. J Am Coll Nutr. 2012;31(2):117–25.
23. Graff SK, Mário FM, Alves BC, Spritzer PM. Dietary glycemic index is associated with less favorable anthropometric and metabolic profiles in polycystic ovary syndrome women with different phenotypes. Fertil Steril. 2013;100(4):1081–8.
24. Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Síndrome dos Ovários Policísticos. São Paulo: Febrasgo. 2018. Cap. 8, p. 87-102. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, nº 4, Comissão Nacional Especializada de Ginecologia Endócrina).
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: . Ingredientes: 1 colher (de chá) de pó da raiz de shatavari; 250 mL de água fervente. Modo de preparo: Adicionar o pó de shatavari na xícara com água fervente. Misturar, esperar amornar e beber 2 xícaras por dia. 6. Chá de saw palmetto O chá de saw palmetto pode ser usado tanto em mulheres como em homens, porque contém ácidos graxos e fitoestrogênios que promovem o correto funcionamento dos ovários, especialmente em mulheres com síndrome dos ovários policísticos, além de atuar sobre a produção de espermatozoides e a saúde dos testículos, no homem. Ingredientes: 1 colher (de sopa) do pó de saw palmetto; 1 copo de água. Modo de preparo: Adicionar o pó de saw palmetto no copo com água e misturar até dissolver o pó completamente. Beber 2 vezes ao dia. A chá de saw palmetto não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação, e por pessoas com problemas de coagulação no sangue como hemofilia, doenças no fígado como insuficiência hepática ou problemas no pâncreas, como pancreatite, por exemplo. 7. Suco de laranja, espinafre e aveia O suco de laranja, espinafre e aveia é rico em vitaminas A, B6 e C, e zinco importantes para melhorar as funções reprodutoras do corpo, tanto para homens como para mulheres. Ingredientes: 1 xícara (de chá) espinafre picado; 1 laranja; 1 colher (de sopa) de aveia
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: ■ Otimização do pesoMulheres obesasA função ovariana depende do peso. O percentual baixo de teor de gordura corporal está associado a hipogonadismo hi-potalâmico. Por outro lado, a gordura corporal central está associada à resistência insulínica e contribui para a disfunção ovariana em muitas mulheres portadoras da síndrome do ová-rio policístico (SOP). Em muitos casos, mudanças no estilo de vida em mulheres inférteis com excesso de peso e portadoras de SOP resultam em redução da gordura central e melhora na sensibilidade à insulina, redução na hiperandrogenemia e na concentração do hormônio luteinizante (LH) e recuperação da fertilidade normal (Hoeger, 2001; Kiddy, 1992). Mesmo redu-ções de 5 a 10% no peso corporal têm se mostrado benéficas nessas mulheres (Tabela 20-2) (Kiddy, 1992; Pasquali, 1989). Além de dietas, os exercícios também melhoram a sensibili-dade insulínica. A perda de peso e os exercícios têm baixo custo e podem ser recomendados como tratamento de primeira linha em obesas portadoras de SOP .
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passage: 21. Nybacka Å, Carlström K, Ståhle A, Nyrén S, Hellström PM, Hirschberg AL. Randomized comparison of the influence of dietary management and/or physical exercise on ovarian function and metabolic parameters in overweight women with polycystic ovary syndrome. Fertil Steril. 2011;96(6):1508–13.
22. Mehrabani HH, Salehpour S, Amiri Z, Farahani SJ, Meyer BJ, Tahbaz F. Beneficial effects of a high-protein, low-glycemic-load hypocaloric diet in overweight and obese women with polycystic ovary syndrome: a randomized controlled intervention study. J Am Coll Nutr. 2012;31(2):117–25.
23. Graff SK, Mário FM, Alves BC, Spritzer PM. Dietary glycemic index is associated with less favorable anthropometric and metabolic profiles in polycystic ovary syndrome women with different phenotypes. Fertil Steril. 2013;100(4):1081–8.
24. Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Síndrome dos Ovários Policísticos. São Paulo: Febrasgo. 2018. Cap. 8, p. 87-102. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, nº 4, Comissão Nacional Especializada de Ginecologia Endócrina).
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: . Além disso, a vitamina B12 reduz os níveis de homocisteína no corpo, devido a sua ação antioxidante e anti-inflamatória, possivelmente melhorando o perfil metabólico de mulheres com ovários policísticos, que é uma causa de dificuldade para engravidar. Como consumir: a vitamina B12 pode ser encontrada na forma de suplementos ou em alimentos como peixes, carnes, ovos e laticínios. Confira os principais alimentos ricos em vitamina B12. 3. Vitamina B6 A vitamina B6, ou piridoxina, é importante para regular processos químicos no corpo, já que participa de diversas reações metabólicas, principalmente as relacionadas com os aminoácidos e as enzimas. Essa vitamina contribui para a fase lútea do ciclo menstrual que ocorre logo após a ovulação, sendo importante para a implantação do embrião, além de reduzir os níveis de homocisteína no corpo, aumentando as chances de gravidez. O excesso de homocisteína também está relacionada a menor qualidade de esperma no homem, o que pode reduzir a chance de uma gravidez. Como consumir: além de ser encontrada a forma de suplementos, alguns alimentos ricos em vitamina B6 são banana, peixe ou frango, por exemplo. Confira a lista completa de alimentos ricos em vitamina B6. 4
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: . Ingredientes: 1 colher (de chá) de pó da raiz de shatavari; 250 mL de água fervente. Modo de preparo: Adicionar o pó de shatavari na xícara com água fervente. Misturar, esperar amornar e beber 2 xícaras por dia. 6. Chá de saw palmetto O chá de saw palmetto pode ser usado tanto em mulheres como em homens, porque contém ácidos graxos e fitoestrogênios que promovem o correto funcionamento dos ovários, especialmente em mulheres com síndrome dos ovários policísticos, além de atuar sobre a produção de espermatozoides e a saúde dos testículos, no homem. Ingredientes: 1 colher (de sopa) do pó de saw palmetto; 1 copo de água. Modo de preparo: Adicionar o pó de saw palmetto no copo com água e misturar até dissolver o pó completamente. Beber 2 vezes ao dia. A chá de saw palmetto não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação, e por pessoas com problemas de coagulação no sangue como hemofilia, doenças no fígado como insuficiência hepática ou problemas no pâncreas, como pancreatite, por exemplo. 7. Suco de laranja, espinafre e aveia O suco de laranja, espinafre e aveia é rico em vitaminas A, B6 e C, e zinco importantes para melhorar as funções reprodutoras do corpo, tanto para homens como para mulheres. Ingredientes: 1 xícara (de chá) espinafre picado; 1 laranja; 1 colher (de sopa) de aveia
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: ■ Otimização do pesoMulheres obesasA função ovariana depende do peso. O percentual baixo de teor de gordura corporal está associado a hipogonadismo hi-potalâmico. Por outro lado, a gordura corporal central está associada à resistência insulínica e contribui para a disfunção ovariana em muitas mulheres portadoras da síndrome do ová-rio policístico (SOP). Em muitos casos, mudanças no estilo de vida em mulheres inférteis com excesso de peso e portadoras de SOP resultam em redução da gordura central e melhora na sensibilidade à insulina, redução na hiperandrogenemia e na concentração do hormônio luteinizante (LH) e recuperação da fertilidade normal (Hoeger, 2001; Kiddy, 1992). Mesmo redu-ções de 5 a 10% no peso corporal têm se mostrado benéficas nessas mulheres (Tabela 20-2) (Kiddy, 1992; Pasquali, 1989). Além de dietas, os exercícios também melhoram a sensibili-dade insulínica. A perda de peso e os exercícios têm baixo custo e podem ser recomendados como tratamento de primeira linha em obesas portadoras de SOP .
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passage: 21. Nybacka Å, Carlström K, Ståhle A, Nyrén S, Hellström PM, Hirschberg AL. Randomized comparison of the influence of dietary management and/or physical exercise on ovarian function and metabolic parameters in overweight women with polycystic ovary syndrome. Fertil Steril. 2011;96(6):1508–13.
22. Mehrabani HH, Salehpour S, Amiri Z, Farahani SJ, Meyer BJ, Tahbaz F. Beneficial effects of a high-protein, low-glycemic-load hypocaloric diet in overweight and obese women with polycystic ovary syndrome: a randomized controlled intervention study. J Am Coll Nutr. 2012;31(2):117–25.
23. Graff SK, Mário FM, Alves BC, Spritzer PM. Dietary glycemic index is associated with less favorable anthropometric and metabolic profiles in polycystic ovary syndrome women with different phenotypes. Fertil Steril. 2013;100(4):1081–8.
24. Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Síndrome dos Ovários Policísticos. São Paulo: Febrasgo. 2018. Cap. 8, p. 87-102. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, nº 4, Comissão Nacional Especializada de Ginecologia Endócrina).
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: . Além disso, a vitamina B12 reduz os níveis de homocisteína no corpo, devido a sua ação antioxidante e anti-inflamatória, possivelmente melhorando o perfil metabólico de mulheres com ovários policísticos, que é uma causa de dificuldade para engravidar. Como consumir: a vitamina B12 pode ser encontrada na forma de suplementos ou em alimentos como peixes, carnes, ovos e laticínios. Confira os principais alimentos ricos em vitamina B12. 3. Vitamina B6 A vitamina B6, ou piridoxina, é importante para regular processos químicos no corpo, já que participa de diversas reações metabólicas, principalmente as relacionadas com os aminoácidos e as enzimas. Essa vitamina contribui para a fase lútea do ciclo menstrual que ocorre logo após a ovulação, sendo importante para a implantação do embrião, além de reduzir os níveis de homocisteína no corpo, aumentando as chances de gravidez. O excesso de homocisteína também está relacionada a menor qualidade de esperma no homem, o que pode reduzir a chance de uma gravidez. Como consumir: além de ser encontrada a forma de suplementos, alguns alimentos ricos em vitamina B6 são banana, peixe ou frango, por exemplo. Confira a lista completa de alimentos ricos em vitamina B6. 4
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passage: DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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Olá! Entendo sua preocupação em relação à alimentação e à Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP). É uma dúvida muito comum e importante, pois a alimentação tem um papel fundamental no controle da síndrome e na melhora da fertilidade.
O foco principal da alimentação para quem tem SOP é controlar a resistência à insulina, que é uma característica comum da síndrome e pode piorar os sintomas. Portanto, o ideal é priorizar alimentos com baixo índice glicêmico, ou seja, aqueles que liberam açúcar no sangue de forma mais lenta e gradual.
Alguns exemplos de alimentos que podem te ajudar são:
* **Proteínas:** Inclua boas fontes de proteína em todas as refeições, como carnes magras, peixes, ovos, leguminosas (feijão, lentilha, grão de bico) e tofu. As proteínas ajudam a manter a saciedade e estabilizar os níveis de açúcar no sangue.
* **Gorduras saudáveis:** Priorize as gorduras insaturadas, encontradas em abacate, azeite de oliva extra virgem, oleaginosas (nozes, castanhas, amêndoas) e sementes (chia, linhaça). Evite as gorduras saturadas e trans, presentes em alimentos processados e frituras.
* **Carboidratos complexos:** Opte por carboidratos integrais, como arroz integral, quinoa, aveia e pães integrais. Eles são ricos em fibras, que auxiliam na digestão e no controle da glicemia.
* **Vegetais e frutas:** Consuma uma grande variedade de vegetais e frutas, principalmente aqueles com baixo índice glicêmico, como folhas verdes, brócolis, couve-flor, abobrinha, pepino, tomate, frutas vermelhas, maçã e pera.
* **Alimentos anti-inflamatórios:** Inclua alimentos com propriedades anti-inflamatórias, como salmão, sardinha, atum, gengibre, cúrcuma e azeite de oliva extra virgem.
Além desses alimentos, alguns chás também podem ser benéficos, como o chá de saw palmetto e o chá de shatavari, mas é importante lembrar que o chá de saw palmetto não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação, e por pessoas com problemas de coagulação no sangue.
**O que evitar:**
* **Açúcar:** Evite o consumo de açúcar refinado, doces, refrigerantes e sucos industrializados.
* **Alimentos processados:** Evite alimentos industrializados, ricos em sódio, gorduras saturadas e trans.
* **Carboidratos refinados:** Evite pães brancos, arroz branco, massas e farinha branca.
Lembre
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Os ovários policísticos são detectados na histerossalpingografia?
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A síndrome dos ovários policísticos está relacionada a uma anovulação crônica, pois os folículos ovarianos crescem, mas não têm energia suficiente para se romper e liberar o óvulo. Assim, os ovários ficam repletos de folículos não rompidos, que podem ser visualizados com facilidade no exame de ultrassonografia; no entanto, não são visíveis na histerossalpingografia, que é um exame de raios-X, e não de ultrassom.
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passage: Por outro lado, outros achados não têm valor diagnóstico. Por exemplo, a aparência típica de “colar de pérola negra”, na qual os folículos são distribuídos em linha logo abaixo da cáp-sula, e a percepção de aumento na ecogenicidade estromal são achados que foram eliminados como critérios diagnósticos. Além disso, o ovário policístico não deve ser confundido com ovário multicístico, que tem tamanho normal, contém seis ou mais folículos sem deslocamento periférico e não apresentam aumento no volume estromal central.
Alguns estudos utilizando ultrassonografia mostraram que pelo menos 23% das mulheres jovens têm ovários com mor-fologia de SOP , embora muitas delas não apresentem outros sintomas da SOP (Clayton, 1992; Polson, 1988). Além disso, com frequência, a aparência policística dos ovários é encontra-da em outras condições com excesso de androgênios, como, por exemplo, HSRC, síndrome de Cushing e uso exógeno de medicamentos androgênicos. Por essa razão, a morfologia da SOP encontrada nos exames ultrassonográficos não pode ser usada isoladamente para firmar o diagnóstico de SOP .
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passage: Por outro lado, outros achados não têm valor diagnóstico. Por exemplo, a aparência típica de “colar de pérola negra”, na qual os folículos são distribuídos em linha logo abaixo da cáp-sula, e a percepção de aumento na ecogenicidade estromal são achados que foram eliminados como critérios diagnósticos. Além disso, o ovário policístico não deve ser confundido com ovário multicístico, que tem tamanho normal, contém seis ou mais folículos sem deslocamento periférico e não apresentam aumento no volume estromal central.
Alguns estudos utilizando ultrassonografia mostraram que pelo menos 23% das mulheres jovens têm ovários com mor-fologia de SOP , embora muitas delas não apresentem outros sintomas da SOP (Clayton, 1992; Polson, 1988). Além disso, com frequência, a aparência policística dos ovários é encontra-da em outras condições com excesso de androgênios, como, por exemplo, HSRC, síndrome de Cushing e uso exógeno de medicamentos androgênicos. Por essa razão, a morfologia da SOP encontrada nos exames ultrassonográficos não pode ser usada isoladamente para firmar o diagnóstico de SOP .
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passage: Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos.
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passage: Por outro lado, outros achados não têm valor diagnóstico. Por exemplo, a aparência típica de “colar de pérola negra”, na qual os folículos são distribuídos em linha logo abaixo da cáp-sula, e a percepção de aumento na ecogenicidade estromal são achados que foram eliminados como critérios diagnósticos. Além disso, o ovário policístico não deve ser confundido com ovário multicístico, que tem tamanho normal, contém seis ou mais folículos sem deslocamento periférico e não apresentam aumento no volume estromal central.
Alguns estudos utilizando ultrassonografia mostraram que pelo menos 23% das mulheres jovens têm ovários com mor-fologia de SOP , embora muitas delas não apresentem outros sintomas da SOP (Clayton, 1992; Polson, 1988). Além disso, com frequência, a aparência policística dos ovários é encontra-da em outras condições com excesso de androgênios, como, por exemplo, HSRC, síndrome de Cushing e uso exógeno de medicamentos androgênicos. Por essa razão, a morfologia da SOP encontrada nos exames ultrassonográficos não pode ser usada isoladamente para firmar o diagnóstico de SOP .
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passage: Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos.
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passage: Reproduzida da American Diabetes Association, 2010.
Hoffman_17.indd 472 03/10/13 17:02473que o exame ultrassonográfico da pelve é comumente utiliza-do na avaliação de ovários de mulheres sob suspeitade SOP . A ultrassonografia é particularmente importante nos casos de mulheres com SOP que estejam fazendo tratamento para fertilidade e naquelas com sinais de virilização. As abordagens transvaginais de alta definição são bastante eficazes e possuem taxas de detecção de SOP mais elevadas que a via transabdo-minal. Entretanto, a via transabdominal é preferida nos casos de adolescentes virgens.
Os critérios ultrassonográficos para ovários policísticos da conferência de Rotterdam de 2003 incluem $ 12 cistos peque-nos (2 a 9 mm de diâmetro) ou volume ovariano aumentado (. 10 mL), ou ambos (Fig. 17-11). Com frequência, há maior quantidade de estroma em relação ao número de folículos (Ba-len, 2003). Apenas um ovário com essas características é su-ficiente para definir a SOP . Entretanto, esses critérios não se aplicam a mulheres que usam contraceptivos orais combinados (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Sponsored PCOS Consen-sus Workshop Group, 2004).
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passage: Por outro lado, outros achados não têm valor diagnóstico. Por exemplo, a aparência típica de “colar de pérola negra”, na qual os folículos são distribuídos em linha logo abaixo da cáp-sula, e a percepção de aumento na ecogenicidade estromal são achados que foram eliminados como critérios diagnósticos. Além disso, o ovário policístico não deve ser confundido com ovário multicístico, que tem tamanho normal, contém seis ou mais folículos sem deslocamento periférico e não apresentam aumento no volume estromal central.
Alguns estudos utilizando ultrassonografia mostraram que pelo menos 23% das mulheres jovens têm ovários com mor-fologia de SOP , embora muitas delas não apresentem outros sintomas da SOP (Clayton, 1992; Polson, 1988). Além disso, com frequência, a aparência policística dos ovários é encontra-da em outras condições com excesso de androgênios, como, por exemplo, HSRC, síndrome de Cushing e uso exógeno de medicamentos androgênicos. Por essa razão, a morfologia da SOP encontrada nos exames ultrassonográficos não pode ser usada isoladamente para firmar o diagnóstico de SOP .
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passage: Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos.
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passage: Reproduzida da American Diabetes Association, 2010.
Hoffman_17.indd 472 03/10/13 17:02473que o exame ultrassonográfico da pelve é comumente utiliza-do na avaliação de ovários de mulheres sob suspeitade SOP . A ultrassonografia é particularmente importante nos casos de mulheres com SOP que estejam fazendo tratamento para fertilidade e naquelas com sinais de virilização. As abordagens transvaginais de alta definição são bastante eficazes e possuem taxas de detecção de SOP mais elevadas que a via transabdo-minal. Entretanto, a via transabdominal é preferida nos casos de adolescentes virgens.
Os critérios ultrassonográficos para ovários policísticos da conferência de Rotterdam de 2003 incluem $ 12 cistos peque-nos (2 a 9 mm de diâmetro) ou volume ovariano aumentado (. 10 mL), ou ambos (Fig. 17-11). Com frequência, há maior quantidade de estroma em relação ao número de folículos (Ba-len, 2003). Apenas um ovário com essas características é su-ficiente para definir a SOP . Entretanto, esses critérios não se aplicam a mulheres que usam contraceptivos orais combinados (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Sponsored PCOS Consen-sus Workshop Group, 2004).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: Por outro lado, outros achados não têm valor diagnóstico. Por exemplo, a aparência típica de “colar de pérola negra”, na qual os folículos são distribuídos em linha logo abaixo da cáp-sula, e a percepção de aumento na ecogenicidade estromal são achados que foram eliminados como critérios diagnósticos. Além disso, o ovário policístico não deve ser confundido com ovário multicístico, que tem tamanho normal, contém seis ou mais folículos sem deslocamento periférico e não apresentam aumento no volume estromal central.
Alguns estudos utilizando ultrassonografia mostraram que pelo menos 23% das mulheres jovens têm ovários com mor-fologia de SOP , embora muitas delas não apresentem outros sintomas da SOP (Clayton, 1992; Polson, 1988). Além disso, com frequência, a aparência policística dos ovários é encontra-da em outras condições com excesso de androgênios, como, por exemplo, HSRC, síndrome de Cushing e uso exógeno de medicamentos androgênicos. Por essa razão, a morfologia da SOP encontrada nos exames ultrassonográficos não pode ser usada isoladamente para firmar o diagnóstico de SOP .
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passage: Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos.
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passage: Reproduzida da American Diabetes Association, 2010.
Hoffman_17.indd 472 03/10/13 17:02473que o exame ultrassonográfico da pelve é comumente utiliza-do na avaliação de ovários de mulheres sob suspeitade SOP . A ultrassonografia é particularmente importante nos casos de mulheres com SOP que estejam fazendo tratamento para fertilidade e naquelas com sinais de virilização. As abordagens transvaginais de alta definição são bastante eficazes e possuem taxas de detecção de SOP mais elevadas que a via transabdo-minal. Entretanto, a via transabdominal é preferida nos casos de adolescentes virgens.
Os critérios ultrassonográficos para ovários policísticos da conferência de Rotterdam de 2003 incluem $ 12 cistos peque-nos (2 a 9 mm de diâmetro) ou volume ovariano aumentado (. 10 mL), ou ambos (Fig. 17-11). Com frequência, há maior quantidade de estroma em relação ao número de folículos (Ba-len, 2003). Apenas um ovário com essas características é su-ficiente para definir a SOP . Entretanto, esses critérios não se aplicam a mulheres que usam contraceptivos orais combinados (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Sponsored PCOS Consen-sus Workshop Group, 2004).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: Apesar de ser uma causa rara de DPC, é muito frequente as mulheres com resíduos ovarianos sintomáticos queixarem-se de dor cíclica crônica ou dispareunia. O início dos sintomas é variável, podendo começar anos após a cirurgia (Nezhat, 2005).
As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005).
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passage: Por outro lado, outros achados não têm valor diagnóstico. Por exemplo, a aparência típica de “colar de pérola negra”, na qual os folículos são distribuídos em linha logo abaixo da cáp-sula, e a percepção de aumento na ecogenicidade estromal são achados que foram eliminados como critérios diagnósticos. Além disso, o ovário policístico não deve ser confundido com ovário multicístico, que tem tamanho normal, contém seis ou mais folículos sem deslocamento periférico e não apresentam aumento no volume estromal central.
Alguns estudos utilizando ultrassonografia mostraram que pelo menos 23% das mulheres jovens têm ovários com mor-fologia de SOP , embora muitas delas não apresentem outros sintomas da SOP (Clayton, 1992; Polson, 1988). Além disso, com frequência, a aparência policística dos ovários é encontra-da em outras condições com excesso de androgênios, como, por exemplo, HSRC, síndrome de Cushing e uso exógeno de medicamentos androgênicos. Por essa razão, a morfologia da SOP encontrada nos exames ultrassonográficos não pode ser usada isoladamente para firmar o diagnóstico de SOP .
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passage: Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos.
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passage: Reproduzida da American Diabetes Association, 2010.
Hoffman_17.indd 472 03/10/13 17:02473que o exame ultrassonográfico da pelve é comumente utiliza-do na avaliação de ovários de mulheres sob suspeitade SOP . A ultrassonografia é particularmente importante nos casos de mulheres com SOP que estejam fazendo tratamento para fertilidade e naquelas com sinais de virilização. As abordagens transvaginais de alta definição são bastante eficazes e possuem taxas de detecção de SOP mais elevadas que a via transabdo-minal. Entretanto, a via transabdominal é preferida nos casos de adolescentes virgens.
Os critérios ultrassonográficos para ovários policísticos da conferência de Rotterdam de 2003 incluem $ 12 cistos peque-nos (2 a 9 mm de diâmetro) ou volume ovariano aumentado (. 10 mL), ou ambos (Fig. 17-11). Com frequência, há maior quantidade de estroma em relação ao número de folículos (Ba-len, 2003). Apenas um ovário com essas características é su-ficiente para definir a SOP . Entretanto, esses critérios não se aplicam a mulheres que usam contraceptivos orais combinados (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Sponsored PCOS Consen-sus Workshop Group, 2004).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: Apesar de ser uma causa rara de DPC, é muito frequente as mulheres com resíduos ovarianos sintomáticos queixarem-se de dor cíclica crônica ou dispareunia. O início dos sintomas é variável, podendo começar anos após a cirurgia (Nezhat, 2005).
As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005).
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passage: Nesse ensaio, as mulheres foram randomizadas em dois grupos, antes do tratamento com inseminação intrauterina (IIU) (Perez-Medina, 2005). O primeiro grupo foi submeti-do à polipectomia. O segundo fez apenas biópsia histeroscó-pica do pólipo para obter confirmação histológica. T odas as pacientes foram observadas durante três ciclos, antes de serem submetidas a quatro ciclos de IIU. A taxa de gravidez no gru-po de polipectomia foi mais de duas vezes superior indepen-dentemente do tamanho do pólipo (Tabela 20-7). Esses dados sugerem que os pólipos endometriais podem comprometer sig-nificativamente o resultado dos tratamentos de infertilidade. Portanto, nos casos em que for identificada a presença de pó-lipo, é prudente realizar polipectomia histeroscópica em todas as pacientes inférteis (Seção 42-15, p. 1.164).
Sinéquias intrauterinas. As aderências localizadas na cavida-de endometrial, também conhecidas como sinéquias, variam desde pequenas bandas assintomáticas até obstrução total ou quase total da cavidade endometrial. Se consequentemente houver amenorreia ou hipomenorreia, a condição é denomina-da síndrome de Asherman (Capítulo 16, p. 444).
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passage: Por outro lado, outros achados não têm valor diagnóstico. Por exemplo, a aparência típica de “colar de pérola negra”, na qual os folículos são distribuídos em linha logo abaixo da cáp-sula, e a percepção de aumento na ecogenicidade estromal são achados que foram eliminados como critérios diagnósticos. Além disso, o ovário policístico não deve ser confundido com ovário multicístico, que tem tamanho normal, contém seis ou mais folículos sem deslocamento periférico e não apresentam aumento no volume estromal central.
Alguns estudos utilizando ultrassonografia mostraram que pelo menos 23% das mulheres jovens têm ovários com mor-fologia de SOP , embora muitas delas não apresentem outros sintomas da SOP (Clayton, 1992; Polson, 1988). Além disso, com frequência, a aparência policística dos ovários é encontra-da em outras condições com excesso de androgênios, como, por exemplo, HSRC, síndrome de Cushing e uso exógeno de medicamentos androgênicos. Por essa razão, a morfologia da SOP encontrada nos exames ultrassonográficos não pode ser usada isoladamente para firmar o diagnóstico de SOP .
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passage: Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos.
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passage: Reproduzida da American Diabetes Association, 2010.
Hoffman_17.indd 472 03/10/13 17:02473que o exame ultrassonográfico da pelve é comumente utiliza-do na avaliação de ovários de mulheres sob suspeitade SOP . A ultrassonografia é particularmente importante nos casos de mulheres com SOP que estejam fazendo tratamento para fertilidade e naquelas com sinais de virilização. As abordagens transvaginais de alta definição são bastante eficazes e possuem taxas de detecção de SOP mais elevadas que a via transabdo-minal. Entretanto, a via transabdominal é preferida nos casos de adolescentes virgens.
Os critérios ultrassonográficos para ovários policísticos da conferência de Rotterdam de 2003 incluem $ 12 cistos peque-nos (2 a 9 mm de diâmetro) ou volume ovariano aumentado (. 10 mL), ou ambos (Fig. 17-11). Com frequência, há maior quantidade de estroma em relação ao número de folículos (Ba-len, 2003). Apenas um ovário com essas características é su-ficiente para definir a SOP . Entretanto, esses critérios não se aplicam a mulheres que usam contraceptivos orais combinados (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Sponsored PCOS Consen-sus Workshop Group, 2004).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: Apesar de ser uma causa rara de DPC, é muito frequente as mulheres com resíduos ovarianos sintomáticos queixarem-se de dor cíclica crônica ou dispareunia. O início dos sintomas é variável, podendo começar anos após a cirurgia (Nezhat, 2005).
As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005).
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passage: Nesse ensaio, as mulheres foram randomizadas em dois grupos, antes do tratamento com inseminação intrauterina (IIU) (Perez-Medina, 2005). O primeiro grupo foi submeti-do à polipectomia. O segundo fez apenas biópsia histeroscó-pica do pólipo para obter confirmação histológica. T odas as pacientes foram observadas durante três ciclos, antes de serem submetidas a quatro ciclos de IIU. A taxa de gravidez no gru-po de polipectomia foi mais de duas vezes superior indepen-dentemente do tamanho do pólipo (Tabela 20-7). Esses dados sugerem que os pólipos endometriais podem comprometer sig-nificativamente o resultado dos tratamentos de infertilidade. Portanto, nos casos em que for identificada a presença de pó-lipo, é prudente realizar polipectomia histeroscópica em todas as pacientes inférteis (Seção 42-15, p. 1.164).
Sinéquias intrauterinas. As aderências localizadas na cavida-de endometrial, também conhecidas como sinéquias, variam desde pequenas bandas assintomáticas até obstrução total ou quase total da cavidade endometrial. Se consequentemente houver amenorreia ou hipomenorreia, a condição é denomina-da síndrome de Asherman (Capítulo 16, p. 444).
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passage: Com o uso mais regular da histeroscopia, por exemplo, na pro-pedêutica da infertilidade, houve um aumento do diagnóstico de pólipo endometrial e, com isso, um maior número de indicação ci-rúrgica. Alguns autores preocupados com este crescente número de polipectomias e consequente possibilidade de iatrogenia em pa-10Pólipo uterinoProtocolos Febrasgo | Nº7 | 2018A histerossonogra/f_i a e histerossalpingogra/f_i a, também, po-dem sugerir a presença de lesão polipoide uterina.
TratamentoOs pólipos ectocervicias e os endocervicais em que se identi/f_i ca a base podem ser retirados na consulta ginecológica, utilizando-se uma pinça de Hallis para apreender a maior parte do corpo do pó-lipo, seguindo-se a rotação da pinça em seu próprio eixo até a libe-ração de toda a lesão. O pólipo com base larga deverá ser retirado com uso de energia para que se faça hemostasia.
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passage: Por outro lado, outros achados não têm valor diagnóstico. Por exemplo, a aparência típica de “colar de pérola negra”, na qual os folículos são distribuídos em linha logo abaixo da cáp-sula, e a percepção de aumento na ecogenicidade estromal são achados que foram eliminados como critérios diagnósticos. Além disso, o ovário policístico não deve ser confundido com ovário multicístico, que tem tamanho normal, contém seis ou mais folículos sem deslocamento periférico e não apresentam aumento no volume estromal central.
Alguns estudos utilizando ultrassonografia mostraram que pelo menos 23% das mulheres jovens têm ovários com mor-fologia de SOP , embora muitas delas não apresentem outros sintomas da SOP (Clayton, 1992; Polson, 1988). Além disso, com frequência, a aparência policística dos ovários é encontra-da em outras condições com excesso de androgênios, como, por exemplo, HSRC, síndrome de Cushing e uso exógeno de medicamentos androgênicos. Por essa razão, a morfologia da SOP encontrada nos exames ultrassonográficos não pode ser usada isoladamente para firmar o diagnóstico de SOP .
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passage: Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos.
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passage: Reproduzida da American Diabetes Association, 2010.
Hoffman_17.indd 472 03/10/13 17:02473que o exame ultrassonográfico da pelve é comumente utiliza-do na avaliação de ovários de mulheres sob suspeitade SOP . A ultrassonografia é particularmente importante nos casos de mulheres com SOP que estejam fazendo tratamento para fertilidade e naquelas com sinais de virilização. As abordagens transvaginais de alta definição são bastante eficazes e possuem taxas de detecção de SOP mais elevadas que a via transabdo-minal. Entretanto, a via transabdominal é preferida nos casos de adolescentes virgens.
Os critérios ultrassonográficos para ovários policísticos da conferência de Rotterdam de 2003 incluem $ 12 cistos peque-nos (2 a 9 mm de diâmetro) ou volume ovariano aumentado (. 10 mL), ou ambos (Fig. 17-11). Com frequência, há maior quantidade de estroma em relação ao número de folículos (Ba-len, 2003). Apenas um ovário com essas características é su-ficiente para definir a SOP . Entretanto, esses critérios não se aplicam a mulheres que usam contraceptivos orais combinados (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Sponsored PCOS Consen-sus Workshop Group, 2004).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: Apesar de ser uma causa rara de DPC, é muito frequente as mulheres com resíduos ovarianos sintomáticos queixarem-se de dor cíclica crônica ou dispareunia. O início dos sintomas é variável, podendo começar anos após a cirurgia (Nezhat, 2005).
As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005).
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passage: Nesse ensaio, as mulheres foram randomizadas em dois grupos, antes do tratamento com inseminação intrauterina (IIU) (Perez-Medina, 2005). O primeiro grupo foi submeti-do à polipectomia. O segundo fez apenas biópsia histeroscó-pica do pólipo para obter confirmação histológica. T odas as pacientes foram observadas durante três ciclos, antes de serem submetidas a quatro ciclos de IIU. A taxa de gravidez no gru-po de polipectomia foi mais de duas vezes superior indepen-dentemente do tamanho do pólipo (Tabela 20-7). Esses dados sugerem que os pólipos endometriais podem comprometer sig-nificativamente o resultado dos tratamentos de infertilidade. Portanto, nos casos em que for identificada a presença de pó-lipo, é prudente realizar polipectomia histeroscópica em todas as pacientes inférteis (Seção 42-15, p. 1.164).
Sinéquias intrauterinas. As aderências localizadas na cavida-de endometrial, também conhecidas como sinéquias, variam desde pequenas bandas assintomáticas até obstrução total ou quase total da cavidade endometrial. Se consequentemente houver amenorreia ou hipomenorreia, a condição é denomina-da síndrome de Asherman (Capítulo 16, p. 444).
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passage: Com o uso mais regular da histeroscopia, por exemplo, na pro-pedêutica da infertilidade, houve um aumento do diagnóstico de pólipo endometrial e, com isso, um maior número de indicação ci-rúrgica. Alguns autores preocupados com este crescente número de polipectomias e consequente possibilidade de iatrogenia em pa-10Pólipo uterinoProtocolos Febrasgo | Nº7 | 2018A histerossonogra/f_i a e histerossalpingogra/f_i a, também, po-dem sugerir a presença de lesão polipoide uterina.
TratamentoOs pólipos ectocervicias e os endocervicais em que se identi/f_i ca a base podem ser retirados na consulta ginecológica, utilizando-se uma pinça de Hallis para apreender a maior parte do corpo do pó-lipo, seguindo-se a rotação da pinça em seu próprio eixo até a libe-ração de toda a lesão. O pólipo com base larga deverá ser retirado com uso de energia para que se faça hemostasia.
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passage: DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: Por outro lado, outros achados não têm valor diagnóstico. Por exemplo, a aparência típica de “colar de pérola negra”, na qual os folículos são distribuídos em linha logo abaixo da cáp-sula, e a percepção de aumento na ecogenicidade estromal são achados que foram eliminados como critérios diagnósticos. Além disso, o ovário policístico não deve ser confundido com ovário multicístico, que tem tamanho normal, contém seis ou mais folículos sem deslocamento periférico e não apresentam aumento no volume estromal central.
Alguns estudos utilizando ultrassonografia mostraram que pelo menos 23% das mulheres jovens têm ovários com mor-fologia de SOP , embora muitas delas não apresentem outros sintomas da SOP (Clayton, 1992; Polson, 1988). Além disso, com frequência, a aparência policística dos ovários é encontra-da em outras condições com excesso de androgênios, como, por exemplo, HSRC, síndrome de Cushing e uso exógeno de medicamentos androgênicos. Por essa razão, a morfologia da SOP encontrada nos exames ultrassonográficos não pode ser usada isoladamente para firmar o diagnóstico de SOP .
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passage: Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos.
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passage: Reproduzida da American Diabetes Association, 2010.
Hoffman_17.indd 472 03/10/13 17:02473que o exame ultrassonográfico da pelve é comumente utiliza-do na avaliação de ovários de mulheres sob suspeitade SOP . A ultrassonografia é particularmente importante nos casos de mulheres com SOP que estejam fazendo tratamento para fertilidade e naquelas com sinais de virilização. As abordagens transvaginais de alta definição são bastante eficazes e possuem taxas de detecção de SOP mais elevadas que a via transabdo-minal. Entretanto, a via transabdominal é preferida nos casos de adolescentes virgens.
Os critérios ultrassonográficos para ovários policísticos da conferência de Rotterdam de 2003 incluem $ 12 cistos peque-nos (2 a 9 mm de diâmetro) ou volume ovariano aumentado (. 10 mL), ou ambos (Fig. 17-11). Com frequência, há maior quantidade de estroma em relação ao número de folículos (Ba-len, 2003). Apenas um ovário com essas características é su-ficiente para definir a SOP . Entretanto, esses critérios não se aplicam a mulheres que usam contraceptivos orais combinados (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Sponsored PCOS Consen-sus Workshop Group, 2004).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: Apesar de ser uma causa rara de DPC, é muito frequente as mulheres com resíduos ovarianos sintomáticos queixarem-se de dor cíclica crônica ou dispareunia. O início dos sintomas é variável, podendo começar anos após a cirurgia (Nezhat, 2005).
As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005).
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passage: Nesse ensaio, as mulheres foram randomizadas em dois grupos, antes do tratamento com inseminação intrauterina (IIU) (Perez-Medina, 2005). O primeiro grupo foi submeti-do à polipectomia. O segundo fez apenas biópsia histeroscó-pica do pólipo para obter confirmação histológica. T odas as pacientes foram observadas durante três ciclos, antes de serem submetidas a quatro ciclos de IIU. A taxa de gravidez no gru-po de polipectomia foi mais de duas vezes superior indepen-dentemente do tamanho do pólipo (Tabela 20-7). Esses dados sugerem que os pólipos endometriais podem comprometer sig-nificativamente o resultado dos tratamentos de infertilidade. Portanto, nos casos em que for identificada a presença de pó-lipo, é prudente realizar polipectomia histeroscópica em todas as pacientes inférteis (Seção 42-15, p. 1.164).
Sinéquias intrauterinas. As aderências localizadas na cavida-de endometrial, também conhecidas como sinéquias, variam desde pequenas bandas assintomáticas até obstrução total ou quase total da cavidade endometrial. Se consequentemente houver amenorreia ou hipomenorreia, a condição é denomina-da síndrome de Asherman (Capítulo 16, p. 444).
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passage: Com o uso mais regular da histeroscopia, por exemplo, na pro-pedêutica da infertilidade, houve um aumento do diagnóstico de pólipo endometrial e, com isso, um maior número de indicação ci-rúrgica. Alguns autores preocupados com este crescente número de polipectomias e consequente possibilidade de iatrogenia em pa-10Pólipo uterinoProtocolos Febrasgo | Nº7 | 2018A histerossonogra/f_i a e histerossalpingogra/f_i a, também, po-dem sugerir a presença de lesão polipoide uterina.
TratamentoOs pólipos ectocervicias e os endocervicais em que se identi/f_i ca a base podem ser retirados na consulta ginecológica, utilizando-se uma pinça de Hallis para apreender a maior parte do corpo do pó-lipo, seguindo-se a rotação da pinça em seu próprio eixo até a libe-ração de toda a lesão. O pólipo com base larga deverá ser retirado com uso de energia para que se faça hemostasia.
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passage: DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: Histeroscopia. A histeroscopia também é útil para avaliar san-gramentos uterinos anormais. Ela permite avaliar lesões intrau-terinas focais e coleta de amostras de lesões específicas, como leiomiomas submucosos, pólipos endometriais ou áreas focais de hiperplasia endometrial ou câncer endometrial (Seção 42-Hoffman_21.indd 558 03/10/13 17:0655913, p. 1.157). Os casos de pacientes com canal cervical este-nótico, que não permite biópsia endometrial em consultório, podem ser pré-tratados com misoprostol, como descrito ante-riormente, para facilitar a dilatação do colo uterino e reduzir o risco de perfuração uterina durante histeroscopia.
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passage: Por outro lado, outros achados não têm valor diagnóstico. Por exemplo, a aparência típica de “colar de pérola negra”, na qual os folículos são distribuídos em linha logo abaixo da cáp-sula, e a percepção de aumento na ecogenicidade estromal são achados que foram eliminados como critérios diagnósticos. Além disso, o ovário policístico não deve ser confundido com ovário multicístico, que tem tamanho normal, contém seis ou mais folículos sem deslocamento periférico e não apresentam aumento no volume estromal central.
Alguns estudos utilizando ultrassonografia mostraram que pelo menos 23% das mulheres jovens têm ovários com mor-fologia de SOP , embora muitas delas não apresentem outros sintomas da SOP (Clayton, 1992; Polson, 1988). Além disso, com frequência, a aparência policística dos ovários é encontra-da em outras condições com excesso de androgênios, como, por exemplo, HSRC, síndrome de Cushing e uso exógeno de medicamentos androgênicos. Por essa razão, a morfologia da SOP encontrada nos exames ultrassonográficos não pode ser usada isoladamente para firmar o diagnóstico de SOP .
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passage: Na propedêutica de infertilidade, é comum a suspeição da pre-sença de pólipo endocervical em alguns exames, como falhas de enchimento no trajeto do canal cervical na histerossalpingogra/f_i a ou sua visualização na histerossonogra/f_i a, ultrassonogra/f_i a e his-teroscopia.(32)A histeroscopia é o padrão ouro no diagnóstico de pólipo en-docervical. É o exame capaz de avaliar a lesão em toda sua exten-são, caracterizando o tamanho, a forma, a coloração, a vasculariza-ção, a localização e a base de implantação do pólipo endocervical. Permite, ainda, a realização de biópsia da lesão nos casos possíveis e que haja indicação a exérese dos pólipos.
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passage: Reproduzida da American Diabetes Association, 2010.
Hoffman_17.indd 472 03/10/13 17:02473que o exame ultrassonográfico da pelve é comumente utiliza-do na avaliação de ovários de mulheres sob suspeitade SOP . A ultrassonografia é particularmente importante nos casos de mulheres com SOP que estejam fazendo tratamento para fertilidade e naquelas com sinais de virilização. As abordagens transvaginais de alta definição são bastante eficazes e possuem taxas de detecção de SOP mais elevadas que a via transabdo-minal. Entretanto, a via transabdominal é preferida nos casos de adolescentes virgens.
Os critérios ultrassonográficos para ovários policísticos da conferência de Rotterdam de 2003 incluem $ 12 cistos peque-nos (2 a 9 mm de diâmetro) ou volume ovariano aumentado (. 10 mL), ou ambos (Fig. 17-11). Com frequência, há maior quantidade de estroma em relação ao número de folículos (Ba-len, 2003). Apenas um ovário com essas características é su-ficiente para definir a SOP . Entretanto, esses critérios não se aplicam a mulheres que usam contraceptivos orais combinados (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Sponsored PCOS Consen-sus Workshop Group, 2004).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: Apesar de ser uma causa rara de DPC, é muito frequente as mulheres com resíduos ovarianos sintomáticos queixarem-se de dor cíclica crônica ou dispareunia. O início dos sintomas é variável, podendo começar anos após a cirurgia (Nezhat, 2005).
As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005).
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passage: Nesse ensaio, as mulheres foram randomizadas em dois grupos, antes do tratamento com inseminação intrauterina (IIU) (Perez-Medina, 2005). O primeiro grupo foi submeti-do à polipectomia. O segundo fez apenas biópsia histeroscó-pica do pólipo para obter confirmação histológica. T odas as pacientes foram observadas durante três ciclos, antes de serem submetidas a quatro ciclos de IIU. A taxa de gravidez no gru-po de polipectomia foi mais de duas vezes superior indepen-dentemente do tamanho do pólipo (Tabela 20-7). Esses dados sugerem que os pólipos endometriais podem comprometer sig-nificativamente o resultado dos tratamentos de infertilidade. Portanto, nos casos em que for identificada a presença de pó-lipo, é prudente realizar polipectomia histeroscópica em todas as pacientes inférteis (Seção 42-15, p. 1.164).
Sinéquias intrauterinas. As aderências localizadas na cavida-de endometrial, também conhecidas como sinéquias, variam desde pequenas bandas assintomáticas até obstrução total ou quase total da cavidade endometrial. Se consequentemente houver amenorreia ou hipomenorreia, a condição é denomina-da síndrome de Asherman (Capítulo 16, p. 444).
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passage: Com o uso mais regular da histeroscopia, por exemplo, na pro-pedêutica da infertilidade, houve um aumento do diagnóstico de pólipo endometrial e, com isso, um maior número de indicação ci-rúrgica. Alguns autores preocupados com este crescente número de polipectomias e consequente possibilidade de iatrogenia em pa-10Pólipo uterinoProtocolos Febrasgo | Nº7 | 2018A histerossonogra/f_i a e histerossalpingogra/f_i a, também, po-dem sugerir a presença de lesão polipoide uterina.
TratamentoOs pólipos ectocervicias e os endocervicais em que se identi/f_i ca a base podem ser retirados na consulta ginecológica, utilizando-se uma pinça de Hallis para apreender a maior parte do corpo do pó-lipo, seguindo-se a rotação da pinça em seu próprio eixo até a libe-ração de toda a lesão. O pólipo com base larga deverá ser retirado com uso de energia para que se faça hemostasia.
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passage: DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: Histeroscopia. A histeroscopia também é útil para avaliar san-gramentos uterinos anormais. Ela permite avaliar lesões intrau-terinas focais e coleta de amostras de lesões específicas, como leiomiomas submucosos, pólipos endometriais ou áreas focais de hiperplasia endometrial ou câncer endometrial (Seção 42-Hoffman_21.indd 558 03/10/13 17:0655913, p. 1.157). Os casos de pacientes com canal cervical este-nótico, que não permite biópsia endometrial em consultório, podem ser pré-tratados com misoprostol, como descrito ante-riormente, para facilitar a dilatação do colo uterino e reduzir o risco de perfuração uterina durante histeroscopia.
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passage: Assim como na dilatação, o útero pode ser perfurado durante a curetagem. No en-tanto, a cureta, por ser afiada, pode lacerar o intestino, vasos ou outros órgãos abdominais. Assim, sugere-se laparoscopia diagnóstica para avaliar a ocorrência de tais lesões.
Exploração uterina. Como pólipos ute-rinos grandes ou pequenos podem escapar à curetagem, justifica-se a exploração uterina com fórceps de Randall para cálculos renais nas mulheres que estiverem sendo investi-gadas em razão de sangramento anormal. O instrumento é introduzido fechado na cavidade endometrial. Ao atingir o fundo uterino, o fórceps é aberto contra as paredes uterinas, novamente fechado e retirado do endométrio. Assim, são exploradas as super-fícies anterior, posterior, proximal e distal da cavidade. Quando um pólipo é capturado, sente-se uma tração contra o fórceps fechado conforme ele é retirado da parede do útero. Uma tração firme normalmente libera o póli-po. O tecido removido é enviado para exame patológico.
Alternativamente, a histeroscopia é um meio mais preciso que a D&C isoladamente para diagnóstico e remoção de lesões focais como os pólipos. De qualquer forma, as duas técnicas podem ser combinadas.
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Olá! Entendo sua preocupação sobre como os ovários policísticos podem ser detectados e se a histerossalpingografia é um exame útil nesse sentido.
A histerossalpingografia é um exame que avalia a cavidade uterina e as trompas, principalmente para identificar obstruções que podem causar infertilidade. Ela é muito útil para diagnosticar pólipos endocervicais, através de falhas de enchimento no canal cervical, por exemplo.
Embora a histerossalpingografia possa fornecer algumas informações sobre o tamanho e a forma dos ovários, ela não é o exame mais indicado para detectar ovários policísticos. O ultrassom, principalmente o transvaginal, é o exame de imagem de escolha para avaliar os ovários e verificar se eles têm as características da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), como múltiplos pequenos cistos (geralmente mais de 12, com 2 a 9 mm de diâmetro) ou um volume ovariano aumentado (acima de 10 mL).
É importante lembrar que a presença de ovários com aspecto policístico no ultrassom não é suficiente para diagnosticar a SOP. Muitas mulheres podem ter essa característica nos ovários sem apresentar a síndrome. O diagnóstico da SOP requer a combinação de pelo menos dois dos seguintes critérios: irregularidade menstrual (como ciclos longos ou ausência de menstruação), sinais de excesso de hormônios masculinos (como acne, excesso de pelos ou queda de cabelo) e a presença de ovários policísticos no ultrassom.
Se você suspeita que tem SOP, converse com seu médico. Ele poderá solicitar os exames necessários, como o ultrassom e exames de sangue para dosar os hormônios, e te orientar sobre o tratamento mais adequado para o seu caso.
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14,192
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Tenho sífilis e estou tomando a injeção. Quanto tempo demora para ser curado e para qual valor o VDRL deve abaixar?
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Olá, sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta e esclareça suas dúvidas. A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível e contagiosa grave. Para ser considerada corretamente tratada, você e seu parceiro sexual precisam realizar o tratamento correto com a dose adequada do antibiótico, conforme o estágio da sífilis. Lembre-se de tratar o seu parceiro sexual. O controle do tratamento da sífilis deve ser feito em meses após o final do tratamento com o VDRL. Não tenha relações sexuais até realizar este exame. A queda do título do exame é sugestiva de cura. O acompanhamento deve ser feito com exames a cada três meses após o tratamento. Solicite ao seu médico exames para descartar outras infecções sexualmente transmissíveis, como HIV e hepatites B e C. Proteja-se e use preservativos sempre que for exposto; a sífilis pode ser transmitida novamente. Converse com seu médico.
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passage: •••••Efeito prozona é quando ocorre excesso de anticorpos com relação ao antígeno, durante a realização doVDRL, apresentando resultado falso-negativo. Com a diluição do soro podem-se observar títulos finais altos. Opaciente normalmente estará na fase secundária.
Tratamento e controle de cura (Tabela 62.2)Critério de cura: VDRL 3, 6 e 12 meses após o tratamento. Deverá haver queda de quatro títulos da sorologiaou sua negativação em 6 meses-1 ano. As gestantes devem ser acompanhadas mensalmente. Deve ser feitoum novo tratamento se a sorologia aumentar quatro títulos. O esperado é a diminuição de um título por mês.
Os pacientes tratados com esquema alternativos devem sem acompanhados clínica e sorologicamente emintervalos mais curtosMedicamentos alternativos: para os casos de neurossífilis indica-se a ceftriaxona 2 g IM ou IV 1 vez/diadurante 10 a 14 diasGestantes: usar os mesmos esquemas com penicilina G benzatina. São contraindicados tetraciclinas,doxiciclina e estolato de eritromicina. O acompanhamento deve ser mensal.
Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
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passage: •••••Efeito prozona é quando ocorre excesso de anticorpos com relação ao antígeno, durante a realização doVDRL, apresentando resultado falso-negativo. Com a diluição do soro podem-se observar títulos finais altos. Opaciente normalmente estará na fase secundária.
Tratamento e controle de cura (Tabela 62.2)Critério de cura: VDRL 3, 6 e 12 meses após o tratamento. Deverá haver queda de quatro títulos da sorologiaou sua negativação em 6 meses-1 ano. As gestantes devem ser acompanhadas mensalmente. Deve ser feitoum novo tratamento se a sorologia aumentar quatro títulos. O esperado é a diminuição de um título por mês.
Os pacientes tratados com esquema alternativos devem sem acompanhados clínica e sorologicamente emintervalos mais curtosMedicamentos alternativos: para os casos de neurossífilis indica-se a ceftriaxona 2 g IM ou IV 1 vez/diadurante 10 a 14 diasGestantes: usar os mesmos esquemas com penicilina G benzatina. São contraindicados tetraciclinas,doxiciclina e estolato de eritromicina. O acompanhamento deve ser mensal.
Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
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passage: • Nos casos em que o LCR mostrou-se alterado, deve ser re-alizada uma reavaliação liquórica a cada 6 meses até a sua normalização; alterações persistentes indicam avaliação clínico-laboratorial completa e retratamento.
• Nos casos de crianças tratadas de forma inadequada, na dose e/ou no tempo do tratamento preconizado, deve-se convocar a criança para reavaliação clínico-laboratorial, bem como reini-ciar o tratamento da criança, obedecendo aos esquemas ante-riormente descritos.
Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
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passage: •••••Efeito prozona é quando ocorre excesso de anticorpos com relação ao antígeno, durante a realização doVDRL, apresentando resultado falso-negativo. Com a diluição do soro podem-se observar títulos finais altos. Opaciente normalmente estará na fase secundária.
Tratamento e controle de cura (Tabela 62.2)Critério de cura: VDRL 3, 6 e 12 meses após o tratamento. Deverá haver queda de quatro títulos da sorologiaou sua negativação em 6 meses-1 ano. As gestantes devem ser acompanhadas mensalmente. Deve ser feitoum novo tratamento se a sorologia aumentar quatro títulos. O esperado é a diminuição de um título por mês.
Os pacientes tratados com esquema alternativos devem sem acompanhados clínica e sorologicamente emintervalos mais curtosMedicamentos alternativos: para os casos de neurossífilis indica-se a ceftriaxona 2 g IM ou IV 1 vez/diadurante 10 a 14 diasGestantes: usar os mesmos esquemas com penicilina G benzatina. São contraindicados tetraciclinas,doxiciclina e estolato de eritromicina. O acompanhamento deve ser mensal.
Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
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passage: • Nos casos em que o LCR mostrou-se alterado, deve ser re-alizada uma reavaliação liquórica a cada 6 meses até a sua normalização; alterações persistentes indicam avaliação clínico-laboratorial completa e retratamento.
• Nos casos de crianças tratadas de forma inadequada, na dose e/ou no tempo do tratamento preconizado, deve-se convocar a criança para reavaliação clínico-laboratorial, bem como reini-ciar o tratamento da criança, obedecendo aos esquemas ante-riormente descritos.
Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
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passage: . Em alguns casos, pode também haver descamação da pele, dor de cabeça, dor muscular, dor de garganta e mal estar. Saiba reconhecer os sintomas de sífilis. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da sífilis é feito através da realização de exames de sangue, como o FTA-Abs e o VDRL. O VDRL deve ser realizado no início do pré-natal e deve ser repetido no segundo trimestre, mesmo que o resultado seja negativo pois o bebê pode ficar com problemas neurológicos se a mãe tiver sífilis. No caso de VDRL positivo ou reagente, o VDRL deve ser repetido todos os meses até ao final da gravidez para que seja avaliada a resposta da mulher ao tratamento e, assim, poder saber se a bactéria causadora da sífilis foi eliminada. Leia também: Exame VDRL: para que serve, resultados e como é feito tuasaude.com/exame-vdrl Marque uma consulta com o obstetra mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para entender melhor o resultado do exame VDRL: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Teste online de sintomas Para saber quais as chances de ter sífilis, por favor, selecione os sintomas que apresenta: 1. Tem uma ferida endurecida na região genital que não dói Sim Não 2
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passage: •••••Efeito prozona é quando ocorre excesso de anticorpos com relação ao antígeno, durante a realização doVDRL, apresentando resultado falso-negativo. Com a diluição do soro podem-se observar títulos finais altos. Opaciente normalmente estará na fase secundária.
Tratamento e controle de cura (Tabela 62.2)Critério de cura: VDRL 3, 6 e 12 meses após o tratamento. Deverá haver queda de quatro títulos da sorologiaou sua negativação em 6 meses-1 ano. As gestantes devem ser acompanhadas mensalmente. Deve ser feitoum novo tratamento se a sorologia aumentar quatro títulos. O esperado é a diminuição de um título por mês.
Os pacientes tratados com esquema alternativos devem sem acompanhados clínica e sorologicamente emintervalos mais curtosMedicamentos alternativos: para os casos de neurossífilis indica-se a ceftriaxona 2 g IM ou IV 1 vez/diadurante 10 a 14 diasGestantes: usar os mesmos esquemas com penicilina G benzatina. São contraindicados tetraciclinas,doxiciclina e estolato de eritromicina. O acompanhamento deve ser mensal.
Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
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passage: • Nos casos em que o LCR mostrou-se alterado, deve ser re-alizada uma reavaliação liquórica a cada 6 meses até a sua normalização; alterações persistentes indicam avaliação clínico-laboratorial completa e retratamento.
• Nos casos de crianças tratadas de forma inadequada, na dose e/ou no tempo do tratamento preconizado, deve-se convocar a criança para reavaliação clínico-laboratorial, bem como reini-ciar o tratamento da criança, obedecendo aos esquemas ante-riormente descritos.
Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
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passage: . Em alguns casos, pode também haver descamação da pele, dor de cabeça, dor muscular, dor de garganta e mal estar. Saiba reconhecer os sintomas de sífilis. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da sífilis é feito através da realização de exames de sangue, como o FTA-Abs e o VDRL. O VDRL deve ser realizado no início do pré-natal e deve ser repetido no segundo trimestre, mesmo que o resultado seja negativo pois o bebê pode ficar com problemas neurológicos se a mãe tiver sífilis. No caso de VDRL positivo ou reagente, o VDRL deve ser repetido todos os meses até ao final da gravidez para que seja avaliada a resposta da mulher ao tratamento e, assim, poder saber se a bactéria causadora da sífilis foi eliminada. Leia também: Exame VDRL: para que serve, resultados e como é feito tuasaude.com/exame-vdrl Marque uma consulta com o obstetra mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para entender melhor o resultado do exame VDRL: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Teste online de sintomas Para saber quais as chances de ter sífilis, por favor, selecione os sintomas que apresenta: 1. Tem uma ferida endurecida na região genital que não dói Sim Não 2
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passage: Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
Esquema recomendadoEsquema alternativoSífilis recentePenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea), dose únicaDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 15 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 20dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 20diasSífilis latente ou tardiaPenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea por semana, durante 3semanasDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 30 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 40dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 40diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; VO, via oral; IM, via intramuscular; IV, via intravenosa.
A hipersensibilidade grave à penicilina é muito menos frequente do que advogam os mitos popular e médico.
Quem pensar diferente deve procurar informações bem documentadas. Mulheres alérgicas à penicilina devem serdessensibilizadas.
Diagnóstico diferencialHerpes simples, cancro mole, cancro misto de Rollet (cancro duro + cancro mole), donovanose,farmacodermias, viroses exantemáticas, fissuras e ulcerações traumáticas.
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passage: •••••Efeito prozona é quando ocorre excesso de anticorpos com relação ao antígeno, durante a realização doVDRL, apresentando resultado falso-negativo. Com a diluição do soro podem-se observar títulos finais altos. Opaciente normalmente estará na fase secundária.
Tratamento e controle de cura (Tabela 62.2)Critério de cura: VDRL 3, 6 e 12 meses após o tratamento. Deverá haver queda de quatro títulos da sorologiaou sua negativação em 6 meses-1 ano. As gestantes devem ser acompanhadas mensalmente. Deve ser feitoum novo tratamento se a sorologia aumentar quatro títulos. O esperado é a diminuição de um título por mês.
Os pacientes tratados com esquema alternativos devem sem acompanhados clínica e sorologicamente emintervalos mais curtosMedicamentos alternativos: para os casos de neurossífilis indica-se a ceftriaxona 2 g IM ou IV 1 vez/diadurante 10 a 14 diasGestantes: usar os mesmos esquemas com penicilina G benzatina. São contraindicados tetraciclinas,doxiciclina e estolato de eritromicina. O acompanhamento deve ser mensal.
Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
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passage: • Nos casos em que o LCR mostrou-se alterado, deve ser re-alizada uma reavaliação liquórica a cada 6 meses até a sua normalização; alterações persistentes indicam avaliação clínico-laboratorial completa e retratamento.
• Nos casos de crianças tratadas de forma inadequada, na dose e/ou no tempo do tratamento preconizado, deve-se convocar a criança para reavaliação clínico-laboratorial, bem como reini-ciar o tratamento da criança, obedecendo aos esquemas ante-riormente descritos.
Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
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passage: . Em alguns casos, pode também haver descamação da pele, dor de cabeça, dor muscular, dor de garganta e mal estar. Saiba reconhecer os sintomas de sífilis. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da sífilis é feito através da realização de exames de sangue, como o FTA-Abs e o VDRL. O VDRL deve ser realizado no início do pré-natal e deve ser repetido no segundo trimestre, mesmo que o resultado seja negativo pois o bebê pode ficar com problemas neurológicos se a mãe tiver sífilis. No caso de VDRL positivo ou reagente, o VDRL deve ser repetido todos os meses até ao final da gravidez para que seja avaliada a resposta da mulher ao tratamento e, assim, poder saber se a bactéria causadora da sífilis foi eliminada. Leia também: Exame VDRL: para que serve, resultados e como é feito tuasaude.com/exame-vdrl Marque uma consulta com o obstetra mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para entender melhor o resultado do exame VDRL: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Teste online de sintomas Para saber quais as chances de ter sífilis, por favor, selecione os sintomas que apresenta: 1. Tem uma ferida endurecida na região genital que não dói Sim Não 2
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passage: Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
Esquema recomendadoEsquema alternativoSífilis recentePenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea), dose únicaDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 15 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 20dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 20diasSífilis latente ou tardiaPenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea por semana, durante 3semanasDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 30 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 40dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 40diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; VO, via oral; IM, via intramuscular; IV, via intravenosa.
A hipersensibilidade grave à penicilina é muito menos frequente do que advogam os mitos popular e médico.
Quem pensar diferente deve procurar informações bem documentadas. Mulheres alérgicas à penicilina devem serdessensibilizadas.
Diagnóstico diferencialHerpes simples, cancro mole, cancro misto de Rollet (cancro duro + cancro mole), donovanose,farmacodermias, viroses exantemáticas, fissuras e ulcerações traumáticas.
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passage: . A sífilis na gravidez é grave principalmente se a infecção estiver na fase inicial, em que é mais transmissível, embora a contaminação possa acontecer em qualquer fase da gestação. O bebê também pode ser contaminado durante o parto normal, se houver alguma ferida de sífilis na região da vagina. A maioria dos bebês infectados não apresenta qualquer sintoma ao nascer e, por isso, pode ser indicado realizar o exame VDRL regularmente após o nascimento e iniciar o tratamento logo que a doença seja descoberta. Como é feito o tratamento O tratamento para sífilis na gravidez é indicado pelo obstetra e, normalmente, é feito com injeções de penicilina em 1 ou 3 doses, dependendo da gravidade e do tempo de contaminação: Sífilis primária, secundária ou latente recente (com até um ano de evolução) na gravidez: 1 dose única de penicilina; Sífilis latente tardia (com mais de um ano de evolução): 3 doses de penicilina, uma por semana; Sífilis latente com duração desconhecida: 3 doses de penicilina, uma por semana; É importante realizar o tratamento até o final para evitar transmitir a sífilis para o bebê. Assim, caso o tratamento não seja completo é recomendado consultar um obstetra, que pode indicar iniciar o tratamento novamente
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passage: •••••Efeito prozona é quando ocorre excesso de anticorpos com relação ao antígeno, durante a realização doVDRL, apresentando resultado falso-negativo. Com a diluição do soro podem-se observar títulos finais altos. Opaciente normalmente estará na fase secundária.
Tratamento e controle de cura (Tabela 62.2)Critério de cura: VDRL 3, 6 e 12 meses após o tratamento. Deverá haver queda de quatro títulos da sorologiaou sua negativação em 6 meses-1 ano. As gestantes devem ser acompanhadas mensalmente. Deve ser feitoum novo tratamento se a sorologia aumentar quatro títulos. O esperado é a diminuição de um título por mês.
Os pacientes tratados com esquema alternativos devem sem acompanhados clínica e sorologicamente emintervalos mais curtosMedicamentos alternativos: para os casos de neurossífilis indica-se a ceftriaxona 2 g IM ou IV 1 vez/diadurante 10 a 14 diasGestantes: usar os mesmos esquemas com penicilina G benzatina. São contraindicados tetraciclinas,doxiciclina e estolato de eritromicina. O acompanhamento deve ser mensal.
Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
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passage: • Nos casos em que o LCR mostrou-se alterado, deve ser re-alizada uma reavaliação liquórica a cada 6 meses até a sua normalização; alterações persistentes indicam avaliação clínico-laboratorial completa e retratamento.
• Nos casos de crianças tratadas de forma inadequada, na dose e/ou no tempo do tratamento preconizado, deve-se convocar a criança para reavaliação clínico-laboratorial, bem como reini-ciar o tratamento da criança, obedecendo aos esquemas ante-riormente descritos.
Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
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passage: . Em alguns casos, pode também haver descamação da pele, dor de cabeça, dor muscular, dor de garganta e mal estar. Saiba reconhecer os sintomas de sífilis. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da sífilis é feito através da realização de exames de sangue, como o FTA-Abs e o VDRL. O VDRL deve ser realizado no início do pré-natal e deve ser repetido no segundo trimestre, mesmo que o resultado seja negativo pois o bebê pode ficar com problemas neurológicos se a mãe tiver sífilis. No caso de VDRL positivo ou reagente, o VDRL deve ser repetido todos os meses até ao final da gravidez para que seja avaliada a resposta da mulher ao tratamento e, assim, poder saber se a bactéria causadora da sífilis foi eliminada. Leia também: Exame VDRL: para que serve, resultados e como é feito tuasaude.com/exame-vdrl Marque uma consulta com o obstetra mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para entender melhor o resultado do exame VDRL: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Teste online de sintomas Para saber quais as chances de ter sífilis, por favor, selecione os sintomas que apresenta: 1. Tem uma ferida endurecida na região genital que não dói Sim Não 2
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passage: Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
Esquema recomendadoEsquema alternativoSífilis recentePenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea), dose únicaDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 15 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 20dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 20diasSífilis latente ou tardiaPenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea por semana, durante 3semanasDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 30 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 40dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 40diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; VO, via oral; IM, via intramuscular; IV, via intravenosa.
A hipersensibilidade grave à penicilina é muito menos frequente do que advogam os mitos popular e médico.
Quem pensar diferente deve procurar informações bem documentadas. Mulheres alérgicas à penicilina devem serdessensibilizadas.
Diagnóstico diferencialHerpes simples, cancro mole, cancro misto de Rollet (cancro duro + cancro mole), donovanose,farmacodermias, viroses exantemáticas, fissuras e ulcerações traumáticas.
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passage: . A sífilis na gravidez é grave principalmente se a infecção estiver na fase inicial, em que é mais transmissível, embora a contaminação possa acontecer em qualquer fase da gestação. O bebê também pode ser contaminado durante o parto normal, se houver alguma ferida de sífilis na região da vagina. A maioria dos bebês infectados não apresenta qualquer sintoma ao nascer e, por isso, pode ser indicado realizar o exame VDRL regularmente após o nascimento e iniciar o tratamento logo que a doença seja descoberta. Como é feito o tratamento O tratamento para sífilis na gravidez é indicado pelo obstetra e, normalmente, é feito com injeções de penicilina em 1 ou 3 doses, dependendo da gravidade e do tempo de contaminação: Sífilis primária, secundária ou latente recente (com até um ano de evolução) na gravidez: 1 dose única de penicilina; Sífilis latente tardia (com mais de um ano de evolução): 3 doses de penicilina, uma por semana; Sífilis latente com duração desconhecida: 3 doses de penicilina, uma por semana; É importante realizar o tratamento até o final para evitar transmitir a sífilis para o bebê. Assim, caso o tratamento não seja completo é recomendado consultar um obstetra, que pode indicar iniciar o tratamento novamente
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passage: C2- Se for assintomático e tiver o VDRL reagente, com títu-lo igual ou menor que o materno, acompanhar clinicamente. Na impossibilidade do seguimento clínico, investigar e tratar como A1(sem alterações de LCR) ou A2 (se houver alterações no LCR).
O acompanhamento é imprescindível e deve ser realizado na puericultura para a detecção de sinais clínicos. O pediatra, na alta hospitalar, deve esclarecer a mãe sobre os riscos da não identi/f_i -cação da criança, caso ela tenha sí/f_i lis (sequelas, principalmente 34Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018No período pós-neonatal (após 28 dias de vida)Crianças com quadros clínico e sorológico sugestivos de sí/f_i lis con-gênita devem ser cuidadosamente investigadas, obedecendo-se à rotina suprarreferida. Con/f_i rmando-se o diagnóstico, proceder ao tratamento conforme preconizado, observando-se o intervalo das aplicações que, para a penicilina G cristalina, deve ser de 4 em 4 ho-ras e para a penicilina G procaína, de 12 em 12 horas, mantendo-se os mesmos esquemas de doses recomendados.
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passage: •••••Efeito prozona é quando ocorre excesso de anticorpos com relação ao antígeno, durante a realização doVDRL, apresentando resultado falso-negativo. Com a diluição do soro podem-se observar títulos finais altos. Opaciente normalmente estará na fase secundária.
Tratamento e controle de cura (Tabela 62.2)Critério de cura: VDRL 3, 6 e 12 meses após o tratamento. Deverá haver queda de quatro títulos da sorologiaou sua negativação em 6 meses-1 ano. As gestantes devem ser acompanhadas mensalmente. Deve ser feitoum novo tratamento se a sorologia aumentar quatro títulos. O esperado é a diminuição de um título por mês.
Os pacientes tratados com esquema alternativos devem sem acompanhados clínica e sorologicamente emintervalos mais curtosMedicamentos alternativos: para os casos de neurossífilis indica-se a ceftriaxona 2 g IM ou IV 1 vez/diadurante 10 a 14 diasGestantes: usar os mesmos esquemas com penicilina G benzatina. São contraindicados tetraciclinas,doxiciclina e estolato de eritromicina. O acompanhamento deve ser mensal.
Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
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passage: • Nos casos em que o LCR mostrou-se alterado, deve ser re-alizada uma reavaliação liquórica a cada 6 meses até a sua normalização; alterações persistentes indicam avaliação clínico-laboratorial completa e retratamento.
• Nos casos de crianças tratadas de forma inadequada, na dose e/ou no tempo do tratamento preconizado, deve-se convocar a criança para reavaliação clínico-laboratorial, bem como reini-ciar o tratamento da criança, obedecendo aos esquemas ante-riormente descritos.
Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
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passage: . Em alguns casos, pode também haver descamação da pele, dor de cabeça, dor muscular, dor de garganta e mal estar. Saiba reconhecer os sintomas de sífilis. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da sífilis é feito através da realização de exames de sangue, como o FTA-Abs e o VDRL. O VDRL deve ser realizado no início do pré-natal e deve ser repetido no segundo trimestre, mesmo que o resultado seja negativo pois o bebê pode ficar com problemas neurológicos se a mãe tiver sífilis. No caso de VDRL positivo ou reagente, o VDRL deve ser repetido todos os meses até ao final da gravidez para que seja avaliada a resposta da mulher ao tratamento e, assim, poder saber se a bactéria causadora da sífilis foi eliminada. Leia também: Exame VDRL: para que serve, resultados e como é feito tuasaude.com/exame-vdrl Marque uma consulta com o obstetra mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para entender melhor o resultado do exame VDRL: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Teste online de sintomas Para saber quais as chances de ter sífilis, por favor, selecione os sintomas que apresenta: 1. Tem uma ferida endurecida na região genital que não dói Sim Não 2
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passage: Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
Esquema recomendadoEsquema alternativoSífilis recentePenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea), dose únicaDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 15 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 20dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 20diasSífilis latente ou tardiaPenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea por semana, durante 3semanasDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 30 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 40dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 40diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; VO, via oral; IM, via intramuscular; IV, via intravenosa.
A hipersensibilidade grave à penicilina é muito menos frequente do que advogam os mitos popular e médico.
Quem pensar diferente deve procurar informações bem documentadas. Mulheres alérgicas à penicilina devem serdessensibilizadas.
Diagnóstico diferencialHerpes simples, cancro mole, cancro misto de Rollet (cancro duro + cancro mole), donovanose,farmacodermias, viroses exantemáticas, fissuras e ulcerações traumáticas.
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passage: . A sífilis na gravidez é grave principalmente se a infecção estiver na fase inicial, em que é mais transmissível, embora a contaminação possa acontecer em qualquer fase da gestação. O bebê também pode ser contaminado durante o parto normal, se houver alguma ferida de sífilis na região da vagina. A maioria dos bebês infectados não apresenta qualquer sintoma ao nascer e, por isso, pode ser indicado realizar o exame VDRL regularmente após o nascimento e iniciar o tratamento logo que a doença seja descoberta. Como é feito o tratamento O tratamento para sífilis na gravidez é indicado pelo obstetra e, normalmente, é feito com injeções de penicilina em 1 ou 3 doses, dependendo da gravidade e do tempo de contaminação: Sífilis primária, secundária ou latente recente (com até um ano de evolução) na gravidez: 1 dose única de penicilina; Sífilis latente tardia (com mais de um ano de evolução): 3 doses de penicilina, uma por semana; Sífilis latente com duração desconhecida: 3 doses de penicilina, uma por semana; É importante realizar o tratamento até o final para evitar transmitir a sífilis para o bebê. Assim, caso o tratamento não seja completo é recomendado consultar um obstetra, que pode indicar iniciar o tratamento novamente
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passage: C2- Se for assintomático e tiver o VDRL reagente, com títu-lo igual ou menor que o materno, acompanhar clinicamente. Na impossibilidade do seguimento clínico, investigar e tratar como A1(sem alterações de LCR) ou A2 (se houver alterações no LCR).
O acompanhamento é imprescindível e deve ser realizado na puericultura para a detecção de sinais clínicos. O pediatra, na alta hospitalar, deve esclarecer a mãe sobre os riscos da não identi/f_i -cação da criança, caso ela tenha sí/f_i lis (sequelas, principalmente 34Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018No período pós-neonatal (após 28 dias de vida)Crianças com quadros clínico e sorológico sugestivos de sí/f_i lis con-gênita devem ser cuidadosamente investigadas, obedecendo-se à rotina suprarreferida. Con/f_i rmando-se o diagnóstico, proceder ao tratamento conforme preconizado, observando-se o intervalo das aplicações que, para a penicilina G cristalina, deve ser de 4 em 4 ho-ras e para a penicilina G procaína, de 12 em 12 horas, mantendo-se os mesmos esquemas de doses recomendados.
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passage: O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana).
Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos.
Conduta na gestaçãoConfirmada a positividade de ambos os exames realiza-se o tratamento:Doença em fase aguda (visualização do cancro ou ulcera genital):• Penicilina Benzatina – dose de 2.400.000 unidades em dose única (IM)• Doença em fase primaria (primeiro ano de evolução):• Penicilina Benzatina – 4.800.000 UI em dose única (IM).
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passage: •••••Efeito prozona é quando ocorre excesso de anticorpos com relação ao antígeno, durante a realização doVDRL, apresentando resultado falso-negativo. Com a diluição do soro podem-se observar títulos finais altos. Opaciente normalmente estará na fase secundária.
Tratamento e controle de cura (Tabela 62.2)Critério de cura: VDRL 3, 6 e 12 meses após o tratamento. Deverá haver queda de quatro títulos da sorologiaou sua negativação em 6 meses-1 ano. As gestantes devem ser acompanhadas mensalmente. Deve ser feitoum novo tratamento se a sorologia aumentar quatro títulos. O esperado é a diminuição de um título por mês.
Os pacientes tratados com esquema alternativos devem sem acompanhados clínica e sorologicamente emintervalos mais curtosMedicamentos alternativos: para os casos de neurossífilis indica-se a ceftriaxona 2 g IM ou IV 1 vez/diadurante 10 a 14 diasGestantes: usar os mesmos esquemas com penicilina G benzatina. São contraindicados tetraciclinas,doxiciclina e estolato de eritromicina. O acompanhamento deve ser mensal.
Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
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passage: • Nos casos em que o LCR mostrou-se alterado, deve ser re-alizada uma reavaliação liquórica a cada 6 meses até a sua normalização; alterações persistentes indicam avaliação clínico-laboratorial completa e retratamento.
• Nos casos de crianças tratadas de forma inadequada, na dose e/ou no tempo do tratamento preconizado, deve-se convocar a criança para reavaliação clínico-laboratorial, bem como reini-ciar o tratamento da criança, obedecendo aos esquemas ante-riormente descritos.
Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
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passage: . Em alguns casos, pode também haver descamação da pele, dor de cabeça, dor muscular, dor de garganta e mal estar. Saiba reconhecer os sintomas de sífilis. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da sífilis é feito através da realização de exames de sangue, como o FTA-Abs e o VDRL. O VDRL deve ser realizado no início do pré-natal e deve ser repetido no segundo trimestre, mesmo que o resultado seja negativo pois o bebê pode ficar com problemas neurológicos se a mãe tiver sífilis. No caso de VDRL positivo ou reagente, o VDRL deve ser repetido todos os meses até ao final da gravidez para que seja avaliada a resposta da mulher ao tratamento e, assim, poder saber se a bactéria causadora da sífilis foi eliminada. Leia também: Exame VDRL: para que serve, resultados e como é feito tuasaude.com/exame-vdrl Marque uma consulta com o obstetra mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para entender melhor o resultado do exame VDRL: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Teste online de sintomas Para saber quais as chances de ter sífilis, por favor, selecione os sintomas que apresenta: 1. Tem uma ferida endurecida na região genital que não dói Sim Não 2
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passage: Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
Esquema recomendadoEsquema alternativoSífilis recentePenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea), dose únicaDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 15 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 20dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 20diasSífilis latente ou tardiaPenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea por semana, durante 3semanasDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 30 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 40dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 40diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; VO, via oral; IM, via intramuscular; IV, via intravenosa.
A hipersensibilidade grave à penicilina é muito menos frequente do que advogam os mitos popular e médico.
Quem pensar diferente deve procurar informações bem documentadas. Mulheres alérgicas à penicilina devem serdessensibilizadas.
Diagnóstico diferencialHerpes simples, cancro mole, cancro misto de Rollet (cancro duro + cancro mole), donovanose,farmacodermias, viroses exantemáticas, fissuras e ulcerações traumáticas.
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passage: . A sífilis na gravidez é grave principalmente se a infecção estiver na fase inicial, em que é mais transmissível, embora a contaminação possa acontecer em qualquer fase da gestação. O bebê também pode ser contaminado durante o parto normal, se houver alguma ferida de sífilis na região da vagina. A maioria dos bebês infectados não apresenta qualquer sintoma ao nascer e, por isso, pode ser indicado realizar o exame VDRL regularmente após o nascimento e iniciar o tratamento logo que a doença seja descoberta. Como é feito o tratamento O tratamento para sífilis na gravidez é indicado pelo obstetra e, normalmente, é feito com injeções de penicilina em 1 ou 3 doses, dependendo da gravidade e do tempo de contaminação: Sífilis primária, secundária ou latente recente (com até um ano de evolução) na gravidez: 1 dose única de penicilina; Sífilis latente tardia (com mais de um ano de evolução): 3 doses de penicilina, uma por semana; Sífilis latente com duração desconhecida: 3 doses de penicilina, uma por semana; É importante realizar o tratamento até o final para evitar transmitir a sífilis para o bebê. Assim, caso o tratamento não seja completo é recomendado consultar um obstetra, que pode indicar iniciar o tratamento novamente
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passage: C2- Se for assintomático e tiver o VDRL reagente, com títu-lo igual ou menor que o materno, acompanhar clinicamente. Na impossibilidade do seguimento clínico, investigar e tratar como A1(sem alterações de LCR) ou A2 (se houver alterações no LCR).
O acompanhamento é imprescindível e deve ser realizado na puericultura para a detecção de sinais clínicos. O pediatra, na alta hospitalar, deve esclarecer a mãe sobre os riscos da não identi/f_i -cação da criança, caso ela tenha sí/f_i lis (sequelas, principalmente 34Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018No período pós-neonatal (após 28 dias de vida)Crianças com quadros clínico e sorológico sugestivos de sí/f_i lis con-gênita devem ser cuidadosamente investigadas, obedecendo-se à rotina suprarreferida. Con/f_i rmando-se o diagnóstico, proceder ao tratamento conforme preconizado, observando-se o intervalo das aplicações que, para a penicilina G cristalina, deve ser de 4 em 4 ho-ras e para a penicilina G procaína, de 12 em 12 horas, mantendo-se os mesmos esquemas de doses recomendados.
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passage: O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana).
Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos.
Conduta na gestaçãoConfirmada a positividade de ambos os exames realiza-se o tratamento:Doença em fase aguda (visualização do cancro ou ulcera genital):• Penicilina Benzatina – dose de 2.400.000 unidades em dose única (IM)• Doença em fase primaria (primeiro ano de evolução):• Penicilina Benzatina – 4.800.000 UI em dose única (IM).
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passage: • Reações não treponêmicas: nesses exames o antígeno rea-tor sérico é a cardiolipina, evidenciando a formação de anti-corpos antilipídicos. Tornam-se positivos a partir da 4a ou 5ª semana após o contágio e são indicados tanto para o diagnós-tico como para o seguimento terapêutico, pois seus resultados, além de qualitativos, são expressos quantitativamente (titu-lações seriadas 1/2, 1/4, 1/8...). Podem ser de macro ou mi-cro/f_l oculação: VDRL (Venereal Disease Research Laboratory) e RPR (Rapid Plasma Reagin). São utilizados tanto para o exame sérico como liquórico. Considera-se como padrão-ouro para o diagnóstico da sí/f_i lis a pesquisa direta do T. pallidum; porém, na prática clínica, a sorologia é mais utilizada.
Para o diagnóstico laboratorial da sí/f_i lis são necessários exames treponêmicos e não treponêmicos. A ordem de realização /f_i ca a cri-tério do serviço de saúde. Quando o teste rápido for utilizado como triagem, nos casos reagentes, uma amostra de sangue venoso deverá ser coletada e encaminhada para realização de teste não treponêmico.
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passage: •••••Efeito prozona é quando ocorre excesso de anticorpos com relação ao antígeno, durante a realização doVDRL, apresentando resultado falso-negativo. Com a diluição do soro podem-se observar títulos finais altos. Opaciente normalmente estará na fase secundária.
Tratamento e controle de cura (Tabela 62.2)Critério de cura: VDRL 3, 6 e 12 meses após o tratamento. Deverá haver queda de quatro títulos da sorologiaou sua negativação em 6 meses-1 ano. As gestantes devem ser acompanhadas mensalmente. Deve ser feitoum novo tratamento se a sorologia aumentar quatro títulos. O esperado é a diminuição de um título por mês.
Os pacientes tratados com esquema alternativos devem sem acompanhados clínica e sorologicamente emintervalos mais curtosMedicamentos alternativos: para os casos de neurossífilis indica-se a ceftriaxona 2 g IM ou IV 1 vez/diadurante 10 a 14 diasGestantes: usar os mesmos esquemas com penicilina G benzatina. São contraindicados tetraciclinas,doxiciclina e estolato de eritromicina. O acompanhamento deve ser mensal.
Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
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passage: • Nos casos em que o LCR mostrou-se alterado, deve ser re-alizada uma reavaliação liquórica a cada 6 meses até a sua normalização; alterações persistentes indicam avaliação clínico-laboratorial completa e retratamento.
• Nos casos de crianças tratadas de forma inadequada, na dose e/ou no tempo do tratamento preconizado, deve-se convocar a criança para reavaliação clínico-laboratorial, bem como reini-ciar o tratamento da criança, obedecendo aos esquemas ante-riormente descritos.
Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
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passage: . Em alguns casos, pode também haver descamação da pele, dor de cabeça, dor muscular, dor de garganta e mal estar. Saiba reconhecer os sintomas de sífilis. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da sífilis é feito através da realização de exames de sangue, como o FTA-Abs e o VDRL. O VDRL deve ser realizado no início do pré-natal e deve ser repetido no segundo trimestre, mesmo que o resultado seja negativo pois o bebê pode ficar com problemas neurológicos se a mãe tiver sífilis. No caso de VDRL positivo ou reagente, o VDRL deve ser repetido todos os meses até ao final da gravidez para que seja avaliada a resposta da mulher ao tratamento e, assim, poder saber se a bactéria causadora da sífilis foi eliminada. Leia também: Exame VDRL: para que serve, resultados e como é feito tuasaude.com/exame-vdrl Marque uma consulta com o obstetra mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para entender melhor o resultado do exame VDRL: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Teste online de sintomas Para saber quais as chances de ter sífilis, por favor, selecione os sintomas que apresenta: 1. Tem uma ferida endurecida na região genital que não dói Sim Não 2
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passage: Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
Esquema recomendadoEsquema alternativoSífilis recentePenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea), dose únicaDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 15 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 20dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 20diasSífilis latente ou tardiaPenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea por semana, durante 3semanasDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 30 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 40dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 40diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; VO, via oral; IM, via intramuscular; IV, via intravenosa.
A hipersensibilidade grave à penicilina é muito menos frequente do que advogam os mitos popular e médico.
Quem pensar diferente deve procurar informações bem documentadas. Mulheres alérgicas à penicilina devem serdessensibilizadas.
Diagnóstico diferencialHerpes simples, cancro mole, cancro misto de Rollet (cancro duro + cancro mole), donovanose,farmacodermias, viroses exantemáticas, fissuras e ulcerações traumáticas.
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passage: . A sífilis na gravidez é grave principalmente se a infecção estiver na fase inicial, em que é mais transmissível, embora a contaminação possa acontecer em qualquer fase da gestação. O bebê também pode ser contaminado durante o parto normal, se houver alguma ferida de sífilis na região da vagina. A maioria dos bebês infectados não apresenta qualquer sintoma ao nascer e, por isso, pode ser indicado realizar o exame VDRL regularmente após o nascimento e iniciar o tratamento logo que a doença seja descoberta. Como é feito o tratamento O tratamento para sífilis na gravidez é indicado pelo obstetra e, normalmente, é feito com injeções de penicilina em 1 ou 3 doses, dependendo da gravidade e do tempo de contaminação: Sífilis primária, secundária ou latente recente (com até um ano de evolução) na gravidez: 1 dose única de penicilina; Sífilis latente tardia (com mais de um ano de evolução): 3 doses de penicilina, uma por semana; Sífilis latente com duração desconhecida: 3 doses de penicilina, uma por semana; É importante realizar o tratamento até o final para evitar transmitir a sífilis para o bebê. Assim, caso o tratamento não seja completo é recomendado consultar um obstetra, que pode indicar iniciar o tratamento novamente
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passage: C2- Se for assintomático e tiver o VDRL reagente, com títu-lo igual ou menor que o materno, acompanhar clinicamente. Na impossibilidade do seguimento clínico, investigar e tratar como A1(sem alterações de LCR) ou A2 (se houver alterações no LCR).
O acompanhamento é imprescindível e deve ser realizado na puericultura para a detecção de sinais clínicos. O pediatra, na alta hospitalar, deve esclarecer a mãe sobre os riscos da não identi/f_i -cação da criança, caso ela tenha sí/f_i lis (sequelas, principalmente 34Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018No período pós-neonatal (após 28 dias de vida)Crianças com quadros clínico e sorológico sugestivos de sí/f_i lis con-gênita devem ser cuidadosamente investigadas, obedecendo-se à rotina suprarreferida. Con/f_i rmando-se o diagnóstico, proceder ao tratamento conforme preconizado, observando-se o intervalo das aplicações que, para a penicilina G cristalina, deve ser de 4 em 4 ho-ras e para a penicilina G procaína, de 12 em 12 horas, mantendo-se os mesmos esquemas de doses recomendados.
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passage: O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana).
Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos.
Conduta na gestaçãoConfirmada a positividade de ambos os exames realiza-se o tratamento:Doença em fase aguda (visualização do cancro ou ulcera genital):• Penicilina Benzatina – dose de 2.400.000 unidades em dose única (IM)• Doença em fase primaria (primeiro ano de evolução):• Penicilina Benzatina – 4.800.000 UI em dose única (IM).
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passage: • Reações não treponêmicas: nesses exames o antígeno rea-tor sérico é a cardiolipina, evidenciando a formação de anti-corpos antilipídicos. Tornam-se positivos a partir da 4a ou 5ª semana após o contágio e são indicados tanto para o diagnós-tico como para o seguimento terapêutico, pois seus resultados, além de qualitativos, são expressos quantitativamente (titu-lações seriadas 1/2, 1/4, 1/8...). Podem ser de macro ou mi-cro/f_l oculação: VDRL (Venereal Disease Research Laboratory) e RPR (Rapid Plasma Reagin). São utilizados tanto para o exame sérico como liquórico. Considera-se como padrão-ouro para o diagnóstico da sí/f_i lis a pesquisa direta do T. pallidum; porém, na prática clínica, a sorologia é mais utilizada.
Para o diagnóstico laboratorial da sí/f_i lis são necessários exames treponêmicos e não treponêmicos. A ordem de realização /f_i ca a cri-tério do serviço de saúde. Quando o teste rápido for utilizado como triagem, nos casos reagentes, uma amostra de sangue venoso deverá ser coletada e encaminhada para realização de teste não treponêmico.
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passage: • Pacientes que mantêm sorologia elevada mesmo após trata-mento correto.
• Para alta de/f_i nitiva destes casos.
• Toda criança com VDRL positivo no LCR é diagnosticada como tendo neurossí/f_i lis independentemente de haver alterações na celularidade e/ou dosagem proteica. O encontro de outras al-terações no LCR é mais frequente nas crianças que apresentam evidências clínicas de sí/f_i lis congênita do que naquelas assinto-máticas apesar de infectadas. Caso não haja contraindicações, recomenda-se realizar punção lombar para a coleta de LCR com o objetivo de avaliar a celularidade, o per/f_i l proteico e o 25Menezes ML, Passos MRProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018• Na análise laboratorial do liquor,faz-se necessário pesquisar seu aspecto, celularidade, dosagem de proteínas e resultado das provas sorológicas para sí/f_i lis. Em caso de comprometi-mento do sistema nervoso central pelo T pallidum, observa-se: - Aspecto – claro.
- Celularidade – acima de 10 linfócitos por mL (entre 5 a 9 linfócitos/ml é apenas suspeito); no período neonatal acima de 25 linfócitos por mL.
- Dosagem das proteínas – superior a 40mg%; no período ne-onatal acima de 150mg%.
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passage: •••••Efeito prozona é quando ocorre excesso de anticorpos com relação ao antígeno, durante a realização doVDRL, apresentando resultado falso-negativo. Com a diluição do soro podem-se observar títulos finais altos. Opaciente normalmente estará na fase secundária.
Tratamento e controle de cura (Tabela 62.2)Critério de cura: VDRL 3, 6 e 12 meses após o tratamento. Deverá haver queda de quatro títulos da sorologiaou sua negativação em 6 meses-1 ano. As gestantes devem ser acompanhadas mensalmente. Deve ser feitoum novo tratamento se a sorologia aumentar quatro títulos. O esperado é a diminuição de um título por mês.
Os pacientes tratados com esquema alternativos devem sem acompanhados clínica e sorologicamente emintervalos mais curtosMedicamentos alternativos: para os casos de neurossífilis indica-se a ceftriaxona 2 g IM ou IV 1 vez/diadurante 10 a 14 diasGestantes: usar os mesmos esquemas com penicilina G benzatina. São contraindicados tetraciclinas,doxiciclina e estolato de eritromicina. O acompanhamento deve ser mensal.
Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
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passage: • Nos casos em que o LCR mostrou-se alterado, deve ser re-alizada uma reavaliação liquórica a cada 6 meses até a sua normalização; alterações persistentes indicam avaliação clínico-laboratorial completa e retratamento.
• Nos casos de crianças tratadas de forma inadequada, na dose e/ou no tempo do tratamento preconizado, deve-se convocar a criança para reavaliação clínico-laboratorial, bem como reini-ciar o tratamento da criança, obedecendo aos esquemas ante-riormente descritos.
Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação desses valores imediatamente após o tratamento oriundo da liberação de antígenos quando da destruição dos treponemas. Para o seguimento do paciente, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada 3meses no primeiro ano de acompanhamento do paciente e a cada seis meses no segundo ano (3, 6, 9, 12, 18, 24 meses).
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passage: . Em alguns casos, pode também haver descamação da pele, dor de cabeça, dor muscular, dor de garganta e mal estar. Saiba reconhecer os sintomas de sífilis. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da sífilis é feito através da realização de exames de sangue, como o FTA-Abs e o VDRL. O VDRL deve ser realizado no início do pré-natal e deve ser repetido no segundo trimestre, mesmo que o resultado seja negativo pois o bebê pode ficar com problemas neurológicos se a mãe tiver sífilis. No caso de VDRL positivo ou reagente, o VDRL deve ser repetido todos os meses até ao final da gravidez para que seja avaliada a resposta da mulher ao tratamento e, assim, poder saber se a bactéria causadora da sífilis foi eliminada. Leia também: Exame VDRL: para que serve, resultados e como é feito tuasaude.com/exame-vdrl Marque uma consulta com o obstetra mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para entender melhor o resultado do exame VDRL: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Teste online de sintomas Para saber quais as chances de ter sífilis, por favor, selecione os sintomas que apresenta: 1. Tem uma ferida endurecida na região genital que não dói Sim Não 2
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passage: Tabela 62.2 Esquema terapêutico para sífilis (MS, 2015; CDC, 2015).
Esquema recomendadoEsquema alternativoSífilis recentePenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea), dose únicaDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 15 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 20dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 20diasSífilis latente ou tardiaPenicilina G benzatina 2.400.000 UI IM (1.200.000 UIem cada região glútea por semana, durante 3semanasDoxiciclina 100 mg VO 12/12 h por 30 dias; ouceftriaxona 1 g IM ou IV 1 vez/dia durante 8 a 10dias; ou eritromicina 500 mg VO 6/6 h, durante 40dias; ou tetraciclina 500 mg VO 6/6 h, durante 40diasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; VO, via oral; IM, via intramuscular; IV, via intravenosa.
A hipersensibilidade grave à penicilina é muito menos frequente do que advogam os mitos popular e médico.
Quem pensar diferente deve procurar informações bem documentadas. Mulheres alérgicas à penicilina devem serdessensibilizadas.
Diagnóstico diferencialHerpes simples, cancro mole, cancro misto de Rollet (cancro duro + cancro mole), donovanose,farmacodermias, viroses exantemáticas, fissuras e ulcerações traumáticas.
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passage: . A sífilis na gravidez é grave principalmente se a infecção estiver na fase inicial, em que é mais transmissível, embora a contaminação possa acontecer em qualquer fase da gestação. O bebê também pode ser contaminado durante o parto normal, se houver alguma ferida de sífilis na região da vagina. A maioria dos bebês infectados não apresenta qualquer sintoma ao nascer e, por isso, pode ser indicado realizar o exame VDRL regularmente após o nascimento e iniciar o tratamento logo que a doença seja descoberta. Como é feito o tratamento O tratamento para sífilis na gravidez é indicado pelo obstetra e, normalmente, é feito com injeções de penicilina em 1 ou 3 doses, dependendo da gravidade e do tempo de contaminação: Sífilis primária, secundária ou latente recente (com até um ano de evolução) na gravidez: 1 dose única de penicilina; Sífilis latente tardia (com mais de um ano de evolução): 3 doses de penicilina, uma por semana; Sífilis latente com duração desconhecida: 3 doses de penicilina, uma por semana; É importante realizar o tratamento até o final para evitar transmitir a sífilis para o bebê. Assim, caso o tratamento não seja completo é recomendado consultar um obstetra, que pode indicar iniciar o tratamento novamente
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passage: C2- Se for assintomático e tiver o VDRL reagente, com títu-lo igual ou menor que o materno, acompanhar clinicamente. Na impossibilidade do seguimento clínico, investigar e tratar como A1(sem alterações de LCR) ou A2 (se houver alterações no LCR).
O acompanhamento é imprescindível e deve ser realizado na puericultura para a detecção de sinais clínicos. O pediatra, na alta hospitalar, deve esclarecer a mãe sobre os riscos da não identi/f_i -cação da criança, caso ela tenha sí/f_i lis (sequelas, principalmente 34Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018No período pós-neonatal (após 28 dias de vida)Crianças com quadros clínico e sorológico sugestivos de sí/f_i lis con-gênita devem ser cuidadosamente investigadas, obedecendo-se à rotina suprarreferida. Con/f_i rmando-se o diagnóstico, proceder ao tratamento conforme preconizado, observando-se o intervalo das aplicações que, para a penicilina G cristalina, deve ser de 4 em 4 ho-ras e para a penicilina G procaína, de 12 em 12 horas, mantendo-se os mesmos esquemas de doses recomendados.
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passage: O diagnóstico de doença aguda será feito pela cul-tura de secreção vaginal (fundo de saco e cérvix) ou pela detecção de IgM em sorologia. Conduta na gestação e partoO tratamento do episódio agudo poderá ser reali-zado localmente com creme de aciclovir (4 vezes ao dia). O tratamento por via oral fica reservado aos casos de maior gravidade. Na gravidez, a im-portância da doença se refere principalmente em relação ao parto. No caso de doença aguda, nas últimas quatro semanas gestacionais, deve-se fa-zer a opção pela via alta (cesariana).
Diagnóstico e conduta na sífilis durante a gestaçãoRastreamento e diagnósticoO exame de VDRL deve ser solicitado trimestral-mente (sugere-se na consulta inicial e nas sema-nas 24 e 34 da gravidez). No caso de VDRL po-sitivo deve-se realizar o teste de FTA – ABS para afastar os exames falso-positivos.
Conduta na gestaçãoConfirmada a positividade de ambos os exames realiza-se o tratamento:Doença em fase aguda (visualização do cancro ou ulcera genital):• Penicilina Benzatina – dose de 2.400.000 unidades em dose única (IM)• Doença em fase primaria (primeiro ano de evolução):• Penicilina Benzatina – 4.800.000 UI em dose única (IM).
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passage: • Reações não treponêmicas: nesses exames o antígeno rea-tor sérico é a cardiolipina, evidenciando a formação de anti-corpos antilipídicos. Tornam-se positivos a partir da 4a ou 5ª semana após o contágio e são indicados tanto para o diagnós-tico como para o seguimento terapêutico, pois seus resultados, além de qualitativos, são expressos quantitativamente (titu-lações seriadas 1/2, 1/4, 1/8...). Podem ser de macro ou mi-cro/f_l oculação: VDRL (Venereal Disease Research Laboratory) e RPR (Rapid Plasma Reagin). São utilizados tanto para o exame sérico como liquórico. Considera-se como padrão-ouro para o diagnóstico da sí/f_i lis a pesquisa direta do T. pallidum; porém, na prática clínica, a sorologia é mais utilizada.
Para o diagnóstico laboratorial da sí/f_i lis são necessários exames treponêmicos e não treponêmicos. A ordem de realização /f_i ca a cri-tério do serviço de saúde. Quando o teste rápido for utilizado como triagem, nos casos reagentes, uma amostra de sangue venoso deverá ser coletada e encaminhada para realização de teste não treponêmico.
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passage: • Pacientes que mantêm sorologia elevada mesmo após trata-mento correto.
• Para alta de/f_i nitiva destes casos.
• Toda criança com VDRL positivo no LCR é diagnosticada como tendo neurossí/f_i lis independentemente de haver alterações na celularidade e/ou dosagem proteica. O encontro de outras al-terações no LCR é mais frequente nas crianças que apresentam evidências clínicas de sí/f_i lis congênita do que naquelas assinto-máticas apesar de infectadas. Caso não haja contraindicações, recomenda-se realizar punção lombar para a coleta de LCR com o objetivo de avaliar a celularidade, o per/f_i l proteico e o 25Menezes ML, Passos MRProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018• Na análise laboratorial do liquor,faz-se necessário pesquisar seu aspecto, celularidade, dosagem de proteínas e resultado das provas sorológicas para sí/f_i lis. Em caso de comprometi-mento do sistema nervoso central pelo T pallidum, observa-se: - Aspecto – claro.
- Celularidade – acima de 10 linfócitos por mL (entre 5 a 9 linfócitos/ml é apenas suspeito); no período neonatal acima de 25 linfócitos por mL.
- Dosagem das proteínas – superior a 40mg%; no período ne-onatal acima de 150mg%.
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passage: • Ausência de redução da titulação em duas diluições no interva-lo de seis meses (sí/f_i lis recente, primária e secundária) ou 12 meses (sí/f_i lis tardia) após o tratamento adequado.
OU• Aumento da titulação em duas diluições.
OU• Persistência ou recorrência de sinais e sintomas clínicos.
Se o paciente preencher os critérios de retratamento, recomen-da-se investigação de neurosí/f_i lis por meio de punção lombar e re-tratamento com três doses de penicilina benzatina 2,4 milhões de UI, IM (uma vez por semana, por três semanas). Em caso de exame de LCR compatível com neurosí/f_i lis, tratar conforme quadro citado anteriormente.
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Olá! Entendo sua preocupação em relação ao tratamento da sífilis e o tempo para cura, bem como o acompanhamento do VDRL. Vou te explicar tudo de forma clara e com empatia.
Primeiramente, é importante dizer que a sífilis tem cura, e o tratamento com penicilina é bastante eficaz. O tempo exato para a cura e a queda do VDRL podem variar de pessoa para pessoa, dependendo do estágio da sífilis em que você foi diagnosticada e da sua resposta individual ao tratamento.
Geralmente, o que esperamos é que haja uma diminuição gradual nos títulos do VDRL após o início do tratamento. Consideramos que o tratamento está sendo eficaz quando há uma queda de quatro vezes no título do VDRL em um período de 6 meses a 1 ano. Por exemplo, se seu VDRL inicial era 1:32, esperamos que ele caia para 1:8 ou menos dentro desse período. Em alguns casos, o VDRL pode até negativar completamente.
O acompanhamento é crucial para garantir que o tratamento está funcionando. No seu caso, como você está grávida, o ideal é que o VDRL seja monitorado mensalmente. Isso nos permite avaliar a resposta ao tratamento de perto e, se necessário, ajustar a conduta.
É importante lembrar que, logo após o tratamento, pode haver um aumento temporário nos títulos do VDRL devido à liberação de antígenos pelas bactérias que estão sendo destruídas. Mas não se preocupe, isso não significa que o tratamento não está funcionando.
Se, em algum momento, o VDRL aumentar quatro vezes em relação ao resultado mais baixo que você atingiu durante o tratamento, isso pode indicar uma reinfecção ou falha terapêutica, e um novo tratamento pode ser necessário.
Continue seguindo as orientações do seu médico e compareça a todas as consultas de acompanhamento. Tenha confiança, pois com o tratamento adequado e o acompanhamento correto, a sífilis tem cura e você terá uma gestação saudável. Estou à disposição para esclarecer qualquer outra dúvida que você possa ter.
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9,229
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Apresento neutropenia há mais de meses. Posso tomar a vacina do HPV?
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Olá! Se for uma neutropenia leve, pode ser possível tomar a vacina. No entanto, se a neutropenia estiver mais acentuada ou se você estiver com febre, evite a vacinação. Consulte um hematologista para avaliar essa deficiência, caso seja recente. Abraços!
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: • Contraindicação: casos de reação anafilática após dose prévia ou a algum de seus componentes.
• Disponibilização: A vacina HPV-6,11,16,18 faz parte do PNI e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde para meninas de 9 a 14 anos de idade e me-ninos de 11 a14 anos (esquema de 2 doses: 0-6 meses) e para portadores de imunodeficiência de ambos sexos entre 9 e 26 anos de idade (esquema de 3 doses: 0-1-6 meses). As vacinas HPV-6,11,16,18 e HPV-16,18 estão disponí-veis nas clínicas privadas, sem restrição de idade.
dTpa (ou dTpa-ipV, combinada com vacina inativada pólio)Dupla adulto (difteria e tétano)– dTCom esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa cada dez anos. Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de ‘dTpa’ a qualquer mo-mento (independente de intervalo prévio com dT ou toxóide tetânico) e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT, de forma a totalizar três doses de vacina para o componente tetânico. Não vacinados e/ou histórico vacinal desco-nhecido: uma dose de ‘dTpa’ e 2 doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses. A dTpa pode ser substituída por dTpa-IPV ou dT, dependendo da disponibilidade.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: • Contraindicação: casos de reação anafilática após dose prévia ou a algum de seus componentes.
• Disponibilização: A vacina HPV-6,11,16,18 faz parte do PNI e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde para meninas de 9 a 14 anos de idade e me-ninos de 11 a14 anos (esquema de 2 doses: 0-6 meses) e para portadores de imunodeficiência de ambos sexos entre 9 e 26 anos de idade (esquema de 3 doses: 0-1-6 meses). As vacinas HPV-6,11,16,18 e HPV-16,18 estão disponí-veis nas clínicas privadas, sem restrição de idade.
dTpa (ou dTpa-ipV, combinada com vacina inativada pólio)Dupla adulto (difteria e tétano)– dTCom esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa cada dez anos. Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de ‘dTpa’ a qualquer mo-mento (independente de intervalo prévio com dT ou toxóide tetânico) e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT, de forma a totalizar três doses de vacina para o componente tetânico. Não vacinados e/ou histórico vacinal desco-nhecido: uma dose de ‘dTpa’ e 2 doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses. A dTpa pode ser substituída por dTpa-IPV ou dT, dependendo da disponibilidade.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: • Contraindicação: casos de reação anafilática após dose prévia ou a algum de seus componentes.
• Disponibilização: A vacina HPV-6,11,16,18 faz parte do PNI e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde para meninas de 9 a 14 anos de idade e me-ninos de 11 a14 anos (esquema de 2 doses: 0-6 meses) e para portadores de imunodeficiência de ambos sexos entre 9 e 26 anos de idade (esquema de 3 doses: 0-1-6 meses). As vacinas HPV-6,11,16,18 e HPV-16,18 estão disponí-veis nas clínicas privadas, sem restrição de idade.
dTpa (ou dTpa-ipV, combinada com vacina inativada pólio)Dupla adulto (difteria e tétano)– dTCom esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa cada dez anos. Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de ‘dTpa’ a qualquer mo-mento (independente de intervalo prévio com dT ou toxóide tetânico) e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT, de forma a totalizar três doses de vacina para o componente tetânico. Não vacinados e/ou histórico vacinal desco-nhecido: uma dose de ‘dTpa’ e 2 doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses. A dTpa pode ser substituída por dTpa-IPV ou dT, dependendo da disponibilidade.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: • Contraindicação: casos de reação anafilática após dose prévia ou a algum de seus componentes.
• Disponibilização: A vacina HPV-6,11,16,18 faz parte do PNI e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde para meninas de 9 a 14 anos de idade e me-ninos de 11 a14 anos (esquema de 2 doses: 0-6 meses) e para portadores de imunodeficiência de ambos sexos entre 9 e 26 anos de idade (esquema de 3 doses: 0-1-6 meses). As vacinas HPV-6,11,16,18 e HPV-16,18 estão disponí-veis nas clínicas privadas, sem restrição de idade.
dTpa (ou dTpa-ipV, combinada com vacina inativada pólio)Dupla adulto (difteria e tétano)– dTCom esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa cada dez anos. Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de ‘dTpa’ a qualquer mo-mento (independente de intervalo prévio com dT ou toxóide tetânico) e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT, de forma a totalizar três doses de vacina para o componente tetânico. Não vacinados e/ou histórico vacinal desco-nhecido: uma dose de ‘dTpa’ e 2 doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses. A dTpa pode ser substituída por dTpa-IPV ou dT, dependendo da disponibilidade.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: Vacinas profiláticas anti-HPV. As vacinas profiláticas estimu-lam a produção de anticorpos humorais que neutralizam o HPV antes que infecte as células do hospedeiro (Christensen, 2001). Elas não previnem positividade transitória para HPV nem resolvem infecção preexistente. Contudo, previnem o es-tabelecimento de nova infecção ou sua persistência e o desen-volvimento subsequente de neoplasia do colo uterino.
Atualmente, há duas vacinas aprovadas pela FDA para prevenção de infecções incidentes por HPV e de neoplasia do colo uterino. Essas vacinas utilizam tecnologia recombinante para a produção de proteínas capsídeo L1 sintéticas de cada tipo de HPV incluído na sua cobertura. As partículas vírus-like resultantes são altamente imunogênicas, mas não são infectan-tes, uma vez que lhes falta o DNA viral (Stanley, 2006b). A resposta imune produzida por ambas as vacinas é muito mais intensa e consistente do que a encontrada nas infecções natu-rais (Stanley, 2006a; Villa, 2006).
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: • Contraindicação: casos de reação anafilática após dose prévia ou a algum de seus componentes.
• Disponibilização: A vacina HPV-6,11,16,18 faz parte do PNI e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde para meninas de 9 a 14 anos de idade e me-ninos de 11 a14 anos (esquema de 2 doses: 0-6 meses) e para portadores de imunodeficiência de ambos sexos entre 9 e 26 anos de idade (esquema de 3 doses: 0-1-6 meses). As vacinas HPV-6,11,16,18 e HPV-16,18 estão disponí-veis nas clínicas privadas, sem restrição de idade.
dTpa (ou dTpa-ipV, combinada com vacina inativada pólio)Dupla adulto (difteria e tétano)– dTCom esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa cada dez anos. Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de ‘dTpa’ a qualquer mo-mento (independente de intervalo prévio com dT ou toxóide tetânico) e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT, de forma a totalizar três doses de vacina para o componente tetânico. Não vacinados e/ou histórico vacinal desco-nhecido: uma dose de ‘dTpa’ e 2 doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses. A dTpa pode ser substituída por dTpa-IPV ou dT, dependendo da disponibilidade.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: Vacinas profiláticas anti-HPV. As vacinas profiláticas estimu-lam a produção de anticorpos humorais que neutralizam o HPV antes que infecte as células do hospedeiro (Christensen, 2001). Elas não previnem positividade transitória para HPV nem resolvem infecção preexistente. Contudo, previnem o es-tabelecimento de nova infecção ou sua persistência e o desen-volvimento subsequente de neoplasia do colo uterino.
Atualmente, há duas vacinas aprovadas pela FDA para prevenção de infecções incidentes por HPV e de neoplasia do colo uterino. Essas vacinas utilizam tecnologia recombinante para a produção de proteínas capsídeo L1 sintéticas de cada tipo de HPV incluído na sua cobertura. As partículas vírus-like resultantes são altamente imunogênicas, mas não são infectan-tes, uma vez que lhes falta o DNA viral (Stanley, 2006b). A resposta imune produzida por ambas as vacinas é muito mais intensa e consistente do que a encontrada nas infecções natu-rais (Stanley, 2006a; Villa, 2006).
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: • Contraindicação: casos de reação anafilática após dose prévia ou a algum de seus componentes.
• Disponibilização: A vacina HPV-6,11,16,18 faz parte do PNI e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde para meninas de 9 a 14 anos de idade e me-ninos de 11 a14 anos (esquema de 2 doses: 0-6 meses) e para portadores de imunodeficiência de ambos sexos entre 9 e 26 anos de idade (esquema de 3 doses: 0-1-6 meses). As vacinas HPV-6,11,16,18 e HPV-16,18 estão disponí-veis nas clínicas privadas, sem restrição de idade.
dTpa (ou dTpa-ipV, combinada com vacina inativada pólio)Dupla adulto (difteria e tétano)– dTCom esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa cada dez anos. Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de ‘dTpa’ a qualquer mo-mento (independente de intervalo prévio com dT ou toxóide tetânico) e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT, de forma a totalizar três doses de vacina para o componente tetânico. Não vacinados e/ou histórico vacinal desco-nhecido: uma dose de ‘dTpa’ e 2 doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses. A dTpa pode ser substituída por dTpa-IPV ou dT, dependendo da disponibilidade.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: Vacinas profiláticas anti-HPV. As vacinas profiláticas estimu-lam a produção de anticorpos humorais que neutralizam o HPV antes que infecte as células do hospedeiro (Christensen, 2001). Elas não previnem positividade transitória para HPV nem resolvem infecção preexistente. Contudo, previnem o es-tabelecimento de nova infecção ou sua persistência e o desen-volvimento subsequente de neoplasia do colo uterino.
Atualmente, há duas vacinas aprovadas pela FDA para prevenção de infecções incidentes por HPV e de neoplasia do colo uterino. Essas vacinas utilizam tecnologia recombinante para a produção de proteínas capsídeo L1 sintéticas de cada tipo de HPV incluído na sua cobertura. As partículas vírus-like resultantes são altamente imunogênicas, mas não são infectan-tes, uma vez que lhes falta o DNA viral (Stanley, 2006b). A resposta imune produzida por ambas as vacinas é muito mais intensa e consistente do que a encontrada nas infecções natu-rais (Stanley, 2006a; Villa, 2006).
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: • Contraindicação: casos de reação anafilática após dose prévia ou a algum de seus componentes.
• Disponibilização: A vacina HPV-6,11,16,18 faz parte do PNI e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde para meninas de 9 a 14 anos de idade e me-ninos de 11 a14 anos (esquema de 2 doses: 0-6 meses) e para portadores de imunodeficiência de ambos sexos entre 9 e 26 anos de idade (esquema de 3 doses: 0-1-6 meses). As vacinas HPV-6,11,16,18 e HPV-16,18 estão disponí-veis nas clínicas privadas, sem restrição de idade.
dTpa (ou dTpa-ipV, combinada com vacina inativada pólio)Dupla adulto (difteria e tétano)– dTCom esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa cada dez anos. Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de ‘dTpa’ a qualquer mo-mento (independente de intervalo prévio com dT ou toxóide tetânico) e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT, de forma a totalizar três doses de vacina para o componente tetânico. Não vacinados e/ou histórico vacinal desco-nhecido: uma dose de ‘dTpa’ e 2 doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses. A dTpa pode ser substituída por dTpa-IPV ou dT, dependendo da disponibilidade.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: Vacinas profiláticas anti-HPV. As vacinas profiláticas estimu-lam a produção de anticorpos humorais que neutralizam o HPV antes que infecte as células do hospedeiro (Christensen, 2001). Elas não previnem positividade transitória para HPV nem resolvem infecção preexistente. Contudo, previnem o es-tabelecimento de nova infecção ou sua persistência e o desen-volvimento subsequente de neoplasia do colo uterino.
Atualmente, há duas vacinas aprovadas pela FDA para prevenção de infecções incidentes por HPV e de neoplasia do colo uterino. Essas vacinas utilizam tecnologia recombinante para a produção de proteínas capsídeo L1 sintéticas de cada tipo de HPV incluído na sua cobertura. As partículas vírus-like resultantes são altamente imunogênicas, mas não são infectan-tes, uma vez que lhes falta o DNA viral (Stanley, 2006b). A resposta imune produzida por ambas as vacinas é muito mais intensa e consistente do que a encontrada nas infecções natu-rais (Stanley, 2006a; Villa, 2006).
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: As pacientes também devem ser informadas sobre vaci-nação contra HPV . Há duas vacinas contra HPV (Cervarix e Gardasil) aprovadas pela FDA para pacientes do sexo feminino com idade entre 9 e 26 anos. O Centers for Disease Control and Prevention (2009) recomenda uma sequência de três doses para as meninas, com início aos 11 ou 12 anos. A segunda dose deve ser administrada um ou dois meses depois e a terceira dose seis meses após a inicial. Essas vacinas serão discutidas complementarmente no Capítulo 29 (p. 737).
A Supremo Corte decidiu que os indivíduos menores têm direito a acesso a contraceptivos (Carry vs. Population Services International, 431 U.S. 678, 1977). Além disso, a legislação atual determina que todos os estados consintam aos adoles-centes tratamento de condições “medicamente emancipadas”, como contracepção, DSTs, gravidez, uso abusivo de substâncias e saúde mental. Essas são situações médicas legalmente defini-das em que o adolescente pode receber cuidados sem permissão ou conhecimento de pais ou responsáveis (Akinbami, 2003)*.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: • Contraindicação: casos de reação anafilática após dose prévia ou a algum de seus componentes.
• Disponibilização: A vacina HPV-6,11,16,18 faz parte do PNI e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde para meninas de 9 a 14 anos de idade e me-ninos de 11 a14 anos (esquema de 2 doses: 0-6 meses) e para portadores de imunodeficiência de ambos sexos entre 9 e 26 anos de idade (esquema de 3 doses: 0-1-6 meses). As vacinas HPV-6,11,16,18 e HPV-16,18 estão disponí-veis nas clínicas privadas, sem restrição de idade.
dTpa (ou dTpa-ipV, combinada com vacina inativada pólio)Dupla adulto (difteria e tétano)– dTCom esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa cada dez anos. Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de ‘dTpa’ a qualquer mo-mento (independente de intervalo prévio com dT ou toxóide tetânico) e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT, de forma a totalizar três doses de vacina para o componente tetânico. Não vacinados e/ou histórico vacinal desco-nhecido: uma dose de ‘dTpa’ e 2 doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses. A dTpa pode ser substituída por dTpa-IPV ou dT, dependendo da disponibilidade.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: Vacinas profiláticas anti-HPV. As vacinas profiláticas estimu-lam a produção de anticorpos humorais que neutralizam o HPV antes que infecte as células do hospedeiro (Christensen, 2001). Elas não previnem positividade transitória para HPV nem resolvem infecção preexistente. Contudo, previnem o es-tabelecimento de nova infecção ou sua persistência e o desen-volvimento subsequente de neoplasia do colo uterino.
Atualmente, há duas vacinas aprovadas pela FDA para prevenção de infecções incidentes por HPV e de neoplasia do colo uterino. Essas vacinas utilizam tecnologia recombinante para a produção de proteínas capsídeo L1 sintéticas de cada tipo de HPV incluído na sua cobertura. As partículas vírus-like resultantes são altamente imunogênicas, mas não são infectan-tes, uma vez que lhes falta o DNA viral (Stanley, 2006b). A resposta imune produzida por ambas as vacinas é muito mais intensa e consistente do que a encontrada nas infecções natu-rais (Stanley, 2006a; Villa, 2006).
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: As pacientes também devem ser informadas sobre vaci-nação contra HPV . Há duas vacinas contra HPV (Cervarix e Gardasil) aprovadas pela FDA para pacientes do sexo feminino com idade entre 9 e 26 anos. O Centers for Disease Control and Prevention (2009) recomenda uma sequência de três doses para as meninas, com início aos 11 ou 12 anos. A segunda dose deve ser administrada um ou dois meses depois e a terceira dose seis meses após a inicial. Essas vacinas serão discutidas complementarmente no Capítulo 29 (p. 737).
A Supremo Corte decidiu que os indivíduos menores têm direito a acesso a contraceptivos (Carry vs. Population Services International, 431 U.S. 678, 1977). Além disso, a legislação atual determina que todos os estados consintam aos adoles-centes tratamento de condições “medicamente emancipadas”, como contracepção, DSTs, gravidez, uso abusivo de substâncias e saúde mental. Essas são situações médicas legalmente defini-das em que o adolescente pode receber cuidados sem permissão ou conhecimento de pais ou responsáveis (Akinbami, 2003)*.
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passage: Ambas as vacinas mostraram eficácia próxima de 100% para prevenção de infecção incidente e de neoplasia de colo uterino de alto grau produzidas pelos tipos 16 e 18 do HPV (Future II Study Group, 2007; Paavonen, 2009). O debate sobre a superioridade de uma das vacinas está centrado nas se-guintes questões: (1) abrangência das infecções e lesões clíni-cas prevenidas, (2) proteção cruzada contra tipos de HPV não cobertos pela vacina e (3) intensidade e duração da resposta imune induzida (Bornstein, 2009).
Primeiro, a Gardasil confere proteção adicional contra os HPVs 6 e 11, que causam praticamente todas as verrugas geni-tais, assim como uma porcentagem significativa das anormalida-des citológicas de baixo grau que necessitam investigação. Garda-sil é aprovada para prevenção de verrugas genitais em homens e mulheres. A Gardasil está aprovada para prevenção de neoplasia vaginal, vulvar e anal (Centers for Disease Control and Preven-tion, 2010a). A Cervarix não previne verrugas genitais e ainda não foi aprovada para prevenção de doença extracervical do TGI.
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Olá! Entendo sua preocupação em relação à vacina do HPV, especialmente considerando seu quadro de neutropenia. É muito importante avaliarmos alguns pontos antes de tomarmos uma decisão sobre a vacinação.
Primeiramente, é essencial entender a causa da sua neutropenia e a sua gravidade. A neutropenia, que é a diminuição dos neutrófilos (um tipo de glóbulo branco) no sangue, pode ser causada por diversos fatores, como infecções, medicamentos, doenças autoimunes ou até mesmo ser idiopática (sem causa aparente).
A vacina do HPV é uma vacina inativada, ou seja, não contém o vírus vivo. Ela é feita com partículas semelhantes ao vírus (VLPs), que estimulam o sistema imunológico a produzir anticorpos sem causar a doença. Em geral, vacinas inativadas são consideradas seguras para pessoas com sistema imunológico comprometido, mas é preciso ter cautela.
No seu caso, a neutropenia prolongada pode indicar uma alteração no sistema imunológico. Precisamos avaliar se o seu sistema imune é capaz de responder adequadamente à vacina para que ela seja eficaz. Além disso, embora a vacina seja segura, existe um risco teórico de que a neutropenia possa afetar a resposta à vacina.
Por isso, o ideal é que você consulte seu hematologista ou o médico que acompanha sua neutropenia para que ele possa avaliar seu caso individualmente. Ele poderá solicitar exames complementares, se necessário, e dar uma orientação mais precisa sobre a segurança e eficácia da vacina do HPV no seu caso. Ele poderá avaliar o risco-benefício da vacinação e determinar se ela é recomendada ou contraindicada para você.
Além disso, é importante lembrar que, mesmo que você possa tomar a vacina, o rastreamento para prevenção do câncer de colo de útero continua sendo fundamental. A vacina protege contra alguns tipos de HPV, mas não contra todos.
Espero ter ajudado com essas informações. Estou à disposição para esclarecer outras dúvidas que você possa ter. Lembre-se que essa é uma conversa inicial e que a avaliação individualizada com seu médico é essencial para tomar a melhor decisão para sua saúde.
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Tenho tomado Kalist para tratamento de endometriose há anos. Devo parar de usar para fazer exames e verificar se estou na menopausa ou não?
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Não é necessário interromper o uso de Kalist, que contém hormônios, para realizar exames que determinam se você está na menopausa. No entanto, os hormônios podem influenciar os resultados de certos exames. É importante conversar com seu médico sobre a melhor abordagem para avaliar seu status menopausal, considerando seu histórico de endometriose e o uso contínuo de Kalist. O médico pode recomendar exames específicos ou avaliar seus sintomas para tomar uma decisão informada.
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passage: . Por isso, durante esta fase, para mulheres que desejam evitar uma gravidez, é necessário usar um método contraceptivo indicado pelo ginecologista. Veja os principais métodos contraceptivos que podem ser indicados pelo médico. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da perimenopausa é feito pelo ginecologista através da avaliação dos sintomas, além da idade da mulher. Se deseja uma avaliação completa do ginecologista, marque uma consulta na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não é necessário nenhum tipo de exame, mas o médico pode solicitar exames de sangue para avaliar os níveis de estrogênio, progesterona e FSH, por exemplo. Além disso, o médico pode pedir exames que avaliam a tireoide, para descartar alterações nessa glândula que pode ter sintomas semelhantes à perimenopausa. Veja os principais exames que avaliam a tireoide. Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade
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passage: . Por isso, durante esta fase, para mulheres que desejam evitar uma gravidez, é necessário usar um método contraceptivo indicado pelo ginecologista. Veja os principais métodos contraceptivos que podem ser indicados pelo médico. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da perimenopausa é feito pelo ginecologista através da avaliação dos sintomas, além da idade da mulher. Se deseja uma avaliação completa do ginecologista, marque uma consulta na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não é necessário nenhum tipo de exame, mas o médico pode solicitar exames de sangue para avaliar os níveis de estrogênio, progesterona e FSH, por exemplo. Além disso, o médico pode pedir exames que avaliam a tireoide, para descartar alterações nessa glândula que pode ter sintomas semelhantes à perimenopausa. Veja os principais exames que avaliam a tireoide. Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade
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passage: . Se não tiver interrompido a cartela antes de verificar que não está grávida, poderá continuar tomando as pílulas normalmente. Saiba reconhecer os 10 primeiros sintomas de gravidez e faça nosso teste online para saber se está grávida.
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passage: . Por isso, durante esta fase, para mulheres que desejam evitar uma gravidez, é necessário usar um método contraceptivo indicado pelo ginecologista. Veja os principais métodos contraceptivos que podem ser indicados pelo médico. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da perimenopausa é feito pelo ginecologista através da avaliação dos sintomas, além da idade da mulher. Se deseja uma avaliação completa do ginecologista, marque uma consulta na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não é necessário nenhum tipo de exame, mas o médico pode solicitar exames de sangue para avaliar os níveis de estrogênio, progesterona e FSH, por exemplo. Além disso, o médico pode pedir exames que avaliam a tireoide, para descartar alterações nessa glândula que pode ter sintomas semelhantes à perimenopausa. Veja os principais exames que avaliam a tireoide. Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade
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passage: . Se não tiver interrompido a cartela antes de verificar que não está grávida, poderá continuar tomando as pílulas normalmente. Saiba reconhecer os 10 primeiros sintomas de gravidez e faça nosso teste online para saber se está grávida.
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passage: . Como não há variação dos níveis hormonais, não acontece desequilíbrio dos neurotransmissores, prevenindo os sintomas da TPM. Além disso, alguns estudos indicam que o uso contínuo do anticoncepcional diminui, a longo prazo, o risco de câncer de ovário e de endométrio. Apesar de ter algumas vantagens, é importante que o ginecologista seja consultado, isso porque alguns anticoncepcionais foram desenvolvidos para que existisse uma pausa entre as cartelas, de forma a evitar níveis constantes de hormônios, o que poderia aumentar o risco de complicações. Assim, é fundamental que o ginecologista seja consultado para que seja indicado o melhor anticoncepcional para esse objetivo. Por que fazer a pausa do anticoncepcional? A pausa da pílula anticoncepcional deve ser respeitada para permitir a limpeza do útero, pois, embora os ovários não estejam amadurecendo óvulos, o útero continua se preparando, todos os meses, para uma possível gravidez, tornando-se mais espesso devido ao endométrio. Assim, o sangramento que acontece durante a pausa não é uma verdadeira menstruação, pois não contém nenhum óvulo, e só existe para permitir a limpeza do útero e para imitar o ciclo natural da mulher, facilitando identificar possíveis casos de gravidez, quando a menstruação não desce, por exemplo
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passage: . Por isso, durante esta fase, para mulheres que desejam evitar uma gravidez, é necessário usar um método contraceptivo indicado pelo ginecologista. Veja os principais métodos contraceptivos que podem ser indicados pelo médico. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da perimenopausa é feito pelo ginecologista através da avaliação dos sintomas, além da idade da mulher. Se deseja uma avaliação completa do ginecologista, marque uma consulta na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não é necessário nenhum tipo de exame, mas o médico pode solicitar exames de sangue para avaliar os níveis de estrogênio, progesterona e FSH, por exemplo. Além disso, o médico pode pedir exames que avaliam a tireoide, para descartar alterações nessa glândula que pode ter sintomas semelhantes à perimenopausa. Veja os principais exames que avaliam a tireoide. Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade
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passage: . Se não tiver interrompido a cartela antes de verificar que não está grávida, poderá continuar tomando as pílulas normalmente. Saiba reconhecer os 10 primeiros sintomas de gravidez e faça nosso teste online para saber se está grávida.
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passage: . Como não há variação dos níveis hormonais, não acontece desequilíbrio dos neurotransmissores, prevenindo os sintomas da TPM. Além disso, alguns estudos indicam que o uso contínuo do anticoncepcional diminui, a longo prazo, o risco de câncer de ovário e de endométrio. Apesar de ter algumas vantagens, é importante que o ginecologista seja consultado, isso porque alguns anticoncepcionais foram desenvolvidos para que existisse uma pausa entre as cartelas, de forma a evitar níveis constantes de hormônios, o que poderia aumentar o risco de complicações. Assim, é fundamental que o ginecologista seja consultado para que seja indicado o melhor anticoncepcional para esse objetivo. Por que fazer a pausa do anticoncepcional? A pausa da pílula anticoncepcional deve ser respeitada para permitir a limpeza do útero, pois, embora os ovários não estejam amadurecendo óvulos, o útero continua se preparando, todos os meses, para uma possível gravidez, tornando-se mais espesso devido ao endométrio. Assim, o sangramento que acontece durante a pausa não é uma verdadeira menstruação, pois não contém nenhum óvulo, e só existe para permitir a limpeza do útero e para imitar o ciclo natural da mulher, facilitando identificar possíveis casos de gravidez, quando a menstruação não desce, por exemplo
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: . Por isso, durante esta fase, para mulheres que desejam evitar uma gravidez, é necessário usar um método contraceptivo indicado pelo ginecologista. Veja os principais métodos contraceptivos que podem ser indicados pelo médico. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da perimenopausa é feito pelo ginecologista através da avaliação dos sintomas, além da idade da mulher. Se deseja uma avaliação completa do ginecologista, marque uma consulta na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não é necessário nenhum tipo de exame, mas o médico pode solicitar exames de sangue para avaliar os níveis de estrogênio, progesterona e FSH, por exemplo. Além disso, o médico pode pedir exames que avaliam a tireoide, para descartar alterações nessa glândula que pode ter sintomas semelhantes à perimenopausa. Veja os principais exames que avaliam a tireoide. Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade
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passage: . Se não tiver interrompido a cartela antes de verificar que não está grávida, poderá continuar tomando as pílulas normalmente. Saiba reconhecer os 10 primeiros sintomas de gravidez e faça nosso teste online para saber se está grávida.
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passage: . Como não há variação dos níveis hormonais, não acontece desequilíbrio dos neurotransmissores, prevenindo os sintomas da TPM. Além disso, alguns estudos indicam que o uso contínuo do anticoncepcional diminui, a longo prazo, o risco de câncer de ovário e de endométrio. Apesar de ter algumas vantagens, é importante que o ginecologista seja consultado, isso porque alguns anticoncepcionais foram desenvolvidos para que existisse uma pausa entre as cartelas, de forma a evitar níveis constantes de hormônios, o que poderia aumentar o risco de complicações. Assim, é fundamental que o ginecologista seja consultado para que seja indicado o melhor anticoncepcional para esse objetivo. Por que fazer a pausa do anticoncepcional? A pausa da pílula anticoncepcional deve ser respeitada para permitir a limpeza do útero, pois, embora os ovários não estejam amadurecendo óvulos, o útero continua se preparando, todos os meses, para uma possível gravidez, tornando-se mais espesso devido ao endométrio. Assim, o sangramento que acontece durante a pausa não é uma verdadeira menstruação, pois não contém nenhum óvulo, e só existe para permitir a limpeza do útero e para imitar o ciclo natural da mulher, facilitando identificar possíveis casos de gravidez, quando a menstruação não desce, por exemplo
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: 2. Hinds L, Price J. Menopause, hormone replacement and gynaecologic cancers. Menopause Int. 2010;16(2):89-93.
3. Mascarenhas C, Lambe M, Belloco R, Bergfeldt K, Riman T, Persson I, et al. Use of hormone replacement therapy before and after ovarian cancer diagnosis and ovarian cancer survival. Int J Cancer. 2006;119(12):2907-15.
61### APRESENTAM RESPOSTA TERAPÊUTICA INADEQUADA ÀS TECNOLOGIAS UTILIZADAS ATUALMENTE*, POR ISSO É IMPORTANTE MELHORAR O TRATAMENTO DESSA DOENÇA.
Essa é uma campanha da Roche, com o apoio de diversas entidades da sociedade, para ajudar na prevenção da doença e dar força às mulheres que passam pelo tratamento. Por isso, contamos com os especialistas na saúde da mulher para combater os preconceitos e promover os passos para lidar com a doença. Junte-se à nossa luta e acesse o site:www.forçaamiga.com.br*Estimativa INCA. BR/AVCE/0617/0047 - Junho/2017 - Material de distribuição exclusiva a profissionais habilitados a prescrever ou dispensar medicamentos.
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passage: . Por isso, durante esta fase, para mulheres que desejam evitar uma gravidez, é necessário usar um método contraceptivo indicado pelo ginecologista. Veja os principais métodos contraceptivos que podem ser indicados pelo médico. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da perimenopausa é feito pelo ginecologista através da avaliação dos sintomas, além da idade da mulher. Se deseja uma avaliação completa do ginecologista, marque uma consulta na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não é necessário nenhum tipo de exame, mas o médico pode solicitar exames de sangue para avaliar os níveis de estrogênio, progesterona e FSH, por exemplo. Além disso, o médico pode pedir exames que avaliam a tireoide, para descartar alterações nessa glândula que pode ter sintomas semelhantes à perimenopausa. Veja os principais exames que avaliam a tireoide. Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade
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passage: . Se não tiver interrompido a cartela antes de verificar que não está grávida, poderá continuar tomando as pílulas normalmente. Saiba reconhecer os 10 primeiros sintomas de gravidez e faça nosso teste online para saber se está grávida.
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passage: . Como não há variação dos níveis hormonais, não acontece desequilíbrio dos neurotransmissores, prevenindo os sintomas da TPM. Além disso, alguns estudos indicam que o uso contínuo do anticoncepcional diminui, a longo prazo, o risco de câncer de ovário e de endométrio. Apesar de ter algumas vantagens, é importante que o ginecologista seja consultado, isso porque alguns anticoncepcionais foram desenvolvidos para que existisse uma pausa entre as cartelas, de forma a evitar níveis constantes de hormônios, o que poderia aumentar o risco de complicações. Assim, é fundamental que o ginecologista seja consultado para que seja indicado o melhor anticoncepcional para esse objetivo. Por que fazer a pausa do anticoncepcional? A pausa da pílula anticoncepcional deve ser respeitada para permitir a limpeza do útero, pois, embora os ovários não estejam amadurecendo óvulos, o útero continua se preparando, todos os meses, para uma possível gravidez, tornando-se mais espesso devido ao endométrio. Assim, o sangramento que acontece durante a pausa não é uma verdadeira menstruação, pois não contém nenhum óvulo, e só existe para permitir a limpeza do útero e para imitar o ciclo natural da mulher, facilitando identificar possíveis casos de gravidez, quando a menstruação não desce, por exemplo
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: 2. Hinds L, Price J. Menopause, hormone replacement and gynaecologic cancers. Menopause Int. 2010;16(2):89-93.
3. Mascarenhas C, Lambe M, Belloco R, Bergfeldt K, Riman T, Persson I, et al. Use of hormone replacement therapy before and after ovarian cancer diagnosis and ovarian cancer survival. Int J Cancer. 2006;119(12):2907-15.
61### APRESENTAM RESPOSTA TERAPÊUTICA INADEQUADA ÀS TECNOLOGIAS UTILIZADAS ATUALMENTE*, POR ISSO É IMPORTANTE MELHORAR O TRATAMENTO DESSA DOENÇA.
Essa é uma campanha da Roche, com o apoio de diversas entidades da sociedade, para ajudar na prevenção da doença e dar força às mulheres que passam pelo tratamento. Por isso, contamos com os especialistas na saúde da mulher para combater os preconceitos e promover os passos para lidar com a doença. Junte-se à nossa luta e acesse o site:www.forçaamiga.com.br*Estimativa INCA. BR/AVCE/0617/0047 - Junho/2017 - Material de distribuição exclusiva a profissionais habilitados a prescrever ou dispensar medicamentos.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Por isso, durante esta fase, para mulheres que desejam evitar uma gravidez, é necessário usar um método contraceptivo indicado pelo ginecologista. Veja os principais métodos contraceptivos que podem ser indicados pelo médico. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da perimenopausa é feito pelo ginecologista através da avaliação dos sintomas, além da idade da mulher. Se deseja uma avaliação completa do ginecologista, marque uma consulta na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não é necessário nenhum tipo de exame, mas o médico pode solicitar exames de sangue para avaliar os níveis de estrogênio, progesterona e FSH, por exemplo. Além disso, o médico pode pedir exames que avaliam a tireoide, para descartar alterações nessa glândula que pode ter sintomas semelhantes à perimenopausa. Veja os principais exames que avaliam a tireoide. Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade
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passage: . Se não tiver interrompido a cartela antes de verificar que não está grávida, poderá continuar tomando as pílulas normalmente. Saiba reconhecer os 10 primeiros sintomas de gravidez e faça nosso teste online para saber se está grávida.
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passage: . Como não há variação dos níveis hormonais, não acontece desequilíbrio dos neurotransmissores, prevenindo os sintomas da TPM. Além disso, alguns estudos indicam que o uso contínuo do anticoncepcional diminui, a longo prazo, o risco de câncer de ovário e de endométrio. Apesar de ter algumas vantagens, é importante que o ginecologista seja consultado, isso porque alguns anticoncepcionais foram desenvolvidos para que existisse uma pausa entre as cartelas, de forma a evitar níveis constantes de hormônios, o que poderia aumentar o risco de complicações. Assim, é fundamental que o ginecologista seja consultado para que seja indicado o melhor anticoncepcional para esse objetivo. Por que fazer a pausa do anticoncepcional? A pausa da pílula anticoncepcional deve ser respeitada para permitir a limpeza do útero, pois, embora os ovários não estejam amadurecendo óvulos, o útero continua se preparando, todos os meses, para uma possível gravidez, tornando-se mais espesso devido ao endométrio. Assim, o sangramento que acontece durante a pausa não é uma verdadeira menstruação, pois não contém nenhum óvulo, e só existe para permitir a limpeza do útero e para imitar o ciclo natural da mulher, facilitando identificar possíveis casos de gravidez, quando a menstruação não desce, por exemplo
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: 2. Hinds L, Price J. Menopause, hormone replacement and gynaecologic cancers. Menopause Int. 2010;16(2):89-93.
3. Mascarenhas C, Lambe M, Belloco R, Bergfeldt K, Riman T, Persson I, et al. Use of hormone replacement therapy before and after ovarian cancer diagnosis and ovarian cancer survival. Int J Cancer. 2006;119(12):2907-15.
61### APRESENTAM RESPOSTA TERAPÊUTICA INADEQUADA ÀS TECNOLOGIAS UTILIZADAS ATUALMENTE*, POR ISSO É IMPORTANTE MELHORAR O TRATAMENTO DESSA DOENÇA.
Essa é uma campanha da Roche, com o apoio de diversas entidades da sociedade, para ajudar na prevenção da doença e dar força às mulheres que passam pelo tratamento. Por isso, contamos com os especialistas na saúde da mulher para combater os preconceitos e promover os passos para lidar com a doença. Junte-se à nossa luta e acesse o site:www.forçaamiga.com.br*Estimativa INCA. BR/AVCE/0617/0047 - Junho/2017 - Material de distribuição exclusiva a profissionais habilitados a prescrever ou dispensar medicamentos.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . No entanto, alguns estudos têm demonstrado que o exame do hormônio antimülleriano pode ajudar a prever quando a menopausa poderá iniciar, uma vez que durante a perimenopausa, que pode surgir até 10 anos antes da última menstruação, não tendo uma idade certa para ocorrer, porém é mais comum ocorrer por volta dos 40 anos, o número de folículos ovarianos diminui. Porém esse exame não é feito rotineiramente para confirmar a menopausa, pois ainda são necessários mais estudos para determinar os valores de referência para os níveis desse hormônio. 5. Cortisol O cortisol é um hormônio naturalmente produzido pelo corpo com o objetivo de ajudar o organismo no controle do estresse e na diminuição da inflamação. No entanto, quando esse hormônio está em concentrações mais altas no sangue, pode trazer alguns prejuízos para a saúde, incluindo alterações no ciclo menstrual devido à desregulação dos hormônios femininos, fazendo com que a mulher passe períodos sem menstruar. Por isso, com o objetivo de investigar as alterações no ciclo menstrual apresentadas pela mulher, o médico pode solicitar a dosagem do cortisol para verificar se é sinal de menopausa ou é de fato consequência de alterações hormonais provocadas pelos níveis elevados de cortisol. Saiba mais sobre o cortisol alto. 6
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passage: . Por isso, durante esta fase, para mulheres que desejam evitar uma gravidez, é necessário usar um método contraceptivo indicado pelo ginecologista. Veja os principais métodos contraceptivos que podem ser indicados pelo médico. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da perimenopausa é feito pelo ginecologista através da avaliação dos sintomas, além da idade da mulher. Se deseja uma avaliação completa do ginecologista, marque uma consulta na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Geralmente, não é necessário nenhum tipo de exame, mas o médico pode solicitar exames de sangue para avaliar os níveis de estrogênio, progesterona e FSH, por exemplo. Além disso, o médico pode pedir exames que avaliam a tireoide, para descartar alterações nessa glândula que pode ter sintomas semelhantes à perimenopausa. Veja os principais exames que avaliam a tireoide. Qual a diferença entre menopausa, perimenopausa e climatério? A menopausa é o fim da idade reprodutiva da mulher, marcada pela ausência de menstruação por 12 meses seguidos, e geralmente ocorre entre os 45 e 51 anos, mas pode ocorrer antes ou depois dessa faixa de idade
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passage: . Se não tiver interrompido a cartela antes de verificar que não está grávida, poderá continuar tomando as pílulas normalmente. Saiba reconhecer os 10 primeiros sintomas de gravidez e faça nosso teste online para saber se está grávida.
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passage: . Como não há variação dos níveis hormonais, não acontece desequilíbrio dos neurotransmissores, prevenindo os sintomas da TPM. Além disso, alguns estudos indicam que o uso contínuo do anticoncepcional diminui, a longo prazo, o risco de câncer de ovário e de endométrio. Apesar de ter algumas vantagens, é importante que o ginecologista seja consultado, isso porque alguns anticoncepcionais foram desenvolvidos para que existisse uma pausa entre as cartelas, de forma a evitar níveis constantes de hormônios, o que poderia aumentar o risco de complicações. Assim, é fundamental que o ginecologista seja consultado para que seja indicado o melhor anticoncepcional para esse objetivo. Por que fazer a pausa do anticoncepcional? A pausa da pílula anticoncepcional deve ser respeitada para permitir a limpeza do útero, pois, embora os ovários não estejam amadurecendo óvulos, o útero continua se preparando, todos os meses, para uma possível gravidez, tornando-se mais espesso devido ao endométrio. Assim, o sangramento que acontece durante a pausa não é uma verdadeira menstruação, pois não contém nenhum óvulo, e só existe para permitir a limpeza do útero e para imitar o ciclo natural da mulher, facilitando identificar possíveis casos de gravidez, quando a menstruação não desce, por exemplo
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: 2. Hinds L, Price J. Menopause, hormone replacement and gynaecologic cancers. Menopause Int. 2010;16(2):89-93.
3. Mascarenhas C, Lambe M, Belloco R, Bergfeldt K, Riman T, Persson I, et al. Use of hormone replacement therapy before and after ovarian cancer diagnosis and ovarian cancer survival. Int J Cancer. 2006;119(12):2907-15.
61### APRESENTAM RESPOSTA TERAPÊUTICA INADEQUADA ÀS TECNOLOGIAS UTILIZADAS ATUALMENTE*, POR ISSO É IMPORTANTE MELHORAR O TRATAMENTO DESSA DOENÇA.
Essa é uma campanha da Roche, com o apoio de diversas entidades da sociedade, para ajudar na prevenção da doença e dar força às mulheres que passam pelo tratamento. Por isso, contamos com os especialistas na saúde da mulher para combater os preconceitos e promover os passos para lidar com a doença. Junte-se à nossa luta e acesse o site:www.forçaamiga.com.br*Estimativa INCA. BR/AVCE/0617/0047 - Junho/2017 - Material de distribuição exclusiva a profissionais habilitados a prescrever ou dispensar medicamentos.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . No entanto, alguns estudos têm demonstrado que o exame do hormônio antimülleriano pode ajudar a prever quando a menopausa poderá iniciar, uma vez que durante a perimenopausa, que pode surgir até 10 anos antes da última menstruação, não tendo uma idade certa para ocorrer, porém é mais comum ocorrer por volta dos 40 anos, o número de folículos ovarianos diminui. Porém esse exame não é feito rotineiramente para confirmar a menopausa, pois ainda são necessários mais estudos para determinar os valores de referência para os níveis desse hormônio. 5. Cortisol O cortisol é um hormônio naturalmente produzido pelo corpo com o objetivo de ajudar o organismo no controle do estresse e na diminuição da inflamação. No entanto, quando esse hormônio está em concentrações mais altas no sangue, pode trazer alguns prejuízos para a saúde, incluindo alterações no ciclo menstrual devido à desregulação dos hormônios femininos, fazendo com que a mulher passe períodos sem menstruar. Por isso, com o objetivo de investigar as alterações no ciclo menstrual apresentadas pela mulher, o médico pode solicitar a dosagem do cortisol para verificar se é sinal de menopausa ou é de fato consequência de alterações hormonais provocadas pelos níveis elevados de cortisol. Saiba mais sobre o cortisol alto. 6
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: 2. Hinds L, Price J. Menopause, hormone replacement and gynaecologic cancers. Menopause Int. 2010;16(2):89-93.
3. Mascarenhas C, Lambe M, Belloco R, Bergfeldt K, Riman T, Persson I, et al. Use of hormone replacement therapy before and after ovarian cancer diagnosis and ovarian cancer survival. Int J Cancer. 2006;119(12):2907-15.
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passage: . Além disso, o médico também poderá solicitar a realização de um exame que verifica os níveis do hormônio FSH, estrógeno e progesterona no sangue, para confirmar que a mulher está na menopausa. Veja os principais exames para identificar a menopausa. Como aliviar os sintomas Muitos sintomas associados à menopausa são temporários, mas existem algumas dicas que podem ajudar a aliviar, a reduzir ou prevenir seus efeitos: Vestir-se em camadas de roupas e ir tirando ou colocando à medida que as ondas de calor ou o suor noturno apareçam; Tentar identificar o que provoca as ondas de calor, pois para algumas mulheres, os gatilhos podem incluir bebidas quentes, cafeína, alimentos picantes, álcool, estresse, clima quente e até mesmo uma sala quente; Evitar bebidas que contenham cafeína, como café, chá preto ou chá verde, por exemplo, pois podem dificultar o sono ou causar insônia, especialmente se tomados à noite; Fazer exercícios de Kegel diariamente, para fortalecer os músculos do assoalho pélvico e melhorar a incontinência urinária. Veja como fazer os exercícios de Kegel corretamente
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passage: . Se não tiver interrompido a cartela antes de verificar que não está grávida, poderá continuar tomando as pílulas normalmente. Saiba reconhecer os 10 primeiros sintomas de gravidez e faça nosso teste online para saber se está grávida.
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Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: 2. Hinds L, Price J. Menopause, hormone replacement and gynaecologic cancers. Menopause Int. 2010;16(2):89-93.
3. Mascarenhas C, Lambe M, Belloco R, Bergfeldt K, Riman T, Persson I, et al. Use of hormone replacement therapy before and after ovarian cancer diagnosis and ovarian cancer survival. Int J Cancer. 2006;119(12):2907-15.
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passage: . Isso porque devido ao nível constante de hormônios, há diminuição da espessura do endométrio, tornando-o mais fino e mais sensível, o que pode favorecer a ocorrência de pequenos sangramentos. Saiba mais sobre o sangramento de escape. Além disso, algumas mulheres relatam que o fato de não fazer a pausa do anticoncepcional sentem-se mais inchadas e com as mamas mais doloridas, além dos sintomas comuns do uso de anticoncepcionais. Dependendo da cartela de anticoncepcional emendado é possível haver maior risco de problema de coagulação e pressão alta. Por isso, é importante que o ginecologista seja consultado antes de emendar as cartelas e quando surgirem sinais e sintomas que possam estar relacionados com a ausência de pausa. Quando emendar a cartela do anticoncepcional Não fazer a pausa dos anticoncepcionais pode ser indicado pelo ginecologista quando a mulher não deseja menstruar ou deseja controlar os sintomas da TPM. Como não há variação dos níveis hormonais, não acontece desequilíbrio dos neurotransmissores, prevenindo os sintomas da TPM. Além disso, alguns estudos indicam que o uso contínuo do anticoncepcional diminui, a longo prazo, o risco de câncer de ovário e de endométrio
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Olá! Entendo sua preocupação sobre o Kalist e a possibilidade de estar entrando na menopausa. É importante alinhar algumas informações para te dar a melhor orientação.
Primeiramente, o Kalist é um medicamento utilizado para o tratamento da endometriose. Ele age suprimindo a produção hormonal, o que pode, inclusive, simular alguns sintomas da menopausa, como a ausência de menstruação. Portanto, essa falta de menstruação enquanto você usa o Kalist não necessariamente indica que você está na menopausa.
A menopausa é diagnosticada após 12 meses consecutivos sem menstruação, geralmente entre os 45 e 51 anos, mas a perimenopausa, fase de transição que antecede a menopausa, pode começar até 10 anos antes. Os sintomas iniciais mais comuns incluem fogachos, insônia, irritabilidade e alterações de humor.
Suspender o Kalist para fazer exames de menopausa pode não ser a melhor abordagem de imediato. Isso porque a interrupção do medicamento pode levar ao retorno dos sintomas da endometriose e também influenciar os resultados dos exames hormonais, dificultando a interpretação.
O ideal é que você marque uma consulta com seu ginecologista. Durante a consulta, ele avaliará seus sintomas, seu histórico médico e familiar, e poderá solicitar exames de sangue para verificar seus níveis hormonais, como estrogênio, progesterona e FSH, e possivelmente hormônio antimülleriano. Além disso, ele pode pedir exames que avaliam a tireoide, para descartar alterações nessa glândula que pode ter sintomas semelhantes à perimenopausa. No entanto, é importante lembrar que a avaliação dos sintomas e da sua idade são os principais fatores para o diagnóstico da perimenopausa.
Na consulta, converse abertamente com seu médico sobre suas preocupações em relação à menopausa e ao uso contínuo do Kalist. Ele poderá ajustar seu tratamento, se necessário, e te dar a melhor orientação sobre como conduzir essa fase da sua vida.
Não tome nenhuma decisão de interromper o Kalist por conta própria, pois isso pode ter impacto no controle da endometriose. A decisão sobre continuar ou interromper o tratamento deve ser feita em conjunto com seu médico, após uma avaliação completa.
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17,513
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Fiz uma cirurgia do tipo cesárea devido a uma gravidez ectópica. Faz dias e hoje não estou sentindo nenhuma dor no local da cirurgia, mas a parte inferior da barriga ainda está muito dolorida. Posso ter relações sexuais?
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Olá, sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. Quem teve uma gravidez ectópica possui um risco maior de uma nova gravidez ectópica em futuras gestações. A causa da gravidez ectópica é a lesão da camada ciliar e muscular da trompa por processos inflamatórios e infecciosos. Se uma trompa foi lesada e resultou em uma ectópica, a outra também pode ter sido danificada. Os processos infecciosos e inflamatórios que afetam as trompas incluem a endometriose e a doença inflamatória pélvica. Converse com o seu médico e esclareça suas dúvidas. Agende a sua consulta para verificar se tudo está bem com a sua cirurgia; a sua avaliação clínica é fundamental. Discuta com o seu médico a liberação para relações sexuais, para futuras gestações, atividades físicas e atividades do dia a dia. A gravidez ectópica nem sempre requer cirurgia para tratamento, e nem sempre a trompa é removida. Não corra o risco de uma gravidez indesejada e discuta suas opções de anticoncepção.
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passage: A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha.
FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha.
FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita.
FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita.
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passage: A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha.
FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha.
FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita.
FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-operatório. Contu-do, as relações sexuais devem ser evitadas no mínimo durante 1 mês, ou até que a incisão vaginal tenha cicatrizado.
Para reduzir o trauma na região reparada, procuramos postergar a evacuação por alguns dias. As pacientes ficam em dieta zero no pri-meiro dia e, a seguir, recebem apenas líquidos leves por 3 a 4 dias. Ao iniciar a dieta com sólidos, deve-se prescrever um amolecedor de fezes a ser mantido no mínimo por 6 semanas. Deve-se tentar evitar constipação. Os cuida-dos locais incluem banhos de assento duas vezes ao dia e higiene perineal com água após micção e evacuação.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-27.2 Mobilização da mucosa vaginal circundante.
FIGURA 43-27.3 Excisão do trajeto fistuloso.
FIGURA 43-27.4 Fechamento da parede do reto.
FIGURA 43-27.5 Fechamento da camada fibromuscular.
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passage: A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha.
FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha.
FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita.
FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-operatório. Contu-do, as relações sexuais devem ser evitadas no mínimo durante 1 mês, ou até que a incisão vaginal tenha cicatrizado.
Para reduzir o trauma na região reparada, procuramos postergar a evacuação por alguns dias. As pacientes ficam em dieta zero no pri-meiro dia e, a seguir, recebem apenas líquidos leves por 3 a 4 dias. Ao iniciar a dieta com sólidos, deve-se prescrever um amolecedor de fezes a ser mantido no mínimo por 6 semanas. Deve-se tentar evitar constipação. Os cuida-dos locais incluem banhos de assento duas vezes ao dia e higiene perineal com água após micção e evacuação.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-27.2 Mobilização da mucosa vaginal circundante.
FIGURA 43-27.3 Excisão do trajeto fistuloso.
FIGURA 43-27.4 Fechamento da parede do reto.
FIGURA 43-27.5 Fechamento da camada fibromuscular.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha.
FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha.
FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita.
FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-operatório. Contu-do, as relações sexuais devem ser evitadas no mínimo durante 1 mês, ou até que a incisão vaginal tenha cicatrizado.
Para reduzir o trauma na região reparada, procuramos postergar a evacuação por alguns dias. As pacientes ficam em dieta zero no pri-meiro dia e, a seguir, recebem apenas líquidos leves por 3 a 4 dias. Ao iniciar a dieta com sólidos, deve-se prescrever um amolecedor de fezes a ser mantido no mínimo por 6 semanas. Deve-se tentar evitar constipação. Os cuida-dos locais incluem banhos de assento duas vezes ao dia e higiene perineal com água após micção e evacuação.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-27.2 Mobilização da mucosa vaginal circundante.
FIGURA 43-27.3 Excisão do trajeto fistuloso.
FIGURA 43-27.4 Fechamento da parede do reto.
FIGURA 43-27.5 Fechamento da camada fibromuscular.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha.
FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha.
FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita.
FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-operatório. Contu-do, as relações sexuais devem ser evitadas no mínimo durante 1 mês, ou até que a incisão vaginal tenha cicatrizado.
Para reduzir o trauma na região reparada, procuramos postergar a evacuação por alguns dias. As pacientes ficam em dieta zero no pri-meiro dia e, a seguir, recebem apenas líquidos leves por 3 a 4 dias. Ao iniciar a dieta com sólidos, deve-se prescrever um amolecedor de fezes a ser mantido no mínimo por 6 semanas. Deve-se tentar evitar constipação. Os cuida-dos locais incluem banhos de assento duas vezes ao dia e higiene perineal com água após micção e evacuação.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-27.2 Mobilização da mucosa vaginal circundante.
FIGURA 43-27.3 Excisão do trajeto fistuloso.
FIGURA 43-27.4 Fechamento da parede do reto.
FIGURA 43-27.5 Fechamento da camada fibromuscular.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: Outra questão a ser abordada já na internação hospitalar é a retomada da atividade sexual. Embora não hajaorientações cientificamente embasadas sobre o tema, é senso comum que, após 2 semanas pós-parto, pode-sereassumir a atividade sexual conforme o desejo e o conforto do casal. De qualquer maneira, a mulher deve serorientada sobre eventuais dificuldades no ato sexual. Além de sensações dolorosas relacionadas ao processo decicatrização da episiotomia ou de eventuais lacerações de trajeto, o estado de hipoestrogenismo característico dopós-parto está associado a um epitélio vaginal fino e à lubrificação vaginal reduzida.
Diferentemente de alguns países como os EUA, onde uma lei federal estabelece aproximadamente 48 h deinternação para mulheres com parto vaginal não complicado e 96 h pós-cesariana, não há regulamentaçãosemelhante no Brasil. A OMS recomenda que a puérpera e seu bebê devam permanecer internados por pelomenos 24 h. De qualquer maneira, esses prazos mostram-se razoáveis e servem de orientação para a maioriados casos, ainda que a alta após a cesárea, em geral, não exceda 72 h de pós-parto em nosso meio. Períodosmaiores ou menores de internação podem ser adotados em situações específicas.
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passage: A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha.
FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha.
FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita.
FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-operatório. Contu-do, as relações sexuais devem ser evitadas no mínimo durante 1 mês, ou até que a incisão vaginal tenha cicatrizado.
Para reduzir o trauma na região reparada, procuramos postergar a evacuação por alguns dias. As pacientes ficam em dieta zero no pri-meiro dia e, a seguir, recebem apenas líquidos leves por 3 a 4 dias. Ao iniciar a dieta com sólidos, deve-se prescrever um amolecedor de fezes a ser mantido no mínimo por 6 semanas. Deve-se tentar evitar constipação. Os cuida-dos locais incluem banhos de assento duas vezes ao dia e higiene perineal com água após micção e evacuação.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-27.2 Mobilização da mucosa vaginal circundante.
FIGURA 43-27.3 Excisão do trajeto fistuloso.
FIGURA 43-27.4 Fechamento da parede do reto.
FIGURA 43-27.5 Fechamento da camada fibromuscular.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: Outra questão a ser abordada já na internação hospitalar é a retomada da atividade sexual. Embora não hajaorientações cientificamente embasadas sobre o tema, é senso comum que, após 2 semanas pós-parto, pode-sereassumir a atividade sexual conforme o desejo e o conforto do casal. De qualquer maneira, a mulher deve serorientada sobre eventuais dificuldades no ato sexual. Além de sensações dolorosas relacionadas ao processo decicatrização da episiotomia ou de eventuais lacerações de trajeto, o estado de hipoestrogenismo característico dopós-parto está associado a um epitélio vaginal fino e à lubrificação vaginal reduzida.
Diferentemente de alguns países como os EUA, onde uma lei federal estabelece aproximadamente 48 h deinternação para mulheres com parto vaginal não complicado e 96 h pós-cesariana, não há regulamentaçãosemelhante no Brasil. A OMS recomenda que a puérpera e seu bebê devam permanecer internados por pelomenos 24 h. De qualquer maneira, esses prazos mostram-se razoáveis e servem de orientação para a maioriados casos, ainda que a alta após a cesárea, em geral, não exceda 72 h de pós-parto em nosso meio. Períodosmaiores ou menores de internação podem ser adotados em situações específicas.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias.
■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez.
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passage: A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha.
FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha.
FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita.
FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-operatório. Contu-do, as relações sexuais devem ser evitadas no mínimo durante 1 mês, ou até que a incisão vaginal tenha cicatrizado.
Para reduzir o trauma na região reparada, procuramos postergar a evacuação por alguns dias. As pacientes ficam em dieta zero no pri-meiro dia e, a seguir, recebem apenas líquidos leves por 3 a 4 dias. Ao iniciar a dieta com sólidos, deve-se prescrever um amolecedor de fezes a ser mantido no mínimo por 6 semanas. Deve-se tentar evitar constipação. Os cuida-dos locais incluem banhos de assento duas vezes ao dia e higiene perineal com água após micção e evacuação.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-27.2 Mobilização da mucosa vaginal circundante.
FIGURA 43-27.3 Excisão do trajeto fistuloso.
FIGURA 43-27.4 Fechamento da parede do reto.
FIGURA 43-27.5 Fechamento da camada fibromuscular.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: Outra questão a ser abordada já na internação hospitalar é a retomada da atividade sexual. Embora não hajaorientações cientificamente embasadas sobre o tema, é senso comum que, após 2 semanas pós-parto, pode-sereassumir a atividade sexual conforme o desejo e o conforto do casal. De qualquer maneira, a mulher deve serorientada sobre eventuais dificuldades no ato sexual. Além de sensações dolorosas relacionadas ao processo decicatrização da episiotomia ou de eventuais lacerações de trajeto, o estado de hipoestrogenismo característico dopós-parto está associado a um epitélio vaginal fino e à lubrificação vaginal reduzida.
Diferentemente de alguns países como os EUA, onde uma lei federal estabelece aproximadamente 48 h deinternação para mulheres com parto vaginal não complicado e 96 h pós-cesariana, não há regulamentaçãosemelhante no Brasil. A OMS recomenda que a puérpera e seu bebê devam permanecer internados por pelomenos 24 h. De qualquer maneira, esses prazos mostram-se razoáveis e servem de orientação para a maioriados casos, ainda que a alta após a cesárea, em geral, não exceda 72 h de pós-parto em nosso meio. Períodosmaiores ou menores de internação podem ser adotados em situações específicas.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias.
■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez.
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passage: Ocasionalmente, uma paciente se quei-xa de dor intensa com sintomas neurológicos sensitivos, motores ou ambos. Se houver sin-tomas motores, é grande a chance de ter havi-do encarceramento de ramos do nervo isquiá-tico. Essas pacientes devem ser submetidas a exploração do espaço pararretal para retirada das suturas que estejam produzindo o encar-ceramento.
O retorno das atividades deve ser indivi-dualizado, embora as relações sexuais fiquem proibidas até que se tenha avaliado a cúpula vaginal 4 a 6 semanas após a cirurgia. A ma-nutenção do cateter vesical depende de ter sido realizado procedimento anti-incontinên-cia concomitantemente.
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passage: A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha.
FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha.
FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita.
FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-operatório. Contu-do, as relações sexuais devem ser evitadas no mínimo durante 1 mês, ou até que a incisão vaginal tenha cicatrizado.
Para reduzir o trauma na região reparada, procuramos postergar a evacuação por alguns dias. As pacientes ficam em dieta zero no pri-meiro dia e, a seguir, recebem apenas líquidos leves por 3 a 4 dias. Ao iniciar a dieta com sólidos, deve-se prescrever um amolecedor de fezes a ser mantido no mínimo por 6 semanas. Deve-se tentar evitar constipação. Os cuida-dos locais incluem banhos de assento duas vezes ao dia e higiene perineal com água após micção e evacuação.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-27.2 Mobilização da mucosa vaginal circundante.
FIGURA 43-27.3 Excisão do trajeto fistuloso.
FIGURA 43-27.4 Fechamento da parede do reto.
FIGURA 43-27.5 Fechamento da camada fibromuscular.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: Outra questão a ser abordada já na internação hospitalar é a retomada da atividade sexual. Embora não hajaorientações cientificamente embasadas sobre o tema, é senso comum que, após 2 semanas pós-parto, pode-sereassumir a atividade sexual conforme o desejo e o conforto do casal. De qualquer maneira, a mulher deve serorientada sobre eventuais dificuldades no ato sexual. Além de sensações dolorosas relacionadas ao processo decicatrização da episiotomia ou de eventuais lacerações de trajeto, o estado de hipoestrogenismo característico dopós-parto está associado a um epitélio vaginal fino e à lubrificação vaginal reduzida.
Diferentemente de alguns países como os EUA, onde uma lei federal estabelece aproximadamente 48 h deinternação para mulheres com parto vaginal não complicado e 96 h pós-cesariana, não há regulamentaçãosemelhante no Brasil. A OMS recomenda que a puérpera e seu bebê devam permanecer internados por pelomenos 24 h. De qualquer maneira, esses prazos mostram-se razoáveis e servem de orientação para a maioriados casos, ainda que a alta após a cesárea, em geral, não exceda 72 h de pós-parto em nosso meio. Períodosmaiores ou menores de internação podem ser adotados em situações específicas.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias.
■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez.
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passage: Ocasionalmente, uma paciente se quei-xa de dor intensa com sintomas neurológicos sensitivos, motores ou ambos. Se houver sin-tomas motores, é grande a chance de ter havi-do encarceramento de ramos do nervo isquiá-tico. Essas pacientes devem ser submetidas a exploração do espaço pararretal para retirada das suturas que estejam produzindo o encar-ceramento.
O retorno das atividades deve ser indivi-dualizado, embora as relações sexuais fiquem proibidas até que se tenha avaliado a cúpula vaginal 4 a 6 semanas após a cirurgia. A ma-nutenção do cateter vesical depende de ter sido realizado procedimento anti-incontinên-cia concomitantemente.
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passage: Quando posso ter minha primeira relação depois da histerectomia? “Fiz histerectomia há três meses. Já posso ter relações sexuais normalmente ou preciso esperar mais tempo?” As relações sexuais são proibidas por 40 a 60 dias após a histerectomia, dependendo da recuperação de cada mulher. Por esse motivo, a mulher deve esperar a orientação do ginecologista ou do cirurgião nas consultas pós-cirúrgicas. Após voltar à vida sexual normal, uma parte das mulheres pode sentir dor ou desconforto durante as relações sexuais. Em boa parte dos casos, o problema é superado com o conhecimento, a paciência e o apoio do parceiro. Raramente é necessária outra cirurgia para resolver o problema. Quando a histerectomia é total, ou seja, com retirada dos ovários, há maior risco de problemas durante o ato sexual. Neste caso, o uso do creme vaginal Colpotrofine pode ser indicado pelo médico. Esse creme ajuda na recuperação, além de evitar a sensação de queimação vaginal, secura vaginal, prurido ou dor durante as relações sexuais.
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passage: A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha.
FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha.
FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita.
FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-operatório. Contu-do, as relações sexuais devem ser evitadas no mínimo durante 1 mês, ou até que a incisão vaginal tenha cicatrizado.
Para reduzir o trauma na região reparada, procuramos postergar a evacuação por alguns dias. As pacientes ficam em dieta zero no pri-meiro dia e, a seguir, recebem apenas líquidos leves por 3 a 4 dias. Ao iniciar a dieta com sólidos, deve-se prescrever um amolecedor de fezes a ser mantido no mínimo por 6 semanas. Deve-se tentar evitar constipação. Os cuida-dos locais incluem banhos de assento duas vezes ao dia e higiene perineal com água após micção e evacuação.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-27.2 Mobilização da mucosa vaginal circundante.
FIGURA 43-27.3 Excisão do trajeto fistuloso.
FIGURA 43-27.4 Fechamento da parede do reto.
FIGURA 43-27.5 Fechamento da camada fibromuscular.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: Outra questão a ser abordada já na internação hospitalar é a retomada da atividade sexual. Embora não hajaorientações cientificamente embasadas sobre o tema, é senso comum que, após 2 semanas pós-parto, pode-sereassumir a atividade sexual conforme o desejo e o conforto do casal. De qualquer maneira, a mulher deve serorientada sobre eventuais dificuldades no ato sexual. Além de sensações dolorosas relacionadas ao processo decicatrização da episiotomia ou de eventuais lacerações de trajeto, o estado de hipoestrogenismo característico dopós-parto está associado a um epitélio vaginal fino e à lubrificação vaginal reduzida.
Diferentemente de alguns países como os EUA, onde uma lei federal estabelece aproximadamente 48 h deinternação para mulheres com parto vaginal não complicado e 96 h pós-cesariana, não há regulamentaçãosemelhante no Brasil. A OMS recomenda que a puérpera e seu bebê devam permanecer internados por pelomenos 24 h. De qualquer maneira, esses prazos mostram-se razoáveis e servem de orientação para a maioriados casos, ainda que a alta após a cesárea, em geral, não exceda 72 h de pós-parto em nosso meio. Períodosmaiores ou menores de internação podem ser adotados em situações específicas.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias.
■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez.
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passage: Ocasionalmente, uma paciente se quei-xa de dor intensa com sintomas neurológicos sensitivos, motores ou ambos. Se houver sin-tomas motores, é grande a chance de ter havi-do encarceramento de ramos do nervo isquiá-tico. Essas pacientes devem ser submetidas a exploração do espaço pararretal para retirada das suturas que estejam produzindo o encar-ceramento.
O retorno das atividades deve ser indivi-dualizado, embora as relações sexuais fiquem proibidas até que se tenha avaliado a cúpula vaginal 4 a 6 semanas após a cirurgia. A ma-nutenção do cateter vesical depende de ter sido realizado procedimento anti-incontinên-cia concomitantemente.
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passage: Quando posso ter minha primeira relação depois da histerectomia? “Fiz histerectomia há três meses. Já posso ter relações sexuais normalmente ou preciso esperar mais tempo?” As relações sexuais são proibidas por 40 a 60 dias após a histerectomia, dependendo da recuperação de cada mulher. Por esse motivo, a mulher deve esperar a orientação do ginecologista ou do cirurgião nas consultas pós-cirúrgicas. Após voltar à vida sexual normal, uma parte das mulheres pode sentir dor ou desconforto durante as relações sexuais. Em boa parte dos casos, o problema é superado com o conhecimento, a paciência e o apoio do parceiro. Raramente é necessária outra cirurgia para resolver o problema. Quando a histerectomia é total, ou seja, com retirada dos ovários, há maior risco de problemas durante o ato sexual. Neste caso, o uso do creme vaginal Colpotrofine pode ser indicado pelo médico. Esse creme ajuda na recuperação, além de evitar a sensação de queimação vaginal, secura vaginal, prurido ou dor durante as relações sexuais.
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passage: A disfunção sexual pode estar relacio-nada à sensação de desfiguramento. Cicatri-zes também podem levar a desconforto ou a alterações de sensibilidade que afetam a sa-tisfação sexual da mulher. A atenção a essas preocupações permite o desenvolvimento de um diálogo que pode levar a possíveis opções de manejo (Janda, 2004).
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-27.6 Hemivulvectomia direita: fechamento da incisão cirúrgica.
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passage: A dieta e as atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-ope-ratório. As relações sexuais, contudo, devem ser postergadas até que a incisão vaginal tenha cicatrizado. O período para retomada de exer-cícios e atividades físicas extremas é controver-so. A recomendação tradicional tem sido pos-tergar esse tipo de atividade no mínimo por 2 meses, embora não haja dados que corrobo-rem essa orientação. Contudo, a lógica indica que esse período é razoável para permitir uma cicatrização adequada.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-4.1 Introdução da agulha.
FIGURA 43-4.2 Passagem da agulha.
FIGURA 43-4.3 Posicionamento da fita.
FIGURA 43-4.4 Ajuste da tensão da fita.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAs atividades normais podem ser retomadas nos primeiros dias de pós-operatório. Contu-do, as relações sexuais devem ser evitadas no mínimo durante 1 mês, ou até que a incisão vaginal tenha cicatrizado.
Para reduzir o trauma na região reparada, procuramos postergar a evacuação por alguns dias. As pacientes ficam em dieta zero no pri-meiro dia e, a seguir, recebem apenas líquidos leves por 3 a 4 dias. Ao iniciar a dieta com sólidos, deve-se prescrever um amolecedor de fezes a ser mantido no mínimo por 6 semanas. Deve-se tentar evitar constipação. Os cuida-dos locais incluem banhos de assento duas vezes ao dia e higiene perineal com água após micção e evacuação.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 43-27.2 Mobilização da mucosa vaginal circundante.
FIGURA 43-27.3 Excisão do trajeto fistuloso.
FIGURA 43-27.4 Fechamento da parede do reto.
FIGURA 43-27.5 Fechamento da camada fibromuscular.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: Outra questão a ser abordada já na internação hospitalar é a retomada da atividade sexual. Embora não hajaorientações cientificamente embasadas sobre o tema, é senso comum que, após 2 semanas pós-parto, pode-sereassumir a atividade sexual conforme o desejo e o conforto do casal. De qualquer maneira, a mulher deve serorientada sobre eventuais dificuldades no ato sexual. Além de sensações dolorosas relacionadas ao processo decicatrização da episiotomia ou de eventuais lacerações de trajeto, o estado de hipoestrogenismo característico dopós-parto está associado a um epitélio vaginal fino e à lubrificação vaginal reduzida.
Diferentemente de alguns países como os EUA, onde uma lei federal estabelece aproximadamente 48 h deinternação para mulheres com parto vaginal não complicado e 96 h pós-cesariana, não há regulamentaçãosemelhante no Brasil. A OMS recomenda que a puérpera e seu bebê devam permanecer internados por pelomenos 24 h. De qualquer maneira, esses prazos mostram-se razoáveis e servem de orientação para a maioriados casos, ainda que a alta após a cesárea, em geral, não exceda 72 h de pós-parto em nosso meio. Períodosmaiores ou menores de internação podem ser adotados em situações específicas.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias.
■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez.
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passage: Ocasionalmente, uma paciente se quei-xa de dor intensa com sintomas neurológicos sensitivos, motores ou ambos. Se houver sin-tomas motores, é grande a chance de ter havi-do encarceramento de ramos do nervo isquiá-tico. Essas pacientes devem ser submetidas a exploração do espaço pararretal para retirada das suturas que estejam produzindo o encar-ceramento.
O retorno das atividades deve ser indivi-dualizado, embora as relações sexuais fiquem proibidas até que se tenha avaliado a cúpula vaginal 4 a 6 semanas após a cirurgia. A ma-nutenção do cateter vesical depende de ter sido realizado procedimento anti-incontinên-cia concomitantemente.
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passage: Quando posso ter minha primeira relação depois da histerectomia? “Fiz histerectomia há três meses. Já posso ter relações sexuais normalmente ou preciso esperar mais tempo?” As relações sexuais são proibidas por 40 a 60 dias após a histerectomia, dependendo da recuperação de cada mulher. Por esse motivo, a mulher deve esperar a orientação do ginecologista ou do cirurgião nas consultas pós-cirúrgicas. Após voltar à vida sexual normal, uma parte das mulheres pode sentir dor ou desconforto durante as relações sexuais. Em boa parte dos casos, o problema é superado com o conhecimento, a paciência e o apoio do parceiro. Raramente é necessária outra cirurgia para resolver o problema. Quando a histerectomia é total, ou seja, com retirada dos ovários, há maior risco de problemas durante o ato sexual. Neste caso, o uso do creme vaginal Colpotrofine pode ser indicado pelo médico. Esse creme ajuda na recuperação, além de evitar a sensação de queimação vaginal, secura vaginal, prurido ou dor durante as relações sexuais.
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passage: A disfunção sexual pode estar relacio-nada à sensação de desfiguramento. Cicatri-zes também podem levar a desconforto ou a alterações de sensibilidade que afetam a sa-tisfação sexual da mulher. A atenção a essas preocupações permite o desenvolvimento de um diálogo que pode levar a possíveis opções de manejo (Janda, 2004).
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-27.6 Hemivulvectomia direita: fechamento da incisão cirúrgica.
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passage: . Além disso, deve-se evitar exercícios pesados por cerca de 45 dias após o parto normal e até 3 meses no caso de cesárea, além de evitar nadar ou banhos de banheira, até que sejam liberados pelo médico. Durante o resguardo, deve-se evitar o contato íntimo, até que seja liberado pelo ginecologista e a mulher se sinta preparada física e psicologicamente para isso. Quando ter contato íntimo Após o parto, é comum que a vontade por relações sexuais esteja reduzida durante algumas semanas, não só porque é muito cansativo ter de cuidar do recém-nascido, mas também porque os hormônios liberados durante a fase de amamentação têm esse efeito na líbido da mulher. Além disso, após o parto, também é frequente sentir a região genital dolorida ou, até, ter dor provocada pelos pontos da cicatriz e, por isso, é preciso dar um tempo para o corpo se recuperar. O contato íntimo pode ser liberado pelo ginecologista após o resguardo e se a mulher se sentir bem física e psicologicamente. Dicas para melhorar a vida íntima após o parto Depois do parto a vontade da mulher para ter contato íntimo é muito pouca, no entanto, é importante manter uma vida íntima ativa
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Olá! Entendo sua preocupação e é ótimo que a dor no local da cesárea esteja diminuindo. No entanto, a dor na parte inferior da barriga após uma cirurgia, especialmente após uma gravidez ectópica, precisa ser avaliada com cuidado.
Primeiramente, gostaria de reforçar que, após uma cesárea, mesmo que você esteja se sentindo bem, o período de recuperação interna ainda está em andamento. A cicatrização dos tecidos, tanto da incisão da cesárea quanto de qualquer procedimento realizado para tratar a gravidez ectópica (como a remoção da trompa, por exemplo), leva tempo.
Em relação à sua pergunta sobre ter relações sexuais, a recomendação geral é aguardar a liberação do seu médico. Mesmo que não haja dor na incisão da cesárea, a dor na parte inferior da barriga pode indicar que os tecidos internos ainda estão sensíveis ou inflamados. Além disso, após a cirurgia para gravidez ectópica, é fundamental garantir que não haja mais tecido trofoblástico persistente, monitorando os níveis de beta HCG até que estejam indetectáveis. Durante este período, é recomendado o uso de métodos contraceptivos eficazes para evitar confusão entre a persistência do tecido e uma nova gravidez.
A retomada da atividade sexual deve ser individualizada, geralmente após 4 a 6 semanas da cirurgia, e somente após avaliação médica da cúpula vaginal. Relações sexuais precoces podem aumentar o risco de infecção, sangramento e dificultar a cicatrização, além de serem desconfortáveis.
Portanto, o ideal é agendar uma consulta com seu ginecologista para que ele possa te examinar, avaliar a causa dessa dor abdominal e te dar orientações específicas para o seu caso. Ele poderá verificar se a cicatrização interna está ocorrendo como esperado e se há alguma outra causa para a dor, como inflamação ou aderências.
Não se apresse em retomar a vida sexual. Priorize sua recuperação completa para evitar complicações e garantir uma experiência sexual prazerosa no futuro. Se sentir qualquer desconforto, sangramento ou dor durante a relação, interrompa imediatamente e procure atendimento médico.
Lembre-se que cada mulher se recupera em seu próprio ritmo. Seja paciente consigo mesma e siga as orientações do seu médico para garantir uma recuperação segura e saudável.
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Fui diagnosticada com HPV de alto risco. O que devo fazer? A vacina resolve outros tipos de HPV?
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Olá! Sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta e esclareça suas dúvidas. Você tem lesões pelo HPV? Tem lesões no colo do útero? Tem verrugas genitais? Qual foi o motivo da solicitação do exame de captura híbrida? A infecção pelo HPV é bastante prevalente na população em geral, tanto em homens quanto em mulheres. A maior parte das pessoas com HPV nunca apresentará verrugas, lesões no colo do útero ou câncer de colo uterino. Se você não tem lesões pelo vírus, você possui uma infecção crônica e latente pelo HPV. Essa infecção latente não tem tratamento. O exame de captura híbrida não deveria ser solicitado em pessoas sem lesões pelo vírus, pois não há benefício para a sua saúde. Seus parceiros sexuais deverão procurar atendimento médico, pois eles podem ter o HPV e lesões pelo vírus. Solicite ao seu médico exames para descartar outras infecções sexualmente transmissíveis, como HIV e hepatite B. A vacina não eliminará o vírus e não tratará as lesões provocadas pelo HPV.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: Vacinas profiláticas anti-HPV. As vacinas profiláticas estimu-lam a produção de anticorpos humorais que neutralizam o HPV antes que infecte as células do hospedeiro (Christensen, 2001). Elas não previnem positividade transitória para HPV nem resolvem infecção preexistente. Contudo, previnem o es-tabelecimento de nova infecção ou sua persistência e o desen-volvimento subsequente de neoplasia do colo uterino.
Atualmente, há duas vacinas aprovadas pela FDA para prevenção de infecções incidentes por HPV e de neoplasia do colo uterino. Essas vacinas utilizam tecnologia recombinante para a produção de proteínas capsídeo L1 sintéticas de cada tipo de HPV incluído na sua cobertura. As partículas vírus-like resultantes são altamente imunogênicas, mas não são infectan-tes, uma vez que lhes falta o DNA viral (Stanley, 2006b). A resposta imune produzida por ambas as vacinas é muito mais intensa e consistente do que a encontrada nas infecções natu-rais (Stanley, 2006a; Villa, 2006).
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: Vacinas profiláticas anti-HPV. As vacinas profiláticas estimu-lam a produção de anticorpos humorais que neutralizam o HPV antes que infecte as células do hospedeiro (Christensen, 2001). Elas não previnem positividade transitória para HPV nem resolvem infecção preexistente. Contudo, previnem o es-tabelecimento de nova infecção ou sua persistência e o desen-volvimento subsequente de neoplasia do colo uterino.
Atualmente, há duas vacinas aprovadas pela FDA para prevenção de infecções incidentes por HPV e de neoplasia do colo uterino. Essas vacinas utilizam tecnologia recombinante para a produção de proteínas capsídeo L1 sintéticas de cada tipo de HPV incluído na sua cobertura. As partículas vírus-like resultantes são altamente imunogênicas, mas não são infectan-tes, uma vez que lhes falta o DNA viral (Stanley, 2006b). A resposta imune produzida por ambas as vacinas é muito mais intensa e consistente do que a encontrada nas infecções natu-rais (Stanley, 2006a; Villa, 2006).
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: Vacinas profiláticas anti-HPV. As vacinas profiláticas estimu-lam a produção de anticorpos humorais que neutralizam o HPV antes que infecte as células do hospedeiro (Christensen, 2001). Elas não previnem positividade transitória para HPV nem resolvem infecção preexistente. Contudo, previnem o es-tabelecimento de nova infecção ou sua persistência e o desen-volvimento subsequente de neoplasia do colo uterino.
Atualmente, há duas vacinas aprovadas pela FDA para prevenção de infecções incidentes por HPV e de neoplasia do colo uterino. Essas vacinas utilizam tecnologia recombinante para a produção de proteínas capsídeo L1 sintéticas de cada tipo de HPV incluído na sua cobertura. As partículas vírus-like resultantes são altamente imunogênicas, mas não são infectan-tes, uma vez que lhes falta o DNA viral (Stanley, 2006b). A resposta imune produzida por ambas as vacinas é muito mais intensa e consistente do que a encontrada nas infecções natu-rais (Stanley, 2006a; Villa, 2006).
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Ambas as vacinas mostraram eficácia próxima de 100% para prevenção de infecção incidente e de neoplasia de colo uterino de alto grau produzidas pelos tipos 16 e 18 do HPV (Future II Study Group, 2007; Paavonen, 2009). O debate sobre a superioridade de uma das vacinas está centrado nas se-guintes questões: (1) abrangência das infecções e lesões clíni-cas prevenidas, (2) proteção cruzada contra tipos de HPV não cobertos pela vacina e (3) intensidade e duração da resposta imune induzida (Bornstein, 2009).
Primeiro, a Gardasil confere proteção adicional contra os HPVs 6 e 11, que causam praticamente todas as verrugas geni-tais, assim como uma porcentagem significativa das anormalida-des citológicas de baixo grau que necessitam investigação. Garda-sil é aprovada para prevenção de verrugas genitais em homens e mulheres. A Gardasil está aprovada para prevenção de neoplasia vaginal, vulvar e anal (Centers for Disease Control and Preven-tion, 2010a). A Cervarix não previne verrugas genitais e ainda não foi aprovada para prevenção de doença extracervical do TGI.
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: imunogeniCiDaDe e eFiCáCia Da vaCinaAs vacinas HPV são altamente imunogênicas e capazes de proteger o indivíduo con-tra neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou pior (NIC2+) relacionados aos tipos va-cinais em 100% dos casos. Diminuem a incidência, prevalência e a persistência viral.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: Vacinas profiláticas anti-HPV. As vacinas profiláticas estimu-lam a produção de anticorpos humorais que neutralizam o HPV antes que infecte as células do hospedeiro (Christensen, 2001). Elas não previnem positividade transitória para HPV nem resolvem infecção preexistente. Contudo, previnem o es-tabelecimento de nova infecção ou sua persistência e o desen-volvimento subsequente de neoplasia do colo uterino.
Atualmente, há duas vacinas aprovadas pela FDA para prevenção de infecções incidentes por HPV e de neoplasia do colo uterino. Essas vacinas utilizam tecnologia recombinante para a produção de proteínas capsídeo L1 sintéticas de cada tipo de HPV incluído na sua cobertura. As partículas vírus-like resultantes são altamente imunogênicas, mas não são infectan-tes, uma vez que lhes falta o DNA viral (Stanley, 2006b). A resposta imune produzida por ambas as vacinas é muito mais intensa e consistente do que a encontrada nas infecções natu-rais (Stanley, 2006a; Villa, 2006).
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Ambas as vacinas mostraram eficácia próxima de 100% para prevenção de infecção incidente e de neoplasia de colo uterino de alto grau produzidas pelos tipos 16 e 18 do HPV (Future II Study Group, 2007; Paavonen, 2009). O debate sobre a superioridade de uma das vacinas está centrado nas se-guintes questões: (1) abrangência das infecções e lesões clíni-cas prevenidas, (2) proteção cruzada contra tipos de HPV não cobertos pela vacina e (3) intensidade e duração da resposta imune induzida (Bornstein, 2009).
Primeiro, a Gardasil confere proteção adicional contra os HPVs 6 e 11, que causam praticamente todas as verrugas geni-tais, assim como uma porcentagem significativa das anormalida-des citológicas de baixo grau que necessitam investigação. Garda-sil é aprovada para prevenção de verrugas genitais em homens e mulheres. A Gardasil está aprovada para prevenção de neoplasia vaginal, vulvar e anal (Centers for Disease Control and Preven-tion, 2010a). A Cervarix não previne verrugas genitais e ainda não foi aprovada para prevenção de doença extracervical do TGI.
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passage: 22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
Geneva:WHO; 2015. [cited 2016 Feb 19]. Available from: http://www.who.int/vaccine_safety/committee/topics/hpv/Dec_2015/en/. 24. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Differences by sex in tobacco use and awareness of tobacco marketing -Bangladesh, Thailand, and Uruguay, 2009. MMWR Morb Mortal Wkly Rep. 2010;59(20):613-8.
25. Future II Study Group. Prophylactic efficacy of a quadrivalent human papillomavirus (HPV) vaccine in women with virological evidence of HPV infection. J Infect Dis. 2007;196(10):1438-46.
26. Garland SM, Ault KA, Gall SA, Paavonen J, Sings HL, Ciprero KL, et al. Pregnancy and infant outcomes in the clinical trials of a human papillomavirus type 6/11/16/18 vaccine: a combined analysis of five randomized controlled trials. Obstet Gynecol. 2009;114(6):1179-88.
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Olá! Receber um diagnóstico de HPV de alto risco pode gerar muitas dúvidas e preocupações, e é completamente normal sentir-se assim. Primeiramente, quero te assegurar que você não está sozinha nessa. Muitas mulheres passam por isso, e existem formas de acompanhar e tratar essa condição.
O primeiro passo, agora que você foi diagnosticada com HPV de alto risco, é seguir rigorosamente as orientações do seu médico. Ele indicará a frequência com que você deverá realizar exames preventivos, como o Papanicolau e a colposcopia, para monitorar de perto qualquer alteração nas células do colo do útero. Essa vigilância é fundamental para detectar precocemente qualquer lesão que possa surgir e tratá-la a tempo, prevenindo o desenvolvimento do câncer de colo de útero.
Quanto à vacina, é importante esclarecer que ela atua de forma preventiva, ou seja, ela estimula o seu sistema imunológico a produzir anticorpos contra os tipos de HPV presentes na vacina, antes que você entre em contato com eles. Se você já foi infectada com algum tipo de HPV de alto risco, a vacina não irá eliminar essa infecção já existente, mas ela poderá te proteger contra outros tipos de HPV que você ainda não tenha contraído, incluindo alguns que também podem causar câncer.
Existem diferentes tipos de vacinas contra o HPV disponíveis, como a bivalente, que protege contra os tipos 16 e 18 (responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero), e a quadrivalente, que além dos tipos 16 e 18, também protege contra os tipos 6 e 11, que causam a maioria dos casos de verrugas genitais (condilomas acuminados). Existe ainda a vacina nonavalente, que oferece uma proteção ainda maior, abrangendo nove tipos de HPV.
Mesmo que você já tenha o HPV, a vacina ainda pode ser benéfica, pois pode te proteger contra outros tipos de HPV que você ainda não tenha, e, como mencionado, alguns deles também estão relacionados a outros tipos de câncer, como câncer de vulva, vagina, ânus, pênis, cabeça e pescoço. Converse com seu médico sobre qual vacina é mais adequada para você.
Além da vacinação e do acompanhamento médico regular, é importante adotar hábitos saudáveis para fortalecer o seu sistema imunológico, como manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas regularmente, evitar o tabagismo e controlar o estresse. É fundamental também informar seus parceiros sexuais sobre o diagnóstico, para que eles também possam procurar um médico e realizar os exames necessários.
Lembre-se que o HPV é uma infecção muito comum e, na maioria das vezes, o próprio organismo consegue eliminá-lo naturalmente. Com o acompanhamento médico adequado
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Estou com suspeita de útero baixo. Posso fazer musculação ou essa atividade pode agravar o problema?
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Olá! Sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. Sua avaliação clínica, através da história clínica, suas queixas e exame físico, é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. O prolapso genital dos compartimentos anterior, posterior, apical e distal pode ser tratado cirurgicamente; no entanto, existe o tratamento não cirúrgico baseado em fisioterapia e pessário. O prolapso genital pode provocar infecções urinárias repetidas, ardor ao urinar, incontinência urinária, dificuldade para urinar, dor pélvica, sensação de peso na pelve, constipação intestinal, dor na relação sexual, corrimento, ardor vaginal e sangramento, entre outros. O prolapso genital de graus III e IV pode piorar com atividades físicas e fisioterapia. Converse com o seu médico, esclareça suas dúvidas, discuta o seu diagnóstico e tratamento. Agende a sua consulta com um uroginecologista.
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passage: Conheça os riscos de fazer musculação na gravidez As mulheres que nunca praticaram musculação e decidem começar esses exercícios durante a gravidez podem prejudicar o bebê porque nestes casos há risco de: Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Lesões e impactos fortes na barriga da mãe, Diminuição da quantidade de oxigênio para o bebê, Diminuição do crescimento do feto, Baixo peso ao nascer e Parto prematuro. A melhor forma de saber se os exercícios são seguros na gravidez é conversar com o médico e com o professor da academia antes de iniciar os exercícios e se a mulher não praticava nenhum exercício antes da gravidez, deve optar por exercícios mais leves, com menos impacto. No entanto, mesmo a grávida que já estava habituada à musculação antes de engravidar precisa ter algum cuidado, não realizando treinos muito intensos, nem treinar mais de 3 vezes por semana. Cada treino deve ser de 30 minutos a 1 hora, com séries de 8 a 10 repetições por exercício. Outro cuidado importante é optar por exercícios de baixo impacto, sem forçar a região pélvica, o abdômen e as costas, que devem ser orientados por um profissional de educação física
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passage: Conheça os riscos de fazer musculação na gravidez As mulheres que nunca praticaram musculação e decidem começar esses exercícios durante a gravidez podem prejudicar o bebê porque nestes casos há risco de: Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Lesões e impactos fortes na barriga da mãe, Diminuição da quantidade de oxigênio para o bebê, Diminuição do crescimento do feto, Baixo peso ao nascer e Parto prematuro. A melhor forma de saber se os exercícios são seguros na gravidez é conversar com o médico e com o professor da academia antes de iniciar os exercícios e se a mulher não praticava nenhum exercício antes da gravidez, deve optar por exercícios mais leves, com menos impacto. No entanto, mesmo a grávida que já estava habituada à musculação antes de engravidar precisa ter algum cuidado, não realizando treinos muito intensos, nem treinar mais de 3 vezes por semana. Cada treino deve ser de 30 minutos a 1 hora, com séries de 8 a 10 repetições por exercício. Outro cuidado importante é optar por exercícios de baixo impacto, sem forçar a região pélvica, o abdômen e as costas, que devem ser orientados por um profissional de educação física
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passage: . Além disso, atividades como andar de bicicleta, praticar ginástica e fazer exercícios físicos intensos também podem fazer com que a pele do hímen se enfraqueça, provocando o seu rompimento em algum momento. Caso deseje usar absorvente interno, o melhor é consultar o ginecologista e receber dele a indicação do absorvente interno mais adequado para você ou mesmo a contraindicação, dependendo das características do seu hímen.
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passage: Conheça os riscos de fazer musculação na gravidez As mulheres que nunca praticaram musculação e decidem começar esses exercícios durante a gravidez podem prejudicar o bebê porque nestes casos há risco de: Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Lesões e impactos fortes na barriga da mãe, Diminuição da quantidade de oxigênio para o bebê, Diminuição do crescimento do feto, Baixo peso ao nascer e Parto prematuro. A melhor forma de saber se os exercícios são seguros na gravidez é conversar com o médico e com o professor da academia antes de iniciar os exercícios e se a mulher não praticava nenhum exercício antes da gravidez, deve optar por exercícios mais leves, com menos impacto. No entanto, mesmo a grávida que já estava habituada à musculação antes de engravidar precisa ter algum cuidado, não realizando treinos muito intensos, nem treinar mais de 3 vezes por semana. Cada treino deve ser de 30 minutos a 1 hora, com séries de 8 a 10 repetições por exercício. Outro cuidado importante é optar por exercícios de baixo impacto, sem forçar a região pélvica, o abdômen e as costas, que devem ser orientados por um profissional de educação física
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passage: . Além disso, atividades como andar de bicicleta, praticar ginástica e fazer exercícios físicos intensos também podem fazer com que a pele do hímen se enfraqueça, provocando o seu rompimento em algum momento. Caso deseje usar absorvente interno, o melhor é consultar o ginecologista e receber dele a indicação do absorvente interno mais adequado para você ou mesmo a contraindicação, dependendo das características do seu hímen.
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passage: Se forem usados exercícios de contração isotônica, solicita--se à paciente que pressione e mantenha contraídos os múscu-los levantadores do ânus. As mulheres, no entanto, muitas ve-zes têm dificuldade de isolar esses músculos. Frequentemente, as pacientesirão contrair erroneamente os músculos da parede abdominal, e não os levantadores do ânus. Para auxiliar a lo-calizar o grupo muscular correto, pode-se instruir a paciente a identificar os músculos em contração quando uma calça aper-tada é puxada sobre o quadril. Além disso, em ambiente ambu-latorial, o médico pode determinar se o grupo dos levantadores do ânus está sendo contraído posicionando dois dedos na vagi-na enquanto são realizados os exercícios de Kegel.
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passage: Conheça os riscos de fazer musculação na gravidez As mulheres que nunca praticaram musculação e decidem começar esses exercícios durante a gravidez podem prejudicar o bebê porque nestes casos há risco de: Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Lesões e impactos fortes na barriga da mãe, Diminuição da quantidade de oxigênio para o bebê, Diminuição do crescimento do feto, Baixo peso ao nascer e Parto prematuro. A melhor forma de saber se os exercícios são seguros na gravidez é conversar com o médico e com o professor da academia antes de iniciar os exercícios e se a mulher não praticava nenhum exercício antes da gravidez, deve optar por exercícios mais leves, com menos impacto. No entanto, mesmo a grávida que já estava habituada à musculação antes de engravidar precisa ter algum cuidado, não realizando treinos muito intensos, nem treinar mais de 3 vezes por semana. Cada treino deve ser de 30 minutos a 1 hora, com séries de 8 a 10 repetições por exercício. Outro cuidado importante é optar por exercícios de baixo impacto, sem forçar a região pélvica, o abdômen e as costas, que devem ser orientados por um profissional de educação física
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passage: . Além disso, atividades como andar de bicicleta, praticar ginástica e fazer exercícios físicos intensos também podem fazer com que a pele do hímen se enfraqueça, provocando o seu rompimento em algum momento. Caso deseje usar absorvente interno, o melhor é consultar o ginecologista e receber dele a indicação do absorvente interno mais adequado para você ou mesmo a contraindicação, dependendo das características do seu hímen.
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passage: Se forem usados exercícios de contração isotônica, solicita--se à paciente que pressione e mantenha contraídos os múscu-los levantadores do ânus. As mulheres, no entanto, muitas ve-zes têm dificuldade de isolar esses músculos. Frequentemente, as pacientesirão contrair erroneamente os músculos da parede abdominal, e não os levantadores do ânus. Para auxiliar a lo-calizar o grupo muscular correto, pode-se instruir a paciente a identificar os músculos em contração quando uma calça aper-tada é puxada sobre o quadril. Além disso, em ambiente ambu-latorial, o médico pode determinar se o grupo dos levantadores do ânus está sendo contraído posicionando dois dedos na vagi-na enquanto são realizados os exercícios de Kegel.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: Conheça os riscos de fazer musculação na gravidez As mulheres que nunca praticaram musculação e decidem começar esses exercícios durante a gravidez podem prejudicar o bebê porque nestes casos há risco de: Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Lesões e impactos fortes na barriga da mãe, Diminuição da quantidade de oxigênio para o bebê, Diminuição do crescimento do feto, Baixo peso ao nascer e Parto prematuro. A melhor forma de saber se os exercícios são seguros na gravidez é conversar com o médico e com o professor da academia antes de iniciar os exercícios e se a mulher não praticava nenhum exercício antes da gravidez, deve optar por exercícios mais leves, com menos impacto. No entanto, mesmo a grávida que já estava habituada à musculação antes de engravidar precisa ter algum cuidado, não realizando treinos muito intensos, nem treinar mais de 3 vezes por semana. Cada treino deve ser de 30 minutos a 1 hora, com séries de 8 a 10 repetições por exercício. Outro cuidado importante é optar por exercícios de baixo impacto, sem forçar a região pélvica, o abdômen e as costas, que devem ser orientados por um profissional de educação física
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passage: . Além disso, atividades como andar de bicicleta, praticar ginástica e fazer exercícios físicos intensos também podem fazer com que a pele do hímen se enfraqueça, provocando o seu rompimento em algum momento. Caso deseje usar absorvente interno, o melhor é consultar o ginecologista e receber dele a indicação do absorvente interno mais adequado para você ou mesmo a contraindicação, dependendo das características do seu hímen.
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passage: Se forem usados exercícios de contração isotônica, solicita--se à paciente que pressione e mantenha contraídos os múscu-los levantadores do ânus. As mulheres, no entanto, muitas ve-zes têm dificuldade de isolar esses músculos. Frequentemente, as pacientesirão contrair erroneamente os músculos da parede abdominal, e não os levantadores do ânus. Para auxiliar a lo-calizar o grupo muscular correto, pode-se instruir a paciente a identificar os músculos em contração quando uma calça aper-tada é puxada sobre o quadril. Além disso, em ambiente ambu-latorial, o médico pode determinar se o grupo dos levantadores do ânus está sendo contraído posicionando dois dedos na vagi-na enquanto são realizados os exercícios de Kegel.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: Em nossa instituição, tentamos auxiliar a paciente a man-ter contração do soalho pélvico por 10 segundos. Iniciamos com o tempo de contração que a paciente consegue manter (p. ex., 3 segundos) e solicitamos que sustente a contração por esse período para então relaxar por período igual ou dobrado (p. ex., 6 segundo). Esse exercício de contração e relaxamento deve ser repetido 10 a 15 vezes. Sugerimos 3 sessões ao longo do dia com um total de 45 contrações. Ao longo de várias semanas com consultas frequentes de seguimento, a duração das con-trações vai sendo progressivamente aumentada. As pacientes, assim, aumentam o tônus da musculatura do soalho pélvico e passam a ser capazes de comprimir seus músculos antecipando--se a aumentos na pressão intra-abdominal e à IUE.
Alternativamente, caso se opte por contração isométri-ca, solicita-se à paciente que contraia e relaxe rapidamente os músculos levantadores do ânus. Essas contrações rápidas po-dem ser vantajosas caso ocorram ondas de urgência miccional. Vale mencionar que há uma concepção equivocada acerca do valor do exercício de interrupção do fluxo urinário durante a micção. As mulheres devem ser informadas de que essa prática frequentemente agrava a disfunção miccional.
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passage: Conheça os riscos de fazer musculação na gravidez As mulheres que nunca praticaram musculação e decidem começar esses exercícios durante a gravidez podem prejudicar o bebê porque nestes casos há risco de: Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Lesões e impactos fortes na barriga da mãe, Diminuição da quantidade de oxigênio para o bebê, Diminuição do crescimento do feto, Baixo peso ao nascer e Parto prematuro. A melhor forma de saber se os exercícios são seguros na gravidez é conversar com o médico e com o professor da academia antes de iniciar os exercícios e se a mulher não praticava nenhum exercício antes da gravidez, deve optar por exercícios mais leves, com menos impacto. No entanto, mesmo a grávida que já estava habituada à musculação antes de engravidar precisa ter algum cuidado, não realizando treinos muito intensos, nem treinar mais de 3 vezes por semana. Cada treino deve ser de 30 minutos a 1 hora, com séries de 8 a 10 repetições por exercício. Outro cuidado importante é optar por exercícios de baixo impacto, sem forçar a região pélvica, o abdômen e as costas, que devem ser orientados por um profissional de educação física
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passage: . Além disso, atividades como andar de bicicleta, praticar ginástica e fazer exercícios físicos intensos também podem fazer com que a pele do hímen se enfraqueça, provocando o seu rompimento em algum momento. Caso deseje usar absorvente interno, o melhor é consultar o ginecologista e receber dele a indicação do absorvente interno mais adequado para você ou mesmo a contraindicação, dependendo das características do seu hímen.
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passage: Se forem usados exercícios de contração isotônica, solicita--se à paciente que pressione e mantenha contraídos os múscu-los levantadores do ânus. As mulheres, no entanto, muitas ve-zes têm dificuldade de isolar esses músculos. Frequentemente, as pacientesirão contrair erroneamente os músculos da parede abdominal, e não os levantadores do ânus. Para auxiliar a lo-calizar o grupo muscular correto, pode-se instruir a paciente a identificar os músculos em contração quando uma calça aper-tada é puxada sobre o quadril. Além disso, em ambiente ambu-latorial, o médico pode determinar se o grupo dos levantadores do ânus está sendo contraído posicionando dois dedos na vagi-na enquanto são realizados os exercícios de Kegel.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: Em nossa instituição, tentamos auxiliar a paciente a man-ter contração do soalho pélvico por 10 segundos. Iniciamos com o tempo de contração que a paciente consegue manter (p. ex., 3 segundos) e solicitamos que sustente a contração por esse período para então relaxar por período igual ou dobrado (p. ex., 6 segundo). Esse exercício de contração e relaxamento deve ser repetido 10 a 15 vezes. Sugerimos 3 sessões ao longo do dia com um total de 45 contrações. Ao longo de várias semanas com consultas frequentes de seguimento, a duração das con-trações vai sendo progressivamente aumentada. As pacientes, assim, aumentam o tônus da musculatura do soalho pélvico e passam a ser capazes de comprimir seus músculos antecipando--se a aumentos na pressão intra-abdominal e à IUE.
Alternativamente, caso se opte por contração isométri-ca, solicita-se à paciente que contraia e relaxe rapidamente os músculos levantadores do ânus. Essas contrações rápidas po-dem ser vantajosas caso ocorram ondas de urgência miccional. Vale mencionar que há uma concepção equivocada acerca do valor do exercício de interrupção do fluxo urinário durante a micção. As mulheres devem ser informadas de que essa prática frequentemente agrava a disfunção miccional.
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passage: Alguns autores sugeriram que a dor lombar baixa em pa-ciente com prolapso possa ser causada por alteração na mecânica corporal. No entanto, se a dor for o sintoma primário, devem ser investigadas outras causas (Cap. 11, p. 309). Na ausência de etiologia identificável, a instalação temporária de pessário fre-quentemente é benéfica para determinar se a redução do prolap-so levará à melhora dos sintomas dolorosos. O encaminhamen-to a um fisioterapeuta também pode esclarecer se há conexão entre prolapso, alteração na mecânica corporal e dor.
Hoffman_24.indd 643 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comMulheres assintomáticasMuitas mulheres com prolapso leve a moderado não apresen-tam sintomas incômodos. Como a história natural do prolap-so é desconhecida, é difícil predizer se haverá agravamento do quadro ou se surgirão sintomas. Nessa situação, os benefícios do tratamento devem ser avaliados em relação ao risco. Con-sequentemente, na ausência de outros fatores, o tratamento invasivo não deve ser a opção preferencial para pacientes as-sintomáticas. A reabilitação dos músculos do soalho pélvico pode ser indicada às pacientes com o objetivo de impedir a progressão do prolapso. No entanto, não há dados que apoiem a efetividade dessa prática (Adams, 2004: Hagen, 2004).
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passage: Conheça os riscos de fazer musculação na gravidez As mulheres que nunca praticaram musculação e decidem começar esses exercícios durante a gravidez podem prejudicar o bebê porque nestes casos há risco de: Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Lesões e impactos fortes na barriga da mãe, Diminuição da quantidade de oxigênio para o bebê, Diminuição do crescimento do feto, Baixo peso ao nascer e Parto prematuro. A melhor forma de saber se os exercícios são seguros na gravidez é conversar com o médico e com o professor da academia antes de iniciar os exercícios e se a mulher não praticava nenhum exercício antes da gravidez, deve optar por exercícios mais leves, com menos impacto. No entanto, mesmo a grávida que já estava habituada à musculação antes de engravidar precisa ter algum cuidado, não realizando treinos muito intensos, nem treinar mais de 3 vezes por semana. Cada treino deve ser de 30 minutos a 1 hora, com séries de 8 a 10 repetições por exercício. Outro cuidado importante é optar por exercícios de baixo impacto, sem forçar a região pélvica, o abdômen e as costas, que devem ser orientados por um profissional de educação física
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passage: . Além disso, atividades como andar de bicicleta, praticar ginástica e fazer exercícios físicos intensos também podem fazer com que a pele do hímen se enfraqueça, provocando o seu rompimento em algum momento. Caso deseje usar absorvente interno, o melhor é consultar o ginecologista e receber dele a indicação do absorvente interno mais adequado para você ou mesmo a contraindicação, dependendo das características do seu hímen.
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passage: Se forem usados exercícios de contração isotônica, solicita--se à paciente que pressione e mantenha contraídos os múscu-los levantadores do ânus. As mulheres, no entanto, muitas ve-zes têm dificuldade de isolar esses músculos. Frequentemente, as pacientesirão contrair erroneamente os músculos da parede abdominal, e não os levantadores do ânus. Para auxiliar a lo-calizar o grupo muscular correto, pode-se instruir a paciente a identificar os músculos em contração quando uma calça aper-tada é puxada sobre o quadril. Além disso, em ambiente ambu-latorial, o médico pode determinar se o grupo dos levantadores do ânus está sendo contraído posicionando dois dedos na vagi-na enquanto são realizados os exercícios de Kegel.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: Em nossa instituição, tentamos auxiliar a paciente a man-ter contração do soalho pélvico por 10 segundos. Iniciamos com o tempo de contração que a paciente consegue manter (p. ex., 3 segundos) e solicitamos que sustente a contração por esse período para então relaxar por período igual ou dobrado (p. ex., 6 segundo). Esse exercício de contração e relaxamento deve ser repetido 10 a 15 vezes. Sugerimos 3 sessões ao longo do dia com um total de 45 contrações. Ao longo de várias semanas com consultas frequentes de seguimento, a duração das con-trações vai sendo progressivamente aumentada. As pacientes, assim, aumentam o tônus da musculatura do soalho pélvico e passam a ser capazes de comprimir seus músculos antecipando--se a aumentos na pressão intra-abdominal e à IUE.
Alternativamente, caso se opte por contração isométri-ca, solicita-se à paciente que contraia e relaxe rapidamente os músculos levantadores do ânus. Essas contrações rápidas po-dem ser vantajosas caso ocorram ondas de urgência miccional. Vale mencionar que há uma concepção equivocada acerca do valor do exercício de interrupção do fluxo urinário durante a micção. As mulheres devem ser informadas de que essa prática frequentemente agrava a disfunção miccional.
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passage: Alguns autores sugeriram que a dor lombar baixa em pa-ciente com prolapso possa ser causada por alteração na mecânica corporal. No entanto, se a dor for o sintoma primário, devem ser investigadas outras causas (Cap. 11, p. 309). Na ausência de etiologia identificável, a instalação temporária de pessário fre-quentemente é benéfica para determinar se a redução do prolap-so levará à melhora dos sintomas dolorosos. O encaminhamen-to a um fisioterapeuta também pode esclarecer se há conexão entre prolapso, alteração na mecânica corporal e dor.
Hoffman_24.indd 643 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comMulheres assintomáticasMuitas mulheres com prolapso leve a moderado não apresen-tam sintomas incômodos. Como a história natural do prolap-so é desconhecida, é difícil predizer se haverá agravamento do quadro ou se surgirão sintomas. Nessa situação, os benefícios do tratamento devem ser avaliados em relação ao risco. Con-sequentemente, na ausência de outros fatores, o tratamento invasivo não deve ser a opção preferencial para pacientes as-sintomáticas. A reabilitação dos músculos do soalho pélvico pode ser indicada às pacientes com o objetivo de impedir a progressão do prolapso. No entanto, não há dados que apoiem a efetividade dessa prática (Adams, 2004: Hagen, 2004).
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passage: . Cada treino deve ser de 30 minutos a 1 hora, com séries de 8 a 10 repetições por exercício. Outro cuidado importante é optar por exercícios de baixo impacto, sem forçar a região pélvica, o abdômen e as costas, que devem ser orientados por um profissional de educação física. Gestante pode fazer musculação Quem não pode fazer musculação na gravidez Mulheres que não praticavam exercícios devem repousar durante o primeiro trimestre e começar a atividade apenas no segundo trimestre, quando diminui o risco de aborto espontâneo. Além de ser contraindicada para mulheres que não praticavam musculação antes de engravidar, esse tipo de atividade é especialmente contraindicada para as gestantes que tem: Doença cardíaca; Risco aumentado de trombose; Embolia pulmonar recente; Doença infecciosa aguda; Risco de parto prematuro; Sangramento uterino; Isoimunização grave; Obesidade mórbida; Anemia; Diabetes; Hipertensão; Suspeita de estresse fetal; Paciente sem acompanhamento pré-natal. O ideal é sempre ir ao médico antes de iniciar qualquer exercício físico, para avaliar a saúde da gestação e pedir autorização para se exercitar, além de ser acompanhada por um educador físico para fazer tudo com segurança. Veja quando interromper a atividade física na gravidez
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passage: Conheça os riscos de fazer musculação na gravidez As mulheres que nunca praticaram musculação e decidem começar esses exercícios durante a gravidez podem prejudicar o bebê porque nestes casos há risco de: Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Lesões e impactos fortes na barriga da mãe, Diminuição da quantidade de oxigênio para o bebê, Diminuição do crescimento do feto, Baixo peso ao nascer e Parto prematuro. A melhor forma de saber se os exercícios são seguros na gravidez é conversar com o médico e com o professor da academia antes de iniciar os exercícios e se a mulher não praticava nenhum exercício antes da gravidez, deve optar por exercícios mais leves, com menos impacto. No entanto, mesmo a grávida que já estava habituada à musculação antes de engravidar precisa ter algum cuidado, não realizando treinos muito intensos, nem treinar mais de 3 vezes por semana. Cada treino deve ser de 30 minutos a 1 hora, com séries de 8 a 10 repetições por exercício. Outro cuidado importante é optar por exercícios de baixo impacto, sem forçar a região pélvica, o abdômen e as costas, que devem ser orientados por um profissional de educação física
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passage: . Além disso, atividades como andar de bicicleta, praticar ginástica e fazer exercícios físicos intensos também podem fazer com que a pele do hímen se enfraqueça, provocando o seu rompimento em algum momento. Caso deseje usar absorvente interno, o melhor é consultar o ginecologista e receber dele a indicação do absorvente interno mais adequado para você ou mesmo a contraindicação, dependendo das características do seu hímen.
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passage: Se forem usados exercícios de contração isotônica, solicita--se à paciente que pressione e mantenha contraídos os múscu-los levantadores do ânus. As mulheres, no entanto, muitas ve-zes têm dificuldade de isolar esses músculos. Frequentemente, as pacientesirão contrair erroneamente os músculos da parede abdominal, e não os levantadores do ânus. Para auxiliar a lo-calizar o grupo muscular correto, pode-se instruir a paciente a identificar os músculos em contração quando uma calça aper-tada é puxada sobre o quadril. Além disso, em ambiente ambu-latorial, o médico pode determinar se o grupo dos levantadores do ânus está sendo contraído posicionando dois dedos na vagi-na enquanto são realizados os exercícios de Kegel.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: Em nossa instituição, tentamos auxiliar a paciente a man-ter contração do soalho pélvico por 10 segundos. Iniciamos com o tempo de contração que a paciente consegue manter (p. ex., 3 segundos) e solicitamos que sustente a contração por esse período para então relaxar por período igual ou dobrado (p. ex., 6 segundo). Esse exercício de contração e relaxamento deve ser repetido 10 a 15 vezes. Sugerimos 3 sessões ao longo do dia com um total de 45 contrações. Ao longo de várias semanas com consultas frequentes de seguimento, a duração das con-trações vai sendo progressivamente aumentada. As pacientes, assim, aumentam o tônus da musculatura do soalho pélvico e passam a ser capazes de comprimir seus músculos antecipando--se a aumentos na pressão intra-abdominal e à IUE.
Alternativamente, caso se opte por contração isométri-ca, solicita-se à paciente que contraia e relaxe rapidamente os músculos levantadores do ânus. Essas contrações rápidas po-dem ser vantajosas caso ocorram ondas de urgência miccional. Vale mencionar que há uma concepção equivocada acerca do valor do exercício de interrupção do fluxo urinário durante a micção. As mulheres devem ser informadas de que essa prática frequentemente agrava a disfunção miccional.
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passage: Alguns autores sugeriram que a dor lombar baixa em pa-ciente com prolapso possa ser causada por alteração na mecânica corporal. No entanto, se a dor for o sintoma primário, devem ser investigadas outras causas (Cap. 11, p. 309). Na ausência de etiologia identificável, a instalação temporária de pessário fre-quentemente é benéfica para determinar se a redução do prolap-so levará à melhora dos sintomas dolorosos. O encaminhamen-to a um fisioterapeuta também pode esclarecer se há conexão entre prolapso, alteração na mecânica corporal e dor.
Hoffman_24.indd 643 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comMulheres assintomáticasMuitas mulheres com prolapso leve a moderado não apresen-tam sintomas incômodos. Como a história natural do prolap-so é desconhecida, é difícil predizer se haverá agravamento do quadro ou se surgirão sintomas. Nessa situação, os benefícios do tratamento devem ser avaliados em relação ao risco. Con-sequentemente, na ausência de outros fatores, o tratamento invasivo não deve ser a opção preferencial para pacientes as-sintomáticas. A reabilitação dos músculos do soalho pélvico pode ser indicada às pacientes com o objetivo de impedir a progressão do prolapso. No entanto, não há dados que apoiem a efetividade dessa prática (Adams, 2004: Hagen, 2004).
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passage: . Cada treino deve ser de 30 minutos a 1 hora, com séries de 8 a 10 repetições por exercício. Outro cuidado importante é optar por exercícios de baixo impacto, sem forçar a região pélvica, o abdômen e as costas, que devem ser orientados por um profissional de educação física. Gestante pode fazer musculação Quem não pode fazer musculação na gravidez Mulheres que não praticavam exercícios devem repousar durante o primeiro trimestre e começar a atividade apenas no segundo trimestre, quando diminui o risco de aborto espontâneo. Além de ser contraindicada para mulheres que não praticavam musculação antes de engravidar, esse tipo de atividade é especialmente contraindicada para as gestantes que tem: Doença cardíaca; Risco aumentado de trombose; Embolia pulmonar recente; Doença infecciosa aguda; Risco de parto prematuro; Sangramento uterino; Isoimunização grave; Obesidade mórbida; Anemia; Diabetes; Hipertensão; Suspeita de estresse fetal; Paciente sem acompanhamento pré-natal. O ideal é sempre ir ao médico antes de iniciar qualquer exercício físico, para avaliar a saúde da gestação e pedir autorização para se exercitar, além de ser acompanhada por um educador físico para fazer tudo com segurança. Veja quando interromper a atividade física na gravidez
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Conheça os riscos de fazer musculação na gravidez As mulheres que nunca praticaram musculação e decidem começar esses exercícios durante a gravidez podem prejudicar o bebê porque nestes casos há risco de: Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Lesões e impactos fortes na barriga da mãe, Diminuição da quantidade de oxigênio para o bebê, Diminuição do crescimento do feto, Baixo peso ao nascer e Parto prematuro. A melhor forma de saber se os exercícios são seguros na gravidez é conversar com o médico e com o professor da academia antes de iniciar os exercícios e se a mulher não praticava nenhum exercício antes da gravidez, deve optar por exercícios mais leves, com menos impacto. No entanto, mesmo a grávida que já estava habituada à musculação antes de engravidar precisa ter algum cuidado, não realizando treinos muito intensos, nem treinar mais de 3 vezes por semana. Cada treino deve ser de 30 minutos a 1 hora, com séries de 8 a 10 repetições por exercício. Outro cuidado importante é optar por exercícios de baixo impacto, sem forçar a região pélvica, o abdômen e as costas, que devem ser orientados por um profissional de educação física
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passage: . Além disso, atividades como andar de bicicleta, praticar ginástica e fazer exercícios físicos intensos também podem fazer com que a pele do hímen se enfraqueça, provocando o seu rompimento em algum momento. Caso deseje usar absorvente interno, o melhor é consultar o ginecologista e receber dele a indicação do absorvente interno mais adequado para você ou mesmo a contraindicação, dependendo das características do seu hímen.
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passage: Se forem usados exercícios de contração isotônica, solicita--se à paciente que pressione e mantenha contraídos os múscu-los levantadores do ânus. As mulheres, no entanto, muitas ve-zes têm dificuldade de isolar esses músculos. Frequentemente, as pacientesirão contrair erroneamente os músculos da parede abdominal, e não os levantadores do ânus. Para auxiliar a lo-calizar o grupo muscular correto, pode-se instruir a paciente a identificar os músculos em contração quando uma calça aper-tada é puxada sobre o quadril. Além disso, em ambiente ambu-latorial, o médico pode determinar se o grupo dos levantadores do ânus está sendo contraído posicionando dois dedos na vagi-na enquanto são realizados os exercícios de Kegel.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: Em nossa instituição, tentamos auxiliar a paciente a man-ter contração do soalho pélvico por 10 segundos. Iniciamos com o tempo de contração que a paciente consegue manter (p. ex., 3 segundos) e solicitamos que sustente a contração por esse período para então relaxar por período igual ou dobrado (p. ex., 6 segundo). Esse exercício de contração e relaxamento deve ser repetido 10 a 15 vezes. Sugerimos 3 sessões ao longo do dia com um total de 45 contrações. Ao longo de várias semanas com consultas frequentes de seguimento, a duração das con-trações vai sendo progressivamente aumentada. As pacientes, assim, aumentam o tônus da musculatura do soalho pélvico e passam a ser capazes de comprimir seus músculos antecipando--se a aumentos na pressão intra-abdominal e à IUE.
Alternativamente, caso se opte por contração isométri-ca, solicita-se à paciente que contraia e relaxe rapidamente os músculos levantadores do ânus. Essas contrações rápidas po-dem ser vantajosas caso ocorram ondas de urgência miccional. Vale mencionar que há uma concepção equivocada acerca do valor do exercício de interrupção do fluxo urinário durante a micção. As mulheres devem ser informadas de que essa prática frequentemente agrava a disfunção miccional.
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passage: Alguns autores sugeriram que a dor lombar baixa em pa-ciente com prolapso possa ser causada por alteração na mecânica corporal. No entanto, se a dor for o sintoma primário, devem ser investigadas outras causas (Cap. 11, p. 309). Na ausência de etiologia identificável, a instalação temporária de pessário fre-quentemente é benéfica para determinar se a redução do prolap-so levará à melhora dos sintomas dolorosos. O encaminhamen-to a um fisioterapeuta também pode esclarecer se há conexão entre prolapso, alteração na mecânica corporal e dor.
Hoffman_24.indd 643 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comMulheres assintomáticasMuitas mulheres com prolapso leve a moderado não apresen-tam sintomas incômodos. Como a história natural do prolap-so é desconhecida, é difícil predizer se haverá agravamento do quadro ou se surgirão sintomas. Nessa situação, os benefícios do tratamento devem ser avaliados em relação ao risco. Con-sequentemente, na ausência de outros fatores, o tratamento invasivo não deve ser a opção preferencial para pacientes as-sintomáticas. A reabilitação dos músculos do soalho pélvico pode ser indicada às pacientes com o objetivo de impedir a progressão do prolapso. No entanto, não há dados que apoiem a efetividade dessa prática (Adams, 2004: Hagen, 2004).
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passage: . Cada treino deve ser de 30 minutos a 1 hora, com séries de 8 a 10 repetições por exercício. Outro cuidado importante é optar por exercícios de baixo impacto, sem forçar a região pélvica, o abdômen e as costas, que devem ser orientados por um profissional de educação física. Gestante pode fazer musculação Quem não pode fazer musculação na gravidez Mulheres que não praticavam exercícios devem repousar durante o primeiro trimestre e começar a atividade apenas no segundo trimestre, quando diminui o risco de aborto espontâneo. Além de ser contraindicada para mulheres que não praticavam musculação antes de engravidar, esse tipo de atividade é especialmente contraindicada para as gestantes que tem: Doença cardíaca; Risco aumentado de trombose; Embolia pulmonar recente; Doença infecciosa aguda; Risco de parto prematuro; Sangramento uterino; Isoimunização grave; Obesidade mórbida; Anemia; Diabetes; Hipertensão; Suspeita de estresse fetal; Paciente sem acompanhamento pré-natal. O ideal é sempre ir ao médico antes de iniciar qualquer exercício físico, para avaliar a saúde da gestação e pedir autorização para se exercitar, além de ser acompanhada por um educador físico para fazer tudo com segurança. Veja quando interromper a atividade física na gravidez
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passage: Qualquer limitação na mobilidade também pode ser re-levante. A paciente deve ser solicitada a curvar-se para frente flexionando a cintura. A limitação na flexão para frente pode indicar doença ortopédica primária ou encurtamento adapta-tivo dos músculos extensores posteriores. Esse encurtamento é observado com frequência nas mulheres com dor crônica e PTDP (Fig. 11-5). Nesses casos, as pacientes são incapazes de criar uma curva convexa normal com esse movimento.
Fraqueza muscular também pode indicar doença ortopé-dica. O teste de T rendelenburg, no qual a paciente é solicitada a equilibrar-se sobre um dos pés, pode indicar disfunção dos músculos abdutores do quadril ou da articulação do quadril. No teste positivo, quando a mulher eleva uma perna flexio-nando o quadril, a crista ilíaca ipsilateral sofre inclinação para baixo.
A marcha também pode ser avaliada solicitando-se à pa-ciente que caminhe pela sala. A marcha antálgica , conhecida como claudicação, refere-se à postura ou marcha que reduz o apoio do peso sobre um membro inferior ou sobre uma de suas articulações e implica maior probabilidade de dor musculoes-quelética.
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passage: . Além disso, atividades como andar de bicicleta, praticar ginástica e fazer exercícios físicos intensos também podem fazer com que a pele do hímen se enfraqueça, provocando o seu rompimento em algum momento. Caso deseje usar absorvente interno, o melhor é consultar o ginecologista e receber dele a indicação do absorvente interno mais adequado para você ou mesmo a contraindicação, dependendo das características do seu hímen.
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passage: Se forem usados exercícios de contração isotônica, solicita--se à paciente que pressione e mantenha contraídos os múscu-los levantadores do ânus. As mulheres, no entanto, muitas ve-zes têm dificuldade de isolar esses músculos. Frequentemente, as pacientesirão contrair erroneamente os músculos da parede abdominal, e não os levantadores do ânus. Para auxiliar a lo-calizar o grupo muscular correto, pode-se instruir a paciente a identificar os músculos em contração quando uma calça aper-tada é puxada sobre o quadril. Além disso, em ambiente ambu-latorial, o médico pode determinar se o grupo dos levantadores do ânus está sendo contraído posicionando dois dedos na vagi-na enquanto são realizados os exercícios de Kegel.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: Em nossa instituição, tentamos auxiliar a paciente a man-ter contração do soalho pélvico por 10 segundos. Iniciamos com o tempo de contração que a paciente consegue manter (p. ex., 3 segundos) e solicitamos que sustente a contração por esse período para então relaxar por período igual ou dobrado (p. ex., 6 segundo). Esse exercício de contração e relaxamento deve ser repetido 10 a 15 vezes. Sugerimos 3 sessões ao longo do dia com um total de 45 contrações. Ao longo de várias semanas com consultas frequentes de seguimento, a duração das con-trações vai sendo progressivamente aumentada. As pacientes, assim, aumentam o tônus da musculatura do soalho pélvico e passam a ser capazes de comprimir seus músculos antecipando--se a aumentos na pressão intra-abdominal e à IUE.
Alternativamente, caso se opte por contração isométri-ca, solicita-se à paciente que contraia e relaxe rapidamente os músculos levantadores do ânus. Essas contrações rápidas po-dem ser vantajosas caso ocorram ondas de urgência miccional. Vale mencionar que há uma concepção equivocada acerca do valor do exercício de interrupção do fluxo urinário durante a micção. As mulheres devem ser informadas de que essa prática frequentemente agrava a disfunção miccional.
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passage: Alguns autores sugeriram que a dor lombar baixa em pa-ciente com prolapso possa ser causada por alteração na mecânica corporal. No entanto, se a dor for o sintoma primário, devem ser investigadas outras causas (Cap. 11, p. 309). Na ausência de etiologia identificável, a instalação temporária de pessário fre-quentemente é benéfica para determinar se a redução do prolap-so levará à melhora dos sintomas dolorosos. O encaminhamen-to a um fisioterapeuta também pode esclarecer se há conexão entre prolapso, alteração na mecânica corporal e dor.
Hoffman_24.indd 643 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comMulheres assintomáticasMuitas mulheres com prolapso leve a moderado não apresen-tam sintomas incômodos. Como a história natural do prolap-so é desconhecida, é difícil predizer se haverá agravamento do quadro ou se surgirão sintomas. Nessa situação, os benefícios do tratamento devem ser avaliados em relação ao risco. Con-sequentemente, na ausência de outros fatores, o tratamento invasivo não deve ser a opção preferencial para pacientes as-sintomáticas. A reabilitação dos músculos do soalho pélvico pode ser indicada às pacientes com o objetivo de impedir a progressão do prolapso. No entanto, não há dados que apoiem a efetividade dessa prática (Adams, 2004: Hagen, 2004).
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passage: . Cada treino deve ser de 30 minutos a 1 hora, com séries de 8 a 10 repetições por exercício. Outro cuidado importante é optar por exercícios de baixo impacto, sem forçar a região pélvica, o abdômen e as costas, que devem ser orientados por um profissional de educação física. Gestante pode fazer musculação Quem não pode fazer musculação na gravidez Mulheres que não praticavam exercícios devem repousar durante o primeiro trimestre e começar a atividade apenas no segundo trimestre, quando diminui o risco de aborto espontâneo. Além de ser contraindicada para mulheres que não praticavam musculação antes de engravidar, esse tipo de atividade é especialmente contraindicada para as gestantes que tem: Doença cardíaca; Risco aumentado de trombose; Embolia pulmonar recente; Doença infecciosa aguda; Risco de parto prematuro; Sangramento uterino; Isoimunização grave; Obesidade mórbida; Anemia; Diabetes; Hipertensão; Suspeita de estresse fetal; Paciente sem acompanhamento pré-natal. O ideal é sempre ir ao médico antes de iniciar qualquer exercício físico, para avaliar a saúde da gestação e pedir autorização para se exercitar, além de ser acompanhada por um educador físico para fazer tudo com segurança. Veja quando interromper a atividade física na gravidez
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Qualquer limitação na mobilidade também pode ser re-levante. A paciente deve ser solicitada a curvar-se para frente flexionando a cintura. A limitação na flexão para frente pode indicar doença ortopédica primária ou encurtamento adapta-tivo dos músculos extensores posteriores. Esse encurtamento é observado com frequência nas mulheres com dor crônica e PTDP (Fig. 11-5). Nesses casos, as pacientes são incapazes de criar uma curva convexa normal com esse movimento.
Fraqueza muscular também pode indicar doença ortopé-dica. O teste de T rendelenburg, no qual a paciente é solicitada a equilibrar-se sobre um dos pés, pode indicar disfunção dos músculos abdutores do quadril ou da articulação do quadril. No teste positivo, quando a mulher eleva uma perna flexio-nando o quadril, a crista ilíaca ipsilateral sofre inclinação para baixo.
A marcha também pode ser avaliada solicitando-se à pa-ciente que caminhe pela sala. A marcha antálgica , conhecida como claudicação, refere-se à postura ou marcha que reduz o apoio do peso sobre um membro inferior ou sobre uma de suas articulações e implica maior probabilidade de dor musculoes-quelética.
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passage: . Reduzir o peso e tratar doenças respiratórias pode fazer com que deixe de sentir a bola na vagina, em alguns casos. Mas é importante procurar um ginecologista para aliviar os sintomas e resolver o problema. Alguns tratamentos são possíveis — o ginecologista determina o que fazer dependendo da gravidade do caso. Os exercícios são como uma fisioterapia que ajuda principalmente a reduzir os sintomas relacionados ao aparelho urinário. Pode ser indicado o uso local de estrógenos. Os pessários são um tipo de diafragma colocado na vagina, apoiado no colo do útero, para manter o útero no lugar certo. A cirurgia é indicada nos casos mais graves.
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Olá! Entendo sua preocupação com a suspeita de útero baixo, também conhecido como prolapso uterino, e sua vontade de continuar ativa, praticando musculação. É ótimo que você esteja buscando informações para tomar a decisão mais segura para sua saúde.
Primeiramente, é fundamental confirmar o diagnóstico de prolapso uterino com um exame ginecológico. Só assim poderemos avaliar o grau do prolapso e entender melhor a sua situação.
Em relação à musculação, é importante ter cautela. A musculação, dependendo dos exercícios e da intensidade, pode aumentar a pressão intra-abdominal, que é justamente o que precisamos evitar em casos de prolapso, pois essa pressão pode forçar ainda mais o útero para baixo e agravar o problema.
Se você já praticava musculação antes da suspeita de prolapso, é preciso adaptar seus treinos. Exercícios com muito peso, que exigem força excessiva do abdômen, como agachamentos pesados, levantamento terra e alguns exercícios abdominais tradicionais, devem ser evitados ou modificados. O ideal é focar em exercícios de baixo impacto, que não sobrecarreguem a região pélvica e o abdômen.
Se você não praticava musculação antes, o momento não é o ideal para começar. Como a base teórica nos diz, mulheres que nunca praticaram musculação e decidem começar esses exercícios durante a gravidez podem ter alguns riscos.
Além de adaptar os exercícios, é fundamental fortalecer o assoalho pélvico. Os exercícios de Kegel são muito importantes para fortalecer a musculatura que sustenta o útero e outros órgãos pélvicos. É importante garantir que você está fazendo os exercícios corretamente, contraindo os músculos certos e mantendo a contração pelo tempo adequado. Podemos te orientar sobre a técnica correta ou encaminhá-la para um fisioterapeuta especializado em saúde pélvica.
Em alguns casos, o uso temporário de um pessário pode ser recomendado para ajudar a sustentar o útero e aliviar os sintomas.
Portanto, minha recomendação é que você agende uma consulta para confirmar o diagnóstico, avaliar o grau do prolapso e discutir as opções de tratamento e exercícios mais adequadas para o seu caso. Se você já estiver fazendo musculação, traga sua rotina de treino para que possamos analisar juntas e fazer as adaptações necessárias. Um profissional de educação física também pode te ajudar a montar um treino seguro e eficaz.
Lembre-se que cada caso é único, e a melhor conduta será aquela individualizada para você. Não hesite em me perguntar se tiver mais dúvidas!
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Existe a possibilidade de uma mulher engravidar antes ou após um aborto, mesmo que ela tenha menstruado pouco? Ela ainda pode engravidar? Quais são as chances?
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Olá, sempre siga as orientações pós-operatórias do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. Verifique a biópsia da sua curetagem. Sua avaliação clínica, através da história médica, queixas e exame físico, é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. Após alguns dias do aborto, você pode ovular e engravidar novamente. Não corra o risco de uma gravidez indesejada; discuta a sua contracepção. Converse com o seu médico sobre a liberação para uma nova gravidez, a liberação para relações sexuais, a liberação para atividades físicas e a liberação para atividades do dia a dia. Se necessário, faça um teste de gravidez. Converse com o seu médico.
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passage: Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo
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passage: Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo
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passage: . É mais fácil engravidar depois da curetagem? As probabilidades de gravidez depois de uma curetagem são as mesmas que as de qualquer outra mulher com a mesma idade. Isso porque a ovulação pode acontecer logo após passar por uma curetagem, e por isso não é incomum que a mulher engravide logo depois desse procedimento, ainda antes da vinda da menstruação. Porém, como os tecidos uterinos ainda não estão completamente cicatrizados, deve-se evitar engravidar logo após a curetagem, pois existe um maior risco de infecção e de um novo aborto. Dessa forma, não é recomendado ter relação sexual desprotegida logo depois da curetagem, devendo-se esperar pela cicatrização do útero antes de tentar engravidar. Como diminuir o risco de aborto Para diminuir o risco de abortar espontaneamente, o útero da mulher deve estar completamente saudável, sendo importante consultar o ginecologista para que seja orientada quanto ao melhor momento para voltar a tentar a engravidar. No entanto, mesmo que o tecido esteja completamente cicatrizado, é importante que a mulher tenha alguns cuidados para ter uma gravidez saudável e com menos riscos, como por exemplo: Fazer exames para avaliar a saúde uterina antes de começar a tentar engravidar; Ter relações sexuais, pelo menos, 3 vezes por semana, mas principalmente durante o período fértil
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passage: Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo
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passage: . É mais fácil engravidar depois da curetagem? As probabilidades de gravidez depois de uma curetagem são as mesmas que as de qualquer outra mulher com a mesma idade. Isso porque a ovulação pode acontecer logo após passar por uma curetagem, e por isso não é incomum que a mulher engravide logo depois desse procedimento, ainda antes da vinda da menstruação. Porém, como os tecidos uterinos ainda não estão completamente cicatrizados, deve-se evitar engravidar logo após a curetagem, pois existe um maior risco de infecção e de um novo aborto. Dessa forma, não é recomendado ter relação sexual desprotegida logo depois da curetagem, devendo-se esperar pela cicatrização do útero antes de tentar engravidar. Como diminuir o risco de aborto Para diminuir o risco de abortar espontaneamente, o útero da mulher deve estar completamente saudável, sendo importante consultar o ginecologista para que seja orientada quanto ao melhor momento para voltar a tentar a engravidar. No entanto, mesmo que o tecido esteja completamente cicatrizado, é importante que a mulher tenha alguns cuidados para ter uma gravidez saudável e com menos riscos, como por exemplo: Fazer exames para avaliar a saúde uterina antes de começar a tentar engravidar; Ter relações sexuais, pelo menos, 3 vezes por semana, mas principalmente durante o período fértil
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passage: Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestações, nem sempre é preciso recorrer à curetagem, já que essa eliminação pode acontecer naturalmente em alguns casos. Além disso, existem outros casos, como os de aborto retido no primeiro trimestre, em que pode ser usado um medicamento para estimular a eliminação do conteúdo uterino, substituindo a curetagem. O ideal é sempre consultar um ginecologista ou o obstetra após o aborto para saber se existe necessidade de curetagem ou de outro procedimento. O médico também pode orientar quanto tempo é necessário esperar para engravidar novamente.
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passage: Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo
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passage: . É mais fácil engravidar depois da curetagem? As probabilidades de gravidez depois de uma curetagem são as mesmas que as de qualquer outra mulher com a mesma idade. Isso porque a ovulação pode acontecer logo após passar por uma curetagem, e por isso não é incomum que a mulher engravide logo depois desse procedimento, ainda antes da vinda da menstruação. Porém, como os tecidos uterinos ainda não estão completamente cicatrizados, deve-se evitar engravidar logo após a curetagem, pois existe um maior risco de infecção e de um novo aborto. Dessa forma, não é recomendado ter relação sexual desprotegida logo depois da curetagem, devendo-se esperar pela cicatrização do útero antes de tentar engravidar. Como diminuir o risco de aborto Para diminuir o risco de abortar espontaneamente, o útero da mulher deve estar completamente saudável, sendo importante consultar o ginecologista para que seja orientada quanto ao melhor momento para voltar a tentar a engravidar. No entanto, mesmo que o tecido esteja completamente cicatrizado, é importante que a mulher tenha alguns cuidados para ter uma gravidez saudável e com menos riscos, como por exemplo: Fazer exames para avaliar a saúde uterina antes de começar a tentar engravidar; Ter relações sexuais, pelo menos, 3 vezes por semana, mas principalmente durante o período fértil
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passage: Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestações, nem sempre é preciso recorrer à curetagem, já que essa eliminação pode acontecer naturalmente em alguns casos. Além disso, existem outros casos, como os de aborto retido no primeiro trimestre, em que pode ser usado um medicamento para estimular a eliminação do conteúdo uterino, substituindo a curetagem. O ideal é sempre consultar um ginecologista ou o obstetra após o aborto para saber se existe necessidade de curetagem ou de outro procedimento. O médico também pode orientar quanto tempo é necessário esperar para engravidar novamente.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo
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passage: . É mais fácil engravidar depois da curetagem? As probabilidades de gravidez depois de uma curetagem são as mesmas que as de qualquer outra mulher com a mesma idade. Isso porque a ovulação pode acontecer logo após passar por uma curetagem, e por isso não é incomum que a mulher engravide logo depois desse procedimento, ainda antes da vinda da menstruação. Porém, como os tecidos uterinos ainda não estão completamente cicatrizados, deve-se evitar engravidar logo após a curetagem, pois existe um maior risco de infecção e de um novo aborto. Dessa forma, não é recomendado ter relação sexual desprotegida logo depois da curetagem, devendo-se esperar pela cicatrização do útero antes de tentar engravidar. Como diminuir o risco de aborto Para diminuir o risco de abortar espontaneamente, o útero da mulher deve estar completamente saudável, sendo importante consultar o ginecologista para que seja orientada quanto ao melhor momento para voltar a tentar a engravidar. No entanto, mesmo que o tecido esteja completamente cicatrizado, é importante que a mulher tenha alguns cuidados para ter uma gravidez saudável e com menos riscos, como por exemplo: Fazer exames para avaliar a saúde uterina antes de começar a tentar engravidar; Ter relações sexuais, pelo menos, 3 vezes por semana, mas principalmente durante o período fértil
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passage: Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestações, nem sempre é preciso recorrer à curetagem, já que essa eliminação pode acontecer naturalmente em alguns casos. Além disso, existem outros casos, como os de aborto retido no primeiro trimestre, em que pode ser usado um medicamento para estimular a eliminação do conteúdo uterino, substituindo a curetagem. O ideal é sempre consultar um ginecologista ou o obstetra após o aborto para saber se existe necessidade de curetagem ou de outro procedimento. O médico também pode orientar quanto tempo é necessário esperar para engravidar novamente.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Assim, idealmente, mulheres que têm um ciclo curto ou irregular devem utilizar sempre um método contraceptivo, caso não estejam tentando engravidar, mesmo durante a menstruação. Quais as chances de engravidar antes ou depois da menstruação? As chances de engravidar são maiores quanto mais tarde ocorrer a relação desprotegida e, por isso, é mais fácil engravidar após a menstruação. Isso porque a relação ocorre mais perto da ovulação e, assim, os espermatozóides conseguem sobreviver tempo suficiente para fecundar o óvulo. Já se o contato íntimo acontecer imediatamente antes do período menstrual as chances também são muito pequenas, porque é esperado que a ovulação tenha acontecido há alguns dias e o óvulo normalmente não sobrevive por tanto tempo dentro do útero sem ser fecundado por um espermatozóide. Como evitar a gravidez A forma mais segura de evitar uma gravidez indesejada é utilizando um método contraceptivo, sendo que os mais eficazes são: Preservativo masculino ou feminino; Pílula anticoncepcional; DIU; Implante; Anticoncepcional injetável. O casal deve selecionar o método que melhor se adapta às suas necessidades e manter seu uso enquanto não desejem engravidar, mesmo durante a menstruação. Veja uma lista mais completa dos métodos contraceptivos disponíveis e quais as vantagens e desvantagens de cada um.
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passage: Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo
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passage: . É mais fácil engravidar depois da curetagem? As probabilidades de gravidez depois de uma curetagem são as mesmas que as de qualquer outra mulher com a mesma idade. Isso porque a ovulação pode acontecer logo após passar por uma curetagem, e por isso não é incomum que a mulher engravide logo depois desse procedimento, ainda antes da vinda da menstruação. Porém, como os tecidos uterinos ainda não estão completamente cicatrizados, deve-se evitar engravidar logo após a curetagem, pois existe um maior risco de infecção e de um novo aborto. Dessa forma, não é recomendado ter relação sexual desprotegida logo depois da curetagem, devendo-se esperar pela cicatrização do útero antes de tentar engravidar. Como diminuir o risco de aborto Para diminuir o risco de abortar espontaneamente, o útero da mulher deve estar completamente saudável, sendo importante consultar o ginecologista para que seja orientada quanto ao melhor momento para voltar a tentar a engravidar. No entanto, mesmo que o tecido esteja completamente cicatrizado, é importante que a mulher tenha alguns cuidados para ter uma gravidez saudável e com menos riscos, como por exemplo: Fazer exames para avaliar a saúde uterina antes de começar a tentar engravidar; Ter relações sexuais, pelo menos, 3 vezes por semana, mas principalmente durante o período fértil
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passage: Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestações, nem sempre é preciso recorrer à curetagem, já que essa eliminação pode acontecer naturalmente em alguns casos. Além disso, existem outros casos, como os de aborto retido no primeiro trimestre, em que pode ser usado um medicamento para estimular a eliminação do conteúdo uterino, substituindo a curetagem. O ideal é sempre consultar um ginecologista ou o obstetra após o aborto para saber se existe necessidade de curetagem ou de outro procedimento. O médico também pode orientar quanto tempo é necessário esperar para engravidar novamente.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Assim, idealmente, mulheres que têm um ciclo curto ou irregular devem utilizar sempre um método contraceptivo, caso não estejam tentando engravidar, mesmo durante a menstruação. Quais as chances de engravidar antes ou depois da menstruação? As chances de engravidar são maiores quanto mais tarde ocorrer a relação desprotegida e, por isso, é mais fácil engravidar após a menstruação. Isso porque a relação ocorre mais perto da ovulação e, assim, os espermatozóides conseguem sobreviver tempo suficiente para fecundar o óvulo. Já se o contato íntimo acontecer imediatamente antes do período menstrual as chances também são muito pequenas, porque é esperado que a ovulação tenha acontecido há alguns dias e o óvulo normalmente não sobrevive por tanto tempo dentro do útero sem ser fecundado por um espermatozóide. Como evitar a gravidez A forma mais segura de evitar uma gravidez indesejada é utilizando um método contraceptivo, sendo que os mais eficazes são: Preservativo masculino ou feminino; Pílula anticoncepcional; DIU; Implante; Anticoncepcional injetável. O casal deve selecionar o método que melhor se adapta às suas necessidades e manter seu uso enquanto não desejem engravidar, mesmo durante a menstruação. Veja uma lista mais completa dos métodos contraceptivos disponíveis e quais as vantagens e desvantagens de cada um.
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passage: Quando posso engravidar novamente? O tempo em que a mulher pode voltar a engravidar é diferente, pois depende de alguns fatores, que podem determinar o risco de complicações, como a ruptura uterina, placenta prévia, anemia, partos prematuros ou bebê de baixo peso, que podem colocar em risco a vida da mãe e do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Quando posso engravidar depois da curetagem? A mulher pode engravidar de 6 meses a 1 ano após uma curetagem feita por causa de um aborto. O que quer dizer que as tentativas para engravidar devem começar após este período e antes disso deve-se utilizar algum método contraceptivo. Este tempo de espera é necessário, pois antes deste tempo o útero ainda não estará completamente cicatrizado e as chances de um aborto seriam maiores. Quando posso engravidar depois de um aborto espontâneo? Após um aborto espontâneo no qual foi necessário realizar uma curetagem o tempo que a mulher deve esperar para engravidar novamente varia entre 6 meses a 1 ano. Quando posso engravidar depois da cesárea? Após uma cesária, é recomendado iniciar as tentativas para engravidar de 9 meses a 1 ano após o nascimento do bebê anterior, para que exista um período de pelo menos 2 anos entre partos
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passage: Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo
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passage: . É mais fácil engravidar depois da curetagem? As probabilidades de gravidez depois de uma curetagem são as mesmas que as de qualquer outra mulher com a mesma idade. Isso porque a ovulação pode acontecer logo após passar por uma curetagem, e por isso não é incomum que a mulher engravide logo depois desse procedimento, ainda antes da vinda da menstruação. Porém, como os tecidos uterinos ainda não estão completamente cicatrizados, deve-se evitar engravidar logo após a curetagem, pois existe um maior risco de infecção e de um novo aborto. Dessa forma, não é recomendado ter relação sexual desprotegida logo depois da curetagem, devendo-se esperar pela cicatrização do útero antes de tentar engravidar. Como diminuir o risco de aborto Para diminuir o risco de abortar espontaneamente, o útero da mulher deve estar completamente saudável, sendo importante consultar o ginecologista para que seja orientada quanto ao melhor momento para voltar a tentar a engravidar. No entanto, mesmo que o tecido esteja completamente cicatrizado, é importante que a mulher tenha alguns cuidados para ter uma gravidez saudável e com menos riscos, como por exemplo: Fazer exames para avaliar a saúde uterina antes de começar a tentar engravidar; Ter relações sexuais, pelo menos, 3 vezes por semana, mas principalmente durante o período fértil
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passage: Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestações, nem sempre é preciso recorrer à curetagem, já que essa eliminação pode acontecer naturalmente em alguns casos. Além disso, existem outros casos, como os de aborto retido no primeiro trimestre, em que pode ser usado um medicamento para estimular a eliminação do conteúdo uterino, substituindo a curetagem. O ideal é sempre consultar um ginecologista ou o obstetra após o aborto para saber se existe necessidade de curetagem ou de outro procedimento. O médico também pode orientar quanto tempo é necessário esperar para engravidar novamente.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Assim, idealmente, mulheres que têm um ciclo curto ou irregular devem utilizar sempre um método contraceptivo, caso não estejam tentando engravidar, mesmo durante a menstruação. Quais as chances de engravidar antes ou depois da menstruação? As chances de engravidar são maiores quanto mais tarde ocorrer a relação desprotegida e, por isso, é mais fácil engravidar após a menstruação. Isso porque a relação ocorre mais perto da ovulação e, assim, os espermatozóides conseguem sobreviver tempo suficiente para fecundar o óvulo. Já se o contato íntimo acontecer imediatamente antes do período menstrual as chances também são muito pequenas, porque é esperado que a ovulação tenha acontecido há alguns dias e o óvulo normalmente não sobrevive por tanto tempo dentro do útero sem ser fecundado por um espermatozóide. Como evitar a gravidez A forma mais segura de evitar uma gravidez indesejada é utilizando um método contraceptivo, sendo que os mais eficazes são: Preservativo masculino ou feminino; Pílula anticoncepcional; DIU; Implante; Anticoncepcional injetável. O casal deve selecionar o método que melhor se adapta às suas necessidades e manter seu uso enquanto não desejem engravidar, mesmo durante a menstruação. Veja uma lista mais completa dos métodos contraceptivos disponíveis e quais as vantagens e desvantagens de cada um.
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passage: Quando posso engravidar novamente? O tempo em que a mulher pode voltar a engravidar é diferente, pois depende de alguns fatores, que podem determinar o risco de complicações, como a ruptura uterina, placenta prévia, anemia, partos prematuros ou bebê de baixo peso, que podem colocar em risco a vida da mãe e do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Quando posso engravidar depois da curetagem? A mulher pode engravidar de 6 meses a 1 ano após uma curetagem feita por causa de um aborto. O que quer dizer que as tentativas para engravidar devem começar após este período e antes disso deve-se utilizar algum método contraceptivo. Este tempo de espera é necessário, pois antes deste tempo o útero ainda não estará completamente cicatrizado e as chances de um aborto seriam maiores. Quando posso engravidar depois de um aborto espontâneo? Após um aborto espontâneo no qual foi necessário realizar uma curetagem o tempo que a mulher deve esperar para engravidar novamente varia entre 6 meses a 1 ano. Quando posso engravidar depois da cesárea? Após uma cesária, é recomendado iniciar as tentativas para engravidar de 9 meses a 1 ano após o nascimento do bebê anterior, para que exista um período de pelo menos 2 anos entre partos
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passage: É possível engravidar menstruada? Embora seja raro, é possível engravidar menstruada se tem uma relação desprotegida, especialmente quando se tem um ciclo menstrual irregular ou quando o ciclo tem menos de 28 dias. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Num ciclo regular de 28 ou 30 dias essas chances são muito baixas, porque, após o final do período menstrual, ainda faltam em torno de 5 a 7 dias até que a ovulação aconteça e os espermatozóides sobrevivem, no máximo, 5 dias dentro do corpo da mulher, não tendo tempo suficiente para chegar até óvulo. Ainda assim, caso tenha ocorrido uma relação sexual desprotegida, a melhor forma de confirmar se se está grávida, ou não, é fazendo o teste de farmácia, que deve ser feito a partir do primeiro dia do atraso menstrual. Saiba mais sobre este tipo de teste e como é feito. Por que é possível engravidar num ciclo curto ou irregular? Ao contrário do que acontece num ciclo regular de 28 ou 30 dias, a ovulação de um ciclo mais curto ou irregular pode acontecer em até 5 dias após o final da menstruação e, por isso, existem maiores chances de algum espermatozóide, que tenha sobrevivido, consiga chegar no óvulo, gerando uma gravidez
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passage: Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo
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passage: . É mais fácil engravidar depois da curetagem? As probabilidades de gravidez depois de uma curetagem são as mesmas que as de qualquer outra mulher com a mesma idade. Isso porque a ovulação pode acontecer logo após passar por uma curetagem, e por isso não é incomum que a mulher engravide logo depois desse procedimento, ainda antes da vinda da menstruação. Porém, como os tecidos uterinos ainda não estão completamente cicatrizados, deve-se evitar engravidar logo após a curetagem, pois existe um maior risco de infecção e de um novo aborto. Dessa forma, não é recomendado ter relação sexual desprotegida logo depois da curetagem, devendo-se esperar pela cicatrização do útero antes de tentar engravidar. Como diminuir o risco de aborto Para diminuir o risco de abortar espontaneamente, o útero da mulher deve estar completamente saudável, sendo importante consultar o ginecologista para que seja orientada quanto ao melhor momento para voltar a tentar a engravidar. No entanto, mesmo que o tecido esteja completamente cicatrizado, é importante que a mulher tenha alguns cuidados para ter uma gravidez saudável e com menos riscos, como por exemplo: Fazer exames para avaliar a saúde uterina antes de começar a tentar engravidar; Ter relações sexuais, pelo menos, 3 vezes por semana, mas principalmente durante o período fértil
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passage: Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestações, nem sempre é preciso recorrer à curetagem, já que essa eliminação pode acontecer naturalmente em alguns casos. Além disso, existem outros casos, como os de aborto retido no primeiro trimestre, em que pode ser usado um medicamento para estimular a eliminação do conteúdo uterino, substituindo a curetagem. O ideal é sempre consultar um ginecologista ou o obstetra após o aborto para saber se existe necessidade de curetagem ou de outro procedimento. O médico também pode orientar quanto tempo é necessário esperar para engravidar novamente.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Assim, idealmente, mulheres que têm um ciclo curto ou irregular devem utilizar sempre um método contraceptivo, caso não estejam tentando engravidar, mesmo durante a menstruação. Quais as chances de engravidar antes ou depois da menstruação? As chances de engravidar são maiores quanto mais tarde ocorrer a relação desprotegida e, por isso, é mais fácil engravidar após a menstruação. Isso porque a relação ocorre mais perto da ovulação e, assim, os espermatozóides conseguem sobreviver tempo suficiente para fecundar o óvulo. Já se o contato íntimo acontecer imediatamente antes do período menstrual as chances também são muito pequenas, porque é esperado que a ovulação tenha acontecido há alguns dias e o óvulo normalmente não sobrevive por tanto tempo dentro do útero sem ser fecundado por um espermatozóide. Como evitar a gravidez A forma mais segura de evitar uma gravidez indesejada é utilizando um método contraceptivo, sendo que os mais eficazes são: Preservativo masculino ou feminino; Pílula anticoncepcional; DIU; Implante; Anticoncepcional injetável. O casal deve selecionar o método que melhor se adapta às suas necessidades e manter seu uso enquanto não desejem engravidar, mesmo durante a menstruação. Veja uma lista mais completa dos métodos contraceptivos disponíveis e quais as vantagens e desvantagens de cada um.
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passage: Quando posso engravidar novamente? O tempo em que a mulher pode voltar a engravidar é diferente, pois depende de alguns fatores, que podem determinar o risco de complicações, como a ruptura uterina, placenta prévia, anemia, partos prematuros ou bebê de baixo peso, que podem colocar em risco a vida da mãe e do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Quando posso engravidar depois da curetagem? A mulher pode engravidar de 6 meses a 1 ano após uma curetagem feita por causa de um aborto. O que quer dizer que as tentativas para engravidar devem começar após este período e antes disso deve-se utilizar algum método contraceptivo. Este tempo de espera é necessário, pois antes deste tempo o útero ainda não estará completamente cicatrizado e as chances de um aborto seriam maiores. Quando posso engravidar depois de um aborto espontâneo? Após um aborto espontâneo no qual foi necessário realizar uma curetagem o tempo que a mulher deve esperar para engravidar novamente varia entre 6 meses a 1 ano. Quando posso engravidar depois da cesárea? Após uma cesária, é recomendado iniciar as tentativas para engravidar de 9 meses a 1 ano após o nascimento do bebê anterior, para que exista um período de pelo menos 2 anos entre partos
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passage: É possível engravidar menstruada? Embora seja raro, é possível engravidar menstruada se tem uma relação desprotegida, especialmente quando se tem um ciclo menstrual irregular ou quando o ciclo tem menos de 28 dias. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Num ciclo regular de 28 ou 30 dias essas chances são muito baixas, porque, após o final do período menstrual, ainda faltam em torno de 5 a 7 dias até que a ovulação aconteça e os espermatozóides sobrevivem, no máximo, 5 dias dentro do corpo da mulher, não tendo tempo suficiente para chegar até óvulo. Ainda assim, caso tenha ocorrido uma relação sexual desprotegida, a melhor forma de confirmar se se está grávida, ou não, é fazendo o teste de farmácia, que deve ser feito a partir do primeiro dia do atraso menstrual. Saiba mais sobre este tipo de teste e como é feito. Por que é possível engravidar num ciclo curto ou irregular? Ao contrário do que acontece num ciclo regular de 28 ou 30 dias, a ovulação de um ciclo mais curto ou irregular pode acontecer em até 5 dias após o final da menstruação e, por isso, existem maiores chances de algum espermatozóide, que tenha sobrevivido, consiga chegar no óvulo, gerando uma gravidez
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passage: . Em alguns casos, o médico pode indicar medicamentos que provocam a expulsão dos restos embrionários ou poderá realizar uma cirurgia para retirada do feto imediatamente. O aborto pode também ser classificado como sendo precoce, quando a perda do feto acontece antes da 12ª semana de gestação ou tardio, quando a perda do feto se dá entre a 12ª e a 20ª semana de gestação. Em alguns casos, ele pode ser induzido por um médico devido, geralmente, a motivos terapêuticos. Possíveis consequências Após um aborto, algumas mulheres podem desenvolver a síndrome pós aborto, que é caracterizada por alterações psicológicas que podem interferir diretamente na sua qualidade de vida, como sentimento de culpa, angústia, ansiedade, depressão, comportamentos auto-punitivos, transtornos alimentares e alcoolismo
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passage: Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo
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passage: . É mais fácil engravidar depois da curetagem? As probabilidades de gravidez depois de uma curetagem são as mesmas que as de qualquer outra mulher com a mesma idade. Isso porque a ovulação pode acontecer logo após passar por uma curetagem, e por isso não é incomum que a mulher engravide logo depois desse procedimento, ainda antes da vinda da menstruação. Porém, como os tecidos uterinos ainda não estão completamente cicatrizados, deve-se evitar engravidar logo após a curetagem, pois existe um maior risco de infecção e de um novo aborto. Dessa forma, não é recomendado ter relação sexual desprotegida logo depois da curetagem, devendo-se esperar pela cicatrização do útero antes de tentar engravidar. Como diminuir o risco de aborto Para diminuir o risco de abortar espontaneamente, o útero da mulher deve estar completamente saudável, sendo importante consultar o ginecologista para que seja orientada quanto ao melhor momento para voltar a tentar a engravidar. No entanto, mesmo que o tecido esteja completamente cicatrizado, é importante que a mulher tenha alguns cuidados para ter uma gravidez saudável e com menos riscos, como por exemplo: Fazer exames para avaliar a saúde uterina antes de começar a tentar engravidar; Ter relações sexuais, pelo menos, 3 vezes por semana, mas principalmente durante o período fértil
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passage: Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestações, nem sempre é preciso recorrer à curetagem, já que essa eliminação pode acontecer naturalmente em alguns casos. Além disso, existem outros casos, como os de aborto retido no primeiro trimestre, em que pode ser usado um medicamento para estimular a eliminação do conteúdo uterino, substituindo a curetagem. O ideal é sempre consultar um ginecologista ou o obstetra após o aborto para saber se existe necessidade de curetagem ou de outro procedimento. O médico também pode orientar quanto tempo é necessário esperar para engravidar novamente.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Assim, idealmente, mulheres que têm um ciclo curto ou irregular devem utilizar sempre um método contraceptivo, caso não estejam tentando engravidar, mesmo durante a menstruação. Quais as chances de engravidar antes ou depois da menstruação? As chances de engravidar são maiores quanto mais tarde ocorrer a relação desprotegida e, por isso, é mais fácil engravidar após a menstruação. Isso porque a relação ocorre mais perto da ovulação e, assim, os espermatozóides conseguem sobreviver tempo suficiente para fecundar o óvulo. Já se o contato íntimo acontecer imediatamente antes do período menstrual as chances também são muito pequenas, porque é esperado que a ovulação tenha acontecido há alguns dias e o óvulo normalmente não sobrevive por tanto tempo dentro do útero sem ser fecundado por um espermatozóide. Como evitar a gravidez A forma mais segura de evitar uma gravidez indesejada é utilizando um método contraceptivo, sendo que os mais eficazes são: Preservativo masculino ou feminino; Pílula anticoncepcional; DIU; Implante; Anticoncepcional injetável. O casal deve selecionar o método que melhor se adapta às suas necessidades e manter seu uso enquanto não desejem engravidar, mesmo durante a menstruação. Veja uma lista mais completa dos métodos contraceptivos disponíveis e quais as vantagens e desvantagens de cada um.
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passage: Quando posso engravidar novamente? O tempo em que a mulher pode voltar a engravidar é diferente, pois depende de alguns fatores, que podem determinar o risco de complicações, como a ruptura uterina, placenta prévia, anemia, partos prematuros ou bebê de baixo peso, que podem colocar em risco a vida da mãe e do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Quando posso engravidar depois da curetagem? A mulher pode engravidar de 6 meses a 1 ano após uma curetagem feita por causa de um aborto. O que quer dizer que as tentativas para engravidar devem começar após este período e antes disso deve-se utilizar algum método contraceptivo. Este tempo de espera é necessário, pois antes deste tempo o útero ainda não estará completamente cicatrizado e as chances de um aborto seriam maiores. Quando posso engravidar depois de um aborto espontâneo? Após um aborto espontâneo no qual foi necessário realizar uma curetagem o tempo que a mulher deve esperar para engravidar novamente varia entre 6 meses a 1 ano. Quando posso engravidar depois da cesárea? Após uma cesária, é recomendado iniciar as tentativas para engravidar de 9 meses a 1 ano após o nascimento do bebê anterior, para que exista um período de pelo menos 2 anos entre partos
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passage: É possível engravidar menstruada? Embora seja raro, é possível engravidar menstruada se tem uma relação desprotegida, especialmente quando se tem um ciclo menstrual irregular ou quando o ciclo tem menos de 28 dias. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Num ciclo regular de 28 ou 30 dias essas chances são muito baixas, porque, após o final do período menstrual, ainda faltam em torno de 5 a 7 dias até que a ovulação aconteça e os espermatozóides sobrevivem, no máximo, 5 dias dentro do corpo da mulher, não tendo tempo suficiente para chegar até óvulo. Ainda assim, caso tenha ocorrido uma relação sexual desprotegida, a melhor forma de confirmar se se está grávida, ou não, é fazendo o teste de farmácia, que deve ser feito a partir do primeiro dia do atraso menstrual. Saiba mais sobre este tipo de teste e como é feito. Por que é possível engravidar num ciclo curto ou irregular? Ao contrário do que acontece num ciclo regular de 28 ou 30 dias, a ovulação de um ciclo mais curto ou irregular pode acontecer em até 5 dias após o final da menstruação e, por isso, existem maiores chances de algum espermatozóide, que tenha sobrevivido, consiga chegar no óvulo, gerando uma gravidez
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passage: . Em alguns casos, o médico pode indicar medicamentos que provocam a expulsão dos restos embrionários ou poderá realizar uma cirurgia para retirada do feto imediatamente. O aborto pode também ser classificado como sendo precoce, quando a perda do feto acontece antes da 12ª semana de gestação ou tardio, quando a perda do feto se dá entre a 12ª e a 20ª semana de gestação. Em alguns casos, ele pode ser induzido por um médico devido, geralmente, a motivos terapêuticos. Possíveis consequências Após um aborto, algumas mulheres podem desenvolver a síndrome pós aborto, que é caracterizada por alterações psicológicas que podem interferir diretamente na sua qualidade de vida, como sentimento de culpa, angústia, ansiedade, depressão, comportamentos auto-punitivos, transtornos alimentares e alcoolismo
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passage: Tive relação menstruada e ela parou. Posso estar grávida? “Minha menstruação veio esses dias, mas depois que tive relação notei que ela parou. Posso estar grávida?” Se teve relação sexual menstruada e ela parou, é um sinal de que o seu período menstrual chegou ao fim e não é nenhum sintoma de que você está grávida. Além disso, ter relações íntimas durante a menstruação normalmente não a interrompe. Em um ciclo menstrual de 28 dias, o óvulo é liberado cerca de 14 dias antes do 1º dia da menstruação e sobrevive por em torno de 24 horas. Assim, quando a relação acontece durante a menstruação, é pouco provável que exista um óvulo para ser fecundado, o que diminui as chances de um gravidez. Caso suspeite de uma gravidez, especialmente se você notar que a próxima menstruação está atrasada, o ideal é consultar um ginecologista ou clínico geral, que podem indicar exames para confirmar se realmente está grávida ou não. Quando é possível engravidar se tiver relação menstruada? A chance de engravidar ao ter relação durante a menstruação é maior principalmente quando o ciclo menstrual é menor do que 26 dias ou maior que 32 dias, porque nestes casos é mais difícil prever quando a ovulação acontece
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passage: Existe risco em perder o bebê e engravidar no mês seguinte? “Infelizmente tive um aborto há pouco tempo, mas por sorte consegui engravidar logo no mês seguinte. Tudo tem corrido bem, mas fiquei com dúvida. Existe algum problema em engravidar logo depois de perder um bebê?” Engravidar depois de uma perda espontânea não é considerado um risco. A maioria das mulheres consegue ter uma gravidez normal e um bebê saudável nessa situação. Se tem dúvidas em relação a perda espontânea de gravidez, o ideal é consultar um ginecologista para esclarecer todas as questões e receber o acompanhamento adequado para preparar uma próxima gestação. Caso o aborto tenha ficado retido e tenha sido necessário algum procedimento médico, existe um risco aumentado de problemas na gravidez atual. As complicações que podem acontecer são: Sangramento no primeiro trimestre; Parto prematuro; Morte fetal. Outra questão a ser considerada para se saber se existe risco de uma nova perda na gravidez atual é quantas perdas já ocorreram. Quando os abortos são repetidos, o risco de uma nova perda é maior. Nesses casos, é preciso ter um acompanhamento mais cuidadoso no pré-natal. No caso de ainda não ter se recuperado emocionalmente da perda anterior ou sentir muito medo de perder novamente o bebê, procure cuidados emocionais com um psicólogo, por exemplo
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passage: . É mais fácil engravidar depois da curetagem? As probabilidades de gravidez depois de uma curetagem são as mesmas que as de qualquer outra mulher com a mesma idade. Isso porque a ovulação pode acontecer logo após passar por uma curetagem, e por isso não é incomum que a mulher engravide logo depois desse procedimento, ainda antes da vinda da menstruação. Porém, como os tecidos uterinos ainda não estão completamente cicatrizados, deve-se evitar engravidar logo após a curetagem, pois existe um maior risco de infecção e de um novo aborto. Dessa forma, não é recomendado ter relação sexual desprotegida logo depois da curetagem, devendo-se esperar pela cicatrização do útero antes de tentar engravidar. Como diminuir o risco de aborto Para diminuir o risco de abortar espontaneamente, o útero da mulher deve estar completamente saudável, sendo importante consultar o ginecologista para que seja orientada quanto ao melhor momento para voltar a tentar a engravidar. No entanto, mesmo que o tecido esteja completamente cicatrizado, é importante que a mulher tenha alguns cuidados para ter uma gravidez saudável e com menos riscos, como por exemplo: Fazer exames para avaliar a saúde uterina antes de começar a tentar engravidar; Ter relações sexuais, pelo menos, 3 vezes por semana, mas principalmente durante o período fértil
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passage: Não fiz a curetagem, posso engravidar? “Tive um aborto retido e não fiz curetagem. Queria saber se posso engravidar outra vez.” Não é necessário fazer curetagem após um aborto para poder engravidar novamente. Apesar da eliminação completa do conteúdo do útero ser necessária para não haver complicações em futuras gestações, nem sempre é preciso recorrer à curetagem, já que essa eliminação pode acontecer naturalmente em alguns casos. Além disso, existem outros casos, como os de aborto retido no primeiro trimestre, em que pode ser usado um medicamento para estimular a eliminação do conteúdo uterino, substituindo a curetagem. O ideal é sempre consultar um ginecologista ou o obstetra após o aborto para saber se existe necessidade de curetagem ou de outro procedimento. O médico também pode orientar quanto tempo é necessário esperar para engravidar novamente.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Assim, idealmente, mulheres que têm um ciclo curto ou irregular devem utilizar sempre um método contraceptivo, caso não estejam tentando engravidar, mesmo durante a menstruação. Quais as chances de engravidar antes ou depois da menstruação? As chances de engravidar são maiores quanto mais tarde ocorrer a relação desprotegida e, por isso, é mais fácil engravidar após a menstruação. Isso porque a relação ocorre mais perto da ovulação e, assim, os espermatozóides conseguem sobreviver tempo suficiente para fecundar o óvulo. Já se o contato íntimo acontecer imediatamente antes do período menstrual as chances também são muito pequenas, porque é esperado que a ovulação tenha acontecido há alguns dias e o óvulo normalmente não sobrevive por tanto tempo dentro do útero sem ser fecundado por um espermatozóide. Como evitar a gravidez A forma mais segura de evitar uma gravidez indesejada é utilizando um método contraceptivo, sendo que os mais eficazes são: Preservativo masculino ou feminino; Pílula anticoncepcional; DIU; Implante; Anticoncepcional injetável. O casal deve selecionar o método que melhor se adapta às suas necessidades e manter seu uso enquanto não desejem engravidar, mesmo durante a menstruação. Veja uma lista mais completa dos métodos contraceptivos disponíveis e quais as vantagens e desvantagens de cada um.
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passage: Quando posso engravidar novamente? O tempo em que a mulher pode voltar a engravidar é diferente, pois depende de alguns fatores, que podem determinar o risco de complicações, como a ruptura uterina, placenta prévia, anemia, partos prematuros ou bebê de baixo peso, que podem colocar em risco a vida da mãe e do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Quando posso engravidar depois da curetagem? A mulher pode engravidar de 6 meses a 1 ano após uma curetagem feita por causa de um aborto. O que quer dizer que as tentativas para engravidar devem começar após este período e antes disso deve-se utilizar algum método contraceptivo. Este tempo de espera é necessário, pois antes deste tempo o útero ainda não estará completamente cicatrizado e as chances de um aborto seriam maiores. Quando posso engravidar depois de um aborto espontâneo? Após um aborto espontâneo no qual foi necessário realizar uma curetagem o tempo que a mulher deve esperar para engravidar novamente varia entre 6 meses a 1 ano. Quando posso engravidar depois da cesárea? Após uma cesária, é recomendado iniciar as tentativas para engravidar de 9 meses a 1 ano após o nascimento do bebê anterior, para que exista um período de pelo menos 2 anos entre partos
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passage: É possível engravidar menstruada? Embora seja raro, é possível engravidar menstruada se tem uma relação desprotegida, especialmente quando se tem um ciclo menstrual irregular ou quando o ciclo tem menos de 28 dias. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Num ciclo regular de 28 ou 30 dias essas chances são muito baixas, porque, após o final do período menstrual, ainda faltam em torno de 5 a 7 dias até que a ovulação aconteça e os espermatozóides sobrevivem, no máximo, 5 dias dentro do corpo da mulher, não tendo tempo suficiente para chegar até óvulo. Ainda assim, caso tenha ocorrido uma relação sexual desprotegida, a melhor forma de confirmar se se está grávida, ou não, é fazendo o teste de farmácia, que deve ser feito a partir do primeiro dia do atraso menstrual. Saiba mais sobre este tipo de teste e como é feito. Por que é possível engravidar num ciclo curto ou irregular? Ao contrário do que acontece num ciclo regular de 28 ou 30 dias, a ovulação de um ciclo mais curto ou irregular pode acontecer em até 5 dias após o final da menstruação e, por isso, existem maiores chances de algum espermatozóide, que tenha sobrevivido, consiga chegar no óvulo, gerando uma gravidez
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passage: . Em alguns casos, o médico pode indicar medicamentos que provocam a expulsão dos restos embrionários ou poderá realizar uma cirurgia para retirada do feto imediatamente. O aborto pode também ser classificado como sendo precoce, quando a perda do feto acontece antes da 12ª semana de gestação ou tardio, quando a perda do feto se dá entre a 12ª e a 20ª semana de gestação. Em alguns casos, ele pode ser induzido por um médico devido, geralmente, a motivos terapêuticos. Possíveis consequências Após um aborto, algumas mulheres podem desenvolver a síndrome pós aborto, que é caracterizada por alterações psicológicas que podem interferir diretamente na sua qualidade de vida, como sentimento de culpa, angústia, ansiedade, depressão, comportamentos auto-punitivos, transtornos alimentares e alcoolismo
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passage: Tive relação menstruada e ela parou. Posso estar grávida? “Minha menstruação veio esses dias, mas depois que tive relação notei que ela parou. Posso estar grávida?” Se teve relação sexual menstruada e ela parou, é um sinal de que o seu período menstrual chegou ao fim e não é nenhum sintoma de que você está grávida. Além disso, ter relações íntimas durante a menstruação normalmente não a interrompe. Em um ciclo menstrual de 28 dias, o óvulo é liberado cerca de 14 dias antes do 1º dia da menstruação e sobrevive por em torno de 24 horas. Assim, quando a relação acontece durante a menstruação, é pouco provável que exista um óvulo para ser fecundado, o que diminui as chances de um gravidez. Caso suspeite de uma gravidez, especialmente se você notar que a próxima menstruação está atrasada, o ideal é consultar um ginecologista ou clínico geral, que podem indicar exames para confirmar se realmente está grávida ou não. Quando é possível engravidar se tiver relação menstruada? A chance de engravidar ao ter relação durante a menstruação é maior principalmente quando o ciclo menstrual é menor do que 26 dias ou maior que 32 dias, porque nestes casos é mais difícil prever quando a ovulação acontece
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passage: Tive relação desprotegida, posso engravidar? “Tive uma relação sexual sem proteção. Foi uma única vez, mas agora estou preocupada se fiquei grávida. Posso engravidar?” Toda relação sexual sem o uso de um método contraceptivo pode resultar em gravidez. As chances dependem principalmente da fase do ciclo menstrual em que se teve a relação, sendo maior caso a mulher esteja em seu período fértil. A ovulação normalmente acontece 14 dias antes do 1º dia da próxima menstruação e o período fértil varia de 5 dias antes da ovulação até 2 dias após, porque o espermatozoide pode sobreviver por até 72 horas no corpo da mulher e, o óvulo, por até 48 horas. Caso suspeite de uma gravidez, especialmente se você notar que a próxima menstruação está atrasada, o ideal é consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se realmente está grávida ou não. Relação sexual sem proteção durante a menstruação pode engravidar? Relação sexual sem proteção durante a menstruação também pode engravidar. No entanto, é mais raro porque, normalmente, esse é o período do mês que está mais distante do dia da ovulação. Os períodos menstruais e o dia em que a ovulação acontece podem não ser exatos, devido a alterações no peso, ansiedade, prática de exercícios físicos ou problemas de saúde, por exemplo
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Olá! Entendo sua preocupação e vou esclarecer suas dúvidas da melhor forma possível. É importante lembrar que cada caso é único e o ideal é sempre conversar com seu ginecologista para uma avaliação individualizada.
Respondendo à sua pergunta, sim, é possível engravidar antes ou após um aborto, mesmo que tenha menstruado pouco. Vamos entender melhor:
* **Engravidar após um aborto:** Após um aborto espontâneo ou induzido, a mulher pode voltar a ovular relativamente rápido. Isso significa que, mesmo antes da menstruação retornar ao ciclo normal, a gravidez pode ocorrer novamente. No entanto, se você passou por um aborto com curetagem, o ideal é seguir a recomendação médica de esperar um período de 6 meses a 1 ano para que o útero se recupere adequadamente. Engravidar logo após a curetagem, antes desse tempo, pode aumentar o risco de complicações na nova gestação. Se o aborto ocorreu sem curetagem e a eliminação do conteúdo uterino foi completa, o tempo de espera pode ser menor, mas ainda assim, converse com seu médico para que ele avalie seu caso.
* **Menstruação após aborto:** A menstruação após um aborto pode ser diferente do habitual, tanto em duração quanto em intensidade. Sangramentos leves podem ocorrer, e nem sempre significam que o ciclo menstrual regular foi restabelecido. É importante consultar o médico para confirmar se o sangramento é realmente menstruação e se o organismo está pronto para uma nova gravidez.
* **Chances de engravidar:** As chances de engravidar após um aborto dependem de diversos fatores, como a causa do aborto, a saúde geral da mulher, a idade e a frequência das relações sexuais. Em geral, se o aborto não foi causado por problemas de saúde subjacentes e o útero se recuperou adequadamente, as chances de uma gravidez bem-sucedida são boas.
É fundamental que, antes de tentar engravidar novamente, você passe por uma avaliação médica completa. O médico poderá solicitar exames para verificar a saúde do seu útero, descartar possíveis infecções e orientar sobre o momento ideal para tentar engravidar. Além disso, ele poderá te dar orientações sobre hábitos de vida saudáveis, como alimentação equilibrada e suplementação de vitaminas, que podem aumentar as chances de uma gestação saudável.
Lembre-se que o apoio emocional também é muito importante nesse momento. Se você ainda sente tristeza ou ansiedade em relação à perda anterior, buscar ajuda de um psicólogo pode ser muito útil para lidar com essas emoções e se preparar para uma nova gravidez com mais tranquilidade.
Espero ter ajudado a esclarecer suas dúvidas. Se tiver mais perguntas, não hesite em perguntar!
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Fiz a histerectomia parcial em fevereiro e, em seguida, fiz uma laparoscopia para a retirada de um cisto do ovário direito. Preservei o ovário, mas retirei a trompa esquerda, já que a trompa direita havia sido retirada anteriormente. Fiz um ultrassom ontem para controle e foi diagnosticado um novo cisto. Está normal, mas está queimando e doendo.
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Olá! A cirurgia de histerectomia favorece a formação de cistos, geralmente assintomáticos e benignos, que não necessitam de qualquer tratamento medicamentoso ou cirúrgico. Esses cistos podem ter origem nas trompas e ovários devido a aderências ou inclusão peritoneal. Durante a cirurgia de histerectomia, há a indicação de retirada das trompas para reduzir a incidência de neoplasia maligna do ovário, mas não há indicação de retirada dos ovários. A avaliação clínica, através da história médica e exame físico, é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos do cisto e da dor pélvica. As características do cisto ao ultrassom são importantes: tamanho, septos, cápsula, vascularização ao Doppler, presença de papilas etc. Será que a sua dor pélvica é causada pelo cisto? Todos os órgãos da pelve precisam ser avaliados: bexiga, ureter, reto, intestino, colo uterino e ovários, além de cistos, aderências e cicatrizes. Não necessariamente o tratamento da sua dor será cirúrgico. Converse com o seu médico.
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passage: ■ ConsentimentoAntes da cirurgia, as pacientes devem ser infor-madas sobre as complicações específicas associa-das à laparoscopia propriamente dita (Seção 42-1, p. 1.097). No que se refere especificamente à cistectomia ovariana, o risco de ooforectomia determinado por sangramento ou por lesão ex-trema do ovário deve ser discutido. Em muitos casos, os cistos são investigados e retirados em razão de haver preocupação quanto a possível malignidade. Consequentemente, as pacientes devem estar familiarizadas com as etapas neces-sárias ao estadiamento de câncer ovariano, para o caso de ser encontrada patologia maligna.
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962).
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passage: ■ ConsentimentoAntes da cirurgia, as pacientes devem ser infor-madas sobre as complicações específicas associa-das à laparoscopia propriamente dita (Seção 42-1, p. 1.097). No que se refere especificamente à cistectomia ovariana, o risco de ooforectomia determinado por sangramento ou por lesão ex-trema do ovário deve ser discutido. Em muitos casos, os cistos são investigados e retirados em razão de haver preocupação quanto a possível malignidade. Consequentemente, as pacientes devem estar familiarizadas com as etapas neces-sárias ao estadiamento de câncer ovariano, para o caso de ser encontrada patologia maligna.
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962).
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passage: ■ TratamentoCirurgiaRecomenda-se incisão abdominal vertical se houver suspeita de doença ovariana maligna. T odavia, cada vez mais, pesquisado-res com habilidade endoscópica avançada têm observado que a laparoscopia é uma alternativa segura e efetiva para aquelas mulheres com massas ovarianas pequenas e doença aparente-mente em estádio I (Chi, 2005). Quando presente, o líqui-do ascítico é evacuado e enviado para avaliação citológica. Do contrário, lavados da pelve e das goteiras parietocólicas são co-letados para análise antes da manipulação do conteúdo intra-peritoneal. Os lavados podem ser descartados posteriormente se a avaliação intraoperatória ou os resultados da biópsia de congelação forem inequivocamente benignos. Independente-mente da abordagem cirúrgica, toda a cavidade peritoneal deve ser sistematicamente examinada. Os ovários devem ser avalia-dos quanto a tamanho, extensão do tumor, ruptura capsular, tumorações externas e aderência às estruturas adjacentes.
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passage: ■ ConsentimentoAntes da cirurgia, as pacientes devem ser infor-madas sobre as complicações específicas associa-das à laparoscopia propriamente dita (Seção 42-1, p. 1.097). No que se refere especificamente à cistectomia ovariana, o risco de ooforectomia determinado por sangramento ou por lesão ex-trema do ovário deve ser discutido. Em muitos casos, os cistos são investigados e retirados em razão de haver preocupação quanto a possível malignidade. Consequentemente, as pacientes devem estar familiarizadas com as etapas neces-sárias ao estadiamento de câncer ovariano, para o caso de ser encontrada patologia maligna.
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962).
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passage: ■ TratamentoCirurgiaRecomenda-se incisão abdominal vertical se houver suspeita de doença ovariana maligna. T odavia, cada vez mais, pesquisado-res com habilidade endoscópica avançada têm observado que a laparoscopia é uma alternativa segura e efetiva para aquelas mulheres com massas ovarianas pequenas e doença aparente-mente em estádio I (Chi, 2005). Quando presente, o líqui-do ascítico é evacuado e enviado para avaliação citológica. Do contrário, lavados da pelve e das goteiras parietocólicas são co-letados para análise antes da manipulação do conteúdo intra-peritoneal. Os lavados podem ser descartados posteriormente se a avaliação intraoperatória ou os resultados da biópsia de congelação forem inequivocamente benignos. Independente-mente da abordagem cirúrgica, toda a cavidade peritoneal deve ser sistematicamente examinada. Os ovários devem ser avalia-dos quanto a tamanho, extensão do tumor, ruptura capsular, tumorações externas e aderência às estruturas adjacentes.
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passage: Após a entrada no abdome, deve-se proce-der ao diagnóstico laparoscópico com inspeção completa da pelve e do abdome superior bus-cando por sinais de malignidade, como ascite e implantes peritoneais (Seção 42-2, p. 1.121). Lavados celulares obtidos nessas regiões po-dem ser mantidos até que se proceda à análise com técnica de congelamento da amostra para excluir malignidade. De forma semelhante, eventuais implantes peritoneais identificados devem ser submetidos a biópsia e enviados para exame intraoperatório. Se os resultados do exa-me patológico indicarem câncer, a cistectomia é suspensa com indicação para consulta intrao-peratória a oncologista ginecologista.
Incisão ovariana. Antes da cistectomia ovariana, as aderências devem ser seccionadas para restaurar as relações anatômicas normais. Posiciona-se uma pinça romba sob o ligamen-to útero-ovárico e a superfície posterior do ovário para sua elevação. Uma pinça atrau-PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOFIGURA 42-6.1 Incisão no ovário.
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passage: ■ ConsentimentoAntes da cirurgia, as pacientes devem ser infor-madas sobre as complicações específicas associa-das à laparoscopia propriamente dita (Seção 42-1, p. 1.097). No que se refere especificamente à cistectomia ovariana, o risco de ooforectomia determinado por sangramento ou por lesão ex-trema do ovário deve ser discutido. Em muitos casos, os cistos são investigados e retirados em razão de haver preocupação quanto a possível malignidade. Consequentemente, as pacientes devem estar familiarizadas com as etapas neces-sárias ao estadiamento de câncer ovariano, para o caso de ser encontrada patologia maligna.
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962).
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passage: ■ TratamentoCirurgiaRecomenda-se incisão abdominal vertical se houver suspeita de doença ovariana maligna. T odavia, cada vez mais, pesquisado-res com habilidade endoscópica avançada têm observado que a laparoscopia é uma alternativa segura e efetiva para aquelas mulheres com massas ovarianas pequenas e doença aparente-mente em estádio I (Chi, 2005). Quando presente, o líqui-do ascítico é evacuado e enviado para avaliação citológica. Do contrário, lavados da pelve e das goteiras parietocólicas são co-letados para análise antes da manipulação do conteúdo intra-peritoneal. Os lavados podem ser descartados posteriormente se a avaliação intraoperatória ou os resultados da biópsia de congelação forem inequivocamente benignos. Independente-mente da abordagem cirúrgica, toda a cavidade peritoneal deve ser sistematicamente examinada. Os ovários devem ser avalia-dos quanto a tamanho, extensão do tumor, ruptura capsular, tumorações externas e aderência às estruturas adjacentes.
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passage: Após a entrada no abdome, deve-se proce-der ao diagnóstico laparoscópico com inspeção completa da pelve e do abdome superior bus-cando por sinais de malignidade, como ascite e implantes peritoneais (Seção 42-2, p. 1.121). Lavados celulares obtidos nessas regiões po-dem ser mantidos até que se proceda à análise com técnica de congelamento da amostra para excluir malignidade. De forma semelhante, eventuais implantes peritoneais identificados devem ser submetidos a biópsia e enviados para exame intraoperatório. Se os resultados do exa-me patológico indicarem câncer, a cistectomia é suspensa com indicação para consulta intrao-peratória a oncologista ginecologista.
Incisão ovariana. Antes da cistectomia ovariana, as aderências devem ser seccionadas para restaurar as relações anatômicas normais. Posiciona-se uma pinça romba sob o ligamen-to útero-ovárico e a superfície posterior do ovário para sua elevação. Uma pinça atrau-PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOFIGURA 42-6.1 Incisão no ovário.
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passage: Nos casos em que for observada a presença de endometrio-mas, as opções cirúrgicas são: drenagem cística, drenagem segui-da de ablação da parede cística ou excisão do cisto. Desde que o cirurgião seja experiente, todos os três procedimentos podem ser executados por via laparoscópica em quase todas as circuns-tâncias. A drenagem simples resulta em recorrência rápida do cisto. Em um estudo histológico demonstrou-se que, em média, 60% das paredes císticas (variando entre 10 a 98%) apresentava revestimento endometrial até 0,6 mm deprofundidade (Muzii, 2007). Portanto, o procedimento de drenagem e ablação talvez não destrua todo o endométrio até essa profundidade. Assim, essa abordagem também está associada a risco significativo de recorrência dos cistos, assim como de lesão térmica de ovário. Por essas razões, a excisão laparoscópica de paredes císticas com técnica de cistectomia deve ser considerada o tratamento ideal para a maioria dos endometriomas (ver Seção 42-6, p. 1.133). Hart e colaboradores (2008) compararam cirurgia ablativa com TABELA 20-7 Número de porcentagem de gestações após polipectomia histeroscópica (n 5 204)Polipectomian 5 101 (%)Controlesn 5 103 (%)valor de pGravidez subsequente64 (63,4) 29 (28,2) ,0,001RR 2,1 (IC 95% 1,5-2,9)Segundo Pérez-Medina, 2005, com permissão.
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passage: ■ ConsentimentoAntes da cirurgia, as pacientes devem ser infor-madas sobre as complicações específicas associa-das à laparoscopia propriamente dita (Seção 42-1, p. 1.097). No que se refere especificamente à cistectomia ovariana, o risco de ooforectomia determinado por sangramento ou por lesão ex-trema do ovário deve ser discutido. Em muitos casos, os cistos são investigados e retirados em razão de haver preocupação quanto a possível malignidade. Consequentemente, as pacientes devem estar familiarizadas com as etapas neces-sárias ao estadiamento de câncer ovariano, para o caso de ser encontrada patologia maligna.
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962).
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passage: ■ TratamentoCirurgiaRecomenda-se incisão abdominal vertical se houver suspeita de doença ovariana maligna. T odavia, cada vez mais, pesquisado-res com habilidade endoscópica avançada têm observado que a laparoscopia é uma alternativa segura e efetiva para aquelas mulheres com massas ovarianas pequenas e doença aparente-mente em estádio I (Chi, 2005). Quando presente, o líqui-do ascítico é evacuado e enviado para avaliação citológica. Do contrário, lavados da pelve e das goteiras parietocólicas são co-letados para análise antes da manipulação do conteúdo intra-peritoneal. Os lavados podem ser descartados posteriormente se a avaliação intraoperatória ou os resultados da biópsia de congelação forem inequivocamente benignos. Independente-mente da abordagem cirúrgica, toda a cavidade peritoneal deve ser sistematicamente examinada. Os ovários devem ser avalia-dos quanto a tamanho, extensão do tumor, ruptura capsular, tumorações externas e aderência às estruturas adjacentes.
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passage: Após a entrada no abdome, deve-se proce-der ao diagnóstico laparoscópico com inspeção completa da pelve e do abdome superior bus-cando por sinais de malignidade, como ascite e implantes peritoneais (Seção 42-2, p. 1.121). Lavados celulares obtidos nessas regiões po-dem ser mantidos até que se proceda à análise com técnica de congelamento da amostra para excluir malignidade. De forma semelhante, eventuais implantes peritoneais identificados devem ser submetidos a biópsia e enviados para exame intraoperatório. Se os resultados do exa-me patológico indicarem câncer, a cistectomia é suspensa com indicação para consulta intrao-peratória a oncologista ginecologista.
Incisão ovariana. Antes da cistectomia ovariana, as aderências devem ser seccionadas para restaurar as relações anatômicas normais. Posiciona-se uma pinça romba sob o ligamen-to útero-ovárico e a superfície posterior do ovário para sua elevação. Uma pinça atrau-PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOFIGURA 42-6.1 Incisão no ovário.
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passage: Nos casos em que for observada a presença de endometrio-mas, as opções cirúrgicas são: drenagem cística, drenagem segui-da de ablação da parede cística ou excisão do cisto. Desde que o cirurgião seja experiente, todos os três procedimentos podem ser executados por via laparoscópica em quase todas as circuns-tâncias. A drenagem simples resulta em recorrência rápida do cisto. Em um estudo histológico demonstrou-se que, em média, 60% das paredes císticas (variando entre 10 a 98%) apresentava revestimento endometrial até 0,6 mm deprofundidade (Muzii, 2007). Portanto, o procedimento de drenagem e ablação talvez não destrua todo o endométrio até essa profundidade. Assim, essa abordagem também está associada a risco significativo de recorrência dos cistos, assim como de lesão térmica de ovário. Por essas razões, a excisão laparoscópica de paredes císticas com técnica de cistectomia deve ser considerada o tratamento ideal para a maioria dos endometriomas (ver Seção 42-6, p. 1.133). Hart e colaboradores (2008) compararam cirurgia ablativa com TABELA 20-7 Número de porcentagem de gestações após polipectomia histeroscópica (n 5 204)Polipectomian 5 101 (%)Controlesn 5 103 (%)valor de pGravidez subsequente64 (63,4) 29 (28,2) ,0,001RR 2,1 (IC 95% 1,5-2,9)Segundo Pérez-Medina, 2005, com permissão.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOFIGURA 42-14.1 Fotografia histeroscópica de óstio tubário normal. (Fotografia cedida pelo Dr. Kevin Doody.)Hoffman_42.indd 1162 03/10/13 17:57apostilasmedicina@hotmail.comPÓS-OPERATÓRIOA recuperação da paciente costuma ser rápida e sem complicações, semelhante à observada no procedimento de dilatação e curetagem. A dieta e as atividades físicas podem ser retoma-das de acordo com o desejo da paciente. Não é raro que haja sangramento leve ou de escape, que deve cessar em alguns dias.
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passage: ■ ConsentimentoAntes da cirurgia, as pacientes devem ser infor-madas sobre as complicações específicas associa-das à laparoscopia propriamente dita (Seção 42-1, p. 1.097). No que se refere especificamente à cistectomia ovariana, o risco de ooforectomia determinado por sangramento ou por lesão ex-trema do ovário deve ser discutido. Em muitos casos, os cistos são investigados e retirados em razão de haver preocupação quanto a possível malignidade. Consequentemente, as pacientes devem estar familiarizadas com as etapas neces-sárias ao estadiamento de câncer ovariano, para o caso de ser encontrada patologia maligna.
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962).
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passage: ■ TratamentoCirurgiaRecomenda-se incisão abdominal vertical se houver suspeita de doença ovariana maligna. T odavia, cada vez mais, pesquisado-res com habilidade endoscópica avançada têm observado que a laparoscopia é uma alternativa segura e efetiva para aquelas mulheres com massas ovarianas pequenas e doença aparente-mente em estádio I (Chi, 2005). Quando presente, o líqui-do ascítico é evacuado e enviado para avaliação citológica. Do contrário, lavados da pelve e das goteiras parietocólicas são co-letados para análise antes da manipulação do conteúdo intra-peritoneal. Os lavados podem ser descartados posteriormente se a avaliação intraoperatória ou os resultados da biópsia de congelação forem inequivocamente benignos. Independente-mente da abordagem cirúrgica, toda a cavidade peritoneal deve ser sistematicamente examinada. Os ovários devem ser avalia-dos quanto a tamanho, extensão do tumor, ruptura capsular, tumorações externas e aderência às estruturas adjacentes.
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passage: Após a entrada no abdome, deve-se proce-der ao diagnóstico laparoscópico com inspeção completa da pelve e do abdome superior bus-cando por sinais de malignidade, como ascite e implantes peritoneais (Seção 42-2, p. 1.121). Lavados celulares obtidos nessas regiões po-dem ser mantidos até que se proceda à análise com técnica de congelamento da amostra para excluir malignidade. De forma semelhante, eventuais implantes peritoneais identificados devem ser submetidos a biópsia e enviados para exame intraoperatório. Se os resultados do exa-me patológico indicarem câncer, a cistectomia é suspensa com indicação para consulta intrao-peratória a oncologista ginecologista.
Incisão ovariana. Antes da cistectomia ovariana, as aderências devem ser seccionadas para restaurar as relações anatômicas normais. Posiciona-se uma pinça romba sob o ligamen-to útero-ovárico e a superfície posterior do ovário para sua elevação. Uma pinça atrau-PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOFIGURA 42-6.1 Incisão no ovário.
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passage: Nos casos em que for observada a presença de endometrio-mas, as opções cirúrgicas são: drenagem cística, drenagem segui-da de ablação da parede cística ou excisão do cisto. Desde que o cirurgião seja experiente, todos os três procedimentos podem ser executados por via laparoscópica em quase todas as circuns-tâncias. A drenagem simples resulta em recorrência rápida do cisto. Em um estudo histológico demonstrou-se que, em média, 60% das paredes císticas (variando entre 10 a 98%) apresentava revestimento endometrial até 0,6 mm deprofundidade (Muzii, 2007). Portanto, o procedimento de drenagem e ablação talvez não destrua todo o endométrio até essa profundidade. Assim, essa abordagem também está associada a risco significativo de recorrência dos cistos, assim como de lesão térmica de ovário. Por essas razões, a excisão laparoscópica de paredes císticas com técnica de cistectomia deve ser considerada o tratamento ideal para a maioria dos endometriomas (ver Seção 42-6, p. 1.133). Hart e colaboradores (2008) compararam cirurgia ablativa com TABELA 20-7 Número de porcentagem de gestações após polipectomia histeroscópica (n 5 204)Polipectomian 5 101 (%)Controlesn 5 103 (%)valor de pGravidez subsequente64 (63,4) 29 (28,2) ,0,001RR 2,1 (IC 95% 1,5-2,9)Segundo Pérez-Medina, 2005, com permissão.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOFIGURA 42-14.1 Fotografia histeroscópica de óstio tubário normal. (Fotografia cedida pelo Dr. Kevin Doody.)Hoffman_42.indd 1162 03/10/13 17:57apostilasmedicina@hotmail.comPÓS-OPERATÓRIOA recuperação da paciente costuma ser rápida e sem complicações, semelhante à observada no procedimento de dilatação e curetagem. A dieta e as atividades físicas podem ser retoma-das de acordo com o desejo da paciente. Não é raro que haja sangramento leve ou de escape, que deve cessar em alguns dias.
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passage: Assim como os cistos dos períodos fetal e neonatal, os cis-tos ovarianos simples e pequenos, sem septação ou ecos inter-nos, podem ser monitorados com exames seriais de ultrasso-nografia. A maioria com menos de 5 cm desaparecerá dentro de 1 a 4 meses (Thind, 1989). Há indicação de intervenção cirúrgica em casos de cistos persistentes ou em crescimento, e a laparoscopia é o método preferido. O tratamento ideal in-clui cistectomia ovariana com preservação de tecido ovariano normal.
A presença de cistos ovarianos em adolescentes, assim como em adultas, é um achado frequente. O manejo desses ca-sos é igual àquele descrito no Capítulo 9 (p. 262) para massas anexiais em adultas.
■ Desenvolvimento e doença da mamaNa puberdade, sob a influência dos hormônios ovarianos, o botão mamário cresce rapidamente. Os brotos epiteliais da glândula mamária ramificam-se mais e se separam em razão de aumento do depósito de gordura.
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passage: ■ ConsentimentoAntes da cirurgia, as pacientes devem ser infor-madas sobre as complicações específicas associa-das à laparoscopia propriamente dita (Seção 42-1, p. 1.097). No que se refere especificamente à cistectomia ovariana, o risco de ooforectomia determinado por sangramento ou por lesão ex-trema do ovário deve ser discutido. Em muitos casos, os cistos são investigados e retirados em razão de haver preocupação quanto a possível malignidade. Consequentemente, as pacientes devem estar familiarizadas com as etapas neces-sárias ao estadiamento de câncer ovariano, para o caso de ser encontrada patologia maligna.
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962).
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passage: ■ TratamentoCirurgiaRecomenda-se incisão abdominal vertical se houver suspeita de doença ovariana maligna. T odavia, cada vez mais, pesquisado-res com habilidade endoscópica avançada têm observado que a laparoscopia é uma alternativa segura e efetiva para aquelas mulheres com massas ovarianas pequenas e doença aparente-mente em estádio I (Chi, 2005). Quando presente, o líqui-do ascítico é evacuado e enviado para avaliação citológica. Do contrário, lavados da pelve e das goteiras parietocólicas são co-letados para análise antes da manipulação do conteúdo intra-peritoneal. Os lavados podem ser descartados posteriormente se a avaliação intraoperatória ou os resultados da biópsia de congelação forem inequivocamente benignos. Independente-mente da abordagem cirúrgica, toda a cavidade peritoneal deve ser sistematicamente examinada. Os ovários devem ser avalia-dos quanto a tamanho, extensão do tumor, ruptura capsular, tumorações externas e aderência às estruturas adjacentes.
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passage: Após a entrada no abdome, deve-se proce-der ao diagnóstico laparoscópico com inspeção completa da pelve e do abdome superior bus-cando por sinais de malignidade, como ascite e implantes peritoneais (Seção 42-2, p. 1.121). Lavados celulares obtidos nessas regiões po-dem ser mantidos até que se proceda à análise com técnica de congelamento da amostra para excluir malignidade. De forma semelhante, eventuais implantes peritoneais identificados devem ser submetidos a biópsia e enviados para exame intraoperatório. Se os resultados do exa-me patológico indicarem câncer, a cistectomia é suspensa com indicação para consulta intrao-peratória a oncologista ginecologista.
Incisão ovariana. Antes da cistectomia ovariana, as aderências devem ser seccionadas para restaurar as relações anatômicas normais. Posiciona-se uma pinça romba sob o ligamen-to útero-ovárico e a superfície posterior do ovário para sua elevação. Uma pinça atrau-PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOFIGURA 42-6.1 Incisão no ovário.
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passage: Nos casos em que for observada a presença de endometrio-mas, as opções cirúrgicas são: drenagem cística, drenagem segui-da de ablação da parede cística ou excisão do cisto. Desde que o cirurgião seja experiente, todos os três procedimentos podem ser executados por via laparoscópica em quase todas as circuns-tâncias. A drenagem simples resulta em recorrência rápida do cisto. Em um estudo histológico demonstrou-se que, em média, 60% das paredes císticas (variando entre 10 a 98%) apresentava revestimento endometrial até 0,6 mm deprofundidade (Muzii, 2007). Portanto, o procedimento de drenagem e ablação talvez não destrua todo o endométrio até essa profundidade. Assim, essa abordagem também está associada a risco significativo de recorrência dos cistos, assim como de lesão térmica de ovário. Por essas razões, a excisão laparoscópica de paredes císticas com técnica de cistectomia deve ser considerada o tratamento ideal para a maioria dos endometriomas (ver Seção 42-6, p. 1.133). Hart e colaboradores (2008) compararam cirurgia ablativa com TABELA 20-7 Número de porcentagem de gestações após polipectomia histeroscópica (n 5 204)Polipectomian 5 101 (%)Controlesn 5 103 (%)valor de pGravidez subsequente64 (63,4) 29 (28,2) ,0,001RR 2,1 (IC 95% 1,5-2,9)Segundo Pérez-Medina, 2005, com permissão.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOFIGURA 42-14.1 Fotografia histeroscópica de óstio tubário normal. (Fotografia cedida pelo Dr. Kevin Doody.)Hoffman_42.indd 1162 03/10/13 17:57apostilasmedicina@hotmail.comPÓS-OPERATÓRIOA recuperação da paciente costuma ser rápida e sem complicações, semelhante à observada no procedimento de dilatação e curetagem. A dieta e as atividades físicas podem ser retoma-das de acordo com o desejo da paciente. Não é raro que haja sangramento leve ou de escape, que deve cessar em alguns dias.
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passage: Assim como os cistos dos períodos fetal e neonatal, os cis-tos ovarianos simples e pequenos, sem septação ou ecos inter-nos, podem ser monitorados com exames seriais de ultrasso-nografia. A maioria com menos de 5 cm desaparecerá dentro de 1 a 4 meses (Thind, 1989). Há indicação de intervenção cirúrgica em casos de cistos persistentes ou em crescimento, e a laparoscopia é o método preferido. O tratamento ideal in-clui cistectomia ovariana com preservação de tecido ovariano normal.
A presença de cistos ovarianos em adolescentes, assim como em adultas, é um achado frequente. O manejo desses ca-sos é igual àquele descrito no Capítulo 9 (p. 262) para massas anexiais em adultas.
■ Desenvolvimento e doença da mamaNa puberdade, sob a influência dos hormônios ovarianos, o botão mamário cresce rapidamente. Os brotos epiteliais da glândula mamária ramificam-se mais e se separam em razão de aumento do depósito de gordura.
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passage: ■ ConsentimentoDe forma geral, complicações graves de oo-forectomia são raras e semelhantes àquelas observadas em outras cirurgias intra-abdomi-nais, incluindo lesão de órgão, hemorragia, infecção da ferida operatória e complicações da anestesia. Ademais, o risco de lesão da tuba uterina ou do ureter adjacentes é pequeno, mas deve ser discutido especificamente duran-te o processo de obtenção do consentimento informado.
Os cistos ovarianos são a indicação mais comum de ooforectomia. Como é possível encontrar um processo maligno, as pacientes devem ser informadas sobre as etapas do esta-diamento para câncer de ovário. Além disso, se um cisto maligno se romper e seu con-teúdo se espalhar, as pacientes devem estar alertadas sobre os possíveis efeitos negativos no prognóstico.
Finalmente, muitas pacientes submetidas à ooforectomia para tratamento de patologia ovariana apresentam dor associada. Embora na maioria dos casos a remoção do ovário seja curativa, é possível que a dor persista a despei-to da ooforectomia.
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passage: ■ ConsentimentoAntes da cirurgia, as pacientes devem ser infor-madas sobre as complicações específicas associa-das à laparoscopia propriamente dita (Seção 42-1, p. 1.097). No que se refere especificamente à cistectomia ovariana, o risco de ooforectomia determinado por sangramento ou por lesão ex-trema do ovário deve ser discutido. Em muitos casos, os cistos são investigados e retirados em razão de haver preocupação quanto a possível malignidade. Consequentemente, as pacientes devem estar familiarizadas com as etapas neces-sárias ao estadiamento de câncer ovariano, para o caso de ser encontrada patologia maligna.
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962).
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passage: ■ TratamentoCirurgiaRecomenda-se incisão abdominal vertical se houver suspeita de doença ovariana maligna. T odavia, cada vez mais, pesquisado-res com habilidade endoscópica avançada têm observado que a laparoscopia é uma alternativa segura e efetiva para aquelas mulheres com massas ovarianas pequenas e doença aparente-mente em estádio I (Chi, 2005). Quando presente, o líqui-do ascítico é evacuado e enviado para avaliação citológica. Do contrário, lavados da pelve e das goteiras parietocólicas são co-letados para análise antes da manipulação do conteúdo intra-peritoneal. Os lavados podem ser descartados posteriormente se a avaliação intraoperatória ou os resultados da biópsia de congelação forem inequivocamente benignos. Independente-mente da abordagem cirúrgica, toda a cavidade peritoneal deve ser sistematicamente examinada. Os ovários devem ser avalia-dos quanto a tamanho, extensão do tumor, ruptura capsular, tumorações externas e aderência às estruturas adjacentes.
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passage: Após a entrada no abdome, deve-se proce-der ao diagnóstico laparoscópico com inspeção completa da pelve e do abdome superior bus-cando por sinais de malignidade, como ascite e implantes peritoneais (Seção 42-2, p. 1.121). Lavados celulares obtidos nessas regiões po-dem ser mantidos até que se proceda à análise com técnica de congelamento da amostra para excluir malignidade. De forma semelhante, eventuais implantes peritoneais identificados devem ser submetidos a biópsia e enviados para exame intraoperatório. Se os resultados do exa-me patológico indicarem câncer, a cistectomia é suspensa com indicação para consulta intrao-peratória a oncologista ginecologista.
Incisão ovariana. Antes da cistectomia ovariana, as aderências devem ser seccionadas para restaurar as relações anatômicas normais. Posiciona-se uma pinça romba sob o ligamen-to útero-ovárico e a superfície posterior do ovário para sua elevação. Uma pinça atrau-PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOFIGURA 42-6.1 Incisão no ovário.
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passage: Nos casos em que for observada a presença de endometrio-mas, as opções cirúrgicas são: drenagem cística, drenagem segui-da de ablação da parede cística ou excisão do cisto. Desde que o cirurgião seja experiente, todos os três procedimentos podem ser executados por via laparoscópica em quase todas as circuns-tâncias. A drenagem simples resulta em recorrência rápida do cisto. Em um estudo histológico demonstrou-se que, em média, 60% das paredes císticas (variando entre 10 a 98%) apresentava revestimento endometrial até 0,6 mm deprofundidade (Muzii, 2007). Portanto, o procedimento de drenagem e ablação talvez não destrua todo o endométrio até essa profundidade. Assim, essa abordagem também está associada a risco significativo de recorrência dos cistos, assim como de lesão térmica de ovário. Por essas razões, a excisão laparoscópica de paredes císticas com técnica de cistectomia deve ser considerada o tratamento ideal para a maioria dos endometriomas (ver Seção 42-6, p. 1.133). Hart e colaboradores (2008) compararam cirurgia ablativa com TABELA 20-7 Número de porcentagem de gestações após polipectomia histeroscópica (n 5 204)Polipectomian 5 101 (%)Controlesn 5 103 (%)valor de pGravidez subsequente64 (63,4) 29 (28,2) ,0,001RR 2,1 (IC 95% 1,5-2,9)Segundo Pérez-Medina, 2005, com permissão.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOFIGURA 42-14.1 Fotografia histeroscópica de óstio tubário normal. (Fotografia cedida pelo Dr. Kevin Doody.)Hoffman_42.indd 1162 03/10/13 17:57apostilasmedicina@hotmail.comPÓS-OPERATÓRIOA recuperação da paciente costuma ser rápida e sem complicações, semelhante à observada no procedimento de dilatação e curetagem. A dieta e as atividades físicas podem ser retoma-das de acordo com o desejo da paciente. Não é raro que haja sangramento leve ou de escape, que deve cessar em alguns dias.
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passage: Assim como os cistos dos períodos fetal e neonatal, os cis-tos ovarianos simples e pequenos, sem septação ou ecos inter-nos, podem ser monitorados com exames seriais de ultrasso-nografia. A maioria com menos de 5 cm desaparecerá dentro de 1 a 4 meses (Thind, 1989). Há indicação de intervenção cirúrgica em casos de cistos persistentes ou em crescimento, e a laparoscopia é o método preferido. O tratamento ideal in-clui cistectomia ovariana com preservação de tecido ovariano normal.
A presença de cistos ovarianos em adolescentes, assim como em adultas, é um achado frequente. O manejo desses ca-sos é igual àquele descrito no Capítulo 9 (p. 262) para massas anexiais em adultas.
■ Desenvolvimento e doença da mamaNa puberdade, sob a influência dos hormônios ovarianos, o botão mamário cresce rapidamente. Os brotos epiteliais da glândula mamária ramificam-se mais e se separam em razão de aumento do depósito de gordura.
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passage: ■ ConsentimentoDe forma geral, complicações graves de oo-forectomia são raras e semelhantes àquelas observadas em outras cirurgias intra-abdomi-nais, incluindo lesão de órgão, hemorragia, infecção da ferida operatória e complicações da anestesia. Ademais, o risco de lesão da tuba uterina ou do ureter adjacentes é pequeno, mas deve ser discutido especificamente duran-te o processo de obtenção do consentimento informado.
Os cistos ovarianos são a indicação mais comum de ooforectomia. Como é possível encontrar um processo maligno, as pacientes devem ser informadas sobre as etapas do esta-diamento para câncer de ovário. Além disso, se um cisto maligno se romper e seu con-teúdo se espalhar, as pacientes devem estar alertadas sobre os possíveis efeitos negativos no prognóstico.
Finalmente, muitas pacientes submetidas à ooforectomia para tratamento de patologia ovariana apresentam dor associada. Embora na maioria dos casos a remoção do ovário seja curativa, é possível que a dor persista a despei-to da ooforectomia.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOApós o procedimento, os cuidados devem seguir aqueles descritos para laparotomia em geral (Seção 41-1, p. 1.021).
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-5.3 Fechamento do ovário.
Hoffman_41.indd 1027 03/10/13 17:1941-6OoforectomiaA retirada do ovário na maioria dos casos é feita via laparoscopia. Entretanto, normal-mente indica-se laparotomia se o potencial de malignidade for alto, se o ovário for maior que 8 a 10 cm ou quando se estiver esperando ade-rências significativas. Em muitos desses casos, procede-se à salpingo-ooforectomia conforme apresentada na Seção 41-12 (p. 1.047). En-tretanto, se houver interesse da paciente em gravidez futura, a tuba uterina deve ser preser-vada sempre que possível.
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteNormalmente a ooforectomia é realizada para retirada de patologia ovariana que tenha sido identificada por ultrassonografia transvaginal ou transabdominal. Nos casos em que a ana-tomia não esteja bem definida, a ressonância magnética pode adicionar informações. Con-forme descrito nos Capítulos 35 e 36 (p. 861 e 879), dosagens sanguíneas dos marcadores tumorais podem ser solicitadas antes da cirur-gia, caso haja suspeita de câncer.
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passage: ■ ConsentimentoAntes da cirurgia, as pacientes devem ser infor-madas sobre as complicações específicas associa-das à laparoscopia propriamente dita (Seção 42-1, p. 1.097). No que se refere especificamente à cistectomia ovariana, o risco de ooforectomia determinado por sangramento ou por lesão ex-trema do ovário deve ser discutido. Em muitos casos, os cistos são investigados e retirados em razão de haver preocupação quanto a possível malignidade. Consequentemente, as pacientes devem estar familiarizadas com as etapas neces-sárias ao estadiamento de câncer ovariano, para o caso de ser encontrada patologia maligna.
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962).
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passage: ■ TratamentoCirurgiaRecomenda-se incisão abdominal vertical se houver suspeita de doença ovariana maligna. T odavia, cada vez mais, pesquisado-res com habilidade endoscópica avançada têm observado que a laparoscopia é uma alternativa segura e efetiva para aquelas mulheres com massas ovarianas pequenas e doença aparente-mente em estádio I (Chi, 2005). Quando presente, o líqui-do ascítico é evacuado e enviado para avaliação citológica. Do contrário, lavados da pelve e das goteiras parietocólicas são co-letados para análise antes da manipulação do conteúdo intra-peritoneal. Os lavados podem ser descartados posteriormente se a avaliação intraoperatória ou os resultados da biópsia de congelação forem inequivocamente benignos. Independente-mente da abordagem cirúrgica, toda a cavidade peritoneal deve ser sistematicamente examinada. Os ovários devem ser avalia-dos quanto a tamanho, extensão do tumor, ruptura capsular, tumorações externas e aderência às estruturas adjacentes.
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passage: Após a entrada no abdome, deve-se proce-der ao diagnóstico laparoscópico com inspeção completa da pelve e do abdome superior bus-cando por sinais de malignidade, como ascite e implantes peritoneais (Seção 42-2, p. 1.121). Lavados celulares obtidos nessas regiões po-dem ser mantidos até que se proceda à análise com técnica de congelamento da amostra para excluir malignidade. De forma semelhante, eventuais implantes peritoneais identificados devem ser submetidos a biópsia e enviados para exame intraoperatório. Se os resultados do exa-me patológico indicarem câncer, a cistectomia é suspensa com indicação para consulta intrao-peratória a oncologista ginecologista.
Incisão ovariana. Antes da cistectomia ovariana, as aderências devem ser seccionadas para restaurar as relações anatômicas normais. Posiciona-se uma pinça romba sob o ligamen-to útero-ovárico e a superfície posterior do ovário para sua elevação. Uma pinça atrau-PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOFIGURA 42-6.1 Incisão no ovário.
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passage: Nos casos em que for observada a presença de endometrio-mas, as opções cirúrgicas são: drenagem cística, drenagem segui-da de ablação da parede cística ou excisão do cisto. Desde que o cirurgião seja experiente, todos os três procedimentos podem ser executados por via laparoscópica em quase todas as circuns-tâncias. A drenagem simples resulta em recorrência rápida do cisto. Em um estudo histológico demonstrou-se que, em média, 60% das paredes císticas (variando entre 10 a 98%) apresentava revestimento endometrial até 0,6 mm deprofundidade (Muzii, 2007). Portanto, o procedimento de drenagem e ablação talvez não destrua todo o endométrio até essa profundidade. Assim, essa abordagem também está associada a risco significativo de recorrência dos cistos, assim como de lesão térmica de ovário. Por essas razões, a excisão laparoscópica de paredes císticas com técnica de cistectomia deve ser considerada o tratamento ideal para a maioria dos endometriomas (ver Seção 42-6, p. 1.133). Hart e colaboradores (2008) compararam cirurgia ablativa com TABELA 20-7 Número de porcentagem de gestações após polipectomia histeroscópica (n 5 204)Polipectomian 5 101 (%)Controlesn 5 103 (%)valor de pGravidez subsequente64 (63,4) 29 (28,2) ,0,001RR 2,1 (IC 95% 1,5-2,9)Segundo Pérez-Medina, 2005, com permissão.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOFIGURA 42-14.1 Fotografia histeroscópica de óstio tubário normal. (Fotografia cedida pelo Dr. Kevin Doody.)Hoffman_42.indd 1162 03/10/13 17:57apostilasmedicina@hotmail.comPÓS-OPERATÓRIOA recuperação da paciente costuma ser rápida e sem complicações, semelhante à observada no procedimento de dilatação e curetagem. A dieta e as atividades físicas podem ser retoma-das de acordo com o desejo da paciente. Não é raro que haja sangramento leve ou de escape, que deve cessar em alguns dias.
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passage: Assim como os cistos dos períodos fetal e neonatal, os cis-tos ovarianos simples e pequenos, sem septação ou ecos inter-nos, podem ser monitorados com exames seriais de ultrasso-nografia. A maioria com menos de 5 cm desaparecerá dentro de 1 a 4 meses (Thind, 1989). Há indicação de intervenção cirúrgica em casos de cistos persistentes ou em crescimento, e a laparoscopia é o método preferido. O tratamento ideal in-clui cistectomia ovariana com preservação de tecido ovariano normal.
A presença de cistos ovarianos em adolescentes, assim como em adultas, é um achado frequente. O manejo desses ca-sos é igual àquele descrito no Capítulo 9 (p. 262) para massas anexiais em adultas.
■ Desenvolvimento e doença da mamaNa puberdade, sob a influência dos hormônios ovarianos, o botão mamário cresce rapidamente. Os brotos epiteliais da glândula mamária ramificam-se mais e se separam em razão de aumento do depósito de gordura.
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passage: ■ ConsentimentoDe forma geral, complicações graves de oo-forectomia são raras e semelhantes àquelas observadas em outras cirurgias intra-abdomi-nais, incluindo lesão de órgão, hemorragia, infecção da ferida operatória e complicações da anestesia. Ademais, o risco de lesão da tuba uterina ou do ureter adjacentes é pequeno, mas deve ser discutido especificamente duran-te o processo de obtenção do consentimento informado.
Os cistos ovarianos são a indicação mais comum de ooforectomia. Como é possível encontrar um processo maligno, as pacientes devem ser informadas sobre as etapas do esta-diamento para câncer de ovário. Além disso, se um cisto maligno se romper e seu con-teúdo se espalhar, as pacientes devem estar alertadas sobre os possíveis efeitos negativos no prognóstico.
Finalmente, muitas pacientes submetidas à ooforectomia para tratamento de patologia ovariana apresentam dor associada. Embora na maioria dos casos a remoção do ovário seja curativa, é possível que a dor persista a despei-to da ooforectomia.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOApós o procedimento, os cuidados devem seguir aqueles descritos para laparotomia em geral (Seção 41-1, p. 1.021).
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-5.3 Fechamento do ovário.
Hoffman_41.indd 1027 03/10/13 17:1941-6OoforectomiaA retirada do ovário na maioria dos casos é feita via laparoscopia. Entretanto, normal-mente indica-se laparotomia se o potencial de malignidade for alto, se o ovário for maior que 8 a 10 cm ou quando se estiver esperando ade-rências significativas. Em muitos desses casos, procede-se à salpingo-ooforectomia conforme apresentada na Seção 41-12 (p. 1.047). En-tretanto, se houver interesse da paciente em gravidez futura, a tuba uterina deve ser preser-vada sempre que possível.
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteNormalmente a ooforectomia é realizada para retirada de patologia ovariana que tenha sido identificada por ultrassonografia transvaginal ou transabdominal. Nos casos em que a ana-tomia não esteja bem definida, a ressonância magnética pode adicionar informações. Con-forme descrito nos Capítulos 35 e 36 (p. 861 e 879), dosagens sanguíneas dos marcadores tumorais podem ser solicitadas antes da cirur-gia, caso haja suspeita de câncer.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOPÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-4.1 Transecção do músculo reto do abdome.
FIGURA 41-4.2 Sutura do músculo e da fáscia do reto do abdome e incisão do peritônio.
Hoffman_41.indd 1025 03/10/13 17:1941-5Cistectomia ovariana ou ooforoplastiaA retirada de cistos ovarianos é indicada em razão dos sintomas da paciente ou por suspei-ta de malignidade. A excisão apenas do cisto proporciona às pacientes sob suspeita de pa-tologia benigna a oportunidade de preservar a função hormonal e a capacidade reprodutiva. Por tais razões, dentre as metas para a cistec-tomia ovariana estão o manuseio suave dos tecidos para reduzir a formação de aderências pós-operatórias e a reconstrução da anatomia ovariana normal a fim de auxiliar a transferên-cia dos óvulos para a tuba uterina.
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passage: ■ ConsentimentoAntes da cirurgia, as pacientes devem ser infor-madas sobre as complicações específicas associa-das à laparoscopia propriamente dita (Seção 42-1, p. 1.097). No que se refere especificamente à cistectomia ovariana, o risco de ooforectomia determinado por sangramento ou por lesão ex-trema do ovário deve ser discutido. Em muitos casos, os cistos são investigados e retirados em razão de haver preocupação quanto a possível malignidade. Consequentemente, as pacientes devem estar familiarizadas com as etapas neces-sárias ao estadiamento de câncer ovariano, para o caso de ser encontrada patologia maligna.
■ Preparo da pacienteAs taxas de infecção da pelve e da ferida opera-tória após cistectomia ovariana e laparoscopia são baixas e, normalmente, não há indicação de antibioticoterapia profilática. A preparação intestinal geralmente não é necessária, mas pode ser considerada quando se antecipa que haja aderências extensivas. A profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) normal-mente não é recomendada em casos de cistec-tomia laparoscópica. Entretanto, as pacientes com maior risco de malignidade e de TEV , ou com maior chance de conversão para lapa-rotomia, talvez possam ser beneficiadas com medidas profiláticas (Tabela 39-9, p. 962).
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passage: ■ TratamentoCirurgiaRecomenda-se incisão abdominal vertical se houver suspeita de doença ovariana maligna. T odavia, cada vez mais, pesquisado-res com habilidade endoscópica avançada têm observado que a laparoscopia é uma alternativa segura e efetiva para aquelas mulheres com massas ovarianas pequenas e doença aparente-mente em estádio I (Chi, 2005). Quando presente, o líqui-do ascítico é evacuado e enviado para avaliação citológica. Do contrário, lavados da pelve e das goteiras parietocólicas são co-letados para análise antes da manipulação do conteúdo intra-peritoneal. Os lavados podem ser descartados posteriormente se a avaliação intraoperatória ou os resultados da biópsia de congelação forem inequivocamente benignos. Independente-mente da abordagem cirúrgica, toda a cavidade peritoneal deve ser sistematicamente examinada. Os ovários devem ser avalia-dos quanto a tamanho, extensão do tumor, ruptura capsular, tumorações externas e aderência às estruturas adjacentes.
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passage: Após a entrada no abdome, deve-se proce-der ao diagnóstico laparoscópico com inspeção completa da pelve e do abdome superior bus-cando por sinais de malignidade, como ascite e implantes peritoneais (Seção 42-2, p. 1.121). Lavados celulares obtidos nessas regiões po-dem ser mantidos até que se proceda à análise com técnica de congelamento da amostra para excluir malignidade. De forma semelhante, eventuais implantes peritoneais identificados devem ser submetidos a biópsia e enviados para exame intraoperatório. Se os resultados do exa-me patológico indicarem câncer, a cistectomia é suspensa com indicação para consulta intrao-peratória a oncologista ginecologista.
Incisão ovariana. Antes da cistectomia ovariana, as aderências devem ser seccionadas para restaurar as relações anatômicas normais. Posiciona-se uma pinça romba sob o ligamen-to útero-ovárico e a superfície posterior do ovário para sua elevação. Uma pinça atrau-PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOFIGURA 42-6.1 Incisão no ovário.
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passage: Nos casos em que for observada a presença de endometrio-mas, as opções cirúrgicas são: drenagem cística, drenagem segui-da de ablação da parede cística ou excisão do cisto. Desde que o cirurgião seja experiente, todos os três procedimentos podem ser executados por via laparoscópica em quase todas as circuns-tâncias. A drenagem simples resulta em recorrência rápida do cisto. Em um estudo histológico demonstrou-se que, em média, 60% das paredes císticas (variando entre 10 a 98%) apresentava revestimento endometrial até 0,6 mm deprofundidade (Muzii, 2007). Portanto, o procedimento de drenagem e ablação talvez não destrua todo o endométrio até essa profundidade. Assim, essa abordagem também está associada a risco significativo de recorrência dos cistos, assim como de lesão térmica de ovário. Por essas razões, a excisão laparoscópica de paredes císticas com técnica de cistectomia deve ser considerada o tratamento ideal para a maioria dos endometriomas (ver Seção 42-6, p. 1.133). Hart e colaboradores (2008) compararam cirurgia ablativa com TABELA 20-7 Número de porcentagem de gestações após polipectomia histeroscópica (n 5 204)Polipectomian 5 101 (%)Controlesn 5 103 (%)valor de pGravidez subsequente64 (63,4) 29 (28,2) ,0,001RR 2,1 (IC 95% 1,5-2,9)Segundo Pérez-Medina, 2005, com permissão.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOFIGURA 42-14.1 Fotografia histeroscópica de óstio tubário normal. (Fotografia cedida pelo Dr. Kevin Doody.)Hoffman_42.indd 1162 03/10/13 17:57apostilasmedicina@hotmail.comPÓS-OPERATÓRIOA recuperação da paciente costuma ser rápida e sem complicações, semelhante à observada no procedimento de dilatação e curetagem. A dieta e as atividades físicas podem ser retoma-das de acordo com o desejo da paciente. Não é raro que haja sangramento leve ou de escape, que deve cessar em alguns dias.
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passage: Assim como os cistos dos períodos fetal e neonatal, os cis-tos ovarianos simples e pequenos, sem septação ou ecos inter-nos, podem ser monitorados com exames seriais de ultrasso-nografia. A maioria com menos de 5 cm desaparecerá dentro de 1 a 4 meses (Thind, 1989). Há indicação de intervenção cirúrgica em casos de cistos persistentes ou em crescimento, e a laparoscopia é o método preferido. O tratamento ideal in-clui cistectomia ovariana com preservação de tecido ovariano normal.
A presença de cistos ovarianos em adolescentes, assim como em adultas, é um achado frequente. O manejo desses ca-sos é igual àquele descrito no Capítulo 9 (p. 262) para massas anexiais em adultas.
■ Desenvolvimento e doença da mamaNa puberdade, sob a influência dos hormônios ovarianos, o botão mamário cresce rapidamente. Os brotos epiteliais da glândula mamária ramificam-se mais e se separam em razão de aumento do depósito de gordura.
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passage: ■ ConsentimentoDe forma geral, complicações graves de oo-forectomia são raras e semelhantes àquelas observadas em outras cirurgias intra-abdomi-nais, incluindo lesão de órgão, hemorragia, infecção da ferida operatória e complicações da anestesia. Ademais, o risco de lesão da tuba uterina ou do ureter adjacentes é pequeno, mas deve ser discutido especificamente duran-te o processo de obtenção do consentimento informado.
Os cistos ovarianos são a indicação mais comum de ooforectomia. Como é possível encontrar um processo maligno, as pacientes devem ser informadas sobre as etapas do esta-diamento para câncer de ovário. Além disso, se um cisto maligno se romper e seu con-teúdo se espalhar, as pacientes devem estar alertadas sobre os possíveis efeitos negativos no prognóstico.
Finalmente, muitas pacientes submetidas à ooforectomia para tratamento de patologia ovariana apresentam dor associada. Embora na maioria dos casos a remoção do ovário seja curativa, é possível que a dor persista a despei-to da ooforectomia.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOApós o procedimento, os cuidados devem seguir aqueles descritos para laparotomia em geral (Seção 41-1, p. 1.021).
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-5.3 Fechamento do ovário.
Hoffman_41.indd 1027 03/10/13 17:1941-6OoforectomiaA retirada do ovário na maioria dos casos é feita via laparoscopia. Entretanto, normal-mente indica-se laparotomia se o potencial de malignidade for alto, se o ovário for maior que 8 a 10 cm ou quando se estiver esperando ade-rências significativas. Em muitos desses casos, procede-se à salpingo-ooforectomia conforme apresentada na Seção 41-12 (p. 1.047). En-tretanto, se houver interesse da paciente em gravidez futura, a tuba uterina deve ser preser-vada sempre que possível.
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteNormalmente a ooforectomia é realizada para retirada de patologia ovariana que tenha sido identificada por ultrassonografia transvaginal ou transabdominal. Nos casos em que a ana-tomia não esteja bem definida, a ressonância magnética pode adicionar informações. Con-forme descrito nos Capítulos 35 e 36 (p. 861 e 879), dosagens sanguíneas dos marcadores tumorais podem ser solicitadas antes da cirur-gia, caso haja suspeita de câncer.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIOINTRAOPERATÓRIOPÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-4.1 Transecção do músculo reto do abdome.
FIGURA 41-4.2 Sutura do músculo e da fáscia do reto do abdome e incisão do peritônio.
Hoffman_41.indd 1025 03/10/13 17:1941-5Cistectomia ovariana ou ooforoplastiaA retirada de cistos ovarianos é indicada em razão dos sintomas da paciente ou por suspei-ta de malignidade. A excisão apenas do cisto proporciona às pacientes sob suspeita de pa-tologia benigna a oportunidade de preservar a função hormonal e a capacidade reprodutiva. Por tais razões, dentre as metas para a cistec-tomia ovariana estão o manuseio suave dos tecidos para reduzir a formação de aderências pós-operatórias e a reconstrução da anatomia ovariana normal a fim de auxiliar a transferên-cia dos óvulos para a tuba uterina.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOApós cistectomia ovariana laparoscópica, as instruções são as mesmas descritas para lapa-roscopia diagnóstica (Seção 42-2, p. 1122).
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-6.9 Descascamento do cisto colapsado da cápsula ovariana.
Hoffman_42.indd 1136 03/10/13 17:57apostilasmedicina@hotmail.com42-7Salpingo-ooforectomia por via laparoscópicaA laparoscopia pode ser usada para remoção se-gura de anexos e, em muitos casos, proporciona recuperação mais rápida e com menos dor pós--operatória quando comparada com a laparoto-mia. Como discutido no Capítulo 9 (p. 261), as indicações para anexectomia variam, mas dentre elas estão torção, ruptura de cisto ovaria-no, suspeita de câncer de ovário e resíduos ova-rianos sintomáticos. Além disso, com frequên-cia considera-se a possibilidade de ooforectomia em mulheres com câncer ou risco de câncer de mama, ovário e colo (Cap. 35, p. 857).
Quando possível, a laparoscopia é a abor-dagem preferencial e pode ser realizada com segurança em gestantes, preferencialmente até o início do segundo trimestre. Contudo, há situações clínicas nas quais a laparotomia está mais indicada. Dentre essas estão alto grau de suspeição de câncer, pacientes em que se ante-cipam aderências extensivas na pelve e massa ovariana volumosa.
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Olá! Entendo sua preocupação com o novo cisto no ovário direito, especialmente após já ter passado por procedimentos cirúrgicos e ainda sentir desconforto. Vamos conversar um pouco sobre isso.
Primeiramente, é importante lembrar que o surgimento de cistos ovarianos é relativamente comum, mesmo após a retirada de um cisto anterior e, no seu caso, mesmo após a histerectomia parcial (que não envolve a remoção dos ovários). Os ovários continuam a funcionar e, portanto, podem formar novos cistos.
O fato de você sentir queimação e dor é um sinal de que esse cisto está causando algum desconforto. A dor pode estar relacionada ao tamanho do cisto, à sua localização, ou até mesmo à tensão que ele causa nos tecidos ao redor.
Agora, o que podemos fazer?
**Monitoramento:** Como o ultrassom indicou que o cisto está "normal", uma opção é monitorá-lo com exames de ultrassom seriados, como aqueles que você já fez. Muitos cistos pequenos e simples desaparecem sozinhos em alguns meses.
**Medicação para alívio dos sintomas:** Podemos discutir medicações para ajudar a aliviar a dor e a queimação que você está sentindo. Analgésicos comuns podem ser suficientes, mas em alguns casos, anti-inflamatórios ou até mesmo anticoncepcionais podem ser considerados, dependendo das suas características e histórico.
**Nova intervenção cirúrgica:** Se o cisto persistir, crescer ou se os sintomas se tornarem muito incômodos, podemos considerar uma nova intervenção cirúrgica. A laparoscopia, como a que você já fez, é uma opção para remover o cisto, preservando o máximo possível do tecido ovariano saudável. Durante a cirurgia, como já foi feito, é fundamental examinar cuidadosamente o ovário e toda a cavidade abdominal para descartar qualquer sinal de outras alterações.
É importante ressaltar que, antes de qualquer procedimento, vou te explicar detalhadamente os riscos e benefícios, para que você possa tomar a decisão mais informada e alinhada com seus objetivos.
Além disso, é fundamental descartar outras causas para a sua dor, como aderências pélvicas (que podem ocorrer após cirurgias) ou outras condições ginecológicas. Um exame físico completo e, se necessário, outros exames complementares podem ser necessários para um diagnóstico preciso.
Minha recomendação é que você agende uma consulta para que possamos conversar mais detalhadamente sobre seus sintomas, revisar seus exames e definir o melhor plano de tratamento para você. Lembre-se que estou aqui para te ajudar a se sentir melhor e cuidar da sua saúde da melhor forma possível.
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Tenho a síndrome dos ovários policísticos. Comecei o tratamento com Serophene e Cicloprimogyna, e no segundo mês engravidei, porém tive um aborto. Desde então, fiz mais tratamentos com a mesma medicação por meses e não consigo engravidar. Existe outro tratamento ou medicação?
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Como fertilista, te asseguro que existem vários outros tratamentos para engravidar, desde os de baixa complexidade até os de alta complexidade. Mesmo diante do coito programado, há diversos medicamentos disponíveis.
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: . Ovários policísticos A presença de ovários policísticos faz com que a menstruação seja irregular e pode, até, afetar a liberação do óvulo maduro. Dessa forma, mulheres com ovários policísticos normalmente apresentam dificuldade para engravidar. Como é o tratamento: normalmente é feito com a utilização de remédios com hormônios que estimulam a ovulação, como o Clomifeno, corrigindo o problema e aumentando as chances de a mulher engravidar naturalmente. Entenda melhor como deve ser o tratamento para ovário policístico. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para investigar a causa da infertilidade: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa precoce A menopausa precoce acontece quando mulheres com menos de 40 anos não conseguem mais produzir óvulos, podendo ser causada por alterações genéticas ou tratamentos de quimioterapia, por exemplo. Como é o tratamento: geralmente é feito através do uso de remédios com hormônios para estimular a ovulação, além de ser necessário praticar atividade física diariamente e ter uma alimentação rica em fibras, soja, frutas e vegetais. Veja melhor como identificar a menopausa precoce e como tratar. 3
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: . Ovários policísticos A presença de ovários policísticos faz com que a menstruação seja irregular e pode, até, afetar a liberação do óvulo maduro. Dessa forma, mulheres com ovários policísticos normalmente apresentam dificuldade para engravidar. Como é o tratamento: normalmente é feito com a utilização de remédios com hormônios que estimulam a ovulação, como o Clomifeno, corrigindo o problema e aumentando as chances de a mulher engravidar naturalmente. Entenda melhor como deve ser o tratamento para ovário policístico. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para investigar a causa da infertilidade: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa precoce A menopausa precoce acontece quando mulheres com menos de 40 anos não conseguem mais produzir óvulos, podendo ser causada por alterações genéticas ou tratamentos de quimioterapia, por exemplo. Como é o tratamento: geralmente é feito através do uso de remédios com hormônios para estimular a ovulação, além de ser necessário praticar atividade física diariamente e ter uma alimentação rica em fibras, soja, frutas e vegetais. Veja melhor como identificar a menopausa precoce e como tratar. 3
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passage: DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: . Ovários policísticos A presença de ovários policísticos faz com que a menstruação seja irregular e pode, até, afetar a liberação do óvulo maduro. Dessa forma, mulheres com ovários policísticos normalmente apresentam dificuldade para engravidar. Como é o tratamento: normalmente é feito com a utilização de remédios com hormônios que estimulam a ovulação, como o Clomifeno, corrigindo o problema e aumentando as chances de a mulher engravidar naturalmente. Entenda melhor como deve ser o tratamento para ovário policístico. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para investigar a causa da infertilidade: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa precoce A menopausa precoce acontece quando mulheres com menos de 40 anos não conseguem mais produzir óvulos, podendo ser causada por alterações genéticas ou tratamentos de quimioterapia, por exemplo. Como é o tratamento: geralmente é feito através do uso de remédios com hormônios para estimular a ovulação, além de ser necessário praticar atividade física diariamente e ter uma alimentação rica em fibras, soja, frutas e vegetais. Veja melhor como identificar a menopausa precoce e como tratar. 3
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passage: DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: . Ovários policísticos A presença de ovários policísticos faz com que a menstruação seja irregular e pode, até, afetar a liberação do óvulo maduro. Dessa forma, mulheres com ovários policísticos normalmente apresentam dificuldade para engravidar. Como é o tratamento: normalmente é feito com a utilização de remédios com hormônios que estimulam a ovulação, como o Clomifeno, corrigindo o problema e aumentando as chances de a mulher engravidar naturalmente. Entenda melhor como deve ser o tratamento para ovário policístico. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para investigar a causa da infertilidade: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa precoce A menopausa precoce acontece quando mulheres com menos de 40 anos não conseguem mais produzir óvulos, podendo ser causada por alterações genéticas ou tratamentos de quimioterapia, por exemplo. Como é o tratamento: geralmente é feito através do uso de remédios com hormônios para estimular a ovulação, além de ser necessário praticar atividade física diariamente e ter uma alimentação rica em fibras, soja, frutas e vegetais. Veja melhor como identificar a menopausa precoce e como tratar. 3
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passage: DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: ■ Síndrome do ovário policísticoO tratamento das mulheres afetadas inclui tratamento cíclico com progesterona ou COCs, ou outras formas de tratamen-to com estrogênio e progesterona (Cap. 17, p. 474). Agentes sensibilizadores insulínicos, como a metformina, são indicados para pacientes com diabetes melito. Naquelas com hiperandro-genismo causado por SOP , com frequência indicam-se contra-ceptivos orais e/ou espironolactona.
Mulheres portadoras de HSRC de início tardio devem ser tratadas com doses baixas de corticosteroides para bloqueio parcial da estimulação suprarrenal por ACTH e, assim, reduzir a produção excessiva dos androgênios suprarrenais.
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: . Ovários policísticos A presença de ovários policísticos faz com que a menstruação seja irregular e pode, até, afetar a liberação do óvulo maduro. Dessa forma, mulheres com ovários policísticos normalmente apresentam dificuldade para engravidar. Como é o tratamento: normalmente é feito com a utilização de remédios com hormônios que estimulam a ovulação, como o Clomifeno, corrigindo o problema e aumentando as chances de a mulher engravidar naturalmente. Entenda melhor como deve ser o tratamento para ovário policístico. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para investigar a causa da infertilidade: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa precoce A menopausa precoce acontece quando mulheres com menos de 40 anos não conseguem mais produzir óvulos, podendo ser causada por alterações genéticas ou tratamentos de quimioterapia, por exemplo. Como é o tratamento: geralmente é feito através do uso de remédios com hormônios para estimular a ovulação, além de ser necessário praticar atividade física diariamente e ter uma alimentação rica em fibras, soja, frutas e vegetais. Veja melhor como identificar a menopausa precoce e como tratar. 3
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passage: DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: ■ Síndrome do ovário policísticoO tratamento das mulheres afetadas inclui tratamento cíclico com progesterona ou COCs, ou outras formas de tratamen-to com estrogênio e progesterona (Cap. 17, p. 474). Agentes sensibilizadores insulínicos, como a metformina, são indicados para pacientes com diabetes melito. Naquelas com hiperandro-genismo causado por SOP , com frequência indicam-se contra-ceptivos orais e/ou espironolactona.
Mulheres portadoras de HSRC de início tardio devem ser tratadas com doses baixas de corticosteroides para bloqueio parcial da estimulação suprarrenal por ACTH e, assim, reduzir a produção excessiva dos androgênios suprarrenais.
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passage: . Deve ser iniciado entre o 2º e o 5º dia após início da menstruação. A ultrassonografia deve ser realizada do 12º ao 16º dia do ciclo para saber a resposta ao tratamento; Gonadotrofinas injetáveis: são medicamentos mais caros, administrados por injeção na barriga, e que geralmente levam ao crescimento de mais folículos, fazendo com que as chances de engravidar sejam maiores; Inibidores de aromatase, como o anastrozol e letrozol: são remédios recomendados para mulheres resistentes ou que apresentam a parede do útero muito fina com o uso do citrato de clomifeno e seu uso também deve ser iniciado entre o 2º e o 5º dia do ciclo. Além disso, a síndrome dos ovários policísticos provoca resistência a insulina, o que leva ao aumento deste hormônio e elevação do risco de mulheres com esta síndrome terem problemas na ovulação. Por isso muitos médicos indicam o uso de metformina, melhorando o processo de ovulação. As mudanças na dieta, perda de peso também ajudam a regular o ciclo e induzem a ovulação. Veja mais sobre outros remédios caseiros para ovário policístico. Para que serve A indução da ovulação é baseada no uso de medicamentos para ajudar no desenvolvimento e na liberação de óvulos, para serem fecundados por um espermatozoide e levar à gravidez
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: . Ovários policísticos A presença de ovários policísticos faz com que a menstruação seja irregular e pode, até, afetar a liberação do óvulo maduro. Dessa forma, mulheres com ovários policísticos normalmente apresentam dificuldade para engravidar. Como é o tratamento: normalmente é feito com a utilização de remédios com hormônios que estimulam a ovulação, como o Clomifeno, corrigindo o problema e aumentando as chances de a mulher engravidar naturalmente. Entenda melhor como deve ser o tratamento para ovário policístico. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para investigar a causa da infertilidade: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa precoce A menopausa precoce acontece quando mulheres com menos de 40 anos não conseguem mais produzir óvulos, podendo ser causada por alterações genéticas ou tratamentos de quimioterapia, por exemplo. Como é o tratamento: geralmente é feito através do uso de remédios com hormônios para estimular a ovulação, além de ser necessário praticar atividade física diariamente e ter uma alimentação rica em fibras, soja, frutas e vegetais. Veja melhor como identificar a menopausa precoce e como tratar. 3
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passage: DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: ■ Síndrome do ovário policísticoO tratamento das mulheres afetadas inclui tratamento cíclico com progesterona ou COCs, ou outras formas de tratamen-to com estrogênio e progesterona (Cap. 17, p. 474). Agentes sensibilizadores insulínicos, como a metformina, são indicados para pacientes com diabetes melito. Naquelas com hiperandro-genismo causado por SOP , com frequência indicam-se contra-ceptivos orais e/ou espironolactona.
Mulheres portadoras de HSRC de início tardio devem ser tratadas com doses baixas de corticosteroides para bloqueio parcial da estimulação suprarrenal por ACTH e, assim, reduzir a produção excessiva dos androgênios suprarrenais.
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passage: . Deve ser iniciado entre o 2º e o 5º dia após início da menstruação. A ultrassonografia deve ser realizada do 12º ao 16º dia do ciclo para saber a resposta ao tratamento; Gonadotrofinas injetáveis: são medicamentos mais caros, administrados por injeção na barriga, e que geralmente levam ao crescimento de mais folículos, fazendo com que as chances de engravidar sejam maiores; Inibidores de aromatase, como o anastrozol e letrozol: são remédios recomendados para mulheres resistentes ou que apresentam a parede do útero muito fina com o uso do citrato de clomifeno e seu uso também deve ser iniciado entre o 2º e o 5º dia do ciclo. Além disso, a síndrome dos ovários policísticos provoca resistência a insulina, o que leva ao aumento deste hormônio e elevação do risco de mulheres com esta síndrome terem problemas na ovulação. Por isso muitos médicos indicam o uso de metformina, melhorando o processo de ovulação. As mudanças na dieta, perda de peso também ajudam a regular o ciclo e induzem a ovulação. Veja mais sobre outros remédios caseiros para ovário policístico. Para que serve A indução da ovulação é baseada no uso de medicamentos para ajudar no desenvolvimento e na liberação de óvulos, para serem fecundados por um espermatozoide e levar à gravidez
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passage: É possível engravidar com ovário policístico? A mulher com ovários policísticos pode ter um período fértil irregular ou não apresentar período fértil, por exemplo, dependendo da quantidade de androgênio produzido, o que pode dificultar uma gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico No entanto, é possível engravidar com ovário policístico, pois apesar da menstruação ser irregular, em alguns meses a mulher pode ovular espontaneamente, conseguindo engravidar. Além disso, mesmo em mulheres que não ovulam, a gravidez é possível através de tratamentos de fertilidade para aumentar a ovulação, recomendados pelo ginecologista, e assim permitir a gravidez. Por isso, é importante fazer um acompanhamento regular com o ginecologista, especialmente nos casos de tentativas de engravidar durante 1 ano, sem sucesso, de forma a diagnosticar o ovário policístico e realizar o tratamento indicado pelo médico, para aumentar as chances de gravidez. Saiba como é feito o diagnóstico do ovário policístico. Como aumentar a fertilidade Para aumentar a fertilidade quando se tem ovário policístico, é importante que o tratamento seja feito de acordo com a orientação do ginecologista, podendo ser recomendado: Uso de pílula anticoncepcional: contém formas artificiais de estrogênios e progesterona que regulam a ovulação
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: . Ovários policísticos A presença de ovários policísticos faz com que a menstruação seja irregular e pode, até, afetar a liberação do óvulo maduro. Dessa forma, mulheres com ovários policísticos normalmente apresentam dificuldade para engravidar. Como é o tratamento: normalmente é feito com a utilização de remédios com hormônios que estimulam a ovulação, como o Clomifeno, corrigindo o problema e aumentando as chances de a mulher engravidar naturalmente. Entenda melhor como deve ser o tratamento para ovário policístico. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para investigar a causa da infertilidade: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa precoce A menopausa precoce acontece quando mulheres com menos de 40 anos não conseguem mais produzir óvulos, podendo ser causada por alterações genéticas ou tratamentos de quimioterapia, por exemplo. Como é o tratamento: geralmente é feito através do uso de remédios com hormônios para estimular a ovulação, além de ser necessário praticar atividade física diariamente e ter uma alimentação rica em fibras, soja, frutas e vegetais. Veja melhor como identificar a menopausa precoce e como tratar. 3
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passage: DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: ■ Síndrome do ovário policísticoO tratamento das mulheres afetadas inclui tratamento cíclico com progesterona ou COCs, ou outras formas de tratamen-to com estrogênio e progesterona (Cap. 17, p. 474). Agentes sensibilizadores insulínicos, como a metformina, são indicados para pacientes com diabetes melito. Naquelas com hiperandro-genismo causado por SOP , com frequência indicam-se contra-ceptivos orais e/ou espironolactona.
Mulheres portadoras de HSRC de início tardio devem ser tratadas com doses baixas de corticosteroides para bloqueio parcial da estimulação suprarrenal por ACTH e, assim, reduzir a produção excessiva dos androgênios suprarrenais.
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passage: . Deve ser iniciado entre o 2º e o 5º dia após início da menstruação. A ultrassonografia deve ser realizada do 12º ao 16º dia do ciclo para saber a resposta ao tratamento; Gonadotrofinas injetáveis: são medicamentos mais caros, administrados por injeção na barriga, e que geralmente levam ao crescimento de mais folículos, fazendo com que as chances de engravidar sejam maiores; Inibidores de aromatase, como o anastrozol e letrozol: são remédios recomendados para mulheres resistentes ou que apresentam a parede do útero muito fina com o uso do citrato de clomifeno e seu uso também deve ser iniciado entre o 2º e o 5º dia do ciclo. Além disso, a síndrome dos ovários policísticos provoca resistência a insulina, o que leva ao aumento deste hormônio e elevação do risco de mulheres com esta síndrome terem problemas na ovulação. Por isso muitos médicos indicam o uso de metformina, melhorando o processo de ovulação. As mudanças na dieta, perda de peso também ajudam a regular o ciclo e induzem a ovulação. Veja mais sobre outros remédios caseiros para ovário policístico. Para que serve A indução da ovulação é baseada no uso de medicamentos para ajudar no desenvolvimento e na liberação de óvulos, para serem fecundados por um espermatozoide e levar à gravidez
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passage: É possível engravidar com ovário policístico? A mulher com ovários policísticos pode ter um período fértil irregular ou não apresentar período fértil, por exemplo, dependendo da quantidade de androgênio produzido, o que pode dificultar uma gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico No entanto, é possível engravidar com ovário policístico, pois apesar da menstruação ser irregular, em alguns meses a mulher pode ovular espontaneamente, conseguindo engravidar. Além disso, mesmo em mulheres que não ovulam, a gravidez é possível através de tratamentos de fertilidade para aumentar a ovulação, recomendados pelo ginecologista, e assim permitir a gravidez. Por isso, é importante fazer um acompanhamento regular com o ginecologista, especialmente nos casos de tentativas de engravidar durante 1 ano, sem sucesso, de forma a diagnosticar o ovário policístico e realizar o tratamento indicado pelo médico, para aumentar as chances de gravidez. Saiba como é feito o diagnóstico do ovário policístico. Como aumentar a fertilidade Para aumentar a fertilidade quando se tem ovário policístico, é importante que o tratamento seja feito de acordo com a orientação do ginecologista, podendo ser recomendado: Uso de pílula anticoncepcional: contém formas artificiais de estrogênios e progesterona que regulam a ovulação
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passage: . Esse remédio é encontrado na forma de comprimidos de 50 mg, com os nomes Clomid, Indux ou Serophene, por exemplo, e deve ser usado com indicação do ginecologista. Saiba como tomar o clomifeno. 2. Alfacoriogonadotropina A alfacoriogonadotropina é um tipo de gonadotropina coriônica humana recombinante (r-HCG) que possui ação semelhante ao hormônio luteinizante (LH) produzido naturalmente pelo corpo. Esse remédio é indicado para mulheres que não ovulam ou têm ovulação irregular, ou nos casos de mulheres que foram submetidas a uma superovulação por técnicas de reprodução assistida. Confira as principais técnicas de reprodução assistida. Isto porque a alfacoriogonadotropina estimula a produção de estrógeno e progesterona, melhorando a função dos ovários, e amadurecendo e estimulando a liberação dos óvulos. A alfacoriogonadotropina é usada na forma de canetas injetáveis para aplicação sob a pele, e encontrada com o nome Ovidrel ou Pregnyl. 3. Alfafolitropina A alfafolitropina também é um tipo de gonadotropina coriônica humana recombinante (r-HCG) indicada para induzir a ovulação em mulheres com que não têm ovulação, o que inclui a síndrome dos ovários policísticos, e que não tiveram resposta ao tratamento com clomifeno
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passage: . Nestes casos, não é possível engravidar enquanto se faz o tratamento, mas pode ajudar a regular o ciclo; Uso de Clomifeno: é um medicamento que estimula a ovulação, aumentando o número óvulos produzidos e facilitando a existência de período fértil mais regular; Injeções de hormônios: estas injeções são usadas quando o clomifeno não apresenta efeito. Além disso, é importante manter a prática regular de exercício físico e uma dieta equilibrada, já que o aumento de peso também pode prejudicar a ovulação, piorando a dificuldade para engravidar. Veja os sinais que indicam que se está no período fértil. Além disso, é importante manter uma alimentação adequada que ajudem a aliviar os sintomas da síndrome do ovário policístico e aumentar as chances de engravidar. Confira algumas dicas de alimentação assistindo ao vídeo a seguir: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações Quando usar técnicas de reprodução assistida As técnicas de reprodução assistida geralmente são usadas quando, mesmo após utilizar os tratamentos anteriores, a mulher não consegue engravidar. A principal técnica utilizada é a fertilização in vitro, na qual o médico recolher um óvulo da mulher quando acontece a ovulação
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: . Ovários policísticos A presença de ovários policísticos faz com que a menstruação seja irregular e pode, até, afetar a liberação do óvulo maduro. Dessa forma, mulheres com ovários policísticos normalmente apresentam dificuldade para engravidar. Como é o tratamento: normalmente é feito com a utilização de remédios com hormônios que estimulam a ovulação, como o Clomifeno, corrigindo o problema e aumentando as chances de a mulher engravidar naturalmente. Entenda melhor como deve ser o tratamento para ovário policístico. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para investigar a causa da infertilidade: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa precoce A menopausa precoce acontece quando mulheres com menos de 40 anos não conseguem mais produzir óvulos, podendo ser causada por alterações genéticas ou tratamentos de quimioterapia, por exemplo. Como é o tratamento: geralmente é feito através do uso de remédios com hormônios para estimular a ovulação, além de ser necessário praticar atividade física diariamente e ter uma alimentação rica em fibras, soja, frutas e vegetais. Veja melhor como identificar a menopausa precoce e como tratar. 3
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passage: DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: ■ Síndrome do ovário policísticoO tratamento das mulheres afetadas inclui tratamento cíclico com progesterona ou COCs, ou outras formas de tratamen-to com estrogênio e progesterona (Cap. 17, p. 474). Agentes sensibilizadores insulínicos, como a metformina, são indicados para pacientes com diabetes melito. Naquelas com hiperandro-genismo causado por SOP , com frequência indicam-se contra-ceptivos orais e/ou espironolactona.
Mulheres portadoras de HSRC de início tardio devem ser tratadas com doses baixas de corticosteroides para bloqueio parcial da estimulação suprarrenal por ACTH e, assim, reduzir a produção excessiva dos androgênios suprarrenais.
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passage: . Deve ser iniciado entre o 2º e o 5º dia após início da menstruação. A ultrassonografia deve ser realizada do 12º ao 16º dia do ciclo para saber a resposta ao tratamento; Gonadotrofinas injetáveis: são medicamentos mais caros, administrados por injeção na barriga, e que geralmente levam ao crescimento de mais folículos, fazendo com que as chances de engravidar sejam maiores; Inibidores de aromatase, como o anastrozol e letrozol: são remédios recomendados para mulheres resistentes ou que apresentam a parede do útero muito fina com o uso do citrato de clomifeno e seu uso também deve ser iniciado entre o 2º e o 5º dia do ciclo. Além disso, a síndrome dos ovários policísticos provoca resistência a insulina, o que leva ao aumento deste hormônio e elevação do risco de mulheres com esta síndrome terem problemas na ovulação. Por isso muitos médicos indicam o uso de metformina, melhorando o processo de ovulação. As mudanças na dieta, perda de peso também ajudam a regular o ciclo e induzem a ovulação. Veja mais sobre outros remédios caseiros para ovário policístico. Para que serve A indução da ovulação é baseada no uso de medicamentos para ajudar no desenvolvimento e na liberação de óvulos, para serem fecundados por um espermatozoide e levar à gravidez
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passage: É possível engravidar com ovário policístico? A mulher com ovários policísticos pode ter um período fértil irregular ou não apresentar período fértil, por exemplo, dependendo da quantidade de androgênio produzido, o que pode dificultar uma gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico No entanto, é possível engravidar com ovário policístico, pois apesar da menstruação ser irregular, em alguns meses a mulher pode ovular espontaneamente, conseguindo engravidar. Além disso, mesmo em mulheres que não ovulam, a gravidez é possível através de tratamentos de fertilidade para aumentar a ovulação, recomendados pelo ginecologista, e assim permitir a gravidez. Por isso, é importante fazer um acompanhamento regular com o ginecologista, especialmente nos casos de tentativas de engravidar durante 1 ano, sem sucesso, de forma a diagnosticar o ovário policístico e realizar o tratamento indicado pelo médico, para aumentar as chances de gravidez. Saiba como é feito o diagnóstico do ovário policístico. Como aumentar a fertilidade Para aumentar a fertilidade quando se tem ovário policístico, é importante que o tratamento seja feito de acordo com a orientação do ginecologista, podendo ser recomendado: Uso de pílula anticoncepcional: contém formas artificiais de estrogênios e progesterona que regulam a ovulação
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passage: . Esse remédio é encontrado na forma de comprimidos de 50 mg, com os nomes Clomid, Indux ou Serophene, por exemplo, e deve ser usado com indicação do ginecologista. Saiba como tomar o clomifeno. 2. Alfacoriogonadotropina A alfacoriogonadotropina é um tipo de gonadotropina coriônica humana recombinante (r-HCG) que possui ação semelhante ao hormônio luteinizante (LH) produzido naturalmente pelo corpo. Esse remédio é indicado para mulheres que não ovulam ou têm ovulação irregular, ou nos casos de mulheres que foram submetidas a uma superovulação por técnicas de reprodução assistida. Confira as principais técnicas de reprodução assistida. Isto porque a alfacoriogonadotropina estimula a produção de estrógeno e progesterona, melhorando a função dos ovários, e amadurecendo e estimulando a liberação dos óvulos. A alfacoriogonadotropina é usada na forma de canetas injetáveis para aplicação sob a pele, e encontrada com o nome Ovidrel ou Pregnyl. 3. Alfafolitropina A alfafolitropina também é um tipo de gonadotropina coriônica humana recombinante (r-HCG) indicada para induzir a ovulação em mulheres com que não têm ovulação, o que inclui a síndrome dos ovários policísticos, e que não tiveram resposta ao tratamento com clomifeno
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passage: ■ Tratamento de oligo-ovulação e anovulaçãoMulheres com oligo-ovulação ou anovulação caracteristica-mente apresentam menos de oito menstruações por ano e, com frequência, deixam de menstruar durante vários meses conse-cutivos, ou simplesmente se apresentam com amenorreia. O fluxo pode ser escasso ou muito longo e intenso, resultando em anemia.
Contraceptivos orais combinadosO tratamento de primeira linha para irregularidades na mens-truação é o uso de contraceptivos orais combinados (COCs), cuja função é induzir ciclos menstruais regulares. Além dis-so, os COCs reduzem os níveis androgênicos. Em especial, os COCs suprimem a liberação de gonadotrofina, o que, por sua vez, resulta em redução da produção de androgênio ovariano. Além disso, o componente estrogênico aumenta os níveis de SHBG. Finalmente, a progesterona antagoniza o efeito proli-ferativo endometrial do estrogênio, reduzindo, consequente-mente, os riscos de hiperplasia endometrial pela presença de estrogênio sem oposição.
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Olá! Sinto muito pela sua perda e entendo a sua frustração em não conseguir engravidar novamente após o aborto, especialmente depois de já ter tido sucesso com o tratamento anterior. A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) realmente pode ser um desafio, mas existem diversas opções que podemos explorar para aumentar suas chances de gravidez.
Primeiramente, é importante entender que o tratamento para SOP é individualizado e o que funcionou uma vez pode não funcionar da mesma forma depois, ou pode ser que seu organismo precise de um estímulo diferente agora. O Serophene (Clomifeno) é um medicamento comum para induzir a ovulação, e o Cicloprimogyna é utilizado para regular o ciclo menstrual. No entanto, como você já tentou essa combinação por alguns meses sem sucesso, é hora de considerar outras alternativas.
Existem outras medicações que podem ser utilizadas para induzir a ovulação, como as gonadotrofinas injetáveis. Elas são um pouco mais fortes que o Clomifeno e podem ser uma boa opção caso ele não esteja sendo eficaz. Outra opção é o uso de inibidores de aromatase, como o Letrozol, especialmente se você estiver apresentando resistência ao Clomifeno ou se a parede do seu útero estiver fina.
Além disso, é fundamental abordar a resistência à insulina, que é comum em mulheres com SOP. Nesses casos, a metformina pode ser utilizada para melhorar a ovulação. Essa medicação ajuda a regular os níveis de insulina, o que pode impactar positivamente a fertilidade.
É muito importante lembrar que mudanças no estilo de vida também são cruciais. Manter uma dieta equilibrada e praticar exercícios físicos regularmente pode ajudar a regular o ciclo menstrual e melhorar a ovulação. Perder peso, mesmo que pouco, pode fazer uma grande diferença.
Caso essas opções não sejam suficientes, podemos considerar técnicas de reprodução assistida, como a fertilização in vitro (FIV). Na FIV, o óvulo é retirado do ovário e fertilizado em laboratório, sendo posteriormente implantado no útero.
Para definirmos o melhor caminho para você, precisamos conversar mais detalhadamente sobre seu histórico, seus exames e suas expectativas. Podemos solicitar exames adicionais para avaliar seus níveis hormonais e a saúde dos seus óvulos. A partir daí, montaremos um plano de tratamento personalizado e eficaz para aumentar suas chances de ter um bebê. Estou aqui para te apoiar em cada etapa desse processo!
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Fiz uso de contraceptivos por anos. Agora, quando menstruo, sinto dor nos ovários, no reto, no abdômen e no quadril. O ultrassom mostrou ovários com padrão policístico. Posso ter endometriose? Observação: no início de janeiro do ano, fiz uma ressonância magnética e deu normal, mas eu não estava menstruando.
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Seu caso deve ser avaliado adequadamente. Mesmo que um exame não evidencie, seus sintomas sugerem endometriose. Uma videolaparoscopia ou laparoscopia exploradora pode ser indicada em alguns casos, pois, além de diagnóstico, também é terapêutica.
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passage: SINTOMAS DA PACIENTEOvárioA BEndometriomaFIGURA 10-4 Fotografias de um endometrioma. A. Peça cirúrgica de ovário contendo endometrioma. B. Ao abrir o endometrioma, observa-se líqui-do cor de chocolate. (Fotografias cedidas pela Dra. Roxanne Pero.)Hoffman_10.indd 286 03/10/13 16:58DisúriaEmbora sejam sintomas menos comuns em casos de endome-triose, queixas como disúria e frequência e urgência urinárias cíclicas podem ser observadas nas mulheres afetadas. A endo-metriose deve ser suspeitada se tais sintomas forem acompa-nhados de culturas negativas de urina (Vercellini, 1996a). Se forem observados hematúria ou sintomas vesicais significati-vos, a cistoscopia pode ser realizada para investigação comple-mentar e confirmação diagnóstica.
Dor defecatóriaA defecação dolorosa é mais rara do que os outros tipos de dor pélvica e normalmente reflete a presença de implantes de endometriose no retossigmoide (Azzena, 1998). Os sintomas podem ser crônicos ou cíclicos e estar associados à constipação, diarreia ou hematoquezia cíclica (Remorgida, 2007).
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passage: SINTOMAS DA PACIENTEOvárioA BEndometriomaFIGURA 10-4 Fotografias de um endometrioma. A. Peça cirúrgica de ovário contendo endometrioma. B. Ao abrir o endometrioma, observa-se líqui-do cor de chocolate. (Fotografias cedidas pela Dra. Roxanne Pero.)Hoffman_10.indd 286 03/10/13 16:58DisúriaEmbora sejam sintomas menos comuns em casos de endome-triose, queixas como disúria e frequência e urgência urinárias cíclicas podem ser observadas nas mulheres afetadas. A endo-metriose deve ser suspeitada se tais sintomas forem acompa-nhados de culturas negativas de urina (Vercellini, 1996a). Se forem observados hematúria ou sintomas vesicais significati-vos, a cistoscopia pode ser realizada para investigação comple-mentar e confirmação diagnóstica.
Dor defecatóriaA defecação dolorosa é mais rara do que os outros tipos de dor pélvica e normalmente reflete a presença de implantes de endometriose no retossigmoide (Azzena, 1998). Os sintomas podem ser crônicos ou cíclicos e estar associados à constipação, diarreia ou hematoquezia cíclica (Remorgida, 2007).
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passage: Exame de imagem • Ultrassonografia pélvica transvaginal ou por via abdo -minal em mulheres que não iniciaram atividade sexual. Particularmente importante nas amenorreias primárias, 7Benetti-Pinto CL, Soares Júnior JM, Yela DAProtocolos Febrasgo | Nº38 | 2018fluxo menstrual. Nas amenorreias secundárias, o resultado é utilizado como condição para o diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos.
• Ressonância magnética em casos particulares. Para avalia -ção pélvica, em especial em alguns casos de malformação dos órgãos genitais. Ressonância magnética ou tomografia de sela túrcica ou de crânio, quando necessário investigar tumores.
Cariótipo • Particularmente indicado nas amenorreias hipergonadotró -ficas, isto é, com níveis de FSH elevados que se manifestem como amenorreia primária ou nas que se manifestam como amenorreia secundária em mulheres com menos de 30 anos. Também deve ser solicitado nas amenorreias primárias com ausência de útero e FSH normal, quando é preciso incluir do -sagem de testosterona para investigar a síndrome de insensi -bilidade androgênica.
Pode-se dizer que os três principais “marcadores” da conduta investigativa são:1. Presença ou ausência de desenvolvimento mamário: marcador da ação estrogênica, e, portanto, de função ovariana em algum momento.
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passage: SINTOMAS DA PACIENTEOvárioA BEndometriomaFIGURA 10-4 Fotografias de um endometrioma. A. Peça cirúrgica de ovário contendo endometrioma. B. Ao abrir o endometrioma, observa-se líqui-do cor de chocolate. (Fotografias cedidas pela Dra. Roxanne Pero.)Hoffman_10.indd 286 03/10/13 16:58DisúriaEmbora sejam sintomas menos comuns em casos de endome-triose, queixas como disúria e frequência e urgência urinárias cíclicas podem ser observadas nas mulheres afetadas. A endo-metriose deve ser suspeitada se tais sintomas forem acompa-nhados de culturas negativas de urina (Vercellini, 1996a). Se forem observados hematúria ou sintomas vesicais significati-vos, a cistoscopia pode ser realizada para investigação comple-mentar e confirmação diagnóstica.
Dor defecatóriaA defecação dolorosa é mais rara do que os outros tipos de dor pélvica e normalmente reflete a presença de implantes de endometriose no retossigmoide (Azzena, 1998). Os sintomas podem ser crônicos ou cíclicos e estar associados à constipação, diarreia ou hematoquezia cíclica (Remorgida, 2007).
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passage: Exame de imagem • Ultrassonografia pélvica transvaginal ou por via abdo -minal em mulheres que não iniciaram atividade sexual. Particularmente importante nas amenorreias primárias, 7Benetti-Pinto CL, Soares Júnior JM, Yela DAProtocolos Febrasgo | Nº38 | 2018fluxo menstrual. Nas amenorreias secundárias, o resultado é utilizado como condição para o diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos.
• Ressonância magnética em casos particulares. Para avalia -ção pélvica, em especial em alguns casos de malformação dos órgãos genitais. Ressonância magnética ou tomografia de sela túrcica ou de crânio, quando necessário investigar tumores.
Cariótipo • Particularmente indicado nas amenorreias hipergonadotró -ficas, isto é, com níveis de FSH elevados que se manifestem como amenorreia primária ou nas que se manifestam como amenorreia secundária em mulheres com menos de 30 anos. Também deve ser solicitado nas amenorreias primárias com ausência de útero e FSH normal, quando é preciso incluir do -sagem de testosterona para investigar a síndrome de insensi -bilidade androgênica.
Pode-se dizer que os três principais “marcadores” da conduta investigativa são:1. Presença ou ausência de desenvolvimento mamário: marcador da ação estrogênica, e, portanto, de função ovariana em algum momento.
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passage: FIGURA 10-6 Ultrassonografia transvaginal demonstrando endome-trioma ovariano. Observa-se cisto com ecos internos difusos de baixa intensidade. (Imagem cedida pela Dra. Elysia Moschos.)FIGURA 10-7 Corte coronal em TC multicorte com enteróclise. A seta indica um nódulo endometriótico localizado sobre o sigmoide que não alcança a profundidade da camada muscular própria. (De Biscaldi, 2007, com permissão.)Hoffman_10.indd 290 03/10/13 16:58 ■ Laparoscopia diagnósticaEssa ferramente é o principal método usado para o diagnóstico de endometriose (Kennedy, 2005). Os achados laparoscópicos podem variar e incluem lesões endometrióticas discretas, endo-metrioma e aderências.
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passage: SINTOMAS DA PACIENTEOvárioA BEndometriomaFIGURA 10-4 Fotografias de um endometrioma. A. Peça cirúrgica de ovário contendo endometrioma. B. Ao abrir o endometrioma, observa-se líqui-do cor de chocolate. (Fotografias cedidas pela Dra. Roxanne Pero.)Hoffman_10.indd 286 03/10/13 16:58DisúriaEmbora sejam sintomas menos comuns em casos de endome-triose, queixas como disúria e frequência e urgência urinárias cíclicas podem ser observadas nas mulheres afetadas. A endo-metriose deve ser suspeitada se tais sintomas forem acompa-nhados de culturas negativas de urina (Vercellini, 1996a). Se forem observados hematúria ou sintomas vesicais significati-vos, a cistoscopia pode ser realizada para investigação comple-mentar e confirmação diagnóstica.
Dor defecatóriaA defecação dolorosa é mais rara do que os outros tipos de dor pélvica e normalmente reflete a presença de implantes de endometriose no retossigmoide (Azzena, 1998). Os sintomas podem ser crônicos ou cíclicos e estar associados à constipação, diarreia ou hematoquezia cíclica (Remorgida, 2007).
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passage: Exame de imagem • Ultrassonografia pélvica transvaginal ou por via abdo -minal em mulheres que não iniciaram atividade sexual. Particularmente importante nas amenorreias primárias, 7Benetti-Pinto CL, Soares Júnior JM, Yela DAProtocolos Febrasgo | Nº38 | 2018fluxo menstrual. Nas amenorreias secundárias, o resultado é utilizado como condição para o diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos.
• Ressonância magnética em casos particulares. Para avalia -ção pélvica, em especial em alguns casos de malformação dos órgãos genitais. Ressonância magnética ou tomografia de sela túrcica ou de crânio, quando necessário investigar tumores.
Cariótipo • Particularmente indicado nas amenorreias hipergonadotró -ficas, isto é, com níveis de FSH elevados que se manifestem como amenorreia primária ou nas que se manifestam como amenorreia secundária em mulheres com menos de 30 anos. Também deve ser solicitado nas amenorreias primárias com ausência de útero e FSH normal, quando é preciso incluir do -sagem de testosterona para investigar a síndrome de insensi -bilidade androgênica.
Pode-se dizer que os três principais “marcadores” da conduta investigativa são:1. Presença ou ausência de desenvolvimento mamário: marcador da ação estrogênica, e, portanto, de função ovariana em algum momento.
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passage: FIGURA 10-6 Ultrassonografia transvaginal demonstrando endome-trioma ovariano. Observa-se cisto com ecos internos difusos de baixa intensidade. (Imagem cedida pela Dra. Elysia Moschos.)FIGURA 10-7 Corte coronal em TC multicorte com enteróclise. A seta indica um nódulo endometriótico localizado sobre o sigmoide que não alcança a profundidade da camada muscular própria. (De Biscaldi, 2007, com permissão.)Hoffman_10.indd 290 03/10/13 16:58 ■ Laparoscopia diagnósticaEssa ferramente é o principal método usado para o diagnóstico de endometriose (Kennedy, 2005). Os achados laparoscópicos podem variar e incluem lesões endometrióticas discretas, endo-metrioma e aderências.
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passage: Deve ser realizada entre o 7o e o 10o dia do ciclo até ruptura ovular. Em geral, os folículos crescem 1 a 2 mm por dia, tornando-se maduros e propensos à ruptura quando medem 18 a 24 mm. A visualização do cumulus oophorus e a espessura endometrialde cerca de 10 mm podem prever a ovulação. Trata-se do único exame capaz de identificar a síndrome LUF.2,42HisterossalpingografiaÉ o exame padrão-ouro na investigação das tubas uterinas. Avalia alteração anatômica e permeabilidade tubárias, com aconstatação da prova de Cotte, o que revela obstrução unilateral ou bilateral.
Ressonância magnéticaA ressonância magnética (RM) tem grande importância no diagnóstico da endometriose, principalmente por permitir aidentificação das lesões de permeio a aderências e a avaliação da extensão das lesões subperitoneais. Portanto, quando essaslesões para a endometriose profunda não são visualizadas por laparoscopia com exatidão, a RM tem sensibilidade eespecificidade > 90%.41Procedimentos endoscópicos Videolaparoscopia. Trata-se do método mais sensível e específico na investigação dos fatores tuboperitoneais, mas está■1.
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Dor defecatóriaA defecação dolorosa é mais rara do que os outros tipos de dor pélvica e normalmente reflete a presença de implantes de endometriose no retossigmoide (Azzena, 1998). Os sintomas podem ser crônicos ou cíclicos e estar associados à constipação, diarreia ou hematoquezia cíclica (Remorgida, 2007).
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passage: Exame de imagem • Ultrassonografia pélvica transvaginal ou por via abdo -minal em mulheres que não iniciaram atividade sexual. Particularmente importante nas amenorreias primárias, 7Benetti-Pinto CL, Soares Júnior JM, Yela DAProtocolos Febrasgo | Nº38 | 2018fluxo menstrual. Nas amenorreias secundárias, o resultado é utilizado como condição para o diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos.
• Ressonância magnética em casos particulares. Para avalia -ção pélvica, em especial em alguns casos de malformação dos órgãos genitais. Ressonância magnética ou tomografia de sela túrcica ou de crânio, quando necessário investigar tumores.
Cariótipo • Particularmente indicado nas amenorreias hipergonadotró -ficas, isto é, com níveis de FSH elevados que se manifestem como amenorreia primária ou nas que se manifestam como amenorreia secundária em mulheres com menos de 30 anos. Também deve ser solicitado nas amenorreias primárias com ausência de útero e FSH normal, quando é preciso incluir do -sagem de testosterona para investigar a síndrome de insensi -bilidade androgênica.
Pode-se dizer que os três principais “marcadores” da conduta investigativa são:1. Presença ou ausência de desenvolvimento mamário: marcador da ação estrogênica, e, portanto, de função ovariana em algum momento.
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passage: FIGURA 10-6 Ultrassonografia transvaginal demonstrando endome-trioma ovariano. Observa-se cisto com ecos internos difusos de baixa intensidade. (Imagem cedida pela Dra. Elysia Moschos.)FIGURA 10-7 Corte coronal em TC multicorte com enteróclise. A seta indica um nódulo endometriótico localizado sobre o sigmoide que não alcança a profundidade da camada muscular própria. (De Biscaldi, 2007, com permissão.)Hoffman_10.indd 290 03/10/13 16:58 ■ Laparoscopia diagnósticaEssa ferramente é o principal método usado para o diagnóstico de endometriose (Kennedy, 2005). Os achados laparoscópicos podem variar e incluem lesões endometrióticas discretas, endo-metrioma e aderências.
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passage: Deve ser realizada entre o 7o e o 10o dia do ciclo até ruptura ovular. Em geral, os folículos crescem 1 a 2 mm por dia, tornando-se maduros e propensos à ruptura quando medem 18 a 24 mm. A visualização do cumulus oophorus e a espessura endometrialde cerca de 10 mm podem prever a ovulação. Trata-se do único exame capaz de identificar a síndrome LUF.2,42HisterossalpingografiaÉ o exame padrão-ouro na investigação das tubas uterinas. Avalia alteração anatômica e permeabilidade tubárias, com aconstatação da prova de Cotte, o que revela obstrução unilateral ou bilateral.
Ressonância magnéticaA ressonância magnética (RM) tem grande importância no diagnóstico da endometriose, principalmente por permitir aidentificação das lesões de permeio a aderências e a avaliação da extensão das lesões subperitoneais. Portanto, quando essaslesões para a endometriose profunda não são visualizadas por laparoscopia com exatidão, a RM tem sensibilidade eespecificidade > 90%.41Procedimentos endoscópicos Videolaparoscopia. Trata-se do método mais sensível e específico na investigação dos fatores tuboperitoneais, mas está■1.
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passage: Reproduzida da American Diabetes Association, 2010.
Hoffman_17.indd 472 03/10/13 17:02473que o exame ultrassonográfico da pelve é comumente utiliza-do na avaliação de ovários de mulheres sob suspeitade SOP . A ultrassonografia é particularmente importante nos casos de mulheres com SOP que estejam fazendo tratamento para fertilidade e naquelas com sinais de virilização. As abordagens transvaginais de alta definição são bastante eficazes e possuem taxas de detecção de SOP mais elevadas que a via transabdo-minal. Entretanto, a via transabdominal é preferida nos casos de adolescentes virgens.
Os critérios ultrassonográficos para ovários policísticos da conferência de Rotterdam de 2003 incluem $ 12 cistos peque-nos (2 a 9 mm de diâmetro) ou volume ovariano aumentado (. 10 mL), ou ambos (Fig. 17-11). Com frequência, há maior quantidade de estroma em relação ao número de folículos (Ba-len, 2003). Apenas um ovário com essas características é su-ficiente para definir a SOP . Entretanto, esses critérios não se aplicam a mulheres que usam contraceptivos orais combinados (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Sponsored PCOS Consen-sus Workshop Group, 2004).
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passage: SINTOMAS DA PACIENTEOvárioA BEndometriomaFIGURA 10-4 Fotografias de um endometrioma. A. Peça cirúrgica de ovário contendo endometrioma. B. Ao abrir o endometrioma, observa-se líqui-do cor de chocolate. (Fotografias cedidas pela Dra. Roxanne Pero.)Hoffman_10.indd 286 03/10/13 16:58DisúriaEmbora sejam sintomas menos comuns em casos de endome-triose, queixas como disúria e frequência e urgência urinárias cíclicas podem ser observadas nas mulheres afetadas. A endo-metriose deve ser suspeitada se tais sintomas forem acompa-nhados de culturas negativas de urina (Vercellini, 1996a). Se forem observados hematúria ou sintomas vesicais significati-vos, a cistoscopia pode ser realizada para investigação comple-mentar e confirmação diagnóstica.
Dor defecatóriaA defecação dolorosa é mais rara do que os outros tipos de dor pélvica e normalmente reflete a presença de implantes de endometriose no retossigmoide (Azzena, 1998). Os sintomas podem ser crônicos ou cíclicos e estar associados à constipação, diarreia ou hematoquezia cíclica (Remorgida, 2007).
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passage: Exame de imagem • Ultrassonografia pélvica transvaginal ou por via abdo -minal em mulheres que não iniciaram atividade sexual. Particularmente importante nas amenorreias primárias, 7Benetti-Pinto CL, Soares Júnior JM, Yela DAProtocolos Febrasgo | Nº38 | 2018fluxo menstrual. Nas amenorreias secundárias, o resultado é utilizado como condição para o diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos.
• Ressonância magnética em casos particulares. Para avalia -ção pélvica, em especial em alguns casos de malformação dos órgãos genitais. Ressonância magnética ou tomografia de sela túrcica ou de crânio, quando necessário investigar tumores.
Cariótipo • Particularmente indicado nas amenorreias hipergonadotró -ficas, isto é, com níveis de FSH elevados que se manifestem como amenorreia primária ou nas que se manifestam como amenorreia secundária em mulheres com menos de 30 anos. Também deve ser solicitado nas amenorreias primárias com ausência de útero e FSH normal, quando é preciso incluir do -sagem de testosterona para investigar a síndrome de insensi -bilidade androgênica.
Pode-se dizer que os três principais “marcadores” da conduta investigativa são:1. Presença ou ausência de desenvolvimento mamário: marcador da ação estrogênica, e, portanto, de função ovariana em algum momento.
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passage: FIGURA 10-6 Ultrassonografia transvaginal demonstrando endome-trioma ovariano. Observa-se cisto com ecos internos difusos de baixa intensidade. (Imagem cedida pela Dra. Elysia Moschos.)FIGURA 10-7 Corte coronal em TC multicorte com enteróclise. A seta indica um nódulo endometriótico localizado sobre o sigmoide que não alcança a profundidade da camada muscular própria. (De Biscaldi, 2007, com permissão.)Hoffman_10.indd 290 03/10/13 16:58 ■ Laparoscopia diagnósticaEssa ferramente é o principal método usado para o diagnóstico de endometriose (Kennedy, 2005). Os achados laparoscópicos podem variar e incluem lesões endometrióticas discretas, endo-metrioma e aderências.
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passage: Deve ser realizada entre o 7o e o 10o dia do ciclo até ruptura ovular. Em geral, os folículos crescem 1 a 2 mm por dia, tornando-se maduros e propensos à ruptura quando medem 18 a 24 mm. A visualização do cumulus oophorus e a espessura endometrialde cerca de 10 mm podem prever a ovulação. Trata-se do único exame capaz de identificar a síndrome LUF.2,42HisterossalpingografiaÉ o exame padrão-ouro na investigação das tubas uterinas. Avalia alteração anatômica e permeabilidade tubárias, com aconstatação da prova de Cotte, o que revela obstrução unilateral ou bilateral.
Ressonância magnéticaA ressonância magnética (RM) tem grande importância no diagnóstico da endometriose, principalmente por permitir aidentificação das lesões de permeio a aderências e a avaliação da extensão das lesões subperitoneais. Portanto, quando essaslesões para a endometriose profunda não são visualizadas por laparoscopia com exatidão, a RM tem sensibilidade eespecificidade > 90%.41Procedimentos endoscópicos Videolaparoscopia. Trata-se do método mais sensível e específico na investigação dos fatores tuboperitoneais, mas está■1.
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passage: Reproduzida da American Diabetes Association, 2010.
Hoffman_17.indd 472 03/10/13 17:02473que o exame ultrassonográfico da pelve é comumente utiliza-do na avaliação de ovários de mulheres sob suspeitade SOP . A ultrassonografia é particularmente importante nos casos de mulheres com SOP que estejam fazendo tratamento para fertilidade e naquelas com sinais de virilização. As abordagens transvaginais de alta definição são bastante eficazes e possuem taxas de detecção de SOP mais elevadas que a via transabdo-minal. Entretanto, a via transabdominal é preferida nos casos de adolescentes virgens.
Os critérios ultrassonográficos para ovários policísticos da conferência de Rotterdam de 2003 incluem $ 12 cistos peque-nos (2 a 9 mm de diâmetro) ou volume ovariano aumentado (. 10 mL), ou ambos (Fig. 17-11). Com frequência, há maior quantidade de estroma em relação ao número de folículos (Ba-len, 2003). Apenas um ovário com essas características é su-ficiente para definir a SOP . Entretanto, esses critérios não se aplicam a mulheres que usam contraceptivos orais combinados (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Sponsored PCOS Consen-sus Workshop Group, 2004).
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: SINTOMAS DA PACIENTEOvárioA BEndometriomaFIGURA 10-4 Fotografias de um endometrioma. A. Peça cirúrgica de ovário contendo endometrioma. B. Ao abrir o endometrioma, observa-se líqui-do cor de chocolate. (Fotografias cedidas pela Dra. Roxanne Pero.)Hoffman_10.indd 286 03/10/13 16:58DisúriaEmbora sejam sintomas menos comuns em casos de endome-triose, queixas como disúria e frequência e urgência urinárias cíclicas podem ser observadas nas mulheres afetadas. A endo-metriose deve ser suspeitada se tais sintomas forem acompa-nhados de culturas negativas de urina (Vercellini, 1996a). Se forem observados hematúria ou sintomas vesicais significati-vos, a cistoscopia pode ser realizada para investigação comple-mentar e confirmação diagnóstica.
Dor defecatóriaA defecação dolorosa é mais rara do que os outros tipos de dor pélvica e normalmente reflete a presença de implantes de endometriose no retossigmoide (Azzena, 1998). Os sintomas podem ser crônicos ou cíclicos e estar associados à constipação, diarreia ou hematoquezia cíclica (Remorgida, 2007).
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passage: Exame de imagem • Ultrassonografia pélvica transvaginal ou por via abdo -minal em mulheres que não iniciaram atividade sexual. Particularmente importante nas amenorreias primárias, 7Benetti-Pinto CL, Soares Júnior JM, Yela DAProtocolos Febrasgo | Nº38 | 2018fluxo menstrual. Nas amenorreias secundárias, o resultado é utilizado como condição para o diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos.
• Ressonância magnética em casos particulares. Para avalia -ção pélvica, em especial em alguns casos de malformação dos órgãos genitais. Ressonância magnética ou tomografia de sela túrcica ou de crânio, quando necessário investigar tumores.
Cariótipo • Particularmente indicado nas amenorreias hipergonadotró -ficas, isto é, com níveis de FSH elevados que se manifestem como amenorreia primária ou nas que se manifestam como amenorreia secundária em mulheres com menos de 30 anos. Também deve ser solicitado nas amenorreias primárias com ausência de útero e FSH normal, quando é preciso incluir do -sagem de testosterona para investigar a síndrome de insensi -bilidade androgênica.
Pode-se dizer que os três principais “marcadores” da conduta investigativa são:1. Presença ou ausência de desenvolvimento mamário: marcador da ação estrogênica, e, portanto, de função ovariana em algum momento.
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passage: FIGURA 10-6 Ultrassonografia transvaginal demonstrando endome-trioma ovariano. Observa-se cisto com ecos internos difusos de baixa intensidade. (Imagem cedida pela Dra. Elysia Moschos.)FIGURA 10-7 Corte coronal em TC multicorte com enteróclise. A seta indica um nódulo endometriótico localizado sobre o sigmoide que não alcança a profundidade da camada muscular própria. (De Biscaldi, 2007, com permissão.)Hoffman_10.indd 290 03/10/13 16:58 ■ Laparoscopia diagnósticaEssa ferramente é o principal método usado para o diagnóstico de endometriose (Kennedy, 2005). Os achados laparoscópicos podem variar e incluem lesões endometrióticas discretas, endo-metrioma e aderências.
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passage: Deve ser realizada entre o 7o e o 10o dia do ciclo até ruptura ovular. Em geral, os folículos crescem 1 a 2 mm por dia, tornando-se maduros e propensos à ruptura quando medem 18 a 24 mm. A visualização do cumulus oophorus e a espessura endometrialde cerca de 10 mm podem prever a ovulação. Trata-se do único exame capaz de identificar a síndrome LUF.2,42HisterossalpingografiaÉ o exame padrão-ouro na investigação das tubas uterinas. Avalia alteração anatômica e permeabilidade tubárias, com aconstatação da prova de Cotte, o que revela obstrução unilateral ou bilateral.
Ressonância magnéticaA ressonância magnética (RM) tem grande importância no diagnóstico da endometriose, principalmente por permitir aidentificação das lesões de permeio a aderências e a avaliação da extensão das lesões subperitoneais. Portanto, quando essaslesões para a endometriose profunda não são visualizadas por laparoscopia com exatidão, a RM tem sensibilidade eespecificidade > 90%.41Procedimentos endoscópicos Videolaparoscopia. Trata-se do método mais sensível e específico na investigação dos fatores tuboperitoneais, mas está■1.
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Os critérios ultrassonográficos para ovários policísticos da conferência de Rotterdam de 2003 incluem $ 12 cistos peque-nos (2 a 9 mm de diâmetro) ou volume ovariano aumentado (. 10 mL), ou ambos (Fig. 17-11). Com frequência, há maior quantidade de estroma em relação ao número de folículos (Ba-len, 2003). Apenas um ovário com essas características é su-ficiente para definir a SOP . Entretanto, esses critérios não se aplicam a mulheres que usam contraceptivos orais combinados (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Sponsored PCOS Consen-sus Workshop Group, 2004).
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: Apesar de ser uma causa rara de DPC, é muito frequente as mulheres com resíduos ovarianos sintomáticos queixarem-se de dor cíclica crônica ou dispareunia. O início dos sintomas é variável, podendo começar anos após a cirurgia (Nezhat, 2005).
As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005).
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passage: SINTOMAS DA PACIENTEOvárioA BEndometriomaFIGURA 10-4 Fotografias de um endometrioma. A. Peça cirúrgica de ovário contendo endometrioma. B. Ao abrir o endometrioma, observa-se líqui-do cor de chocolate. (Fotografias cedidas pela Dra. Roxanne Pero.)Hoffman_10.indd 286 03/10/13 16:58DisúriaEmbora sejam sintomas menos comuns em casos de endome-triose, queixas como disúria e frequência e urgência urinárias cíclicas podem ser observadas nas mulheres afetadas. A endo-metriose deve ser suspeitada se tais sintomas forem acompa-nhados de culturas negativas de urina (Vercellini, 1996a). Se forem observados hematúria ou sintomas vesicais significati-vos, a cistoscopia pode ser realizada para investigação comple-mentar e confirmação diagnóstica.
Dor defecatóriaA defecação dolorosa é mais rara do que os outros tipos de dor pélvica e normalmente reflete a presença de implantes de endometriose no retossigmoide (Azzena, 1998). Os sintomas podem ser crônicos ou cíclicos e estar associados à constipação, diarreia ou hematoquezia cíclica (Remorgida, 2007).
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passage: Exame de imagem • Ultrassonografia pélvica transvaginal ou por via abdo -minal em mulheres que não iniciaram atividade sexual. Particularmente importante nas amenorreias primárias, 7Benetti-Pinto CL, Soares Júnior JM, Yela DAProtocolos Febrasgo | Nº38 | 2018fluxo menstrual. Nas amenorreias secundárias, o resultado é utilizado como condição para o diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos.
• Ressonância magnética em casos particulares. Para avalia -ção pélvica, em especial em alguns casos de malformação dos órgãos genitais. Ressonância magnética ou tomografia de sela túrcica ou de crânio, quando necessário investigar tumores.
Cariótipo • Particularmente indicado nas amenorreias hipergonadotró -ficas, isto é, com níveis de FSH elevados que se manifestem como amenorreia primária ou nas que se manifestam como amenorreia secundária em mulheres com menos de 30 anos. Também deve ser solicitado nas amenorreias primárias com ausência de útero e FSH normal, quando é preciso incluir do -sagem de testosterona para investigar a síndrome de insensi -bilidade androgênica.
Pode-se dizer que os três principais “marcadores” da conduta investigativa são:1. Presença ou ausência de desenvolvimento mamário: marcador da ação estrogênica, e, portanto, de função ovariana em algum momento.
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passage: FIGURA 10-6 Ultrassonografia transvaginal demonstrando endome-trioma ovariano. Observa-se cisto com ecos internos difusos de baixa intensidade. (Imagem cedida pela Dra. Elysia Moschos.)FIGURA 10-7 Corte coronal em TC multicorte com enteróclise. A seta indica um nódulo endometriótico localizado sobre o sigmoide que não alcança a profundidade da camada muscular própria. (De Biscaldi, 2007, com permissão.)Hoffman_10.indd 290 03/10/13 16:58 ■ Laparoscopia diagnósticaEssa ferramente é o principal método usado para o diagnóstico de endometriose (Kennedy, 2005). Os achados laparoscópicos podem variar e incluem lesões endometrióticas discretas, endo-metrioma e aderências.
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passage: Deve ser realizada entre o 7o e o 10o dia do ciclo até ruptura ovular. Em geral, os folículos crescem 1 a 2 mm por dia, tornando-se maduros e propensos à ruptura quando medem 18 a 24 mm. A visualização do cumulus oophorus e a espessura endometrialde cerca de 10 mm podem prever a ovulação. Trata-se do único exame capaz de identificar a síndrome LUF.2,42HisterossalpingografiaÉ o exame padrão-ouro na investigação das tubas uterinas. Avalia alteração anatômica e permeabilidade tubárias, com aconstatação da prova de Cotte, o que revela obstrução unilateral ou bilateral.
Ressonância magnéticaA ressonância magnética (RM) tem grande importância no diagnóstico da endometriose, principalmente por permitir aidentificação das lesões de permeio a aderências e a avaliação da extensão das lesões subperitoneais. Portanto, quando essaslesões para a endometriose profunda não são visualizadas por laparoscopia com exatidão, a RM tem sensibilidade eespecificidade > 90%.41Procedimentos endoscópicos Videolaparoscopia. Trata-se do método mais sensível e específico na investigação dos fatores tuboperitoneais, mas está■1.
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passage: Reproduzida da American Diabetes Association, 2010.
Hoffman_17.indd 472 03/10/13 17:02473que o exame ultrassonográfico da pelve é comumente utiliza-do na avaliação de ovários de mulheres sob suspeitade SOP . A ultrassonografia é particularmente importante nos casos de mulheres com SOP que estejam fazendo tratamento para fertilidade e naquelas com sinais de virilização. As abordagens transvaginais de alta definição são bastante eficazes e possuem taxas de detecção de SOP mais elevadas que a via transabdo-minal. Entretanto, a via transabdominal é preferida nos casos de adolescentes virgens.
Os critérios ultrassonográficos para ovários policísticos da conferência de Rotterdam de 2003 incluem $ 12 cistos peque-nos (2 a 9 mm de diâmetro) ou volume ovariano aumentado (. 10 mL), ou ambos (Fig. 17-11). Com frequência, há maior quantidade de estroma em relação ao número de folículos (Ba-len, 2003). Apenas um ovário com essas características é su-ficiente para definir a SOP . Entretanto, esses critérios não se aplicam a mulheres que usam contraceptivos orais combinados (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Sponsored PCOS Consen-sus Workshop Group, 2004).
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: Apesar de ser uma causa rara de DPC, é muito frequente as mulheres com resíduos ovarianos sintomáticos queixarem-se de dor cíclica crônica ou dispareunia. O início dos sintomas é variável, podendo começar anos após a cirurgia (Nezhat, 2005).
As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005).
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passage: 8. O Drilling Ovariano Laparoscópico (DOL) é opção terapêutica não farmacológica indicada para tratar anovulação das pacien-14Indução da ovulaçãoProtocolos Febrasgo | Nº47 | 2018cias pélvicas e insu/f_i ciência ovariana iatrogênica. Não apresenta maiores taxas de nascido-vivo ou de gestação comparado aos outros indutores da ovulação (Recomendação grau A).
Referências1. Stein IF, Leventhal ML. Amenorrhea associated with bilateral polycystic ovaries. Am J Obstet Gynecol 1935;29:181-91.
2. Polson DW, Wadsworth J, Adams J, Franks S. Polycystic ovaries - a common /f_i nding in normal women. Lancet 1988;1:870-2.
3. Azziz R, Woods KS, Reyna R, Key TJ, Knochenhauer ES, Yildiz BO. The prevalence and features of the polycystic ovary syndrome in an unselected population. J Clin Endocrinol Metabol. 2004;89:2745-9.
4. Balen AH, Conway GS, Kaltsas G, Techatrasak K, Manning PJ, West C, Jacobs HS. Polycystic ovary syndrome: the spectrum of the disorder in 1741 patients. Hum Reprod 1995;10(8):2107-11.
5. Legro RS, Spielman R, Urbanek M, Driscoll D, Strauss JF 3rd, Dunaif A. Phenotype and genotype in polycystic ovary syndrome. Recent Prog Horm Res 1998;53:217-56.
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passage: SINTOMAS DA PACIENTEOvárioA BEndometriomaFIGURA 10-4 Fotografias de um endometrioma. A. Peça cirúrgica de ovário contendo endometrioma. B. Ao abrir o endometrioma, observa-se líqui-do cor de chocolate. (Fotografias cedidas pela Dra. Roxanne Pero.)Hoffman_10.indd 286 03/10/13 16:58DisúriaEmbora sejam sintomas menos comuns em casos de endome-triose, queixas como disúria e frequência e urgência urinárias cíclicas podem ser observadas nas mulheres afetadas. A endo-metriose deve ser suspeitada se tais sintomas forem acompa-nhados de culturas negativas de urina (Vercellini, 1996a). Se forem observados hematúria ou sintomas vesicais significati-vos, a cistoscopia pode ser realizada para investigação comple-mentar e confirmação diagnóstica.
Dor defecatóriaA defecação dolorosa é mais rara do que os outros tipos de dor pélvica e normalmente reflete a presença de implantes de endometriose no retossigmoide (Azzena, 1998). Os sintomas podem ser crônicos ou cíclicos e estar associados à constipação, diarreia ou hematoquezia cíclica (Remorgida, 2007).
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passage: Exame de imagem • Ultrassonografia pélvica transvaginal ou por via abdo -minal em mulheres que não iniciaram atividade sexual. Particularmente importante nas amenorreias primárias, 7Benetti-Pinto CL, Soares Júnior JM, Yela DAProtocolos Febrasgo | Nº38 | 2018fluxo menstrual. Nas amenorreias secundárias, o resultado é utilizado como condição para o diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos.
• Ressonância magnética em casos particulares. Para avalia -ção pélvica, em especial em alguns casos de malformação dos órgãos genitais. Ressonância magnética ou tomografia de sela túrcica ou de crânio, quando necessário investigar tumores.
Cariótipo • Particularmente indicado nas amenorreias hipergonadotró -ficas, isto é, com níveis de FSH elevados que se manifestem como amenorreia primária ou nas que se manifestam como amenorreia secundária em mulheres com menos de 30 anos. Também deve ser solicitado nas amenorreias primárias com ausência de útero e FSH normal, quando é preciso incluir do -sagem de testosterona para investigar a síndrome de insensi -bilidade androgênica.
Pode-se dizer que os três principais “marcadores” da conduta investigativa são:1. Presença ou ausência de desenvolvimento mamário: marcador da ação estrogênica, e, portanto, de função ovariana em algum momento.
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passage: FIGURA 10-6 Ultrassonografia transvaginal demonstrando endome-trioma ovariano. Observa-se cisto com ecos internos difusos de baixa intensidade. (Imagem cedida pela Dra. Elysia Moschos.)FIGURA 10-7 Corte coronal em TC multicorte com enteróclise. A seta indica um nódulo endometriótico localizado sobre o sigmoide que não alcança a profundidade da camada muscular própria. (De Biscaldi, 2007, com permissão.)Hoffman_10.indd 290 03/10/13 16:58 ■ Laparoscopia diagnósticaEssa ferramente é o principal método usado para o diagnóstico de endometriose (Kennedy, 2005). Os achados laparoscópicos podem variar e incluem lesões endometrióticas discretas, endo-metrioma e aderências.
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passage: Deve ser realizada entre o 7o e o 10o dia do ciclo até ruptura ovular. Em geral, os folículos crescem 1 a 2 mm por dia, tornando-se maduros e propensos à ruptura quando medem 18 a 24 mm. A visualização do cumulus oophorus e a espessura endometrialde cerca de 10 mm podem prever a ovulação. Trata-se do único exame capaz de identificar a síndrome LUF.2,42HisterossalpingografiaÉ o exame padrão-ouro na investigação das tubas uterinas. Avalia alteração anatômica e permeabilidade tubárias, com aconstatação da prova de Cotte, o que revela obstrução unilateral ou bilateral.
Ressonância magnéticaA ressonância magnética (RM) tem grande importância no diagnóstico da endometriose, principalmente por permitir aidentificação das lesões de permeio a aderências e a avaliação da extensão das lesões subperitoneais. Portanto, quando essaslesões para a endometriose profunda não são visualizadas por laparoscopia com exatidão, a RM tem sensibilidade eespecificidade > 90%.41Procedimentos endoscópicos Videolaparoscopia. Trata-se do método mais sensível e específico na investigação dos fatores tuboperitoneais, mas está■1.
2.
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9.
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passage: Reproduzida da American Diabetes Association, 2010.
Hoffman_17.indd 472 03/10/13 17:02473que o exame ultrassonográfico da pelve é comumente utiliza-do na avaliação de ovários de mulheres sob suspeitade SOP . A ultrassonografia é particularmente importante nos casos de mulheres com SOP que estejam fazendo tratamento para fertilidade e naquelas com sinais de virilização. As abordagens transvaginais de alta definição são bastante eficazes e possuem taxas de detecção de SOP mais elevadas que a via transabdo-minal. Entretanto, a via transabdominal é preferida nos casos de adolescentes virgens.
Os critérios ultrassonográficos para ovários policísticos da conferência de Rotterdam de 2003 incluem $ 12 cistos peque-nos (2 a 9 mm de diâmetro) ou volume ovariano aumentado (. 10 mL), ou ambos (Fig. 17-11). Com frequência, há maior quantidade de estroma em relação ao número de folículos (Ba-len, 2003). Apenas um ovário com essas características é su-ficiente para definir a SOP . Entretanto, esses critérios não se aplicam a mulheres que usam contraceptivos orais combinados (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Sponsored PCOS Consen-sus Workshop Group, 2004).
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: Apesar de ser uma causa rara de DPC, é muito frequente as mulheres com resíduos ovarianos sintomáticos queixarem-se de dor cíclica crônica ou dispareunia. O início dos sintomas é variável, podendo começar anos após a cirurgia (Nezhat, 2005).
As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005).
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passage: 8. O Drilling Ovariano Laparoscópico (DOL) é opção terapêutica não farmacológica indicada para tratar anovulação das pacien-14Indução da ovulaçãoProtocolos Febrasgo | Nº47 | 2018cias pélvicas e insu/f_i ciência ovariana iatrogênica. Não apresenta maiores taxas de nascido-vivo ou de gestação comparado aos outros indutores da ovulação (Recomendação grau A).
Referências1. Stein IF, Leventhal ML. Amenorrhea associated with bilateral polycystic ovaries. Am J Obstet Gynecol 1935;29:181-91.
2. Polson DW, Wadsworth J, Adams J, Franks S. Polycystic ovaries - a common /f_i nding in normal women. Lancet 1988;1:870-2.
3. Azziz R, Woods KS, Reyna R, Key TJ, Knochenhauer ES, Yildiz BO. The prevalence and features of the polycystic ovary syndrome in an unselected population. J Clin Endocrinol Metabol. 2004;89:2745-9.
4. Balen AH, Conway GS, Kaltsas G, Techatrasak K, Manning PJ, West C, Jacobs HS. Polycystic ovary syndrome: the spectrum of the disorder in 1741 patients. Hum Reprod 1995;10(8):2107-11.
5. Legro RS, Spielman R, Urbanek M, Driscoll D, Strauss JF 3rd, Dunaif A. Phenotype and genotype in polycystic ovary syndrome. Recent Prog Horm Res 1998;53:217-56.
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passage: Referências1. Nisolle M, Donnez J. Peritoneal endometriosis, ovarian endometriosis, and adenomyotic nodules of the rectovaginal septum are three different entities. Fertil Steril. 1997;68(4):585–96.
2. Eskenazi B, Warner ML. Epidemiology of endometriosis. Obstet Gynecol Clin North Am. 1997;24(2):235–58.
3. Sampson JA. metastatic or embolic endometriosis, due to the menstrual dissemination of endometrial tissue into the venous circulation. Am J Pathol. 1927;3(2):93-110.43.
4. Vercellini P , Viganò P , Somigliana E, Fedele L. Endometriosis: pathogenesis and treatment. Nat Rev Endocrinol. 2014;10(5):261–75.
5. Bellelis P , Dias JA Jr, Podgaec S, Gonzales M, Baracat EC, Abrão MS. Epidemiological and clinical aspects of pelvic endometriosis–a case series. Rev Assoc Med Bras (1992). 2010;56(4):467–71.
6. Bazot M, Daraï E. Diagnosis of deep endometriosis: clinical examination, ultrasonography, magnetic resonance imaging, and other techniques. Fertil Steril. 2017;108(6):886–94.
7. Dunselman GA, Vermeulen N, Becker C, Calhaz-Jorge C, D’Hooghe T, De Bie B, et al.; European Society of Human Reproduction and Embryology. ESHRE guideline: management of women with endometriosis. Hum Reprod. 2014;29(3):400–12.
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passage: SINTOMAS DA PACIENTEOvárioA BEndometriomaFIGURA 10-4 Fotografias de um endometrioma. A. Peça cirúrgica de ovário contendo endometrioma. B. Ao abrir o endometrioma, observa-se líqui-do cor de chocolate. (Fotografias cedidas pela Dra. Roxanne Pero.)Hoffman_10.indd 286 03/10/13 16:58DisúriaEmbora sejam sintomas menos comuns em casos de endome-triose, queixas como disúria e frequência e urgência urinárias cíclicas podem ser observadas nas mulheres afetadas. A endo-metriose deve ser suspeitada se tais sintomas forem acompa-nhados de culturas negativas de urina (Vercellini, 1996a). Se forem observados hematúria ou sintomas vesicais significati-vos, a cistoscopia pode ser realizada para investigação comple-mentar e confirmação diagnóstica.
Dor defecatóriaA defecação dolorosa é mais rara do que os outros tipos de dor pélvica e normalmente reflete a presença de implantes de endometriose no retossigmoide (Azzena, 1998). Os sintomas podem ser crônicos ou cíclicos e estar associados à constipação, diarreia ou hematoquezia cíclica (Remorgida, 2007).
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passage: Exame de imagem • Ultrassonografia pélvica transvaginal ou por via abdo -minal em mulheres que não iniciaram atividade sexual. Particularmente importante nas amenorreias primárias, 7Benetti-Pinto CL, Soares Júnior JM, Yela DAProtocolos Febrasgo | Nº38 | 2018fluxo menstrual. Nas amenorreias secundárias, o resultado é utilizado como condição para o diagnóstico de síndrome dos ovários policísticos.
• Ressonância magnética em casos particulares. Para avalia -ção pélvica, em especial em alguns casos de malformação dos órgãos genitais. Ressonância magnética ou tomografia de sela túrcica ou de crânio, quando necessário investigar tumores.
Cariótipo • Particularmente indicado nas amenorreias hipergonadotró -ficas, isto é, com níveis de FSH elevados que se manifestem como amenorreia primária ou nas que se manifestam como amenorreia secundária em mulheres com menos de 30 anos. Também deve ser solicitado nas amenorreias primárias com ausência de útero e FSH normal, quando é preciso incluir do -sagem de testosterona para investigar a síndrome de insensi -bilidade androgênica.
Pode-se dizer que os três principais “marcadores” da conduta investigativa são:1. Presença ou ausência de desenvolvimento mamário: marcador da ação estrogênica, e, portanto, de função ovariana em algum momento.
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passage: FIGURA 10-6 Ultrassonografia transvaginal demonstrando endome-trioma ovariano. Observa-se cisto com ecos internos difusos de baixa intensidade. (Imagem cedida pela Dra. Elysia Moschos.)FIGURA 10-7 Corte coronal em TC multicorte com enteróclise. A seta indica um nódulo endometriótico localizado sobre o sigmoide que não alcança a profundidade da camada muscular própria. (De Biscaldi, 2007, com permissão.)Hoffman_10.indd 290 03/10/13 16:58 ■ Laparoscopia diagnósticaEssa ferramente é o principal método usado para o diagnóstico de endometriose (Kennedy, 2005). Os achados laparoscópicos podem variar e incluem lesões endometrióticas discretas, endo-metrioma e aderências.
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passage: Deve ser realizada entre o 7o e o 10o dia do ciclo até ruptura ovular. Em geral, os folículos crescem 1 a 2 mm por dia, tornando-se maduros e propensos à ruptura quando medem 18 a 24 mm. A visualização do cumulus oophorus e a espessura endometrialde cerca de 10 mm podem prever a ovulação. Trata-se do único exame capaz de identificar a síndrome LUF.2,42HisterossalpingografiaÉ o exame padrão-ouro na investigação das tubas uterinas. Avalia alteração anatômica e permeabilidade tubárias, com aconstatação da prova de Cotte, o que revela obstrução unilateral ou bilateral.
Ressonância magnéticaA ressonância magnética (RM) tem grande importância no diagnóstico da endometriose, principalmente por permitir aidentificação das lesões de permeio a aderências e a avaliação da extensão das lesões subperitoneais. Portanto, quando essaslesões para a endometriose profunda não são visualizadas por laparoscopia com exatidão, a RM tem sensibilidade eespecificidade > 90%.41Procedimentos endoscópicos Videolaparoscopia. Trata-se do método mais sensível e específico na investigação dos fatores tuboperitoneais, mas está■1.
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passage: Reproduzida da American Diabetes Association, 2010.
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Os critérios ultrassonográficos para ovários policísticos da conferência de Rotterdam de 2003 incluem $ 12 cistos peque-nos (2 a 9 mm de diâmetro) ou volume ovariano aumentado (. 10 mL), ou ambos (Fig. 17-11). Com frequência, há maior quantidade de estroma em relação ao número de folículos (Ba-len, 2003). Apenas um ovário com essas características é su-ficiente para definir a SOP . Entretanto, esses critérios não se aplicam a mulheres que usam contraceptivos orais combinados (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Sponsored PCOS Consen-sus Workshop Group, 2004).
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: Apesar de ser uma causa rara de DPC, é muito frequente as mulheres com resíduos ovarianos sintomáticos queixarem-se de dor cíclica crônica ou dispareunia. O início dos sintomas é variável, podendo começar anos após a cirurgia (Nezhat, 2005).
As mulheres com essas síndromes podem apresentar massa pélvica palpável no exame bimanual (Orford, 1996). A ultras-sonografia é esclarecedora em muitos casos, e naqueles com resíduos ovarianos, os ovários algumas vezes podem ser iden-tificados como uma borda fina de córtex ovariano ao redor de cisto ovariano coexistente (Fleischer, 1998). Casos indetermi-nados podem necessitar de imagens por TC ou RM. Nos casos em que houver suspeita de compressão uretral, justifica-se a pielografia intravenosa. Exames laboratoriais, em especial a do-sagem do hormônio folículo-estimulante (FSH) nas mulheres em idade reprodutiva com histórico de ooforectomia bilateral, podem ser úteis. A observação de níveis na faixa esperada para a pré-menopausa é sugestiva de tecido ovariano funcional resi-dual (Magtibay, 2005).
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passage: 8. O Drilling Ovariano Laparoscópico (DOL) é opção terapêutica não farmacológica indicada para tratar anovulação das pacien-14Indução da ovulaçãoProtocolos Febrasgo | Nº47 | 2018cias pélvicas e insu/f_i ciência ovariana iatrogênica. Não apresenta maiores taxas de nascido-vivo ou de gestação comparado aos outros indutores da ovulação (Recomendação grau A).
Referências1. Stein IF, Leventhal ML. Amenorrhea associated with bilateral polycystic ovaries. Am J Obstet Gynecol 1935;29:181-91.
2. Polson DW, Wadsworth J, Adams J, Franks S. Polycystic ovaries - a common /f_i nding in normal women. Lancet 1988;1:870-2.
3. Azziz R, Woods KS, Reyna R, Key TJ, Knochenhauer ES, Yildiz BO. The prevalence and features of the polycystic ovary syndrome in an unselected population. J Clin Endocrinol Metabol. 2004;89:2745-9.
4. Balen AH, Conway GS, Kaltsas G, Techatrasak K, Manning PJ, West C, Jacobs HS. Polycystic ovary syndrome: the spectrum of the disorder in 1741 patients. Hum Reprod 1995;10(8):2107-11.
5. Legro RS, Spielman R, Urbanek M, Driscoll D, Strauss JF 3rd, Dunaif A. Phenotype and genotype in polycystic ovary syndrome. Recent Prog Horm Res 1998;53:217-56.
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passage: Referências1. Nisolle M, Donnez J. Peritoneal endometriosis, ovarian endometriosis, and adenomyotic nodules of the rectovaginal septum are three different entities. Fertil Steril. 1997;68(4):585–96.
2. Eskenazi B, Warner ML. Epidemiology of endometriosis. Obstet Gynecol Clin North Am. 1997;24(2):235–58.
3. Sampson JA. metastatic or embolic endometriosis, due to the menstrual dissemination of endometrial tissue into the venous circulation. Am J Pathol. 1927;3(2):93-110.43.
4. Vercellini P , Viganò P , Somigliana E, Fedele L. Endometriosis: pathogenesis and treatment. Nat Rev Endocrinol. 2014;10(5):261–75.
5. Bellelis P , Dias JA Jr, Podgaec S, Gonzales M, Baracat EC, Abrão MS. Epidemiological and clinical aspects of pelvic endometriosis–a case series. Rev Assoc Med Bras (1992). 2010;56(4):467–71.
6. Bazot M, Daraï E. Diagnosis of deep endometriosis: clinical examination, ultrasonography, magnetic resonance imaging, and other techniques. Fertil Steril. 2017;108(6):886–94.
7. Dunselman GA, Vermeulen N, Becker C, Calhaz-Jorge C, D’Hooghe T, De Bie B, et al.; European Society of Human Reproduction and Embryology. ESHRE guideline: management of women with endometriosis. Hum Reprod. 2014;29(3):400–12.
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passage: DescritoresSíndrome dos ovários policísticos/terapia; Anovulação; Infertilidade; HirsutismoCIDE28.2Como citar? Soares Júnior JM. Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 39/ Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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Olá! Entendo sua preocupação e vamos conversar sobre isso. É importante avaliarmos todos os seus sintomas e os resultados dos exames para chegarmos a um diagnóstico preciso.
A dor que você sente durante a menstruação, localizada nos ovários, reto, abdômen e quadril, pode estar relacionada a diversas condições, e a endometriose é uma delas. O fato de você ter usado contraceptivos por um longo período pode ter mascarado alguns sintomas, tornando o diagnóstico mais desafiador.
O ultrassom com padrão policístico nos ovários sugere a possibilidade de Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), que é um distúrbio hormonal comum em mulheres em idade reprodutiva. No entanto, a SOP nem sempre explica todas as suas queixas de dor, principalmente as dores no reto e no quadril, que podem indicar endometriose.
A endometriose ocorre quando o tecido semelhante ao endométrio (revestimento interno do útero) cresce fora do útero, podendo afetar os ovários, as trompas, o intestino, a bexiga e outros órgãos da pelve. Os sintomas da endometriose variam muito de mulher para mulher, mas geralmente incluem dor pélvica, cólicas menstruais intensas, dor durante a relação sexual, dor ao evacuar (dor defecatória) e sangramento irregular.
A ressonância magnética que você realizou no início do ano e que apresentou resultado normal é um dado importante, mas o fato de você não estar menstruando no momento do exame pode ter influenciado o resultado. A endometriose pode ser mais difícil de ser visualizada na ressonância quando não há sangramento ativo.
Diante do seu quadro, o próximo passo seria considerar a realização de outros exames e uma avaliação mais aprofundada. Uma ultrassonografia transvaginal pode ajudar a visualizar melhor os ovários e a identificar possíveis endometriomas (cistos ovarianos causados pela endometriose).
Além disso, a laparoscopia diagnóstica é considerada o padrão ouro para o diagnóstico da endometriose. Trata-se de um procedimento cirúrgico minimamente invasivo que permite ao médico visualizar diretamente os órgãos da pelve e identificar lesões de endometriose, além de realizar biópsias para confirmação diagnóstica.
É fundamental que você converse abertamente com seu ginecologista sobre seus sintomas e preocupações. Ele poderá solicitar os exames necessários e indicar o tratamento mais adequado para o seu caso. O tratamento da endometriose pode envolver o uso de medicamentos para aliviar a dor e controlar o crescimento do tecido endometrial, além de cirurgia em casos mais graves.
Lembre-se que cada caso é único, e o tratamento deve ser individualizado. Não hesite em buscar uma segunda opinião se sentir necessidade. Estou aqui para te ajudar no que for preciso.
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Meu exame Papanicolau apresentou atipias em células escamosas, compreendendo neoplasias intraepiteliais cervicais de grau. O que isso quer dizer?
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Isso significa que o exame detectou alterações que podem estar associadas a lesões no colo do útero causadas pelo HPV. É extremamente importante que você faça um exame chamado colposcopia para avaliar a presença dessas lesões e, se necessário, realizar o tratamento apropriado.
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passage: O que é cervicite crônica com metaplasia escamosa? “Estou com dúvida sobre cervicite crônica com metaplasia escamosa. Meu resultado de biópsia detectou isso. O que significa? Há necessidade de tratamento?” A cervicite crônica com metaplasia escamosa é uma inflamação crônica que causa alterações do tecido que reveste o colo do útero. A metaplasia escamosa é o nome da alteração que pode ocorrer em resposta à infecção por alguns tipos de papilomavírus humanos (HPV). O exame de papanicolau é utilizado para o diagnóstico precoce de alterações do revestimento do colo do útero. A cervicite crônica com metaplasia escamosa é a principal alteração investigada no exame. Isso porque o epitélio com metaplasia pode ter células atípicas, com displasia leve, moderada ou grave. A displasia grave pode ser precursora do câncer do colo uterino. Toda mulher que tem ou já teve relações sexuais deve fazer o exame papanicolau. Ele permite o diagnóstico de lesões que podem ser precursoras de câncer e maior chance de cura. O tratamento pode ser realizado com laser, crioterapia, cauterização ou, no caso de câncer, radioterapia, quimioterapia ou cirurgias.
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passage: O que é cervicite crônica com metaplasia escamosa? “Estou com dúvida sobre cervicite crônica com metaplasia escamosa. Meu resultado de biópsia detectou isso. O que significa? Há necessidade de tratamento?” A cervicite crônica com metaplasia escamosa é uma inflamação crônica que causa alterações do tecido que reveste o colo do útero. A metaplasia escamosa é o nome da alteração que pode ocorrer em resposta à infecção por alguns tipos de papilomavírus humanos (HPV). O exame de papanicolau é utilizado para o diagnóstico precoce de alterações do revestimento do colo do útero. A cervicite crônica com metaplasia escamosa é a principal alteração investigada no exame. Isso porque o epitélio com metaplasia pode ter células atípicas, com displasia leve, moderada ou grave. A displasia grave pode ser precursora do câncer do colo uterino. Toda mulher que tem ou já teve relações sexuais deve fazer o exame papanicolau. Ele permite o diagnóstico de lesões que podem ser precursoras de câncer e maior chance de cura. O tratamento pode ser realizado com laser, crioterapia, cauterização ou, no caso de câncer, radioterapia, quimioterapia ou cirurgias.
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passage: Neoplasias intraepiteliais cervicaisSão alterações do processo de maturação do epitélio, com diferentes graus de gravidade, dependendo daproporção de células imaturas atípicas ou da espessura de epitélio acometida e do grau de discariose.
Caracterizam-se por alterações arquiteturais do epitélio, assim como por alterações celulares, tais como aumentona relação núcleo/citoplasma, atipias nucleares e mitoses. Encontram-se, ainda, alterações celulares quesugerem a infecção pelos papilomavirus, tais como coilocitose e paraqueratose (Richart & Wright, 1991; IARC,2007).
Figura 74.1 Deciduose colo do útero. (Colpofotografias cedidas pela Dra. Isabel do Val e pelo Dr. FábioRussomano.)•Figura 74.2 A.
NIC 1. B.
NIC 2. C.
NIC 3.
Em função da intensidade dessas alterações, as NIC são classificadas em graus 1, 2 ou 3. São essas ascaracterísticas histopatológicas de cada grau de lesão (Figura 74.2 A, B e C):NIC 1.
Perda de polaridade das células restrita ao terço do epitélio mais próximo da membrana basal, ondepodem ser encontradas figuras de mitose, porém típicas. Nas camadas superiores há grau leve de discariose,que se caracteriza por maturação citoplasmática completa e células superficiais com núcleos atípicosNIC 2.
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passage: O que é cervicite crônica com metaplasia escamosa? “Estou com dúvida sobre cervicite crônica com metaplasia escamosa. Meu resultado de biópsia detectou isso. O que significa? Há necessidade de tratamento?” A cervicite crônica com metaplasia escamosa é uma inflamação crônica que causa alterações do tecido que reveste o colo do útero. A metaplasia escamosa é o nome da alteração que pode ocorrer em resposta à infecção por alguns tipos de papilomavírus humanos (HPV). O exame de papanicolau é utilizado para o diagnóstico precoce de alterações do revestimento do colo do útero. A cervicite crônica com metaplasia escamosa é a principal alteração investigada no exame. Isso porque o epitélio com metaplasia pode ter células atípicas, com displasia leve, moderada ou grave. A displasia grave pode ser precursora do câncer do colo uterino. Toda mulher que tem ou já teve relações sexuais deve fazer o exame papanicolau. Ele permite o diagnóstico de lesões que podem ser precursoras de câncer e maior chance de cura. O tratamento pode ser realizado com laser, crioterapia, cauterização ou, no caso de câncer, radioterapia, quimioterapia ou cirurgias.
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passage: Neoplasias intraepiteliais cervicaisSão alterações do processo de maturação do epitélio, com diferentes graus de gravidade, dependendo daproporção de células imaturas atípicas ou da espessura de epitélio acometida e do grau de discariose.
Caracterizam-se por alterações arquiteturais do epitélio, assim como por alterações celulares, tais como aumentona relação núcleo/citoplasma, atipias nucleares e mitoses. Encontram-se, ainda, alterações celulares quesugerem a infecção pelos papilomavirus, tais como coilocitose e paraqueratose (Richart & Wright, 1991; IARC,2007).
Figura 74.1 Deciduose colo do útero. (Colpofotografias cedidas pela Dra. Isabel do Val e pelo Dr. FábioRussomano.)•Figura 74.2 A.
NIC 1. B.
NIC 2. C.
NIC 3.
Em função da intensidade dessas alterações, as NIC são classificadas em graus 1, 2 ou 3. São essas ascaracterísticas histopatológicas de cada grau de lesão (Figura 74.2 A, B e C):NIC 1.
Perda de polaridade das células restrita ao terço do epitélio mais próximo da membrana basal, ondepodem ser encontradas figuras de mitose, porém típicas. Nas camadas superiores há grau leve de discariose,que se caracteriza por maturação citoplasmática completa e células superficiais com núcleos atípicosNIC 2.
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passage: O que significa alterações celulares benignas reativas ou reparativas? “Fiz exame de papanicolau e o resultado mostrou: alterações celulares benignas reativas ou reparativas com inflamação. O que isto quer dizer?” Quando o papanicolau mostra que foram encontradas alterações celulares benignas reativas ou reparativas, significa que o colo do útero apresenta sinais de inflamação, provavelmente devido a doenças benignas, sem gravidade. Alterações celulares benignas reativas ou reparativas não são sinal de câncer. Porém, podem indicar infecções vaginais, como: Vaginose bacteriana: é a alteração da flora vaginal, com crescimento bacteriano anormal. Candidíase vaginal: é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Tricomoníase: é uma infecção pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Outras situações como trauma, atividade sexual, uso de medicamentos vaginais ou mesmo o uso de DIU também podem levar a este tipo de resultado no papanicolau. O resultado do exame de papanicolau deve ser sempre conferido e visto por um médico de família ou ginecologista, para melhor avaliação do resultado.
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passage: O que é cervicite crônica com metaplasia escamosa? “Estou com dúvida sobre cervicite crônica com metaplasia escamosa. Meu resultado de biópsia detectou isso. O que significa? Há necessidade de tratamento?” A cervicite crônica com metaplasia escamosa é uma inflamação crônica que causa alterações do tecido que reveste o colo do útero. A metaplasia escamosa é o nome da alteração que pode ocorrer em resposta à infecção por alguns tipos de papilomavírus humanos (HPV). O exame de papanicolau é utilizado para o diagnóstico precoce de alterações do revestimento do colo do útero. A cervicite crônica com metaplasia escamosa é a principal alteração investigada no exame. Isso porque o epitélio com metaplasia pode ter células atípicas, com displasia leve, moderada ou grave. A displasia grave pode ser precursora do câncer do colo uterino. Toda mulher que tem ou já teve relações sexuais deve fazer o exame papanicolau. Ele permite o diagnóstico de lesões que podem ser precursoras de câncer e maior chance de cura. O tratamento pode ser realizado com laser, crioterapia, cauterização ou, no caso de câncer, radioterapia, quimioterapia ou cirurgias.
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passage: Neoplasias intraepiteliais cervicaisSão alterações do processo de maturação do epitélio, com diferentes graus de gravidade, dependendo daproporção de células imaturas atípicas ou da espessura de epitélio acometida e do grau de discariose.
Caracterizam-se por alterações arquiteturais do epitélio, assim como por alterações celulares, tais como aumentona relação núcleo/citoplasma, atipias nucleares e mitoses. Encontram-se, ainda, alterações celulares quesugerem a infecção pelos papilomavirus, tais como coilocitose e paraqueratose (Richart & Wright, 1991; IARC,2007).
Figura 74.1 Deciduose colo do útero. (Colpofotografias cedidas pela Dra. Isabel do Val e pelo Dr. FábioRussomano.)•Figura 74.2 A.
NIC 1. B.
NIC 2. C.
NIC 3.
Em função da intensidade dessas alterações, as NIC são classificadas em graus 1, 2 ou 3. São essas ascaracterísticas histopatológicas de cada grau de lesão (Figura 74.2 A, B e C):NIC 1.
Perda de polaridade das células restrita ao terço do epitélio mais próximo da membrana basal, ondepodem ser encontradas figuras de mitose, porém típicas. Nas camadas superiores há grau leve de discariose,que se caracteriza por maturação citoplasmática completa e células superficiais com núcleos atípicosNIC 2.
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passage: O que significa alterações celulares benignas reativas ou reparativas? “Fiz exame de papanicolau e o resultado mostrou: alterações celulares benignas reativas ou reparativas com inflamação. O que isto quer dizer?” Quando o papanicolau mostra que foram encontradas alterações celulares benignas reativas ou reparativas, significa que o colo do útero apresenta sinais de inflamação, provavelmente devido a doenças benignas, sem gravidade. Alterações celulares benignas reativas ou reparativas não são sinal de câncer. Porém, podem indicar infecções vaginais, como: Vaginose bacteriana: é a alteração da flora vaginal, com crescimento bacteriano anormal. Candidíase vaginal: é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Tricomoníase: é uma infecção pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Outras situações como trauma, atividade sexual, uso de medicamentos vaginais ou mesmo o uso de DIU também podem levar a este tipo de resultado no papanicolau. O resultado do exame de papanicolau deve ser sempre conferido e visto por um médico de família ou ginecologista, para melhor avaliação do resultado.
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passage: De acordo com o Sistema Brasileiro de Laudos (2006)(15) as ati-pias citológicas são: Células escamosas atípicas de significado indetermina -do: essa atipia celular pode ser dividida em:1a- Possivelmente não neoplásicas (ASC-US): na gestan-te, a abordagem deve ser expectante com a repetição do exame col-pocitológico pelo menos seis a 12 semanas pós-parto.(16)9Quintana SM, Melli PP , Damaso E, Duarte GProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018suspeita de lesão invasora, deve ser realizada biópsia.
1. Células glandulares atípicas e células atípicas de origem indefinida, independente de não sugerirem neoplasia ou não afastarem lesão de alto grau : encaminhar a gestante para realizar colposcopia e realização de biópsia dirigida na suspeita de doença invasora. A curetagem endocervical e biop-sia endometrial estão contraindicadas no período gestacional.
2. Lesão escamosa de baixo grau (LSIL/LIEBG): representa o segundo diagnóstico citopatológico mais frequente, precedida apenas pela categoria ASC-US. A conduta é repetir a colpocitolo-gia pelo menos seis a 12 semanas após o término da gestação.(16)3. Lesão escamosa de alto grau (HSIL/LIEAG) ou lesões de maior gravidade: encaminhar a gestante para colposcopia de imediato, independente da idade gestacional.
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passage: O que é cervicite crônica com metaplasia escamosa? “Estou com dúvida sobre cervicite crônica com metaplasia escamosa. Meu resultado de biópsia detectou isso. O que significa? Há necessidade de tratamento?” A cervicite crônica com metaplasia escamosa é uma inflamação crônica que causa alterações do tecido que reveste o colo do útero. A metaplasia escamosa é o nome da alteração que pode ocorrer em resposta à infecção por alguns tipos de papilomavírus humanos (HPV). O exame de papanicolau é utilizado para o diagnóstico precoce de alterações do revestimento do colo do útero. A cervicite crônica com metaplasia escamosa é a principal alteração investigada no exame. Isso porque o epitélio com metaplasia pode ter células atípicas, com displasia leve, moderada ou grave. A displasia grave pode ser precursora do câncer do colo uterino. Toda mulher que tem ou já teve relações sexuais deve fazer o exame papanicolau. Ele permite o diagnóstico de lesões que podem ser precursoras de câncer e maior chance de cura. O tratamento pode ser realizado com laser, crioterapia, cauterização ou, no caso de câncer, radioterapia, quimioterapia ou cirurgias.
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passage: Neoplasias intraepiteliais cervicaisSão alterações do processo de maturação do epitélio, com diferentes graus de gravidade, dependendo daproporção de células imaturas atípicas ou da espessura de epitélio acometida e do grau de discariose.
Caracterizam-se por alterações arquiteturais do epitélio, assim como por alterações celulares, tais como aumentona relação núcleo/citoplasma, atipias nucleares e mitoses. Encontram-se, ainda, alterações celulares quesugerem a infecção pelos papilomavirus, tais como coilocitose e paraqueratose (Richart & Wright, 1991; IARC,2007).
Figura 74.1 Deciduose colo do útero. (Colpofotografias cedidas pela Dra. Isabel do Val e pelo Dr. FábioRussomano.)•Figura 74.2 A.
NIC 1. B.
NIC 2. C.
NIC 3.
Em função da intensidade dessas alterações, as NIC são classificadas em graus 1, 2 ou 3. São essas ascaracterísticas histopatológicas de cada grau de lesão (Figura 74.2 A, B e C):NIC 1.
Perda de polaridade das células restrita ao terço do epitélio mais próximo da membrana basal, ondepodem ser encontradas figuras de mitose, porém típicas. Nas camadas superiores há grau leve de discariose,que se caracteriza por maturação citoplasmática completa e células superficiais com núcleos atípicosNIC 2.
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passage: O que significa alterações celulares benignas reativas ou reparativas? “Fiz exame de papanicolau e o resultado mostrou: alterações celulares benignas reativas ou reparativas com inflamação. O que isto quer dizer?” Quando o papanicolau mostra que foram encontradas alterações celulares benignas reativas ou reparativas, significa que o colo do útero apresenta sinais de inflamação, provavelmente devido a doenças benignas, sem gravidade. Alterações celulares benignas reativas ou reparativas não são sinal de câncer. Porém, podem indicar infecções vaginais, como: Vaginose bacteriana: é a alteração da flora vaginal, com crescimento bacteriano anormal. Candidíase vaginal: é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Tricomoníase: é uma infecção pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Outras situações como trauma, atividade sexual, uso de medicamentos vaginais ou mesmo o uso de DIU também podem levar a este tipo de resultado no papanicolau. O resultado do exame de papanicolau deve ser sempre conferido e visto por um médico de família ou ginecologista, para melhor avaliação do resultado.
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passage: De acordo com o Sistema Brasileiro de Laudos (2006)(15) as ati-pias citológicas são: Células escamosas atípicas de significado indetermina -do: essa atipia celular pode ser dividida em:1a- Possivelmente não neoplásicas (ASC-US): na gestan-te, a abordagem deve ser expectante com a repetição do exame col-pocitológico pelo menos seis a 12 semanas pós-parto.(16)9Quintana SM, Melli PP , Damaso E, Duarte GProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018suspeita de lesão invasora, deve ser realizada biópsia.
1. Células glandulares atípicas e células atípicas de origem indefinida, independente de não sugerirem neoplasia ou não afastarem lesão de alto grau : encaminhar a gestante para realizar colposcopia e realização de biópsia dirigida na suspeita de doença invasora. A curetagem endocervical e biop-sia endometrial estão contraindicadas no período gestacional.
2. Lesão escamosa de baixo grau (LSIL/LIEBG): representa o segundo diagnóstico citopatológico mais frequente, precedida apenas pela categoria ASC-US. A conduta é repetir a colpocitolo-gia pelo menos seis a 12 semanas após o término da gestação.(16)3. Lesão escamosa de alto grau (HSIL/LIEAG) ou lesões de maior gravidade: encaminhar a gestante para colposcopia de imediato, independente da idade gestacional.
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passage: Como mostra a Figura 21-11 (p. 576), a presença de células escamosas no colo uterino varia ao longo do ciclo mens-trual e com as alterações no estado hormonal. Assim, é essen-cial registrar as informações clínicas pertinentes no formulário de requisição para possibilitar uma interpretação acurada do exame de Papanicolaou. Tais informações devem incluir data da última menstruação ou gravidez em curso, uso de hormô-nio exógeno, estado menopáusico, queixa de sangramento anormal e qualquer história de resultados anormais em outros exames de Papanicolaou, displasia ou câncer. Além disso, os dispositivos intrauterinos (DIUs) podem causar alterações ce-lulares reativas e sua presença deve ser registrada. Fatores de risco importantes, como imunossupressão, imigração recente de país subdesenvolvido ou ausência de rastreamento anterior adequado, podem ser úteis.
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passage: O que é cervicite crônica com metaplasia escamosa? “Estou com dúvida sobre cervicite crônica com metaplasia escamosa. Meu resultado de biópsia detectou isso. O que significa? Há necessidade de tratamento?” A cervicite crônica com metaplasia escamosa é uma inflamação crônica que causa alterações do tecido que reveste o colo do útero. A metaplasia escamosa é o nome da alteração que pode ocorrer em resposta à infecção por alguns tipos de papilomavírus humanos (HPV). O exame de papanicolau é utilizado para o diagnóstico precoce de alterações do revestimento do colo do útero. A cervicite crônica com metaplasia escamosa é a principal alteração investigada no exame. Isso porque o epitélio com metaplasia pode ter células atípicas, com displasia leve, moderada ou grave. A displasia grave pode ser precursora do câncer do colo uterino. Toda mulher que tem ou já teve relações sexuais deve fazer o exame papanicolau. Ele permite o diagnóstico de lesões que podem ser precursoras de câncer e maior chance de cura. O tratamento pode ser realizado com laser, crioterapia, cauterização ou, no caso de câncer, radioterapia, quimioterapia ou cirurgias.
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passage: Neoplasias intraepiteliais cervicaisSão alterações do processo de maturação do epitélio, com diferentes graus de gravidade, dependendo daproporção de células imaturas atípicas ou da espessura de epitélio acometida e do grau de discariose.
Caracterizam-se por alterações arquiteturais do epitélio, assim como por alterações celulares, tais como aumentona relação núcleo/citoplasma, atipias nucleares e mitoses. Encontram-se, ainda, alterações celulares quesugerem a infecção pelos papilomavirus, tais como coilocitose e paraqueratose (Richart & Wright, 1991; IARC,2007).
Figura 74.1 Deciduose colo do útero. (Colpofotografias cedidas pela Dra. Isabel do Val e pelo Dr. FábioRussomano.)•Figura 74.2 A.
NIC 1. B.
NIC 2. C.
NIC 3.
Em função da intensidade dessas alterações, as NIC são classificadas em graus 1, 2 ou 3. São essas ascaracterísticas histopatológicas de cada grau de lesão (Figura 74.2 A, B e C):NIC 1.
Perda de polaridade das células restrita ao terço do epitélio mais próximo da membrana basal, ondepodem ser encontradas figuras de mitose, porém típicas. Nas camadas superiores há grau leve de discariose,que se caracteriza por maturação citoplasmática completa e células superficiais com núcleos atípicosNIC 2.
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passage: O que significa alterações celulares benignas reativas ou reparativas? “Fiz exame de papanicolau e o resultado mostrou: alterações celulares benignas reativas ou reparativas com inflamação. O que isto quer dizer?” Quando o papanicolau mostra que foram encontradas alterações celulares benignas reativas ou reparativas, significa que o colo do útero apresenta sinais de inflamação, provavelmente devido a doenças benignas, sem gravidade. Alterações celulares benignas reativas ou reparativas não são sinal de câncer. Porém, podem indicar infecções vaginais, como: Vaginose bacteriana: é a alteração da flora vaginal, com crescimento bacteriano anormal. Candidíase vaginal: é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Tricomoníase: é uma infecção pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Outras situações como trauma, atividade sexual, uso de medicamentos vaginais ou mesmo o uso de DIU também podem levar a este tipo de resultado no papanicolau. O resultado do exame de papanicolau deve ser sempre conferido e visto por um médico de família ou ginecologista, para melhor avaliação do resultado.
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passage: De acordo com o Sistema Brasileiro de Laudos (2006)(15) as ati-pias citológicas são: Células escamosas atípicas de significado indetermina -do: essa atipia celular pode ser dividida em:1a- Possivelmente não neoplásicas (ASC-US): na gestan-te, a abordagem deve ser expectante com a repetição do exame col-pocitológico pelo menos seis a 12 semanas pós-parto.(16)9Quintana SM, Melli PP , Damaso E, Duarte GProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018suspeita de lesão invasora, deve ser realizada biópsia.
1. Células glandulares atípicas e células atípicas de origem indefinida, independente de não sugerirem neoplasia ou não afastarem lesão de alto grau : encaminhar a gestante para realizar colposcopia e realização de biópsia dirigida na suspeita de doença invasora. A curetagem endocervical e biop-sia endometrial estão contraindicadas no período gestacional.
2. Lesão escamosa de baixo grau (LSIL/LIEBG): representa o segundo diagnóstico citopatológico mais frequente, precedida apenas pela categoria ASC-US. A conduta é repetir a colpocitolo-gia pelo menos seis a 12 semanas após o término da gestação.(16)3. Lesão escamosa de alto grau (HSIL/LIEAG) ou lesões de maior gravidade: encaminhar a gestante para colposcopia de imediato, independente da idade gestacional.
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passage: Como mostra a Figura 21-11 (p. 576), a presença de células escamosas no colo uterino varia ao longo do ciclo mens-trual e com as alterações no estado hormonal. Assim, é essen-cial registrar as informações clínicas pertinentes no formulário de requisição para possibilitar uma interpretação acurada do exame de Papanicolaou. Tais informações devem incluir data da última menstruação ou gravidez em curso, uso de hormô-nio exógeno, estado menopáusico, queixa de sangramento anormal e qualquer história de resultados anormais em outros exames de Papanicolaou, displasia ou câncer. Além disso, os dispositivos intrauterinos (DIUs) podem causar alterações ce-lulares reativas e sua presença deve ser registrada. Fatores de risco importantes, como imunossupressão, imigração recente de país subdesenvolvido ou ausência de rastreamento anterior adequado, podem ser úteis.
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passage: TABELA 29-4 Sistema Bethesda 2001: anormalidades nas células epiteliaisCélulas escamosasCélulas escamosas atípicas (ASC)de significado indeterminado (ASC-US)não excluem LIEAG (ASC-H)Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (LIEBG)Lesão intraepitelial escamosa de alto grau (LIEAG)Carcinoma de células escamosasCélulas glandularesCélulas glandulares atípicas (AGC)Endocervicais, endometriais ou não especificadasCélulas glandulares atípicas favorecendo neoplasiaEndocervicais ou não especificadasAdenocarcinoma endocervical in situ (AIS)AdenocarcinomaRetirada de Solomon, 2002, com permissão.
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passage: O que é cervicite crônica com metaplasia escamosa? “Estou com dúvida sobre cervicite crônica com metaplasia escamosa. Meu resultado de biópsia detectou isso. O que significa? Há necessidade de tratamento?” A cervicite crônica com metaplasia escamosa é uma inflamação crônica que causa alterações do tecido que reveste o colo do útero. A metaplasia escamosa é o nome da alteração que pode ocorrer em resposta à infecção por alguns tipos de papilomavírus humanos (HPV). O exame de papanicolau é utilizado para o diagnóstico precoce de alterações do revestimento do colo do útero. A cervicite crônica com metaplasia escamosa é a principal alteração investigada no exame. Isso porque o epitélio com metaplasia pode ter células atípicas, com displasia leve, moderada ou grave. A displasia grave pode ser precursora do câncer do colo uterino. Toda mulher que tem ou já teve relações sexuais deve fazer o exame papanicolau. Ele permite o diagnóstico de lesões que podem ser precursoras de câncer e maior chance de cura. O tratamento pode ser realizado com laser, crioterapia, cauterização ou, no caso de câncer, radioterapia, quimioterapia ou cirurgias.
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passage: Neoplasias intraepiteliais cervicaisSão alterações do processo de maturação do epitélio, com diferentes graus de gravidade, dependendo daproporção de células imaturas atípicas ou da espessura de epitélio acometida e do grau de discariose.
Caracterizam-se por alterações arquiteturais do epitélio, assim como por alterações celulares, tais como aumentona relação núcleo/citoplasma, atipias nucleares e mitoses. Encontram-se, ainda, alterações celulares quesugerem a infecção pelos papilomavirus, tais como coilocitose e paraqueratose (Richart & Wright, 1991; IARC,2007).
Figura 74.1 Deciduose colo do útero. (Colpofotografias cedidas pela Dra. Isabel do Val e pelo Dr. FábioRussomano.)•Figura 74.2 A.
NIC 1. B.
NIC 2. C.
NIC 3.
Em função da intensidade dessas alterações, as NIC são classificadas em graus 1, 2 ou 3. São essas ascaracterísticas histopatológicas de cada grau de lesão (Figura 74.2 A, B e C):NIC 1.
Perda de polaridade das células restrita ao terço do epitélio mais próximo da membrana basal, ondepodem ser encontradas figuras de mitose, porém típicas. Nas camadas superiores há grau leve de discariose,que se caracteriza por maturação citoplasmática completa e células superficiais com núcleos atípicosNIC 2.
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passage: O que significa alterações celulares benignas reativas ou reparativas? “Fiz exame de papanicolau e o resultado mostrou: alterações celulares benignas reativas ou reparativas com inflamação. O que isto quer dizer?” Quando o papanicolau mostra que foram encontradas alterações celulares benignas reativas ou reparativas, significa que o colo do útero apresenta sinais de inflamação, provavelmente devido a doenças benignas, sem gravidade. Alterações celulares benignas reativas ou reparativas não são sinal de câncer. Porém, podem indicar infecções vaginais, como: Vaginose bacteriana: é a alteração da flora vaginal, com crescimento bacteriano anormal. Candidíase vaginal: é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Tricomoníase: é uma infecção pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Outras situações como trauma, atividade sexual, uso de medicamentos vaginais ou mesmo o uso de DIU também podem levar a este tipo de resultado no papanicolau. O resultado do exame de papanicolau deve ser sempre conferido e visto por um médico de família ou ginecologista, para melhor avaliação do resultado.
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passage: De acordo com o Sistema Brasileiro de Laudos (2006)(15) as ati-pias citológicas são: Células escamosas atípicas de significado indetermina -do: essa atipia celular pode ser dividida em:1a- Possivelmente não neoplásicas (ASC-US): na gestan-te, a abordagem deve ser expectante com a repetição do exame col-pocitológico pelo menos seis a 12 semanas pós-parto.(16)9Quintana SM, Melli PP , Damaso E, Duarte GProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018suspeita de lesão invasora, deve ser realizada biópsia.
1. Células glandulares atípicas e células atípicas de origem indefinida, independente de não sugerirem neoplasia ou não afastarem lesão de alto grau : encaminhar a gestante para realizar colposcopia e realização de biópsia dirigida na suspeita de doença invasora. A curetagem endocervical e biop-sia endometrial estão contraindicadas no período gestacional.
2. Lesão escamosa de baixo grau (LSIL/LIEBG): representa o segundo diagnóstico citopatológico mais frequente, precedida apenas pela categoria ASC-US. A conduta é repetir a colpocitolo-gia pelo menos seis a 12 semanas após o término da gestação.(16)3. Lesão escamosa de alto grau (HSIL/LIEAG) ou lesões de maior gravidade: encaminhar a gestante para colposcopia de imediato, independente da idade gestacional.
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passage: Como mostra a Figura 21-11 (p. 576), a presença de células escamosas no colo uterino varia ao longo do ciclo mens-trual e com as alterações no estado hormonal. Assim, é essen-cial registrar as informações clínicas pertinentes no formulário de requisição para possibilitar uma interpretação acurada do exame de Papanicolaou. Tais informações devem incluir data da última menstruação ou gravidez em curso, uso de hormô-nio exógeno, estado menopáusico, queixa de sangramento anormal e qualquer história de resultados anormais em outros exames de Papanicolaou, displasia ou câncer. Além disso, os dispositivos intrauterinos (DIUs) podem causar alterações ce-lulares reativas e sua presença deve ser registrada. Fatores de risco importantes, como imunossupressão, imigração recente de país subdesenvolvido ou ausência de rastreamento anterior adequado, podem ser úteis.
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passage: TABELA 29-4 Sistema Bethesda 2001: anormalidades nas células epiteliaisCélulas escamosasCélulas escamosas atípicas (ASC)de significado indeterminado (ASC-US)não excluem LIEAG (ASC-H)Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (LIEBG)Lesão intraepitelial escamosa de alto grau (LIEAG)Carcinoma de células escamosasCélulas glandularesCélulas glandulares atípicas (AGC)Endocervicais, endometriais ou não especificadasCélulas glandulares atípicas favorecendo neoplasiaEndocervicais ou não especificadasAdenocarcinoma endocervical in situ (AIS)AdenocarcinomaRetirada de Solomon, 2002, com permissão.
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passage: Células escamosas atípicas que não se pode excluir LIEAG. 5 a 10% de ASC, é relatado como células escamosas atípicas sem possibilidade de exclusão de lesão intraepitelial de alto grau (ASC-H). Este achado não deve ser confundido com ASC-US. A denominação ASC-H descreve a presença de alterações ce-lulares que não preenchem os critérios citológicos para lesão intraepitelial escamosa de alto grau (LIEAG), mas sem que seja possível afastar essa possibilidade. Nesses casos, encontram-se lesões LIEAG em mais de 25% dos casos. Essa porcentagem é superior à encontrada nos casos de ASC-US e, portanto, há indicação de colposcopia para investigação (Wright. 2007b).
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passage: O que é cervicite crônica com metaplasia escamosa? “Estou com dúvida sobre cervicite crônica com metaplasia escamosa. Meu resultado de biópsia detectou isso. O que significa? Há necessidade de tratamento?” A cervicite crônica com metaplasia escamosa é uma inflamação crônica que causa alterações do tecido que reveste o colo do útero. A metaplasia escamosa é o nome da alteração que pode ocorrer em resposta à infecção por alguns tipos de papilomavírus humanos (HPV). O exame de papanicolau é utilizado para o diagnóstico precoce de alterações do revestimento do colo do útero. A cervicite crônica com metaplasia escamosa é a principal alteração investigada no exame. Isso porque o epitélio com metaplasia pode ter células atípicas, com displasia leve, moderada ou grave. A displasia grave pode ser precursora do câncer do colo uterino. Toda mulher que tem ou já teve relações sexuais deve fazer o exame papanicolau. Ele permite o diagnóstico de lesões que podem ser precursoras de câncer e maior chance de cura. O tratamento pode ser realizado com laser, crioterapia, cauterização ou, no caso de câncer, radioterapia, quimioterapia ou cirurgias.
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passage: Neoplasias intraepiteliais cervicaisSão alterações do processo de maturação do epitélio, com diferentes graus de gravidade, dependendo daproporção de células imaturas atípicas ou da espessura de epitélio acometida e do grau de discariose.
Caracterizam-se por alterações arquiteturais do epitélio, assim como por alterações celulares, tais como aumentona relação núcleo/citoplasma, atipias nucleares e mitoses. Encontram-se, ainda, alterações celulares quesugerem a infecção pelos papilomavirus, tais como coilocitose e paraqueratose (Richart & Wright, 1991; IARC,2007).
Figura 74.1 Deciduose colo do útero. (Colpofotografias cedidas pela Dra. Isabel do Val e pelo Dr. FábioRussomano.)•Figura 74.2 A.
NIC 1. B.
NIC 2. C.
NIC 3.
Em função da intensidade dessas alterações, as NIC são classificadas em graus 1, 2 ou 3. São essas ascaracterísticas histopatológicas de cada grau de lesão (Figura 74.2 A, B e C):NIC 1.
Perda de polaridade das células restrita ao terço do epitélio mais próximo da membrana basal, ondepodem ser encontradas figuras de mitose, porém típicas. Nas camadas superiores há grau leve de discariose,que se caracteriza por maturação citoplasmática completa e células superficiais com núcleos atípicosNIC 2.
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passage: O que significa alterações celulares benignas reativas ou reparativas? “Fiz exame de papanicolau e o resultado mostrou: alterações celulares benignas reativas ou reparativas com inflamação. O que isto quer dizer?” Quando o papanicolau mostra que foram encontradas alterações celulares benignas reativas ou reparativas, significa que o colo do útero apresenta sinais de inflamação, provavelmente devido a doenças benignas, sem gravidade. Alterações celulares benignas reativas ou reparativas não são sinal de câncer. Porém, podem indicar infecções vaginais, como: Vaginose bacteriana: é a alteração da flora vaginal, com crescimento bacteriano anormal. Candidíase vaginal: é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Tricomoníase: é uma infecção pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Outras situações como trauma, atividade sexual, uso de medicamentos vaginais ou mesmo o uso de DIU também podem levar a este tipo de resultado no papanicolau. O resultado do exame de papanicolau deve ser sempre conferido e visto por um médico de família ou ginecologista, para melhor avaliação do resultado.
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passage: De acordo com o Sistema Brasileiro de Laudos (2006)(15) as ati-pias citológicas são: Células escamosas atípicas de significado indetermina -do: essa atipia celular pode ser dividida em:1a- Possivelmente não neoplásicas (ASC-US): na gestan-te, a abordagem deve ser expectante com a repetição do exame col-pocitológico pelo menos seis a 12 semanas pós-parto.(16)9Quintana SM, Melli PP , Damaso E, Duarte GProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018suspeita de lesão invasora, deve ser realizada biópsia.
1. Células glandulares atípicas e células atípicas de origem indefinida, independente de não sugerirem neoplasia ou não afastarem lesão de alto grau : encaminhar a gestante para realizar colposcopia e realização de biópsia dirigida na suspeita de doença invasora. A curetagem endocervical e biop-sia endometrial estão contraindicadas no período gestacional.
2. Lesão escamosa de baixo grau (LSIL/LIEBG): representa o segundo diagnóstico citopatológico mais frequente, precedida apenas pela categoria ASC-US. A conduta é repetir a colpocitolo-gia pelo menos seis a 12 semanas após o término da gestação.(16)3. Lesão escamosa de alto grau (HSIL/LIEAG) ou lesões de maior gravidade: encaminhar a gestante para colposcopia de imediato, independente da idade gestacional.
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passage: Como mostra a Figura 21-11 (p. 576), a presença de células escamosas no colo uterino varia ao longo do ciclo mens-trual e com as alterações no estado hormonal. Assim, é essen-cial registrar as informações clínicas pertinentes no formulário de requisição para possibilitar uma interpretação acurada do exame de Papanicolaou. Tais informações devem incluir data da última menstruação ou gravidez em curso, uso de hormô-nio exógeno, estado menopáusico, queixa de sangramento anormal e qualquer história de resultados anormais em outros exames de Papanicolaou, displasia ou câncer. Além disso, os dispositivos intrauterinos (DIUs) podem causar alterações ce-lulares reativas e sua presença deve ser registrada. Fatores de risco importantes, como imunossupressão, imigração recente de país subdesenvolvido ou ausência de rastreamento anterior adequado, podem ser úteis.
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passage: TABELA 29-4 Sistema Bethesda 2001: anormalidades nas células epiteliaisCélulas escamosasCélulas escamosas atípicas (ASC)de significado indeterminado (ASC-US)não excluem LIEAG (ASC-H)Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (LIEBG)Lesão intraepitelial escamosa de alto grau (LIEAG)Carcinoma de células escamosasCélulas glandularesCélulas glandulares atípicas (AGC)Endocervicais, endometriais ou não especificadasCélulas glandulares atípicas favorecendo neoplasiaEndocervicais ou não especificadasAdenocarcinoma endocervical in situ (AIS)AdenocarcinomaRetirada de Solomon, 2002, com permissão.
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passage: Células escamosas atípicas que não se pode excluir LIEAG. 5 a 10% de ASC, é relatado como células escamosas atípicas sem possibilidade de exclusão de lesão intraepitelial de alto grau (ASC-H). Este achado não deve ser confundido com ASC-US. A denominação ASC-H descreve a presença de alterações ce-lulares que não preenchem os critérios citológicos para lesão intraepitelial escamosa de alto grau (LIEAG), mas sem que seja possível afastar essa possibilidade. Nesses casos, encontram-se lesões LIEAG em mais de 25% dos casos. Essa porcentagem é superior à encontrada nos casos de ASC-US e, portanto, há indicação de colposcopia para investigação (Wright. 2007b).
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passage: Anormalidades em células glandulares. Essa categoria im-plica alto risco de neoplasia (Zhao, 2009). De acordo com a revisão realizado por Schnatz e colaboradores (2006), em com-paração com a doença glandular, a neoplasia escamosa é mais comumente diagnosticada quando da investigação de citologia com atipia de célula glandular (AGC). Também há maior risco de câncer de endométrio ou de outros cânceres do trato repro-dutivo. Portanto, a investigação de anomalias glandulares deve incluir colposcopia e curetagem do endocérvice. Também deve incluir amostragem de endométrio em pacientes não grávidas com idade acima de 35 anos ou naquelas mais jovens se houver história de sangramento anormal, se forem encontrados fatores de risco para doença do endométrio ou se o laudo da citolo-gia especificar que as células glandulares atípicas têm origem endometrial. Aproximadamente 50% das patologias diagnos-ticadas em sequência a citologia com descrição de AGC são endometriais.
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passage: O que é cervicite crônica com metaplasia escamosa? “Estou com dúvida sobre cervicite crônica com metaplasia escamosa. Meu resultado de biópsia detectou isso. O que significa? Há necessidade de tratamento?” A cervicite crônica com metaplasia escamosa é uma inflamação crônica que causa alterações do tecido que reveste o colo do útero. A metaplasia escamosa é o nome da alteração que pode ocorrer em resposta à infecção por alguns tipos de papilomavírus humanos (HPV). O exame de papanicolau é utilizado para o diagnóstico precoce de alterações do revestimento do colo do útero. A cervicite crônica com metaplasia escamosa é a principal alteração investigada no exame. Isso porque o epitélio com metaplasia pode ter células atípicas, com displasia leve, moderada ou grave. A displasia grave pode ser precursora do câncer do colo uterino. Toda mulher que tem ou já teve relações sexuais deve fazer o exame papanicolau. Ele permite o diagnóstico de lesões que podem ser precursoras de câncer e maior chance de cura. O tratamento pode ser realizado com laser, crioterapia, cauterização ou, no caso de câncer, radioterapia, quimioterapia ou cirurgias.
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passage: Neoplasias intraepiteliais cervicaisSão alterações do processo de maturação do epitélio, com diferentes graus de gravidade, dependendo daproporção de células imaturas atípicas ou da espessura de epitélio acometida e do grau de discariose.
Caracterizam-se por alterações arquiteturais do epitélio, assim como por alterações celulares, tais como aumentona relação núcleo/citoplasma, atipias nucleares e mitoses. Encontram-se, ainda, alterações celulares quesugerem a infecção pelos papilomavirus, tais como coilocitose e paraqueratose (Richart & Wright, 1991; IARC,2007).
Figura 74.1 Deciduose colo do útero. (Colpofotografias cedidas pela Dra. Isabel do Val e pelo Dr. FábioRussomano.)•Figura 74.2 A.
NIC 1. B.
NIC 2. C.
NIC 3.
Em função da intensidade dessas alterações, as NIC são classificadas em graus 1, 2 ou 3. São essas ascaracterísticas histopatológicas de cada grau de lesão (Figura 74.2 A, B e C):NIC 1.
Perda de polaridade das células restrita ao terço do epitélio mais próximo da membrana basal, ondepodem ser encontradas figuras de mitose, porém típicas. Nas camadas superiores há grau leve de discariose,que se caracteriza por maturação citoplasmática completa e células superficiais com núcleos atípicosNIC 2.
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passage: O que significa alterações celulares benignas reativas ou reparativas? “Fiz exame de papanicolau e o resultado mostrou: alterações celulares benignas reativas ou reparativas com inflamação. O que isto quer dizer?” Quando o papanicolau mostra que foram encontradas alterações celulares benignas reativas ou reparativas, significa que o colo do útero apresenta sinais de inflamação, provavelmente devido a doenças benignas, sem gravidade. Alterações celulares benignas reativas ou reparativas não são sinal de câncer. Porém, podem indicar infecções vaginais, como: Vaginose bacteriana: é a alteração da flora vaginal, com crescimento bacteriano anormal. Candidíase vaginal: é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Tricomoníase: é uma infecção pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Outras situações como trauma, atividade sexual, uso de medicamentos vaginais ou mesmo o uso de DIU também podem levar a este tipo de resultado no papanicolau. O resultado do exame de papanicolau deve ser sempre conferido e visto por um médico de família ou ginecologista, para melhor avaliação do resultado.
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passage: De acordo com o Sistema Brasileiro de Laudos (2006)(15) as ati-pias citológicas são: Células escamosas atípicas de significado indetermina -do: essa atipia celular pode ser dividida em:1a- Possivelmente não neoplásicas (ASC-US): na gestan-te, a abordagem deve ser expectante com a repetição do exame col-pocitológico pelo menos seis a 12 semanas pós-parto.(16)9Quintana SM, Melli PP , Damaso E, Duarte GProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018suspeita de lesão invasora, deve ser realizada biópsia.
1. Células glandulares atípicas e células atípicas de origem indefinida, independente de não sugerirem neoplasia ou não afastarem lesão de alto grau : encaminhar a gestante para realizar colposcopia e realização de biópsia dirigida na suspeita de doença invasora. A curetagem endocervical e biop-sia endometrial estão contraindicadas no período gestacional.
2. Lesão escamosa de baixo grau (LSIL/LIEBG): representa o segundo diagnóstico citopatológico mais frequente, precedida apenas pela categoria ASC-US. A conduta é repetir a colpocitolo-gia pelo menos seis a 12 semanas após o término da gestação.(16)3. Lesão escamosa de alto grau (HSIL/LIEAG) ou lesões de maior gravidade: encaminhar a gestante para colposcopia de imediato, independente da idade gestacional.
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passage: Como mostra a Figura 21-11 (p. 576), a presença de células escamosas no colo uterino varia ao longo do ciclo mens-trual e com as alterações no estado hormonal. Assim, é essen-cial registrar as informações clínicas pertinentes no formulário de requisição para possibilitar uma interpretação acurada do exame de Papanicolaou. Tais informações devem incluir data da última menstruação ou gravidez em curso, uso de hormô-nio exógeno, estado menopáusico, queixa de sangramento anormal e qualquer história de resultados anormais em outros exames de Papanicolaou, displasia ou câncer. Além disso, os dispositivos intrauterinos (DIUs) podem causar alterações ce-lulares reativas e sua presença deve ser registrada. Fatores de risco importantes, como imunossupressão, imigração recente de país subdesenvolvido ou ausência de rastreamento anterior adequado, podem ser úteis.
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passage: TABELA 29-4 Sistema Bethesda 2001: anormalidades nas células epiteliaisCélulas escamosasCélulas escamosas atípicas (ASC)de significado indeterminado (ASC-US)não excluem LIEAG (ASC-H)Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (LIEBG)Lesão intraepitelial escamosa de alto grau (LIEAG)Carcinoma de células escamosasCélulas glandularesCélulas glandulares atípicas (AGC)Endocervicais, endometriais ou não especificadasCélulas glandulares atípicas favorecendo neoplasiaEndocervicais ou não especificadasAdenocarcinoma endocervical in situ (AIS)AdenocarcinomaRetirada de Solomon, 2002, com permissão.
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passage: Células escamosas atípicas que não se pode excluir LIEAG. 5 a 10% de ASC, é relatado como células escamosas atípicas sem possibilidade de exclusão de lesão intraepitelial de alto grau (ASC-H). Este achado não deve ser confundido com ASC-US. A denominação ASC-H descreve a presença de alterações ce-lulares que não preenchem os critérios citológicos para lesão intraepitelial escamosa de alto grau (LIEAG), mas sem que seja possível afastar essa possibilidade. Nesses casos, encontram-se lesões LIEAG em mais de 25% dos casos. Essa porcentagem é superior à encontrada nos casos de ASC-US e, portanto, há indicação de colposcopia para investigação (Wright. 2007b).
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passage: Anormalidades em células glandulares. Essa categoria im-plica alto risco de neoplasia (Zhao, 2009). De acordo com a revisão realizado por Schnatz e colaboradores (2006), em com-paração com a doença glandular, a neoplasia escamosa é mais comumente diagnosticada quando da investigação de citologia com atipia de célula glandular (AGC). Também há maior risco de câncer de endométrio ou de outros cânceres do trato repro-dutivo. Portanto, a investigação de anomalias glandulares deve incluir colposcopia e curetagem do endocérvice. Também deve incluir amostragem de endométrio em pacientes não grávidas com idade acima de 35 anos ou naquelas mais jovens se houver história de sangramento anormal, se forem encontrados fatores de risco para doença do endométrio ou se o laudo da citolo-gia especificar que as células glandulares atípicas têm origem endometrial. Aproximadamente 50% das patologias diagnos-ticadas em sequência a citologia com descrição de AGC são endometriais.
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passage: Os diagnósticos citológicos com maior probabilidade de representarem uma lesão precursora ou invasiva sãoHSIL, HSIL não podendo afastar microinvasão, carcinoma invasor, adenocarcinoma in situ, células escamosasatípicas de significado indeterminado não podendo afastar lesão de alto grau e células glandulares atípicas. Casoexista um desses diagnósticos citológicos, a mulher deve ser encaminhada para colposcopia tão logo quantopossível. Já nos diagnósticos citológicos de LSIL ou células escamosas atípicas de significado indeterminadopossivelmente não neoplásicas, quando a probabilidade de haver uma lesão precursora ou invasiva é maisremota, a mulher deve ser encaminhada para colposcopia apenas se mantiver essa atipia ou mais algum achadomais relevante em um segundo exame realizado 6 meses após o primeiro (ou 1 ano depois no caso de mulherescom menos de 20 anos) (MS/Inca, 2011).
Os critérios para encaminhamento para colposcopia não mudam durante a gestação, todavia, esta condiçãoimplica recomendações clínicas diferenciadas em relação às mulheres fora do período gestacional, normalmentepostergando procedimentos invasivos para 60 dias após o parto (MS/Inca, 2011).
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passage: O que é cervicite crônica com metaplasia escamosa? “Estou com dúvida sobre cervicite crônica com metaplasia escamosa. Meu resultado de biópsia detectou isso. O que significa? Há necessidade de tratamento?” A cervicite crônica com metaplasia escamosa é uma inflamação crônica que causa alterações do tecido que reveste o colo do útero. A metaplasia escamosa é o nome da alteração que pode ocorrer em resposta à infecção por alguns tipos de papilomavírus humanos (HPV). O exame de papanicolau é utilizado para o diagnóstico precoce de alterações do revestimento do colo do útero. A cervicite crônica com metaplasia escamosa é a principal alteração investigada no exame. Isso porque o epitélio com metaplasia pode ter células atípicas, com displasia leve, moderada ou grave. A displasia grave pode ser precursora do câncer do colo uterino. Toda mulher que tem ou já teve relações sexuais deve fazer o exame papanicolau. Ele permite o diagnóstico de lesões que podem ser precursoras de câncer e maior chance de cura. O tratamento pode ser realizado com laser, crioterapia, cauterização ou, no caso de câncer, radioterapia, quimioterapia ou cirurgias.
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passage: Neoplasias intraepiteliais cervicaisSão alterações do processo de maturação do epitélio, com diferentes graus de gravidade, dependendo daproporção de células imaturas atípicas ou da espessura de epitélio acometida e do grau de discariose.
Caracterizam-se por alterações arquiteturais do epitélio, assim como por alterações celulares, tais como aumentona relação núcleo/citoplasma, atipias nucleares e mitoses. Encontram-se, ainda, alterações celulares quesugerem a infecção pelos papilomavirus, tais como coilocitose e paraqueratose (Richart & Wright, 1991; IARC,2007).
Figura 74.1 Deciduose colo do útero. (Colpofotografias cedidas pela Dra. Isabel do Val e pelo Dr. FábioRussomano.)•Figura 74.2 A.
NIC 1. B.
NIC 2. C.
NIC 3.
Em função da intensidade dessas alterações, as NIC são classificadas em graus 1, 2 ou 3. São essas ascaracterísticas histopatológicas de cada grau de lesão (Figura 74.2 A, B e C):NIC 1.
Perda de polaridade das células restrita ao terço do epitélio mais próximo da membrana basal, ondepodem ser encontradas figuras de mitose, porém típicas. Nas camadas superiores há grau leve de discariose,que se caracteriza por maturação citoplasmática completa e células superficiais com núcleos atípicosNIC 2.
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passage: O que significa alterações celulares benignas reativas ou reparativas? “Fiz exame de papanicolau e o resultado mostrou: alterações celulares benignas reativas ou reparativas com inflamação. O que isto quer dizer?” Quando o papanicolau mostra que foram encontradas alterações celulares benignas reativas ou reparativas, significa que o colo do útero apresenta sinais de inflamação, provavelmente devido a doenças benignas, sem gravidade. Alterações celulares benignas reativas ou reparativas não são sinal de câncer. Porém, podem indicar infecções vaginais, como: Vaginose bacteriana: é a alteração da flora vaginal, com crescimento bacteriano anormal. Candidíase vaginal: é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Tricomoníase: é uma infecção pelo protozoário Trichomonas Vaginalis. Outras situações como trauma, atividade sexual, uso de medicamentos vaginais ou mesmo o uso de DIU também podem levar a este tipo de resultado no papanicolau. O resultado do exame de papanicolau deve ser sempre conferido e visto por um médico de família ou ginecologista, para melhor avaliação do resultado.
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passage: De acordo com o Sistema Brasileiro de Laudos (2006)(15) as ati-pias citológicas são: Células escamosas atípicas de significado indetermina -do: essa atipia celular pode ser dividida em:1a- Possivelmente não neoplásicas (ASC-US): na gestan-te, a abordagem deve ser expectante com a repetição do exame col-pocitológico pelo menos seis a 12 semanas pós-parto.(16)9Quintana SM, Melli PP , Damaso E, Duarte GProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018suspeita de lesão invasora, deve ser realizada biópsia.
1. Células glandulares atípicas e células atípicas de origem indefinida, independente de não sugerirem neoplasia ou não afastarem lesão de alto grau : encaminhar a gestante para realizar colposcopia e realização de biópsia dirigida na suspeita de doença invasora. A curetagem endocervical e biop-sia endometrial estão contraindicadas no período gestacional.
2. Lesão escamosa de baixo grau (LSIL/LIEBG): representa o segundo diagnóstico citopatológico mais frequente, precedida apenas pela categoria ASC-US. A conduta é repetir a colpocitolo-gia pelo menos seis a 12 semanas após o término da gestação.(16)3. Lesão escamosa de alto grau (HSIL/LIEAG) ou lesões de maior gravidade: encaminhar a gestante para colposcopia de imediato, independente da idade gestacional.
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passage: Como mostra a Figura 21-11 (p. 576), a presença de células escamosas no colo uterino varia ao longo do ciclo mens-trual e com as alterações no estado hormonal. Assim, é essen-cial registrar as informações clínicas pertinentes no formulário de requisição para possibilitar uma interpretação acurada do exame de Papanicolaou. Tais informações devem incluir data da última menstruação ou gravidez em curso, uso de hormô-nio exógeno, estado menopáusico, queixa de sangramento anormal e qualquer história de resultados anormais em outros exames de Papanicolaou, displasia ou câncer. Além disso, os dispositivos intrauterinos (DIUs) podem causar alterações ce-lulares reativas e sua presença deve ser registrada. Fatores de risco importantes, como imunossupressão, imigração recente de país subdesenvolvido ou ausência de rastreamento anterior adequado, podem ser úteis.
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passage: TABELA 29-4 Sistema Bethesda 2001: anormalidades nas células epiteliaisCélulas escamosasCélulas escamosas atípicas (ASC)de significado indeterminado (ASC-US)não excluem LIEAG (ASC-H)Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (LIEBG)Lesão intraepitelial escamosa de alto grau (LIEAG)Carcinoma de células escamosasCélulas glandularesCélulas glandulares atípicas (AGC)Endocervicais, endometriais ou não especificadasCélulas glandulares atípicas favorecendo neoplasiaEndocervicais ou não especificadasAdenocarcinoma endocervical in situ (AIS)AdenocarcinomaRetirada de Solomon, 2002, com permissão.
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passage: Células escamosas atípicas que não se pode excluir LIEAG. 5 a 10% de ASC, é relatado como células escamosas atípicas sem possibilidade de exclusão de lesão intraepitelial de alto grau (ASC-H). Este achado não deve ser confundido com ASC-US. A denominação ASC-H descreve a presença de alterações ce-lulares que não preenchem os critérios citológicos para lesão intraepitelial escamosa de alto grau (LIEAG), mas sem que seja possível afastar essa possibilidade. Nesses casos, encontram-se lesões LIEAG em mais de 25% dos casos. Essa porcentagem é superior à encontrada nos casos de ASC-US e, portanto, há indicação de colposcopia para investigação (Wright. 2007b).
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passage: Anormalidades em células glandulares. Essa categoria im-plica alto risco de neoplasia (Zhao, 2009). De acordo com a revisão realizado por Schnatz e colaboradores (2006), em com-paração com a doença glandular, a neoplasia escamosa é mais comumente diagnosticada quando da investigação de citologia com atipia de célula glandular (AGC). Também há maior risco de câncer de endométrio ou de outros cânceres do trato repro-dutivo. Portanto, a investigação de anomalias glandulares deve incluir colposcopia e curetagem do endocérvice. Também deve incluir amostragem de endométrio em pacientes não grávidas com idade acima de 35 anos ou naquelas mais jovens se houver história de sangramento anormal, se forem encontrados fatores de risco para doença do endométrio ou se o laudo da citolo-gia especificar que as células glandulares atípicas têm origem endometrial. Aproximadamente 50% das patologias diagnos-ticadas em sequência a citologia com descrição de AGC são endometriais.
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passage: Os diagnósticos citológicos com maior probabilidade de representarem uma lesão precursora ou invasiva sãoHSIL, HSIL não podendo afastar microinvasão, carcinoma invasor, adenocarcinoma in situ, células escamosasatípicas de significado indeterminado não podendo afastar lesão de alto grau e células glandulares atípicas. Casoexista um desses diagnósticos citológicos, a mulher deve ser encaminhada para colposcopia tão logo quantopossível. Já nos diagnósticos citológicos de LSIL ou células escamosas atípicas de significado indeterminadopossivelmente não neoplásicas, quando a probabilidade de haver uma lesão precursora ou invasiva é maisremota, a mulher deve ser encaminhada para colposcopia apenas se mantiver essa atipia ou mais algum achadomais relevante em um segundo exame realizado 6 meses após o primeiro (ou 1 ano depois no caso de mulherescom menos de 20 anos) (MS/Inca, 2011).
Os critérios para encaminhamento para colposcopia não mudam durante a gestação, todavia, esta condiçãoimplica recomendações clínicas diferenciadas em relação às mulheres fora do período gestacional, normalmentepostergando procedimentos invasivos para 60 dias após o parto (MS/Inca, 2011).
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passage: Células escamosas atípicas de significado indeterminado. A anormalidade citológica mais comum são as células escamo-sas atípicas de significância indeterminada (ASC-US). Essa denominação indica a presença de células sugestivas, mas que não preenchem os critérios para LIE. Embora um resultado de ASC-US normalmente preceda o diagnóstico de NIC 2 ou 3, esse risco chega apenas a 5 a 10%, e encontra-se câncer em apenas 1 a 2 por 1.000 casos (Solomon, 2002). Portanto, a investigação de ASC-US não deve ser excessivamente agressi-va. As três opções para avaliação de ASC-US são reflex test de DNA para HPV , colposcopia ou citologias repetidas aos 6 e 12 meses, com encaminhamento para colposcopia caso qualquer das citologias seja anormal (Wright, 2007b). Se for utilizada CBL, é preferível realizar o teste reflexo de DNA para HPV com a mesma amostra. Se forem encontrados tipos de HPV de alto risco, indica-se a colposcopia, já que o risco de NIC 2 ou de lesões de maior grau com achados positivos para HPV e ASC-US são iguais aos da lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (LIEBG). Se não houver HPV de alto risco, reco-menda-se repetir o exame citológico em 12 meses. Alternativa-mente, pode-se considerar colposcopia imediata em algumas pacientes cuja aderência a testes futuros pareça problemática.
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Olá! Entendo a sua preocupação com o resultado do seu Papanicolau. Vamos conversar sobre isso para que você entenda melhor o que significa e quais os próximos passos.
Quando o resultado do seu exame indica "atipias em células escamosas, compreendendo neoplasias intraepiteliais cervicais de grau", significa que foram encontradas alterações nas células do revestimento do seu colo do útero. Essas alterações são chamadas de neoplasias intraepiteliais cervicais (NIC) e são classificadas em graus, indicando a extensão da alteração celular.
É importante entender que essas alterações não são necessariamente câncer, mas sim lesões precursoras que, se não tratadas, podem evoluir para um câncer de colo de útero. A boa notícia é que, com o acompanhamento e tratamento adequados, a grande maioria dessas lesões é curável.
A classificação em graus (NIC 1, NIC 2 ou NIC 3) indica a profundidade da alteração no tecido do colo do útero. NIC 1 significa que a alteração está restrita a uma pequena parte do tecido, enquanto NIC 3 indica uma alteração mais extensa.
Diante desse resultado, o próximo passo é realizar um exame chamado colposcopia. A colposcopia permite que o médico visualize o colo do útero com uma lente de aumento e identifique áreas com alterações. Durante a colposcopia, é comum que se faça uma biópsia, que é a retirada de um pequeno fragmento de tecido para análise laboratorial. Essa análise vai confirmar o grau da lesão e descartar a presença de câncer.
Com o resultado da biópsia em mãos, poderemos definir o tratamento mais adequado para o seu caso. As opções de tratamento variam de acordo com o grau da lesão e podem incluir desde o acompanhamento regular com exames de Papanicolau e colposcopia até a remoção da área afetada por meio de procedimentos como cauterização, crioterapia (congelamento) ou cirurgia.
É fundamental que você mantenha a calma e siga as orientações médicas. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são as melhores formas de prevenir o câncer de colo de útero. Estou aqui para te acompanhar em cada etapa desse processo, esclarecendo suas dúvidas e te dando todo o suporte necessário. Lembre-se que o mais importante é cuidarmos da sua saúde e bem-estar.
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Minha cunhada está com semanas de gestação e está com dores e sangramento; também perdeu líquido. O que pode ser?
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Ela necessita ser avaliada com urgência, pois há diversas possibilidades, e somente a avaliação médica poderá definir do que se trata. Atenciosamente, Dr. Renato Gil Nisenbaum.
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passage: . Esses sintomas devem ser avaliados pelo obstetra, além de serem realizados exames para identificar a causa e, assim, iniciar o tratamento adequado, caso haja necessidade. Leia também: 1 a 3 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-1-a-3-semanas-de-gestacao
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passage: . Esses sintomas devem ser avaliados pelo obstetra, além de serem realizados exames para identificar a causa e, assim, iniciar o tratamento adequado, caso haja necessidade. Leia também: 1 a 3 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-1-a-3-semanas-de-gestacao
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passage: . Saiba como identificar o tampão mucoso. Algumas mulheres podem apresentar pequenas perdas de líquido amniótico antes do trabalho de parto ter começado e, por isso, se houver suspeita de rompimento da bolsa é importante informar o obstetra para que ele a possa avaliar. Confira como identificar se está entrando em trabalho de parto. Desta forma, é importante ficar atenta e colocar um absorvente para perceber a cor, a quantidade e a viscosidade da secreção, pois também pode ser sangue. Quando ir no médico É recomendado ir ao obstetra sempre que a grávida apresentar os seguintes sintomas: Corrimento amarelo, verde, marrom ou esverdeado; Corrimento com mau cheiro ou com sangue; Dor e ardência ao urinar; Coceira, sensação de queimação ou vermelhidão na região genital; Dor durante o contato íntimo ou sangramento; Sangramento vaginal; Suspeita de rompimento da bolsa. Na consulta médica deve-se informar quando os sintomas começaram e mostrar a calcinha suja para que o médico confira a cor, cheiro e espessura do corrimento, para chegar ao diagnóstico e então indicar que providências se deve tomar.
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passage: . Esses sintomas devem ser avaliados pelo obstetra, além de serem realizados exames para identificar a causa e, assim, iniciar o tratamento adequado, caso haja necessidade. Leia também: 1 a 3 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-1-a-3-semanas-de-gestacao
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passage: . Veja outras causas de sangramento vaginal na gravidez. 2. Alterações congênitas no bebê Algumas alterações congênitas no bebê, principalmente as que envolvem os rins ou trato urinário, podem resultar em perda de líquido amniótico após as 16 a 20 semanas de gestação. Isso porque essas condições podem afetar a produção e/ou liberação da urina pelo bebê, resultando em baixos níveis de líquido amniótico. 3. Problemas na placenta Alguns problemas na placenta, como descolamento de placenta ou síndrome de transfusão feto-fetal, podem causar perda de líquido amniótico. O descolamento da placenta acontece quando a placenta se separa do útero antes do trabalho de parto, provocando sangramento vaginal intenso ou dor abdominal intensa e constante. Leia também: Descolamento de placenta: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/descolamento-da-placenta Já a síndrome de transfusão feto-fetal é causada por um desequilíbrio da circulação da placenta em gestação de gêmeos idênticos. Isso faz com que um bebê receba mais sangue do que o outro, e consequentemente, o bebê que recebe menos sangue produz menos urina, o que reduz o volume do líquido amniótico. 4
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passage: . Esses sintomas devem ser avaliados pelo obstetra, além de serem realizados exames para identificar a causa e, assim, iniciar o tratamento adequado, caso haja necessidade. Leia também: 1 a 3 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-1-a-3-semanas-de-gestacao
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passage: . Veja outras causas de sangramento vaginal na gravidez. 2. Alterações congênitas no bebê Algumas alterações congênitas no bebê, principalmente as que envolvem os rins ou trato urinário, podem resultar em perda de líquido amniótico após as 16 a 20 semanas de gestação. Isso porque essas condições podem afetar a produção e/ou liberação da urina pelo bebê, resultando em baixos níveis de líquido amniótico. 3. Problemas na placenta Alguns problemas na placenta, como descolamento de placenta ou síndrome de transfusão feto-fetal, podem causar perda de líquido amniótico. O descolamento da placenta acontece quando a placenta se separa do útero antes do trabalho de parto, provocando sangramento vaginal intenso ou dor abdominal intensa e constante. Leia também: Descolamento de placenta: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/descolamento-da-placenta Já a síndrome de transfusão feto-fetal é causada por um desequilíbrio da circulação da placenta em gestação de gêmeos idênticos. Isso faz com que um bebê receba mais sangue do que o outro, e consequentemente, o bebê que recebe menos sangue produz menos urina, o que reduz o volume do líquido amniótico. 4
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passage: . Isso pode resultar em perda de líquido amniótico e comprometer o fornecimento de oxigênio e nutrientes para o bebê, uma vez que a placenta pode envelhecer e calcificar. Leia também: 41 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-41-semanas-de-gestacao Principais consequências A perda de líquido durante a gravidez pode resultar em algumas complicações para o bebê, como: Bebê menor para a idade gestacional; Atraso no crescimento ou no desenvolvimento dos pulmões e rins; Menor movimentação do bebê, o que pode causar atrofia muscular; Aumento do risco de compressão do cordão umbilical; Maior risco de infecções graves ou traumatismos; Dificuldade respiratória. Além disso, a perda de líquido amniótico pode resultar em natimorto ou até aborto espontâneo, principalmente quando a perda de líquido é mais intensa e acontece na primeira metade da gravidez, até a semana 24. A menor quantidade de líquido amniótico também interfere na visualização do bebê através da ultrassonografia sendo mais difícil a identificação de alterações fetais. O que fazer Na presença de perda de líquido amniótico, deve-se consultar o obstetra assim que possível para uma avaliação e identificar a causa da perda ou diminuição do líquido amniótico
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passage: . Isso pode resultar em perda de líquido amniótico e comprometer o fornecimento de oxigênio e nutrientes para o bebê, uma vez que a placenta pode envelhecer e calcificar. Leia também: 41 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-41-semanas-de-gestacao Principais consequências A perda de líquido durante a gravidez pode resultar em algumas complicações para o bebê, como: Bebê menor para a idade gestacional; Atraso no crescimento ou no desenvolvimento dos pulmões e rins; Menor movimentação do bebê, o que pode causar atrofia muscular; Aumento do risco de compressão do cordão umbilical; Maior risco de infecções graves ou traumatismos; Dificuldade respiratória. Além disso, a perda de líquido amniótico pode resultar em natimorto ou até aborto espontâneo, principalmente quando a perda de líquido é mais intensa e acontece na primeira metade da gravidez, até a semana 24. A menor quantidade de líquido amniótico também interfere na visualização do bebê através da ultrassonografia sendo mais difícil a identificação de alterações fetais. O que fazer Na presença de perda de líquido amniótico, deve-se consultar o obstetra assim que possível para uma avaliação e identificar a causa da perda ou diminuição do líquido amniótico
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passage: . Veja como saber que está perdendo líquido amniótico. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Possíveis causas As principais causas de perda de líquido na gravidez são: 1. Ruptura prematura de membranas A ruptura prematura de membranas é caracterizada pela perda de líquido amniótico na forma de gotejamento ou jato, causada pelo rompimento das membranas fetais antes das 37 semanas de gestação. Essa condição pode ser causada por histórico anterior de ruptura prematura de membranas, colo do útero curto, deficiências nutricionais de cobre ou vitamina C ou uso de cigarro ou drogas na gestação. Além disso, outras causas são baixo IMC ou sangramento vaginal no segundo ou terceiro trimestre. Veja outras causas de sangramento vaginal na gravidez. 2. Alterações congênitas no bebê Algumas alterações congênitas no bebê, principalmente as que envolvem os rins ou trato urinário, podem resultar em perda de líquido amniótico após as 16 a 20 semanas de gestação
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passage: . Esses sintomas devem ser avaliados pelo obstetra, além de serem realizados exames para identificar a causa e, assim, iniciar o tratamento adequado, caso haja necessidade. Leia também: 1 a 3 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-1-a-3-semanas-de-gestacao
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passage: . Isso pode resultar em perda de líquido amniótico e comprometer o fornecimento de oxigênio e nutrientes para o bebê, uma vez que a placenta pode envelhecer e calcificar. Leia também: 41 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-41-semanas-de-gestacao Principais consequências A perda de líquido durante a gravidez pode resultar em algumas complicações para o bebê, como: Bebê menor para a idade gestacional; Atraso no crescimento ou no desenvolvimento dos pulmões e rins; Menor movimentação do bebê, o que pode causar atrofia muscular; Aumento do risco de compressão do cordão umbilical; Maior risco de infecções graves ou traumatismos; Dificuldade respiratória. Além disso, a perda de líquido amniótico pode resultar em natimorto ou até aborto espontâneo, principalmente quando a perda de líquido é mais intensa e acontece na primeira metade da gravidez, até a semana 24. A menor quantidade de líquido amniótico também interfere na visualização do bebê através da ultrassonografia sendo mais difícil a identificação de alterações fetais. O que fazer Na presença de perda de líquido amniótico, deve-se consultar o obstetra assim que possível para uma avaliação e identificar a causa da perda ou diminuição do líquido amniótico
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passage: . Veja como saber que está perdendo líquido amniótico. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Possíveis causas As principais causas de perda de líquido na gravidez são: 1. Ruptura prematura de membranas A ruptura prematura de membranas é caracterizada pela perda de líquido amniótico na forma de gotejamento ou jato, causada pelo rompimento das membranas fetais antes das 37 semanas de gestação. Essa condição pode ser causada por histórico anterior de ruptura prematura de membranas, colo do útero curto, deficiências nutricionais de cobre ou vitamina C ou uso de cigarro ou drogas na gestação. Além disso, outras causas são baixo IMC ou sangramento vaginal no segundo ou terceiro trimestre. Veja outras causas de sangramento vaginal na gravidez. 2. Alterações congênitas no bebê Algumas alterações congênitas no bebê, principalmente as que envolvem os rins ou trato urinário, podem resultar em perda de líquido amniótico após as 16 a 20 semanas de gestação
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passage: . Diminuição dos movimentos fetais Os movimentos do bebê no útero são um importante indicador de sua saúde e, por isso, uma diminuição na frequência ou intensidade dos movimentos pode ser um sinal importante de falta de oxigênio. Dessa forma, se existir uma diminuição dos movimentos do bebê é importante ir ao obstetra para fazer um ultrassom e identificar se existe algum problema que precise ser tratado. 2. Sangramento vaginal Pequenos sangramentos ao longo da gestação são normais e não significam que algo está errado com a gravidez, no entanto, se existir um sangramento abundante pode significar que existe alguma alteração na placenta e, por isso, pode acontecer uma diminuição dos níveis de oxigênio para o bebê. Nestes casos, deve-se ir imediatamente ao hospital porque o sangramento também pode ser sinal de um aborto, especialmente se acontecer nas primeiras 20 semanas. 3. Presença de mecônio na bolsa de água A presença de mecônio na água quando a bolsa estoura é um sinal comum de sofrimento fetal durante o trabalho de parto. Geralmente, o líquido amniótico é transparente com uma coloração amarelada ou rosada, mas se estiver marrom ou esverdeado, pode indicar que o bebê está em sofrimento fetal. 4
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passage: . Isso pode resultar em perda de líquido amniótico e comprometer o fornecimento de oxigênio e nutrientes para o bebê, uma vez que a placenta pode envelhecer e calcificar. Leia também: 41 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-41-semanas-de-gestacao Principais consequências A perda de líquido durante a gravidez pode resultar em algumas complicações para o bebê, como: Bebê menor para a idade gestacional; Atraso no crescimento ou no desenvolvimento dos pulmões e rins; Menor movimentação do bebê, o que pode causar atrofia muscular; Aumento do risco de compressão do cordão umbilical; Maior risco de infecções graves ou traumatismos; Dificuldade respiratória. Além disso, a perda de líquido amniótico pode resultar em natimorto ou até aborto espontâneo, principalmente quando a perda de líquido é mais intensa e acontece na primeira metade da gravidez, até a semana 24. A menor quantidade de líquido amniótico também interfere na visualização do bebê através da ultrassonografia sendo mais difícil a identificação de alterações fetais. O que fazer Na presença de perda de líquido amniótico, deve-se consultar o obstetra assim que possível para uma avaliação e identificar a causa da perda ou diminuição do líquido amniótico
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passage: . Diminuição dos movimentos fetais Os movimentos do bebê no útero são um importante indicador de sua saúde e, por isso, uma diminuição na frequência ou intensidade dos movimentos pode ser um sinal importante de falta de oxigênio. Dessa forma, se existir uma diminuição dos movimentos do bebê é importante ir ao obstetra para fazer um ultrassom e identificar se existe algum problema que precise ser tratado. 2. Sangramento vaginal Pequenos sangramentos ao longo da gestação são normais e não significam que algo está errado com a gravidez, no entanto, se existir um sangramento abundante pode significar que existe alguma alteração na placenta e, por isso, pode acontecer uma diminuição dos níveis de oxigênio para o bebê. Nestes casos, deve-se ir imediatamente ao hospital porque o sangramento também pode ser sinal de um aborto, especialmente se acontecer nas primeiras 20 semanas. 3. Presença de mecônio na bolsa de água A presença de mecônio na água quando a bolsa estoura é um sinal comum de sofrimento fetal durante o trabalho de parto. Geralmente, o líquido amniótico é transparente com uma coloração amarelada ou rosada, mas se estiver marrom ou esverdeado, pode indicar que o bebê está em sofrimento fetal. 4
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Veja outras causas de sangramento vaginal na gravidez. 2. Alterações congênitas no bebê Algumas alterações congênitas no bebê, principalmente as que envolvem os rins ou trato urinário, podem resultar em perda de líquido amniótico após as 16 a 20 semanas de gestação. Isso porque essas condições podem afetar a produção e/ou liberação da urina pelo bebê, resultando em baixos níveis de líquido amniótico. 3. Problemas na placenta Alguns problemas na placenta, como descolamento de placenta ou síndrome de transfusão feto-fetal, podem causar perda de líquido amniótico. O descolamento da placenta acontece quando a placenta se separa do útero antes do trabalho de parto, provocando sangramento vaginal intenso ou dor abdominal intensa e constante. Leia também: Descolamento de placenta: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/descolamento-da-placenta Já a síndrome de transfusão feto-fetal é causada por um desequilíbrio da circulação da placenta em gestação de gêmeos idênticos. Isso faz com que um bebê receba mais sangue do que o outro, e consequentemente, o bebê que recebe menos sangue produz menos urina, o que reduz o volume do líquido amniótico. 4
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passage: . Isso pode resultar em perda de líquido amniótico e comprometer o fornecimento de oxigênio e nutrientes para o bebê, uma vez que a placenta pode envelhecer e calcificar. Leia também: 41 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-41-semanas-de-gestacao Principais consequências A perda de líquido durante a gravidez pode resultar em algumas complicações para o bebê, como: Bebê menor para a idade gestacional; Atraso no crescimento ou no desenvolvimento dos pulmões e rins; Menor movimentação do bebê, o que pode causar atrofia muscular; Aumento do risco de compressão do cordão umbilical; Maior risco de infecções graves ou traumatismos; Dificuldade respiratória. Além disso, a perda de líquido amniótico pode resultar em natimorto ou até aborto espontâneo, principalmente quando a perda de líquido é mais intensa e acontece na primeira metade da gravidez, até a semana 24. A menor quantidade de líquido amniótico também interfere na visualização do bebê através da ultrassonografia sendo mais difícil a identificação de alterações fetais. O que fazer Na presença de perda de líquido amniótico, deve-se consultar o obstetra assim que possível para uma avaliação e identificar a causa da perda ou diminuição do líquido amniótico
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passage: . Veja como saber que está perdendo líquido amniótico. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Possíveis causas As principais causas de perda de líquido na gravidez são: 1. Ruptura prematura de membranas A ruptura prematura de membranas é caracterizada pela perda de líquido amniótico na forma de gotejamento ou jato, causada pelo rompimento das membranas fetais antes das 37 semanas de gestação. Essa condição pode ser causada por histórico anterior de ruptura prematura de membranas, colo do útero curto, deficiências nutricionais de cobre ou vitamina C ou uso de cigarro ou drogas na gestação. Além disso, outras causas são baixo IMC ou sangramento vaginal no segundo ou terceiro trimestre. Veja outras causas de sangramento vaginal na gravidez. 2. Alterações congênitas no bebê Algumas alterações congênitas no bebê, principalmente as que envolvem os rins ou trato urinário, podem resultar em perda de líquido amniótico após as 16 a 20 semanas de gestação
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passage: . Diminuição dos movimentos fetais Os movimentos do bebê no útero são um importante indicador de sua saúde e, por isso, uma diminuição na frequência ou intensidade dos movimentos pode ser um sinal importante de falta de oxigênio. Dessa forma, se existir uma diminuição dos movimentos do bebê é importante ir ao obstetra para fazer um ultrassom e identificar se existe algum problema que precise ser tratado. 2. Sangramento vaginal Pequenos sangramentos ao longo da gestação são normais e não significam que algo está errado com a gravidez, no entanto, se existir um sangramento abundante pode significar que existe alguma alteração na placenta e, por isso, pode acontecer uma diminuição dos níveis de oxigênio para o bebê. Nestes casos, deve-se ir imediatamente ao hospital porque o sangramento também pode ser sinal de um aborto, especialmente se acontecer nas primeiras 20 semanas. 3. Presença de mecônio na bolsa de água A presença de mecônio na água quando a bolsa estoura é um sinal comum de sofrimento fetal durante o trabalho de parto. Geralmente, o líquido amniótico é transparente com uma coloração amarelada ou rosada, mas se estiver marrom ou esverdeado, pode indicar que o bebê está em sofrimento fetal. 4
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . As grávidas com fatores de risco, como pressão alta, diabetes ou lúpus têm maior probabilidade de apresentarem perda de líquido amniótico, mas isso pode acontecer com qualquer gestante. Saiba identificar a perda involuntária de urina na gravidez, e o que fazer para controlar. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. O que fazer O tratamento para perda de líquido amniótico varia de acordo com a idade gestacional: No 1º e no 2º trimestre Deve-se buscar ajuda médica imediatamente mas o tratamento geralmente é feito com consultas semanais no obstetra para avaliar a quantidade de líquido ao longo da gestação. Quando o médico faz o ultrassom e descobre que o líquido está muito baixo pode ser recomendado aumentar a ingestão de água. Caso não haja sinais de infecção ou sangramento associada à perda de líquido, o acompanhamento da mulher pode ser feito periodicamente a nível ambulatorial, em que a equipe de saúde verifica a temperatura corporal da mulher e realiza um hemograma para verificar se há sinais de infecção ou de trabalho de parto
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passage: . Esses sintomas devem ser avaliados pelo obstetra, além de serem realizados exames para identificar a causa e, assim, iniciar o tratamento adequado, caso haja necessidade. Leia também: 1 a 3 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-1-a-3-semanas-de-gestacao
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Saiba como identificar o tampão mucoso. Algumas mulheres podem apresentar pequenas perdas de líquido amniótico antes do trabalho de parto ter começado e, por isso, se houver suspeita de rompimento da bolsa é importante informar o obstetra para que ele a possa avaliar. Confira como identificar se está entrando em trabalho de parto. Desta forma, é importante ficar atenta e colocar um absorvente para perceber a cor, a quantidade e a viscosidade da secreção, pois também pode ser sangue. Quando ir no médico É recomendado ir ao obstetra sempre que a grávida apresentar os seguintes sintomas: Corrimento amarelo, verde, marrom ou esverdeado; Corrimento com mau cheiro ou com sangue; Dor e ardência ao urinar; Coceira, sensação de queimação ou vermelhidão na região genital; Dor durante o contato íntimo ou sangramento; Sangramento vaginal; Suspeita de rompimento da bolsa. Na consulta médica deve-se informar quando os sintomas começaram e mostrar a calcinha suja para que o médico confira a cor, cheiro e espessura do corrimento, para chegar ao diagnóstico e então indicar que providências se deve tomar.
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passage: . Veja outras causas de sangramento vaginal na gravidez. 2. Alterações congênitas no bebê Algumas alterações congênitas no bebê, principalmente as que envolvem os rins ou trato urinário, podem resultar em perda de líquido amniótico após as 16 a 20 semanas de gestação. Isso porque essas condições podem afetar a produção e/ou liberação da urina pelo bebê, resultando em baixos níveis de líquido amniótico. 3. Problemas na placenta Alguns problemas na placenta, como descolamento de placenta ou síndrome de transfusão feto-fetal, podem causar perda de líquido amniótico. O descolamento da placenta acontece quando a placenta se separa do útero antes do trabalho de parto, provocando sangramento vaginal intenso ou dor abdominal intensa e constante. Leia também: Descolamento de placenta: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/descolamento-da-placenta Já a síndrome de transfusão feto-fetal é causada por um desequilíbrio da circulação da placenta em gestação de gêmeos idênticos. Isso faz com que um bebê receba mais sangue do que o outro, e consequentemente, o bebê que recebe menos sangue produz menos urina, o que reduz o volume do líquido amniótico. 4
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passage: . Isso pode resultar em perda de líquido amniótico e comprometer o fornecimento de oxigênio e nutrientes para o bebê, uma vez que a placenta pode envelhecer e calcificar. Leia também: 41 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê tuasaude.com/desenvolvimento-do-bebe-41-semanas-de-gestacao Principais consequências A perda de líquido durante a gravidez pode resultar em algumas complicações para o bebê, como: Bebê menor para a idade gestacional; Atraso no crescimento ou no desenvolvimento dos pulmões e rins; Menor movimentação do bebê, o que pode causar atrofia muscular; Aumento do risco de compressão do cordão umbilical; Maior risco de infecções graves ou traumatismos; Dificuldade respiratória. Além disso, a perda de líquido amniótico pode resultar em natimorto ou até aborto espontâneo, principalmente quando a perda de líquido é mais intensa e acontece na primeira metade da gravidez, até a semana 24. A menor quantidade de líquido amniótico também interfere na visualização do bebê através da ultrassonografia sendo mais difícil a identificação de alterações fetais. O que fazer Na presença de perda de líquido amniótico, deve-se consultar o obstetra assim que possível para uma avaliação e identificar a causa da perda ou diminuição do líquido amniótico
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passage: . Veja como saber que está perdendo líquido amniótico. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Possíveis causas As principais causas de perda de líquido na gravidez são: 1. Ruptura prematura de membranas A ruptura prematura de membranas é caracterizada pela perda de líquido amniótico na forma de gotejamento ou jato, causada pelo rompimento das membranas fetais antes das 37 semanas de gestação. Essa condição pode ser causada por histórico anterior de ruptura prematura de membranas, colo do útero curto, deficiências nutricionais de cobre ou vitamina C ou uso de cigarro ou drogas na gestação. Além disso, outras causas são baixo IMC ou sangramento vaginal no segundo ou terceiro trimestre. Veja outras causas de sangramento vaginal na gravidez. 2. Alterações congênitas no bebê Algumas alterações congênitas no bebê, principalmente as que envolvem os rins ou trato urinário, podem resultar em perda de líquido amniótico após as 16 a 20 semanas de gestação
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passage: . Diminuição dos movimentos fetais Os movimentos do bebê no útero são um importante indicador de sua saúde e, por isso, uma diminuição na frequência ou intensidade dos movimentos pode ser um sinal importante de falta de oxigênio. Dessa forma, se existir uma diminuição dos movimentos do bebê é importante ir ao obstetra para fazer um ultrassom e identificar se existe algum problema que precise ser tratado. 2. Sangramento vaginal Pequenos sangramentos ao longo da gestação são normais e não significam que algo está errado com a gravidez, no entanto, se existir um sangramento abundante pode significar que existe alguma alteração na placenta e, por isso, pode acontecer uma diminuição dos níveis de oxigênio para o bebê. Nestes casos, deve-se ir imediatamente ao hospital porque o sangramento também pode ser sinal de um aborto, especialmente se acontecer nas primeiras 20 semanas. 3. Presença de mecônio na bolsa de água A presença de mecônio na água quando a bolsa estoura é um sinal comum de sofrimento fetal durante o trabalho de parto. Geralmente, o líquido amniótico é transparente com uma coloração amarelada ou rosada, mas se estiver marrom ou esverdeado, pode indicar que o bebê está em sofrimento fetal. 4
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . As grávidas com fatores de risco, como pressão alta, diabetes ou lúpus têm maior probabilidade de apresentarem perda de líquido amniótico, mas isso pode acontecer com qualquer gestante. Saiba identificar a perda involuntária de urina na gravidez, e o que fazer para controlar. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. O que fazer O tratamento para perda de líquido amniótico varia de acordo com a idade gestacional: No 1º e no 2º trimestre Deve-se buscar ajuda médica imediatamente mas o tratamento geralmente é feito com consultas semanais no obstetra para avaliar a quantidade de líquido ao longo da gestação. Quando o médico faz o ultrassom e descobre que o líquido está muito baixo pode ser recomendado aumentar a ingestão de água. Caso não haja sinais de infecção ou sangramento associada à perda de líquido, o acompanhamento da mulher pode ser feito periodicamente a nível ambulatorial, em que a equipe de saúde verifica a temperatura corporal da mulher e realiza um hemograma para verificar se há sinais de infecção ou de trabalho de parto
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passage: . O médico poderá solicitar exames como exame de sangue e ultrassom transvaginal, por exemplo, para identificar a causa e assim iniciar o tratamento. A mulher deve levar um acompanhante e pode ser mais tranquilo deixar o bebê em casa com a babá ou com outra pessoa que possa cuidar dele até que ela possa voltar para casa para poder cuidar dele.
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Olá! Entendo sua preocupação com sua cunhada. É muito importante que ela procure atendimento médico obstétrico imediatamente, pois a combinação de dores, sangramento e perda de líquido amniótico durante a gravidez exige uma avaliação profissional urgente.
Esses sintomas podem indicar diversas condições, algumas das quais podem ser sérias tanto para ela quanto para o bebê. A perda de líquido amniótico, por exemplo, pode ser causada por uma ruptura prematura das membranas (RPMO), especialmente se ela tiver menos de 37 semanas. Essa condição aumenta o risco de infecções, parto prematuro e outras complicações. A perda de líquido também pode estar relacionada a alterações congênitas no bebê, principalmente as que envolvem os rins ou trato urinário. Problemas na placenta, como descolamento, também podem levar à perda de líquido amniótico, além de causar sangramento intenso e dores.
O sangramento vaginal durante a gravidez também pode ter várias causas, desde pequenos sangramentos normais até sinais de problemas mais graves na placenta, como descolamento, ou até mesmo risco de aborto, principalmente se ela estiver nas primeiras 20 semanas.
As dores são outro sinal de alerta que precisam ser investigadas. Elas podem estar relacionadas a contrações precoces, descolamento de placenta ou outras complicações.
É fundamental que ela seja avaliada por um obstetra o mais rápido possível. Ele poderá realizar um exame físico completo, solicitar exames complementares, como ultrassonografia, para verificar a condição do bebê, da placenta e a quantidade de líquido amniótico restante.
Não tente diagnosticar ou tratar a situação em casa. Apenas um profissional de saúde qualificado poderá determinar a causa dos sintomas e indicar o tratamento adequado. A demora no atendimento pode trazer consequências negativas para a saúde dela e do bebê. Peça para que ela procure imediatamente o pronto-socorro obstétrico mais próximo ou entre em contato com o médico dela. Desejo tudo de bom para sua cunhada e que ela receba o atendimento necessário o mais rápido possível.
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Boa noite, meu papanicolau deu negativo para lesão intraepitelial, mas a colposcopia mostrou NIC. Eu tenho HPV ou não? Se sim, como saber se essa lesão é recente ou antiga?
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Olá, é necessário correlacionar sua clínica com os exames. Uma colposcopia não pode ter um resultado de NIC; deve haver uma confusão nesse caso. O HPV pode estar presente e não aparecer no papanicolau, e na colposcopia pode ser latente, sendo detectado apenas em captura híbrida ou PCR. Não é possível tratar nem saber onde se contraiu; é algo que deve ser controlado.
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passage: Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau. A classificação LIEBG engloba características citológicas de infecção por HPV e NIC 1, mas com risco entre 15 e 30% de NIC 2 ou 3, semelhante ao encontrado com ASC-US, categoria HPV--positivo. Portanto, há indicação de colposcopia para a maioria dos casos com resultado LIEBG à citologia. O teste para HPV não é útil nas mulheres em idade reprodutiva, uma vez que aproximadamente 80% terão resultado positivo para DNA de HPV (ASC-US-LIEBG T riage Study Group, 2000). Nas mu-lheres pós-menopáusicas, considerando-se o baixo valor predi-tivo positivo da citologia classificada como LIEBG para NIC 2 ou 3 e o baixo índice de positividade para HPV , as possíveis condutas para os casos com LIEBG incluem reflex test para HPV de alto risco ou repetição da citologia em 6 a 12 meses. Assim como para os casos classificados como ASC-US, positi-vidade para HPV e citologia anormal quando da repetição do exame indicam a necessidade de colposcopia (Wright, 2007b).
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passage: Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau. A classificação LIEBG engloba características citológicas de infecção por HPV e NIC 1, mas com risco entre 15 e 30% de NIC 2 ou 3, semelhante ao encontrado com ASC-US, categoria HPV--positivo. Portanto, há indicação de colposcopia para a maioria dos casos com resultado LIEBG à citologia. O teste para HPV não é útil nas mulheres em idade reprodutiva, uma vez que aproximadamente 80% terão resultado positivo para DNA de HPV (ASC-US-LIEBG T riage Study Group, 2000). Nas mu-lheres pós-menopáusicas, considerando-se o baixo valor predi-tivo positivo da citologia classificada como LIEBG para NIC 2 ou 3 e o baixo índice de positividade para HPV , as possíveis condutas para os casos com LIEBG incluem reflex test para HPV de alto risco ou repetição da citologia em 6 a 12 meses. Assim como para os casos classificados como ASC-US, positi-vidade para HPV e citologia anormal quando da repetição do exame indicam a necessidade de colposcopia (Wright, 2007b).
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau. A classificação LIEBG engloba características citológicas de infecção por HPV e NIC 1, mas com risco entre 15 e 30% de NIC 2 ou 3, semelhante ao encontrado com ASC-US, categoria HPV--positivo. Portanto, há indicação de colposcopia para a maioria dos casos com resultado LIEBG à citologia. O teste para HPV não é útil nas mulheres em idade reprodutiva, uma vez que aproximadamente 80% terão resultado positivo para DNA de HPV (ASC-US-LIEBG T riage Study Group, 2000). Nas mu-lheres pós-menopáusicas, considerando-se o baixo valor predi-tivo positivo da citologia classificada como LIEBG para NIC 2 ou 3 e o baixo índice de positividade para HPV , as possíveis condutas para os casos com LIEBG incluem reflex test para HPV de alto risco ou repetição da citologia em 6 a 12 meses. Assim como para os casos classificados como ASC-US, positi-vidade para HPV e citologia anormal quando da repetição do exame indicam a necessidade de colposcopia (Wright, 2007b).
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
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passage: (3) Nos casos em que o exame histopatológico da peça cirúrgica mostrar qualquer uma das margens comprometidas por NIC 2/3, o seguimento deverá ser feito com exame citopatológico e colposcopia semestrais nos primeiros dois anos.(3)diagnóstico citopatológico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma invasorTodas as pacientes que apresentem exame citopatológico com diagnóstico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma epidermoide invasor ou que tenham suspeita clínica de câncer devem ser encaminhadas para colposcopia. Nos casos de colposcopia com achados sugestivos de invasão, a biópsia deve ser realizada.(3) Mu-lheres com exame citopatológico sugestivo de AIS ou invasor devem ser encaminhadas para colposcopia.(3)Rastreamento com dna-HPV positivoA colposcopia pode ser indicada como propedêutica complementar após um rastrea-mento com DNA-HPV positivo. Uma revisão sistemática comparou a colposcopia com a citologia cervical nessa situação.(6) A colposcopia imediata provavelmente leva à detec-ção mais precoce de lesões de alto grau em comparação à citologia cervical. No entanto, apresenta uma maior taxa de detecção de lesões de baixo grau sem significado clínico.
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passage: Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau. A classificação LIEBG engloba características citológicas de infecção por HPV e NIC 1, mas com risco entre 15 e 30% de NIC 2 ou 3, semelhante ao encontrado com ASC-US, categoria HPV--positivo. Portanto, há indicação de colposcopia para a maioria dos casos com resultado LIEBG à citologia. O teste para HPV não é útil nas mulheres em idade reprodutiva, uma vez que aproximadamente 80% terão resultado positivo para DNA de HPV (ASC-US-LIEBG T riage Study Group, 2000). Nas mu-lheres pós-menopáusicas, considerando-se o baixo valor predi-tivo positivo da citologia classificada como LIEBG para NIC 2 ou 3 e o baixo índice de positividade para HPV , as possíveis condutas para os casos com LIEBG incluem reflex test para HPV de alto risco ou repetição da citologia em 6 a 12 meses. Assim como para os casos classificados como ASC-US, positi-vidade para HPV e citologia anormal quando da repetição do exame indicam a necessidade de colposcopia (Wright, 2007b).
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: (3) Nos casos em que o exame histopatológico da peça cirúrgica mostrar qualquer uma das margens comprometidas por NIC 2/3, o seguimento deverá ser feito com exame citopatológico e colposcopia semestrais nos primeiros dois anos.(3)diagnóstico citopatológico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma invasorTodas as pacientes que apresentem exame citopatológico com diagnóstico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma epidermoide invasor ou que tenham suspeita clínica de câncer devem ser encaminhadas para colposcopia. Nos casos de colposcopia com achados sugestivos de invasão, a biópsia deve ser realizada.(3) Mu-lheres com exame citopatológico sugestivo de AIS ou invasor devem ser encaminhadas para colposcopia.(3)Rastreamento com dna-HPV positivoA colposcopia pode ser indicada como propedêutica complementar após um rastrea-mento com DNA-HPV positivo. Uma revisão sistemática comparou a colposcopia com a citologia cervical nessa situação.(6) A colposcopia imediata provavelmente leva à detec-ção mais precoce de lesões de alto grau em comparação à citologia cervical. No entanto, apresenta uma maior taxa de detecção de lesões de baixo grau sem significado clínico.
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passage: ■ FisiopatologiaEmbora se tenha encontrado DNA de HPV em até 80% das lesões de NIV , o HPV está menos associado ao câncer de vulva. A maioria dos trabalhos mostra cerca de 40% de positividade para DNA de HPV em amostras de câncer vulvar em todo o mundo (Madeleine, 1997; Monk, 1995; Smith, 2009). A evolução de carcinoma vulvar in situ para câncer invasivo foi enfaticamente sugerida, embora não tenha sido confirmada de forma conclusiva. Portanto, as lesões classificadas como NIV 3 em geral são tratadas (van Seters, 2005).
Terminologia originalA terminologia para neoplasia intraepitelial vulvar escamosa foi introduzida em 1986 pela International Society for the Study of Vulvar Disease (ISSVD). De acordo com essa classificação, as NIVs, 1, 2 e 3 foram definidas por alterações celulares anor-mais com espessuras variáveis encontradas no epitélio escamo-so, semelhante à classificação para NIC (Wilkinson, 1986).
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passage: Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau. A classificação LIEBG engloba características citológicas de infecção por HPV e NIC 1, mas com risco entre 15 e 30% de NIC 2 ou 3, semelhante ao encontrado com ASC-US, categoria HPV--positivo. Portanto, há indicação de colposcopia para a maioria dos casos com resultado LIEBG à citologia. O teste para HPV não é útil nas mulheres em idade reprodutiva, uma vez que aproximadamente 80% terão resultado positivo para DNA de HPV (ASC-US-LIEBG T riage Study Group, 2000). Nas mu-lheres pós-menopáusicas, considerando-se o baixo valor predi-tivo positivo da citologia classificada como LIEBG para NIC 2 ou 3 e o baixo índice de positividade para HPV , as possíveis condutas para os casos com LIEBG incluem reflex test para HPV de alto risco ou repetição da citologia em 6 a 12 meses. Assim como para os casos classificados como ASC-US, positi-vidade para HPV e citologia anormal quando da repetição do exame indicam a necessidade de colposcopia (Wright, 2007b).
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
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passage: (3) Nos casos em que o exame histopatológico da peça cirúrgica mostrar qualquer uma das margens comprometidas por NIC 2/3, o seguimento deverá ser feito com exame citopatológico e colposcopia semestrais nos primeiros dois anos.(3)diagnóstico citopatológico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma invasorTodas as pacientes que apresentem exame citopatológico com diagnóstico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma epidermoide invasor ou que tenham suspeita clínica de câncer devem ser encaminhadas para colposcopia. Nos casos de colposcopia com achados sugestivos de invasão, a biópsia deve ser realizada.(3) Mu-lheres com exame citopatológico sugestivo de AIS ou invasor devem ser encaminhadas para colposcopia.(3)Rastreamento com dna-HPV positivoA colposcopia pode ser indicada como propedêutica complementar após um rastrea-mento com DNA-HPV positivo. Uma revisão sistemática comparou a colposcopia com a citologia cervical nessa situação.(6) A colposcopia imediata provavelmente leva à detec-ção mais precoce de lesões de alto grau em comparação à citologia cervical. No entanto, apresenta uma maior taxa de detecção de lesões de baixo grau sem significado clínico.
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passage: ■ FisiopatologiaEmbora se tenha encontrado DNA de HPV em até 80% das lesões de NIV , o HPV está menos associado ao câncer de vulva. A maioria dos trabalhos mostra cerca de 40% de positividade para DNA de HPV em amostras de câncer vulvar em todo o mundo (Madeleine, 1997; Monk, 1995; Smith, 2009). A evolução de carcinoma vulvar in situ para câncer invasivo foi enfaticamente sugerida, embora não tenha sido confirmada de forma conclusiva. Portanto, as lesões classificadas como NIV 3 em geral são tratadas (van Seters, 2005).
Terminologia originalA terminologia para neoplasia intraepitelial vulvar escamosa foi introduzida em 1986 pela International Society for the Study of Vulvar Disease (ISSVD). De acordo com essa classificação, as NIVs, 1, 2 e 3 foram definidas por alterações celulares anor-mais com espessuras variáveis encontradas no epitélio escamo-so, semelhante à classificação para NIC (Wilkinson, 1986).
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passage: ■ FisiopatologiaA histopatologia da neoplasia intraepitelial vaginal é semelhan-te à da NIC e da NIV . Raramente é observada como lesão pri-mária e na maioria dos casos desenvolve-se como extensão da NIC, principalmente no terço superior da vagina (Diakomano-lis, 2002; Hoffman, 1992a). Diferentemente do colo uterino, a vagina não possui uma zona de transformação ativa suscetível à neoplasia induzida por HPV . Entretanto, a penetração do HPV pode resultar de abrasões na mucosa vaginal e da atividade re-paradora das células escamosas metaplásicas (Woodruff, 1981). Em uma revisão sistemática recente de 315 casos de neoplasia vaginal, os pesquisadores encontraram DNA de HPV em até 98% das lesões classificadas como NIVa e em 75% dos cânceres vaginais. O HPV 16 foi o tipo mais encontrado (Smith, 2009).
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passage: Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau. A classificação LIEBG engloba características citológicas de infecção por HPV e NIC 1, mas com risco entre 15 e 30% de NIC 2 ou 3, semelhante ao encontrado com ASC-US, categoria HPV--positivo. Portanto, há indicação de colposcopia para a maioria dos casos com resultado LIEBG à citologia. O teste para HPV não é útil nas mulheres em idade reprodutiva, uma vez que aproximadamente 80% terão resultado positivo para DNA de HPV (ASC-US-LIEBG T riage Study Group, 2000). Nas mu-lheres pós-menopáusicas, considerando-se o baixo valor predi-tivo positivo da citologia classificada como LIEBG para NIC 2 ou 3 e o baixo índice de positividade para HPV , as possíveis condutas para os casos com LIEBG incluem reflex test para HPV de alto risco ou repetição da citologia em 6 a 12 meses. Assim como para os casos classificados como ASC-US, positi-vidade para HPV e citologia anormal quando da repetição do exame indicam a necessidade de colposcopia (Wright, 2007b).
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: (3) Nos casos em que o exame histopatológico da peça cirúrgica mostrar qualquer uma das margens comprometidas por NIC 2/3, o seguimento deverá ser feito com exame citopatológico e colposcopia semestrais nos primeiros dois anos.(3)diagnóstico citopatológico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma invasorTodas as pacientes que apresentem exame citopatológico com diagnóstico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma epidermoide invasor ou que tenham suspeita clínica de câncer devem ser encaminhadas para colposcopia. Nos casos de colposcopia com achados sugestivos de invasão, a biópsia deve ser realizada.(3) Mu-lheres com exame citopatológico sugestivo de AIS ou invasor devem ser encaminhadas para colposcopia.(3)Rastreamento com dna-HPV positivoA colposcopia pode ser indicada como propedêutica complementar após um rastrea-mento com DNA-HPV positivo. Uma revisão sistemática comparou a colposcopia com a citologia cervical nessa situação.(6) A colposcopia imediata provavelmente leva à detec-ção mais precoce de lesões de alto grau em comparação à citologia cervical. No entanto, apresenta uma maior taxa de detecção de lesões de baixo grau sem significado clínico.
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passage: ■ FisiopatologiaEmbora se tenha encontrado DNA de HPV em até 80% das lesões de NIV , o HPV está menos associado ao câncer de vulva. A maioria dos trabalhos mostra cerca de 40% de positividade para DNA de HPV em amostras de câncer vulvar em todo o mundo (Madeleine, 1997; Monk, 1995; Smith, 2009). A evolução de carcinoma vulvar in situ para câncer invasivo foi enfaticamente sugerida, embora não tenha sido confirmada de forma conclusiva. Portanto, as lesões classificadas como NIV 3 em geral são tratadas (van Seters, 2005).
Terminologia originalA terminologia para neoplasia intraepitelial vulvar escamosa foi introduzida em 1986 pela International Society for the Study of Vulvar Disease (ISSVD). De acordo com essa classificação, as NIVs, 1, 2 e 3 foram definidas por alterações celulares anor-mais com espessuras variáveis encontradas no epitélio escamo-so, semelhante à classificação para NIC (Wilkinson, 1986).
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passage: ■ FisiopatologiaA histopatologia da neoplasia intraepitelial vaginal é semelhan-te à da NIC e da NIV . Raramente é observada como lesão pri-mária e na maioria dos casos desenvolve-se como extensão da NIC, principalmente no terço superior da vagina (Diakomano-lis, 2002; Hoffman, 1992a). Diferentemente do colo uterino, a vagina não possui uma zona de transformação ativa suscetível à neoplasia induzida por HPV . Entretanto, a penetração do HPV pode resultar de abrasões na mucosa vaginal e da atividade re-paradora das células escamosas metaplásicas (Woodruff, 1981). Em uma revisão sistemática recente de 315 casos de neoplasia vaginal, os pesquisadores encontraram DNA de HPV em até 98% das lesões classificadas como NIVa e em 75% dos cânceres vaginais. O HPV 16 foi o tipo mais encontrado (Smith, 2009).
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passage: NEOPLASIA INTRAEPITELIAL DO COLO UTERINO ■ IncidênciaA verdadeira incidência de neoplasia intraepitelial do colo ute-rino (NIC) é possível apenas de ser estimada. Dos aproximada-mente 7% de exames de Papanicolaou com anormalidade epi-teliais detectadas anualmente durante rastreamento nos Estados Unidos, talvez metade apresente algum grau de NIC histológica (Jones, 2000). A incidência de NIC varia com a população es-tudada, já que está fortemente correlacionada com precocidade nas relações sexuais, fatores socioeconômicos e diversos outros comportamentos de risco. Além disso, os métodos clínicos usa-dos para diagnosticar NIC, principalmente exame citológico e colposcopia, não têm sensibilidade suficiente.
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passage: Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau. A classificação LIEBG engloba características citológicas de infecção por HPV e NIC 1, mas com risco entre 15 e 30% de NIC 2 ou 3, semelhante ao encontrado com ASC-US, categoria HPV--positivo. Portanto, há indicação de colposcopia para a maioria dos casos com resultado LIEBG à citologia. O teste para HPV não é útil nas mulheres em idade reprodutiva, uma vez que aproximadamente 80% terão resultado positivo para DNA de HPV (ASC-US-LIEBG T riage Study Group, 2000). Nas mu-lheres pós-menopáusicas, considerando-se o baixo valor predi-tivo positivo da citologia classificada como LIEBG para NIC 2 ou 3 e o baixo índice de positividade para HPV , as possíveis condutas para os casos com LIEBG incluem reflex test para HPV de alto risco ou repetição da citologia em 6 a 12 meses. Assim como para os casos classificados como ASC-US, positi-vidade para HPV e citologia anormal quando da repetição do exame indicam a necessidade de colposcopia (Wright, 2007b).
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: (3) Nos casos em que o exame histopatológico da peça cirúrgica mostrar qualquer uma das margens comprometidas por NIC 2/3, o seguimento deverá ser feito com exame citopatológico e colposcopia semestrais nos primeiros dois anos.(3)diagnóstico citopatológico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma invasorTodas as pacientes que apresentem exame citopatológico com diagnóstico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma epidermoide invasor ou que tenham suspeita clínica de câncer devem ser encaminhadas para colposcopia. Nos casos de colposcopia com achados sugestivos de invasão, a biópsia deve ser realizada.(3) Mu-lheres com exame citopatológico sugestivo de AIS ou invasor devem ser encaminhadas para colposcopia.(3)Rastreamento com dna-HPV positivoA colposcopia pode ser indicada como propedêutica complementar após um rastrea-mento com DNA-HPV positivo. Uma revisão sistemática comparou a colposcopia com a citologia cervical nessa situação.(6) A colposcopia imediata provavelmente leva à detec-ção mais precoce de lesões de alto grau em comparação à citologia cervical. No entanto, apresenta uma maior taxa de detecção de lesões de baixo grau sem significado clínico.
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passage: ■ FisiopatologiaEmbora se tenha encontrado DNA de HPV em até 80% das lesões de NIV , o HPV está menos associado ao câncer de vulva. A maioria dos trabalhos mostra cerca de 40% de positividade para DNA de HPV em amostras de câncer vulvar em todo o mundo (Madeleine, 1997; Monk, 1995; Smith, 2009). A evolução de carcinoma vulvar in situ para câncer invasivo foi enfaticamente sugerida, embora não tenha sido confirmada de forma conclusiva. Portanto, as lesões classificadas como NIV 3 em geral são tratadas (van Seters, 2005).
Terminologia originalA terminologia para neoplasia intraepitelial vulvar escamosa foi introduzida em 1986 pela International Society for the Study of Vulvar Disease (ISSVD). De acordo com essa classificação, as NIVs, 1, 2 e 3 foram definidas por alterações celulares anor-mais com espessuras variáveis encontradas no epitélio escamo-so, semelhante à classificação para NIC (Wilkinson, 1986).
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passage: ■ FisiopatologiaA histopatologia da neoplasia intraepitelial vaginal é semelhan-te à da NIC e da NIV . Raramente é observada como lesão pri-mária e na maioria dos casos desenvolve-se como extensão da NIC, principalmente no terço superior da vagina (Diakomano-lis, 2002; Hoffman, 1992a). Diferentemente do colo uterino, a vagina não possui uma zona de transformação ativa suscetível à neoplasia induzida por HPV . Entretanto, a penetração do HPV pode resultar de abrasões na mucosa vaginal e da atividade re-paradora das células escamosas metaplásicas (Woodruff, 1981). Em uma revisão sistemática recente de 315 casos de neoplasia vaginal, os pesquisadores encontraram DNA de HPV em até 98% das lesões classificadas como NIVa e em 75% dos cânceres vaginais. O HPV 16 foi o tipo mais encontrado (Smith, 2009).
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passage: NEOPLASIA INTRAEPITELIAL DO COLO UTERINO ■ IncidênciaA verdadeira incidência de neoplasia intraepitelial do colo ute-rino (NIC) é possível apenas de ser estimada. Dos aproximada-mente 7% de exames de Papanicolaou com anormalidade epi-teliais detectadas anualmente durante rastreamento nos Estados Unidos, talvez metade apresente algum grau de NIC histológica (Jones, 2000). A incidência de NIC varia com a população es-tudada, já que está fortemente correlacionada com precocidade nas relações sexuais, fatores socioeconômicos e diversos outros comportamentos de risco. Além disso, os métodos clínicos usa-dos para diagnosticar NIC, principalmente exame citológico e colposcopia, não têm sensibilidade suficiente.
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passage: ■ Manejo em casos de avaliação negativa após citologia anormalQuando as avaliações colposcópica e histológica não conse-guem detectar a presença de neoplasia de alto grau, recomen-da-se monitoramento complementar com base no resultado ci-tológico anormal original, conforme descrito na Tabela 29-8.
■ Tratamento de neoplasia intraepitelial do colo uterinoO tratamento atual nos casos com NIC limita-se a procedi-mentos locais de ablação ou excisão. Os procedimentos abla-tivos destroem o tecido cervical, ao passo que os métodos ex-cisionais proporcionam amostras histológicas que permitem a avaliação das margens de excisão e maior segurança de ausência de câncer invasivo. O tratamento clínico à base de agentes tó-picos atualmente é considerado experimental e não reconheci-do como prática clínica-padrão. A escolha da modalidade de tratamento depende de múltiplos fatores, que incluem idade da paciente, paridade, desejo de fertilidade futura, tamanho e gravidade da lesão (ou das lesões), contorno do colo uterino, FIGURA 29-16 Uso de espéculo endocervical para visualizar o canal en-docervical durante colposcopia.
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passage: Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau. A classificação LIEBG engloba características citológicas de infecção por HPV e NIC 1, mas com risco entre 15 e 30% de NIC 2 ou 3, semelhante ao encontrado com ASC-US, categoria HPV--positivo. Portanto, há indicação de colposcopia para a maioria dos casos com resultado LIEBG à citologia. O teste para HPV não é útil nas mulheres em idade reprodutiva, uma vez que aproximadamente 80% terão resultado positivo para DNA de HPV (ASC-US-LIEBG T riage Study Group, 2000). Nas mu-lheres pós-menopáusicas, considerando-se o baixo valor predi-tivo positivo da citologia classificada como LIEBG para NIC 2 ou 3 e o baixo índice de positividade para HPV , as possíveis condutas para os casos com LIEBG incluem reflex test para HPV de alto risco ou repetição da citologia em 6 a 12 meses. Assim como para os casos classificados como ASC-US, positi-vidade para HPV e citologia anormal quando da repetição do exame indicam a necessidade de colposcopia (Wright, 2007b).
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: (3) Nos casos em que o exame histopatológico da peça cirúrgica mostrar qualquer uma das margens comprometidas por NIC 2/3, o seguimento deverá ser feito com exame citopatológico e colposcopia semestrais nos primeiros dois anos.(3)diagnóstico citopatológico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma invasorTodas as pacientes que apresentem exame citopatológico com diagnóstico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma epidermoide invasor ou que tenham suspeita clínica de câncer devem ser encaminhadas para colposcopia. Nos casos de colposcopia com achados sugestivos de invasão, a biópsia deve ser realizada.(3) Mu-lheres com exame citopatológico sugestivo de AIS ou invasor devem ser encaminhadas para colposcopia.(3)Rastreamento com dna-HPV positivoA colposcopia pode ser indicada como propedêutica complementar após um rastrea-mento com DNA-HPV positivo. Uma revisão sistemática comparou a colposcopia com a citologia cervical nessa situação.(6) A colposcopia imediata provavelmente leva à detec-ção mais precoce de lesões de alto grau em comparação à citologia cervical. No entanto, apresenta uma maior taxa de detecção de lesões de baixo grau sem significado clínico.
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passage: ■ FisiopatologiaEmbora se tenha encontrado DNA de HPV em até 80% das lesões de NIV , o HPV está menos associado ao câncer de vulva. A maioria dos trabalhos mostra cerca de 40% de positividade para DNA de HPV em amostras de câncer vulvar em todo o mundo (Madeleine, 1997; Monk, 1995; Smith, 2009). A evolução de carcinoma vulvar in situ para câncer invasivo foi enfaticamente sugerida, embora não tenha sido confirmada de forma conclusiva. Portanto, as lesões classificadas como NIV 3 em geral são tratadas (van Seters, 2005).
Terminologia originalA terminologia para neoplasia intraepitelial vulvar escamosa foi introduzida em 1986 pela International Society for the Study of Vulvar Disease (ISSVD). De acordo com essa classificação, as NIVs, 1, 2 e 3 foram definidas por alterações celulares anor-mais com espessuras variáveis encontradas no epitélio escamo-so, semelhante à classificação para NIC (Wilkinson, 1986).
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passage: ■ FisiopatologiaA histopatologia da neoplasia intraepitelial vaginal é semelhan-te à da NIC e da NIV . Raramente é observada como lesão pri-mária e na maioria dos casos desenvolve-se como extensão da NIC, principalmente no terço superior da vagina (Diakomano-lis, 2002; Hoffman, 1992a). Diferentemente do colo uterino, a vagina não possui uma zona de transformação ativa suscetível à neoplasia induzida por HPV . Entretanto, a penetração do HPV pode resultar de abrasões na mucosa vaginal e da atividade re-paradora das células escamosas metaplásicas (Woodruff, 1981). Em uma revisão sistemática recente de 315 casos de neoplasia vaginal, os pesquisadores encontraram DNA de HPV em até 98% das lesões classificadas como NIVa e em 75% dos cânceres vaginais. O HPV 16 foi o tipo mais encontrado (Smith, 2009).
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passage: NEOPLASIA INTRAEPITELIAL DO COLO UTERINO ■ IncidênciaA verdadeira incidência de neoplasia intraepitelial do colo ute-rino (NIC) é possível apenas de ser estimada. Dos aproximada-mente 7% de exames de Papanicolaou com anormalidade epi-teliais detectadas anualmente durante rastreamento nos Estados Unidos, talvez metade apresente algum grau de NIC histológica (Jones, 2000). A incidência de NIC varia com a população es-tudada, já que está fortemente correlacionada com precocidade nas relações sexuais, fatores socioeconômicos e diversos outros comportamentos de risco. Além disso, os métodos clínicos usa-dos para diagnosticar NIC, principalmente exame citológico e colposcopia, não têm sensibilidade suficiente.
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passage: ■ Manejo em casos de avaliação negativa após citologia anormalQuando as avaliações colposcópica e histológica não conse-guem detectar a presença de neoplasia de alto grau, recomen-da-se monitoramento complementar com base no resultado ci-tológico anormal original, conforme descrito na Tabela 29-8.
■ Tratamento de neoplasia intraepitelial do colo uterinoO tratamento atual nos casos com NIC limita-se a procedi-mentos locais de ablação ou excisão. Os procedimentos abla-tivos destroem o tecido cervical, ao passo que os métodos ex-cisionais proporcionam amostras histológicas que permitem a avaliação das margens de excisão e maior segurança de ausência de câncer invasivo. O tratamento clínico à base de agentes tó-picos atualmente é considerado experimental e não reconheci-do como prática clínica-padrão. A escolha da modalidade de tratamento depende de múltiplos fatores, que incluem idade da paciente, paridade, desejo de fertilidade futura, tamanho e gravidade da lesão (ou das lesões), contorno do colo uterino, FIGURA 29-16 Uso de espéculo endocervical para visualizar o canal en-docervical durante colposcopia.
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passage: Nesse exame é possível reconhecer achados normais, anormais menores e maiores, sugestivos de invasão,inespecíficos e outros classificados como miscelânea. Também devem ser identificados a extensão da área deachados anormais e o tipo de zona de transformação (Bornstein et al.
, 2012).
As alterações fisiológicas que ocorrem na gravidez, já descritas, dificultam a classificação dos achadoscolposcópicos. O edema torna o epitélio acetobranco menos intenso, o que faz a lesão parecer menos grave. Poroutro lado, a vasodilatação confere aparência mais grave. Além disso, sinais indicativos de invasão podem nãoser percebidos em uma área de achados anormais maiores (McIntyre-Seltman & Lesnock, 2008). A Figura 74.3 Ae B mostra exemplos de achados colposcópicos em mulheres com atipias citológicas.
HistopatologiaConstitui o padrão-ouro para diagnóstico das lesões cervicais, identificando alterações morfológicas quepermitem classificá-las em NIC 1, NIC 2 ou NIC 3, conforme já descrito, e aquelas indicativas de lesão invasiva.
Deve ser realizado em qualquer espécime obtido do colo uterino, seja por biopsia dirigida ou procedimentoexcisional.
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passage: Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau. A classificação LIEBG engloba características citológicas de infecção por HPV e NIC 1, mas com risco entre 15 e 30% de NIC 2 ou 3, semelhante ao encontrado com ASC-US, categoria HPV--positivo. Portanto, há indicação de colposcopia para a maioria dos casos com resultado LIEBG à citologia. O teste para HPV não é útil nas mulheres em idade reprodutiva, uma vez que aproximadamente 80% terão resultado positivo para DNA de HPV (ASC-US-LIEBG T riage Study Group, 2000). Nas mu-lheres pós-menopáusicas, considerando-se o baixo valor predi-tivo positivo da citologia classificada como LIEBG para NIC 2 ou 3 e o baixo índice de positividade para HPV , as possíveis condutas para os casos com LIEBG incluem reflex test para HPV de alto risco ou repetição da citologia em 6 a 12 meses. Assim como para os casos classificados como ASC-US, positi-vidade para HPV e citologia anormal quando da repetição do exame indicam a necessidade de colposcopia (Wright, 2007b).
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: (3) Nos casos em que o exame histopatológico da peça cirúrgica mostrar qualquer uma das margens comprometidas por NIC 2/3, o seguimento deverá ser feito com exame citopatológico e colposcopia semestrais nos primeiros dois anos.(3)diagnóstico citopatológico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma invasorTodas as pacientes que apresentem exame citopatológico com diagnóstico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma epidermoide invasor ou que tenham suspeita clínica de câncer devem ser encaminhadas para colposcopia. Nos casos de colposcopia com achados sugestivos de invasão, a biópsia deve ser realizada.(3) Mu-lheres com exame citopatológico sugestivo de AIS ou invasor devem ser encaminhadas para colposcopia.(3)Rastreamento com dna-HPV positivoA colposcopia pode ser indicada como propedêutica complementar após um rastrea-mento com DNA-HPV positivo. Uma revisão sistemática comparou a colposcopia com a citologia cervical nessa situação.(6) A colposcopia imediata provavelmente leva à detec-ção mais precoce de lesões de alto grau em comparação à citologia cervical. No entanto, apresenta uma maior taxa de detecção de lesões de baixo grau sem significado clínico.
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passage: ■ FisiopatologiaEmbora se tenha encontrado DNA de HPV em até 80% das lesões de NIV , o HPV está menos associado ao câncer de vulva. A maioria dos trabalhos mostra cerca de 40% de positividade para DNA de HPV em amostras de câncer vulvar em todo o mundo (Madeleine, 1997; Monk, 1995; Smith, 2009). A evolução de carcinoma vulvar in situ para câncer invasivo foi enfaticamente sugerida, embora não tenha sido confirmada de forma conclusiva. Portanto, as lesões classificadas como NIV 3 em geral são tratadas (van Seters, 2005).
Terminologia originalA terminologia para neoplasia intraepitelial vulvar escamosa foi introduzida em 1986 pela International Society for the Study of Vulvar Disease (ISSVD). De acordo com essa classificação, as NIVs, 1, 2 e 3 foram definidas por alterações celulares anor-mais com espessuras variáveis encontradas no epitélio escamo-so, semelhante à classificação para NIC (Wilkinson, 1986).
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passage: ■ FisiopatologiaA histopatologia da neoplasia intraepitelial vaginal é semelhan-te à da NIC e da NIV . Raramente é observada como lesão pri-mária e na maioria dos casos desenvolve-se como extensão da NIC, principalmente no terço superior da vagina (Diakomano-lis, 2002; Hoffman, 1992a). Diferentemente do colo uterino, a vagina não possui uma zona de transformação ativa suscetível à neoplasia induzida por HPV . Entretanto, a penetração do HPV pode resultar de abrasões na mucosa vaginal e da atividade re-paradora das células escamosas metaplásicas (Woodruff, 1981). Em uma revisão sistemática recente de 315 casos de neoplasia vaginal, os pesquisadores encontraram DNA de HPV em até 98% das lesões classificadas como NIVa e em 75% dos cânceres vaginais. O HPV 16 foi o tipo mais encontrado (Smith, 2009).
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passage: NEOPLASIA INTRAEPITELIAL DO COLO UTERINO ■ IncidênciaA verdadeira incidência de neoplasia intraepitelial do colo ute-rino (NIC) é possível apenas de ser estimada. Dos aproximada-mente 7% de exames de Papanicolaou com anormalidade epi-teliais detectadas anualmente durante rastreamento nos Estados Unidos, talvez metade apresente algum grau de NIC histológica (Jones, 2000). A incidência de NIC varia com a população es-tudada, já que está fortemente correlacionada com precocidade nas relações sexuais, fatores socioeconômicos e diversos outros comportamentos de risco. Além disso, os métodos clínicos usa-dos para diagnosticar NIC, principalmente exame citológico e colposcopia, não têm sensibilidade suficiente.
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passage: ■ Manejo em casos de avaliação negativa após citologia anormalQuando as avaliações colposcópica e histológica não conse-guem detectar a presença de neoplasia de alto grau, recomen-da-se monitoramento complementar com base no resultado ci-tológico anormal original, conforme descrito na Tabela 29-8.
■ Tratamento de neoplasia intraepitelial do colo uterinoO tratamento atual nos casos com NIC limita-se a procedi-mentos locais de ablação ou excisão. Os procedimentos abla-tivos destroem o tecido cervical, ao passo que os métodos ex-cisionais proporcionam amostras histológicas que permitem a avaliação das margens de excisão e maior segurança de ausência de câncer invasivo. O tratamento clínico à base de agentes tó-picos atualmente é considerado experimental e não reconheci-do como prática clínica-padrão. A escolha da modalidade de tratamento depende de múltiplos fatores, que incluem idade da paciente, paridade, desejo de fertilidade futura, tamanho e gravidade da lesão (ou das lesões), contorno do colo uterino, FIGURA 29-16 Uso de espéculo endocervical para visualizar o canal en-docervical durante colposcopia.
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passage: Nesse exame é possível reconhecer achados normais, anormais menores e maiores, sugestivos de invasão,inespecíficos e outros classificados como miscelânea. Também devem ser identificados a extensão da área deachados anormais e o tipo de zona de transformação (Bornstein et al.
, 2012).
As alterações fisiológicas que ocorrem na gravidez, já descritas, dificultam a classificação dos achadoscolposcópicos. O edema torna o epitélio acetobranco menos intenso, o que faz a lesão parecer menos grave. Poroutro lado, a vasodilatação confere aparência mais grave. Além disso, sinais indicativos de invasão podem nãoser percebidos em uma área de achados anormais maiores (McIntyre-Seltman & Lesnock, 2008). A Figura 74.3 Ae B mostra exemplos de achados colposcópicos em mulheres com atipias citológicas.
HistopatologiaConstitui o padrão-ouro para diagnóstico das lesões cervicais, identificando alterações morfológicas quepermitem classificá-las em NIC 1, NIC 2 ou NIC 3, conforme já descrito, e aquelas indicativas de lesão invasiva.
Deve ser realizado em qualquer espécime obtido do colo uterino, seja por biopsia dirigida ou procedimentoexcisional.
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passage: Hoffman_29.indd 758 03/10/13 17:11759sem a aplicação de ácido acético e sem exame colposcópico, ao passo que as lesões de NIV clinicamente significativas em geral são visíveis sem necessidade de técnicas especiais. Para evitar atrasar o diagnóstico, deve-se biopsar a maioria das lesões fo-cais vulvares, particularmente de lesões pigmentadas, verrugas genitais em pós-menopáusicas ou em pacientes imunocom-prometidas, ou verrugas que persistam apesar de tratamento tópico (American College of Obstetricians and Gynecologists, American Society for Colposcopy and Cervical Pathology, 2011).
VulvoscopiaHá necessidade de confirmação histológica do diagnóstico antes de iniciar o tratamento de NIV de alto grau. A escolha do melhor sítio para coleta de amostra de biópsia é auxiliada por amplificação de vulva e periânus, geralmente utilizando colposcópio. O exame é denominado vulvoscopia. Como al-ternativa, pode-se usar uma boa fonte de luz com lente manual de aumento.
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passage: Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau. A classificação LIEBG engloba características citológicas de infecção por HPV e NIC 1, mas com risco entre 15 e 30% de NIC 2 ou 3, semelhante ao encontrado com ASC-US, categoria HPV--positivo. Portanto, há indicação de colposcopia para a maioria dos casos com resultado LIEBG à citologia. O teste para HPV não é útil nas mulheres em idade reprodutiva, uma vez que aproximadamente 80% terão resultado positivo para DNA de HPV (ASC-US-LIEBG T riage Study Group, 2000). Nas mu-lheres pós-menopáusicas, considerando-se o baixo valor predi-tivo positivo da citologia classificada como LIEBG para NIC 2 ou 3 e o baixo índice de positividade para HPV , as possíveis condutas para os casos com LIEBG incluem reflex test para HPV de alto risco ou repetição da citologia em 6 a 12 meses. Assim como para os casos classificados como ASC-US, positi-vidade para HPV e citologia anormal quando da repetição do exame indicam a necessidade de colposcopia (Wright, 2007b).
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: (3) Nos casos em que o exame histopatológico da peça cirúrgica mostrar qualquer uma das margens comprometidas por NIC 2/3, o seguimento deverá ser feito com exame citopatológico e colposcopia semestrais nos primeiros dois anos.(3)diagnóstico citopatológico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma invasorTodas as pacientes que apresentem exame citopatológico com diagnóstico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carcinoma epidermoide invasor ou que tenham suspeita clínica de câncer devem ser encaminhadas para colposcopia. Nos casos de colposcopia com achados sugestivos de invasão, a biópsia deve ser realizada.(3) Mu-lheres com exame citopatológico sugestivo de AIS ou invasor devem ser encaminhadas para colposcopia.(3)Rastreamento com dna-HPV positivoA colposcopia pode ser indicada como propedêutica complementar após um rastrea-mento com DNA-HPV positivo. Uma revisão sistemática comparou a colposcopia com a citologia cervical nessa situação.(6) A colposcopia imediata provavelmente leva à detec-ção mais precoce de lesões de alto grau em comparação à citologia cervical. No entanto, apresenta uma maior taxa de detecção de lesões de baixo grau sem significado clínico.
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passage: ■ FisiopatologiaEmbora se tenha encontrado DNA de HPV em até 80% das lesões de NIV , o HPV está menos associado ao câncer de vulva. A maioria dos trabalhos mostra cerca de 40% de positividade para DNA de HPV em amostras de câncer vulvar em todo o mundo (Madeleine, 1997; Monk, 1995; Smith, 2009). A evolução de carcinoma vulvar in situ para câncer invasivo foi enfaticamente sugerida, embora não tenha sido confirmada de forma conclusiva. Portanto, as lesões classificadas como NIV 3 em geral são tratadas (van Seters, 2005).
Terminologia originalA terminologia para neoplasia intraepitelial vulvar escamosa foi introduzida em 1986 pela International Society for the Study of Vulvar Disease (ISSVD). De acordo com essa classificação, as NIVs, 1, 2 e 3 foram definidas por alterações celulares anor-mais com espessuras variáveis encontradas no epitélio escamo-so, semelhante à classificação para NIC (Wilkinson, 1986).
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passage: ■ FisiopatologiaA histopatologia da neoplasia intraepitelial vaginal é semelhan-te à da NIC e da NIV . Raramente é observada como lesão pri-mária e na maioria dos casos desenvolve-se como extensão da NIC, principalmente no terço superior da vagina (Diakomano-lis, 2002; Hoffman, 1992a). Diferentemente do colo uterino, a vagina não possui uma zona de transformação ativa suscetível à neoplasia induzida por HPV . Entretanto, a penetração do HPV pode resultar de abrasões na mucosa vaginal e da atividade re-paradora das células escamosas metaplásicas (Woodruff, 1981). Em uma revisão sistemática recente de 315 casos de neoplasia vaginal, os pesquisadores encontraram DNA de HPV em até 98% das lesões classificadas como NIVa e em 75% dos cânceres vaginais. O HPV 16 foi o tipo mais encontrado (Smith, 2009).
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passage: NEOPLASIA INTRAEPITELIAL DO COLO UTERINO ■ IncidênciaA verdadeira incidência de neoplasia intraepitelial do colo ute-rino (NIC) é possível apenas de ser estimada. Dos aproximada-mente 7% de exames de Papanicolaou com anormalidade epi-teliais detectadas anualmente durante rastreamento nos Estados Unidos, talvez metade apresente algum grau de NIC histológica (Jones, 2000). A incidência de NIC varia com a população es-tudada, já que está fortemente correlacionada com precocidade nas relações sexuais, fatores socioeconômicos e diversos outros comportamentos de risco. Além disso, os métodos clínicos usa-dos para diagnosticar NIC, principalmente exame citológico e colposcopia, não têm sensibilidade suficiente.
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passage: ■ Manejo em casos de avaliação negativa após citologia anormalQuando as avaliações colposcópica e histológica não conse-guem detectar a presença de neoplasia de alto grau, recomen-da-se monitoramento complementar com base no resultado ci-tológico anormal original, conforme descrito na Tabela 29-8.
■ Tratamento de neoplasia intraepitelial do colo uterinoO tratamento atual nos casos com NIC limita-se a procedi-mentos locais de ablação ou excisão. Os procedimentos abla-tivos destroem o tecido cervical, ao passo que os métodos ex-cisionais proporcionam amostras histológicas que permitem a avaliação das margens de excisão e maior segurança de ausência de câncer invasivo. O tratamento clínico à base de agentes tó-picos atualmente é considerado experimental e não reconheci-do como prática clínica-padrão. A escolha da modalidade de tratamento depende de múltiplos fatores, que incluem idade da paciente, paridade, desejo de fertilidade futura, tamanho e gravidade da lesão (ou das lesões), contorno do colo uterino, FIGURA 29-16 Uso de espéculo endocervical para visualizar o canal en-docervical durante colposcopia.
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passage: Nesse exame é possível reconhecer achados normais, anormais menores e maiores, sugestivos de invasão,inespecíficos e outros classificados como miscelânea. Também devem ser identificados a extensão da área deachados anormais e o tipo de zona de transformação (Bornstein et al.
, 2012).
As alterações fisiológicas que ocorrem na gravidez, já descritas, dificultam a classificação dos achadoscolposcópicos. O edema torna o epitélio acetobranco menos intenso, o que faz a lesão parecer menos grave. Poroutro lado, a vasodilatação confere aparência mais grave. Além disso, sinais indicativos de invasão podem nãoser percebidos em uma área de achados anormais maiores (McIntyre-Seltman & Lesnock, 2008). A Figura 74.3 Ae B mostra exemplos de achados colposcópicos em mulheres com atipias citológicas.
HistopatologiaConstitui o padrão-ouro para diagnóstico das lesões cervicais, identificando alterações morfológicas quepermitem classificá-las em NIC 1, NIC 2 ou NIC 3, conforme já descrito, e aquelas indicativas de lesão invasiva.
Deve ser realizado em qualquer espécime obtido do colo uterino, seja por biopsia dirigida ou procedimentoexcisional.
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passage: Hoffman_29.indd 758 03/10/13 17:11759sem a aplicação de ácido acético e sem exame colposcópico, ao passo que as lesões de NIV clinicamente significativas em geral são visíveis sem necessidade de técnicas especiais. Para evitar atrasar o diagnóstico, deve-se biopsar a maioria das lesões fo-cais vulvares, particularmente de lesões pigmentadas, verrugas genitais em pós-menopáusicas ou em pacientes imunocom-prometidas, ou verrugas que persistam apesar de tratamento tópico (American College of Obstetricians and Gynecologists, American Society for Colposcopy and Cervical Pathology, 2011).
VulvoscopiaHá necessidade de confirmação histológica do diagnóstico antes de iniciar o tratamento de NIV de alto grau. A escolha do melhor sítio para coleta de amostra de biópsia é auxiliada por amplificação de vulva e periânus, geralmente utilizando colposcópio. O exame é denominado vulvoscopia. Como al-ternativa, pode-se usar uma boa fonte de luz com lente manual de aumento.
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passage: Lesões precursoras do câncer do colo do úteroA maior responsabilidade pelo advento de lesões precursoras do câncer do colo do útero como as neoplasiasintraepiteliais cervicais (NIC) sempre foi atribuída às consequências do ciclo gravídico-puerperal.
Nos últimos 30 anos a agressão viral, especialmente pelo papilomavírus humano (HPV), é considerada ofator mais importante na gênese das lesões evolutivas do colo uterino. Com a maior prevalência atual de infecçãopelo HPV, observada especialmente em mulheres jovens, cresceu o número de casos de neoplasia cervical,inclusive invasiva, em nuligestas com menos de 30 anos de idade. Assim, a gravidez e o parto passam a serconsiderados apenas coadjuvantes no processo, embora sem desvalorizar a importância do fenômeno obstétricona causa de lesões cervicais e de alterações topográficas das mucosas, favorecendo as infecções e as reaçõesepiteliais metaplásicas. Mas os cuidados preventivos que incluem o exame citopatológico cervical e a colposcopia,conseguem prevenir efetivamente o advento do câncer de colo uterino, pela identificação e tratamento de suaslesões precursoras (Capítulo 74).
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Boa noite! Entendo sua preocupação com os resultados do Papanicolau e da colposcopia. É comum que haja um pouco de confusão quando os resultados dos exames não parecem se encaixar perfeitamente, mas vamos esclarecer tudo isso.
Primeiro, vamos entender os resultados: O Papanicolau negativo para lesão intraepitelial significa que o exame inicial não detectou alterações nas células do colo do útero. No entanto, a colposcopia identificou uma Neoplasia Intraepitelial Cervical (NIC). Isso significa que, ao examinar o colo do útero mais de perto com a colposcopia, o médico observou áreas com alterações celulares que sugerem uma lesão pré-cancerosa.
Agora, sobre o HPV: A NIC, especialmente as de baixo grau (NIC 1), está fortemente associada à infecção pelo HPV (Papilomavírus Humano). É muito provável que a NIC encontrada na colposcopia esteja relacionada a uma infecção por HPV. Em alguns casos raros (1 a 5%), a NIC pode ocorrer sem a presença detectável de HPV.
Quanto a saber se a lesão é recente ou antiga, infelizmente, não há um exame que determine com precisão o tempo da infecção pelo HPV. O que sabemos é que muitas pessoas entram em contato com o HPV em algum momento da vida, geralmente logo após o início da atividade sexual. Em muitos casos, o próprio organismo elimina o vírus e as lesões desaparecem espontaneamente, principalmente as NIC de baixo grau. Outras vezes, o vírus persiste e pode causar alterações nas células do colo do útero, levando à NIC.
O importante agora é seguir as orientações do seu médico. Geralmente, para NIC de baixo grau (NIC 1), o acompanhamento é feito com exames de Papanicolau e colposcopia periódicos. Em alguns casos, pode ser necessário realizar um exame de HPV para auxiliar na decisão sobre o tratamento. Se a lesão for de alto grau (NIC 2 ou NIC 3), o tratamento para remover a área afetada geralmente é recomendado.
Lembre-se que a grande maioria das NICs de baixo grau regride espontaneamente e, mesmo as de alto grau, quando tratadas adequadamente, têm altas chances de cura. É fundamental comparecer às consultas de acompanhamento e seguir as orientações do seu médico para garantir a sua saúde. Além disso, hábitos saudáveis, como não fumar, podem ajudar o seu sistema imunológico a combater o HPV.
Se você tiver mais alguma dúvida ou preocupação, não hesite em perguntar. Estou aqui para te ajudar a entender tudo e tomar as melhores decisões para sua saúde.
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Tenho intolerância à lactose diagnosticada através de exame com coletas de amostra de sangue. Considerando a piora de meus sintomas, foi-me solicitado o teste do hidrogênio exalado para pesquisa de intolerância à lactose. Seria necessário fazer esse outro exame?
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A lactose é de importância fundamental como principal fonte de calorias do leite. Para haver a absorção da lactose no intestino, é necessária a presença da enzima lactase. A intolerância à lactose ocorre quando há incapacidade do organismo de digerir a lactose devido à deficiência da lactase no intestino. Quando uma quantidade substancial de lactose não é absorvida no intestino, podem aparecer sintomas como dor abdominal, náuseas, flatulência, constipação, além de dor de cabeça, fadiga, cãibras, dor muscular e articular. O diagnóstico pode ser feito através de quatro exames: biópsia de intestino, teste de tolerância à lactose, hidrogênio expirado, análise da acidez das fezes e teste de sangue. O teste de biópsia do intestino é o mais preciso, mas, por ser muito invasivo, é pouco utilizado. Os testes de sangue e fezes são menos sensíveis para o diagnóstico. Por essa razão, o teste preferencial para o diagnóstico é o teste respiratório de tolerância à lactose, hidrogênio expirado.
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passage: Entre os exames adicionais na investigação de retardo puberal, incluem-se:Prolactina (PRL): níveis elevados podem indicar tumores hipotálamo-hipofisários, levando a HH. Nesses casos, outrasdeficiências hormonais hipofisárias podem estar presentesImagens do sistema nervoso central (SNC): são úteis nos pacientes com HH, principalmente quando associado a outrasdeficiências hormonais hipofisárias. Também são indicadas quando houver diabetes insípido (DI) ou sinais de aumento dapressão intracraniana (p. ex., cefaleia, papiledema etc.) ou anormalidades visuais resultantes de compressão quiasmática (p.
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passage: Entre os exames adicionais na investigação de retardo puberal, incluem-se:Prolactina (PRL): níveis elevados podem indicar tumores hipotálamo-hipofisários, levando a HH. Nesses casos, outrasdeficiências hormonais hipofisárias podem estar presentesImagens do sistema nervoso central (SNC): são úteis nos pacientes com HH, principalmente quando associado a outrasdeficiências hormonais hipofisárias. Também são indicadas quando houver diabetes insípido (DI) ou sinais de aumento dapressão intracraniana (p. ex., cefaleia, papiledema etc.) ou anormalidades visuais resultantes de compressão quiasmática (p.
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passage: • Teste das aminas – uma gota de hidróxido de potássio a 10% na secreção vaginal. • Citologia a fresco - Em uma lâmina de vidro com conteúdo va-ginal, aplicar 1 gota de soro /f_i siológico. Em outra lâmina com conteúdo vaginal, aplicar uma gota de hidróxido de potássio a 10%. Observar ao microscópio no aumento de 10x. Além da busca de elementos patogênicos, também é importante avaliar a concentração de células in/f_l amatórias e de lactobaci-los, que modi/f_i cam a /f_l ora vaginal, assim, contribuindo para o diagnóstico especí/f_i co das vulvovaginites. • Citologia corada pelo Gram – Após a coleta da secreção vaginal, realiza-se um esfregaço a seco, que pode secar à temperatura ambiente ou com auxílio do Bico de Bunsen. Em seguida, apli-ca-se a coloração de Gram. Sua avaliação está pautada na quan-tidade de lactobacilos e bactérias anaeróbias identi/f_i cadas, e seus resultados seguem os critérios de Nugent.
• Citologia Oncológica – A proposta deste exame é a avaliação diagnóstica do câncer de colo uterino e suas lesões precurso-11Giraldo PC, Amaral RL, Gonçalves AK, Eleutério Júnior JProtocolos Febrasgo | Nº95 | 2018sintomas, não indica tratamento.
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passage: Entre os exames adicionais na investigação de retardo puberal, incluem-se:Prolactina (PRL): níveis elevados podem indicar tumores hipotálamo-hipofisários, levando a HH. Nesses casos, outrasdeficiências hormonais hipofisárias podem estar presentesImagens do sistema nervoso central (SNC): são úteis nos pacientes com HH, principalmente quando associado a outrasdeficiências hormonais hipofisárias. Também são indicadas quando houver diabetes insípido (DI) ou sinais de aumento dapressão intracraniana (p. ex., cefaleia, papiledema etc.) ou anormalidades visuais resultantes de compressão quiasmática (p.
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passage: • Teste das aminas – uma gota de hidróxido de potássio a 10% na secreção vaginal. • Citologia a fresco - Em uma lâmina de vidro com conteúdo va-ginal, aplicar 1 gota de soro /f_i siológico. Em outra lâmina com conteúdo vaginal, aplicar uma gota de hidróxido de potássio a 10%. Observar ao microscópio no aumento de 10x. Além da busca de elementos patogênicos, também é importante avaliar a concentração de células in/f_l amatórias e de lactobaci-los, que modi/f_i cam a /f_l ora vaginal, assim, contribuindo para o diagnóstico especí/f_i co das vulvovaginites. • Citologia corada pelo Gram – Após a coleta da secreção vaginal, realiza-se um esfregaço a seco, que pode secar à temperatura ambiente ou com auxílio do Bico de Bunsen. Em seguida, apli-ca-se a coloração de Gram. Sua avaliação está pautada na quan-tidade de lactobacilos e bactérias anaeróbias identi/f_i cadas, e seus resultados seguem os critérios de Nugent.
• Citologia Oncológica – A proposta deste exame é a avaliação diagnóstica do câncer de colo uterino e suas lesões precurso-11Giraldo PC, Amaral RL, Gonçalves AK, Eleutério Júnior JProtocolos Febrasgo | Nº95 | 2018sintomas, não indica tratamento.
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passage: Se houver suspeita de hemólise aguda, a transfusão deve ser interrompida imediatamente. Uma amostra do sangue da paciente deve ser encaminhada ao banco de sangue, juntamen-te com a unidade doadora remanescente, para avaliação. Em pacientes com hemólise significativa, os valores laboratoriais estarão alterados. Especificamente, os níveis de hemoglobina e de haptoglobina sérica estarão reduzidos; os níveis séricos de lactato-desidrogenase e de bilirrubina indireta estarão aumen-tados, e serão observadas hemoglobinemia e hemoglobinúria. Além disso, devem ser solicitados dosagem sérica de creatinina e eletrólitos e coagulograma.
Para prevenir toxicidade renal, a diurese é estimulada com cristaloides intravenosos e administração de furosemida ou manitol. A alcalinização da urina pode prevenir a precipitação de hemoglobina dentro dos túbulos renais e, portanto, há indi-cação para administração intravenosa de bicarbonatoEm contraste com a reação transfusional hemolítica agu-da, reações transfusionais hemolíticas tardias podem ocorrer após dias ou semanas. As pacientes com frequência não apre-sentam sintomas agudos, mas níveis baixos de hemoglobina, febre, icterícia e hemoglobinemia podem estar presentes. A intervenção clínica não é necessária nesses casos.
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passage: Entre os exames adicionais na investigação de retardo puberal, incluem-se:Prolactina (PRL): níveis elevados podem indicar tumores hipotálamo-hipofisários, levando a HH. Nesses casos, outrasdeficiências hormonais hipofisárias podem estar presentesImagens do sistema nervoso central (SNC): são úteis nos pacientes com HH, principalmente quando associado a outrasdeficiências hormonais hipofisárias. Também são indicadas quando houver diabetes insípido (DI) ou sinais de aumento dapressão intracraniana (p. ex., cefaleia, papiledema etc.) ou anormalidades visuais resultantes de compressão quiasmática (p.
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passage: • Teste das aminas – uma gota de hidróxido de potássio a 10% na secreção vaginal. • Citologia a fresco - Em uma lâmina de vidro com conteúdo va-ginal, aplicar 1 gota de soro /f_i siológico. Em outra lâmina com conteúdo vaginal, aplicar uma gota de hidróxido de potássio a 10%. Observar ao microscópio no aumento de 10x. Além da busca de elementos patogênicos, também é importante avaliar a concentração de células in/f_l amatórias e de lactobaci-los, que modi/f_i cam a /f_l ora vaginal, assim, contribuindo para o diagnóstico especí/f_i co das vulvovaginites. • Citologia corada pelo Gram – Após a coleta da secreção vaginal, realiza-se um esfregaço a seco, que pode secar à temperatura ambiente ou com auxílio do Bico de Bunsen. Em seguida, apli-ca-se a coloração de Gram. Sua avaliação está pautada na quan-tidade de lactobacilos e bactérias anaeróbias identi/f_i cadas, e seus resultados seguem os critérios de Nugent.
• Citologia Oncológica – A proposta deste exame é a avaliação diagnóstica do câncer de colo uterino e suas lesões precurso-11Giraldo PC, Amaral RL, Gonçalves AK, Eleutério Júnior JProtocolos Febrasgo | Nº95 | 2018sintomas, não indica tratamento.
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passage: Se houver suspeita de hemólise aguda, a transfusão deve ser interrompida imediatamente. Uma amostra do sangue da paciente deve ser encaminhada ao banco de sangue, juntamen-te com a unidade doadora remanescente, para avaliação. Em pacientes com hemólise significativa, os valores laboratoriais estarão alterados. Especificamente, os níveis de hemoglobina e de haptoglobina sérica estarão reduzidos; os níveis séricos de lactato-desidrogenase e de bilirrubina indireta estarão aumen-tados, e serão observadas hemoglobinemia e hemoglobinúria. Além disso, devem ser solicitados dosagem sérica de creatinina e eletrólitos e coagulograma.
Para prevenir toxicidade renal, a diurese é estimulada com cristaloides intravenosos e administração de furosemida ou manitol. A alcalinização da urina pode prevenir a precipitação de hemoglobina dentro dos túbulos renais e, portanto, há indi-cação para administração intravenosa de bicarbonatoEm contraste com a reação transfusional hemolítica agu-da, reações transfusionais hemolíticas tardias podem ocorrer após dias ou semanas. As pacientes com frequência não apre-sentam sintomas agudos, mas níveis baixos de hemoglobina, febre, icterícia e hemoglobinemia podem estar presentes. A intervenção clínica não é necessária nesses casos.
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passage: ▶ Teste de Coombs direto.
Avalia a sensibilização das hemácias do recém-nascido pelos anticorpos maternos.
Deve ser feito, sistematicamente, no sangue do cordão umbilical dos bebês nascidos de mulher Rh-negativa, comou sem aloimunização, e mesmo se ausente história sugestiva de DHPN.
As reações negativas não afastam, definitivamente, a doença; nos tipos clínicos ocasionados pelo sistemaABO, elas costumam ser negativas. Se houver incompatibilidade ABO, é comum a ocorrência de esferocitose (verTabela 39.1).
▶ Subsídio anatomopatológico.
Os focos de hematopoese extramedular (eritroblastos), encontrados em muitosórgãos (fígado, baço, placenta), são da maior relevância. Hepatoesplenomegalia está sempre presente.
No icterus gravis os núcleos da base do cérebro podem tornar-se amarelo-esverdeados, o que constitui aicterícia nuclear ou kernicterus* (Figura 39.16). A pigmentação ictérica parece poupar o córtex e nunca éobservada em natimortos nem em bebês falecidos nas primeiras 24 h de vida; depende do nível de bilirrubina nãoconjugada plasmática, além do aumento da permeabilidade da barreira hematencefálica. Se a bilirrubina exceder30 mg/dℓ, cerca de 50% dos casos apresentarão o kernicterus.
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passage: Entre os exames adicionais na investigação de retardo puberal, incluem-se:Prolactina (PRL): níveis elevados podem indicar tumores hipotálamo-hipofisários, levando a HH. Nesses casos, outrasdeficiências hormonais hipofisárias podem estar presentesImagens do sistema nervoso central (SNC): são úteis nos pacientes com HH, principalmente quando associado a outrasdeficiências hormonais hipofisárias. Também são indicadas quando houver diabetes insípido (DI) ou sinais de aumento dapressão intracraniana (p. ex., cefaleia, papiledema etc.) ou anormalidades visuais resultantes de compressão quiasmática (p.
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passage: • Teste das aminas – uma gota de hidróxido de potássio a 10% na secreção vaginal. • Citologia a fresco - Em uma lâmina de vidro com conteúdo va-ginal, aplicar 1 gota de soro /f_i siológico. Em outra lâmina com conteúdo vaginal, aplicar uma gota de hidróxido de potássio a 10%. Observar ao microscópio no aumento de 10x. Além da busca de elementos patogênicos, também é importante avaliar a concentração de células in/f_l amatórias e de lactobaci-los, que modi/f_i cam a /f_l ora vaginal, assim, contribuindo para o diagnóstico especí/f_i co das vulvovaginites. • Citologia corada pelo Gram – Após a coleta da secreção vaginal, realiza-se um esfregaço a seco, que pode secar à temperatura ambiente ou com auxílio do Bico de Bunsen. Em seguida, apli-ca-se a coloração de Gram. Sua avaliação está pautada na quan-tidade de lactobacilos e bactérias anaeróbias identi/f_i cadas, e seus resultados seguem os critérios de Nugent.
• Citologia Oncológica – A proposta deste exame é a avaliação diagnóstica do câncer de colo uterino e suas lesões precurso-11Giraldo PC, Amaral RL, Gonçalves AK, Eleutério Júnior JProtocolos Febrasgo | Nº95 | 2018sintomas, não indica tratamento.
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passage: Se houver suspeita de hemólise aguda, a transfusão deve ser interrompida imediatamente. Uma amostra do sangue da paciente deve ser encaminhada ao banco de sangue, juntamen-te com a unidade doadora remanescente, para avaliação. Em pacientes com hemólise significativa, os valores laboratoriais estarão alterados. Especificamente, os níveis de hemoglobina e de haptoglobina sérica estarão reduzidos; os níveis séricos de lactato-desidrogenase e de bilirrubina indireta estarão aumen-tados, e serão observadas hemoglobinemia e hemoglobinúria. Além disso, devem ser solicitados dosagem sérica de creatinina e eletrólitos e coagulograma.
Para prevenir toxicidade renal, a diurese é estimulada com cristaloides intravenosos e administração de furosemida ou manitol. A alcalinização da urina pode prevenir a precipitação de hemoglobina dentro dos túbulos renais e, portanto, há indi-cação para administração intravenosa de bicarbonatoEm contraste com a reação transfusional hemolítica agu-da, reações transfusionais hemolíticas tardias podem ocorrer após dias ou semanas. As pacientes com frequência não apre-sentam sintomas agudos, mas níveis baixos de hemoglobina, febre, icterícia e hemoglobinemia podem estar presentes. A intervenção clínica não é necessária nesses casos.
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passage: ▶ Teste de Coombs direto.
Avalia a sensibilização das hemácias do recém-nascido pelos anticorpos maternos.
Deve ser feito, sistematicamente, no sangue do cordão umbilical dos bebês nascidos de mulher Rh-negativa, comou sem aloimunização, e mesmo se ausente história sugestiva de DHPN.
As reações negativas não afastam, definitivamente, a doença; nos tipos clínicos ocasionados pelo sistemaABO, elas costumam ser negativas. Se houver incompatibilidade ABO, é comum a ocorrência de esferocitose (verTabela 39.1).
▶ Subsídio anatomopatológico.
Os focos de hematopoese extramedular (eritroblastos), encontrados em muitosórgãos (fígado, baço, placenta), são da maior relevância. Hepatoesplenomegalia está sempre presente.
No icterus gravis os núcleos da base do cérebro podem tornar-se amarelo-esverdeados, o que constitui aicterícia nuclear ou kernicterus* (Figura 39.16). A pigmentação ictérica parece poupar o córtex e nunca éobservada em natimortos nem em bebês falecidos nas primeiras 24 h de vida; depende do nível de bilirrubina nãoconjugada plasmática, além do aumento da permeabilidade da barreira hematencefálica. Se a bilirrubina exceder30 mg/dℓ, cerca de 50% dos casos apresentarão o kernicterus.
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passage: Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de plaquetas, anti-DNA, C3, C4, CH50Glicose, ureia, creatinina, ácido úrico, AST, ALT, fosfatase alcalina, eletrólitosProteinúria de 24 h ou spot test se for indicado, assim como a pesquisa do dismorfismo eritrocitário.
Os exames laboratoriais devem ser interpretados à luz do conhecimento das alterações impostas pela própriagestação. Apesar de ser usada como marcador de atividade de doença inflamatória, a velocidade dehemossedimentação (VHS) se eleva pela própria gestação e, portanto, não deve ser verificada na gestante comLES. Os níveis de complemento sérico tendem a aumentar na gravidez e a sua queda deve ser avaliada emrelação a um valor basal. A trombocitopenia incidental pode ocorrer em cerca de 10% das gestantes e torna-sedifícil diferenciá-la da relacionada com a atividade do LES. A excreção de proteínas urinárias, que normalmentese eleva durante a gestação, pode girar em torno de 300 μg/24 h sem ter significado clínico. Além disso, grávidastendem a ter mais infecções do trato urinário, e o uso de imunossupressores pode inibir a leucocitose e o desviocelular.
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passage: Entre os exames adicionais na investigação de retardo puberal, incluem-se:Prolactina (PRL): níveis elevados podem indicar tumores hipotálamo-hipofisários, levando a HH. Nesses casos, outrasdeficiências hormonais hipofisárias podem estar presentesImagens do sistema nervoso central (SNC): são úteis nos pacientes com HH, principalmente quando associado a outrasdeficiências hormonais hipofisárias. Também são indicadas quando houver diabetes insípido (DI) ou sinais de aumento dapressão intracraniana (p. ex., cefaleia, papiledema etc.) ou anormalidades visuais resultantes de compressão quiasmática (p.
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passage: • Teste das aminas – uma gota de hidróxido de potássio a 10% na secreção vaginal. • Citologia a fresco - Em uma lâmina de vidro com conteúdo va-ginal, aplicar 1 gota de soro /f_i siológico. Em outra lâmina com conteúdo vaginal, aplicar uma gota de hidróxido de potássio a 10%. Observar ao microscópio no aumento de 10x. Além da busca de elementos patogênicos, também é importante avaliar a concentração de células in/f_l amatórias e de lactobaci-los, que modi/f_i cam a /f_l ora vaginal, assim, contribuindo para o diagnóstico especí/f_i co das vulvovaginites. • Citologia corada pelo Gram – Após a coleta da secreção vaginal, realiza-se um esfregaço a seco, que pode secar à temperatura ambiente ou com auxílio do Bico de Bunsen. Em seguida, apli-ca-se a coloração de Gram. Sua avaliação está pautada na quan-tidade de lactobacilos e bactérias anaeróbias identi/f_i cadas, e seus resultados seguem os critérios de Nugent.
• Citologia Oncológica – A proposta deste exame é a avaliação diagnóstica do câncer de colo uterino e suas lesões precurso-11Giraldo PC, Amaral RL, Gonçalves AK, Eleutério Júnior JProtocolos Febrasgo | Nº95 | 2018sintomas, não indica tratamento.
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passage: Se houver suspeita de hemólise aguda, a transfusão deve ser interrompida imediatamente. Uma amostra do sangue da paciente deve ser encaminhada ao banco de sangue, juntamen-te com a unidade doadora remanescente, para avaliação. Em pacientes com hemólise significativa, os valores laboratoriais estarão alterados. Especificamente, os níveis de hemoglobina e de haptoglobina sérica estarão reduzidos; os níveis séricos de lactato-desidrogenase e de bilirrubina indireta estarão aumen-tados, e serão observadas hemoglobinemia e hemoglobinúria. Além disso, devem ser solicitados dosagem sérica de creatinina e eletrólitos e coagulograma.
Para prevenir toxicidade renal, a diurese é estimulada com cristaloides intravenosos e administração de furosemida ou manitol. A alcalinização da urina pode prevenir a precipitação de hemoglobina dentro dos túbulos renais e, portanto, há indi-cação para administração intravenosa de bicarbonatoEm contraste com a reação transfusional hemolítica agu-da, reações transfusionais hemolíticas tardias podem ocorrer após dias ou semanas. As pacientes com frequência não apre-sentam sintomas agudos, mas níveis baixos de hemoglobina, febre, icterícia e hemoglobinemia podem estar presentes. A intervenção clínica não é necessária nesses casos.
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passage: ▶ Teste de Coombs direto.
Avalia a sensibilização das hemácias do recém-nascido pelos anticorpos maternos.
Deve ser feito, sistematicamente, no sangue do cordão umbilical dos bebês nascidos de mulher Rh-negativa, comou sem aloimunização, e mesmo se ausente história sugestiva de DHPN.
As reações negativas não afastam, definitivamente, a doença; nos tipos clínicos ocasionados pelo sistemaABO, elas costumam ser negativas. Se houver incompatibilidade ABO, é comum a ocorrência de esferocitose (verTabela 39.1).
▶ Subsídio anatomopatológico.
Os focos de hematopoese extramedular (eritroblastos), encontrados em muitosórgãos (fígado, baço, placenta), são da maior relevância. Hepatoesplenomegalia está sempre presente.
No icterus gravis os núcleos da base do cérebro podem tornar-se amarelo-esverdeados, o que constitui aicterícia nuclear ou kernicterus* (Figura 39.16). A pigmentação ictérica parece poupar o córtex e nunca éobservada em natimortos nem em bebês falecidos nas primeiras 24 h de vida; depende do nível de bilirrubina nãoconjugada plasmática, além do aumento da permeabilidade da barreira hematencefálica. Se a bilirrubina exceder30 mg/dℓ, cerca de 50% dos casos apresentarão o kernicterus.
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passage: Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de plaquetas, anti-DNA, C3, C4, CH50Glicose, ureia, creatinina, ácido úrico, AST, ALT, fosfatase alcalina, eletrólitosProteinúria de 24 h ou spot test se for indicado, assim como a pesquisa do dismorfismo eritrocitário.
Os exames laboratoriais devem ser interpretados à luz do conhecimento das alterações impostas pela própriagestação. Apesar de ser usada como marcador de atividade de doença inflamatória, a velocidade dehemossedimentação (VHS) se eleva pela própria gestação e, portanto, não deve ser verificada na gestante comLES. Os níveis de complemento sérico tendem a aumentar na gravidez e a sua queda deve ser avaliada emrelação a um valor basal. A trombocitopenia incidental pode ocorrer em cerca de 10% das gestantes e torna-sedifícil diferenciá-la da relacionada com a atividade do LES. A excreção de proteínas urinárias, que normalmentese eleva durante a gestação, pode girar em torno de 300 μg/24 h sem ter significado clínico. Além disso, grávidastendem a ter mais infecções do trato urinário, e o uso de imunossupressores pode inibir a leucocitose e o desviocelular.
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passage: . Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da síndrome de HELLP é feito pelo obstetra baseado nos sintomas presentes e no resultado de exames, como hemograma, em que são verificadas as características das hemácias e quantidade de plaquetas. Além disso, o médico normalmente também indica exames que avaliam o fígado, como a dosagem de bilirrubinas, TGO e TGP no sangue, que também podem estar alterados na síndrome de HELLP, para confirmar o diagnóstico. Conheça mais exames que avaliam o fígado. Outro exame que pode ser solicitado pelo médico é o de lactato desidrogenase (LDH) no sangue ou desidrogenase láctica. Leia também: LDH (desidrogenase láctica): o que é, para que serve e resultados tuasaude.com/exame-ldh Classificação da síndrome de HELLP A síndrome de HELLP pode ser classificada de acordo com o resultado dos exames laboratoriais, de acordo com a classificação de Mississippi, sendo as principais: Classificação Contagem de plaquetas Níveis de lactato desidrogenase (LDH) Níveis de TGO ou TGP Síndrome de HELLP classe 1 (grave) Menor ou igual a 50.000 plaquetas/µL de sangue Maior que 600 UI/L Maior ou igual a 70 UI/L Síndrome de HELLP classe 2 (moderada) Entre 50.000 e 100.000 plaquetas/µL de sangue Maior que 600 UI/L Maior ou igual a 70 UI/L Síndrome de HELLP classe 3 (leve) Entre 100.000 e 150
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passage: Entre os exames adicionais na investigação de retardo puberal, incluem-se:Prolactina (PRL): níveis elevados podem indicar tumores hipotálamo-hipofisários, levando a HH. Nesses casos, outrasdeficiências hormonais hipofisárias podem estar presentesImagens do sistema nervoso central (SNC): são úteis nos pacientes com HH, principalmente quando associado a outrasdeficiências hormonais hipofisárias. Também são indicadas quando houver diabetes insípido (DI) ou sinais de aumento dapressão intracraniana (p. ex., cefaleia, papiledema etc.) ou anormalidades visuais resultantes de compressão quiasmática (p.
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passage: • Teste das aminas – uma gota de hidróxido de potássio a 10% na secreção vaginal. • Citologia a fresco - Em uma lâmina de vidro com conteúdo va-ginal, aplicar 1 gota de soro /f_i siológico. Em outra lâmina com conteúdo vaginal, aplicar uma gota de hidróxido de potássio a 10%. Observar ao microscópio no aumento de 10x. Além da busca de elementos patogênicos, também é importante avaliar a concentração de células in/f_l amatórias e de lactobaci-los, que modi/f_i cam a /f_l ora vaginal, assim, contribuindo para o diagnóstico especí/f_i co das vulvovaginites. • Citologia corada pelo Gram – Após a coleta da secreção vaginal, realiza-se um esfregaço a seco, que pode secar à temperatura ambiente ou com auxílio do Bico de Bunsen. Em seguida, apli-ca-se a coloração de Gram. Sua avaliação está pautada na quan-tidade de lactobacilos e bactérias anaeróbias identi/f_i cadas, e seus resultados seguem os critérios de Nugent.
• Citologia Oncológica – A proposta deste exame é a avaliação diagnóstica do câncer de colo uterino e suas lesões precurso-11Giraldo PC, Amaral RL, Gonçalves AK, Eleutério Júnior JProtocolos Febrasgo | Nº95 | 2018sintomas, não indica tratamento.
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passage: Se houver suspeita de hemólise aguda, a transfusão deve ser interrompida imediatamente. Uma amostra do sangue da paciente deve ser encaminhada ao banco de sangue, juntamen-te com a unidade doadora remanescente, para avaliação. Em pacientes com hemólise significativa, os valores laboratoriais estarão alterados. Especificamente, os níveis de hemoglobina e de haptoglobina sérica estarão reduzidos; os níveis séricos de lactato-desidrogenase e de bilirrubina indireta estarão aumen-tados, e serão observadas hemoglobinemia e hemoglobinúria. Além disso, devem ser solicitados dosagem sérica de creatinina e eletrólitos e coagulograma.
Para prevenir toxicidade renal, a diurese é estimulada com cristaloides intravenosos e administração de furosemida ou manitol. A alcalinização da urina pode prevenir a precipitação de hemoglobina dentro dos túbulos renais e, portanto, há indi-cação para administração intravenosa de bicarbonatoEm contraste com a reação transfusional hemolítica agu-da, reações transfusionais hemolíticas tardias podem ocorrer após dias ou semanas. As pacientes com frequência não apre-sentam sintomas agudos, mas níveis baixos de hemoglobina, febre, icterícia e hemoglobinemia podem estar presentes. A intervenção clínica não é necessária nesses casos.
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passage: ▶ Teste de Coombs direto.
Avalia a sensibilização das hemácias do recém-nascido pelos anticorpos maternos.
Deve ser feito, sistematicamente, no sangue do cordão umbilical dos bebês nascidos de mulher Rh-negativa, comou sem aloimunização, e mesmo se ausente história sugestiva de DHPN.
As reações negativas não afastam, definitivamente, a doença; nos tipos clínicos ocasionados pelo sistemaABO, elas costumam ser negativas. Se houver incompatibilidade ABO, é comum a ocorrência de esferocitose (verTabela 39.1).
▶ Subsídio anatomopatológico.
Os focos de hematopoese extramedular (eritroblastos), encontrados em muitosórgãos (fígado, baço, placenta), são da maior relevância. Hepatoesplenomegalia está sempre presente.
No icterus gravis os núcleos da base do cérebro podem tornar-se amarelo-esverdeados, o que constitui aicterícia nuclear ou kernicterus* (Figura 39.16). A pigmentação ictérica parece poupar o córtex e nunca éobservada em natimortos nem em bebês falecidos nas primeiras 24 h de vida; depende do nível de bilirrubina nãoconjugada plasmática, além do aumento da permeabilidade da barreira hematencefálica. Se a bilirrubina exceder30 mg/dℓ, cerca de 50% dos casos apresentarão o kernicterus.
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passage: Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de plaquetas, anti-DNA, C3, C4, CH50Glicose, ureia, creatinina, ácido úrico, AST, ALT, fosfatase alcalina, eletrólitosProteinúria de 24 h ou spot test se for indicado, assim como a pesquisa do dismorfismo eritrocitário.
Os exames laboratoriais devem ser interpretados à luz do conhecimento das alterações impostas pela própriagestação. Apesar de ser usada como marcador de atividade de doença inflamatória, a velocidade dehemossedimentação (VHS) se eleva pela própria gestação e, portanto, não deve ser verificada na gestante comLES. Os níveis de complemento sérico tendem a aumentar na gravidez e a sua queda deve ser avaliada emrelação a um valor basal. A trombocitopenia incidental pode ocorrer em cerca de 10% das gestantes e torna-sedifícil diferenciá-la da relacionada com a atividade do LES. A excreção de proteínas urinárias, que normalmentese eleva durante a gestação, pode girar em torno de 300 μg/24 h sem ter significado clínico. Além disso, grávidastendem a ter mais infecções do trato urinário, e o uso de imunossupressores pode inibir a leucocitose e o desviocelular.
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passage: . Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da síndrome de HELLP é feito pelo obstetra baseado nos sintomas presentes e no resultado de exames, como hemograma, em que são verificadas as características das hemácias e quantidade de plaquetas. Além disso, o médico normalmente também indica exames que avaliam o fígado, como a dosagem de bilirrubinas, TGO e TGP no sangue, que também podem estar alterados na síndrome de HELLP, para confirmar o diagnóstico. Conheça mais exames que avaliam o fígado. Outro exame que pode ser solicitado pelo médico é o de lactato desidrogenase (LDH) no sangue ou desidrogenase láctica. Leia também: LDH (desidrogenase láctica): o que é, para que serve e resultados tuasaude.com/exame-ldh Classificação da síndrome de HELLP A síndrome de HELLP pode ser classificada de acordo com o resultado dos exames laboratoriais, de acordo com a classificação de Mississippi, sendo as principais: Classificação Contagem de plaquetas Níveis de lactato desidrogenase (LDH) Níveis de TGO ou TGP Síndrome de HELLP classe 1 (grave) Menor ou igual a 50.000 plaquetas/µL de sangue Maior que 600 UI/L Maior ou igual a 70 UI/L Síndrome de HELLP classe 2 (moderada) Entre 50.000 e 100.000 plaquetas/µL de sangue Maior que 600 UI/L Maior ou igual a 70 UI/L Síndrome de HELLP classe 3 (leve) Entre 100.000 e 150
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passage: O diagnóstico diferencial deve ser feito com outras icterícias do recém-nascido, como a chamada fisiológicaou benigna: esta tem início tardio (2o ou 3o dia), acomete 50% dos recém-nascidos, cede espontaneamente,sendo rara a persistência além de 2 semanas.
A sonolência brutal seria patognomônica do kernicterus, a icterícia nuclear, quando estão associados à DHPNdistúrbios nervosos centrais, decorrentes da impregnação dos núcleos da base pela bilirrubina não conjugada. Ossinais aparecem muitas horas depois do surgimento da icterícia. No período de estado, há hipertonia generalizada(opistótono), com predileção pela musculatura da face (riso sardônico). A icterícia nuclear é de prognósticosombrio, em função das sequelas neurológicas, muito prejudiciais, que eclodem ao fim do primeiro ano.
▶ Anemia grave.
É a modalidade menos expressiva, clinicamente, de DHPN; há espleno-hepatomegalia, extremapalidez e anemia, com descoramento intenso das mucosas visíveis. O exame de sangue é fundamental. Aicterícia, em geral presente, mascara a identificação dos sinais clínicos.
No hemograma dos primeiros dias, a anemia constitui descoberta acidental; alcança seu máximo durante a 3asemana, sem relação com a icterícia e o grau de eritroblastose.
▶ Incompatibilidade ABO.
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passage: Entre os exames adicionais na investigação de retardo puberal, incluem-se:Prolactina (PRL): níveis elevados podem indicar tumores hipotálamo-hipofisários, levando a HH. Nesses casos, outrasdeficiências hormonais hipofisárias podem estar presentesImagens do sistema nervoso central (SNC): são úteis nos pacientes com HH, principalmente quando associado a outrasdeficiências hormonais hipofisárias. Também são indicadas quando houver diabetes insípido (DI) ou sinais de aumento dapressão intracraniana (p. ex., cefaleia, papiledema etc.) ou anormalidades visuais resultantes de compressão quiasmática (p.
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passage: • Teste das aminas – uma gota de hidróxido de potássio a 10% na secreção vaginal. • Citologia a fresco - Em uma lâmina de vidro com conteúdo va-ginal, aplicar 1 gota de soro /f_i siológico. Em outra lâmina com conteúdo vaginal, aplicar uma gota de hidróxido de potássio a 10%. Observar ao microscópio no aumento de 10x. Além da busca de elementos patogênicos, também é importante avaliar a concentração de células in/f_l amatórias e de lactobaci-los, que modi/f_i cam a /f_l ora vaginal, assim, contribuindo para o diagnóstico especí/f_i co das vulvovaginites. • Citologia corada pelo Gram – Após a coleta da secreção vaginal, realiza-se um esfregaço a seco, que pode secar à temperatura ambiente ou com auxílio do Bico de Bunsen. Em seguida, apli-ca-se a coloração de Gram. Sua avaliação está pautada na quan-tidade de lactobacilos e bactérias anaeróbias identi/f_i cadas, e seus resultados seguem os critérios de Nugent.
• Citologia Oncológica – A proposta deste exame é a avaliação diagnóstica do câncer de colo uterino e suas lesões precurso-11Giraldo PC, Amaral RL, Gonçalves AK, Eleutério Júnior JProtocolos Febrasgo | Nº95 | 2018sintomas, não indica tratamento.
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passage: Se houver suspeita de hemólise aguda, a transfusão deve ser interrompida imediatamente. Uma amostra do sangue da paciente deve ser encaminhada ao banco de sangue, juntamen-te com a unidade doadora remanescente, para avaliação. Em pacientes com hemólise significativa, os valores laboratoriais estarão alterados. Especificamente, os níveis de hemoglobina e de haptoglobina sérica estarão reduzidos; os níveis séricos de lactato-desidrogenase e de bilirrubina indireta estarão aumen-tados, e serão observadas hemoglobinemia e hemoglobinúria. Além disso, devem ser solicitados dosagem sérica de creatinina e eletrólitos e coagulograma.
Para prevenir toxicidade renal, a diurese é estimulada com cristaloides intravenosos e administração de furosemida ou manitol. A alcalinização da urina pode prevenir a precipitação de hemoglobina dentro dos túbulos renais e, portanto, há indi-cação para administração intravenosa de bicarbonatoEm contraste com a reação transfusional hemolítica agu-da, reações transfusionais hemolíticas tardias podem ocorrer após dias ou semanas. As pacientes com frequência não apre-sentam sintomas agudos, mas níveis baixos de hemoglobina, febre, icterícia e hemoglobinemia podem estar presentes. A intervenção clínica não é necessária nesses casos.
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passage: ▶ Teste de Coombs direto.
Avalia a sensibilização das hemácias do recém-nascido pelos anticorpos maternos.
Deve ser feito, sistematicamente, no sangue do cordão umbilical dos bebês nascidos de mulher Rh-negativa, comou sem aloimunização, e mesmo se ausente história sugestiva de DHPN.
As reações negativas não afastam, definitivamente, a doença; nos tipos clínicos ocasionados pelo sistemaABO, elas costumam ser negativas. Se houver incompatibilidade ABO, é comum a ocorrência de esferocitose (verTabela 39.1).
▶ Subsídio anatomopatológico.
Os focos de hematopoese extramedular (eritroblastos), encontrados em muitosórgãos (fígado, baço, placenta), são da maior relevância. Hepatoesplenomegalia está sempre presente.
No icterus gravis os núcleos da base do cérebro podem tornar-se amarelo-esverdeados, o que constitui aicterícia nuclear ou kernicterus* (Figura 39.16). A pigmentação ictérica parece poupar o córtex e nunca éobservada em natimortos nem em bebês falecidos nas primeiras 24 h de vida; depende do nível de bilirrubina nãoconjugada plasmática, além do aumento da permeabilidade da barreira hematencefálica. Se a bilirrubina exceder30 mg/dℓ, cerca de 50% dos casos apresentarão o kernicterus.
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passage: Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de plaquetas, anti-DNA, C3, C4, CH50Glicose, ureia, creatinina, ácido úrico, AST, ALT, fosfatase alcalina, eletrólitosProteinúria de 24 h ou spot test se for indicado, assim como a pesquisa do dismorfismo eritrocitário.
Os exames laboratoriais devem ser interpretados à luz do conhecimento das alterações impostas pela própriagestação. Apesar de ser usada como marcador de atividade de doença inflamatória, a velocidade dehemossedimentação (VHS) se eleva pela própria gestação e, portanto, não deve ser verificada na gestante comLES. Os níveis de complemento sérico tendem a aumentar na gravidez e a sua queda deve ser avaliada emrelação a um valor basal. A trombocitopenia incidental pode ocorrer em cerca de 10% das gestantes e torna-sedifícil diferenciá-la da relacionada com a atividade do LES. A excreção de proteínas urinárias, que normalmentese eleva durante a gestação, pode girar em torno de 300 μg/24 h sem ter significado clínico. Além disso, grávidastendem a ter mais infecções do trato urinário, e o uso de imunossupressores pode inibir a leucocitose e o desviocelular.
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passage: . Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da síndrome de HELLP é feito pelo obstetra baseado nos sintomas presentes e no resultado de exames, como hemograma, em que são verificadas as características das hemácias e quantidade de plaquetas. Além disso, o médico normalmente também indica exames que avaliam o fígado, como a dosagem de bilirrubinas, TGO e TGP no sangue, que também podem estar alterados na síndrome de HELLP, para confirmar o diagnóstico. Conheça mais exames que avaliam o fígado. Outro exame que pode ser solicitado pelo médico é o de lactato desidrogenase (LDH) no sangue ou desidrogenase láctica. Leia também: LDH (desidrogenase láctica): o que é, para que serve e resultados tuasaude.com/exame-ldh Classificação da síndrome de HELLP A síndrome de HELLP pode ser classificada de acordo com o resultado dos exames laboratoriais, de acordo com a classificação de Mississippi, sendo as principais: Classificação Contagem de plaquetas Níveis de lactato desidrogenase (LDH) Níveis de TGO ou TGP Síndrome de HELLP classe 1 (grave) Menor ou igual a 50.000 plaquetas/µL de sangue Maior que 600 UI/L Maior ou igual a 70 UI/L Síndrome de HELLP classe 2 (moderada) Entre 50.000 e 100.000 plaquetas/µL de sangue Maior que 600 UI/L Maior ou igual a 70 UI/L Síndrome de HELLP classe 3 (leve) Entre 100.000 e 150
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passage: O diagnóstico diferencial deve ser feito com outras icterícias do recém-nascido, como a chamada fisiológicaou benigna: esta tem início tardio (2o ou 3o dia), acomete 50% dos recém-nascidos, cede espontaneamente,sendo rara a persistência além de 2 semanas.
A sonolência brutal seria patognomônica do kernicterus, a icterícia nuclear, quando estão associados à DHPNdistúrbios nervosos centrais, decorrentes da impregnação dos núcleos da base pela bilirrubina não conjugada. Ossinais aparecem muitas horas depois do surgimento da icterícia. No período de estado, há hipertonia generalizada(opistótono), com predileção pela musculatura da face (riso sardônico). A icterícia nuclear é de prognósticosombrio, em função das sequelas neurológicas, muito prejudiciais, que eclodem ao fim do primeiro ano.
▶ Anemia grave.
É a modalidade menos expressiva, clinicamente, de DHPN; há espleno-hepatomegalia, extremapalidez e anemia, com descoramento intenso das mucosas visíveis. O exame de sangue é fundamental. Aicterícia, em geral presente, mascara a identificação dos sinais clínicos.
No hemograma dos primeiros dias, a anemia constitui descoberta acidental; alcança seu máximo durante a 3asemana, sem relação com a icterícia e o grau de eritroblastose.
▶ Incompatibilidade ABO.
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passage: Aproximadamente 75% das pacientes têm náuseas e vômitos, 50% têm dor abdominal particularmenteepigástrica e metade têm sinais de pré-eclâmpsia no início dos sintomas ou ao longo da evolução da doença(Riely, 1987).
Exames complementaresCom relação ao laboratório, há elevação moderada das aminotransferases (300 UI/l) e da bilirrubina (< 5mg/dℓ). Nos casos mais graves aparecem trombocitopenia, hipoglicemia e aumento da ureia e da creatinina(Rajasri et al., 2007).
■■À ultrassonografia, a visualização de hiperecogenicidade hepática ajuda a confirmar o diagnóstico. Atomografia computadorizada (TC) pode estar indicada (Rajasri et al., 2007). Em casos excepcionais e atípicos,pode haver a necessidade da biopsia hepática que mostra esteatose microvesicular.
PatogêneseEstudos têm mostrado que a patogênese está relacionada à deficiência enzimática fetal. Os fetos de mãesque apresentam EHAG costumam ser homozigotos para a deficiência de enzimas que participam da oxidaçãomitocondrial dos ácidos graxos, em especial a 3-hidroxiacil-CoA desidrogenase de cadeia longa (LCHAD)(Schoeman et al., 1999; Wilcken et al., 1993; Treem et al., 1994). Assim, haverá depósito excessivo de ácidosgraxos de cadeia longa, tóxicos aos hepatócitos maternos, com consequente esteatose hepática microvesicularmaterna.
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passage: Entre os exames adicionais na investigação de retardo puberal, incluem-se:Prolactina (PRL): níveis elevados podem indicar tumores hipotálamo-hipofisários, levando a HH. Nesses casos, outrasdeficiências hormonais hipofisárias podem estar presentesImagens do sistema nervoso central (SNC): são úteis nos pacientes com HH, principalmente quando associado a outrasdeficiências hormonais hipofisárias. Também são indicadas quando houver diabetes insípido (DI) ou sinais de aumento dapressão intracraniana (p. ex., cefaleia, papiledema etc.) ou anormalidades visuais resultantes de compressão quiasmática (p.
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passage: • Teste das aminas – uma gota de hidróxido de potássio a 10% na secreção vaginal. • Citologia a fresco - Em uma lâmina de vidro com conteúdo va-ginal, aplicar 1 gota de soro /f_i siológico. Em outra lâmina com conteúdo vaginal, aplicar uma gota de hidróxido de potássio a 10%. Observar ao microscópio no aumento de 10x. Além da busca de elementos patogênicos, também é importante avaliar a concentração de células in/f_l amatórias e de lactobaci-los, que modi/f_i cam a /f_l ora vaginal, assim, contribuindo para o diagnóstico especí/f_i co das vulvovaginites. • Citologia corada pelo Gram – Após a coleta da secreção vaginal, realiza-se um esfregaço a seco, que pode secar à temperatura ambiente ou com auxílio do Bico de Bunsen. Em seguida, apli-ca-se a coloração de Gram. Sua avaliação está pautada na quan-tidade de lactobacilos e bactérias anaeróbias identi/f_i cadas, e seus resultados seguem os critérios de Nugent.
• Citologia Oncológica – A proposta deste exame é a avaliação diagnóstica do câncer de colo uterino e suas lesões precurso-11Giraldo PC, Amaral RL, Gonçalves AK, Eleutério Júnior JProtocolos Febrasgo | Nº95 | 2018sintomas, não indica tratamento.
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passage: Se houver suspeita de hemólise aguda, a transfusão deve ser interrompida imediatamente. Uma amostra do sangue da paciente deve ser encaminhada ao banco de sangue, juntamen-te com a unidade doadora remanescente, para avaliação. Em pacientes com hemólise significativa, os valores laboratoriais estarão alterados. Especificamente, os níveis de hemoglobina e de haptoglobina sérica estarão reduzidos; os níveis séricos de lactato-desidrogenase e de bilirrubina indireta estarão aumen-tados, e serão observadas hemoglobinemia e hemoglobinúria. Além disso, devem ser solicitados dosagem sérica de creatinina e eletrólitos e coagulograma.
Para prevenir toxicidade renal, a diurese é estimulada com cristaloides intravenosos e administração de furosemida ou manitol. A alcalinização da urina pode prevenir a precipitação de hemoglobina dentro dos túbulos renais e, portanto, há indi-cação para administração intravenosa de bicarbonatoEm contraste com a reação transfusional hemolítica agu-da, reações transfusionais hemolíticas tardias podem ocorrer após dias ou semanas. As pacientes com frequência não apre-sentam sintomas agudos, mas níveis baixos de hemoglobina, febre, icterícia e hemoglobinemia podem estar presentes. A intervenção clínica não é necessária nesses casos.
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passage: ▶ Teste de Coombs direto.
Avalia a sensibilização das hemácias do recém-nascido pelos anticorpos maternos.
Deve ser feito, sistematicamente, no sangue do cordão umbilical dos bebês nascidos de mulher Rh-negativa, comou sem aloimunização, e mesmo se ausente história sugestiva de DHPN.
As reações negativas não afastam, definitivamente, a doença; nos tipos clínicos ocasionados pelo sistemaABO, elas costumam ser negativas. Se houver incompatibilidade ABO, é comum a ocorrência de esferocitose (verTabela 39.1).
▶ Subsídio anatomopatológico.
Os focos de hematopoese extramedular (eritroblastos), encontrados em muitosórgãos (fígado, baço, placenta), são da maior relevância. Hepatoesplenomegalia está sempre presente.
No icterus gravis os núcleos da base do cérebro podem tornar-se amarelo-esverdeados, o que constitui aicterícia nuclear ou kernicterus* (Figura 39.16). A pigmentação ictérica parece poupar o córtex e nunca éobservada em natimortos nem em bebês falecidos nas primeiras 24 h de vida; depende do nível de bilirrubina nãoconjugada plasmática, além do aumento da permeabilidade da barreira hematencefálica. Se a bilirrubina exceder30 mg/dℓ, cerca de 50% dos casos apresentarão o kernicterus.
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passage: Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de plaquetas, anti-DNA, C3, C4, CH50Glicose, ureia, creatinina, ácido úrico, AST, ALT, fosfatase alcalina, eletrólitosProteinúria de 24 h ou spot test se for indicado, assim como a pesquisa do dismorfismo eritrocitário.
Os exames laboratoriais devem ser interpretados à luz do conhecimento das alterações impostas pela própriagestação. Apesar de ser usada como marcador de atividade de doença inflamatória, a velocidade dehemossedimentação (VHS) se eleva pela própria gestação e, portanto, não deve ser verificada na gestante comLES. Os níveis de complemento sérico tendem a aumentar na gravidez e a sua queda deve ser avaliada emrelação a um valor basal. A trombocitopenia incidental pode ocorrer em cerca de 10% das gestantes e torna-sedifícil diferenciá-la da relacionada com a atividade do LES. A excreção de proteínas urinárias, que normalmentese eleva durante a gestação, pode girar em torno de 300 μg/24 h sem ter significado clínico. Além disso, grávidastendem a ter mais infecções do trato urinário, e o uso de imunossupressores pode inibir a leucocitose e o desviocelular.
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passage: . Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da síndrome de HELLP é feito pelo obstetra baseado nos sintomas presentes e no resultado de exames, como hemograma, em que são verificadas as características das hemácias e quantidade de plaquetas. Além disso, o médico normalmente também indica exames que avaliam o fígado, como a dosagem de bilirrubinas, TGO e TGP no sangue, que também podem estar alterados na síndrome de HELLP, para confirmar o diagnóstico. Conheça mais exames que avaliam o fígado. Outro exame que pode ser solicitado pelo médico é o de lactato desidrogenase (LDH) no sangue ou desidrogenase láctica. Leia também: LDH (desidrogenase láctica): o que é, para que serve e resultados tuasaude.com/exame-ldh Classificação da síndrome de HELLP A síndrome de HELLP pode ser classificada de acordo com o resultado dos exames laboratoriais, de acordo com a classificação de Mississippi, sendo as principais: Classificação Contagem de plaquetas Níveis de lactato desidrogenase (LDH) Níveis de TGO ou TGP Síndrome de HELLP classe 1 (grave) Menor ou igual a 50.000 plaquetas/µL de sangue Maior que 600 UI/L Maior ou igual a 70 UI/L Síndrome de HELLP classe 2 (moderada) Entre 50.000 e 100.000 plaquetas/µL de sangue Maior que 600 UI/L Maior ou igual a 70 UI/L Síndrome de HELLP classe 3 (leve) Entre 100.000 e 150
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passage: O diagnóstico diferencial deve ser feito com outras icterícias do recém-nascido, como a chamada fisiológicaou benigna: esta tem início tardio (2o ou 3o dia), acomete 50% dos recém-nascidos, cede espontaneamente,sendo rara a persistência além de 2 semanas.
A sonolência brutal seria patognomônica do kernicterus, a icterícia nuclear, quando estão associados à DHPNdistúrbios nervosos centrais, decorrentes da impregnação dos núcleos da base pela bilirrubina não conjugada. Ossinais aparecem muitas horas depois do surgimento da icterícia. No período de estado, há hipertonia generalizada(opistótono), com predileção pela musculatura da face (riso sardônico). A icterícia nuclear é de prognósticosombrio, em função das sequelas neurológicas, muito prejudiciais, que eclodem ao fim do primeiro ano.
▶ Anemia grave.
É a modalidade menos expressiva, clinicamente, de DHPN; há espleno-hepatomegalia, extremapalidez e anemia, com descoramento intenso das mucosas visíveis. O exame de sangue é fundamental. Aicterícia, em geral presente, mascara a identificação dos sinais clínicos.
No hemograma dos primeiros dias, a anemia constitui descoberta acidental; alcança seu máximo durante a 3asemana, sem relação com a icterícia e o grau de eritroblastose.
▶ Incompatibilidade ABO.
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passage: Aproximadamente 75% das pacientes têm náuseas e vômitos, 50% têm dor abdominal particularmenteepigástrica e metade têm sinais de pré-eclâmpsia no início dos sintomas ou ao longo da evolução da doença(Riely, 1987).
Exames complementaresCom relação ao laboratório, há elevação moderada das aminotransferases (300 UI/l) e da bilirrubina (< 5mg/dℓ). Nos casos mais graves aparecem trombocitopenia, hipoglicemia e aumento da ureia e da creatinina(Rajasri et al., 2007).
■■À ultrassonografia, a visualização de hiperecogenicidade hepática ajuda a confirmar o diagnóstico. Atomografia computadorizada (TC) pode estar indicada (Rajasri et al., 2007). Em casos excepcionais e atípicos,pode haver a necessidade da biopsia hepática que mostra esteatose microvesicular.
PatogêneseEstudos têm mostrado que a patogênese está relacionada à deficiência enzimática fetal. Os fetos de mãesque apresentam EHAG costumam ser homozigotos para a deficiência de enzimas que participam da oxidaçãomitocondrial dos ácidos graxos, em especial a 3-hidroxiacil-CoA desidrogenase de cadeia longa (LCHAD)(Schoeman et al., 1999; Wilcken et al., 1993; Treem et al., 1994). Assim, haverá depósito excessivo de ácidosgraxos de cadeia longa, tóxicos aos hepatócitos maternos, com consequente esteatose hepática microvesicularmaterna.
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passage: Uma das mais acessíveis é a utilização de tubos plásticos com algodão específicos para a coleta de saliva (Salivette ®), os quaispossibilitam uma coleta fácil e limpa. O paciente é orientado a colocar o algodão sob a língua e aguardar 2 a 3 minutos. Sepreferir, ele pode mastigá-lo delicadamente durante 2 a 3 minutos para estimular o fluxo salivar. A amostra salivar é estável àtemperatura ambiente ou na geladeira por várias semanas e deve ser enviada na manhã seguinte ao laboratório de referência. Érecomendável que se façam duas coletas, com intervalos de 24 a 48 horas.
Interpretação. Uma análise crítica de vários estudos, em que o cortisol salivar foi dosado por RIA entre 23h e meia-noite,indica que níveis confiáveis para segregar estados de pseudo-Cushing da SC variaram de 130 a 415 ng/dℓ (média de 250 ±104).86 Portanto, na presença de níveis de cortisol salivar ao final da noite (LNSC > 350 ng/dℓ [> 12,7 nmol/ ℓ]), o diagnósticode SC parece ser bastante provável.86 Por outro lado, valores < 150 ng/dℓ (< 5,4 nmol/ℓ) tornariam improvável esse diagnóstico.
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passage: Entre os exames adicionais na investigação de retardo puberal, incluem-se:Prolactina (PRL): níveis elevados podem indicar tumores hipotálamo-hipofisários, levando a HH. Nesses casos, outrasdeficiências hormonais hipofisárias podem estar presentesImagens do sistema nervoso central (SNC): são úteis nos pacientes com HH, principalmente quando associado a outrasdeficiências hormonais hipofisárias. Também são indicadas quando houver diabetes insípido (DI) ou sinais de aumento dapressão intracraniana (p. ex., cefaleia, papiledema etc.) ou anormalidades visuais resultantes de compressão quiasmática (p.
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passage: • Teste das aminas – uma gota de hidróxido de potássio a 10% na secreção vaginal. • Citologia a fresco - Em uma lâmina de vidro com conteúdo va-ginal, aplicar 1 gota de soro /f_i siológico. Em outra lâmina com conteúdo vaginal, aplicar uma gota de hidróxido de potássio a 10%. Observar ao microscópio no aumento de 10x. Além da busca de elementos patogênicos, também é importante avaliar a concentração de células in/f_l amatórias e de lactobaci-los, que modi/f_i cam a /f_l ora vaginal, assim, contribuindo para o diagnóstico especí/f_i co das vulvovaginites. • Citologia corada pelo Gram – Após a coleta da secreção vaginal, realiza-se um esfregaço a seco, que pode secar à temperatura ambiente ou com auxílio do Bico de Bunsen. Em seguida, apli-ca-se a coloração de Gram. Sua avaliação está pautada na quan-tidade de lactobacilos e bactérias anaeróbias identi/f_i cadas, e seus resultados seguem os critérios de Nugent.
• Citologia Oncológica – A proposta deste exame é a avaliação diagnóstica do câncer de colo uterino e suas lesões precurso-11Giraldo PC, Amaral RL, Gonçalves AK, Eleutério Júnior JProtocolos Febrasgo | Nº95 | 2018sintomas, não indica tratamento.
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passage: Se houver suspeita de hemólise aguda, a transfusão deve ser interrompida imediatamente. Uma amostra do sangue da paciente deve ser encaminhada ao banco de sangue, juntamen-te com a unidade doadora remanescente, para avaliação. Em pacientes com hemólise significativa, os valores laboratoriais estarão alterados. Especificamente, os níveis de hemoglobina e de haptoglobina sérica estarão reduzidos; os níveis séricos de lactato-desidrogenase e de bilirrubina indireta estarão aumen-tados, e serão observadas hemoglobinemia e hemoglobinúria. Além disso, devem ser solicitados dosagem sérica de creatinina e eletrólitos e coagulograma.
Para prevenir toxicidade renal, a diurese é estimulada com cristaloides intravenosos e administração de furosemida ou manitol. A alcalinização da urina pode prevenir a precipitação de hemoglobina dentro dos túbulos renais e, portanto, há indi-cação para administração intravenosa de bicarbonatoEm contraste com a reação transfusional hemolítica agu-da, reações transfusionais hemolíticas tardias podem ocorrer após dias ou semanas. As pacientes com frequência não apre-sentam sintomas agudos, mas níveis baixos de hemoglobina, febre, icterícia e hemoglobinemia podem estar presentes. A intervenção clínica não é necessária nesses casos.
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passage: ▶ Teste de Coombs direto.
Avalia a sensibilização das hemácias do recém-nascido pelos anticorpos maternos.
Deve ser feito, sistematicamente, no sangue do cordão umbilical dos bebês nascidos de mulher Rh-negativa, comou sem aloimunização, e mesmo se ausente história sugestiva de DHPN.
As reações negativas não afastam, definitivamente, a doença; nos tipos clínicos ocasionados pelo sistemaABO, elas costumam ser negativas. Se houver incompatibilidade ABO, é comum a ocorrência de esferocitose (verTabela 39.1).
▶ Subsídio anatomopatológico.
Os focos de hematopoese extramedular (eritroblastos), encontrados em muitosórgãos (fígado, baço, placenta), são da maior relevância. Hepatoesplenomegalia está sempre presente.
No icterus gravis os núcleos da base do cérebro podem tornar-se amarelo-esverdeados, o que constitui aicterícia nuclear ou kernicterus* (Figura 39.16). A pigmentação ictérica parece poupar o córtex e nunca éobservada em natimortos nem em bebês falecidos nas primeiras 24 h de vida; depende do nível de bilirrubina nãoconjugada plasmática, além do aumento da permeabilidade da barreira hematencefálica. Se a bilirrubina exceder30 mg/dℓ, cerca de 50% dos casos apresentarão o kernicterus.
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passage: Para as consultas trimestrais, recomendam-se os seguintes exames:Hemograma com contagem de plaquetas, anti-DNA, C3, C4, CH50Glicose, ureia, creatinina, ácido úrico, AST, ALT, fosfatase alcalina, eletrólitosProteinúria de 24 h ou spot test se for indicado, assim como a pesquisa do dismorfismo eritrocitário.
Os exames laboratoriais devem ser interpretados à luz do conhecimento das alterações impostas pela própriagestação. Apesar de ser usada como marcador de atividade de doença inflamatória, a velocidade dehemossedimentação (VHS) se eleva pela própria gestação e, portanto, não deve ser verificada na gestante comLES. Os níveis de complemento sérico tendem a aumentar na gravidez e a sua queda deve ser avaliada emrelação a um valor basal. A trombocitopenia incidental pode ocorrer em cerca de 10% das gestantes e torna-sedifícil diferenciá-la da relacionada com a atividade do LES. A excreção de proteínas urinárias, que normalmentese eleva durante a gestação, pode girar em torno de 300 μg/24 h sem ter significado clínico. Além disso, grávidastendem a ter mais infecções do trato urinário, e o uso de imunossupressores pode inibir a leucocitose e o desviocelular.
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passage: . Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico da síndrome de HELLP é feito pelo obstetra baseado nos sintomas presentes e no resultado de exames, como hemograma, em que são verificadas as características das hemácias e quantidade de plaquetas. Além disso, o médico normalmente também indica exames que avaliam o fígado, como a dosagem de bilirrubinas, TGO e TGP no sangue, que também podem estar alterados na síndrome de HELLP, para confirmar o diagnóstico. Conheça mais exames que avaliam o fígado. Outro exame que pode ser solicitado pelo médico é o de lactato desidrogenase (LDH) no sangue ou desidrogenase láctica. Leia também: LDH (desidrogenase láctica): o que é, para que serve e resultados tuasaude.com/exame-ldh Classificação da síndrome de HELLP A síndrome de HELLP pode ser classificada de acordo com o resultado dos exames laboratoriais, de acordo com a classificação de Mississippi, sendo as principais: Classificação Contagem de plaquetas Níveis de lactato desidrogenase (LDH) Níveis de TGO ou TGP Síndrome de HELLP classe 1 (grave) Menor ou igual a 50.000 plaquetas/µL de sangue Maior que 600 UI/L Maior ou igual a 70 UI/L Síndrome de HELLP classe 2 (moderada) Entre 50.000 e 100.000 plaquetas/µL de sangue Maior que 600 UI/L Maior ou igual a 70 UI/L Síndrome de HELLP classe 3 (leve) Entre 100.000 e 150
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passage: O diagnóstico diferencial deve ser feito com outras icterícias do recém-nascido, como a chamada fisiológicaou benigna: esta tem início tardio (2o ou 3o dia), acomete 50% dos recém-nascidos, cede espontaneamente,sendo rara a persistência além de 2 semanas.
A sonolência brutal seria patognomônica do kernicterus, a icterícia nuclear, quando estão associados à DHPNdistúrbios nervosos centrais, decorrentes da impregnação dos núcleos da base pela bilirrubina não conjugada. Ossinais aparecem muitas horas depois do surgimento da icterícia. No período de estado, há hipertonia generalizada(opistótono), com predileção pela musculatura da face (riso sardônico). A icterícia nuclear é de prognósticosombrio, em função das sequelas neurológicas, muito prejudiciais, que eclodem ao fim do primeiro ano.
▶ Anemia grave.
É a modalidade menos expressiva, clinicamente, de DHPN; há espleno-hepatomegalia, extremapalidez e anemia, com descoramento intenso das mucosas visíveis. O exame de sangue é fundamental. Aicterícia, em geral presente, mascara a identificação dos sinais clínicos.
No hemograma dos primeiros dias, a anemia constitui descoberta acidental; alcança seu máximo durante a 3asemana, sem relação com a icterícia e o grau de eritroblastose.
▶ Incompatibilidade ABO.
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passage: Aproximadamente 75% das pacientes têm náuseas e vômitos, 50% têm dor abdominal particularmenteepigástrica e metade têm sinais de pré-eclâmpsia no início dos sintomas ou ao longo da evolução da doença(Riely, 1987).
Exames complementaresCom relação ao laboratório, há elevação moderada das aminotransferases (300 UI/l) e da bilirrubina (< 5mg/dℓ). Nos casos mais graves aparecem trombocitopenia, hipoglicemia e aumento da ureia e da creatinina(Rajasri et al., 2007).
■■À ultrassonografia, a visualização de hiperecogenicidade hepática ajuda a confirmar o diagnóstico. Atomografia computadorizada (TC) pode estar indicada (Rajasri et al., 2007). Em casos excepcionais e atípicos,pode haver a necessidade da biopsia hepática que mostra esteatose microvesicular.
PatogêneseEstudos têm mostrado que a patogênese está relacionada à deficiência enzimática fetal. Os fetos de mãesque apresentam EHAG costumam ser homozigotos para a deficiência de enzimas que participam da oxidaçãomitocondrial dos ácidos graxos, em especial a 3-hidroxiacil-CoA desidrogenase de cadeia longa (LCHAD)(Schoeman et al., 1999; Wilcken et al., 1993; Treem et al., 1994). Assim, haverá depósito excessivo de ácidosgraxos de cadeia longa, tóxicos aos hepatócitos maternos, com consequente esteatose hepática microvesicularmaterna.
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passage: Uma das mais acessíveis é a utilização de tubos plásticos com algodão específicos para a coleta de saliva (Salivette ®), os quaispossibilitam uma coleta fácil e limpa. O paciente é orientado a colocar o algodão sob a língua e aguardar 2 a 3 minutos. Sepreferir, ele pode mastigá-lo delicadamente durante 2 a 3 minutos para estimular o fluxo salivar. A amostra salivar é estável àtemperatura ambiente ou na geladeira por várias semanas e deve ser enviada na manhã seguinte ao laboratório de referência. Érecomendável que se façam duas coletas, com intervalos de 24 a 48 horas.
Interpretação. Uma análise crítica de vários estudos, em que o cortisol salivar foi dosado por RIA entre 23h e meia-noite,indica que níveis confiáveis para segregar estados de pseudo-Cushing da SC variaram de 130 a 415 ng/dℓ (média de 250 ±104).86 Portanto, na presença de níveis de cortisol salivar ao final da noite (LNSC > 350 ng/dℓ [> 12,7 nmol/ ℓ]), o diagnósticode SC parece ser bastante provável.86 Por outro lado, valores < 150 ng/dℓ (< 5,4 nmol/ℓ) tornariam improvável esse diagnóstico.
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passage: 1. Na CAD, leucocitose com desvio à esquerda, na ausência de infecção. Leucócitos > 25.000 mm 3 indicam processo infeccioso associado2. Se o laboratório ainda usa métodos colorimétricos, a interferência dos corpos cetônicos pode elevar falsamente os níveis de creatinina3. Pacientes na fase inicial da CAD ou do EHH, se apresentarem hipercalemia acentuada, podem ter elevação do segmento ST-T, sugerindo infartoagudo do miocárdio4. Métodos que usam o nitroprussiato para a dosagem da cetonemia ou da cetonúria não mensuram o beta-hidroxibutirato (BOHB). Como o BOHB éconvertido a acetoacetato durante o tratamento, os testes podem sugerir erroneamente a piora do quadro de acidose5. Os métodos do nitroprussiato usados tanto para cetonemia quanto para cetonúria podem apresentar resultados falso-positivos se o paciente usaralgum medicamento que contenha grupo sulfidrila, como, por exemplo, o captopril6. Elevação de amilase e lipase ocorre na ausência de pancreatite; aumento transitório de alanina aminotransferases também é frequenteCulturasNos quadros graves em que se suspeita de quadro infeccioso subjacente, é oportuno coletar material para as culturas disponíveis no serviço, antes deiniciar o tratamento antimicrobiano. No caso do foco de infecção suspeitada ou confirmada, coletar o material específico.
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Olá! Entendo sua preocupação em relação aos seus sintomas e à necessidade de realizar mais um exame para investigar sua intolerância à lactose. Vamos conversar um pouco sobre isso para te ajudar a entender melhor a situação.
Você mencionou que já foi diagnosticada com intolerância à lactose por meio de um exame de sangue. É importante lembrar que existem diferentes tipos de exames que podem ser utilizados para diagnosticar essa condição, e cada um deles tem suas particularidades.
O exame de sangue que você fez provavelmente mediu a glicemia após a ingestão de lactose. Se seus níveis de glicose não aumentaram adequadamente, isso pode indicar que você não está digerindo a lactose corretamente.
Já o teste do hidrogênio expirado funciona de maneira diferente. Ele mede a quantidade de hidrogênio que você exala após ingerir lactose. Quando a lactose não é digerida no intestino delgado, ela é fermentada por bactérias no intestino grosso, o que produz hidrogênio. Esse hidrogênio é absorvido pela corrente sanguínea e eliminado pelos pulmões, podendo ser detectado no ar que você expira.
Considerando que seus sintomas estão piorando, mesmo após o diagnóstico inicial, pode ser útil realizar o teste do hidrogênio expirado. Ele pode fornecer informações adicionais sobre a gravidade da sua intolerância e ajudar a descartar outras possíveis causas para os seus sintomas, como supercrescimento bacteriano no intestino delgado (SIBO) ou outras intolerâncias alimentares.
Além disso, o teste do hidrogênio expirado é considerado um exame mais sensível e específico para diagnosticar a intolerância à lactose em comparação com o exame de sangue, em alguns casos. Isso significa que ele pode identificar casos de intolerância mais leves que poderiam passar despercebidos no exame de sangue.
É importante discutir essa questão com o médico que solicitou o exame, pois ele poderá avaliar seu histórico clínico completo, seus sintomas atuais e os resultados dos exames anteriores para determinar se o teste do hidrogênio expirado é realmente necessário no seu caso. Ele também poderá te orientar sobre o preparo adequado para o exame e interpretar os resultados de forma precisa.
Lembre-se que o objetivo principal é encontrar a causa dos seus sintomas e te ajudar a se sentir melhor. Confie no seu médico e siga as orientações dele para obter o melhor diagnóstico e tratamento possível. Se você tiver mais alguma dúvida, não hesite em perguntar. Estamos aqui para te ajudar!
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Estou tomando metformina e agora começou a vir um pouco de sangue todas as vezes que vou ao banheiro. Isso é normal?
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Pode ser um sinal de que o tratamento está afetando o seu ciclo, o que é bom. Converse com seu médico. Atenciosamente.
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passage: Ainuddin JA, Kazi S, Aftab S et al. Metformin for preventing gestational diabetes in women with polycystic ovariansyndrome. J Coll Physicians Surg Pak. 2015; 25:237-41.
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia.
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passage: Ainuddin JA, Kazi S, Aftab S et al. Metformin for preventing gestational diabetes in women with polycystic ovariansyndrome. J Coll Physicians Surg Pak. 2015; 25:237-41.
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia.
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: Ainuddin JA, Kazi S, Aftab S et al. Metformin for preventing gestational diabetes in women with polycystic ovariansyndrome. J Coll Physicians Surg Pak. 2015; 25:237-41.
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia.
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Ainuddin JA, Kazi S, Aftab S et al. Metformin for preventing gestational diabetes in women with polycystic ovariansyndrome. J Coll Physicians Surg Pak. 2015; 25:237-41.
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia.
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Como é a menstruação de quem toma anticoncepcional A menstruação que vem todos os meses, para quem toma o anticoncepcional, é o resultado da descamação do endométrio causado pela privação hormonal durante o intervalo entre uma cartela e outra, resultando no sangramento ou menstruação “artificial". Esse sangramento ou falsa menstruação, durante o intervalo entre as cartelas de anticoncepcionais orais, tende a causar menos cólica e dura menos dias do que a menstruação natural. É importante ressaltar que embora tomar o anticoncepcional corretamente seja um método eficaz para prevenir a gravidez, a pílula não não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Veja o que fazer se teve relação sexual sem camisinha. Sangramento no meio da cartela é normal? O sangramento no meio da cartela, para mulheres que tomam a pílula anticoncepcional corretamente todos os dias e no mesmo horário, é considerado normal e não afeta o efeito do anticoncepcional, ou seja, a pílula continua fazendo seu efeito na prevenção da gravidez
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passage: Ainuddin JA, Kazi S, Aftab S et al. Metformin for preventing gestational diabetes in women with polycystic ovariansyndrome. J Coll Physicians Surg Pak. 2015; 25:237-41.
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia.
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Como é a menstruação de quem toma anticoncepcional A menstruação que vem todos os meses, para quem toma o anticoncepcional, é o resultado da descamação do endométrio causado pela privação hormonal durante o intervalo entre uma cartela e outra, resultando no sangramento ou menstruação “artificial". Esse sangramento ou falsa menstruação, durante o intervalo entre as cartelas de anticoncepcionais orais, tende a causar menos cólica e dura menos dias do que a menstruação natural. É importante ressaltar que embora tomar o anticoncepcional corretamente seja um método eficaz para prevenir a gravidez, a pílula não não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Veja o que fazer se teve relação sexual sem camisinha. Sangramento no meio da cartela é normal? O sangramento no meio da cartela, para mulheres que tomam a pílula anticoncepcional corretamente todos os dias e no mesmo horário, é considerado normal e não afeta o efeito do anticoncepcional, ou seja, a pílula continua fazendo seu efeito na prevenção da gravidez
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passage: Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc.
Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc.
DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc.
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passage: Ainuddin JA, Kazi S, Aftab S et al. Metformin for preventing gestational diabetes in women with polycystic ovariansyndrome. J Coll Physicians Surg Pak. 2015; 25:237-41.
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia.
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Como é a menstruação de quem toma anticoncepcional A menstruação que vem todos os meses, para quem toma o anticoncepcional, é o resultado da descamação do endométrio causado pela privação hormonal durante o intervalo entre uma cartela e outra, resultando no sangramento ou menstruação “artificial". Esse sangramento ou falsa menstruação, durante o intervalo entre as cartelas de anticoncepcionais orais, tende a causar menos cólica e dura menos dias do que a menstruação natural. É importante ressaltar que embora tomar o anticoncepcional corretamente seja um método eficaz para prevenir a gravidez, a pílula não não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Veja o que fazer se teve relação sexual sem camisinha. Sangramento no meio da cartela é normal? O sangramento no meio da cartela, para mulheres que tomam a pílula anticoncepcional corretamente todos os dias e no mesmo horário, é considerado normal e não afeta o efeito do anticoncepcional, ou seja, a pílula continua fazendo seu efeito na prevenção da gravidez
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passage: Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc.
Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc.
DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc.
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passage: SubstânciasAnfetaminaHidralazinaMaconhaOxprenololNicotinaRetirada abrupta da clonidinaFenoxibenzaminaDiuréticosCafeínaMinoxidilNifedipinoPropranololCocaínaCrackPrazosinaAbstinência alcoólicaCondiçõesInsuficiência cardíaca grave Obesidade•••••••••••••Hipoglicemia agudaAVCInsuficiência renalHipotensão arterialInfarto agudo do miocárdioSepticemiaInsuficiência respiratóriaApneia do sono obstrutivaAnsiedadeExercíciosAnemiaHipotireoidismoCetoacidose diabéticaAnoxia, dor e frioPunção venosaAVC: acidente vascular cerebral.
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passage: Ainuddin JA, Kazi S, Aftab S et al. Metformin for preventing gestational diabetes in women with polycystic ovariansyndrome. J Coll Physicians Surg Pak. 2015; 25:237-41.
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia.
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Como é a menstruação de quem toma anticoncepcional A menstruação que vem todos os meses, para quem toma o anticoncepcional, é o resultado da descamação do endométrio causado pela privação hormonal durante o intervalo entre uma cartela e outra, resultando no sangramento ou menstruação “artificial". Esse sangramento ou falsa menstruação, durante o intervalo entre as cartelas de anticoncepcionais orais, tende a causar menos cólica e dura menos dias do que a menstruação natural. É importante ressaltar que embora tomar o anticoncepcional corretamente seja um método eficaz para prevenir a gravidez, a pílula não não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Veja o que fazer se teve relação sexual sem camisinha. Sangramento no meio da cartela é normal? O sangramento no meio da cartela, para mulheres que tomam a pílula anticoncepcional corretamente todos os dias e no mesmo horário, é considerado normal e não afeta o efeito do anticoncepcional, ou seja, a pílula continua fazendo seu efeito na prevenção da gravidez
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passage: Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc.
Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc.
DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc.
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passage: SubstânciasAnfetaminaHidralazinaMaconhaOxprenololNicotinaRetirada abrupta da clonidinaFenoxibenzaminaDiuréticosCafeínaMinoxidilNifedipinoPropranololCocaínaCrackPrazosinaAbstinência alcoólicaCondiçõesInsuficiência cardíaca grave Obesidade•••••••••••••Hipoglicemia agudaAVCInsuficiência renalHipotensão arterialInfarto agudo do miocárdioSepticemiaInsuficiência respiratóriaApneia do sono obstrutivaAnsiedadeExercíciosAnemiaHipotireoidismoCetoacidose diabéticaAnoxia, dor e frioPunção venosaAVC: acidente vascular cerebral.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Ainuddin JA, Kazi S, Aftab S et al. Metformin for preventing gestational diabetes in women with polycystic ovariansyndrome. J Coll Physicians Surg Pak. 2015; 25:237-41.
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia.
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Como é a menstruação de quem toma anticoncepcional A menstruação que vem todos os meses, para quem toma o anticoncepcional, é o resultado da descamação do endométrio causado pela privação hormonal durante o intervalo entre uma cartela e outra, resultando no sangramento ou menstruação “artificial". Esse sangramento ou falsa menstruação, durante o intervalo entre as cartelas de anticoncepcionais orais, tende a causar menos cólica e dura menos dias do que a menstruação natural. É importante ressaltar que embora tomar o anticoncepcional corretamente seja um método eficaz para prevenir a gravidez, a pílula não não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Veja o que fazer se teve relação sexual sem camisinha. Sangramento no meio da cartela é normal? O sangramento no meio da cartela, para mulheres que tomam a pílula anticoncepcional corretamente todos os dias e no mesmo horário, é considerado normal e não afeta o efeito do anticoncepcional, ou seja, a pílula continua fazendo seu efeito na prevenção da gravidez
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passage: Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc.
Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc.
DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc.
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passage: SubstânciasAnfetaminaHidralazinaMaconhaOxprenololNicotinaRetirada abrupta da clonidinaFenoxibenzaminaDiuréticosCafeínaMinoxidilNifedipinoPropranololCocaínaCrackPrazosinaAbstinência alcoólicaCondiçõesInsuficiência cardíaca grave Obesidade•••••••••••••Hipoglicemia agudaAVCInsuficiência renalHipotensão arterialInfarto agudo do miocárdioSepticemiaInsuficiência respiratóriaApneia do sono obstrutivaAnsiedadeExercíciosAnemiaHipotireoidismoCetoacidose diabéticaAnoxia, dor e frioPunção venosaAVC: acidente vascular cerebral.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: Ainuddin JA, Kazi S, Aftab S et al. Metformin for preventing gestational diabetes in women with polycystic ovariansyndrome. J Coll Physicians Surg Pak. 2015; 25:237-41.
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia.
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Como é a menstruação de quem toma anticoncepcional A menstruação que vem todos os meses, para quem toma o anticoncepcional, é o resultado da descamação do endométrio causado pela privação hormonal durante o intervalo entre uma cartela e outra, resultando no sangramento ou menstruação “artificial". Esse sangramento ou falsa menstruação, durante o intervalo entre as cartelas de anticoncepcionais orais, tende a causar menos cólica e dura menos dias do que a menstruação natural. É importante ressaltar que embora tomar o anticoncepcional corretamente seja um método eficaz para prevenir a gravidez, a pílula não não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Veja o que fazer se teve relação sexual sem camisinha. Sangramento no meio da cartela é normal? O sangramento no meio da cartela, para mulheres que tomam a pílula anticoncepcional corretamente todos os dias e no mesmo horário, é considerado normal e não afeta o efeito do anticoncepcional, ou seja, a pílula continua fazendo seu efeito na prevenção da gravidez
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passage: Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc.
Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc.
DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc.
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passage: SubstânciasAnfetaminaHidralazinaMaconhaOxprenololNicotinaRetirada abrupta da clonidinaFenoxibenzaminaDiuréticosCafeínaMinoxidilNifedipinoPropranololCocaínaCrackPrazosinaAbstinência alcoólicaCondiçõesInsuficiência cardíaca grave Obesidade•••••••••••••Hipoglicemia agudaAVCInsuficiência renalHipotensão arterialInfarto agudo do miocárdioSepticemiaInsuficiência respiratóriaApneia do sono obstrutivaAnsiedadeExercíciosAnemiaHipotireoidismoCetoacidose diabéticaAnoxia, dor e frioPunção venosaAVC: acidente vascular cerebral.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: Duração do diabetes*Microalbuminúria*Fatores genéticos*Mau controle glicêmico**Hipertensão arterial**Tabagismo**Hipercolesterolemia**Obesidade (?)**Obstrução urinária***Infecção urinária crônica de repetição***Uso de fármacos nefrotóxicos****Fator de risco para surgimento. **Fator de risco para surgimento e progressão. ***Fator de risco para progressão.
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passage: Ainuddin JA, Kazi S, Aftab S et al. Metformin for preventing gestational diabetes in women with polycystic ovariansyndrome. J Coll Physicians Surg Pak. 2015; 25:237-41.
IntroduçãoA menstruação é um fenômeno cíclico que requer a integridade do eixo gonadotrófico (sistema nervoso central, hipotálamo,hipófise e ovários). O fluxo menstrual implica a existência de endométrio responsivo e aparelho genital permeável. Emcondições fisiológicas, não havendo fecundação e nidação, a menstruação ocorre em torno de 14 dias após a ovulação, em razãoda queda dos níveis circulantes de esteroides sexuais. É possível também haver sangramento em casos de anovulação, a partirdas flutuações dos níveis de estrogênios circulantes. Essas hemorragias de “privação” caracterizam-se por um padrão irregular eanárquico, às vezes seguido de amenorreia.
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Como é a menstruação de quem toma anticoncepcional A menstruação que vem todos os meses, para quem toma o anticoncepcional, é o resultado da descamação do endométrio causado pela privação hormonal durante o intervalo entre uma cartela e outra, resultando no sangramento ou menstruação “artificial". Esse sangramento ou falsa menstruação, durante o intervalo entre as cartelas de anticoncepcionais orais, tende a causar menos cólica e dura menos dias do que a menstruação natural. É importante ressaltar que embora tomar o anticoncepcional corretamente seja um método eficaz para prevenir a gravidez, a pílula não não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Veja o que fazer se teve relação sexual sem camisinha. Sangramento no meio da cartela é normal? O sangramento no meio da cartela, para mulheres que tomam a pílula anticoncepcional corretamente todos os dias e no mesmo horário, é considerado normal e não afeta o efeito do anticoncepcional, ou seja, a pílula continua fazendo seu efeito na prevenção da gravidez
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passage: Tratamento inadequadoInterrupção da administração da insulina ou de hipoglicemiantes orais, omissão da aplicação da insulina, mau funcionamento dabomba de infusão de insulinaDoenças agudasInfecções (pulmonar, trato urinário, influenza), infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hemorragia gastrintestinal,queimaduras, pancreatiteDistúrbios endócrinosHipertireoidismo, feocromocitoma, síndrome de Cushing, acromegalia e diabetes gestacionalFármacosGlicocorticoides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, betabloqueadores, clortalidona, diazóxido, pentamidina, inibidores de protease,antipsicóticos atípicos (aripiprazol, clozapina, olanzapina, quetiapina e risperidona), inibidores do SGLT-2 (dapagliflozina,canagliflozina e empagliflozina) etc.
Substâncias•Álcool (consumo excessivo), ecstasy, cocaína, maconha, cetamina etc.
DesidrataçãoOferta inadequada de água, uremia, diálise, diarreia, sauna etc.
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passage: SubstânciasAnfetaminaHidralazinaMaconhaOxprenololNicotinaRetirada abrupta da clonidinaFenoxibenzaminaDiuréticosCafeínaMinoxidilNifedipinoPropranololCocaínaCrackPrazosinaAbstinência alcoólicaCondiçõesInsuficiência cardíaca grave Obesidade•••••••••••••Hipoglicemia agudaAVCInsuficiência renalHipotensão arterialInfarto agudo do miocárdioSepticemiaInsuficiência respiratóriaApneia do sono obstrutivaAnsiedadeExercíciosAnemiaHipotireoidismoCetoacidose diabéticaAnoxia, dor e frioPunção venosaAVC: acidente vascular cerebral.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: Duração do diabetes*Microalbuminúria*Fatores genéticos*Mau controle glicêmico**Hipertensão arterial**Tabagismo**Hipercolesterolemia**Obesidade (?)**Obstrução urinária***Infecção urinária crônica de repetição***Uso de fármacos nefrotóxicos****Fator de risco para surgimento. **Fator de risco para surgimento e progressão. ***Fator de risco para progressão.
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passage: 19Guazzelli CA, Sakamoto LCProtocolos Febrasgo | Nº70 | 2018retornarem ao normal; doença maligna sensível a esteroides sexuais conhecida ou suspeita; sangramento vaginal não diagnosticado; gravidez ou suspeita de gravidez INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: interações entre anticoncepcionais orais e outros fármacos podem ocasionar sangramentos inesperados e/ou falha na anticoncepção. Metabolismo hepático: podem ocorrer interações com fármacos indutores de enzimas microssomais, resultando em aumento da depuração dos hormônios sexuais, tais como hidantoínas (p.ex., fenitoína), barbituratos (p.ex., fenobarbital), primidona, carbamazepina, rifampicina; e, possivelmente, também interações com oxcarbazepina, rifabutina, topiramato, felbamato, ritonavir, nelfinavir, griseofulvina e produtos fitoterápicos contendo Hypericum perforatum (erva-de-são-joão ou St. John's wort). Para mais informações, consultar a bula do produto destinada aos médicos.
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Olá! Entendo sua preocupação com o sangramento que você notou após iniciar o uso da metformina. É importante avaliarmos algumas possibilidades para entender o que está acontecendo.
Primeiramente, é crucial que você saiba que a metformina é frequentemente utilizada em mulheres com Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), por exemplo, conforme mencionado em um dos estudos. Essa condição pode causar irregularidades menstruais e, em alguns casos, sangramentos anormais. A metformina ajuda a regularizar o ciclo menstrual em muitas pacientes, mas o início do tratamento pode, em algumas situações, levar a alterações no padrão de sangramento.
Outro ponto importante é entender se você está usando algum método contraceptivo hormonal, como pílulas, adesivos, anéis vaginais, implantes ou DIUs hormonais. O sangramento de escape, ou *spotting*, é um efeito colateral comum, principalmente nos primeiros meses de uso de contraceptivos hormonais ou quando se utilizam pílulas de baixa dosagem ou em uso contínuo. Esse sangramento geralmente não indica falha do método contraceptivo, mas é importante monitorar.
Além disso, existem outras causas para sangramento, como infecções ou até mesmo alterações no colo do útero. É fundamental descartar essas possibilidades através de um exame ginecológico.
Considerando que você está usando metformina e notou o sangramento, o ideal é que você marque uma consulta para que eu possa te examinar, entender melhor seu histórico de saúde, seus hábitos e avaliar a necessidade de exames complementares. Assim, poderemos identificar a causa exata do sangramento e te orientar da melhor forma possível.
Em resumo, o sangramento pode estar relacionado ao uso da metformina, a alterações hormonais, a outros medicamentos que você esteja usando, a uma infecção ou a outras causas. Não hesite em procurar ajuda médica para esclarecer suas dúvidas e garantir sua saúde!
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O uso do DIU Mirena influencia no aparecimento de varizes?
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Não, o DIU Mirena não influencia no surgimento de varizes. Assim como a água quente, o salto alto é um dos principais fatores para a formação de varizes. A genética e o estilo de vida também podem influenciar o surgimento de varizes em algumas pessoas. Por exemplo, enfermeiros, professores e médicos, que trabalham muitas horas em pé. Atividades físicas de impacto, como pular corda e jump, também podem contribuir. Espero ter ajudado.
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passage: . Quando usar o DIU Mirena? O Mirena é um dispositivo intrauterino indicado para prevenir a gravidez ou para tratar o sangramento menstrual excessivo ou a endometriose, por exemplo. Isto porque o DIU Mirena provoca alterações na camada de revestimento interno do útero e também pode diminuir os focos de endometriose. Veja todas as indicações do DIU Mirena. Quais os outros efeitos colaterais do DIU Mirena? O DIU Mirena, além de poder provocar um pequeno ganho de peso, pode causar outros efeitos colaterais como dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, acne, dor de cabeça, abdominal ou na pelve. Além disso, também é comum ocorrer aumento ou diminuição do fluxo menstrual, sangramento fora do período menstrual ou ausência de menstruação. Confira todos os efeitos colaterais do DIU Mirena.
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passage: . Quando usar o DIU Mirena? O Mirena é um dispositivo intrauterino indicado para prevenir a gravidez ou para tratar o sangramento menstrual excessivo ou a endometriose, por exemplo. Isto porque o DIU Mirena provoca alterações na camada de revestimento interno do útero e também pode diminuir os focos de endometriose. Veja todas as indicações do DIU Mirena. Quais os outros efeitos colaterais do DIU Mirena? O DIU Mirena, além de poder provocar um pequeno ganho de peso, pode causar outros efeitos colaterais como dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, acne, dor de cabeça, abdominal ou na pelve. Além disso, também é comum ocorrer aumento ou diminuição do fluxo menstrual, sangramento fora do período menstrual ou ausência de menstruação. Confira todos os efeitos colaterais do DIU Mirena.
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passage: . Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2. O DIU Mirena altera a menstruação? O DIU Mirena pode alterar o período menstrual pois é composto por um hormônio que afeta o ciclo da mulher. Durante a sua utilização, podem ser observadas pequenas quantidades de sangue (spotting), dependendo do organismo de cada mulher. Em alguns casos, o sangramento pode ser ausente, deixando de existir menstruação. Quando Mirena é removido do útero pelo ginecologista, como já não existe o efeito do hormônio, a menstruação deverá voltar ao normal. 3. O DIU Mirena prejudica a relação sexual? Durante a utilização do dispositivo não é esperado que interfira com a relação sexual. Se isso acontecer, porque há dor ou porque é possível sentir a presença do dispositivo, é recomendado que se interrompa o contato íntimo e se procure o ginecologista para verificar se o dispositivo está corretamente posicionado. No entanto, em poucos casos, o DIU Mirena também pode causar ressecamento vagina, o que pode dificultar a penetração durante a relação, sendo aconselhado o uso de lubrificantes à base de água, conforme orientação do ginecologista. 4
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passage: . Quando usar o DIU Mirena? O Mirena é um dispositivo intrauterino indicado para prevenir a gravidez ou para tratar o sangramento menstrual excessivo ou a endometriose, por exemplo. Isto porque o DIU Mirena provoca alterações na camada de revestimento interno do útero e também pode diminuir os focos de endometriose. Veja todas as indicações do DIU Mirena. Quais os outros efeitos colaterais do DIU Mirena? O DIU Mirena, além de poder provocar um pequeno ganho de peso, pode causar outros efeitos colaterais como dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, acne, dor de cabeça, abdominal ou na pelve. Além disso, também é comum ocorrer aumento ou diminuição do fluxo menstrual, sangramento fora do período menstrual ou ausência de menstruação. Confira todos os efeitos colaterais do DIU Mirena.
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passage: . Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2. O DIU Mirena altera a menstruação? O DIU Mirena pode alterar o período menstrual pois é composto por um hormônio que afeta o ciclo da mulher. Durante a sua utilização, podem ser observadas pequenas quantidades de sangue (spotting), dependendo do organismo de cada mulher. Em alguns casos, o sangramento pode ser ausente, deixando de existir menstruação. Quando Mirena é removido do útero pelo ginecologista, como já não existe o efeito do hormônio, a menstruação deverá voltar ao normal. 3. O DIU Mirena prejudica a relação sexual? Durante a utilização do dispositivo não é esperado que interfira com a relação sexual. Se isso acontecer, porque há dor ou porque é possível sentir a presença do dispositivo, é recomendado que se interrompa o contato íntimo e se procure o ginecologista para verificar se o dispositivo está corretamente posicionado. No entanto, em poucos casos, o DIU Mirena também pode causar ressecamento vagina, o que pode dificultar a penetração durante a relação, sendo aconselhado o uso de lubrificantes à base de água, conforme orientação do ginecologista. 4
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passage: . 7. Preciso usar outros métodos contraceptivos? O DIU Mirena funciona como um método contraceptivo hormonal e apenas previne a gravidez, não protegendo o organismo contra doenças sexualmente transmissíveis. Por isso, durante o uso de Mirena é recomendada a utilização de métodos contraceptivos barreira, como a camisinha, que protege contra infecções sexualmente transmissíveis, como HIV ou gonorreia. Além disso, é importante lembrar que é possível engravidar com DIU hormonal como Mirena, porém este é um acontecimento raro que acontece quando o dispositivo se encontra fora da sua posição, podendo provocar uma gravidez ectópica. Saiba como identificar uma possível gravidez utilizando o DIU. 8. Quais são os sintomas de rejeição do DIU Mirena? O DIU Mirena pode se mover ou perfurar a parede do útero no seu deslocamento ou durante a sua colocação, sendo uma situação pouco comum. Alguns dos sintomas de rejeição são: Sangramento fora do período menstrual; Menstruação excessiva; Dor abdominal intensa, Corrimento vaginal pouco comum; Dor durante as relações sexuais. Na presença desses sintomas, é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e seja verificado que o DIU saiu do lugar ou que houve lesão na parede do útero.
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passage: . Quando usar o DIU Mirena? O Mirena é um dispositivo intrauterino indicado para prevenir a gravidez ou para tratar o sangramento menstrual excessivo ou a endometriose, por exemplo. Isto porque o DIU Mirena provoca alterações na camada de revestimento interno do útero e também pode diminuir os focos de endometriose. Veja todas as indicações do DIU Mirena. Quais os outros efeitos colaterais do DIU Mirena? O DIU Mirena, além de poder provocar um pequeno ganho de peso, pode causar outros efeitos colaterais como dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, acne, dor de cabeça, abdominal ou na pelve. Além disso, também é comum ocorrer aumento ou diminuição do fluxo menstrual, sangramento fora do período menstrual ou ausência de menstruação. Confira todos os efeitos colaterais do DIU Mirena.
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passage: . Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2. O DIU Mirena altera a menstruação? O DIU Mirena pode alterar o período menstrual pois é composto por um hormônio que afeta o ciclo da mulher. Durante a sua utilização, podem ser observadas pequenas quantidades de sangue (spotting), dependendo do organismo de cada mulher. Em alguns casos, o sangramento pode ser ausente, deixando de existir menstruação. Quando Mirena é removido do útero pelo ginecologista, como já não existe o efeito do hormônio, a menstruação deverá voltar ao normal. 3. O DIU Mirena prejudica a relação sexual? Durante a utilização do dispositivo não é esperado que interfira com a relação sexual. Se isso acontecer, porque há dor ou porque é possível sentir a presença do dispositivo, é recomendado que se interrompa o contato íntimo e se procure o ginecologista para verificar se o dispositivo está corretamente posicionado. No entanto, em poucos casos, o DIU Mirena também pode causar ressecamento vagina, o que pode dificultar a penetração durante a relação, sendo aconselhado o uso de lubrificantes à base de água, conforme orientação do ginecologista. 4
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passage: . 7. Preciso usar outros métodos contraceptivos? O DIU Mirena funciona como um método contraceptivo hormonal e apenas previne a gravidez, não protegendo o organismo contra doenças sexualmente transmissíveis. Por isso, durante o uso de Mirena é recomendada a utilização de métodos contraceptivos barreira, como a camisinha, que protege contra infecções sexualmente transmissíveis, como HIV ou gonorreia. Além disso, é importante lembrar que é possível engravidar com DIU hormonal como Mirena, porém este é um acontecimento raro que acontece quando o dispositivo se encontra fora da sua posição, podendo provocar uma gravidez ectópica. Saiba como identificar uma possível gravidez utilizando o DIU. 8. Quais são os sintomas de rejeição do DIU Mirena? O DIU Mirena pode se mover ou perfurar a parede do útero no seu deslocamento ou durante a sua colocação, sendo uma situação pouco comum. Alguns dos sintomas de rejeição são: Sangramento fora do período menstrual; Menstruação excessiva; Dor abdominal intensa, Corrimento vaginal pouco comum; Dor durante as relações sexuais. Na presença desses sintomas, é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e seja verificado que o DIU saiu do lugar ou que houve lesão na parede do útero.
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passage: . Antes de colocar o DIU Mirena o ginecologista deve recomendar a realização de exames das mamas, exames de sangue para detectar infecções sexualmente transmissíveis, e papanicolau, além da avaliação da posição e do tamanho do útero. Para que serve O DIU Mirena é indicado para: Prevenção da gravidez; Tratamento do sangramento menstrual excessivo; Proteção contra o crescimento excessivo do revestimento interno do útero, durante a terapia de reposição hormonal. Além disso, o ginecologista pode indicar a utilização do DIU Mirena para mulheres com endometriose, pois ajudar a diminuir os focos de endometriose, aliviar o sangramento menstrual excessivo ou diminuir as cólicas menstruais, que são comuns na endometriose. Saiba mais sobre a endometriose e outras opções de tratamento. Apesar do DIU Mirena ser indicado como método contraceptivo para prevenir uma gravidez indesejada, esse dispositivo não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Como funciona O DIU Mirena libera o hormônio levonorgestrel diretamente no útero, em quantidades baixas, porém de forma constante, o que leva a alterações na camada de revestimento interno do útero, que fica mais fino, tornando o ambiente uterino impróprio para uma gravidez
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passage: . Quando usar o DIU Mirena? O Mirena é um dispositivo intrauterino indicado para prevenir a gravidez ou para tratar o sangramento menstrual excessivo ou a endometriose, por exemplo. Isto porque o DIU Mirena provoca alterações na camada de revestimento interno do útero e também pode diminuir os focos de endometriose. Veja todas as indicações do DIU Mirena. Quais os outros efeitos colaterais do DIU Mirena? O DIU Mirena, além de poder provocar um pequeno ganho de peso, pode causar outros efeitos colaterais como dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, acne, dor de cabeça, abdominal ou na pelve. Além disso, também é comum ocorrer aumento ou diminuição do fluxo menstrual, sangramento fora do período menstrual ou ausência de menstruação. Confira todos os efeitos colaterais do DIU Mirena.
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passage: . Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2. O DIU Mirena altera a menstruação? O DIU Mirena pode alterar o período menstrual pois é composto por um hormônio que afeta o ciclo da mulher. Durante a sua utilização, podem ser observadas pequenas quantidades de sangue (spotting), dependendo do organismo de cada mulher. Em alguns casos, o sangramento pode ser ausente, deixando de existir menstruação. Quando Mirena é removido do útero pelo ginecologista, como já não existe o efeito do hormônio, a menstruação deverá voltar ao normal. 3. O DIU Mirena prejudica a relação sexual? Durante a utilização do dispositivo não é esperado que interfira com a relação sexual. Se isso acontecer, porque há dor ou porque é possível sentir a presença do dispositivo, é recomendado que se interrompa o contato íntimo e se procure o ginecologista para verificar se o dispositivo está corretamente posicionado. No entanto, em poucos casos, o DIU Mirena também pode causar ressecamento vagina, o que pode dificultar a penetração durante a relação, sendo aconselhado o uso de lubrificantes à base de água, conforme orientação do ginecologista. 4
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passage: . 7. Preciso usar outros métodos contraceptivos? O DIU Mirena funciona como um método contraceptivo hormonal e apenas previne a gravidez, não protegendo o organismo contra doenças sexualmente transmissíveis. Por isso, durante o uso de Mirena é recomendada a utilização de métodos contraceptivos barreira, como a camisinha, que protege contra infecções sexualmente transmissíveis, como HIV ou gonorreia. Além disso, é importante lembrar que é possível engravidar com DIU hormonal como Mirena, porém este é um acontecimento raro que acontece quando o dispositivo se encontra fora da sua posição, podendo provocar uma gravidez ectópica. Saiba como identificar uma possível gravidez utilizando o DIU. 8. Quais são os sintomas de rejeição do DIU Mirena? O DIU Mirena pode se mover ou perfurar a parede do útero no seu deslocamento ou durante a sua colocação, sendo uma situação pouco comum. Alguns dos sintomas de rejeição são: Sangramento fora do período menstrual; Menstruação excessiva; Dor abdominal intensa, Corrimento vaginal pouco comum; Dor durante as relações sexuais. Na presença desses sintomas, é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e seja verificado que o DIU saiu do lugar ou que houve lesão na parede do útero.
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passage: . Antes de colocar o DIU Mirena o ginecologista deve recomendar a realização de exames das mamas, exames de sangue para detectar infecções sexualmente transmissíveis, e papanicolau, além da avaliação da posição e do tamanho do útero. Para que serve O DIU Mirena é indicado para: Prevenção da gravidez; Tratamento do sangramento menstrual excessivo; Proteção contra o crescimento excessivo do revestimento interno do útero, durante a terapia de reposição hormonal. Além disso, o ginecologista pode indicar a utilização do DIU Mirena para mulheres com endometriose, pois ajudar a diminuir os focos de endometriose, aliviar o sangramento menstrual excessivo ou diminuir as cólicas menstruais, que são comuns na endometriose. Saiba mais sobre a endometriose e outras opções de tratamento. Apesar do DIU Mirena ser indicado como método contraceptivo para prevenir uma gravidez indesejada, esse dispositivo não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Como funciona O DIU Mirena libera o hormônio levonorgestrel diretamente no útero, em quantidades baixas, porém de forma constante, o que leva a alterações na camada de revestimento interno do útero, que fica mais fino, tornando o ambiente uterino impróprio para uma gravidez
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passage: . Como funciona O DIU Mirena libera o hormônio levonorgestrel diretamente no útero, em quantidades baixas, porém de forma constante, o que leva a alterações na camada de revestimento interno do útero, que fica mais fino, tornando o ambiente uterino impróprio para uma gravidez. Além disso, o DIU Mirena deixa o muco do colo do útero mais grosso, dificultando a movimentação do espermatozoide, diminuindo as chances de chegar até o óvulo e ocorrer fecundação. Em algumas mulheres, o DIU Mirena também pode inibir a ovulação. Devido as alterações no útero e tubas uterinas, o DIU Mirena também ajuda a inibir a função de a mobilidade dos espermatozoides, o que também ajuda a prevenir a gravidez. O índice de falha do DIU Mirena é de apenas 0,2% no primeiro ano de uso. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para esclarecer todas as dúvidas sobre o DIU Mirena: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Como o DIU Mirena é inserido O DIU Mirena é inserido pelo ginecologista no consultório, sendo colocado após um exame ginecológico. Em alguns casos, este procedimento pode causar dor e desconforto leve, no momento do pinçamento do colo uterino
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passage: . Quando usar o DIU Mirena? O Mirena é um dispositivo intrauterino indicado para prevenir a gravidez ou para tratar o sangramento menstrual excessivo ou a endometriose, por exemplo. Isto porque o DIU Mirena provoca alterações na camada de revestimento interno do útero e também pode diminuir os focos de endometriose. Veja todas as indicações do DIU Mirena. Quais os outros efeitos colaterais do DIU Mirena? O DIU Mirena, além de poder provocar um pequeno ganho de peso, pode causar outros efeitos colaterais como dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, acne, dor de cabeça, abdominal ou na pelve. Além disso, também é comum ocorrer aumento ou diminuição do fluxo menstrual, sangramento fora do período menstrual ou ausência de menstruação. Confira todos os efeitos colaterais do DIU Mirena.
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passage: . Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2. O DIU Mirena altera a menstruação? O DIU Mirena pode alterar o período menstrual pois é composto por um hormônio que afeta o ciclo da mulher. Durante a sua utilização, podem ser observadas pequenas quantidades de sangue (spotting), dependendo do organismo de cada mulher. Em alguns casos, o sangramento pode ser ausente, deixando de existir menstruação. Quando Mirena é removido do útero pelo ginecologista, como já não existe o efeito do hormônio, a menstruação deverá voltar ao normal. 3. O DIU Mirena prejudica a relação sexual? Durante a utilização do dispositivo não é esperado que interfira com a relação sexual. Se isso acontecer, porque há dor ou porque é possível sentir a presença do dispositivo, é recomendado que se interrompa o contato íntimo e se procure o ginecologista para verificar se o dispositivo está corretamente posicionado. No entanto, em poucos casos, o DIU Mirena também pode causar ressecamento vagina, o que pode dificultar a penetração durante a relação, sendo aconselhado o uso de lubrificantes à base de água, conforme orientação do ginecologista. 4
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passage: . 7. Preciso usar outros métodos contraceptivos? O DIU Mirena funciona como um método contraceptivo hormonal e apenas previne a gravidez, não protegendo o organismo contra doenças sexualmente transmissíveis. Por isso, durante o uso de Mirena é recomendada a utilização de métodos contraceptivos barreira, como a camisinha, que protege contra infecções sexualmente transmissíveis, como HIV ou gonorreia. Além disso, é importante lembrar que é possível engravidar com DIU hormonal como Mirena, porém este é um acontecimento raro que acontece quando o dispositivo se encontra fora da sua posição, podendo provocar uma gravidez ectópica. Saiba como identificar uma possível gravidez utilizando o DIU. 8. Quais são os sintomas de rejeição do DIU Mirena? O DIU Mirena pode se mover ou perfurar a parede do útero no seu deslocamento ou durante a sua colocação, sendo uma situação pouco comum. Alguns dos sintomas de rejeição são: Sangramento fora do período menstrual; Menstruação excessiva; Dor abdominal intensa, Corrimento vaginal pouco comum; Dor durante as relações sexuais. Na presença desses sintomas, é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e seja verificado que o DIU saiu do lugar ou que houve lesão na parede do útero.
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passage: . Antes de colocar o DIU Mirena o ginecologista deve recomendar a realização de exames das mamas, exames de sangue para detectar infecções sexualmente transmissíveis, e papanicolau, além da avaliação da posição e do tamanho do útero. Para que serve O DIU Mirena é indicado para: Prevenção da gravidez; Tratamento do sangramento menstrual excessivo; Proteção contra o crescimento excessivo do revestimento interno do útero, durante a terapia de reposição hormonal. Além disso, o ginecologista pode indicar a utilização do DIU Mirena para mulheres com endometriose, pois ajudar a diminuir os focos de endometriose, aliviar o sangramento menstrual excessivo ou diminuir as cólicas menstruais, que são comuns na endometriose. Saiba mais sobre a endometriose e outras opções de tratamento. Apesar do DIU Mirena ser indicado como método contraceptivo para prevenir uma gravidez indesejada, esse dispositivo não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Como funciona O DIU Mirena libera o hormônio levonorgestrel diretamente no útero, em quantidades baixas, porém de forma constante, o que leva a alterações na camada de revestimento interno do útero, que fica mais fino, tornando o ambiente uterino impróprio para uma gravidez
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passage: . Como funciona O DIU Mirena libera o hormônio levonorgestrel diretamente no útero, em quantidades baixas, porém de forma constante, o que leva a alterações na camada de revestimento interno do útero, que fica mais fino, tornando o ambiente uterino impróprio para uma gravidez. Além disso, o DIU Mirena deixa o muco do colo do útero mais grosso, dificultando a movimentação do espermatozoide, diminuindo as chances de chegar até o óvulo e ocorrer fecundação. Em algumas mulheres, o DIU Mirena também pode inibir a ovulação. Devido as alterações no útero e tubas uterinas, o DIU Mirena também ajuda a inibir a função de a mobilidade dos espermatozoides, o que também ajuda a prevenir a gravidez. O índice de falha do DIU Mirena é de apenas 0,2% no primeiro ano de uso. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para esclarecer todas as dúvidas sobre o DIU Mirena: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Como o DIU Mirena é inserido O DIU Mirena é inserido pelo ginecologista no consultório, sendo colocado após um exame ginecológico. Em alguns casos, este procedimento pode causar dor e desconforto leve, no momento do pinçamento do colo uterino
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passage: . Leia também: Gravidez com DIU: é realmente possível? tuasaude.com/e-possivel-engravidar-com-diu Apesar de ser bastante eficaz, como é constituído por hormônio, o DIU Mirena ou DIU Kyleena, está associado com vários efeitos colaterais, como alteração no ciclo menstrual, podendo haver falta de menstruação ou sangramento de escape, aumento das cólicas, dor de cabeça, alterações no humor, diminuição da libido e inchaço, por exemplo. Veja mais sobre o DIU Mirena. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para saber qual o DIU mais indicado para o seu caso: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: . Quando usar o DIU Mirena? O Mirena é um dispositivo intrauterino indicado para prevenir a gravidez ou para tratar o sangramento menstrual excessivo ou a endometriose, por exemplo. Isto porque o DIU Mirena provoca alterações na camada de revestimento interno do útero e também pode diminuir os focos de endometriose. Veja todas as indicações do DIU Mirena. Quais os outros efeitos colaterais do DIU Mirena? O DIU Mirena, além de poder provocar um pequeno ganho de peso, pode causar outros efeitos colaterais como dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, acne, dor de cabeça, abdominal ou na pelve. Além disso, também é comum ocorrer aumento ou diminuição do fluxo menstrual, sangramento fora do período menstrual ou ausência de menstruação. Confira todos os efeitos colaterais do DIU Mirena.
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passage: . Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2. O DIU Mirena altera a menstruação? O DIU Mirena pode alterar o período menstrual pois é composto por um hormônio que afeta o ciclo da mulher. Durante a sua utilização, podem ser observadas pequenas quantidades de sangue (spotting), dependendo do organismo de cada mulher. Em alguns casos, o sangramento pode ser ausente, deixando de existir menstruação. Quando Mirena é removido do útero pelo ginecologista, como já não existe o efeito do hormônio, a menstruação deverá voltar ao normal. 3. O DIU Mirena prejudica a relação sexual? Durante a utilização do dispositivo não é esperado que interfira com a relação sexual. Se isso acontecer, porque há dor ou porque é possível sentir a presença do dispositivo, é recomendado que se interrompa o contato íntimo e se procure o ginecologista para verificar se o dispositivo está corretamente posicionado. No entanto, em poucos casos, o DIU Mirena também pode causar ressecamento vagina, o que pode dificultar a penetração durante a relação, sendo aconselhado o uso de lubrificantes à base de água, conforme orientação do ginecologista. 4
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passage: . 7. Preciso usar outros métodos contraceptivos? O DIU Mirena funciona como um método contraceptivo hormonal e apenas previne a gravidez, não protegendo o organismo contra doenças sexualmente transmissíveis. Por isso, durante o uso de Mirena é recomendada a utilização de métodos contraceptivos barreira, como a camisinha, que protege contra infecções sexualmente transmissíveis, como HIV ou gonorreia. Além disso, é importante lembrar que é possível engravidar com DIU hormonal como Mirena, porém este é um acontecimento raro que acontece quando o dispositivo se encontra fora da sua posição, podendo provocar uma gravidez ectópica. Saiba como identificar uma possível gravidez utilizando o DIU. 8. Quais são os sintomas de rejeição do DIU Mirena? O DIU Mirena pode se mover ou perfurar a parede do útero no seu deslocamento ou durante a sua colocação, sendo uma situação pouco comum. Alguns dos sintomas de rejeição são: Sangramento fora do período menstrual; Menstruação excessiva; Dor abdominal intensa, Corrimento vaginal pouco comum; Dor durante as relações sexuais. Na presença desses sintomas, é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e seja verificado que o DIU saiu do lugar ou que houve lesão na parede do útero.
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passage: . Antes de colocar o DIU Mirena o ginecologista deve recomendar a realização de exames das mamas, exames de sangue para detectar infecções sexualmente transmissíveis, e papanicolau, além da avaliação da posição e do tamanho do útero. Para que serve O DIU Mirena é indicado para: Prevenção da gravidez; Tratamento do sangramento menstrual excessivo; Proteção contra o crescimento excessivo do revestimento interno do útero, durante a terapia de reposição hormonal. Além disso, o ginecologista pode indicar a utilização do DIU Mirena para mulheres com endometriose, pois ajudar a diminuir os focos de endometriose, aliviar o sangramento menstrual excessivo ou diminuir as cólicas menstruais, que são comuns na endometriose. Saiba mais sobre a endometriose e outras opções de tratamento. Apesar do DIU Mirena ser indicado como método contraceptivo para prevenir uma gravidez indesejada, esse dispositivo não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Como funciona O DIU Mirena libera o hormônio levonorgestrel diretamente no útero, em quantidades baixas, porém de forma constante, o que leva a alterações na camada de revestimento interno do útero, que fica mais fino, tornando o ambiente uterino impróprio para uma gravidez
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passage: . Como funciona O DIU Mirena libera o hormônio levonorgestrel diretamente no útero, em quantidades baixas, porém de forma constante, o que leva a alterações na camada de revestimento interno do útero, que fica mais fino, tornando o ambiente uterino impróprio para uma gravidez. Além disso, o DIU Mirena deixa o muco do colo do útero mais grosso, dificultando a movimentação do espermatozoide, diminuindo as chances de chegar até o óvulo e ocorrer fecundação. Em algumas mulheres, o DIU Mirena também pode inibir a ovulação. Devido as alterações no útero e tubas uterinas, o DIU Mirena também ajuda a inibir a função de a mobilidade dos espermatozoides, o que também ajuda a prevenir a gravidez. O índice de falha do DIU Mirena é de apenas 0,2% no primeiro ano de uso. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para esclarecer todas as dúvidas sobre o DIU Mirena: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Como o DIU Mirena é inserido O DIU Mirena é inserido pelo ginecologista no consultório, sendo colocado após um exame ginecológico. Em alguns casos, este procedimento pode causar dor e desconforto leve, no momento do pinçamento do colo uterino
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passage: . Leia também: Gravidez com DIU: é realmente possível? tuasaude.com/e-possivel-engravidar-com-diu Apesar de ser bastante eficaz, como é constituído por hormônio, o DIU Mirena ou DIU Kyleena, está associado com vários efeitos colaterais, como alteração no ciclo menstrual, podendo haver falta de menstruação ou sangramento de escape, aumento das cólicas, dor de cabeça, alterações no humor, diminuição da libido e inchaço, por exemplo. Veja mais sobre o DIU Mirena. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para saber qual o DIU mais indicado para o seu caso: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: DIU Mirena: o que é, para que serve, como funciona (e dúvidas comuns) DIU Mirena é um dispositivo intra uterino hormonal em forma de T que contém levonorgestrel, um tipo de progesterona, que é liberado em pequenas quantidades e de forma constante no útero, aumentando a espessura do muco cervical e provocando alterações no útero, evitando a passagem do espermatozoide no canal cervical ou alterando sua mobilidade. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Além disso, o DIU Mirena, em algumas mulheres, também pode inibir a ovulação, além de poder ser indicado pelo ginecologista nos casos de sangramento menstrual excessivo ou ainda para proteger contra o crescimento excessivo do revestimento interno do útero, durante a terapia de reposição hormonal. O DIU Mirena é inserido no útero pelo ginecologista, podendo ser feito no consultório ou em ambiente hospitalar, tendo um efeito que pode durar até 5 anos. Antes de colocar o DIU Mirena o ginecologista deve recomendar a realização de exames das mamas, exames de sangue para detectar infecções sexualmente transmissíveis, e papanicolau, além da avaliação da posição e do tamanho do útero
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passage: . Quando usar o DIU Mirena? O Mirena é um dispositivo intrauterino indicado para prevenir a gravidez ou para tratar o sangramento menstrual excessivo ou a endometriose, por exemplo. Isto porque o DIU Mirena provoca alterações na camada de revestimento interno do útero e também pode diminuir os focos de endometriose. Veja todas as indicações do DIU Mirena. Quais os outros efeitos colaterais do DIU Mirena? O DIU Mirena, além de poder provocar um pequeno ganho de peso, pode causar outros efeitos colaterais como dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, acne, dor de cabeça, abdominal ou na pelve. Além disso, também é comum ocorrer aumento ou diminuição do fluxo menstrual, sangramento fora do período menstrual ou ausência de menstruação. Confira todos os efeitos colaterais do DIU Mirena.
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passage: . Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2. O DIU Mirena altera a menstruação? O DIU Mirena pode alterar o período menstrual pois é composto por um hormônio que afeta o ciclo da mulher. Durante a sua utilização, podem ser observadas pequenas quantidades de sangue (spotting), dependendo do organismo de cada mulher. Em alguns casos, o sangramento pode ser ausente, deixando de existir menstruação. Quando Mirena é removido do útero pelo ginecologista, como já não existe o efeito do hormônio, a menstruação deverá voltar ao normal. 3. O DIU Mirena prejudica a relação sexual? Durante a utilização do dispositivo não é esperado que interfira com a relação sexual. Se isso acontecer, porque há dor ou porque é possível sentir a presença do dispositivo, é recomendado que se interrompa o contato íntimo e se procure o ginecologista para verificar se o dispositivo está corretamente posicionado. No entanto, em poucos casos, o DIU Mirena também pode causar ressecamento vagina, o que pode dificultar a penetração durante a relação, sendo aconselhado o uso de lubrificantes à base de água, conforme orientação do ginecologista. 4
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passage: . 7. Preciso usar outros métodos contraceptivos? O DIU Mirena funciona como um método contraceptivo hormonal e apenas previne a gravidez, não protegendo o organismo contra doenças sexualmente transmissíveis. Por isso, durante o uso de Mirena é recomendada a utilização de métodos contraceptivos barreira, como a camisinha, que protege contra infecções sexualmente transmissíveis, como HIV ou gonorreia. Além disso, é importante lembrar que é possível engravidar com DIU hormonal como Mirena, porém este é um acontecimento raro que acontece quando o dispositivo se encontra fora da sua posição, podendo provocar uma gravidez ectópica. Saiba como identificar uma possível gravidez utilizando o DIU. 8. Quais são os sintomas de rejeição do DIU Mirena? O DIU Mirena pode se mover ou perfurar a parede do útero no seu deslocamento ou durante a sua colocação, sendo uma situação pouco comum. Alguns dos sintomas de rejeição são: Sangramento fora do período menstrual; Menstruação excessiva; Dor abdominal intensa, Corrimento vaginal pouco comum; Dor durante as relações sexuais. Na presença desses sintomas, é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e seja verificado que o DIU saiu do lugar ou que houve lesão na parede do útero.
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passage: . Antes de colocar o DIU Mirena o ginecologista deve recomendar a realização de exames das mamas, exames de sangue para detectar infecções sexualmente transmissíveis, e papanicolau, além da avaliação da posição e do tamanho do útero. Para que serve O DIU Mirena é indicado para: Prevenção da gravidez; Tratamento do sangramento menstrual excessivo; Proteção contra o crescimento excessivo do revestimento interno do útero, durante a terapia de reposição hormonal. Além disso, o ginecologista pode indicar a utilização do DIU Mirena para mulheres com endometriose, pois ajudar a diminuir os focos de endometriose, aliviar o sangramento menstrual excessivo ou diminuir as cólicas menstruais, que são comuns na endometriose. Saiba mais sobre a endometriose e outras opções de tratamento. Apesar do DIU Mirena ser indicado como método contraceptivo para prevenir uma gravidez indesejada, esse dispositivo não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Como funciona O DIU Mirena libera o hormônio levonorgestrel diretamente no útero, em quantidades baixas, porém de forma constante, o que leva a alterações na camada de revestimento interno do útero, que fica mais fino, tornando o ambiente uterino impróprio para uma gravidez
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passage: . Como funciona O DIU Mirena libera o hormônio levonorgestrel diretamente no útero, em quantidades baixas, porém de forma constante, o que leva a alterações na camada de revestimento interno do útero, que fica mais fino, tornando o ambiente uterino impróprio para uma gravidez. Além disso, o DIU Mirena deixa o muco do colo do útero mais grosso, dificultando a movimentação do espermatozoide, diminuindo as chances de chegar até o óvulo e ocorrer fecundação. Em algumas mulheres, o DIU Mirena também pode inibir a ovulação. Devido as alterações no útero e tubas uterinas, o DIU Mirena também ajuda a inibir a função de a mobilidade dos espermatozoides, o que também ajuda a prevenir a gravidez. O índice de falha do DIU Mirena é de apenas 0,2% no primeiro ano de uso. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para esclarecer todas as dúvidas sobre o DIU Mirena: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Como o DIU Mirena é inserido O DIU Mirena é inserido pelo ginecologista no consultório, sendo colocado após um exame ginecológico. Em alguns casos, este procedimento pode causar dor e desconforto leve, no momento do pinçamento do colo uterino
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passage: . Leia também: Gravidez com DIU: é realmente possível? tuasaude.com/e-possivel-engravidar-com-diu Apesar de ser bastante eficaz, como é constituído por hormônio, o DIU Mirena ou DIU Kyleena, está associado com vários efeitos colaterais, como alteração no ciclo menstrual, podendo haver falta de menstruação ou sangramento de escape, aumento das cólicas, dor de cabeça, alterações no humor, diminuição da libido e inchaço, por exemplo. Veja mais sobre o DIU Mirena. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para saber qual o DIU mais indicado para o seu caso: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: DIU Mirena: o que é, para que serve, como funciona (e dúvidas comuns) DIU Mirena é um dispositivo intra uterino hormonal em forma de T que contém levonorgestrel, um tipo de progesterona, que é liberado em pequenas quantidades e de forma constante no útero, aumentando a espessura do muco cervical e provocando alterações no útero, evitando a passagem do espermatozoide no canal cervical ou alterando sua mobilidade. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Além disso, o DIU Mirena, em algumas mulheres, também pode inibir a ovulação, além de poder ser indicado pelo ginecologista nos casos de sangramento menstrual excessivo ou ainda para proteger contra o crescimento excessivo do revestimento interno do útero, durante a terapia de reposição hormonal. O DIU Mirena é inserido no útero pelo ginecologista, podendo ser feito no consultório ou em ambiente hospitalar, tendo um efeito que pode durar até 5 anos. Antes de colocar o DIU Mirena o ginecologista deve recomendar a realização de exames das mamas, exames de sangue para detectar infecções sexualmente transmissíveis, e papanicolau, além da avaliação da posição e do tamanho do útero
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passage: . O DIU Mirena engorda? Tal como acontece com outras pílulas anticoncepcionais, o DIU Mirena pode levar ao aumento da retenção de líquidos, já que se trata de um método anticoncepcional que funciona à base de progesterona. Quem não deve usar O DIU Mirena não deve ser usado em caso de suspeita de gravidez, doença inflamatória pélvica ou recorrente, infecção do trato genital inferior, endometrite pós-parto, aborto nos últimos 3 meses, cervicite, displasia cervical, câncer de útero ou cervical, sangramento uterino anormal não identificado, leiomiomas, hepatite aguda, câncer de fígado. Dúvidas comuns Algumas dúvidas comuns sobre a utilização do DIU Mirena são: 1. Por quanto tempo pode ser usado? O DIU Mirena pode ser usado por até 5 anos consecutivos, e no final desse período o dispositivo deve ser retirado pelo ginecologista, podendo ser trocado por outro dispositivo igual ou o DIU de cobre, por exemplo, sendo que sua colocação, neste caso, pode ser feita em qualquer momento do ciclo menstrual. Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2
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passage: . Quando usar o DIU Mirena? O Mirena é um dispositivo intrauterino indicado para prevenir a gravidez ou para tratar o sangramento menstrual excessivo ou a endometriose, por exemplo. Isto porque o DIU Mirena provoca alterações na camada de revestimento interno do útero e também pode diminuir os focos de endometriose. Veja todas as indicações do DIU Mirena. Quais os outros efeitos colaterais do DIU Mirena? O DIU Mirena, além de poder provocar um pequeno ganho de peso, pode causar outros efeitos colaterais como dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, acne, dor de cabeça, abdominal ou na pelve. Além disso, também é comum ocorrer aumento ou diminuição do fluxo menstrual, sangramento fora do período menstrual ou ausência de menstruação. Confira todos os efeitos colaterais do DIU Mirena.
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passage: . Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2. O DIU Mirena altera a menstruação? O DIU Mirena pode alterar o período menstrual pois é composto por um hormônio que afeta o ciclo da mulher. Durante a sua utilização, podem ser observadas pequenas quantidades de sangue (spotting), dependendo do organismo de cada mulher. Em alguns casos, o sangramento pode ser ausente, deixando de existir menstruação. Quando Mirena é removido do útero pelo ginecologista, como já não existe o efeito do hormônio, a menstruação deverá voltar ao normal. 3. O DIU Mirena prejudica a relação sexual? Durante a utilização do dispositivo não é esperado que interfira com a relação sexual. Se isso acontecer, porque há dor ou porque é possível sentir a presença do dispositivo, é recomendado que se interrompa o contato íntimo e se procure o ginecologista para verificar se o dispositivo está corretamente posicionado. No entanto, em poucos casos, o DIU Mirena também pode causar ressecamento vagina, o que pode dificultar a penetração durante a relação, sendo aconselhado o uso de lubrificantes à base de água, conforme orientação do ginecologista. 4
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passage: . 7. Preciso usar outros métodos contraceptivos? O DIU Mirena funciona como um método contraceptivo hormonal e apenas previne a gravidez, não protegendo o organismo contra doenças sexualmente transmissíveis. Por isso, durante o uso de Mirena é recomendada a utilização de métodos contraceptivos barreira, como a camisinha, que protege contra infecções sexualmente transmissíveis, como HIV ou gonorreia. Além disso, é importante lembrar que é possível engravidar com DIU hormonal como Mirena, porém este é um acontecimento raro que acontece quando o dispositivo se encontra fora da sua posição, podendo provocar uma gravidez ectópica. Saiba como identificar uma possível gravidez utilizando o DIU. 8. Quais são os sintomas de rejeição do DIU Mirena? O DIU Mirena pode se mover ou perfurar a parede do útero no seu deslocamento ou durante a sua colocação, sendo uma situação pouco comum. Alguns dos sintomas de rejeição são: Sangramento fora do período menstrual; Menstruação excessiva; Dor abdominal intensa, Corrimento vaginal pouco comum; Dor durante as relações sexuais. Na presença desses sintomas, é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e seja verificado que o DIU saiu do lugar ou que houve lesão na parede do útero.
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passage: . Antes de colocar o DIU Mirena o ginecologista deve recomendar a realização de exames das mamas, exames de sangue para detectar infecções sexualmente transmissíveis, e papanicolau, além da avaliação da posição e do tamanho do útero. Para que serve O DIU Mirena é indicado para: Prevenção da gravidez; Tratamento do sangramento menstrual excessivo; Proteção contra o crescimento excessivo do revestimento interno do útero, durante a terapia de reposição hormonal. Além disso, o ginecologista pode indicar a utilização do DIU Mirena para mulheres com endometriose, pois ajudar a diminuir os focos de endometriose, aliviar o sangramento menstrual excessivo ou diminuir as cólicas menstruais, que são comuns na endometriose. Saiba mais sobre a endometriose e outras opções de tratamento. Apesar do DIU Mirena ser indicado como método contraceptivo para prevenir uma gravidez indesejada, esse dispositivo não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Como funciona O DIU Mirena libera o hormônio levonorgestrel diretamente no útero, em quantidades baixas, porém de forma constante, o que leva a alterações na camada de revestimento interno do útero, que fica mais fino, tornando o ambiente uterino impróprio para uma gravidez
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passage: . Como funciona O DIU Mirena libera o hormônio levonorgestrel diretamente no útero, em quantidades baixas, porém de forma constante, o que leva a alterações na camada de revestimento interno do útero, que fica mais fino, tornando o ambiente uterino impróprio para uma gravidez. Além disso, o DIU Mirena deixa o muco do colo do útero mais grosso, dificultando a movimentação do espermatozoide, diminuindo as chances de chegar até o óvulo e ocorrer fecundação. Em algumas mulheres, o DIU Mirena também pode inibir a ovulação. Devido as alterações no útero e tubas uterinas, o DIU Mirena também ajuda a inibir a função de a mobilidade dos espermatozoides, o que também ajuda a prevenir a gravidez. O índice de falha do DIU Mirena é de apenas 0,2% no primeiro ano de uso. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para esclarecer todas as dúvidas sobre o DIU Mirena: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Como o DIU Mirena é inserido O DIU Mirena é inserido pelo ginecologista no consultório, sendo colocado após um exame ginecológico. Em alguns casos, este procedimento pode causar dor e desconforto leve, no momento do pinçamento do colo uterino
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passage: . Leia também: Gravidez com DIU: é realmente possível? tuasaude.com/e-possivel-engravidar-com-diu Apesar de ser bastante eficaz, como é constituído por hormônio, o DIU Mirena ou DIU Kyleena, está associado com vários efeitos colaterais, como alteração no ciclo menstrual, podendo haver falta de menstruação ou sangramento de escape, aumento das cólicas, dor de cabeça, alterações no humor, diminuição da libido e inchaço, por exemplo. Veja mais sobre o DIU Mirena. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para saber qual o DIU mais indicado para o seu caso: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: DIU Mirena: o que é, para que serve, como funciona (e dúvidas comuns) DIU Mirena é um dispositivo intra uterino hormonal em forma de T que contém levonorgestrel, um tipo de progesterona, que é liberado em pequenas quantidades e de forma constante no útero, aumentando a espessura do muco cervical e provocando alterações no útero, evitando a passagem do espermatozoide no canal cervical ou alterando sua mobilidade. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Além disso, o DIU Mirena, em algumas mulheres, também pode inibir a ovulação, além de poder ser indicado pelo ginecologista nos casos de sangramento menstrual excessivo ou ainda para proteger contra o crescimento excessivo do revestimento interno do útero, durante a terapia de reposição hormonal. O DIU Mirena é inserido no útero pelo ginecologista, podendo ser feito no consultório ou em ambiente hospitalar, tendo um efeito que pode durar até 5 anos. Antes de colocar o DIU Mirena o ginecologista deve recomendar a realização de exames das mamas, exames de sangue para detectar infecções sexualmente transmissíveis, e papanicolau, além da avaliação da posição e do tamanho do útero
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passage: . O DIU Mirena engorda? Tal como acontece com outras pílulas anticoncepcionais, o DIU Mirena pode levar ao aumento da retenção de líquidos, já que se trata de um método anticoncepcional que funciona à base de progesterona. Quem não deve usar O DIU Mirena não deve ser usado em caso de suspeita de gravidez, doença inflamatória pélvica ou recorrente, infecção do trato genital inferior, endometrite pós-parto, aborto nos últimos 3 meses, cervicite, displasia cervical, câncer de útero ou cervical, sangramento uterino anormal não identificado, leiomiomas, hepatite aguda, câncer de fígado. Dúvidas comuns Algumas dúvidas comuns sobre a utilização do DIU Mirena são: 1. Por quanto tempo pode ser usado? O DIU Mirena pode ser usado por até 5 anos consecutivos, e no final desse período o dispositivo deve ser retirado pelo ginecologista, podendo ser trocado por outro dispositivo igual ou o DIU de cobre, por exemplo, sendo que sua colocação, neste caso, pode ser feita em qualquer momento do ciclo menstrual. Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2
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passage: . É recomendado voltar ao ginecologista após 4 a 12 semanas após colocar o DIU Mirena, e pelo menos, 1 vez ao ano, para realizar exames e verificar se o DIU se encontra na posição correta. Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais mais comuns do DIU Mirena são: Dor de cabeça, dor abdominal ou pélvica; Aumento do fluxo menstrual ou ausência de menstruação; Sangramento menstrual durante o mês (spotting); Corrimento vaginal e aumento da secreção vaginal; Dor nas mamas; Alterações de humor, nervosismo, instabilidade emocional; Diminuição da libido; Inchaço ou ganho de peso; Náuseas. O DIU Mirena também pode causar intensas cólicas menstruais que podem movimentar o DIU, reduzindo sua eficácia, os sintomas que podem evidenciar o seu deslocamento incluem dor abdominal e aumento das cólicas, e, se estiverem presentes, deve-se marcar uma consulta com o ginecologista. O DIU Mirena engorda? Tal como acontece com outras pílulas anticoncepcionais, o DIU Mirena pode levar ao aumento da retenção de líquidos, já que se trata de um método anticoncepcional que funciona à base de progesterona
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passage: . Quando usar o DIU Mirena? O Mirena é um dispositivo intrauterino indicado para prevenir a gravidez ou para tratar o sangramento menstrual excessivo ou a endometriose, por exemplo. Isto porque o DIU Mirena provoca alterações na camada de revestimento interno do útero e também pode diminuir os focos de endometriose. Veja todas as indicações do DIU Mirena. Quais os outros efeitos colaterais do DIU Mirena? O DIU Mirena, além de poder provocar um pequeno ganho de peso, pode causar outros efeitos colaterais como dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, acne, dor de cabeça, abdominal ou na pelve. Além disso, também é comum ocorrer aumento ou diminuição do fluxo menstrual, sangramento fora do período menstrual ou ausência de menstruação. Confira todos os efeitos colaterais do DIU Mirena.
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passage: . Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2. O DIU Mirena altera a menstruação? O DIU Mirena pode alterar o período menstrual pois é composto por um hormônio que afeta o ciclo da mulher. Durante a sua utilização, podem ser observadas pequenas quantidades de sangue (spotting), dependendo do organismo de cada mulher. Em alguns casos, o sangramento pode ser ausente, deixando de existir menstruação. Quando Mirena é removido do útero pelo ginecologista, como já não existe o efeito do hormônio, a menstruação deverá voltar ao normal. 3. O DIU Mirena prejudica a relação sexual? Durante a utilização do dispositivo não é esperado que interfira com a relação sexual. Se isso acontecer, porque há dor ou porque é possível sentir a presença do dispositivo, é recomendado que se interrompa o contato íntimo e se procure o ginecologista para verificar se o dispositivo está corretamente posicionado. No entanto, em poucos casos, o DIU Mirena também pode causar ressecamento vagina, o que pode dificultar a penetração durante a relação, sendo aconselhado o uso de lubrificantes à base de água, conforme orientação do ginecologista. 4
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passage: . 7. Preciso usar outros métodos contraceptivos? O DIU Mirena funciona como um método contraceptivo hormonal e apenas previne a gravidez, não protegendo o organismo contra doenças sexualmente transmissíveis. Por isso, durante o uso de Mirena é recomendada a utilização de métodos contraceptivos barreira, como a camisinha, que protege contra infecções sexualmente transmissíveis, como HIV ou gonorreia. Além disso, é importante lembrar que é possível engravidar com DIU hormonal como Mirena, porém este é um acontecimento raro que acontece quando o dispositivo se encontra fora da sua posição, podendo provocar uma gravidez ectópica. Saiba como identificar uma possível gravidez utilizando o DIU. 8. Quais são os sintomas de rejeição do DIU Mirena? O DIU Mirena pode se mover ou perfurar a parede do útero no seu deslocamento ou durante a sua colocação, sendo uma situação pouco comum. Alguns dos sintomas de rejeição são: Sangramento fora do período menstrual; Menstruação excessiva; Dor abdominal intensa, Corrimento vaginal pouco comum; Dor durante as relações sexuais. Na presença desses sintomas, é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e seja verificado que o DIU saiu do lugar ou que houve lesão na parede do útero.
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passage: . Antes de colocar o DIU Mirena o ginecologista deve recomendar a realização de exames das mamas, exames de sangue para detectar infecções sexualmente transmissíveis, e papanicolau, além da avaliação da posição e do tamanho do útero. Para que serve O DIU Mirena é indicado para: Prevenção da gravidez; Tratamento do sangramento menstrual excessivo; Proteção contra o crescimento excessivo do revestimento interno do útero, durante a terapia de reposição hormonal. Além disso, o ginecologista pode indicar a utilização do DIU Mirena para mulheres com endometriose, pois ajudar a diminuir os focos de endometriose, aliviar o sangramento menstrual excessivo ou diminuir as cólicas menstruais, que são comuns na endometriose. Saiba mais sobre a endometriose e outras opções de tratamento. Apesar do DIU Mirena ser indicado como método contraceptivo para prevenir uma gravidez indesejada, esse dispositivo não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (IST´s), sendo importante sempre utilizar camisinha em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Como funciona O DIU Mirena libera o hormônio levonorgestrel diretamente no útero, em quantidades baixas, porém de forma constante, o que leva a alterações na camada de revestimento interno do útero, que fica mais fino, tornando o ambiente uterino impróprio para uma gravidez
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passage: . Como funciona O DIU Mirena libera o hormônio levonorgestrel diretamente no útero, em quantidades baixas, porém de forma constante, o que leva a alterações na camada de revestimento interno do útero, que fica mais fino, tornando o ambiente uterino impróprio para uma gravidez. Além disso, o DIU Mirena deixa o muco do colo do útero mais grosso, dificultando a movimentação do espermatozoide, diminuindo as chances de chegar até o óvulo e ocorrer fecundação. Em algumas mulheres, o DIU Mirena também pode inibir a ovulação. Devido as alterações no útero e tubas uterinas, o DIU Mirena também ajuda a inibir a função de a mobilidade dos espermatozoides, o que também ajuda a prevenir a gravidez. O índice de falha do DIU Mirena é de apenas 0,2% no primeiro ano de uso. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para esclarecer todas as dúvidas sobre o DIU Mirena: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Como o DIU Mirena é inserido O DIU Mirena é inserido pelo ginecologista no consultório, sendo colocado após um exame ginecológico. Em alguns casos, este procedimento pode causar dor e desconforto leve, no momento do pinçamento do colo uterino
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passage: . Leia também: Gravidez com DIU: é realmente possível? tuasaude.com/e-possivel-engravidar-com-diu Apesar de ser bastante eficaz, como é constituído por hormônio, o DIU Mirena ou DIU Kyleena, está associado com vários efeitos colaterais, como alteração no ciclo menstrual, podendo haver falta de menstruação ou sangramento de escape, aumento das cólicas, dor de cabeça, alterações no humor, diminuição da libido e inchaço, por exemplo. Veja mais sobre o DIU Mirena. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para saber qual o DIU mais indicado para o seu caso: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: DIU Mirena: o que é, para que serve, como funciona (e dúvidas comuns) DIU Mirena é um dispositivo intra uterino hormonal em forma de T que contém levonorgestrel, um tipo de progesterona, que é liberado em pequenas quantidades e de forma constante no útero, aumentando a espessura do muco cervical e provocando alterações no útero, evitando a passagem do espermatozoide no canal cervical ou alterando sua mobilidade. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Além disso, o DIU Mirena, em algumas mulheres, também pode inibir a ovulação, além de poder ser indicado pelo ginecologista nos casos de sangramento menstrual excessivo ou ainda para proteger contra o crescimento excessivo do revestimento interno do útero, durante a terapia de reposição hormonal. O DIU Mirena é inserido no útero pelo ginecologista, podendo ser feito no consultório ou em ambiente hospitalar, tendo um efeito que pode durar até 5 anos. Antes de colocar o DIU Mirena o ginecologista deve recomendar a realização de exames das mamas, exames de sangue para detectar infecções sexualmente transmissíveis, e papanicolau, além da avaliação da posição e do tamanho do útero
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passage: . O DIU Mirena engorda? Tal como acontece com outras pílulas anticoncepcionais, o DIU Mirena pode levar ao aumento da retenção de líquidos, já que se trata de um método anticoncepcional que funciona à base de progesterona. Quem não deve usar O DIU Mirena não deve ser usado em caso de suspeita de gravidez, doença inflamatória pélvica ou recorrente, infecção do trato genital inferior, endometrite pós-parto, aborto nos últimos 3 meses, cervicite, displasia cervical, câncer de útero ou cervical, sangramento uterino anormal não identificado, leiomiomas, hepatite aguda, câncer de fígado. Dúvidas comuns Algumas dúvidas comuns sobre a utilização do DIU Mirena são: 1. Por quanto tempo pode ser usado? O DIU Mirena pode ser usado por até 5 anos consecutivos, e no final desse período o dispositivo deve ser retirado pelo ginecologista, podendo ser trocado por outro dispositivo igual ou o DIU de cobre, por exemplo, sendo que sua colocação, neste caso, pode ser feita em qualquer momento do ciclo menstrual. Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2
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passage: . É recomendado voltar ao ginecologista após 4 a 12 semanas após colocar o DIU Mirena, e pelo menos, 1 vez ao ano, para realizar exames e verificar se o DIU se encontra na posição correta. Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais mais comuns do DIU Mirena são: Dor de cabeça, dor abdominal ou pélvica; Aumento do fluxo menstrual ou ausência de menstruação; Sangramento menstrual durante o mês (spotting); Corrimento vaginal e aumento da secreção vaginal; Dor nas mamas; Alterações de humor, nervosismo, instabilidade emocional; Diminuição da libido; Inchaço ou ganho de peso; Náuseas. O DIU Mirena também pode causar intensas cólicas menstruais que podem movimentar o DIU, reduzindo sua eficácia, os sintomas que podem evidenciar o seu deslocamento incluem dor abdominal e aumento das cólicas, e, se estiverem presentes, deve-se marcar uma consulta com o ginecologista. O DIU Mirena engorda? Tal como acontece com outras pílulas anticoncepcionais, o DIU Mirena pode levar ao aumento da retenção de líquidos, já que se trata de um método anticoncepcional que funciona à base de progesterona
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passage: . No entanto, em poucos casos, o DIU Mirena também pode causar ressecamento vagina, o que pode dificultar a penetração durante a relação, sendo aconselhado o uso de lubrificantes à base de água, conforme orientação do ginecologista. 4. É possível usar absorvente interno? Durante a utilização de Mirena o mais indicado é usar absorventes externos, porém os absorventes internos ou copos menstruais também podem ser usados, desde que sejam removidos com cuidado para não puxar os fios do dispositivo. 5. O DIU Mirena pode sair sozinho? Raramente. Pode acontecer do Mirena ser expulso do organismo durante o período menstrual. Nestes casos, pode ser difícil perceber que isto aconteceu, devendo por isso a mulher estar atenta ao fluxo menstrual, que se aumentar pode ser sinal de que já não está sob o efeito do hormônio. 6. É possível ficar grávida depois de retirar o dispositivo? O DIU Mirena é um dispositivo que não interfere com a fertilidade e por isso depois de retirado existe a chance de engravidar. Assim, depois de retirar Mirena é recomendado que se utilize outros métodos anticoncepcionais para prevenir a gravidez. 7. Preciso usar outros métodos contraceptivos? O DIU Mirena funciona como um método contraceptivo hormonal e apenas previne a gravidez, não protegendo o organismo contra doenças sexualmente transmissíveis
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Olá! Entendo sua preocupação sobre a relação entre o DIU Mirena e o aparecimento de varizes. Essa é uma dúvida comum, e vou te explicar o que sabemos até agora.
O DIU Mirena libera um hormônio chamado levonorgestrel diretamente no útero. Esse hormônio atua principalmente ali, tornando o ambiente desfavorável para a gravidez, afinando a camada interna do útero e engrossando o muco cervical, dificultando a passagem dos espermatozoides. Ele também pode ser usado para tratar sangramento menstrual excessivo e endometriose.
Embora o Mirena libere hormônio localmente, pequenas quantidades podem chegar à corrente sanguínea. Os hormônios, em geral, podem influenciar a saúde vascular em algumas mulheres, mas o DIU Mirena tem uma dose hormonal relativamente baixa e age principalmente no útero.
A literatura médica não estabelece uma relação direta e clara entre o uso do DIU Mirena e o surgimento de varizes. As varizes são causadas principalmente por fatores como predisposição genética, idade, gravidez, obesidade, ficar muito tempo em pé ou sentado e alterações hormonais.
É importante lembrar que cada mulher é única, e a reação ao DIU Mirena pode variar. Algumas mulheres podem notar efeitos colaterais como alterações no ciclo menstrual, dor de cabeça ou acne, como vimos. No entanto, o aparecimento de varizes não é um efeito colateral comum ou amplamente relatado do DIU Mirena.
Se você tem preocupações específicas sobre varizes, especialmente se você já tem predisposição ou histórico familiar, o ideal é conversar com seu médico vascular ou angiologista. Ele poderá avaliar seu caso individualmente e te dar a melhor orientação.
Além disso, se você notar o surgimento de varizes após a inserção do DIU Mirena e estiver preocupada, converse com seu ginecologista. Ele poderá avaliar se há alguma relação ou se outros fatores podem estar contribuindo para o problema.
Em resumo, não há evidências fortes que liguem o DIU Mirena ao surgimento de varizes, mas é sempre importante monitorar sua saúde e discutir qualquer preocupação com seus médicos. Espero ter ajudado a esclarecer sua dúvida!
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Tive esofagite candiddiana e tomei fluconazol. Depois, fiz uma cirurgia de apendicite e tomei metronidazol. Antes de tomar o metronidazol, minha língua estava muito branca e eu tinha um pouco de mau hálito. Após tomar o metronidazol, minha língua ficou normal e meu hálito também. Porém, uma semana depois, voltei porque...
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A especialidade da halitose é uma área da odontologia que abrange tratamentos e prevenções para problemas como este que você relatou. Procure um especialista, e ele irá conduzir o plano de tratamento mais adequado ao seu quadro clínico.
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passage: O diagnóstico pode ser realizado por meio da visualização de hifas ao exame a fresco. Em pacientes comexame negativo e pH normal, a cultura da secreção vaginal deve ser realizada para confirmação do diagnóstico(Sobel, 2007).
O tratamento está indicado nas sintomáticas para alívio dos sintomas e conforto da paciente (Aguin & Sobel,2015). Estudos recentes sugerem que a infecção por Candida na gestação pode estar associada a rupturaprematura de membranas, parto prematuro e baixo peso ao nascer, sugerindo o tratamento também de gestantesassintomáticas, porém os resultados ainda são conflitantes (Roberts et al., 2011; 2015; Farr et al., 2015).
O tratamento com fluconazol em dose única por via oral é efetivo, mas seu uso na gestação ainda não éindicado por haver dúvida quanto à segurança do uso e ao risco de teratogenicidade (malformações de crânio,face, ósseas e cardíacas) (Young & Jewell, 2001; Alsaad et al., 2015; Howley et al., 2016). O uso de imidazoltópico é preferível ao de nistatina, com duração recomendada de 7 dias, que registra taxas de cura acima de90% (Young & Jewell, 2001).
Anormalidades do trato reprodutivoAnormalidades preexistentes do trato reprodutivo podem complicar a gestação. A maioria delas é resultante aalguma anomalia no desenvolvimento embrionário, mas muitas são adquiridas ao longo da vida adulta.
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passage: O diagnóstico pode ser realizado por meio da visualização de hifas ao exame a fresco. Em pacientes comexame negativo e pH normal, a cultura da secreção vaginal deve ser realizada para confirmação do diagnóstico(Sobel, 2007).
O tratamento está indicado nas sintomáticas para alívio dos sintomas e conforto da paciente (Aguin & Sobel,2015). Estudos recentes sugerem que a infecção por Candida na gestação pode estar associada a rupturaprematura de membranas, parto prematuro e baixo peso ao nascer, sugerindo o tratamento também de gestantesassintomáticas, porém os resultados ainda são conflitantes (Roberts et al., 2011; 2015; Farr et al., 2015).
O tratamento com fluconazol em dose única por via oral é efetivo, mas seu uso na gestação ainda não éindicado por haver dúvida quanto à segurança do uso e ao risco de teratogenicidade (malformações de crânio,face, ósseas e cardíacas) (Young & Jewell, 2001; Alsaad et al., 2015; Howley et al., 2016). O uso de imidazoltópico é preferível ao de nistatina, com duração recomendada de 7 dias, que registra taxas de cura acima de90% (Young & Jewell, 2001).
Anormalidades do trato reprodutivoAnormalidades preexistentes do trato reprodutivo podem complicar a gestação. A maioria delas é resultante aalguma anomalia no desenvolvimento embrionário, mas muitas são adquiridas ao longo da vida adulta.
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passage: As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
A gestante poderá ser tratada com 2 g de metronidazol. Esse fármaco é classificado como “B” na gravidez(estudos em animais não mostram danos ao feto; estudos com maior controle deverão ser feitos). Múltiplos•••estudos e metanálises não demonstraram consistente associação do metronidazol usado durante a gravidez aefeitos teratogênicos e mutagênicos nos bebês. O tinidazol é um fármaco, na gravidez, de categoria “C” (estudosem animais mostraram efeitos adversos; sua segurança ainda não está estabelecida).
Complicações▶ Homens.
Prostatite e epididimite, tendo como agravante maior a oligospermia, determinante, por vezes, deinfertilidade conjugal.
▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
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passage: O diagnóstico pode ser realizado por meio da visualização de hifas ao exame a fresco. Em pacientes comexame negativo e pH normal, a cultura da secreção vaginal deve ser realizada para confirmação do diagnóstico(Sobel, 2007).
O tratamento está indicado nas sintomáticas para alívio dos sintomas e conforto da paciente (Aguin & Sobel,2015). Estudos recentes sugerem que a infecção por Candida na gestação pode estar associada a rupturaprematura de membranas, parto prematuro e baixo peso ao nascer, sugerindo o tratamento também de gestantesassintomáticas, porém os resultados ainda são conflitantes (Roberts et al., 2011; 2015; Farr et al., 2015).
O tratamento com fluconazol em dose única por via oral é efetivo, mas seu uso na gestação ainda não éindicado por haver dúvida quanto à segurança do uso e ao risco de teratogenicidade (malformações de crânio,face, ósseas e cardíacas) (Young & Jewell, 2001; Alsaad et al., 2015; Howley et al., 2016). O uso de imidazoltópico é preferível ao de nistatina, com duração recomendada de 7 dias, que registra taxas de cura acima de90% (Young & Jewell, 2001).
Anormalidades do trato reprodutivoAnormalidades preexistentes do trato reprodutivo podem complicar a gestação. A maioria delas é resultante aalguma anomalia no desenvolvimento embrionário, mas muitas são adquiridas ao longo da vida adulta.
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passage: As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
A gestante poderá ser tratada com 2 g de metronidazol. Esse fármaco é classificado como “B” na gravidez(estudos em animais não mostram danos ao feto; estudos com maior controle deverão ser feitos). Múltiplos•••estudos e metanálises não demonstraram consistente associação do metronidazol usado durante a gravidez aefeitos teratogênicos e mutagênicos nos bebês. O tinidazol é um fármaco, na gravidez, de categoria “C” (estudosem animais mostraram efeitos adversos; sua segurança ainda não está estabelecida).
Complicações▶ Homens.
Prostatite e epididimite, tendo como agravante maior a oligospermia, determinante, por vezes, deinfertilidade conjugal.
▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
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passage: Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados.
Cremes, pomadas ou óvulos vaginais de tioconazol, clotrimazol, isoconazol,miconazol, terconazol, nistatina em dose única ou até 10 dias; ou oral: fluconazol 150 mg dose única, itraconazol200 mg + 200 mg após 12 h e cetoconazol 400 mg/dia durante 5 dias.
▶ Casos complicados.
Fluconazol 100 a 150 mg/dia VO, em intervalos de 3 dias por 3 doses. Quando for nãoalbicans: ácido bórico 600 mg/dia (óvulo ou gel vaginal) por 2 semanas.
Na grávida não usar medicações orais. Uma aplicação vaginal, ao deitar, de nistatina durante 14 dias éconsiderada a melhor opção terapêutica.
ComplicaçõesA forma disseminada é representada por endocardite, meningite e septicemia, comumente fatal. Adisseminação ocorre por via hemática. Em pacientes diabéticos e imunocomprometidos a candidíase é a infecçãomais constante, aparecendo precocemente assim que começa o comprometimento da imunidade celular. Além dacandidíase vulvovaginal recorrente, a infecção pode localizar-se na orofaringite ou disseminar-se, nos estágiosmais avançados da imunossupressão, causando esofagites, abscessos pulmonares e lesões do trato digestivoaté o ânus.
Para pacientes com quadro de candidíase vulvovaginal recorrente, impõe-se o oferecimento, com ênfase, desorologia anti-HIV.
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passage: O diagnóstico pode ser realizado por meio da visualização de hifas ao exame a fresco. Em pacientes comexame negativo e pH normal, a cultura da secreção vaginal deve ser realizada para confirmação do diagnóstico(Sobel, 2007).
O tratamento está indicado nas sintomáticas para alívio dos sintomas e conforto da paciente (Aguin & Sobel,2015). Estudos recentes sugerem que a infecção por Candida na gestação pode estar associada a rupturaprematura de membranas, parto prematuro e baixo peso ao nascer, sugerindo o tratamento também de gestantesassintomáticas, porém os resultados ainda são conflitantes (Roberts et al., 2011; 2015; Farr et al., 2015).
O tratamento com fluconazol em dose única por via oral é efetivo, mas seu uso na gestação ainda não éindicado por haver dúvida quanto à segurança do uso e ao risco de teratogenicidade (malformações de crânio,face, ósseas e cardíacas) (Young & Jewell, 2001; Alsaad et al., 2015; Howley et al., 2016). O uso de imidazoltópico é preferível ao de nistatina, com duração recomendada de 7 dias, que registra taxas de cura acima de90% (Young & Jewell, 2001).
Anormalidades do trato reprodutivoAnormalidades preexistentes do trato reprodutivo podem complicar a gestação. A maioria delas é resultante aalguma anomalia no desenvolvimento embrionário, mas muitas são adquiridas ao longo da vida adulta.
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passage: As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
A gestante poderá ser tratada com 2 g de metronidazol. Esse fármaco é classificado como “B” na gravidez(estudos em animais não mostram danos ao feto; estudos com maior controle deverão ser feitos). Múltiplos•••estudos e metanálises não demonstraram consistente associação do metronidazol usado durante a gravidez aefeitos teratogênicos e mutagênicos nos bebês. O tinidazol é um fármaco, na gravidez, de categoria “C” (estudosem animais mostraram efeitos adversos; sua segurança ainda não está estabelecida).
Complicações▶ Homens.
Prostatite e epididimite, tendo como agravante maior a oligospermia, determinante, por vezes, deinfertilidade conjugal.
▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
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passage: Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados.
Cremes, pomadas ou óvulos vaginais de tioconazol, clotrimazol, isoconazol,miconazol, terconazol, nistatina em dose única ou até 10 dias; ou oral: fluconazol 150 mg dose única, itraconazol200 mg + 200 mg após 12 h e cetoconazol 400 mg/dia durante 5 dias.
▶ Casos complicados.
Fluconazol 100 a 150 mg/dia VO, em intervalos de 3 dias por 3 doses. Quando for nãoalbicans: ácido bórico 600 mg/dia (óvulo ou gel vaginal) por 2 semanas.
Na grávida não usar medicações orais. Uma aplicação vaginal, ao deitar, de nistatina durante 14 dias éconsiderada a melhor opção terapêutica.
ComplicaçõesA forma disseminada é representada por endocardite, meningite e septicemia, comumente fatal. Adisseminação ocorre por via hemática. Em pacientes diabéticos e imunocomprometidos a candidíase é a infecçãomais constante, aparecendo precocemente assim que começa o comprometimento da imunidade celular. Além dacandidíase vulvovaginal recorrente, a infecção pode localizar-se na orofaringite ou disseminar-se, nos estágiosmais avançados da imunossupressão, causando esofagites, abscessos pulmonares e lesões do trato digestivoaté o ânus.
Para pacientes com quadro de candidíase vulvovaginal recorrente, impõe-se o oferecimento, com ênfase, desorologia anti-HIV.
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passage: 3. Diagnóstico de VB: utilizar critérios de Amsel ou de Nugent.
4. Tratamento de VB: metronidazol 500 mg VO de 12 em 12 horas ou metronidazol gel ou clindamicina 2% vaginal, todos durante sete dias; alternativamente, tinidazol 2g por VO duas vezes ao dia, por dois dias (A), ou tinidazol 1g VO uma vez ao dia, por cinco dias (A), ou clindamicina 300 mg por VO de 12 em 12 horas, por sete dias (A). Abstenção de álcool e ativida-de sexual. Nas recorrências frequentes: repetir o tratamento e utilizar metronidazol gel duas vezes por semana por quatro a seis meses (C). 5. Diante da suspeita de candidíase, deve-se con/f_i rmar a presen-ça de fungos por meio de análise laboratorial, porque outras afecções podem causar os mesmos sintomas: prurido e corri-mento esbranquiçado (vaginose citolítica, alergias, dermatites vulvares). 6. Tratamento: para candidíase não complicada, os esquemas por VO ou por via vaginal apresentam a mesma e/f_i cácia (A). Atentar para fatores predisponentes. Para candidíase complicada: trata-mento tópico por 7 a 14 dias ou oral (/f_l uconazol 150 mg total de três doses, com intervalos de três dias) (B). Recorrências: /f_l uco-nazol 150 mg total de três doses, com intervalos de três dias; e supressão com /f_l uconazol 150 mg semanalmente, por seis me-ses (A). Após o término, 50% dos pacientes têm boa resposta.
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passage: O diagnóstico pode ser realizado por meio da visualização de hifas ao exame a fresco. Em pacientes comexame negativo e pH normal, a cultura da secreção vaginal deve ser realizada para confirmação do diagnóstico(Sobel, 2007).
O tratamento está indicado nas sintomáticas para alívio dos sintomas e conforto da paciente (Aguin & Sobel,2015). Estudos recentes sugerem que a infecção por Candida na gestação pode estar associada a rupturaprematura de membranas, parto prematuro e baixo peso ao nascer, sugerindo o tratamento também de gestantesassintomáticas, porém os resultados ainda são conflitantes (Roberts et al., 2011; 2015; Farr et al., 2015).
O tratamento com fluconazol em dose única por via oral é efetivo, mas seu uso na gestação ainda não éindicado por haver dúvida quanto à segurança do uso e ao risco de teratogenicidade (malformações de crânio,face, ósseas e cardíacas) (Young & Jewell, 2001; Alsaad et al., 2015; Howley et al., 2016). O uso de imidazoltópico é preferível ao de nistatina, com duração recomendada de 7 dias, que registra taxas de cura acima de90% (Young & Jewell, 2001).
Anormalidades do trato reprodutivoAnormalidades preexistentes do trato reprodutivo podem complicar a gestação. A maioria delas é resultante aalguma anomalia no desenvolvimento embrionário, mas muitas são adquiridas ao longo da vida adulta.
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passage: As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
A gestante poderá ser tratada com 2 g de metronidazol. Esse fármaco é classificado como “B” na gravidez(estudos em animais não mostram danos ao feto; estudos com maior controle deverão ser feitos). Múltiplos•••estudos e metanálises não demonstraram consistente associação do metronidazol usado durante a gravidez aefeitos teratogênicos e mutagênicos nos bebês. O tinidazol é um fármaco, na gravidez, de categoria “C” (estudosem animais mostraram efeitos adversos; sua segurança ainda não está estabelecida).
Complicações▶ Homens.
Prostatite e epididimite, tendo como agravante maior a oligospermia, determinante, por vezes, deinfertilidade conjugal.
▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
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passage: Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados.
Cremes, pomadas ou óvulos vaginais de tioconazol, clotrimazol, isoconazol,miconazol, terconazol, nistatina em dose única ou até 10 dias; ou oral: fluconazol 150 mg dose única, itraconazol200 mg + 200 mg após 12 h e cetoconazol 400 mg/dia durante 5 dias.
▶ Casos complicados.
Fluconazol 100 a 150 mg/dia VO, em intervalos de 3 dias por 3 doses. Quando for nãoalbicans: ácido bórico 600 mg/dia (óvulo ou gel vaginal) por 2 semanas.
Na grávida não usar medicações orais. Uma aplicação vaginal, ao deitar, de nistatina durante 14 dias éconsiderada a melhor opção terapêutica.
ComplicaçõesA forma disseminada é representada por endocardite, meningite e septicemia, comumente fatal. Adisseminação ocorre por via hemática. Em pacientes diabéticos e imunocomprometidos a candidíase é a infecçãomais constante, aparecendo precocemente assim que começa o comprometimento da imunidade celular. Além dacandidíase vulvovaginal recorrente, a infecção pode localizar-se na orofaringite ou disseminar-se, nos estágiosmais avançados da imunossupressão, causando esofagites, abscessos pulmonares e lesões do trato digestivoaté o ânus.
Para pacientes com quadro de candidíase vulvovaginal recorrente, impõe-se o oferecimento, com ênfase, desorologia anti-HIV.
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passage: 3. Diagnóstico de VB: utilizar critérios de Amsel ou de Nugent.
4. Tratamento de VB: metronidazol 500 mg VO de 12 em 12 horas ou metronidazol gel ou clindamicina 2% vaginal, todos durante sete dias; alternativamente, tinidazol 2g por VO duas vezes ao dia, por dois dias (A), ou tinidazol 1g VO uma vez ao dia, por cinco dias (A), ou clindamicina 300 mg por VO de 12 em 12 horas, por sete dias (A). Abstenção de álcool e ativida-de sexual. Nas recorrências frequentes: repetir o tratamento e utilizar metronidazol gel duas vezes por semana por quatro a seis meses (C). 5. Diante da suspeita de candidíase, deve-se con/f_i rmar a presen-ça de fungos por meio de análise laboratorial, porque outras afecções podem causar os mesmos sintomas: prurido e corri-mento esbranquiçado (vaginose citolítica, alergias, dermatites vulvares). 6. Tratamento: para candidíase não complicada, os esquemas por VO ou por via vaginal apresentam a mesma e/f_i cácia (A). Atentar para fatores predisponentes. Para candidíase complicada: trata-mento tópico por 7 a 14 dias ou oral (/f_l uconazol 150 mg total de três doses, com intervalos de três dias) (B). Recorrências: /f_l uco-nazol 150 mg total de três doses, com intervalos de três dias; e supressão com /f_l uconazol 150 mg semanalmente, por seis me-ses (A). Após o término, 50% dos pacientes têm boa resposta.
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passage: 10. Estes defeitos poderiam ser uma manifestação da síndrome do alcoolismo fetal. Elesapresentariam uma forma leve de holoprosencefalia, que, neste caso, estaria relacionadacom a formação defeituosa do encéfalo anterior (prosencéfalo). A deficiência do olfato ena estrutura do lábio superior poderiam constituir defeitos secundários de um outroprimário na formação inicial do prosencéfalo.
A menina tinha divertículo de Meckel, que continha tecido endometrial ectópico. Emseus períodos menstruais, a reação deste tecido provocava cólicas na região superiorabdominal. Após a cirurgia, os sintomas desapareceram.
Questões de Revisão1. E2. A3. C4. C5. B6. A7. Atresia de esôfago ou fístula traqueoesofágica. Na primeira, o leite enche a bolsaesofágica cega e, em seguida, passa para a traqueia através da abertura da laringe. Nasegunda, o leite pode passar diretamente do esôfago para a traqueia, dependendo do tipode fístula.
8. Estenose pilórica congênita. Vômito projétil é um sintoma comum desta condição, euma palpação de um nó na abertura do piloro no estômago confirmou o diagnóstico.
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passage: O diagnóstico pode ser realizado por meio da visualização de hifas ao exame a fresco. Em pacientes comexame negativo e pH normal, a cultura da secreção vaginal deve ser realizada para confirmação do diagnóstico(Sobel, 2007).
O tratamento está indicado nas sintomáticas para alívio dos sintomas e conforto da paciente (Aguin & Sobel,2015). Estudos recentes sugerem que a infecção por Candida na gestação pode estar associada a rupturaprematura de membranas, parto prematuro e baixo peso ao nascer, sugerindo o tratamento também de gestantesassintomáticas, porém os resultados ainda são conflitantes (Roberts et al., 2011; 2015; Farr et al., 2015).
O tratamento com fluconazol em dose única por via oral é efetivo, mas seu uso na gestação ainda não éindicado por haver dúvida quanto à segurança do uso e ao risco de teratogenicidade (malformações de crânio,face, ósseas e cardíacas) (Young & Jewell, 2001; Alsaad et al., 2015; Howley et al., 2016). O uso de imidazoltópico é preferível ao de nistatina, com duração recomendada de 7 dias, que registra taxas de cura acima de90% (Young & Jewell, 2001).
Anormalidades do trato reprodutivoAnormalidades preexistentes do trato reprodutivo podem complicar a gestação. A maioria delas é resultante aalguma anomalia no desenvolvimento embrionário, mas muitas são adquiridas ao longo da vida adulta.
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passage: As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
A gestante poderá ser tratada com 2 g de metronidazol. Esse fármaco é classificado como “B” na gravidez(estudos em animais não mostram danos ao feto; estudos com maior controle deverão ser feitos). Múltiplos•••estudos e metanálises não demonstraram consistente associação do metronidazol usado durante a gravidez aefeitos teratogênicos e mutagênicos nos bebês. O tinidazol é um fármaco, na gravidez, de categoria “C” (estudosem animais mostraram efeitos adversos; sua segurança ainda não está estabelecida).
Complicações▶ Homens.
Prostatite e epididimite, tendo como agravante maior a oligospermia, determinante, por vezes, deinfertilidade conjugal.
▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
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passage: Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados.
Cremes, pomadas ou óvulos vaginais de tioconazol, clotrimazol, isoconazol,miconazol, terconazol, nistatina em dose única ou até 10 dias; ou oral: fluconazol 150 mg dose única, itraconazol200 mg + 200 mg após 12 h e cetoconazol 400 mg/dia durante 5 dias.
▶ Casos complicados.
Fluconazol 100 a 150 mg/dia VO, em intervalos de 3 dias por 3 doses. Quando for nãoalbicans: ácido bórico 600 mg/dia (óvulo ou gel vaginal) por 2 semanas.
Na grávida não usar medicações orais. Uma aplicação vaginal, ao deitar, de nistatina durante 14 dias éconsiderada a melhor opção terapêutica.
ComplicaçõesA forma disseminada é representada por endocardite, meningite e septicemia, comumente fatal. Adisseminação ocorre por via hemática. Em pacientes diabéticos e imunocomprometidos a candidíase é a infecçãomais constante, aparecendo precocemente assim que começa o comprometimento da imunidade celular. Além dacandidíase vulvovaginal recorrente, a infecção pode localizar-se na orofaringite ou disseminar-se, nos estágiosmais avançados da imunossupressão, causando esofagites, abscessos pulmonares e lesões do trato digestivoaté o ânus.
Para pacientes com quadro de candidíase vulvovaginal recorrente, impõe-se o oferecimento, com ênfase, desorologia anti-HIV.
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passage: 3. Diagnóstico de VB: utilizar critérios de Amsel ou de Nugent.
4. Tratamento de VB: metronidazol 500 mg VO de 12 em 12 horas ou metronidazol gel ou clindamicina 2% vaginal, todos durante sete dias; alternativamente, tinidazol 2g por VO duas vezes ao dia, por dois dias (A), ou tinidazol 1g VO uma vez ao dia, por cinco dias (A), ou clindamicina 300 mg por VO de 12 em 12 horas, por sete dias (A). Abstenção de álcool e ativida-de sexual. Nas recorrências frequentes: repetir o tratamento e utilizar metronidazol gel duas vezes por semana por quatro a seis meses (C). 5. Diante da suspeita de candidíase, deve-se con/f_i rmar a presen-ça de fungos por meio de análise laboratorial, porque outras afecções podem causar os mesmos sintomas: prurido e corri-mento esbranquiçado (vaginose citolítica, alergias, dermatites vulvares). 6. Tratamento: para candidíase não complicada, os esquemas por VO ou por via vaginal apresentam a mesma e/f_i cácia (A). Atentar para fatores predisponentes. Para candidíase complicada: trata-mento tópico por 7 a 14 dias ou oral (/f_l uconazol 150 mg total de três doses, com intervalos de três dias) (B). Recorrências: /f_l uco-nazol 150 mg total de três doses, com intervalos de três dias; e supressão com /f_l uconazol 150 mg semanalmente, por seis me-ses (A). Após o término, 50% dos pacientes têm boa resposta.
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passage: 10. Estes defeitos poderiam ser uma manifestação da síndrome do alcoolismo fetal. Elesapresentariam uma forma leve de holoprosencefalia, que, neste caso, estaria relacionadacom a formação defeituosa do encéfalo anterior (prosencéfalo). A deficiência do olfato ena estrutura do lábio superior poderiam constituir defeitos secundários de um outroprimário na formação inicial do prosencéfalo.
A menina tinha divertículo de Meckel, que continha tecido endometrial ectópico. Emseus períodos menstruais, a reação deste tecido provocava cólicas na região superiorabdominal. Após a cirurgia, os sintomas desapareceram.
Questões de Revisão1. E2. A3. C4. C5. B6. A7. Atresia de esôfago ou fístula traqueoesofágica. Na primeira, o leite enche a bolsaesofágica cega e, em seguida, passa para a traqueia através da abertura da laringe. Nasegunda, o leite pode passar diretamente do esôfago para a traqueia, dependendo do tipode fístula.
8. Estenose pilórica congênita. Vômito projétil é um sintoma comum desta condição, euma palpação de um nó na abertura do piloro no estômago confirmou o diagnóstico.
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passage: O prolongamento da terapia pode ser necessário até a resolu-ção dos sintomas. A antibioticoterapia não tem efeito expressivo na duração da linfadenopatia inguinal, mas os sintomas agudos são frequentemente erradicados de modo rápido. Os antibióticos não revertem sequelas como estenose retal ou elefantíase genital.
• CirurgiaOs linfonodos apresentando /f_l utuação devem ser aspirados com agulha grossa, e nunca drenados ou excisados, pois, além de retardarem a cicatrização, esses dois últimos procedimentos po-dem disseminar a doença e propiciar o aparecimento de elefantíase.
17Giraldo PC, Amaral RL, Eleutério Júnior J, Gonçalves AKProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018dias ou até o desaparecimento completo das lesões. O critério de cura é o desaparecimento da lesão, não tendo sido relatada infec-ção congênita. Devido à baixa infectividade, não é necessário fazer o tratamento das parcerias sexuais (Figura 1).
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passage: O diagnóstico pode ser realizado por meio da visualização de hifas ao exame a fresco. Em pacientes comexame negativo e pH normal, a cultura da secreção vaginal deve ser realizada para confirmação do diagnóstico(Sobel, 2007).
O tratamento está indicado nas sintomáticas para alívio dos sintomas e conforto da paciente (Aguin & Sobel,2015). Estudos recentes sugerem que a infecção por Candida na gestação pode estar associada a rupturaprematura de membranas, parto prematuro e baixo peso ao nascer, sugerindo o tratamento também de gestantesassintomáticas, porém os resultados ainda são conflitantes (Roberts et al., 2011; 2015; Farr et al., 2015).
O tratamento com fluconazol em dose única por via oral é efetivo, mas seu uso na gestação ainda não éindicado por haver dúvida quanto à segurança do uso e ao risco de teratogenicidade (malformações de crânio,face, ósseas e cardíacas) (Young & Jewell, 2001; Alsaad et al., 2015; Howley et al., 2016). O uso de imidazoltópico é preferível ao de nistatina, com duração recomendada de 7 dias, que registra taxas de cura acima de90% (Young & Jewell, 2001).
Anormalidades do trato reprodutivoAnormalidades preexistentes do trato reprodutivo podem complicar a gestação. A maioria delas é resultante aalguma anomalia no desenvolvimento embrionário, mas muitas são adquiridas ao longo da vida adulta.
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passage: As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
A gestante poderá ser tratada com 2 g de metronidazol. Esse fármaco é classificado como “B” na gravidez(estudos em animais não mostram danos ao feto; estudos com maior controle deverão ser feitos). Múltiplos•••estudos e metanálises não demonstraram consistente associação do metronidazol usado durante a gravidez aefeitos teratogênicos e mutagênicos nos bebês. O tinidazol é um fármaco, na gravidez, de categoria “C” (estudosem animais mostraram efeitos adversos; sua segurança ainda não está estabelecida).
Complicações▶ Homens.
Prostatite e epididimite, tendo como agravante maior a oligospermia, determinante, por vezes, deinfertilidade conjugal.
▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
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passage: Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados.
Cremes, pomadas ou óvulos vaginais de tioconazol, clotrimazol, isoconazol,miconazol, terconazol, nistatina em dose única ou até 10 dias; ou oral: fluconazol 150 mg dose única, itraconazol200 mg + 200 mg após 12 h e cetoconazol 400 mg/dia durante 5 dias.
▶ Casos complicados.
Fluconazol 100 a 150 mg/dia VO, em intervalos de 3 dias por 3 doses. Quando for nãoalbicans: ácido bórico 600 mg/dia (óvulo ou gel vaginal) por 2 semanas.
Na grávida não usar medicações orais. Uma aplicação vaginal, ao deitar, de nistatina durante 14 dias éconsiderada a melhor opção terapêutica.
ComplicaçõesA forma disseminada é representada por endocardite, meningite e septicemia, comumente fatal. Adisseminação ocorre por via hemática. Em pacientes diabéticos e imunocomprometidos a candidíase é a infecçãomais constante, aparecendo precocemente assim que começa o comprometimento da imunidade celular. Além dacandidíase vulvovaginal recorrente, a infecção pode localizar-se na orofaringite ou disseminar-se, nos estágiosmais avançados da imunossupressão, causando esofagites, abscessos pulmonares e lesões do trato digestivoaté o ânus.
Para pacientes com quadro de candidíase vulvovaginal recorrente, impõe-se o oferecimento, com ênfase, desorologia anti-HIV.
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passage: 3. Diagnóstico de VB: utilizar critérios de Amsel ou de Nugent.
4. Tratamento de VB: metronidazol 500 mg VO de 12 em 12 horas ou metronidazol gel ou clindamicina 2% vaginal, todos durante sete dias; alternativamente, tinidazol 2g por VO duas vezes ao dia, por dois dias (A), ou tinidazol 1g VO uma vez ao dia, por cinco dias (A), ou clindamicina 300 mg por VO de 12 em 12 horas, por sete dias (A). Abstenção de álcool e ativida-de sexual. Nas recorrências frequentes: repetir o tratamento e utilizar metronidazol gel duas vezes por semana por quatro a seis meses (C). 5. Diante da suspeita de candidíase, deve-se con/f_i rmar a presen-ça de fungos por meio de análise laboratorial, porque outras afecções podem causar os mesmos sintomas: prurido e corri-mento esbranquiçado (vaginose citolítica, alergias, dermatites vulvares). 6. Tratamento: para candidíase não complicada, os esquemas por VO ou por via vaginal apresentam a mesma e/f_i cácia (A). Atentar para fatores predisponentes. Para candidíase complicada: trata-mento tópico por 7 a 14 dias ou oral (/f_l uconazol 150 mg total de três doses, com intervalos de três dias) (B). Recorrências: /f_l uco-nazol 150 mg total de três doses, com intervalos de três dias; e supressão com /f_l uconazol 150 mg semanalmente, por seis me-ses (A). Após o término, 50% dos pacientes têm boa resposta.
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passage: 10. Estes defeitos poderiam ser uma manifestação da síndrome do alcoolismo fetal. Elesapresentariam uma forma leve de holoprosencefalia, que, neste caso, estaria relacionadacom a formação defeituosa do encéfalo anterior (prosencéfalo). A deficiência do olfato ena estrutura do lábio superior poderiam constituir defeitos secundários de um outroprimário na formação inicial do prosencéfalo.
A menina tinha divertículo de Meckel, que continha tecido endometrial ectópico. Emseus períodos menstruais, a reação deste tecido provocava cólicas na região superiorabdominal. Após a cirurgia, os sintomas desapareceram.
Questões de Revisão1. E2. A3. C4. C5. B6. A7. Atresia de esôfago ou fístula traqueoesofágica. Na primeira, o leite enche a bolsaesofágica cega e, em seguida, passa para a traqueia através da abertura da laringe. Nasegunda, o leite pode passar diretamente do esôfago para a traqueia, dependendo do tipode fístula.
8. Estenose pilórica congênita. Vômito projétil é um sintoma comum desta condição, euma palpação de um nó na abertura do piloro no estômago confirmou o diagnóstico.
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passage: O prolongamento da terapia pode ser necessário até a resolu-ção dos sintomas. A antibioticoterapia não tem efeito expressivo na duração da linfadenopatia inguinal, mas os sintomas agudos são frequentemente erradicados de modo rápido. Os antibióticos não revertem sequelas como estenose retal ou elefantíase genital.
• CirurgiaOs linfonodos apresentando /f_l utuação devem ser aspirados com agulha grossa, e nunca drenados ou excisados, pois, além de retardarem a cicatrização, esses dois últimos procedimentos po-dem disseminar a doença e propiciar o aparecimento de elefantíase.
17Giraldo PC, Amaral RL, Eleutério Júnior J, Gonçalves AKProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018dias ou até o desaparecimento completo das lesões. O critério de cura é o desaparecimento da lesão, não tendo sido relatada infec-ção congênita. Devido à baixa infectividade, não é necessário fazer o tratamento das parcerias sexuais (Figura 1).
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passage: Vulvovaginite infecciosaA vulvovaginite infecciosa costuma apresentar-se na forma de leucorreia com odor desagradável, de cor amarela ou verde, purulenta, e, nesses casos, o procedimento de rotina é a obten-ção de culturas vaginais. O patógeno respiratório, estreptococo b-hemolítico do grupo A, é o agente infeccioso específico mais comum em meninas pré-púberes, sendo isolado em 7 a 20% des-sas pacientes com vulvovaginite (Pierce, 1992; Piippo, 2000). O tratamento para estreptococo /H9252-hemolítico do grupo A é feito com amoxicilina, 40 mg/kg, administrada três vezes ao dia, por 10 dias. Outros patógenos menos frequentes são Haemophilus influenzae, Staphylococcus aureus e Streptococcus pneumoniae. Pa-tógenos entéricos, como espécies de Shigella e Yersinia, também podem ser encontrados em cultura de leucorreia vaginal. Classi-camente, as espécies de Shigella produzem leucorreia sanguino-lenta e mucopurulenta, que costuma suceder a diarreia causada pelo mesmo organismo. O tratamento é feito com trimetoprima--sulfametoxazol (TMP-SMZ), 6 a 10 mg/kg/dia, fracionados e administrados por via oral de 12 em 12 horas (Bogaerts, 1992).
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passage: O diagnóstico pode ser realizado por meio da visualização de hifas ao exame a fresco. Em pacientes comexame negativo e pH normal, a cultura da secreção vaginal deve ser realizada para confirmação do diagnóstico(Sobel, 2007).
O tratamento está indicado nas sintomáticas para alívio dos sintomas e conforto da paciente (Aguin & Sobel,2015). Estudos recentes sugerem que a infecção por Candida na gestação pode estar associada a rupturaprematura de membranas, parto prematuro e baixo peso ao nascer, sugerindo o tratamento também de gestantesassintomáticas, porém os resultados ainda são conflitantes (Roberts et al., 2011; 2015; Farr et al., 2015).
O tratamento com fluconazol em dose única por via oral é efetivo, mas seu uso na gestação ainda não éindicado por haver dúvida quanto à segurança do uso e ao risco de teratogenicidade (malformações de crânio,face, ósseas e cardíacas) (Young & Jewell, 2001; Alsaad et al., 2015; Howley et al., 2016). O uso de imidazoltópico é preferível ao de nistatina, com duração recomendada de 7 dias, que registra taxas de cura acima de90% (Young & Jewell, 2001).
Anormalidades do trato reprodutivoAnormalidades preexistentes do trato reprodutivo podem complicar a gestação. A maioria delas é resultante aalguma anomalia no desenvolvimento embrionário, mas muitas são adquiridas ao longo da vida adulta.
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passage: As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
A gestante poderá ser tratada com 2 g de metronidazol. Esse fármaco é classificado como “B” na gravidez(estudos em animais não mostram danos ao feto; estudos com maior controle deverão ser feitos). Múltiplos•••estudos e metanálises não demonstraram consistente associação do metronidazol usado durante a gravidez aefeitos teratogênicos e mutagênicos nos bebês. O tinidazol é um fármaco, na gravidez, de categoria “C” (estudosem animais mostraram efeitos adversos; sua segurança ainda não está estabelecida).
Complicações▶ Homens.
Prostatite e epididimite, tendo como agravante maior a oligospermia, determinante, por vezes, deinfertilidade conjugal.
▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
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passage: Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados.
Cremes, pomadas ou óvulos vaginais de tioconazol, clotrimazol, isoconazol,miconazol, terconazol, nistatina em dose única ou até 10 dias; ou oral: fluconazol 150 mg dose única, itraconazol200 mg + 200 mg após 12 h e cetoconazol 400 mg/dia durante 5 dias.
▶ Casos complicados.
Fluconazol 100 a 150 mg/dia VO, em intervalos de 3 dias por 3 doses. Quando for nãoalbicans: ácido bórico 600 mg/dia (óvulo ou gel vaginal) por 2 semanas.
Na grávida não usar medicações orais. Uma aplicação vaginal, ao deitar, de nistatina durante 14 dias éconsiderada a melhor opção terapêutica.
ComplicaçõesA forma disseminada é representada por endocardite, meningite e septicemia, comumente fatal. Adisseminação ocorre por via hemática. Em pacientes diabéticos e imunocomprometidos a candidíase é a infecçãomais constante, aparecendo precocemente assim que começa o comprometimento da imunidade celular. Além dacandidíase vulvovaginal recorrente, a infecção pode localizar-se na orofaringite ou disseminar-se, nos estágiosmais avançados da imunossupressão, causando esofagites, abscessos pulmonares e lesões do trato digestivoaté o ânus.
Para pacientes com quadro de candidíase vulvovaginal recorrente, impõe-se o oferecimento, com ênfase, desorologia anti-HIV.
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passage: 3. Diagnóstico de VB: utilizar critérios de Amsel ou de Nugent.
4. Tratamento de VB: metronidazol 500 mg VO de 12 em 12 horas ou metronidazol gel ou clindamicina 2% vaginal, todos durante sete dias; alternativamente, tinidazol 2g por VO duas vezes ao dia, por dois dias (A), ou tinidazol 1g VO uma vez ao dia, por cinco dias (A), ou clindamicina 300 mg por VO de 12 em 12 horas, por sete dias (A). Abstenção de álcool e ativida-de sexual. Nas recorrências frequentes: repetir o tratamento e utilizar metronidazol gel duas vezes por semana por quatro a seis meses (C). 5. Diante da suspeita de candidíase, deve-se con/f_i rmar a presen-ça de fungos por meio de análise laboratorial, porque outras afecções podem causar os mesmos sintomas: prurido e corri-mento esbranquiçado (vaginose citolítica, alergias, dermatites vulvares). 6. Tratamento: para candidíase não complicada, os esquemas por VO ou por via vaginal apresentam a mesma e/f_i cácia (A). Atentar para fatores predisponentes. Para candidíase complicada: trata-mento tópico por 7 a 14 dias ou oral (/f_l uconazol 150 mg total de três doses, com intervalos de três dias) (B). Recorrências: /f_l uco-nazol 150 mg total de três doses, com intervalos de três dias; e supressão com /f_l uconazol 150 mg semanalmente, por seis me-ses (A). Após o término, 50% dos pacientes têm boa resposta.
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passage: 10. Estes defeitos poderiam ser uma manifestação da síndrome do alcoolismo fetal. Elesapresentariam uma forma leve de holoprosencefalia, que, neste caso, estaria relacionadacom a formação defeituosa do encéfalo anterior (prosencéfalo). A deficiência do olfato ena estrutura do lábio superior poderiam constituir defeitos secundários de um outroprimário na formação inicial do prosencéfalo.
A menina tinha divertículo de Meckel, que continha tecido endometrial ectópico. Emseus períodos menstruais, a reação deste tecido provocava cólicas na região superiorabdominal. Após a cirurgia, os sintomas desapareceram.
Questões de Revisão1. E2. A3. C4. C5. B6. A7. Atresia de esôfago ou fístula traqueoesofágica. Na primeira, o leite enche a bolsaesofágica cega e, em seguida, passa para a traqueia através da abertura da laringe. Nasegunda, o leite pode passar diretamente do esôfago para a traqueia, dependendo do tipode fístula.
8. Estenose pilórica congênita. Vômito projétil é um sintoma comum desta condição, euma palpação de um nó na abertura do piloro no estômago confirmou o diagnóstico.
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passage: O prolongamento da terapia pode ser necessário até a resolu-ção dos sintomas. A antibioticoterapia não tem efeito expressivo na duração da linfadenopatia inguinal, mas os sintomas agudos são frequentemente erradicados de modo rápido. Os antibióticos não revertem sequelas como estenose retal ou elefantíase genital.
• CirurgiaOs linfonodos apresentando /f_l utuação devem ser aspirados com agulha grossa, e nunca drenados ou excisados, pois, além de retardarem a cicatrização, esses dois últimos procedimentos po-dem disseminar a doença e propiciar o aparecimento de elefantíase.
17Giraldo PC, Amaral RL, Eleutério Júnior J, Gonçalves AKProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018dias ou até o desaparecimento completo das lesões. O critério de cura é o desaparecimento da lesão, não tendo sido relatada infec-ção congênita. Devido à baixa infectividade, não é necessário fazer o tratamento das parcerias sexuais (Figura 1).
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passage: Vulvovaginite infecciosaA vulvovaginite infecciosa costuma apresentar-se na forma de leucorreia com odor desagradável, de cor amarela ou verde, purulenta, e, nesses casos, o procedimento de rotina é a obten-ção de culturas vaginais. O patógeno respiratório, estreptococo b-hemolítico do grupo A, é o agente infeccioso específico mais comum em meninas pré-púberes, sendo isolado em 7 a 20% des-sas pacientes com vulvovaginite (Pierce, 1992; Piippo, 2000). O tratamento para estreptococo /H9252-hemolítico do grupo A é feito com amoxicilina, 40 mg/kg, administrada três vezes ao dia, por 10 dias. Outros patógenos menos frequentes são Haemophilus influenzae, Staphylococcus aureus e Streptococcus pneumoniae. Pa-tógenos entéricos, como espécies de Shigella e Yersinia, também podem ser encontrados em cultura de leucorreia vaginal. Classi-camente, as espécies de Shigella produzem leucorreia sanguino-lenta e mucopurulenta, que costuma suceder a diarreia causada pelo mesmo organismo. O tratamento é feito com trimetoprima--sulfametoxazol (TMP-SMZ), 6 a 10 mg/kg/dia, fracionados e administrados por via oral de 12 em 12 horas (Bogaerts, 1992).
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passage: . Veja todos os remédios indicados para candidíase. 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção na vagina normalmente causada pela bactéria do gênero Gardnerella sp., causando o aparecimento de corrimento vaginal branco ou acinzentado, de consistência pastosa e com cheiro forte e desagradável, semelhante a peixe podre, que se intensifica durante o contato íntimo ou a menstruação. Além disso, esse tipo de infecção pode causar o aparecimento de outros sintomas como coceira na região externa da vagina e ardor ou desconforto ao urinar. O que fazer: é importante ir ao ginecologista para fazer o tratamento mais adequado, que geralmente inclui o uso de antibióticos orais ou vaginais, como o metronidazol ou a clindamicina, por exemplo, que devem ser usados pelo tempo de tratamento estabelecido pelo médico, pois a vaginose não tratada pode aumentar o risco de contrair uma infecção sexualmente transmissível ou uma doença inflamatória pélvica. Entenda melhor como é feito o tratamento da vaginose bacteriana. 7
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passage: O diagnóstico pode ser realizado por meio da visualização de hifas ao exame a fresco. Em pacientes comexame negativo e pH normal, a cultura da secreção vaginal deve ser realizada para confirmação do diagnóstico(Sobel, 2007).
O tratamento está indicado nas sintomáticas para alívio dos sintomas e conforto da paciente (Aguin & Sobel,2015). Estudos recentes sugerem que a infecção por Candida na gestação pode estar associada a rupturaprematura de membranas, parto prematuro e baixo peso ao nascer, sugerindo o tratamento também de gestantesassintomáticas, porém os resultados ainda são conflitantes (Roberts et al., 2011; 2015; Farr et al., 2015).
O tratamento com fluconazol em dose única por via oral é efetivo, mas seu uso na gestação ainda não éindicado por haver dúvida quanto à segurança do uso e ao risco de teratogenicidade (malformações de crânio,face, ósseas e cardíacas) (Young & Jewell, 2001; Alsaad et al., 2015; Howley et al., 2016). O uso de imidazoltópico é preferível ao de nistatina, com duração recomendada de 7 dias, que registra taxas de cura acima de90% (Young & Jewell, 2001).
Anormalidades do trato reprodutivoAnormalidades preexistentes do trato reprodutivo podem complicar a gestação. A maioria delas é resultante aalguma anomalia no desenvolvimento embrionário, mas muitas são adquiridas ao longo da vida adulta.
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passage: As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
A gestante poderá ser tratada com 2 g de metronidazol. Esse fármaco é classificado como “B” na gravidez(estudos em animais não mostram danos ao feto; estudos com maior controle deverão ser feitos). Múltiplos•••estudos e metanálises não demonstraram consistente associação do metronidazol usado durante a gravidez aefeitos teratogênicos e mutagênicos nos bebês. O tinidazol é um fármaco, na gravidez, de categoria “C” (estudosem animais mostraram efeitos adversos; sua segurança ainda não está estabelecida).
Complicações▶ Homens.
Prostatite e epididimite, tendo como agravante maior a oligospermia, determinante, por vezes, deinfertilidade conjugal.
▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
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passage: Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados.
Cremes, pomadas ou óvulos vaginais de tioconazol, clotrimazol, isoconazol,miconazol, terconazol, nistatina em dose única ou até 10 dias; ou oral: fluconazol 150 mg dose única, itraconazol200 mg + 200 mg após 12 h e cetoconazol 400 mg/dia durante 5 dias.
▶ Casos complicados.
Fluconazol 100 a 150 mg/dia VO, em intervalos de 3 dias por 3 doses. Quando for nãoalbicans: ácido bórico 600 mg/dia (óvulo ou gel vaginal) por 2 semanas.
Na grávida não usar medicações orais. Uma aplicação vaginal, ao deitar, de nistatina durante 14 dias éconsiderada a melhor opção terapêutica.
ComplicaçõesA forma disseminada é representada por endocardite, meningite e septicemia, comumente fatal. Adisseminação ocorre por via hemática. Em pacientes diabéticos e imunocomprometidos a candidíase é a infecçãomais constante, aparecendo precocemente assim que começa o comprometimento da imunidade celular. Além dacandidíase vulvovaginal recorrente, a infecção pode localizar-se na orofaringite ou disseminar-se, nos estágiosmais avançados da imunossupressão, causando esofagites, abscessos pulmonares e lesões do trato digestivoaté o ânus.
Para pacientes com quadro de candidíase vulvovaginal recorrente, impõe-se o oferecimento, com ênfase, desorologia anti-HIV.
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passage: 3. Diagnóstico de VB: utilizar critérios de Amsel ou de Nugent.
4. Tratamento de VB: metronidazol 500 mg VO de 12 em 12 horas ou metronidazol gel ou clindamicina 2% vaginal, todos durante sete dias; alternativamente, tinidazol 2g por VO duas vezes ao dia, por dois dias (A), ou tinidazol 1g VO uma vez ao dia, por cinco dias (A), ou clindamicina 300 mg por VO de 12 em 12 horas, por sete dias (A). Abstenção de álcool e ativida-de sexual. Nas recorrências frequentes: repetir o tratamento e utilizar metronidazol gel duas vezes por semana por quatro a seis meses (C). 5. Diante da suspeita de candidíase, deve-se con/f_i rmar a presen-ça de fungos por meio de análise laboratorial, porque outras afecções podem causar os mesmos sintomas: prurido e corri-mento esbranquiçado (vaginose citolítica, alergias, dermatites vulvares). 6. Tratamento: para candidíase não complicada, os esquemas por VO ou por via vaginal apresentam a mesma e/f_i cácia (A). Atentar para fatores predisponentes. Para candidíase complicada: trata-mento tópico por 7 a 14 dias ou oral (/f_l uconazol 150 mg total de três doses, com intervalos de três dias) (B). Recorrências: /f_l uco-nazol 150 mg total de três doses, com intervalos de três dias; e supressão com /f_l uconazol 150 mg semanalmente, por seis me-ses (A). Após o término, 50% dos pacientes têm boa resposta.
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passage: 10. Estes defeitos poderiam ser uma manifestação da síndrome do alcoolismo fetal. Elesapresentariam uma forma leve de holoprosencefalia, que, neste caso, estaria relacionadacom a formação defeituosa do encéfalo anterior (prosencéfalo). A deficiência do olfato ena estrutura do lábio superior poderiam constituir defeitos secundários de um outroprimário na formação inicial do prosencéfalo.
A menina tinha divertículo de Meckel, que continha tecido endometrial ectópico. Emseus períodos menstruais, a reação deste tecido provocava cólicas na região superiorabdominal. Após a cirurgia, os sintomas desapareceram.
Questões de Revisão1. E2. A3. C4. C5. B6. A7. Atresia de esôfago ou fístula traqueoesofágica. Na primeira, o leite enche a bolsaesofágica cega e, em seguida, passa para a traqueia através da abertura da laringe. Nasegunda, o leite pode passar diretamente do esôfago para a traqueia, dependendo do tipode fístula.
8. Estenose pilórica congênita. Vômito projétil é um sintoma comum desta condição, euma palpação de um nó na abertura do piloro no estômago confirmou o diagnóstico.
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passage: O prolongamento da terapia pode ser necessário até a resolu-ção dos sintomas. A antibioticoterapia não tem efeito expressivo na duração da linfadenopatia inguinal, mas os sintomas agudos são frequentemente erradicados de modo rápido. Os antibióticos não revertem sequelas como estenose retal ou elefantíase genital.
• CirurgiaOs linfonodos apresentando /f_l utuação devem ser aspirados com agulha grossa, e nunca drenados ou excisados, pois, além de retardarem a cicatrização, esses dois últimos procedimentos po-dem disseminar a doença e propiciar o aparecimento de elefantíase.
17Giraldo PC, Amaral RL, Eleutério Júnior J, Gonçalves AKProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018dias ou até o desaparecimento completo das lesões. O critério de cura é o desaparecimento da lesão, não tendo sido relatada infec-ção congênita. Devido à baixa infectividade, não é necessário fazer o tratamento das parcerias sexuais (Figura 1).
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passage: Vulvovaginite infecciosaA vulvovaginite infecciosa costuma apresentar-se na forma de leucorreia com odor desagradável, de cor amarela ou verde, purulenta, e, nesses casos, o procedimento de rotina é a obten-ção de culturas vaginais. O patógeno respiratório, estreptococo b-hemolítico do grupo A, é o agente infeccioso específico mais comum em meninas pré-púberes, sendo isolado em 7 a 20% des-sas pacientes com vulvovaginite (Pierce, 1992; Piippo, 2000). O tratamento para estreptococo /H9252-hemolítico do grupo A é feito com amoxicilina, 40 mg/kg, administrada três vezes ao dia, por 10 dias. Outros patógenos menos frequentes são Haemophilus influenzae, Staphylococcus aureus e Streptococcus pneumoniae. Pa-tógenos entéricos, como espécies de Shigella e Yersinia, também podem ser encontrados em cultura de leucorreia vaginal. Classi-camente, as espécies de Shigella produzem leucorreia sanguino-lenta e mucopurulenta, que costuma suceder a diarreia causada pelo mesmo organismo. O tratamento é feito com trimetoprima--sulfametoxazol (TMP-SMZ), 6 a 10 mg/kg/dia, fracionados e administrados por via oral de 12 em 12 horas (Bogaerts, 1992).
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passage: . Veja todos os remédios indicados para candidíase. 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção na vagina normalmente causada pela bactéria do gênero Gardnerella sp., causando o aparecimento de corrimento vaginal branco ou acinzentado, de consistência pastosa e com cheiro forte e desagradável, semelhante a peixe podre, que se intensifica durante o contato íntimo ou a menstruação. Além disso, esse tipo de infecção pode causar o aparecimento de outros sintomas como coceira na região externa da vagina e ardor ou desconforto ao urinar. O que fazer: é importante ir ao ginecologista para fazer o tratamento mais adequado, que geralmente inclui o uso de antibióticos orais ou vaginais, como o metronidazol ou a clindamicina, por exemplo, que devem ser usados pelo tempo de tratamento estabelecido pelo médico, pois a vaginose não tratada pode aumentar o risco de contrair uma infecção sexualmente transmissível ou uma doença inflamatória pélvica. Entenda melhor como é feito o tratamento da vaginose bacteriana. 7
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passage: Alguns dos artifícios mais usados são Merocel®, Surgicel® e os nasal packs® ou tampões nasais.
Figura 55.7 Cavidade nasal esquerda com secreção purulenta drenando de meato médio.
Figura 55.8 Epistaxe de fossa nasal direita.
Manifestações faringoestomatológicas, laríngeas e cervicaisHipertrofia gengivalA hipertrofia gengival é a manifestação oral mais comum da gravidez (Figura 55.9).
A fisiopatologia das alterações gengivais tem estreita relação com o aumento da circulação dos hormôniosfemininos, estrogênios e progesterona, na mucosa oral. O acréscimo de volume sanguíneo assim como do débitocardíaco, diminuindo a viscosidade sanguínea, promove repercussões locais significativas como sangramentogengival até hipertrofia com tom violáceo da mucosa gengival. Processos inflamatórios locais têm maior, 1986). Este quadro clinicamente semanifesta como indolor e é mais frequente na região maxilar. O tratamento baseia-se em uma conduta expectanteseguida do aumento da higiene bucal.
O granuloma gravidíco, ou “tumor da gravidez”, tem incidência de 2%, sendo diagnosticado como lesãogranulomatosa interdentária no final do 1o trimestre, e, a partir desse período, progride lentamente, regredindoapós o parto (Figura 55.10).
Figura 55.9 Hipertrofia gengival.
Figura 55.10 Granuloma gravídico na região da cavidade jugal direita.
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passage: O diagnóstico pode ser realizado por meio da visualização de hifas ao exame a fresco. Em pacientes comexame negativo e pH normal, a cultura da secreção vaginal deve ser realizada para confirmação do diagnóstico(Sobel, 2007).
O tratamento está indicado nas sintomáticas para alívio dos sintomas e conforto da paciente (Aguin & Sobel,2015). Estudos recentes sugerem que a infecção por Candida na gestação pode estar associada a rupturaprematura de membranas, parto prematuro e baixo peso ao nascer, sugerindo o tratamento também de gestantesassintomáticas, porém os resultados ainda são conflitantes (Roberts et al., 2011; 2015; Farr et al., 2015).
O tratamento com fluconazol em dose única por via oral é efetivo, mas seu uso na gestação ainda não éindicado por haver dúvida quanto à segurança do uso e ao risco de teratogenicidade (malformações de crânio,face, ósseas e cardíacas) (Young & Jewell, 2001; Alsaad et al., 2015; Howley et al., 2016). O uso de imidazoltópico é preferível ao de nistatina, com duração recomendada de 7 dias, que registra taxas de cura acima de90% (Young & Jewell, 2001).
Anormalidades do trato reprodutivoAnormalidades preexistentes do trato reprodutivo podem complicar a gestação. A maioria delas é resultante aalguma anomalia no desenvolvimento embrionário, mas muitas são adquiridas ao longo da vida adulta.
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passage: As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
A gestante poderá ser tratada com 2 g de metronidazol. Esse fármaco é classificado como “B” na gravidez(estudos em animais não mostram danos ao feto; estudos com maior controle deverão ser feitos). Múltiplos•••estudos e metanálises não demonstraram consistente associação do metronidazol usado durante a gravidez aefeitos teratogênicos e mutagênicos nos bebês. O tinidazol é um fármaco, na gravidez, de categoria “C” (estudosem animais mostraram efeitos adversos; sua segurança ainda não está estabelecida).
Complicações▶ Homens.
Prostatite e epididimite, tendo como agravante maior a oligospermia, determinante, por vezes, deinfertilidade conjugal.
▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
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passage: Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados.
Cremes, pomadas ou óvulos vaginais de tioconazol, clotrimazol, isoconazol,miconazol, terconazol, nistatina em dose única ou até 10 dias; ou oral: fluconazol 150 mg dose única, itraconazol200 mg + 200 mg após 12 h e cetoconazol 400 mg/dia durante 5 dias.
▶ Casos complicados.
Fluconazol 100 a 150 mg/dia VO, em intervalos de 3 dias por 3 doses. Quando for nãoalbicans: ácido bórico 600 mg/dia (óvulo ou gel vaginal) por 2 semanas.
Na grávida não usar medicações orais. Uma aplicação vaginal, ao deitar, de nistatina durante 14 dias éconsiderada a melhor opção terapêutica.
ComplicaçõesA forma disseminada é representada por endocardite, meningite e septicemia, comumente fatal. Adisseminação ocorre por via hemática. Em pacientes diabéticos e imunocomprometidos a candidíase é a infecçãomais constante, aparecendo precocemente assim que começa o comprometimento da imunidade celular. Além dacandidíase vulvovaginal recorrente, a infecção pode localizar-se na orofaringite ou disseminar-se, nos estágiosmais avançados da imunossupressão, causando esofagites, abscessos pulmonares e lesões do trato digestivoaté o ânus.
Para pacientes com quadro de candidíase vulvovaginal recorrente, impõe-se o oferecimento, com ênfase, desorologia anti-HIV.
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passage: 3. Diagnóstico de VB: utilizar critérios de Amsel ou de Nugent.
4. Tratamento de VB: metronidazol 500 mg VO de 12 em 12 horas ou metronidazol gel ou clindamicina 2% vaginal, todos durante sete dias; alternativamente, tinidazol 2g por VO duas vezes ao dia, por dois dias (A), ou tinidazol 1g VO uma vez ao dia, por cinco dias (A), ou clindamicina 300 mg por VO de 12 em 12 horas, por sete dias (A). Abstenção de álcool e ativida-de sexual. Nas recorrências frequentes: repetir o tratamento e utilizar metronidazol gel duas vezes por semana por quatro a seis meses (C). 5. Diante da suspeita de candidíase, deve-se con/f_i rmar a presen-ça de fungos por meio de análise laboratorial, porque outras afecções podem causar os mesmos sintomas: prurido e corri-mento esbranquiçado (vaginose citolítica, alergias, dermatites vulvares). 6. Tratamento: para candidíase não complicada, os esquemas por VO ou por via vaginal apresentam a mesma e/f_i cácia (A). Atentar para fatores predisponentes. Para candidíase complicada: trata-mento tópico por 7 a 14 dias ou oral (/f_l uconazol 150 mg total de três doses, com intervalos de três dias) (B). Recorrências: /f_l uco-nazol 150 mg total de três doses, com intervalos de três dias; e supressão com /f_l uconazol 150 mg semanalmente, por seis me-ses (A). Após o término, 50% dos pacientes têm boa resposta.
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passage: 10. Estes defeitos poderiam ser uma manifestação da síndrome do alcoolismo fetal. Elesapresentariam uma forma leve de holoprosencefalia, que, neste caso, estaria relacionadacom a formação defeituosa do encéfalo anterior (prosencéfalo). A deficiência do olfato ena estrutura do lábio superior poderiam constituir defeitos secundários de um outroprimário na formação inicial do prosencéfalo.
A menina tinha divertículo de Meckel, que continha tecido endometrial ectópico. Emseus períodos menstruais, a reação deste tecido provocava cólicas na região superiorabdominal. Após a cirurgia, os sintomas desapareceram.
Questões de Revisão1. E2. A3. C4. C5. B6. A7. Atresia de esôfago ou fístula traqueoesofágica. Na primeira, o leite enche a bolsaesofágica cega e, em seguida, passa para a traqueia através da abertura da laringe. Nasegunda, o leite pode passar diretamente do esôfago para a traqueia, dependendo do tipode fístula.
8. Estenose pilórica congênita. Vômito projétil é um sintoma comum desta condição, euma palpação de um nó na abertura do piloro no estômago confirmou o diagnóstico.
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passage: O prolongamento da terapia pode ser necessário até a resolu-ção dos sintomas. A antibioticoterapia não tem efeito expressivo na duração da linfadenopatia inguinal, mas os sintomas agudos são frequentemente erradicados de modo rápido. Os antibióticos não revertem sequelas como estenose retal ou elefantíase genital.
• CirurgiaOs linfonodos apresentando /f_l utuação devem ser aspirados com agulha grossa, e nunca drenados ou excisados, pois, além de retardarem a cicatrização, esses dois últimos procedimentos po-dem disseminar a doença e propiciar o aparecimento de elefantíase.
17Giraldo PC, Amaral RL, Eleutério Júnior J, Gonçalves AKProtocolos Febrasgo | Nº1 | 2018dias ou até o desaparecimento completo das lesões. O critério de cura é o desaparecimento da lesão, não tendo sido relatada infec-ção congênita. Devido à baixa infectividade, não é necessário fazer o tratamento das parcerias sexuais (Figura 1).
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passage: Vulvovaginite infecciosaA vulvovaginite infecciosa costuma apresentar-se na forma de leucorreia com odor desagradável, de cor amarela ou verde, purulenta, e, nesses casos, o procedimento de rotina é a obten-ção de culturas vaginais. O patógeno respiratório, estreptococo b-hemolítico do grupo A, é o agente infeccioso específico mais comum em meninas pré-púberes, sendo isolado em 7 a 20% des-sas pacientes com vulvovaginite (Pierce, 1992; Piippo, 2000). O tratamento para estreptococo /H9252-hemolítico do grupo A é feito com amoxicilina, 40 mg/kg, administrada três vezes ao dia, por 10 dias. Outros patógenos menos frequentes são Haemophilus influenzae, Staphylococcus aureus e Streptococcus pneumoniae. Pa-tógenos entéricos, como espécies de Shigella e Yersinia, também podem ser encontrados em cultura de leucorreia vaginal. Classi-camente, as espécies de Shigella produzem leucorreia sanguino-lenta e mucopurulenta, que costuma suceder a diarreia causada pelo mesmo organismo. O tratamento é feito com trimetoprima--sulfametoxazol (TMP-SMZ), 6 a 10 mg/kg/dia, fracionados e administrados por via oral de 12 em 12 horas (Bogaerts, 1992).
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passage: . Veja todos os remédios indicados para candidíase. 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção na vagina normalmente causada pela bactéria do gênero Gardnerella sp., causando o aparecimento de corrimento vaginal branco ou acinzentado, de consistência pastosa e com cheiro forte e desagradável, semelhante a peixe podre, que se intensifica durante o contato íntimo ou a menstruação. Além disso, esse tipo de infecção pode causar o aparecimento de outros sintomas como coceira na região externa da vagina e ardor ou desconforto ao urinar. O que fazer: é importante ir ao ginecologista para fazer o tratamento mais adequado, que geralmente inclui o uso de antibióticos orais ou vaginais, como o metronidazol ou a clindamicina, por exemplo, que devem ser usados pelo tempo de tratamento estabelecido pelo médico, pois a vaginose não tratada pode aumentar o risco de contrair uma infecção sexualmente transmissível ou uma doença inflamatória pélvica. Entenda melhor como é feito o tratamento da vaginose bacteriana. 7
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passage: Alguns dos artifícios mais usados são Merocel®, Surgicel® e os nasal packs® ou tampões nasais.
Figura 55.7 Cavidade nasal esquerda com secreção purulenta drenando de meato médio.
Figura 55.8 Epistaxe de fossa nasal direita.
Manifestações faringoestomatológicas, laríngeas e cervicaisHipertrofia gengivalA hipertrofia gengival é a manifestação oral mais comum da gravidez (Figura 55.9).
A fisiopatologia das alterações gengivais tem estreita relação com o aumento da circulação dos hormôniosfemininos, estrogênios e progesterona, na mucosa oral. O acréscimo de volume sanguíneo assim como do débitocardíaco, diminuindo a viscosidade sanguínea, promove repercussões locais significativas como sangramentogengival até hipertrofia com tom violáceo da mucosa gengival. Processos inflamatórios locais têm maior, 1986). Este quadro clinicamente semanifesta como indolor e é mais frequente na região maxilar. O tratamento baseia-se em uma conduta expectanteseguida do aumento da higiene bucal.
O granuloma gravidíco, ou “tumor da gravidez”, tem incidência de 2%, sendo diagnosticado como lesãogranulomatosa interdentária no final do 1o trimestre, e, a partir desse período, progride lentamente, regredindoapós o parto (Figura 55.10).
Figura 55.9 Hipertrofia gengival.
Figura 55.10 Granuloma gravídico na região da cavidade jugal direita.
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passage: Como na vaginose bacteriana, nos quadros de tricomoníase existe microbiota exuberante de bactériasanaeróbias; assim, o teste das aminas (KOH a 10%) do conteúdo vaginal frequentemente é positivo.
Tratamento e controle de curaMetronidazol 2 g VO, dose única, ou 250 mg VO, de 8/8 h, por 7 diasSecnidazol 2 g VO, dose únicaTinidazol VO, dose única.
O controle de cura pode ser feito com os mesmos exames usados no diagnóstico, 1 a 2 semanas após otratamento. O parceiro, mesmo que não apresente sintomas, deve ser chamado para orientações e tratamento.
Já foi documentada resistência ao metronidazol usado em dose única. Nestes raros casos, indicam-semetronidazol 500 mg VO de 8/8 h + metronidazol vaginal por 10 dias.
As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
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Olá! Entendo sua preocupação. Pelo que você me conta, você teve candidíase esofágica, tratada com fluconazol, e depois precisou de metronidazol após uma cirurgia de apendicite. É interessante que o metronidazol pareceu aliviar os sintomas na sua língua, que imagino ser candidíase oral (sapinho), mas agora os sintomas retornaram.
É importante lembrar que o fluconazol, que você tomou inicialmente para a candidíase esofágica, nem sempre elimina completamente a cândida de outras áreas do corpo. Além disso, o metronidazol é um antibiótico que age contra bactérias e certos parasitas, e não diretamente contra fungos como a cândida. Pode ter ocorrido um desequilíbrio temporário na sua flora bucal, onde o metronidazol eliminou bactérias que competiam com a cândida, e por isso você sentiu uma melhora. Mas, como ele não age diretamente no fungo, os sintomas podem ter retornado após o término do uso do medicamento.
Para confirmar o diagnóstico de candidíase oral e descartar outras causas para o seu problema, seria ideal fazer um exame, como uma raspagem da língua para análise em laboratório. Em relação ao tratamento, existem algumas opções. Uma delas, se a candidíase for leve, são antifúngicos tópicos, como nistatina em suspensão oral ou miconazol em gel, que você aplicaria diretamente na língua. Se for algo mais resistente, podemos considerar antifúngicos orais, como o próprio fluconazol, mas a escolha dependerá da avaliação completa do seu caso e histórico.
É importante ressaltar que, se você estiver grávida ou amamentando, algumas opções de tratamento são contraindicadas ou exigem mais cautela. O fluconazol, por exemplo, não é indicado na gestação devido a riscos de malformações.
Outro ponto crucial é investigar a causa dessa candidíase. Quadros recorrentes podem estar associados a diabetes não controlada, sistema imunológico enfraquecido (inclusive HIV, em casos mais graves, que sempre devemos descartar em candidíases recorrentes), uso prolongado de antibióticos ou corticoides, ou mesmo uma higiene bucal inadequada. Identificar e tratar a causa subjacente é fundamental para evitar que o problema volte.
Por fim, algumas medidas simples podem ajudar a aliviar os sintomas e prevenir novas infecções, como manter uma boa higiene bucal, evitar alimentos ricos em açúcar (que alimentam a cândida), usar um enxaguante bucal antifúngico (se recomendado pelo seu médico) e, se você usar dentadura, limpá-la diariamente.
Agende uma consulta para que possamos te examinar e indicar o tratamento mais adequado para o seu caso, ok?
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Fiz histerectomia com anexectomia bilateral devido a uma endometriose profunda. Foi preservado somente o colo do útero, pois o mesmo estava com aderência ao reto. Corro o risco de desenvolver endometriose novamente?
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Provavelmente você ainda tem endometriose profunda. Durante a histerectomia laparoscópica, o colo do útero deve ser retirado. No seu caso, pode ter acontecido do cirurgião não conseguir liberar o colo do útero do intestino devido à endometriose, e, assim, ele não foi retirado, ficando também endometriose no intestino e no septo retovaginal. Talvez seja interessante fazer um ultrassom com mapeamento para endometriose para avaliar esses possíveis focos da doença.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer cirurgia de reconstrução pélvica para correção de prolap-so, os riscos de enterocele e de recorrência de-vem ser discutidos. Os riscos de lesão ureteral e intestinal, embora baixos, devem ser incluí-dos no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteÉ possível haver celulite da cúpula vaginal e infecção urinária após a histerectomia, e as pacientes normalmente recebem antibioti-coterapia profilática com uma cefalosporina de primeira geração. As opções adequadas são encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Adicionalmente, há indicação para profilaxia contra trombose, conforme descrito na Ta-bela 39-9 (p. 962). Embora o risco de lesão intestinal seja baixo, recomenda-se preparo intestinal para evacuação do reto e para redu-zir a contaminação caso ocorra proctotomia (Tabela 39-7, p. 960).
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passage: ■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer cirurgia de reconstrução pélvica para correção de prolap-so, os riscos de enterocele e de recorrência de-vem ser discutidos. Os riscos de lesão ureteral e intestinal, embora baixos, devem ser incluí-dos no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteÉ possível haver celulite da cúpula vaginal e infecção urinária após a histerectomia, e as pacientes normalmente recebem antibioti-coterapia profilática com uma cefalosporina de primeira geração. As opções adequadas são encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Adicionalmente, há indicação para profilaxia contra trombose, conforme descrito na Ta-bela 39-9 (p. 962). Embora o risco de lesão intestinal seja baixo, recomenda-se preparo intestinal para evacuação do reto e para redu-zir a contaminação caso ocorra proctotomia (Tabela 39-7, p. 960).
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passage: PÓS-OPERATÓRIOA recuperação de canulação tubária histeros-cópica geralmente é rápida e sem complica-ções. As pacientes retomam dieta, atividades normais e tentativas de concepção assim que desejarem.
PÓS-OPERATÓRIOHoffman_42.indd 1177 03/10/13 17:5742-21Lise de aderências intrauterinasAs aderências intrauterinas, também chama-das de sinéquias, podem surgir após curetagem uterina (Fig. 42-21.1). Com menor frequên-cia, podem resultar de irradiação pélvica, endometrite tuberculosa ou ablação endome-trial. A presença dessas aderências, também denominada síndrome de Asherman, pode levar a hipomenorreia, amenorreia, infertili-dade ou abortamentos espontâneos (Cap. 16, p. 444).
Os objetivos do tratamento incluem re-criação cirúrgica da anatomia uterina normal e prevenção da formação de novas aderências. A cirurgia envolve transecção, e não remo-ção, histeroscópica das aderências. Assim, as aderências finas geralmente podem ser lisadas utilizando apenas pressão sem corte com a bainha do histeroscópio. No entanto, as ade-rências densas geralmente implicam secção histeroscópica com tesoura ou laser.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer cirurgia de reconstrução pélvica para correção de prolap-so, os riscos de enterocele e de recorrência de-vem ser discutidos. Os riscos de lesão ureteral e intestinal, embora baixos, devem ser incluí-dos no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteÉ possível haver celulite da cúpula vaginal e infecção urinária após a histerectomia, e as pacientes normalmente recebem antibioti-coterapia profilática com uma cefalosporina de primeira geração. As opções adequadas são encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Adicionalmente, há indicação para profilaxia contra trombose, conforme descrito na Ta-bela 39-9 (p. 962). Embora o risco de lesão intestinal seja baixo, recomenda-se preparo intestinal para evacuação do reto e para redu-zir a contaminação caso ocorra proctotomia (Tabela 39-7, p. 960).
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passage: PÓS-OPERATÓRIOA recuperação de canulação tubária histeros-cópica geralmente é rápida e sem complica-ções. As pacientes retomam dieta, atividades normais e tentativas de concepção assim que desejarem.
PÓS-OPERATÓRIOHoffman_42.indd 1177 03/10/13 17:5742-21Lise de aderências intrauterinasAs aderências intrauterinas, também chama-das de sinéquias, podem surgir após curetagem uterina (Fig. 42-21.1). Com menor frequên-cia, podem resultar de irradiação pélvica, endometrite tuberculosa ou ablação endome-trial. A presença dessas aderências, também denominada síndrome de Asherman, pode levar a hipomenorreia, amenorreia, infertili-dade ou abortamentos espontâneos (Cap. 16, p. 444).
Os objetivos do tratamento incluem re-criação cirúrgica da anatomia uterina normal e prevenção da formação de novas aderências. A cirurgia envolve transecção, e não remo-ção, histeroscópica das aderências. Assim, as aderências finas geralmente podem ser lisadas utilizando apenas pressão sem corte com a bainha do histeroscópio. No entanto, as ade-rências densas geralmente implicam secção histeroscópica com tesoura ou laser.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como para a abordagem a céu aberto, os riscos associados ao procedimento incluem perda sanguínea e necessidade de transfusão, anexectomia não planejada e lesão de outros órgãos pélvicos, particularmente bexiga, ure-ter e intestino. Dentre as complicações espe-cificamente relacionadas com a laparoscopia estão lesão de grandes vasos, bexiga e intestino durante a instalação do trocarte (p. 1.097).
Com a histerectomia supracervical é possível que haja retenção de endométrio no segmento inferior do útero. Consequen-temente, há risco de sangramento cíclico a longo prazo. As taxas citadas nos primeiros trabalhos publicados chegaram a 24%, mas têm sido mais baixas em estudos mais recen-tes, variando entre 5 e 10% (Okaro, 2001; Sarmini, 2005; Schmidt, 2011; van der Stege, 1999). As técnicas com maior ressecção de te-cido do segmento inferior do útero e proxi-mal da endocérvice parecem reduzir o risco de sangramento a longo prazo (Schmidt, 2011; Wenger, 2006).
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passage: ■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer cirurgia de reconstrução pélvica para correção de prolap-so, os riscos de enterocele e de recorrência de-vem ser discutidos. Os riscos de lesão ureteral e intestinal, embora baixos, devem ser incluí-dos no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteÉ possível haver celulite da cúpula vaginal e infecção urinária após a histerectomia, e as pacientes normalmente recebem antibioti-coterapia profilática com uma cefalosporina de primeira geração. As opções adequadas são encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Adicionalmente, há indicação para profilaxia contra trombose, conforme descrito na Ta-bela 39-9 (p. 962). Embora o risco de lesão intestinal seja baixo, recomenda-se preparo intestinal para evacuação do reto e para redu-zir a contaminação caso ocorra proctotomia (Tabela 39-7, p. 960).
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passage: PÓS-OPERATÓRIOA recuperação de canulação tubária histeros-cópica geralmente é rápida e sem complica-ções. As pacientes retomam dieta, atividades normais e tentativas de concepção assim que desejarem.
PÓS-OPERATÓRIOHoffman_42.indd 1177 03/10/13 17:5742-21Lise de aderências intrauterinasAs aderências intrauterinas, também chama-das de sinéquias, podem surgir após curetagem uterina (Fig. 42-21.1). Com menor frequên-cia, podem resultar de irradiação pélvica, endometrite tuberculosa ou ablação endome-trial. A presença dessas aderências, também denominada síndrome de Asherman, pode levar a hipomenorreia, amenorreia, infertili-dade ou abortamentos espontâneos (Cap. 16, p. 444).
Os objetivos do tratamento incluem re-criação cirúrgica da anatomia uterina normal e prevenção da formação de novas aderências. A cirurgia envolve transecção, e não remo-ção, histeroscópica das aderências. Assim, as aderências finas geralmente podem ser lisadas utilizando apenas pressão sem corte com a bainha do histeroscópio. No entanto, as ade-rências densas geralmente implicam secção histeroscópica com tesoura ou laser.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como para a abordagem a céu aberto, os riscos associados ao procedimento incluem perda sanguínea e necessidade de transfusão, anexectomia não planejada e lesão de outros órgãos pélvicos, particularmente bexiga, ure-ter e intestino. Dentre as complicações espe-cificamente relacionadas com a laparoscopia estão lesão de grandes vasos, bexiga e intestino durante a instalação do trocarte (p. 1.097).
Com a histerectomia supracervical é possível que haja retenção de endométrio no segmento inferior do útero. Consequen-temente, há risco de sangramento cíclico a longo prazo. As taxas citadas nos primeiros trabalhos publicados chegaram a 24%, mas têm sido mais baixas em estudos mais recen-tes, variando entre 5 e 10% (Okaro, 2001; Sarmini, 2005; Schmidt, 2011; van der Stege, 1999). As técnicas com maior ressecção de te-cido do segmento inferior do útero e proxi-mal da endocérvice parecem reduzir o risco de sangramento a longo prazo (Schmidt, 2011; Wenger, 2006).
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passage: Apesar de sua efetividade no tratamento da endometriose, as limitações da histerectomia associada à salpingo-ooforec-tomia bilateral incluem riscos cirúrgicos, recorrência da dor e efeitos do hipoestrogenismo. Das mulheres que se submete-ram à histerectomia conjugada com a salpingo-ooforectomia bilateral para dor pélvica crônica, 10% apresentaram sintomas recorrentes e 3,7% necessitaram de cirurgia pélvica adicional. Portanto, a recomendação consensual de uma conferência realizada por um conselho formado por especialistas em gine-cologia nos Estados Unidos é que a histerectomia associada à salpingo-ooforectomia bilateral seja reservada para as mulheres com endometriose sintomática, que não tenham mais interesse em engravidar e que estejam cientes e aceitem o risco de hi-poestrogenismo prematuro, incluindo a possibilidade de haver osteoporose e redução da libido (Gambone, 2002).
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passage: ■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer cirurgia de reconstrução pélvica para correção de prolap-so, os riscos de enterocele e de recorrência de-vem ser discutidos. Os riscos de lesão ureteral e intestinal, embora baixos, devem ser incluí-dos no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteÉ possível haver celulite da cúpula vaginal e infecção urinária após a histerectomia, e as pacientes normalmente recebem antibioti-coterapia profilática com uma cefalosporina de primeira geração. As opções adequadas são encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Adicionalmente, há indicação para profilaxia contra trombose, conforme descrito na Ta-bela 39-9 (p. 962). Embora o risco de lesão intestinal seja baixo, recomenda-se preparo intestinal para evacuação do reto e para redu-zir a contaminação caso ocorra proctotomia (Tabela 39-7, p. 960).
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passage: PÓS-OPERATÓRIOA recuperação de canulação tubária histeros-cópica geralmente é rápida e sem complica-ções. As pacientes retomam dieta, atividades normais e tentativas de concepção assim que desejarem.
PÓS-OPERATÓRIOHoffman_42.indd 1177 03/10/13 17:5742-21Lise de aderências intrauterinasAs aderências intrauterinas, também chama-das de sinéquias, podem surgir após curetagem uterina (Fig. 42-21.1). Com menor frequên-cia, podem resultar de irradiação pélvica, endometrite tuberculosa ou ablação endome-trial. A presença dessas aderências, também denominada síndrome de Asherman, pode levar a hipomenorreia, amenorreia, infertili-dade ou abortamentos espontâneos (Cap. 16, p. 444).
Os objetivos do tratamento incluem re-criação cirúrgica da anatomia uterina normal e prevenção da formação de novas aderências. A cirurgia envolve transecção, e não remo-ção, histeroscópica das aderências. Assim, as aderências finas geralmente podem ser lisadas utilizando apenas pressão sem corte com a bainha do histeroscópio. No entanto, as ade-rências densas geralmente implicam secção histeroscópica com tesoura ou laser.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como para a abordagem a céu aberto, os riscos associados ao procedimento incluem perda sanguínea e necessidade de transfusão, anexectomia não planejada e lesão de outros órgãos pélvicos, particularmente bexiga, ure-ter e intestino. Dentre as complicações espe-cificamente relacionadas com a laparoscopia estão lesão de grandes vasos, bexiga e intestino durante a instalação do trocarte (p. 1.097).
Com a histerectomia supracervical é possível que haja retenção de endométrio no segmento inferior do útero. Consequen-temente, há risco de sangramento cíclico a longo prazo. As taxas citadas nos primeiros trabalhos publicados chegaram a 24%, mas têm sido mais baixas em estudos mais recen-tes, variando entre 5 e 10% (Okaro, 2001; Sarmini, 2005; Schmidt, 2011; van der Stege, 1999). As técnicas com maior ressecção de te-cido do segmento inferior do útero e proxi-mal da endocérvice parecem reduzir o risco de sangramento a longo prazo (Schmidt, 2011; Wenger, 2006).
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passage: Apesar de sua efetividade no tratamento da endometriose, as limitações da histerectomia associada à salpingo-ooforec-tomia bilateral incluem riscos cirúrgicos, recorrência da dor e efeitos do hipoestrogenismo. Das mulheres que se submete-ram à histerectomia conjugada com a salpingo-ooforectomia bilateral para dor pélvica crônica, 10% apresentaram sintomas recorrentes e 3,7% necessitaram de cirurgia pélvica adicional. Portanto, a recomendação consensual de uma conferência realizada por um conselho formado por especialistas em gine-cologia nos Estados Unidos é que a histerectomia associada à salpingo-ooforectomia bilateral seja reservada para as mulheres com endometriose sintomática, que não tenham mais interesse em engravidar e que estejam cientes e aceitem o risco de hi-poestrogenismo prematuro, incluindo a possibilidade de haver osteoporose e redução da libido (Gambone, 2002).
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passage: Hoffman_24.indd 652 03/10/13 17:08653ou robótico (Seção 43-17, p. 1.225). Quando a histerectomia es-tiver sendo realizada em conjunto com sacrocolpopexia, deve-se considerar realizar o procedimento por via supracervical em de-trimento de histerectomia total abdominal. Com o colo uterino mantido in situ, supõe-se que haja redução no risco de erosão pós-operatória da malha no ápice vaginal. A explicação seria a não exposição da malha às bactérias vaginais que ocorreria com a abertura da vagina na histerectomia total abdominal. Além disso, o tecido conectivo firme do colo uterino permite um ponto adi-cional de fixação para a malha permanente.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer cirurgia de reconstrução pélvica para correção de prolap-so, os riscos de enterocele e de recorrência de-vem ser discutidos. Os riscos de lesão ureteral e intestinal, embora baixos, devem ser incluí-dos no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteÉ possível haver celulite da cúpula vaginal e infecção urinária após a histerectomia, e as pacientes normalmente recebem antibioti-coterapia profilática com uma cefalosporina de primeira geração. As opções adequadas são encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Adicionalmente, há indicação para profilaxia contra trombose, conforme descrito na Ta-bela 39-9 (p. 962). Embora o risco de lesão intestinal seja baixo, recomenda-se preparo intestinal para evacuação do reto e para redu-zir a contaminação caso ocorra proctotomia (Tabela 39-7, p. 960).
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passage: PÓS-OPERATÓRIOA recuperação de canulação tubária histeros-cópica geralmente é rápida e sem complica-ções. As pacientes retomam dieta, atividades normais e tentativas de concepção assim que desejarem.
PÓS-OPERATÓRIOHoffman_42.indd 1177 03/10/13 17:5742-21Lise de aderências intrauterinasAs aderências intrauterinas, também chama-das de sinéquias, podem surgir após curetagem uterina (Fig. 42-21.1). Com menor frequên-cia, podem resultar de irradiação pélvica, endometrite tuberculosa ou ablação endome-trial. A presença dessas aderências, também denominada síndrome de Asherman, pode levar a hipomenorreia, amenorreia, infertili-dade ou abortamentos espontâneos (Cap. 16, p. 444).
Os objetivos do tratamento incluem re-criação cirúrgica da anatomia uterina normal e prevenção da formação de novas aderências. A cirurgia envolve transecção, e não remo-ção, histeroscópica das aderências. Assim, as aderências finas geralmente podem ser lisadas utilizando apenas pressão sem corte com a bainha do histeroscópio. No entanto, as ade-rências densas geralmente implicam secção histeroscópica com tesoura ou laser.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como para a abordagem a céu aberto, os riscos associados ao procedimento incluem perda sanguínea e necessidade de transfusão, anexectomia não planejada e lesão de outros órgãos pélvicos, particularmente bexiga, ure-ter e intestino. Dentre as complicações espe-cificamente relacionadas com a laparoscopia estão lesão de grandes vasos, bexiga e intestino durante a instalação do trocarte (p. 1.097).
Com a histerectomia supracervical é possível que haja retenção de endométrio no segmento inferior do útero. Consequen-temente, há risco de sangramento cíclico a longo prazo. As taxas citadas nos primeiros trabalhos publicados chegaram a 24%, mas têm sido mais baixas em estudos mais recen-tes, variando entre 5 e 10% (Okaro, 2001; Sarmini, 2005; Schmidt, 2011; van der Stege, 1999). As técnicas com maior ressecção de te-cido do segmento inferior do útero e proxi-mal da endocérvice parecem reduzir o risco de sangramento a longo prazo (Schmidt, 2011; Wenger, 2006).
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passage: Apesar de sua efetividade no tratamento da endometriose, as limitações da histerectomia associada à salpingo-ooforec-tomia bilateral incluem riscos cirúrgicos, recorrência da dor e efeitos do hipoestrogenismo. Das mulheres que se submete-ram à histerectomia conjugada com a salpingo-ooforectomia bilateral para dor pélvica crônica, 10% apresentaram sintomas recorrentes e 3,7% necessitaram de cirurgia pélvica adicional. Portanto, a recomendação consensual de uma conferência realizada por um conselho formado por especialistas em gine-cologia nos Estados Unidos é que a histerectomia associada à salpingo-ooforectomia bilateral seja reservada para as mulheres com endometriose sintomática, que não tenham mais interesse em engravidar e que estejam cientes e aceitem o risco de hi-poestrogenismo prematuro, incluindo a possibilidade de haver osteoporose e redução da libido (Gambone, 2002).
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passage: Hoffman_24.indd 652 03/10/13 17:08653ou robótico (Seção 43-17, p. 1.225). Quando a histerectomia es-tiver sendo realizada em conjunto com sacrocolpopexia, deve-se considerar realizar o procedimento por via supracervical em de-trimento de histerectomia total abdominal. Com o colo uterino mantido in situ, supõe-se que haja redução no risco de erosão pós-operatória da malha no ápice vaginal. A explicação seria a não exposição da malha às bactérias vaginais que ocorreria com a abertura da vagina na histerectomia total abdominal. Além disso, o tecido conectivo firme do colo uterino permite um ponto adi-cional de fixação para a malha permanente.
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passage: Também há artigos que demonstram efetividade e taxas de morbidade baixas para excisão laparoscópica de implantes endometrióticos. Além disso, a NPS laparoscópica parece ser tão eficaz quanto a realizada com laparotomia (Nezhat, 1992; Redwine, 1991). Sempre que se considerar seguro, a adesiólise deve ser realizada via laparoscópica considerando que esse pro-cedimento leva a menor formação de aderências de novo em comparação com a laparotomia (Gutt, 2004).
Histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateralEsse procedimento é o tratamento definitivo e mais efetivo para as mulheres com endometriose que não desejem manter a função reprodutiva. As mulheres que não realizam ooforecto-mia bilateral em conjunto com histerectomia para tratamento de endometriose apresentam risco seis vezes maior de recorrên-cia de dor pélvica crônica e oito vezes maior de cirurgia adicio-nal, em comparação com as mulheres submetidas à ooforecto-mia bilateral concomitante (Namnoum, 1995). Por essa razão, não há indicação de histerectomia isolada para tratamento de dor pélvica crônica secundária à endometriose.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer cirurgia de reconstrução pélvica para correção de prolap-so, os riscos de enterocele e de recorrência de-vem ser discutidos. Os riscos de lesão ureteral e intestinal, embora baixos, devem ser incluí-dos no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteÉ possível haver celulite da cúpula vaginal e infecção urinária após a histerectomia, e as pacientes normalmente recebem antibioti-coterapia profilática com uma cefalosporina de primeira geração. As opções adequadas são encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Adicionalmente, há indicação para profilaxia contra trombose, conforme descrito na Ta-bela 39-9 (p. 962). Embora o risco de lesão intestinal seja baixo, recomenda-se preparo intestinal para evacuação do reto e para redu-zir a contaminação caso ocorra proctotomia (Tabela 39-7, p. 960).
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passage: PÓS-OPERATÓRIOA recuperação de canulação tubária histeros-cópica geralmente é rápida e sem complica-ções. As pacientes retomam dieta, atividades normais e tentativas de concepção assim que desejarem.
PÓS-OPERATÓRIOHoffman_42.indd 1177 03/10/13 17:5742-21Lise de aderências intrauterinasAs aderências intrauterinas, também chama-das de sinéquias, podem surgir após curetagem uterina (Fig. 42-21.1). Com menor frequên-cia, podem resultar de irradiação pélvica, endometrite tuberculosa ou ablação endome-trial. A presença dessas aderências, também denominada síndrome de Asherman, pode levar a hipomenorreia, amenorreia, infertili-dade ou abortamentos espontâneos (Cap. 16, p. 444).
Os objetivos do tratamento incluem re-criação cirúrgica da anatomia uterina normal e prevenção da formação de novas aderências. A cirurgia envolve transecção, e não remo-ção, histeroscópica das aderências. Assim, as aderências finas geralmente podem ser lisadas utilizando apenas pressão sem corte com a bainha do histeroscópio. No entanto, as ade-rências densas geralmente implicam secção histeroscópica com tesoura ou laser.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como para a abordagem a céu aberto, os riscos associados ao procedimento incluem perda sanguínea e necessidade de transfusão, anexectomia não planejada e lesão de outros órgãos pélvicos, particularmente bexiga, ure-ter e intestino. Dentre as complicações espe-cificamente relacionadas com a laparoscopia estão lesão de grandes vasos, bexiga e intestino durante a instalação do trocarte (p. 1.097).
Com a histerectomia supracervical é possível que haja retenção de endométrio no segmento inferior do útero. Consequen-temente, há risco de sangramento cíclico a longo prazo. As taxas citadas nos primeiros trabalhos publicados chegaram a 24%, mas têm sido mais baixas em estudos mais recen-tes, variando entre 5 e 10% (Okaro, 2001; Sarmini, 2005; Schmidt, 2011; van der Stege, 1999). As técnicas com maior ressecção de te-cido do segmento inferior do útero e proxi-mal da endocérvice parecem reduzir o risco de sangramento a longo prazo (Schmidt, 2011; Wenger, 2006).
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passage: Apesar de sua efetividade no tratamento da endometriose, as limitações da histerectomia associada à salpingo-ooforec-tomia bilateral incluem riscos cirúrgicos, recorrência da dor e efeitos do hipoestrogenismo. Das mulheres que se submete-ram à histerectomia conjugada com a salpingo-ooforectomia bilateral para dor pélvica crônica, 10% apresentaram sintomas recorrentes e 3,7% necessitaram de cirurgia pélvica adicional. Portanto, a recomendação consensual de uma conferência realizada por um conselho formado por especialistas em gine-cologia nos Estados Unidos é que a histerectomia associada à salpingo-ooforectomia bilateral seja reservada para as mulheres com endometriose sintomática, que não tenham mais interesse em engravidar e que estejam cientes e aceitem o risco de hi-poestrogenismo prematuro, incluindo a possibilidade de haver osteoporose e redução da libido (Gambone, 2002).
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passage: Hoffman_24.indd 652 03/10/13 17:08653ou robótico (Seção 43-17, p. 1.225). Quando a histerectomia es-tiver sendo realizada em conjunto com sacrocolpopexia, deve-se considerar realizar o procedimento por via supracervical em de-trimento de histerectomia total abdominal. Com o colo uterino mantido in situ, supõe-se que haja redução no risco de erosão pós-operatória da malha no ápice vaginal. A explicação seria a não exposição da malha às bactérias vaginais que ocorreria com a abertura da vagina na histerectomia total abdominal. Além disso, o tecido conectivo firme do colo uterino permite um ponto adi-cional de fixação para a malha permanente.
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passage: Também há artigos que demonstram efetividade e taxas de morbidade baixas para excisão laparoscópica de implantes endometrióticos. Além disso, a NPS laparoscópica parece ser tão eficaz quanto a realizada com laparotomia (Nezhat, 1992; Redwine, 1991). Sempre que se considerar seguro, a adesiólise deve ser realizada via laparoscópica considerando que esse pro-cedimento leva a menor formação de aderências de novo em comparação com a laparotomia (Gutt, 2004).
Histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateralEsse procedimento é o tratamento definitivo e mais efetivo para as mulheres com endometriose que não desejem manter a função reprodutiva. As mulheres que não realizam ooforecto-mia bilateral em conjunto com histerectomia para tratamento de endometriose apresentam risco seis vezes maior de recorrên-cia de dor pélvica crônica e oito vezes maior de cirurgia adicio-nal, em comparação com as mulheres submetidas à ooforecto-mia bilateral concomitante (Namnoum, 1995). Por essa razão, não há indicação de histerectomia isolada para tratamento de dor pélvica crônica secundária à endometriose.
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passage: Distensão mecânica do útero. T em-se usado distensão mecânica da cavidade endo-metrial para evitar formação de aderências nas áreas tratadas após a cirurgia. Pode-se escolher entre DIU de cobre instalado por três meses, ou cateter com balão de Foley pediátrico 8F , usado por 10 dias. Comparando os dois mé-todos, Orhue e colaboradores (2003) observa-ram menos aderências e maior índice de gesta-ção nas pacientes tratadas com o balão. Caso o balão de Foley seja inserido, recomenda-se profilaxia antibiótica com 100 mg de doxi-ciclina por via oral 2 vezes ao dia, ou outro antibiótico adequado.
PÓS-OPERATÓRIOA recuperação de ressecção histeroscópica é rápida e normalmente sem complicações. As pacientes podem retomar a dieta e as ativida-des normais de acordo com a tolerância.
Para estimular a proliferação do endo-métrio e prevenir a formação de aderências, a administração oral de estrogênio se mostrou eficaz. Embora vários esquemas possam ser usados, prescrevemos 2 mg de estradiol, por via oral, durante 30 dias. Também se pode usar estrogênio equino conjugado (Premarim) 1,25. Após a inserção de DIU, prescrevemos suplementação oral de estrogênios por 6 a 8 semanas.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer cirurgia de reconstrução pélvica para correção de prolap-so, os riscos de enterocele e de recorrência de-vem ser discutidos. Os riscos de lesão ureteral e intestinal, embora baixos, devem ser incluí-dos no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteÉ possível haver celulite da cúpula vaginal e infecção urinária após a histerectomia, e as pacientes normalmente recebem antibioti-coterapia profilática com uma cefalosporina de primeira geração. As opções adequadas são encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Adicionalmente, há indicação para profilaxia contra trombose, conforme descrito na Ta-bela 39-9 (p. 962). Embora o risco de lesão intestinal seja baixo, recomenda-se preparo intestinal para evacuação do reto e para redu-zir a contaminação caso ocorra proctotomia (Tabela 39-7, p. 960).
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passage: PÓS-OPERATÓRIOA recuperação de canulação tubária histeros-cópica geralmente é rápida e sem complica-ções. As pacientes retomam dieta, atividades normais e tentativas de concepção assim que desejarem.
PÓS-OPERATÓRIOHoffman_42.indd 1177 03/10/13 17:5742-21Lise de aderências intrauterinasAs aderências intrauterinas, também chama-das de sinéquias, podem surgir após curetagem uterina (Fig. 42-21.1). Com menor frequên-cia, podem resultar de irradiação pélvica, endometrite tuberculosa ou ablação endome-trial. A presença dessas aderências, também denominada síndrome de Asherman, pode levar a hipomenorreia, amenorreia, infertili-dade ou abortamentos espontâneos (Cap. 16, p. 444).
Os objetivos do tratamento incluem re-criação cirúrgica da anatomia uterina normal e prevenção da formação de novas aderências. A cirurgia envolve transecção, e não remo-ção, histeroscópica das aderências. Assim, as aderências finas geralmente podem ser lisadas utilizando apenas pressão sem corte com a bainha do histeroscópio. No entanto, as ade-rências densas geralmente implicam secção histeroscópica com tesoura ou laser.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como para a abordagem a céu aberto, os riscos associados ao procedimento incluem perda sanguínea e necessidade de transfusão, anexectomia não planejada e lesão de outros órgãos pélvicos, particularmente bexiga, ure-ter e intestino. Dentre as complicações espe-cificamente relacionadas com a laparoscopia estão lesão de grandes vasos, bexiga e intestino durante a instalação do trocarte (p. 1.097).
Com a histerectomia supracervical é possível que haja retenção de endométrio no segmento inferior do útero. Consequen-temente, há risco de sangramento cíclico a longo prazo. As taxas citadas nos primeiros trabalhos publicados chegaram a 24%, mas têm sido mais baixas em estudos mais recen-tes, variando entre 5 e 10% (Okaro, 2001; Sarmini, 2005; Schmidt, 2011; van der Stege, 1999). As técnicas com maior ressecção de te-cido do segmento inferior do útero e proxi-mal da endocérvice parecem reduzir o risco de sangramento a longo prazo (Schmidt, 2011; Wenger, 2006).
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passage: Apesar de sua efetividade no tratamento da endometriose, as limitações da histerectomia associada à salpingo-ooforec-tomia bilateral incluem riscos cirúrgicos, recorrência da dor e efeitos do hipoestrogenismo. Das mulheres que se submete-ram à histerectomia conjugada com a salpingo-ooforectomia bilateral para dor pélvica crônica, 10% apresentaram sintomas recorrentes e 3,7% necessitaram de cirurgia pélvica adicional. Portanto, a recomendação consensual de uma conferência realizada por um conselho formado por especialistas em gine-cologia nos Estados Unidos é que a histerectomia associada à salpingo-ooforectomia bilateral seja reservada para as mulheres com endometriose sintomática, que não tenham mais interesse em engravidar e que estejam cientes e aceitem o risco de hi-poestrogenismo prematuro, incluindo a possibilidade de haver osteoporose e redução da libido (Gambone, 2002).
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passage: Hoffman_24.indd 652 03/10/13 17:08653ou robótico (Seção 43-17, p. 1.225). Quando a histerectomia es-tiver sendo realizada em conjunto com sacrocolpopexia, deve-se considerar realizar o procedimento por via supracervical em de-trimento de histerectomia total abdominal. Com o colo uterino mantido in situ, supõe-se que haja redução no risco de erosão pós-operatória da malha no ápice vaginal. A explicação seria a não exposição da malha às bactérias vaginais que ocorreria com a abertura da vagina na histerectomia total abdominal. Além disso, o tecido conectivo firme do colo uterino permite um ponto adi-cional de fixação para a malha permanente.
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passage: Também há artigos que demonstram efetividade e taxas de morbidade baixas para excisão laparoscópica de implantes endometrióticos. Além disso, a NPS laparoscópica parece ser tão eficaz quanto a realizada com laparotomia (Nezhat, 1992; Redwine, 1991). Sempre que se considerar seguro, a adesiólise deve ser realizada via laparoscópica considerando que esse pro-cedimento leva a menor formação de aderências de novo em comparação com a laparotomia (Gutt, 2004).
Histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateralEsse procedimento é o tratamento definitivo e mais efetivo para as mulheres com endometriose que não desejem manter a função reprodutiva. As mulheres que não realizam ooforecto-mia bilateral em conjunto com histerectomia para tratamento de endometriose apresentam risco seis vezes maior de recorrên-cia de dor pélvica crônica e oito vezes maior de cirurgia adicio-nal, em comparação com as mulheres submetidas à ooforecto-mia bilateral concomitante (Namnoum, 1995). Por essa razão, não há indicação de histerectomia isolada para tratamento de dor pélvica crônica secundária à endometriose.
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passage: Distensão mecânica do útero. T em-se usado distensão mecânica da cavidade endo-metrial para evitar formação de aderências nas áreas tratadas após a cirurgia. Pode-se escolher entre DIU de cobre instalado por três meses, ou cateter com balão de Foley pediátrico 8F , usado por 10 dias. Comparando os dois mé-todos, Orhue e colaboradores (2003) observa-ram menos aderências e maior índice de gesta-ção nas pacientes tratadas com o balão. Caso o balão de Foley seja inserido, recomenda-se profilaxia antibiótica com 100 mg de doxi-ciclina por via oral 2 vezes ao dia, ou outro antibiótico adequado.
PÓS-OPERATÓRIOA recuperação de ressecção histeroscópica é rápida e normalmente sem complicações. As pacientes podem retomar a dieta e as ativida-des normais de acordo com a tolerância.
Para estimular a proliferação do endo-métrio e prevenir a formação de aderências, a administração oral de estrogênio se mostrou eficaz. Embora vários esquemas possam ser usados, prescrevemos 2 mg de estradiol, por via oral, durante 30 dias. Também se pode usar estrogênio equino conjugado (Premarim) 1,25. Após a inserção de DIU, prescrevemos suplementação oral de estrogênios por 6 a 8 semanas.
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passage: Adicionalmente, deve-se excluir infecção ou inflamação do tecido. Se forem identifica-das, o reparo deve ser adiado até sua resolução. Se uma fístula for identificada alguns dias após histerectomia, o reparo pode ser imediato, an-tes que haja reação inflamatória intensa. Entre-tanto, se o reparo cirúrgico não for realizado poucos dias após a cirurgia inicial, recomen-da-se que seja postergado por 4 a 6 semanas para reduzir a inflamação nos tecidos.
■ ConsentimentoA taxa de recorrência após reparo de fístula é significativa e as pacientes devem ser infor-madas de que a cirurgia inicial pode não ser curativa. Com o procedimento de Latzko, a vagina é moderadamente encurtada na maio-ria dos casos. Portanto, o risco de dispareunia pós-operatória deve ser incluído no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteO intestino é preparado na noite anterior à cirurgia. Assim, obtém-se descompressão do retossigmoide e reduz-se a possibilidade de contaminação fecal do campo operatório. Imediatamente antes da cirurgia, adminis-tra-se antibioticoterapia profilática intraveno-sa para reduzir o risco de infecção da ferida operatória (Tabela 39-6, p. 959). A profilaxia para trombose é administrada conforme des-crito na Tabela 39-9 (p. 960).
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passage: ■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer cirurgia de reconstrução pélvica para correção de prolap-so, os riscos de enterocele e de recorrência de-vem ser discutidos. Os riscos de lesão ureteral e intestinal, embora baixos, devem ser incluí-dos no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteÉ possível haver celulite da cúpula vaginal e infecção urinária após a histerectomia, e as pacientes normalmente recebem antibioti-coterapia profilática com uma cefalosporina de primeira geração. As opções adequadas são encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Adicionalmente, há indicação para profilaxia contra trombose, conforme descrito na Ta-bela 39-9 (p. 962). Embora o risco de lesão intestinal seja baixo, recomenda-se preparo intestinal para evacuação do reto e para redu-zir a contaminação caso ocorra proctotomia (Tabela 39-7, p. 960).
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passage: PÓS-OPERATÓRIOA recuperação de canulação tubária histeros-cópica geralmente é rápida e sem complica-ções. As pacientes retomam dieta, atividades normais e tentativas de concepção assim que desejarem.
PÓS-OPERATÓRIOHoffman_42.indd 1177 03/10/13 17:5742-21Lise de aderências intrauterinasAs aderências intrauterinas, também chama-das de sinéquias, podem surgir após curetagem uterina (Fig. 42-21.1). Com menor frequên-cia, podem resultar de irradiação pélvica, endometrite tuberculosa ou ablação endome-trial. A presença dessas aderências, também denominada síndrome de Asherman, pode levar a hipomenorreia, amenorreia, infertili-dade ou abortamentos espontâneos (Cap. 16, p. 444).
Os objetivos do tratamento incluem re-criação cirúrgica da anatomia uterina normal e prevenção da formação de novas aderências. A cirurgia envolve transecção, e não remo-ção, histeroscópica das aderências. Assim, as aderências finas geralmente podem ser lisadas utilizando apenas pressão sem corte com a bainha do histeroscópio. No entanto, as ade-rências densas geralmente implicam secção histeroscópica com tesoura ou laser.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como para a abordagem a céu aberto, os riscos associados ao procedimento incluem perda sanguínea e necessidade de transfusão, anexectomia não planejada e lesão de outros órgãos pélvicos, particularmente bexiga, ure-ter e intestino. Dentre as complicações espe-cificamente relacionadas com a laparoscopia estão lesão de grandes vasos, bexiga e intestino durante a instalação do trocarte (p. 1.097).
Com a histerectomia supracervical é possível que haja retenção de endométrio no segmento inferior do útero. Consequen-temente, há risco de sangramento cíclico a longo prazo. As taxas citadas nos primeiros trabalhos publicados chegaram a 24%, mas têm sido mais baixas em estudos mais recen-tes, variando entre 5 e 10% (Okaro, 2001; Sarmini, 2005; Schmidt, 2011; van der Stege, 1999). As técnicas com maior ressecção de te-cido do segmento inferior do útero e proxi-mal da endocérvice parecem reduzir o risco de sangramento a longo prazo (Schmidt, 2011; Wenger, 2006).
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passage: Apesar de sua efetividade no tratamento da endometriose, as limitações da histerectomia associada à salpingo-ooforec-tomia bilateral incluem riscos cirúrgicos, recorrência da dor e efeitos do hipoestrogenismo. Das mulheres que se submete-ram à histerectomia conjugada com a salpingo-ooforectomia bilateral para dor pélvica crônica, 10% apresentaram sintomas recorrentes e 3,7% necessitaram de cirurgia pélvica adicional. Portanto, a recomendação consensual de uma conferência realizada por um conselho formado por especialistas em gine-cologia nos Estados Unidos é que a histerectomia associada à salpingo-ooforectomia bilateral seja reservada para as mulheres com endometriose sintomática, que não tenham mais interesse em engravidar e que estejam cientes e aceitem o risco de hi-poestrogenismo prematuro, incluindo a possibilidade de haver osteoporose e redução da libido (Gambone, 2002).
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passage: Hoffman_24.indd 652 03/10/13 17:08653ou robótico (Seção 43-17, p. 1.225). Quando a histerectomia es-tiver sendo realizada em conjunto com sacrocolpopexia, deve-se considerar realizar o procedimento por via supracervical em de-trimento de histerectomia total abdominal. Com o colo uterino mantido in situ, supõe-se que haja redução no risco de erosão pós-operatória da malha no ápice vaginal. A explicação seria a não exposição da malha às bactérias vaginais que ocorreria com a abertura da vagina na histerectomia total abdominal. Além disso, o tecido conectivo firme do colo uterino permite um ponto adi-cional de fixação para a malha permanente.
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passage: Também há artigos que demonstram efetividade e taxas de morbidade baixas para excisão laparoscópica de implantes endometrióticos. Além disso, a NPS laparoscópica parece ser tão eficaz quanto a realizada com laparotomia (Nezhat, 1992; Redwine, 1991). Sempre que se considerar seguro, a adesiólise deve ser realizada via laparoscópica considerando que esse pro-cedimento leva a menor formação de aderências de novo em comparação com a laparotomia (Gutt, 2004).
Histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateralEsse procedimento é o tratamento definitivo e mais efetivo para as mulheres com endometriose que não desejem manter a função reprodutiva. As mulheres que não realizam ooforecto-mia bilateral em conjunto com histerectomia para tratamento de endometriose apresentam risco seis vezes maior de recorrên-cia de dor pélvica crônica e oito vezes maior de cirurgia adicio-nal, em comparação com as mulheres submetidas à ooforecto-mia bilateral concomitante (Namnoum, 1995). Por essa razão, não há indicação de histerectomia isolada para tratamento de dor pélvica crônica secundária à endometriose.
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passage: Distensão mecânica do útero. T em-se usado distensão mecânica da cavidade endo-metrial para evitar formação de aderências nas áreas tratadas após a cirurgia. Pode-se escolher entre DIU de cobre instalado por três meses, ou cateter com balão de Foley pediátrico 8F , usado por 10 dias. Comparando os dois mé-todos, Orhue e colaboradores (2003) observa-ram menos aderências e maior índice de gesta-ção nas pacientes tratadas com o balão. Caso o balão de Foley seja inserido, recomenda-se profilaxia antibiótica com 100 mg de doxi-ciclina por via oral 2 vezes ao dia, ou outro antibiótico adequado.
PÓS-OPERATÓRIOA recuperação de ressecção histeroscópica é rápida e normalmente sem complicações. As pacientes podem retomar a dieta e as ativida-des normais de acordo com a tolerância.
Para estimular a proliferação do endo-métrio e prevenir a formação de aderências, a administração oral de estrogênio se mostrou eficaz. Embora vários esquemas possam ser usados, prescrevemos 2 mg de estradiol, por via oral, durante 30 dias. Também se pode usar estrogênio equino conjugado (Premarim) 1,25. Após a inserção de DIU, prescrevemos suplementação oral de estrogênios por 6 a 8 semanas.
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passage: Adicionalmente, deve-se excluir infecção ou inflamação do tecido. Se forem identifica-das, o reparo deve ser adiado até sua resolução. Se uma fístula for identificada alguns dias após histerectomia, o reparo pode ser imediato, an-tes que haja reação inflamatória intensa. Entre-tanto, se o reparo cirúrgico não for realizado poucos dias após a cirurgia inicial, recomen-da-se que seja postergado por 4 a 6 semanas para reduzir a inflamação nos tecidos.
■ ConsentimentoA taxa de recorrência após reparo de fístula é significativa e as pacientes devem ser infor-madas de que a cirurgia inicial pode não ser curativa. Com o procedimento de Latzko, a vagina é moderadamente encurtada na maio-ria dos casos. Portanto, o risco de dispareunia pós-operatória deve ser incluído no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteO intestino é preparado na noite anterior à cirurgia. Assim, obtém-se descompressão do retossigmoide e reduz-se a possibilidade de contaminação fecal do campo operatório. Imediatamente antes da cirurgia, adminis-tra-se antibioticoterapia profilática intraveno-sa para reduzir o risco de infecção da ferida operatória (Tabela 39-6, p. 959). A profilaxia para trombose é administrada conforme des-crito na Tabela 39-9 (p. 960).
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passage: Apesar da possibilidade de usar estrogênio sem oposição nas mulheres pós-menopáusicas que não tenham útero, hou-ve relato de recorrência da doença com esse tratamento nas mulheres com endometriose grave tratadas inicialmente com a histerectomia e ooforectomia (Taylor, 1999). Os sintomas exi-giram repetição da cirurgia, e não houve recorrência naquelas tratadas com esquemas combinando estrogênio e progestogê-nio. Além disso, foram relatados casos de carcinoma endome-trial em mulheres com endometriose tratadas com estrogênio sem oposição após histerectomia associada à ooforectomia (Reimnitz, 1988; Soliman, 2004). O fato é raro e pode sur-gir a partir de endometriose pélvica parcialmente removida. Portanto, deve-se considerar a adição de um progestogênio ao estrogênio na terapia de reposição hormonal de mulheres com endometriose grave tratada cirurgicamente.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer cirurgia de reconstrução pélvica para correção de prolap-so, os riscos de enterocele e de recorrência de-vem ser discutidos. Os riscos de lesão ureteral e intestinal, embora baixos, devem ser incluí-dos no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteÉ possível haver celulite da cúpula vaginal e infecção urinária após a histerectomia, e as pacientes normalmente recebem antibioti-coterapia profilática com uma cefalosporina de primeira geração. As opções adequadas são encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Adicionalmente, há indicação para profilaxia contra trombose, conforme descrito na Ta-bela 39-9 (p. 962). Embora o risco de lesão intestinal seja baixo, recomenda-se preparo intestinal para evacuação do reto e para redu-zir a contaminação caso ocorra proctotomia (Tabela 39-7, p. 960).
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passage: PÓS-OPERATÓRIOA recuperação de canulação tubária histeros-cópica geralmente é rápida e sem complica-ções. As pacientes retomam dieta, atividades normais e tentativas de concepção assim que desejarem.
PÓS-OPERATÓRIOHoffman_42.indd 1177 03/10/13 17:5742-21Lise de aderências intrauterinasAs aderências intrauterinas, também chama-das de sinéquias, podem surgir após curetagem uterina (Fig. 42-21.1). Com menor frequên-cia, podem resultar de irradiação pélvica, endometrite tuberculosa ou ablação endome-trial. A presença dessas aderências, também denominada síndrome de Asherman, pode levar a hipomenorreia, amenorreia, infertili-dade ou abortamentos espontâneos (Cap. 16, p. 444).
Os objetivos do tratamento incluem re-criação cirúrgica da anatomia uterina normal e prevenção da formação de novas aderências. A cirurgia envolve transecção, e não remo-ção, histeroscópica das aderências. Assim, as aderências finas geralmente podem ser lisadas utilizando apenas pressão sem corte com a bainha do histeroscópio. No entanto, as ade-rências densas geralmente implicam secção histeroscópica com tesoura ou laser.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como para a abordagem a céu aberto, os riscos associados ao procedimento incluem perda sanguínea e necessidade de transfusão, anexectomia não planejada e lesão de outros órgãos pélvicos, particularmente bexiga, ure-ter e intestino. Dentre as complicações espe-cificamente relacionadas com a laparoscopia estão lesão de grandes vasos, bexiga e intestino durante a instalação do trocarte (p. 1.097).
Com a histerectomia supracervical é possível que haja retenção de endométrio no segmento inferior do útero. Consequen-temente, há risco de sangramento cíclico a longo prazo. As taxas citadas nos primeiros trabalhos publicados chegaram a 24%, mas têm sido mais baixas em estudos mais recen-tes, variando entre 5 e 10% (Okaro, 2001; Sarmini, 2005; Schmidt, 2011; van der Stege, 1999). As técnicas com maior ressecção de te-cido do segmento inferior do útero e proxi-mal da endocérvice parecem reduzir o risco de sangramento a longo prazo (Schmidt, 2011; Wenger, 2006).
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passage: Apesar de sua efetividade no tratamento da endometriose, as limitações da histerectomia associada à salpingo-ooforec-tomia bilateral incluem riscos cirúrgicos, recorrência da dor e efeitos do hipoestrogenismo. Das mulheres que se submete-ram à histerectomia conjugada com a salpingo-ooforectomia bilateral para dor pélvica crônica, 10% apresentaram sintomas recorrentes e 3,7% necessitaram de cirurgia pélvica adicional. Portanto, a recomendação consensual de uma conferência realizada por um conselho formado por especialistas em gine-cologia nos Estados Unidos é que a histerectomia associada à salpingo-ooforectomia bilateral seja reservada para as mulheres com endometriose sintomática, que não tenham mais interesse em engravidar e que estejam cientes e aceitem o risco de hi-poestrogenismo prematuro, incluindo a possibilidade de haver osteoporose e redução da libido (Gambone, 2002).
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passage: Hoffman_24.indd 652 03/10/13 17:08653ou robótico (Seção 43-17, p. 1.225). Quando a histerectomia es-tiver sendo realizada em conjunto com sacrocolpopexia, deve-se considerar realizar o procedimento por via supracervical em de-trimento de histerectomia total abdominal. Com o colo uterino mantido in situ, supõe-se que haja redução no risco de erosão pós-operatória da malha no ápice vaginal. A explicação seria a não exposição da malha às bactérias vaginais que ocorreria com a abertura da vagina na histerectomia total abdominal. Além disso, o tecido conectivo firme do colo uterino permite um ponto adi-cional de fixação para a malha permanente.
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passage: Também há artigos que demonstram efetividade e taxas de morbidade baixas para excisão laparoscópica de implantes endometrióticos. Além disso, a NPS laparoscópica parece ser tão eficaz quanto a realizada com laparotomia (Nezhat, 1992; Redwine, 1991). Sempre que se considerar seguro, a adesiólise deve ser realizada via laparoscópica considerando que esse pro-cedimento leva a menor formação de aderências de novo em comparação com a laparotomia (Gutt, 2004).
Histerectomia com salpingo-ooforectomia bilateralEsse procedimento é o tratamento definitivo e mais efetivo para as mulheres com endometriose que não desejem manter a função reprodutiva. As mulheres que não realizam ooforecto-mia bilateral em conjunto com histerectomia para tratamento de endometriose apresentam risco seis vezes maior de recorrên-cia de dor pélvica crônica e oito vezes maior de cirurgia adicio-nal, em comparação com as mulheres submetidas à ooforecto-mia bilateral concomitante (Namnoum, 1995). Por essa razão, não há indicação de histerectomia isolada para tratamento de dor pélvica crônica secundária à endometriose.
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passage: Distensão mecânica do útero. T em-se usado distensão mecânica da cavidade endo-metrial para evitar formação de aderências nas áreas tratadas após a cirurgia. Pode-se escolher entre DIU de cobre instalado por três meses, ou cateter com balão de Foley pediátrico 8F , usado por 10 dias. Comparando os dois mé-todos, Orhue e colaboradores (2003) observa-ram menos aderências e maior índice de gesta-ção nas pacientes tratadas com o balão. Caso o balão de Foley seja inserido, recomenda-se profilaxia antibiótica com 100 mg de doxi-ciclina por via oral 2 vezes ao dia, ou outro antibiótico adequado.
PÓS-OPERATÓRIOA recuperação de ressecção histeroscópica é rápida e normalmente sem complicações. As pacientes podem retomar a dieta e as ativida-des normais de acordo com a tolerância.
Para estimular a proliferação do endo-métrio e prevenir a formação de aderências, a administração oral de estrogênio se mostrou eficaz. Embora vários esquemas possam ser usados, prescrevemos 2 mg de estradiol, por via oral, durante 30 dias. Também se pode usar estrogênio equino conjugado (Premarim) 1,25. Após a inserção de DIU, prescrevemos suplementação oral de estrogênios por 6 a 8 semanas.
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passage: Adicionalmente, deve-se excluir infecção ou inflamação do tecido. Se forem identifica-das, o reparo deve ser adiado até sua resolução. Se uma fístula for identificada alguns dias após histerectomia, o reparo pode ser imediato, an-tes que haja reação inflamatória intensa. Entre-tanto, se o reparo cirúrgico não for realizado poucos dias após a cirurgia inicial, recomen-da-se que seja postergado por 4 a 6 semanas para reduzir a inflamação nos tecidos.
■ ConsentimentoA taxa de recorrência após reparo de fístula é significativa e as pacientes devem ser infor-madas de que a cirurgia inicial pode não ser curativa. Com o procedimento de Latzko, a vagina é moderadamente encurtada na maio-ria dos casos. Portanto, o risco de dispareunia pós-operatória deve ser incluído no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteO intestino é preparado na noite anterior à cirurgia. Assim, obtém-se descompressão do retossigmoide e reduz-se a possibilidade de contaminação fecal do campo operatório. Imediatamente antes da cirurgia, adminis-tra-se antibioticoterapia profilática intraveno-sa para reduzir o risco de infecção da ferida operatória (Tabela 39-6, p. 959). A profilaxia para trombose é administrada conforme des-crito na Tabela 39-9 (p. 960).
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passage: Apesar da possibilidade de usar estrogênio sem oposição nas mulheres pós-menopáusicas que não tenham útero, hou-ve relato de recorrência da doença com esse tratamento nas mulheres com endometriose grave tratadas inicialmente com a histerectomia e ooforectomia (Taylor, 1999). Os sintomas exi-giram repetição da cirurgia, e não houve recorrência naquelas tratadas com esquemas combinando estrogênio e progestogê-nio. Além disso, foram relatados casos de carcinoma endome-trial em mulheres com endometriose tratadas com estrogênio sem oposição após histerectomia associada à ooforectomia (Reimnitz, 1988; Soliman, 2004). O fato é raro e pode sur-gir a partir de endometriose pélvica parcialmente removida. Portanto, deve-se considerar a adição de um progestogênio ao estrogênio na terapia de reposição hormonal de mulheres com endometriose grave tratada cirurgicamente.
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passage: Contudo, ensaios randomizados não provaram diferença nas funções urinária e sexual comparando-se histerectomias ab-dominais totais e supracervicais (Gimbel, 2005a; Kuppermann, 2005; Roussis, 2004; Thakar, 2002). Ademais, Learman e cola-boradores (2003) não encontraram dife-renças estatisticamente significativas entre as duas abordagens quanto a complicações cirúrgicas e resultados clínicos após 2 anos de acompanhamento. Além disso, é possível haver sangramento crônico após histerecto-mia supracervical. Dez a 20% das mulheres continuam a se queixar de sangramento va-ginal, presumivelmente com origem em en-dométrio retido no istmo. A maioria desses casos termina em traquelectomia (Gimbel, 2005b; Okaro, 2001).Com procedimentos que incluam ablação ou esvaziamento do centro do canal endocervical é possível pre-venir essa complicação (Jenkins, 2004; Sch-midt, 2011).
Os críticos da histerectomia supracervical também observam a persistência do risco de câncer no coto conservado. Entretanto, o ris-co de câncer de colo uterino nessas pacientes é semelhante ao das mulheres não submetidas a histerectomia e o prognóstico é idêntico ao daquelas com útero mantido (Hannoun-Levi, 1997; Hellstrom, 2001; Silva, 2004).
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Olá! Entendo sua preocupação sobre o risco de desenvolver endometriose novamente após a histerectomia com anexectomia bilateral, mesmo com a preservação do colo do útero. É importante conversarmos sobre isso para esclarecer suas dúvidas.
Primeiramente, a histerectomia com anexectomia bilateral é considerada o tratamento mais definitivo para endometriose, especialmente quando há remoção completa dos focos da doença. A remoção dos ovários (anexectomia bilateral) tem um papel fundamental, pois a produção de estrogênio pelos ovários estimula o crescimento das células endometriais.
No seu caso, a preservação do colo do útero se deu devido a aderências com o reto, o que pode gerar algumas particularidades. Embora a histerectomia tenha removido o útero, principal foco da endometriose, e a anexectomia tenha interrompido a produção hormonal ovariana, existe sim um risco, ainda que menor, de recorrência.
Esse risco está associado a alguns fatores. Primeiro, pode haver pequenos focos de endometriose que não foram removidos durante a cirurgia, principalmente em áreas de difícil acesso ou aderências extensas. Segundo, mesmo com a remoção dos ovários, outras fontes de estrogênio podem estar presentes no organismo, como a conversão de outros hormônios em estrogênio em tecidos periféricos (como o tecido adiposo) ou, em raríssimos casos, produção por outras glândulas. Terceiro, a preservação do colo do útero, embora tenha suas vantagens em alguns casos, pode teoricamente representar um pequeno risco adicional se houver alguma célula endometrial residual no colo.
É importante ressaltar que, mesmo que o risco exista, ele é significativamente menor do que se você tivesse mantido o útero e/ou os ovários. A probabilidade de recorrência da dor pélvica e a necessidade de novas cirurgias é menor em pacientes que fizeram a histerectomia com anexectomia bilateral em comparação com aquelas que fizeram apenas a histerectomia.
Ainda assim, é fundamental manter o acompanhamento ginecológico regular para monitorar qualquer sintoma novo ou persistente. Caso você sinta dor pélvica, sangramento irregular (o que é menos provável, mas possível com a preservação do colo), ou qualquer outro sintoma incomum, procure seu médico para avaliação. Em alguns casos, pode ser necessário realizar exames de imagem ou outros procedimentos para investigar a causa dos sintomas.
Em resumo, apesar de a histerectomia com anexectomia bilateral ser o tratamento mais eficaz para endometriose, um pequeno risco de recorrência sempre existe, especialmente na sua situação com preservação do colo do útero devido a aderências. O acompanhamento médico regular é essencial para garantir sua saúde e bem-estar a longo prazo. Se tiver qualquer dúvida ou preocup
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Minha boca está cheia de aftas e herpes. O médico passou nistatina e uma muda oral, mas quando faço o gargarejo, arde muito. Devo suspender a nistatina?
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Não pode suspender o uso. Beba bastante líquido e consuma alimentos mais gelados e cremosos, como sorvetes. Cuide-se e continue em casa. Abraço, Dr. Rubens Cat.
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passage: . O que fazer: normalmente os problemas no fígado são acompanhados de outros sintomas como enjoo ou cansaço excessivo. Por isso, se existir suspeita de doenças hepáticas deve-se consultar um hepatologista para fazer exames de sangue e confirmar o diagnóstico, iniciando o tratamento se necessário. Entenda quais os sinais que podem indicar problemas no fígado. 8. Infecções Algumas infecções bacterianas, como amigdalite ou sinusite, podem deixar a boca com gosto amargo, devido às substâncias produzidas pelas bactérias desse tipo de infecções ou presença de pus na garganta ou seios nasais. Além disso, infecções por vírus, como gripes ou resfriados, também podem deixar a boca com gosto amargo ou desagradável. O que fazer: gargarejos com água morna e sal são excelentes para ajudar a remover o pus da garganta, nos casos de infecções bacterianas. Além disso, a lavagem nasal com soro fisiológico ajuda a fluidificar as secreções nasais, favorecendo sua retirada, sendo uma ótima opção contra sinusite, gripes e resfriados. Em todos os casos, é importante consultar o obstetra, que pode indicar uso de remédios antibióticos para combater a infecção bacteriana, de acordo com o tipo de infecção. Veja outras causas de boca amarga.
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passage: . O que fazer: normalmente os problemas no fígado são acompanhados de outros sintomas como enjoo ou cansaço excessivo. Por isso, se existir suspeita de doenças hepáticas deve-se consultar um hepatologista para fazer exames de sangue e confirmar o diagnóstico, iniciando o tratamento se necessário. Entenda quais os sinais que podem indicar problemas no fígado. 8. Infecções Algumas infecções bacterianas, como amigdalite ou sinusite, podem deixar a boca com gosto amargo, devido às substâncias produzidas pelas bactérias desse tipo de infecções ou presença de pus na garganta ou seios nasais. Além disso, infecções por vírus, como gripes ou resfriados, também podem deixar a boca com gosto amargo ou desagradável. O que fazer: gargarejos com água morna e sal são excelentes para ajudar a remover o pus da garganta, nos casos de infecções bacterianas. Além disso, a lavagem nasal com soro fisiológico ajuda a fluidificar as secreções nasais, favorecendo sua retirada, sendo uma ótima opção contra sinusite, gripes e resfriados. Em todos os casos, é importante consultar o obstetra, que pode indicar uso de remédios antibióticos para combater a infecção bacteriana, de acordo com o tipo de infecção. Veja outras causas de boca amarga.
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passage: 10. Mena G, García-Basteiro AL, Bayas JM. Hepatitis B and A vaccination in HIV-infected adults: A review. Hum Vaccin Immunother. 2015;11(11):2582-98.
11. Pilleggi GS,Mota LMHD,Kakehasi,et al.Brazilian recommendations on the safety and effectiveness of the yellow fever vaccination in patients with chronic immune-mediated inflammatory diseases.Avances in Rheumatology.2019;59:1712. Calendário de Vacinação SBIm pacientes especiais 2019-2020: Uso de drogas que podem causar imunocomprometimento e intervalo entre descontinuidade do tratamento e aplicação de vacinas atenuadas. [citado 2019 Ago 30]. Disponível em: https://sbim.org.br/calendarios-de-vacinacaoVacinação ocupacionalOccupatiOnal immunizatiOnaristóteles Maurício Garcia Ramos1isabella Ballalai2Júlio césar Teixeira3cecília Maria Roteli-Martins41. Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, Vitória, ES, Brasil. 2. Sociedade Brasileira de Imunizações, São Paulo, SP , Brasil. 3. Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. 4. Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, São Paulo, SP , Brasil.
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passage: . O que fazer: normalmente os problemas no fígado são acompanhados de outros sintomas como enjoo ou cansaço excessivo. Por isso, se existir suspeita de doenças hepáticas deve-se consultar um hepatologista para fazer exames de sangue e confirmar o diagnóstico, iniciando o tratamento se necessário. Entenda quais os sinais que podem indicar problemas no fígado. 8. Infecções Algumas infecções bacterianas, como amigdalite ou sinusite, podem deixar a boca com gosto amargo, devido às substâncias produzidas pelas bactérias desse tipo de infecções ou presença de pus na garganta ou seios nasais. Além disso, infecções por vírus, como gripes ou resfriados, também podem deixar a boca com gosto amargo ou desagradável. O que fazer: gargarejos com água morna e sal são excelentes para ajudar a remover o pus da garganta, nos casos de infecções bacterianas. Além disso, a lavagem nasal com soro fisiológico ajuda a fluidificar as secreções nasais, favorecendo sua retirada, sendo uma ótima opção contra sinusite, gripes e resfriados. Em todos os casos, é importante consultar o obstetra, que pode indicar uso de remédios antibióticos para combater a infecção bacteriana, de acordo com o tipo de infecção. Veja outras causas de boca amarga.
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passage: 10. Mena G, García-Basteiro AL, Bayas JM. Hepatitis B and A vaccination in HIV-infected adults: A review. Hum Vaccin Immunother. 2015;11(11):2582-98.
11. Pilleggi GS,Mota LMHD,Kakehasi,et al.Brazilian recommendations on the safety and effectiveness of the yellow fever vaccination in patients with chronic immune-mediated inflammatory diseases.Avances in Rheumatology.2019;59:1712. Calendário de Vacinação SBIm pacientes especiais 2019-2020: Uso de drogas que podem causar imunocomprometimento e intervalo entre descontinuidade do tratamento e aplicação de vacinas atenuadas. [citado 2019 Ago 30]. Disponível em: https://sbim.org.br/calendarios-de-vacinacaoVacinação ocupacionalOccupatiOnal immunizatiOnaristóteles Maurício Garcia Ramos1isabella Ballalai2Júlio césar Teixeira3cecília Maria Roteli-Martins41. Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, Vitória, ES, Brasil. 2. Sociedade Brasileira de Imunizações, São Paulo, SP , Brasil. 3. Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. 4. Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, São Paulo, SP , Brasil.
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: . O que fazer: normalmente os problemas no fígado são acompanhados de outros sintomas como enjoo ou cansaço excessivo. Por isso, se existir suspeita de doenças hepáticas deve-se consultar um hepatologista para fazer exames de sangue e confirmar o diagnóstico, iniciando o tratamento se necessário. Entenda quais os sinais que podem indicar problemas no fígado. 8. Infecções Algumas infecções bacterianas, como amigdalite ou sinusite, podem deixar a boca com gosto amargo, devido às substâncias produzidas pelas bactérias desse tipo de infecções ou presença de pus na garganta ou seios nasais. Além disso, infecções por vírus, como gripes ou resfriados, também podem deixar a boca com gosto amargo ou desagradável. O que fazer: gargarejos com água morna e sal são excelentes para ajudar a remover o pus da garganta, nos casos de infecções bacterianas. Além disso, a lavagem nasal com soro fisiológico ajuda a fluidificar as secreções nasais, favorecendo sua retirada, sendo uma ótima opção contra sinusite, gripes e resfriados. Em todos os casos, é importante consultar o obstetra, que pode indicar uso de remédios antibióticos para combater a infecção bacteriana, de acordo com o tipo de infecção. Veja outras causas de boca amarga.
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passage: 10. Mena G, García-Basteiro AL, Bayas JM. Hepatitis B and A vaccination in HIV-infected adults: A review. Hum Vaccin Immunother. 2015;11(11):2582-98.
11. Pilleggi GS,Mota LMHD,Kakehasi,et al.Brazilian recommendations on the safety and effectiveness of the yellow fever vaccination in patients with chronic immune-mediated inflammatory diseases.Avances in Rheumatology.2019;59:1712. Calendário de Vacinação SBIm pacientes especiais 2019-2020: Uso de drogas que podem causar imunocomprometimento e intervalo entre descontinuidade do tratamento e aplicação de vacinas atenuadas. [citado 2019 Ago 30]. Disponível em: https://sbim.org.br/calendarios-de-vacinacaoVacinação ocupacionalOccupatiOnal immunizatiOnaristóteles Maurício Garcia Ramos1isabella Ballalai2Júlio césar Teixeira3cecília Maria Roteli-Martins41. Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, Vitória, ES, Brasil. 2. Sociedade Brasileira de Imunizações, São Paulo, SP , Brasil. 3. Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. 4. Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, São Paulo, SP , Brasil.
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: . O que fazer: normalmente os problemas no fígado são acompanhados de outros sintomas como enjoo ou cansaço excessivo. Por isso, se existir suspeita de doenças hepáticas deve-se consultar um hepatologista para fazer exames de sangue e confirmar o diagnóstico, iniciando o tratamento se necessário. Entenda quais os sinais que podem indicar problemas no fígado. 8. Infecções Algumas infecções bacterianas, como amigdalite ou sinusite, podem deixar a boca com gosto amargo, devido às substâncias produzidas pelas bactérias desse tipo de infecções ou presença de pus na garganta ou seios nasais. Além disso, infecções por vírus, como gripes ou resfriados, também podem deixar a boca com gosto amargo ou desagradável. O que fazer: gargarejos com água morna e sal são excelentes para ajudar a remover o pus da garganta, nos casos de infecções bacterianas. Além disso, a lavagem nasal com soro fisiológico ajuda a fluidificar as secreções nasais, favorecendo sua retirada, sendo uma ótima opção contra sinusite, gripes e resfriados. Em todos os casos, é importante consultar o obstetra, que pode indicar uso de remédios antibióticos para combater a infecção bacteriana, de acordo com o tipo de infecção. Veja outras causas de boca amarga.
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passage: 10. Mena G, García-Basteiro AL, Bayas JM. Hepatitis B and A vaccination in HIV-infected adults: A review. Hum Vaccin Immunother. 2015;11(11):2582-98.
11. Pilleggi GS,Mota LMHD,Kakehasi,et al.Brazilian recommendations on the safety and effectiveness of the yellow fever vaccination in patients with chronic immune-mediated inflammatory diseases.Avances in Rheumatology.2019;59:1712. Calendário de Vacinação SBIm pacientes especiais 2019-2020: Uso de drogas que podem causar imunocomprometimento e intervalo entre descontinuidade do tratamento e aplicação de vacinas atenuadas. [citado 2019 Ago 30]. Disponível em: https://sbim.org.br/calendarios-de-vacinacaoVacinação ocupacionalOccupatiOnal immunizatiOnaristóteles Maurício Garcia Ramos1isabella Ballalai2Júlio césar Teixeira3cecília Maria Roteli-Martins41. Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, Vitória, ES, Brasil. 2. Sociedade Brasileira de Imunizações, São Paulo, SP , Brasil. 3. Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. 4. Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, São Paulo, SP , Brasil.
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: GRIPE OU RESFRIADODevem-se adotar cuidados de higiene com as mãos, além do uso de máscara reco -brindo o nariz e boca da nutriz para evitar-se a propagação de fômites.(1)DENGUEExceto nos casos em que a condição materna não permitir, não existe contraindica-ção para o AM.
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passage: . O que fazer: normalmente os problemas no fígado são acompanhados de outros sintomas como enjoo ou cansaço excessivo. Por isso, se existir suspeita de doenças hepáticas deve-se consultar um hepatologista para fazer exames de sangue e confirmar o diagnóstico, iniciando o tratamento se necessário. Entenda quais os sinais que podem indicar problemas no fígado. 8. Infecções Algumas infecções bacterianas, como amigdalite ou sinusite, podem deixar a boca com gosto amargo, devido às substâncias produzidas pelas bactérias desse tipo de infecções ou presença de pus na garganta ou seios nasais. Além disso, infecções por vírus, como gripes ou resfriados, também podem deixar a boca com gosto amargo ou desagradável. O que fazer: gargarejos com água morna e sal são excelentes para ajudar a remover o pus da garganta, nos casos de infecções bacterianas. Além disso, a lavagem nasal com soro fisiológico ajuda a fluidificar as secreções nasais, favorecendo sua retirada, sendo uma ótima opção contra sinusite, gripes e resfriados. Em todos os casos, é importante consultar o obstetra, que pode indicar uso de remédios antibióticos para combater a infecção bacteriana, de acordo com o tipo de infecção. Veja outras causas de boca amarga.
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passage: 10. Mena G, García-Basteiro AL, Bayas JM. Hepatitis B and A vaccination in HIV-infected adults: A review. Hum Vaccin Immunother. 2015;11(11):2582-98.
11. Pilleggi GS,Mota LMHD,Kakehasi,et al.Brazilian recommendations on the safety and effectiveness of the yellow fever vaccination in patients with chronic immune-mediated inflammatory diseases.Avances in Rheumatology.2019;59:1712. Calendário de Vacinação SBIm pacientes especiais 2019-2020: Uso de drogas que podem causar imunocomprometimento e intervalo entre descontinuidade do tratamento e aplicação de vacinas atenuadas. [citado 2019 Ago 30]. Disponível em: https://sbim.org.br/calendarios-de-vacinacaoVacinação ocupacionalOccupatiOnal immunizatiOnaristóteles Maurício Garcia Ramos1isabella Ballalai2Júlio césar Teixeira3cecília Maria Roteli-Martins41. Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, Vitória, ES, Brasil. 2. Sociedade Brasileira de Imunizações, São Paulo, SP , Brasil. 3. Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. 4. Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, São Paulo, SP , Brasil.
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: GRIPE OU RESFRIADODevem-se adotar cuidados de higiene com as mãos, além do uso de máscara reco -brindo o nariz e boca da nutriz para evitar-se a propagação de fômites.(1)DENGUEExceto nos casos em que a condição materna não permitir, não existe contraindica-ção para o AM.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . O que fazer: normalmente os problemas no fígado são acompanhados de outros sintomas como enjoo ou cansaço excessivo. Por isso, se existir suspeita de doenças hepáticas deve-se consultar um hepatologista para fazer exames de sangue e confirmar o diagnóstico, iniciando o tratamento se necessário. Entenda quais os sinais que podem indicar problemas no fígado. 8. Infecções Algumas infecções bacterianas, como amigdalite ou sinusite, podem deixar a boca com gosto amargo, devido às substâncias produzidas pelas bactérias desse tipo de infecções ou presença de pus na garganta ou seios nasais. Além disso, infecções por vírus, como gripes ou resfriados, também podem deixar a boca com gosto amargo ou desagradável. O que fazer: gargarejos com água morna e sal são excelentes para ajudar a remover o pus da garganta, nos casos de infecções bacterianas. Além disso, a lavagem nasal com soro fisiológico ajuda a fluidificar as secreções nasais, favorecendo sua retirada, sendo uma ótima opção contra sinusite, gripes e resfriados. Em todos os casos, é importante consultar o obstetra, que pode indicar uso de remédios antibióticos para combater a infecção bacteriana, de acordo com o tipo de infecção. Veja outras causas de boca amarga.
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passage: 10. Mena G, García-Basteiro AL, Bayas JM. Hepatitis B and A vaccination in HIV-infected adults: A review. Hum Vaccin Immunother. 2015;11(11):2582-98.
11. Pilleggi GS,Mota LMHD,Kakehasi,et al.Brazilian recommendations on the safety and effectiveness of the yellow fever vaccination in patients with chronic immune-mediated inflammatory diseases.Avances in Rheumatology.2019;59:1712. Calendário de Vacinação SBIm pacientes especiais 2019-2020: Uso de drogas que podem causar imunocomprometimento e intervalo entre descontinuidade do tratamento e aplicação de vacinas atenuadas. [citado 2019 Ago 30]. Disponível em: https://sbim.org.br/calendarios-de-vacinacaoVacinação ocupacionalOccupatiOnal immunizatiOnaristóteles Maurício Garcia Ramos1isabella Ballalai2Júlio césar Teixeira3cecília Maria Roteli-Martins41. Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, Vitória, ES, Brasil. 2. Sociedade Brasileira de Imunizações, São Paulo, SP , Brasil. 3. Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. 4. Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, São Paulo, SP , Brasil.
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: GRIPE OU RESFRIADODevem-se adotar cuidados de higiene com as mãos, além do uso de máscara reco -brindo o nariz e boca da nutriz para evitar-se a propagação de fômites.(1)DENGUEExceto nos casos em que a condição materna não permitir, não existe contraindica-ção para o AM.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Nas pacientes com sintomas mais intensos, para os quais as medidas comportamentais não foram suficientes,o uso de medicamentos deve ser cauteloso e o risco-benefício, discutido.
Tabela 57.1 Medicamentos em geral empregados no tratamento da DRGE.
MedicamentoDose usualProcinéticos Metoclopramida10 mg 6/6 hBromoprida10 mg 8/8 hDomperidona10 mg 8/8 hAntagonistas H2 Cimetidina200 a 800 mg/diaRanitidina150 a 600 mg/diaFamotidina20 a 40 mg/diaNizatidina300 a 600 mg/diaInibidores da bomba de prótons Omeprazol40 mg/diaRabeprazol20 mg/diaPantoprazol40 mg/diaEsomeprazol40 mg/diaTabela 57.2 Alimentos e medicamentos que devem ser evitados na DRGE.
Alimentos/bebidasMedicamentosReduzem a pressão basaldo EEIGordura, chocolate, alho/cebola, carminativos (menta,hortelã, pimenta), álcool, fumoProgesterona, teofilina, anticolinérgicos, diazepam,meperidina, nitratos, bloqueadores dos canais de cálcioIrritam a mucosaFrutas cítricas, tomate, alimentos condimentados, café, colas,chá, cervejaÁcido acetilsalicílico, anti-inflamatórios não hormonais,tetraciclina, quinidina, potássio, ferro, alendronato,zidovudinaA organogênese fetal geralmente ocorre nas 10 primeiras semanas de gestação, período em que o uso demedicamentos não urgentes deve ser evitado.
▶ Antiácidos.
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passage: . O que fazer: normalmente os problemas no fígado são acompanhados de outros sintomas como enjoo ou cansaço excessivo. Por isso, se existir suspeita de doenças hepáticas deve-se consultar um hepatologista para fazer exames de sangue e confirmar o diagnóstico, iniciando o tratamento se necessário. Entenda quais os sinais que podem indicar problemas no fígado. 8. Infecções Algumas infecções bacterianas, como amigdalite ou sinusite, podem deixar a boca com gosto amargo, devido às substâncias produzidas pelas bactérias desse tipo de infecções ou presença de pus na garganta ou seios nasais. Além disso, infecções por vírus, como gripes ou resfriados, também podem deixar a boca com gosto amargo ou desagradável. O que fazer: gargarejos com água morna e sal são excelentes para ajudar a remover o pus da garganta, nos casos de infecções bacterianas. Além disso, a lavagem nasal com soro fisiológico ajuda a fluidificar as secreções nasais, favorecendo sua retirada, sendo uma ótima opção contra sinusite, gripes e resfriados. Em todos os casos, é importante consultar o obstetra, que pode indicar uso de remédios antibióticos para combater a infecção bacteriana, de acordo com o tipo de infecção. Veja outras causas de boca amarga.
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passage: 10. Mena G, García-Basteiro AL, Bayas JM. Hepatitis B and A vaccination in HIV-infected adults: A review. Hum Vaccin Immunother. 2015;11(11):2582-98.
11. Pilleggi GS,Mota LMHD,Kakehasi,et al.Brazilian recommendations on the safety and effectiveness of the yellow fever vaccination in patients with chronic immune-mediated inflammatory diseases.Avances in Rheumatology.2019;59:1712. Calendário de Vacinação SBIm pacientes especiais 2019-2020: Uso de drogas que podem causar imunocomprometimento e intervalo entre descontinuidade do tratamento e aplicação de vacinas atenuadas. [citado 2019 Ago 30]. Disponível em: https://sbim.org.br/calendarios-de-vacinacaoVacinação ocupacionalOccupatiOnal immunizatiOnaristóteles Maurício Garcia Ramos1isabella Ballalai2Júlio césar Teixeira3cecília Maria Roteli-Martins41. Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, Vitória, ES, Brasil. 2. Sociedade Brasileira de Imunizações, São Paulo, SP , Brasil. 3. Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. 4. Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, São Paulo, SP , Brasil.
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: GRIPE OU RESFRIADODevem-se adotar cuidados de higiene com as mãos, além do uso de máscara reco -brindo o nariz e boca da nutriz para evitar-se a propagação de fômites.(1)DENGUEExceto nos casos em que a condição materna não permitir, não existe contraindica-ção para o AM.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Nas pacientes com sintomas mais intensos, para os quais as medidas comportamentais não foram suficientes,o uso de medicamentos deve ser cauteloso e o risco-benefício, discutido.
Tabela 57.1 Medicamentos em geral empregados no tratamento da DRGE.
MedicamentoDose usualProcinéticos Metoclopramida10 mg 6/6 hBromoprida10 mg 8/8 hDomperidona10 mg 8/8 hAntagonistas H2 Cimetidina200 a 800 mg/diaRanitidina150 a 600 mg/diaFamotidina20 a 40 mg/diaNizatidina300 a 600 mg/diaInibidores da bomba de prótons Omeprazol40 mg/diaRabeprazol20 mg/diaPantoprazol40 mg/diaEsomeprazol40 mg/diaTabela 57.2 Alimentos e medicamentos que devem ser evitados na DRGE.
Alimentos/bebidasMedicamentosReduzem a pressão basaldo EEIGordura, chocolate, alho/cebola, carminativos (menta,hortelã, pimenta), álcool, fumoProgesterona, teofilina, anticolinérgicos, diazepam,meperidina, nitratos, bloqueadores dos canais de cálcioIrritam a mucosaFrutas cítricas, tomate, alimentos condimentados, café, colas,chá, cervejaÁcido acetilsalicílico, anti-inflamatórios não hormonais,tetraciclina, quinidina, potássio, ferro, alendronato,zidovudinaA organogênese fetal geralmente ocorre nas 10 primeiras semanas de gestação, período em que o uso demedicamentos não urgentes deve ser evitado.
▶ Antiácidos.
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passage: Este medicamento não deve ser utilizado em caso de hipersensibilidade à liraglutida ou qualquer um de seus excipientes. No uso simultâneo de liraglutida com varfarina e outros derivados cumarínicos é recomendado um monitoramento mais frequente da INR.
Disk Novo Nordisk: 0800 14 44 88www.novonordisk.com.br®Marca Registrada Novo Nordisk A/S.
©2019 Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda.
BR19SX00005. Novembro/2019.
Material destinado exclusivamente a profissionais de saúde habilitados a prescrever e/ou dispensar medicamentos.
A maioria dos distúrbios GI foi leve a moderada e transitória.24Para estes casos, é recomendável ajustar o esquema de escalonamento de dose.
Em caso de náuseas, você pode aconselhar aos seus pacientes:29• Comer porções menores nas refeições;• Manter-se bem hidratado ao longo do dia e beber água gelada quando a náusea aparecer;• Conversar com seu médico para uma possível troca de horário de aplicação da medicação.24• Frituras e alimentos muito gordurosos ou apimentados, que retardam ainda mais o esvaziamento gástrico e, por isso, aumentam as náuseas;• A ingestão de grande quantidade de alimentos fibrosos em uma única refeição. Distribua-os ao longo do dia;• Diminua a quantidade de álcool e cigarro durante o tratamento.
TENTE:EVITE:### PATROCINADOR
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passage: . O que fazer: normalmente os problemas no fígado são acompanhados de outros sintomas como enjoo ou cansaço excessivo. Por isso, se existir suspeita de doenças hepáticas deve-se consultar um hepatologista para fazer exames de sangue e confirmar o diagnóstico, iniciando o tratamento se necessário. Entenda quais os sinais que podem indicar problemas no fígado. 8. Infecções Algumas infecções bacterianas, como amigdalite ou sinusite, podem deixar a boca com gosto amargo, devido às substâncias produzidas pelas bactérias desse tipo de infecções ou presença de pus na garganta ou seios nasais. Além disso, infecções por vírus, como gripes ou resfriados, também podem deixar a boca com gosto amargo ou desagradável. O que fazer: gargarejos com água morna e sal são excelentes para ajudar a remover o pus da garganta, nos casos de infecções bacterianas. Além disso, a lavagem nasal com soro fisiológico ajuda a fluidificar as secreções nasais, favorecendo sua retirada, sendo uma ótima opção contra sinusite, gripes e resfriados. Em todos os casos, é importante consultar o obstetra, que pode indicar uso de remédios antibióticos para combater a infecção bacteriana, de acordo com o tipo de infecção. Veja outras causas de boca amarga.
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passage: 10. Mena G, García-Basteiro AL, Bayas JM. Hepatitis B and A vaccination in HIV-infected adults: A review. Hum Vaccin Immunother. 2015;11(11):2582-98.
11. Pilleggi GS,Mota LMHD,Kakehasi,et al.Brazilian recommendations on the safety and effectiveness of the yellow fever vaccination in patients with chronic immune-mediated inflammatory diseases.Avances in Rheumatology.2019;59:1712. Calendário de Vacinação SBIm pacientes especiais 2019-2020: Uso de drogas que podem causar imunocomprometimento e intervalo entre descontinuidade do tratamento e aplicação de vacinas atenuadas. [citado 2019 Ago 30]. Disponível em: https://sbim.org.br/calendarios-de-vacinacaoVacinação ocupacionalOccupatiOnal immunizatiOnaristóteles Maurício Garcia Ramos1isabella Ballalai2Júlio césar Teixeira3cecília Maria Roteli-Martins41. Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, Vitória, ES, Brasil. 2. Sociedade Brasileira de Imunizações, São Paulo, SP , Brasil. 3. Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. 4. Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, São Paulo, SP , Brasil.
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: GRIPE OU RESFRIADODevem-se adotar cuidados de higiene com as mãos, além do uso de máscara reco -brindo o nariz e boca da nutriz para evitar-se a propagação de fômites.(1)DENGUEExceto nos casos em que a condição materna não permitir, não existe contraindica-ção para o AM.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Nas pacientes com sintomas mais intensos, para os quais as medidas comportamentais não foram suficientes,o uso de medicamentos deve ser cauteloso e o risco-benefício, discutido.
Tabela 57.1 Medicamentos em geral empregados no tratamento da DRGE.
MedicamentoDose usualProcinéticos Metoclopramida10 mg 6/6 hBromoprida10 mg 8/8 hDomperidona10 mg 8/8 hAntagonistas H2 Cimetidina200 a 800 mg/diaRanitidina150 a 600 mg/diaFamotidina20 a 40 mg/diaNizatidina300 a 600 mg/diaInibidores da bomba de prótons Omeprazol40 mg/diaRabeprazol20 mg/diaPantoprazol40 mg/diaEsomeprazol40 mg/diaTabela 57.2 Alimentos e medicamentos que devem ser evitados na DRGE.
Alimentos/bebidasMedicamentosReduzem a pressão basaldo EEIGordura, chocolate, alho/cebola, carminativos (menta,hortelã, pimenta), álcool, fumoProgesterona, teofilina, anticolinérgicos, diazepam,meperidina, nitratos, bloqueadores dos canais de cálcioIrritam a mucosaFrutas cítricas, tomate, alimentos condimentados, café, colas,chá, cervejaÁcido acetilsalicílico, anti-inflamatórios não hormonais,tetraciclina, quinidina, potássio, ferro, alendronato,zidovudinaA organogênese fetal geralmente ocorre nas 10 primeiras semanas de gestação, período em que o uso demedicamentos não urgentes deve ser evitado.
▶ Antiácidos.
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passage: Este medicamento não deve ser utilizado em caso de hipersensibilidade à liraglutida ou qualquer um de seus excipientes. No uso simultâneo de liraglutida com varfarina e outros derivados cumarínicos é recomendado um monitoramento mais frequente da INR.
Disk Novo Nordisk: 0800 14 44 88www.novonordisk.com.br®Marca Registrada Novo Nordisk A/S.
©2019 Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda.
BR19SX00005. Novembro/2019.
Material destinado exclusivamente a profissionais de saúde habilitados a prescrever e/ou dispensar medicamentos.
A maioria dos distúrbios GI foi leve a moderada e transitória.24Para estes casos, é recomendável ajustar o esquema de escalonamento de dose.
Em caso de náuseas, você pode aconselhar aos seus pacientes:29• Comer porções menores nas refeições;• Manter-se bem hidratado ao longo do dia e beber água gelada quando a náusea aparecer;• Conversar com seu médico para uma possível troca de horário de aplicação da medicação.24• Frituras e alimentos muito gordurosos ou apimentados, que retardam ainda mais o esvaziamento gástrico e, por isso, aumentam as náuseas;• A ingestão de grande quantidade de alimentos fibrosos em uma única refeição. Distribua-os ao longo do dia;• Diminua a quantidade de álcool e cigarro durante o tratamento.
TENTE:EVITE:### PATROCINADOR
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passage: Diagnóstico diferencialHerpes simples, cancro mole, cancro misto de Rollet (cancro duro + cancro mole), donovanose,farmacodermias, viroses exantemáticas, fissuras e ulcerações traumáticas.
ObservaçõesA gestante deve efetuar pelo menos dois testes sorológicos, um na primeira visita e outro na 34 a a 36asemana. Na ocorrência de lesões genitais, investigar rapidamenteNão há indicação de solicitação de sorologia imediatamente após o tratamentoNos casos de hipersensibilidade à penicilina, a dessensibilização só deve ser feita em ambiente seguro e comprofissionais experientesA sorologia pode permanecer reatora em títulos baixos (1:4) por toda a vida, mesmo após tratamento correto•••••■(cicatriz imunológica)Falhas terapêuticas podem ocorrer em qualquer esquema terapêutico, embora não exista relato de resistênciatreponêmica à penicilinaA reação de Jarish-Herxheimer pode ocorrer após a primeira dose de qualquer treponemicida. Expressa-secomo exacerbação das lesões cutâneas, febre, cefaleia e artralgias. Ocorre mais na fase exantemática; cedecom analgésico/antitérmico. Há quem indique 12 mg de betametasona intramuscular (IM) e ácidoacetilsalicílico 500 mg VO, antes da primeira dose de antibiótico.
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passage: . O que fazer: normalmente os problemas no fígado são acompanhados de outros sintomas como enjoo ou cansaço excessivo. Por isso, se existir suspeita de doenças hepáticas deve-se consultar um hepatologista para fazer exames de sangue e confirmar o diagnóstico, iniciando o tratamento se necessário. Entenda quais os sinais que podem indicar problemas no fígado. 8. Infecções Algumas infecções bacterianas, como amigdalite ou sinusite, podem deixar a boca com gosto amargo, devido às substâncias produzidas pelas bactérias desse tipo de infecções ou presença de pus na garganta ou seios nasais. Além disso, infecções por vírus, como gripes ou resfriados, também podem deixar a boca com gosto amargo ou desagradável. O que fazer: gargarejos com água morna e sal são excelentes para ajudar a remover o pus da garganta, nos casos de infecções bacterianas. Além disso, a lavagem nasal com soro fisiológico ajuda a fluidificar as secreções nasais, favorecendo sua retirada, sendo uma ótima opção contra sinusite, gripes e resfriados. Em todos os casos, é importante consultar o obstetra, que pode indicar uso de remédios antibióticos para combater a infecção bacteriana, de acordo com o tipo de infecção. Veja outras causas de boca amarga.
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passage: 10. Mena G, García-Basteiro AL, Bayas JM. Hepatitis B and A vaccination in HIV-infected adults: A review. Hum Vaccin Immunother. 2015;11(11):2582-98.
11. Pilleggi GS,Mota LMHD,Kakehasi,et al.Brazilian recommendations on the safety and effectiveness of the yellow fever vaccination in patients with chronic immune-mediated inflammatory diseases.Avances in Rheumatology.2019;59:1712. Calendário de Vacinação SBIm pacientes especiais 2019-2020: Uso de drogas que podem causar imunocomprometimento e intervalo entre descontinuidade do tratamento e aplicação de vacinas atenuadas. [citado 2019 Ago 30]. Disponível em: https://sbim.org.br/calendarios-de-vacinacaoVacinação ocupacionalOccupatiOnal immunizatiOnaristóteles Maurício Garcia Ramos1isabella Ballalai2Júlio césar Teixeira3cecília Maria Roteli-Martins41. Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória, Vitória, ES, Brasil. 2. Sociedade Brasileira de Imunizações, São Paulo, SP , Brasil. 3. Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. 4. Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, São Paulo, SP , Brasil.
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passage: Para finalizar, a decisão de iniciar ou de suspender TH é estritamente pessoal, a ser tomada pela paciente, com orienta-ção médica. Para a suspensão do TH, não está esclarecido se a melhor forma é abrupta ou com redução progressiva da dose. Espera-se algum grau de recorrência de sintomas vasomotores.
Hoffman_22.indd 585 03/10/13 17:07apostilasmedicina@hotmail.comSINTOMAS DA MENOPAUSAOs sintomas iniciais mais comuns da menopausa são aqueles causados por instabilidade vasomotora incluindo fogachos, in-sônia, irritabilidade e transtornos do humor. Além dos sinto-mas, é possível haver alterações físicas como atrofia vaginal, in-continência urinária de esforço e atrofia de pele. Há riscos em longo prazo para a saúde atribuídos às alterações hormonais da menopausa associadas ao envelhecimento natural. São eles, osteoporose, DCV e, em alguns estudos, doença de Alzheimer, degeneração macular e AVE.
■ Tratamento de sintomas vasomotoresOs sintomas vasomotores, conhecidos como fogachos ou on-das de calor, são as queixas mais frequentes da transição meno-páusica (Capítulo 21, p. 560). Após a menopausa, os fogachos permanecem e ocorrem em 50 a 85% das mulheres pós-me-nopáusicas. Aproximadamente 25% das mulheres sentem des-conforto significativo. Os distúrbios do sono podem levar a estados letárgicos e depressivos.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: GRIPE OU RESFRIADODevem-se adotar cuidados de higiene com as mãos, além do uso de máscara reco -brindo o nariz e boca da nutriz para evitar-se a propagação de fômites.(1)DENGUEExceto nos casos em que a condição materna não permitir, não existe contraindica-ção para o AM.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Nas pacientes com sintomas mais intensos, para os quais as medidas comportamentais não foram suficientes,o uso de medicamentos deve ser cauteloso e o risco-benefício, discutido.
Tabela 57.1 Medicamentos em geral empregados no tratamento da DRGE.
MedicamentoDose usualProcinéticos Metoclopramida10 mg 6/6 hBromoprida10 mg 8/8 hDomperidona10 mg 8/8 hAntagonistas H2 Cimetidina200 a 800 mg/diaRanitidina150 a 600 mg/diaFamotidina20 a 40 mg/diaNizatidina300 a 600 mg/diaInibidores da bomba de prótons Omeprazol40 mg/diaRabeprazol20 mg/diaPantoprazol40 mg/diaEsomeprazol40 mg/diaTabela 57.2 Alimentos e medicamentos que devem ser evitados na DRGE.
Alimentos/bebidasMedicamentosReduzem a pressão basaldo EEIGordura, chocolate, alho/cebola, carminativos (menta,hortelã, pimenta), álcool, fumoProgesterona, teofilina, anticolinérgicos, diazepam,meperidina, nitratos, bloqueadores dos canais de cálcioIrritam a mucosaFrutas cítricas, tomate, alimentos condimentados, café, colas,chá, cervejaÁcido acetilsalicílico, anti-inflamatórios não hormonais,tetraciclina, quinidina, potássio, ferro, alendronato,zidovudinaA organogênese fetal geralmente ocorre nas 10 primeiras semanas de gestação, período em que o uso demedicamentos não urgentes deve ser evitado.
▶ Antiácidos.
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passage: Este medicamento não deve ser utilizado em caso de hipersensibilidade à liraglutida ou qualquer um de seus excipientes. No uso simultâneo de liraglutida com varfarina e outros derivados cumarínicos é recomendado um monitoramento mais frequente da INR.
Disk Novo Nordisk: 0800 14 44 88www.novonordisk.com.br®Marca Registrada Novo Nordisk A/S.
©2019 Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda.
BR19SX00005. Novembro/2019.
Material destinado exclusivamente a profissionais de saúde habilitados a prescrever e/ou dispensar medicamentos.
A maioria dos distúrbios GI foi leve a moderada e transitória.24Para estes casos, é recomendável ajustar o esquema de escalonamento de dose.
Em caso de náuseas, você pode aconselhar aos seus pacientes:29• Comer porções menores nas refeições;• Manter-se bem hidratado ao longo do dia e beber água gelada quando a náusea aparecer;• Conversar com seu médico para uma possível troca de horário de aplicação da medicação.24• Frituras e alimentos muito gordurosos ou apimentados, que retardam ainda mais o esvaziamento gástrico e, por isso, aumentam as náuseas;• A ingestão de grande quantidade de alimentos fibrosos em uma única refeição. Distribua-os ao longo do dia;• Diminua a quantidade de álcool e cigarro durante o tratamento.
TENTE:EVITE:### PATROCINADOR
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passage: Diagnóstico diferencialHerpes simples, cancro mole, cancro misto de Rollet (cancro duro + cancro mole), donovanose,farmacodermias, viroses exantemáticas, fissuras e ulcerações traumáticas.
ObservaçõesA gestante deve efetuar pelo menos dois testes sorológicos, um na primeira visita e outro na 34 a a 36asemana. Na ocorrência de lesões genitais, investigar rapidamenteNão há indicação de solicitação de sorologia imediatamente após o tratamentoNos casos de hipersensibilidade à penicilina, a dessensibilização só deve ser feita em ambiente seguro e comprofissionais experientesA sorologia pode permanecer reatora em títulos baixos (1:4) por toda a vida, mesmo após tratamento correto•••••■(cicatriz imunológica)Falhas terapêuticas podem ocorrer em qualquer esquema terapêutico, embora não exista relato de resistênciatreponêmica à penicilinaA reação de Jarish-Herxheimer pode ocorrer após a primeira dose de qualquer treponemicida. Expressa-secomo exacerbação das lesões cutâneas, febre, cefaleia e artralgias. Ocorre mais na fase exantemática; cedecom analgésico/antitérmico. Há quem indique 12 mg de betametasona intramuscular (IM) e ácidoacetilsalicílico 500 mg VO, antes da primeira dose de antibiótico.
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passage: Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados.
Cremes, pomadas ou óvulos vaginais de tioconazol, clotrimazol, isoconazol,miconazol, terconazol, nistatina em dose única ou até 10 dias; ou oral: fluconazol 150 mg dose única, itraconazol200 mg + 200 mg após 12 h e cetoconazol 400 mg/dia durante 5 dias.
▶ Casos complicados.
Fluconazol 100 a 150 mg/dia VO, em intervalos de 3 dias por 3 doses. Quando for nãoalbicans: ácido bórico 600 mg/dia (óvulo ou gel vaginal) por 2 semanas.
Na grávida não usar medicações orais. Uma aplicação vaginal, ao deitar, de nistatina durante 14 dias éconsiderada a melhor opção terapêutica.
ComplicaçõesA forma disseminada é representada por endocardite, meningite e septicemia, comumente fatal. Adisseminação ocorre por via hemática. Em pacientes diabéticos e imunocomprometidos a candidíase é a infecçãomais constante, aparecendo precocemente assim que começa o comprometimento da imunidade celular. Além dacandidíase vulvovaginal recorrente, a infecção pode localizar-se na orofaringite ou disseminar-se, nos estágiosmais avançados da imunossupressão, causando esofagites, abscessos pulmonares e lesões do trato digestivoaté o ânus.
Para pacientes com quadro de candidíase vulvovaginal recorrente, impõe-se o oferecimento, com ênfase, desorologia anti-HIV.
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Olá! Entendo seu desconforto com as aftas, herpes e a ardência durante o gargarejo com nistatina. É importante avaliarmos algumas coisas para te orientar da melhor forma.
Primeiramente, precisamos ter certeza do diagnóstico. A nistatina é um antifúngico, geralmente usado para tratar candidíase oral (sapinho). Aftas são úlceras pequenas e dolorosas, enquanto o herpes oral se manifesta com pequenas bolhas que podem se romper e formar crostas. Cada uma dessas condições tem tratamentos específicos.
Se você realmente tem candidíase oral e o médico prescreveu nistatina, ela é o tratamento adequado. No entanto, a ardência que você sente pode ser devido às próprias lesões na boca, que ficam irritadas com o contato do medicamento. É importante verificar se você está seguindo as orientações de uso corretamente. Geralmente, a nistatina é aplicada diretamente sobre as lesões com uma haste flexível ou cotonete, e não necessariamente usada em gargarejos, a menos que o médico tenha especificado essa forma de uso.
A "muda oral" que você mencionou pode ser uma solução antisséptica ou anestésica para aliviar a dor. Se o gargarejo com essa solução também causa ardência, pode ser que a concentração esteja muito alta ou que seus tecidos estejam muito sensíveis.
**O que eu sugiro que você faça:**
1. **Retorne ao seu médico:** O ideal é entrar em contato com o médico que prescreveu os medicamentos para relatar a ardência. Ele poderá reavaliar o diagnóstico, ajustar a dose da nistatina ou da solução para gargarejo, ou mesmo prescrever um medicamento diferente para aliviar a dor.
2. **Verifique a forma de uso:** Confirme com o médico ou farmacêutico a forma correta de usar a nistatina e a solução para gargarejo.
3. **Cuidados adicionais:**
* Mantenha uma boa higiene bucal, escovando os dentes suavemente após as refeições com uma escova de cerdas macias.
* Evite alimentos ácidos, picantes ou muito salgados, pois podem irritar as lesões.
* Beba bastante água para manter a boca hidratada.
* Evite fumar e consumir bebidas alcoólicas, pois podem retardar a cicatrização.
4. **Sobre suspender a nistatina:** Não suspenda a nistatina por conta própria. A interrupção do tratamento sem orientação médica pode levar à piora da infecção ou ao desenvolvimento de resistência ao medicamento.
Lembre-se, estou aqui para te dar informações gerais, mas o ideal é que você busque uma avaliação médica para que o seu caso seja avaliado de forma
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Vi que em dezembro a Anvisa aprovou a nova vacina de HPV, a que previne subtipos nonavalentes. Gostaria de saber se alguém que ainda não iniciou sua vida sexual e tomou a quadrivalente pode ou deve tomar a nonavalente.
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A vacina quadrivalente confere proteção cruzada contra outros tipos de vírus, além dos quatro que estão na bula, incluindo alguns dos tipos da vacina nonavalente. Por isso, se você já tomou as doses da quadrivalente, por enquanto, não há necessidade de tomar a nonavalente.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: A neoplasia intraepitelial vaginal (NIVa) é precursora do câncer invasivo da vagina, e aproximadamente 2% das pacien-tes com NIVa evoluirão com câncer invasivo (Dodge, 2001). A vacina quadrivalente anti-HPV é efetiva para prevenção de NIVas 2 e 3 associadas aos HPVs 16 e 17 (Joura, 2007). É pos-sível que, com o uso de vacinas anti-HPV , reduzam-se os casos de câncer de vagina invasivo no futuro.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: A neoplasia intraepitelial vaginal (NIVa) é precursora do câncer invasivo da vagina, e aproximadamente 2% das pacien-tes com NIVa evoluirão com câncer invasivo (Dodge, 2001). A vacina quadrivalente anti-HPV é efetiva para prevenção de NIVas 2 e 3 associadas aos HPVs 16 e 17 (Joura, 2007). É pos-sível que, com o uso de vacinas anti-HPV , reduzam-se os casos de câncer de vagina invasivo no futuro.
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passage: As pacientes também devem ser informadas sobre vaci-nação contra HPV . Há duas vacinas contra HPV (Cervarix e Gardasil) aprovadas pela FDA para pacientes do sexo feminino com idade entre 9 e 26 anos. O Centers for Disease Control and Prevention (2009) recomenda uma sequência de três doses para as meninas, com início aos 11 ou 12 anos. A segunda dose deve ser administrada um ou dois meses depois e a terceira dose seis meses após a inicial. Essas vacinas serão discutidas complementarmente no Capítulo 29 (p. 737).
A Supremo Corte decidiu que os indivíduos menores têm direito a acesso a contraceptivos (Carry vs. Population Services International, 431 U.S. 678, 1977). Além disso, a legislação atual determina que todos os estados consintam aos adoles-centes tratamento de condições “medicamente emancipadas”, como contracepção, DSTs, gravidez, uso abusivo de substâncias e saúde mental. Essas são situações médicas legalmente defini-das em que o adolescente pode receber cuidados sem permissão ou conhecimento de pais ou responsáveis (Akinbami, 2003)*.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: A neoplasia intraepitelial vaginal (NIVa) é precursora do câncer invasivo da vagina, e aproximadamente 2% das pacien-tes com NIVa evoluirão com câncer invasivo (Dodge, 2001). A vacina quadrivalente anti-HPV é efetiva para prevenção de NIVas 2 e 3 associadas aos HPVs 16 e 17 (Joura, 2007). É pos-sível que, com o uso de vacinas anti-HPV , reduzam-se os casos de câncer de vagina invasivo no futuro.
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passage: As pacientes também devem ser informadas sobre vaci-nação contra HPV . Há duas vacinas contra HPV (Cervarix e Gardasil) aprovadas pela FDA para pacientes do sexo feminino com idade entre 9 e 26 anos. O Centers for Disease Control and Prevention (2009) recomenda uma sequência de três doses para as meninas, com início aos 11 ou 12 anos. A segunda dose deve ser administrada um ou dois meses depois e a terceira dose seis meses após a inicial. Essas vacinas serão discutidas complementarmente no Capítulo 29 (p. 737).
A Supremo Corte decidiu que os indivíduos menores têm direito a acesso a contraceptivos (Carry vs. Population Services International, 431 U.S. 678, 1977). Além disso, a legislação atual determina que todos os estados consintam aos adoles-centes tratamento de condições “medicamente emancipadas”, como contracepção, DSTs, gravidez, uso abusivo de substâncias e saúde mental. Essas são situações médicas legalmente defini-das em que o adolescente pode receber cuidados sem permissão ou conhecimento de pais ou responsáveis (Akinbami, 2003)*.
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: A neoplasia intraepitelial vaginal (NIVa) é precursora do câncer invasivo da vagina, e aproximadamente 2% das pacien-tes com NIVa evoluirão com câncer invasivo (Dodge, 2001). A vacina quadrivalente anti-HPV é efetiva para prevenção de NIVas 2 e 3 associadas aos HPVs 16 e 17 (Joura, 2007). É pos-sível que, com o uso de vacinas anti-HPV , reduzam-se os casos de câncer de vagina invasivo no futuro.
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passage: As pacientes também devem ser informadas sobre vaci-nação contra HPV . Há duas vacinas contra HPV (Cervarix e Gardasil) aprovadas pela FDA para pacientes do sexo feminino com idade entre 9 e 26 anos. O Centers for Disease Control and Prevention (2009) recomenda uma sequência de três doses para as meninas, com início aos 11 ou 12 anos. A segunda dose deve ser administrada um ou dois meses depois e a terceira dose seis meses após a inicial. Essas vacinas serão discutidas complementarmente no Capítulo 29 (p. 737).
A Supremo Corte decidiu que os indivíduos menores têm direito a acesso a contraceptivos (Carry vs. Population Services International, 431 U.S. 678, 1977). Além disso, a legislação atual determina que todos os estados consintam aos adoles-centes tratamento de condições “medicamente emancipadas”, como contracepção, DSTs, gravidez, uso abusivo de substâncias e saúde mental. Essas são situações médicas legalmente defini-das em que o adolescente pode receber cuidados sem permissão ou conhecimento de pais ou responsáveis (Akinbami, 2003)*.
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: A neoplasia intraepitelial vaginal (NIVa) é precursora do câncer invasivo da vagina, e aproximadamente 2% das pacien-tes com NIVa evoluirão com câncer invasivo (Dodge, 2001). A vacina quadrivalente anti-HPV é efetiva para prevenção de NIVas 2 e 3 associadas aos HPVs 16 e 17 (Joura, 2007). É pos-sível que, com o uso de vacinas anti-HPV , reduzam-se os casos de câncer de vagina invasivo no futuro.
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passage: As pacientes também devem ser informadas sobre vaci-nação contra HPV . Há duas vacinas contra HPV (Cervarix e Gardasil) aprovadas pela FDA para pacientes do sexo feminino com idade entre 9 e 26 anos. O Centers for Disease Control and Prevention (2009) recomenda uma sequência de três doses para as meninas, com início aos 11 ou 12 anos. A segunda dose deve ser administrada um ou dois meses depois e a terceira dose seis meses após a inicial. Essas vacinas serão discutidas complementarmente no Capítulo 29 (p. 737).
A Supremo Corte decidiu que os indivíduos menores têm direito a acesso a contraceptivos (Carry vs. Population Services International, 431 U.S. 678, 1977). Além disso, a legislação atual determina que todos os estados consintam aos adoles-centes tratamento de condições “medicamente emancipadas”, como contracepção, DSTs, gravidez, uso abusivo de substâncias e saúde mental. Essas são situações médicas legalmente defini-das em que o adolescente pode receber cuidados sem permissão ou conhecimento de pais ou responsáveis (Akinbami, 2003)*.
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: • Contraindicação: casos de reação anafilática após dose prévia ou a algum de seus componentes.
• Disponibilização: A vacina HPV-6,11,16,18 faz parte do PNI e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde para meninas de 9 a 14 anos de idade e me-ninos de 11 a14 anos (esquema de 2 doses: 0-6 meses) e para portadores de imunodeficiência de ambos sexos entre 9 e 26 anos de idade (esquema de 3 doses: 0-1-6 meses). As vacinas HPV-6,11,16,18 e HPV-16,18 estão disponí-veis nas clínicas privadas, sem restrição de idade.
dTpa (ou dTpa-ipV, combinada com vacina inativada pólio)Dupla adulto (difteria e tétano)– dTCom esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa cada dez anos. Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de ‘dTpa’ a qualquer mo-mento (independente de intervalo prévio com dT ou toxóide tetânico) e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT, de forma a totalizar três doses de vacina para o componente tetânico. Não vacinados e/ou histórico vacinal desco-nhecido: uma dose de ‘dTpa’ e 2 doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses. A dTpa pode ser substituída por dTpa-IPV ou dT, dependendo da disponibilidade.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: A neoplasia intraepitelial vaginal (NIVa) é precursora do câncer invasivo da vagina, e aproximadamente 2% das pacien-tes com NIVa evoluirão com câncer invasivo (Dodge, 2001). A vacina quadrivalente anti-HPV é efetiva para prevenção de NIVas 2 e 3 associadas aos HPVs 16 e 17 (Joura, 2007). É pos-sível que, com o uso de vacinas anti-HPV , reduzam-se os casos de câncer de vagina invasivo no futuro.
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passage: As pacientes também devem ser informadas sobre vaci-nação contra HPV . Há duas vacinas contra HPV (Cervarix e Gardasil) aprovadas pela FDA para pacientes do sexo feminino com idade entre 9 e 26 anos. O Centers for Disease Control and Prevention (2009) recomenda uma sequência de três doses para as meninas, com início aos 11 ou 12 anos. A segunda dose deve ser administrada um ou dois meses depois e a terceira dose seis meses após a inicial. Essas vacinas serão discutidas complementarmente no Capítulo 29 (p. 737).
A Supremo Corte decidiu que os indivíduos menores têm direito a acesso a contraceptivos (Carry vs. Population Services International, 431 U.S. 678, 1977). Além disso, a legislação atual determina que todos os estados consintam aos adoles-centes tratamento de condições “medicamente emancipadas”, como contracepção, DSTs, gravidez, uso abusivo de substâncias e saúde mental. Essas são situações médicas legalmente defini-das em que o adolescente pode receber cuidados sem permissão ou conhecimento de pais ou responsáveis (Akinbami, 2003)*.
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: • Contraindicação: casos de reação anafilática após dose prévia ou a algum de seus componentes.
• Disponibilização: A vacina HPV-6,11,16,18 faz parte do PNI e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde para meninas de 9 a 14 anos de idade e me-ninos de 11 a14 anos (esquema de 2 doses: 0-6 meses) e para portadores de imunodeficiência de ambos sexos entre 9 e 26 anos de idade (esquema de 3 doses: 0-1-6 meses). As vacinas HPV-6,11,16,18 e HPV-16,18 estão disponí-veis nas clínicas privadas, sem restrição de idade.
dTpa (ou dTpa-ipV, combinada com vacina inativada pólio)Dupla adulto (difteria e tétano)– dTCom esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa cada dez anos. Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de ‘dTpa’ a qualquer mo-mento (independente de intervalo prévio com dT ou toxóide tetânico) e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT, de forma a totalizar três doses de vacina para o componente tetânico. Não vacinados e/ou histórico vacinal desco-nhecido: uma dose de ‘dTpa’ e 2 doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses. A dTpa pode ser substituída por dTpa-IPV ou dT, dependendo da disponibilidade.
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passage: • A partir de 2018, o SUS estendeu a vacinação da Hepatite A para a popu-lação que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal. A maioria dos casos dessa forma de transmissão ocorre entre gays e homens que fazemAssim, o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais e o Programa Nacional de Imunização do Departa-mento de Vigilância das Doenças Transmissíveis recomendam a indicação do uso da vacina de Hepatite A para a população que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal, com priorização dos grupos acima menciona-dos que procuram os Centros de Testagem e Aconselhamento e os Serviços que ofertam PEP , PreP ou outros que atendam IST, e que tenham sala de va-cina disponível [Nota Informativa nº 10/2018 - COVIG/CGVP/DIAHV/SVS/MS].
VaCinação e teste De RastReaMento paRa VHBOs fatores de risco para o VHB uma vez identificados permitem um rastreamento direcionado para a vacinação dos indivíduos suscetíveis. Os testes devem incluir HBsAg e anti-HBs. Os indivíduos negativos para estes marcadores deverão ser vaci-nados.(18) O quadro 2 orienta a conduta frente aos resultados sorológicos.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: A neoplasia intraepitelial vaginal (NIVa) é precursora do câncer invasivo da vagina, e aproximadamente 2% das pacien-tes com NIVa evoluirão com câncer invasivo (Dodge, 2001). A vacina quadrivalente anti-HPV é efetiva para prevenção de NIVas 2 e 3 associadas aos HPVs 16 e 17 (Joura, 2007). É pos-sível que, com o uso de vacinas anti-HPV , reduzam-se os casos de câncer de vagina invasivo no futuro.
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passage: As pacientes também devem ser informadas sobre vaci-nação contra HPV . Há duas vacinas contra HPV (Cervarix e Gardasil) aprovadas pela FDA para pacientes do sexo feminino com idade entre 9 e 26 anos. O Centers for Disease Control and Prevention (2009) recomenda uma sequência de três doses para as meninas, com início aos 11 ou 12 anos. A segunda dose deve ser administrada um ou dois meses depois e a terceira dose seis meses após a inicial. Essas vacinas serão discutidas complementarmente no Capítulo 29 (p. 737).
A Supremo Corte decidiu que os indivíduos menores têm direito a acesso a contraceptivos (Carry vs. Population Services International, 431 U.S. 678, 1977). Além disso, a legislação atual determina que todos os estados consintam aos adoles-centes tratamento de condições “medicamente emancipadas”, como contracepção, DSTs, gravidez, uso abusivo de substâncias e saúde mental. Essas são situações médicas legalmente defini-das em que o adolescente pode receber cuidados sem permissão ou conhecimento de pais ou responsáveis (Akinbami, 2003)*.
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: • Contraindicação: casos de reação anafilática após dose prévia ou a algum de seus componentes.
• Disponibilização: A vacina HPV-6,11,16,18 faz parte do PNI e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde para meninas de 9 a 14 anos de idade e me-ninos de 11 a14 anos (esquema de 2 doses: 0-6 meses) e para portadores de imunodeficiência de ambos sexos entre 9 e 26 anos de idade (esquema de 3 doses: 0-1-6 meses). As vacinas HPV-6,11,16,18 e HPV-16,18 estão disponí-veis nas clínicas privadas, sem restrição de idade.
dTpa (ou dTpa-ipV, combinada com vacina inativada pólio)Dupla adulto (difteria e tétano)– dTCom esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa cada dez anos. Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de ‘dTpa’ a qualquer mo-mento (independente de intervalo prévio com dT ou toxóide tetânico) e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT, de forma a totalizar três doses de vacina para o componente tetânico. Não vacinados e/ou histórico vacinal desco-nhecido: uma dose de ‘dTpa’ e 2 doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses. A dTpa pode ser substituída por dTpa-IPV ou dT, dependendo da disponibilidade.
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passage: • A partir de 2018, o SUS estendeu a vacinação da Hepatite A para a popu-lação que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal. A maioria dos casos dessa forma de transmissão ocorre entre gays e homens que fazemAssim, o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais e o Programa Nacional de Imunização do Departa-mento de Vigilância das Doenças Transmissíveis recomendam a indicação do uso da vacina de Hepatite A para a população que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal, com priorização dos grupos acima menciona-dos que procuram os Centros de Testagem e Aconselhamento e os Serviços que ofertam PEP , PreP ou outros que atendam IST, e que tenham sala de va-cina disponível [Nota Informativa nº 10/2018 - COVIG/CGVP/DIAHV/SVS/MS].
VaCinação e teste De RastReaMento paRa VHBOs fatores de risco para o VHB uma vez identificados permitem um rastreamento direcionado para a vacinação dos indivíduos suscetíveis. Os testes devem incluir HBsAg e anti-HBs. Os indivíduos negativos para estes marcadores deverão ser vaci-nados.(18) O quadro 2 orienta a conduta frente aos resultados sorológicos.
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passage: Vacinas profiláticas anti-HPV. As vacinas profiláticas estimu-lam a produção de anticorpos humorais que neutralizam o HPV antes que infecte as células do hospedeiro (Christensen, 2001). Elas não previnem positividade transitória para HPV nem resolvem infecção preexistente. Contudo, previnem o es-tabelecimento de nova infecção ou sua persistência e o desen-volvimento subsequente de neoplasia do colo uterino.
Atualmente, há duas vacinas aprovadas pela FDA para prevenção de infecções incidentes por HPV e de neoplasia do colo uterino. Essas vacinas utilizam tecnologia recombinante para a produção de proteínas capsídeo L1 sintéticas de cada tipo de HPV incluído na sua cobertura. As partículas vírus-like resultantes são altamente imunogênicas, mas não são infectan-tes, uma vez que lhes falta o DNA viral (Stanley, 2006b). A resposta imune produzida por ambas as vacinas é muito mais intensa e consistente do que a encontrada nas infecções natu-rais (Stanley, 2006a; Villa, 2006).
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: of the human papillomavirus (HPV) quadrivalent vaccine in a subgroup of women with cervical and vulvar disease: retrospective pooled analysis of trial data. BMJ. 2012;344:e1401. doi: 10.1136/bmj.e1401.
17. Garland SM, Paavonen J, Jaisamrarn U, Naud P , Salmerón J, Chow SN, et al. Prior human papillomavirus-16/18 AS04-adjuvanted vaccination prevents recurrent high grade cervical intraepithelial neoplasia after definitive surgical therapy: Post-hoc analysis from a randomized controlled trial. Int J Cancer. 2016;139(12):2812-26.
18. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 149 de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS. Informa as mudanças no calendário nacional de vacinação de 2016 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2015. [citado 2017 Jun 10]. Disponível em: http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/legislacao/2015/58563/nota_informativa_149_pdf_23535.pdf. 19. Brasil. Ministério da Saúde. Nota Informativa 384. Mudanças no calendário nacional de vacinação de 2017 [Internet]. Brasília (DF): Programa Nacional de Imunizações; 2017 [citado 2017 Jan 10]. Disponível em: http://portalarquivos.saude.
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passage: A neoplasia intraepitelial vaginal (NIVa) é precursora do câncer invasivo da vagina, e aproximadamente 2% das pacien-tes com NIVa evoluirão com câncer invasivo (Dodge, 2001). A vacina quadrivalente anti-HPV é efetiva para prevenção de NIVas 2 e 3 associadas aos HPVs 16 e 17 (Joura, 2007). É pos-sível que, com o uso de vacinas anti-HPV , reduzam-se os casos de câncer de vagina invasivo no futuro.
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passage: As pacientes também devem ser informadas sobre vaci-nação contra HPV . Há duas vacinas contra HPV (Cervarix e Gardasil) aprovadas pela FDA para pacientes do sexo feminino com idade entre 9 e 26 anos. O Centers for Disease Control and Prevention (2009) recomenda uma sequência de três doses para as meninas, com início aos 11 ou 12 anos. A segunda dose deve ser administrada um ou dois meses depois e a terceira dose seis meses após a inicial. Essas vacinas serão discutidas complementarmente no Capítulo 29 (p. 737).
A Supremo Corte decidiu que os indivíduos menores têm direito a acesso a contraceptivos (Carry vs. Population Services International, 431 U.S. 678, 1977). Além disso, a legislação atual determina que todos os estados consintam aos adoles-centes tratamento de condições “medicamente emancipadas”, como contracepção, DSTs, gravidez, uso abusivo de substâncias e saúde mental. Essas são situações médicas legalmente defini-das em que o adolescente pode receber cuidados sem permissão ou conhecimento de pais ou responsáveis (Akinbami, 2003)*.
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passage: gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf20. Muñoz N, Manalastas R Jr, Pitisuttithum P , Tresukosol D, Monsonego J, Ault K, et al. Safety, immunogenicity, and efficacy of quadrivalent human papillomavirus (types 6, 11, 16, 18) recombinant vaccine in women aged 24-45 years: a randomised, double-blind trial. Lancet. 2009;373(9679):1949-57.
21. Wheeler CM, Skinner SR, Del Rosario-Raymundo MR, Garland SM, Chatterjee A, Lazcano-Ponce E, et al. Efficacy, safety, and immunogenicity of the human papillomavirus 16/18 AS04-adjuvanted vaccine in women older than 25 years: 7-year follow-up of the phase 3, double-blind, randomised controlled VIVIANE study. Lancet Infect Dis. 2016;16(10):1154-68.
22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
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passage: Hoje mais de cinquenta países adotam a vacina contra HPV como prevencão primária do câncer cervical. Noentanto, outras situações sao preveníveis, tais como alguns cânceres de vulva, pênis, cabeca e pescoço, vagina eainda tem sido demonstrada sua alta efetividade contra câncer de ânus. Não esquecendo que a vacinaquadrivalente ainde previne o condiloma acuminado que está associado em cerca de 90% das vezes com HPV 6e 11.
Atualmente, no Brasil, estão disponíveis duas vacinas. A bivalente contra HPV 16 e 18 (Cervarix® – GSK) e aquadrivalente contra HPV tipos 6, 11, 16 e 18 (Gardasil® – MSD). A eficácia, medida pela detecção sérica deanticorpos HPV específicos, e a efetividade, avaliada pelo diagnóstico de doenças associadas aos HPVs vacinais,foram evidenciadas como altas (> 95%).
O Ministério da Saúde (MS) do Brasil adotou a vacina contra HPV no calendário vacinal do Sistema Único deSaude (SUS) a partir de 2014, quando iniciou uma campanha com um esquema estendido, em que as dosesseriam feitas em 0, 6 e 60 meses e tendo meninas de 11 a 13 anos como população-alvo (Tabela 62.11). E, em2015, foi ampliado para meninas de 9 a 13 anos. No entanto, após resultados de alguns estudos o MS passou aconsiderar o uso apenas de duas doses da vacina como suficientes.
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passage: • Contraindicação: casos de reação anafilática após dose prévia ou a algum de seus componentes.
• Disponibilização: A vacina HPV-6,11,16,18 faz parte do PNI e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde para meninas de 9 a 14 anos de idade e me-ninos de 11 a14 anos (esquema de 2 doses: 0-6 meses) e para portadores de imunodeficiência de ambos sexos entre 9 e 26 anos de idade (esquema de 3 doses: 0-1-6 meses). As vacinas HPV-6,11,16,18 e HPV-16,18 estão disponí-veis nas clínicas privadas, sem restrição de idade.
dTpa (ou dTpa-ipV, combinada com vacina inativada pólio)Dupla adulto (difteria e tétano)– dTCom esquema de vacinação básico completo: reforço com dTpa cada dez anos. Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de ‘dTpa’ a qualquer mo-mento (independente de intervalo prévio com dT ou toxóide tetânico) e completar a vacinação básica com uma ou duas doses de dT, de forma a totalizar três doses de vacina para o componente tetânico. Não vacinados e/ou histórico vacinal desco-nhecido: uma dose de ‘dTpa’ e 2 doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses. A dTpa pode ser substituída por dTpa-IPV ou dT, dependendo da disponibilidade.
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passage: • A partir de 2018, o SUS estendeu a vacinação da Hepatite A para a popu-lação que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal. A maioria dos casos dessa forma de transmissão ocorre entre gays e homens que fazemAssim, o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais e o Programa Nacional de Imunização do Departa-mento de Vigilância das Doenças Transmissíveis recomendam a indicação do uso da vacina de Hepatite A para a população que tenha prática sexual que possibilite o contato oral-anal, com priorização dos grupos acima menciona-dos que procuram os Centros de Testagem e Aconselhamento e os Serviços que ofertam PEP , PreP ou outros que atendam IST, e que tenham sala de va-cina disponível [Nota Informativa nº 10/2018 - COVIG/CGVP/DIAHV/SVS/MS].
VaCinação e teste De RastReaMento paRa VHBOs fatores de risco para o VHB uma vez identificados permitem um rastreamento direcionado para a vacinação dos indivíduos suscetíveis. Os testes devem incluir HBsAg e anti-HBs. Os indivíduos negativos para estes marcadores deverão ser vaci-nados.(18) O quadro 2 orienta a conduta frente aos resultados sorológicos.
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passage: Vacinas profiláticas anti-HPV. As vacinas profiláticas estimu-lam a produção de anticorpos humorais que neutralizam o HPV antes que infecte as células do hospedeiro (Christensen, 2001). Elas não previnem positividade transitória para HPV nem resolvem infecção preexistente. Contudo, previnem o es-tabelecimento de nova infecção ou sua persistência e o desen-volvimento subsequente de neoplasia do colo uterino.
Atualmente, há duas vacinas aprovadas pela FDA para prevenção de infecções incidentes por HPV e de neoplasia do colo uterino. Essas vacinas utilizam tecnologia recombinante para a produção de proteínas capsídeo L1 sintéticas de cada tipo de HPV incluído na sua cobertura. As partículas vírus-like resultantes são altamente imunogênicas, mas não são infectan-tes, uma vez que lhes falta o DNA viral (Stanley, 2006b). A resposta imune produzida por ambas as vacinas é muito mais intensa e consistente do que a encontrada nas infecções natu-rais (Stanley, 2006a; Villa, 2006).
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passage: 22. Guia prático de vacinação da mulher. São Paulo: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM); Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAGO); 2014. [citado 2016 Fev 19]. Disponível em: https://www.
febrasgo.org.br/video/vacinacao_da_mulher/Resumo_Vacinas.pdf.
Geneva:WHO; 2015. [cited 2016 Feb 19]. Available from: http://www.who.int/vaccine_safety/committee/topics/hpv/Dec_2015/en/. 24. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Differences by sex in tobacco use and awareness of tobacco marketing -Bangladesh, Thailand, and Uruguay, 2009. MMWR Morb Mortal Wkly Rep. 2010;59(20):613-8.
25. Future II Study Group. Prophylactic efficacy of a quadrivalent human papillomavirus (HPV) vaccine in women with virological evidence of HPV infection. J Infect Dis. 2007;196(10):1438-46.
26. Garland SM, Ault KA, Gall SA, Paavonen J, Sings HL, Ciprero KL, et al. Pregnancy and infant outcomes in the clinical trials of a human papillomavirus type 6/11/16/18 vaccine: a combined analysis of five randomized controlled trials. Obstet Gynecol. 2009;114(6):1179-88.
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Olá! Entendo sua dúvida sobre a nova vacina nonavalente contra o HPV e se ela seria indicada para você, mesmo já tendo tomado a quadrivalente e não tendo iniciado a vida sexual.
É ótimo que você esteja se informando e pensando na sua saúde. A vacina quadrivalente, que você já tomou, protege contra os tipos de HPV 6, 11, 16 e 18. Esses tipos são responsáveis pela maioria dos casos de câncer de colo do útero (tipos 16 e 18) e de verrugas genitais (tipos 6 e 11).
A vacina nonavalente, por sua vez, oferece uma proteção ainda mais ampla, pois além dos tipos já presentes na quadrivalente, ela protege contra outros cinco tipos de HPV de alto risco (31, 33, 45, 52 e 58). Isso significa que ela pode prevenir uma porcentagem ainda maior de casos de câncer de colo do útero e outras doenças relacionadas ao HPV.
No seu caso específico, como você ainda não iniciou a vida sexual e já tomou a vacina quadrivalente, a decisão de tomar ou não a nonavalente é algo que precisa ser conversado e avaliado individualmente. Idealmente, a vacinação contra o HPV é mais eficaz quando administrada antes do início da atividade sexual, pois a pessoa ainda não teve contato com o vírus.
Se você optasse por tomar a nonavalente, ela poderia aumentar a sua proteção contra o câncer do colo do útero, protegendo você de outros subtipos não inclusos na vacina quadrivalente.
Para tomar a melhor decisão para você, sugiro que agende uma consulta para conversarmos mais a fundo sobre seus fatores de risco individuais e entender melhor suas necessidades. Juntos, podemos avaliar os benefícios e desvantagens da vacina nonavalente no seu caso específico, considerando seu histórico de vacinação e seu momento de vida.
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Corrimento sanguíneo com mau cheiro após a menstruação: o que pode ser?
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Olá, boa tarde. O corrimento com odor após a menstruação pode ser causado por Gardnerella. O ideal é procurar um ginecologista para um exame mais detalhado.
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passage: . Geralmente, esse tipo de menstruação está relacionada à endometriose. Saiba identificar os sintomas de endometriose. 9. Menstruação com cheiro forte A menstruação com cheiro forte ou menstruação com mau cheiro pode surgir devido a pouca frequência na troca do absorvente externo, fazendo com que bactérias eliminem gases deixando um cheiro desagradável. Veja as principais causas de menstruação com cheiro forte. Além disso, quando o mau cheiro é acompanhado de outros sintomas, como coceira intensa, irritação na vulva e na vagina ou corrimento amarelo ou esverdeado, pode ser sinal de infecções como vaginose bacteriana ou tricomoníase, por exemplo. Leia também: Corrimento antes da menstruação: 10 causas e o que fazer tuasaude.com/corrimento-antes-da-menstruacao 10. Menstruação na gravidez A menstruação na gravidez não é uma condição normal, podendo nesse caso estar relacionada a gravidez ectópica, descolamento da placenta ou aborto espontâneo, por exemplo. 11. Menstruação pós-parto A primeira menstruação pós-parto geralmente acontece cerca de 6 meses após o parto, quando a mulher está em amamentação exclusiva. No entanto, esse tempo pode variar se a mulher também dá fórmulas ao bebê ou amamenta exclusivamente com a fórmula. Dúvidas comuns sobre a menstruação A seguir, esclarecemos as principais dúvidas sobre a menstruação: 1
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passage: . Geralmente, esse tipo de menstruação está relacionada à endometriose. Saiba identificar os sintomas de endometriose. 9. Menstruação com cheiro forte A menstruação com cheiro forte ou menstruação com mau cheiro pode surgir devido a pouca frequência na troca do absorvente externo, fazendo com que bactérias eliminem gases deixando um cheiro desagradável. Veja as principais causas de menstruação com cheiro forte. Além disso, quando o mau cheiro é acompanhado de outros sintomas, como coceira intensa, irritação na vulva e na vagina ou corrimento amarelo ou esverdeado, pode ser sinal de infecções como vaginose bacteriana ou tricomoníase, por exemplo. Leia também: Corrimento antes da menstruação: 10 causas e o que fazer tuasaude.com/corrimento-antes-da-menstruacao 10. Menstruação na gravidez A menstruação na gravidez não é uma condição normal, podendo nesse caso estar relacionada a gravidez ectópica, descolamento da placenta ou aborto espontâneo, por exemplo. 11. Menstruação pós-parto A primeira menstruação pós-parto geralmente acontece cerca de 6 meses após o parto, quando a mulher está em amamentação exclusiva. No entanto, esse tempo pode variar se a mulher também dá fórmulas ao bebê ou amamenta exclusivamente com a fórmula. Dúvidas comuns sobre a menstruação A seguir, esclarecemos as principais dúvidas sobre a menstruação: 1
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passage: . 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela bactéria Gardnerella vaginalis, que se desenvolve excessivamente quando existe desequilíbrio da flora vaginal. Essa infecção pode causar menstruação com cheiro de peixe podre, além de sintomas como coceira intensa, queimação ao urinar, e corrimento branco ou acinzentado. O que fazer: o tratamento da vaginose bacteriana deve ser feito com orientação do ginecologista, que pode indicar o uso de remédios na forma de pomadas ou óvulos, ou comprimidos para ingestão oral, como o metronidazol. Leia também: Tratamento para vaginose bacteriana tuasaude.com/tratamento-para-vaginose-bacteriana 7. Tricomoníase A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível (IST), que pode também pode causar menstruação com cheiro de peixe podre. Além disso, outros sintomas são corrimento esverdeado ou amarelado, vermelhidão na região genital, dor ao urinar, coceira e presença de pequenos sangramentos vaginais fora do período menstrual. Essa infecção é causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, sendo transmitida através do contato íntimo desprotegido. Leia também: 18 sintomas de tricomoníase (no homem e na mulher) tuasaude
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passage: . Geralmente, esse tipo de menstruação está relacionada à endometriose. Saiba identificar os sintomas de endometriose. 9. Menstruação com cheiro forte A menstruação com cheiro forte ou menstruação com mau cheiro pode surgir devido a pouca frequência na troca do absorvente externo, fazendo com que bactérias eliminem gases deixando um cheiro desagradável. Veja as principais causas de menstruação com cheiro forte. Além disso, quando o mau cheiro é acompanhado de outros sintomas, como coceira intensa, irritação na vulva e na vagina ou corrimento amarelo ou esverdeado, pode ser sinal de infecções como vaginose bacteriana ou tricomoníase, por exemplo. Leia também: Corrimento antes da menstruação: 10 causas e o que fazer tuasaude.com/corrimento-antes-da-menstruacao 10. Menstruação na gravidez A menstruação na gravidez não é uma condição normal, podendo nesse caso estar relacionada a gravidez ectópica, descolamento da placenta ou aborto espontâneo, por exemplo. 11. Menstruação pós-parto A primeira menstruação pós-parto geralmente acontece cerca de 6 meses após o parto, quando a mulher está em amamentação exclusiva. No entanto, esse tempo pode variar se a mulher também dá fórmulas ao bebê ou amamenta exclusivamente com a fórmula. Dúvidas comuns sobre a menstruação A seguir, esclarecemos as principais dúvidas sobre a menstruação: 1
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passage: . 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela bactéria Gardnerella vaginalis, que se desenvolve excessivamente quando existe desequilíbrio da flora vaginal. Essa infecção pode causar menstruação com cheiro de peixe podre, além de sintomas como coceira intensa, queimação ao urinar, e corrimento branco ou acinzentado. O que fazer: o tratamento da vaginose bacteriana deve ser feito com orientação do ginecologista, que pode indicar o uso de remédios na forma de pomadas ou óvulos, ou comprimidos para ingestão oral, como o metronidazol. Leia também: Tratamento para vaginose bacteriana tuasaude.com/tratamento-para-vaginose-bacteriana 7. Tricomoníase A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível (IST), que pode também pode causar menstruação com cheiro de peixe podre. Além disso, outros sintomas são corrimento esverdeado ou amarelado, vermelhidão na região genital, dor ao urinar, coceira e presença de pequenos sangramentos vaginais fora do período menstrual. Essa infecção é causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, sendo transmitida através do contato íntimo desprotegido. Leia também: 18 sintomas de tricomoníase (no homem e na mulher) tuasaude
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passage: . 10. Sangramento fora do período menstrual O sangramento que ocorre fora do período menstrual também é chamado de metrorragia ou sangramento de escape. Esse sangramento pode ser de maior volume, ocorrer mais de uma vez no mês e ter intervalos irregulares. É comum haver algum sangramento nos três primeiros meses de uso do anticoncepcional ou caso a mulher se esqueça de tomá-lo nos horários corretos. No entanto, câncer, pólipos uterinos, miomas, doenças da coagulação do sangue, gravidez e aborto espontâneo também podem ser causa de sangramento assim. Veja outras causas do sangramento fora do período menstrual e quando ir ao médico. O que fazer: É recomendado consultar um ginecologista para que a causa do sangramento seja identificada e o tratamento mais adequado seja iniciado. Leia também: Menstruação com cheiro forte: 12 causas (e o que fazer) tuasaude.com/menstruacao-com-cheiro-forte
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passage: . Geralmente, esse tipo de menstruação está relacionada à endometriose. Saiba identificar os sintomas de endometriose. 9. Menstruação com cheiro forte A menstruação com cheiro forte ou menstruação com mau cheiro pode surgir devido a pouca frequência na troca do absorvente externo, fazendo com que bactérias eliminem gases deixando um cheiro desagradável. Veja as principais causas de menstruação com cheiro forte. Além disso, quando o mau cheiro é acompanhado de outros sintomas, como coceira intensa, irritação na vulva e na vagina ou corrimento amarelo ou esverdeado, pode ser sinal de infecções como vaginose bacteriana ou tricomoníase, por exemplo. Leia também: Corrimento antes da menstruação: 10 causas e o que fazer tuasaude.com/corrimento-antes-da-menstruacao 10. Menstruação na gravidez A menstruação na gravidez não é uma condição normal, podendo nesse caso estar relacionada a gravidez ectópica, descolamento da placenta ou aborto espontâneo, por exemplo. 11. Menstruação pós-parto A primeira menstruação pós-parto geralmente acontece cerca de 6 meses após o parto, quando a mulher está em amamentação exclusiva. No entanto, esse tempo pode variar se a mulher também dá fórmulas ao bebê ou amamenta exclusivamente com a fórmula. Dúvidas comuns sobre a menstruação A seguir, esclarecemos as principais dúvidas sobre a menstruação: 1
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passage: . 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela bactéria Gardnerella vaginalis, que se desenvolve excessivamente quando existe desequilíbrio da flora vaginal. Essa infecção pode causar menstruação com cheiro de peixe podre, além de sintomas como coceira intensa, queimação ao urinar, e corrimento branco ou acinzentado. O que fazer: o tratamento da vaginose bacteriana deve ser feito com orientação do ginecologista, que pode indicar o uso de remédios na forma de pomadas ou óvulos, ou comprimidos para ingestão oral, como o metronidazol. Leia também: Tratamento para vaginose bacteriana tuasaude.com/tratamento-para-vaginose-bacteriana 7. Tricomoníase A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível (IST), que pode também pode causar menstruação com cheiro de peixe podre. Além disso, outros sintomas são corrimento esverdeado ou amarelado, vermelhidão na região genital, dor ao urinar, coceira e presença de pequenos sangramentos vaginais fora do período menstrual. Essa infecção é causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, sendo transmitida através do contato íntimo desprotegido. Leia também: 18 sintomas de tricomoníase (no homem e na mulher) tuasaude
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passage: . 10. Sangramento fora do período menstrual O sangramento que ocorre fora do período menstrual também é chamado de metrorragia ou sangramento de escape. Esse sangramento pode ser de maior volume, ocorrer mais de uma vez no mês e ter intervalos irregulares. É comum haver algum sangramento nos três primeiros meses de uso do anticoncepcional ou caso a mulher se esqueça de tomá-lo nos horários corretos. No entanto, câncer, pólipos uterinos, miomas, doenças da coagulação do sangue, gravidez e aborto espontâneo também podem ser causa de sangramento assim. Veja outras causas do sangramento fora do período menstrual e quando ir ao médico. O que fazer: É recomendado consultar um ginecologista para que a causa do sangramento seja identificada e o tratamento mais adequado seja iniciado. Leia também: Menstruação com cheiro forte: 12 causas (e o que fazer) tuasaude.com/menstruacao-com-cheiro-forte
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passage: .com/tratamento-para-doenca-inflamatoria-pelvica 11. Pré-menopausa Devido as alterações hormonais que surgem na pré-menopausa, também chamada perimenopausa, a mulher pode apresentar alterações no ciclo menstrual, secura vaginal e menstruação com cheiro forte. Além disso, outros sintomas que podem surgir na perimenopausa são ondas de calor suor excessivo ou palpitações cardíacas. Leia também: Pré-menopausa: o que é, sintomas e o que fazer tuasaude.com/pre-menopausa O que fazer: a pré-menopausa é uma fase normal da vida da mulher e nem sempre precisa de tratamento. No entanto, o ginecologista pode indicar o uso de pílulas anticoncepcionais ou o DIU hormonal, para regularizar o ciclo menstrual até que ocorra a menopausa. 12. Câncer de colo de útero O câncer de colo de útero é um tumor maligno causado pelo HPV que pode causar menstruação com cheiro forte, semelhante a carne podre. Isso pode ocorrer devido a saída pela vagina de uma mistura do sangue menstrual com células tumorais. Leia também: 6 sintomas de câncer no útero (e o que fazer) tuasaude.com/sintomas-de-cancer-no-utero O que fazer: o tratamento do câncer de colo de útero é feito pelo ginecologista através da conização ou cirurgia para retirada do útero
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passage: . Geralmente, esse tipo de menstruação está relacionada à endometriose. Saiba identificar os sintomas de endometriose. 9. Menstruação com cheiro forte A menstruação com cheiro forte ou menstruação com mau cheiro pode surgir devido a pouca frequência na troca do absorvente externo, fazendo com que bactérias eliminem gases deixando um cheiro desagradável. Veja as principais causas de menstruação com cheiro forte. Além disso, quando o mau cheiro é acompanhado de outros sintomas, como coceira intensa, irritação na vulva e na vagina ou corrimento amarelo ou esverdeado, pode ser sinal de infecções como vaginose bacteriana ou tricomoníase, por exemplo. Leia também: Corrimento antes da menstruação: 10 causas e o que fazer tuasaude.com/corrimento-antes-da-menstruacao 10. Menstruação na gravidez A menstruação na gravidez não é uma condição normal, podendo nesse caso estar relacionada a gravidez ectópica, descolamento da placenta ou aborto espontâneo, por exemplo. 11. Menstruação pós-parto A primeira menstruação pós-parto geralmente acontece cerca de 6 meses após o parto, quando a mulher está em amamentação exclusiva. No entanto, esse tempo pode variar se a mulher também dá fórmulas ao bebê ou amamenta exclusivamente com a fórmula. Dúvidas comuns sobre a menstruação A seguir, esclarecemos as principais dúvidas sobre a menstruação: 1
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passage: . 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela bactéria Gardnerella vaginalis, que se desenvolve excessivamente quando existe desequilíbrio da flora vaginal. Essa infecção pode causar menstruação com cheiro de peixe podre, além de sintomas como coceira intensa, queimação ao urinar, e corrimento branco ou acinzentado. O que fazer: o tratamento da vaginose bacteriana deve ser feito com orientação do ginecologista, que pode indicar o uso de remédios na forma de pomadas ou óvulos, ou comprimidos para ingestão oral, como o metronidazol. Leia também: Tratamento para vaginose bacteriana tuasaude.com/tratamento-para-vaginose-bacteriana 7. Tricomoníase A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível (IST), que pode também pode causar menstruação com cheiro de peixe podre. Além disso, outros sintomas são corrimento esverdeado ou amarelado, vermelhidão na região genital, dor ao urinar, coceira e presença de pequenos sangramentos vaginais fora do período menstrual. Essa infecção é causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, sendo transmitida através do contato íntimo desprotegido. Leia também: 18 sintomas de tricomoníase (no homem e na mulher) tuasaude
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passage: . 10. Sangramento fora do período menstrual O sangramento que ocorre fora do período menstrual também é chamado de metrorragia ou sangramento de escape. Esse sangramento pode ser de maior volume, ocorrer mais de uma vez no mês e ter intervalos irregulares. É comum haver algum sangramento nos três primeiros meses de uso do anticoncepcional ou caso a mulher se esqueça de tomá-lo nos horários corretos. No entanto, câncer, pólipos uterinos, miomas, doenças da coagulação do sangue, gravidez e aborto espontâneo também podem ser causa de sangramento assim. Veja outras causas do sangramento fora do período menstrual e quando ir ao médico. O que fazer: É recomendado consultar um ginecologista para que a causa do sangramento seja identificada e o tratamento mais adequado seja iniciado. Leia também: Menstruação com cheiro forte: 12 causas (e o que fazer) tuasaude.com/menstruacao-com-cheiro-forte
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passage: .com/tratamento-para-doenca-inflamatoria-pelvica 11. Pré-menopausa Devido as alterações hormonais que surgem na pré-menopausa, também chamada perimenopausa, a mulher pode apresentar alterações no ciclo menstrual, secura vaginal e menstruação com cheiro forte. Além disso, outros sintomas que podem surgir na perimenopausa são ondas de calor suor excessivo ou palpitações cardíacas. Leia também: Pré-menopausa: o que é, sintomas e o que fazer tuasaude.com/pre-menopausa O que fazer: a pré-menopausa é uma fase normal da vida da mulher e nem sempre precisa de tratamento. No entanto, o ginecologista pode indicar o uso de pílulas anticoncepcionais ou o DIU hormonal, para regularizar o ciclo menstrual até que ocorra a menopausa. 12. Câncer de colo de útero O câncer de colo de útero é um tumor maligno causado pelo HPV que pode causar menstruação com cheiro forte, semelhante a carne podre. Isso pode ocorrer devido a saída pela vagina de uma mistura do sangue menstrual com células tumorais. Leia também: 6 sintomas de câncer no útero (e o que fazer) tuasaude.com/sintomas-de-cancer-no-utero O que fazer: o tratamento do câncer de colo de útero é feito pelo ginecologista através da conização ou cirurgia para retirada do útero
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passage: . O que fazer: é recomendado fazer a higiene íntima pelo menos 2 vezes por dia, com água e sabonete próprio para a região vaginal. Além disso, durante a menstruação, deve-se realizar a higiene íntima a cada troca de absorvente, evitando o uso de lenços umedecidos ou de duchas vaginais. 4. Suor excessivo O suor excessivo na região íntima durante a menstruação pode deixar a menstruação com cheiro forte. Isso ocorre porque o sangue da menstruação se mistura com o suor produzido pelas glândulas sudoríparas e bactérias vaginais. O que fazer: realizar a higiene íntima pelo menos de manhã e à noite, e após a prática de atividades físicas, ajuda a reduzir ou evitar o cheiro forte de suor misturado com a menstruação. 5. Presença de ferro no sangue A presença de ferro no sangue menstrual pode deixar a menstruação com cheiro forte, sendo geralmente um cheiro metálico ou doce. O que fazer: a presença de ferro no sangue menstrual é normal, não sendo motivo de preocupação. No entanto, caso o cheiro não melhore após a menstruação, deve-se consultar o ginecologista para uma avaliação e verificar se existe algum problema de saúde. 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela bactéria Gardnerella vaginalis, que se desenvolve excessivamente quando existe desequilíbrio da flora vaginal
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passage: . Geralmente, esse tipo de menstruação está relacionada à endometriose. Saiba identificar os sintomas de endometriose. 9. Menstruação com cheiro forte A menstruação com cheiro forte ou menstruação com mau cheiro pode surgir devido a pouca frequência na troca do absorvente externo, fazendo com que bactérias eliminem gases deixando um cheiro desagradável. Veja as principais causas de menstruação com cheiro forte. Além disso, quando o mau cheiro é acompanhado de outros sintomas, como coceira intensa, irritação na vulva e na vagina ou corrimento amarelo ou esverdeado, pode ser sinal de infecções como vaginose bacteriana ou tricomoníase, por exemplo. Leia também: Corrimento antes da menstruação: 10 causas e o que fazer tuasaude.com/corrimento-antes-da-menstruacao 10. Menstruação na gravidez A menstruação na gravidez não é uma condição normal, podendo nesse caso estar relacionada a gravidez ectópica, descolamento da placenta ou aborto espontâneo, por exemplo. 11. Menstruação pós-parto A primeira menstruação pós-parto geralmente acontece cerca de 6 meses após o parto, quando a mulher está em amamentação exclusiva. No entanto, esse tempo pode variar se a mulher também dá fórmulas ao bebê ou amamenta exclusivamente com a fórmula. Dúvidas comuns sobre a menstruação A seguir, esclarecemos as principais dúvidas sobre a menstruação: 1
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passage: . 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela bactéria Gardnerella vaginalis, que se desenvolve excessivamente quando existe desequilíbrio da flora vaginal. Essa infecção pode causar menstruação com cheiro de peixe podre, além de sintomas como coceira intensa, queimação ao urinar, e corrimento branco ou acinzentado. O que fazer: o tratamento da vaginose bacteriana deve ser feito com orientação do ginecologista, que pode indicar o uso de remédios na forma de pomadas ou óvulos, ou comprimidos para ingestão oral, como o metronidazol. Leia também: Tratamento para vaginose bacteriana tuasaude.com/tratamento-para-vaginose-bacteriana 7. Tricomoníase A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível (IST), que pode também pode causar menstruação com cheiro de peixe podre. Além disso, outros sintomas são corrimento esverdeado ou amarelado, vermelhidão na região genital, dor ao urinar, coceira e presença de pequenos sangramentos vaginais fora do período menstrual. Essa infecção é causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, sendo transmitida através do contato íntimo desprotegido. Leia também: 18 sintomas de tricomoníase (no homem e na mulher) tuasaude
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passage: . 10. Sangramento fora do período menstrual O sangramento que ocorre fora do período menstrual também é chamado de metrorragia ou sangramento de escape. Esse sangramento pode ser de maior volume, ocorrer mais de uma vez no mês e ter intervalos irregulares. É comum haver algum sangramento nos três primeiros meses de uso do anticoncepcional ou caso a mulher se esqueça de tomá-lo nos horários corretos. No entanto, câncer, pólipos uterinos, miomas, doenças da coagulação do sangue, gravidez e aborto espontâneo também podem ser causa de sangramento assim. Veja outras causas do sangramento fora do período menstrual e quando ir ao médico. O que fazer: É recomendado consultar um ginecologista para que a causa do sangramento seja identificada e o tratamento mais adequado seja iniciado. Leia também: Menstruação com cheiro forte: 12 causas (e o que fazer) tuasaude.com/menstruacao-com-cheiro-forte
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passage: .com/tratamento-para-doenca-inflamatoria-pelvica 11. Pré-menopausa Devido as alterações hormonais que surgem na pré-menopausa, também chamada perimenopausa, a mulher pode apresentar alterações no ciclo menstrual, secura vaginal e menstruação com cheiro forte. Além disso, outros sintomas que podem surgir na perimenopausa são ondas de calor suor excessivo ou palpitações cardíacas. Leia também: Pré-menopausa: o que é, sintomas e o que fazer tuasaude.com/pre-menopausa O que fazer: a pré-menopausa é uma fase normal da vida da mulher e nem sempre precisa de tratamento. No entanto, o ginecologista pode indicar o uso de pílulas anticoncepcionais ou o DIU hormonal, para regularizar o ciclo menstrual até que ocorra a menopausa. 12. Câncer de colo de útero O câncer de colo de útero é um tumor maligno causado pelo HPV que pode causar menstruação com cheiro forte, semelhante a carne podre. Isso pode ocorrer devido a saída pela vagina de uma mistura do sangue menstrual com células tumorais. Leia também: 6 sintomas de câncer no útero (e o que fazer) tuasaude.com/sintomas-de-cancer-no-utero O que fazer: o tratamento do câncer de colo de útero é feito pelo ginecologista através da conização ou cirurgia para retirada do útero
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passage: . O que fazer: é recomendado fazer a higiene íntima pelo menos 2 vezes por dia, com água e sabonete próprio para a região vaginal. Além disso, durante a menstruação, deve-se realizar a higiene íntima a cada troca de absorvente, evitando o uso de lenços umedecidos ou de duchas vaginais. 4. Suor excessivo O suor excessivo na região íntima durante a menstruação pode deixar a menstruação com cheiro forte. Isso ocorre porque o sangue da menstruação se mistura com o suor produzido pelas glândulas sudoríparas e bactérias vaginais. O que fazer: realizar a higiene íntima pelo menos de manhã e à noite, e após a prática de atividades físicas, ajuda a reduzir ou evitar o cheiro forte de suor misturado com a menstruação. 5. Presença de ferro no sangue A presença de ferro no sangue menstrual pode deixar a menstruação com cheiro forte, sendo geralmente um cheiro metálico ou doce. O que fazer: a presença de ferro no sangue menstrual é normal, não sendo motivo de preocupação. No entanto, caso o cheiro não melhore após a menstruação, deve-se consultar o ginecologista para uma avaliação e verificar se existe algum problema de saúde. 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela bactéria Gardnerella vaginalis, que se desenvolve excessivamente quando existe desequilíbrio da flora vaginal
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passage: . A principal bactéria relacionada com a vaginose é a Gardnerella vaginalis, que além de causar o corrimento branco antes da menstruação, também pode causar coceira e ardência da região genital, além do corrimento ter mau cheiro. Saiba reconhecer os sintomas de vaginose. O que fazer: O tratamento para vaginose bacteriana é normalmente feito com o uso de antibiótico, como o Metronidazol, que deve ser usado conforme a indicação do ginecologista. É importante que a vaginose bacteriana seja identificada e tratada de acordo com as orientações médicas para evitar que a bactéria permaneça se proliferando e resulte em complicações, como a doença inflamatória pélvica. 3. Candidíase A candidíase é uma infecção causada por fungos naturalmente presentes na região genital da mulher, estando principalmente relacionada com o desenvolvido de fungos do gênero Candida, principalmente da espécie Candida albicans. Nesse caso, além do corrimento branco, é comum a mulher apresentar outros sintomas, como coceira, ardor e vermelhidão da região íntima. Veja como identificar os sintomas de Candida
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passage: . Geralmente, esse tipo de menstruação está relacionada à endometriose. Saiba identificar os sintomas de endometriose. 9. Menstruação com cheiro forte A menstruação com cheiro forte ou menstruação com mau cheiro pode surgir devido a pouca frequência na troca do absorvente externo, fazendo com que bactérias eliminem gases deixando um cheiro desagradável. Veja as principais causas de menstruação com cheiro forte. Além disso, quando o mau cheiro é acompanhado de outros sintomas, como coceira intensa, irritação na vulva e na vagina ou corrimento amarelo ou esverdeado, pode ser sinal de infecções como vaginose bacteriana ou tricomoníase, por exemplo. Leia também: Corrimento antes da menstruação: 10 causas e o que fazer tuasaude.com/corrimento-antes-da-menstruacao 10. Menstruação na gravidez A menstruação na gravidez não é uma condição normal, podendo nesse caso estar relacionada a gravidez ectópica, descolamento da placenta ou aborto espontâneo, por exemplo. 11. Menstruação pós-parto A primeira menstruação pós-parto geralmente acontece cerca de 6 meses após o parto, quando a mulher está em amamentação exclusiva. No entanto, esse tempo pode variar se a mulher também dá fórmulas ao bebê ou amamenta exclusivamente com a fórmula. Dúvidas comuns sobre a menstruação A seguir, esclarecemos as principais dúvidas sobre a menstruação: 1
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passage: . 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela bactéria Gardnerella vaginalis, que se desenvolve excessivamente quando existe desequilíbrio da flora vaginal. Essa infecção pode causar menstruação com cheiro de peixe podre, além de sintomas como coceira intensa, queimação ao urinar, e corrimento branco ou acinzentado. O que fazer: o tratamento da vaginose bacteriana deve ser feito com orientação do ginecologista, que pode indicar o uso de remédios na forma de pomadas ou óvulos, ou comprimidos para ingestão oral, como o metronidazol. Leia também: Tratamento para vaginose bacteriana tuasaude.com/tratamento-para-vaginose-bacteriana 7. Tricomoníase A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível (IST), que pode também pode causar menstruação com cheiro de peixe podre. Além disso, outros sintomas são corrimento esverdeado ou amarelado, vermelhidão na região genital, dor ao urinar, coceira e presença de pequenos sangramentos vaginais fora do período menstrual. Essa infecção é causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, sendo transmitida através do contato íntimo desprotegido. Leia também: 18 sintomas de tricomoníase (no homem e na mulher) tuasaude
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passage: . 10. Sangramento fora do período menstrual O sangramento que ocorre fora do período menstrual também é chamado de metrorragia ou sangramento de escape. Esse sangramento pode ser de maior volume, ocorrer mais de uma vez no mês e ter intervalos irregulares. É comum haver algum sangramento nos três primeiros meses de uso do anticoncepcional ou caso a mulher se esqueça de tomá-lo nos horários corretos. No entanto, câncer, pólipos uterinos, miomas, doenças da coagulação do sangue, gravidez e aborto espontâneo também podem ser causa de sangramento assim. Veja outras causas do sangramento fora do período menstrual e quando ir ao médico. O que fazer: É recomendado consultar um ginecologista para que a causa do sangramento seja identificada e o tratamento mais adequado seja iniciado. Leia também: Menstruação com cheiro forte: 12 causas (e o que fazer) tuasaude.com/menstruacao-com-cheiro-forte
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passage: .com/tratamento-para-doenca-inflamatoria-pelvica 11. Pré-menopausa Devido as alterações hormonais que surgem na pré-menopausa, também chamada perimenopausa, a mulher pode apresentar alterações no ciclo menstrual, secura vaginal e menstruação com cheiro forte. Além disso, outros sintomas que podem surgir na perimenopausa são ondas de calor suor excessivo ou palpitações cardíacas. Leia também: Pré-menopausa: o que é, sintomas e o que fazer tuasaude.com/pre-menopausa O que fazer: a pré-menopausa é uma fase normal da vida da mulher e nem sempre precisa de tratamento. No entanto, o ginecologista pode indicar o uso de pílulas anticoncepcionais ou o DIU hormonal, para regularizar o ciclo menstrual até que ocorra a menopausa. 12. Câncer de colo de útero O câncer de colo de útero é um tumor maligno causado pelo HPV que pode causar menstruação com cheiro forte, semelhante a carne podre. Isso pode ocorrer devido a saída pela vagina de uma mistura do sangue menstrual com células tumorais. Leia também: 6 sintomas de câncer no útero (e o que fazer) tuasaude.com/sintomas-de-cancer-no-utero O que fazer: o tratamento do câncer de colo de útero é feito pelo ginecologista através da conização ou cirurgia para retirada do útero
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passage: . O que fazer: é recomendado fazer a higiene íntima pelo menos 2 vezes por dia, com água e sabonete próprio para a região vaginal. Além disso, durante a menstruação, deve-se realizar a higiene íntima a cada troca de absorvente, evitando o uso de lenços umedecidos ou de duchas vaginais. 4. Suor excessivo O suor excessivo na região íntima durante a menstruação pode deixar a menstruação com cheiro forte. Isso ocorre porque o sangue da menstruação se mistura com o suor produzido pelas glândulas sudoríparas e bactérias vaginais. O que fazer: realizar a higiene íntima pelo menos de manhã e à noite, e após a prática de atividades físicas, ajuda a reduzir ou evitar o cheiro forte de suor misturado com a menstruação. 5. Presença de ferro no sangue A presença de ferro no sangue menstrual pode deixar a menstruação com cheiro forte, sendo geralmente um cheiro metálico ou doce. O que fazer: a presença de ferro no sangue menstrual é normal, não sendo motivo de preocupação. No entanto, caso o cheiro não melhore após a menstruação, deve-se consultar o ginecologista para uma avaliação e verificar se existe algum problema de saúde. 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela bactéria Gardnerella vaginalis, que se desenvolve excessivamente quando existe desequilíbrio da flora vaginal
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passage: . A principal bactéria relacionada com a vaginose é a Gardnerella vaginalis, que além de causar o corrimento branco antes da menstruação, também pode causar coceira e ardência da região genital, além do corrimento ter mau cheiro. Saiba reconhecer os sintomas de vaginose. O que fazer: O tratamento para vaginose bacteriana é normalmente feito com o uso de antibiótico, como o Metronidazol, que deve ser usado conforme a indicação do ginecologista. É importante que a vaginose bacteriana seja identificada e tratada de acordo com as orientações médicas para evitar que a bactéria permaneça se proliferando e resulte em complicações, como a doença inflamatória pélvica. 3. Candidíase A candidíase é uma infecção causada por fungos naturalmente presentes na região genital da mulher, estando principalmente relacionada com o desenvolvido de fungos do gênero Candida, principalmente da espécie Candida albicans. Nesse caso, além do corrimento branco, é comum a mulher apresentar outros sintomas, como coceira, ardor e vermelhidão da região íntima. Veja como identificar os sintomas de Candida
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passage: . Ciclo menstrual normal O corrimento branco é normalmente parte do ciclo menstrual normal da mulher e acontece devido às alterações hormonais, principalmente devido ao aumento da produção de progesterona pelo corpo lúteo, e é constituído principalmente por leucócitos. À medida que a quantidade de progesterona aumenta no sangue, há liberação do corrimento branco antes da menstruação. O que fazer: Como é algo normal e não está associado a nenhum sinal ou sintoma, não é necessário tratamento. No entanto, algumas mulheres que desejam engravidar podem ter mais atenção à textura do corrimento e do muco cervical para saber se está próxima de ovular, o que é conhecido como método da ovulação de Billings. Entenda como funciona e como fazer o método da ovulação de Billings. 2. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana corresponde à desregulação da microbiota da vagina, havendo a proliferação de bactérias que estão naturalmente presentes na região e levando ao aparecimento de sinais e sintomas. A principal bactéria relacionada com a vaginose é a Gardnerella vaginalis, que além de causar o corrimento branco antes da menstruação, também pode causar coceira e ardência da região genital, além do corrimento ter mau cheiro. Saiba reconhecer os sintomas de vaginose
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passage: . Geralmente, esse tipo de menstruação está relacionada à endometriose. Saiba identificar os sintomas de endometriose. 9. Menstruação com cheiro forte A menstruação com cheiro forte ou menstruação com mau cheiro pode surgir devido a pouca frequência na troca do absorvente externo, fazendo com que bactérias eliminem gases deixando um cheiro desagradável. Veja as principais causas de menstruação com cheiro forte. Além disso, quando o mau cheiro é acompanhado de outros sintomas, como coceira intensa, irritação na vulva e na vagina ou corrimento amarelo ou esverdeado, pode ser sinal de infecções como vaginose bacteriana ou tricomoníase, por exemplo. Leia também: Corrimento antes da menstruação: 10 causas e o que fazer tuasaude.com/corrimento-antes-da-menstruacao 10. Menstruação na gravidez A menstruação na gravidez não é uma condição normal, podendo nesse caso estar relacionada a gravidez ectópica, descolamento da placenta ou aborto espontâneo, por exemplo. 11. Menstruação pós-parto A primeira menstruação pós-parto geralmente acontece cerca de 6 meses após o parto, quando a mulher está em amamentação exclusiva. No entanto, esse tempo pode variar se a mulher também dá fórmulas ao bebê ou amamenta exclusivamente com a fórmula. Dúvidas comuns sobre a menstruação A seguir, esclarecemos as principais dúvidas sobre a menstruação: 1
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passage: . 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela bactéria Gardnerella vaginalis, que se desenvolve excessivamente quando existe desequilíbrio da flora vaginal. Essa infecção pode causar menstruação com cheiro de peixe podre, além de sintomas como coceira intensa, queimação ao urinar, e corrimento branco ou acinzentado. O que fazer: o tratamento da vaginose bacteriana deve ser feito com orientação do ginecologista, que pode indicar o uso de remédios na forma de pomadas ou óvulos, ou comprimidos para ingestão oral, como o metronidazol. Leia também: Tratamento para vaginose bacteriana tuasaude.com/tratamento-para-vaginose-bacteriana 7. Tricomoníase A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível (IST), que pode também pode causar menstruação com cheiro de peixe podre. Além disso, outros sintomas são corrimento esverdeado ou amarelado, vermelhidão na região genital, dor ao urinar, coceira e presença de pequenos sangramentos vaginais fora do período menstrual. Essa infecção é causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, sendo transmitida através do contato íntimo desprotegido. Leia também: 18 sintomas de tricomoníase (no homem e na mulher) tuasaude
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passage: . 10. Sangramento fora do período menstrual O sangramento que ocorre fora do período menstrual também é chamado de metrorragia ou sangramento de escape. Esse sangramento pode ser de maior volume, ocorrer mais de uma vez no mês e ter intervalos irregulares. É comum haver algum sangramento nos três primeiros meses de uso do anticoncepcional ou caso a mulher se esqueça de tomá-lo nos horários corretos. No entanto, câncer, pólipos uterinos, miomas, doenças da coagulação do sangue, gravidez e aborto espontâneo também podem ser causa de sangramento assim. Veja outras causas do sangramento fora do período menstrual e quando ir ao médico. O que fazer: É recomendado consultar um ginecologista para que a causa do sangramento seja identificada e o tratamento mais adequado seja iniciado. Leia também: Menstruação com cheiro forte: 12 causas (e o que fazer) tuasaude.com/menstruacao-com-cheiro-forte
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passage: .com/tratamento-para-doenca-inflamatoria-pelvica 11. Pré-menopausa Devido as alterações hormonais que surgem na pré-menopausa, também chamada perimenopausa, a mulher pode apresentar alterações no ciclo menstrual, secura vaginal e menstruação com cheiro forte. Além disso, outros sintomas que podem surgir na perimenopausa são ondas de calor suor excessivo ou palpitações cardíacas. Leia também: Pré-menopausa: o que é, sintomas e o que fazer tuasaude.com/pre-menopausa O que fazer: a pré-menopausa é uma fase normal da vida da mulher e nem sempre precisa de tratamento. No entanto, o ginecologista pode indicar o uso de pílulas anticoncepcionais ou o DIU hormonal, para regularizar o ciclo menstrual até que ocorra a menopausa. 12. Câncer de colo de útero O câncer de colo de útero é um tumor maligno causado pelo HPV que pode causar menstruação com cheiro forte, semelhante a carne podre. Isso pode ocorrer devido a saída pela vagina de uma mistura do sangue menstrual com células tumorais. Leia também: 6 sintomas de câncer no útero (e o que fazer) tuasaude.com/sintomas-de-cancer-no-utero O que fazer: o tratamento do câncer de colo de útero é feito pelo ginecologista através da conização ou cirurgia para retirada do útero
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passage: . O que fazer: é recomendado fazer a higiene íntima pelo menos 2 vezes por dia, com água e sabonete próprio para a região vaginal. Além disso, durante a menstruação, deve-se realizar a higiene íntima a cada troca de absorvente, evitando o uso de lenços umedecidos ou de duchas vaginais. 4. Suor excessivo O suor excessivo na região íntima durante a menstruação pode deixar a menstruação com cheiro forte. Isso ocorre porque o sangue da menstruação se mistura com o suor produzido pelas glândulas sudoríparas e bactérias vaginais. O que fazer: realizar a higiene íntima pelo menos de manhã e à noite, e após a prática de atividades físicas, ajuda a reduzir ou evitar o cheiro forte de suor misturado com a menstruação. 5. Presença de ferro no sangue A presença de ferro no sangue menstrual pode deixar a menstruação com cheiro forte, sendo geralmente um cheiro metálico ou doce. O que fazer: a presença de ferro no sangue menstrual é normal, não sendo motivo de preocupação. No entanto, caso o cheiro não melhore após a menstruação, deve-se consultar o ginecologista para uma avaliação e verificar se existe algum problema de saúde. 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela bactéria Gardnerella vaginalis, que se desenvolve excessivamente quando existe desequilíbrio da flora vaginal
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passage: . A principal bactéria relacionada com a vaginose é a Gardnerella vaginalis, que além de causar o corrimento branco antes da menstruação, também pode causar coceira e ardência da região genital, além do corrimento ter mau cheiro. Saiba reconhecer os sintomas de vaginose. O que fazer: O tratamento para vaginose bacteriana é normalmente feito com o uso de antibiótico, como o Metronidazol, que deve ser usado conforme a indicação do ginecologista. É importante que a vaginose bacteriana seja identificada e tratada de acordo com as orientações médicas para evitar que a bactéria permaneça se proliferando e resulte em complicações, como a doença inflamatória pélvica. 3. Candidíase A candidíase é uma infecção causada por fungos naturalmente presentes na região genital da mulher, estando principalmente relacionada com o desenvolvido de fungos do gênero Candida, principalmente da espécie Candida albicans. Nesse caso, além do corrimento branco, é comum a mulher apresentar outros sintomas, como coceira, ardor e vermelhidão da região íntima. Veja como identificar os sintomas de Candida
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passage: . Ciclo menstrual normal O corrimento branco é normalmente parte do ciclo menstrual normal da mulher e acontece devido às alterações hormonais, principalmente devido ao aumento da produção de progesterona pelo corpo lúteo, e é constituído principalmente por leucócitos. À medida que a quantidade de progesterona aumenta no sangue, há liberação do corrimento branco antes da menstruação. O que fazer: Como é algo normal e não está associado a nenhum sinal ou sintoma, não é necessário tratamento. No entanto, algumas mulheres que desejam engravidar podem ter mais atenção à textura do corrimento e do muco cervical para saber se está próxima de ovular, o que é conhecido como método da ovulação de Billings. Entenda como funciona e como fazer o método da ovulação de Billings. 2. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana corresponde à desregulação da microbiota da vagina, havendo a proliferação de bactérias que estão naturalmente presentes na região e levando ao aparecimento de sinais e sintomas. A principal bactéria relacionada com a vaginose é a Gardnerella vaginalis, que além de causar o corrimento branco antes da menstruação, também pode causar coceira e ardência da região genital, além do corrimento ter mau cheiro. Saiba reconhecer os sintomas de vaginose
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passage: . Veja o que pode indicar o corrimento marrom antes da menstruação. 9. Tricomoníase A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível que pode causar corrimento esverdeado antes da menstruação e geralmente é acompanhado de cheiro desagradável, coceira e ardência na região vaginal. Além da tricomoníase, esse tipo de corrimento verde, pode ser causado por outras infecções sexualmente transmissíveis, como clamídia ou gonorreia, por exemplo. O que fazer: nesses casos, é recomendado que a mulher consulte com um ginecologista para identificar a infecção e iniciar o tratamento mais adequado. Veja outras causas do corrimento esverdeado e o que fazer. 10. Doença inflamatória pélvica A doença inflamatória pélvica (DIP), é uma inflamação que tem origem na vagina e que progride afetando o útero, as trompas e os ovários, se espalhando por uma grande área pélvica, levando ao surgimento de corrimento vaginal amarelado ou esverdeado com mau cheiro, e outros sintomas como febre acima de 38ºC, dor no pé da barriga e até sangramento vaginal. Veja outras causas de corrimento amarelado
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passage: . Geralmente, esse tipo de menstruação está relacionada à endometriose. Saiba identificar os sintomas de endometriose. 9. Menstruação com cheiro forte A menstruação com cheiro forte ou menstruação com mau cheiro pode surgir devido a pouca frequência na troca do absorvente externo, fazendo com que bactérias eliminem gases deixando um cheiro desagradável. Veja as principais causas de menstruação com cheiro forte. Além disso, quando o mau cheiro é acompanhado de outros sintomas, como coceira intensa, irritação na vulva e na vagina ou corrimento amarelo ou esverdeado, pode ser sinal de infecções como vaginose bacteriana ou tricomoníase, por exemplo. Leia também: Corrimento antes da menstruação: 10 causas e o que fazer tuasaude.com/corrimento-antes-da-menstruacao 10. Menstruação na gravidez A menstruação na gravidez não é uma condição normal, podendo nesse caso estar relacionada a gravidez ectópica, descolamento da placenta ou aborto espontâneo, por exemplo. 11. Menstruação pós-parto A primeira menstruação pós-parto geralmente acontece cerca de 6 meses após o parto, quando a mulher está em amamentação exclusiva. No entanto, esse tempo pode variar se a mulher também dá fórmulas ao bebê ou amamenta exclusivamente com a fórmula. Dúvidas comuns sobre a menstruação A seguir, esclarecemos as principais dúvidas sobre a menstruação: 1
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passage: . 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela bactéria Gardnerella vaginalis, que se desenvolve excessivamente quando existe desequilíbrio da flora vaginal. Essa infecção pode causar menstruação com cheiro de peixe podre, além de sintomas como coceira intensa, queimação ao urinar, e corrimento branco ou acinzentado. O que fazer: o tratamento da vaginose bacteriana deve ser feito com orientação do ginecologista, que pode indicar o uso de remédios na forma de pomadas ou óvulos, ou comprimidos para ingestão oral, como o metronidazol. Leia também: Tratamento para vaginose bacteriana tuasaude.com/tratamento-para-vaginose-bacteriana 7. Tricomoníase A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível (IST), que pode também pode causar menstruação com cheiro de peixe podre. Além disso, outros sintomas são corrimento esverdeado ou amarelado, vermelhidão na região genital, dor ao urinar, coceira e presença de pequenos sangramentos vaginais fora do período menstrual. Essa infecção é causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, sendo transmitida através do contato íntimo desprotegido. Leia também: 18 sintomas de tricomoníase (no homem e na mulher) tuasaude
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passage: . 10. Sangramento fora do período menstrual O sangramento que ocorre fora do período menstrual também é chamado de metrorragia ou sangramento de escape. Esse sangramento pode ser de maior volume, ocorrer mais de uma vez no mês e ter intervalos irregulares. É comum haver algum sangramento nos três primeiros meses de uso do anticoncepcional ou caso a mulher se esqueça de tomá-lo nos horários corretos. No entanto, câncer, pólipos uterinos, miomas, doenças da coagulação do sangue, gravidez e aborto espontâneo também podem ser causa de sangramento assim. Veja outras causas do sangramento fora do período menstrual e quando ir ao médico. O que fazer: É recomendado consultar um ginecologista para que a causa do sangramento seja identificada e o tratamento mais adequado seja iniciado. Leia também: Menstruação com cheiro forte: 12 causas (e o que fazer) tuasaude.com/menstruacao-com-cheiro-forte
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passage: .com/tratamento-para-doenca-inflamatoria-pelvica 11. Pré-menopausa Devido as alterações hormonais que surgem na pré-menopausa, também chamada perimenopausa, a mulher pode apresentar alterações no ciclo menstrual, secura vaginal e menstruação com cheiro forte. Além disso, outros sintomas que podem surgir na perimenopausa são ondas de calor suor excessivo ou palpitações cardíacas. Leia também: Pré-menopausa: o que é, sintomas e o que fazer tuasaude.com/pre-menopausa O que fazer: a pré-menopausa é uma fase normal da vida da mulher e nem sempre precisa de tratamento. No entanto, o ginecologista pode indicar o uso de pílulas anticoncepcionais ou o DIU hormonal, para regularizar o ciclo menstrual até que ocorra a menopausa. 12. Câncer de colo de útero O câncer de colo de útero é um tumor maligno causado pelo HPV que pode causar menstruação com cheiro forte, semelhante a carne podre. Isso pode ocorrer devido a saída pela vagina de uma mistura do sangue menstrual com células tumorais. Leia também: 6 sintomas de câncer no útero (e o que fazer) tuasaude.com/sintomas-de-cancer-no-utero O que fazer: o tratamento do câncer de colo de útero é feito pelo ginecologista através da conização ou cirurgia para retirada do útero
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passage: . O que fazer: é recomendado fazer a higiene íntima pelo menos 2 vezes por dia, com água e sabonete próprio para a região vaginal. Além disso, durante a menstruação, deve-se realizar a higiene íntima a cada troca de absorvente, evitando o uso de lenços umedecidos ou de duchas vaginais. 4. Suor excessivo O suor excessivo na região íntima durante a menstruação pode deixar a menstruação com cheiro forte. Isso ocorre porque o sangue da menstruação se mistura com o suor produzido pelas glândulas sudoríparas e bactérias vaginais. O que fazer: realizar a higiene íntima pelo menos de manhã e à noite, e após a prática de atividades físicas, ajuda a reduzir ou evitar o cheiro forte de suor misturado com a menstruação. 5. Presença de ferro no sangue A presença de ferro no sangue menstrual pode deixar a menstruação com cheiro forte, sendo geralmente um cheiro metálico ou doce. O que fazer: a presença de ferro no sangue menstrual é normal, não sendo motivo de preocupação. No entanto, caso o cheiro não melhore após a menstruação, deve-se consultar o ginecologista para uma avaliação e verificar se existe algum problema de saúde. 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela bactéria Gardnerella vaginalis, que se desenvolve excessivamente quando existe desequilíbrio da flora vaginal
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passage: . A principal bactéria relacionada com a vaginose é a Gardnerella vaginalis, que além de causar o corrimento branco antes da menstruação, também pode causar coceira e ardência da região genital, além do corrimento ter mau cheiro. Saiba reconhecer os sintomas de vaginose. O que fazer: O tratamento para vaginose bacteriana é normalmente feito com o uso de antibiótico, como o Metronidazol, que deve ser usado conforme a indicação do ginecologista. É importante que a vaginose bacteriana seja identificada e tratada de acordo com as orientações médicas para evitar que a bactéria permaneça se proliferando e resulte em complicações, como a doença inflamatória pélvica. 3. Candidíase A candidíase é uma infecção causada por fungos naturalmente presentes na região genital da mulher, estando principalmente relacionada com o desenvolvido de fungos do gênero Candida, principalmente da espécie Candida albicans. Nesse caso, além do corrimento branco, é comum a mulher apresentar outros sintomas, como coceira, ardor e vermelhidão da região íntima. Veja como identificar os sintomas de Candida
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passage: . Ciclo menstrual normal O corrimento branco é normalmente parte do ciclo menstrual normal da mulher e acontece devido às alterações hormonais, principalmente devido ao aumento da produção de progesterona pelo corpo lúteo, e é constituído principalmente por leucócitos. À medida que a quantidade de progesterona aumenta no sangue, há liberação do corrimento branco antes da menstruação. O que fazer: Como é algo normal e não está associado a nenhum sinal ou sintoma, não é necessário tratamento. No entanto, algumas mulheres que desejam engravidar podem ter mais atenção à textura do corrimento e do muco cervical para saber se está próxima de ovular, o que é conhecido como método da ovulação de Billings. Entenda como funciona e como fazer o método da ovulação de Billings. 2. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana corresponde à desregulação da microbiota da vagina, havendo a proliferação de bactérias que estão naturalmente presentes na região e levando ao aparecimento de sinais e sintomas. A principal bactéria relacionada com a vaginose é a Gardnerella vaginalis, que além de causar o corrimento branco antes da menstruação, também pode causar coceira e ardência da região genital, além do corrimento ter mau cheiro. Saiba reconhecer os sintomas de vaginose
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passage: . Veja o que pode indicar o corrimento marrom antes da menstruação. 9. Tricomoníase A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível que pode causar corrimento esverdeado antes da menstruação e geralmente é acompanhado de cheiro desagradável, coceira e ardência na região vaginal. Além da tricomoníase, esse tipo de corrimento verde, pode ser causado por outras infecções sexualmente transmissíveis, como clamídia ou gonorreia, por exemplo. O que fazer: nesses casos, é recomendado que a mulher consulte com um ginecologista para identificar a infecção e iniciar o tratamento mais adequado. Veja outras causas do corrimento esverdeado e o que fazer. 10. Doença inflamatória pélvica A doença inflamatória pélvica (DIP), é uma inflamação que tem origem na vagina e que progride afetando o útero, as trompas e os ovários, se espalhando por uma grande área pélvica, levando ao surgimento de corrimento vaginal amarelado ou esverdeado com mau cheiro, e outros sintomas como febre acima de 38ºC, dor no pé da barriga e até sangramento vaginal. Veja outras causas de corrimento amarelado
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passage: Menstruação com cheiro forte: 12 causas (e o que fazer) A menstruação com cheiro forte pode ser causada por esquecer o absorvente interno por muito tempo, má higiene íntima, vaginose bacteriana, tricomoníase ou câncer de colo de útero. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Dependendo da sua causa, a menstruação pode ter cheiro metálico, de peixe podre ou semelhante a carne podre, e estar acompanhado de sintomas, como coceira vaginal, dor ou ardor ao urinar ou dor pélvica. Leia também: Menstruação: o que é, quanto tempo dura (e alterações comuns) tuasaude.com/menstruacao É importante consultar o ginecologista sempre que a menstruação com cheiro forte é acompanhada de outros sintomas, para que seja identificada a causa e iniciado o tratamento mais adequado. Qual o cheiro normal da menstruação? O cheiro normal da menstruação é cheiro de sangue, semelhante a um cheiro metálico, devido a presença de ferro. No entanto, quando a menstruação tem cheiro forte, pode ser indicativo de infecções ou até câncer de colo de útero. Nesses casos, é importante consultar o ginecologista para identificar a causa da menstruação com cheiro forte e, se necessário, indicar o tratamento mais adequado. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas
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passage: . Geralmente, esse tipo de menstruação está relacionada à endometriose. Saiba identificar os sintomas de endometriose. 9. Menstruação com cheiro forte A menstruação com cheiro forte ou menstruação com mau cheiro pode surgir devido a pouca frequência na troca do absorvente externo, fazendo com que bactérias eliminem gases deixando um cheiro desagradável. Veja as principais causas de menstruação com cheiro forte. Além disso, quando o mau cheiro é acompanhado de outros sintomas, como coceira intensa, irritação na vulva e na vagina ou corrimento amarelo ou esverdeado, pode ser sinal de infecções como vaginose bacteriana ou tricomoníase, por exemplo. Leia também: Corrimento antes da menstruação: 10 causas e o que fazer tuasaude.com/corrimento-antes-da-menstruacao 10. Menstruação na gravidez A menstruação na gravidez não é uma condição normal, podendo nesse caso estar relacionada a gravidez ectópica, descolamento da placenta ou aborto espontâneo, por exemplo. 11. Menstruação pós-parto A primeira menstruação pós-parto geralmente acontece cerca de 6 meses após o parto, quando a mulher está em amamentação exclusiva. No entanto, esse tempo pode variar se a mulher também dá fórmulas ao bebê ou amamenta exclusivamente com a fórmula. Dúvidas comuns sobre a menstruação A seguir, esclarecemos as principais dúvidas sobre a menstruação: 1
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passage: . 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela bactéria Gardnerella vaginalis, que se desenvolve excessivamente quando existe desequilíbrio da flora vaginal. Essa infecção pode causar menstruação com cheiro de peixe podre, além de sintomas como coceira intensa, queimação ao urinar, e corrimento branco ou acinzentado. O que fazer: o tratamento da vaginose bacteriana deve ser feito com orientação do ginecologista, que pode indicar o uso de remédios na forma de pomadas ou óvulos, ou comprimidos para ingestão oral, como o metronidazol. Leia também: Tratamento para vaginose bacteriana tuasaude.com/tratamento-para-vaginose-bacteriana 7. Tricomoníase A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível (IST), que pode também pode causar menstruação com cheiro de peixe podre. Além disso, outros sintomas são corrimento esverdeado ou amarelado, vermelhidão na região genital, dor ao urinar, coceira e presença de pequenos sangramentos vaginais fora do período menstrual. Essa infecção é causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, sendo transmitida através do contato íntimo desprotegido. Leia também: 18 sintomas de tricomoníase (no homem e na mulher) tuasaude
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passage: . 10. Sangramento fora do período menstrual O sangramento que ocorre fora do período menstrual também é chamado de metrorragia ou sangramento de escape. Esse sangramento pode ser de maior volume, ocorrer mais de uma vez no mês e ter intervalos irregulares. É comum haver algum sangramento nos três primeiros meses de uso do anticoncepcional ou caso a mulher se esqueça de tomá-lo nos horários corretos. No entanto, câncer, pólipos uterinos, miomas, doenças da coagulação do sangue, gravidez e aborto espontâneo também podem ser causa de sangramento assim. Veja outras causas do sangramento fora do período menstrual e quando ir ao médico. O que fazer: É recomendado consultar um ginecologista para que a causa do sangramento seja identificada e o tratamento mais adequado seja iniciado. Leia também: Menstruação com cheiro forte: 12 causas (e o que fazer) tuasaude.com/menstruacao-com-cheiro-forte
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passage: .com/tratamento-para-doenca-inflamatoria-pelvica 11. Pré-menopausa Devido as alterações hormonais que surgem na pré-menopausa, também chamada perimenopausa, a mulher pode apresentar alterações no ciclo menstrual, secura vaginal e menstruação com cheiro forte. Além disso, outros sintomas que podem surgir na perimenopausa são ondas de calor suor excessivo ou palpitações cardíacas. Leia também: Pré-menopausa: o que é, sintomas e o que fazer tuasaude.com/pre-menopausa O que fazer: a pré-menopausa é uma fase normal da vida da mulher e nem sempre precisa de tratamento. No entanto, o ginecologista pode indicar o uso de pílulas anticoncepcionais ou o DIU hormonal, para regularizar o ciclo menstrual até que ocorra a menopausa. 12. Câncer de colo de útero O câncer de colo de útero é um tumor maligno causado pelo HPV que pode causar menstruação com cheiro forte, semelhante a carne podre. Isso pode ocorrer devido a saída pela vagina de uma mistura do sangue menstrual com células tumorais. Leia também: 6 sintomas de câncer no útero (e o que fazer) tuasaude.com/sintomas-de-cancer-no-utero O que fazer: o tratamento do câncer de colo de útero é feito pelo ginecologista através da conização ou cirurgia para retirada do útero
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passage: . O que fazer: é recomendado fazer a higiene íntima pelo menos 2 vezes por dia, com água e sabonete próprio para a região vaginal. Além disso, durante a menstruação, deve-se realizar a higiene íntima a cada troca de absorvente, evitando o uso de lenços umedecidos ou de duchas vaginais. 4. Suor excessivo O suor excessivo na região íntima durante a menstruação pode deixar a menstruação com cheiro forte. Isso ocorre porque o sangue da menstruação se mistura com o suor produzido pelas glândulas sudoríparas e bactérias vaginais. O que fazer: realizar a higiene íntima pelo menos de manhã e à noite, e após a prática de atividades físicas, ajuda a reduzir ou evitar o cheiro forte de suor misturado com a menstruação. 5. Presença de ferro no sangue A presença de ferro no sangue menstrual pode deixar a menstruação com cheiro forte, sendo geralmente um cheiro metálico ou doce. O que fazer: a presença de ferro no sangue menstrual é normal, não sendo motivo de preocupação. No entanto, caso o cheiro não melhore após a menstruação, deve-se consultar o ginecologista para uma avaliação e verificar se existe algum problema de saúde. 6. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana é uma infecção vaginal causada pela bactéria Gardnerella vaginalis, que se desenvolve excessivamente quando existe desequilíbrio da flora vaginal
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passage: . A principal bactéria relacionada com a vaginose é a Gardnerella vaginalis, que além de causar o corrimento branco antes da menstruação, também pode causar coceira e ardência da região genital, além do corrimento ter mau cheiro. Saiba reconhecer os sintomas de vaginose. O que fazer: O tratamento para vaginose bacteriana é normalmente feito com o uso de antibiótico, como o Metronidazol, que deve ser usado conforme a indicação do ginecologista. É importante que a vaginose bacteriana seja identificada e tratada de acordo com as orientações médicas para evitar que a bactéria permaneça se proliferando e resulte em complicações, como a doença inflamatória pélvica. 3. Candidíase A candidíase é uma infecção causada por fungos naturalmente presentes na região genital da mulher, estando principalmente relacionada com o desenvolvido de fungos do gênero Candida, principalmente da espécie Candida albicans. Nesse caso, além do corrimento branco, é comum a mulher apresentar outros sintomas, como coceira, ardor e vermelhidão da região íntima. Veja como identificar os sintomas de Candida
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passage: . Ciclo menstrual normal O corrimento branco é normalmente parte do ciclo menstrual normal da mulher e acontece devido às alterações hormonais, principalmente devido ao aumento da produção de progesterona pelo corpo lúteo, e é constituído principalmente por leucócitos. À medida que a quantidade de progesterona aumenta no sangue, há liberação do corrimento branco antes da menstruação. O que fazer: Como é algo normal e não está associado a nenhum sinal ou sintoma, não é necessário tratamento. No entanto, algumas mulheres que desejam engravidar podem ter mais atenção à textura do corrimento e do muco cervical para saber se está próxima de ovular, o que é conhecido como método da ovulação de Billings. Entenda como funciona e como fazer o método da ovulação de Billings. 2. Vaginose bacteriana A vaginose bacteriana corresponde à desregulação da microbiota da vagina, havendo a proliferação de bactérias que estão naturalmente presentes na região e levando ao aparecimento de sinais e sintomas. A principal bactéria relacionada com a vaginose é a Gardnerella vaginalis, que além de causar o corrimento branco antes da menstruação, também pode causar coceira e ardência da região genital, além do corrimento ter mau cheiro. Saiba reconhecer os sintomas de vaginose
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passage: . Veja o que pode indicar o corrimento marrom antes da menstruação. 9. Tricomoníase A tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível que pode causar corrimento esverdeado antes da menstruação e geralmente é acompanhado de cheiro desagradável, coceira e ardência na região vaginal. Além da tricomoníase, esse tipo de corrimento verde, pode ser causado por outras infecções sexualmente transmissíveis, como clamídia ou gonorreia, por exemplo. O que fazer: nesses casos, é recomendado que a mulher consulte com um ginecologista para identificar a infecção e iniciar o tratamento mais adequado. Veja outras causas do corrimento esverdeado e o que fazer. 10. Doença inflamatória pélvica A doença inflamatória pélvica (DIP), é uma inflamação que tem origem na vagina e que progride afetando o útero, as trompas e os ovários, se espalhando por uma grande área pélvica, levando ao surgimento de corrimento vaginal amarelado ou esverdeado com mau cheiro, e outros sintomas como febre acima de 38ºC, dor no pé da barriga e até sangramento vaginal. Veja outras causas de corrimento amarelado
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passage: Menstruação com cheiro forte: 12 causas (e o que fazer) A menstruação com cheiro forte pode ser causada por esquecer o absorvente interno por muito tempo, má higiene íntima, vaginose bacteriana, tricomoníase ou câncer de colo de útero. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Dependendo da sua causa, a menstruação pode ter cheiro metálico, de peixe podre ou semelhante a carne podre, e estar acompanhado de sintomas, como coceira vaginal, dor ou ardor ao urinar ou dor pélvica. Leia também: Menstruação: o que é, quanto tempo dura (e alterações comuns) tuasaude.com/menstruacao É importante consultar o ginecologista sempre que a menstruação com cheiro forte é acompanhada de outros sintomas, para que seja identificada a causa e iniciado o tratamento mais adequado. Qual o cheiro normal da menstruação? O cheiro normal da menstruação é cheiro de sangue, semelhante a um cheiro metálico, devido a presença de ferro. No entanto, quando a menstruação tem cheiro forte, pode ser indicativo de infecções ou até câncer de colo de útero. Nesses casos, é importante consultar o ginecologista para identificar a causa da menstruação com cheiro forte e, se necessário, indicar o tratamento mais adequado. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas
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passage: . 2. Fase lútea do ciclo menstrual A fase lútea do ciclo menstrual inicia-se depois da liberação do óvulo pelos ovários, formando o corpo lúteo, que começa a produzir progesterona em maior quantidade, para continuar preparando o revestimento do útero para o caso de uma possível gravidez. Nessa fase, que ocorre, em média, nos últimos 12 dias do ciclo, é normal a mulher apresentar um corrimento branco que não apresenta cheiro, chamado de leucorreia, e que é constituído principalmente por leucócitos. O que fazer: esse tipo de corrimento antes da menstruação é normal, no entanto, caso tenha um mau cheiro, for espesso e tiver acompanhado de coceira, dor ou irritação na região vaginal, pode ser um tipo de infecção e deve ser avaliado por um ginecologista. Confira outras causas do corrimento branco antes da menstruação e o que fazer. 3. Gravidez Um dos sintomas comuns que pode surgir logo no início da gravidez, é a presença de um corrimento ou um pequeno sangramento, nos primeiros 15 dias após a concepção, devido a implantação do embrião no endométrio, e, neste caso, o corrimento é rosado ou amarronzado, dura cerca de 2 a 3 dias, e pode provocar cólicas iguais às da menstruação. Veja quais são os primeiros sintomas de gravidez
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Olá! Entendo sua preocupação com esse corrimento sanguíneo e com mau cheiro que você está percebendo após a menstruação. É importante investigar a causa para descartar condições que precisam de tratamento.
Primeiramente, é importante ressaltar que sangramentos fora do período menstrual, como esse que você descreve, são chamados de metrorragia ou sangramento de escape. Eles podem acontecer por diversas razões, e o mau cheiro é um sinal de alerta que merece atenção.
Uma possibilidade, e uma das mais comuns quando há mau cheiro, é uma infecção. Vaginose bacteriana e tricomoníase são infecções que podem causar corrimento com cheiro forte, até mesmo um odor de "peixe podre". A vaginose é causada por um desequilíbrio das bactérias naturalmente presentes na vagina, enquanto a tricomoníase é uma infecção sexualmente transmissível. Ambas podem causar corrimento com mau cheiro, coceira, irritação e até sangramentos.
Outra causa possível, embora menos comum, pode ser o câncer de colo de útero. Em casos mais avançados, o tumor pode causar sangramentos irregulares e um odor fétido, devido à mistura de sangue com células tumorais. No entanto, é importante manter a calma, pois essa é apenas uma possibilidade e o diagnóstico precoce aumenta muito as chances de sucesso no tratamento.
Pólipos uterinos, miomas e até mesmo alterações hormonais, como as que ocorrem na pré-menopausa, também podem causar sangramentos irregulares. Em alguns casos, esses sangramentos podem se misturar com secreções vaginais e bactérias, resultando em um odor desagradável.
É importante descartar também outras causas menos comuns, como doenças da coagulação sanguínea, gravidez e aborto espontâneo.
O que eu recomendo agora é que você agende uma consulta ginecológica o mais breve possível. Durante a consulta, farei um exame físico completo, incluindo um exame pélvico, para avaliar o corrimento e identificar possíveis sinais de infecção ou outras alterações. Podemos precisar de exames complementares, como um exame de Papanicolau, cultura de secreção vaginal ou ultrassonografia, para chegar a um diagnóstico preciso.
Não se preocupe, com o diagnóstico correto, podemos iniciar o tratamento adequado para aliviar seus sintomas e garantir sua saúde. Lembre-se que o acompanhamento ginecológico regular é fundamental para a prevenção e detecção precoce de diversas condições.
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Posso engravidar com adenomiose ou é necessário realizar algum tratamento antes?
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Se você possui adenomiose e nunca tentou engravidar, e você e seu parceiro não apresentam outros distúrbios de fertilidade e estão em idade jovem, a primeira recomendação é tentar engravidar naturalmente. Não existem tratamentos clínicos específicos para melhorar a chance de gravidez natural na adenomiose, mas em casos de dificuldade, podemos considerar as técnicas de reprodução assistida.
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: Ivete de Ávila2Márcia Cristina França Ferreira1Bernardo Lasmar3Manoel Orlando Costa Gonçalves4Marco Aurélio Pinho de Oliveira5Patrick Bellelis4Sergio Podgaec4DescritoresAdenomiose; Dor pélvica; Sangramento uterino; HisterectomiaComo citar? Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, et al. Adenomiose. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 31/ Comissão Nacional Especializada em Endometriose).
Introdução Adenomiose é uma alteração benigna do útero que, histologicamen-te, caracteriza invasão benigna do endométrio no miométrio, além de 2,5 mm de profundidade ou, no mínimo, um campo microscó -pio de grande aumento distante da camada basal do endométrio, 1Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil. 2Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: Ivete de Ávila2Márcia Cristina França Ferreira1Bernardo Lasmar3Manoel Orlando Costa Gonçalves4Marco Aurélio Pinho de Oliveira5Patrick Bellelis4Sergio Podgaec4DescritoresAdenomiose; Dor pélvica; Sangramento uterino; HisterectomiaComo citar? Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, et al. Adenomiose. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 31/ Comissão Nacional Especializada em Endometriose).
Introdução Adenomiose é uma alteração benigna do útero que, histologicamen-te, caracteriza invasão benigna do endométrio no miométrio, além de 2,5 mm de profundidade ou, no mínimo, um campo microscó -pio de grande aumento distante da camada basal do endométrio, 1Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil. 2Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: Ivete de Ávila2Márcia Cristina França Ferreira1Bernardo Lasmar3Manoel Orlando Costa Gonçalves4Marco Aurélio Pinho de Oliveira5Patrick Bellelis4Sergio Podgaec4DescritoresAdenomiose; Dor pélvica; Sangramento uterino; HisterectomiaComo citar? Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, et al. Adenomiose. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 31/ Comissão Nacional Especializada em Endometriose).
Introdução Adenomiose é uma alteração benigna do útero que, histologicamen-te, caracteriza invasão benigna do endométrio no miométrio, além de 2,5 mm de profundidade ou, no mínimo, um campo microscó -pio de grande aumento distante da camada basal do endométrio, 1Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil. 2Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: Ivete de Ávila2Márcia Cristina França Ferreira1Bernardo Lasmar3Manoel Orlando Costa Gonçalves4Marco Aurélio Pinho de Oliveira5Patrick Bellelis4Sergio Podgaec4DescritoresAdenomiose; Dor pélvica; Sangramento uterino; HisterectomiaComo citar? Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, et al. Adenomiose. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 31/ Comissão Nacional Especializada em Endometriose).
Introdução Adenomiose é uma alteração benigna do útero que, histologicamen-te, caracteriza invasão benigna do endométrio no miométrio, além de 2,5 mm de profundidade ou, no mínimo, um campo microscó -pio de grande aumento distante da camada basal do endométrio, 1Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil. 2Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: . Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra. Helizabet Ribeiro, ginecologista especializada em endometriose que esclarece todas as dúvidas sobre a essa doença:
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: Ivete de Ávila2Márcia Cristina França Ferreira1Bernardo Lasmar3Manoel Orlando Costa Gonçalves4Marco Aurélio Pinho de Oliveira5Patrick Bellelis4Sergio Podgaec4DescritoresAdenomiose; Dor pélvica; Sangramento uterino; HisterectomiaComo citar? Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, et al. Adenomiose. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 31/ Comissão Nacional Especializada em Endometriose).
Introdução Adenomiose é uma alteração benigna do útero que, histologicamen-te, caracteriza invasão benigna do endométrio no miométrio, além de 2,5 mm de profundidade ou, no mínimo, um campo microscó -pio de grande aumento distante da camada basal do endométrio, 1Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil. 2Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: . Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra. Helizabet Ribeiro, ginecologista especializada em endometriose que esclarece todas as dúvidas sobre a essa doença:
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: Ivete de Ávila2Márcia Cristina França Ferreira1Bernardo Lasmar3Manoel Orlando Costa Gonçalves4Marco Aurélio Pinho de Oliveira5Patrick Bellelis4Sergio Podgaec4DescritoresAdenomiose; Dor pélvica; Sangramento uterino; HisterectomiaComo citar? Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, et al. Adenomiose. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 31/ Comissão Nacional Especializada em Endometriose).
Introdução Adenomiose é uma alteração benigna do útero que, histologicamen-te, caracteriza invasão benigna do endométrio no miométrio, além de 2,5 mm de profundidade ou, no mínimo, um campo microscó -pio de grande aumento distante da camada basal do endométrio, 1Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil. 2Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: . Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra. Helizabet Ribeiro, ginecologista especializada em endometriose que esclarece todas as dúvidas sobre a essa doença:
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico.
O tratamento do mioma na gravidez é essencialmente conservador, mesmo no mioma com degeneração:analgésicos, anti-inflamatórios, uterolíticos. Quadro abdominal agudo (dor intratável) decorrente de degeneraçãoacentuada com necrose, infecção ou torção torna obrigatória a cirurgia. Os tumores prévios não indicam cirurgiaeletiva. Sendo o parto vaginal impedido, deve-se realizar a cesárea no termo da gravidez. A miomectomia eletivaao tempo da operação cesariana é formalmente contraindicada, a não ser no tumor subseroso pediculado.
Mulheres com miomectomia prévia devem ser cesareadas antes do início do parto, particularmente se acavidade uterina foi invadida.
Massas anexiaisA incidência de massas anexiais na gravidez varia entre 1 e 4% dos nascidos vivos. Grande parte dessasmassas é < 5 cm e representa o corpo lúteo ou outros cistos funcionais (cisto folicular, cisto hemorrágico), queregridem espontaneamente no 2o trimestre. A taxa de malignidade das massas anexiais é pequena,aproximadamente 5%. O câncer de ovário é o 5o tumor maligno mais frequente na gravidez (Horowitz, 2011).
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: Ivete de Ávila2Márcia Cristina França Ferreira1Bernardo Lasmar3Manoel Orlando Costa Gonçalves4Marco Aurélio Pinho de Oliveira5Patrick Bellelis4Sergio Podgaec4DescritoresAdenomiose; Dor pélvica; Sangramento uterino; HisterectomiaComo citar? Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, et al. Adenomiose. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 31/ Comissão Nacional Especializada em Endometriose).
Introdução Adenomiose é uma alteração benigna do útero que, histologicamen-te, caracteriza invasão benigna do endométrio no miométrio, além de 2,5 mm de profundidade ou, no mínimo, um campo microscó -pio de grande aumento distante da camada basal do endométrio, 1Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil. 2Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: . Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra. Helizabet Ribeiro, ginecologista especializada em endometriose que esclarece todas as dúvidas sobre a essa doença:
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico.
O tratamento do mioma na gravidez é essencialmente conservador, mesmo no mioma com degeneração:analgésicos, anti-inflamatórios, uterolíticos. Quadro abdominal agudo (dor intratável) decorrente de degeneraçãoacentuada com necrose, infecção ou torção torna obrigatória a cirurgia. Os tumores prévios não indicam cirurgiaeletiva. Sendo o parto vaginal impedido, deve-se realizar a cesárea no termo da gravidez. A miomectomia eletivaao tempo da operação cesariana é formalmente contraindicada, a não ser no tumor subseroso pediculado.
Mulheres com miomectomia prévia devem ser cesareadas antes do início do parto, particularmente se acavidade uterina foi invadida.
Massas anexiaisA incidência de massas anexiais na gravidez varia entre 1 e 4% dos nascidos vivos. Grande parte dessasmassas é < 5 cm e representa o corpo lúteo ou outros cistos funcionais (cisto folicular, cisto hemorrágico), queregridem espontaneamente no 2o trimestre. A taxa de malignidade das massas anexiais é pequena,aproximadamente 5%. O câncer de ovário é o 5o tumor maligno mais frequente na gravidez (Horowitz, 2011).
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passage: . Em casos mais raros, mesmo após a curetagem, as células anormais podem permanecer no útero e dar origem a um tipo de câncer, chamado de coriocarcinoma gestacional e, nestas situações, pode ser preciso fazer cirurgia, usar medicamentos quimioterápicos ou realizar radioterapia. E ainda, se o médico verificar que o tipo sanguíneo da mulher é negativo, poderá indicar a aplicação de um remédio, chamado matergam, para que não ocorra o desenvolvimento de anticorpos específicos, evitando complicações quando a mulher engravidar novamente, como a eritroblastose fetal, por exemplo. Saiba mais o que é eritroblastose fetal e como é feito o tratamento.
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: 8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
9. A histerectomia é o tratamento cirúrgico padrão e definitivo para a adenomiose sintomática, especialmente naquelas mu -lheres sem projeto de futuras gestações, com falhas de trata -mentos conservadores e com adenomiose difusa.
Referências1. Bird C, McElin T, Manalo-Estrella P . The elusive adenomyosis of the uterus - revisited. Am J Obstet Gynecol 1972;112(5):583-93.
2. Levgur M, Abadi MA, Tucker A. Adenomyosis: symptoms, histology, and pregnancy terminations. Obstet Gynecol. 2000;95(5):688-91.
3. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Structural and molecular features of the endomyometrium in endometriosis and adenomyosis. Hum Reprod Update. 2014;20(3):386-402.
4. Benagiano G, Brosens I, Habiba M. Adenomyosis: a life-cycle approach. Reprod Biomed Online. 2015;30(3):220-32.
5. Struble J, Reid S, Bedaiwy MA. Adenomyosis: a clinical review of a challenging gynecologic condition. J Minim Invasive Gynecol. 2016;23(2):164-85.
12AdenomioseProtocolos Febrasgo | Nº31 | 20182017;35(5):592-601.
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passage: Ivete de Ávila2Márcia Cristina França Ferreira1Bernardo Lasmar3Manoel Orlando Costa Gonçalves4Marco Aurélio Pinho de Oliveira5Patrick Bellelis4Sergio Podgaec4DescritoresAdenomiose; Dor pélvica; Sangramento uterino; HisterectomiaComo citar? Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, et al. Adenomiose. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), 2018. (Protocolo FEBRASGO - Ginecologia, no. 31/ Comissão Nacional Especializada em Endometriose).
Introdução Adenomiose é uma alteração benigna do útero que, histologicamen-te, caracteriza invasão benigna do endométrio no miométrio, além de 2,5 mm de profundidade ou, no mínimo, um campo microscó -pio de grande aumento distante da camada basal do endométrio, 1Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil. 2Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
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passage: 2. É possível identificar adenomiose por meio de métodos de ima-gem: ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética.
3. Os sinais ultrassonográficos de adenomiose incluem aumento do volume uterino sem nódulos miomatosos, formato globo -so, assimetria entre paredes uterinas, heterogeneidade difusa ou focal, cistos anecoicos ou focos hiperecogênicos no miomé-trio e estrias radiadas partindo do endométrio.
11Carneiro MM, Ávila I, Ferreira MC, Lasmar B, Gonçalves MO, Oliveira MA, Bellelis P , Podgaec SProtocolos Febrasgo | Nº31 | 2018espessuras entre 8 e 12 mm, a presença de outros sinais (es -pessamento focal, margens maldelimitadas e principalmente cistos com sangue na zona juncional) sugere adenomiose.
5. O diagnóstico pode ser eventualmente realizado por meio da análise de biópsia obtida durante histeroscopia.
6. Nenhum tratamento medicamentoso para adenomiose teve sua segurança e sua eficácia adequadamente avaliadas em nú -mero suficiente de mulheres.
7. O sistema intrauterino de levonorgestrel (SIU-LNG) aparente-mente é opção eficaz de tratamento.
8. A cirurgia conservadora do útero para tratamento da adeno -miose é factível, pois melhora os sintomas (80% da dismenor-reia e 50% do sangramento uterino anormal). Pode, então, ser considerada em casos de doença focal e doença difusa.
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: . Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra. Helizabet Ribeiro, ginecologista especializada em endometriose que esclarece todas as dúvidas sobre a essa doença:
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico.
O tratamento do mioma na gravidez é essencialmente conservador, mesmo no mioma com degeneração:analgésicos, anti-inflamatórios, uterolíticos. Quadro abdominal agudo (dor intratável) decorrente de degeneraçãoacentuada com necrose, infecção ou torção torna obrigatória a cirurgia. Os tumores prévios não indicam cirurgiaeletiva. Sendo o parto vaginal impedido, deve-se realizar a cesárea no termo da gravidez. A miomectomia eletivaao tempo da operação cesariana é formalmente contraindicada, a não ser no tumor subseroso pediculado.
Mulheres com miomectomia prévia devem ser cesareadas antes do início do parto, particularmente se acavidade uterina foi invadida.
Massas anexiaisA incidência de massas anexiais na gravidez varia entre 1 e 4% dos nascidos vivos. Grande parte dessasmassas é < 5 cm e representa o corpo lúteo ou outros cistos funcionais (cisto folicular, cisto hemorrágico), queregridem espontaneamente no 2o trimestre. A taxa de malignidade das massas anexiais é pequena,aproximadamente 5%. O câncer de ovário é o 5o tumor maligno mais frequente na gravidez (Horowitz, 2011).
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passage: . Em casos mais raros, mesmo após a curetagem, as células anormais podem permanecer no útero e dar origem a um tipo de câncer, chamado de coriocarcinoma gestacional e, nestas situações, pode ser preciso fazer cirurgia, usar medicamentos quimioterápicos ou realizar radioterapia. E ainda, se o médico verificar que o tipo sanguíneo da mulher é negativo, poderá indicar a aplicação de um remédio, chamado matergam, para que não ocorra o desenvolvimento de anticorpos específicos, evitando complicações quando a mulher engravidar novamente, como a eritroblastose fetal, por exemplo. Saiba mais o que é eritroblastose fetal e como é feito o tratamento.
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passage: . Estes medicamentos podem ainda ser usados para tratar a adenomiose uterina, pois reduzem a inflamação do útero e aliviam as cólicas menstruais. Saiba o que é a adenomiose e quais os sintomas mais comuns. 6. Terapia de reposição hormonal A terapia de reposição hormonal pode ser outro dos tratamento indicado pelo ginecologista, especialmente no período da perimenopausa, que é a fase de transição entre a vida reprodutiva e a não reprodutiva, em que a mulher pode apresentar menstruação irregular, devido às alterações hormonais normais dessa fase. Esse tipo de tratamento utiliza remédios que repõem os níveis de hormônios, como estrogênio e progesterona, que estão diminuídos na perimenopausa, aliviando os sintomas comuns como menstruação irregular, ondas de calor e suor noturno, por exemplo. A terapia de reposição hormonal deve ser sempre orientada por um ginecologista ou endocrinologista, pois não é indicado para todas mulheres e deve ser evitada principalmente por mulheres com histórico de câncer de mama ou do endométrio. Veja em que situações é indicada a terapia de reposição hormonal.
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Olá! Entendo sua preocupação em relação à adenomiose e a possibilidade de engravidar. É uma dúvida muito comum e importante para mulheres que desejam ter filhos.
A adenomiose pode, sim, dificultar a gravidez em algumas mulheres. A intensidade dos sintomas, como dor intensa e sangramento abundante durante a menstruação, pode estar associada à infertilidade e a um risco maior de abortamentos. A causa disso parece estar ligada a alterações nos movimentos do útero e a um processo inflamatório que a adenomiose provoca.
A boa notícia é que muitas mulheres com adenomiose conseguem engravidar, mesmo sem tratamento prévio. No entanto, se você está tendo dificuldades para engravidar, ou se seus sintomas são muito intensos, existem algumas opções de tratamento que podem ajudar.
O primeiro passo é confirmar o diagnóstico. Para isso, o médico pode solicitar exames de imagem, como ultrassonografia transvaginal ou ressonância magnética, que ajudam a identificar as características da adenomiose no útero. Em alguns casos, uma biópsia durante a histeroscopia também pode ser utilizada.
Em relação ao tratamento, existem abordagens medicamentosas e cirúrgicas. O sistema intrauterino liberador de levonorgestrel (SIU-LNG) pode ser uma opção eficaz para controlar os sintomas, mas não necessariamente aumenta as chances de gravidez.
A cirurgia conservadora do útero, que remove as áreas afetadas pela adenomiose preservando o órgão, é uma alternativa para melhorar os sintomas, como a dor e o sangramento, e, em alguns casos, pode facilitar a gravidez. Essa opção é mais considerada em casos de adenomiose focal ou difusa.
Em situações mais graves, onde os sintomas são muito intensos e a mulher não tem o desejo de engravidar no futuro, a histerectomia (retirada do útero) pode ser considerada como tratamento definitivo.
É importante ressaltar que cada caso é único, e a melhor abordagem de tratamento dependerá da gravidade dos seus sintomas, do seu desejo de ter filhos e de outros fatores individuais.
Por isso, o ideal é que você procure um ginecologista para uma avaliação completa. Ele poderá solicitar os exames necessários, confirmar o diagnóstico e discutir as melhores opções de tratamento para o seu caso específico. Não hesite em buscar ajuda e tirar todas as suas dúvidas. Com o acompanhamento adequado, você poderá tomar as melhores decisões para a sua saúde e seus planos para o futuro.
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O tratamento profilático por dias pode tornar o vírus da herpes genital resistente ao medicamento?
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O tratamento supressivo ou preventivo da herpes genital recidivante, quando realizado conforme a prescrição médica, na dose adequada e de forma contínua, não está associado à emergência de vírus resistente.
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passage: Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
MS 2015CDC 2015Primeiro episódioAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 dias; ou valaciclovir 1 g VO, 2×/dia, 7 a 10 dias; oufanciclovir 250 mg VO, 3×/dia, 7 diasEpisódios recorrentesAciclovir 400 mg, VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 200 mg, VO,5×/dia, 5 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO, 3×/dia, 2 dias; ouvalaciclovir 500 mg VO, 2×/dia, 3 dias; ou valaciclovir 1 gVO, dose única diária, 5 dias; ou fanciclovir 125 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou fanciclovir 1 g VO, 2×/dia, 1 dia; oufanciclovir 500 mg VO, 1 d, seguido de 250 mg, 2×/dia, 2diasTerapia de supressãoAciclovir 400 mg VO, 2×/dia, por até 6 meses, podendo otratamento ser prolongado por até 2 anosPor tempo indeterminado: aciclovir 400 mg VO, 2×/dia; ouvalaciclovir 500 mg VO, 1×/dia; ou valaciclovir 1 g VO,1×/dia; ou fanciclovir 250 mg VO, 2×/dia.
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passage: Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
MS 2015CDC 2015Primeiro episódioAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 dias; ou valaciclovir 1 g VO, 2×/dia, 7 a 10 dias; oufanciclovir 250 mg VO, 3×/dia, 7 diasEpisódios recorrentesAciclovir 400 mg, VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 200 mg, VO,5×/dia, 5 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO, 3×/dia, 2 dias; ouvalaciclovir 500 mg VO, 2×/dia, 3 dias; ou valaciclovir 1 gVO, dose única diária, 5 dias; ou fanciclovir 125 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou fanciclovir 1 g VO, 2×/dia, 1 dia; oufanciclovir 500 mg VO, 1 d, seguido de 250 mg, 2×/dia, 2diasTerapia de supressãoAciclovir 400 mg VO, 2×/dia, por até 6 meses, podendo otratamento ser prolongado por até 2 anosPor tempo indeterminado: aciclovir 400 mg VO, 2×/dia; ouvalaciclovir 500 mg VO, 1×/dia; ou valaciclovir 1 g VO,1×/dia; ou fanciclovir 250 mg VO, 2×/dia.
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passage: Bibliografia suplementarAmerican College of Obstetricians and Gynecologists. Management of herpes in pregnancy. ACOG PracticeBulletin No 82. Obstet Gynecol 2007; 109:1489.
Alencar Júnior CA, Feitosa FEL, Carvalho FHC et al.
Intervenções antenatais para redução da morbimortalidadeneonatal devido a prematuridade. Femina 2005; 33:127.
Amsel R, Totten PA, Spiegel CA, Chen KCS, Eschenbach D, Holmes KK. Nonspecific vaginitis. Diagnostic criteriaand microbial and epidemiologic associations. Am J Med 1983; 74:14.
Arias E, MacDorman MF, Strobino DM, Guyer B. Annual summary of vital statistics 2002. Pediatrics 2003;112:1215.
Begum A, Nilufar S, Akther K, Rahman A, Khatun F, Rahman M. Prevalence of selected reproductive tractinfections among pregnant women attending an urban maternal and childcare unit in Dhaka, Bangladesh. JHealth Popul Nutr 2003; 21:112.
Beigi RH, Austin MN, Meyn LA, Krohn MA, Hillier SL. Antimicrobial resistance associated with the treatment ofbacterial vaginosis. Am J Obstet Gynecol 2004; 191: 1124.
Bignell C, FitzGerald M. UK national guideline for the management of gonorrhoea in adults, 2011. Inter J STD &AIDS 2011; 22:541. Disponível em: http://www.bashh.org/documents/3920.pdfBuhimschi CS, Weiner CP. Medications in pregnancy and lactation: part 1. Teratology Obstet Gynecol 2009;113:166.
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passage: Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
MS 2015CDC 2015Primeiro episódioAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 dias; ou valaciclovir 1 g VO, 2×/dia, 7 a 10 dias; oufanciclovir 250 mg VO, 3×/dia, 7 diasEpisódios recorrentesAciclovir 400 mg, VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 200 mg, VO,5×/dia, 5 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO, 3×/dia, 2 dias; ouvalaciclovir 500 mg VO, 2×/dia, 3 dias; ou valaciclovir 1 gVO, dose única diária, 5 dias; ou fanciclovir 125 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou fanciclovir 1 g VO, 2×/dia, 1 dia; oufanciclovir 500 mg VO, 1 d, seguido de 250 mg, 2×/dia, 2diasTerapia de supressãoAciclovir 400 mg VO, 2×/dia, por até 6 meses, podendo otratamento ser prolongado por até 2 anosPor tempo indeterminado: aciclovir 400 mg VO, 2×/dia; ouvalaciclovir 500 mg VO, 1×/dia; ou valaciclovir 1 g VO,1×/dia; ou fanciclovir 250 mg VO, 2×/dia.
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passage: Bibliografia suplementarAmerican College of Obstetricians and Gynecologists. Management of herpes in pregnancy. ACOG PracticeBulletin No 82. Obstet Gynecol 2007; 109:1489.
Alencar Júnior CA, Feitosa FEL, Carvalho FHC et al.
Intervenções antenatais para redução da morbimortalidadeneonatal devido a prematuridade. Femina 2005; 33:127.
Amsel R, Totten PA, Spiegel CA, Chen KCS, Eschenbach D, Holmes KK. Nonspecific vaginitis. Diagnostic criteriaand microbial and epidemiologic associations. Am J Med 1983; 74:14.
Arias E, MacDorman MF, Strobino DM, Guyer B. Annual summary of vital statistics 2002. Pediatrics 2003;112:1215.
Begum A, Nilufar S, Akther K, Rahman A, Khatun F, Rahman M. Prevalence of selected reproductive tractinfections among pregnant women attending an urban maternal and childcare unit in Dhaka, Bangladesh. JHealth Popul Nutr 2003; 21:112.
Beigi RH, Austin MN, Meyn LA, Krohn MA, Hillier SL. Antimicrobial resistance associated with the treatment ofbacterial vaginosis. Am J Obstet Gynecol 2004; 191: 1124.
Bignell C, FitzGerald M. UK national guideline for the management of gonorrhoea in adults, 2011. Inter J STD &AIDS 2011; 22:541. Disponível em: http://www.bashh.org/documents/3920.pdfBuhimschi CS, Weiner CP. Medications in pregnancy and lactation: part 1. Teratology Obstet Gynecol 2009;113:166.
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
MS 2015CDC 2015Primeiro episódioAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 dias; ou valaciclovir 1 g VO, 2×/dia, 7 a 10 dias; oufanciclovir 250 mg VO, 3×/dia, 7 diasEpisódios recorrentesAciclovir 400 mg, VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 200 mg, VO,5×/dia, 5 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO, 3×/dia, 2 dias; ouvalaciclovir 500 mg VO, 2×/dia, 3 dias; ou valaciclovir 1 gVO, dose única diária, 5 dias; ou fanciclovir 125 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou fanciclovir 1 g VO, 2×/dia, 1 dia; oufanciclovir 500 mg VO, 1 d, seguido de 250 mg, 2×/dia, 2diasTerapia de supressãoAciclovir 400 mg VO, 2×/dia, por até 6 meses, podendo otratamento ser prolongado por até 2 anosPor tempo indeterminado: aciclovir 400 mg VO, 2×/dia; ouvalaciclovir 500 mg VO, 1×/dia; ou valaciclovir 1 g VO,1×/dia; ou fanciclovir 250 mg VO, 2×/dia.
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passage: Bibliografia suplementarAmerican College of Obstetricians and Gynecologists. Management of herpes in pregnancy. ACOG PracticeBulletin No 82. Obstet Gynecol 2007; 109:1489.
Alencar Júnior CA, Feitosa FEL, Carvalho FHC et al.
Intervenções antenatais para redução da morbimortalidadeneonatal devido a prematuridade. Femina 2005; 33:127.
Amsel R, Totten PA, Spiegel CA, Chen KCS, Eschenbach D, Holmes KK. Nonspecific vaginitis. Diagnostic criteriaand microbial and epidemiologic associations. Am J Med 1983; 74:14.
Arias E, MacDorman MF, Strobino DM, Guyer B. Annual summary of vital statistics 2002. Pediatrics 2003;112:1215.
Begum A, Nilufar S, Akther K, Rahman A, Khatun F, Rahman M. Prevalence of selected reproductive tractinfections among pregnant women attending an urban maternal and childcare unit in Dhaka, Bangladesh. JHealth Popul Nutr 2003; 21:112.
Beigi RH, Austin MN, Meyn LA, Krohn MA, Hillier SL. Antimicrobial resistance associated with the treatment ofbacterial vaginosis. Am J Obstet Gynecol 2004; 191: 1124.
Bignell C, FitzGerald M. UK national guideline for the management of gonorrhoea in adults, 2011. Inter J STD &AIDS 2011; 22:541. Disponível em: http://www.bashh.org/documents/3920.pdfBuhimschi CS, Weiner CP. Medications in pregnancy and lactation: part 1. Teratology Obstet Gynecol 2009;113:166.
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: PresidenteJosé Eleutério JuniorVice-PresidentePaulo César GiraldoSecretáriaAna Katherine da Silveira Gonçalves MembrosCláudia Márcia de Azevedo JacynthoGeraldo DuarteIara Moreno LinharesMaria Luiza Bezerra MenezesMario Cezar PiresMauro Romero Leal PassosNewton Sérgio de CarvalhoPlínio TrabassoRegis KreitchmannRosane Ribeiro Figueiredo AlvesRose Luce Gomes do AmaralVictor Hugo de MeloPaulo César Giraldo1Ana Katherine da Silveira Gonçalves2Iara Moreno Linhares3DescritoresHerpes genital; Gravidez; Neonatal; Antivirais; Prevenção e controleComo citar? Amaral RL, Giraldo PC, Gonçalves AK, Linhares IM. Herpes e gravidez. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Obstetrícia, no. 102/ Comissão Nacional Especializada em Doenças Infecto-Contagiosas).
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passage: Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
MS 2015CDC 2015Primeiro episódioAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 dias; ou valaciclovir 1 g VO, 2×/dia, 7 a 10 dias; oufanciclovir 250 mg VO, 3×/dia, 7 diasEpisódios recorrentesAciclovir 400 mg, VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 200 mg, VO,5×/dia, 5 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO, 3×/dia, 2 dias; ouvalaciclovir 500 mg VO, 2×/dia, 3 dias; ou valaciclovir 1 gVO, dose única diária, 5 dias; ou fanciclovir 125 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou fanciclovir 1 g VO, 2×/dia, 1 dia; oufanciclovir 500 mg VO, 1 d, seguido de 250 mg, 2×/dia, 2diasTerapia de supressãoAciclovir 400 mg VO, 2×/dia, por até 6 meses, podendo otratamento ser prolongado por até 2 anosPor tempo indeterminado: aciclovir 400 mg VO, 2×/dia; ouvalaciclovir 500 mg VO, 1×/dia; ou valaciclovir 1 g VO,1×/dia; ou fanciclovir 250 mg VO, 2×/dia.
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passage: Bibliografia suplementarAmerican College of Obstetricians and Gynecologists. Management of herpes in pregnancy. ACOG PracticeBulletin No 82. Obstet Gynecol 2007; 109:1489.
Alencar Júnior CA, Feitosa FEL, Carvalho FHC et al.
Intervenções antenatais para redução da morbimortalidadeneonatal devido a prematuridade. Femina 2005; 33:127.
Amsel R, Totten PA, Spiegel CA, Chen KCS, Eschenbach D, Holmes KK. Nonspecific vaginitis. Diagnostic criteriaand microbial and epidemiologic associations. Am J Med 1983; 74:14.
Arias E, MacDorman MF, Strobino DM, Guyer B. Annual summary of vital statistics 2002. Pediatrics 2003;112:1215.
Begum A, Nilufar S, Akther K, Rahman A, Khatun F, Rahman M. Prevalence of selected reproductive tractinfections among pregnant women attending an urban maternal and childcare unit in Dhaka, Bangladesh. JHealth Popul Nutr 2003; 21:112.
Beigi RH, Austin MN, Meyn LA, Krohn MA, Hillier SL. Antimicrobial resistance associated with the treatment ofbacterial vaginosis. Am J Obstet Gynecol 2004; 191: 1124.
Bignell C, FitzGerald M. UK national guideline for the management of gonorrhoea in adults, 2011. Inter J STD &AIDS 2011; 22:541. Disponível em: http://www.bashh.org/documents/3920.pdfBuhimschi CS, Weiner CP. Medications in pregnancy and lactation: part 1. Teratology Obstet Gynecol 2009;113:166.
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: PresidenteJosé Eleutério JuniorVice-PresidentePaulo César GiraldoSecretáriaAna Katherine da Silveira Gonçalves MembrosCláudia Márcia de Azevedo JacynthoGeraldo DuarteIara Moreno LinharesMaria Luiza Bezerra MenezesMario Cezar PiresMauro Romero Leal PassosNewton Sérgio de CarvalhoPlínio TrabassoRegis KreitchmannRosane Ribeiro Figueiredo AlvesRose Luce Gomes do AmaralVictor Hugo de MeloPaulo César Giraldo1Ana Katherine da Silveira Gonçalves2Iara Moreno Linhares3DescritoresHerpes genital; Gravidez; Neonatal; Antivirais; Prevenção e controleComo citar? Amaral RL, Giraldo PC, Gonçalves AK, Linhares IM. Herpes e gravidez. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Obstetrícia, no. 102/ Comissão Nacional Especializada em Doenças Infecto-Contagiosas).
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passage: Mulheres com surtos recorrentes durante a gravidez não têm indicação de terapia antiviral antes de 36semanas de gestação, exceto se as manifestações da doença forem acentuadas. O uso de supressores antiviraiscom 36 semanas de gestação reduz o risco de eliminação viral, lesões herpéticas por ocasião do nascimento, e,por isso, não há necessidade de operação cesariana. Mulheres com herpes genital ativo recorrente deverão usarterapia antiviral supressiva a partir de 36 semanas até o parto (ACOG, 2007).
As doses de aciclovir e de valaciclovir estão indicadas na Tabela 62.8.
Figura 62.32 Prevenção do herpes neonatal. (Segundo recomendações do ACOG, 2007 e da SOGC, 2008.)▶ Tipo de parto na infecção recorrente.
A operação cesariana está indicada se a lesão pelo HSV ou pródromosestiverem presentes no momento do parto (ACOG, 2007; Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada[SOGC, 2008]) (Figura 62.32). Embora o risco de transmissão neonatal seja pequeno, a doença é de extremagravidade. Conduta igual deverá ser tomada se as lesões estiverem longe da área genital, como nádegas ecoxas, pois ainda haverá o risco concomitante de eliminação do vírus pela cérvice ou pela vagina (SOGC, 2008).
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passage: Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
MS 2015CDC 2015Primeiro episódioAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 dias; ou valaciclovir 1 g VO, 2×/dia, 7 a 10 dias; oufanciclovir 250 mg VO, 3×/dia, 7 diasEpisódios recorrentesAciclovir 400 mg, VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 200 mg, VO,5×/dia, 5 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO, 3×/dia, 2 dias; ouvalaciclovir 500 mg VO, 2×/dia, 3 dias; ou valaciclovir 1 gVO, dose única diária, 5 dias; ou fanciclovir 125 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou fanciclovir 1 g VO, 2×/dia, 1 dia; oufanciclovir 500 mg VO, 1 d, seguido de 250 mg, 2×/dia, 2diasTerapia de supressãoAciclovir 400 mg VO, 2×/dia, por até 6 meses, podendo otratamento ser prolongado por até 2 anosPor tempo indeterminado: aciclovir 400 mg VO, 2×/dia; ouvalaciclovir 500 mg VO, 1×/dia; ou valaciclovir 1 g VO,1×/dia; ou fanciclovir 250 mg VO, 2×/dia.
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passage: Bibliografia suplementarAmerican College of Obstetricians and Gynecologists. Management of herpes in pregnancy. ACOG PracticeBulletin No 82. Obstet Gynecol 2007; 109:1489.
Alencar Júnior CA, Feitosa FEL, Carvalho FHC et al.
Intervenções antenatais para redução da morbimortalidadeneonatal devido a prematuridade. Femina 2005; 33:127.
Amsel R, Totten PA, Spiegel CA, Chen KCS, Eschenbach D, Holmes KK. Nonspecific vaginitis. Diagnostic criteriaand microbial and epidemiologic associations. Am J Med 1983; 74:14.
Arias E, MacDorman MF, Strobino DM, Guyer B. Annual summary of vital statistics 2002. Pediatrics 2003;112:1215.
Begum A, Nilufar S, Akther K, Rahman A, Khatun F, Rahman M. Prevalence of selected reproductive tractinfections among pregnant women attending an urban maternal and childcare unit in Dhaka, Bangladesh. JHealth Popul Nutr 2003; 21:112.
Beigi RH, Austin MN, Meyn LA, Krohn MA, Hillier SL. Antimicrobial resistance associated with the treatment ofbacterial vaginosis. Am J Obstet Gynecol 2004; 191: 1124.
Bignell C, FitzGerald M. UK national guideline for the management of gonorrhoea in adults, 2011. Inter J STD &AIDS 2011; 22:541. Disponível em: http://www.bashh.org/documents/3920.pdfBuhimschi CS, Weiner CP. Medications in pregnancy and lactation: part 1. Teratology Obstet Gynecol 2009;113:166.
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: PresidenteJosé Eleutério JuniorVice-PresidentePaulo César GiraldoSecretáriaAna Katherine da Silveira Gonçalves MembrosCláudia Márcia de Azevedo JacynthoGeraldo DuarteIara Moreno LinharesMaria Luiza Bezerra MenezesMario Cezar PiresMauro Romero Leal PassosNewton Sérgio de CarvalhoPlínio TrabassoRegis KreitchmannRosane Ribeiro Figueiredo AlvesRose Luce Gomes do AmaralVictor Hugo de MeloPaulo César Giraldo1Ana Katherine da Silveira Gonçalves2Iara Moreno Linhares3DescritoresHerpes genital; Gravidez; Neonatal; Antivirais; Prevenção e controleComo citar? Amaral RL, Giraldo PC, Gonçalves AK, Linhares IM. Herpes e gravidez. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Obstetrícia, no. 102/ Comissão Nacional Especializada em Doenças Infecto-Contagiosas).
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passage: Mulheres com surtos recorrentes durante a gravidez não têm indicação de terapia antiviral antes de 36semanas de gestação, exceto se as manifestações da doença forem acentuadas. O uso de supressores antiviraiscom 36 semanas de gestação reduz o risco de eliminação viral, lesões herpéticas por ocasião do nascimento, e,por isso, não há necessidade de operação cesariana. Mulheres com herpes genital ativo recorrente deverão usarterapia antiviral supressiva a partir de 36 semanas até o parto (ACOG, 2007).
As doses de aciclovir e de valaciclovir estão indicadas na Tabela 62.8.
Figura 62.32 Prevenção do herpes neonatal. (Segundo recomendações do ACOG, 2007 e da SOGC, 2008.)▶ Tipo de parto na infecção recorrente.
A operação cesariana está indicada se a lesão pelo HSV ou pródromosestiverem presentes no momento do parto (ACOG, 2007; Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada[SOGC, 2008]) (Figura 62.32). Embora o risco de transmissão neonatal seja pequeno, a doença é de extremagravidade. Conduta igual deverá ser tomada se as lesões estiverem longe da área genital, como nádegas ecoxas, pois ainda haverá o risco concomitante de eliminação do vírus pela cérvice ou pela vagina (SOGC, 2008).
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passage: O ACOG (2007) não recomenda a cesárea nessas condições. Para prevenir o herpes neonatal, a cesárea deveráativa ou de pródromos no momento do parto, visto que o risco de transmissão é de apenas 2:10.000.
▶ Eliminação assintomática.
A eliminação assintomática tanto do HSV-2 como do HSV-1 da área genital ou oralpode ser possível.
▶ Ruptura prematura das membranas.
No contexto da ruptura prematura das membranas (RPM) no qual estejaindicado o tratamento convervador, o aciclovir será recomendado até o parto. O uso de corticoide pode agravar ainfecção (ACOG, 2007). Pacientes com HSV ativo e RPM próxima ou no termo terão a gravidez interrompida porcesárea (ACOG, 2007). A qualquer época após a RPM a gravidez deve ser terminada por operação cesariana.
▶ Procedimentos invasivos.
Em mulheres com história de HSV recorrente estão contraindicados os eletrodos noescalpo e a microanálise do sangue fetal (SOGC, 2008). Ao contrário, procedimentos transabdominais como abiopsia de vilo corial, amniocentese e cordocentese podem ser realizados, mesmo na presença de lesõesgenitais.
▶ Amamentação.
A menos que haja lesão herpética ativa na mama o aleitamento natural não está contraindicado(ACOG, 2007; SOGC, 2008).
Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)SinonímiaCorrimento, leucorreia, escorrimento.
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passage: Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
MS 2015CDC 2015Primeiro episódioAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 dias; ou valaciclovir 1 g VO, 2×/dia, 7 a 10 dias; oufanciclovir 250 mg VO, 3×/dia, 7 diasEpisódios recorrentesAciclovir 400 mg, VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 200 mg, VO,5×/dia, 5 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO, 3×/dia, 2 dias; ouvalaciclovir 500 mg VO, 2×/dia, 3 dias; ou valaciclovir 1 gVO, dose única diária, 5 dias; ou fanciclovir 125 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou fanciclovir 1 g VO, 2×/dia, 1 dia; oufanciclovir 500 mg VO, 1 d, seguido de 250 mg, 2×/dia, 2diasTerapia de supressãoAciclovir 400 mg VO, 2×/dia, por até 6 meses, podendo otratamento ser prolongado por até 2 anosPor tempo indeterminado: aciclovir 400 mg VO, 2×/dia; ouvalaciclovir 500 mg VO, 1×/dia; ou valaciclovir 1 g VO,1×/dia; ou fanciclovir 250 mg VO, 2×/dia.
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passage: Bibliografia suplementarAmerican College of Obstetricians and Gynecologists. Management of herpes in pregnancy. ACOG PracticeBulletin No 82. Obstet Gynecol 2007; 109:1489.
Alencar Júnior CA, Feitosa FEL, Carvalho FHC et al.
Intervenções antenatais para redução da morbimortalidadeneonatal devido a prematuridade. Femina 2005; 33:127.
Amsel R, Totten PA, Spiegel CA, Chen KCS, Eschenbach D, Holmes KK. Nonspecific vaginitis. Diagnostic criteriaand microbial and epidemiologic associations. Am J Med 1983; 74:14.
Arias E, MacDorman MF, Strobino DM, Guyer B. Annual summary of vital statistics 2002. Pediatrics 2003;112:1215.
Begum A, Nilufar S, Akther K, Rahman A, Khatun F, Rahman M. Prevalence of selected reproductive tractinfections among pregnant women attending an urban maternal and childcare unit in Dhaka, Bangladesh. JHealth Popul Nutr 2003; 21:112.
Beigi RH, Austin MN, Meyn LA, Krohn MA, Hillier SL. Antimicrobial resistance associated with the treatment ofbacterial vaginosis. Am J Obstet Gynecol 2004; 191: 1124.
Bignell C, FitzGerald M. UK national guideline for the management of gonorrhoea in adults, 2011. Inter J STD &AIDS 2011; 22:541. Disponível em: http://www.bashh.org/documents/3920.pdfBuhimschi CS, Weiner CP. Medications in pregnancy and lactation: part 1. Teratology Obstet Gynecol 2009;113:166.
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: PresidenteJosé Eleutério JuniorVice-PresidentePaulo César GiraldoSecretáriaAna Katherine da Silveira Gonçalves MembrosCláudia Márcia de Azevedo JacynthoGeraldo DuarteIara Moreno LinharesMaria Luiza Bezerra MenezesMario Cezar PiresMauro Romero Leal PassosNewton Sérgio de CarvalhoPlínio TrabassoRegis KreitchmannRosane Ribeiro Figueiredo AlvesRose Luce Gomes do AmaralVictor Hugo de MeloPaulo César Giraldo1Ana Katherine da Silveira Gonçalves2Iara Moreno Linhares3DescritoresHerpes genital; Gravidez; Neonatal; Antivirais; Prevenção e controleComo citar? Amaral RL, Giraldo PC, Gonçalves AK, Linhares IM. Herpes e gravidez. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Obstetrícia, no. 102/ Comissão Nacional Especializada em Doenças Infecto-Contagiosas).
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passage: Mulheres com surtos recorrentes durante a gravidez não têm indicação de terapia antiviral antes de 36semanas de gestação, exceto se as manifestações da doença forem acentuadas. O uso de supressores antiviraiscom 36 semanas de gestação reduz o risco de eliminação viral, lesões herpéticas por ocasião do nascimento, e,por isso, não há necessidade de operação cesariana. Mulheres com herpes genital ativo recorrente deverão usarterapia antiviral supressiva a partir de 36 semanas até o parto (ACOG, 2007).
As doses de aciclovir e de valaciclovir estão indicadas na Tabela 62.8.
Figura 62.32 Prevenção do herpes neonatal. (Segundo recomendações do ACOG, 2007 e da SOGC, 2008.)▶ Tipo de parto na infecção recorrente.
A operação cesariana está indicada se a lesão pelo HSV ou pródromosestiverem presentes no momento do parto (ACOG, 2007; Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada[SOGC, 2008]) (Figura 62.32). Embora o risco de transmissão neonatal seja pequeno, a doença é de extremagravidade. Conduta igual deverá ser tomada se as lesões estiverem longe da área genital, como nádegas ecoxas, pois ainda haverá o risco concomitante de eliminação do vírus pela cérvice ou pela vagina (SOGC, 2008).
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passage: O ACOG (2007) não recomenda a cesárea nessas condições. Para prevenir o herpes neonatal, a cesárea deveráativa ou de pródromos no momento do parto, visto que o risco de transmissão é de apenas 2:10.000.
▶ Eliminação assintomática.
A eliminação assintomática tanto do HSV-2 como do HSV-1 da área genital ou oralpode ser possível.
▶ Ruptura prematura das membranas.
No contexto da ruptura prematura das membranas (RPM) no qual estejaindicado o tratamento convervador, o aciclovir será recomendado até o parto. O uso de corticoide pode agravar ainfecção (ACOG, 2007). Pacientes com HSV ativo e RPM próxima ou no termo terão a gravidez interrompida porcesárea (ACOG, 2007). A qualquer época após a RPM a gravidez deve ser terminada por operação cesariana.
▶ Procedimentos invasivos.
Em mulheres com história de HSV recorrente estão contraindicados os eletrodos noescalpo e a microanálise do sangue fetal (SOGC, 2008). Ao contrário, procedimentos transabdominais como abiopsia de vilo corial, amniocentese e cordocentese podem ser realizados, mesmo na presença de lesõesgenitais.
▶ Amamentação.
A menos que haja lesão herpética ativa na mama o aleitamento natural não está contraindicado(ACOG, 2007; SOGC, 2008).
Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)SinonímiaCorrimento, leucorreia, escorrimento.
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
MS 2015CDC 2015Primeiro episódioAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 dias; ou valaciclovir 1 g VO, 2×/dia, 7 a 10 dias; oufanciclovir 250 mg VO, 3×/dia, 7 diasEpisódios recorrentesAciclovir 400 mg, VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 200 mg, VO,5×/dia, 5 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO, 3×/dia, 2 dias; ouvalaciclovir 500 mg VO, 2×/dia, 3 dias; ou valaciclovir 1 gVO, dose única diária, 5 dias; ou fanciclovir 125 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou fanciclovir 1 g VO, 2×/dia, 1 dia; oufanciclovir 500 mg VO, 1 d, seguido de 250 mg, 2×/dia, 2diasTerapia de supressãoAciclovir 400 mg VO, 2×/dia, por até 6 meses, podendo otratamento ser prolongado por até 2 anosPor tempo indeterminado: aciclovir 400 mg VO, 2×/dia; ouvalaciclovir 500 mg VO, 1×/dia; ou valaciclovir 1 g VO,1×/dia; ou fanciclovir 250 mg VO, 2×/dia.
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passage: Bibliografia suplementarAmerican College of Obstetricians and Gynecologists. Management of herpes in pregnancy. ACOG PracticeBulletin No 82. Obstet Gynecol 2007; 109:1489.
Alencar Júnior CA, Feitosa FEL, Carvalho FHC et al.
Intervenções antenatais para redução da morbimortalidadeneonatal devido a prematuridade. Femina 2005; 33:127.
Amsel R, Totten PA, Spiegel CA, Chen KCS, Eschenbach D, Holmes KK. Nonspecific vaginitis. Diagnostic criteriaand microbial and epidemiologic associations. Am J Med 1983; 74:14.
Arias E, MacDorman MF, Strobino DM, Guyer B. Annual summary of vital statistics 2002. Pediatrics 2003;112:1215.
Begum A, Nilufar S, Akther K, Rahman A, Khatun F, Rahman M. Prevalence of selected reproductive tractinfections among pregnant women attending an urban maternal and childcare unit in Dhaka, Bangladesh. JHealth Popul Nutr 2003; 21:112.
Beigi RH, Austin MN, Meyn LA, Krohn MA, Hillier SL. Antimicrobial resistance associated with the treatment ofbacterial vaginosis. Am J Obstet Gynecol 2004; 191: 1124.
Bignell C, FitzGerald M. UK national guideline for the management of gonorrhoea in adults, 2011. Inter J STD &AIDS 2011; 22:541. Disponível em: http://www.bashh.org/documents/3920.pdfBuhimschi CS, Weiner CP. Medications in pregnancy and lactation: part 1. Teratology Obstet Gynecol 2009;113:166.
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: PresidenteJosé Eleutério JuniorVice-PresidentePaulo César GiraldoSecretáriaAna Katherine da Silveira Gonçalves MembrosCláudia Márcia de Azevedo JacynthoGeraldo DuarteIara Moreno LinharesMaria Luiza Bezerra MenezesMario Cezar PiresMauro Romero Leal PassosNewton Sérgio de CarvalhoPlínio TrabassoRegis KreitchmannRosane Ribeiro Figueiredo AlvesRose Luce Gomes do AmaralVictor Hugo de MeloPaulo César Giraldo1Ana Katherine da Silveira Gonçalves2Iara Moreno Linhares3DescritoresHerpes genital; Gravidez; Neonatal; Antivirais; Prevenção e controleComo citar? Amaral RL, Giraldo PC, Gonçalves AK, Linhares IM. Herpes e gravidez. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Obstetrícia, no. 102/ Comissão Nacional Especializada em Doenças Infecto-Contagiosas).
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passage: Mulheres com surtos recorrentes durante a gravidez não têm indicação de terapia antiviral antes de 36semanas de gestação, exceto se as manifestações da doença forem acentuadas. O uso de supressores antiviraiscom 36 semanas de gestação reduz o risco de eliminação viral, lesões herpéticas por ocasião do nascimento, e,por isso, não há necessidade de operação cesariana. Mulheres com herpes genital ativo recorrente deverão usarterapia antiviral supressiva a partir de 36 semanas até o parto (ACOG, 2007).
As doses de aciclovir e de valaciclovir estão indicadas na Tabela 62.8.
Figura 62.32 Prevenção do herpes neonatal. (Segundo recomendações do ACOG, 2007 e da SOGC, 2008.)▶ Tipo de parto na infecção recorrente.
A operação cesariana está indicada se a lesão pelo HSV ou pródromosestiverem presentes no momento do parto (ACOG, 2007; Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada[SOGC, 2008]) (Figura 62.32). Embora o risco de transmissão neonatal seja pequeno, a doença é de extremagravidade. Conduta igual deverá ser tomada se as lesões estiverem longe da área genital, como nádegas ecoxas, pois ainda haverá o risco concomitante de eliminação do vírus pela cérvice ou pela vagina (SOGC, 2008).
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passage: O ACOG (2007) não recomenda a cesárea nessas condições. Para prevenir o herpes neonatal, a cesárea deveráativa ou de pródromos no momento do parto, visto que o risco de transmissão é de apenas 2:10.000.
▶ Eliminação assintomática.
A eliminação assintomática tanto do HSV-2 como do HSV-1 da área genital ou oralpode ser possível.
▶ Ruptura prematura das membranas.
No contexto da ruptura prematura das membranas (RPM) no qual estejaindicado o tratamento convervador, o aciclovir será recomendado até o parto. O uso de corticoide pode agravar ainfecção (ACOG, 2007). Pacientes com HSV ativo e RPM próxima ou no termo terão a gravidez interrompida porcesárea (ACOG, 2007). A qualquer época após a RPM a gravidez deve ser terminada por operação cesariana.
▶ Procedimentos invasivos.
Em mulheres com história de HSV recorrente estão contraindicados os eletrodos noescalpo e a microanálise do sangue fetal (SOGC, 2008). Ao contrário, procedimentos transabdominais como abiopsia de vilo corial, amniocentese e cordocentese podem ser realizados, mesmo na presença de lesõesgenitais.
▶ Amamentação.
A menos que haja lesão herpética ativa na mama o aleitamento natural não está contraindicado(ACOG, 2007; SOGC, 2008).
Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)SinonímiaCorrimento, leucorreia, escorrimento.
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: ComplicaçõesInfecção no sistema nervoso central (meningite/encefalites) ou doença disseminada.
Figura 62.28 Paciente infectada por HIV com quadro grave de herpes genital. Tais lesões não cedem commedicação oral. Em geral é necessário hospitalização e administração de aciclovir venoso.
Figura 62.29 Citologia de esfregaço de lesão de herpes genital visualizando o efeito citopático típico, qual seja,multinucleação.
Figura 62.31 Lesões múltiplas exulceradas com halos de hiperemia características de herpes genital.
Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
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passage: Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
MS 2015CDC 2015Primeiro episódioAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 dias; ou valaciclovir 1 g VO, 2×/dia, 7 a 10 dias; oufanciclovir 250 mg VO, 3×/dia, 7 diasEpisódios recorrentesAciclovir 400 mg, VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 200 mg, VO,5×/dia, 5 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO, 3×/dia, 2 dias; ouvalaciclovir 500 mg VO, 2×/dia, 3 dias; ou valaciclovir 1 gVO, dose única diária, 5 dias; ou fanciclovir 125 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou fanciclovir 1 g VO, 2×/dia, 1 dia; oufanciclovir 500 mg VO, 1 d, seguido de 250 mg, 2×/dia, 2diasTerapia de supressãoAciclovir 400 mg VO, 2×/dia, por até 6 meses, podendo otratamento ser prolongado por até 2 anosPor tempo indeterminado: aciclovir 400 mg VO, 2×/dia; ouvalaciclovir 500 mg VO, 1×/dia; ou valaciclovir 1 g VO,1×/dia; ou fanciclovir 250 mg VO, 2×/dia.
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passage: Bibliografia suplementarAmerican College of Obstetricians and Gynecologists. Management of herpes in pregnancy. ACOG PracticeBulletin No 82. Obstet Gynecol 2007; 109:1489.
Alencar Júnior CA, Feitosa FEL, Carvalho FHC et al.
Intervenções antenatais para redução da morbimortalidadeneonatal devido a prematuridade. Femina 2005; 33:127.
Amsel R, Totten PA, Spiegel CA, Chen KCS, Eschenbach D, Holmes KK. Nonspecific vaginitis. Diagnostic criteriaand microbial and epidemiologic associations. Am J Med 1983; 74:14.
Arias E, MacDorman MF, Strobino DM, Guyer B. Annual summary of vital statistics 2002. Pediatrics 2003;112:1215.
Begum A, Nilufar S, Akther K, Rahman A, Khatun F, Rahman M. Prevalence of selected reproductive tractinfections among pregnant women attending an urban maternal and childcare unit in Dhaka, Bangladesh. JHealth Popul Nutr 2003; 21:112.
Beigi RH, Austin MN, Meyn LA, Krohn MA, Hillier SL. Antimicrobial resistance associated with the treatment ofbacterial vaginosis. Am J Obstet Gynecol 2004; 191: 1124.
Bignell C, FitzGerald M. UK national guideline for the management of gonorrhoea in adults, 2011. Inter J STD &AIDS 2011; 22:541. Disponível em: http://www.bashh.org/documents/3920.pdfBuhimschi CS, Weiner CP. Medications in pregnancy and lactation: part 1. Teratology Obstet Gynecol 2009;113:166.
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: PresidenteJosé Eleutério JuniorVice-PresidentePaulo César GiraldoSecretáriaAna Katherine da Silveira Gonçalves MembrosCláudia Márcia de Azevedo JacynthoGeraldo DuarteIara Moreno LinharesMaria Luiza Bezerra MenezesMario Cezar PiresMauro Romero Leal PassosNewton Sérgio de CarvalhoPlínio TrabassoRegis KreitchmannRosane Ribeiro Figueiredo AlvesRose Luce Gomes do AmaralVictor Hugo de MeloPaulo César Giraldo1Ana Katherine da Silveira Gonçalves2Iara Moreno Linhares3DescritoresHerpes genital; Gravidez; Neonatal; Antivirais; Prevenção e controleComo citar? Amaral RL, Giraldo PC, Gonçalves AK, Linhares IM. Herpes e gravidez. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Obstetrícia, no. 102/ Comissão Nacional Especializada em Doenças Infecto-Contagiosas).
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passage: Mulheres com surtos recorrentes durante a gravidez não têm indicação de terapia antiviral antes de 36semanas de gestação, exceto se as manifestações da doença forem acentuadas. O uso de supressores antiviraiscom 36 semanas de gestação reduz o risco de eliminação viral, lesões herpéticas por ocasião do nascimento, e,por isso, não há necessidade de operação cesariana. Mulheres com herpes genital ativo recorrente deverão usarterapia antiviral supressiva a partir de 36 semanas até o parto (ACOG, 2007).
As doses de aciclovir e de valaciclovir estão indicadas na Tabela 62.8.
Figura 62.32 Prevenção do herpes neonatal. (Segundo recomendações do ACOG, 2007 e da SOGC, 2008.)▶ Tipo de parto na infecção recorrente.
A operação cesariana está indicada se a lesão pelo HSV ou pródromosestiverem presentes no momento do parto (ACOG, 2007; Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada[SOGC, 2008]) (Figura 62.32). Embora o risco de transmissão neonatal seja pequeno, a doença é de extremagravidade. Conduta igual deverá ser tomada se as lesões estiverem longe da área genital, como nádegas ecoxas, pois ainda haverá o risco concomitante de eliminação do vírus pela cérvice ou pela vagina (SOGC, 2008).
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passage: O ACOG (2007) não recomenda a cesárea nessas condições. Para prevenir o herpes neonatal, a cesárea deveráativa ou de pródromos no momento do parto, visto que o risco de transmissão é de apenas 2:10.000.
▶ Eliminação assintomática.
A eliminação assintomática tanto do HSV-2 como do HSV-1 da área genital ou oralpode ser possível.
▶ Ruptura prematura das membranas.
No contexto da ruptura prematura das membranas (RPM) no qual estejaindicado o tratamento convervador, o aciclovir será recomendado até o parto. O uso de corticoide pode agravar ainfecção (ACOG, 2007). Pacientes com HSV ativo e RPM próxima ou no termo terão a gravidez interrompida porcesárea (ACOG, 2007). A qualquer época após a RPM a gravidez deve ser terminada por operação cesariana.
▶ Procedimentos invasivos.
Em mulheres com história de HSV recorrente estão contraindicados os eletrodos noescalpo e a microanálise do sangue fetal (SOGC, 2008). Ao contrário, procedimentos transabdominais como abiopsia de vilo corial, amniocentese e cordocentese podem ser realizados, mesmo na presença de lesõesgenitais.
▶ Amamentação.
A menos que haja lesão herpética ativa na mama o aleitamento natural não está contraindicado(ACOG, 2007; SOGC, 2008).
Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)SinonímiaCorrimento, leucorreia, escorrimento.
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: ComplicaçõesInfecção no sistema nervoso central (meningite/encefalites) ou doença disseminada.
Figura 62.28 Paciente infectada por HIV com quadro grave de herpes genital. Tais lesões não cedem commedicação oral. Em geral é necessário hospitalização e administração de aciclovir venoso.
Figura 62.29 Citologia de esfregaço de lesão de herpes genital visualizando o efeito citopático típico, qual seja,multinucleação.
Figura 62.31 Lesões múltiplas exulceradas com halos de hiperemia características de herpes genital.
Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
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passage: ▶ Tratamento da infecção primária.
O tratamento com antivirais, inclusive no 1o trimestre da gravidez, pode serapropriado se os sintomas maternos forem muito intensos (Tabela 62.14). O aciclovir e o valaciclovir são segurosem qualquer época da gestação. A supressão antiviral também pode ser oferecida ao parceiro com infecçãogenital pelo HSV (em associação com o uso do condom), para diminuir o risco de transmissão à grávida.
▶ Tipo de parto na infecção primária.
A infecção primária genital, seja do tipo 1 ou tipo 2, no 3o trimestre dagravidez, constitui-se no mais elevado risco (30 a 50%) ao bebê. A operação cesariana está indicada (Figura62.32). Cultura para HSV no recém-nascido deve ser realizada e o bebê será observado para sinais da infecção.
Há indicação de parto cesáreo na vigência de lesão genital ou se esta aconteceu até uma/duas semanasantes do início do trabalho de parto, especialmente se for primomanifestação.
Muitos autores indicam a terapia de supressão, com aciclovir, para gestantes com herpes de repetição,ocorridos na gestação, da 36a semana até o parto. A finalidade é diminuir a infecção, e suas complicações, noconcepto.
Tabela 62.14 Doses recomendadas da medicação antiviral para o herpes na gravidez.
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passage: Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
MS 2015CDC 2015Primeiro episódioAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 7 dias; ou aciclovir 200 mg VO,5×/dia, 7 dias; ou valaciclovir 1 g VO, 2×/dia, 7 a 10 dias; oufanciclovir 250 mg VO, 3×/dia, 7 diasEpisódios recorrentesAciclovir 400 mg, VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 200 mg, VO,5×/dia, 5 diasAciclovir 400 mg VO, 3×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou aciclovir 800 mg VO, 3×/dia, 2 dias; ouvalaciclovir 500 mg VO, 2×/dia, 3 dias; ou valaciclovir 1 gVO, dose única diária, 5 dias; ou fanciclovir 125 mg VO,2×/dia, 5 dias; ou fanciclovir 1 g VO, 2×/dia, 1 dia; oufanciclovir 500 mg VO, 1 d, seguido de 250 mg, 2×/dia, 2diasTerapia de supressãoAciclovir 400 mg VO, 2×/dia, por até 6 meses, podendo otratamento ser prolongado por até 2 anosPor tempo indeterminado: aciclovir 400 mg VO, 2×/dia; ouvalaciclovir 500 mg VO, 1×/dia; ou valaciclovir 1 g VO,1×/dia; ou fanciclovir 250 mg VO, 2×/dia.
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passage: Bibliografia suplementarAmerican College of Obstetricians and Gynecologists. Management of herpes in pregnancy. ACOG PracticeBulletin No 82. Obstet Gynecol 2007; 109:1489.
Alencar Júnior CA, Feitosa FEL, Carvalho FHC et al.
Intervenções antenatais para redução da morbimortalidadeneonatal devido a prematuridade. Femina 2005; 33:127.
Amsel R, Totten PA, Spiegel CA, Chen KCS, Eschenbach D, Holmes KK. Nonspecific vaginitis. Diagnostic criteriaand microbial and epidemiologic associations. Am J Med 1983; 74:14.
Arias E, MacDorman MF, Strobino DM, Guyer B. Annual summary of vital statistics 2002. Pediatrics 2003;112:1215.
Begum A, Nilufar S, Akther K, Rahman A, Khatun F, Rahman M. Prevalence of selected reproductive tractinfections among pregnant women attending an urban maternal and childcare unit in Dhaka, Bangladesh. JHealth Popul Nutr 2003; 21:112.
Beigi RH, Austin MN, Meyn LA, Krohn MA, Hillier SL. Antimicrobial resistance associated with the treatment ofbacterial vaginosis. Am J Obstet Gynecol 2004; 191: 1124.
Bignell C, FitzGerald M. UK national guideline for the management of gonorrhoea in adults, 2011. Inter J STD &AIDS 2011; 22:541. Disponível em: http://www.bashh.org/documents/3920.pdfBuhimschi CS, Weiner CP. Medications in pregnancy and lactation: part 1. Teratology Obstet Gynecol 2009;113:166.
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passage: . Além disso, no caso do médico recomendar o uso de remédios, é importante fazer o tratamento seguindo todas as indicações. No caso de não fazer o tratamento, o vírus pode se espalhar e provocar lesões em outras regiões do corpo, como barriga ou olhos, podendo por em risco a própria vida. Como é feito o tratamento O herpes genital não tem cura e o tratamento deve ser indicado pelo ginecologista ou obstetra, que pode recomendar o uso de remédios antivirais, como o aciclovir. Porém, antes de administrar este medicamento, devem ser considerados os benefícios do medicamento devido aos riscos, já que é um remédio contraindicado para grávidas, principalmente durante o primeiro trimestre de gestação. Na maior parte dos casos, a dose recomendada é de 200 mg, por via oral, 5 vezes ao dia, até à cura das lesões. Além disso, é recomendado realizar o parto por cesariana caso a grávida tenha uma primo-infecção pelo vírus do herpes ou apresente lesões genitais no momento do parto. O recém-nascido deve ser observado pelo menos durante 14 dias após o parto e, caso seja diagnosticado com herpes, também deve ser tratado com aciclovir. Veja mais detalhes sobre o tratamento para herpes genital.
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passage: PresidenteJosé Eleutério JuniorVice-PresidentePaulo César GiraldoSecretáriaAna Katherine da Silveira Gonçalves MembrosCláudia Márcia de Azevedo JacynthoGeraldo DuarteIara Moreno LinharesMaria Luiza Bezerra MenezesMario Cezar PiresMauro Romero Leal PassosNewton Sérgio de CarvalhoPlínio TrabassoRegis KreitchmannRosane Ribeiro Figueiredo AlvesRose Luce Gomes do AmaralVictor Hugo de MeloPaulo César Giraldo1Ana Katherine da Silveira Gonçalves2Iara Moreno Linhares3DescritoresHerpes genital; Gravidez; Neonatal; Antivirais; Prevenção e controleComo citar? Amaral RL, Giraldo PC, Gonçalves AK, Linhares IM. Herpes e gravidez. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Obstetrícia, no. 102/ Comissão Nacional Especializada em Doenças Infecto-Contagiosas).
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passage: Mulheres com surtos recorrentes durante a gravidez não têm indicação de terapia antiviral antes de 36semanas de gestação, exceto se as manifestações da doença forem acentuadas. O uso de supressores antiviraiscom 36 semanas de gestação reduz o risco de eliminação viral, lesões herpéticas por ocasião do nascimento, e,por isso, não há necessidade de operação cesariana. Mulheres com herpes genital ativo recorrente deverão usarterapia antiviral supressiva a partir de 36 semanas até o parto (ACOG, 2007).
As doses de aciclovir e de valaciclovir estão indicadas na Tabela 62.8.
Figura 62.32 Prevenção do herpes neonatal. (Segundo recomendações do ACOG, 2007 e da SOGC, 2008.)▶ Tipo de parto na infecção recorrente.
A operação cesariana está indicada se a lesão pelo HSV ou pródromosestiverem presentes no momento do parto (ACOG, 2007; Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada[SOGC, 2008]) (Figura 62.32). Embora o risco de transmissão neonatal seja pequeno, a doença é de extremagravidade. Conduta igual deverá ser tomada se as lesões estiverem longe da área genital, como nádegas ecoxas, pois ainda haverá o risco concomitante de eliminação do vírus pela cérvice ou pela vagina (SOGC, 2008).
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passage: O ACOG (2007) não recomenda a cesárea nessas condições. Para prevenir o herpes neonatal, a cesárea deveráativa ou de pródromos no momento do parto, visto que o risco de transmissão é de apenas 2:10.000.
▶ Eliminação assintomática.
A eliminação assintomática tanto do HSV-2 como do HSV-1 da área genital ou oralpode ser possível.
▶ Ruptura prematura das membranas.
No contexto da ruptura prematura das membranas (RPM) no qual estejaindicado o tratamento convervador, o aciclovir será recomendado até o parto. O uso de corticoide pode agravar ainfecção (ACOG, 2007). Pacientes com HSV ativo e RPM próxima ou no termo terão a gravidez interrompida porcesárea (ACOG, 2007). A qualquer época após a RPM a gravidez deve ser terminada por operação cesariana.
▶ Procedimentos invasivos.
Em mulheres com história de HSV recorrente estão contraindicados os eletrodos noescalpo e a microanálise do sangue fetal (SOGC, 2008). Ao contrário, procedimentos transabdominais como abiopsia de vilo corial, amniocentese e cordocentese podem ser realizados, mesmo na presença de lesõesgenitais.
▶ Amamentação.
A menos que haja lesão herpética ativa na mama o aleitamento natural não está contraindicado(ACOG, 2007; SOGC, 2008).
Tricomoníase (Figuras 62.33 a 62.35)SinonímiaCorrimento, leucorreia, escorrimento.
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passage: Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
ConceitoDoença infectocontagiosa sujeita a crises de repetição. Pode ser transmitida por relação sexual ou através docanal do parto em gestantes infectadas. Em muitos casos a fonte de contaminação não é definida.
Período de incubaçãoDe 1 a 26 dias (média de 7 dias) após o contágio.
O contato com lesões ulceradas ou vesiculadas é a via mais comum, mas a transmissão também pode se darpor meio de paciente assintomático. Em vários casos o período pode ser bem mais longo, de difícil precisão.
Agente etiológicoO herpes-vírus simples é causado por dois tipos antigênicos: HSV-1 e HSV-2.
O HSV-1 ocorre mais em lesões dos lábios, face e regiões expostas à luz solar. O HSV-2 predomina na regiãogenital.
Tabela 62.11 Vacinas contra HPV.
CaracterísticaVacina bivalente (contra HPV 16 e18)Vacina quadrivalente (contra HPV6,11,16 e 18)Vacina nonavalente (contra HPV6,11,16,18.31.33.45.52,58)FabricanteGlaxoSmithKline (GSK)Merck Sharp & Dohme (MSD)Merck Sharp & Dohme (MSD)Esquema vacinal0, 1, 6 meses0, 2, 6 meses0, 2, 6 mesesPopulaçãoMulheres de 11 a 45 anosMulheres de 11 a 45 anosHomens de 11 a 26 anosMulheres e homens de 11 a 26 anosSão DNA-vírus, termolábeis e sensíveis ao éter, fenol e formol, sendo parcialmente inativados pela radiaçãoultravioleta. Resistem bem ao resfriamento.
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passage: ComplicaçõesInfecção no sistema nervoso central (meningite/encefalites) ou doença disseminada.
Figura 62.28 Paciente infectada por HIV com quadro grave de herpes genital. Tais lesões não cedem commedicação oral. Em geral é necessário hospitalização e administração de aciclovir venoso.
Figura 62.29 Citologia de esfregaço de lesão de herpes genital visualizando o efeito citopático típico, qual seja,multinucleação.
Figura 62.31 Lesões múltiplas exulceradas com halos de hiperemia características de herpes genital.
Tabela 62.12 Avaliação dos métodos laboratoriais para herpes genital.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)Teste de Tzanck40 a 50> 99Papanicolaou30 a 40> 95IF direta70 a 80> 95Cultura viral25 a 90> 95> 95Tabela 62.13 Esquema terapêutico para herpes genital.
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passage: ▶ Tratamento da infecção primária.
O tratamento com antivirais, inclusive no 1o trimestre da gravidez, pode serapropriado se os sintomas maternos forem muito intensos (Tabela 62.14). O aciclovir e o valaciclovir são segurosem qualquer época da gestação. A supressão antiviral também pode ser oferecida ao parceiro com infecçãogenital pelo HSV (em associação com o uso do condom), para diminuir o risco de transmissão à grávida.
▶ Tipo de parto na infecção primária.
A infecção primária genital, seja do tipo 1 ou tipo 2, no 3o trimestre dagravidez, constitui-se no mais elevado risco (30 a 50%) ao bebê. A operação cesariana está indicada (Figura62.32). Cultura para HSV no recém-nascido deve ser realizada e o bebê será observado para sinais da infecção.
Há indicação de parto cesáreo na vigência de lesão genital ou se esta aconteceu até uma/duas semanasantes do início do trabalho de parto, especialmente se for primomanifestação.
Muitos autores indicam a terapia de supressão, com aciclovir, para gestantes com herpes de repetição,ocorridos na gestação, da 36a semana até o parto. A finalidade é diminuir a infecção, e suas complicações, noconcepto.
Tabela 62.14 Doses recomendadas da medicação antiviral para o herpes na gravidez.
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passage: O atendimento às DST/infecções genitais deve contemplar ações imediatas, que não devem ser banalizadas.
Com dados epidemiológicos de publicações brasileiras, a abordagem sindrômica das DST, com o uso empírico devários antibióticos, não encontra suporte na medicina baseada em evidências científicas.
Aspectos relevantesNão se deve postergarExcelente anamneseExame físico satisfatório e exames complementaresAconselhamento (educação em saúde)Disponibilizar VDRL, anti-HIV e marcadores para hepatites, especialmente anti-HBs, HBsAg e anti-HCVEnfatizar a adesão ao tratamento (terapia supervisionada na consulta, ou seja, disponibilizar o medicamentono momento do atendimento)Enfatizar a importância da consulta e/ou do tratamento dos parceiros sexuaisEnfatizar a importância de exames periódicos (ginecológico/próstata)Enfatizar a importância dos esquemas vacinais disponíveis no país (hepatite B, hepatite A, HPV, rubéola)Disponibilizar preservativos (masculino/feminino)Agendar retornoNotificar os casos aos órgãos de saúde pública para adequada vigilância epidemiológica.
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Olá! Entendo sua preocupação sobre a possibilidade de o tratamento profilático diário para herpes genital levar à resistência do vírus ao medicamento. É uma dúvida comum e importante.
A boa notícia é que, em geral, a resistência do vírus da herpes genital (HSV) aos antivirais, como o aciclovir, valaciclovir ou fanciclovir, não é algo que se desenvolve facilmente com o uso prolongado da terapia de supressão (profilática). A resistência viral é mais comum em pessoas com sistema imunológico comprometido, como pacientes com HIV/AIDS ou transplantados, que precisam de doses mais altas e por tempo prolongado desses medicamentos.
No entanto, é importante estar ciente de que, embora incomum, a resistência pode, sim, ocorrer em pessoas imunocompetentes, mesmo que em uma taxa bem menor. Se houver suspeita de resistência (por exemplo, surtos frequentes e graves apesar do uso correto da medicação), o médico pode solicitar exames específicos para verificar se o vírus se tornou resistente ao antiviral utilizado.
É fundamental que você siga as orientações médicas à risca quanto à dose e à duração do tratamento profilático. Além disso, é importante monitorar a frequência e a intensidade dos surtos, relatando qualquer mudança ao seu médico. Se você notar que o medicamento parece estar perdendo a eficácia, procure seu médico para que ele possa avaliar a situação e, se necessário, ajustar o tratamento ou considerar outras opções.
Para pacientes com surtos recorrentes, o tratamento supressivo com antivirais como aciclovir, valaciclovir ou fanciclovir é considerado seguro e eficaz, e pode ser utilizado por tempo indeterminado, conforme indicado pelas diretrizes médicas. O objetivo é reduzir a frequência, a duração e a intensidade dos surtos, além de diminuir o risco de transmissão do vírus para outras pessoas.
Em resumo, embora a resistência viral seja uma possibilidade, ela é relativamente rara em pessoas com sistema imunológico saudável que seguem as orientações médicas. O mais importante é manter um acompanhamento regular com seu médico, relatar qualquer mudança nos seus sintomas e seguir as recomendações de tratamento para garantir a melhor resposta possível e minimizar o risco de complicações.
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7,605
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Eu e meu namorado temos HPV. Precisamos usar preservativos?
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Bom dia! O uso de preservativos é sempre indicado, pois vocês podem ter subtipos diferentes do vírus. Além disso, lembre-se da importância de se proteger de outras infecções usando o preservativo. Atenciosamente.
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passage: Preservativos. O uso de preservativos é recomendado para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) em geral, mas sua eficácia, especificamente na prevenção da trans-missão do HPV , é menos garantida. Os preservativos masculi-nos são mais eficazes na prevenção de DSTs transmitidas por líquidos corporais e pelas superfícies mucosas, mas menos efe-tivos para DSTs disseminadas por contato pele com pele, como é o caso do HPV . Além disso, os preservativos não cobrem toda a pele anogenital potencialmente infectada (Centers for Disease Control and Prevention, 2010b). Contudo, Winer e colabo-radores (2003) realizaram o primeiro ensaio prospectivo sobre o uso de preservativo masculino e risco de HPV em mulheres jovens e demonstraram redução na infecção por HPV mesmo quando os preservativos não foram usados de forma consistente.
Vacinas anti-HPVO desenvolvimento recente e consistente de vacinas é muito promissor para a prevenção de infecção por HPV e talvez para limitar ou reverter suas sequelas naquelas já infectadas.
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passage: Preservativos. O uso de preservativos é recomendado para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) em geral, mas sua eficácia, especificamente na prevenção da trans-missão do HPV , é menos garantida. Os preservativos masculi-nos são mais eficazes na prevenção de DSTs transmitidas por líquidos corporais e pelas superfícies mucosas, mas menos efe-tivos para DSTs disseminadas por contato pele com pele, como é o caso do HPV . Além disso, os preservativos não cobrem toda a pele anogenital potencialmente infectada (Centers for Disease Control and Prevention, 2010b). Contudo, Winer e colabo-radores (2003) realizaram o primeiro ensaio prospectivo sobre o uso de preservativo masculino e risco de HPV em mulheres jovens e demonstraram redução na infecção por HPV mesmo quando os preservativos não foram usados de forma consistente.
Vacinas anti-HPVO desenvolvimento recente e consistente de vacinas é muito promissor para a prevenção de infecção por HPV e talvez para limitar ou reverter suas sequelas naquelas já infectadas.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Preservativos. O uso de preservativos é recomendado para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) em geral, mas sua eficácia, especificamente na prevenção da trans-missão do HPV , é menos garantida. Os preservativos masculi-nos são mais eficazes na prevenção de DSTs transmitidas por líquidos corporais e pelas superfícies mucosas, mas menos efe-tivos para DSTs disseminadas por contato pele com pele, como é o caso do HPV . Além disso, os preservativos não cobrem toda a pele anogenital potencialmente infectada (Centers for Disease Control and Prevention, 2010b). Contudo, Winer e colabo-radores (2003) realizaram o primeiro ensaio prospectivo sobre o uso de preservativo masculino e risco de HPV em mulheres jovens e demonstraram redução na infecção por HPV mesmo quando os preservativos não foram usados de forma consistente.
Vacinas anti-HPVO desenvolvimento recente e consistente de vacinas é muito promissor para a prevenção de infecção por HPV e talvez para limitar ou reverter suas sequelas naquelas já infectadas.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: Preservativos. O uso de preservativos é recomendado para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) em geral, mas sua eficácia, especificamente na prevenção da trans-missão do HPV , é menos garantida. Os preservativos masculi-nos são mais eficazes na prevenção de DSTs transmitidas por líquidos corporais e pelas superfícies mucosas, mas menos efe-tivos para DSTs disseminadas por contato pele com pele, como é o caso do HPV . Além disso, os preservativos não cobrem toda a pele anogenital potencialmente infectada (Centers for Disease Control and Prevention, 2010b). Contudo, Winer e colabo-radores (2003) realizaram o primeiro ensaio prospectivo sobre o uso de preservativo masculino e risco de HPV em mulheres jovens e demonstraram redução na infecção por HPV mesmo quando os preservativos não foram usados de forma consistente.
Vacinas anti-HPVO desenvolvimento recente e consistente de vacinas é muito promissor para a prevenção de infecção por HPV e talvez para limitar ou reverter suas sequelas naquelas já infectadas.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: . Como fica o parto em caso de HPV Normalmente, o HPV não é contraindicação para o parto normal, mas quando as verrugas genitais são muito grandes pode ser indicada cesárea ou cirurgia para retirar as verrugas. Apesar de haver risco da mãe transmitir o vírus do HPV para o bebê durante o parto, não é comum o bebê ficar contaminado, já que o sistema imunológico do bebê é capaz de promover a eliminação do vírus. No entanto, quando o bebê fica contaminado, ele pode apresentar verrugas na boca, garganta, olhos ou região genital. Riscos do HPV na gravidez Os riscos do HPV na gravidez estão relacionados com o fato da mãe poder transmitir o vírus para o bebê durante o parto. No entanto, isto não é comum e mesmo que o bebê contraia HPV na hora do parto, na maioria das vezes, não chega a manifestar a doença. Contudo, quando o bebê é contaminado, pode desenvolver verrugas na região oral, genital, ocular e laríngea, que devem ser devidamente tratadas. Após o nascimento do bebê, é aconselhado que a mulher seja novamente examinada para verificar a existência ou não do vírus HPV e continuar o tratamento, se assim for necessário. É importante ainda que a mulher saiba que o tratamento para o HPV no pós-parto não impede a amamentação, pois não passa para o leite materno
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passage: Preservativos. O uso de preservativos é recomendado para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) em geral, mas sua eficácia, especificamente na prevenção da trans-missão do HPV , é menos garantida. Os preservativos masculi-nos são mais eficazes na prevenção de DSTs transmitidas por líquidos corporais e pelas superfícies mucosas, mas menos efe-tivos para DSTs disseminadas por contato pele com pele, como é o caso do HPV . Além disso, os preservativos não cobrem toda a pele anogenital potencialmente infectada (Centers for Disease Control and Prevention, 2010b). Contudo, Winer e colabo-radores (2003) realizaram o primeiro ensaio prospectivo sobre o uso de preservativo masculino e risco de HPV em mulheres jovens e demonstraram redução na infecção por HPV mesmo quando os preservativos não foram usados de forma consistente.
Vacinas anti-HPVO desenvolvimento recente e consistente de vacinas é muito promissor para a prevenção de infecção por HPV e talvez para limitar ou reverter suas sequelas naquelas já infectadas.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: . Como fica o parto em caso de HPV Normalmente, o HPV não é contraindicação para o parto normal, mas quando as verrugas genitais são muito grandes pode ser indicada cesárea ou cirurgia para retirar as verrugas. Apesar de haver risco da mãe transmitir o vírus do HPV para o bebê durante o parto, não é comum o bebê ficar contaminado, já que o sistema imunológico do bebê é capaz de promover a eliminação do vírus. No entanto, quando o bebê fica contaminado, ele pode apresentar verrugas na boca, garganta, olhos ou região genital. Riscos do HPV na gravidez Os riscos do HPV na gravidez estão relacionados com o fato da mãe poder transmitir o vírus para o bebê durante o parto. No entanto, isto não é comum e mesmo que o bebê contraia HPV na hora do parto, na maioria das vezes, não chega a manifestar a doença. Contudo, quando o bebê é contaminado, pode desenvolver verrugas na região oral, genital, ocular e laríngea, que devem ser devidamente tratadas. Após o nascimento do bebê, é aconselhado que a mulher seja novamente examinada para verificar a existência ou não do vírus HPV e continuar o tratamento, se assim for necessário. É importante ainda que a mulher saiba que o tratamento para o HPV no pós-parto não impede a amamentação, pois não passa para o leite materno
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passage: Fatores de risco para infecção por HPVOs fatores de risco mais importantes para infecção genital por HPV são número de parceiros sexuais durante toda a vida e re-centes e primeira relação sexual em idade precoce (Burk, 1996; Fairley, 1994; Franco, 1995; Melkert, 1993).
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passage: Preservativos. O uso de preservativos é recomendado para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) em geral, mas sua eficácia, especificamente na prevenção da trans-missão do HPV , é menos garantida. Os preservativos masculi-nos são mais eficazes na prevenção de DSTs transmitidas por líquidos corporais e pelas superfícies mucosas, mas menos efe-tivos para DSTs disseminadas por contato pele com pele, como é o caso do HPV . Além disso, os preservativos não cobrem toda a pele anogenital potencialmente infectada (Centers for Disease Control and Prevention, 2010b). Contudo, Winer e colabo-radores (2003) realizaram o primeiro ensaio prospectivo sobre o uso de preservativo masculino e risco de HPV em mulheres jovens e demonstraram redução na infecção por HPV mesmo quando os preservativos não foram usados de forma consistente.
Vacinas anti-HPVO desenvolvimento recente e consistente de vacinas é muito promissor para a prevenção de infecção por HPV e talvez para limitar ou reverter suas sequelas naquelas já infectadas.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: . Como fica o parto em caso de HPV Normalmente, o HPV não é contraindicação para o parto normal, mas quando as verrugas genitais são muito grandes pode ser indicada cesárea ou cirurgia para retirar as verrugas. Apesar de haver risco da mãe transmitir o vírus do HPV para o bebê durante o parto, não é comum o bebê ficar contaminado, já que o sistema imunológico do bebê é capaz de promover a eliminação do vírus. No entanto, quando o bebê fica contaminado, ele pode apresentar verrugas na boca, garganta, olhos ou região genital. Riscos do HPV na gravidez Os riscos do HPV na gravidez estão relacionados com o fato da mãe poder transmitir o vírus para o bebê durante o parto. No entanto, isto não é comum e mesmo que o bebê contraia HPV na hora do parto, na maioria das vezes, não chega a manifestar a doença. Contudo, quando o bebê é contaminado, pode desenvolver verrugas na região oral, genital, ocular e laríngea, que devem ser devidamente tratadas. Após o nascimento do bebê, é aconselhado que a mulher seja novamente examinada para verificar a existência ou não do vírus HPV e continuar o tratamento, se assim for necessário. É importante ainda que a mulher saiba que o tratamento para o HPV no pós-parto não impede a amamentação, pois não passa para o leite materno
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passage: Fatores de risco para infecção por HPVOs fatores de risco mais importantes para infecção genital por HPV são número de parceiros sexuais durante toda a vida e re-centes e primeira relação sexual em idade precoce (Burk, 1996; Fairley, 1994; Franco, 1995; Melkert, 1993).
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passage: Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? “Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? Não quero engravidar.” Se você teve uma relação sexual sem camisinha e não faz uso de outro método contraceptivo, a pílula do dia seguinte é a única forma de evitar uma gravidez nos primeiros dias após a relação. Algumas pílulas podem ser usadas até 5 dias após a relação sexual desprotegida. Quanto antes a pílula é usada após a relação sexual, maior é a sua eficácia, mas a partir de 5 dias, seu uso não é mais indicado, porque as chances de falhar são altas. Além disso, a pílula pode causar efeitos colaterais como náusea, vômitos ou sangramento vaginal. Caso tenha passado mais de 5 dias da relação sexual desprotegida, é recomendado esperar pela próxima menstruação. Principalmente caso você note um atraso menstrual maior que 7 dias, o ideal é consultar um ginecologista, que pode indicar exames para verificar se está grávida ou não. Sintomas iniciais de gravidez Os sintomas mais comuns do início da gravidez são: Atraso da menstruação; Náusea e/ou vômitos; Aumento da sensibilidade das mamas; Vontade frequente de urinar; Cansaço. No entanto, mesmo que os sintomas ainda não estejam presentes, o médico pode indicar o exame de beta HCG no sangue para verificar se está grávida ainda nas primeiras semanas
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passage: Preservativos. O uso de preservativos é recomendado para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) em geral, mas sua eficácia, especificamente na prevenção da trans-missão do HPV , é menos garantida. Os preservativos masculi-nos são mais eficazes na prevenção de DSTs transmitidas por líquidos corporais e pelas superfícies mucosas, mas menos efe-tivos para DSTs disseminadas por contato pele com pele, como é o caso do HPV . Além disso, os preservativos não cobrem toda a pele anogenital potencialmente infectada (Centers for Disease Control and Prevention, 2010b). Contudo, Winer e colabo-radores (2003) realizaram o primeiro ensaio prospectivo sobre o uso de preservativo masculino e risco de HPV em mulheres jovens e demonstraram redução na infecção por HPV mesmo quando os preservativos não foram usados de forma consistente.
Vacinas anti-HPVO desenvolvimento recente e consistente de vacinas é muito promissor para a prevenção de infecção por HPV e talvez para limitar ou reverter suas sequelas naquelas já infectadas.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: . Como fica o parto em caso de HPV Normalmente, o HPV não é contraindicação para o parto normal, mas quando as verrugas genitais são muito grandes pode ser indicada cesárea ou cirurgia para retirar as verrugas. Apesar de haver risco da mãe transmitir o vírus do HPV para o bebê durante o parto, não é comum o bebê ficar contaminado, já que o sistema imunológico do bebê é capaz de promover a eliminação do vírus. No entanto, quando o bebê fica contaminado, ele pode apresentar verrugas na boca, garganta, olhos ou região genital. Riscos do HPV na gravidez Os riscos do HPV na gravidez estão relacionados com o fato da mãe poder transmitir o vírus para o bebê durante o parto. No entanto, isto não é comum e mesmo que o bebê contraia HPV na hora do parto, na maioria das vezes, não chega a manifestar a doença. Contudo, quando o bebê é contaminado, pode desenvolver verrugas na região oral, genital, ocular e laríngea, que devem ser devidamente tratadas. Após o nascimento do bebê, é aconselhado que a mulher seja novamente examinada para verificar a existência ou não do vírus HPV e continuar o tratamento, se assim for necessário. É importante ainda que a mulher saiba que o tratamento para o HPV no pós-parto não impede a amamentação, pois não passa para o leite materno
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passage: Fatores de risco para infecção por HPVOs fatores de risco mais importantes para infecção genital por HPV são número de parceiros sexuais durante toda a vida e re-centes e primeira relação sexual em idade precoce (Burk, 1996; Fairley, 1994; Franco, 1995; Melkert, 1993).
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passage: Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? “Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? Não quero engravidar.” Se você teve uma relação sexual sem camisinha e não faz uso de outro método contraceptivo, a pílula do dia seguinte é a única forma de evitar uma gravidez nos primeiros dias após a relação. Algumas pílulas podem ser usadas até 5 dias após a relação sexual desprotegida. Quanto antes a pílula é usada após a relação sexual, maior é a sua eficácia, mas a partir de 5 dias, seu uso não é mais indicado, porque as chances de falhar são altas. Além disso, a pílula pode causar efeitos colaterais como náusea, vômitos ou sangramento vaginal. Caso tenha passado mais de 5 dias da relação sexual desprotegida, é recomendado esperar pela próxima menstruação. Principalmente caso você note um atraso menstrual maior que 7 dias, o ideal é consultar um ginecologista, que pode indicar exames para verificar se está grávida ou não. Sintomas iniciais de gravidez Os sintomas mais comuns do início da gravidez são: Atraso da menstruação; Náusea e/ou vômitos; Aumento da sensibilidade das mamas; Vontade frequente de urinar; Cansaço. No entanto, mesmo que os sintomas ainda não estejam presentes, o médico pode indicar o exame de beta HCG no sangue para verificar se está grávida ainda nas primeiras semanas
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: Preservativos. O uso de preservativos é recomendado para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) em geral, mas sua eficácia, especificamente na prevenção da trans-missão do HPV , é menos garantida. Os preservativos masculi-nos são mais eficazes na prevenção de DSTs transmitidas por líquidos corporais e pelas superfícies mucosas, mas menos efe-tivos para DSTs disseminadas por contato pele com pele, como é o caso do HPV . Além disso, os preservativos não cobrem toda a pele anogenital potencialmente infectada (Centers for Disease Control and Prevention, 2010b). Contudo, Winer e colabo-radores (2003) realizaram o primeiro ensaio prospectivo sobre o uso de preservativo masculino e risco de HPV em mulheres jovens e demonstraram redução na infecção por HPV mesmo quando os preservativos não foram usados de forma consistente.
Vacinas anti-HPVO desenvolvimento recente e consistente de vacinas é muito promissor para a prevenção de infecção por HPV e talvez para limitar ou reverter suas sequelas naquelas já infectadas.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: . Como fica o parto em caso de HPV Normalmente, o HPV não é contraindicação para o parto normal, mas quando as verrugas genitais são muito grandes pode ser indicada cesárea ou cirurgia para retirar as verrugas. Apesar de haver risco da mãe transmitir o vírus do HPV para o bebê durante o parto, não é comum o bebê ficar contaminado, já que o sistema imunológico do bebê é capaz de promover a eliminação do vírus. No entanto, quando o bebê fica contaminado, ele pode apresentar verrugas na boca, garganta, olhos ou região genital. Riscos do HPV na gravidez Os riscos do HPV na gravidez estão relacionados com o fato da mãe poder transmitir o vírus para o bebê durante o parto. No entanto, isto não é comum e mesmo que o bebê contraia HPV na hora do parto, na maioria das vezes, não chega a manifestar a doença. Contudo, quando o bebê é contaminado, pode desenvolver verrugas na região oral, genital, ocular e laríngea, que devem ser devidamente tratadas. Após o nascimento do bebê, é aconselhado que a mulher seja novamente examinada para verificar a existência ou não do vírus HPV e continuar o tratamento, se assim for necessário. É importante ainda que a mulher saiba que o tratamento para o HPV no pós-parto não impede a amamentação, pois não passa para o leite materno
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passage: Fatores de risco para infecção por HPVOs fatores de risco mais importantes para infecção genital por HPV são número de parceiros sexuais durante toda a vida e re-centes e primeira relação sexual em idade precoce (Burk, 1996; Fairley, 1994; Franco, 1995; Melkert, 1993).
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passage: Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? “Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? Não quero engravidar.” Se você teve uma relação sexual sem camisinha e não faz uso de outro método contraceptivo, a pílula do dia seguinte é a única forma de evitar uma gravidez nos primeiros dias após a relação. Algumas pílulas podem ser usadas até 5 dias após a relação sexual desprotegida. Quanto antes a pílula é usada após a relação sexual, maior é a sua eficácia, mas a partir de 5 dias, seu uso não é mais indicado, porque as chances de falhar são altas. Além disso, a pílula pode causar efeitos colaterais como náusea, vômitos ou sangramento vaginal. Caso tenha passado mais de 5 dias da relação sexual desprotegida, é recomendado esperar pela próxima menstruação. Principalmente caso você note um atraso menstrual maior que 7 dias, o ideal é consultar um ginecologista, que pode indicar exames para verificar se está grávida ou não. Sintomas iniciais de gravidez Os sintomas mais comuns do início da gravidez são: Atraso da menstruação; Náusea e/ou vômitos; Aumento da sensibilidade das mamas; Vontade frequente de urinar; Cansaço. No entanto, mesmo que os sintomas ainda não estejam presentes, o médico pode indicar o exame de beta HCG no sangue para verificar se está grávida ainda nas primeiras semanas
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: As pacientes também devem ser informadas sobre vaci-nação contra HPV . Há duas vacinas contra HPV (Cervarix e Gardasil) aprovadas pela FDA para pacientes do sexo feminino com idade entre 9 e 26 anos. O Centers for Disease Control and Prevention (2009) recomenda uma sequência de três doses para as meninas, com início aos 11 ou 12 anos. A segunda dose deve ser administrada um ou dois meses depois e a terceira dose seis meses após a inicial. Essas vacinas serão discutidas complementarmente no Capítulo 29 (p. 737).
A Supremo Corte decidiu que os indivíduos menores têm direito a acesso a contraceptivos (Carry vs. Population Services International, 431 U.S. 678, 1977). Além disso, a legislação atual determina que todos os estados consintam aos adoles-centes tratamento de condições “medicamente emancipadas”, como contracepção, DSTs, gravidez, uso abusivo de substâncias e saúde mental. Essas são situações médicas legalmente defini-das em que o adolescente pode receber cuidados sem permissão ou conhecimento de pais ou responsáveis (Akinbami, 2003)*.
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passage: Preservativos. O uso de preservativos é recomendado para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) em geral, mas sua eficácia, especificamente na prevenção da trans-missão do HPV , é menos garantida. Os preservativos masculi-nos são mais eficazes na prevenção de DSTs transmitidas por líquidos corporais e pelas superfícies mucosas, mas menos efe-tivos para DSTs disseminadas por contato pele com pele, como é o caso do HPV . Além disso, os preservativos não cobrem toda a pele anogenital potencialmente infectada (Centers for Disease Control and Prevention, 2010b). Contudo, Winer e colabo-radores (2003) realizaram o primeiro ensaio prospectivo sobre o uso de preservativo masculino e risco de HPV em mulheres jovens e demonstraram redução na infecção por HPV mesmo quando os preservativos não foram usados de forma consistente.
Vacinas anti-HPVO desenvolvimento recente e consistente de vacinas é muito promissor para a prevenção de infecção por HPV e talvez para limitar ou reverter suas sequelas naquelas já infectadas.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: . Como fica o parto em caso de HPV Normalmente, o HPV não é contraindicação para o parto normal, mas quando as verrugas genitais são muito grandes pode ser indicada cesárea ou cirurgia para retirar as verrugas. Apesar de haver risco da mãe transmitir o vírus do HPV para o bebê durante o parto, não é comum o bebê ficar contaminado, já que o sistema imunológico do bebê é capaz de promover a eliminação do vírus. No entanto, quando o bebê fica contaminado, ele pode apresentar verrugas na boca, garganta, olhos ou região genital. Riscos do HPV na gravidez Os riscos do HPV na gravidez estão relacionados com o fato da mãe poder transmitir o vírus para o bebê durante o parto. No entanto, isto não é comum e mesmo que o bebê contraia HPV na hora do parto, na maioria das vezes, não chega a manifestar a doença. Contudo, quando o bebê é contaminado, pode desenvolver verrugas na região oral, genital, ocular e laríngea, que devem ser devidamente tratadas. Após o nascimento do bebê, é aconselhado que a mulher seja novamente examinada para verificar a existência ou não do vírus HPV e continuar o tratamento, se assim for necessário. É importante ainda que a mulher saiba que o tratamento para o HPV no pós-parto não impede a amamentação, pois não passa para o leite materno
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passage: Fatores de risco para infecção por HPVOs fatores de risco mais importantes para infecção genital por HPV são número de parceiros sexuais durante toda a vida e re-centes e primeira relação sexual em idade precoce (Burk, 1996; Fairley, 1994; Franco, 1995; Melkert, 1993).
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passage: Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? “Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? Não quero engravidar.” Se você teve uma relação sexual sem camisinha e não faz uso de outro método contraceptivo, a pílula do dia seguinte é a única forma de evitar uma gravidez nos primeiros dias após a relação. Algumas pílulas podem ser usadas até 5 dias após a relação sexual desprotegida. Quanto antes a pílula é usada após a relação sexual, maior é a sua eficácia, mas a partir de 5 dias, seu uso não é mais indicado, porque as chances de falhar são altas. Além disso, a pílula pode causar efeitos colaterais como náusea, vômitos ou sangramento vaginal. Caso tenha passado mais de 5 dias da relação sexual desprotegida, é recomendado esperar pela próxima menstruação. Principalmente caso você note um atraso menstrual maior que 7 dias, o ideal é consultar um ginecologista, que pode indicar exames para verificar se está grávida ou não. Sintomas iniciais de gravidez Os sintomas mais comuns do início da gravidez são: Atraso da menstruação; Náusea e/ou vômitos; Aumento da sensibilidade das mamas; Vontade frequente de urinar; Cansaço. No entanto, mesmo que os sintomas ainda não estejam presentes, o médico pode indicar o exame de beta HCG no sangue para verificar se está grávida ainda nas primeiras semanas
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: As pacientes também devem ser informadas sobre vaci-nação contra HPV . Há duas vacinas contra HPV (Cervarix e Gardasil) aprovadas pela FDA para pacientes do sexo feminino com idade entre 9 e 26 anos. O Centers for Disease Control and Prevention (2009) recomenda uma sequência de três doses para as meninas, com início aos 11 ou 12 anos. A segunda dose deve ser administrada um ou dois meses depois e a terceira dose seis meses após a inicial. Essas vacinas serão discutidas complementarmente no Capítulo 29 (p. 737).
A Supremo Corte decidiu que os indivíduos menores têm direito a acesso a contraceptivos (Carry vs. Population Services International, 431 U.S. 678, 1977). Além disso, a legislação atual determina que todos os estados consintam aos adoles-centes tratamento de condições “medicamente emancipadas”, como contracepção, DSTs, gravidez, uso abusivo de substâncias e saúde mental. Essas são situações médicas legalmente defini-das em que o adolescente pode receber cuidados sem permissão ou conhecimento de pais ou responsáveis (Akinbami, 2003)*.
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passage: . Os sintomas de HPV podem aparecer devido às alterações hormonais, baixa da imunidade e aumento da vascularização na região, que são típicos desse período. Como é feito o tratamento O tratamento para o HPV na gravidez deve ser feito até a 34ª semana de gravidez, de acordo com a orientação do obstetra, e é indicado quando gera incômodo e existe risco de transmissão do vírus para o bebê durante o parto normal. Assim, é fundamental promover a cicatrização das verrugas antes do parto. O tratamento recomendado pelo médico pode envolver: Aplicação de ácido tricloroacético: serve para dissolver as verrugas e deve ser feito 1 vez por semana, durante 4 semanas; Eletrocauterização: utiliza uma corrente elétrica para remover verrugas isoladas na pele e, por isso, é feito com anestesia local; Crioterapia: aplicação de frio para congelar as verrugas com nitrogênio líquido, fazendo com que a lesão caia em alguns dias. Estes tratamentos podem provocar dor, que geralmente é tolerada, e devem ser feitos no consultório do ginecologista, podendo a gestante regressar a casa sem cuidados especiais. Como fica o parto em caso de HPV Normalmente, o HPV não é contraindicação para o parto normal, mas quando as verrugas genitais são muito grandes pode ser indicada cesárea ou cirurgia para retirar as verrugas
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passage: Preservativos. O uso de preservativos é recomendado para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) em geral, mas sua eficácia, especificamente na prevenção da trans-missão do HPV , é menos garantida. Os preservativos masculi-nos são mais eficazes na prevenção de DSTs transmitidas por líquidos corporais e pelas superfícies mucosas, mas menos efe-tivos para DSTs disseminadas por contato pele com pele, como é o caso do HPV . Além disso, os preservativos não cobrem toda a pele anogenital potencialmente infectada (Centers for Disease Control and Prevention, 2010b). Contudo, Winer e colabo-radores (2003) realizaram o primeiro ensaio prospectivo sobre o uso de preservativo masculino e risco de HPV em mulheres jovens e demonstraram redução na infecção por HPV mesmo quando os preservativos não foram usados de forma consistente.
Vacinas anti-HPVO desenvolvimento recente e consistente de vacinas é muito promissor para a prevenção de infecção por HPV e talvez para limitar ou reverter suas sequelas naquelas já infectadas.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: . Como fica o parto em caso de HPV Normalmente, o HPV não é contraindicação para o parto normal, mas quando as verrugas genitais são muito grandes pode ser indicada cesárea ou cirurgia para retirar as verrugas. Apesar de haver risco da mãe transmitir o vírus do HPV para o bebê durante o parto, não é comum o bebê ficar contaminado, já que o sistema imunológico do bebê é capaz de promover a eliminação do vírus. No entanto, quando o bebê fica contaminado, ele pode apresentar verrugas na boca, garganta, olhos ou região genital. Riscos do HPV na gravidez Os riscos do HPV na gravidez estão relacionados com o fato da mãe poder transmitir o vírus para o bebê durante o parto. No entanto, isto não é comum e mesmo que o bebê contraia HPV na hora do parto, na maioria das vezes, não chega a manifestar a doença. Contudo, quando o bebê é contaminado, pode desenvolver verrugas na região oral, genital, ocular e laríngea, que devem ser devidamente tratadas. Após o nascimento do bebê, é aconselhado que a mulher seja novamente examinada para verificar a existência ou não do vírus HPV e continuar o tratamento, se assim for necessário. É importante ainda que a mulher saiba que o tratamento para o HPV no pós-parto não impede a amamentação, pois não passa para o leite materno
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passage: Fatores de risco para infecção por HPVOs fatores de risco mais importantes para infecção genital por HPV são número de parceiros sexuais durante toda a vida e re-centes e primeira relação sexual em idade precoce (Burk, 1996; Fairley, 1994; Franco, 1995; Melkert, 1993).
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passage: Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? “Tive relação sem camisinha e meu namorado gozou dentro, e agora? Não quero engravidar.” Se você teve uma relação sexual sem camisinha e não faz uso de outro método contraceptivo, a pílula do dia seguinte é a única forma de evitar uma gravidez nos primeiros dias após a relação. Algumas pílulas podem ser usadas até 5 dias após a relação sexual desprotegida. Quanto antes a pílula é usada após a relação sexual, maior é a sua eficácia, mas a partir de 5 dias, seu uso não é mais indicado, porque as chances de falhar são altas. Além disso, a pílula pode causar efeitos colaterais como náusea, vômitos ou sangramento vaginal. Caso tenha passado mais de 5 dias da relação sexual desprotegida, é recomendado esperar pela próxima menstruação. Principalmente caso você note um atraso menstrual maior que 7 dias, o ideal é consultar um ginecologista, que pode indicar exames para verificar se está grávida ou não. Sintomas iniciais de gravidez Os sintomas mais comuns do início da gravidez são: Atraso da menstruação; Náusea e/ou vômitos; Aumento da sensibilidade das mamas; Vontade frequente de urinar; Cansaço. No entanto, mesmo que os sintomas ainda não estejam presentes, o médico pode indicar o exame de beta HCG no sangue para verificar se está grávida ainda nas primeiras semanas
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passage: A vacinação contra o HPV é segura e altamente eficaz na prevenção contra o câncer de colo de útero e doenças associadas aos tipos de HPV contidos na vacina. A cober-tura vacinal entre homens e mulheres diminuirá a prevalência do vírus na população no futuro, mas apesar disso, a orientação atual é de manter o rastreio periódico de câncer de colo de útero e prevenção de outras infecções sexualmente transmissí-veis. É necessária cobertura vacinal ampla para que os efeitos populacionais sejam realidade no futuro.
reFerênCias 1. World Health Organization (WHO). ICO. Information Centre on HPV and Cervical Cancer (HPV Information Centre). Human papillomavirus and related cancers in world. Summary Report 2016. Geneva: WHO; 2016.[cited 2017 July 3]. Available from: http://betterhealthcareforafrica.org/blog/wp-content/uploads/2017/01/WHO-ICO_Report_HPV_ZW2016.pdf2. Sasagawa T, Takagi H, Makinoda S. Immune responses against human papillomavirus (HPV) infection and evasion of host defense in cervical cancer. J Infect Chemother. 2012;18(6):807-15.
3. Instituto Nacional do Câncer (INCA). Estimativa câncer de colo para 2016. Rio de Janeiro: INCA; 2016. [citado 2017 Jul 9]. Disponivel em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/colo_utero/definicao. Acessado em 15/06/2017.
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passage: As pacientes também devem ser informadas sobre vaci-nação contra HPV . Há duas vacinas contra HPV (Cervarix e Gardasil) aprovadas pela FDA para pacientes do sexo feminino com idade entre 9 e 26 anos. O Centers for Disease Control and Prevention (2009) recomenda uma sequência de três doses para as meninas, com início aos 11 ou 12 anos. A segunda dose deve ser administrada um ou dois meses depois e a terceira dose seis meses após a inicial. Essas vacinas serão discutidas complementarmente no Capítulo 29 (p. 737).
A Supremo Corte decidiu que os indivíduos menores têm direito a acesso a contraceptivos (Carry vs. Population Services International, 431 U.S. 678, 1977). Além disso, a legislação atual determina que todos os estados consintam aos adoles-centes tratamento de condições “medicamente emancipadas”, como contracepção, DSTs, gravidez, uso abusivo de substâncias e saúde mental. Essas são situações médicas legalmente defini-das em que o adolescente pode receber cuidados sem permissão ou conhecimento de pais ou responsáveis (Akinbami, 2003)*.
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passage: . Os sintomas de HPV podem aparecer devido às alterações hormonais, baixa da imunidade e aumento da vascularização na região, que são típicos desse período. Como é feito o tratamento O tratamento para o HPV na gravidez deve ser feito até a 34ª semana de gravidez, de acordo com a orientação do obstetra, e é indicado quando gera incômodo e existe risco de transmissão do vírus para o bebê durante o parto normal. Assim, é fundamental promover a cicatrização das verrugas antes do parto. O tratamento recomendado pelo médico pode envolver: Aplicação de ácido tricloroacético: serve para dissolver as verrugas e deve ser feito 1 vez por semana, durante 4 semanas; Eletrocauterização: utiliza uma corrente elétrica para remover verrugas isoladas na pele e, por isso, é feito com anestesia local; Crioterapia: aplicação de frio para congelar as verrugas com nitrogênio líquido, fazendo com que a lesão caia em alguns dias. Estes tratamentos podem provocar dor, que geralmente é tolerada, e devem ser feitos no consultório do ginecologista, podendo a gestante regressar a casa sem cuidados especiais. Como fica o parto em caso de HPV Normalmente, o HPV não é contraindicação para o parto normal, mas quando as verrugas genitais são muito grandes pode ser indicada cesárea ou cirurgia para retirar as verrugas
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passage: . No entanto, apenas a camisinha e o preservativo feminino são capazes de evitar uma gravidez e prevenir a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis e, por isso, são os métodos mais indicados para quem tem mais do que um parceiro sexual, por exemplo. Assista o vídeo seguinte e saiba como usar corretamente o preservativo, para evitar uma gravidez não desejada e a transmissão de IST's: COMO COLOCAR A CAMISINHA CORRETAMENTE 08:15 | 1.199.711 visualizações
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Olá! Entendo sua preocupação com o HPV. É importante conversarmos abertamente sobre isso para que você e seu namorado possam tomar as melhores decisões para a saúde de vocês.
Sim, vocês precisam usar preservativos, mesmo que ambos já tenham sido diagnosticados com HPV. Apesar de o preservativo não cobrir toda a área genital e, portanto, não eliminar completamente o risco de transmissão, ele ainda oferece uma proteção importante. Estudos mostram que o uso do preservativo pode diminuir a chance de novas infecções por HPV, mesmo que o uso não seja sempre consistente. Pense nele como uma barreira que ajuda a reduzir a carga viral e a proteger contra outros tipos de HPV ou outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).
É fundamental lembrar que existem diversos tipos de HPV. Usar preservativo pode ajudar a evitar que vocês se infectem com um tipo diferente do vírus, além de proteger contra outras ISTs, como clamídia, gonorreia, sífilis e HIV.
Além do uso do preservativo, é importante que vocês dois façam acompanhamento médico regular. No seu caso, isso inclui o exame de Papanicolau durante o pré-natal, caso esteja grávida, para monitorar a presença do vírus e verificar se há alguma alteração nas células do colo do útero. Se você tiver verrugas genitais durante a gravidez, o obstetra poderá indicar o tratamento adequado, como a aplicação de ácido tricloroacético no consultório ou, em alguns casos, eletrocauterização ou crioterapia.
Quanto ao seu namorado, saiba que o exame para detectar HPV em homens não interfere no tratamento ou no resultado para você. O foco principal é o seu acompanhamento e tratamento, se necessário.
E, para finalizar, lembre-se que a vacina contra o HPV é uma ferramenta poderosa de prevenção. Se você ainda não se vacinou, converse com seu médico sobre a possibilidade. A vacinação, juntamente com o uso de preservativos e o acompanhamento médico regular, são as melhores formas de proteger sua saúde e a do seu parceiro.
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A eletrocoagulação tem se mostrado eficaz no tratamento de verrugas genitais.
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A eletrocauterização, como método de tratamento para verrugas genitais, não é minha primeira opção terapêutica; reservo-a para casos selecionados, como, por exemplo, lesões extensas que não respondem a outras opções de tratamento, como o uso tópico de imunomoduladores. Cada caso deve ser avaliado individualmente, e variáveis devem ser consideradas antes de optar por esse ou outro método de tratamento.
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passage: Alternativamente, diversos agentes he-mostáticos têm sido usados localmente para controle de hemorragia refratária a essas me-didas iniciais (Tabela 40-6, p. 1.005). Embo-ra não haja estudos que tenham comparado esses agentes em procedimentos urogineco-lógicos, estudos em modelos animais e vas-culares demonstraram que o FloSeal Matrix é muito eficaz (Kheirabadi, 2002; Oz, 2000; Weaver, 2002). Além disso, sua natureza granular permite adaptação em feridas irre-gulares, o que é uma vantagem distintiva no controle das hemorragias características da sacrocolpopexia.
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passage: Alternativamente, diversos agentes he-mostáticos têm sido usados localmente para controle de hemorragia refratária a essas me-didas iniciais (Tabela 40-6, p. 1.005). Embo-ra não haja estudos que tenham comparado esses agentes em procedimentos urogineco-lógicos, estudos em modelos animais e vas-culares demonstraram que o FloSeal Matrix é muito eficaz (Kheirabadi, 2002; Oz, 2000; Weaver, 2002). Além disso, sua natureza granular permite adaptação em feridas irre-gulares, o que é uma vantagem distintiva no controle das hemorragias características da sacrocolpopexia.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Alternativamente, diversos agentes he-mostáticos têm sido usados localmente para controle de hemorragia refratária a essas me-didas iniciais (Tabela 40-6, p. 1.005). Embo-ra não haja estudos que tenham comparado esses agentes em procedimentos urogineco-lógicos, estudos em modelos animais e vas-culares demonstraram que o FloSeal Matrix é muito eficaz (Kheirabadi, 2002; Oz, 2000; Weaver, 2002). Além disso, sua natureza granular permite adaptação em feridas irre-gulares, o que é uma vantagem distintiva no controle das hemorragias características da sacrocolpopexia.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O Enterobius vermicularis , também conhecido como oxi-úro, pode ser fonte de prurido vulvar intenso, em especial à noite. O prurido noturno resulta de infestação intestinal por esses vermes de 1 cm de comprimento, filiformes brancos, que costumam sair pelo ânus à noite (Pierce, 1992; Zeiguer, 1993). À inspeção dessa região com uma lanterna à noite, enquanto a criança estiver dormindo, permite aos pais identificar ver-mes na região perianal. O teste da fita gomada requer a pressão de um pedaço de fita gomada na área perianal pela manhã, com fixação da fita em uma lâmina e visualização dos ovos ao microscópio. O tratamento consiste em mebendazol, 100 mg, VO, dose única, a ser repetida uma semana depois.
■ Leucorreia fisiológicaEm geral, a leucorreia fisiológica é encontrada de forma tran-sitória na recém-nascida como resultado da exposição na vida intrauterina ao estrogênio materno. É comum surgir como leucorreia de muco claro esbranquiçado. Também nos primei-ros dias de vida, o endométrio pode sofrer descolamento tran-sitório, que se manifesta como sangramento.
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passage: Alternativamente, diversos agentes he-mostáticos têm sido usados localmente para controle de hemorragia refratária a essas me-didas iniciais (Tabela 40-6, p. 1.005). Embo-ra não haja estudos que tenham comparado esses agentes em procedimentos urogineco-lógicos, estudos em modelos animais e vas-culares demonstraram que o FloSeal Matrix é muito eficaz (Kheirabadi, 2002; Oz, 2000; Weaver, 2002). Além disso, sua natureza granular permite adaptação em feridas irre-gulares, o que é uma vantagem distintiva no controle das hemorragias características da sacrocolpopexia.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O Enterobius vermicularis , também conhecido como oxi-úro, pode ser fonte de prurido vulvar intenso, em especial à noite. O prurido noturno resulta de infestação intestinal por esses vermes de 1 cm de comprimento, filiformes brancos, que costumam sair pelo ânus à noite (Pierce, 1992; Zeiguer, 1993). À inspeção dessa região com uma lanterna à noite, enquanto a criança estiver dormindo, permite aos pais identificar ver-mes na região perianal. O teste da fita gomada requer a pressão de um pedaço de fita gomada na área perianal pela manhã, com fixação da fita em uma lâmina e visualização dos ovos ao microscópio. O tratamento consiste em mebendazol, 100 mg, VO, dose única, a ser repetida uma semana depois.
■ Leucorreia fisiológicaEm geral, a leucorreia fisiológica é encontrada de forma tran-sitória na recém-nascida como resultado da exposição na vida intrauterina ao estrogênio materno. É comum surgir como leucorreia de muco claro esbranquiçado. Também nos primei-ros dias de vida, o endométrio pode sofrer descolamento tran-sitório, que se manifesta como sangramento.
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passage: Quadro 81.9 Características dos medicamentos utilizados no tratamento da osteoporose.
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passage: Alternativamente, diversos agentes he-mostáticos têm sido usados localmente para controle de hemorragia refratária a essas me-didas iniciais (Tabela 40-6, p. 1.005). Embo-ra não haja estudos que tenham comparado esses agentes em procedimentos urogineco-lógicos, estudos em modelos animais e vas-culares demonstraram que o FloSeal Matrix é muito eficaz (Kheirabadi, 2002; Oz, 2000; Weaver, 2002). Além disso, sua natureza granular permite adaptação em feridas irre-gulares, o que é uma vantagem distintiva no controle das hemorragias características da sacrocolpopexia.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O Enterobius vermicularis , também conhecido como oxi-úro, pode ser fonte de prurido vulvar intenso, em especial à noite. O prurido noturno resulta de infestação intestinal por esses vermes de 1 cm de comprimento, filiformes brancos, que costumam sair pelo ânus à noite (Pierce, 1992; Zeiguer, 1993). À inspeção dessa região com uma lanterna à noite, enquanto a criança estiver dormindo, permite aos pais identificar ver-mes na região perianal. O teste da fita gomada requer a pressão de um pedaço de fita gomada na área perianal pela manhã, com fixação da fita em uma lâmina e visualização dos ovos ao microscópio. O tratamento consiste em mebendazol, 100 mg, VO, dose única, a ser repetida uma semana depois.
■ Leucorreia fisiológicaEm geral, a leucorreia fisiológica é encontrada de forma tran-sitória na recém-nascida como resultado da exposição na vida intrauterina ao estrogênio materno. É comum surgir como leucorreia de muco claro esbranquiçado. Também nos primei-ros dias de vida, o endométrio pode sofrer descolamento tran-sitório, que se manifesta como sangramento.
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passage: Quadro 81.9 Características dos medicamentos utilizados no tratamento da osteoporose.
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passage: 88. Zegers-Hochschild F, Balmaceda JP , Fabres C, Alam V, Mackenna A, Fernández E, et al. Prospective randomized trial to evaluate the efficacy of a vaginal ring releasing pro-gesterone for IVF and oocyte donation. Human Reproduction 2000; 15(10):2093–7.
34### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetríciabrdusto170135
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passage: Alternativamente, diversos agentes he-mostáticos têm sido usados localmente para controle de hemorragia refratária a essas me-didas iniciais (Tabela 40-6, p. 1.005). Embo-ra não haja estudos que tenham comparado esses agentes em procedimentos urogineco-lógicos, estudos em modelos animais e vas-culares demonstraram que o FloSeal Matrix é muito eficaz (Kheirabadi, 2002; Oz, 2000; Weaver, 2002). Além disso, sua natureza granular permite adaptação em feridas irre-gulares, o que é uma vantagem distintiva no controle das hemorragias características da sacrocolpopexia.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O Enterobius vermicularis , também conhecido como oxi-úro, pode ser fonte de prurido vulvar intenso, em especial à noite. O prurido noturno resulta de infestação intestinal por esses vermes de 1 cm de comprimento, filiformes brancos, que costumam sair pelo ânus à noite (Pierce, 1992; Zeiguer, 1993). À inspeção dessa região com uma lanterna à noite, enquanto a criança estiver dormindo, permite aos pais identificar ver-mes na região perianal. O teste da fita gomada requer a pressão de um pedaço de fita gomada na área perianal pela manhã, com fixação da fita em uma lâmina e visualização dos ovos ao microscópio. O tratamento consiste em mebendazol, 100 mg, VO, dose única, a ser repetida uma semana depois.
■ Leucorreia fisiológicaEm geral, a leucorreia fisiológica é encontrada de forma tran-sitória na recém-nascida como resultado da exposição na vida intrauterina ao estrogênio materno. É comum surgir como leucorreia de muco claro esbranquiçado. Também nos primei-ros dias de vida, o endométrio pode sofrer descolamento tran-sitório, que se manifesta como sangramento.
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passage: Quadro 81.9 Características dos medicamentos utilizados no tratamento da osteoporose.
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passage: 88. Zegers-Hochschild F, Balmaceda JP , Fabres C, Alam V, Mackenna A, Fernández E, et al. Prospective randomized trial to evaluate the efficacy of a vaginal ring releasing pro-gesterone for IVF and oocyte donation. Human Reproduction 2000; 15(10):2093–7.
34### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetríciabrdusto170135
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passage: O Gynecologic Oncology Group (GOG) também con-duziu um ensaio multicêntrico para avaliar os benefícios da biópsia de linfonodo sentinela no tratamento do câncer de vulva (protocolo # 173). Os dados preliminares obtidos em 459 pacientes avaliadas portadoras de lesões com no mínimo 2 cm de diâmetro e profundidade de invasão . 1 mm demons-traram sensibilidade . 90%, valor preditivo negativo . 95% e taxa de falso-negativos de 4,3%. Além disso, a combinação de linfocintigrafia e corante azul mostrou-se superior ao uso isolado de corante (Levenback, 2009a). Em razão dos dados promissores dos ensaios em andamento, a biópsia de linfonodo sentinela é uma alternativa racional à linfadenectomia inguino-femoral, em casos com câncer de vulva, quando realizada por equipe multidisciplinar habilitada em pacientes bem seleciona-das (Levenback, 2009b).
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passage: Alternativamente, diversos agentes he-mostáticos têm sido usados localmente para controle de hemorragia refratária a essas me-didas iniciais (Tabela 40-6, p. 1.005). Embo-ra não haja estudos que tenham comparado esses agentes em procedimentos urogineco-lógicos, estudos em modelos animais e vas-culares demonstraram que o FloSeal Matrix é muito eficaz (Kheirabadi, 2002; Oz, 2000; Weaver, 2002). Além disso, sua natureza granular permite adaptação em feridas irre-gulares, o que é uma vantagem distintiva no controle das hemorragias características da sacrocolpopexia.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O Enterobius vermicularis , também conhecido como oxi-úro, pode ser fonte de prurido vulvar intenso, em especial à noite. O prurido noturno resulta de infestação intestinal por esses vermes de 1 cm de comprimento, filiformes brancos, que costumam sair pelo ânus à noite (Pierce, 1992; Zeiguer, 1993). À inspeção dessa região com uma lanterna à noite, enquanto a criança estiver dormindo, permite aos pais identificar ver-mes na região perianal. O teste da fita gomada requer a pressão de um pedaço de fita gomada na área perianal pela manhã, com fixação da fita em uma lâmina e visualização dos ovos ao microscópio. O tratamento consiste em mebendazol, 100 mg, VO, dose única, a ser repetida uma semana depois.
■ Leucorreia fisiológicaEm geral, a leucorreia fisiológica é encontrada de forma tran-sitória na recém-nascida como resultado da exposição na vida intrauterina ao estrogênio materno. É comum surgir como leucorreia de muco claro esbranquiçado. Também nos primei-ros dias de vida, o endométrio pode sofrer descolamento tran-sitório, que se manifesta como sangramento.
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passage: Quadro 81.9 Características dos medicamentos utilizados no tratamento da osteoporose.
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passage: 88. Zegers-Hochschild F, Balmaceda JP , Fabres C, Alam V, Mackenna A, Fernández E, et al. Prospective randomized trial to evaluate the efficacy of a vaginal ring releasing pro-gesterone for IVF and oocyte donation. Human Reproduction 2000; 15(10):2093–7.
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passage: O Gynecologic Oncology Group (GOG) também con-duziu um ensaio multicêntrico para avaliar os benefícios da biópsia de linfonodo sentinela no tratamento do câncer de vulva (protocolo # 173). Os dados preliminares obtidos em 459 pacientes avaliadas portadoras de lesões com no mínimo 2 cm de diâmetro e profundidade de invasão . 1 mm demons-traram sensibilidade . 90%, valor preditivo negativo . 95% e taxa de falso-negativos de 4,3%. Além disso, a combinação de linfocintigrafia e corante azul mostrou-se superior ao uso isolado de corante (Levenback, 2009a). Em razão dos dados promissores dos ensaios em andamento, a biópsia de linfonodo sentinela é uma alternativa racional à linfadenectomia inguino-femoral, em casos com câncer de vulva, quando realizada por equipe multidisciplinar habilitada em pacientes bem seleciona-das (Levenback, 2009b).
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passage: Idealmente, as placas de aterramento ou cirúrgicas devem estar firmemente aderidas a uma superfície corporal relativa-mente plana, próxima ao campo operatório. Por isso, na maio-ria dos procedimentos ginecológicos, as placas cirúrgicas são colocadas ao longo da região lateral alta da coxa.
■ Eletrocirurgia bipolarEsta forma de eletrocirurgia difere da monopolar porque a ponta do dispositivo bipolar contém o eletrodo ativo e o de re-torno (ver Fig. 40-34B). Por isso, não há necessidade de placa de aterramento distante. A corrente de coagulação fica concen-trada nos tecidos entre os eletrodos, e os tecidos precisam per-manecer entre eles. Se o tecido escorregar, os eletrodos ativo e de retorno entram em contato e produzem um curto-circuito. A coagulação não irá ocorrer (Michelassi, 1997). A eletrocirur-gia bipolar usa somente corrente de coagulação e não tem ca-pacidade de corte. No entanto, é útil para coagulação de vasos, sendo também usada durante esterilização laparoscópica para coagular as tubas uterinas (Seção 42-3, p. 1.124).
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passage: Alternativamente, diversos agentes he-mostáticos têm sido usados localmente para controle de hemorragia refratária a essas me-didas iniciais (Tabela 40-6, p. 1.005). Embo-ra não haja estudos que tenham comparado esses agentes em procedimentos urogineco-lógicos, estudos em modelos animais e vas-culares demonstraram que o FloSeal Matrix é muito eficaz (Kheirabadi, 2002; Oz, 2000; Weaver, 2002). Além disso, sua natureza granular permite adaptação em feridas irre-gulares, o que é uma vantagem distintiva no controle das hemorragias características da sacrocolpopexia.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O Enterobius vermicularis , também conhecido como oxi-úro, pode ser fonte de prurido vulvar intenso, em especial à noite. O prurido noturno resulta de infestação intestinal por esses vermes de 1 cm de comprimento, filiformes brancos, que costumam sair pelo ânus à noite (Pierce, 1992; Zeiguer, 1993). À inspeção dessa região com uma lanterna à noite, enquanto a criança estiver dormindo, permite aos pais identificar ver-mes na região perianal. O teste da fita gomada requer a pressão de um pedaço de fita gomada na área perianal pela manhã, com fixação da fita em uma lâmina e visualização dos ovos ao microscópio. O tratamento consiste em mebendazol, 100 mg, VO, dose única, a ser repetida uma semana depois.
■ Leucorreia fisiológicaEm geral, a leucorreia fisiológica é encontrada de forma tran-sitória na recém-nascida como resultado da exposição na vida intrauterina ao estrogênio materno. É comum surgir como leucorreia de muco claro esbranquiçado. Também nos primei-ros dias de vida, o endométrio pode sofrer descolamento tran-sitório, que se manifesta como sangramento.
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passage: Quadro 81.9 Características dos medicamentos utilizados no tratamento da osteoporose.
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passage: 88. Zegers-Hochschild F, Balmaceda JP , Fabres C, Alam V, Mackenna A, Fernández E, et al. Prospective randomized trial to evaluate the efficacy of a vaginal ring releasing pro-gesterone for IVF and oocyte donation. Human Reproduction 2000; 15(10):2093–7.
34### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetríciabrdusto170135
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passage: O Gynecologic Oncology Group (GOG) também con-duziu um ensaio multicêntrico para avaliar os benefícios da biópsia de linfonodo sentinela no tratamento do câncer de vulva (protocolo # 173). Os dados preliminares obtidos em 459 pacientes avaliadas portadoras de lesões com no mínimo 2 cm de diâmetro e profundidade de invasão . 1 mm demons-traram sensibilidade . 90%, valor preditivo negativo . 95% e taxa de falso-negativos de 4,3%. Além disso, a combinação de linfocintigrafia e corante azul mostrou-se superior ao uso isolado de corante (Levenback, 2009a). Em razão dos dados promissores dos ensaios em andamento, a biópsia de linfonodo sentinela é uma alternativa racional à linfadenectomia inguino-femoral, em casos com câncer de vulva, quando realizada por equipe multidisciplinar habilitada em pacientes bem seleciona-das (Levenback, 2009b).
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passage: Idealmente, as placas de aterramento ou cirúrgicas devem estar firmemente aderidas a uma superfície corporal relativa-mente plana, próxima ao campo operatório. Por isso, na maio-ria dos procedimentos ginecológicos, as placas cirúrgicas são colocadas ao longo da região lateral alta da coxa.
■ Eletrocirurgia bipolarEsta forma de eletrocirurgia difere da monopolar porque a ponta do dispositivo bipolar contém o eletrodo ativo e o de re-torno (ver Fig. 40-34B). Por isso, não há necessidade de placa de aterramento distante. A corrente de coagulação fica concen-trada nos tecidos entre os eletrodos, e os tecidos precisam per-manecer entre eles. Se o tecido escorregar, os eletrodos ativo e de retorno entram em contato e produzem um curto-circuito. A coagulação não irá ocorrer (Michelassi, 1997). A eletrocirur-gia bipolar usa somente corrente de coagulação e não tem ca-pacidade de corte. No entanto, é útil para coagulação de vasos, sendo também usada durante esterilização laparoscópica para coagular as tubas uterinas (Seção 42-3, p. 1.124).
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passage: A embolização parece ser um tratamento efetivo, e os per-centuais de mulheres com melhora da dor variam entre 65 e 95% (Kim, 2006; Maleux, 2000; Venbrux, 2002). A esclerote-rapia de veia ovariana proporcionou alívio sintomático em um ano em 17 de 20 pacientes tratadas (T ropeano, 2008). Chung e colaboradores (2003) compararam embolização com histerec-tomia e ooforectomia e verificaram que a embolização foi mais efetiva. Entretanto, faltam ensaios com acompanhamento em longo prazo para avaliação dos efeitos além de um ano.
Alternativamente, o tratamento clínico com agonista do GnRH ou com acetato de medroxiprogesterona, 30 mg/dia por via oral, mostrou-se efetivo em algumas mulheres com sín-drome de congestão pélvica, embora os sintomas normalmente retornem após a suspensão do medicamento (Reginald, 1989).
■ DismenorreiaA dor cíclica com a menstruação é comum e acompanha a maioria das menstruações (Balbi, 2000; Weissman, 2004). Essa dor é classicamente descrita como em cólica e, em geral, é acompanhada por dor lombar, náusea e vômitos, cefaleia ou diarreia.
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passage: Alternativamente, diversos agentes he-mostáticos têm sido usados localmente para controle de hemorragia refratária a essas me-didas iniciais (Tabela 40-6, p. 1.005). Embo-ra não haja estudos que tenham comparado esses agentes em procedimentos urogineco-lógicos, estudos em modelos animais e vas-culares demonstraram que o FloSeal Matrix é muito eficaz (Kheirabadi, 2002; Oz, 2000; Weaver, 2002). Além disso, sua natureza granular permite adaptação em feridas irre-gulares, o que é uma vantagem distintiva no controle das hemorragias características da sacrocolpopexia.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O Enterobius vermicularis , também conhecido como oxi-úro, pode ser fonte de prurido vulvar intenso, em especial à noite. O prurido noturno resulta de infestação intestinal por esses vermes de 1 cm de comprimento, filiformes brancos, que costumam sair pelo ânus à noite (Pierce, 1992; Zeiguer, 1993). À inspeção dessa região com uma lanterna à noite, enquanto a criança estiver dormindo, permite aos pais identificar ver-mes na região perianal. O teste da fita gomada requer a pressão de um pedaço de fita gomada na área perianal pela manhã, com fixação da fita em uma lâmina e visualização dos ovos ao microscópio. O tratamento consiste em mebendazol, 100 mg, VO, dose única, a ser repetida uma semana depois.
■ Leucorreia fisiológicaEm geral, a leucorreia fisiológica é encontrada de forma tran-sitória na recém-nascida como resultado da exposição na vida intrauterina ao estrogênio materno. É comum surgir como leucorreia de muco claro esbranquiçado. Também nos primei-ros dias de vida, o endométrio pode sofrer descolamento tran-sitório, que se manifesta como sangramento.
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passage: Quadro 81.9 Características dos medicamentos utilizados no tratamento da osteoporose.
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passage: 88. Zegers-Hochschild F, Balmaceda JP , Fabres C, Alam V, Mackenna A, Fernández E, et al. Prospective randomized trial to evaluate the efficacy of a vaginal ring releasing pro-gesterone for IVF and oocyte donation. Human Reproduction 2000; 15(10):2093–7.
34### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetríciabrdusto170135
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passage: O Gynecologic Oncology Group (GOG) também con-duziu um ensaio multicêntrico para avaliar os benefícios da biópsia de linfonodo sentinela no tratamento do câncer de vulva (protocolo # 173). Os dados preliminares obtidos em 459 pacientes avaliadas portadoras de lesões com no mínimo 2 cm de diâmetro e profundidade de invasão . 1 mm demons-traram sensibilidade . 90%, valor preditivo negativo . 95% e taxa de falso-negativos de 4,3%. Além disso, a combinação de linfocintigrafia e corante azul mostrou-se superior ao uso isolado de corante (Levenback, 2009a). Em razão dos dados promissores dos ensaios em andamento, a biópsia de linfonodo sentinela é uma alternativa racional à linfadenectomia inguino-femoral, em casos com câncer de vulva, quando realizada por equipe multidisciplinar habilitada em pacientes bem seleciona-das (Levenback, 2009b).
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passage: Idealmente, as placas de aterramento ou cirúrgicas devem estar firmemente aderidas a uma superfície corporal relativa-mente plana, próxima ao campo operatório. Por isso, na maio-ria dos procedimentos ginecológicos, as placas cirúrgicas são colocadas ao longo da região lateral alta da coxa.
■ Eletrocirurgia bipolarEsta forma de eletrocirurgia difere da monopolar porque a ponta do dispositivo bipolar contém o eletrodo ativo e o de re-torno (ver Fig. 40-34B). Por isso, não há necessidade de placa de aterramento distante. A corrente de coagulação fica concen-trada nos tecidos entre os eletrodos, e os tecidos precisam per-manecer entre eles. Se o tecido escorregar, os eletrodos ativo e de retorno entram em contato e produzem um curto-circuito. A coagulação não irá ocorrer (Michelassi, 1997). A eletrocirur-gia bipolar usa somente corrente de coagulação e não tem ca-pacidade de corte. No entanto, é útil para coagulação de vasos, sendo também usada durante esterilização laparoscópica para coagular as tubas uterinas (Seção 42-3, p. 1.124).
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passage: A embolização parece ser um tratamento efetivo, e os per-centuais de mulheres com melhora da dor variam entre 65 e 95% (Kim, 2006; Maleux, 2000; Venbrux, 2002). A esclerote-rapia de veia ovariana proporcionou alívio sintomático em um ano em 17 de 20 pacientes tratadas (T ropeano, 2008). Chung e colaboradores (2003) compararam embolização com histerec-tomia e ooforectomia e verificaram que a embolização foi mais efetiva. Entretanto, faltam ensaios com acompanhamento em longo prazo para avaliação dos efeitos além de um ano.
Alternativamente, o tratamento clínico com agonista do GnRH ou com acetato de medroxiprogesterona, 30 mg/dia por via oral, mostrou-se efetivo em algumas mulheres com sín-drome de congestão pélvica, embora os sintomas normalmente retornem após a suspensão do medicamento (Reginald, 1989).
■ DismenorreiaA dor cíclica com a menstruação é comum e acompanha a maioria das menstruações (Balbi, 2000; Weissman, 2004). Essa dor é classicamente descrita como em cólica e, em geral, é acompanhada por dor lombar, náusea e vômitos, cefaleia ou diarreia.
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passage: Quadro 39.16 Diagnóstico diferencial do feocromocitoma.
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passage: Alternativamente, diversos agentes he-mostáticos têm sido usados localmente para controle de hemorragia refratária a essas me-didas iniciais (Tabela 40-6, p. 1.005). Embo-ra não haja estudos que tenham comparado esses agentes em procedimentos urogineco-lógicos, estudos em modelos animais e vas-culares demonstraram que o FloSeal Matrix é muito eficaz (Kheirabadi, 2002; Oz, 2000; Weaver, 2002). Além disso, sua natureza granular permite adaptação em feridas irre-gulares, o que é uma vantagem distintiva no controle das hemorragias características da sacrocolpopexia.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O Enterobius vermicularis , também conhecido como oxi-úro, pode ser fonte de prurido vulvar intenso, em especial à noite. O prurido noturno resulta de infestação intestinal por esses vermes de 1 cm de comprimento, filiformes brancos, que costumam sair pelo ânus à noite (Pierce, 1992; Zeiguer, 1993). À inspeção dessa região com uma lanterna à noite, enquanto a criança estiver dormindo, permite aos pais identificar ver-mes na região perianal. O teste da fita gomada requer a pressão de um pedaço de fita gomada na área perianal pela manhã, com fixação da fita em uma lâmina e visualização dos ovos ao microscópio. O tratamento consiste em mebendazol, 100 mg, VO, dose única, a ser repetida uma semana depois.
■ Leucorreia fisiológicaEm geral, a leucorreia fisiológica é encontrada de forma tran-sitória na recém-nascida como resultado da exposição na vida intrauterina ao estrogênio materno. É comum surgir como leucorreia de muco claro esbranquiçado. Também nos primei-ros dias de vida, o endométrio pode sofrer descolamento tran-sitório, que se manifesta como sangramento.
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passage: Quadro 81.9 Características dos medicamentos utilizados no tratamento da osteoporose.
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passage: 88. Zegers-Hochschild F, Balmaceda JP , Fabres C, Alam V, Mackenna A, Fernández E, et al. Prospective randomized trial to evaluate the efficacy of a vaginal ring releasing pro-gesterone for IVF and oocyte donation. Human Reproduction 2000; 15(10):2093–7.
34### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetríciabrdusto170135
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passage: O Gynecologic Oncology Group (GOG) também con-duziu um ensaio multicêntrico para avaliar os benefícios da biópsia de linfonodo sentinela no tratamento do câncer de vulva (protocolo # 173). Os dados preliminares obtidos em 459 pacientes avaliadas portadoras de lesões com no mínimo 2 cm de diâmetro e profundidade de invasão . 1 mm demons-traram sensibilidade . 90%, valor preditivo negativo . 95% e taxa de falso-negativos de 4,3%. Além disso, a combinação de linfocintigrafia e corante azul mostrou-se superior ao uso isolado de corante (Levenback, 2009a). Em razão dos dados promissores dos ensaios em andamento, a biópsia de linfonodo sentinela é uma alternativa racional à linfadenectomia inguino-femoral, em casos com câncer de vulva, quando realizada por equipe multidisciplinar habilitada em pacientes bem seleciona-das (Levenback, 2009b).
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passage: Idealmente, as placas de aterramento ou cirúrgicas devem estar firmemente aderidas a uma superfície corporal relativa-mente plana, próxima ao campo operatório. Por isso, na maio-ria dos procedimentos ginecológicos, as placas cirúrgicas são colocadas ao longo da região lateral alta da coxa.
■ Eletrocirurgia bipolarEsta forma de eletrocirurgia difere da monopolar porque a ponta do dispositivo bipolar contém o eletrodo ativo e o de re-torno (ver Fig. 40-34B). Por isso, não há necessidade de placa de aterramento distante. A corrente de coagulação fica concen-trada nos tecidos entre os eletrodos, e os tecidos precisam per-manecer entre eles. Se o tecido escorregar, os eletrodos ativo e de retorno entram em contato e produzem um curto-circuito. A coagulação não irá ocorrer (Michelassi, 1997). A eletrocirur-gia bipolar usa somente corrente de coagulação e não tem ca-pacidade de corte. No entanto, é útil para coagulação de vasos, sendo também usada durante esterilização laparoscópica para coagular as tubas uterinas (Seção 42-3, p. 1.124).
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passage: A embolização parece ser um tratamento efetivo, e os per-centuais de mulheres com melhora da dor variam entre 65 e 95% (Kim, 2006; Maleux, 2000; Venbrux, 2002). A esclerote-rapia de veia ovariana proporcionou alívio sintomático em um ano em 17 de 20 pacientes tratadas (T ropeano, 2008). Chung e colaboradores (2003) compararam embolização com histerec-tomia e ooforectomia e verificaram que a embolização foi mais efetiva. Entretanto, faltam ensaios com acompanhamento em longo prazo para avaliação dos efeitos além de um ano.
Alternativamente, o tratamento clínico com agonista do GnRH ou com acetato de medroxiprogesterona, 30 mg/dia por via oral, mostrou-se efetivo em algumas mulheres com sín-drome de congestão pélvica, embora os sintomas normalmente retornem após a suspensão do medicamento (Reginald, 1989).
■ DismenorreiaA dor cíclica com a menstruação é comum e acompanha a maioria das menstruações (Balbi, 2000; Weissman, 2004). Essa dor é classicamente descrita como em cólica e, em geral, é acompanhada por dor lombar, náusea e vômitos, cefaleia ou diarreia.
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passage: Quadro 39.16 Diagnóstico diferencial do feocromocitoma.
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passage: 23Santana EF, Peixoto AB, Traina E, Barreto EQProtocolos Febrasgo | Nº77 | 2018
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Sim, a eletrocoagulação, ou eletrocauterização como também é chamada, é uma opção de tratamento eficaz para verrugas genitais, principalmente quando outros métodos não foram totalmente bem-sucedidos ou não são adequados para o seu caso.
Funciona assim: durante o procedimento, um instrumento aquecido eletricamente é usado para destruir o tecido da verruga. É um método que pode ser feito no consultório do médico, geralmente com anestesia local para minimizar o desconforto.
É importante lembrar que a eletrocoagulação trata as verrugas visíveis, mas não elimina o vírus HPV (Papilomavírus Humano), que é a causa das verrugas. Isso significa que as verrugas podem reaparecer com o tempo, e será necessário acompanhamento médico regular para monitorar e tratar novas lesões, caso surjam.
Durante a gravidez, por exemplo, o tratamento de verrugas genitais pode ser feito com a aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra ou, dependendo da situação, a eletrocauterização também pode ser considerada.
Se você está considerando a eletrocoagulação como tratamento, converse abertamente comigo sobre suas preocupações, histórico médico e outras opções de tratamento. Juntos, podemos decidir o melhor caminho para cuidar da sua saúde.
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28,688
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Olá, fiz uma ultrassonografia transvaginal e o útero está em RVF, com textura miometrial heterogênea. Apresenta formação com contorno topográfico e dimensões normais, além da presença de nódulos hipoecóicos localizados na região fúndica, medindo X cm intramural e subseroso, e a espessura da cavidade está normal, sem alterações.
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Não sei exatamente o que você deseja saber, mas, considerando o tamanho e a localização, o mioma não precisa ser abordado cirurgicamente com urgência.
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passage: Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
Figura 23.8 A. Nódulo tireoidiano hipoecoico com 1,8 cm e altura maior do que a largura (setas). B. A punção aspirativa poragulha fina confirmou tratar-se de carcinoma papilífero.
Figura 23.9 Doppler colorido em nódulos tireoidianos, de acordo com a classificação de Chammas: (A) fluxo com padrão II(vascularização exclusivamente periférica) e (B) fluxo com padrão IV (vascularização predominantemente central).
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passage: Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
Figura 23.8 A. Nódulo tireoidiano hipoecoico com 1,8 cm e altura maior do que a largura (setas). B. A punção aspirativa poragulha fina confirmou tratar-se de carcinoma papilífero.
Figura 23.9 Doppler colorido em nódulos tireoidianos, de acordo com a classificação de Chammas: (A) fluxo com padrão II(vascularização exclusivamente periférica) e (B) fluxo com padrão IV (vascularização predominantemente central).
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passage: 12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
9. A avaliação diagnóstica adicional dá-se com a ultrassonogra/f_i a tridimensional e a ressonância nuclear magnética , sendo esses os melhores exames não invasivos para o diagnóstico.
10. A relação das anomalias mullerianas com infertilidade ainda é muito questionada, entretanto a associação dessas más-for-mações com desfechos gestacionais desfavoráveis parece me-lhor estabelecida.
11. O tratamento para as anomalias uterinas congênitas é exclu-sivamente cirúrgico, visando restaurar a arquitetura uterina normal e preservar a fertilidade.
12. Ele está recomendado para pacientes com perdas gestacionais recorrentes, devendo ser evitado em pacientes assintomáticas ou com infertilidade primária.
13. A opção cirúrgica mais efetiva e segura até o momento consiste na ressecção histeroscópica do septo uterino.
Referências1. Venetis CA, Papadopoulos SP , Campo R, Gordts S, Tarlatzis BC, Grimbizis GF. Clinical implications of congenital uterine anomalies: a meta-analysis of comparative studies. Reprod Biomed Online. 2014;29(6):665–83.
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passage: Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
Figura 23.8 A. Nódulo tireoidiano hipoecoico com 1,8 cm e altura maior do que a largura (setas). B. A punção aspirativa poragulha fina confirmou tratar-se de carcinoma papilífero.
Figura 23.9 Doppler colorido em nódulos tireoidianos, de acordo com a classificação de Chammas: (A) fluxo com padrão II(vascularização exclusivamente periférica) e (B) fluxo com padrão IV (vascularização predominantemente central).
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passage: 12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
9. A avaliação diagnóstica adicional dá-se com a ultrassonogra/f_i a tridimensional e a ressonância nuclear magnética , sendo esses os melhores exames não invasivos para o diagnóstico.
10. A relação das anomalias mullerianas com infertilidade ainda é muito questionada, entretanto a associação dessas más-for-mações com desfechos gestacionais desfavoráveis parece me-lhor estabelecida.
11. O tratamento para as anomalias uterinas congênitas é exclu-sivamente cirúrgico, visando restaurar a arquitetura uterina normal e preservar a fertilidade.
12. Ele está recomendado para pacientes com perdas gestacionais recorrentes, devendo ser evitado em pacientes assintomáticas ou com infertilidade primária.
13. A opção cirúrgica mais efetiva e segura até o momento consiste na ressecção histeroscópica do septo uterino.
Referências1. Venetis CA, Papadopoulos SP , Campo R, Gordts S, Tarlatzis BC, Grimbizis GF. Clinical implications of congenital uterine anomalies: a meta-analysis of comparative studies. Reprod Biomed Online. 2014;29(6):665–83.
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passage: As lesões uterinas costumam ficar volumosas e maiores que as metastáticas; excepcionalmente, invertem-seos termos e não é possível confirmar a existência da lesão primitiva.
Note a natureza invasiva desta entidade na intimidade miometrial. (Cortesia do Prof.
Antonio Braga, diretor do Centro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola daUniversidade Federal do Rio de Janeiro, Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade FederalFluminense.)Figura 29.15 Útero de aspecto heterogêneo, apresentando exuberante vascularização no miométrio, de baixaresistência, característica de mola invasora. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor do Centro de DoençasTrofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro, HospitalUniversitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense.)Figura 29.16 Coriocarcinoma. Note múltiplas lesões no miométrio. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor doCentro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Diagnóstico.
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passage: Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
Figura 23.8 A. Nódulo tireoidiano hipoecoico com 1,8 cm e altura maior do que a largura (setas). B. A punção aspirativa poragulha fina confirmou tratar-se de carcinoma papilífero.
Figura 23.9 Doppler colorido em nódulos tireoidianos, de acordo com a classificação de Chammas: (A) fluxo com padrão II(vascularização exclusivamente periférica) e (B) fluxo com padrão IV (vascularização predominantemente central).
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passage: 12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
9. A avaliação diagnóstica adicional dá-se com a ultrassonogra/f_i a tridimensional e a ressonância nuclear magnética , sendo esses os melhores exames não invasivos para o diagnóstico.
10. A relação das anomalias mullerianas com infertilidade ainda é muito questionada, entretanto a associação dessas más-for-mações com desfechos gestacionais desfavoráveis parece me-lhor estabelecida.
11. O tratamento para as anomalias uterinas congênitas é exclu-sivamente cirúrgico, visando restaurar a arquitetura uterina normal e preservar a fertilidade.
12. Ele está recomendado para pacientes com perdas gestacionais recorrentes, devendo ser evitado em pacientes assintomáticas ou com infertilidade primária.
13. A opção cirúrgica mais efetiva e segura até o momento consiste na ressecção histeroscópica do septo uterino.
Referências1. Venetis CA, Papadopoulos SP , Campo R, Gordts S, Tarlatzis BC, Grimbizis GF. Clinical implications of congenital uterine anomalies: a meta-analysis of comparative studies. Reprod Biomed Online. 2014;29(6):665–83.
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passage: As lesões uterinas costumam ficar volumosas e maiores que as metastáticas; excepcionalmente, invertem-seos termos e não é possível confirmar a existência da lesão primitiva.
Note a natureza invasiva desta entidade na intimidade miometrial. (Cortesia do Prof.
Antonio Braga, diretor do Centro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola daUniversidade Federal do Rio de Janeiro, Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade FederalFluminense.)Figura 29.15 Útero de aspecto heterogêneo, apresentando exuberante vascularização no miométrio, de baixaresistência, característica de mola invasora. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor do Centro de DoençasTrofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro, HospitalUniversitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense.)Figura 29.16 Coriocarcinoma. Note múltiplas lesões no miométrio. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor doCentro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Diagnóstico.
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passage: Recomendações /f_i nais1. Não há uma classi/f_i cação universalmente aceita e adotada, sen-do os dois sistemas mais utilizados os propostos pela ESHRE/ESGE e pela Sociedade Americana de Fertilidade.
2. Falhas no processo de desenvolvimento e fusão dos ductos mullerianos ou na reabsorção de seu septo mediano dão ori-gem às diversas más-formações uterinas encontradas.
3. Os defeitos congênitos uterinos são a agenesia, os defeitos de fusão lateral e os defeitos de fusão vertical, sendo o mais fre-quente os defeitos de fusão lateral.
4. Anomalias no trato urinário estão presentes em 20% a 30% das mulheres com más-formações mullerianas, sendo reco-mendada a investigação do trato urinário.
5. Os sinais e sintomas relacionados com as anomalias mulle-rianas variam de acordo com o tipo de defeito apresentado, porém, frequentemente, são assintomáticas e podem não ser identi/f_i cadas por um longo período.
6. As principais manifestações clínicas são aquelas relacionadas à dor, a alterações menstruais e a complicações obstétricas.
12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
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passage: Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
Figura 23.8 A. Nódulo tireoidiano hipoecoico com 1,8 cm e altura maior do que a largura (setas). B. A punção aspirativa poragulha fina confirmou tratar-se de carcinoma papilífero.
Figura 23.9 Doppler colorido em nódulos tireoidianos, de acordo com a classificação de Chammas: (A) fluxo com padrão II(vascularização exclusivamente periférica) e (B) fluxo com padrão IV (vascularização predominantemente central).
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passage: 12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
9. A avaliação diagnóstica adicional dá-se com a ultrassonogra/f_i a tridimensional e a ressonância nuclear magnética , sendo esses os melhores exames não invasivos para o diagnóstico.
10. A relação das anomalias mullerianas com infertilidade ainda é muito questionada, entretanto a associação dessas más-for-mações com desfechos gestacionais desfavoráveis parece me-lhor estabelecida.
11. O tratamento para as anomalias uterinas congênitas é exclu-sivamente cirúrgico, visando restaurar a arquitetura uterina normal e preservar a fertilidade.
12. Ele está recomendado para pacientes com perdas gestacionais recorrentes, devendo ser evitado em pacientes assintomáticas ou com infertilidade primária.
13. A opção cirúrgica mais efetiva e segura até o momento consiste na ressecção histeroscópica do septo uterino.
Referências1. Venetis CA, Papadopoulos SP , Campo R, Gordts S, Tarlatzis BC, Grimbizis GF. Clinical implications of congenital uterine anomalies: a meta-analysis of comparative studies. Reprod Biomed Online. 2014;29(6):665–83.
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passage: As lesões uterinas costumam ficar volumosas e maiores que as metastáticas; excepcionalmente, invertem-seos termos e não é possível confirmar a existência da lesão primitiva.
Note a natureza invasiva desta entidade na intimidade miometrial. (Cortesia do Prof.
Antonio Braga, diretor do Centro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola daUniversidade Federal do Rio de Janeiro, Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade FederalFluminense.)Figura 29.15 Útero de aspecto heterogêneo, apresentando exuberante vascularização no miométrio, de baixaresistência, característica de mola invasora. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor do Centro de DoençasTrofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro, HospitalUniversitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense.)Figura 29.16 Coriocarcinoma. Note múltiplas lesões no miométrio. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor doCentro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Diagnóstico.
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passage: Recomendações /f_i nais1. Não há uma classi/f_i cação universalmente aceita e adotada, sen-do os dois sistemas mais utilizados os propostos pela ESHRE/ESGE e pela Sociedade Americana de Fertilidade.
2. Falhas no processo de desenvolvimento e fusão dos ductos mullerianos ou na reabsorção de seu septo mediano dão ori-gem às diversas más-formações uterinas encontradas.
3. Os defeitos congênitos uterinos são a agenesia, os defeitos de fusão lateral e os defeitos de fusão vertical, sendo o mais fre-quente os defeitos de fusão lateral.
4. Anomalias no trato urinário estão presentes em 20% a 30% das mulheres com más-formações mullerianas, sendo reco-mendada a investigação do trato urinário.
5. Os sinais e sintomas relacionados com as anomalias mulle-rianas variam de acordo com o tipo de defeito apresentado, porém, frequentemente, são assintomáticas e podem não ser identi/f_i cadas por um longo período.
6. As principais manifestações clínicas são aquelas relacionadas à dor, a alterações menstruais e a complicações obstétricas.
12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
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passage: - Radiogra/f_i a de abdome: realizada em ortostatismo e decú-bito dorsal. São considerados achados anormais na radio-gra/f_i a simples de abdome: pneumoperitôneo, presença de ar no intestino delgado (também encontrado em caso de uso de entorpecentes e de laxantes), níveis hidroaéreos, 10Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018 - Ultrassonogra/f_i a abdominal, pélvica ou transvaginal: exa-me inócuo, sem contraindicações, de baixo custo e disponí-vel na maioria dos hospitais. Pode auxiliar na determinação da etiologia do abdome agudo, mas é limitado pela presença de distensão abdominal por gases. O achado ultrassonográ-/f_i co de líquido livre na cavidade abdominal, associado à his-tória e ao exame clínico da paciente, permite, muitas vezes, o diagnóstico de hemoperitônio, dispensando a realização da punção abdominal. A ultrassonogra/f_i a pela via transvagi-nal apresenta maior detalhamento na avaliação da genitá lia interna, na vascularizaç ã o pé lvica, através da dopplervelo-cimetria, pois possibilita a identi/f_i cação de massas pélvicas, anexiais ou cistos.
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passage: Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
Figura 23.8 A. Nódulo tireoidiano hipoecoico com 1,8 cm e altura maior do que a largura (setas). B. A punção aspirativa poragulha fina confirmou tratar-se de carcinoma papilífero.
Figura 23.9 Doppler colorido em nódulos tireoidianos, de acordo com a classificação de Chammas: (A) fluxo com padrão II(vascularização exclusivamente periférica) e (B) fluxo com padrão IV (vascularização predominantemente central).
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passage: 12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
9. A avaliação diagnóstica adicional dá-se com a ultrassonogra/f_i a tridimensional e a ressonância nuclear magnética , sendo esses os melhores exames não invasivos para o diagnóstico.
10. A relação das anomalias mullerianas com infertilidade ainda é muito questionada, entretanto a associação dessas más-for-mações com desfechos gestacionais desfavoráveis parece me-lhor estabelecida.
11. O tratamento para as anomalias uterinas congênitas é exclu-sivamente cirúrgico, visando restaurar a arquitetura uterina normal e preservar a fertilidade.
12. Ele está recomendado para pacientes com perdas gestacionais recorrentes, devendo ser evitado em pacientes assintomáticas ou com infertilidade primária.
13. A opção cirúrgica mais efetiva e segura até o momento consiste na ressecção histeroscópica do septo uterino.
Referências1. Venetis CA, Papadopoulos SP , Campo R, Gordts S, Tarlatzis BC, Grimbizis GF. Clinical implications of congenital uterine anomalies: a meta-analysis of comparative studies. Reprod Biomed Online. 2014;29(6):665–83.
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passage: As lesões uterinas costumam ficar volumosas e maiores que as metastáticas; excepcionalmente, invertem-seos termos e não é possível confirmar a existência da lesão primitiva.
Note a natureza invasiva desta entidade na intimidade miometrial. (Cortesia do Prof.
Antonio Braga, diretor do Centro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola daUniversidade Federal do Rio de Janeiro, Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade FederalFluminense.)Figura 29.15 Útero de aspecto heterogêneo, apresentando exuberante vascularização no miométrio, de baixaresistência, característica de mola invasora. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor do Centro de DoençasTrofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro, HospitalUniversitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense.)Figura 29.16 Coriocarcinoma. Note múltiplas lesões no miométrio. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor doCentro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Diagnóstico.
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passage: Recomendações /f_i nais1. Não há uma classi/f_i cação universalmente aceita e adotada, sen-do os dois sistemas mais utilizados os propostos pela ESHRE/ESGE e pela Sociedade Americana de Fertilidade.
2. Falhas no processo de desenvolvimento e fusão dos ductos mullerianos ou na reabsorção de seu septo mediano dão ori-gem às diversas más-formações uterinas encontradas.
3. Os defeitos congênitos uterinos são a agenesia, os defeitos de fusão lateral e os defeitos de fusão vertical, sendo o mais fre-quente os defeitos de fusão lateral.
4. Anomalias no trato urinário estão presentes em 20% a 30% das mulheres com más-formações mullerianas, sendo reco-mendada a investigação do trato urinário.
5. Os sinais e sintomas relacionados com as anomalias mulle-rianas variam de acordo com o tipo de defeito apresentado, porém, frequentemente, são assintomáticas e podem não ser identi/f_i cadas por um longo período.
6. As principais manifestações clínicas são aquelas relacionadas à dor, a alterações menstruais e a complicações obstétricas.
12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
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passage: - Radiogra/f_i a de abdome: realizada em ortostatismo e decú-bito dorsal. São considerados achados anormais na radio-gra/f_i a simples de abdome: pneumoperitôneo, presença de ar no intestino delgado (também encontrado em caso de uso de entorpecentes e de laxantes), níveis hidroaéreos, 10Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018 - Ultrassonogra/f_i a abdominal, pélvica ou transvaginal: exa-me inócuo, sem contraindicações, de baixo custo e disponí-vel na maioria dos hospitais. Pode auxiliar na determinação da etiologia do abdome agudo, mas é limitado pela presença de distensão abdominal por gases. O achado ultrassonográ-/f_i co de líquido livre na cavidade abdominal, associado à his-tória e ao exame clínico da paciente, permite, muitas vezes, o diagnóstico de hemoperitônio, dispensando a realização da punção abdominal. A ultrassonogra/f_i a pela via transvagi-nal apresenta maior detalhamento na avaliação da genitá lia interna, na vascularizaç ã o pé lvica, através da dopplervelo-cimetria, pois possibilita a identi/f_i cação de massas pélvicas, anexiais ou cistos.
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passage: Em A e B, é possível notar ultrassonografias mostrando a cavidade uterinavazia, com massa anexial com múltiplas imagens anecogênicas, com níveis elevados de hCG. Em C e D, pode-seobservar um coricoarcinoma tubário na pelve e em corte. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor do Centro deDoenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro,Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense.)Figura 29.18 Lobo pulmonar com áreas necro-hemorrágicas (A e B), que à histopatologia exibe proliferação dotrofoblasto intermediário (C), e que, pela imuno-histoquímica, foi provado ser tumor trofoblástico do sítioplacentário (PSTT) ao se detectar o lactogênio placentário humano – hPL (D). (Foto gentilmente cedida pelaProfa. Dra. Izildinha Maestá, da Faculdade de Medicina de Botucatu, da Universidade Estadual Paulista.)Em A, pode-se observar paciente com grande massa abdominal,ocupando todo o hipomesogastro, até o epigastro, com rápido desenvolvimento, após história de gravidez molar.
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passage: Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
Figura 23.8 A. Nódulo tireoidiano hipoecoico com 1,8 cm e altura maior do que a largura (setas). B. A punção aspirativa poragulha fina confirmou tratar-se de carcinoma papilífero.
Figura 23.9 Doppler colorido em nódulos tireoidianos, de acordo com a classificação de Chammas: (A) fluxo com padrão II(vascularização exclusivamente periférica) e (B) fluxo com padrão IV (vascularização predominantemente central).
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passage: 12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
9. A avaliação diagnóstica adicional dá-se com a ultrassonogra/f_i a tridimensional e a ressonância nuclear magnética , sendo esses os melhores exames não invasivos para o diagnóstico.
10. A relação das anomalias mullerianas com infertilidade ainda é muito questionada, entretanto a associação dessas más-for-mações com desfechos gestacionais desfavoráveis parece me-lhor estabelecida.
11. O tratamento para as anomalias uterinas congênitas é exclu-sivamente cirúrgico, visando restaurar a arquitetura uterina normal e preservar a fertilidade.
12. Ele está recomendado para pacientes com perdas gestacionais recorrentes, devendo ser evitado em pacientes assintomáticas ou com infertilidade primária.
13. A opção cirúrgica mais efetiva e segura até o momento consiste na ressecção histeroscópica do septo uterino.
Referências1. Venetis CA, Papadopoulos SP , Campo R, Gordts S, Tarlatzis BC, Grimbizis GF. Clinical implications of congenital uterine anomalies: a meta-analysis of comparative studies. Reprod Biomed Online. 2014;29(6):665–83.
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passage: As lesões uterinas costumam ficar volumosas e maiores que as metastáticas; excepcionalmente, invertem-seos termos e não é possível confirmar a existência da lesão primitiva.
Note a natureza invasiva desta entidade na intimidade miometrial. (Cortesia do Prof.
Antonio Braga, diretor do Centro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola daUniversidade Federal do Rio de Janeiro, Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade FederalFluminense.)Figura 29.15 Útero de aspecto heterogêneo, apresentando exuberante vascularização no miométrio, de baixaresistência, característica de mola invasora. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor do Centro de DoençasTrofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro, HospitalUniversitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense.)Figura 29.16 Coriocarcinoma. Note múltiplas lesões no miométrio. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor doCentro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Diagnóstico.
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passage: Recomendações /f_i nais1. Não há uma classi/f_i cação universalmente aceita e adotada, sen-do os dois sistemas mais utilizados os propostos pela ESHRE/ESGE e pela Sociedade Americana de Fertilidade.
2. Falhas no processo de desenvolvimento e fusão dos ductos mullerianos ou na reabsorção de seu septo mediano dão ori-gem às diversas más-formações uterinas encontradas.
3. Os defeitos congênitos uterinos são a agenesia, os defeitos de fusão lateral e os defeitos de fusão vertical, sendo o mais fre-quente os defeitos de fusão lateral.
4. Anomalias no trato urinário estão presentes em 20% a 30% das mulheres com más-formações mullerianas, sendo reco-mendada a investigação do trato urinário.
5. Os sinais e sintomas relacionados com as anomalias mulle-rianas variam de acordo com o tipo de defeito apresentado, porém, frequentemente, são assintomáticas e podem não ser identi/f_i cadas por um longo período.
6. As principais manifestações clínicas são aquelas relacionadas à dor, a alterações menstruais e a complicações obstétricas.
12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
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passage: - Radiogra/f_i a de abdome: realizada em ortostatismo e decú-bito dorsal. São considerados achados anormais na radio-gra/f_i a simples de abdome: pneumoperitôneo, presença de ar no intestino delgado (também encontrado em caso de uso de entorpecentes e de laxantes), níveis hidroaéreos, 10Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018 - Ultrassonogra/f_i a abdominal, pélvica ou transvaginal: exa-me inócuo, sem contraindicações, de baixo custo e disponí-vel na maioria dos hospitais. Pode auxiliar na determinação da etiologia do abdome agudo, mas é limitado pela presença de distensão abdominal por gases. O achado ultrassonográ-/f_i co de líquido livre na cavidade abdominal, associado à his-tória e ao exame clínico da paciente, permite, muitas vezes, o diagnóstico de hemoperitônio, dispensando a realização da punção abdominal. A ultrassonogra/f_i a pela via transvagi-nal apresenta maior detalhamento na avaliação da genitá lia interna, na vascularizaç ã o pé lvica, através da dopplervelo-cimetria, pois possibilita a identi/f_i cação de massas pélvicas, anexiais ou cistos.
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passage: Em A e B, é possível notar ultrassonografias mostrando a cavidade uterinavazia, com massa anexial com múltiplas imagens anecogênicas, com níveis elevados de hCG. Em C e D, pode-seobservar um coricoarcinoma tubário na pelve e em corte. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor do Centro deDoenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro,Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense.)Figura 29.18 Lobo pulmonar com áreas necro-hemorrágicas (A e B), que à histopatologia exibe proliferação dotrofoblasto intermediário (C), e que, pela imuno-histoquímica, foi provado ser tumor trofoblástico do sítioplacentário (PSTT) ao se detectar o lactogênio placentário humano – hPL (D). (Foto gentilmente cedida pelaProfa. Dra. Izildinha Maestá, da Faculdade de Medicina de Botucatu, da Universidade Estadual Paulista.)Em A, pode-se observar paciente com grande massa abdominal,ocupando todo o hipomesogastro, até o epigastro, com rápido desenvolvimento, após história de gravidez molar.
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passage: A ultrassonografia tem sensibilidade baixa para a detecção de hidrossalpinge durante a avaliação da infertilidade. No en-tanto, em geral, nas mulheres com achados ultrassonográficos, existe uma estrutura cística de parede fina, hipoecoica e com septo incompleto (Fig. 9-18). Em algumas mulheres, nódulos murais hiperecoicos múltiplos, medindo de 2 a 3 mm, formam um arco ao redor da circunferência interna da trompa, criando o sinal de colar de contas. Esses nódulos representam pregas fibróticas da endossalpinge.
O tratamento varia de acordo com a certeza do diag-nóstico, o desejo de preservar a fertilidade e os sintomas as-sociados. Nas mulheres assintomáticas que não desejem mais filhos e naquelas com evidência ultrassonográfica que sustente o diagnóstico de hidrossalpinge, o tratamento expectante é ca-racterístico. Nas mulheres com dor pélvica, infertilidade ou na-quelas cujo diagnóstico é duvidoso, a laparoscopia diagnóstica geralmente é a opção escolhida.
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passage: Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
Figura 23.8 A. Nódulo tireoidiano hipoecoico com 1,8 cm e altura maior do que a largura (setas). B. A punção aspirativa poragulha fina confirmou tratar-se de carcinoma papilífero.
Figura 23.9 Doppler colorido em nódulos tireoidianos, de acordo com a classificação de Chammas: (A) fluxo com padrão II(vascularização exclusivamente periférica) e (B) fluxo com padrão IV (vascularização predominantemente central).
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passage: 12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
9. A avaliação diagnóstica adicional dá-se com a ultrassonogra/f_i a tridimensional e a ressonância nuclear magnética , sendo esses os melhores exames não invasivos para o diagnóstico.
10. A relação das anomalias mullerianas com infertilidade ainda é muito questionada, entretanto a associação dessas más-for-mações com desfechos gestacionais desfavoráveis parece me-lhor estabelecida.
11. O tratamento para as anomalias uterinas congênitas é exclu-sivamente cirúrgico, visando restaurar a arquitetura uterina normal e preservar a fertilidade.
12. Ele está recomendado para pacientes com perdas gestacionais recorrentes, devendo ser evitado em pacientes assintomáticas ou com infertilidade primária.
13. A opção cirúrgica mais efetiva e segura até o momento consiste na ressecção histeroscópica do septo uterino.
Referências1. Venetis CA, Papadopoulos SP , Campo R, Gordts S, Tarlatzis BC, Grimbizis GF. Clinical implications of congenital uterine anomalies: a meta-analysis of comparative studies. Reprod Biomed Online. 2014;29(6):665–83.
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passage: As lesões uterinas costumam ficar volumosas e maiores que as metastáticas; excepcionalmente, invertem-seos termos e não é possível confirmar a existência da lesão primitiva.
Note a natureza invasiva desta entidade na intimidade miometrial. (Cortesia do Prof.
Antonio Braga, diretor do Centro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola daUniversidade Federal do Rio de Janeiro, Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade FederalFluminense.)Figura 29.15 Útero de aspecto heterogêneo, apresentando exuberante vascularização no miométrio, de baixaresistência, característica de mola invasora. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor do Centro de DoençasTrofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro, HospitalUniversitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense.)Figura 29.16 Coriocarcinoma. Note múltiplas lesões no miométrio. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor doCentro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Diagnóstico.
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passage: Recomendações /f_i nais1. Não há uma classi/f_i cação universalmente aceita e adotada, sen-do os dois sistemas mais utilizados os propostos pela ESHRE/ESGE e pela Sociedade Americana de Fertilidade.
2. Falhas no processo de desenvolvimento e fusão dos ductos mullerianos ou na reabsorção de seu septo mediano dão ori-gem às diversas más-formações uterinas encontradas.
3. Os defeitos congênitos uterinos são a agenesia, os defeitos de fusão lateral e os defeitos de fusão vertical, sendo o mais fre-quente os defeitos de fusão lateral.
4. Anomalias no trato urinário estão presentes em 20% a 30% das mulheres com más-formações mullerianas, sendo reco-mendada a investigação do trato urinário.
5. Os sinais e sintomas relacionados com as anomalias mulle-rianas variam de acordo com o tipo de defeito apresentado, porém, frequentemente, são assintomáticas e podem não ser identi/f_i cadas por um longo período.
6. As principais manifestações clínicas são aquelas relacionadas à dor, a alterações menstruais e a complicações obstétricas.
12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
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passage: - Radiogra/f_i a de abdome: realizada em ortostatismo e decú-bito dorsal. São considerados achados anormais na radio-gra/f_i a simples de abdome: pneumoperitôneo, presença de ar no intestino delgado (também encontrado em caso de uso de entorpecentes e de laxantes), níveis hidroaéreos, 10Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018 - Ultrassonogra/f_i a abdominal, pélvica ou transvaginal: exa-me inócuo, sem contraindicações, de baixo custo e disponí-vel na maioria dos hospitais. Pode auxiliar na determinação da etiologia do abdome agudo, mas é limitado pela presença de distensão abdominal por gases. O achado ultrassonográ-/f_i co de líquido livre na cavidade abdominal, associado à his-tória e ao exame clínico da paciente, permite, muitas vezes, o diagnóstico de hemoperitônio, dispensando a realização da punção abdominal. A ultrassonogra/f_i a pela via transvagi-nal apresenta maior detalhamento na avaliação da genitá lia interna, na vascularizaç ã o pé lvica, através da dopplervelo-cimetria, pois possibilita a identi/f_i cação de massas pélvicas, anexiais ou cistos.
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passage: Em A e B, é possível notar ultrassonografias mostrando a cavidade uterinavazia, com massa anexial com múltiplas imagens anecogênicas, com níveis elevados de hCG. Em C e D, pode-seobservar um coricoarcinoma tubário na pelve e em corte. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor do Centro deDoenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro,Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense.)Figura 29.18 Lobo pulmonar com áreas necro-hemorrágicas (A e B), que à histopatologia exibe proliferação dotrofoblasto intermediário (C), e que, pela imuno-histoquímica, foi provado ser tumor trofoblástico do sítioplacentário (PSTT) ao se detectar o lactogênio placentário humano – hPL (D). (Foto gentilmente cedida pelaProfa. Dra. Izildinha Maestá, da Faculdade de Medicina de Botucatu, da Universidade Estadual Paulista.)Em A, pode-se observar paciente com grande massa abdominal,ocupando todo o hipomesogastro, até o epigastro, com rápido desenvolvimento, após história de gravidez molar.
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passage: A ultrassonografia tem sensibilidade baixa para a detecção de hidrossalpinge durante a avaliação da infertilidade. No en-tanto, em geral, nas mulheres com achados ultrassonográficos, existe uma estrutura cística de parede fina, hipoecoica e com septo incompleto (Fig. 9-18). Em algumas mulheres, nódulos murais hiperecoicos múltiplos, medindo de 2 a 3 mm, formam um arco ao redor da circunferência interna da trompa, criando o sinal de colar de contas. Esses nódulos representam pregas fibróticas da endossalpinge.
O tratamento varia de acordo com a certeza do diag-nóstico, o desejo de preservar a fertilidade e os sintomas as-sociados. Nas mulheres assintomáticas que não desejem mais filhos e naquelas com evidência ultrassonográfica que sustente o diagnóstico de hidrossalpinge, o tratamento expectante é ca-racterístico. Nas mulheres com dor pélvica, infertilidade ou na-quelas cujo diagnóstico é duvidoso, a laparoscopia diagnóstica geralmente é a opção escolhida.
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passage: ■ AnatomiaA anatomia da pelve também sofre modificações durante o desenvolvimento infantil. Nos neonatos, à ultrassonografia, o útero mede aproximadamente 3,5 cm de comprimento e 1,5 cm de largura. Considerando que o colo uterino é maior que o fundo, o útero neonatal caracteristicamente tem forma do sím-bolo do naipe de espadas (Nussbaum, 1986; Ratani, 2004). É comum haver uma faixa endometrial central que reflete os ní-veis transitoriamente elevados dos esteroides gonadais já men-cionados. Em 25% dos neonatos do sexo feminino observa-se líquido dentro da cavidade endometrial. Os ovários têm volu-me ≤ 1 cm3, e frequentemente encontram-se cistos pequenos (Cohen, 1993; Garel, 2001).
Durante a infância, o útero mede 2,5 a 4 cm e tem formato tubular, já que colo uterino e fundo passam a ter tamanhos iguais (Fig. 14-2). Os ovários aumentam de tamanho à medida que o tempo passa e seu volume varia entre 2 e 4 cm3 (Ziereisen, 2005).
■ Alterações puberaisA puberdade marca a transição fisiológica normal da infância para a maturidade sexual e reprodutiva. Cada marco das alte-rações hormonais e anatômicas, durante essa fase, representa o espectro do que é considerado “normal”.
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passage: Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
Figura 23.8 A. Nódulo tireoidiano hipoecoico com 1,8 cm e altura maior do que a largura (setas). B. A punção aspirativa poragulha fina confirmou tratar-se de carcinoma papilífero.
Figura 23.9 Doppler colorido em nódulos tireoidianos, de acordo com a classificação de Chammas: (A) fluxo com padrão II(vascularização exclusivamente periférica) e (B) fluxo com padrão IV (vascularização predominantemente central).
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passage: 12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
9. A avaliação diagnóstica adicional dá-se com a ultrassonogra/f_i a tridimensional e a ressonância nuclear magnética , sendo esses os melhores exames não invasivos para o diagnóstico.
10. A relação das anomalias mullerianas com infertilidade ainda é muito questionada, entretanto a associação dessas más-for-mações com desfechos gestacionais desfavoráveis parece me-lhor estabelecida.
11. O tratamento para as anomalias uterinas congênitas é exclu-sivamente cirúrgico, visando restaurar a arquitetura uterina normal e preservar a fertilidade.
12. Ele está recomendado para pacientes com perdas gestacionais recorrentes, devendo ser evitado em pacientes assintomáticas ou com infertilidade primária.
13. A opção cirúrgica mais efetiva e segura até o momento consiste na ressecção histeroscópica do septo uterino.
Referências1. Venetis CA, Papadopoulos SP , Campo R, Gordts S, Tarlatzis BC, Grimbizis GF. Clinical implications of congenital uterine anomalies: a meta-analysis of comparative studies. Reprod Biomed Online. 2014;29(6):665–83.
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passage: As lesões uterinas costumam ficar volumosas e maiores que as metastáticas; excepcionalmente, invertem-seos termos e não é possível confirmar a existência da lesão primitiva.
Note a natureza invasiva desta entidade na intimidade miometrial. (Cortesia do Prof.
Antonio Braga, diretor do Centro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola daUniversidade Federal do Rio de Janeiro, Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade FederalFluminense.)Figura 29.15 Útero de aspecto heterogêneo, apresentando exuberante vascularização no miométrio, de baixaresistência, característica de mola invasora. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor do Centro de DoençasTrofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro, HospitalUniversitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense.)Figura 29.16 Coriocarcinoma. Note múltiplas lesões no miométrio. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor doCentro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Diagnóstico.
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passage: Recomendações /f_i nais1. Não há uma classi/f_i cação universalmente aceita e adotada, sen-do os dois sistemas mais utilizados os propostos pela ESHRE/ESGE e pela Sociedade Americana de Fertilidade.
2. Falhas no processo de desenvolvimento e fusão dos ductos mullerianos ou na reabsorção de seu septo mediano dão ori-gem às diversas más-formações uterinas encontradas.
3. Os defeitos congênitos uterinos são a agenesia, os defeitos de fusão lateral e os defeitos de fusão vertical, sendo o mais fre-quente os defeitos de fusão lateral.
4. Anomalias no trato urinário estão presentes em 20% a 30% das mulheres com más-formações mullerianas, sendo reco-mendada a investigação do trato urinário.
5. Os sinais e sintomas relacionados com as anomalias mulle-rianas variam de acordo com o tipo de defeito apresentado, porém, frequentemente, são assintomáticas e podem não ser identi/f_i cadas por um longo período.
6. As principais manifestações clínicas são aquelas relacionadas à dor, a alterações menstruais e a complicações obstétricas.
12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
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passage: - Radiogra/f_i a de abdome: realizada em ortostatismo e decú-bito dorsal. São considerados achados anormais na radio-gra/f_i a simples de abdome: pneumoperitôneo, presença de ar no intestino delgado (também encontrado em caso de uso de entorpecentes e de laxantes), níveis hidroaéreos, 10Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018 - Ultrassonogra/f_i a abdominal, pélvica ou transvaginal: exa-me inócuo, sem contraindicações, de baixo custo e disponí-vel na maioria dos hospitais. Pode auxiliar na determinação da etiologia do abdome agudo, mas é limitado pela presença de distensão abdominal por gases. O achado ultrassonográ-/f_i co de líquido livre na cavidade abdominal, associado à his-tória e ao exame clínico da paciente, permite, muitas vezes, o diagnóstico de hemoperitônio, dispensando a realização da punção abdominal. A ultrassonogra/f_i a pela via transvagi-nal apresenta maior detalhamento na avaliação da genitá lia interna, na vascularizaç ã o pé lvica, através da dopplervelo-cimetria, pois possibilita a identi/f_i cação de massas pélvicas, anexiais ou cistos.
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passage: Em A e B, é possível notar ultrassonografias mostrando a cavidade uterinavazia, com massa anexial com múltiplas imagens anecogênicas, com níveis elevados de hCG. Em C e D, pode-seobservar um coricoarcinoma tubário na pelve e em corte. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor do Centro deDoenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro,Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense.)Figura 29.18 Lobo pulmonar com áreas necro-hemorrágicas (A e B), que à histopatologia exibe proliferação dotrofoblasto intermediário (C), e que, pela imuno-histoquímica, foi provado ser tumor trofoblástico do sítioplacentário (PSTT) ao se detectar o lactogênio placentário humano – hPL (D). (Foto gentilmente cedida pelaProfa. Dra. Izildinha Maestá, da Faculdade de Medicina de Botucatu, da Universidade Estadual Paulista.)Em A, pode-se observar paciente com grande massa abdominal,ocupando todo o hipomesogastro, até o epigastro, com rápido desenvolvimento, após história de gravidez molar.
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passage: A ultrassonografia tem sensibilidade baixa para a detecção de hidrossalpinge durante a avaliação da infertilidade. No en-tanto, em geral, nas mulheres com achados ultrassonográficos, existe uma estrutura cística de parede fina, hipoecoica e com septo incompleto (Fig. 9-18). Em algumas mulheres, nódulos murais hiperecoicos múltiplos, medindo de 2 a 3 mm, formam um arco ao redor da circunferência interna da trompa, criando o sinal de colar de contas. Esses nódulos representam pregas fibróticas da endossalpinge.
O tratamento varia de acordo com a certeza do diag-nóstico, o desejo de preservar a fertilidade e os sintomas as-sociados. Nas mulheres assintomáticas que não desejem mais filhos e naquelas com evidência ultrassonográfica que sustente o diagnóstico de hidrossalpinge, o tratamento expectante é ca-racterístico. Nas mulheres com dor pélvica, infertilidade ou na-quelas cujo diagnóstico é duvidoso, a laparoscopia diagnóstica geralmente é a opção escolhida.
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passage: ■ AnatomiaA anatomia da pelve também sofre modificações durante o desenvolvimento infantil. Nos neonatos, à ultrassonografia, o útero mede aproximadamente 3,5 cm de comprimento e 1,5 cm de largura. Considerando que o colo uterino é maior que o fundo, o útero neonatal caracteristicamente tem forma do sím-bolo do naipe de espadas (Nussbaum, 1986; Ratani, 2004). É comum haver uma faixa endometrial central que reflete os ní-veis transitoriamente elevados dos esteroides gonadais já men-cionados. Em 25% dos neonatos do sexo feminino observa-se líquido dentro da cavidade endometrial. Os ovários têm volu-me ≤ 1 cm3, e frequentemente encontram-se cistos pequenos (Cohen, 1993; Garel, 2001).
Durante a infância, o útero mede 2,5 a 4 cm e tem formato tubular, já que colo uterino e fundo passam a ter tamanhos iguais (Fig. 14-2). Os ovários aumentam de tamanho à medida que o tempo passa e seu volume varia entre 2 e 4 cm3 (Ziereisen, 2005).
■ Alterações puberaisA puberdade marca a transição fisiológica normal da infância para a maturidade sexual e reprodutiva. Cada marco das alte-rações hormonais e anatômicas, durante essa fase, representa o espectro do que é considerado “normal”.
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passage: Em B, nota-se imagem dessa massa tumoral, à ressonância nuclear magnética. Em C, pormenor da cirurgia deexérese da massa, feita após cateterização dos ureteres, incisão mediana, em que foi realizada histerectomiatotal, com anexectomia bilateral, omentectomia, tumorectomia e esvaziamento dos linfonodos pélvicos. Em D, éapresentado corte transversal do tumor. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor do Centro de DoençasTrofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro, HospitalUniversitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense.)Diagnóstico clínicoA NTG pós-molar é diagnosticada habitualmente pelos níveis de hCG, que permanecem estabilizados ouascendentes.
Mulheres com NTG após gestações não molares apresentam quadro clínico de difícil diagnóstico.
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passage: Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
Figura 23.8 A. Nódulo tireoidiano hipoecoico com 1,8 cm e altura maior do que a largura (setas). B. A punção aspirativa poragulha fina confirmou tratar-se de carcinoma papilífero.
Figura 23.9 Doppler colorido em nódulos tireoidianos, de acordo com a classificação de Chammas: (A) fluxo com padrão II(vascularização exclusivamente periférica) e (B) fluxo com padrão IV (vascularização predominantemente central).
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passage: 12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
9. A avaliação diagnóstica adicional dá-se com a ultrassonogra/f_i a tridimensional e a ressonância nuclear magnética , sendo esses os melhores exames não invasivos para o diagnóstico.
10. A relação das anomalias mullerianas com infertilidade ainda é muito questionada, entretanto a associação dessas más-for-mações com desfechos gestacionais desfavoráveis parece me-lhor estabelecida.
11. O tratamento para as anomalias uterinas congênitas é exclu-sivamente cirúrgico, visando restaurar a arquitetura uterina normal e preservar a fertilidade.
12. Ele está recomendado para pacientes com perdas gestacionais recorrentes, devendo ser evitado em pacientes assintomáticas ou com infertilidade primária.
13. A opção cirúrgica mais efetiva e segura até o momento consiste na ressecção histeroscópica do septo uterino.
Referências1. Venetis CA, Papadopoulos SP , Campo R, Gordts S, Tarlatzis BC, Grimbizis GF. Clinical implications of congenital uterine anomalies: a meta-analysis of comparative studies. Reprod Biomed Online. 2014;29(6):665–83.
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passage: As lesões uterinas costumam ficar volumosas e maiores que as metastáticas; excepcionalmente, invertem-seos termos e não é possível confirmar a existência da lesão primitiva.
Note a natureza invasiva desta entidade na intimidade miometrial. (Cortesia do Prof.
Antonio Braga, diretor do Centro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola daUniversidade Federal do Rio de Janeiro, Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade FederalFluminense.)Figura 29.15 Útero de aspecto heterogêneo, apresentando exuberante vascularização no miométrio, de baixaresistência, característica de mola invasora. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor do Centro de DoençasTrofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro, HospitalUniversitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense.)Figura 29.16 Coriocarcinoma. Note múltiplas lesões no miométrio. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor doCentro de Doenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Diagnóstico.
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passage: Recomendações /f_i nais1. Não há uma classi/f_i cação universalmente aceita e adotada, sen-do os dois sistemas mais utilizados os propostos pela ESHRE/ESGE e pela Sociedade Americana de Fertilidade.
2. Falhas no processo de desenvolvimento e fusão dos ductos mullerianos ou na reabsorção de seu septo mediano dão ori-gem às diversas más-formações uterinas encontradas.
3. Os defeitos congênitos uterinos são a agenesia, os defeitos de fusão lateral e os defeitos de fusão vertical, sendo o mais fre-quente os defeitos de fusão lateral.
4. Anomalias no trato urinário estão presentes em 20% a 30% das mulheres com más-formações mullerianas, sendo reco-mendada a investigação do trato urinário.
5. Os sinais e sintomas relacionados com as anomalias mulle-rianas variam de acordo com o tipo de defeito apresentado, porém, frequentemente, são assintomáticas e podem não ser identi/f_i cadas por um longo período.
6. As principais manifestações clínicas são aquelas relacionadas à dor, a alterações menstruais e a complicações obstétricas.
12Más-formações uterinas e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº89 | 20188. Os exames de primeira linha na investigação diagnóstica são a ultrassonogra/f_i a transvaginal e a histerossalpingogra/f_i a.
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passage: - Radiogra/f_i a de abdome: realizada em ortostatismo e decú-bito dorsal. São considerados achados anormais na radio-gra/f_i a simples de abdome: pneumoperitôneo, presença de ar no intestino delgado (também encontrado em caso de uso de entorpecentes e de laxantes), níveis hidroaéreos, 10Abdome agudo em ginecologiaProtocolos Febrasgo | Nº28 | 2018 - Ultrassonogra/f_i a abdominal, pélvica ou transvaginal: exa-me inócuo, sem contraindicações, de baixo custo e disponí-vel na maioria dos hospitais. Pode auxiliar na determinação da etiologia do abdome agudo, mas é limitado pela presença de distensão abdominal por gases. O achado ultrassonográ-/f_i co de líquido livre na cavidade abdominal, associado à his-tória e ao exame clínico da paciente, permite, muitas vezes, o diagnóstico de hemoperitônio, dispensando a realização da punção abdominal. A ultrassonogra/f_i a pela via transvagi-nal apresenta maior detalhamento na avaliação da genitá lia interna, na vascularizaç ã o pé lvica, através da dopplervelo-cimetria, pois possibilita a identi/f_i cação de massas pélvicas, anexiais ou cistos.
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passage: Em A e B, é possível notar ultrassonografias mostrando a cavidade uterinavazia, com massa anexial com múltiplas imagens anecogênicas, com níveis elevados de hCG. Em C e D, pode-seobservar um coricoarcinoma tubário na pelve e em corte. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor do Centro deDoenças Trofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro,Hospital Universitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense.)Figura 29.18 Lobo pulmonar com áreas necro-hemorrágicas (A e B), que à histopatologia exibe proliferação dotrofoblasto intermediário (C), e que, pela imuno-histoquímica, foi provado ser tumor trofoblástico do sítioplacentário (PSTT) ao se detectar o lactogênio placentário humano – hPL (D). (Foto gentilmente cedida pelaProfa. Dra. Izildinha Maestá, da Faculdade de Medicina de Botucatu, da Universidade Estadual Paulista.)Em A, pode-se observar paciente com grande massa abdominal,ocupando todo o hipomesogastro, até o epigastro, com rápido desenvolvimento, após história de gravidez molar.
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passage: A ultrassonografia tem sensibilidade baixa para a detecção de hidrossalpinge durante a avaliação da infertilidade. No en-tanto, em geral, nas mulheres com achados ultrassonográficos, existe uma estrutura cística de parede fina, hipoecoica e com septo incompleto (Fig. 9-18). Em algumas mulheres, nódulos murais hiperecoicos múltiplos, medindo de 2 a 3 mm, formam um arco ao redor da circunferência interna da trompa, criando o sinal de colar de contas. Esses nódulos representam pregas fibróticas da endossalpinge.
O tratamento varia de acordo com a certeza do diag-nóstico, o desejo de preservar a fertilidade e os sintomas as-sociados. Nas mulheres assintomáticas que não desejem mais filhos e naquelas com evidência ultrassonográfica que sustente o diagnóstico de hidrossalpinge, o tratamento expectante é ca-racterístico. Nas mulheres com dor pélvica, infertilidade ou na-quelas cujo diagnóstico é duvidoso, a laparoscopia diagnóstica geralmente é a opção escolhida.
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passage: ■ AnatomiaA anatomia da pelve também sofre modificações durante o desenvolvimento infantil. Nos neonatos, à ultrassonografia, o útero mede aproximadamente 3,5 cm de comprimento e 1,5 cm de largura. Considerando que o colo uterino é maior que o fundo, o útero neonatal caracteristicamente tem forma do sím-bolo do naipe de espadas (Nussbaum, 1986; Ratani, 2004). É comum haver uma faixa endometrial central que reflete os ní-veis transitoriamente elevados dos esteroides gonadais já men-cionados. Em 25% dos neonatos do sexo feminino observa-se líquido dentro da cavidade endometrial. Os ovários têm volu-me ≤ 1 cm3, e frequentemente encontram-se cistos pequenos (Cohen, 1993; Garel, 2001).
Durante a infância, o útero mede 2,5 a 4 cm e tem formato tubular, já que colo uterino e fundo passam a ter tamanhos iguais (Fig. 14-2). Os ovários aumentam de tamanho à medida que o tempo passa e seu volume varia entre 2 e 4 cm3 (Ziereisen, 2005).
■ Alterações puberaisA puberdade marca a transição fisiológica normal da infância para a maturidade sexual e reprodutiva. Cada marco das alte-rações hormonais e anatômicas, durante essa fase, representa o espectro do que é considerado “normal”.
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passage: Em B, nota-se imagem dessa massa tumoral, à ressonância nuclear magnética. Em C, pormenor da cirurgia deexérese da massa, feita após cateterização dos ureteres, incisão mediana, em que foi realizada histerectomiatotal, com anexectomia bilateral, omentectomia, tumorectomia e esvaziamento dos linfonodos pélvicos. Em D, éapresentado corte transversal do tumor. (Cortesia do Prof. Antonio Braga, diretor do Centro de DoençasTrofoblásticas do Rio de Janeiro. Maternidade-Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro, HospitalUniversitário Antonio Pedro da Universidade Federal Fluminense.)Diagnóstico clínicoA NTG pós-molar é diagnosticada habitualmente pelos níveis de hCG, que permanecem estabilizados ouascendentes.
Mulheres com NTG após gestações não molares apresentam quadro clínico de difícil diagnóstico.
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passage: Entre as complicações estão incluídas: continuação da gravidez, retenção de restos ovulares, hemorragia einfecção.
A imunoglobulina Rh deve ser administrada para mulheres Rh-negativas.
A ultrassonografia transvaginal é habitual na 1a visita de seguimento para confirmar a expulsão completa doovo. É comum endométrio espesso e heterogêneo em mulheres com expulsão completa; por isso, os achadosultrassonográficos devem ser analisados em conjunto com os sintomas da paciente – sangramento intenso, dorpélvica persistente, febre – antes de se considerar ser necessário o esvaziamento cirúrgico. Se o quadro clínicofor bom, nem o sangramento prolongado ou os achados sonográficos suspeitos de retenção de restos ovularesindicam a necessidade de intervenção cirúrgica.
As mulheres podem ovular dentro de 2 semanas do abortamento de 1o trimestre e até 80% o fazem antes da1a menstruação pós-procedimento. O início da anticoncepção hormonal deve ocorrer logo após o término dagravidez.
Abortamento cirúrgico de 1o trimestreHá duas opções para o abortamento cirúrgico de 1o trimestre (até 12 semanas): dilatação e aspiração-curetagem (D & C) e aspiração a vácuo mecânica, conhecida como aspiração manual intrauterina (AMIU). Acuretagem clássica pode ser utilizada em substituição à aspiração para aqueles que não dispõem desseprocedimento.
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Olá! Recebi os resultados da sua ultrassonografia transvaginal e entendo sua preocupação com os achados. Vamos conversar sobre isso para que você compreenda o que significam e quais os próximos passos.
Primeiramente, o "útero em RVF" significa que seu útero está retrovertido e flexionado, ou seja, inclinado para trás. Essa é uma variação anatômica comum e, na maioria dos casos, não causa problemas.
A "textura miometrial heterogênea" indica que a aparência do músculo uterino (miométrio) não é uniforme na ultrassonografia. Isso pode acontecer por diversas razões, como a presença de pequenos miomas, adenomiose ou outras alterações benignas. No seu caso, a presença de nódulos hipoecoicos pode ser a causa dessa heterogeneidade.
Esses nódulos hipoecoicos, que são áreas mais escuras na ultrassonografia, provavelmente são miomas. A descrição "localizados na região fúndica, medindo X cm intramural e subseroso" indica a localização (fundo do útero) e a posição dos miomas na parede do útero: intramural significa que estão dentro da parede muscular e subseroso que estão mais próximos da superfície externa do útero. As dimensões "X cm" são importantes para monitorar o crescimento dos miomas ao longo do tempo.
É importante ressaltar que a maioria dos miomas é benigna e não causa sintomas. No entanto, dependendo do tamanho, localização e número de miomas, eles podem causar sangramento menstrual intenso, dor pélvica, aumento da frequência urinária ou dificuldades para engravidar.
O fato de a cavidade uterina estar normal e sem alterações é uma informação positiva. Isso sugere que os miomas não estão deformando a cavidade, o que poderia interferir na fertilidade ou causar sangramentos irregulares.
**Próximos passos:**
1. **Avaliação clínica completa:** Precisamos conversar sobre seus sintomas, histórico menstrual e reprodutivo para entender se os miomas estão causando algum incômodo.
2. **Exames complementares (se necessário):** Em alguns casos, podemos solicitar uma ultrassonografia tridimensional ou uma ressonância magnética para avaliar melhor as características dos miomas e descartar outras causas para a textura heterogênea do miométrio.
3. **Acompanhamento:** Se os miomas forem pequenos e não causarem sintomas, podemos simplesmente acompanhá-los com ultrassonografias periódicas para monitorar seu crescimento.
4. **Tratamento (se necessário):** Se os miomas causarem sintomas significativos, existem diversas opções de tratamento, desde medicamentos para controlar o sangramento e a dor até procedimentos cirúrgicos para remover os mi
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Minha menstruação está descendo já há meses e meu ginecologista disse que isso é normal por conta do anticoncepcional trimestral. Isso realmente se deve à injeção?
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Bom dia! Com o uso do contraceptivo injetável trimestral, o mais comum é a ausência de menstruação. Se você está sangrando, devem ser afastadas outras causas através de um histórico detalhado, exame físico e exames complementares, como Papanicolau, ultrassom e laboratoriais. Marque uma consulta com seu médico. Boa sorte!
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passage: . Além disso, também pode ocorrer depressão, diminuição do desejo sexual, tonturas, náuseas, distensão abdominal, queda de cabelo, acne, erupção cutânea, dor nas costas, corrimento vaginal, sensibilidade das mamas, retenção de líquidos e fraqueza. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional trimestral não é recomendada em algumas situações, como por exemplo: Gravidez ou suspeita de gravidez; Hipersensibilidade conhecida ao acetato de medroxiprogesterona ou a qualquer componente da fórmula; Sangramento vaginal de causa não diagnosticada; Suspeita ou confirmação de câncer de mama; Alterações graves da função do fígado; Tromboflebite ativa ou história atual ou pregressa de distúrbios tromboembólicos ou cerebrovasculares; Histórico de aborto retido. Assim, caso a mulher se enquadre em alguma dessas situações é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e possa ser indicado o melhor método contraceptivo. Conheça outros métodos contraceptivos.
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passage: . Além disso, também pode ocorrer depressão, diminuição do desejo sexual, tonturas, náuseas, distensão abdominal, queda de cabelo, acne, erupção cutânea, dor nas costas, corrimento vaginal, sensibilidade das mamas, retenção de líquidos e fraqueza. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional trimestral não é recomendada em algumas situações, como por exemplo: Gravidez ou suspeita de gravidez; Hipersensibilidade conhecida ao acetato de medroxiprogesterona ou a qualquer componente da fórmula; Sangramento vaginal de causa não diagnosticada; Suspeita ou confirmação de câncer de mama; Alterações graves da função do fígado; Tromboflebite ativa ou história atual ou pregressa de distúrbios tromboembólicos ou cerebrovasculares; Histórico de aborto retido. Assim, caso a mulher se enquadre em alguma dessas situações é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e possa ser indicado o melhor método contraceptivo. Conheça outros métodos contraceptivos.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . Além disso, também pode ocorrer depressão, diminuição do desejo sexual, tonturas, náuseas, distensão abdominal, queda de cabelo, acne, erupção cutânea, dor nas costas, corrimento vaginal, sensibilidade das mamas, retenção de líquidos e fraqueza. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional trimestral não é recomendada em algumas situações, como por exemplo: Gravidez ou suspeita de gravidez; Hipersensibilidade conhecida ao acetato de medroxiprogesterona ou a qualquer componente da fórmula; Sangramento vaginal de causa não diagnosticada; Suspeita ou confirmação de câncer de mama; Alterações graves da função do fígado; Tromboflebite ativa ou história atual ou pregressa de distúrbios tromboembólicos ou cerebrovasculares; Histórico de aborto retido. Assim, caso a mulher se enquadre em alguma dessas situações é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e possa ser indicado o melhor método contraceptivo. Conheça outros métodos contraceptivos.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer todas as dúvidas e planejar uma contracepção segura.
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passage: . Além disso, também pode ocorrer depressão, diminuição do desejo sexual, tonturas, náuseas, distensão abdominal, queda de cabelo, acne, erupção cutânea, dor nas costas, corrimento vaginal, sensibilidade das mamas, retenção de líquidos e fraqueza. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional trimestral não é recomendada em algumas situações, como por exemplo: Gravidez ou suspeita de gravidez; Hipersensibilidade conhecida ao acetato de medroxiprogesterona ou a qualquer componente da fórmula; Sangramento vaginal de causa não diagnosticada; Suspeita ou confirmação de câncer de mama; Alterações graves da função do fígado; Tromboflebite ativa ou história atual ou pregressa de distúrbios tromboembólicos ou cerebrovasculares; Histórico de aborto retido. Assim, caso a mulher se enquadre em alguma dessas situações é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e possa ser indicado o melhor método contraceptivo. Conheça outros métodos contraceptivos.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer todas as dúvidas e planejar uma contracepção segura.
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passage: . A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças.
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passage: . Além disso, também pode ocorrer depressão, diminuição do desejo sexual, tonturas, náuseas, distensão abdominal, queda de cabelo, acne, erupção cutânea, dor nas costas, corrimento vaginal, sensibilidade das mamas, retenção de líquidos e fraqueza. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional trimestral não é recomendada em algumas situações, como por exemplo: Gravidez ou suspeita de gravidez; Hipersensibilidade conhecida ao acetato de medroxiprogesterona ou a qualquer componente da fórmula; Sangramento vaginal de causa não diagnosticada; Suspeita ou confirmação de câncer de mama; Alterações graves da função do fígado; Tromboflebite ativa ou história atual ou pregressa de distúrbios tromboembólicos ou cerebrovasculares; Histórico de aborto retido. Assim, caso a mulher se enquadre em alguma dessas situações é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e possa ser indicado o melhor método contraceptivo. Conheça outros métodos contraceptivos.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer todas as dúvidas e planejar uma contracepção segura.
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passage: . A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças.
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: . Além disso, também pode ocorrer depressão, diminuição do desejo sexual, tonturas, náuseas, distensão abdominal, queda de cabelo, acne, erupção cutânea, dor nas costas, corrimento vaginal, sensibilidade das mamas, retenção de líquidos e fraqueza. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional trimestral não é recomendada em algumas situações, como por exemplo: Gravidez ou suspeita de gravidez; Hipersensibilidade conhecida ao acetato de medroxiprogesterona ou a qualquer componente da fórmula; Sangramento vaginal de causa não diagnosticada; Suspeita ou confirmação de câncer de mama; Alterações graves da função do fígado; Tromboflebite ativa ou história atual ou pregressa de distúrbios tromboembólicos ou cerebrovasculares; Histórico de aborto retido. Assim, caso a mulher se enquadre em alguma dessas situações é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e possa ser indicado o melhor método contraceptivo. Conheça outros métodos contraceptivos.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer todas as dúvidas e planejar uma contracepção segura.
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passage: . A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças.
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: Injeção anticoncepcional trimestral: o que é, vantagens e como usar A injeção anticoncepcional trimestral tem na sua composição apenas uma progesterona, o acetato de medroxiprogesterona, tendo como vantagem ter um efeito por mais prolongado, além de ser uma opção para mulheres que não podem usar estrogênio, como as pílulas combinadas. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Esse tipo de anticoncepcional age inibindo a ovulação e aumentando a viscosidade do muco cervical, dificultando a passagem dos espermatozoides, impedindo a gravidez, sendo encontrado com os nomes comerciais Depo-Provera ou Contracep, por exemplo, e é oferecido gratuitamente pelo SUS. Saiba como usar a Depo-Provera. Geralmente, para a fertilidade voltar ao normal, demora cerca de 4 meses após o término do tratamento, mas algumas mulheres podem notar que a menstruação demora cerca de 1 ano para voltar ao normal, depois de deixar de utilizar este método anticoncepcional
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passage: . Além disso, também pode ocorrer depressão, diminuição do desejo sexual, tonturas, náuseas, distensão abdominal, queda de cabelo, acne, erupção cutânea, dor nas costas, corrimento vaginal, sensibilidade das mamas, retenção de líquidos e fraqueza. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional trimestral não é recomendada em algumas situações, como por exemplo: Gravidez ou suspeita de gravidez; Hipersensibilidade conhecida ao acetato de medroxiprogesterona ou a qualquer componente da fórmula; Sangramento vaginal de causa não diagnosticada; Suspeita ou confirmação de câncer de mama; Alterações graves da função do fígado; Tromboflebite ativa ou história atual ou pregressa de distúrbios tromboembólicos ou cerebrovasculares; Histórico de aborto retido. Assim, caso a mulher se enquadre em alguma dessas situações é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e possa ser indicado o melhor método contraceptivo. Conheça outros métodos contraceptivos.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer todas as dúvidas e planejar uma contracepção segura.
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passage: . A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças.
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: Injeção anticoncepcional trimestral: o que é, vantagens e como usar A injeção anticoncepcional trimestral tem na sua composição apenas uma progesterona, o acetato de medroxiprogesterona, tendo como vantagem ter um efeito por mais prolongado, além de ser uma opção para mulheres que não podem usar estrogênio, como as pílulas combinadas. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Esse tipo de anticoncepcional age inibindo a ovulação e aumentando a viscosidade do muco cervical, dificultando a passagem dos espermatozoides, impedindo a gravidez, sendo encontrado com os nomes comerciais Depo-Provera ou Contracep, por exemplo, e é oferecido gratuitamente pelo SUS. Saiba como usar a Depo-Provera. Geralmente, para a fertilidade voltar ao normal, demora cerca de 4 meses após o término do tratamento, mas algumas mulheres podem notar que a menstruação demora cerca de 1 ano para voltar ao normal, depois de deixar de utilizar este método anticoncepcional
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passage: . Entenda o que é a injeção anticoncepcional trimestral e como usar. Principais vantagens A principal vantagem dos anticoncepcionais injetáveis mensais é que não existe grande impacto na fertilidade da mulher, pois é possível engravidar apenas um mês após o último uso. Além de poder ser usado em qualquer idade e diminuir as cólicas menstruais, ainda reduz as chances de câncer e cistos no ovário, doença inflamatória pélvica e diminui as dores presente em casos de endometriose. Também não produz grande impacto sobre a corrente sanguínea, como aumento da pressão arterial e do fator de coagulação, por conter estrogênio natural e não sintético como nos anticoncepcionais orais. Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais da injeção anticoncepcional mensal, não são presente em todas as mulheres, mas quando ocorrem costumam ser aumento de peso, pequenos sangramentos entre as menstruações, dor de cabeça, amenorreia e mamas sensíveis
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passage: . Além disso, também pode ocorrer depressão, diminuição do desejo sexual, tonturas, náuseas, distensão abdominal, queda de cabelo, acne, erupção cutânea, dor nas costas, corrimento vaginal, sensibilidade das mamas, retenção de líquidos e fraqueza. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional trimestral não é recomendada em algumas situações, como por exemplo: Gravidez ou suspeita de gravidez; Hipersensibilidade conhecida ao acetato de medroxiprogesterona ou a qualquer componente da fórmula; Sangramento vaginal de causa não diagnosticada; Suspeita ou confirmação de câncer de mama; Alterações graves da função do fígado; Tromboflebite ativa ou história atual ou pregressa de distúrbios tromboembólicos ou cerebrovasculares; Histórico de aborto retido. Assim, caso a mulher se enquadre em alguma dessas situações é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e possa ser indicado o melhor método contraceptivo. Conheça outros métodos contraceptivos.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer todas as dúvidas e planejar uma contracepção segura.
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passage: . A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças.
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: Injeção anticoncepcional trimestral: o que é, vantagens e como usar A injeção anticoncepcional trimestral tem na sua composição apenas uma progesterona, o acetato de medroxiprogesterona, tendo como vantagem ter um efeito por mais prolongado, além de ser uma opção para mulheres que não podem usar estrogênio, como as pílulas combinadas. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Esse tipo de anticoncepcional age inibindo a ovulação e aumentando a viscosidade do muco cervical, dificultando a passagem dos espermatozoides, impedindo a gravidez, sendo encontrado com os nomes comerciais Depo-Provera ou Contracep, por exemplo, e é oferecido gratuitamente pelo SUS. Saiba como usar a Depo-Provera. Geralmente, para a fertilidade voltar ao normal, demora cerca de 4 meses após o término do tratamento, mas algumas mulheres podem notar que a menstruação demora cerca de 1 ano para voltar ao normal, depois de deixar de utilizar este método anticoncepcional
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passage: . Entenda o que é a injeção anticoncepcional trimestral e como usar. Principais vantagens A principal vantagem dos anticoncepcionais injetáveis mensais é que não existe grande impacto na fertilidade da mulher, pois é possível engravidar apenas um mês após o último uso. Além de poder ser usado em qualquer idade e diminuir as cólicas menstruais, ainda reduz as chances de câncer e cistos no ovário, doença inflamatória pélvica e diminui as dores presente em casos de endometriose. Também não produz grande impacto sobre a corrente sanguínea, como aumento da pressão arterial e do fator de coagulação, por conter estrogênio natural e não sintético como nos anticoncepcionais orais. Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais da injeção anticoncepcional mensal, não são presente em todas as mulheres, mas quando ocorrem costumam ser aumento de peso, pequenos sangramentos entre as menstruações, dor de cabeça, amenorreia e mamas sensíveis
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passage: . Uso regular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se, por outro lado, você toma anticoncepcional corretamente e não houve nenhuma falha no método, como esquecimento de comprimido ou atraso para tomar a injeção, a possibilidade de gravidez é muito baixa, menos de 1% de chance. As mulheres que utilizam anticoncepcional apresentam o sangramento mensal reduzido ou mesmo ausência de menstruação. Isso acontece, pois, os hormônios dos anticoncepcionais tentam imitar o ciclo menstrual da mulher, mas de uma maneira que não ocorra a ovulação e, por consequência, a gravidez. Dessa forma, a camada interna do útero (endométrio) fica constantemente fina e muitas vezes não há o que descamar e nesses casos não ocorre a menstruação. Por isso, caso tenha mesmo feito o uso correto da pílula a chance de gravidez é mínima, e você pode continuar a tomar a pílula normalmente. É possível que a menstruação venha na próxima pausa da cartela. Caso o atraso menstrual persista por mais tempo, consulte um médico para uma avaliação. A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral
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passage: . Além disso, também pode ocorrer depressão, diminuição do desejo sexual, tonturas, náuseas, distensão abdominal, queda de cabelo, acne, erupção cutânea, dor nas costas, corrimento vaginal, sensibilidade das mamas, retenção de líquidos e fraqueza. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional trimestral não é recomendada em algumas situações, como por exemplo: Gravidez ou suspeita de gravidez; Hipersensibilidade conhecida ao acetato de medroxiprogesterona ou a qualquer componente da fórmula; Sangramento vaginal de causa não diagnosticada; Suspeita ou confirmação de câncer de mama; Alterações graves da função do fígado; Tromboflebite ativa ou história atual ou pregressa de distúrbios tromboembólicos ou cerebrovasculares; Histórico de aborto retido. Assim, caso a mulher se enquadre em alguma dessas situações é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e possa ser indicado o melhor método contraceptivo. Conheça outros métodos contraceptivos.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer todas as dúvidas e planejar uma contracepção segura.
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passage: . A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças.
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: Injeção anticoncepcional trimestral: o que é, vantagens e como usar A injeção anticoncepcional trimestral tem na sua composição apenas uma progesterona, o acetato de medroxiprogesterona, tendo como vantagem ter um efeito por mais prolongado, além de ser uma opção para mulheres que não podem usar estrogênio, como as pílulas combinadas. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Esse tipo de anticoncepcional age inibindo a ovulação e aumentando a viscosidade do muco cervical, dificultando a passagem dos espermatozoides, impedindo a gravidez, sendo encontrado com os nomes comerciais Depo-Provera ou Contracep, por exemplo, e é oferecido gratuitamente pelo SUS. Saiba como usar a Depo-Provera. Geralmente, para a fertilidade voltar ao normal, demora cerca de 4 meses após o término do tratamento, mas algumas mulheres podem notar que a menstruação demora cerca de 1 ano para voltar ao normal, depois de deixar de utilizar este método anticoncepcional
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passage: . Entenda o que é a injeção anticoncepcional trimestral e como usar. Principais vantagens A principal vantagem dos anticoncepcionais injetáveis mensais é que não existe grande impacto na fertilidade da mulher, pois é possível engravidar apenas um mês após o último uso. Além de poder ser usado em qualquer idade e diminuir as cólicas menstruais, ainda reduz as chances de câncer e cistos no ovário, doença inflamatória pélvica e diminui as dores presente em casos de endometriose. Também não produz grande impacto sobre a corrente sanguínea, como aumento da pressão arterial e do fator de coagulação, por conter estrogênio natural e não sintético como nos anticoncepcionais orais. Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais da injeção anticoncepcional mensal, não são presente em todas as mulheres, mas quando ocorrem costumam ser aumento de peso, pequenos sangramentos entre as menstruações, dor de cabeça, amenorreia e mamas sensíveis
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passage: . Uso regular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se, por outro lado, você toma anticoncepcional corretamente e não houve nenhuma falha no método, como esquecimento de comprimido ou atraso para tomar a injeção, a possibilidade de gravidez é muito baixa, menos de 1% de chance. As mulheres que utilizam anticoncepcional apresentam o sangramento mensal reduzido ou mesmo ausência de menstruação. Isso acontece, pois, os hormônios dos anticoncepcionais tentam imitar o ciclo menstrual da mulher, mas de uma maneira que não ocorra a ovulação e, por consequência, a gravidez. Dessa forma, a camada interna do útero (endométrio) fica constantemente fina e muitas vezes não há o que descamar e nesses casos não ocorre a menstruação. Por isso, caso tenha mesmo feito o uso correto da pílula a chance de gravidez é mínima, e você pode continuar a tomar a pílula normalmente. É possível que a menstruação venha na próxima pausa da cartela. Caso o atraso menstrual persista por mais tempo, consulte um médico para uma avaliação. A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral
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passage: . Entenda como funciona o anticoncepcional injetável trimestral. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional mensal não é indicada para pessoas com hipersensibilidade a qualquer componente da formulação do produto, grávidas, mulheres que estejam a amamentar até 6 semanas depois do parto, que possuem câncer de mama atual ou suspeita de malignidade hormônio-dependente. Além disso, mulheres que possuem dores de cabeça graves com sintomas neurológicos focais, hipertensão grave, doença vascular, histórico de tromboflebite ou distúrbio tromboembólico e histórico de cardiopatia isquêmica ou cardiopatia valvar complicada. A injeção também não deve ser usada em mulheres com diabetes com nefropatia, retinopatia, neuropatia ou outra doença vascular ou diabetes com duração superior a 20 anos, lúpus eritematoso sistêmico com anticorpos antifosfolípides positivos, histórico de doenças do fígado, que tenham realizado uma cirurgia de grande porte com imobilização prolongada, que sofram de sangramento uterino ou vaginal anormal ou que fumem mais de 15 cigarros por dia, com idade acima de 35 anos. Principais efeitos colaterais A injeção anticoncepcional mensal pode levar ao surgimento de dor nas mamas, náuseas, vômitos, dor de cabeça, tontura e a mulher pode engordar
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passage: . Além disso, também pode ocorrer depressão, diminuição do desejo sexual, tonturas, náuseas, distensão abdominal, queda de cabelo, acne, erupção cutânea, dor nas costas, corrimento vaginal, sensibilidade das mamas, retenção de líquidos e fraqueza. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional trimestral não é recomendada em algumas situações, como por exemplo: Gravidez ou suspeita de gravidez; Hipersensibilidade conhecida ao acetato de medroxiprogesterona ou a qualquer componente da fórmula; Sangramento vaginal de causa não diagnosticada; Suspeita ou confirmação de câncer de mama; Alterações graves da função do fígado; Tromboflebite ativa ou história atual ou pregressa de distúrbios tromboembólicos ou cerebrovasculares; Histórico de aborto retido. Assim, caso a mulher se enquadre em alguma dessas situações é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e possa ser indicado o melhor método contraceptivo. Conheça outros métodos contraceptivos.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer todas as dúvidas e planejar uma contracepção segura.
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passage: . A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças.
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: Injeção anticoncepcional trimestral: o que é, vantagens e como usar A injeção anticoncepcional trimestral tem na sua composição apenas uma progesterona, o acetato de medroxiprogesterona, tendo como vantagem ter um efeito por mais prolongado, além de ser uma opção para mulheres que não podem usar estrogênio, como as pílulas combinadas. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Esse tipo de anticoncepcional age inibindo a ovulação e aumentando a viscosidade do muco cervical, dificultando a passagem dos espermatozoides, impedindo a gravidez, sendo encontrado com os nomes comerciais Depo-Provera ou Contracep, por exemplo, e é oferecido gratuitamente pelo SUS. Saiba como usar a Depo-Provera. Geralmente, para a fertilidade voltar ao normal, demora cerca de 4 meses após o término do tratamento, mas algumas mulheres podem notar que a menstruação demora cerca de 1 ano para voltar ao normal, depois de deixar de utilizar este método anticoncepcional
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passage: . Entenda o que é a injeção anticoncepcional trimestral e como usar. Principais vantagens A principal vantagem dos anticoncepcionais injetáveis mensais é que não existe grande impacto na fertilidade da mulher, pois é possível engravidar apenas um mês após o último uso. Além de poder ser usado em qualquer idade e diminuir as cólicas menstruais, ainda reduz as chances de câncer e cistos no ovário, doença inflamatória pélvica e diminui as dores presente em casos de endometriose. Também não produz grande impacto sobre a corrente sanguínea, como aumento da pressão arterial e do fator de coagulação, por conter estrogênio natural e não sintético como nos anticoncepcionais orais. Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais da injeção anticoncepcional mensal, não são presente em todas as mulheres, mas quando ocorrem costumam ser aumento de peso, pequenos sangramentos entre as menstruações, dor de cabeça, amenorreia e mamas sensíveis
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passage: . Uso regular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se, por outro lado, você toma anticoncepcional corretamente e não houve nenhuma falha no método, como esquecimento de comprimido ou atraso para tomar a injeção, a possibilidade de gravidez é muito baixa, menos de 1% de chance. As mulheres que utilizam anticoncepcional apresentam o sangramento mensal reduzido ou mesmo ausência de menstruação. Isso acontece, pois, os hormônios dos anticoncepcionais tentam imitar o ciclo menstrual da mulher, mas de uma maneira que não ocorra a ovulação e, por consequência, a gravidez. Dessa forma, a camada interna do útero (endométrio) fica constantemente fina e muitas vezes não há o que descamar e nesses casos não ocorre a menstruação. Por isso, caso tenha mesmo feito o uso correto da pílula a chance de gravidez é mínima, e você pode continuar a tomar a pílula normalmente. É possível que a menstruação venha na próxima pausa da cartela. Caso o atraso menstrual persista por mais tempo, consulte um médico para uma avaliação. A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral
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passage: . Entenda como funciona o anticoncepcional injetável trimestral. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional mensal não é indicada para pessoas com hipersensibilidade a qualquer componente da formulação do produto, grávidas, mulheres que estejam a amamentar até 6 semanas depois do parto, que possuem câncer de mama atual ou suspeita de malignidade hormônio-dependente. Além disso, mulheres que possuem dores de cabeça graves com sintomas neurológicos focais, hipertensão grave, doença vascular, histórico de tromboflebite ou distúrbio tromboembólico e histórico de cardiopatia isquêmica ou cardiopatia valvar complicada. A injeção também não deve ser usada em mulheres com diabetes com nefropatia, retinopatia, neuropatia ou outra doença vascular ou diabetes com duração superior a 20 anos, lúpus eritematoso sistêmico com anticorpos antifosfolípides positivos, histórico de doenças do fígado, que tenham realizado uma cirurgia de grande porte com imobilização prolongada, que sofram de sangramento uterino ou vaginal anormal ou que fumem mais de 15 cigarros por dia, com idade acima de 35 anos. Principais efeitos colaterais A injeção anticoncepcional mensal pode levar ao surgimento de dor nas mamas, náuseas, vômitos, dor de cabeça, tontura e a mulher pode engordar
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passage: . Este anticoncepcional injetável trimestral também uma boa opção para mulheres com anemia falciforme ou que têm epilepsia ou crises epilépticas, já que o estrogênio das pílulas combinadas pode diminuir a eficácia dos medicamentos que tratam a epilepsia. A injeção anticoncepcional trimestral deve ser feita com indicação do ginecologista, de forma individualizada e após avaliar o estado de saúde no geral. Marque uma consulta com um ginecologista na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Como usar A administração do anticoncepcional injetável trimestral deve ser feita por um profissional de saúde, por via intramuscular, ou seja, aplicado diretamente no músculo glúteo. Para iniciar o uso da injeção anticoncepcional trimestral, deve-se considerar se a mulher já usava ou não outro método contraceptivo hormonal ou se está no período pós-parto, sendo as recomendações: Quando nenhum outro anticoncepcional hormonal foi utilizado anteriormente: a primeira injeção deve ser aplicada até ao 5º dia do ciclo menstrual, que equivale ao 5º dia após o primeiro dia da menstruação, tendo um efeito imediato
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Olá! Entendo sua preocupação com o sangramento persistente. Sim, é bastante comum que a injeção anticoncepcional trimestral cause alterações no ciclo menstrual, incluindo sangramentos irregulares e prolongados, principalmente nos primeiros meses de uso.
A injeção trimestral contém apenas progesterona, que age inibindo a ovulação e alterando o muco cervical para dificultar a passagem dos espermatozoides. Essa progesterona, no entanto, pode interferir no padrão normal do seu ciclo menstrual, levando a esses sangramentos irregulares que você está experimentando.
É importante ressaltar que, embora seja comum, esses sangramentos podem ser incômodos. Geralmente, com o tempo, o corpo se adapta à injeção e os sangramentos tendem a diminuir ou até mesmo cessar completamente, o que acontece para a maioria das mulheres em até 12 meses de uso.
Como seu ginecologista já confirmou que essa é uma possível causa do sangramento, o ideal é que você continue o acompanhamento com ele. Ele poderá avaliar se não há outras causas para o sangramento, como infecções ou outras condições, e te orientar sobre como lidar com essa situação.
Se o sangramento for muito intenso ou te causar muito desconforto, converse com ele sobre outras opções. Existem algumas medicações que podem ajudar a controlar o sangramento, e, se for o caso, ele poderá discutir outros métodos contraceptivos que podem ser mais adequados para você.
Lembre-se de que cada organismo reage de uma forma, e o que funciona para uma mulher pode não funcionar para outra. O importante é que você se sinta confortável e segura com o método contraceptivo que está utilizando. Não hesite em conversar abertamente com seu médico sobre suas dúvidas e preocupações.
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18,010
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Oi, tenho anos e estou há um ano tentando engravidar. Pode ser algum problema?
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Sim, pode ser um problema. Mulheres com menos de anos têm uma chance entre de engravidar naturalmente por mês. Após um ano de tentativas, cerca de dos casais engravidarão. Se isso não aconteceu com você, deve agendar um atendimento com um especialista para a avaliação do casal.
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passage: . Os tratamentos são recomendados após um ano de tentativas de gravidez, pois eles não garantem uma gravidez a 100%, mas aumentam as chances de o casal conseguir engravidar. Veja quais as técnicas de reprodução assistida para aumentar as chances de ter um filho. Principais causas da dificuldade para engravidar Causas na mulher Causas no homem Idade acima dos 35 anos Insuficiência na produção de espermatozoides Alterações nas trompas Alterações na produção de hormônios Síndrome dos ovários policísticos Remédios que afetam a produção de espermatozoides saudáveis Alterações na produção de hormônios, como hipotiroidismo Dificuldade na ejaculação Câncer no útero, ovários e mama Estresse físico e psicológico Endométrio fino -- O homem pode procurar o médico urologista para realizar exames, como o espermograma, que analisa a composição do esperma, para identificar a causa da dificuldade em engravidar. Algumas destas causas podem ser tratadas, mas quando isto não é possível o médico ginecologista deve informar ao casal sobre as técnicas como a fertilização in vitro, que aumentam as possibilidades de engravidar
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passage: . Os tratamentos são recomendados após um ano de tentativas de gravidez, pois eles não garantem uma gravidez a 100%, mas aumentam as chances de o casal conseguir engravidar. Veja quais as técnicas de reprodução assistida para aumentar as chances de ter um filho. Principais causas da dificuldade para engravidar Causas na mulher Causas no homem Idade acima dos 35 anos Insuficiência na produção de espermatozoides Alterações nas trompas Alterações na produção de hormônios Síndrome dos ovários policísticos Remédios que afetam a produção de espermatozoides saudáveis Alterações na produção de hormônios, como hipotiroidismo Dificuldade na ejaculação Câncer no útero, ovários e mama Estresse físico e psicológico Endométrio fino -- O homem pode procurar o médico urologista para realizar exames, como o espermograma, que analisa a composição do esperma, para identificar a causa da dificuldade em engravidar. Algumas destas causas podem ser tratadas, mas quando isto não é possível o médico ginecologista deve informar ao casal sobre as técnicas como a fertilização in vitro, que aumentam as possibilidades de engravidar
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passage: . Isso acontece por que porque os óvulos podem sofrer algumas alterações que aumentam o risco do bebê sofrer de alguma síndrome genética, como a Síndrome de Down. No entanto, nem todas as mulheres que engravidaram após os 35 anos de idade têm complicações durante a gravidez, parto ou pós-parto, sendo o risco maior entre mulheres que são obesas, diabéticas ou que fumam.
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passage: . Os tratamentos são recomendados após um ano de tentativas de gravidez, pois eles não garantem uma gravidez a 100%, mas aumentam as chances de o casal conseguir engravidar. Veja quais as técnicas de reprodução assistida para aumentar as chances de ter um filho. Principais causas da dificuldade para engravidar Causas na mulher Causas no homem Idade acima dos 35 anos Insuficiência na produção de espermatozoides Alterações nas trompas Alterações na produção de hormônios Síndrome dos ovários policísticos Remédios que afetam a produção de espermatozoides saudáveis Alterações na produção de hormônios, como hipotiroidismo Dificuldade na ejaculação Câncer no útero, ovários e mama Estresse físico e psicológico Endométrio fino -- O homem pode procurar o médico urologista para realizar exames, como o espermograma, que analisa a composição do esperma, para identificar a causa da dificuldade em engravidar. Algumas destas causas podem ser tratadas, mas quando isto não é possível o médico ginecologista deve informar ao casal sobre as técnicas como a fertilização in vitro, que aumentam as possibilidades de engravidar
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passage: . Isso acontece por que porque os óvulos podem sofrer algumas alterações que aumentam o risco do bebê sofrer de alguma síndrome genética, como a Síndrome de Down. No entanto, nem todas as mulheres que engravidaram após os 35 anos de idade têm complicações durante a gravidez, parto ou pós-parto, sendo o risco maior entre mulheres que são obesas, diabéticas ou que fumam.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Os tratamentos são recomendados após um ano de tentativas de gravidez, pois eles não garantem uma gravidez a 100%, mas aumentam as chances de o casal conseguir engravidar. Veja quais as técnicas de reprodução assistida para aumentar as chances de ter um filho. Principais causas da dificuldade para engravidar Causas na mulher Causas no homem Idade acima dos 35 anos Insuficiência na produção de espermatozoides Alterações nas trompas Alterações na produção de hormônios Síndrome dos ovários policísticos Remédios que afetam a produção de espermatozoides saudáveis Alterações na produção de hormônios, como hipotiroidismo Dificuldade na ejaculação Câncer no útero, ovários e mama Estresse físico e psicológico Endométrio fino -- O homem pode procurar o médico urologista para realizar exames, como o espermograma, que analisa a composição do esperma, para identificar a causa da dificuldade em engravidar. Algumas destas causas podem ser tratadas, mas quando isto não é possível o médico ginecologista deve informar ao casal sobre as técnicas como a fertilização in vitro, que aumentam as possibilidades de engravidar
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passage: . Isso acontece por que porque os óvulos podem sofrer algumas alterações que aumentam o risco do bebê sofrer de alguma síndrome genética, como a Síndrome de Down. No entanto, nem todas as mulheres que engravidaram após os 35 anos de idade têm complicações durante a gravidez, parto ou pós-parto, sendo o risco maior entre mulheres que são obesas, diabéticas ou que fumam.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Algumas ajudas que podem ser úteis incluem: Usar um lubrificante íntimo que aumenta a fertilidade chamado Conceive Plus; Permanecer deitada após a relação sexual, evitando a saída do líquido ejaculado; Lavar somente a região externa (vulva), não realizando duche vaginal; Comer alimentos que aumentam a fertilidade como frutas secas, pimentão e abacate. Conheça outros exemplos aqui. Tomar remédios que estimulam a ovulação como Clomid. Além disso, é importante manter a calma e evitar o stress e a ansiedade que podem levar a alterações hormonais, que podem alterar até mesmo o ciclo menstrual e consequentemente os dias férteis. Normalmente as mulheres conseguem engravidar em menos de 1 ano de tentativas, mas se o casal não conseguir engravidar após esse período deve ser acompanhado pelo ginecologista e urologista para identificar e causa e realizar o tratamento adequado.
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passage: . Os tratamentos são recomendados após um ano de tentativas de gravidez, pois eles não garantem uma gravidez a 100%, mas aumentam as chances de o casal conseguir engravidar. Veja quais as técnicas de reprodução assistida para aumentar as chances de ter um filho. Principais causas da dificuldade para engravidar Causas na mulher Causas no homem Idade acima dos 35 anos Insuficiência na produção de espermatozoides Alterações nas trompas Alterações na produção de hormônios Síndrome dos ovários policísticos Remédios que afetam a produção de espermatozoides saudáveis Alterações na produção de hormônios, como hipotiroidismo Dificuldade na ejaculação Câncer no útero, ovários e mama Estresse físico e psicológico Endométrio fino -- O homem pode procurar o médico urologista para realizar exames, como o espermograma, que analisa a composição do esperma, para identificar a causa da dificuldade em engravidar. Algumas destas causas podem ser tratadas, mas quando isto não é possível o médico ginecologista deve informar ao casal sobre as técnicas como a fertilização in vitro, que aumentam as possibilidades de engravidar
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passage: . Isso acontece por que porque os óvulos podem sofrer algumas alterações que aumentam o risco do bebê sofrer de alguma síndrome genética, como a Síndrome de Down. No entanto, nem todas as mulheres que engravidaram após os 35 anos de idade têm complicações durante a gravidez, parto ou pós-parto, sendo o risco maior entre mulheres que são obesas, diabéticas ou que fumam.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Algumas ajudas que podem ser úteis incluem: Usar um lubrificante íntimo que aumenta a fertilidade chamado Conceive Plus; Permanecer deitada após a relação sexual, evitando a saída do líquido ejaculado; Lavar somente a região externa (vulva), não realizando duche vaginal; Comer alimentos que aumentam a fertilidade como frutas secas, pimentão e abacate. Conheça outros exemplos aqui. Tomar remédios que estimulam a ovulação como Clomid. Além disso, é importante manter a calma e evitar o stress e a ansiedade que podem levar a alterações hormonais, que podem alterar até mesmo o ciclo menstrual e consequentemente os dias férteis. Normalmente as mulheres conseguem engravidar em menos de 1 ano de tentativas, mas se o casal não conseguir engravidar após esse período deve ser acompanhado pelo ginecologista e urologista para identificar e causa e realizar o tratamento adequado.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: . Os tratamentos são recomendados após um ano de tentativas de gravidez, pois eles não garantem uma gravidez a 100%, mas aumentam as chances de o casal conseguir engravidar. Veja quais as técnicas de reprodução assistida para aumentar as chances de ter um filho. Principais causas da dificuldade para engravidar Causas na mulher Causas no homem Idade acima dos 35 anos Insuficiência na produção de espermatozoides Alterações nas trompas Alterações na produção de hormônios Síndrome dos ovários policísticos Remédios que afetam a produção de espermatozoides saudáveis Alterações na produção de hormônios, como hipotiroidismo Dificuldade na ejaculação Câncer no útero, ovários e mama Estresse físico e psicológico Endométrio fino -- O homem pode procurar o médico urologista para realizar exames, como o espermograma, que analisa a composição do esperma, para identificar a causa da dificuldade em engravidar. Algumas destas causas podem ser tratadas, mas quando isto não é possível o médico ginecologista deve informar ao casal sobre as técnicas como a fertilização in vitro, que aumentam as possibilidades de engravidar
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passage: . Isso acontece por que porque os óvulos podem sofrer algumas alterações que aumentam o risco do bebê sofrer de alguma síndrome genética, como a Síndrome de Down. No entanto, nem todas as mulheres que engravidaram após os 35 anos de idade têm complicações durante a gravidez, parto ou pós-parto, sendo o risco maior entre mulheres que são obesas, diabéticas ou que fumam.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Algumas ajudas que podem ser úteis incluem: Usar um lubrificante íntimo que aumenta a fertilidade chamado Conceive Plus; Permanecer deitada após a relação sexual, evitando a saída do líquido ejaculado; Lavar somente a região externa (vulva), não realizando duche vaginal; Comer alimentos que aumentam a fertilidade como frutas secas, pimentão e abacate. Conheça outros exemplos aqui. Tomar remédios que estimulam a ovulação como Clomid. Além disso, é importante manter a calma e evitar o stress e a ansiedade que podem levar a alterações hormonais, que podem alterar até mesmo o ciclo menstrual e consequentemente os dias férteis. Normalmente as mulheres conseguem engravidar em menos de 1 ano de tentativas, mas se o casal não conseguir engravidar após esse período deve ser acompanhado pelo ginecologista e urologista para identificar e causa e realizar o tratamento adequado.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: . No entanto, especialmente em caso de dificuldade para ter filhos é recomendado consultar um urologista para que a causa do problema seja identificada e iniciar o tratamento mais adequado, se indicado.
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passage: . Os tratamentos são recomendados após um ano de tentativas de gravidez, pois eles não garantem uma gravidez a 100%, mas aumentam as chances de o casal conseguir engravidar. Veja quais as técnicas de reprodução assistida para aumentar as chances de ter um filho. Principais causas da dificuldade para engravidar Causas na mulher Causas no homem Idade acima dos 35 anos Insuficiência na produção de espermatozoides Alterações nas trompas Alterações na produção de hormônios Síndrome dos ovários policísticos Remédios que afetam a produção de espermatozoides saudáveis Alterações na produção de hormônios, como hipotiroidismo Dificuldade na ejaculação Câncer no útero, ovários e mama Estresse físico e psicológico Endométrio fino -- O homem pode procurar o médico urologista para realizar exames, como o espermograma, que analisa a composição do esperma, para identificar a causa da dificuldade em engravidar. Algumas destas causas podem ser tratadas, mas quando isto não é possível o médico ginecologista deve informar ao casal sobre as técnicas como a fertilização in vitro, que aumentam as possibilidades de engravidar
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passage: . Isso acontece por que porque os óvulos podem sofrer algumas alterações que aumentam o risco do bebê sofrer de alguma síndrome genética, como a Síndrome de Down. No entanto, nem todas as mulheres que engravidaram após os 35 anos de idade têm complicações durante a gravidez, parto ou pós-parto, sendo o risco maior entre mulheres que são obesas, diabéticas ou que fumam.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Algumas ajudas que podem ser úteis incluem: Usar um lubrificante íntimo que aumenta a fertilidade chamado Conceive Plus; Permanecer deitada após a relação sexual, evitando a saída do líquido ejaculado; Lavar somente a região externa (vulva), não realizando duche vaginal; Comer alimentos que aumentam a fertilidade como frutas secas, pimentão e abacate. Conheça outros exemplos aqui. Tomar remédios que estimulam a ovulação como Clomid. Além disso, é importante manter a calma e evitar o stress e a ansiedade que podem levar a alterações hormonais, que podem alterar até mesmo o ciclo menstrual e consequentemente os dias férteis. Normalmente as mulheres conseguem engravidar em menos de 1 ano de tentativas, mas se o casal não conseguir engravidar após esse período deve ser acompanhado pelo ginecologista e urologista para identificar e causa e realizar o tratamento adequado.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: . No entanto, especialmente em caso de dificuldade para ter filhos é recomendado consultar um urologista para que a causa do problema seja identificada e iniciar o tratamento mais adequado, se indicado.
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passage: O que fazer se tiver dificuldade para engravidar A infertilidade pode estar relacionada com características da mulher, do homem ou de ambos, que contribuem para a dificuldade de implantação do embrião no útero, dando início à gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico No caso de dificuldade para engravidar o que se pode fazer é procurar um médico ginecologista ou urologista para diagnosticar a causa da dificuldade em engravidar. Dependendo da causa, o tratamento será diferente e ajustado, podendo ir desde a correção dos distúrbios que estão alterando a capacidade de reprodução do casal, até à utilização de técnicas para auxiliar a gestação. Alguns dos tratamentos mais frequentes são: Uso de ácido fólico e outras vitaminas; Técnicas de relaxamento; Conhecer o período fértil da mulher; Uso de remédios hormonais; Fertilização in vitro; Inseminação artificial. Os tratamentos são recomendados após um ano de tentativas de gravidez, pois eles não garantem uma gravidez a 100%, mas aumentam as chances de o casal conseguir engravidar. Veja quais as técnicas de reprodução assistida para aumentar as chances de ter um filho
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passage: . Os tratamentos são recomendados após um ano de tentativas de gravidez, pois eles não garantem uma gravidez a 100%, mas aumentam as chances de o casal conseguir engravidar. Veja quais as técnicas de reprodução assistida para aumentar as chances de ter um filho. Principais causas da dificuldade para engravidar Causas na mulher Causas no homem Idade acima dos 35 anos Insuficiência na produção de espermatozoides Alterações nas trompas Alterações na produção de hormônios Síndrome dos ovários policísticos Remédios que afetam a produção de espermatozoides saudáveis Alterações na produção de hormônios, como hipotiroidismo Dificuldade na ejaculação Câncer no útero, ovários e mama Estresse físico e psicológico Endométrio fino -- O homem pode procurar o médico urologista para realizar exames, como o espermograma, que analisa a composição do esperma, para identificar a causa da dificuldade em engravidar. Algumas destas causas podem ser tratadas, mas quando isto não é possível o médico ginecologista deve informar ao casal sobre as técnicas como a fertilização in vitro, que aumentam as possibilidades de engravidar
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passage: . Isso acontece por que porque os óvulos podem sofrer algumas alterações que aumentam o risco do bebê sofrer de alguma síndrome genética, como a Síndrome de Down. No entanto, nem todas as mulheres que engravidaram após os 35 anos de idade têm complicações durante a gravidez, parto ou pós-parto, sendo o risco maior entre mulheres que são obesas, diabéticas ou que fumam.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Algumas ajudas que podem ser úteis incluem: Usar um lubrificante íntimo que aumenta a fertilidade chamado Conceive Plus; Permanecer deitada após a relação sexual, evitando a saída do líquido ejaculado; Lavar somente a região externa (vulva), não realizando duche vaginal; Comer alimentos que aumentam a fertilidade como frutas secas, pimentão e abacate. Conheça outros exemplos aqui. Tomar remédios que estimulam a ovulação como Clomid. Além disso, é importante manter a calma e evitar o stress e a ansiedade que podem levar a alterações hormonais, que podem alterar até mesmo o ciclo menstrual e consequentemente os dias férteis. Normalmente as mulheres conseguem engravidar em menos de 1 ano de tentativas, mas se o casal não conseguir engravidar após esse período deve ser acompanhado pelo ginecologista e urologista para identificar e causa e realizar o tratamento adequado.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: . No entanto, especialmente em caso de dificuldade para ter filhos é recomendado consultar um urologista para que a causa do problema seja identificada e iniciar o tratamento mais adequado, se indicado.
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passage: O que fazer se tiver dificuldade para engravidar A infertilidade pode estar relacionada com características da mulher, do homem ou de ambos, que contribuem para a dificuldade de implantação do embrião no útero, dando início à gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico No caso de dificuldade para engravidar o que se pode fazer é procurar um médico ginecologista ou urologista para diagnosticar a causa da dificuldade em engravidar. Dependendo da causa, o tratamento será diferente e ajustado, podendo ir desde a correção dos distúrbios que estão alterando a capacidade de reprodução do casal, até à utilização de técnicas para auxiliar a gestação. Alguns dos tratamentos mais frequentes são: Uso de ácido fólico e outras vitaminas; Técnicas de relaxamento; Conhecer o período fértil da mulher; Uso de remédios hormonais; Fertilização in vitro; Inseminação artificial. Os tratamentos são recomendados após um ano de tentativas de gravidez, pois eles não garantem uma gravidez a 100%, mas aumentam as chances de o casal conseguir engravidar. Veja quais as técnicas de reprodução assistida para aumentar as chances de ter um filho
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passage: . Além disso, o embrião obtido pela reprodução assistida deve ser implantado em uma das melhores do casal. Situações que podem dificultar a gravidez A regra geral é procurar ajuda para engravidar após 6 a 12 meses de tentativas sem sucesso, pois esse é o período em que a maior parte dos casais levam para conseguir engravidar. No entanto, é preciso estar atento a algumas situações que podem dificultar a gravidez, como: 1. Idade da mulher Após a mulher completar 35 anos, é comum que a qualidade dos óvulos diminua, fazendo com que o casal possa ter maior dificuldade para engravidar. Assim, é recomendado tentar a gravidez natural durante 6 meses e após esse tempo, é aconselhável procurar ajuda médica. 2. Problemas no aparelho reprodutor Mulheres com problemas no aparelho reprodutor, como útero septado, endometriose, ovário policístico ou obstrução tubária devem procurar o médico logo que decidirem engravidar, pois essas doenças aumentam a dificuldade de gerar filhos, devendo ser tratadas e acompanhadas pelo ginecologista. A mesma regra vale para homens com diagnóstico de varicocele, que é o aumento das veias nos testículos, principal causa de infertilidade masculina. 3. Ciclo menstrual irregular O ciclo menstrual irregular é sinal de que a ovulação pode não estar ocorrendo mensalmente
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passage: . Os tratamentos são recomendados após um ano de tentativas de gravidez, pois eles não garantem uma gravidez a 100%, mas aumentam as chances de o casal conseguir engravidar. Veja quais as técnicas de reprodução assistida para aumentar as chances de ter um filho. Principais causas da dificuldade para engravidar Causas na mulher Causas no homem Idade acima dos 35 anos Insuficiência na produção de espermatozoides Alterações nas trompas Alterações na produção de hormônios Síndrome dos ovários policísticos Remédios que afetam a produção de espermatozoides saudáveis Alterações na produção de hormônios, como hipotiroidismo Dificuldade na ejaculação Câncer no útero, ovários e mama Estresse físico e psicológico Endométrio fino -- O homem pode procurar o médico urologista para realizar exames, como o espermograma, que analisa a composição do esperma, para identificar a causa da dificuldade em engravidar. Algumas destas causas podem ser tratadas, mas quando isto não é possível o médico ginecologista deve informar ao casal sobre as técnicas como a fertilização in vitro, que aumentam as possibilidades de engravidar
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passage: . Isso acontece por que porque os óvulos podem sofrer algumas alterações que aumentam o risco do bebê sofrer de alguma síndrome genética, como a Síndrome de Down. No entanto, nem todas as mulheres que engravidaram após os 35 anos de idade têm complicações durante a gravidez, parto ou pós-parto, sendo o risco maior entre mulheres que são obesas, diabéticas ou que fumam.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Algumas ajudas que podem ser úteis incluem: Usar um lubrificante íntimo que aumenta a fertilidade chamado Conceive Plus; Permanecer deitada após a relação sexual, evitando a saída do líquido ejaculado; Lavar somente a região externa (vulva), não realizando duche vaginal; Comer alimentos que aumentam a fertilidade como frutas secas, pimentão e abacate. Conheça outros exemplos aqui. Tomar remédios que estimulam a ovulação como Clomid. Além disso, é importante manter a calma e evitar o stress e a ansiedade que podem levar a alterações hormonais, que podem alterar até mesmo o ciclo menstrual e consequentemente os dias férteis. Normalmente as mulheres conseguem engravidar em menos de 1 ano de tentativas, mas se o casal não conseguir engravidar após esse período deve ser acompanhado pelo ginecologista e urologista para identificar e causa e realizar o tratamento adequado.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: . No entanto, especialmente em caso de dificuldade para ter filhos é recomendado consultar um urologista para que a causa do problema seja identificada e iniciar o tratamento mais adequado, se indicado.
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passage: O que fazer se tiver dificuldade para engravidar A infertilidade pode estar relacionada com características da mulher, do homem ou de ambos, que contribuem para a dificuldade de implantação do embrião no útero, dando início à gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico No caso de dificuldade para engravidar o que se pode fazer é procurar um médico ginecologista ou urologista para diagnosticar a causa da dificuldade em engravidar. Dependendo da causa, o tratamento será diferente e ajustado, podendo ir desde a correção dos distúrbios que estão alterando a capacidade de reprodução do casal, até à utilização de técnicas para auxiliar a gestação. Alguns dos tratamentos mais frequentes são: Uso de ácido fólico e outras vitaminas; Técnicas de relaxamento; Conhecer o período fértil da mulher; Uso de remédios hormonais; Fertilização in vitro; Inseminação artificial. Os tratamentos são recomendados após um ano de tentativas de gravidez, pois eles não garantem uma gravidez a 100%, mas aumentam as chances de o casal conseguir engravidar. Veja quais as técnicas de reprodução assistida para aumentar as chances de ter um filho
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passage: . Além disso, o embrião obtido pela reprodução assistida deve ser implantado em uma das melhores do casal. Situações que podem dificultar a gravidez A regra geral é procurar ajuda para engravidar após 6 a 12 meses de tentativas sem sucesso, pois esse é o período em que a maior parte dos casais levam para conseguir engravidar. No entanto, é preciso estar atento a algumas situações que podem dificultar a gravidez, como: 1. Idade da mulher Após a mulher completar 35 anos, é comum que a qualidade dos óvulos diminua, fazendo com que o casal possa ter maior dificuldade para engravidar. Assim, é recomendado tentar a gravidez natural durante 6 meses e após esse tempo, é aconselhável procurar ajuda médica. 2. Problemas no aparelho reprodutor Mulheres com problemas no aparelho reprodutor, como útero septado, endometriose, ovário policístico ou obstrução tubária devem procurar o médico logo que decidirem engravidar, pois essas doenças aumentam a dificuldade de gerar filhos, devendo ser tratadas e acompanhadas pelo ginecologista. A mesma regra vale para homens com diagnóstico de varicocele, que é o aumento das veias nos testículos, principal causa de infertilidade masculina. 3. Ciclo menstrual irregular O ciclo menstrual irregular é sinal de que a ovulação pode não estar ocorrendo mensalmente
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passage: . Algumas destas causas podem ser tratadas, mas quando isto não é possível o médico ginecologista deve informar ao casal sobre as técnicas como a fertilização in vitro, que aumentam as possibilidades de engravidar. Porque é mais difícil engravidar aos 40 anos A dificuldade para engravidar aos 40 anos é maior porque depois dos 30 anos a qualidade dos óvulos da mulher diminui, e por volta dos 50 anos eles deixam de conseguir realizar a sua função, dificultando ainda mais a gravidez. Nos casos em que a mulher tenta engravidar do segundo filho, após os 40 anos, isto pode ser mais difícil mesmo já tendo engravidado anteriormente, porque os óvulos já não têm a mesma qualidade. No entanto, existem tratamentos que auxiliam a ovulação e estimulam a maturação dos óvulos, como o uso de remédios hormonais, que podem facilitar a gravidez. Assista o vídeo seguinte e saiba o que comer para aumentar as chances de engravidar: ALIMENTOS PARA AUMENTAR A FERTILIDADE 07:46 | 215
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passage: . Os tratamentos são recomendados após um ano de tentativas de gravidez, pois eles não garantem uma gravidez a 100%, mas aumentam as chances de o casal conseguir engravidar. Veja quais as técnicas de reprodução assistida para aumentar as chances de ter um filho. Principais causas da dificuldade para engravidar Causas na mulher Causas no homem Idade acima dos 35 anos Insuficiência na produção de espermatozoides Alterações nas trompas Alterações na produção de hormônios Síndrome dos ovários policísticos Remédios que afetam a produção de espermatozoides saudáveis Alterações na produção de hormônios, como hipotiroidismo Dificuldade na ejaculação Câncer no útero, ovários e mama Estresse físico e psicológico Endométrio fino -- O homem pode procurar o médico urologista para realizar exames, como o espermograma, que analisa a composição do esperma, para identificar a causa da dificuldade em engravidar. Algumas destas causas podem ser tratadas, mas quando isto não é possível o médico ginecologista deve informar ao casal sobre as técnicas como a fertilização in vitro, que aumentam as possibilidades de engravidar
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passage: . Isso acontece por que porque os óvulos podem sofrer algumas alterações que aumentam o risco do bebê sofrer de alguma síndrome genética, como a Síndrome de Down. No entanto, nem todas as mulheres que engravidaram após os 35 anos de idade têm complicações durante a gravidez, parto ou pós-parto, sendo o risco maior entre mulheres que são obesas, diabéticas ou que fumam.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Algumas ajudas que podem ser úteis incluem: Usar um lubrificante íntimo que aumenta a fertilidade chamado Conceive Plus; Permanecer deitada após a relação sexual, evitando a saída do líquido ejaculado; Lavar somente a região externa (vulva), não realizando duche vaginal; Comer alimentos que aumentam a fertilidade como frutas secas, pimentão e abacate. Conheça outros exemplos aqui. Tomar remédios que estimulam a ovulação como Clomid. Além disso, é importante manter a calma e evitar o stress e a ansiedade que podem levar a alterações hormonais, que podem alterar até mesmo o ciclo menstrual e consequentemente os dias férteis. Normalmente as mulheres conseguem engravidar em menos de 1 ano de tentativas, mas se o casal não conseguir engravidar após esse período deve ser acompanhado pelo ginecologista e urologista para identificar e causa e realizar o tratamento adequado.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: . No entanto, especialmente em caso de dificuldade para ter filhos é recomendado consultar um urologista para que a causa do problema seja identificada e iniciar o tratamento mais adequado, se indicado.
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passage: O que fazer se tiver dificuldade para engravidar A infertilidade pode estar relacionada com características da mulher, do homem ou de ambos, que contribuem para a dificuldade de implantação do embrião no útero, dando início à gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico No caso de dificuldade para engravidar o que se pode fazer é procurar um médico ginecologista ou urologista para diagnosticar a causa da dificuldade em engravidar. Dependendo da causa, o tratamento será diferente e ajustado, podendo ir desde a correção dos distúrbios que estão alterando a capacidade de reprodução do casal, até à utilização de técnicas para auxiliar a gestação. Alguns dos tratamentos mais frequentes são: Uso de ácido fólico e outras vitaminas; Técnicas de relaxamento; Conhecer o período fértil da mulher; Uso de remédios hormonais; Fertilização in vitro; Inseminação artificial. Os tratamentos são recomendados após um ano de tentativas de gravidez, pois eles não garantem uma gravidez a 100%, mas aumentam as chances de o casal conseguir engravidar. Veja quais as técnicas de reprodução assistida para aumentar as chances de ter um filho
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passage: . Além disso, o embrião obtido pela reprodução assistida deve ser implantado em uma das melhores do casal. Situações que podem dificultar a gravidez A regra geral é procurar ajuda para engravidar após 6 a 12 meses de tentativas sem sucesso, pois esse é o período em que a maior parte dos casais levam para conseguir engravidar. No entanto, é preciso estar atento a algumas situações que podem dificultar a gravidez, como: 1. Idade da mulher Após a mulher completar 35 anos, é comum que a qualidade dos óvulos diminua, fazendo com que o casal possa ter maior dificuldade para engravidar. Assim, é recomendado tentar a gravidez natural durante 6 meses e após esse tempo, é aconselhável procurar ajuda médica. 2. Problemas no aparelho reprodutor Mulheres com problemas no aparelho reprodutor, como útero septado, endometriose, ovário policístico ou obstrução tubária devem procurar o médico logo que decidirem engravidar, pois essas doenças aumentam a dificuldade de gerar filhos, devendo ser tratadas e acompanhadas pelo ginecologista. A mesma regra vale para homens com diagnóstico de varicocele, que é o aumento das veias nos testículos, principal causa de infertilidade masculina. 3. Ciclo menstrual irregular O ciclo menstrual irregular é sinal de que a ovulação pode não estar ocorrendo mensalmente
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passage: . Algumas destas causas podem ser tratadas, mas quando isto não é possível o médico ginecologista deve informar ao casal sobre as técnicas como a fertilização in vitro, que aumentam as possibilidades de engravidar. Porque é mais difícil engravidar aos 40 anos A dificuldade para engravidar aos 40 anos é maior porque depois dos 30 anos a qualidade dos óvulos da mulher diminui, e por volta dos 50 anos eles deixam de conseguir realizar a sua função, dificultando ainda mais a gravidez. Nos casos em que a mulher tenta engravidar do segundo filho, após os 40 anos, isto pode ser mais difícil mesmo já tendo engravidado anteriormente, porque os óvulos já não têm a mesma qualidade. No entanto, existem tratamentos que auxiliam a ovulação e estimulam a maturação dos óvulos, como o uso de remédios hormonais, que podem facilitar a gravidez. Assista o vídeo seguinte e saiba o que comer para aumentar as chances de engravidar: ALIMENTOS PARA AUMENTAR A FERTILIDADE 07:46 | 215
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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Olá! Entendo sua preocupação. É muito comum que casais sintam essa ansiedade quando o tempo passa e a gravidez não acontece. Primeiro, gostaria de te tranquilizar dizendo que um ano de tentativas é o período que consideramos como "normal" antes de investigar mais a fundo.
Como você está tentando há um ano, é um bom momento para procurar ajuda médica para identificar se existe alguma causa que esteja dificultando a concepção. A idade é um fator importante a ser considerado, mas não se preocupe, não significa que você não poderá engravidar.
O ideal é que você marque uma consulta com um ginecologista e o seu parceiro com um urologista. Existem diversas causas tanto femininas quanto masculinas que podem influenciar na fertilidade. No seu caso, o ginecologista poderá investigar possíveis alterações nas trompas, nos hormônios, síndrome dos ovários policísticos, ou outras condições que possam estar dificultando a gravidez. Para o seu parceiro, o urologista poderá solicitar exames, como o espermograma, para avaliar a qualidade e quantidade dos espermatozoides.
É importante lembrar que o estresse e a ansiedade podem afetar os hormônios e, consequentemente, o ciclo menstrual, dificultando a identificação do período fértil. Por isso, tente manter a calma e buscar formas de relaxamento.
Algumas dicas simples que podem ajudar são usar lubrificantes que aumentam a fertilidade, permanecer deitada após a relação sexual e ter uma alimentação saudável, rica em alimentos que aumentam a fertilidade.
Após as consultas e os exames, o médico poderá indicar o tratamento mais adequado para o seu caso e o do seu parceiro. Existem diversas opções, desde o uso de medicamentos para estimular a ovulação até técnicas de reprodução assistida, como a fertilização in vitro, que podem aumentar significativamente as chances de gravidez.
Lembre-se que o acompanhamento médico é fundamental para identificar a causa da dificuldade em engravidar e receber o tratamento adequado. Não hesite em procurar ajuda e seguir as orientações dos profissionais. Estou aqui para te apoiar nessa jornada!
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Quem tem HPV na língua nunca mais poderá beijar, visto que não há cura e sempre haverá a possibilidade de transmitir.
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Uma vez retiradas as lesões bucais, você não transmite mais a doença, mas fique sempre atenta ao surgimento de novas lesões. Mantenha sempre a imunidade elevada.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor.
Importante: as lesões intraepitelais escamosas de baixo ou alto grau não dependem exclusivamente do tipoviral, mas sim de um complexo, e ainda não totalmente decifrado, sistema de mecanismos de agressão(patógeno) e defesa (hospedeiro). Existem lesões benignas causadas pelos tipos de alto risco e lesões malignascausadas pelos de baixo risco, ou até com os dois tipos.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor.
Importante: as lesões intraepitelais escamosas de baixo ou alto grau não dependem exclusivamente do tipoviral, mas sim de um complexo, e ainda não totalmente decifrado, sistema de mecanismos de agressão(patógeno) e defesa (hospedeiro). Existem lesões benignas causadas pelos tipos de alto risco e lesões malignascausadas pelos de baixo risco, ou até com os dois tipos.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor.
Importante: as lesões intraepitelais escamosas de baixo ou alto grau não dependem exclusivamente do tipoviral, mas sim de um complexo, e ainda não totalmente decifrado, sistema de mecanismos de agressão(patógeno) e defesa (hospedeiro). Existem lesões benignas causadas pelos tipos de alto risco e lesões malignascausadas pelos de baixo risco, ou até com os dois tipos.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: 9Sá MF, Benetti-Pinto CL.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor.
Importante: as lesões intraepitelais escamosas de baixo ou alto grau não dependem exclusivamente do tipoviral, mas sim de um complexo, e ainda não totalmente decifrado, sistema de mecanismos de agressão(patógeno) e defesa (hospedeiro). Existem lesões benignas causadas pelos tipos de alto risco e lesões malignascausadas pelos de baixo risco, ou até com os dois tipos.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: 9Sá MF, Benetti-Pinto CL.
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passage: Manifestações clínicasTrabalhar com a medicina por evidência científica permite, atualmente, afirmar que estudos genéticos comHPV demonstraram que essas infecções podem seguir três cursos:Apresentar-se como infecções transitórias, em cerca de 50% dos casos, com completa eliminação do vírus,caso o organismo esteja imunologicamente competenteDeterminar o aparecimento de lesões que, por sua vez, podem regredir espontaneamente em 30 a 50% doscasosEvoluir para lesões que, mesmo após tratamento, não conduzam à eliminação viral, estabelecendo infecçõespersistentes, resistentes aos tratamentos convencionais; são consideradas de alto risco para odesenvolvimento de câncer.
Quando das lesões condilomatosas, estas podem ser únicas ou múltiplas. Ainda podem desaparecerespontaneamente ou evoluir em número e tamanho até formarem grandes massas vegetantes com o aspecto de“couve-flor”.
Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio).
A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor.
Importante: as lesões intraepitelais escamosas de baixo ou alto grau não dependem exclusivamente do tipoviral, mas sim de um complexo, e ainda não totalmente decifrado, sistema de mecanismos de agressão(patógeno) e defesa (hospedeiro). Existem lesões benignas causadas pelos tipos de alto risco e lesões malignascausadas pelos de baixo risco, ou até com os dois tipos.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: 9Sá MF, Benetti-Pinto CL.
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passage: Manifestações clínicasTrabalhar com a medicina por evidência científica permite, atualmente, afirmar que estudos genéticos comHPV demonstraram que essas infecções podem seguir três cursos:Apresentar-se como infecções transitórias, em cerca de 50% dos casos, com completa eliminação do vírus,caso o organismo esteja imunologicamente competenteDeterminar o aparecimento de lesões que, por sua vez, podem regredir espontaneamente em 30 a 50% doscasosEvoluir para lesões que, mesmo após tratamento, não conduzam à eliminação viral, estabelecendo infecçõespersistentes, resistentes aos tratamentos convencionais; são consideradas de alto risco para odesenvolvimento de câncer.
Quando das lesões condilomatosas, estas podem ser únicas ou múltiplas. Ainda podem desaparecerespontaneamente ou evoluir em número e tamanho até formarem grandes massas vegetantes com o aspecto de“couve-flor”.
Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio).
A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto.
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor.
Importante: as lesões intraepitelais escamosas de baixo ou alto grau não dependem exclusivamente do tipoviral, mas sim de um complexo, e ainda não totalmente decifrado, sistema de mecanismos de agressão(patógeno) e defesa (hospedeiro). Existem lesões benignas causadas pelos tipos de alto risco e lesões malignascausadas pelos de baixo risco, ou até com os dois tipos.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: 9Sá MF, Benetti-Pinto CL.
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passage: Manifestações clínicasTrabalhar com a medicina por evidência científica permite, atualmente, afirmar que estudos genéticos comHPV demonstraram que essas infecções podem seguir três cursos:Apresentar-se como infecções transitórias, em cerca de 50% dos casos, com completa eliminação do vírus,caso o organismo esteja imunologicamente competenteDeterminar o aparecimento de lesões que, por sua vez, podem regredir espontaneamente em 30 a 50% doscasosEvoluir para lesões que, mesmo após tratamento, não conduzam à eliminação viral, estabelecendo infecçõespersistentes, resistentes aos tratamentos convencionais; são consideradas de alto risco para odesenvolvimento de câncer.
Quando das lesões condilomatosas, estas podem ser únicas ou múltiplas. Ainda podem desaparecerespontaneamente ou evoluir em número e tamanho até formarem grandes massas vegetantes com o aspecto de“couve-flor”.
Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio).
A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto.
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: Quadro 85.1 Características das síndromes poliglandulares autoimunes juvenil (SPA I) e do adulto (SPA II a IV).
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor.
Importante: as lesões intraepitelais escamosas de baixo ou alto grau não dependem exclusivamente do tipoviral, mas sim de um complexo, e ainda não totalmente decifrado, sistema de mecanismos de agressão(patógeno) e defesa (hospedeiro). Existem lesões benignas causadas pelos tipos de alto risco e lesões malignascausadas pelos de baixo risco, ou até com os dois tipos.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: 9Sá MF, Benetti-Pinto CL.
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passage: Manifestações clínicasTrabalhar com a medicina por evidência científica permite, atualmente, afirmar que estudos genéticos comHPV demonstraram que essas infecções podem seguir três cursos:Apresentar-se como infecções transitórias, em cerca de 50% dos casos, com completa eliminação do vírus,caso o organismo esteja imunologicamente competenteDeterminar o aparecimento de lesões que, por sua vez, podem regredir espontaneamente em 30 a 50% doscasosEvoluir para lesões que, mesmo após tratamento, não conduzam à eliminação viral, estabelecendo infecçõespersistentes, resistentes aos tratamentos convencionais; são consideradas de alto risco para odesenvolvimento de câncer.
Quando das lesões condilomatosas, estas podem ser únicas ou múltiplas. Ainda podem desaparecerespontaneamente ou evoluir em número e tamanho até formarem grandes massas vegetantes com o aspecto de“couve-flor”.
Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio).
A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto.
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: Quadro 85.1 Características das síndromes poliglandulares autoimunes juvenil (SPA I) e do adulto (SPA II a IV).
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passage: Conforme discutido no Capítulo 13, a violência sexual pode resultar em infecções, inclusive ascausadas por Neisseria gonor-rhoeae, Chlamydia trachomatis, vírus do herpes simples (HSV , de herpes simplex virus), Trichomonas vaginalis e papilomavírus hu-mano (HPV , de human papillomavirus) (Fig. 14-10). A apresen-tação clínica de cada infecção é semelhante aos achados descritos em adultas. Embora algumas possam ser resultante de transmis-são vertical, o serviço de proteção à criança deve ser notificado sobre qualquer caso suspeito de abuso sexual (Cap. 13, p. 372).
■ Trauma genitalA vulva pré-puberal é menos protegida contra lesões fecha-das considerando-se a ausência dos coxins adiposos labiais (Fig. 14-11). Além disso, as crianças são mais ativas fisicamente, o que aumenta o risco de trauma. Em sua maioria, as lesões de vulva são de tipo fechado, pequeno porte e acidentais. No en-tanto, a penetração por objetos pontiagudos pode causar lesões mais graves na área vulvovaginal. Em muitos casos de trauma genital deve-se considerar a possibilidade de violência física ou abuso sexual. O manejo dos casos de trauma vulvovaginal foi apresentado em mais detalhes no Capítulo 4 (p. 127).
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor.
Importante: as lesões intraepitelais escamosas de baixo ou alto grau não dependem exclusivamente do tipoviral, mas sim de um complexo, e ainda não totalmente decifrado, sistema de mecanismos de agressão(patógeno) e defesa (hospedeiro). Existem lesões benignas causadas pelos tipos de alto risco e lesões malignascausadas pelos de baixo risco, ou até com os dois tipos.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: 9Sá MF, Benetti-Pinto CL.
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passage: Manifestações clínicasTrabalhar com a medicina por evidência científica permite, atualmente, afirmar que estudos genéticos comHPV demonstraram que essas infecções podem seguir três cursos:Apresentar-se como infecções transitórias, em cerca de 50% dos casos, com completa eliminação do vírus,caso o organismo esteja imunologicamente competenteDeterminar o aparecimento de lesões que, por sua vez, podem regredir espontaneamente em 30 a 50% doscasosEvoluir para lesões que, mesmo após tratamento, não conduzam à eliminação viral, estabelecendo infecçõespersistentes, resistentes aos tratamentos convencionais; são consideradas de alto risco para odesenvolvimento de câncer.
Quando das lesões condilomatosas, estas podem ser únicas ou múltiplas. Ainda podem desaparecerespontaneamente ou evoluir em número e tamanho até formarem grandes massas vegetantes com o aspecto de“couve-flor”.
Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio).
A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto.
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: Quadro 85.1 Características das síndromes poliglandulares autoimunes juvenil (SPA I) e do adulto (SPA II a IV).
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passage: Conforme discutido no Capítulo 13, a violência sexual pode resultar em infecções, inclusive ascausadas por Neisseria gonor-rhoeae, Chlamydia trachomatis, vírus do herpes simples (HSV , de herpes simplex virus), Trichomonas vaginalis e papilomavírus hu-mano (HPV , de human papillomavirus) (Fig. 14-10). A apresen-tação clínica de cada infecção é semelhante aos achados descritos em adultas. Embora algumas possam ser resultante de transmis-são vertical, o serviço de proteção à criança deve ser notificado sobre qualquer caso suspeito de abuso sexual (Cap. 13, p. 372).
■ Trauma genitalA vulva pré-puberal é menos protegida contra lesões fecha-das considerando-se a ausência dos coxins adiposos labiais (Fig. 14-11). Além disso, as crianças são mais ativas fisicamente, o que aumenta o risco de trauma. Em sua maioria, as lesões de vulva são de tipo fechado, pequeno porte e acidentais. No en-tanto, a penetração por objetos pontiagudos pode causar lesões mais graves na área vulvovaginal. Em muitos casos de trauma genital deve-se considerar a possibilidade de violência física ou abuso sexual. O manejo dos casos de trauma vulvovaginal foi apresentado em mais detalhes no Capítulo 4 (p. 127).
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passage: Quadro 80.4 Causas de hipocalcemia.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
Existem mais de 200 tipos, sendo 45 específicos para o epitélioanogenital. Os tipos mais frequentes, de acordo com o aumento de risco para lesão intraepitelial escamosa (SIL),são:Baixo risco: HPV 6, 11, 42, 43, 44. São encontrados, comumente, não integrados ao genoma da célulahospedeira. Estão mais presentes em lesões condilomatosas (verrugas)Alto risco: HPV 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68. Têm a capacidade de se integrarem aogenoma da célula hospedeira. Estão associados às lesões intraepiteliais escamosas, em especiaas de altograu e ao carcinoma invasor.
Importante: as lesões intraepitelais escamosas de baixo ou alto grau não dependem exclusivamente do tipoviral, mas sim de um complexo, e ainda não totalmente decifrado, sistema de mecanismos de agressão(patógeno) e defesa (hospedeiro). Existem lesões benignas causadas pelos tipos de alto risco e lesões malignascausadas pelos de baixo risco, ou até com os dois tipos.
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: 9Sá MF, Benetti-Pinto CL.
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passage: Manifestações clínicasTrabalhar com a medicina por evidência científica permite, atualmente, afirmar que estudos genéticos comHPV demonstraram que essas infecções podem seguir três cursos:Apresentar-se como infecções transitórias, em cerca de 50% dos casos, com completa eliminação do vírus,caso o organismo esteja imunologicamente competenteDeterminar o aparecimento de lesões que, por sua vez, podem regredir espontaneamente em 30 a 50% doscasosEvoluir para lesões que, mesmo após tratamento, não conduzam à eliminação viral, estabelecendo infecçõespersistentes, resistentes aos tratamentos convencionais; são consideradas de alto risco para odesenvolvimento de câncer.
Quando das lesões condilomatosas, estas podem ser únicas ou múltiplas. Ainda podem desaparecerespontaneamente ou evoluir em número e tamanho até formarem grandes massas vegetantes com o aspecto de“couve-flor”.
Podem expressar-se de forma clínica ou subclínica (mais bem visualizadas com a ajuda de instrumentos –colposcópio).
A gravidez parece facilitar expressão clínica tanto de infecção adquirida recentemente como da latente delongo tempo. Pode haver rápido crescimento de lesões associadas ao HPV. O aumento na detecção de HPV noprimeiro trimestre persiste até o 3o trimestre sem grandes mudanças, mas cai em cerca 1/3 dentro de 4 a 12semanas do parto.
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: Quadro 85.1 Características das síndromes poliglandulares autoimunes juvenil (SPA I) e do adulto (SPA II a IV).
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passage: Conforme discutido no Capítulo 13, a violência sexual pode resultar em infecções, inclusive ascausadas por Neisseria gonor-rhoeae, Chlamydia trachomatis, vírus do herpes simples (HSV , de herpes simplex virus), Trichomonas vaginalis e papilomavírus hu-mano (HPV , de human papillomavirus) (Fig. 14-10). A apresen-tação clínica de cada infecção é semelhante aos achados descritos em adultas. Embora algumas possam ser resultante de transmis-são vertical, o serviço de proteção à criança deve ser notificado sobre qualquer caso suspeito de abuso sexual (Cap. 13, p. 372).
■ Trauma genitalA vulva pré-puberal é menos protegida contra lesões fecha-das considerando-se a ausência dos coxins adiposos labiais (Fig. 14-11). Além disso, as crianças são mais ativas fisicamente, o que aumenta o risco de trauma. Em sua maioria, as lesões de vulva são de tipo fechado, pequeno porte e acidentais. No en-tanto, a penetração por objetos pontiagudos pode causar lesões mais graves na área vulvovaginal. Em muitos casos de trauma genital deve-se considerar a possibilidade de violência física ou abuso sexual. O manejo dos casos de trauma vulvovaginal foi apresentado em mais detalhes no Capítulo 4 (p. 127).
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passage: Quadro 80.4 Causas de hipocalcemia.
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passage: paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/9788579671241-por.pdf?sequence=1&isAllowed=y(3)Continuação.
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Olá! Entendo sua preocupação e é importante conversarmos abertamente sobre isso. Primeiramente, vamos esclarecer algumas coisas sobre o HPV (Papilomavírus Humano).
O HPV é um vírus muito comum, com diversos tipos, e alguns deles podem causar lesões, como verrugas, em diferentes partes do corpo, incluindo a boca e a língua. É verdade que o HPV não tem uma cura no sentido de eliminação total do vírus do organismo, mas isso não significa que a pessoa sempre será capaz de transmiti-lo ou que não possa ter uma vida normal.
Na maioria dos casos, o organismo consegue controlar o vírus e até mesmo eliminá-lo espontaneamente, principalmente quando o sistema imunológico está forte. Isso acontece em cerca de 50% dos casos. Em outros casos, o vírus pode causar lesões que, mesmo após o tratamento, podem retornar. No entanto, mesmo nessas situações, a pessoa pode ter longos períodos sem manifestações da doença e com baixa chance de transmissão.
É importante saber que a transmissão do HPV ocorre principalmente por contato direto, geralmente sexual, mas também pode acontecer por outras formas de contato íntimo. No caso do HPV na boca, a transmissão pode ocorrer pelo beijo, mas a probabilidade de isso acontecer depende de vários fatores, como a presença de lesões ativas, a carga viral e a imunidade da pessoa.
Agora, respondendo diretamente à sua pergunta: não é correto afirmar que quem tem HPV na língua nunca mais poderá beijar. O que é importante é ter consciência da situação, conversar abertamente com o parceiro(a), entender os riscos e tomar precauções.
Algumas medidas podem ajudar a diminuir o risco de transmissão, como:
* **Tratar as lesões:** Se houver verrugas ou outras lesões visíveis na boca, é fundamental procurar tratamento para removê-las ou controlá-las.
* **Fortalecer o sistema imunológico:** Uma alimentação saudável, sono adequado, prática de exercícios físicos e evitar o tabagismo podem fortalecer o sistema imunológico e ajudar o organismo a combater o vírus.
* **Higiene bucal:** Manter uma boa higiene bucal também é importante para evitar a proliferação do vírus.
Além disso, a vacina contra o HPV é uma excelente forma de prevenção, tanto para homens quanto para mulheres, e pode proteger contra os tipos de HPV mais associados ao câncer e às verrugas genitais.
Lembre-se que cada caso é único e é fundamental conversar com seu médico para avaliar sua situação específica, tirar suas dúvidas e receber as orientações adequadas. O mais importante é ter informação de qualidade e tomar decisões conscientes e responsáveis. E claro, não se sinta culpado ou envergonhado, o HPV é muito comum e existem formas de lidar com ele!
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Tenho SOP, minha menstruação está atrasada há dias. Tenho dores de cabeça, sono e ânsia. Quando tenho relações e faço alguma força, sangro. Isso pode ser gravidez?
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Olá, a síndrome do ovário policístico é uma condição endócrino-metabólica de caráter genético e hereditário. Ela se manifesta com irregularidade menstrual, acne, oleosidade excessiva da pele, excesso de pelos, cistos nos ovários, infertilidade, excesso de peso, diabetes, alterações do colesterol e doenças cardiovasculares. A mulher com SOP pode ter dificuldade para engravidar, mas não é impossível. Para aquelas que não desejam engravidar, a anticoncepção deve ser realizada. O anticoncepcional pode ajudar na irregularidade menstrual, na acne, na oleosidade da pele e no excesso de pelos. Não inicie um anticoncepcional sem a ajuda do seu médico. Se você não estava usando nenhuma anticoncepção efetiva, será necessário descartar uma gravidez. O sangramento durante a relação sexual e quando você faz força precisa ser investigado e não é um sinal de gravidez. Converse com seu médico, esclareça suas dúvidas, discuta sua anticoncepção e seu diagnóstico.
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Minha menstruação está 4 dias atrasada, posso estar grávida? “Minha menstruação está há 4 dias atrasada. Tive sangramento de escape há mais ou menos 15 dias atrás. Posso estar grávida? ” Sim, existe a possibilidade de gravidez, especialmente se você teve relação sexual desprotegida durante o período fértil. O atraso menstrual, geralmente, é o principal sintoma do começo de uma gestação. No entanto, para confirmar a gravidez é essencial a realização de um teste de gravidez ou consultar um ginecologista. Isto porque atrasos menstruais pequenos (de 1 a 8 dias) também podem acontecer por outros motivos, não estando necessariamente relacionados com uma gravidez. Quais os sintomas que podem indicar gravidez? Além do atraso menstrual, existem outros sintomas que podem fazer suspeitar de gravidez, como é o caso de náuseas, cólicas, sensação de inchaço ou sensibilidade mamária. Esses sintomas, contudo, costumam ser mais frequentes e fáceis de notar apenas a partir da quinta ou sexta semana de gestação. Confira os primeiros sintomas de gravidez e como identificar. Quantos dias de atraso podem significar gravidez? São considerados significativos atrasos menstruais com mais de 15 dias de duração. Confira com quantos dias de atraso se pode fazer o teste de gravidez
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Minha menstruação está 4 dias atrasada, posso estar grávida? “Minha menstruação está há 4 dias atrasada. Tive sangramento de escape há mais ou menos 15 dias atrás. Posso estar grávida? ” Sim, existe a possibilidade de gravidez, especialmente se você teve relação sexual desprotegida durante o período fértil. O atraso menstrual, geralmente, é o principal sintoma do começo de uma gestação. No entanto, para confirmar a gravidez é essencial a realização de um teste de gravidez ou consultar um ginecologista. Isto porque atrasos menstruais pequenos (de 1 a 8 dias) também podem acontecer por outros motivos, não estando necessariamente relacionados com uma gravidez. Quais os sintomas que podem indicar gravidez? Além do atraso menstrual, existem outros sintomas que podem fazer suspeitar de gravidez, como é o caso de náuseas, cólicas, sensação de inchaço ou sensibilidade mamária. Esses sintomas, contudo, costumam ser mais frequentes e fáceis de notar apenas a partir da quinta ou sexta semana de gestação. Confira os primeiros sintomas de gravidez e como identificar. Quantos dias de atraso podem significar gravidez? São considerados significativos atrasos menstruais com mais de 15 dias de duração. Confira com quantos dias de atraso se pode fazer o teste de gravidez
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passage: SINAIS E SINTOMASEm mulheres com SOP , as queixas têm origem em diversos efeitos endócrinos e incluem irregularidade menstrual, infer-tilidade, manifestações de excesso de androgênio ou outras disfunções endócrinas. Classicamente, os sintomas se tornam evidentes alguns anos após a puberdade.
■ Disfunção menstrualA disfunção menstrual em mulheres com SOP varia de ame-norreia a oligomenorreia até menometrorragia episódica com anemia. Em muitas mulheres com SOP , a amenorreia e à oli-gomenorreia resultam de anovulação. Nesse cenário, a ausência de ovulação impede a produção de progesterona e, evidente-mente, a queda da progesterona que desencadeia a menstrua-ção. Alternativamente, a amenorreia pode ser causada por níveis elevados de androgênios nas pacientes com SOP . Espe-cificamente, os androgênios podem neutralizar o estrogênio e produzir endométrio atrófico. Portanto, é comum observar amenorreia e camada fina de endométrio em pacientes porta-doras de SOP com níveis androgênicos elevados.
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Minha menstruação está 4 dias atrasada, posso estar grávida? “Minha menstruação está há 4 dias atrasada. Tive sangramento de escape há mais ou menos 15 dias atrás. Posso estar grávida? ” Sim, existe a possibilidade de gravidez, especialmente se você teve relação sexual desprotegida durante o período fértil. O atraso menstrual, geralmente, é o principal sintoma do começo de uma gestação. No entanto, para confirmar a gravidez é essencial a realização de um teste de gravidez ou consultar um ginecologista. Isto porque atrasos menstruais pequenos (de 1 a 8 dias) também podem acontecer por outros motivos, não estando necessariamente relacionados com uma gravidez. Quais os sintomas que podem indicar gravidez? Além do atraso menstrual, existem outros sintomas que podem fazer suspeitar de gravidez, como é o caso de náuseas, cólicas, sensação de inchaço ou sensibilidade mamária. Esses sintomas, contudo, costumam ser mais frequentes e fáceis de notar apenas a partir da quinta ou sexta semana de gestação. Confira os primeiros sintomas de gravidez e como identificar. Quantos dias de atraso podem significar gravidez? São considerados significativos atrasos menstruais com mais de 15 dias de duração. Confira com quantos dias de atraso se pode fazer o teste de gravidez
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passage: SINAIS E SINTOMASEm mulheres com SOP , as queixas têm origem em diversos efeitos endócrinos e incluem irregularidade menstrual, infer-tilidade, manifestações de excesso de androgênio ou outras disfunções endócrinas. Classicamente, os sintomas se tornam evidentes alguns anos após a puberdade.
■ Disfunção menstrualA disfunção menstrual em mulheres com SOP varia de ame-norreia a oligomenorreia até menometrorragia episódica com anemia. Em muitas mulheres com SOP , a amenorreia e à oli-gomenorreia resultam de anovulação. Nesse cenário, a ausência de ovulação impede a produção de progesterona e, evidente-mente, a queda da progesterona que desencadeia a menstrua-ção. Alternativamente, a amenorreia pode ser causada por níveis elevados de androgênios nas pacientes com SOP . Espe-cificamente, os androgênios podem neutralizar o estrogênio e produzir endométrio atrófico. Portanto, é comum observar amenorreia e camada fina de endométrio em pacientes porta-doras de SOP com níveis androgênicos elevados.
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passage: ■ InfertilidadeInfertilidade e subfertilidade são queixas frequentes em mu-lheres com SOP e resultam de ciclos anovulatórios. Além dis-so, em mulheres com infertilidade secundária à anovulação, a SOP é a causa mais comum, sendo responsável por 80 a 90% dos casos (Adams, 1986; Hull, 1987). O Capítulo 20 (p. 530) descreve com mais detalhes a avaliação e o tratamento de infer-tilidade em mulheres com SOP .
■ Perda de gravidezMulheres com SOP que engravidam apresentam taxa elevada (30 a 50%) de abortamento precoce, em comparação com a taxa média de aproximadamente 15% para a população geral (Homburg, 1998b; Regan, 1990; Sagle, 1988). A etiologia dos abortamentos precoces em mulheres com SOP não é muito clara. Inicialmente, estudos retrospectivos e observacionais mostraram associação entre hipersecreção de LH e abortamen-to (Homburg, 1998a; Howles, 1987). Entretanto, em um es-tudo prospectivo demonstrou-se que as tentativas de reduzir os níveis de LH com agonistas de GnRH não causaram efeito benéfico (Clifford, 1997).
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Minha menstruação está 4 dias atrasada, posso estar grávida? “Minha menstruação está há 4 dias atrasada. Tive sangramento de escape há mais ou menos 15 dias atrás. Posso estar grávida? ” Sim, existe a possibilidade de gravidez, especialmente se você teve relação sexual desprotegida durante o período fértil. O atraso menstrual, geralmente, é o principal sintoma do começo de uma gestação. No entanto, para confirmar a gravidez é essencial a realização de um teste de gravidez ou consultar um ginecologista. Isto porque atrasos menstruais pequenos (de 1 a 8 dias) também podem acontecer por outros motivos, não estando necessariamente relacionados com uma gravidez. Quais os sintomas que podem indicar gravidez? Além do atraso menstrual, existem outros sintomas que podem fazer suspeitar de gravidez, como é o caso de náuseas, cólicas, sensação de inchaço ou sensibilidade mamária. Esses sintomas, contudo, costumam ser mais frequentes e fáceis de notar apenas a partir da quinta ou sexta semana de gestação. Confira os primeiros sintomas de gravidez e como identificar. Quantos dias de atraso podem significar gravidez? São considerados significativos atrasos menstruais com mais de 15 dias de duração. Confira com quantos dias de atraso se pode fazer o teste de gravidez
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passage: SINAIS E SINTOMASEm mulheres com SOP , as queixas têm origem em diversos efeitos endócrinos e incluem irregularidade menstrual, infer-tilidade, manifestações de excesso de androgênio ou outras disfunções endócrinas. Classicamente, os sintomas se tornam evidentes alguns anos após a puberdade.
■ Disfunção menstrualA disfunção menstrual em mulheres com SOP varia de ame-norreia a oligomenorreia até menometrorragia episódica com anemia. Em muitas mulheres com SOP , a amenorreia e à oli-gomenorreia resultam de anovulação. Nesse cenário, a ausência de ovulação impede a produção de progesterona e, evidente-mente, a queda da progesterona que desencadeia a menstrua-ção. Alternativamente, a amenorreia pode ser causada por níveis elevados de androgênios nas pacientes com SOP . Espe-cificamente, os androgênios podem neutralizar o estrogênio e produzir endométrio atrófico. Portanto, é comum observar amenorreia e camada fina de endométrio em pacientes porta-doras de SOP com níveis androgênicos elevados.
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passage: ■ InfertilidadeInfertilidade e subfertilidade são queixas frequentes em mu-lheres com SOP e resultam de ciclos anovulatórios. Além dis-so, em mulheres com infertilidade secundária à anovulação, a SOP é a causa mais comum, sendo responsável por 80 a 90% dos casos (Adams, 1986; Hull, 1987). O Capítulo 20 (p. 530) descreve com mais detalhes a avaliação e o tratamento de infer-tilidade em mulheres com SOP .
■ Perda de gravidezMulheres com SOP que engravidam apresentam taxa elevada (30 a 50%) de abortamento precoce, em comparação com a taxa média de aproximadamente 15% para a população geral (Homburg, 1998b; Regan, 1990; Sagle, 1988). A etiologia dos abortamentos precoces em mulheres com SOP não é muito clara. Inicialmente, estudos retrospectivos e observacionais mostraram associação entre hipersecreção de LH e abortamen-to (Homburg, 1998a; Howles, 1987). Entretanto, em um es-tudo prospectivo demonstrou-se que as tentativas de reduzir os níveis de LH com agonistas de GnRH não causaram efeito benéfico (Clifford, 1997).
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passage: Muitas mulheres com SOP necessitam usar medicamentos indutores de ovulação ou fertilização in vitro para engravidar. Essas práticas aumentam substancialmente o risco de gestação multifetal, que está associada a taxas maiores de complicações maternas e neonatais (Cap. 20, p. 538).
■ Saúde psicológicaMulheres com SOP podem se apresentar com diversos pro-blemas psicossociais como ansiedade, depressão, baixa autoes-tima, redução da qualidade de vida e imagem corporal negativa (Deeks, 2010; Himelein, 2006). Se houver suspeita de depres-são, pode-se utilizar uma ferramenta de rastreamento, como a encontrada na Tabela 13-5 (p. 360).
DIAGNÓSTICOCom frequência, a SOP é considerada um diagnóstico de ex-clusão. Portanto, há indicação de excluir rotineiramente outros distúrbios potencialmente graves que possam ser confundidos clinicamente com a SOP (Tabela 17-4). Para as mulheres que se apresentem com queixa de hirsutismo, pode-se utilizar o al-goritmo apresentado na Figura 17-9.
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Minha menstruação está 4 dias atrasada, posso estar grávida? “Minha menstruação está há 4 dias atrasada. Tive sangramento de escape há mais ou menos 15 dias atrás. Posso estar grávida? ” Sim, existe a possibilidade de gravidez, especialmente se você teve relação sexual desprotegida durante o período fértil. O atraso menstrual, geralmente, é o principal sintoma do começo de uma gestação. No entanto, para confirmar a gravidez é essencial a realização de um teste de gravidez ou consultar um ginecologista. Isto porque atrasos menstruais pequenos (de 1 a 8 dias) também podem acontecer por outros motivos, não estando necessariamente relacionados com uma gravidez. Quais os sintomas que podem indicar gravidez? Além do atraso menstrual, existem outros sintomas que podem fazer suspeitar de gravidez, como é o caso de náuseas, cólicas, sensação de inchaço ou sensibilidade mamária. Esses sintomas, contudo, costumam ser mais frequentes e fáceis de notar apenas a partir da quinta ou sexta semana de gestação. Confira os primeiros sintomas de gravidez e como identificar. Quantos dias de atraso podem significar gravidez? São considerados significativos atrasos menstruais com mais de 15 dias de duração. Confira com quantos dias de atraso se pode fazer o teste de gravidez
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passage: SINAIS E SINTOMASEm mulheres com SOP , as queixas têm origem em diversos efeitos endócrinos e incluem irregularidade menstrual, infer-tilidade, manifestações de excesso de androgênio ou outras disfunções endócrinas. Classicamente, os sintomas se tornam evidentes alguns anos após a puberdade.
■ Disfunção menstrualA disfunção menstrual em mulheres com SOP varia de ame-norreia a oligomenorreia até menometrorragia episódica com anemia. Em muitas mulheres com SOP , a amenorreia e à oli-gomenorreia resultam de anovulação. Nesse cenário, a ausência de ovulação impede a produção de progesterona e, evidente-mente, a queda da progesterona que desencadeia a menstrua-ção. Alternativamente, a amenorreia pode ser causada por níveis elevados de androgênios nas pacientes com SOP . Espe-cificamente, os androgênios podem neutralizar o estrogênio e produzir endométrio atrófico. Portanto, é comum observar amenorreia e camada fina de endométrio em pacientes porta-doras de SOP com níveis androgênicos elevados.
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passage: ■ InfertilidadeInfertilidade e subfertilidade são queixas frequentes em mu-lheres com SOP e resultam de ciclos anovulatórios. Além dis-so, em mulheres com infertilidade secundária à anovulação, a SOP é a causa mais comum, sendo responsável por 80 a 90% dos casos (Adams, 1986; Hull, 1987). O Capítulo 20 (p. 530) descreve com mais detalhes a avaliação e o tratamento de infer-tilidade em mulheres com SOP .
■ Perda de gravidezMulheres com SOP que engravidam apresentam taxa elevada (30 a 50%) de abortamento precoce, em comparação com a taxa média de aproximadamente 15% para a população geral (Homburg, 1998b; Regan, 1990; Sagle, 1988). A etiologia dos abortamentos precoces em mulheres com SOP não é muito clara. Inicialmente, estudos retrospectivos e observacionais mostraram associação entre hipersecreção de LH e abortamen-to (Homburg, 1998a; Howles, 1987). Entretanto, em um es-tudo prospectivo demonstrou-se que as tentativas de reduzir os níveis de LH com agonistas de GnRH não causaram efeito benéfico (Clifford, 1997).
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passage: Muitas mulheres com SOP necessitam usar medicamentos indutores de ovulação ou fertilização in vitro para engravidar. Essas práticas aumentam substancialmente o risco de gestação multifetal, que está associada a taxas maiores de complicações maternas e neonatais (Cap. 20, p. 538).
■ Saúde psicológicaMulheres com SOP podem se apresentar com diversos pro-blemas psicossociais como ansiedade, depressão, baixa autoes-tima, redução da qualidade de vida e imagem corporal negativa (Deeks, 2010; Himelein, 2006). Se houver suspeita de depres-são, pode-se utilizar uma ferramenta de rastreamento, como a encontrada na Tabela 13-5 (p. 360).
DIAGNÓSTICOCom frequência, a SOP é considerada um diagnóstico de ex-clusão. Portanto, há indicação de excluir rotineiramente outros distúrbios potencialmente graves que possam ser confundidos clinicamente com a SOP (Tabela 17-4). Para as mulheres que se apresentem com queixa de hirsutismo, pode-se utilizar o al-goritmo apresentado na Figura 17-9.
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passage: . 3. Menstruação atrasada é sempre sinal de gravidez? As alterações na data de surgimento da menstruação geralmente são causadas por alterações nos níveis hormonais da mulher. Por isso, o atraso da menstruação nem sempre é sinal de gravidez, podendo indicar outras situações como excesso de estresse, consumo excessivo de café ou alterações em órgãos produtores de hormônios, como a hipófise, hipotálamo ou ovários. Em caso de atraso menstrual superior a 10 dias, deve-se fazer o teste de gravidez ou ir ao ginecologista. 4. Mulheres que convivem de forma muito próxima menstruam na mesma época? Como a produção hormonal depende de fatores da rotina como alimentação e estresse, mulheres que passam muito tempo juntas tendem a passar pelos mesmos fatores externos que influenciam o ciclo menstrual, o que acaba fazendo com que a produção hormonal e a época da menstruação sejam semelhantes entre elas. 5. Todas as mulheres têm TPM? A TPM, ou Tensão Pré-Menstrual é um conjunto de sintomas que surge na mulher cerca de 1 a 2 semanas antes da menstruação. Embora seja muito comum, a TPM só acontece em cerca de 80% das mulheres e, por isso, não afeta todas as mulheres que menstruam. 6
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Minha menstruação está 4 dias atrasada, posso estar grávida? “Minha menstruação está há 4 dias atrasada. Tive sangramento de escape há mais ou menos 15 dias atrás. Posso estar grávida? ” Sim, existe a possibilidade de gravidez, especialmente se você teve relação sexual desprotegida durante o período fértil. O atraso menstrual, geralmente, é o principal sintoma do começo de uma gestação. No entanto, para confirmar a gravidez é essencial a realização de um teste de gravidez ou consultar um ginecologista. Isto porque atrasos menstruais pequenos (de 1 a 8 dias) também podem acontecer por outros motivos, não estando necessariamente relacionados com uma gravidez. Quais os sintomas que podem indicar gravidez? Além do atraso menstrual, existem outros sintomas que podem fazer suspeitar de gravidez, como é o caso de náuseas, cólicas, sensação de inchaço ou sensibilidade mamária. Esses sintomas, contudo, costumam ser mais frequentes e fáceis de notar apenas a partir da quinta ou sexta semana de gestação. Confira os primeiros sintomas de gravidez e como identificar. Quantos dias de atraso podem significar gravidez? São considerados significativos atrasos menstruais com mais de 15 dias de duração. Confira com quantos dias de atraso se pode fazer o teste de gravidez
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passage: SINAIS E SINTOMASEm mulheres com SOP , as queixas têm origem em diversos efeitos endócrinos e incluem irregularidade menstrual, infer-tilidade, manifestações de excesso de androgênio ou outras disfunções endócrinas. Classicamente, os sintomas se tornam evidentes alguns anos após a puberdade.
■ Disfunção menstrualA disfunção menstrual em mulheres com SOP varia de ame-norreia a oligomenorreia até menometrorragia episódica com anemia. Em muitas mulheres com SOP , a amenorreia e à oli-gomenorreia resultam de anovulação. Nesse cenário, a ausência de ovulação impede a produção de progesterona e, evidente-mente, a queda da progesterona que desencadeia a menstrua-ção. Alternativamente, a amenorreia pode ser causada por níveis elevados de androgênios nas pacientes com SOP . Espe-cificamente, os androgênios podem neutralizar o estrogênio e produzir endométrio atrófico. Portanto, é comum observar amenorreia e camada fina de endométrio em pacientes porta-doras de SOP com níveis androgênicos elevados.
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passage: ■ InfertilidadeInfertilidade e subfertilidade são queixas frequentes em mu-lheres com SOP e resultam de ciclos anovulatórios. Além dis-so, em mulheres com infertilidade secundária à anovulação, a SOP é a causa mais comum, sendo responsável por 80 a 90% dos casos (Adams, 1986; Hull, 1987). O Capítulo 20 (p. 530) descreve com mais detalhes a avaliação e o tratamento de infer-tilidade em mulheres com SOP .
■ Perda de gravidezMulheres com SOP que engravidam apresentam taxa elevada (30 a 50%) de abortamento precoce, em comparação com a taxa média de aproximadamente 15% para a população geral (Homburg, 1998b; Regan, 1990; Sagle, 1988). A etiologia dos abortamentos precoces em mulheres com SOP não é muito clara. Inicialmente, estudos retrospectivos e observacionais mostraram associação entre hipersecreção de LH e abortamen-to (Homburg, 1998a; Howles, 1987). Entretanto, em um es-tudo prospectivo demonstrou-se que as tentativas de reduzir os níveis de LH com agonistas de GnRH não causaram efeito benéfico (Clifford, 1997).
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passage: Muitas mulheres com SOP necessitam usar medicamentos indutores de ovulação ou fertilização in vitro para engravidar. Essas práticas aumentam substancialmente o risco de gestação multifetal, que está associada a taxas maiores de complicações maternas e neonatais (Cap. 20, p. 538).
■ Saúde psicológicaMulheres com SOP podem se apresentar com diversos pro-blemas psicossociais como ansiedade, depressão, baixa autoes-tima, redução da qualidade de vida e imagem corporal negativa (Deeks, 2010; Himelein, 2006). Se houver suspeita de depres-são, pode-se utilizar uma ferramenta de rastreamento, como a encontrada na Tabela 13-5 (p. 360).
DIAGNÓSTICOCom frequência, a SOP é considerada um diagnóstico de ex-clusão. Portanto, há indicação de excluir rotineiramente outros distúrbios potencialmente graves que possam ser confundidos clinicamente com a SOP (Tabela 17-4). Para as mulheres que se apresentem com queixa de hirsutismo, pode-se utilizar o al-goritmo apresentado na Figura 17-9.
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passage: . 3. Menstruação atrasada é sempre sinal de gravidez? As alterações na data de surgimento da menstruação geralmente são causadas por alterações nos níveis hormonais da mulher. Por isso, o atraso da menstruação nem sempre é sinal de gravidez, podendo indicar outras situações como excesso de estresse, consumo excessivo de café ou alterações em órgãos produtores de hormônios, como a hipófise, hipotálamo ou ovários. Em caso de atraso menstrual superior a 10 dias, deve-se fazer o teste de gravidez ou ir ao ginecologista. 4. Mulheres que convivem de forma muito próxima menstruam na mesma época? Como a produção hormonal depende de fatores da rotina como alimentação e estresse, mulheres que passam muito tempo juntas tendem a passar pelos mesmos fatores externos que influenciam o ciclo menstrual, o que acaba fazendo com que a produção hormonal e a época da menstruação sejam semelhantes entre elas. 5. Todas as mulheres têm TPM? A TPM, ou Tensão Pré-Menstrual é um conjunto de sintomas que surge na mulher cerca de 1 a 2 semanas antes da menstruação. Embora seja muito comum, a TPM só acontece em cerca de 80% das mulheres e, por isso, não afeta todas as mulheres que menstruam. 6
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passage: . 3. A menstruação descer 2 vezes no mesmo mês pode ser sinal de gravidez? No início da gravidez, é comum que seja identificado um pequeno sangramento de cor rosa ou marrom que pode ser confundido com menstruação, no entanto é consequência da fecundação do óvulo. No entanto, apresentar o sangramento vaginal mais de uma vez por mês não indica necessariamente uma gravidez, já que algumas situações hormonais, doenças renais ou hepáticas, endometriose ou cistos de ovário, por exemplo, podem causar um ciclo menstrual com menos de 21 dias, resultando em mais de um sangramento menstrual por mês. Por isso, é importante que o ginecologista seja consultado. 4. O que pode ser a menstruação atrasada? A menstruação atrasada em mulheres com vida sexual ativa, normalmente, é logo associada a gravidez, mas isso nem sempre é verdade. Fatores como cistos nos ovários, doenças no útero, anemias, alterações psicológicas, como depressão e ansiedade, alterações na rotina, maus hábitos alimentares, dietas desequilibradas ou até mesmo o próprio estresse de estar pensando que pode ser uma gravidez, podem ser responsáveis pelo atraso na menstruação. Caso isso aconteça regularmente, durante muitos meses, deve-se procurar um ginecologista para avaliar melhor a possível causa do atraso
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Minha menstruação está 4 dias atrasada, posso estar grávida? “Minha menstruação está há 4 dias atrasada. Tive sangramento de escape há mais ou menos 15 dias atrás. Posso estar grávida? ” Sim, existe a possibilidade de gravidez, especialmente se você teve relação sexual desprotegida durante o período fértil. O atraso menstrual, geralmente, é o principal sintoma do começo de uma gestação. No entanto, para confirmar a gravidez é essencial a realização de um teste de gravidez ou consultar um ginecologista. Isto porque atrasos menstruais pequenos (de 1 a 8 dias) também podem acontecer por outros motivos, não estando necessariamente relacionados com uma gravidez. Quais os sintomas que podem indicar gravidez? Além do atraso menstrual, existem outros sintomas que podem fazer suspeitar de gravidez, como é o caso de náuseas, cólicas, sensação de inchaço ou sensibilidade mamária. Esses sintomas, contudo, costumam ser mais frequentes e fáceis de notar apenas a partir da quinta ou sexta semana de gestação. Confira os primeiros sintomas de gravidez e como identificar. Quantos dias de atraso podem significar gravidez? São considerados significativos atrasos menstruais com mais de 15 dias de duração. Confira com quantos dias de atraso se pode fazer o teste de gravidez
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passage: SINAIS E SINTOMASEm mulheres com SOP , as queixas têm origem em diversos efeitos endócrinos e incluem irregularidade menstrual, infer-tilidade, manifestações de excesso de androgênio ou outras disfunções endócrinas. Classicamente, os sintomas se tornam evidentes alguns anos após a puberdade.
■ Disfunção menstrualA disfunção menstrual em mulheres com SOP varia de ame-norreia a oligomenorreia até menometrorragia episódica com anemia. Em muitas mulheres com SOP , a amenorreia e à oli-gomenorreia resultam de anovulação. Nesse cenário, a ausência de ovulação impede a produção de progesterona e, evidente-mente, a queda da progesterona que desencadeia a menstrua-ção. Alternativamente, a amenorreia pode ser causada por níveis elevados de androgênios nas pacientes com SOP . Espe-cificamente, os androgênios podem neutralizar o estrogênio e produzir endométrio atrófico. Portanto, é comum observar amenorreia e camada fina de endométrio em pacientes porta-doras de SOP com níveis androgênicos elevados.
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passage: ■ InfertilidadeInfertilidade e subfertilidade são queixas frequentes em mu-lheres com SOP e resultam de ciclos anovulatórios. Além dis-so, em mulheres com infertilidade secundária à anovulação, a SOP é a causa mais comum, sendo responsável por 80 a 90% dos casos (Adams, 1986; Hull, 1987). O Capítulo 20 (p. 530) descreve com mais detalhes a avaliação e o tratamento de infer-tilidade em mulheres com SOP .
■ Perda de gravidezMulheres com SOP que engravidam apresentam taxa elevada (30 a 50%) de abortamento precoce, em comparação com a taxa média de aproximadamente 15% para a população geral (Homburg, 1998b; Regan, 1990; Sagle, 1988). A etiologia dos abortamentos precoces em mulheres com SOP não é muito clara. Inicialmente, estudos retrospectivos e observacionais mostraram associação entre hipersecreção de LH e abortamen-to (Homburg, 1998a; Howles, 1987). Entretanto, em um es-tudo prospectivo demonstrou-se que as tentativas de reduzir os níveis de LH com agonistas de GnRH não causaram efeito benéfico (Clifford, 1997).
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passage: Muitas mulheres com SOP necessitam usar medicamentos indutores de ovulação ou fertilização in vitro para engravidar. Essas práticas aumentam substancialmente o risco de gestação multifetal, que está associada a taxas maiores de complicações maternas e neonatais (Cap. 20, p. 538).
■ Saúde psicológicaMulheres com SOP podem se apresentar com diversos pro-blemas psicossociais como ansiedade, depressão, baixa autoes-tima, redução da qualidade de vida e imagem corporal negativa (Deeks, 2010; Himelein, 2006). Se houver suspeita de depres-são, pode-se utilizar uma ferramenta de rastreamento, como a encontrada na Tabela 13-5 (p. 360).
DIAGNÓSTICOCom frequência, a SOP é considerada um diagnóstico de ex-clusão. Portanto, há indicação de excluir rotineiramente outros distúrbios potencialmente graves que possam ser confundidos clinicamente com a SOP (Tabela 17-4). Para as mulheres que se apresentem com queixa de hirsutismo, pode-se utilizar o al-goritmo apresentado na Figura 17-9.
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passage: . 3. Menstruação atrasada é sempre sinal de gravidez? As alterações na data de surgimento da menstruação geralmente são causadas por alterações nos níveis hormonais da mulher. Por isso, o atraso da menstruação nem sempre é sinal de gravidez, podendo indicar outras situações como excesso de estresse, consumo excessivo de café ou alterações em órgãos produtores de hormônios, como a hipófise, hipotálamo ou ovários. Em caso de atraso menstrual superior a 10 dias, deve-se fazer o teste de gravidez ou ir ao ginecologista. 4. Mulheres que convivem de forma muito próxima menstruam na mesma época? Como a produção hormonal depende de fatores da rotina como alimentação e estresse, mulheres que passam muito tempo juntas tendem a passar pelos mesmos fatores externos que influenciam o ciclo menstrual, o que acaba fazendo com que a produção hormonal e a época da menstruação sejam semelhantes entre elas. 5. Todas as mulheres têm TPM? A TPM, ou Tensão Pré-Menstrual é um conjunto de sintomas que surge na mulher cerca de 1 a 2 semanas antes da menstruação. Embora seja muito comum, a TPM só acontece em cerca de 80% das mulheres e, por isso, não afeta todas as mulheres que menstruam. 6
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passage: . 3. A menstruação descer 2 vezes no mesmo mês pode ser sinal de gravidez? No início da gravidez, é comum que seja identificado um pequeno sangramento de cor rosa ou marrom que pode ser confundido com menstruação, no entanto é consequência da fecundação do óvulo. No entanto, apresentar o sangramento vaginal mais de uma vez por mês não indica necessariamente uma gravidez, já que algumas situações hormonais, doenças renais ou hepáticas, endometriose ou cistos de ovário, por exemplo, podem causar um ciclo menstrual com menos de 21 dias, resultando em mais de um sangramento menstrual por mês. Por isso, é importante que o ginecologista seja consultado. 4. O que pode ser a menstruação atrasada? A menstruação atrasada em mulheres com vida sexual ativa, normalmente, é logo associada a gravidez, mas isso nem sempre é verdade. Fatores como cistos nos ovários, doenças no útero, anemias, alterações psicológicas, como depressão e ansiedade, alterações na rotina, maus hábitos alimentares, dietas desequilibradas ou até mesmo o próprio estresse de estar pensando que pode ser uma gravidez, podem ser responsáveis pelo atraso na menstruação. Caso isso aconteça regularmente, durante muitos meses, deve-se procurar um ginecologista para avaliar melhor a possível causa do atraso
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passage: Tive uma relação desprotegida e depois menstruei, posso estar grávida? “Tive uma relação sexual desprotegida faz alguns dias e, embora minha menstruação tenha vindo depois, ainda estou preocupada. Ainda assim, posso estar grávida?” É pouco provável que a mulher que teve a menstruação poucos dias depois de uma relação desprotegida esteja grávida. A vinda da menstruação marca o início do ciclo menstrual, sendo a partir desse dia que o organismo começa a se preparar novamente para uma possível gravidez. No entanto, existe um tipo de sangramento associado à gravidez que corresponde à implantação do embrião no útero e, algumas vezes, pode ser confundido com a menstruação. Este sangramento é chamado sangramento de nidação. Confira como é o sangramento de nidação. Por isso, em caso de suspeita de uma gravidez e dependendo do intervalo de dias entre a relação desprotegida e o sangramento, é recomendado consultar um médico.
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Minha menstruação está 4 dias atrasada, posso estar grávida? “Minha menstruação está há 4 dias atrasada. Tive sangramento de escape há mais ou menos 15 dias atrás. Posso estar grávida? ” Sim, existe a possibilidade de gravidez, especialmente se você teve relação sexual desprotegida durante o período fértil. O atraso menstrual, geralmente, é o principal sintoma do começo de uma gestação. No entanto, para confirmar a gravidez é essencial a realização de um teste de gravidez ou consultar um ginecologista. Isto porque atrasos menstruais pequenos (de 1 a 8 dias) também podem acontecer por outros motivos, não estando necessariamente relacionados com uma gravidez. Quais os sintomas que podem indicar gravidez? Além do atraso menstrual, existem outros sintomas que podem fazer suspeitar de gravidez, como é o caso de náuseas, cólicas, sensação de inchaço ou sensibilidade mamária. Esses sintomas, contudo, costumam ser mais frequentes e fáceis de notar apenas a partir da quinta ou sexta semana de gestação. Confira os primeiros sintomas de gravidez e como identificar. Quantos dias de atraso podem significar gravidez? São considerados significativos atrasos menstruais com mais de 15 dias de duração. Confira com quantos dias de atraso se pode fazer o teste de gravidez
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passage: SINAIS E SINTOMASEm mulheres com SOP , as queixas têm origem em diversos efeitos endócrinos e incluem irregularidade menstrual, infer-tilidade, manifestações de excesso de androgênio ou outras disfunções endócrinas. Classicamente, os sintomas se tornam evidentes alguns anos após a puberdade.
■ Disfunção menstrualA disfunção menstrual em mulheres com SOP varia de ame-norreia a oligomenorreia até menometrorragia episódica com anemia. Em muitas mulheres com SOP , a amenorreia e à oli-gomenorreia resultam de anovulação. Nesse cenário, a ausência de ovulação impede a produção de progesterona e, evidente-mente, a queda da progesterona que desencadeia a menstrua-ção. Alternativamente, a amenorreia pode ser causada por níveis elevados de androgênios nas pacientes com SOP . Espe-cificamente, os androgênios podem neutralizar o estrogênio e produzir endométrio atrófico. Portanto, é comum observar amenorreia e camada fina de endométrio em pacientes porta-doras de SOP com níveis androgênicos elevados.
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passage: ■ InfertilidadeInfertilidade e subfertilidade são queixas frequentes em mu-lheres com SOP e resultam de ciclos anovulatórios. Além dis-so, em mulheres com infertilidade secundária à anovulação, a SOP é a causa mais comum, sendo responsável por 80 a 90% dos casos (Adams, 1986; Hull, 1987). O Capítulo 20 (p. 530) descreve com mais detalhes a avaliação e o tratamento de infer-tilidade em mulheres com SOP .
■ Perda de gravidezMulheres com SOP que engravidam apresentam taxa elevada (30 a 50%) de abortamento precoce, em comparação com a taxa média de aproximadamente 15% para a população geral (Homburg, 1998b; Regan, 1990; Sagle, 1988). A etiologia dos abortamentos precoces em mulheres com SOP não é muito clara. Inicialmente, estudos retrospectivos e observacionais mostraram associação entre hipersecreção de LH e abortamen-to (Homburg, 1998a; Howles, 1987). Entretanto, em um es-tudo prospectivo demonstrou-se que as tentativas de reduzir os níveis de LH com agonistas de GnRH não causaram efeito benéfico (Clifford, 1997).
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passage: Muitas mulheres com SOP necessitam usar medicamentos indutores de ovulação ou fertilização in vitro para engravidar. Essas práticas aumentam substancialmente o risco de gestação multifetal, que está associada a taxas maiores de complicações maternas e neonatais (Cap. 20, p. 538).
■ Saúde psicológicaMulheres com SOP podem se apresentar com diversos pro-blemas psicossociais como ansiedade, depressão, baixa autoes-tima, redução da qualidade de vida e imagem corporal negativa (Deeks, 2010; Himelein, 2006). Se houver suspeita de depres-são, pode-se utilizar uma ferramenta de rastreamento, como a encontrada na Tabela 13-5 (p. 360).
DIAGNÓSTICOCom frequência, a SOP é considerada um diagnóstico de ex-clusão. Portanto, há indicação de excluir rotineiramente outros distúrbios potencialmente graves que possam ser confundidos clinicamente com a SOP (Tabela 17-4). Para as mulheres que se apresentem com queixa de hirsutismo, pode-se utilizar o al-goritmo apresentado na Figura 17-9.
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passage: . 3. Menstruação atrasada é sempre sinal de gravidez? As alterações na data de surgimento da menstruação geralmente são causadas por alterações nos níveis hormonais da mulher. Por isso, o atraso da menstruação nem sempre é sinal de gravidez, podendo indicar outras situações como excesso de estresse, consumo excessivo de café ou alterações em órgãos produtores de hormônios, como a hipófise, hipotálamo ou ovários. Em caso de atraso menstrual superior a 10 dias, deve-se fazer o teste de gravidez ou ir ao ginecologista. 4. Mulheres que convivem de forma muito próxima menstruam na mesma época? Como a produção hormonal depende de fatores da rotina como alimentação e estresse, mulheres que passam muito tempo juntas tendem a passar pelos mesmos fatores externos que influenciam o ciclo menstrual, o que acaba fazendo com que a produção hormonal e a época da menstruação sejam semelhantes entre elas. 5. Todas as mulheres têm TPM? A TPM, ou Tensão Pré-Menstrual é um conjunto de sintomas que surge na mulher cerca de 1 a 2 semanas antes da menstruação. Embora seja muito comum, a TPM só acontece em cerca de 80% das mulheres e, por isso, não afeta todas as mulheres que menstruam. 6
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passage: . 3. A menstruação descer 2 vezes no mesmo mês pode ser sinal de gravidez? No início da gravidez, é comum que seja identificado um pequeno sangramento de cor rosa ou marrom que pode ser confundido com menstruação, no entanto é consequência da fecundação do óvulo. No entanto, apresentar o sangramento vaginal mais de uma vez por mês não indica necessariamente uma gravidez, já que algumas situações hormonais, doenças renais ou hepáticas, endometriose ou cistos de ovário, por exemplo, podem causar um ciclo menstrual com menos de 21 dias, resultando em mais de um sangramento menstrual por mês. Por isso, é importante que o ginecologista seja consultado. 4. O que pode ser a menstruação atrasada? A menstruação atrasada em mulheres com vida sexual ativa, normalmente, é logo associada a gravidez, mas isso nem sempre é verdade. Fatores como cistos nos ovários, doenças no útero, anemias, alterações psicológicas, como depressão e ansiedade, alterações na rotina, maus hábitos alimentares, dietas desequilibradas ou até mesmo o próprio estresse de estar pensando que pode ser uma gravidez, podem ser responsáveis pelo atraso na menstruação. Caso isso aconteça regularmente, durante muitos meses, deve-se procurar um ginecologista para avaliar melhor a possível causa do atraso
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passage: Tive uma relação desprotegida e depois menstruei, posso estar grávida? “Tive uma relação sexual desprotegida faz alguns dias e, embora minha menstruação tenha vindo depois, ainda estou preocupada. Ainda assim, posso estar grávida?” É pouco provável que a mulher que teve a menstruação poucos dias depois de uma relação desprotegida esteja grávida. A vinda da menstruação marca o início do ciclo menstrual, sendo a partir desse dia que o organismo começa a se preparar novamente para uma possível gravidez. No entanto, existe um tipo de sangramento associado à gravidez que corresponde à implantação do embrião no útero e, algumas vezes, pode ser confundido com a menstruação. Este sangramento é chamado sangramento de nidação. Confira como é o sangramento de nidação. Por isso, em caso de suspeita de uma gravidez e dependendo do intervalo de dias entre a relação desprotegida e o sangramento, é recomendado consultar um médico.
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passage: Tenho sintomas de gravidez ou do anticoncepcional? “No quinto dia do meu ciclo comecei a tomar anticoncepcional. Tive relações com meu namorado seis dias depois da menstruação. Estou sentindo muito enjoo, e o pé da barriga está inchado. Estou em dúvida se são só sintomas do anticoncepcional ou se é gravidez. Pode me ajudar?” Os sintomas que descreve parecem ser apenas causados pelo uso do anticoncepcional, mas caso a menstruação atrase ou não venha no período de pausa da pílula, deve fazer um teste de gravidez para descartar esta hipótese. É muito comum confundir alguns sintomas (efeitos colaterais) do uso do anticoncepcional, como sensação de inchaço, náuseas ou sensibilidade mamária, com os possíveis sintomas do início de uma gravidez, ou mesmo do período pré-menstrual. Entretanto, vale lembrar que os sintomas de uma possível gravidez são mais persistentes e podem ser mais intensos do que os sintomas causados pelo anticoncepcional, ou seja, não melhoram com a vinda da menstruação e são contínuos durante todo o mês. Caso você tenha feito o uso correto da pílula, sem esquecimentos e de preferência no mesmo horário, não há com o que se preocupar, já que o risco de gravidez é muitíssimo baixo. Contudo, se está com muitas dúvidas, consulte um ginecologista ou o seu médico de família para maiores esclarecimentos.
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Minha menstruação está 4 dias atrasada, posso estar grávida? “Minha menstruação está há 4 dias atrasada. Tive sangramento de escape há mais ou menos 15 dias atrás. Posso estar grávida? ” Sim, existe a possibilidade de gravidez, especialmente se você teve relação sexual desprotegida durante o período fértil. O atraso menstrual, geralmente, é o principal sintoma do começo de uma gestação. No entanto, para confirmar a gravidez é essencial a realização de um teste de gravidez ou consultar um ginecologista. Isto porque atrasos menstruais pequenos (de 1 a 8 dias) também podem acontecer por outros motivos, não estando necessariamente relacionados com uma gravidez. Quais os sintomas que podem indicar gravidez? Além do atraso menstrual, existem outros sintomas que podem fazer suspeitar de gravidez, como é o caso de náuseas, cólicas, sensação de inchaço ou sensibilidade mamária. Esses sintomas, contudo, costumam ser mais frequentes e fáceis de notar apenas a partir da quinta ou sexta semana de gestação. Confira os primeiros sintomas de gravidez e como identificar. Quantos dias de atraso podem significar gravidez? São considerados significativos atrasos menstruais com mais de 15 dias de duração. Confira com quantos dias de atraso se pode fazer o teste de gravidez
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passage: SINAIS E SINTOMASEm mulheres com SOP , as queixas têm origem em diversos efeitos endócrinos e incluem irregularidade menstrual, infer-tilidade, manifestações de excesso de androgênio ou outras disfunções endócrinas. Classicamente, os sintomas se tornam evidentes alguns anos após a puberdade.
■ Disfunção menstrualA disfunção menstrual em mulheres com SOP varia de ame-norreia a oligomenorreia até menometrorragia episódica com anemia. Em muitas mulheres com SOP , a amenorreia e à oli-gomenorreia resultam de anovulação. Nesse cenário, a ausência de ovulação impede a produção de progesterona e, evidente-mente, a queda da progesterona que desencadeia a menstrua-ção. Alternativamente, a amenorreia pode ser causada por níveis elevados de androgênios nas pacientes com SOP . Espe-cificamente, os androgênios podem neutralizar o estrogênio e produzir endométrio atrófico. Portanto, é comum observar amenorreia e camada fina de endométrio em pacientes porta-doras de SOP com níveis androgênicos elevados.
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passage: ■ InfertilidadeInfertilidade e subfertilidade são queixas frequentes em mu-lheres com SOP e resultam de ciclos anovulatórios. Além dis-so, em mulheres com infertilidade secundária à anovulação, a SOP é a causa mais comum, sendo responsável por 80 a 90% dos casos (Adams, 1986; Hull, 1987). O Capítulo 20 (p. 530) descreve com mais detalhes a avaliação e o tratamento de infer-tilidade em mulheres com SOP .
■ Perda de gravidezMulheres com SOP que engravidam apresentam taxa elevada (30 a 50%) de abortamento precoce, em comparação com a taxa média de aproximadamente 15% para a população geral (Homburg, 1998b; Regan, 1990; Sagle, 1988). A etiologia dos abortamentos precoces em mulheres com SOP não é muito clara. Inicialmente, estudos retrospectivos e observacionais mostraram associação entre hipersecreção de LH e abortamen-to (Homburg, 1998a; Howles, 1987). Entretanto, em um es-tudo prospectivo demonstrou-se que as tentativas de reduzir os níveis de LH com agonistas de GnRH não causaram efeito benéfico (Clifford, 1997).
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passage: Muitas mulheres com SOP necessitam usar medicamentos indutores de ovulação ou fertilização in vitro para engravidar. Essas práticas aumentam substancialmente o risco de gestação multifetal, que está associada a taxas maiores de complicações maternas e neonatais (Cap. 20, p. 538).
■ Saúde psicológicaMulheres com SOP podem se apresentar com diversos pro-blemas psicossociais como ansiedade, depressão, baixa autoes-tima, redução da qualidade de vida e imagem corporal negativa (Deeks, 2010; Himelein, 2006). Se houver suspeita de depres-são, pode-se utilizar uma ferramenta de rastreamento, como a encontrada na Tabela 13-5 (p. 360).
DIAGNÓSTICOCom frequência, a SOP é considerada um diagnóstico de ex-clusão. Portanto, há indicação de excluir rotineiramente outros distúrbios potencialmente graves que possam ser confundidos clinicamente com a SOP (Tabela 17-4). Para as mulheres que se apresentem com queixa de hirsutismo, pode-se utilizar o al-goritmo apresentado na Figura 17-9.
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passage: . 3. Menstruação atrasada é sempre sinal de gravidez? As alterações na data de surgimento da menstruação geralmente são causadas por alterações nos níveis hormonais da mulher. Por isso, o atraso da menstruação nem sempre é sinal de gravidez, podendo indicar outras situações como excesso de estresse, consumo excessivo de café ou alterações em órgãos produtores de hormônios, como a hipófise, hipotálamo ou ovários. Em caso de atraso menstrual superior a 10 dias, deve-se fazer o teste de gravidez ou ir ao ginecologista. 4. Mulheres que convivem de forma muito próxima menstruam na mesma época? Como a produção hormonal depende de fatores da rotina como alimentação e estresse, mulheres que passam muito tempo juntas tendem a passar pelos mesmos fatores externos que influenciam o ciclo menstrual, o que acaba fazendo com que a produção hormonal e a época da menstruação sejam semelhantes entre elas. 5. Todas as mulheres têm TPM? A TPM, ou Tensão Pré-Menstrual é um conjunto de sintomas que surge na mulher cerca de 1 a 2 semanas antes da menstruação. Embora seja muito comum, a TPM só acontece em cerca de 80% das mulheres e, por isso, não afeta todas as mulheres que menstruam. 6
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passage: . 3. A menstruação descer 2 vezes no mesmo mês pode ser sinal de gravidez? No início da gravidez, é comum que seja identificado um pequeno sangramento de cor rosa ou marrom que pode ser confundido com menstruação, no entanto é consequência da fecundação do óvulo. No entanto, apresentar o sangramento vaginal mais de uma vez por mês não indica necessariamente uma gravidez, já que algumas situações hormonais, doenças renais ou hepáticas, endometriose ou cistos de ovário, por exemplo, podem causar um ciclo menstrual com menos de 21 dias, resultando em mais de um sangramento menstrual por mês. Por isso, é importante que o ginecologista seja consultado. 4. O que pode ser a menstruação atrasada? A menstruação atrasada em mulheres com vida sexual ativa, normalmente, é logo associada a gravidez, mas isso nem sempre é verdade. Fatores como cistos nos ovários, doenças no útero, anemias, alterações psicológicas, como depressão e ansiedade, alterações na rotina, maus hábitos alimentares, dietas desequilibradas ou até mesmo o próprio estresse de estar pensando que pode ser uma gravidez, podem ser responsáveis pelo atraso na menstruação. Caso isso aconteça regularmente, durante muitos meses, deve-se procurar um ginecologista para avaliar melhor a possível causa do atraso
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passage: Tive uma relação desprotegida e depois menstruei, posso estar grávida? “Tive uma relação sexual desprotegida faz alguns dias e, embora minha menstruação tenha vindo depois, ainda estou preocupada. Ainda assim, posso estar grávida?” É pouco provável que a mulher que teve a menstruação poucos dias depois de uma relação desprotegida esteja grávida. A vinda da menstruação marca o início do ciclo menstrual, sendo a partir desse dia que o organismo começa a se preparar novamente para uma possível gravidez. No entanto, existe um tipo de sangramento associado à gravidez que corresponde à implantação do embrião no útero e, algumas vezes, pode ser confundido com a menstruação. Este sangramento é chamado sangramento de nidação. Confira como é o sangramento de nidação. Por isso, em caso de suspeita de uma gravidez e dependendo do intervalo de dias entre a relação desprotegida e o sangramento, é recomendado consultar um médico.
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passage: Tenho sintomas de gravidez ou do anticoncepcional? “No quinto dia do meu ciclo comecei a tomar anticoncepcional. Tive relações com meu namorado seis dias depois da menstruação. Estou sentindo muito enjoo, e o pé da barriga está inchado. Estou em dúvida se são só sintomas do anticoncepcional ou se é gravidez. Pode me ajudar?” Os sintomas que descreve parecem ser apenas causados pelo uso do anticoncepcional, mas caso a menstruação atrase ou não venha no período de pausa da pílula, deve fazer um teste de gravidez para descartar esta hipótese. É muito comum confundir alguns sintomas (efeitos colaterais) do uso do anticoncepcional, como sensação de inchaço, náuseas ou sensibilidade mamária, com os possíveis sintomas do início de uma gravidez, ou mesmo do período pré-menstrual. Entretanto, vale lembrar que os sintomas de uma possível gravidez são mais persistentes e podem ser mais intensos do que os sintomas causados pelo anticoncepcional, ou seja, não melhoram com a vinda da menstruação e são contínuos durante todo o mês. Caso você tenha feito o uso correto da pílula, sem esquecimentos e de preferência no mesmo horário, não há com o que se preocupar, já que o risco de gravidez é muitíssimo baixo. Contudo, se está com muitas dúvidas, consulte um ginecologista ou o seu médico de família para maiores esclarecimentos.
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passage: . Teve relações sexuais sem preservativo ou outro método contraceptivo, como DIU, implante ou pílula? Sim Não 2. Notou um pequeno corrimento rosado ou marrom 10 a 14 dias após a última relação? Sim Não 3. Tem mudanças repentinas de humor, principalmente irritabilidade e choro sem motivo aparente? Sim Não 4. Sente náuseas e/ou vômitos pela manhã? Sim Não 5. Tem sentido falta de interesse por atividades que costumava gostar, como fazer compras ou ler? Sim Não 6. Tem desejos por alimentos ou combinações pouco comuns? Sim Não 7. Os sintomas dificultam a realização de suas atividades diárias? Sim Não 8. Os sintomas começaram 1 a 2 semanas antes da data prevista da menstruação? Sim Não 9. Tem corrimento vaginal mais espesso que o normal? Sim Não 10. Tem evitado socializar com outras pessoas ou ir a eventos por causa dos sintomas? Sim Não 11. Sente que é mais difícil para você se concentrar? Sim Não 12
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Olá! Entendo sua preocupação com o atraso menstrual, as dores de cabeça, o sono, as ânsias e o sangramento após esforço, especialmente considerando que você tem SOP. É compreensível que a possibilidade de gravidez venha à mente.
Primeiramente, é importante lembrar que a SOP, como você sabe, já causa irregularidades menstruais, então o atraso pode estar relacionado a isso. A SOP pode levar à ausência de ovulação, o que afeta a produção de progesterona e, consequentemente, a menstruação. Níveis elevados de androgênios também podem influenciar o ciclo menstrual.
No entanto, os sintomas que você descreve (dores de cabeça, sono, ânsias) também podem ser sinais de gravidez, embora sejam comuns em outras condições também. O sangramento após o esforço é algo que merece atenção. Embora possa ocorrer no início da gravidez, um sangramento como este também pode indicar outras condições que precisam ser investigadas.
Considerando todos esses fatores, o ideal é que você faça um teste de gravidez para descartar ou confirmar essa possibilidade. Mesmo que o resultado seja negativo, é crucial agendar uma consulta com seu ginecologista para investigar a causa do sangramento após o esforço e o atraso menstrual, levando em conta o seu diagnóstico de SOP. Ele poderá solicitar exames complementares, como ultrassonografia e dosagens hormonais, para entender melhor o que está acontecendo e te orientar sobre o tratamento adequado.
Lembre-se que mulheres com SOP podem ter mais dificuldade para engravidar e, infelizmente, uma taxa um pouco maior de aborto espontâneo no início da gestação, mas isso não significa que seja impossível ter uma gestação saudável.
Além disso, é importante cuidar da sua saúde mental, pois a SOP pode estar associada a ansiedade e depressão. Converse com seu médico sobre como você está se sentindo emocionalmente para que ele possa te ajudar nesse aspecto também.
Não hesite em procurar ajuda médica o quanto antes para que você possa ter um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado para suas necessidades individuais. Estou à disposição para ajudar no que for preciso!
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20,843
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Tenho um cisto folicular medindo alguns milímetros. Posso engravidar? É preciso algum procedimento cirúrgico?
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Olá! A sua avaliação clínica, incluindo a história médica, suas queixas e o exame físico, é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. A avaliação completa das características do cisto por meio do ultrassom é importante, incluindo o tamanho, a cápsula, os septos, a vascularização ao Doppler e a presença de papilas, entre outros. Marcadores tumorais podem ser importantes para o diagnóstico, e a ressonância magnética pode trazer informações adicionais. A maior parte dos cistos ovarianos resulta do próprio funcionamento do ovário, ou seja, são funcionais, não geram sintomas como dor pélvica e não precisam de qualquer tratamento medicamentoso ou cirúrgico. Se o ultrassom for repetido em alguns meses, o cisto irá desaparecer. O anticoncepcional não trata o cisto. O cisto não irá dificultar uma gravidez. Se deseja engravidar, use o ácido fólico antes da gravidez, faça seus exames periódicos e de rotina, converse com seu médico, esclareça suas dúvidas e agende a sua consulta.
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passage: . Saiba mais o que é ascite e como tratar. Por isso, o recomendado é fazer a indução da ovulação com acompanhamento de um médico, pois serão prescritas as doses corretas para cada mulher e após o uso dos medicamentos devem ser realizados ultrassonografias para acompanhamento da ovulação, evitando o aparecimento de complicações. Como os cistos no ovários podem provocar dificuldades para engravidar, veja um vídeo com mais dicas do que fazer para diminuir esse problema de saúde: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações
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passage: . Saiba mais o que é ascite e como tratar. Por isso, o recomendado é fazer a indução da ovulação com acompanhamento de um médico, pois serão prescritas as doses corretas para cada mulher e após o uso dos medicamentos devem ser realizados ultrassonografias para acompanhamento da ovulação, evitando o aparecimento de complicações. Como os cistos no ovários podem provocar dificuldades para engravidar, veja um vídeo com mais dicas do que fazer para diminuir esse problema de saúde: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Saiba mais o que é ascite e como tratar. Por isso, o recomendado é fazer a indução da ovulação com acompanhamento de um médico, pois serão prescritas as doses corretas para cada mulher e após o uso dos medicamentos devem ser realizados ultrassonografias para acompanhamento da ovulação, evitando o aparecimento de complicações. Como os cistos no ovários podem provocar dificuldades para engravidar, veja um vídeo com mais dicas do que fazer para diminuir esse problema de saúde: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Hoffman_18.indd 496 03/10/13 17:03497cíclica (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2002). É necessária excisão cirúrgica dos bulbos rudimentares sintomáticos. Nos casos de agenesia mülleriana, a concepção tradicional é impossível, embora a reprodução seja viável usan-do recuperação de oócitos, fertilização in vitro e implantação em útero substituto.
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passage: . Saiba mais o que é ascite e como tratar. Por isso, o recomendado é fazer a indução da ovulação com acompanhamento de um médico, pois serão prescritas as doses corretas para cada mulher e após o uso dos medicamentos devem ser realizados ultrassonografias para acompanhamento da ovulação, evitando o aparecimento de complicações. Como os cistos no ovários podem provocar dificuldades para engravidar, veja um vídeo com mais dicas do que fazer para diminuir esse problema de saúde: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Hoffman_18.indd 496 03/10/13 17:03497cíclica (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2002). É necessária excisão cirúrgica dos bulbos rudimentares sintomáticos. Nos casos de agenesia mülleriana, a concepção tradicional é impossível, embora a reprodução seja viável usan-do recuperação de oócitos, fertilização in vitro e implantação em útero substituto.
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passage: um anel colorido brilhante em razão da maior vascularização adjacente ao cisto (Swire, 2004; Yoffe, 1991). Esse anel de fogo também é comum nas gestações ectópicas (Fig. 7-7, p. 205).
Se assintomática, a paciente com achados de cisto ova-riano funcional pode ser mantida em observação. Contudo, a avaliação cirúrgica frequentemente é necessária em caso de cistos persistentes.
Cistos teca luteínicosT rata-se de um tipo raro de cisto folicular, caracterizado por lu-teinização e hipertrofia da camada interna da teca. Formam-se cistos múltiplos bilaterais de parede lisa com diâmetro variando de 1 a 4 cm (Russell, 2009). O quadro é denominado hyperre-actio lutealis, e acredita-se que os cistos resultem de estimulação causada por aumento de LH ou de b-hCG. As situações mais co-mumente associadas são doença trofoblástica gestacional, gesta-ção multifetal, diabetes melito, hidropsia fetal e hiperestimulação ovariana nas técnicas de reprodução assistida (Fig. 37-4, p. 901). Esses cistos normalmente se resolvem espontaneamente após a suspensão da estimulação hormonal. A torção pode complicar o quadro e deve ser tratada conforme descrito na p. 270.
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passage: . Saiba mais o que é ascite e como tratar. Por isso, o recomendado é fazer a indução da ovulação com acompanhamento de um médico, pois serão prescritas as doses corretas para cada mulher e após o uso dos medicamentos devem ser realizados ultrassonografias para acompanhamento da ovulação, evitando o aparecimento de complicações. Como os cistos no ovários podem provocar dificuldades para engravidar, veja um vídeo com mais dicas do que fazer para diminuir esse problema de saúde: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Hoffman_18.indd 496 03/10/13 17:03497cíclica (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2002). É necessária excisão cirúrgica dos bulbos rudimentares sintomáticos. Nos casos de agenesia mülleriana, a concepção tradicional é impossível, embora a reprodução seja viável usan-do recuperação de oócitos, fertilização in vitro e implantação em útero substituto.
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passage: um anel colorido brilhante em razão da maior vascularização adjacente ao cisto (Swire, 2004; Yoffe, 1991). Esse anel de fogo também é comum nas gestações ectópicas (Fig. 7-7, p. 205).
Se assintomática, a paciente com achados de cisto ova-riano funcional pode ser mantida em observação. Contudo, a avaliação cirúrgica frequentemente é necessária em caso de cistos persistentes.
Cistos teca luteínicosT rata-se de um tipo raro de cisto folicular, caracterizado por lu-teinização e hipertrofia da camada interna da teca. Formam-se cistos múltiplos bilaterais de parede lisa com diâmetro variando de 1 a 4 cm (Russell, 2009). O quadro é denominado hyperre-actio lutealis, e acredita-se que os cistos resultem de estimulação causada por aumento de LH ou de b-hCG. As situações mais co-mumente associadas são doença trofoblástica gestacional, gesta-ção multifetal, diabetes melito, hidropsia fetal e hiperestimulação ovariana nas técnicas de reprodução assistida (Fig. 37-4, p. 901). Esses cistos normalmente se resolvem espontaneamente após a suspensão da estimulação hormonal. A torção pode complicar o quadro e deve ser tratada conforme descrito na p. 270.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Saiba mais o que é ascite e como tratar. Por isso, o recomendado é fazer a indução da ovulação com acompanhamento de um médico, pois serão prescritas as doses corretas para cada mulher e após o uso dos medicamentos devem ser realizados ultrassonografias para acompanhamento da ovulação, evitando o aparecimento de complicações. Como os cistos no ovários podem provocar dificuldades para engravidar, veja um vídeo com mais dicas do que fazer para diminuir esse problema de saúde: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Hoffman_18.indd 496 03/10/13 17:03497cíclica (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2002). É necessária excisão cirúrgica dos bulbos rudimentares sintomáticos. Nos casos de agenesia mülleriana, a concepção tradicional é impossível, embora a reprodução seja viável usan-do recuperação de oócitos, fertilização in vitro e implantação em útero substituto.
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passage: um anel colorido brilhante em razão da maior vascularização adjacente ao cisto (Swire, 2004; Yoffe, 1991). Esse anel de fogo também é comum nas gestações ectópicas (Fig. 7-7, p. 205).
Se assintomática, a paciente com achados de cisto ova-riano funcional pode ser mantida em observação. Contudo, a avaliação cirúrgica frequentemente é necessária em caso de cistos persistentes.
Cistos teca luteínicosT rata-se de um tipo raro de cisto folicular, caracterizado por lu-teinização e hipertrofia da camada interna da teca. Formam-se cistos múltiplos bilaterais de parede lisa com diâmetro variando de 1 a 4 cm (Russell, 2009). O quadro é denominado hyperre-actio lutealis, e acredita-se que os cistos resultem de estimulação causada por aumento de LH ou de b-hCG. As situações mais co-mumente associadas são doença trofoblástica gestacional, gesta-ção multifetal, diabetes melito, hidropsia fetal e hiperestimulação ovariana nas técnicas de reprodução assistida (Fig. 37-4, p. 901). Esses cistos normalmente se resolvem espontaneamente após a suspensão da estimulação hormonal. A torção pode complicar o quadro e deve ser tratada conforme descrito na p. 270.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Sendo o tamanho dos cistos proporcional à atividade gonadotrófica da massa trofoblástica, sua avaliaçãovolumétrica (> 6 cm) constitui um dado relevante no estabelecimento do fator prognóstico, podendo serresponsável pela lenta queda da hCG no acompanhamento pós-molar e maior risco de progressão para a NTG(Tiezzi et al.
, 2005).
■Sabe-se que 3% das pacientes com gravidez molar e cistos tecaluteínicos de volume exagerado podem tercomplicações, necessitando de abordagem por cirurgião habilidoso. Casos de abdome agudo podem seroriginados por torção anexial, conforme relatado por Özdemir et al.
(2011), ou até mesmo ruptura dos cistosvolumosos, tornando imprescindível a exploração cirúrgica por laparotomia ou laparoscopia. Considerandosempre a possibilidade de preservação dos ovários, o cirurgião deve buscar sinais de necrose, que podem serindicadores da necessidade de uma cirurgia mutiladora da fertilidade (Özdemir et al.
, 2011; Escobar-Ponce et al.
,2013).
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passage: . Saiba mais o que é ascite e como tratar. Por isso, o recomendado é fazer a indução da ovulação com acompanhamento de um médico, pois serão prescritas as doses corretas para cada mulher e após o uso dos medicamentos devem ser realizados ultrassonografias para acompanhamento da ovulação, evitando o aparecimento de complicações. Como os cistos no ovários podem provocar dificuldades para engravidar, veja um vídeo com mais dicas do que fazer para diminuir esse problema de saúde: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Hoffman_18.indd 496 03/10/13 17:03497cíclica (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2002). É necessária excisão cirúrgica dos bulbos rudimentares sintomáticos. Nos casos de agenesia mülleriana, a concepção tradicional é impossível, embora a reprodução seja viável usan-do recuperação de oócitos, fertilização in vitro e implantação em útero substituto.
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passage: um anel colorido brilhante em razão da maior vascularização adjacente ao cisto (Swire, 2004; Yoffe, 1991). Esse anel de fogo também é comum nas gestações ectópicas (Fig. 7-7, p. 205).
Se assintomática, a paciente com achados de cisto ova-riano funcional pode ser mantida em observação. Contudo, a avaliação cirúrgica frequentemente é necessária em caso de cistos persistentes.
Cistos teca luteínicosT rata-se de um tipo raro de cisto folicular, caracterizado por lu-teinização e hipertrofia da camada interna da teca. Formam-se cistos múltiplos bilaterais de parede lisa com diâmetro variando de 1 a 4 cm (Russell, 2009). O quadro é denominado hyperre-actio lutealis, e acredita-se que os cistos resultem de estimulação causada por aumento de LH ou de b-hCG. As situações mais co-mumente associadas são doença trofoblástica gestacional, gesta-ção multifetal, diabetes melito, hidropsia fetal e hiperestimulação ovariana nas técnicas de reprodução assistida (Fig. 37-4, p. 901). Esses cistos normalmente se resolvem espontaneamente após a suspensão da estimulação hormonal. A torção pode complicar o quadro e deve ser tratada conforme descrito na p. 270.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Sendo o tamanho dos cistos proporcional à atividade gonadotrófica da massa trofoblástica, sua avaliaçãovolumétrica (> 6 cm) constitui um dado relevante no estabelecimento do fator prognóstico, podendo serresponsável pela lenta queda da hCG no acompanhamento pós-molar e maior risco de progressão para a NTG(Tiezzi et al.
, 2005).
■Sabe-se que 3% das pacientes com gravidez molar e cistos tecaluteínicos de volume exagerado podem tercomplicações, necessitando de abordagem por cirurgião habilidoso. Casos de abdome agudo podem seroriginados por torção anexial, conforme relatado por Özdemir et al.
(2011), ou até mesmo ruptura dos cistosvolumosos, tornando imprescindível a exploração cirúrgica por laparotomia ou laparoscopia. Considerandosempre a possibilidade de preservação dos ovários, o cirurgião deve buscar sinais de necrose, que podem serindicadores da necessidade de uma cirurgia mutiladora da fertilidade (Özdemir et al.
, 2011; Escobar-Ponce et al.
,2013).
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passage: . No entanto, especialmente em caso de dificuldade para ter filhos é recomendado consultar um urologista para que a causa do problema seja identificada e iniciar o tratamento mais adequado, se indicado.
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passage: . Saiba mais o que é ascite e como tratar. Por isso, o recomendado é fazer a indução da ovulação com acompanhamento de um médico, pois serão prescritas as doses corretas para cada mulher e após o uso dos medicamentos devem ser realizados ultrassonografias para acompanhamento da ovulação, evitando o aparecimento de complicações. Como os cistos no ovários podem provocar dificuldades para engravidar, veja um vídeo com mais dicas do que fazer para diminuir esse problema de saúde: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Hoffman_18.indd 496 03/10/13 17:03497cíclica (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2002). É necessária excisão cirúrgica dos bulbos rudimentares sintomáticos. Nos casos de agenesia mülleriana, a concepção tradicional é impossível, embora a reprodução seja viável usan-do recuperação de oócitos, fertilização in vitro e implantação em útero substituto.
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passage: um anel colorido brilhante em razão da maior vascularização adjacente ao cisto (Swire, 2004; Yoffe, 1991). Esse anel de fogo também é comum nas gestações ectópicas (Fig. 7-7, p. 205).
Se assintomática, a paciente com achados de cisto ova-riano funcional pode ser mantida em observação. Contudo, a avaliação cirúrgica frequentemente é necessária em caso de cistos persistentes.
Cistos teca luteínicosT rata-se de um tipo raro de cisto folicular, caracterizado por lu-teinização e hipertrofia da camada interna da teca. Formam-se cistos múltiplos bilaterais de parede lisa com diâmetro variando de 1 a 4 cm (Russell, 2009). O quadro é denominado hyperre-actio lutealis, e acredita-se que os cistos resultem de estimulação causada por aumento de LH ou de b-hCG. As situações mais co-mumente associadas são doença trofoblástica gestacional, gesta-ção multifetal, diabetes melito, hidropsia fetal e hiperestimulação ovariana nas técnicas de reprodução assistida (Fig. 37-4, p. 901). Esses cistos normalmente se resolvem espontaneamente após a suspensão da estimulação hormonal. A torção pode complicar o quadro e deve ser tratada conforme descrito na p. 270.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Sendo o tamanho dos cistos proporcional à atividade gonadotrófica da massa trofoblástica, sua avaliaçãovolumétrica (> 6 cm) constitui um dado relevante no estabelecimento do fator prognóstico, podendo serresponsável pela lenta queda da hCG no acompanhamento pós-molar e maior risco de progressão para a NTG(Tiezzi et al.
, 2005).
■Sabe-se que 3% das pacientes com gravidez molar e cistos tecaluteínicos de volume exagerado podem tercomplicações, necessitando de abordagem por cirurgião habilidoso. Casos de abdome agudo podem seroriginados por torção anexial, conforme relatado por Özdemir et al.
(2011), ou até mesmo ruptura dos cistosvolumosos, tornando imprescindível a exploração cirúrgica por laparotomia ou laparoscopia. Considerandosempre a possibilidade de preservação dos ovários, o cirurgião deve buscar sinais de necrose, que podem serindicadores da necessidade de uma cirurgia mutiladora da fertilidade (Özdemir et al.
, 2011; Escobar-Ponce et al.
,2013).
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passage: . No entanto, especialmente em caso de dificuldade para ter filhos é recomendado consultar um urologista para que a causa do problema seja identificada e iniciar o tratamento mais adequado, se indicado.
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passage: . Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra. Helizabet Ribeiro, ginecologista especializada em endometriose que esclarece todas as dúvidas sobre a essa doença:
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passage: . Saiba mais o que é ascite e como tratar. Por isso, o recomendado é fazer a indução da ovulação com acompanhamento de um médico, pois serão prescritas as doses corretas para cada mulher e após o uso dos medicamentos devem ser realizados ultrassonografias para acompanhamento da ovulação, evitando o aparecimento de complicações. Como os cistos no ovários podem provocar dificuldades para engravidar, veja um vídeo com mais dicas do que fazer para diminuir esse problema de saúde: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Hoffman_18.indd 496 03/10/13 17:03497cíclica (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2002). É necessária excisão cirúrgica dos bulbos rudimentares sintomáticos. Nos casos de agenesia mülleriana, a concepção tradicional é impossível, embora a reprodução seja viável usan-do recuperação de oócitos, fertilização in vitro e implantação em útero substituto.
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passage: um anel colorido brilhante em razão da maior vascularização adjacente ao cisto (Swire, 2004; Yoffe, 1991). Esse anel de fogo também é comum nas gestações ectópicas (Fig. 7-7, p. 205).
Se assintomática, a paciente com achados de cisto ova-riano funcional pode ser mantida em observação. Contudo, a avaliação cirúrgica frequentemente é necessária em caso de cistos persistentes.
Cistos teca luteínicosT rata-se de um tipo raro de cisto folicular, caracterizado por lu-teinização e hipertrofia da camada interna da teca. Formam-se cistos múltiplos bilaterais de parede lisa com diâmetro variando de 1 a 4 cm (Russell, 2009). O quadro é denominado hyperre-actio lutealis, e acredita-se que os cistos resultem de estimulação causada por aumento de LH ou de b-hCG. As situações mais co-mumente associadas são doença trofoblástica gestacional, gesta-ção multifetal, diabetes melito, hidropsia fetal e hiperestimulação ovariana nas técnicas de reprodução assistida (Fig. 37-4, p. 901). Esses cistos normalmente se resolvem espontaneamente após a suspensão da estimulação hormonal. A torção pode complicar o quadro e deve ser tratada conforme descrito na p. 270.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Sendo o tamanho dos cistos proporcional à atividade gonadotrófica da massa trofoblástica, sua avaliaçãovolumétrica (> 6 cm) constitui um dado relevante no estabelecimento do fator prognóstico, podendo serresponsável pela lenta queda da hCG no acompanhamento pós-molar e maior risco de progressão para a NTG(Tiezzi et al.
, 2005).
■Sabe-se que 3% das pacientes com gravidez molar e cistos tecaluteínicos de volume exagerado podem tercomplicações, necessitando de abordagem por cirurgião habilidoso. Casos de abdome agudo podem seroriginados por torção anexial, conforme relatado por Özdemir et al.
(2011), ou até mesmo ruptura dos cistosvolumosos, tornando imprescindível a exploração cirúrgica por laparotomia ou laparoscopia. Considerandosempre a possibilidade de preservação dos ovários, o cirurgião deve buscar sinais de necrose, que podem serindicadores da necessidade de uma cirurgia mutiladora da fertilidade (Özdemir et al.
, 2011; Escobar-Ponce et al.
,2013).
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passage: . No entanto, especialmente em caso de dificuldade para ter filhos é recomendado consultar um urologista para que a causa do problema seja identificada e iniciar o tratamento mais adequado, se indicado.
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passage: . Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra. Helizabet Ribeiro, ginecologista especializada em endometriose que esclarece todas as dúvidas sobre a essa doença:
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passage: Excisão do cisto. Uma vez removido, o cisto deve ser enviado para exame patológico intraoperatório com técnica de congelamento. O leito ovariano é examinado e pontos de san-gramento são coagulados. Nos casos em que cistos volumosos tenham estirado e afinado a superfície do ovário, o excesso de cápsula pode ser removido com lâmina de bisturi. Essa excisão é realizada para restaurar a ana-tomia normal do ovário. Mas como há folícu-los ovarianos contidos no interior da cápsula, ainda que muito afinada, esse tecido deve ser preservado tanto quanto possível.
Fechamento do ovário. O leito ova-riano é então fechado em camadas com fio 3-0 ou 4-0 de absorção lenta. Essas suturas reaproximam o tecido ovariano que ante-riormente circundava o cisto de ambos os lados (Fig. 41-5.3). Nos casos em que que a superfície ovariana tenha sofrido afinamen-to, a ponta da agulha não deve atravessar a cápsula. A sutura resultante exposta sobre a superfície ovariana pode aumentar a forma-ção de aderência.
A incisão do ovário é fechada com pon-tos subcorticais interrompidos (de forma se-melhante à sutura intradérmica) com fio 4-0 ou 5-0 de absorção lenta.
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passage: . Saiba mais o que é ascite e como tratar. Por isso, o recomendado é fazer a indução da ovulação com acompanhamento de um médico, pois serão prescritas as doses corretas para cada mulher e após o uso dos medicamentos devem ser realizados ultrassonografias para acompanhamento da ovulação, evitando o aparecimento de complicações. Como os cistos no ovários podem provocar dificuldades para engravidar, veja um vídeo com mais dicas do que fazer para diminuir esse problema de saúde: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Hoffman_18.indd 496 03/10/13 17:03497cíclica (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2002). É necessária excisão cirúrgica dos bulbos rudimentares sintomáticos. Nos casos de agenesia mülleriana, a concepção tradicional é impossível, embora a reprodução seja viável usan-do recuperação de oócitos, fertilização in vitro e implantação em útero substituto.
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passage: um anel colorido brilhante em razão da maior vascularização adjacente ao cisto (Swire, 2004; Yoffe, 1991). Esse anel de fogo também é comum nas gestações ectópicas (Fig. 7-7, p. 205).
Se assintomática, a paciente com achados de cisto ova-riano funcional pode ser mantida em observação. Contudo, a avaliação cirúrgica frequentemente é necessária em caso de cistos persistentes.
Cistos teca luteínicosT rata-se de um tipo raro de cisto folicular, caracterizado por lu-teinização e hipertrofia da camada interna da teca. Formam-se cistos múltiplos bilaterais de parede lisa com diâmetro variando de 1 a 4 cm (Russell, 2009). O quadro é denominado hyperre-actio lutealis, e acredita-se que os cistos resultem de estimulação causada por aumento de LH ou de b-hCG. As situações mais co-mumente associadas são doença trofoblástica gestacional, gesta-ção multifetal, diabetes melito, hidropsia fetal e hiperestimulação ovariana nas técnicas de reprodução assistida (Fig. 37-4, p. 901). Esses cistos normalmente se resolvem espontaneamente após a suspensão da estimulação hormonal. A torção pode complicar o quadro e deve ser tratada conforme descrito na p. 270.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Sendo o tamanho dos cistos proporcional à atividade gonadotrófica da massa trofoblástica, sua avaliaçãovolumétrica (> 6 cm) constitui um dado relevante no estabelecimento do fator prognóstico, podendo serresponsável pela lenta queda da hCG no acompanhamento pós-molar e maior risco de progressão para a NTG(Tiezzi et al.
, 2005).
■Sabe-se que 3% das pacientes com gravidez molar e cistos tecaluteínicos de volume exagerado podem tercomplicações, necessitando de abordagem por cirurgião habilidoso. Casos de abdome agudo podem seroriginados por torção anexial, conforme relatado por Özdemir et al.
(2011), ou até mesmo ruptura dos cistosvolumosos, tornando imprescindível a exploração cirúrgica por laparotomia ou laparoscopia. Considerandosempre a possibilidade de preservação dos ovários, o cirurgião deve buscar sinais de necrose, que podem serindicadores da necessidade de uma cirurgia mutiladora da fertilidade (Özdemir et al.
, 2011; Escobar-Ponce et al.
,2013).
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passage: . No entanto, especialmente em caso de dificuldade para ter filhos é recomendado consultar um urologista para que a causa do problema seja identificada e iniciar o tratamento mais adequado, se indicado.
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passage: . Entretanto, algumas mulheres que sofrem de endometriose, precisam estimular a ovulação com tratamentos, para conseguir engravidar. Veja mais informações sobre engravidar com endometriose. Assista o vídeo com a Dra. Helizabet Ribeiro, ginecologista especializada em endometriose que esclarece todas as dúvidas sobre a essa doença:
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passage: Excisão do cisto. Uma vez removido, o cisto deve ser enviado para exame patológico intraoperatório com técnica de congelamento. O leito ovariano é examinado e pontos de san-gramento são coagulados. Nos casos em que cistos volumosos tenham estirado e afinado a superfície do ovário, o excesso de cápsula pode ser removido com lâmina de bisturi. Essa excisão é realizada para restaurar a ana-tomia normal do ovário. Mas como há folícu-los ovarianos contidos no interior da cápsula, ainda que muito afinada, esse tecido deve ser preservado tanto quanto possível.
Fechamento do ovário. O leito ova-riano é então fechado em camadas com fio 3-0 ou 4-0 de absorção lenta. Essas suturas reaproximam o tecido ovariano que ante-riormente circundava o cisto de ambos os lados (Fig. 41-5.3). Nos casos em que que a superfície ovariana tenha sofrido afinamen-to, a ponta da agulha não deve atravessar a cápsula. A sutura resultante exposta sobre a superfície ovariana pode aumentar a forma-ção de aderência.
A incisão do ovário é fechada com pon-tos subcorticais interrompidos (de forma se-melhante à sutura intradérmica) com fio 4-0 ou 5-0 de absorção lenta.
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passage: . Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias
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Olá! Entendo sua preocupação com o cisto folicular e o desejo de engravidar. Fique tranquila, vamos conversar sobre isso.
Primeiramente, é importante saber que cistos foliculares são muito comuns e, na maioria das vezes, não impedem a gravidez. Eles se formam durante o ciclo menstrual, quando um folículo (onde o óvulo se desenvolve) não libera o óvulo e continua a crescer, formando um pequeno cisto.
Como você mencionou que o seu cisto tem alguns milímetros, é um tamanho considerado pequeno. Cistos foliculares pequenos geralmente são assintomáticos e desaparecem sozinhos dentro de alguns ciclos menstruais. Na maioria dos casos, eles não causam problemas para engravidar e não exigem nenhum tratamento específico.
Em relação à necessidade de cirurgia, ela é raramente necessária para cistos foliculares, especialmente quando são pequenos e não causam sintomas. A cirurgia só seria considerada em casos de cistos grandes, persistentes, que causam dor intensa ou outros sintomas, ou se houver suspeita de alguma outra condição.
No seu caso, com um cisto folicular de poucos milímetros, a conduta mais provável seria o acompanhamento. Isso pode envolver ultrassonografias seriadas para monitorar o tamanho do cisto e verificar se ele está desaparecendo espontaneamente.
Se você está tentando engravidar e tem alguma dificuldade, é importante investigar outras possíveis causas. Pode ser interessante monitorar seus ciclos menstruais, verificar se você está ovulando regularmente e, se necessário, realizar outros exames para avaliar sua saúde reprodutiva.
É importante ressaltar que, se o cisto persistir ou aumentar de tamanho, ou se você apresentar outros sintomas, como dor pélvica, sangramento irregular ou sensação de inchaço, é fundamental retornar para uma nova avaliação.
Lembre-se que cada caso é único, e o acompanhamento individualizado é essencial para garantir a melhor conduta para você. Fico à disposição para responder a outras perguntas e te acompanhar nessa jornada!
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Sobre o coletor menstrual, ele pode causar endometriose?
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É fundamental lavar as mãos com água e sabão antes do manuseio, tanto de absorventes quanto de coletores menstruais. O coletor menstrual não causa endometriose e não está relacionado com essa condição.
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passage: ■ Defeitos anatômicosA obstrução do trato de saída do sistema reprodutivo pode pre-dispor ao desenvolvimento da endometriose, provavelmente em função do aumento da menstruação retrógrada (Breech, 1999). Como consequência, a endometriose tem sido identi-ficada em mulheres com corno uterino não comunicante, hí-men imperfurado e septo vaginal transverso (Capítulo 18, p. 492) (Schattman, 1995). Em razão dessa associação, sugere-se laparoscopia diagnóstica para identificar e tratar endometriose no momento da cirurgia corretiva para muitas dessas anorma-lidades. Acredita-se que o reparo desses defeitos reduza o ris-co de desenvolvimento da endometriose (Joki-Erkkila, 2003; Rock, 1982).
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passage: ■ Defeitos anatômicosA obstrução do trato de saída do sistema reprodutivo pode pre-dispor ao desenvolvimento da endometriose, provavelmente em função do aumento da menstruação retrógrada (Breech, 1999). Como consequência, a endometriose tem sido identi-ficada em mulheres com corno uterino não comunicante, hí-men imperfurado e septo vaginal transverso (Capítulo 18, p. 492) (Schattman, 1995). Em razão dessa associação, sugere-se laparoscopia diagnóstica para identificar e tratar endometriose no momento da cirurgia corretiva para muitas dessas anorma-lidades. Acredita-se que o reparo desses defeitos reduza o ris-co de desenvolvimento da endometriose (Joki-Erkkila, 2003; Rock, 1982).
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passage: . Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero. Ela causa limitação nas contrações uterinas, dor e infertilidade, entre outras coisas. Quem tem endometriose pode ter problemas em outros órgãos (intestinos e ovários, por exemplo), devido ao processo inflamatório que causa fora do útero. Se você sente o útero tremer, é possível que não seja endometriose — a não ser que os movimentos do intestino sejam responsáveis por isso. Quando se preocupar? Quando os movimentos do útero não são normais, com contrações que diferem do padrão, isso pode vir acompanhado de fluxo menstrual intenso, cólicas na parte baixa da barriga e dor em outras regiões da barriga. Nesse caso, os sintomas podem estar associados com problemas de fertilidade, gravidez ectópica, abortos e endometriose. Quando tiver esses sintomas, procure um médico de família ou ginecologista para saber qual é o problema e qual o tratamento indicado.
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passage: ■ Defeitos anatômicosA obstrução do trato de saída do sistema reprodutivo pode pre-dispor ao desenvolvimento da endometriose, provavelmente em função do aumento da menstruação retrógrada (Breech, 1999). Como consequência, a endometriose tem sido identi-ficada em mulheres com corno uterino não comunicante, hí-men imperfurado e septo vaginal transverso (Capítulo 18, p. 492) (Schattman, 1995). Em razão dessa associação, sugere-se laparoscopia diagnóstica para identificar e tratar endometriose no momento da cirurgia corretiva para muitas dessas anorma-lidades. Acredita-se que o reparo desses defeitos reduza o ris-co de desenvolvimento da endometriose (Joki-Erkkila, 2003; Rock, 1982).
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passage: . Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero. Ela causa limitação nas contrações uterinas, dor e infertilidade, entre outras coisas. Quem tem endometriose pode ter problemas em outros órgãos (intestinos e ovários, por exemplo), devido ao processo inflamatório que causa fora do útero. Se você sente o útero tremer, é possível que não seja endometriose — a não ser que os movimentos do intestino sejam responsáveis por isso. Quando se preocupar? Quando os movimentos do útero não são normais, com contrações que diferem do padrão, isso pode vir acompanhado de fluxo menstrual intenso, cólicas na parte baixa da barriga e dor em outras regiões da barriga. Nesse caso, os sintomas podem estar associados com problemas de fertilidade, gravidez ectópica, abortos e endometriose. Quando tiver esses sintomas, procure um médico de família ou ginecologista para saber qual é o problema e qual o tratamento indicado.
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passage: . Veja como colocar o coletor menstrual. Quem não deve usar O disco menstrual não deve ser usado após o parto, pois é uma fase em que o colo do útero está mais sensível, ou mulheres com suspeita de infecções vaginais. Além disso, apesar de não ser contraindicado, algumas mulheres com vaginismo ou útero inclinado ou retrovertido podem sentir desconforto ao usar o disco menstrual, devendo ter orientação do ginecologista. Riscos do uso do disco menstrual O disco menstrual é considerado seguro, no entanto, assim como os absorventes internos ou o copo menstrual, pode causar choque tóxico, que é uma infecção bacteriana associada ao uso prolongado desses dispositivos menstruais. Saiba identificar os sintomas do choque tóxico. Por isso, é importante realizar a limpeza do disco menstrual sempre que é retirado e fazer a esterilização do produto antes de utilizar pela primeira vez e sempre antes da menstruação e após a menstruação.
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passage: ■ Defeitos anatômicosA obstrução do trato de saída do sistema reprodutivo pode pre-dispor ao desenvolvimento da endometriose, provavelmente em função do aumento da menstruação retrógrada (Breech, 1999). Como consequência, a endometriose tem sido identi-ficada em mulheres com corno uterino não comunicante, hí-men imperfurado e septo vaginal transverso (Capítulo 18, p. 492) (Schattman, 1995). Em razão dessa associação, sugere-se laparoscopia diagnóstica para identificar e tratar endometriose no momento da cirurgia corretiva para muitas dessas anorma-lidades. Acredita-se que o reparo desses defeitos reduza o ris-co de desenvolvimento da endometriose (Joki-Erkkila, 2003; Rock, 1982).
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passage: . Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero. Ela causa limitação nas contrações uterinas, dor e infertilidade, entre outras coisas. Quem tem endometriose pode ter problemas em outros órgãos (intestinos e ovários, por exemplo), devido ao processo inflamatório que causa fora do útero. Se você sente o útero tremer, é possível que não seja endometriose — a não ser que os movimentos do intestino sejam responsáveis por isso. Quando se preocupar? Quando os movimentos do útero não são normais, com contrações que diferem do padrão, isso pode vir acompanhado de fluxo menstrual intenso, cólicas na parte baixa da barriga e dor em outras regiões da barriga. Nesse caso, os sintomas podem estar associados com problemas de fertilidade, gravidez ectópica, abortos e endometriose. Quando tiver esses sintomas, procure um médico de família ou ginecologista para saber qual é o problema e qual o tratamento indicado.
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passage: . Veja como colocar o coletor menstrual. Quem não deve usar O disco menstrual não deve ser usado após o parto, pois é uma fase em que o colo do útero está mais sensível, ou mulheres com suspeita de infecções vaginais. Além disso, apesar de não ser contraindicado, algumas mulheres com vaginismo ou útero inclinado ou retrovertido podem sentir desconforto ao usar o disco menstrual, devendo ter orientação do ginecologista. Riscos do uso do disco menstrual O disco menstrual é considerado seguro, no entanto, assim como os absorventes internos ou o copo menstrual, pode causar choque tóxico, que é uma infecção bacteriana associada ao uso prolongado desses dispositivos menstruais. Saiba identificar os sintomas do choque tóxico. Por isso, é importante realizar a limpeza do disco menstrual sempre que é retirado e fazer a esterilização do produto antes de utilizar pela primeira vez e sempre antes da menstruação e após a menstruação.
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passage: ■ Sítios anatômicosA endometriose pode se desenvolver em qualquer sítio dentro da pelve e em outras superfícies peritoneais extrapélvicas. O mais comum é encontrar a endometriose nas áreas dependen-tes da pelve. Ovário, peritônio pélvico, fundo de saco anterior e posterior e ligamentos uterossacrais costumam estar com-prometidos (Fig. 10-3). Além disso, septo retovaginal, ureter e, raramente, bexiga, pericárdio, cicatrizes cirúrgicas e pleura podem ser afetados. Em uma revisão patológica revelou-se que a endometriose foi identificada em todos os órgãos, exceto o baço (Markham, 1989). Os sítios raros de endometriose po-dem apresentar sintomas cíclicos atípicos. Por exemplo, mu-lheres com endometriose no trato urinário podem descrever sintomas cíclicos de irritação ao urinar e hematúria; aquelas com envolvimento retossigmoide podem relatar sangramento retal cíclico, e lesões pleurais foram associadas a pneumotó-rax menstrual e hemoptise (Price, 1996; Roberts, 2003; Ryu, 2007; Sciume, 2004).
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passage: ■ Defeitos anatômicosA obstrução do trato de saída do sistema reprodutivo pode pre-dispor ao desenvolvimento da endometriose, provavelmente em função do aumento da menstruação retrógrada (Breech, 1999). Como consequência, a endometriose tem sido identi-ficada em mulheres com corno uterino não comunicante, hí-men imperfurado e septo vaginal transverso (Capítulo 18, p. 492) (Schattman, 1995). Em razão dessa associação, sugere-se laparoscopia diagnóstica para identificar e tratar endometriose no momento da cirurgia corretiva para muitas dessas anorma-lidades. Acredita-se que o reparo desses defeitos reduza o ris-co de desenvolvimento da endometriose (Joki-Erkkila, 2003; Rock, 1982).
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passage: . Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero. Ela causa limitação nas contrações uterinas, dor e infertilidade, entre outras coisas. Quem tem endometriose pode ter problemas em outros órgãos (intestinos e ovários, por exemplo), devido ao processo inflamatório que causa fora do útero. Se você sente o útero tremer, é possível que não seja endometriose — a não ser que os movimentos do intestino sejam responsáveis por isso. Quando se preocupar? Quando os movimentos do útero não são normais, com contrações que diferem do padrão, isso pode vir acompanhado de fluxo menstrual intenso, cólicas na parte baixa da barriga e dor em outras regiões da barriga. Nesse caso, os sintomas podem estar associados com problemas de fertilidade, gravidez ectópica, abortos e endometriose. Quando tiver esses sintomas, procure um médico de família ou ginecologista para saber qual é o problema e qual o tratamento indicado.
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passage: . Veja como colocar o coletor menstrual. Quem não deve usar O disco menstrual não deve ser usado após o parto, pois é uma fase em que o colo do útero está mais sensível, ou mulheres com suspeita de infecções vaginais. Além disso, apesar de não ser contraindicado, algumas mulheres com vaginismo ou útero inclinado ou retrovertido podem sentir desconforto ao usar o disco menstrual, devendo ter orientação do ginecologista. Riscos do uso do disco menstrual O disco menstrual é considerado seguro, no entanto, assim como os absorventes internos ou o copo menstrual, pode causar choque tóxico, que é uma infecção bacteriana associada ao uso prolongado desses dispositivos menstruais. Saiba identificar os sintomas do choque tóxico. Por isso, é importante realizar a limpeza do disco menstrual sempre que é retirado e fazer a esterilização do produto antes de utilizar pela primeira vez e sempre antes da menstruação e após a menstruação.
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passage: ■ Sítios anatômicosA endometriose pode se desenvolver em qualquer sítio dentro da pelve e em outras superfícies peritoneais extrapélvicas. O mais comum é encontrar a endometriose nas áreas dependen-tes da pelve. Ovário, peritônio pélvico, fundo de saco anterior e posterior e ligamentos uterossacrais costumam estar com-prometidos (Fig. 10-3). Além disso, septo retovaginal, ureter e, raramente, bexiga, pericárdio, cicatrizes cirúrgicas e pleura podem ser afetados. Em uma revisão patológica revelou-se que a endometriose foi identificada em todos os órgãos, exceto o baço (Markham, 1989). Os sítios raros de endometriose po-dem apresentar sintomas cíclicos atípicos. Por exemplo, mu-lheres com endometriose no trato urinário podem descrever sintomas cíclicos de irritação ao urinar e hematúria; aquelas com envolvimento retossigmoide podem relatar sangramento retal cíclico, e lesões pleurais foram associadas a pneumotó-rax menstrual e hemoptise (Price, 1996; Roberts, 2003; Ryu, 2007; Sciume, 2004).
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passage: Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015).
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passage: ■ Defeitos anatômicosA obstrução do trato de saída do sistema reprodutivo pode pre-dispor ao desenvolvimento da endometriose, provavelmente em função do aumento da menstruação retrógrada (Breech, 1999). Como consequência, a endometriose tem sido identi-ficada em mulheres com corno uterino não comunicante, hí-men imperfurado e septo vaginal transverso (Capítulo 18, p. 492) (Schattman, 1995). Em razão dessa associação, sugere-se laparoscopia diagnóstica para identificar e tratar endometriose no momento da cirurgia corretiva para muitas dessas anorma-lidades. Acredita-se que o reparo desses defeitos reduza o ris-co de desenvolvimento da endometriose (Joki-Erkkila, 2003; Rock, 1982).
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passage: . Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero. Ela causa limitação nas contrações uterinas, dor e infertilidade, entre outras coisas. Quem tem endometriose pode ter problemas em outros órgãos (intestinos e ovários, por exemplo), devido ao processo inflamatório que causa fora do útero. Se você sente o útero tremer, é possível que não seja endometriose — a não ser que os movimentos do intestino sejam responsáveis por isso. Quando se preocupar? Quando os movimentos do útero não são normais, com contrações que diferem do padrão, isso pode vir acompanhado de fluxo menstrual intenso, cólicas na parte baixa da barriga e dor em outras regiões da barriga. Nesse caso, os sintomas podem estar associados com problemas de fertilidade, gravidez ectópica, abortos e endometriose. Quando tiver esses sintomas, procure um médico de família ou ginecologista para saber qual é o problema e qual o tratamento indicado.
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passage: . Veja como colocar o coletor menstrual. Quem não deve usar O disco menstrual não deve ser usado após o parto, pois é uma fase em que o colo do útero está mais sensível, ou mulheres com suspeita de infecções vaginais. Além disso, apesar de não ser contraindicado, algumas mulheres com vaginismo ou útero inclinado ou retrovertido podem sentir desconforto ao usar o disco menstrual, devendo ter orientação do ginecologista. Riscos do uso do disco menstrual O disco menstrual é considerado seguro, no entanto, assim como os absorventes internos ou o copo menstrual, pode causar choque tóxico, que é uma infecção bacteriana associada ao uso prolongado desses dispositivos menstruais. Saiba identificar os sintomas do choque tóxico. Por isso, é importante realizar a limpeza do disco menstrual sempre que é retirado e fazer a esterilização do produto antes de utilizar pela primeira vez e sempre antes da menstruação e após a menstruação.
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passage: ■ Sítios anatômicosA endometriose pode se desenvolver em qualquer sítio dentro da pelve e em outras superfícies peritoneais extrapélvicas. O mais comum é encontrar a endometriose nas áreas dependen-tes da pelve. Ovário, peritônio pélvico, fundo de saco anterior e posterior e ligamentos uterossacrais costumam estar com-prometidos (Fig. 10-3). Além disso, septo retovaginal, ureter e, raramente, bexiga, pericárdio, cicatrizes cirúrgicas e pleura podem ser afetados. Em uma revisão patológica revelou-se que a endometriose foi identificada em todos os órgãos, exceto o baço (Markham, 1989). Os sítios raros de endometriose po-dem apresentar sintomas cíclicos atípicos. Por exemplo, mu-lheres com endometriose no trato urinário podem descrever sintomas cíclicos de irritação ao urinar e hematúria; aquelas com envolvimento retossigmoide podem relatar sangramento retal cíclico, e lesões pleurais foram associadas a pneumotó-rax menstrual e hemoptise (Price, 1996; Roberts, 2003; Ryu, 2007; Sciume, 2004).
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passage: Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015).
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passage: . Além disso, este tipo de menstruação geralmente é acompanhada de cheiro fétido, corrimento marrom antes ou depois da menstruação, dor pélvica e febre acima de 38º C. Confira outros sinais e sintomas que podem indicar alguma IST. O que fazer: é importante que o ginecologista seja consultado para que possa ser iniciado o tratamento com o antibiótico mais adequado, de acordo com o tipo de IST. Além disso, é recomendado que o casal realize o tratamento, mesmo que não existam sintomas, pois dessa forma é possível prevenir reinfecção. 6. Endometriose A endometriose consiste no crescimento de tecido endometrial fora do útero, podendo provocar fortes dores na região pélvica e sangramento preto ou escuro, tipo borra de café, que podem acontecer tanto durante o ciclo menstrual como fora do ciclo. Nestes casos, a menstruação além de preta ou escura também é mais prolongada, podendo demorar mais de 7 dias para acabar. O que fazer: em caso de suspeita deve-se ir ao ginecologista para que possam ser realizados exames que avaliam o útero e a região pélvica como um todo e, assim, seja possível verificar a gravidade da endometriose e a necessidade de realizar cirurgia para tratar a endometriose. 7
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passage: ■ Defeitos anatômicosA obstrução do trato de saída do sistema reprodutivo pode pre-dispor ao desenvolvimento da endometriose, provavelmente em função do aumento da menstruação retrógrada (Breech, 1999). Como consequência, a endometriose tem sido identi-ficada em mulheres com corno uterino não comunicante, hí-men imperfurado e septo vaginal transverso (Capítulo 18, p. 492) (Schattman, 1995). Em razão dessa associação, sugere-se laparoscopia diagnóstica para identificar e tratar endometriose no momento da cirurgia corretiva para muitas dessas anorma-lidades. Acredita-se que o reparo desses defeitos reduza o ris-co de desenvolvimento da endometriose (Joki-Erkkila, 2003; Rock, 1982).
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passage: . Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero. Ela causa limitação nas contrações uterinas, dor e infertilidade, entre outras coisas. Quem tem endometriose pode ter problemas em outros órgãos (intestinos e ovários, por exemplo), devido ao processo inflamatório que causa fora do útero. Se você sente o útero tremer, é possível que não seja endometriose — a não ser que os movimentos do intestino sejam responsáveis por isso. Quando se preocupar? Quando os movimentos do útero não são normais, com contrações que diferem do padrão, isso pode vir acompanhado de fluxo menstrual intenso, cólicas na parte baixa da barriga e dor em outras regiões da barriga. Nesse caso, os sintomas podem estar associados com problemas de fertilidade, gravidez ectópica, abortos e endometriose. Quando tiver esses sintomas, procure um médico de família ou ginecologista para saber qual é o problema e qual o tratamento indicado.
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passage: . Veja como colocar o coletor menstrual. Quem não deve usar O disco menstrual não deve ser usado após o parto, pois é uma fase em que o colo do útero está mais sensível, ou mulheres com suspeita de infecções vaginais. Além disso, apesar de não ser contraindicado, algumas mulheres com vaginismo ou útero inclinado ou retrovertido podem sentir desconforto ao usar o disco menstrual, devendo ter orientação do ginecologista. Riscos do uso do disco menstrual O disco menstrual é considerado seguro, no entanto, assim como os absorventes internos ou o copo menstrual, pode causar choque tóxico, que é uma infecção bacteriana associada ao uso prolongado desses dispositivos menstruais. Saiba identificar os sintomas do choque tóxico. Por isso, é importante realizar a limpeza do disco menstrual sempre que é retirado e fazer a esterilização do produto antes de utilizar pela primeira vez e sempre antes da menstruação e após a menstruação.
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passage: ■ Sítios anatômicosA endometriose pode se desenvolver em qualquer sítio dentro da pelve e em outras superfícies peritoneais extrapélvicas. O mais comum é encontrar a endometriose nas áreas dependen-tes da pelve. Ovário, peritônio pélvico, fundo de saco anterior e posterior e ligamentos uterossacrais costumam estar com-prometidos (Fig. 10-3). Além disso, septo retovaginal, ureter e, raramente, bexiga, pericárdio, cicatrizes cirúrgicas e pleura podem ser afetados. Em uma revisão patológica revelou-se que a endometriose foi identificada em todos os órgãos, exceto o baço (Markham, 1989). Os sítios raros de endometriose po-dem apresentar sintomas cíclicos atípicos. Por exemplo, mu-lheres com endometriose no trato urinário podem descrever sintomas cíclicos de irritação ao urinar e hematúria; aquelas com envolvimento retossigmoide podem relatar sangramento retal cíclico, e lesões pleurais foram associadas a pneumotó-rax menstrual e hemoptise (Price, 1996; Roberts, 2003; Ryu, 2007; Sciume, 2004).
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passage: Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015).
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passage: . Além disso, este tipo de menstruação geralmente é acompanhada de cheiro fétido, corrimento marrom antes ou depois da menstruação, dor pélvica e febre acima de 38º C. Confira outros sinais e sintomas que podem indicar alguma IST. O que fazer: é importante que o ginecologista seja consultado para que possa ser iniciado o tratamento com o antibiótico mais adequado, de acordo com o tipo de IST. Além disso, é recomendado que o casal realize o tratamento, mesmo que não existam sintomas, pois dessa forma é possível prevenir reinfecção. 6. Endometriose A endometriose consiste no crescimento de tecido endometrial fora do útero, podendo provocar fortes dores na região pélvica e sangramento preto ou escuro, tipo borra de café, que podem acontecer tanto durante o ciclo menstrual como fora do ciclo. Nestes casos, a menstruação além de preta ou escura também é mais prolongada, podendo demorar mais de 7 dias para acabar. O que fazer: em caso de suspeita deve-se ir ao ginecologista para que possam ser realizados exames que avaliam o útero e a região pélvica como um todo e, assim, seja possível verificar a gravidade da endometriose e a necessidade de realizar cirurgia para tratar a endometriose. 7
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passage: Embora a palpação de órgão pélvico possa auxiliar no diagnóstico, a sensibilidade e a especificidade dolorosa focal pélvica para detecção da endometriose são altamente variáveis, entre 36 e 90% e 32 e 92%, respectivamente (Chapron, 2002; Eskenazi, 2001; Koninckx, 1996; Ripps, 1992). Por exemplo, Chapron e colaboradores (2002) palparam nódulo doloroso em 43% das pacientes com endometriose infiltrante profunda. Em outro estudo com 91 mulheres portadoras de dor pélvi-ca crônica e endometriose confirmada cirurgicamente, o exa-me bimanual havia sido normal em 47% das vezes (Nezhat, 1994). As nodularidades pélvicas secundárias à endometriose podem ser mais facilmente detectadas pelo exame bimanual durante as menstruações (Koninckx, 1996).
■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação.
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passage: ■ Defeitos anatômicosA obstrução do trato de saída do sistema reprodutivo pode pre-dispor ao desenvolvimento da endometriose, provavelmente em função do aumento da menstruação retrógrada (Breech, 1999). Como consequência, a endometriose tem sido identi-ficada em mulheres com corno uterino não comunicante, hí-men imperfurado e septo vaginal transverso (Capítulo 18, p. 492) (Schattman, 1995). Em razão dessa associação, sugere-se laparoscopia diagnóstica para identificar e tratar endometriose no momento da cirurgia corretiva para muitas dessas anorma-lidades. Acredita-se que o reparo desses defeitos reduza o ris-co de desenvolvimento da endometriose (Joki-Erkkila, 2003; Rock, 1982).
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passage: . Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero. Ela causa limitação nas contrações uterinas, dor e infertilidade, entre outras coisas. Quem tem endometriose pode ter problemas em outros órgãos (intestinos e ovários, por exemplo), devido ao processo inflamatório que causa fora do útero. Se você sente o útero tremer, é possível que não seja endometriose — a não ser que os movimentos do intestino sejam responsáveis por isso. Quando se preocupar? Quando os movimentos do útero não são normais, com contrações que diferem do padrão, isso pode vir acompanhado de fluxo menstrual intenso, cólicas na parte baixa da barriga e dor em outras regiões da barriga. Nesse caso, os sintomas podem estar associados com problemas de fertilidade, gravidez ectópica, abortos e endometriose. Quando tiver esses sintomas, procure um médico de família ou ginecologista para saber qual é o problema e qual o tratamento indicado.
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passage: . Veja como colocar o coletor menstrual. Quem não deve usar O disco menstrual não deve ser usado após o parto, pois é uma fase em que o colo do útero está mais sensível, ou mulheres com suspeita de infecções vaginais. Além disso, apesar de não ser contraindicado, algumas mulheres com vaginismo ou útero inclinado ou retrovertido podem sentir desconforto ao usar o disco menstrual, devendo ter orientação do ginecologista. Riscos do uso do disco menstrual O disco menstrual é considerado seguro, no entanto, assim como os absorventes internos ou o copo menstrual, pode causar choque tóxico, que é uma infecção bacteriana associada ao uso prolongado desses dispositivos menstruais. Saiba identificar os sintomas do choque tóxico. Por isso, é importante realizar a limpeza do disco menstrual sempre que é retirado e fazer a esterilização do produto antes de utilizar pela primeira vez e sempre antes da menstruação e após a menstruação.
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passage: ■ Sítios anatômicosA endometriose pode se desenvolver em qualquer sítio dentro da pelve e em outras superfícies peritoneais extrapélvicas. O mais comum é encontrar a endometriose nas áreas dependen-tes da pelve. Ovário, peritônio pélvico, fundo de saco anterior e posterior e ligamentos uterossacrais costumam estar com-prometidos (Fig. 10-3). Além disso, septo retovaginal, ureter e, raramente, bexiga, pericárdio, cicatrizes cirúrgicas e pleura podem ser afetados. Em uma revisão patológica revelou-se que a endometriose foi identificada em todos os órgãos, exceto o baço (Markham, 1989). Os sítios raros de endometriose po-dem apresentar sintomas cíclicos atípicos. Por exemplo, mu-lheres com endometriose no trato urinário podem descrever sintomas cíclicos de irritação ao urinar e hematúria; aquelas com envolvimento retossigmoide podem relatar sangramento retal cíclico, e lesões pleurais foram associadas a pneumotó-rax menstrual e hemoptise (Price, 1996; Roberts, 2003; Ryu, 2007; Sciume, 2004).
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passage: Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015).
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passage: . Além disso, este tipo de menstruação geralmente é acompanhada de cheiro fétido, corrimento marrom antes ou depois da menstruação, dor pélvica e febre acima de 38º C. Confira outros sinais e sintomas que podem indicar alguma IST. O que fazer: é importante que o ginecologista seja consultado para que possa ser iniciado o tratamento com o antibiótico mais adequado, de acordo com o tipo de IST. Além disso, é recomendado que o casal realize o tratamento, mesmo que não existam sintomas, pois dessa forma é possível prevenir reinfecção. 6. Endometriose A endometriose consiste no crescimento de tecido endometrial fora do útero, podendo provocar fortes dores na região pélvica e sangramento preto ou escuro, tipo borra de café, que podem acontecer tanto durante o ciclo menstrual como fora do ciclo. Nestes casos, a menstruação além de preta ou escura também é mais prolongada, podendo demorar mais de 7 dias para acabar. O que fazer: em caso de suspeita deve-se ir ao ginecologista para que possam ser realizados exames que avaliam o útero e a região pélvica como um todo e, assim, seja possível verificar a gravidade da endometriose e a necessidade de realizar cirurgia para tratar a endometriose. 7
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passage: Embora a palpação de órgão pélvico possa auxiliar no diagnóstico, a sensibilidade e a especificidade dolorosa focal pélvica para detecção da endometriose são altamente variáveis, entre 36 e 90% e 32 e 92%, respectivamente (Chapron, 2002; Eskenazi, 2001; Koninckx, 1996; Ripps, 1992). Por exemplo, Chapron e colaboradores (2002) palparam nódulo doloroso em 43% das pacientes com endometriose infiltrante profunda. Em outro estudo com 91 mulheres portadoras de dor pélvi-ca crônica e endometriose confirmada cirurgicamente, o exa-me bimanual havia sido normal em 47% das vezes (Nezhat, 1994). As nodularidades pélvicas secundárias à endometriose podem ser mais facilmente detectadas pelo exame bimanual durante as menstruações (Koninckx, 1996).
■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação.
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passage: SINTOMAS DA PACIENTEEmbora as mulheres com endometriose possam ser assintomá-ticas, os sintomas são comuns e costumam incluir dor pélvica crônica (DPC) e infertilidade. Alguns pesquisadores sugeri-ram que determinadas alterações menstruais precoces podem estar associadas à endometriose. Em um ensaio do tipo caso-controle com 512 mulheres australianas, associou-se história de dismenorreia com diagnóstico subsequente de endometrio-se e correlação forte e inversa entre menarca após 14 anos de idade e endometriose (T reloar, 2010). A classificação atual da ASRM para endometriose, que define a extensão da doença, avalia de forma insatisfatória os sintomas. Por isso, clinica-mente, as mulheres com doença extensa (estágio IV) podem apresentar poucas queixas, e aquelas com doença mínima (es-tágio I) podem se queixar de dor significativa, subfertilidade ou ambas.
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passage: ■ Defeitos anatômicosA obstrução do trato de saída do sistema reprodutivo pode pre-dispor ao desenvolvimento da endometriose, provavelmente em função do aumento da menstruação retrógrada (Breech, 1999). Como consequência, a endometriose tem sido identi-ficada em mulheres com corno uterino não comunicante, hí-men imperfurado e septo vaginal transverso (Capítulo 18, p. 492) (Schattman, 1995). Em razão dessa associação, sugere-se laparoscopia diagnóstica para identificar e tratar endometriose no momento da cirurgia corretiva para muitas dessas anorma-lidades. Acredita-se que o reparo desses defeitos reduza o ris-co de desenvolvimento da endometriose (Joki-Erkkila, 2003; Rock, 1982).
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passage: . Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero. Ela causa limitação nas contrações uterinas, dor e infertilidade, entre outras coisas. Quem tem endometriose pode ter problemas em outros órgãos (intestinos e ovários, por exemplo), devido ao processo inflamatório que causa fora do útero. Se você sente o útero tremer, é possível que não seja endometriose — a não ser que os movimentos do intestino sejam responsáveis por isso. Quando se preocupar? Quando os movimentos do útero não são normais, com contrações que diferem do padrão, isso pode vir acompanhado de fluxo menstrual intenso, cólicas na parte baixa da barriga e dor em outras regiões da barriga. Nesse caso, os sintomas podem estar associados com problemas de fertilidade, gravidez ectópica, abortos e endometriose. Quando tiver esses sintomas, procure um médico de família ou ginecologista para saber qual é o problema e qual o tratamento indicado.
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passage: . Veja como colocar o coletor menstrual. Quem não deve usar O disco menstrual não deve ser usado após o parto, pois é uma fase em que o colo do útero está mais sensível, ou mulheres com suspeita de infecções vaginais. Além disso, apesar de não ser contraindicado, algumas mulheres com vaginismo ou útero inclinado ou retrovertido podem sentir desconforto ao usar o disco menstrual, devendo ter orientação do ginecologista. Riscos do uso do disco menstrual O disco menstrual é considerado seguro, no entanto, assim como os absorventes internos ou o copo menstrual, pode causar choque tóxico, que é uma infecção bacteriana associada ao uso prolongado desses dispositivos menstruais. Saiba identificar os sintomas do choque tóxico. Por isso, é importante realizar a limpeza do disco menstrual sempre que é retirado e fazer a esterilização do produto antes de utilizar pela primeira vez e sempre antes da menstruação e após a menstruação.
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passage: ■ Sítios anatômicosA endometriose pode se desenvolver em qualquer sítio dentro da pelve e em outras superfícies peritoneais extrapélvicas. O mais comum é encontrar a endometriose nas áreas dependen-tes da pelve. Ovário, peritônio pélvico, fundo de saco anterior e posterior e ligamentos uterossacrais costumam estar com-prometidos (Fig. 10-3). Além disso, septo retovaginal, ureter e, raramente, bexiga, pericárdio, cicatrizes cirúrgicas e pleura podem ser afetados. Em uma revisão patológica revelou-se que a endometriose foi identificada em todos os órgãos, exceto o baço (Markham, 1989). Os sítios raros de endometriose po-dem apresentar sintomas cíclicos atípicos. Por exemplo, mu-lheres com endometriose no trato urinário podem descrever sintomas cíclicos de irritação ao urinar e hematúria; aquelas com envolvimento retossigmoide podem relatar sangramento retal cíclico, e lesões pleurais foram associadas a pneumotó-rax menstrual e hemoptise (Price, 1996; Roberts, 2003; Ryu, 2007; Sciume, 2004).
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passage: Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015).
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passage: . Além disso, este tipo de menstruação geralmente é acompanhada de cheiro fétido, corrimento marrom antes ou depois da menstruação, dor pélvica e febre acima de 38º C. Confira outros sinais e sintomas que podem indicar alguma IST. O que fazer: é importante que o ginecologista seja consultado para que possa ser iniciado o tratamento com o antibiótico mais adequado, de acordo com o tipo de IST. Além disso, é recomendado que o casal realize o tratamento, mesmo que não existam sintomas, pois dessa forma é possível prevenir reinfecção. 6. Endometriose A endometriose consiste no crescimento de tecido endometrial fora do útero, podendo provocar fortes dores na região pélvica e sangramento preto ou escuro, tipo borra de café, que podem acontecer tanto durante o ciclo menstrual como fora do ciclo. Nestes casos, a menstruação além de preta ou escura também é mais prolongada, podendo demorar mais de 7 dias para acabar. O que fazer: em caso de suspeita deve-se ir ao ginecologista para que possam ser realizados exames que avaliam o útero e a região pélvica como um todo e, assim, seja possível verificar a gravidade da endometriose e a necessidade de realizar cirurgia para tratar a endometriose. 7
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passage: Embora a palpação de órgão pélvico possa auxiliar no diagnóstico, a sensibilidade e a especificidade dolorosa focal pélvica para detecção da endometriose são altamente variáveis, entre 36 e 90% e 32 e 92%, respectivamente (Chapron, 2002; Eskenazi, 2001; Koninckx, 1996; Ripps, 1992). Por exemplo, Chapron e colaboradores (2002) palparam nódulo doloroso em 43% das pacientes com endometriose infiltrante profunda. Em outro estudo com 91 mulheres portadoras de dor pélvi-ca crônica e endometriose confirmada cirurgicamente, o exa-me bimanual havia sido normal em 47% das vezes (Nezhat, 1994). As nodularidades pélvicas secundárias à endometriose podem ser mais facilmente detectadas pelo exame bimanual durante as menstruações (Koninckx, 1996).
■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação.
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passage: SINTOMAS DA PACIENTEEmbora as mulheres com endometriose possam ser assintomá-ticas, os sintomas são comuns e costumam incluir dor pélvica crônica (DPC) e infertilidade. Alguns pesquisadores sugeri-ram que determinadas alterações menstruais precoces podem estar associadas à endometriose. Em um ensaio do tipo caso-controle com 512 mulheres australianas, associou-se história de dismenorreia com diagnóstico subsequente de endometrio-se e correlação forte e inversa entre menarca após 14 anos de idade e endometriose (T reloar, 2010). A classificação atual da ASRM para endometriose, que define a extensão da doença, avalia de forma insatisfatória os sintomas. Por isso, clinica-mente, as mulheres com doença extensa (estágio IV) podem apresentar poucas queixas, e aquelas com doença mínima (es-tágio I) podem se queixar de dor significativa, subfertilidade ou ambas.
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passage: Achados sugestivos de condições especí/f_i casPaciente com endometriose profunda apresenta alterações suges-tivas no exame físico em cerca de 40% dos casos. Três achados ca-racterísticos de endometriose são: espessamento ou presença de nódulo endurecido em região retrocervical e/ou no ligamento ute-rossacro; deslocamento do colo uterino causado por envolvimento assimétrico dos ligamentos uterossacros, levando a um encurta-mento unilateral; estenose cervical, que pode intensi/f_i car menstru-ação retrógrada e, assim, teoricamente, aumentar o risco de desen-volvimento da endometriose.(44) A presença de excrecências glandulares ou lesões escurecidas em parede vaginal, sobretudo, em fundo de saco posterior, pode sinalizar endometriose profunda com acometimento até mucosa vaginal, e a percepção de uma consistência uterina mais amolecida e dolorosa à manipulação pode sugerir adenomiose. A palpação dos ligamentos uterossacros é feita de forma mais satisfatória no toque retal, de modo que frente à suspeita de endometriose profunda, o toque retal deva ser realizado.
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passage: ■ Defeitos anatômicosA obstrução do trato de saída do sistema reprodutivo pode pre-dispor ao desenvolvimento da endometriose, provavelmente em função do aumento da menstruação retrógrada (Breech, 1999). Como consequência, a endometriose tem sido identi-ficada em mulheres com corno uterino não comunicante, hí-men imperfurado e septo vaginal transverso (Capítulo 18, p. 492) (Schattman, 1995). Em razão dessa associação, sugere-se laparoscopia diagnóstica para identificar e tratar endometriose no momento da cirurgia corretiva para muitas dessas anorma-lidades. Acredita-se que o reparo desses defeitos reduza o ris-co de desenvolvimento da endometriose (Joki-Erkkila, 2003; Rock, 1982).
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passage: . Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero. Ela causa limitação nas contrações uterinas, dor e infertilidade, entre outras coisas. Quem tem endometriose pode ter problemas em outros órgãos (intestinos e ovários, por exemplo), devido ao processo inflamatório que causa fora do útero. Se você sente o útero tremer, é possível que não seja endometriose — a não ser que os movimentos do intestino sejam responsáveis por isso. Quando se preocupar? Quando os movimentos do útero não são normais, com contrações que diferem do padrão, isso pode vir acompanhado de fluxo menstrual intenso, cólicas na parte baixa da barriga e dor em outras regiões da barriga. Nesse caso, os sintomas podem estar associados com problemas de fertilidade, gravidez ectópica, abortos e endometriose. Quando tiver esses sintomas, procure um médico de família ou ginecologista para saber qual é o problema e qual o tratamento indicado.
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passage: . Veja como colocar o coletor menstrual. Quem não deve usar O disco menstrual não deve ser usado após o parto, pois é uma fase em que o colo do útero está mais sensível, ou mulheres com suspeita de infecções vaginais. Além disso, apesar de não ser contraindicado, algumas mulheres com vaginismo ou útero inclinado ou retrovertido podem sentir desconforto ao usar o disco menstrual, devendo ter orientação do ginecologista. Riscos do uso do disco menstrual O disco menstrual é considerado seguro, no entanto, assim como os absorventes internos ou o copo menstrual, pode causar choque tóxico, que é uma infecção bacteriana associada ao uso prolongado desses dispositivos menstruais. Saiba identificar os sintomas do choque tóxico. Por isso, é importante realizar a limpeza do disco menstrual sempre que é retirado e fazer a esterilização do produto antes de utilizar pela primeira vez e sempre antes da menstruação e após a menstruação.
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passage: ■ Sítios anatômicosA endometriose pode se desenvolver em qualquer sítio dentro da pelve e em outras superfícies peritoneais extrapélvicas. O mais comum é encontrar a endometriose nas áreas dependen-tes da pelve. Ovário, peritônio pélvico, fundo de saco anterior e posterior e ligamentos uterossacrais costumam estar com-prometidos (Fig. 10-3). Além disso, septo retovaginal, ureter e, raramente, bexiga, pericárdio, cicatrizes cirúrgicas e pleura podem ser afetados. Em uma revisão patológica revelou-se que a endometriose foi identificada em todos os órgãos, exceto o baço (Markham, 1989). Os sítios raros de endometriose po-dem apresentar sintomas cíclicos atípicos. Por exemplo, mu-lheres com endometriose no trato urinário podem descrever sintomas cíclicos de irritação ao urinar e hematúria; aquelas com envolvimento retossigmoide podem relatar sangramento retal cíclico, e lesões pleurais foram associadas a pneumotó-rax menstrual e hemoptise (Price, 1996; Roberts, 2003; Ryu, 2007; Sciume, 2004).
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passage: Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015).
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passage: . Além disso, este tipo de menstruação geralmente é acompanhada de cheiro fétido, corrimento marrom antes ou depois da menstruação, dor pélvica e febre acima de 38º C. Confira outros sinais e sintomas que podem indicar alguma IST. O que fazer: é importante que o ginecologista seja consultado para que possa ser iniciado o tratamento com o antibiótico mais adequado, de acordo com o tipo de IST. Além disso, é recomendado que o casal realize o tratamento, mesmo que não existam sintomas, pois dessa forma é possível prevenir reinfecção. 6. Endometriose A endometriose consiste no crescimento de tecido endometrial fora do útero, podendo provocar fortes dores na região pélvica e sangramento preto ou escuro, tipo borra de café, que podem acontecer tanto durante o ciclo menstrual como fora do ciclo. Nestes casos, a menstruação além de preta ou escura também é mais prolongada, podendo demorar mais de 7 dias para acabar. O que fazer: em caso de suspeita deve-se ir ao ginecologista para que possam ser realizados exames que avaliam o útero e a região pélvica como um todo e, assim, seja possível verificar a gravidade da endometriose e a necessidade de realizar cirurgia para tratar a endometriose. 7
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passage: Embora a palpação de órgão pélvico possa auxiliar no diagnóstico, a sensibilidade e a especificidade dolorosa focal pélvica para detecção da endometriose são altamente variáveis, entre 36 e 90% e 32 e 92%, respectivamente (Chapron, 2002; Eskenazi, 2001; Koninckx, 1996; Ripps, 1992). Por exemplo, Chapron e colaboradores (2002) palparam nódulo doloroso em 43% das pacientes com endometriose infiltrante profunda. Em outro estudo com 91 mulheres portadoras de dor pélvi-ca crônica e endometriose confirmada cirurgicamente, o exa-me bimanual havia sido normal em 47% das vezes (Nezhat, 1994). As nodularidades pélvicas secundárias à endometriose podem ser mais facilmente detectadas pelo exame bimanual durante as menstruações (Koninckx, 1996).
■ Exames laboratoriaisOs exames laboratoriais são solicitados para excluir outras cau-sas de dor pélvica ( Tabela 10-1). Inicialmente, hemograma completo, dosagem sérica ou urinária de gonadotrofina cori-ônica humana, exame e culturas de urina, culturas vaginais e esfregaços do colo uterino podem ser realizados para excluir infecções ou complicações da gestação.
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passage: SINTOMAS DA PACIENTEEmbora as mulheres com endometriose possam ser assintomá-ticas, os sintomas são comuns e costumam incluir dor pélvica crônica (DPC) e infertilidade. Alguns pesquisadores sugeri-ram que determinadas alterações menstruais precoces podem estar associadas à endometriose. Em um ensaio do tipo caso-controle com 512 mulheres australianas, associou-se história de dismenorreia com diagnóstico subsequente de endometrio-se e correlação forte e inversa entre menarca após 14 anos de idade e endometriose (T reloar, 2010). A classificação atual da ASRM para endometriose, que define a extensão da doença, avalia de forma insatisfatória os sintomas. Por isso, clinica-mente, as mulheres com doença extensa (estágio IV) podem apresentar poucas queixas, e aquelas com doença mínima (es-tágio I) podem se queixar de dor significativa, subfertilidade ou ambas.
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passage: Achados sugestivos de condições especí/f_i casPaciente com endometriose profunda apresenta alterações suges-tivas no exame físico em cerca de 40% dos casos. Três achados ca-racterísticos de endometriose são: espessamento ou presença de nódulo endurecido em região retrocervical e/ou no ligamento ute-rossacro; deslocamento do colo uterino causado por envolvimento assimétrico dos ligamentos uterossacros, levando a um encurta-mento unilateral; estenose cervical, que pode intensi/f_i car menstru-ação retrógrada e, assim, teoricamente, aumentar o risco de desen-volvimento da endometriose.(44) A presença de excrecências glandulares ou lesões escurecidas em parede vaginal, sobretudo, em fundo de saco posterior, pode sinalizar endometriose profunda com acometimento até mucosa vaginal, e a percepção de uma consistência uterina mais amolecida e dolorosa à manipulação pode sugerir adenomiose. A palpação dos ligamentos uterossacros é feita de forma mais satisfatória no toque retal, de modo que frente à suspeita de endometriose profunda, o toque retal deva ser realizado.
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passage: . O que fazer: Na maioria das vezes, essa alteração não é uma preocupação, no entanto, principalmente quando a duração da menstruação está menor que a habitual é importante consultar um ginecologista para uma avaliação mais detalhada. 8. Menstruação dolorosa A menstruação dolorosa também é chamada de dismenorreia e geralmente ocorre devido ao aumento das contrações do útero para eliminar o endométrio, que é a camada interna do útero, causando a cólica menstrual. Embora seja comum a mulher apresentar algum desconforto ou cólicas leves durante a menstruação, quando a cólica é muito forte e causa menstruação dolorosa, pode indicar problemas como endometriose, mioma uterino, doença inflamatória pélvica ou ovários policísticos. Leia também: Dismenorreia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dismenorreia O que fazer: quando a menstruação é muito dolorosa e interfere na rotina, é recomendado procurar um ginecologista, porque mesmo que uma causa não seja identificada, alguns medicamentos como anti-inflamatórios e anticoncepcionais podem ser utilizados para aliviar a dor e melhorar o conforto da mulher. 9
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Olá! Entendo sua preocupação sobre a relação entre o uso do coletor menstrual e o desenvolvimento de endometriose. É importante esclarecer que, **não há evidências científicas que comprovem que o uso do coletor menstrual cause endometriose.**
A endometriose é uma condição complexa em que o tecido semelhante ao revestimento do útero (endométrio) cresce fora do útero. Uma das teorias sobre o desenvolvimento da endometriose envolve o refluxo menstrual, onde o sangue menstrual flui para trás pelas trompas de falópio e entra na cavidade pélvica. No entanto, essa é apenas uma das teorias, e outros fatores genéticos e imunológicos também podem estar envolvidos.
O coletor menstrual é um dispositivo inserido na vagina para coletar o sangue menstrual, em vez de absorvê-lo como um absorvente. Em teoria, alguns poderiam se preocupar se o coletor menstrual poderia aumentar o refluxo menstrual. No entanto, os estudos sobre o uso de coletores menstruais não demonstraram um aumento no risco de endometriose.
É mais importante estar atenta a alguns cuidados ao utilizar o coletor: ele deve ser limpo regularmente, para evitar proliferação de bactérias e possível choque tóxico, assim como deve ser esterilizado antes do primeiro uso e após cada ciclo menstrual. Caso você sinta algum desconforto ao utilizar o coletor, procure o seu ginecologista para orientações.
Se você tiver outros fatores de risco para endometriose, como histórico familiar da doença, ou se estiver sentindo sintomas como cólicas menstruais intensas, dor pélvica crônica ou dificuldade para engravidar, converse com seu ginecologista. Podemos investigar esses sintomas e discutir as opções de tratamento, se necessário.
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26,234
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Tenho [inserir idade] anos e, na ultrassonografia, foi diagnosticado um cisto sólido. O que pode ser isso?
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Olá, é necessário avaliá-lo para definir o que você realmente possui. Para isso, precisamos conhecer sua história, examiná-lo e avaliar as imagens do seu exame.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: Persistindo a indefinição, indicamos a cirurgia para os pacientes considerados de alto risco pela avaliação clínica eultrassonográfica (p. ex., presença de sintomas compressivos; nódulos ≥ 4 cm ou nódulos menores que apresentem aspectosde suspeita maior para malignidade à US). Os demais pacientes poderão ser acompanhados clinicamente, com seguimentoperiódico por meio de US.
No caso de nódulos puramente císticos, não está indicada PAAF, exceto quando são muito volumosos ou quando estáprogramada alcoolização. Indicamos cirurgia para os cistos recidivantes e mais volumosos, bem como para aqueles em que hajauma vegetação sólida intracística à US. Seguem-se clinicamente, pela US, cistos menores, aqueles que permaneceram colabadosou que foram tratados com etanol.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: Persistindo a indefinição, indicamos a cirurgia para os pacientes considerados de alto risco pela avaliação clínica eultrassonográfica (p. ex., presença de sintomas compressivos; nódulos ≥ 4 cm ou nódulos menores que apresentem aspectosde suspeita maior para malignidade à US). Os demais pacientes poderão ser acompanhados clinicamente, com seguimentoperiódico por meio de US.
No caso de nódulos puramente císticos, não está indicada PAAF, exceto quando são muito volumosos ou quando estáprogramada alcoolização. Indicamos cirurgia para os cistos recidivantes e mais volumosos, bem como para aqueles em que hajauma vegetação sólida intracística à US. Seguem-se clinicamente, pela US, cistos menores, aqueles que permaneceram colabadosou que foram tratados com etanol.
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passage: Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®.
Linfonodos axilares, supra ou infraclaviculares com suspeição de malignidade ao exame físico ou aos métodos de imagem.
A citologia apresenta boa acurácia e elevado valor preditivo positivo na detecção de metástases linfonodais. Menor risco de complicações em relação à core biopsia. Lesões sólido-císticas à ultrassonogra/f_i a, sem outras características de malignidade.
Diferenciação entre lesões complexas (considerar avaliação histológica) e cistos com duplo nível líquido (considerar seguimento clínico e radiológico em 6 meses)Cistos simples. Aspiração de cistos simples nos casos associados à dor localizada persistente ou com grandes volumes e abaulamentos da superfície cutânea da mama. Nessas situações, a citologia não acrescenta informações relevantes ao diagnóstico; e o conteúdo aspirado deve ser desprezado. Hipótese diagnóstica de cisto com conteúdo espesso ao exame ultrassonográ/f_i co (imagens ovaladas, hipoecoicas, circunscritas e com reforço acústico posterior).
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: Persistindo a indefinição, indicamos a cirurgia para os pacientes considerados de alto risco pela avaliação clínica eultrassonográfica (p. ex., presença de sintomas compressivos; nódulos ≥ 4 cm ou nódulos menores que apresentem aspectosde suspeita maior para malignidade à US). Os demais pacientes poderão ser acompanhados clinicamente, com seguimentoperiódico por meio de US.
No caso de nódulos puramente císticos, não está indicada PAAF, exceto quando são muito volumosos ou quando estáprogramada alcoolização. Indicamos cirurgia para os cistos recidivantes e mais volumosos, bem como para aqueles em que hajauma vegetação sólida intracística à US. Seguem-se clinicamente, pela US, cistos menores, aqueles que permaneceram colabadosou que foram tratados com etanol.
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passage: Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®.
Linfonodos axilares, supra ou infraclaviculares com suspeição de malignidade ao exame físico ou aos métodos de imagem.
A citologia apresenta boa acurácia e elevado valor preditivo positivo na detecção de metástases linfonodais. Menor risco de complicações em relação à core biopsia. Lesões sólido-císticas à ultrassonogra/f_i a, sem outras características de malignidade.
Diferenciação entre lesões complexas (considerar avaliação histológica) e cistos com duplo nível líquido (considerar seguimento clínico e radiológico em 6 meses)Cistos simples. Aspiração de cistos simples nos casos associados à dor localizada persistente ou com grandes volumes e abaulamentos da superfície cutânea da mama. Nessas situações, a citologia não acrescenta informações relevantes ao diagnóstico; e o conteúdo aspirado deve ser desprezado. Hipótese diagnóstica de cisto com conteúdo espesso ao exame ultrassonográ/f_i co (imagens ovaladas, hipoecoicas, circunscritas e com reforço acústico posterior).
---
passage: Pode auxiliar no diagnóstico diferencial entre cistos de conteúdo espesso e nódulos sólidos.
Nos casos de cisto com conteúdo espesso, pode-se visualizar a movimentação da agulha no interior da lesão, sem a movimentação do parênquima mamário adjacente.
Abscessos mamários, na ausência de qualquer sinal ou sintoma de infecção sistêmica.
Abscessos mamários de pequeno volume e em topogra/f_i a favorável.
Nos casos de aspiração completa do material purulento, considerar rigoroso controle clínico e radiológico. Nos casos de aspiração insatisfatória, considerar drenagem cirúrgica.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: Persistindo a indefinição, indicamos a cirurgia para os pacientes considerados de alto risco pela avaliação clínica eultrassonográfica (p. ex., presença de sintomas compressivos; nódulos ≥ 4 cm ou nódulos menores que apresentem aspectosde suspeita maior para malignidade à US). Os demais pacientes poderão ser acompanhados clinicamente, com seguimentoperiódico por meio de US.
No caso de nódulos puramente císticos, não está indicada PAAF, exceto quando são muito volumosos ou quando estáprogramada alcoolização. Indicamos cirurgia para os cistos recidivantes e mais volumosos, bem como para aqueles em que hajauma vegetação sólida intracística à US. Seguem-se clinicamente, pela US, cistos menores, aqueles que permaneceram colabadosou que foram tratados com etanol.
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passage: Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®.
Linfonodos axilares, supra ou infraclaviculares com suspeição de malignidade ao exame físico ou aos métodos de imagem.
A citologia apresenta boa acurácia e elevado valor preditivo positivo na detecção de metástases linfonodais. Menor risco de complicações em relação à core biopsia. Lesões sólido-císticas à ultrassonogra/f_i a, sem outras características de malignidade.
Diferenciação entre lesões complexas (considerar avaliação histológica) e cistos com duplo nível líquido (considerar seguimento clínico e radiológico em 6 meses)Cistos simples. Aspiração de cistos simples nos casos associados à dor localizada persistente ou com grandes volumes e abaulamentos da superfície cutânea da mama. Nessas situações, a citologia não acrescenta informações relevantes ao diagnóstico; e o conteúdo aspirado deve ser desprezado. Hipótese diagnóstica de cisto com conteúdo espesso ao exame ultrassonográ/f_i co (imagens ovaladas, hipoecoicas, circunscritas e com reforço acústico posterior).
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passage: Pode auxiliar no diagnóstico diferencial entre cistos de conteúdo espesso e nódulos sólidos.
Nos casos de cisto com conteúdo espesso, pode-se visualizar a movimentação da agulha no interior da lesão, sem a movimentação do parênquima mamário adjacente.
Abscessos mamários, na ausência de qualquer sinal ou sintoma de infecção sistêmica.
Abscessos mamários de pequeno volume e em topogra/f_i a favorável.
Nos casos de aspiração completa do material purulento, considerar rigoroso controle clínico e radiológico. Nos casos de aspiração insatisfatória, considerar drenagem cirúrgica.
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passage: A ultrassonografia transvaginal frequentemente é usada como ferramenta primária para a avaliação de mulheres sin-tomáticas, e, em sua maioria, esses cistos apresentam paredes finas e lisas, assim com centro anecoico. No entanto, o exame ultrassonográfico apresenta limitações na diferenciação en-tre patologia paraovariana e ovariana (Athey, 1985; Barloon, 1996). Além disso, a imagem por RM é ruim para diferen-ciar cistos ovarianos e paraovarianos (Ghossain, 2005). Con-sequentemente, muitas pacientes são tratadas de forma seme-lhante àquelas com diagnóstico de cisto ovariano. Quando tratadas cirurgicamente, a cistectomia ou, menos frequente-mente, a drenagem e a fulguração da parede do cisto são rea-lizadas. Quando identificados como achado incidental intrao-peratório, esses cistos geralmente são removidos, embora esta conduta não tenha base em evidências.
■ Tumores sólidos paraovarianosOs leiomiomas são os tumores sólidos paraovarianos mais co-muns, com fisiopatologia idêntica àquela encontradano mio-MASSAS PARAOVARIANASOvárioPedículo cirúrgicoTuba uterinaFímbriasCistos paratubáriosFIGURA 9-24 Peça cirúrgica contendo tuba uterina, ovário e cistos pa-ratubários. A natureza pedunculada e de paredes finas desses cistos é característica.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: Persistindo a indefinição, indicamos a cirurgia para os pacientes considerados de alto risco pela avaliação clínica eultrassonográfica (p. ex., presença de sintomas compressivos; nódulos ≥ 4 cm ou nódulos menores que apresentem aspectosde suspeita maior para malignidade à US). Os demais pacientes poderão ser acompanhados clinicamente, com seguimentoperiódico por meio de US.
No caso de nódulos puramente císticos, não está indicada PAAF, exceto quando são muito volumosos ou quando estáprogramada alcoolização. Indicamos cirurgia para os cistos recidivantes e mais volumosos, bem como para aqueles em que hajauma vegetação sólida intracística à US. Seguem-se clinicamente, pela US, cistos menores, aqueles que permaneceram colabadosou que foram tratados com etanol.
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passage: Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®.
Linfonodos axilares, supra ou infraclaviculares com suspeição de malignidade ao exame físico ou aos métodos de imagem.
A citologia apresenta boa acurácia e elevado valor preditivo positivo na detecção de metástases linfonodais. Menor risco de complicações em relação à core biopsia. Lesões sólido-císticas à ultrassonogra/f_i a, sem outras características de malignidade.
Diferenciação entre lesões complexas (considerar avaliação histológica) e cistos com duplo nível líquido (considerar seguimento clínico e radiológico em 6 meses)Cistos simples. Aspiração de cistos simples nos casos associados à dor localizada persistente ou com grandes volumes e abaulamentos da superfície cutânea da mama. Nessas situações, a citologia não acrescenta informações relevantes ao diagnóstico; e o conteúdo aspirado deve ser desprezado. Hipótese diagnóstica de cisto com conteúdo espesso ao exame ultrassonográ/f_i co (imagens ovaladas, hipoecoicas, circunscritas e com reforço acústico posterior).
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passage: Pode auxiliar no diagnóstico diferencial entre cistos de conteúdo espesso e nódulos sólidos.
Nos casos de cisto com conteúdo espesso, pode-se visualizar a movimentação da agulha no interior da lesão, sem a movimentação do parênquima mamário adjacente.
Abscessos mamários, na ausência de qualquer sinal ou sintoma de infecção sistêmica.
Abscessos mamários de pequeno volume e em topogra/f_i a favorável.
Nos casos de aspiração completa do material purulento, considerar rigoroso controle clínico e radiológico. Nos casos de aspiração insatisfatória, considerar drenagem cirúrgica.
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passage: A ultrassonografia transvaginal frequentemente é usada como ferramenta primária para a avaliação de mulheres sin-tomáticas, e, em sua maioria, esses cistos apresentam paredes finas e lisas, assim com centro anecoico. No entanto, o exame ultrassonográfico apresenta limitações na diferenciação en-tre patologia paraovariana e ovariana (Athey, 1985; Barloon, 1996). Além disso, a imagem por RM é ruim para diferen-ciar cistos ovarianos e paraovarianos (Ghossain, 2005). Con-sequentemente, muitas pacientes são tratadas de forma seme-lhante àquelas com diagnóstico de cisto ovariano. Quando tratadas cirurgicamente, a cistectomia ou, menos frequente-mente, a drenagem e a fulguração da parede do cisto são rea-lizadas. Quando identificados como achado incidental intrao-peratório, esses cistos geralmente são removidos, embora esta conduta não tenha base em evidências.
■ Tumores sólidos paraovarianosOs leiomiomas são os tumores sólidos paraovarianos mais co-muns, com fisiopatologia idêntica àquela encontradano mio-MASSAS PARAOVARIANASOvárioPedículo cirúrgicoTuba uterinaFímbriasCistos paratubáriosFIGURA 9-24 Peça cirúrgica contendo tuba uterina, ovário e cistos pa-ratubários. A natureza pedunculada e de paredes finas desses cistos é característica.
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passage: Os cistos complexos apresentam septações ou massas in-tracísticas ao exame ultrassonográfico. A massa intracística ge-ralmente é um papiloma, mas carcinoma medular, carcinoma papilar e alguns carcinomas ductais infiltrantes podem se apre-sentar como cistos complexos. Embora alguns autores tenham defendido biópsia por agulha grossa para avaliação de cistos complexos, esse procedimento pode descomprimir o cisto, di-ficultando sua localização no momento da cirurgia. Além dis-so, as lesões papilares diagnosticadas por biópsia com agulha terão que ser removidas. Assim, parece razoável recomendar a excisão de todos os cistos complexos.
■ FibroadenomaOs fibroadenomas representam uma anormalidade focal no desenvolvimento de um lóbulo mamário e, como tal, não são neoplasias verdadeiras. Histologicamente, são constituídos por estruturas glandulares e epiteliais císticas envolvidas por estro-ma celular. Os fibroadenomas são responsáveis por 7 a 13% das consultas clínicas em mastologia, e em uma série de ne-cropsias encontrou-se prevalência de 9% (Dent, 1988; Franyz, 1951). Em geral, os fibroadenomas surgem na adolescência, são identificados frequentemente na pré-menopausa e costu-mam sofrer involução espontânea após a menopausa.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: Persistindo a indefinição, indicamos a cirurgia para os pacientes considerados de alto risco pela avaliação clínica eultrassonográfica (p. ex., presença de sintomas compressivos; nódulos ≥ 4 cm ou nódulos menores que apresentem aspectosde suspeita maior para malignidade à US). Os demais pacientes poderão ser acompanhados clinicamente, com seguimentoperiódico por meio de US.
No caso de nódulos puramente císticos, não está indicada PAAF, exceto quando são muito volumosos ou quando estáprogramada alcoolização. Indicamos cirurgia para os cistos recidivantes e mais volumosos, bem como para aqueles em que hajauma vegetação sólida intracística à US. Seguem-se clinicamente, pela US, cistos menores, aqueles que permaneceram colabadosou que foram tratados com etanol.
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passage: Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®.
Linfonodos axilares, supra ou infraclaviculares com suspeição de malignidade ao exame físico ou aos métodos de imagem.
A citologia apresenta boa acurácia e elevado valor preditivo positivo na detecção de metástases linfonodais. Menor risco de complicações em relação à core biopsia. Lesões sólido-císticas à ultrassonogra/f_i a, sem outras características de malignidade.
Diferenciação entre lesões complexas (considerar avaliação histológica) e cistos com duplo nível líquido (considerar seguimento clínico e radiológico em 6 meses)Cistos simples. Aspiração de cistos simples nos casos associados à dor localizada persistente ou com grandes volumes e abaulamentos da superfície cutânea da mama. Nessas situações, a citologia não acrescenta informações relevantes ao diagnóstico; e o conteúdo aspirado deve ser desprezado. Hipótese diagnóstica de cisto com conteúdo espesso ao exame ultrassonográ/f_i co (imagens ovaladas, hipoecoicas, circunscritas e com reforço acústico posterior).
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passage: Pode auxiliar no diagnóstico diferencial entre cistos de conteúdo espesso e nódulos sólidos.
Nos casos de cisto com conteúdo espesso, pode-se visualizar a movimentação da agulha no interior da lesão, sem a movimentação do parênquima mamário adjacente.
Abscessos mamários, na ausência de qualquer sinal ou sintoma de infecção sistêmica.
Abscessos mamários de pequeno volume e em topogra/f_i a favorável.
Nos casos de aspiração completa do material purulento, considerar rigoroso controle clínico e radiológico. Nos casos de aspiração insatisfatória, considerar drenagem cirúrgica.
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passage: A ultrassonografia transvaginal frequentemente é usada como ferramenta primária para a avaliação de mulheres sin-tomáticas, e, em sua maioria, esses cistos apresentam paredes finas e lisas, assim com centro anecoico. No entanto, o exame ultrassonográfico apresenta limitações na diferenciação en-tre patologia paraovariana e ovariana (Athey, 1985; Barloon, 1996). Além disso, a imagem por RM é ruim para diferen-ciar cistos ovarianos e paraovarianos (Ghossain, 2005). Con-sequentemente, muitas pacientes são tratadas de forma seme-lhante àquelas com diagnóstico de cisto ovariano. Quando tratadas cirurgicamente, a cistectomia ou, menos frequente-mente, a drenagem e a fulguração da parede do cisto são rea-lizadas. Quando identificados como achado incidental intrao-peratório, esses cistos geralmente são removidos, embora esta conduta não tenha base em evidências.
■ Tumores sólidos paraovarianosOs leiomiomas são os tumores sólidos paraovarianos mais co-muns, com fisiopatologia idêntica àquela encontradano mio-MASSAS PARAOVARIANASOvárioPedículo cirúrgicoTuba uterinaFímbriasCistos paratubáriosFIGURA 9-24 Peça cirúrgica contendo tuba uterina, ovário e cistos pa-ratubários. A natureza pedunculada e de paredes finas desses cistos é característica.
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passage: Os cistos complexos apresentam septações ou massas in-tracísticas ao exame ultrassonográfico. A massa intracística ge-ralmente é um papiloma, mas carcinoma medular, carcinoma papilar e alguns carcinomas ductais infiltrantes podem se apre-sentar como cistos complexos. Embora alguns autores tenham defendido biópsia por agulha grossa para avaliação de cistos complexos, esse procedimento pode descomprimir o cisto, di-ficultando sua localização no momento da cirurgia. Além dis-so, as lesões papilares diagnosticadas por biópsia com agulha terão que ser removidas. Assim, parece razoável recomendar a excisão de todos os cistos complexos.
■ FibroadenomaOs fibroadenomas representam uma anormalidade focal no desenvolvimento de um lóbulo mamário e, como tal, não são neoplasias verdadeiras. Histologicamente, são constituídos por estruturas glandulares e epiteliais císticas envolvidas por estro-ma celular. Os fibroadenomas são responsáveis por 7 a 13% das consultas clínicas em mastologia, e em uma série de ne-cropsias encontrou-se prevalência de 9% (Dent, 1988; Franyz, 1951). Em geral, os fibroadenomas surgem na adolescência, são identificados frequentemente na pré-menopausa e costu-mam sofrer involução espontânea após a menopausa.
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passage: Os cistos de mama são diagnosticados e classificados a partir de exame ultrassonográfico. Existem três tipos de cis-tos: simples, complicado e complexo (Berg, 2003). Os cistos simples são sonoluscentes, com margem definida e reforço acústico posterior ( Fig. 12-5). Essas lesões não exigem tra-tamento ou monitoramento especial, mas podem ser aspira-das, se forem dolorosas. Os cistos recorrentes podem ser ser submetidos a novos exames de imagem e à nova punção com aspiração, mas caso sejam sintomáticos a melhor conduta é sua excisão.
Os cistos complicados apresentam ecos internos à ultrasso-nografia e algumas vezes não é possível distingui-los de massas sólidas. Em geral, os ecos internos são causados por resíduos proteicos, mas todos os cistos complicados devem ser aspira-dos. O material aspirado pode ser submetido à cultura, se for purulento, ou à citologia, se houver características clínicas ou imagem preocupantes. Se a anormalidade ultrassonográfica não se resolver por completo com a aspiração, deve-se realizar biópsia por agulha grossa.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: Persistindo a indefinição, indicamos a cirurgia para os pacientes considerados de alto risco pela avaliação clínica eultrassonográfica (p. ex., presença de sintomas compressivos; nódulos ≥ 4 cm ou nódulos menores que apresentem aspectosde suspeita maior para malignidade à US). Os demais pacientes poderão ser acompanhados clinicamente, com seguimentoperiódico por meio de US.
No caso de nódulos puramente císticos, não está indicada PAAF, exceto quando são muito volumosos ou quando estáprogramada alcoolização. Indicamos cirurgia para os cistos recidivantes e mais volumosos, bem como para aqueles em que hajauma vegetação sólida intracística à US. Seguem-se clinicamente, pela US, cistos menores, aqueles que permaneceram colabadosou que foram tratados com etanol.
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passage: Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®.
Linfonodos axilares, supra ou infraclaviculares com suspeição de malignidade ao exame físico ou aos métodos de imagem.
A citologia apresenta boa acurácia e elevado valor preditivo positivo na detecção de metástases linfonodais. Menor risco de complicações em relação à core biopsia. Lesões sólido-císticas à ultrassonogra/f_i a, sem outras características de malignidade.
Diferenciação entre lesões complexas (considerar avaliação histológica) e cistos com duplo nível líquido (considerar seguimento clínico e radiológico em 6 meses)Cistos simples. Aspiração de cistos simples nos casos associados à dor localizada persistente ou com grandes volumes e abaulamentos da superfície cutânea da mama. Nessas situações, a citologia não acrescenta informações relevantes ao diagnóstico; e o conteúdo aspirado deve ser desprezado. Hipótese diagnóstica de cisto com conteúdo espesso ao exame ultrassonográ/f_i co (imagens ovaladas, hipoecoicas, circunscritas e com reforço acústico posterior).
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passage: Pode auxiliar no diagnóstico diferencial entre cistos de conteúdo espesso e nódulos sólidos.
Nos casos de cisto com conteúdo espesso, pode-se visualizar a movimentação da agulha no interior da lesão, sem a movimentação do parênquima mamário adjacente.
Abscessos mamários, na ausência de qualquer sinal ou sintoma de infecção sistêmica.
Abscessos mamários de pequeno volume e em topogra/f_i a favorável.
Nos casos de aspiração completa do material purulento, considerar rigoroso controle clínico e radiológico. Nos casos de aspiração insatisfatória, considerar drenagem cirúrgica.
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passage: A ultrassonografia transvaginal frequentemente é usada como ferramenta primária para a avaliação de mulheres sin-tomáticas, e, em sua maioria, esses cistos apresentam paredes finas e lisas, assim com centro anecoico. No entanto, o exame ultrassonográfico apresenta limitações na diferenciação en-tre patologia paraovariana e ovariana (Athey, 1985; Barloon, 1996). Além disso, a imagem por RM é ruim para diferen-ciar cistos ovarianos e paraovarianos (Ghossain, 2005). Con-sequentemente, muitas pacientes são tratadas de forma seme-lhante àquelas com diagnóstico de cisto ovariano. Quando tratadas cirurgicamente, a cistectomia ou, menos frequente-mente, a drenagem e a fulguração da parede do cisto são rea-lizadas. Quando identificados como achado incidental intrao-peratório, esses cistos geralmente são removidos, embora esta conduta não tenha base em evidências.
■ Tumores sólidos paraovarianosOs leiomiomas são os tumores sólidos paraovarianos mais co-muns, com fisiopatologia idêntica àquela encontradano mio-MASSAS PARAOVARIANASOvárioPedículo cirúrgicoTuba uterinaFímbriasCistos paratubáriosFIGURA 9-24 Peça cirúrgica contendo tuba uterina, ovário e cistos pa-ratubários. A natureza pedunculada e de paredes finas desses cistos é característica.
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passage: Os cistos complexos apresentam septações ou massas in-tracísticas ao exame ultrassonográfico. A massa intracística ge-ralmente é um papiloma, mas carcinoma medular, carcinoma papilar e alguns carcinomas ductais infiltrantes podem se apre-sentar como cistos complexos. Embora alguns autores tenham defendido biópsia por agulha grossa para avaliação de cistos complexos, esse procedimento pode descomprimir o cisto, di-ficultando sua localização no momento da cirurgia. Além dis-so, as lesões papilares diagnosticadas por biópsia com agulha terão que ser removidas. Assim, parece razoável recomendar a excisão de todos os cistos complexos.
■ FibroadenomaOs fibroadenomas representam uma anormalidade focal no desenvolvimento de um lóbulo mamário e, como tal, não são neoplasias verdadeiras. Histologicamente, são constituídos por estruturas glandulares e epiteliais císticas envolvidas por estro-ma celular. Os fibroadenomas são responsáveis por 7 a 13% das consultas clínicas em mastologia, e em uma série de ne-cropsias encontrou-se prevalência de 9% (Dent, 1988; Franyz, 1951). Em geral, os fibroadenomas surgem na adolescência, são identificados frequentemente na pré-menopausa e costu-mam sofrer involução espontânea após a menopausa.
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passage: Os cistos de mama são diagnosticados e classificados a partir de exame ultrassonográfico. Existem três tipos de cis-tos: simples, complicado e complexo (Berg, 2003). Os cistos simples são sonoluscentes, com margem definida e reforço acústico posterior ( Fig. 12-5). Essas lesões não exigem tra-tamento ou monitoramento especial, mas podem ser aspira-das, se forem dolorosas. Os cistos recorrentes podem ser ser submetidos a novos exames de imagem e à nova punção com aspiração, mas caso sejam sintomáticos a melhor conduta é sua excisão.
Os cistos complicados apresentam ecos internos à ultrasso-nografia e algumas vezes não é possível distingui-los de massas sólidas. Em geral, os ecos internos são causados por resíduos proteicos, mas todos os cistos complicados devem ser aspira-dos. O material aspirado pode ser submetido à cultura, se for purulento, ou à citologia, se houver características clínicas ou imagem preocupantes. Se a anormalidade ultrassonográfica não se resolver por completo com a aspiração, deve-se realizar biópsia por agulha grossa.
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passage: FIG. 14.43 Agnatia.
A, Visão ventral da face virada para cima de uma criança. B, Visão lateral da face de um feto comCistos, Seios e Fístulas LateraisAs malformações estruturais como cistos, seios e fístulas laterais, podem estardiretamente relacionadas com a persistência anormal dos sulcos da faringe, bolsas dafaringe ou ambos. O cisto é uma cavidade completamente fechada, revestida por epitélioque pode ser derivada da persistência de uma parte da bolsa faríngea, um sulco faríngeoou um seio cervical. Um seio é fechado em uma extremidade e aberto para o exterior oupara a faringe. A fístula (Latin para “tubo”) é um tubo revestido com epitélio que éaberto em ambas as extremidades, neste caso, para o do lado de fora e para a faringe.
A localização pós-natal destas estruturas marca com precisão a localização dos seusprecursores embrionários. As aberturas externas das fístulas são normalmenteencontradas anteriormente ao músculo esternocleidomastóideo no pescoço (Fig. 14.44).
As fístulas remanescentes dos sulcos faríngeos II ou III podem resultar do fechamentoincompleto do seio cervical pelo tecido do arco hioide. Embora presente desde onascimento, os cistos cervicais, muitas vezes não se manifestam até após a puberdade.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: Persistindo a indefinição, indicamos a cirurgia para os pacientes considerados de alto risco pela avaliação clínica eultrassonográfica (p. ex., presença de sintomas compressivos; nódulos ≥ 4 cm ou nódulos menores que apresentem aspectosde suspeita maior para malignidade à US). Os demais pacientes poderão ser acompanhados clinicamente, com seguimentoperiódico por meio de US.
No caso de nódulos puramente císticos, não está indicada PAAF, exceto quando são muito volumosos ou quando estáprogramada alcoolização. Indicamos cirurgia para os cistos recidivantes e mais volumosos, bem como para aqueles em que hajauma vegetação sólida intracística à US. Seguem-se clinicamente, pela US, cistos menores, aqueles que permaneceram colabadosou que foram tratados com etanol.
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passage: Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®.
Linfonodos axilares, supra ou infraclaviculares com suspeição de malignidade ao exame físico ou aos métodos de imagem.
A citologia apresenta boa acurácia e elevado valor preditivo positivo na detecção de metástases linfonodais. Menor risco de complicações em relação à core biopsia. Lesões sólido-císticas à ultrassonogra/f_i a, sem outras características de malignidade.
Diferenciação entre lesões complexas (considerar avaliação histológica) e cistos com duplo nível líquido (considerar seguimento clínico e radiológico em 6 meses)Cistos simples. Aspiração de cistos simples nos casos associados à dor localizada persistente ou com grandes volumes e abaulamentos da superfície cutânea da mama. Nessas situações, a citologia não acrescenta informações relevantes ao diagnóstico; e o conteúdo aspirado deve ser desprezado. Hipótese diagnóstica de cisto com conteúdo espesso ao exame ultrassonográ/f_i co (imagens ovaladas, hipoecoicas, circunscritas e com reforço acústico posterior).
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passage: Pode auxiliar no diagnóstico diferencial entre cistos de conteúdo espesso e nódulos sólidos.
Nos casos de cisto com conteúdo espesso, pode-se visualizar a movimentação da agulha no interior da lesão, sem a movimentação do parênquima mamário adjacente.
Abscessos mamários, na ausência de qualquer sinal ou sintoma de infecção sistêmica.
Abscessos mamários de pequeno volume e em topogra/f_i a favorável.
Nos casos de aspiração completa do material purulento, considerar rigoroso controle clínico e radiológico. Nos casos de aspiração insatisfatória, considerar drenagem cirúrgica.
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passage: A ultrassonografia transvaginal frequentemente é usada como ferramenta primária para a avaliação de mulheres sin-tomáticas, e, em sua maioria, esses cistos apresentam paredes finas e lisas, assim com centro anecoico. No entanto, o exame ultrassonográfico apresenta limitações na diferenciação en-tre patologia paraovariana e ovariana (Athey, 1985; Barloon, 1996). Além disso, a imagem por RM é ruim para diferen-ciar cistos ovarianos e paraovarianos (Ghossain, 2005). Con-sequentemente, muitas pacientes são tratadas de forma seme-lhante àquelas com diagnóstico de cisto ovariano. Quando tratadas cirurgicamente, a cistectomia ou, menos frequente-mente, a drenagem e a fulguração da parede do cisto são rea-lizadas. Quando identificados como achado incidental intrao-peratório, esses cistos geralmente são removidos, embora esta conduta não tenha base em evidências.
■ Tumores sólidos paraovarianosOs leiomiomas são os tumores sólidos paraovarianos mais co-muns, com fisiopatologia idêntica àquela encontradano mio-MASSAS PARAOVARIANASOvárioPedículo cirúrgicoTuba uterinaFímbriasCistos paratubáriosFIGURA 9-24 Peça cirúrgica contendo tuba uterina, ovário e cistos pa-ratubários. A natureza pedunculada e de paredes finas desses cistos é característica.
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passage: Os cistos complexos apresentam septações ou massas in-tracísticas ao exame ultrassonográfico. A massa intracística ge-ralmente é um papiloma, mas carcinoma medular, carcinoma papilar e alguns carcinomas ductais infiltrantes podem se apre-sentar como cistos complexos. Embora alguns autores tenham defendido biópsia por agulha grossa para avaliação de cistos complexos, esse procedimento pode descomprimir o cisto, di-ficultando sua localização no momento da cirurgia. Além dis-so, as lesões papilares diagnosticadas por biópsia com agulha terão que ser removidas. Assim, parece razoável recomendar a excisão de todos os cistos complexos.
■ FibroadenomaOs fibroadenomas representam uma anormalidade focal no desenvolvimento de um lóbulo mamário e, como tal, não são neoplasias verdadeiras. Histologicamente, são constituídos por estruturas glandulares e epiteliais císticas envolvidas por estro-ma celular. Os fibroadenomas são responsáveis por 7 a 13% das consultas clínicas em mastologia, e em uma série de ne-cropsias encontrou-se prevalência de 9% (Dent, 1988; Franyz, 1951). Em geral, os fibroadenomas surgem na adolescência, são identificados frequentemente na pré-menopausa e costu-mam sofrer involução espontânea após a menopausa.
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passage: Os cistos de mama são diagnosticados e classificados a partir de exame ultrassonográfico. Existem três tipos de cis-tos: simples, complicado e complexo (Berg, 2003). Os cistos simples são sonoluscentes, com margem definida e reforço acústico posterior ( Fig. 12-5). Essas lesões não exigem tra-tamento ou monitoramento especial, mas podem ser aspira-das, se forem dolorosas. Os cistos recorrentes podem ser ser submetidos a novos exames de imagem e à nova punção com aspiração, mas caso sejam sintomáticos a melhor conduta é sua excisão.
Os cistos complicados apresentam ecos internos à ultrasso-nografia e algumas vezes não é possível distingui-los de massas sólidas. Em geral, os ecos internos são causados por resíduos proteicos, mas todos os cistos complicados devem ser aspira-dos. O material aspirado pode ser submetido à cultura, se for purulento, ou à citologia, se houver características clínicas ou imagem preocupantes. Se a anormalidade ultrassonográfica não se resolver por completo com a aspiração, deve-se realizar biópsia por agulha grossa.
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passage: FIG. 14.43 Agnatia.
A, Visão ventral da face virada para cima de uma criança. B, Visão lateral da face de um feto comCistos, Seios e Fístulas LateraisAs malformações estruturais como cistos, seios e fístulas laterais, podem estardiretamente relacionadas com a persistência anormal dos sulcos da faringe, bolsas dafaringe ou ambos. O cisto é uma cavidade completamente fechada, revestida por epitélioque pode ser derivada da persistência de uma parte da bolsa faríngea, um sulco faríngeoou um seio cervical. Um seio é fechado em uma extremidade e aberto para o exterior oupara a faringe. A fístula (Latin para “tubo”) é um tubo revestido com epitélio que éaberto em ambas as extremidades, neste caso, para o do lado de fora e para a faringe.
A localização pós-natal destas estruturas marca com precisão a localização dos seusprecursores embrionários. As aberturas externas das fístulas são normalmenteencontradas anteriormente ao músculo esternocleidomastóideo no pescoço (Fig. 14.44).
As fístulas remanescentes dos sulcos faríngeos II ou III podem resultar do fechamentoincompleto do seio cervical pelo tecido do arco hioide. Embora presente desde onascimento, os cistos cervicais, muitas vezes não se manifestam até após a puberdade.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
14 de 54 29/04/2016 12:26corpoultimofaríngeo ao longo de seu trajeto para a glândula tireoide (Figs. 9-7 e 9-8).
C i s t os c e r v ic a i s ( br a n qu i a i s )Remanescentes de partes do seio cervical e/ou do segundo sulco podem persistir e formar um cisto esféricoou alongado (Fig. 9-9F). Embora eles possam estar associados aos seios cervicais e drenar através deles, oscistos frequentemente se situam livres no pescoço, imediatamente inferior ao ângulo da mandíbula. Entretanto,eles podem se desenvolver em qualquer lugar ao longo da borda anterior do músculo esternocleidomastóideo.
Os cistos cervicais, geralmente, não se tornam aparentes até o final da infância ou o início da idade adulta,quando produzem uma tumefação de crescimento lento e indolor no pescoço (Fig. 9-11). Os cistos aumentamdevido ao acúmulo de líquido e debris celulares derivados da descamação de seus revestimentos epiteliais(Fig. 9-12).
FIGURA 9-11O inchaço no pescoço de um menino foi produzido por um cisto cervical.
Frequentemente esses grandes cistos situam-se livremente no pescoço, logo abaixo do ângulo damandíbula, mas podem se desenvolver em qualquer lugar ao longo do bordo anterior do músculoesternocleidomastóideo, como neste caso.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: Persistindo a indefinição, indicamos a cirurgia para os pacientes considerados de alto risco pela avaliação clínica eultrassonográfica (p. ex., presença de sintomas compressivos; nódulos ≥ 4 cm ou nódulos menores que apresentem aspectosde suspeita maior para malignidade à US). Os demais pacientes poderão ser acompanhados clinicamente, com seguimentoperiódico por meio de US.
No caso de nódulos puramente císticos, não está indicada PAAF, exceto quando são muito volumosos ou quando estáprogramada alcoolização. Indicamos cirurgia para os cistos recidivantes e mais volumosos, bem como para aqueles em que hajauma vegetação sólida intracística à US. Seguem-se clinicamente, pela US, cistos menores, aqueles que permaneceram colabadosou que foram tratados com etanol.
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passage: Tranquilização da paciente em relação ao seguimento clínico. Na presença de qualquer critério de suspeição, deve-se prosseguir a investigação/análise histológica. Posteriormente, nos casos de lesões estáveis por dois anos, reclassi/f_i car para Categoria 2 do sistema BI-RADS®.
Linfonodos axilares, supra ou infraclaviculares com suspeição de malignidade ao exame físico ou aos métodos de imagem.
A citologia apresenta boa acurácia e elevado valor preditivo positivo na detecção de metástases linfonodais. Menor risco de complicações em relação à core biopsia. Lesões sólido-císticas à ultrassonogra/f_i a, sem outras características de malignidade.
Diferenciação entre lesões complexas (considerar avaliação histológica) e cistos com duplo nível líquido (considerar seguimento clínico e radiológico em 6 meses)Cistos simples. Aspiração de cistos simples nos casos associados à dor localizada persistente ou com grandes volumes e abaulamentos da superfície cutânea da mama. Nessas situações, a citologia não acrescenta informações relevantes ao diagnóstico; e o conteúdo aspirado deve ser desprezado. Hipótese diagnóstica de cisto com conteúdo espesso ao exame ultrassonográ/f_i co (imagens ovaladas, hipoecoicas, circunscritas e com reforço acústico posterior).
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passage: Pode auxiliar no diagnóstico diferencial entre cistos de conteúdo espesso e nódulos sólidos.
Nos casos de cisto com conteúdo espesso, pode-se visualizar a movimentação da agulha no interior da lesão, sem a movimentação do parênquima mamário adjacente.
Abscessos mamários, na ausência de qualquer sinal ou sintoma de infecção sistêmica.
Abscessos mamários de pequeno volume e em topogra/f_i a favorável.
Nos casos de aspiração completa do material purulento, considerar rigoroso controle clínico e radiológico. Nos casos de aspiração insatisfatória, considerar drenagem cirúrgica.
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passage: A ultrassonografia transvaginal frequentemente é usada como ferramenta primária para a avaliação de mulheres sin-tomáticas, e, em sua maioria, esses cistos apresentam paredes finas e lisas, assim com centro anecoico. No entanto, o exame ultrassonográfico apresenta limitações na diferenciação en-tre patologia paraovariana e ovariana (Athey, 1985; Barloon, 1996). Além disso, a imagem por RM é ruim para diferen-ciar cistos ovarianos e paraovarianos (Ghossain, 2005). Con-sequentemente, muitas pacientes são tratadas de forma seme-lhante àquelas com diagnóstico de cisto ovariano. Quando tratadas cirurgicamente, a cistectomia ou, menos frequente-mente, a drenagem e a fulguração da parede do cisto são rea-lizadas. Quando identificados como achado incidental intrao-peratório, esses cistos geralmente são removidos, embora esta conduta não tenha base em evidências.
■ Tumores sólidos paraovarianosOs leiomiomas são os tumores sólidos paraovarianos mais co-muns, com fisiopatologia idêntica àquela encontradano mio-MASSAS PARAOVARIANASOvárioPedículo cirúrgicoTuba uterinaFímbriasCistos paratubáriosFIGURA 9-24 Peça cirúrgica contendo tuba uterina, ovário e cistos pa-ratubários. A natureza pedunculada e de paredes finas desses cistos é característica.
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passage: Os cistos complexos apresentam septações ou massas in-tracísticas ao exame ultrassonográfico. A massa intracística ge-ralmente é um papiloma, mas carcinoma medular, carcinoma papilar e alguns carcinomas ductais infiltrantes podem se apre-sentar como cistos complexos. Embora alguns autores tenham defendido biópsia por agulha grossa para avaliação de cistos complexos, esse procedimento pode descomprimir o cisto, di-ficultando sua localização no momento da cirurgia. Além dis-so, as lesões papilares diagnosticadas por biópsia com agulha terão que ser removidas. Assim, parece razoável recomendar a excisão de todos os cistos complexos.
■ FibroadenomaOs fibroadenomas representam uma anormalidade focal no desenvolvimento de um lóbulo mamário e, como tal, não são neoplasias verdadeiras. Histologicamente, são constituídos por estruturas glandulares e epiteliais císticas envolvidas por estro-ma celular. Os fibroadenomas são responsáveis por 7 a 13% das consultas clínicas em mastologia, e em uma série de ne-cropsias encontrou-se prevalência de 9% (Dent, 1988; Franyz, 1951). Em geral, os fibroadenomas surgem na adolescência, são identificados frequentemente na pré-menopausa e costu-mam sofrer involução espontânea após a menopausa.
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passage: Os cistos de mama são diagnosticados e classificados a partir de exame ultrassonográfico. Existem três tipos de cis-tos: simples, complicado e complexo (Berg, 2003). Os cistos simples são sonoluscentes, com margem definida e reforço acústico posterior ( Fig. 12-5). Essas lesões não exigem tra-tamento ou monitoramento especial, mas podem ser aspira-das, se forem dolorosas. Os cistos recorrentes podem ser ser submetidos a novos exames de imagem e à nova punção com aspiração, mas caso sejam sintomáticos a melhor conduta é sua excisão.
Os cistos complicados apresentam ecos internos à ultrasso-nografia e algumas vezes não é possível distingui-los de massas sólidas. Em geral, os ecos internos são causados por resíduos proteicos, mas todos os cistos complicados devem ser aspira-dos. O material aspirado pode ser submetido à cultura, se for purulento, ou à citologia, se houver características clínicas ou imagem preocupantes. Se a anormalidade ultrassonográfica não se resolver por completo com a aspiração, deve-se realizar biópsia por agulha grossa.
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passage: FIG. 14.43 Agnatia.
A, Visão ventral da face virada para cima de uma criança. B, Visão lateral da face de um feto comCistos, Seios e Fístulas LateraisAs malformações estruturais como cistos, seios e fístulas laterais, podem estardiretamente relacionadas com a persistência anormal dos sulcos da faringe, bolsas dafaringe ou ambos. O cisto é uma cavidade completamente fechada, revestida por epitélioque pode ser derivada da persistência de uma parte da bolsa faríngea, um sulco faríngeoou um seio cervical. Um seio é fechado em uma extremidade e aberto para o exterior oupara a faringe. A fístula (Latin para “tubo”) é um tubo revestido com epitélio que éaberto em ambas as extremidades, neste caso, para o do lado de fora e para a faringe.
A localização pós-natal destas estruturas marca com precisão a localização dos seusprecursores embrionários. As aberturas externas das fístulas são normalmenteencontradas anteriormente ao músculo esternocleidomastóideo no pescoço (Fig. 14.44).
As fístulas remanescentes dos sulcos faríngeos II ou III podem resultar do fechamentoincompleto do seio cervical pelo tecido do arco hioide. Embora presente desde onascimento, os cistos cervicais, muitas vezes não se manifestam até após a puberdade.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
14 de 54 29/04/2016 12:26corpoultimofaríngeo ao longo de seu trajeto para a glândula tireoide (Figs. 9-7 e 9-8).
C i s t os c e r v ic a i s ( br a n qu i a i s )Remanescentes de partes do seio cervical e/ou do segundo sulco podem persistir e formar um cisto esféricoou alongado (Fig. 9-9F). Embora eles possam estar associados aos seios cervicais e drenar através deles, oscistos frequentemente se situam livres no pescoço, imediatamente inferior ao ângulo da mandíbula. Entretanto,eles podem se desenvolver em qualquer lugar ao longo da borda anterior do músculo esternocleidomastóideo.
Os cistos cervicais, geralmente, não se tornam aparentes até o final da infância ou o início da idade adulta,quando produzem uma tumefação de crescimento lento e indolor no pescoço (Fig. 9-11). Os cistos aumentamdevido ao acúmulo de líquido e debris celulares derivados da descamação de seus revestimentos epiteliais(Fig. 9-12).
FIGURA 9-11O inchaço no pescoço de um menino foi produzido por um cisto cervical.
Frequentemente esses grandes cistos situam-se livremente no pescoço, logo abaixo do ângulo damandíbula, mas podem se desenvolver em qualquer lugar ao longo do bordo anterior do músculoesternocleidomastóideo, como neste caso.
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passage: Classicamente, nódulos císticos são considerados benignos. Contudo, a presença de vegetação sólida, vascularizada, delocalização intracística pode indicar malignidade em cerca de 50% dos casos. 26 Além disso, aproximadamente 25% doscarcinomas papilíferos contêm elementos císticos em seu interior.9,10,26Em uma coorte de 101 casos de Ca papilífero, 36% tinham menos de 1,5 cm, enquanto 64% mediam entre 1,5 e 3,5 cm, comocorrência semelhante em tireoide uni ou multinodular à US (47% vs. 53%). 32 As características ultrassonográficas dos nossosidentificação de lesões suspeitas de malignidade. Linfonodos com diâmetro > 5 mm que apresentem calcificações finas e/oudegeneração cística em seu interior têm quase sempre uma etiologia maligna. Na ausência dessas características, o achado deforma arredondada, ausência de hilo e contornos irregulares ou espiculados são também fortes indicativos de malignidade(Figura 23.10). Em contrapartida, a detecção de linfonodos de forma alongada com mediastino ecogênico indica benignidade. Aanálise do fluxo sanguíneo pelo Doppler ajuda no diagnóstico diferencial, revelando hipervascularização periférica ou mista noscasos malignos.24,26,29–31Quadro 23.4 Probabilidade para malignidade em nódulos tireoidianos, de acordo com suas característicasultrassonográficas, em estudo envolvendo 275 pacientes.
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Olá! Entendo sua preocupação com o diagnóstico de cisto sólido encontrado na ultrassonografia. Fique tranquila, vou explicar o que isso pode significar e quais os próximos passos.
Primeiramente, é importante esclarecer que a expressão "cisto sólido" pode gerar confusão. Geralmente, os cistos são preenchidos por líquido, enquanto as massas sólidas são diferentes. Quando se fala em "cisto sólido" no contexto da ultrassonografia, geralmente nos referimos a um cisto complexo, que é um cisto com áreas sólidas dentro ou com características que o diferenciam de um cisto simples, que é totalmente preenchido por líquido e tem paredes finas.
Existem diferentes tipos de cistos complexos, tanto nas mamas quanto nos ovários, e cada um tem suas particularidades.
**Cistos Complexos na Mama:**
Se o cisto sólido foi encontrado na mama, é importante investigar a causa. Cistos complexos podem ter áreas sólidas ou apresentar ecos internos na ultrassonografia. Nesses casos, a conduta geralmente envolve a aspiração do cisto para análise do líquido e, caso a imagem não se resolva completamente após a aspiração, pode ser necessária uma biópsia para avaliar as células mais detalhadamente.
É importante ressaltar que, dependendo das características do cisto na ultrassonografia, a conduta pode variar desde o acompanhamento com exames de imagem periódicos até a excisão cirúrgica, que é a remoção do cisto.
**Cistos Complexos no Ovário:**
Se o cisto foi encontrado no ovário, também é importante avaliar suas características. Cistos ovarianos complexos podem ter septações (divisões internas) ou massas dentro deles. Em mulheres mais jovens, alguns marcadores tumorais podem ser solicitados para ajudar na avaliação.
A conduta para cistos ovarianos complexos depende do tamanho do cisto, da sua aparência na ultrassonografia, da sua idade e dos seus sintomas. Em alguns casos, a cirurgia é recomendada para remover o cisto e realizar uma análise histopatológica, que é o exame do tecido removido para determinar a sua natureza.
**Próximos Passos:**
Para que eu possa te dar uma orientação mais precisa, preciso de mais informações. Seria importante saber:
* Onde o cisto sólido foi encontrado: na mama ou no ovário?
* Quais são as características do cisto na ultrassonografia (tamanho, presença de septações, áreas sólidas, etc.)?
* Você está sentindo alguma dor ou desconforto?
Com essas informações, posso te ajudar a entender melhor o seu caso e te indicar os próximos passos. O importante é não se desesperar! Muitas vezes, esses achados são benignos e podem ser
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A infecção urinária pode estar associada à ureaplasma? Tive ureaplasma sem sintomas, tomei antibiótico há alguns meses, mas acredito estar apresentando sintomas.
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O ideal é procurar um urologista para solicitar um exame de swab uretral e uma urocultura para definir qual patógeno está causando a infecção.
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passage: 7Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018cluem: Anaeróbios pélvicos, Bacilos gram-negativos, Mycoplasma hominis, Streptococcus agalactiae, Gardnerella vaginalis, Haemophilus in/f_l uenzae, Ureaplasma urealyticum; Bacteróides spp, Escherichia coli.
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passage: 7Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018cluem: Anaeróbios pélvicos, Bacilos gram-negativos, Mycoplasma hominis, Streptococcus agalactiae, Gardnerella vaginalis, Haemophilus in/f_l uenzae, Ureaplasma urealyticum; Bacteróides spp, Escherichia coli.
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passage: Pelo pequeno tamanho e crescimento apenas em meio celular, as clamídias foram confundidas com vírus.
Em casos de uretrite não gonocócica outros agentes menos frequentes são: Mycoplasma hominis,Mycoplasma genitalium, Ureaplasma urealyticum, Ureaplasma parvum, Candida albicans, Trichomonasvaginalis, HSV-2 e 1.
Manifestações clínicas▶ Homens.
Principal quadro é uretrite com secreção clara e mucoide, raramente purulenta, acompanhada dedisuria leve ou moderada.
C. trachomatis no colo uterino causa friabilidade e muco turvo ou purulento, emborapossa ser assintomática.
Figura 62.17 Uretrite em mulher tem como causa frequente clamídia e gonococo.
▶ Mulheres.
Endocervicites com muco cervical igual ao da uretrite masculina, que, aliás, pode ocorrer também nosexo feminino. Quadros de ectopia e friabilidade com sangramento fácil da mucosa cervical não são raros.
Mais da metade dos homens e das mulheres infectados por clamídia é oligossintomática ou assintomática.
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passage: 7Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018cluem: Anaeróbios pélvicos, Bacilos gram-negativos, Mycoplasma hominis, Streptococcus agalactiae, Gardnerella vaginalis, Haemophilus in/f_l uenzae, Ureaplasma urealyticum; Bacteróides spp, Escherichia coli.
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passage: Pelo pequeno tamanho e crescimento apenas em meio celular, as clamídias foram confundidas com vírus.
Em casos de uretrite não gonocócica outros agentes menos frequentes são: Mycoplasma hominis,Mycoplasma genitalium, Ureaplasma urealyticum, Ureaplasma parvum, Candida albicans, Trichomonasvaginalis, HSV-2 e 1.
Manifestações clínicas▶ Homens.
Principal quadro é uretrite com secreção clara e mucoide, raramente purulenta, acompanhada dedisuria leve ou moderada.
C. trachomatis no colo uterino causa friabilidade e muco turvo ou purulento, emborapossa ser assintomática.
Figura 62.17 Uretrite em mulher tem como causa frequente clamídia e gonococo.
▶ Mulheres.
Endocervicites com muco cervical igual ao da uretrite masculina, que, aliás, pode ocorrer também nosexo feminino. Quadros de ectopia e friabilidade com sangramento fácil da mucosa cervical não são raros.
Mais da metade dos homens e das mulheres infectados por clamídia é oligossintomática ou assintomática.
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passage: Classi/f_i caçãoA ITU pode ser classi/f_i cada como complicada e não complicada. Denomina-se ITU não complicada quando ocorre em mulheres jovens, não grávidas e na ausência de anomalias estruturais ou funcionais do trato urinário. São fatores que categorizam as ITUs como complicadas: diabetes, gravidez, falência renal, obstrução do trato urinário, presença de sonda vesical de demora ou nefrosto-mia, procedimento ou instrumentação cirúrgica recente no trato urinário, disfunções anatômicas ou funcionais, imunossupressão, transplante renal, história de ITU na infância.(3) • Bacteriúria assintomática: De/f_i ne-se como bacteriúria assin-tomática quando considerável quantidade de bactérias é en-contrada na urina sem associação com sintomas clínicos. Tra-dicionalmente, por coleta de jato médio, consideram-se 100 5Haddad JM, Fernandes DAProtocolos Febrasgo | Nº63 | 2018• Infecção recorrente do trato urinário (ITUr): De/f_i ne-se como a ocorrência de dois episódios de ITU em seis meses ou três nos últimos 12 meses.(1) Afeta 25% das mulheres com histó-ria de ITU. O micro-organismo mais frequente nessa situação também é a E. coli.
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passage: 7Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018cluem: Anaeróbios pélvicos, Bacilos gram-negativos, Mycoplasma hominis, Streptococcus agalactiae, Gardnerella vaginalis, Haemophilus in/f_l uenzae, Ureaplasma urealyticum; Bacteróides spp, Escherichia coli.
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passage: Pelo pequeno tamanho e crescimento apenas em meio celular, as clamídias foram confundidas com vírus.
Em casos de uretrite não gonocócica outros agentes menos frequentes são: Mycoplasma hominis,Mycoplasma genitalium, Ureaplasma urealyticum, Ureaplasma parvum, Candida albicans, Trichomonasvaginalis, HSV-2 e 1.
Manifestações clínicas▶ Homens.
Principal quadro é uretrite com secreção clara e mucoide, raramente purulenta, acompanhada dedisuria leve ou moderada.
C. trachomatis no colo uterino causa friabilidade e muco turvo ou purulento, emborapossa ser assintomática.
Figura 62.17 Uretrite em mulher tem como causa frequente clamídia e gonococo.
▶ Mulheres.
Endocervicites com muco cervical igual ao da uretrite masculina, que, aliás, pode ocorrer também nosexo feminino. Quadros de ectopia e friabilidade com sangramento fácil da mucosa cervical não são raros.
Mais da metade dos homens e das mulheres infectados por clamídia é oligossintomática ou assintomática.
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passage: Classi/f_i caçãoA ITU pode ser classi/f_i cada como complicada e não complicada. Denomina-se ITU não complicada quando ocorre em mulheres jovens, não grávidas e na ausência de anomalias estruturais ou funcionais do trato urinário. São fatores que categorizam as ITUs como complicadas: diabetes, gravidez, falência renal, obstrução do trato urinário, presença de sonda vesical de demora ou nefrosto-mia, procedimento ou instrumentação cirúrgica recente no trato urinário, disfunções anatômicas ou funcionais, imunossupressão, transplante renal, história de ITU na infância.(3) • Bacteriúria assintomática: De/f_i ne-se como bacteriúria assin-tomática quando considerável quantidade de bactérias é en-contrada na urina sem associação com sintomas clínicos. Tra-dicionalmente, por coleta de jato médio, consideram-se 100 5Haddad JM, Fernandes DAProtocolos Febrasgo | Nº63 | 2018• Infecção recorrente do trato urinário (ITUr): De/f_i ne-se como a ocorrência de dois episódios de ITU em seis meses ou três nos últimos 12 meses.(1) Afeta 25% das mulheres com histó-ria de ITU. O micro-organismo mais frequente nessa situação também é a E. coli.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: 7Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018cluem: Anaeróbios pélvicos, Bacilos gram-negativos, Mycoplasma hominis, Streptococcus agalactiae, Gardnerella vaginalis, Haemophilus in/f_l uenzae, Ureaplasma urealyticum; Bacteróides spp, Escherichia coli.
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passage: Pelo pequeno tamanho e crescimento apenas em meio celular, as clamídias foram confundidas com vírus.
Em casos de uretrite não gonocócica outros agentes menos frequentes são: Mycoplasma hominis,Mycoplasma genitalium, Ureaplasma urealyticum, Ureaplasma parvum, Candida albicans, Trichomonasvaginalis, HSV-2 e 1.
Manifestações clínicas▶ Homens.
Principal quadro é uretrite com secreção clara e mucoide, raramente purulenta, acompanhada dedisuria leve ou moderada.
C. trachomatis no colo uterino causa friabilidade e muco turvo ou purulento, emborapossa ser assintomática.
Figura 62.17 Uretrite em mulher tem como causa frequente clamídia e gonococo.
▶ Mulheres.
Endocervicites com muco cervical igual ao da uretrite masculina, que, aliás, pode ocorrer também nosexo feminino. Quadros de ectopia e friabilidade com sangramento fácil da mucosa cervical não são raros.
Mais da metade dos homens e das mulheres infectados por clamídia é oligossintomática ou assintomática.
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passage: Classi/f_i caçãoA ITU pode ser classi/f_i cada como complicada e não complicada. Denomina-se ITU não complicada quando ocorre em mulheres jovens, não grávidas e na ausência de anomalias estruturais ou funcionais do trato urinário. São fatores que categorizam as ITUs como complicadas: diabetes, gravidez, falência renal, obstrução do trato urinário, presença de sonda vesical de demora ou nefrosto-mia, procedimento ou instrumentação cirúrgica recente no trato urinário, disfunções anatômicas ou funcionais, imunossupressão, transplante renal, história de ITU na infância.(3) • Bacteriúria assintomática: De/f_i ne-se como bacteriúria assin-tomática quando considerável quantidade de bactérias é en-contrada na urina sem associação com sintomas clínicos. Tra-dicionalmente, por coleta de jato médio, consideram-se 100 5Haddad JM, Fernandes DAProtocolos Febrasgo | Nº63 | 2018• Infecção recorrente do trato urinário (ITUr): De/f_i ne-se como a ocorrência de dois episódios de ITU em seis meses ou três nos últimos 12 meses.(1) Afeta 25% das mulheres com histó-ria de ITU. O micro-organismo mais frequente nessa situação também é a E. coli.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: , 2005). O tratamento é empírico, de acordo coma Tabela 51.3 e a Figura 51.1, com preferência por nitrofurantoína e fosfomicina.
Nas pacientes que tiveram bacteriúria assintomática e foram tratadas, aproximadamente 1/3 apresentarãorecorrência da infecção. Caso não se opte pelo início da antibioticoprofilaxia, é necessária a realização deurocultura de modo periódico. Caso se opte pela profilaxia, é recomendado o uso de 50 a 100 mg denitrofurantoína/dia. Outra profilaxia a ser considerada é a tomada do antibiótico pós-coito (Glaser & Schaeffer,2015), devendo-se lembrar da orientação para que a paciente urine após o coito. Em estudo recente foi visto queas pacientes que não urinavam pós-coito apresentavam uma chance 8,6 vezes maior de infecção urinária do queas que urinavam (Badran et al., 2015).
Tabela 51.3 Antibioticoterapia empírica nas infecções urinárias.
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passage: 7Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018cluem: Anaeróbios pélvicos, Bacilos gram-negativos, Mycoplasma hominis, Streptococcus agalactiae, Gardnerella vaginalis, Haemophilus in/f_l uenzae, Ureaplasma urealyticum; Bacteróides spp, Escherichia coli.
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passage: Pelo pequeno tamanho e crescimento apenas em meio celular, as clamídias foram confundidas com vírus.
Em casos de uretrite não gonocócica outros agentes menos frequentes são: Mycoplasma hominis,Mycoplasma genitalium, Ureaplasma urealyticum, Ureaplasma parvum, Candida albicans, Trichomonasvaginalis, HSV-2 e 1.
Manifestações clínicas▶ Homens.
Principal quadro é uretrite com secreção clara e mucoide, raramente purulenta, acompanhada dedisuria leve ou moderada.
C. trachomatis no colo uterino causa friabilidade e muco turvo ou purulento, emborapossa ser assintomática.
Figura 62.17 Uretrite em mulher tem como causa frequente clamídia e gonococo.
▶ Mulheres.
Endocervicites com muco cervical igual ao da uretrite masculina, que, aliás, pode ocorrer também nosexo feminino. Quadros de ectopia e friabilidade com sangramento fácil da mucosa cervical não são raros.
Mais da metade dos homens e das mulheres infectados por clamídia é oligossintomática ou assintomática.
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passage: Classi/f_i caçãoA ITU pode ser classi/f_i cada como complicada e não complicada. Denomina-se ITU não complicada quando ocorre em mulheres jovens, não grávidas e na ausência de anomalias estruturais ou funcionais do trato urinário. São fatores que categorizam as ITUs como complicadas: diabetes, gravidez, falência renal, obstrução do trato urinário, presença de sonda vesical de demora ou nefrosto-mia, procedimento ou instrumentação cirúrgica recente no trato urinário, disfunções anatômicas ou funcionais, imunossupressão, transplante renal, história de ITU na infância.(3) • Bacteriúria assintomática: De/f_i ne-se como bacteriúria assin-tomática quando considerável quantidade de bactérias é en-contrada na urina sem associação com sintomas clínicos. Tra-dicionalmente, por coleta de jato médio, consideram-se 100 5Haddad JM, Fernandes DAProtocolos Febrasgo | Nº63 | 2018• Infecção recorrente do trato urinário (ITUr): De/f_i ne-se como a ocorrência de dois episódios de ITU em seis meses ou três nos últimos 12 meses.(1) Afeta 25% das mulheres com histó-ria de ITU. O micro-organismo mais frequente nessa situação também é a E. coli.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: , 2005). O tratamento é empírico, de acordo coma Tabela 51.3 e a Figura 51.1, com preferência por nitrofurantoína e fosfomicina.
Nas pacientes que tiveram bacteriúria assintomática e foram tratadas, aproximadamente 1/3 apresentarãorecorrência da infecção. Caso não se opte pelo início da antibioticoprofilaxia, é necessária a realização deurocultura de modo periódico. Caso se opte pela profilaxia, é recomendado o uso de 50 a 100 mg denitrofurantoína/dia. Outra profilaxia a ser considerada é a tomada do antibiótico pós-coito (Glaser & Schaeffer,2015), devendo-se lembrar da orientação para que a paciente urine após o coito. Em estudo recente foi visto queas pacientes que não urinavam pós-coito apresentavam uma chance 8,6 vezes maior de infecção urinária do queas que urinavam (Badran et al., 2015).
Tabela 51.3 Antibioticoterapia empírica nas infecções urinárias.
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passage: A infecção do trato urinário é uma complicação comum do divertículo uretral. No tratamento de 18 mulheres com di-vertículo, Fortunato e colaboradores (2001) relataram cistite aguda em 8, disúria em 7 e cistite recorrente em 11.
■ DiagnósticoEm muitas pacientes, os divertículos uretrais podem ser diag-nosticados simplesmente com anamnese detalhada, exame físico e alto índice de suspeição. A história da paciente deve se concentrar nas características e sintomas comuns de diver-tículo, citados anteriormente. Além disso, deve-se procurar por história de traumatismo, infecções ou cirurgias vaginais prévias. Contudo, apesar de ferramentas clínicas e radiológi-cas estarem disponíveis, para muitas mulheres o diagnóstico é tardio, sendo possível que sejam tratadas para incontinência de urgência ou de esforço, cistite crônica, trigonite, síndrome ure-tral, vulvovestibulite, cistocele e dor pélvica idiopática crônica antes da identificação de divertículo (Romanzi, 2000). Além disso, o divertículo em si pode se assemelhar a cisto do ducto de Gartner, cisto de inclusão vaginal, ureterocele ectópica ou endometrioma (Chowdhry, 2004).
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passage: 7Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018cluem: Anaeróbios pélvicos, Bacilos gram-negativos, Mycoplasma hominis, Streptococcus agalactiae, Gardnerella vaginalis, Haemophilus in/f_l uenzae, Ureaplasma urealyticum; Bacteróides spp, Escherichia coli.
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passage: Pelo pequeno tamanho e crescimento apenas em meio celular, as clamídias foram confundidas com vírus.
Em casos de uretrite não gonocócica outros agentes menos frequentes são: Mycoplasma hominis,Mycoplasma genitalium, Ureaplasma urealyticum, Ureaplasma parvum, Candida albicans, Trichomonasvaginalis, HSV-2 e 1.
Manifestações clínicas▶ Homens.
Principal quadro é uretrite com secreção clara e mucoide, raramente purulenta, acompanhada dedisuria leve ou moderada.
C. trachomatis no colo uterino causa friabilidade e muco turvo ou purulento, emborapossa ser assintomática.
Figura 62.17 Uretrite em mulher tem como causa frequente clamídia e gonococo.
▶ Mulheres.
Endocervicites com muco cervical igual ao da uretrite masculina, que, aliás, pode ocorrer também nosexo feminino. Quadros de ectopia e friabilidade com sangramento fácil da mucosa cervical não são raros.
Mais da metade dos homens e das mulheres infectados por clamídia é oligossintomática ou assintomática.
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passage: Classi/f_i caçãoA ITU pode ser classi/f_i cada como complicada e não complicada. Denomina-se ITU não complicada quando ocorre em mulheres jovens, não grávidas e na ausência de anomalias estruturais ou funcionais do trato urinário. São fatores que categorizam as ITUs como complicadas: diabetes, gravidez, falência renal, obstrução do trato urinário, presença de sonda vesical de demora ou nefrosto-mia, procedimento ou instrumentação cirúrgica recente no trato urinário, disfunções anatômicas ou funcionais, imunossupressão, transplante renal, história de ITU na infância.(3) • Bacteriúria assintomática: De/f_i ne-se como bacteriúria assin-tomática quando considerável quantidade de bactérias é en-contrada na urina sem associação com sintomas clínicos. Tra-dicionalmente, por coleta de jato médio, consideram-se 100 5Haddad JM, Fernandes DAProtocolos Febrasgo | Nº63 | 2018• Infecção recorrente do trato urinário (ITUr): De/f_i ne-se como a ocorrência de dois episódios de ITU em seis meses ou três nos últimos 12 meses.(1) Afeta 25% das mulheres com histó-ria de ITU. O micro-organismo mais frequente nessa situação também é a E. coli.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: , 2005). O tratamento é empírico, de acordo coma Tabela 51.3 e a Figura 51.1, com preferência por nitrofurantoína e fosfomicina.
Nas pacientes que tiveram bacteriúria assintomática e foram tratadas, aproximadamente 1/3 apresentarãorecorrência da infecção. Caso não se opte pelo início da antibioticoprofilaxia, é necessária a realização deurocultura de modo periódico. Caso se opte pela profilaxia, é recomendado o uso de 50 a 100 mg denitrofurantoína/dia. Outra profilaxia a ser considerada é a tomada do antibiótico pós-coito (Glaser & Schaeffer,2015), devendo-se lembrar da orientação para que a paciente urine após o coito. Em estudo recente foi visto queas pacientes que não urinavam pós-coito apresentavam uma chance 8,6 vezes maior de infecção urinária do queas que urinavam (Badran et al., 2015).
Tabela 51.3 Antibioticoterapia empírica nas infecções urinárias.
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passage: A infecção do trato urinário é uma complicação comum do divertículo uretral. No tratamento de 18 mulheres com di-vertículo, Fortunato e colaboradores (2001) relataram cistite aguda em 8, disúria em 7 e cistite recorrente em 11.
■ DiagnósticoEm muitas pacientes, os divertículos uretrais podem ser diag-nosticados simplesmente com anamnese detalhada, exame físico e alto índice de suspeição. A história da paciente deve se concentrar nas características e sintomas comuns de diver-tículo, citados anteriormente. Além disso, deve-se procurar por história de traumatismo, infecções ou cirurgias vaginais prévias. Contudo, apesar de ferramentas clínicas e radiológi-cas estarem disponíveis, para muitas mulheres o diagnóstico é tardio, sendo possível que sejam tratadas para incontinência de urgência ou de esforço, cistite crônica, trigonite, síndrome ure-tral, vulvovestibulite, cistocele e dor pélvica idiopática crônica antes da identificação de divertículo (Romanzi, 2000). Além disso, o divertículo em si pode se assemelhar a cisto do ducto de Gartner, cisto de inclusão vaginal, ureterocele ectópica ou endometrioma (Chowdhry, 2004).
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passage: 12Infecção do trato urinárioProtocolos Febrasgo | Nº63 | 2018nodose ou de curta duração (A).
3. O tratamento inicial de uma infecção sintomática do trato uri-nário inferior não exige que se realize cultura de urina (C).
4. O tratamento da ITU de repetição inicia-se por medidas com-portamentais, entre elas realizar ingesta hídrica adequada, evitar o uso de espermicida e tratar a atro/f_i a genital com es-trógeno local (C).
5. A imunoterapia, principalmente o lisado lio/f_i lizado de E. coli, é uma opção para pro/f_i laxia da ITU recorrente, tendo em vista a crescente resistência aos antimicrobianos (C).
6. Quanto à antibioticopro/f_i laxia, três estratégias podem ser utilizadas: pro/f_i laxia pós-coito, pro/f_i laxia contínua e autotra-tamento. A de/f_i nição da estratégia a ser adotada depende da relação entre a atividade sexual do casal e o aparecimento da ITU. Seria interessante que a escolha do antibiótico fosse dire-cionada pelo último antibiograma, de preferência, utilizando-se fosfomicina ou nitrofurantoína (C).
7. Não há evidência su/f_i ciente para indicar o uso de cranberry para a prevenção de ITUr (C).
Referências1. Haddad JM. Manual de uroginecologia e cirurgia vaginal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2015.
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passage: 7Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018cluem: Anaeróbios pélvicos, Bacilos gram-negativos, Mycoplasma hominis, Streptococcus agalactiae, Gardnerella vaginalis, Haemophilus in/f_l uenzae, Ureaplasma urealyticum; Bacteróides spp, Escherichia coli.
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passage: Pelo pequeno tamanho e crescimento apenas em meio celular, as clamídias foram confundidas com vírus.
Em casos de uretrite não gonocócica outros agentes menos frequentes são: Mycoplasma hominis,Mycoplasma genitalium, Ureaplasma urealyticum, Ureaplasma parvum, Candida albicans, Trichomonasvaginalis, HSV-2 e 1.
Manifestações clínicas▶ Homens.
Principal quadro é uretrite com secreção clara e mucoide, raramente purulenta, acompanhada dedisuria leve ou moderada.
C. trachomatis no colo uterino causa friabilidade e muco turvo ou purulento, emborapossa ser assintomática.
Figura 62.17 Uretrite em mulher tem como causa frequente clamídia e gonococo.
▶ Mulheres.
Endocervicites com muco cervical igual ao da uretrite masculina, que, aliás, pode ocorrer também nosexo feminino. Quadros de ectopia e friabilidade com sangramento fácil da mucosa cervical não são raros.
Mais da metade dos homens e das mulheres infectados por clamídia é oligossintomática ou assintomática.
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passage: Classi/f_i caçãoA ITU pode ser classi/f_i cada como complicada e não complicada. Denomina-se ITU não complicada quando ocorre em mulheres jovens, não grávidas e na ausência de anomalias estruturais ou funcionais do trato urinário. São fatores que categorizam as ITUs como complicadas: diabetes, gravidez, falência renal, obstrução do trato urinário, presença de sonda vesical de demora ou nefrosto-mia, procedimento ou instrumentação cirúrgica recente no trato urinário, disfunções anatômicas ou funcionais, imunossupressão, transplante renal, história de ITU na infância.(3) • Bacteriúria assintomática: De/f_i ne-se como bacteriúria assin-tomática quando considerável quantidade de bactérias é en-contrada na urina sem associação com sintomas clínicos. Tra-dicionalmente, por coleta de jato médio, consideram-se 100 5Haddad JM, Fernandes DAProtocolos Febrasgo | Nº63 | 2018• Infecção recorrente do trato urinário (ITUr): De/f_i ne-se como a ocorrência de dois episódios de ITU em seis meses ou três nos últimos 12 meses.(1) Afeta 25% das mulheres com histó-ria de ITU. O micro-organismo mais frequente nessa situação também é a E. coli.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: , 2005). O tratamento é empírico, de acordo coma Tabela 51.3 e a Figura 51.1, com preferência por nitrofurantoína e fosfomicina.
Nas pacientes que tiveram bacteriúria assintomática e foram tratadas, aproximadamente 1/3 apresentarãorecorrência da infecção. Caso não se opte pelo início da antibioticoprofilaxia, é necessária a realização deurocultura de modo periódico. Caso se opte pela profilaxia, é recomendado o uso de 50 a 100 mg denitrofurantoína/dia. Outra profilaxia a ser considerada é a tomada do antibiótico pós-coito (Glaser & Schaeffer,2015), devendo-se lembrar da orientação para que a paciente urine após o coito. Em estudo recente foi visto queas pacientes que não urinavam pós-coito apresentavam uma chance 8,6 vezes maior de infecção urinária do queas que urinavam (Badran et al., 2015).
Tabela 51.3 Antibioticoterapia empírica nas infecções urinárias.
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passage: A infecção do trato urinário é uma complicação comum do divertículo uretral. No tratamento de 18 mulheres com di-vertículo, Fortunato e colaboradores (2001) relataram cistite aguda em 8, disúria em 7 e cistite recorrente em 11.
■ DiagnósticoEm muitas pacientes, os divertículos uretrais podem ser diag-nosticados simplesmente com anamnese detalhada, exame físico e alto índice de suspeição. A história da paciente deve se concentrar nas características e sintomas comuns de diver-tículo, citados anteriormente. Além disso, deve-se procurar por história de traumatismo, infecções ou cirurgias vaginais prévias. Contudo, apesar de ferramentas clínicas e radiológi-cas estarem disponíveis, para muitas mulheres o diagnóstico é tardio, sendo possível que sejam tratadas para incontinência de urgência ou de esforço, cistite crônica, trigonite, síndrome ure-tral, vulvovestibulite, cistocele e dor pélvica idiopática crônica antes da identificação de divertículo (Romanzi, 2000). Além disso, o divertículo em si pode se assemelhar a cisto do ducto de Gartner, cisto de inclusão vaginal, ureterocele ectópica ou endometrioma (Chowdhry, 2004).
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passage: 12Infecção do trato urinárioProtocolos Febrasgo | Nº63 | 2018nodose ou de curta duração (A).
3. O tratamento inicial de uma infecção sintomática do trato uri-nário inferior não exige que se realize cultura de urina (C).
4. O tratamento da ITU de repetição inicia-se por medidas com-portamentais, entre elas realizar ingesta hídrica adequada, evitar o uso de espermicida e tratar a atro/f_i a genital com es-trógeno local (C).
5. A imunoterapia, principalmente o lisado lio/f_i lizado de E. coli, é uma opção para pro/f_i laxia da ITU recorrente, tendo em vista a crescente resistência aos antimicrobianos (C).
6. Quanto à antibioticopro/f_i laxia, três estratégias podem ser utilizadas: pro/f_i laxia pós-coito, pro/f_i laxia contínua e autotra-tamento. A de/f_i nição da estratégia a ser adotada depende da relação entre a atividade sexual do casal e o aparecimento da ITU. Seria interessante que a escolha do antibiótico fosse dire-cionada pelo último antibiograma, de preferência, utilizando-se fosfomicina ou nitrofurantoína (C).
7. Não há evidência su/f_i ciente para indicar o uso de cranberry para a prevenção de ITUr (C).
Referências1. Haddad JM. Manual de uroginecologia e cirurgia vaginal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2015.
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passage: Fonte: Adaptado de Hooton TM, Gupta K. Urinary tract infections and asymptomatic bacteriuria in pregnancy. UpToDate [Internet]. [last updated Aug 24, 2017]. [cited 2018 Feb 7). Available from: https://www.uptodate.com/contents/urinary-tract-infections-and-asymptomatic-bacteriuria-in-pregnancy (11)Rastreamento por sorologias Sí/f_i lis (CID A50 - A53.9)Doença infecciosa, curável, sistêmica, crônica e exclusiva do ser humano, cuja transmissão pode-se dar predominantemente por via sexual, através do contato com as lesões contaminadas, e por via vertical, por meio da placenta. O agente etiológico é a bactéria 12Rastreamento de doenças por exames laboratoriais em obstetríciaProtocolos Febrasgo | Nº74 | 2018prios de cada fase (Figura 5).
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passage: 7Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018cluem: Anaeróbios pélvicos, Bacilos gram-negativos, Mycoplasma hominis, Streptococcus agalactiae, Gardnerella vaginalis, Haemophilus in/f_l uenzae, Ureaplasma urealyticum; Bacteróides spp, Escherichia coli.
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passage: Pelo pequeno tamanho e crescimento apenas em meio celular, as clamídias foram confundidas com vírus.
Em casos de uretrite não gonocócica outros agentes menos frequentes são: Mycoplasma hominis,Mycoplasma genitalium, Ureaplasma urealyticum, Ureaplasma parvum, Candida albicans, Trichomonasvaginalis, HSV-2 e 1.
Manifestações clínicas▶ Homens.
Principal quadro é uretrite com secreção clara e mucoide, raramente purulenta, acompanhada dedisuria leve ou moderada.
C. trachomatis no colo uterino causa friabilidade e muco turvo ou purulento, emborapossa ser assintomática.
Figura 62.17 Uretrite em mulher tem como causa frequente clamídia e gonococo.
▶ Mulheres.
Endocervicites com muco cervical igual ao da uretrite masculina, que, aliás, pode ocorrer também nosexo feminino. Quadros de ectopia e friabilidade com sangramento fácil da mucosa cervical não são raros.
Mais da metade dos homens e das mulheres infectados por clamídia é oligossintomática ou assintomática.
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passage: Classi/f_i caçãoA ITU pode ser classi/f_i cada como complicada e não complicada. Denomina-se ITU não complicada quando ocorre em mulheres jovens, não grávidas e na ausência de anomalias estruturais ou funcionais do trato urinário. São fatores que categorizam as ITUs como complicadas: diabetes, gravidez, falência renal, obstrução do trato urinário, presença de sonda vesical de demora ou nefrosto-mia, procedimento ou instrumentação cirúrgica recente no trato urinário, disfunções anatômicas ou funcionais, imunossupressão, transplante renal, história de ITU na infância.(3) • Bacteriúria assintomática: De/f_i ne-se como bacteriúria assin-tomática quando considerável quantidade de bactérias é en-contrada na urina sem associação com sintomas clínicos. Tra-dicionalmente, por coleta de jato médio, consideram-se 100 5Haddad JM, Fernandes DAProtocolos Febrasgo | Nº63 | 2018• Infecção recorrente do trato urinário (ITUr): De/f_i ne-se como a ocorrência de dois episódios de ITU em seis meses ou três nos últimos 12 meses.(1) Afeta 25% das mulheres com histó-ria de ITU. O micro-organismo mais frequente nessa situação também é a E. coli.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: , 2005). O tratamento é empírico, de acordo coma Tabela 51.3 e a Figura 51.1, com preferência por nitrofurantoína e fosfomicina.
Nas pacientes que tiveram bacteriúria assintomática e foram tratadas, aproximadamente 1/3 apresentarãorecorrência da infecção. Caso não se opte pelo início da antibioticoprofilaxia, é necessária a realização deurocultura de modo periódico. Caso se opte pela profilaxia, é recomendado o uso de 50 a 100 mg denitrofurantoína/dia. Outra profilaxia a ser considerada é a tomada do antibiótico pós-coito (Glaser & Schaeffer,2015), devendo-se lembrar da orientação para que a paciente urine após o coito. Em estudo recente foi visto queas pacientes que não urinavam pós-coito apresentavam uma chance 8,6 vezes maior de infecção urinária do queas que urinavam (Badran et al., 2015).
Tabela 51.3 Antibioticoterapia empírica nas infecções urinárias.
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passage: A infecção do trato urinário é uma complicação comum do divertículo uretral. No tratamento de 18 mulheres com di-vertículo, Fortunato e colaboradores (2001) relataram cistite aguda em 8, disúria em 7 e cistite recorrente em 11.
■ DiagnósticoEm muitas pacientes, os divertículos uretrais podem ser diag-nosticados simplesmente com anamnese detalhada, exame físico e alto índice de suspeição. A história da paciente deve se concentrar nas características e sintomas comuns de diver-tículo, citados anteriormente. Além disso, deve-se procurar por história de traumatismo, infecções ou cirurgias vaginais prévias. Contudo, apesar de ferramentas clínicas e radiológi-cas estarem disponíveis, para muitas mulheres o diagnóstico é tardio, sendo possível que sejam tratadas para incontinência de urgência ou de esforço, cistite crônica, trigonite, síndrome ure-tral, vulvovestibulite, cistocele e dor pélvica idiopática crônica antes da identificação de divertículo (Romanzi, 2000). Além disso, o divertículo em si pode se assemelhar a cisto do ducto de Gartner, cisto de inclusão vaginal, ureterocele ectópica ou endometrioma (Chowdhry, 2004).
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passage: 12Infecção do trato urinárioProtocolos Febrasgo | Nº63 | 2018nodose ou de curta duração (A).
3. O tratamento inicial de uma infecção sintomática do trato uri-nário inferior não exige que se realize cultura de urina (C).
4. O tratamento da ITU de repetição inicia-se por medidas com-portamentais, entre elas realizar ingesta hídrica adequada, evitar o uso de espermicida e tratar a atro/f_i a genital com es-trógeno local (C).
5. A imunoterapia, principalmente o lisado lio/f_i lizado de E. coli, é uma opção para pro/f_i laxia da ITU recorrente, tendo em vista a crescente resistência aos antimicrobianos (C).
6. Quanto à antibioticopro/f_i laxia, três estratégias podem ser utilizadas: pro/f_i laxia pós-coito, pro/f_i laxia contínua e autotra-tamento. A de/f_i nição da estratégia a ser adotada depende da relação entre a atividade sexual do casal e o aparecimento da ITU. Seria interessante que a escolha do antibiótico fosse dire-cionada pelo último antibiograma, de preferência, utilizando-se fosfomicina ou nitrofurantoína (C).
7. Não há evidência su/f_i ciente para indicar o uso de cranberry para a prevenção de ITUr (C).
Referências1. Haddad JM. Manual de uroginecologia e cirurgia vaginal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2015.
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passage: Fonte: Adaptado de Hooton TM, Gupta K. Urinary tract infections and asymptomatic bacteriuria in pregnancy. UpToDate [Internet]. [last updated Aug 24, 2017]. [cited 2018 Feb 7). Available from: https://www.uptodate.com/contents/urinary-tract-infections-and-asymptomatic-bacteriuria-in-pregnancy (11)Rastreamento por sorologias Sí/f_i lis (CID A50 - A53.9)Doença infecciosa, curável, sistêmica, crônica e exclusiva do ser humano, cuja transmissão pode-se dar predominantemente por via sexual, através do contato com as lesões contaminadas, e por via vertical, por meio da placenta. O agente etiológico é a bactéria 12Rastreamento de doenças por exames laboratoriais em obstetríciaProtocolos Febrasgo | Nº74 | 2018prios de cada fase (Figura 5).
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passage: Classificação dasinfecções Origem do paciente Opções terapêuticas*Leve Comunitária Clindamicina ou Amoxicilina/clavulanatoIrAS Ciprofloxacino + clindamicina ou Amoxicilina/clavulanatoModerada Comunitária Ciprofloxacino + Clindamicina (ambulatorial) Ceftriaxona+ Clindamicina (internado)IrAS Ertapeném ouSulfametoxazol/trimetoprima (não usar em caso deinsuficiência renal crônica grau III) ouVancomicina ou teicoplanina (preferir este último sehouver suspeita de osteomielite)Grave Comunitária Ertapeném + vancomicina ou teicoplanina (preferir esteIrAS Meropeném (correr em bomba de infusão por 3 horas) +daptomicina ouMeropeném (correr em bomba de infusão por 3 horas) +linezolida*Dados do Centro de Pé Diabético, Polo de Pesquisa, Unidade de Endocrinologia (HRT/SES-DF). IrAS: instituiçãorelacionada à assistência à saúde.
Figura 69.12 Úlcera neuropática com descarga purulenta na base do primeiro pododáctilo, associada a osteomielite dacabeça do primeiro metatarso.
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passage: 7Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018cluem: Anaeróbios pélvicos, Bacilos gram-negativos, Mycoplasma hominis, Streptococcus agalactiae, Gardnerella vaginalis, Haemophilus in/f_l uenzae, Ureaplasma urealyticum; Bacteróides spp, Escherichia coli.
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passage: Pelo pequeno tamanho e crescimento apenas em meio celular, as clamídias foram confundidas com vírus.
Em casos de uretrite não gonocócica outros agentes menos frequentes são: Mycoplasma hominis,Mycoplasma genitalium, Ureaplasma urealyticum, Ureaplasma parvum, Candida albicans, Trichomonasvaginalis, HSV-2 e 1.
Manifestações clínicas▶ Homens.
Principal quadro é uretrite com secreção clara e mucoide, raramente purulenta, acompanhada dedisuria leve ou moderada.
C. trachomatis no colo uterino causa friabilidade e muco turvo ou purulento, emborapossa ser assintomática.
Figura 62.17 Uretrite em mulher tem como causa frequente clamídia e gonococo.
▶ Mulheres.
Endocervicites com muco cervical igual ao da uretrite masculina, que, aliás, pode ocorrer também nosexo feminino. Quadros de ectopia e friabilidade com sangramento fácil da mucosa cervical não são raros.
Mais da metade dos homens e das mulheres infectados por clamídia é oligossintomática ou assintomática.
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passage: Classi/f_i caçãoA ITU pode ser classi/f_i cada como complicada e não complicada. Denomina-se ITU não complicada quando ocorre em mulheres jovens, não grávidas e na ausência de anomalias estruturais ou funcionais do trato urinário. São fatores que categorizam as ITUs como complicadas: diabetes, gravidez, falência renal, obstrução do trato urinário, presença de sonda vesical de demora ou nefrosto-mia, procedimento ou instrumentação cirúrgica recente no trato urinário, disfunções anatômicas ou funcionais, imunossupressão, transplante renal, história de ITU na infância.(3) • Bacteriúria assintomática: De/f_i ne-se como bacteriúria assin-tomática quando considerável quantidade de bactérias é en-contrada na urina sem associação com sintomas clínicos. Tra-dicionalmente, por coleta de jato médio, consideram-se 100 5Haddad JM, Fernandes DAProtocolos Febrasgo | Nº63 | 2018• Infecção recorrente do trato urinário (ITUr): De/f_i ne-se como a ocorrência de dois episódios de ITU em seis meses ou três nos últimos 12 meses.(1) Afeta 25% das mulheres com histó-ria de ITU. O micro-organismo mais frequente nessa situação também é a E. coli.
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passage: . A presença destes sintomas pode indicar uma complicação grave, que necessita de atendimento e tratamento imediato, o que varia de acordo com o diagnóstico do médico.
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passage: , 2005). O tratamento é empírico, de acordo coma Tabela 51.3 e a Figura 51.1, com preferência por nitrofurantoína e fosfomicina.
Nas pacientes que tiveram bacteriúria assintomática e foram tratadas, aproximadamente 1/3 apresentarãorecorrência da infecção. Caso não se opte pelo início da antibioticoprofilaxia, é necessária a realização deurocultura de modo periódico. Caso se opte pela profilaxia, é recomendado o uso de 50 a 100 mg denitrofurantoína/dia. Outra profilaxia a ser considerada é a tomada do antibiótico pós-coito (Glaser & Schaeffer,2015), devendo-se lembrar da orientação para que a paciente urine após o coito. Em estudo recente foi visto queas pacientes que não urinavam pós-coito apresentavam uma chance 8,6 vezes maior de infecção urinária do queas que urinavam (Badran et al., 2015).
Tabela 51.3 Antibioticoterapia empírica nas infecções urinárias.
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passage: A infecção do trato urinário é uma complicação comum do divertículo uretral. No tratamento de 18 mulheres com di-vertículo, Fortunato e colaboradores (2001) relataram cistite aguda em 8, disúria em 7 e cistite recorrente em 11.
■ DiagnósticoEm muitas pacientes, os divertículos uretrais podem ser diag-nosticados simplesmente com anamnese detalhada, exame físico e alto índice de suspeição. A história da paciente deve se concentrar nas características e sintomas comuns de diver-tículo, citados anteriormente. Além disso, deve-se procurar por história de traumatismo, infecções ou cirurgias vaginais prévias. Contudo, apesar de ferramentas clínicas e radiológi-cas estarem disponíveis, para muitas mulheres o diagnóstico é tardio, sendo possível que sejam tratadas para incontinência de urgência ou de esforço, cistite crônica, trigonite, síndrome ure-tral, vulvovestibulite, cistocele e dor pélvica idiopática crônica antes da identificação de divertículo (Romanzi, 2000). Além disso, o divertículo em si pode se assemelhar a cisto do ducto de Gartner, cisto de inclusão vaginal, ureterocele ectópica ou endometrioma (Chowdhry, 2004).
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passage: 12Infecção do trato urinárioProtocolos Febrasgo | Nº63 | 2018nodose ou de curta duração (A).
3. O tratamento inicial de uma infecção sintomática do trato uri-nário inferior não exige que se realize cultura de urina (C).
4. O tratamento da ITU de repetição inicia-se por medidas com-portamentais, entre elas realizar ingesta hídrica adequada, evitar o uso de espermicida e tratar a atro/f_i a genital com es-trógeno local (C).
5. A imunoterapia, principalmente o lisado lio/f_i lizado de E. coli, é uma opção para pro/f_i laxia da ITU recorrente, tendo em vista a crescente resistência aos antimicrobianos (C).
6. Quanto à antibioticopro/f_i laxia, três estratégias podem ser utilizadas: pro/f_i laxia pós-coito, pro/f_i laxia contínua e autotra-tamento. A de/f_i nição da estratégia a ser adotada depende da relação entre a atividade sexual do casal e o aparecimento da ITU. Seria interessante que a escolha do antibiótico fosse dire-cionada pelo último antibiograma, de preferência, utilizando-se fosfomicina ou nitrofurantoína (C).
7. Não há evidência su/f_i ciente para indicar o uso de cranberry para a prevenção de ITUr (C).
Referências1. Haddad JM. Manual de uroginecologia e cirurgia vaginal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2015.
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passage: Fonte: Adaptado de Hooton TM, Gupta K. Urinary tract infections and asymptomatic bacteriuria in pregnancy. UpToDate [Internet]. [last updated Aug 24, 2017]. [cited 2018 Feb 7). Available from: https://www.uptodate.com/contents/urinary-tract-infections-and-asymptomatic-bacteriuria-in-pregnancy (11)Rastreamento por sorologias Sí/f_i lis (CID A50 - A53.9)Doença infecciosa, curável, sistêmica, crônica e exclusiva do ser humano, cuja transmissão pode-se dar predominantemente por via sexual, através do contato com as lesões contaminadas, e por via vertical, por meio da placenta. O agente etiológico é a bactéria 12Rastreamento de doenças por exames laboratoriais em obstetríciaProtocolos Febrasgo | Nº74 | 2018prios de cada fase (Figura 5).
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passage: Classificação dasinfecções Origem do paciente Opções terapêuticas*Leve Comunitária Clindamicina ou Amoxicilina/clavulanatoIrAS Ciprofloxacino + clindamicina ou Amoxicilina/clavulanatoModerada Comunitária Ciprofloxacino + Clindamicina (ambulatorial) Ceftriaxona+ Clindamicina (internado)IrAS Ertapeném ouSulfametoxazol/trimetoprima (não usar em caso deinsuficiência renal crônica grau III) ouVancomicina ou teicoplanina (preferir este último sehouver suspeita de osteomielite)Grave Comunitária Ertapeném + vancomicina ou teicoplanina (preferir esteIrAS Meropeném (correr em bomba de infusão por 3 horas) +daptomicina ouMeropeném (correr em bomba de infusão por 3 horas) +linezolida*Dados do Centro de Pé Diabético, Polo de Pesquisa, Unidade de Endocrinologia (HRT/SES-DF). IrAS: instituiçãorelacionada à assistência à saúde.
Figura 69.12 Úlcera neuropática com descarga purulenta na base do primeiro pododáctilo, associada a osteomielite dacabeça do primeiro metatarso.
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passage: 10. Amorim MM, Melo ASR. Avaliação dos exames de rotina no pré-natal (Parte 2), Rev Bras Ginecol Obstet. 2009;31(3):148-55.
11. Hooton TM, Gupta K. Urinary tract infections and asymptomatic bacteriuria in pregnancy. UpToDate [Internet]. [last updated Aug 24, 2017]. [cited 2018 Feb 7). Available from: https://www.uptodate.com/contents/urinary-tract-infections-and-asymptomatic-bacteriuria-in-pregnancy 12. Miranda MM, Souza LM, Aguiar RA, Corrêa Júnior MD, Maia MM, Borges RS, et al. Rastreamento das infecções perinatais na gravidez: realizar ou não? Femina. 2012;40(1):13-22.
13. Costa MC, Demarch EB, Azulay DR, Périssé ARS, Dias MFRG, Nery JAC. Doenças sexualmente transmissíveis na gestação: uma síntese de particularidades. An Bras Dermatol. 2010;85(6):767-85. 14. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento De Vigilância, Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do HIV/ Aids e das Hepatites Virais. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Prevenção da Transmissão Vertical de HIV, Sí/f_i lis e Hepatites Virais. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2017.
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Olá! Entendo sua preocupação. É importante esclarecer alguns pontos sobre a relação entre infecção urinária (ITU) e Ureaplasma.
Sim, teoricamente, o Ureaplasma urealyticum pode estar envolvido em quadros de infecção urinária, embora seja mais comumente associado a uretrites (inflamação da uretra, o canal que leva a urina da bexiga para fora do corpo). Ele também pode ser encontrado na flora vaginal normal de algumas mulheres, sem necessariamente causar sintomas.
No seu caso, você relata ter tido Ureaplasma, tratado com antibióticos, e agora apresenta sintomas que a fazem suspeitar de uma infecção urinária. É possível que esses sintomas estejam relacionados a uma recorrência do Ureaplasma ou a uma nova infecção urinária causada por outras bactérias, como a Escherichia coli, que é a causa mais comum de ITUs. Outras bactérias como Gardnerella vaginalis e Mycoplasma hominis, por exemplo, também podem estar envolvidas.
Os sintomas de infecção urinária podem incluir dor ou ardor ao urinar (disúria), aumento da frequência urinária, sensação de urgência para urinar, dor na região pélvica e, em alguns casos, sangue na urina. É crucial investigar a causa desses sintomas, pois podem indicar uma complicação que necessita de tratamento imediato.
Para determinar a causa exata dos seus sintomas, o ideal é realizar alguns exames, como um exame de urina com urocultura e antibiograma. A urocultura identifica qual bactéria está causando a infecção e o antibiograma mostra quais antibióticos são eficazes para combatê-la. Isso é especialmente importante no seu caso, já que você já fez uso de antibióticos anteriormente e pode haver resistência bacteriana.
Enquanto aguarda os resultados dos exames, algumas medidas podem ajudar a aliviar os sintomas, como aumentar a ingestão de líquidos, evitar o uso de espermicidas e urinar logo após a relação sexual (já que foi visto que pacientes que não urinavam após o coito apresentavam uma chance maior de infecção urinária).
É importante ressaltar que o tratamento da infecção urinária é geralmente feito com antibióticos. A escolha do antibiótico dependerá do resultado do antibiograma e da sua história clínica. Em casos de infecções urinárias recorrentes, algumas estratégias podem ser utilizadas para prevenir novas infecções, como o uso de antibióticos em baixa dose por um período prolongado, o uso de antibióticos após a relação sexual ou a imunoterapia com lisado liofilizado de E. coli.
Agende uma consulta para que possamos avaliar seus sintomas, solicitar os exames necessários e indicar o tratamento mais adequado para o seu caso. Não hesite em
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24,710
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Eu tomei apenas comprimidos anticoncepcionais e agora minha menstruação desceu novamente. Isso é normal?
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Olá, nunca inicie ou troque uma medicação anticoncepcional sem a orientação do seu médico. Nem todas as mulheres podem usar qualquer tipo de anticoncepcional. Essas medicações podem estar associadas a eventos graves, como trombose, e o uso inadequado pode aumentar o risco de uma gravidez indesejada. Converse com o seu médico, esclareça suas dúvidas e discuta a sua anticoncepção. Agende a sua consulta.
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: Menstruação não desceu na pausa do anticoncepcional, é normal? “Sempre tomei o anticoncepcional direitinho e a menstruação desceu na pausa. Mas esse mês, a menstruação não veio quando parei. É normal? Preciso me preocupar?” Embora seja pouco comum, a menstruação pode não descer durante a pausa ou intervalo do anticoncepcional. Se o anticoncepcional foi tomado corretamente sem esquecimentos, é provável que a ausência da menstruação na pausa, seja apena um efeito do próprio anticoncepcional, portanto, pode ser considerada uma situação normal. Portanto, nesse tipo de situação deve-se continuar o uso normalmente da pílula. Reinicie a nova cartela na data prevista, mesmo que não tenha apresentado nenhum sangramento. É possível que a sua menstruação venha na próxima pausa. Outras situações que podem fazer com que a menstruação não venha no intervalo entre uma cartela e outra são: o uso irregular ou com falhas do anticoncepcional ou a troca de um anticoncepcional por outro de outro formulação ou tipo. Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: Menstruação não desceu na pausa do anticoncepcional, é normal? “Sempre tomei o anticoncepcional direitinho e a menstruação desceu na pausa. Mas esse mês, a menstruação não veio quando parei. É normal? Preciso me preocupar?” Embora seja pouco comum, a menstruação pode não descer durante a pausa ou intervalo do anticoncepcional. Se o anticoncepcional foi tomado corretamente sem esquecimentos, é provável que a ausência da menstruação na pausa, seja apena um efeito do próprio anticoncepcional, portanto, pode ser considerada uma situação normal. Portanto, nesse tipo de situação deve-se continuar o uso normalmente da pílula. Reinicie a nova cartela na data prevista, mesmo que não tenha apresentado nenhum sangramento. É possível que a sua menstruação venha na próxima pausa. Outras situações que podem fazer com que a menstruação não venha no intervalo entre uma cartela e outra são: o uso irregular ou com falhas do anticoncepcional ou a troca de um anticoncepcional por outro de outro formulação ou tipo. Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida
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passage: É normal a menstruação descer antes da cartela acabar? “Tomo pílula anticoncepcional e minha menstruação desceu três dias antes de terminar a cartela. Continuei a tomar as pílulas restantes até terminar a cartela. O que devo fazer agora, a pausa de 7 dias? ” Mesmo quando a menstruação vem antes do período de pausa da cartela, está indicado fazer a pausa de 7 dias e recomeçar nova cartela depois desse intervalo. Portanto, pode fazer a pausa e reiniciar uma nova cartela após a interrupção da pílula. Se todos os comprimidos foram tomados diariamente, sem nenhum esquecimento, o efeito contraceptivo da pílula permanece e não há aumento do risco de gravidez. O que pode ser a menstruação antes do fim da cartela A mulher que faz uso de anticoncepcional hormonal oral (pílula) pode apresentar algum sangramento fora do período da pausa do comprimido, sem ser sinal de algum problema. Esse tipo de sangramento chama-se "sangramento de escape" ou spotting. Geralmente vem em menor quantidade que o sangramento menstrual (que ocorre no intervalo entre cartelas) e pode acontecer a qualquer momento. Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: Menstruação não desceu na pausa do anticoncepcional, é normal? “Sempre tomei o anticoncepcional direitinho e a menstruação desceu na pausa. Mas esse mês, a menstruação não veio quando parei. É normal? Preciso me preocupar?” Embora seja pouco comum, a menstruação pode não descer durante a pausa ou intervalo do anticoncepcional. Se o anticoncepcional foi tomado corretamente sem esquecimentos, é provável que a ausência da menstruação na pausa, seja apena um efeito do próprio anticoncepcional, portanto, pode ser considerada uma situação normal. Portanto, nesse tipo de situação deve-se continuar o uso normalmente da pílula. Reinicie a nova cartela na data prevista, mesmo que não tenha apresentado nenhum sangramento. É possível que a sua menstruação venha na próxima pausa. Outras situações que podem fazer com que a menstruação não venha no intervalo entre uma cartela e outra são: o uso irregular ou com falhas do anticoncepcional ou a troca de um anticoncepcional por outro de outro formulação ou tipo. Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida
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passage: É normal a menstruação descer antes da cartela acabar? “Tomo pílula anticoncepcional e minha menstruação desceu três dias antes de terminar a cartela. Continuei a tomar as pílulas restantes até terminar a cartela. O que devo fazer agora, a pausa de 7 dias? ” Mesmo quando a menstruação vem antes do período de pausa da cartela, está indicado fazer a pausa de 7 dias e recomeçar nova cartela depois desse intervalo. Portanto, pode fazer a pausa e reiniciar uma nova cartela após a interrupção da pílula. Se todos os comprimidos foram tomados diariamente, sem nenhum esquecimento, o efeito contraceptivo da pílula permanece e não há aumento do risco de gravidez. O que pode ser a menstruação antes do fim da cartela A mulher que faz uso de anticoncepcional hormonal oral (pílula) pode apresentar algum sangramento fora do período da pausa do comprimido, sem ser sinal de algum problema. Esse tipo de sangramento chama-se "sangramento de escape" ou spotting. Geralmente vem em menor quantidade que o sangramento menstrual (que ocorre no intervalo entre cartelas) e pode acontecer a qualquer momento. Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior
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passage: É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo? “Meu ginecologista me orientou tomar o anticoncepcional sem fazer pausa, mas ainda tive um sangramento. É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo?” Não é comum menstruar tomando anticoncepcional de forma contínua. As mulheres que tomam pílula sem fazer pausa entre uma cartela e outra normalmente não apresentam menstruação enquanto estão usando o anticoncepcional. É a falta do anticoncepcional no período de pausa que provoca a descida da menstruação e, portanto, se a pausa não é feita, a mulher normalmente não menstrua. Isso não significa que o efeito anticoncepcional não esteja ativo. No entanto, algumas mulheres que fazem uso contínuo do anticoncepcional podem apresentar um sangramento leve, que não é da menstruação. Este é um efeito colateral comum quando se usa o medicamento desta forma. Caso o sangramento seja intenso e/ou frequente tomando o anticoncepcional de forma contínua, é recomendado consultar um ginecologista para verificar se este método contraceptivo é o mais adequado para o seu caso.
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: Menstruação não desceu na pausa do anticoncepcional, é normal? “Sempre tomei o anticoncepcional direitinho e a menstruação desceu na pausa. Mas esse mês, a menstruação não veio quando parei. É normal? Preciso me preocupar?” Embora seja pouco comum, a menstruação pode não descer durante a pausa ou intervalo do anticoncepcional. Se o anticoncepcional foi tomado corretamente sem esquecimentos, é provável que a ausência da menstruação na pausa, seja apena um efeito do próprio anticoncepcional, portanto, pode ser considerada uma situação normal. Portanto, nesse tipo de situação deve-se continuar o uso normalmente da pílula. Reinicie a nova cartela na data prevista, mesmo que não tenha apresentado nenhum sangramento. É possível que a sua menstruação venha na próxima pausa. Outras situações que podem fazer com que a menstruação não venha no intervalo entre uma cartela e outra são: o uso irregular ou com falhas do anticoncepcional ou a troca de um anticoncepcional por outro de outro formulação ou tipo. Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida
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passage: É normal a menstruação descer antes da cartela acabar? “Tomo pílula anticoncepcional e minha menstruação desceu três dias antes de terminar a cartela. Continuei a tomar as pílulas restantes até terminar a cartela. O que devo fazer agora, a pausa de 7 dias? ” Mesmo quando a menstruação vem antes do período de pausa da cartela, está indicado fazer a pausa de 7 dias e recomeçar nova cartela depois desse intervalo. Portanto, pode fazer a pausa e reiniciar uma nova cartela após a interrupção da pílula. Se todos os comprimidos foram tomados diariamente, sem nenhum esquecimento, o efeito contraceptivo da pílula permanece e não há aumento do risco de gravidez. O que pode ser a menstruação antes do fim da cartela A mulher que faz uso de anticoncepcional hormonal oral (pílula) pode apresentar algum sangramento fora do período da pausa do comprimido, sem ser sinal de algum problema. Esse tipo de sangramento chama-se "sangramento de escape" ou spotting. Geralmente vem em menor quantidade que o sangramento menstrual (que ocorre no intervalo entre cartelas) e pode acontecer a qualquer momento. Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior
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passage: É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo? “Meu ginecologista me orientou tomar o anticoncepcional sem fazer pausa, mas ainda tive um sangramento. É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo?” Não é comum menstruar tomando anticoncepcional de forma contínua. As mulheres que tomam pílula sem fazer pausa entre uma cartela e outra normalmente não apresentam menstruação enquanto estão usando o anticoncepcional. É a falta do anticoncepcional no período de pausa que provoca a descida da menstruação e, portanto, se a pausa não é feita, a mulher normalmente não menstrua. Isso não significa que o efeito anticoncepcional não esteja ativo. No entanto, algumas mulheres que fazem uso contínuo do anticoncepcional podem apresentar um sangramento leve, que não é da menstruação. Este é um efeito colateral comum quando se usa o medicamento desta forma. Caso o sangramento seja intenso e/ou frequente tomando o anticoncepcional de forma contínua, é recomendado consultar um ginecologista para verificar se este método contraceptivo é o mais adequado para o seu caso.
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passage: Parei o anticoncepcional e a menstruação não veio, é normal? “Parei de tomar o anticoncepcional e a menstruação não veio mais. Isso é normal?” Após a parada do uso do anticoncepcional, a mulher retorna o seu ciclo menstrual geralmente nas próximas 4 semanas. No entanto, é possível que o ciclo menstrual demore um pouco mais para retornar, por isso algumas mulheres podem apresentar atraso menstrual, ciclos irregulares ou mesmo a ausência de menstruação até 6 meses após parar de tomar a pílula, ou anticoncepcional injetável. Após esse período é provável que a amenorreia ou irregularidade se deva a outras razões e não ao uso do contraceptivo. Por isso, caso a sua menstruação demore mais do que 3 meses para voltar, consulte um ginecologista. Diferentes condições e situações podem afetar a regularidade da menstruação ou mesmo provocar a sua ausência e coincidir com a parada do uso do contraceptivo. Elas incluem: Obesidade; Excesso de exercício físico; Magreza excessiva; Estresse; Síndrome dos ovários policísticos, Quando a mulher para de tomar a pílula anticoncepcional o primeiro sangramento observado é chamado de sangramento de abstinência e ocorre por conta da diminuição repentina dos níveis hormonais, portanto apenas o segundo sangramento após interromper a pílula corresponde a menstruação
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: Menstruação não desceu na pausa do anticoncepcional, é normal? “Sempre tomei o anticoncepcional direitinho e a menstruação desceu na pausa. Mas esse mês, a menstruação não veio quando parei. É normal? Preciso me preocupar?” Embora seja pouco comum, a menstruação pode não descer durante a pausa ou intervalo do anticoncepcional. Se o anticoncepcional foi tomado corretamente sem esquecimentos, é provável que a ausência da menstruação na pausa, seja apena um efeito do próprio anticoncepcional, portanto, pode ser considerada uma situação normal. Portanto, nesse tipo de situação deve-se continuar o uso normalmente da pílula. Reinicie a nova cartela na data prevista, mesmo que não tenha apresentado nenhum sangramento. É possível que a sua menstruação venha na próxima pausa. Outras situações que podem fazer com que a menstruação não venha no intervalo entre uma cartela e outra são: o uso irregular ou com falhas do anticoncepcional ou a troca de um anticoncepcional por outro de outro formulação ou tipo. Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida
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passage: É normal a menstruação descer antes da cartela acabar? “Tomo pílula anticoncepcional e minha menstruação desceu três dias antes de terminar a cartela. Continuei a tomar as pílulas restantes até terminar a cartela. O que devo fazer agora, a pausa de 7 dias? ” Mesmo quando a menstruação vem antes do período de pausa da cartela, está indicado fazer a pausa de 7 dias e recomeçar nova cartela depois desse intervalo. Portanto, pode fazer a pausa e reiniciar uma nova cartela após a interrupção da pílula. Se todos os comprimidos foram tomados diariamente, sem nenhum esquecimento, o efeito contraceptivo da pílula permanece e não há aumento do risco de gravidez. O que pode ser a menstruação antes do fim da cartela A mulher que faz uso de anticoncepcional hormonal oral (pílula) pode apresentar algum sangramento fora do período da pausa do comprimido, sem ser sinal de algum problema. Esse tipo de sangramento chama-se "sangramento de escape" ou spotting. Geralmente vem em menor quantidade que o sangramento menstrual (que ocorre no intervalo entre cartelas) e pode acontecer a qualquer momento. Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior
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passage: É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo? “Meu ginecologista me orientou tomar o anticoncepcional sem fazer pausa, mas ainda tive um sangramento. É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo?” Não é comum menstruar tomando anticoncepcional de forma contínua. As mulheres que tomam pílula sem fazer pausa entre uma cartela e outra normalmente não apresentam menstruação enquanto estão usando o anticoncepcional. É a falta do anticoncepcional no período de pausa que provoca a descida da menstruação e, portanto, se a pausa não é feita, a mulher normalmente não menstrua. Isso não significa que o efeito anticoncepcional não esteja ativo. No entanto, algumas mulheres que fazem uso contínuo do anticoncepcional podem apresentar um sangramento leve, que não é da menstruação. Este é um efeito colateral comum quando se usa o medicamento desta forma. Caso o sangramento seja intenso e/ou frequente tomando o anticoncepcional de forma contínua, é recomendado consultar um ginecologista para verificar se este método contraceptivo é o mais adequado para o seu caso.
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passage: Parei o anticoncepcional e a menstruação não veio, é normal? “Parei de tomar o anticoncepcional e a menstruação não veio mais. Isso é normal?” Após a parada do uso do anticoncepcional, a mulher retorna o seu ciclo menstrual geralmente nas próximas 4 semanas. No entanto, é possível que o ciclo menstrual demore um pouco mais para retornar, por isso algumas mulheres podem apresentar atraso menstrual, ciclos irregulares ou mesmo a ausência de menstruação até 6 meses após parar de tomar a pílula, ou anticoncepcional injetável. Após esse período é provável que a amenorreia ou irregularidade se deva a outras razões e não ao uso do contraceptivo. Por isso, caso a sua menstruação demore mais do que 3 meses para voltar, consulte um ginecologista. Diferentes condições e situações podem afetar a regularidade da menstruação ou mesmo provocar a sua ausência e coincidir com a parada do uso do contraceptivo. Elas incluem: Obesidade; Excesso de exercício físico; Magreza excessiva; Estresse; Síndrome dos ovários policísticos, Quando a mulher para de tomar a pílula anticoncepcional o primeiro sangramento observado é chamado de sangramento de abstinência e ocorre por conta da diminuição repentina dos níveis hormonais, portanto apenas o segundo sangramento após interromper a pílula corresponde a menstruação
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: Menstruação não desceu na pausa do anticoncepcional, é normal? “Sempre tomei o anticoncepcional direitinho e a menstruação desceu na pausa. Mas esse mês, a menstruação não veio quando parei. É normal? Preciso me preocupar?” Embora seja pouco comum, a menstruação pode não descer durante a pausa ou intervalo do anticoncepcional. Se o anticoncepcional foi tomado corretamente sem esquecimentos, é provável que a ausência da menstruação na pausa, seja apena um efeito do próprio anticoncepcional, portanto, pode ser considerada uma situação normal. Portanto, nesse tipo de situação deve-se continuar o uso normalmente da pílula. Reinicie a nova cartela na data prevista, mesmo que não tenha apresentado nenhum sangramento. É possível que a sua menstruação venha na próxima pausa. Outras situações que podem fazer com que a menstruação não venha no intervalo entre uma cartela e outra são: o uso irregular ou com falhas do anticoncepcional ou a troca de um anticoncepcional por outro de outro formulação ou tipo. Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida
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passage: É normal a menstruação descer antes da cartela acabar? “Tomo pílula anticoncepcional e minha menstruação desceu três dias antes de terminar a cartela. Continuei a tomar as pílulas restantes até terminar a cartela. O que devo fazer agora, a pausa de 7 dias? ” Mesmo quando a menstruação vem antes do período de pausa da cartela, está indicado fazer a pausa de 7 dias e recomeçar nova cartela depois desse intervalo. Portanto, pode fazer a pausa e reiniciar uma nova cartela após a interrupção da pílula. Se todos os comprimidos foram tomados diariamente, sem nenhum esquecimento, o efeito contraceptivo da pílula permanece e não há aumento do risco de gravidez. O que pode ser a menstruação antes do fim da cartela A mulher que faz uso de anticoncepcional hormonal oral (pílula) pode apresentar algum sangramento fora do período da pausa do comprimido, sem ser sinal de algum problema. Esse tipo de sangramento chama-se "sangramento de escape" ou spotting. Geralmente vem em menor quantidade que o sangramento menstrual (que ocorre no intervalo entre cartelas) e pode acontecer a qualquer momento. Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior
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passage: É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo? “Meu ginecologista me orientou tomar o anticoncepcional sem fazer pausa, mas ainda tive um sangramento. É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo?” Não é comum menstruar tomando anticoncepcional de forma contínua. As mulheres que tomam pílula sem fazer pausa entre uma cartela e outra normalmente não apresentam menstruação enquanto estão usando o anticoncepcional. É a falta do anticoncepcional no período de pausa que provoca a descida da menstruação e, portanto, se a pausa não é feita, a mulher normalmente não menstrua. Isso não significa que o efeito anticoncepcional não esteja ativo. No entanto, algumas mulheres que fazem uso contínuo do anticoncepcional podem apresentar um sangramento leve, que não é da menstruação. Este é um efeito colateral comum quando se usa o medicamento desta forma. Caso o sangramento seja intenso e/ou frequente tomando o anticoncepcional de forma contínua, é recomendado consultar um ginecologista para verificar se este método contraceptivo é o mais adequado para o seu caso.
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passage: Parei o anticoncepcional e a menstruação não veio, é normal? “Parei de tomar o anticoncepcional e a menstruação não veio mais. Isso é normal?” Após a parada do uso do anticoncepcional, a mulher retorna o seu ciclo menstrual geralmente nas próximas 4 semanas. No entanto, é possível que o ciclo menstrual demore um pouco mais para retornar, por isso algumas mulheres podem apresentar atraso menstrual, ciclos irregulares ou mesmo a ausência de menstruação até 6 meses após parar de tomar a pílula, ou anticoncepcional injetável. Após esse período é provável que a amenorreia ou irregularidade se deva a outras razões e não ao uso do contraceptivo. Por isso, caso a sua menstruação demore mais do que 3 meses para voltar, consulte um ginecologista. Diferentes condições e situações podem afetar a regularidade da menstruação ou mesmo provocar a sua ausência e coincidir com a parada do uso do contraceptivo. Elas incluem: Obesidade; Excesso de exercício físico; Magreza excessiva; Estresse; Síndrome dos ovários policísticos, Quando a mulher para de tomar a pílula anticoncepcional o primeiro sangramento observado é chamado de sangramento de abstinência e ocorre por conta da diminuição repentina dos níveis hormonais, portanto apenas o segundo sangramento após interromper a pílula corresponde a menstruação
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: . Nas demais cartelas, você está protegida mesmo no período de pausa (desde que o anticoncepcional seja usado da forma correta). Deve-se tomar 1 comprimido por dia, na ordem indicada na embalagem e de preferência sempre à mesma hora para garantir o efeito da pílula. A possibilidade de ocorrência de gravidez aumenta: A cada comprimido esquecido; Com o uso incorreto; Se utilizar certos medicamentos ao mesmo tempo (alguns antibióticos, anticonvulsivantes e anti-retrovirais, por exemplo); Se você vomitar ou tiver diarreia após tomar o anticoncepcional. Nestas situações, é recomendado utilizar também um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo, para garantir a proteção contra uma gravidez. Sempre que tiver dúvidas sobre o funcionamento do anticoncepcional, consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer as dúvidas ou até avaliar a possibilidade de troca, para adaptar o método contraceptivo às suas necessidades.
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: Menstruação não desceu na pausa do anticoncepcional, é normal? “Sempre tomei o anticoncepcional direitinho e a menstruação desceu na pausa. Mas esse mês, a menstruação não veio quando parei. É normal? Preciso me preocupar?” Embora seja pouco comum, a menstruação pode não descer durante a pausa ou intervalo do anticoncepcional. Se o anticoncepcional foi tomado corretamente sem esquecimentos, é provável que a ausência da menstruação na pausa, seja apena um efeito do próprio anticoncepcional, portanto, pode ser considerada uma situação normal. Portanto, nesse tipo de situação deve-se continuar o uso normalmente da pílula. Reinicie a nova cartela na data prevista, mesmo que não tenha apresentado nenhum sangramento. É possível que a sua menstruação venha na próxima pausa. Outras situações que podem fazer com que a menstruação não venha no intervalo entre uma cartela e outra são: o uso irregular ou com falhas do anticoncepcional ou a troca de um anticoncepcional por outro de outro formulação ou tipo. Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida
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passage: É normal a menstruação descer antes da cartela acabar? “Tomo pílula anticoncepcional e minha menstruação desceu três dias antes de terminar a cartela. Continuei a tomar as pílulas restantes até terminar a cartela. O que devo fazer agora, a pausa de 7 dias? ” Mesmo quando a menstruação vem antes do período de pausa da cartela, está indicado fazer a pausa de 7 dias e recomeçar nova cartela depois desse intervalo. Portanto, pode fazer a pausa e reiniciar uma nova cartela após a interrupção da pílula. Se todos os comprimidos foram tomados diariamente, sem nenhum esquecimento, o efeito contraceptivo da pílula permanece e não há aumento do risco de gravidez. O que pode ser a menstruação antes do fim da cartela A mulher que faz uso de anticoncepcional hormonal oral (pílula) pode apresentar algum sangramento fora do período da pausa do comprimido, sem ser sinal de algum problema. Esse tipo de sangramento chama-se "sangramento de escape" ou spotting. Geralmente vem em menor quantidade que o sangramento menstrual (que ocorre no intervalo entre cartelas) e pode acontecer a qualquer momento. Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior
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passage: É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo? “Meu ginecologista me orientou tomar o anticoncepcional sem fazer pausa, mas ainda tive um sangramento. É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo?” Não é comum menstruar tomando anticoncepcional de forma contínua. As mulheres que tomam pílula sem fazer pausa entre uma cartela e outra normalmente não apresentam menstruação enquanto estão usando o anticoncepcional. É a falta do anticoncepcional no período de pausa que provoca a descida da menstruação e, portanto, se a pausa não é feita, a mulher normalmente não menstrua. Isso não significa que o efeito anticoncepcional não esteja ativo. No entanto, algumas mulheres que fazem uso contínuo do anticoncepcional podem apresentar um sangramento leve, que não é da menstruação. Este é um efeito colateral comum quando se usa o medicamento desta forma. Caso o sangramento seja intenso e/ou frequente tomando o anticoncepcional de forma contínua, é recomendado consultar um ginecologista para verificar se este método contraceptivo é o mais adequado para o seu caso.
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passage: Parei o anticoncepcional e a menstruação não veio, é normal? “Parei de tomar o anticoncepcional e a menstruação não veio mais. Isso é normal?” Após a parada do uso do anticoncepcional, a mulher retorna o seu ciclo menstrual geralmente nas próximas 4 semanas. No entanto, é possível que o ciclo menstrual demore um pouco mais para retornar, por isso algumas mulheres podem apresentar atraso menstrual, ciclos irregulares ou mesmo a ausência de menstruação até 6 meses após parar de tomar a pílula, ou anticoncepcional injetável. Após esse período é provável que a amenorreia ou irregularidade se deva a outras razões e não ao uso do contraceptivo. Por isso, caso a sua menstruação demore mais do que 3 meses para voltar, consulte um ginecologista. Diferentes condições e situações podem afetar a regularidade da menstruação ou mesmo provocar a sua ausência e coincidir com a parada do uso do contraceptivo. Elas incluem: Obesidade; Excesso de exercício físico; Magreza excessiva; Estresse; Síndrome dos ovários policísticos, Quando a mulher para de tomar a pílula anticoncepcional o primeiro sangramento observado é chamado de sangramento de abstinência e ocorre por conta da diminuição repentina dos níveis hormonais, portanto apenas o segundo sangramento após interromper a pílula corresponde a menstruação
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: . Nas demais cartelas, você está protegida mesmo no período de pausa (desde que o anticoncepcional seja usado da forma correta). Deve-se tomar 1 comprimido por dia, na ordem indicada na embalagem e de preferência sempre à mesma hora para garantir o efeito da pílula. A possibilidade de ocorrência de gravidez aumenta: A cada comprimido esquecido; Com o uso incorreto; Se utilizar certos medicamentos ao mesmo tempo (alguns antibióticos, anticonvulsivantes e anti-retrovirais, por exemplo); Se você vomitar ou tiver diarreia após tomar o anticoncepcional. Nestas situações, é recomendado utilizar também um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo, para garantir a proteção contra uma gravidez. Sempre que tiver dúvidas sobre o funcionamento do anticoncepcional, consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer as dúvidas ou até avaliar a possibilidade de troca, para adaptar o método contraceptivo às suas necessidades.
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passage: Minha menstruação está atrasada, posso tomar o anticoncepcional? “Olá, eu tomava o Ciclo 21 e parei de tomar há mais de um mês e até agora ainda não menstruei. Agora quero voltar a tomar, mas não sei se posso. Tenho que esperar a menstruação descer?” Se a sua menstruação está atrasada não é preciso esperá-la descer para voltar a tomar o anticoncepcional, mas você precisa ter a certeza de que não está grávida. A única forma de confirmar isso é através da menstruação ou de um exame de gravidez. Se o teste de gravidez vier negativo, pode-se reiniciar o anticoncepcional imediatamente, já que uma mulher pode começar a tomar a pilula sempre que tiver certeza que não está grávida. Atrasos na menstruação de até 7 dias são frequentes e nem sempre são sinais de que a mulher está grávida. O próprio uso prolongado do anticoncepcional pode levar a um atraso da menstruação ou a uma certa irregularidade menstrual após pará-lo. A ausência da menstruação após parar o uso do anticoncepcional oral é chamada de amenorreia pós-pilula, pode durar até dois meses após cessar a pílula. Além da gravidez, existem diversas causas de atraso da menstruação, como: Uso contínuo de anticoncepcionais hormonais; Estresse e ansiedade; Medicamentos; Excesso de atividade física
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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passage: Menstruação não desceu na pausa do anticoncepcional, é normal? “Sempre tomei o anticoncepcional direitinho e a menstruação desceu na pausa. Mas esse mês, a menstruação não veio quando parei. É normal? Preciso me preocupar?” Embora seja pouco comum, a menstruação pode não descer durante a pausa ou intervalo do anticoncepcional. Se o anticoncepcional foi tomado corretamente sem esquecimentos, é provável que a ausência da menstruação na pausa, seja apena um efeito do próprio anticoncepcional, portanto, pode ser considerada uma situação normal. Portanto, nesse tipo de situação deve-se continuar o uso normalmente da pílula. Reinicie a nova cartela na data prevista, mesmo que não tenha apresentado nenhum sangramento. É possível que a sua menstruação venha na próxima pausa. Outras situações que podem fazer com que a menstruação não venha no intervalo entre uma cartela e outra são: o uso irregular ou com falhas do anticoncepcional ou a troca de um anticoncepcional por outro de outro formulação ou tipo. Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida
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passage: É normal a menstruação descer antes da cartela acabar? “Tomo pílula anticoncepcional e minha menstruação desceu três dias antes de terminar a cartela. Continuei a tomar as pílulas restantes até terminar a cartela. O que devo fazer agora, a pausa de 7 dias? ” Mesmo quando a menstruação vem antes do período de pausa da cartela, está indicado fazer a pausa de 7 dias e recomeçar nova cartela depois desse intervalo. Portanto, pode fazer a pausa e reiniciar uma nova cartela após a interrupção da pílula. Se todos os comprimidos foram tomados diariamente, sem nenhum esquecimento, o efeito contraceptivo da pílula permanece e não há aumento do risco de gravidez. O que pode ser a menstruação antes do fim da cartela A mulher que faz uso de anticoncepcional hormonal oral (pílula) pode apresentar algum sangramento fora do período da pausa do comprimido, sem ser sinal de algum problema. Esse tipo de sangramento chama-se "sangramento de escape" ou spotting. Geralmente vem em menor quantidade que o sangramento menstrual (que ocorre no intervalo entre cartelas) e pode acontecer a qualquer momento. Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior
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passage: É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo? “Meu ginecologista me orientou tomar o anticoncepcional sem fazer pausa, mas ainda tive um sangramento. É normal menstruar tomando anticoncepcional contínuo?” Não é comum menstruar tomando anticoncepcional de forma contínua. As mulheres que tomam pílula sem fazer pausa entre uma cartela e outra normalmente não apresentam menstruação enquanto estão usando o anticoncepcional. É a falta do anticoncepcional no período de pausa que provoca a descida da menstruação e, portanto, se a pausa não é feita, a mulher normalmente não menstrua. Isso não significa que o efeito anticoncepcional não esteja ativo. No entanto, algumas mulheres que fazem uso contínuo do anticoncepcional podem apresentar um sangramento leve, que não é da menstruação. Este é um efeito colateral comum quando se usa o medicamento desta forma. Caso o sangramento seja intenso e/ou frequente tomando o anticoncepcional de forma contínua, é recomendado consultar um ginecologista para verificar se este método contraceptivo é o mais adequado para o seu caso.
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passage: Parei o anticoncepcional e a menstruação não veio, é normal? “Parei de tomar o anticoncepcional e a menstruação não veio mais. Isso é normal?” Após a parada do uso do anticoncepcional, a mulher retorna o seu ciclo menstrual geralmente nas próximas 4 semanas. No entanto, é possível que o ciclo menstrual demore um pouco mais para retornar, por isso algumas mulheres podem apresentar atraso menstrual, ciclos irregulares ou mesmo a ausência de menstruação até 6 meses após parar de tomar a pílula, ou anticoncepcional injetável. Após esse período é provável que a amenorreia ou irregularidade se deva a outras razões e não ao uso do contraceptivo. Por isso, caso a sua menstruação demore mais do que 3 meses para voltar, consulte um ginecologista. Diferentes condições e situações podem afetar a regularidade da menstruação ou mesmo provocar a sua ausência e coincidir com a parada do uso do contraceptivo. Elas incluem: Obesidade; Excesso de exercício físico; Magreza excessiva; Estresse; Síndrome dos ovários policísticos, Quando a mulher para de tomar a pílula anticoncepcional o primeiro sangramento observado é chamado de sangramento de abstinência e ocorre por conta da diminuição repentina dos níveis hormonais, portanto apenas o segundo sangramento após interromper a pílula corresponde a menstruação
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: . Nas demais cartelas, você está protegida mesmo no período de pausa (desde que o anticoncepcional seja usado da forma correta). Deve-se tomar 1 comprimido por dia, na ordem indicada na embalagem e de preferência sempre à mesma hora para garantir o efeito da pílula. A possibilidade de ocorrência de gravidez aumenta: A cada comprimido esquecido; Com o uso incorreto; Se utilizar certos medicamentos ao mesmo tempo (alguns antibióticos, anticonvulsivantes e anti-retrovirais, por exemplo); Se você vomitar ou tiver diarreia após tomar o anticoncepcional. Nestas situações, é recomendado utilizar também um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo, para garantir a proteção contra uma gravidez. Sempre que tiver dúvidas sobre o funcionamento do anticoncepcional, consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer as dúvidas ou até avaliar a possibilidade de troca, para adaptar o método contraceptivo às suas necessidades.
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passage: Minha menstruação está atrasada, posso tomar o anticoncepcional? “Olá, eu tomava o Ciclo 21 e parei de tomar há mais de um mês e até agora ainda não menstruei. Agora quero voltar a tomar, mas não sei se posso. Tenho que esperar a menstruação descer?” Se a sua menstruação está atrasada não é preciso esperá-la descer para voltar a tomar o anticoncepcional, mas você precisa ter a certeza de que não está grávida. A única forma de confirmar isso é através da menstruação ou de um exame de gravidez. Se o teste de gravidez vier negativo, pode-se reiniciar o anticoncepcional imediatamente, já que uma mulher pode começar a tomar a pilula sempre que tiver certeza que não está grávida. Atrasos na menstruação de até 7 dias são frequentes e nem sempre são sinais de que a mulher está grávida. O próprio uso prolongado do anticoncepcional pode levar a um atraso da menstruação ou a uma certa irregularidade menstrual após pará-lo. A ausência da menstruação após parar o uso do anticoncepcional oral é chamada de amenorreia pós-pilula, pode durar até dois meses após cessar a pílula. Além da gravidez, existem diversas causas de atraso da menstruação, como: Uso contínuo de anticoncepcionais hormonais; Estresse e ansiedade; Medicamentos; Excesso de atividade física
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passage: . Veja o que fazer para aliviar os sintomas da menopausa. 2. Mudanças na pílula anticoncepcional O uso da pílula anticoncepcional é uma forma prática de tornar a menstruação regular, pois deixa os níveis hormonais estáveis e de acordo com o uso dos comprimidos. Ao trocar o tipo de anticoncepcional, a dose ou ao usá-lo de forma irregular podem haver variações nos níveis de hormônios, o que interfere na descida da menstruação. Entenda como funciona e como tomar corretamente a pílula. Além disso, ao deixar de usar a pílula anticoncepcional, a menstruação passa a ser regulada pela produção de hormônios nos ovários, o que pode variar de mulher para mulher, e o ciclo pode não ser exatamente como era ao usar a pílula. O que fazer: Como se trata de uma situação normal, não é necessário realizar qualquer tratamento, sendo apenas indicado esperar para que o organismo se adapte ao novo anticoncepcional. No entanto, caso surjam outros sintomas após a troca do anticoncepcional, é importante consultar o ginecologista para que seja reavaliado o seu uso. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas
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Olá! Entendo sua preocupação. É comum surgirem dúvidas quando o ciclo menstrual apresenta variações, especialmente durante o uso de anticoncepcionais. Vamos conversar um pouco sobre isso.
Pelo que entendi, você está tomando pílulas anticoncepcionais e, mesmo assim, sua menstruação desceu novamente. Para entender melhor, preciso de algumas informações: qual o tipo de pílula que você toma? É uma pílula combinada (com estrogênio e progesterona) ou uma pílula só de progesterona? Você está tomando a pílula continuamente, sem pausas, ou fazendo a pausa regular entre as cartelas?
De forma geral, se você toma a pílula combinada e faz a pausa regularmente, o sangramento que ocorre durante essa pausa é o que chamamos de sangramento de privação, e ele é esperado. No entanto, se você está tomando a pílula continuamente, sem pausas, não é comum menstruar. Nesses casos, pode ocorrer um escape, que é um sangramento leve, e isso pode ser normal.
Se você faz uso correto da pílula combinada, sem esquecimentos e sem interações medicamentosas, a chance de gravidez é muito baixa. No entanto, se houve algum esquecimento, vômito ou diarreia intensa nas horas seguintes à tomada do comprimido, ou se você está utilizando algum medicamento que possa interferir na eficácia do anticoncepcional, a proteção pode estar comprometida e há uma pequena chance de gravidez.
Outro ponto importante é que, às vezes, o sangramento que parece menstruação pode ser um escape, um sangramento inesperado que acontece fora do período da pausa. Esse tipo de sangramento pode ter diversas causas, como alterações hormonais, estresse, ou até mesmo o próprio uso do anticoncepcional, principalmente no início do tratamento.
Para descartar qualquer preocupação, e tendo em conta que a menstruação voltou, sugiro agendar uma consulta para que possamos avaliar seu caso individualmente. Durante a consulta, poderemos conversar sobre seu histórico, seus hábitos e o tipo de pílula que você está utilizando. Em alguns casos, pode ser necessário realizar um exame de gravidez para descartar essa possibilidade e, dependendo da situação, podemos ajustar a dose do anticoncepcional ou até mesmo trocar por outro método contraceptivo.
Lembre-se que estou aqui para te ajudar e responder a todas as suas dúvidas. Não hesite em me procurar para agendar sua consulta ou se tiver mais alguma pergunta.
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20,606
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Tive um aborto espontâneo há alguns dias e, nesta madrugada, em vez de sentir prazer, senti dor durante e alguns minutos depois da relação. Isso é normal?
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Olá! Sempre siga as orientações pós-operatórias do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. Verifique a biópsia do seu aborto; a sua avaliação clínica, através da sua história clínica, queixas e exame físico, é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. O exame de ultrassom pode ser necessário. Não corra o risco de uma gravidez indesejada; discuta a sua anticoncepção. Você poderá ovular e engravidar dias após a curetagem. Converse com o seu médico sobre a liberação para uma nova gravidez, liberação para relações sexuais, liberação para atividades físicas e liberação para atividades da vida habitual. As relações sexuais precoces podem provocar dor, sangramento e infecção. Converse com o seu médico, agende a sua consulta, esclareça suas dúvidas e discuta a sua anticoncepção. Não corra o risco de uma gravidez indesejada.
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: . Além disso, deve-se consultar o ginecologista caso a mulher apresente sintomas como irritabilidade, depressão, alucinações, ansiedade, pensamentos de prejudicar o bebê e si mesma ou pensamentos sobre suicídio. É também importante consultar o ginecologista quando após iniciar o contato íntimo, a relação continua a ser dolorosa por muito tempo, pois pode ser um sinal de vaginismo, uma condição que precisa de acompanhamento médico individualizado. Veja o que é o vaginismo e como tratar. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: . Além disso, deve-se consultar o ginecologista caso a mulher apresente sintomas como irritabilidade, depressão, alucinações, ansiedade, pensamentos de prejudicar o bebê e si mesma ou pensamentos sobre suicídio. É também importante consultar o ginecologista quando após iniciar o contato íntimo, a relação continua a ser dolorosa por muito tempo, pois pode ser um sinal de vaginismo, uma condição que precisa de acompanhamento médico individualizado. Veja o que é o vaginismo e como tratar. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: . Por vezes, após a relação, o bebê poderá apresentar-se mais agitado, mas isso apenas acontece devido ao aumento da frequência cardíaca da mãe e ligeira contração dos músculos do útero, não afetando o bebê ou seu desenvolvimento. Além disso, após o orgasmo a mulher pode sentir a barriga endurecer algumas vezes, isso acontece pela liberação de ocitocina na corrente sanguínea, mas não apresenta nenhum risco à gestação ou ao bebê. Para algumas mulheres, horas após o ato sexual é possível identificar uma mancha de sangue na roupa íntima, o que não é um sinal de alerta ou perigo, no entanto, caso exista sangramento ativo, é recomendado procurar atendimento médico Apesar de na maioria dos casos não trazer riscos para o bebê, a relação sexual não é indicada quando a mulher possui risco de aborto, parto prematuro, placenta previa total, bolsa rota ou descolamento de placenta. Além disso, é importante que seja usado preservativo, pois dessa forma é possível prevenir infecções que possam ser transmitidas por via sexual e passadas para o bebê. Como é a relação sexual no pós-parto Durante as primeiras 3 semanas após o parto ou até a mulher se sentir confortável, não é recomendado ter relações sexuais, pois a região íntima precisa recuperar e cicatrizar, especialmente após um parto normal
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: . Além disso, deve-se consultar o ginecologista caso a mulher apresente sintomas como irritabilidade, depressão, alucinações, ansiedade, pensamentos de prejudicar o bebê e si mesma ou pensamentos sobre suicídio. É também importante consultar o ginecologista quando após iniciar o contato íntimo, a relação continua a ser dolorosa por muito tempo, pois pode ser um sinal de vaginismo, uma condição que precisa de acompanhamento médico individualizado. Veja o que é o vaginismo e como tratar. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: . Por vezes, após a relação, o bebê poderá apresentar-se mais agitado, mas isso apenas acontece devido ao aumento da frequência cardíaca da mãe e ligeira contração dos músculos do útero, não afetando o bebê ou seu desenvolvimento. Além disso, após o orgasmo a mulher pode sentir a barriga endurecer algumas vezes, isso acontece pela liberação de ocitocina na corrente sanguínea, mas não apresenta nenhum risco à gestação ou ao bebê. Para algumas mulheres, horas após o ato sexual é possível identificar uma mancha de sangue na roupa íntima, o que não é um sinal de alerta ou perigo, no entanto, caso exista sangramento ativo, é recomendado procurar atendimento médico Apesar de na maioria dos casos não trazer riscos para o bebê, a relação sexual não é indicada quando a mulher possui risco de aborto, parto prematuro, placenta previa total, bolsa rota ou descolamento de placenta. Além disso, é importante que seja usado preservativo, pois dessa forma é possível prevenir infecções que possam ser transmitidas por via sexual e passadas para o bebê. Como é a relação sexual no pós-parto Durante as primeiras 3 semanas após o parto ou até a mulher se sentir confortável, não é recomendado ter relações sexuais, pois a região íntima precisa recuperar e cicatrizar, especialmente após um parto normal
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passage: É normal sentir dor na primeira relação? “Sou virgem, tenho um namorado e estou preocupada porque dizem que quando se tem relação pela primeira vez dói um pouco. É mesmo normal sentir dor na primeira relação?” É normal sentir desconforto ou alguma dor na primeira relação sexual. Geralmente, a dor está associada ao rompimento do hímen que tende a acontecer no momento da penetração, mas não é esperado que a dor seja intensa. Em algumas mulheres, a dor na primeira relação também pode ser causada por: Características do hímen; Falta de lubrificação; Estresse e/ou ansiedade; Dificuldade de relaxamento dos músculos da pelve. Além disso, em alguns casos, a dor durante a relação sexual também pode estar associada a outros problemas como infecções, endometriose, doenças dermatológicas, caso afetem também a mucosa vaginal, ou alterações hormonais. Confira o que pode ser a dor na relação e o que fazer.
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: . Além disso, deve-se consultar o ginecologista caso a mulher apresente sintomas como irritabilidade, depressão, alucinações, ansiedade, pensamentos de prejudicar o bebê e si mesma ou pensamentos sobre suicídio. É também importante consultar o ginecologista quando após iniciar o contato íntimo, a relação continua a ser dolorosa por muito tempo, pois pode ser um sinal de vaginismo, uma condição que precisa de acompanhamento médico individualizado. Veja o que é o vaginismo e como tratar. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: . Por vezes, após a relação, o bebê poderá apresentar-se mais agitado, mas isso apenas acontece devido ao aumento da frequência cardíaca da mãe e ligeira contração dos músculos do útero, não afetando o bebê ou seu desenvolvimento. Além disso, após o orgasmo a mulher pode sentir a barriga endurecer algumas vezes, isso acontece pela liberação de ocitocina na corrente sanguínea, mas não apresenta nenhum risco à gestação ou ao bebê. Para algumas mulheres, horas após o ato sexual é possível identificar uma mancha de sangue na roupa íntima, o que não é um sinal de alerta ou perigo, no entanto, caso exista sangramento ativo, é recomendado procurar atendimento médico Apesar de na maioria dos casos não trazer riscos para o bebê, a relação sexual não é indicada quando a mulher possui risco de aborto, parto prematuro, placenta previa total, bolsa rota ou descolamento de placenta. Além disso, é importante que seja usado preservativo, pois dessa forma é possível prevenir infecções que possam ser transmitidas por via sexual e passadas para o bebê. Como é a relação sexual no pós-parto Durante as primeiras 3 semanas após o parto ou até a mulher se sentir confortável, não é recomendado ter relações sexuais, pois a região íntima precisa recuperar e cicatrizar, especialmente após um parto normal
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passage: É normal sentir dor na primeira relação? “Sou virgem, tenho um namorado e estou preocupada porque dizem que quando se tem relação pela primeira vez dói um pouco. É mesmo normal sentir dor na primeira relação?” É normal sentir desconforto ou alguma dor na primeira relação sexual. Geralmente, a dor está associada ao rompimento do hímen que tende a acontecer no momento da penetração, mas não é esperado que a dor seja intensa. Em algumas mulheres, a dor na primeira relação também pode ser causada por: Características do hímen; Falta de lubrificação; Estresse e/ou ansiedade; Dificuldade de relaxamento dos músculos da pelve. Além disso, em alguns casos, a dor durante a relação sexual também pode estar associada a outros problemas como infecções, endometriose, doenças dermatológicas, caso afetem também a mucosa vaginal, ou alterações hormonais. Confira o que pode ser a dor na relação e o que fazer.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: . Além disso, deve-se consultar o ginecologista caso a mulher apresente sintomas como irritabilidade, depressão, alucinações, ansiedade, pensamentos de prejudicar o bebê e si mesma ou pensamentos sobre suicídio. É também importante consultar o ginecologista quando após iniciar o contato íntimo, a relação continua a ser dolorosa por muito tempo, pois pode ser um sinal de vaginismo, uma condição que precisa de acompanhamento médico individualizado. Veja o que é o vaginismo e como tratar. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: . Por vezes, após a relação, o bebê poderá apresentar-se mais agitado, mas isso apenas acontece devido ao aumento da frequência cardíaca da mãe e ligeira contração dos músculos do útero, não afetando o bebê ou seu desenvolvimento. Além disso, após o orgasmo a mulher pode sentir a barriga endurecer algumas vezes, isso acontece pela liberação de ocitocina na corrente sanguínea, mas não apresenta nenhum risco à gestação ou ao bebê. Para algumas mulheres, horas após o ato sexual é possível identificar uma mancha de sangue na roupa íntima, o que não é um sinal de alerta ou perigo, no entanto, caso exista sangramento ativo, é recomendado procurar atendimento médico Apesar de na maioria dos casos não trazer riscos para o bebê, a relação sexual não é indicada quando a mulher possui risco de aborto, parto prematuro, placenta previa total, bolsa rota ou descolamento de placenta. Além disso, é importante que seja usado preservativo, pois dessa forma é possível prevenir infecções que possam ser transmitidas por via sexual e passadas para o bebê. Como é a relação sexual no pós-parto Durante as primeiras 3 semanas após o parto ou até a mulher se sentir confortável, não é recomendado ter relações sexuais, pois a região íntima precisa recuperar e cicatrizar, especialmente após um parto normal
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passage: É normal sentir dor na primeira relação? “Sou virgem, tenho um namorado e estou preocupada porque dizem que quando se tem relação pela primeira vez dói um pouco. É mesmo normal sentir dor na primeira relação?” É normal sentir desconforto ou alguma dor na primeira relação sexual. Geralmente, a dor está associada ao rompimento do hímen que tende a acontecer no momento da penetração, mas não é esperado que a dor seja intensa. Em algumas mulheres, a dor na primeira relação também pode ser causada por: Características do hímen; Falta de lubrificação; Estresse e/ou ansiedade; Dificuldade de relaxamento dos músculos da pelve. Além disso, em alguns casos, a dor durante a relação sexual também pode estar associada a outros problemas como infecções, endometriose, doenças dermatológicas, caso afetem também a mucosa vaginal, ou alterações hormonais. Confira o que pode ser a dor na relação e o que fazer.
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passage: . Teve relações sexuais sem preservativo ou outro método contraceptivo, como DIU, implante ou pílula? Sim Não 2. Notou um pequeno corrimento rosado ou marrom 10 a 14 dias após a última relação? Sim Não 3. Tem mudanças repentinas de humor, principalmente irritabilidade e choro sem motivo aparente? Sim Não 4. Sente náuseas e/ou vômitos pela manhã? Sim Não 5. Tem sentido falta de interesse por atividades que costumava gostar, como fazer compras ou ler? Sim Não 6. Tem desejos por alimentos ou combinações pouco comuns? Sim Não 7. Os sintomas dificultam a realização de suas atividades diárias? Sim Não 8. Os sintomas começaram 1 a 2 semanas antes da data prevista da menstruação? Sim Não 9. Tem corrimento vaginal mais espesso que o normal? Sim Não 10. Tem evitado socializar com outras pessoas ou ir a eventos por causa dos sintomas? Sim Não 11. Sente que é mais difícil para você se concentrar? Sim Não 12
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: . Além disso, deve-se consultar o ginecologista caso a mulher apresente sintomas como irritabilidade, depressão, alucinações, ansiedade, pensamentos de prejudicar o bebê e si mesma ou pensamentos sobre suicídio. É também importante consultar o ginecologista quando após iniciar o contato íntimo, a relação continua a ser dolorosa por muito tempo, pois pode ser um sinal de vaginismo, uma condição que precisa de acompanhamento médico individualizado. Veja o que é o vaginismo e como tratar. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: . Por vezes, após a relação, o bebê poderá apresentar-se mais agitado, mas isso apenas acontece devido ao aumento da frequência cardíaca da mãe e ligeira contração dos músculos do útero, não afetando o bebê ou seu desenvolvimento. Além disso, após o orgasmo a mulher pode sentir a barriga endurecer algumas vezes, isso acontece pela liberação de ocitocina na corrente sanguínea, mas não apresenta nenhum risco à gestação ou ao bebê. Para algumas mulheres, horas após o ato sexual é possível identificar uma mancha de sangue na roupa íntima, o que não é um sinal de alerta ou perigo, no entanto, caso exista sangramento ativo, é recomendado procurar atendimento médico Apesar de na maioria dos casos não trazer riscos para o bebê, a relação sexual não é indicada quando a mulher possui risco de aborto, parto prematuro, placenta previa total, bolsa rota ou descolamento de placenta. Além disso, é importante que seja usado preservativo, pois dessa forma é possível prevenir infecções que possam ser transmitidas por via sexual e passadas para o bebê. Como é a relação sexual no pós-parto Durante as primeiras 3 semanas após o parto ou até a mulher se sentir confortável, não é recomendado ter relações sexuais, pois a região íntima precisa recuperar e cicatrizar, especialmente após um parto normal
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passage: É normal sentir dor na primeira relação? “Sou virgem, tenho um namorado e estou preocupada porque dizem que quando se tem relação pela primeira vez dói um pouco. É mesmo normal sentir dor na primeira relação?” É normal sentir desconforto ou alguma dor na primeira relação sexual. Geralmente, a dor está associada ao rompimento do hímen que tende a acontecer no momento da penetração, mas não é esperado que a dor seja intensa. Em algumas mulheres, a dor na primeira relação também pode ser causada por: Características do hímen; Falta de lubrificação; Estresse e/ou ansiedade; Dificuldade de relaxamento dos músculos da pelve. Além disso, em alguns casos, a dor durante a relação sexual também pode estar associada a outros problemas como infecções, endometriose, doenças dermatológicas, caso afetem também a mucosa vaginal, ou alterações hormonais. Confira o que pode ser a dor na relação e o que fazer.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Teve relações sexuais sem preservativo ou outro método contraceptivo, como DIU, implante ou pílula? Sim Não 2. Notou um pequeno corrimento rosado ou marrom 10 a 14 dias após a última relação? Sim Não 3. Tem mudanças repentinas de humor, principalmente irritabilidade e choro sem motivo aparente? Sim Não 4. Sente náuseas e/ou vômitos pela manhã? Sim Não 5. Tem sentido falta de interesse por atividades que costumava gostar, como fazer compras ou ler? Sim Não 6. Tem desejos por alimentos ou combinações pouco comuns? Sim Não 7. Os sintomas dificultam a realização de suas atividades diárias? Sim Não 8. Os sintomas começaram 1 a 2 semanas antes da data prevista da menstruação? Sim Não 9. Tem corrimento vaginal mais espesso que o normal? Sim Não 10. Tem evitado socializar com outras pessoas ou ir a eventos por causa dos sintomas? Sim Não 11. Sente que é mais difícil para você se concentrar? Sim Não 12
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passage: Alguns pontos são importantes para se questionar na anamnese:• Duração, curso e localização da dor. • Relação da dor com o ciclo menstrual com tendência de iniciar durante ou logo após a menstruação ou mesmo cursando com perda de sangue intermenstrual. • Inserção recente (<1 mês) de DIU ou curetagem ou parto, lem-brando que infecção após parto ou cesariana ou pós-aborta-mento, devido à sua diferente /f_i siopatologia e morbimortali-dade, não é inclusa como sendo DIP .
• História prévia de apendicectomia, cálculo urinário ou endometriose. • História prévia de episódio de DIP ou de gravidez ectópica, pois quem apresenta tais situação tem maior chance de repetir tanto a DIP quanto a gravidez ectópica.
• Risco de IST: sobretudo, jovens abaixo de 21 anos tendo con-tato sexual com múltiplos parceiros (ou parceiro com contatos múltiplos), sem parceiro de/f_i nido, parceiro recente há menos de 3 meses, parceiro com sintomas de uretrite ou de uma ITS.
11Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018Exame físico No exame físico, o ginecologista deve atentar-se, principalmente, para os seguintes tópicos:• Veri/f_i cação da temperatura corporal em várias aferições.
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: . Além disso, deve-se consultar o ginecologista caso a mulher apresente sintomas como irritabilidade, depressão, alucinações, ansiedade, pensamentos de prejudicar o bebê e si mesma ou pensamentos sobre suicídio. É também importante consultar o ginecologista quando após iniciar o contato íntimo, a relação continua a ser dolorosa por muito tempo, pois pode ser um sinal de vaginismo, uma condição que precisa de acompanhamento médico individualizado. Veja o que é o vaginismo e como tratar. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: . Por vezes, após a relação, o bebê poderá apresentar-se mais agitado, mas isso apenas acontece devido ao aumento da frequência cardíaca da mãe e ligeira contração dos músculos do útero, não afetando o bebê ou seu desenvolvimento. Além disso, após o orgasmo a mulher pode sentir a barriga endurecer algumas vezes, isso acontece pela liberação de ocitocina na corrente sanguínea, mas não apresenta nenhum risco à gestação ou ao bebê. Para algumas mulheres, horas após o ato sexual é possível identificar uma mancha de sangue na roupa íntima, o que não é um sinal de alerta ou perigo, no entanto, caso exista sangramento ativo, é recomendado procurar atendimento médico Apesar de na maioria dos casos não trazer riscos para o bebê, a relação sexual não é indicada quando a mulher possui risco de aborto, parto prematuro, placenta previa total, bolsa rota ou descolamento de placenta. Além disso, é importante que seja usado preservativo, pois dessa forma é possível prevenir infecções que possam ser transmitidas por via sexual e passadas para o bebê. Como é a relação sexual no pós-parto Durante as primeiras 3 semanas após o parto ou até a mulher se sentir confortável, não é recomendado ter relações sexuais, pois a região íntima precisa recuperar e cicatrizar, especialmente após um parto normal
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passage: É normal sentir dor na primeira relação? “Sou virgem, tenho um namorado e estou preocupada porque dizem que quando se tem relação pela primeira vez dói um pouco. É mesmo normal sentir dor na primeira relação?” É normal sentir desconforto ou alguma dor na primeira relação sexual. Geralmente, a dor está associada ao rompimento do hímen que tende a acontecer no momento da penetração, mas não é esperado que a dor seja intensa. Em algumas mulheres, a dor na primeira relação também pode ser causada por: Características do hímen; Falta de lubrificação; Estresse e/ou ansiedade; Dificuldade de relaxamento dos músculos da pelve. Além disso, em alguns casos, a dor durante a relação sexual também pode estar associada a outros problemas como infecções, endometriose, doenças dermatológicas, caso afetem também a mucosa vaginal, ou alterações hormonais. Confira o que pode ser a dor na relação e o que fazer.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Teve relações sexuais sem preservativo ou outro método contraceptivo, como DIU, implante ou pílula? Sim Não 2. Notou um pequeno corrimento rosado ou marrom 10 a 14 dias após a última relação? Sim Não 3. Tem mudanças repentinas de humor, principalmente irritabilidade e choro sem motivo aparente? Sim Não 4. Sente náuseas e/ou vômitos pela manhã? Sim Não 5. Tem sentido falta de interesse por atividades que costumava gostar, como fazer compras ou ler? Sim Não 6. Tem desejos por alimentos ou combinações pouco comuns? Sim Não 7. Os sintomas dificultam a realização de suas atividades diárias? Sim Não 8. Os sintomas começaram 1 a 2 semanas antes da data prevista da menstruação? Sim Não 9. Tem corrimento vaginal mais espesso que o normal? Sim Não 10. Tem evitado socializar com outras pessoas ou ir a eventos por causa dos sintomas? Sim Não 11. Sente que é mais difícil para você se concentrar? Sim Não 12
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passage: Alguns pontos são importantes para se questionar na anamnese:• Duração, curso e localização da dor. • Relação da dor com o ciclo menstrual com tendência de iniciar durante ou logo após a menstruação ou mesmo cursando com perda de sangue intermenstrual. • Inserção recente (<1 mês) de DIU ou curetagem ou parto, lem-brando que infecção após parto ou cesariana ou pós-aborta-mento, devido à sua diferente /f_i siopatologia e morbimortali-dade, não é inclusa como sendo DIP .
• História prévia de apendicectomia, cálculo urinário ou endometriose. • História prévia de episódio de DIP ou de gravidez ectópica, pois quem apresenta tais situação tem maior chance de repetir tanto a DIP quanto a gravidez ectópica.
• Risco de IST: sobretudo, jovens abaixo de 21 anos tendo con-tato sexual com múltiplos parceiros (ou parceiro com contatos múltiplos), sem parceiro de/f_i nido, parceiro recente há menos de 3 meses, parceiro com sintomas de uretrite ou de uma ITS.
11Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018Exame físico No exame físico, o ginecologista deve atentar-se, principalmente, para os seguintes tópicos:• Veri/f_i cação da temperatura corporal em várias aferições.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: . Além disso, deve-se consultar o ginecologista caso a mulher apresente sintomas como irritabilidade, depressão, alucinações, ansiedade, pensamentos de prejudicar o bebê e si mesma ou pensamentos sobre suicídio. É também importante consultar o ginecologista quando após iniciar o contato íntimo, a relação continua a ser dolorosa por muito tempo, pois pode ser um sinal de vaginismo, uma condição que precisa de acompanhamento médico individualizado. Veja o que é o vaginismo e como tratar. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: . Por vezes, após a relação, o bebê poderá apresentar-se mais agitado, mas isso apenas acontece devido ao aumento da frequência cardíaca da mãe e ligeira contração dos músculos do útero, não afetando o bebê ou seu desenvolvimento. Além disso, após o orgasmo a mulher pode sentir a barriga endurecer algumas vezes, isso acontece pela liberação de ocitocina na corrente sanguínea, mas não apresenta nenhum risco à gestação ou ao bebê. Para algumas mulheres, horas após o ato sexual é possível identificar uma mancha de sangue na roupa íntima, o que não é um sinal de alerta ou perigo, no entanto, caso exista sangramento ativo, é recomendado procurar atendimento médico Apesar de na maioria dos casos não trazer riscos para o bebê, a relação sexual não é indicada quando a mulher possui risco de aborto, parto prematuro, placenta previa total, bolsa rota ou descolamento de placenta. Além disso, é importante que seja usado preservativo, pois dessa forma é possível prevenir infecções que possam ser transmitidas por via sexual e passadas para o bebê. Como é a relação sexual no pós-parto Durante as primeiras 3 semanas após o parto ou até a mulher se sentir confortável, não é recomendado ter relações sexuais, pois a região íntima precisa recuperar e cicatrizar, especialmente após um parto normal
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passage: É normal sentir dor na primeira relação? “Sou virgem, tenho um namorado e estou preocupada porque dizem que quando se tem relação pela primeira vez dói um pouco. É mesmo normal sentir dor na primeira relação?” É normal sentir desconforto ou alguma dor na primeira relação sexual. Geralmente, a dor está associada ao rompimento do hímen que tende a acontecer no momento da penetração, mas não é esperado que a dor seja intensa. Em algumas mulheres, a dor na primeira relação também pode ser causada por: Características do hímen; Falta de lubrificação; Estresse e/ou ansiedade; Dificuldade de relaxamento dos músculos da pelve. Além disso, em alguns casos, a dor durante a relação sexual também pode estar associada a outros problemas como infecções, endometriose, doenças dermatológicas, caso afetem também a mucosa vaginal, ou alterações hormonais. Confira o que pode ser a dor na relação e o que fazer.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Teve relações sexuais sem preservativo ou outro método contraceptivo, como DIU, implante ou pílula? Sim Não 2. Notou um pequeno corrimento rosado ou marrom 10 a 14 dias após a última relação? Sim Não 3. Tem mudanças repentinas de humor, principalmente irritabilidade e choro sem motivo aparente? Sim Não 4. Sente náuseas e/ou vômitos pela manhã? Sim Não 5. Tem sentido falta de interesse por atividades que costumava gostar, como fazer compras ou ler? Sim Não 6. Tem desejos por alimentos ou combinações pouco comuns? Sim Não 7. Os sintomas dificultam a realização de suas atividades diárias? Sim Não 8. Os sintomas começaram 1 a 2 semanas antes da data prevista da menstruação? Sim Não 9. Tem corrimento vaginal mais espesso que o normal? Sim Não 10. Tem evitado socializar com outras pessoas ou ir a eventos por causa dos sintomas? Sim Não 11. Sente que é mais difícil para você se concentrar? Sim Não 12
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passage: Alguns pontos são importantes para se questionar na anamnese:• Duração, curso e localização da dor. • Relação da dor com o ciclo menstrual com tendência de iniciar durante ou logo após a menstruação ou mesmo cursando com perda de sangue intermenstrual. • Inserção recente (<1 mês) de DIU ou curetagem ou parto, lem-brando que infecção após parto ou cesariana ou pós-aborta-mento, devido à sua diferente /f_i siopatologia e morbimortali-dade, não é inclusa como sendo DIP .
• História prévia de apendicectomia, cálculo urinário ou endometriose. • História prévia de episódio de DIP ou de gravidez ectópica, pois quem apresenta tais situação tem maior chance de repetir tanto a DIP quanto a gravidez ectópica.
• Risco de IST: sobretudo, jovens abaixo de 21 anos tendo con-tato sexual com múltiplos parceiros (ou parceiro com contatos múltiplos), sem parceiro de/f_i nido, parceiro recente há menos de 3 meses, parceiro com sintomas de uretrite ou de uma ITS.
11Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018Exame físico No exame físico, o ginecologista deve atentar-se, principalmente, para os seguintes tópicos:• Veri/f_i cação da temperatura corporal em várias aferições.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Além disso, também é importante beber pelo menos 2 litros de água por dia. Veja mais detalhes do tratamento do descolamento ovular. 5. Aborto espontâneo O aborto espontâneo pode causar cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve, acompanhada de sangramento acastanhado, sangramento intenso ou saída de coágulos de sangue ou tecidos, que pioram ao longo dos dias. Além disso, a cólica pode estar acompanhada de outros sintomas como dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, mas também pode ocorrer no segundo trimestre da gestação, antes das 20 semanas, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. Conheça outras causas do aborto espontâneo. Como aliviar: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente no caso de surgimento de sintomas de aborto espontâneo, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo médico através de uma curetagem ou cirurgia para retirada do bebê. Saiba como é feita a curetagem
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passage: . Por isso, o ideal é consultar um ginecologista para que a causa da dor após as relações seja identificada e possa ser indicado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de antibióticos ou analgésicos e, algumas vezes, cirurgia, por exemplo.
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passage: . Além disso, deve-se consultar o ginecologista caso a mulher apresente sintomas como irritabilidade, depressão, alucinações, ansiedade, pensamentos de prejudicar o bebê e si mesma ou pensamentos sobre suicídio. É também importante consultar o ginecologista quando após iniciar o contato íntimo, a relação continua a ser dolorosa por muito tempo, pois pode ser um sinal de vaginismo, uma condição que precisa de acompanhamento médico individualizado. Veja o que é o vaginismo e como tratar. Marque uma consulta com um obstetra na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará.
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passage: . Por vezes, após a relação, o bebê poderá apresentar-se mais agitado, mas isso apenas acontece devido ao aumento da frequência cardíaca da mãe e ligeira contração dos músculos do útero, não afetando o bebê ou seu desenvolvimento. Além disso, após o orgasmo a mulher pode sentir a barriga endurecer algumas vezes, isso acontece pela liberação de ocitocina na corrente sanguínea, mas não apresenta nenhum risco à gestação ou ao bebê. Para algumas mulheres, horas após o ato sexual é possível identificar uma mancha de sangue na roupa íntima, o que não é um sinal de alerta ou perigo, no entanto, caso exista sangramento ativo, é recomendado procurar atendimento médico Apesar de na maioria dos casos não trazer riscos para o bebê, a relação sexual não é indicada quando a mulher possui risco de aborto, parto prematuro, placenta previa total, bolsa rota ou descolamento de placenta. Além disso, é importante que seja usado preservativo, pois dessa forma é possível prevenir infecções que possam ser transmitidas por via sexual e passadas para o bebê. Como é a relação sexual no pós-parto Durante as primeiras 3 semanas após o parto ou até a mulher se sentir confortável, não é recomendado ter relações sexuais, pois a região íntima precisa recuperar e cicatrizar, especialmente após um parto normal
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passage: É normal sentir dor na primeira relação? “Sou virgem, tenho um namorado e estou preocupada porque dizem que quando se tem relação pela primeira vez dói um pouco. É mesmo normal sentir dor na primeira relação?” É normal sentir desconforto ou alguma dor na primeira relação sexual. Geralmente, a dor está associada ao rompimento do hímen que tende a acontecer no momento da penetração, mas não é esperado que a dor seja intensa. Em algumas mulheres, a dor na primeira relação também pode ser causada por: Características do hímen; Falta de lubrificação; Estresse e/ou ansiedade; Dificuldade de relaxamento dos músculos da pelve. Além disso, em alguns casos, a dor durante a relação sexual também pode estar associada a outros problemas como infecções, endometriose, doenças dermatológicas, caso afetem também a mucosa vaginal, ou alterações hormonais. Confira o que pode ser a dor na relação e o que fazer.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Teve relações sexuais sem preservativo ou outro método contraceptivo, como DIU, implante ou pílula? Sim Não 2. Notou um pequeno corrimento rosado ou marrom 10 a 14 dias após a última relação? Sim Não 3. Tem mudanças repentinas de humor, principalmente irritabilidade e choro sem motivo aparente? Sim Não 4. Sente náuseas e/ou vômitos pela manhã? Sim Não 5. Tem sentido falta de interesse por atividades que costumava gostar, como fazer compras ou ler? Sim Não 6. Tem desejos por alimentos ou combinações pouco comuns? Sim Não 7. Os sintomas dificultam a realização de suas atividades diárias? Sim Não 8. Os sintomas começaram 1 a 2 semanas antes da data prevista da menstruação? Sim Não 9. Tem corrimento vaginal mais espesso que o normal? Sim Não 10. Tem evitado socializar com outras pessoas ou ir a eventos por causa dos sintomas? Sim Não 11. Sente que é mais difícil para você se concentrar? Sim Não 12
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passage: Alguns pontos são importantes para se questionar na anamnese:• Duração, curso e localização da dor. • Relação da dor com o ciclo menstrual com tendência de iniciar durante ou logo após a menstruação ou mesmo cursando com perda de sangue intermenstrual. • Inserção recente (<1 mês) de DIU ou curetagem ou parto, lem-brando que infecção após parto ou cesariana ou pós-aborta-mento, devido à sua diferente /f_i siopatologia e morbimortali-dade, não é inclusa como sendo DIP .
• História prévia de apendicectomia, cálculo urinário ou endometriose. • História prévia de episódio de DIP ou de gravidez ectópica, pois quem apresenta tais situação tem maior chance de repetir tanto a DIP quanto a gravidez ectópica.
• Risco de IST: sobretudo, jovens abaixo de 21 anos tendo con-tato sexual com múltiplos parceiros (ou parceiro com contatos múltiplos), sem parceiro de/f_i nido, parceiro recente há menos de 3 meses, parceiro com sintomas de uretrite ou de uma ITS.
11Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018Exame físico No exame físico, o ginecologista deve atentar-se, principalmente, para os seguintes tópicos:• Veri/f_i cação da temperatura corporal em várias aferições.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Além disso, também é importante beber pelo menos 2 litros de água por dia. Veja mais detalhes do tratamento do descolamento ovular. 5. Aborto espontâneo O aborto espontâneo pode causar cólica intensa no pé da barriga, dor na região lombar e/ou na pelve, acompanhada de sangramento acastanhado, sangramento intenso ou saída de coágulos de sangue ou tecidos, que pioram ao longo dos dias. Além disso, a cólica pode estar acompanhada de outros sintomas como dor de cabeça intensa ou constante, ou mal estar generalizado. O aborto espontâneo é mais comum de acontecer no primeiro trimestre da gravidez, mas também pode ocorrer no segundo trimestre da gestação, antes das 20 semanas, devido a várias situações, como excesso de atividade física, uso de medicamentos, consumo de determinados chás, infecções ou traumatismos. Conheça outras causas do aborto espontâneo. Como aliviar: deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente no caso de surgimento de sintomas de aborto espontâneo, para realizar exames como ultrassom e avaliação dos batimentos cardíacos do feto, e assim ter o diagnóstico. No caso de confirmação de aborto espontâneo, o tratamento deve ser realizado pelo médico através de uma curetagem ou cirurgia para retirada do bebê. Saiba como é feita a curetagem
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passage: . Leia também: Aborto espontâneo: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/causas-do-aborto-espontaneo Em caso de suspeita de aborto, é importante que a mulher vá ao hospital o mais rápido possível para que seja feita uma avaliação e, se necessário, iniciar o tratamento mais adequado. Principais sintomas Os principais sintomas de aborto são: Febre e calafrios; Corrimento vaginal com mau cheiro; Perda de sangue pela vagina, que pode começar com uma cor amarronzada; Dor abdominal forte, tipo uma intensa cólica menstrual; Perda de líquidos pela vagina, com ou sem dor; Perda de coágulos de sangue pela vagina; Dor de cabeça intensa ou constante; Ausência de movimentos fetais por mais de 5 horas. Em caso de suspeita de aborto, o que se deve fazer é ir ao hospital o mais rápido possível e explicar ao médico os sintomas que apresenta. O médico deve pedir alguns exames para verificar se o bebê está bem e, se necessário, indicar o tratamento adequado que pode incluir o uso de medicamentos e o repouso absoluto. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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Sinto muito pela sua perda recente. Passar por um aborto espontâneo é uma experiência muito difícil, e é completamente compreensível que você esteja sentindo dor e preocupação.
É importante lembrar que seu corpo passou por um trauma recente. O útero ainda está se recuperando, e as alterações hormonais podem influenciar a sensibilidade e o desconforto. A dor que você sentiu durante e após a relação sexual pode estar relacionada a esse processo de recuperação.
Além disso, o aspecto emocional também é muito importante. O aborto espontâneo pode gerar sentimentos de tristeza, ansiedade e até mesmo medo, que podem contribuir para a tensão muscular e dificultar o relaxamento durante o ato sexual, intensificando a dor.
Embora seja possível que essa dor seja parte do processo de recuperação, é fundamental descartar outras causas. Uma infecção pós-aborto, por exemplo, pode causar dor pélvica e desconforto durante a relação sexual. Alterações hormonais, ou mesmo resquícios teciduais da gestação podem estar presentes.
Considerando o seu histórico recente de aborto, sugiro fortemente que você agende uma consulta comigo ou com outro ginecologista o mais breve possível. Durante a consulta, poderemos conversar detalhadamente sobre seus sintomas, realizar um exame físico para avaliar sua recuperação e, se necessário, solicitar exames complementares para identificar a causa exata da dor e indicar o tratamento mais adequado.
Lembre-se que é fundamental usar preservativo para previnir infecções que possam prejudicar sua recuperação.
Não hesite em procurar ajuda médica para cuidar da sua saúde física e emocional. Estou aqui para te apoiar nesse momento delicado.
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Qual é o tratamento para o meu parceiro se ele tem tricomoníase? Comecei meu tratamento, mas não sabia que meu namorado também precisava; o médico não falou.
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Olá, a tricomoníase é uma doença sexualmente transmissível. Para ser considerada corretamente tratada, você e seu parceiro sexual precisam realizar o tratamento correto e com a dose adequada do antibiótico. Lembre-se de tratar o parceiro sexual, mesmo que ele não esteja sentindo nada. Solicite ao seu médico exames para avaliar infecções sexualmente transmissíveis, como HIV, hepatite B e C, e sífilis. Converse com o seu médico, esclareça suas dúvidas e discuta o seu diagnóstico e tratamento.
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passage: Como na vaginose bacteriana, nos quadros de tricomoníase existe microbiota exuberante de bactériasanaeróbias; assim, o teste das aminas (KOH a 10%) do conteúdo vaginal frequentemente é positivo.
Tratamento e controle de curaMetronidazol 2 g VO, dose única, ou 250 mg VO, de 8/8 h, por 7 diasSecnidazol 2 g VO, dose únicaTinidazol VO, dose única.
O controle de cura pode ser feito com os mesmos exames usados no diagnóstico, 1 a 2 semanas após otratamento. O parceiro, mesmo que não apresente sintomas, deve ser chamado para orientações e tratamento.
Já foi documentada resistência ao metronidazol usado em dose única. Nestes raros casos, indicam-semetronidazol 500 mg VO de 8/8 h + metronidazol vaginal por 10 dias.
As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
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passage: Como na vaginose bacteriana, nos quadros de tricomoníase existe microbiota exuberante de bactériasanaeróbias; assim, o teste das aminas (KOH a 10%) do conteúdo vaginal frequentemente é positivo.
Tratamento e controle de curaMetronidazol 2 g VO, dose única, ou 250 mg VO, de 8/8 h, por 7 diasSecnidazol 2 g VO, dose únicaTinidazol VO, dose única.
O controle de cura pode ser feito com os mesmos exames usados no diagnóstico, 1 a 2 semanas após otratamento. O parceiro, mesmo que não apresente sintomas, deve ser chamado para orientações e tratamento.
Já foi documentada resistência ao metronidazol usado em dose única. Nestes raros casos, indicam-semetronidazol 500 mg VO de 8/8 h + metronidazol vaginal por 10 dias.
As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
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passage: 7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alternativamente: metronidazol 500 mg a cada 12 horas, durante sete dias (A). Proscrever a ingestão de álcool e atividade sexual. Importante a abordagem do(s) parceiro(s). Por tratar-se de infecção sexual-mente transmissível, rastrear para outras doenças sexualmen-te transmissíveis.
9. Vaginite citolítica: importante microscopia (aumento Lactobacillus, núcleos desnudos, ausência/raros leucócitos, presença de fragmentos celulares e ausência de fungos). Não há tratamento especí/f_i co; sugere-se alcalinizar o meio vaginal com duchas de água e bicarbonato de sódio, particularmente no período pré-menstrual (C).
10. Vaginite in/f_l amatória descamativa: sintomas geralmente crô-nicos, corrimento purulento, dispareunia, ardor; sinais in/f_l a-matórios de intensidade variável. Tratamento: clindamicina 2% por 14 dias ou hidrocortisona 10% por duas a quatro sema-nas, ou ambos associados. Estrogenioterapia local é útil (D).
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passage: Como na vaginose bacteriana, nos quadros de tricomoníase existe microbiota exuberante de bactériasanaeróbias; assim, o teste das aminas (KOH a 10%) do conteúdo vaginal frequentemente é positivo.
Tratamento e controle de curaMetronidazol 2 g VO, dose única, ou 250 mg VO, de 8/8 h, por 7 diasSecnidazol 2 g VO, dose únicaTinidazol VO, dose única.
O controle de cura pode ser feito com os mesmos exames usados no diagnóstico, 1 a 2 semanas após otratamento. O parceiro, mesmo que não apresente sintomas, deve ser chamado para orientações e tratamento.
Já foi documentada resistência ao metronidazol usado em dose única. Nestes raros casos, indicam-semetronidazol 500 mg VO de 8/8 h + metronidazol vaginal por 10 dias.
As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
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passage: 7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alternativamente: metronidazol 500 mg a cada 12 horas, durante sete dias (A). Proscrever a ingestão de álcool e atividade sexual. Importante a abordagem do(s) parceiro(s). Por tratar-se de infecção sexual-mente transmissível, rastrear para outras doenças sexualmen-te transmissíveis.
9. Vaginite citolítica: importante microscopia (aumento Lactobacillus, núcleos desnudos, ausência/raros leucócitos, presença de fragmentos celulares e ausência de fungos). Não há tratamento especí/f_i co; sugere-se alcalinizar o meio vaginal com duchas de água e bicarbonato de sódio, particularmente no período pré-menstrual (C).
10. Vaginite in/f_l amatória descamativa: sintomas geralmente crô-nicos, corrimento purulento, dispareunia, ardor; sinais in/f_l a-matórios de intensidade variável. Tratamento: clindamicina 2% por 14 dias ou hidrocortisona 10% por duas a quatro sema-nas, ou ambos associados. Estrogenioterapia local é útil (D).
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passage: ▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
Entretanto, não existem dados disponíveis de que o tratamento com metronidazol acarrete diminuição namorbidade perinatal. Alguns estudos mostram a possibilidade de aumento na prematuridade e baixo peso com ouso do metronidazol. Trata-se de estudos que não permitem conclusão definitiva sobre os riscos com otratamento. Entretanto, o tratamento, além do alívio da sintomatologia, previne a infecção respiratória do recém-nascido e a transmissão sexual. Os riscos e benefícios deverão ser discutidos com a paciente.
Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
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passage: Como na vaginose bacteriana, nos quadros de tricomoníase existe microbiota exuberante de bactériasanaeróbias; assim, o teste das aminas (KOH a 10%) do conteúdo vaginal frequentemente é positivo.
Tratamento e controle de curaMetronidazol 2 g VO, dose única, ou 250 mg VO, de 8/8 h, por 7 diasSecnidazol 2 g VO, dose únicaTinidazol VO, dose única.
O controle de cura pode ser feito com os mesmos exames usados no diagnóstico, 1 a 2 semanas após otratamento. O parceiro, mesmo que não apresente sintomas, deve ser chamado para orientações e tratamento.
Já foi documentada resistência ao metronidazol usado em dose única. Nestes raros casos, indicam-semetronidazol 500 mg VO de 8/8 h + metronidazol vaginal por 10 dias.
As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
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passage: 7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alternativamente: metronidazol 500 mg a cada 12 horas, durante sete dias (A). Proscrever a ingestão de álcool e atividade sexual. Importante a abordagem do(s) parceiro(s). Por tratar-se de infecção sexual-mente transmissível, rastrear para outras doenças sexualmen-te transmissíveis.
9. Vaginite citolítica: importante microscopia (aumento Lactobacillus, núcleos desnudos, ausência/raros leucócitos, presença de fragmentos celulares e ausência de fungos). Não há tratamento especí/f_i co; sugere-se alcalinizar o meio vaginal com duchas de água e bicarbonato de sódio, particularmente no período pré-menstrual (C).
10. Vaginite in/f_l amatória descamativa: sintomas geralmente crô-nicos, corrimento purulento, dispareunia, ardor; sinais in/f_l a-matórios de intensidade variável. Tratamento: clindamicina 2% por 14 dias ou hidrocortisona 10% por duas a quatro sema-nas, ou ambos associados. Estrogenioterapia local é útil (D).
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passage: ▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
Entretanto, não existem dados disponíveis de que o tratamento com metronidazol acarrete diminuição namorbidade perinatal. Alguns estudos mostram a possibilidade de aumento na prematuridade e baixo peso com ouso do metronidazol. Trata-se de estudos que não permitem conclusão definitiva sobre os riscos com otratamento. Entretanto, o tratamento, além do alívio da sintomatologia, previne a infecção respiratória do recém-nascido e a transmissão sexual. Os riscos e benefícios deverão ser discutidos com a paciente.
Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
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passage: Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve relatos de que 5 a 10% dos homens com gonorreia também são portadores de tricomoníaseÉ considerada uma epidemia negligenciadaEmbora estejam sendo diagnosticados cada vez menos casos de tricomoníase, vários trabalhos nacionais einternacionais apontam para o encontro de mais de 3% de tricomoníase em rastreio por Papanicolaou, lâminaa fresco, cultura seletiva ou por pesquisa por biologia molecular (PCR) de conteúdo vaginal de mulheresatendidas em clínicas ginecológicas.
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas.
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passage: Como na vaginose bacteriana, nos quadros de tricomoníase existe microbiota exuberante de bactériasanaeróbias; assim, o teste das aminas (KOH a 10%) do conteúdo vaginal frequentemente é positivo.
Tratamento e controle de curaMetronidazol 2 g VO, dose única, ou 250 mg VO, de 8/8 h, por 7 diasSecnidazol 2 g VO, dose únicaTinidazol VO, dose única.
O controle de cura pode ser feito com os mesmos exames usados no diagnóstico, 1 a 2 semanas após otratamento. O parceiro, mesmo que não apresente sintomas, deve ser chamado para orientações e tratamento.
Já foi documentada resistência ao metronidazol usado em dose única. Nestes raros casos, indicam-semetronidazol 500 mg VO de 8/8 h + metronidazol vaginal por 10 dias.
As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
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passage: 7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alternativamente: metronidazol 500 mg a cada 12 horas, durante sete dias (A). Proscrever a ingestão de álcool e atividade sexual. Importante a abordagem do(s) parceiro(s). Por tratar-se de infecção sexual-mente transmissível, rastrear para outras doenças sexualmen-te transmissíveis.
9. Vaginite citolítica: importante microscopia (aumento Lactobacillus, núcleos desnudos, ausência/raros leucócitos, presença de fragmentos celulares e ausência de fungos). Não há tratamento especí/f_i co; sugere-se alcalinizar o meio vaginal com duchas de água e bicarbonato de sódio, particularmente no período pré-menstrual (C).
10. Vaginite in/f_l amatória descamativa: sintomas geralmente crô-nicos, corrimento purulento, dispareunia, ardor; sinais in/f_l a-matórios de intensidade variável. Tratamento: clindamicina 2% por 14 dias ou hidrocortisona 10% por duas a quatro sema-nas, ou ambos associados. Estrogenioterapia local é útil (D).
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passage: ▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
Entretanto, não existem dados disponíveis de que o tratamento com metronidazol acarrete diminuição namorbidade perinatal. Alguns estudos mostram a possibilidade de aumento na prematuridade e baixo peso com ouso do metronidazol. Trata-se de estudos que não permitem conclusão definitiva sobre os riscos com otratamento. Entretanto, o tratamento, além do alívio da sintomatologia, previne a infecção respiratória do recém-nascido e a transmissão sexual. Os riscos e benefícios deverão ser discutidos com a paciente.
Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
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passage: Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve relatos de que 5 a 10% dos homens com gonorreia também são portadores de tricomoníaseÉ considerada uma epidemia negligenciadaEmbora estejam sendo diagnosticados cada vez menos casos de tricomoníase, vários trabalhos nacionais einternacionais apontam para o encontro de mais de 3% de tricomoníase em rastreio por Papanicolaou, lâminaa fresco, cultura seletiva ou por pesquisa por biologia molecular (PCR) de conteúdo vaginal de mulheresatendidas em clínicas ginecológicas.
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas.
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passage: Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento.
Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo.
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passage: Como na vaginose bacteriana, nos quadros de tricomoníase existe microbiota exuberante de bactériasanaeróbias; assim, o teste das aminas (KOH a 10%) do conteúdo vaginal frequentemente é positivo.
Tratamento e controle de curaMetronidazol 2 g VO, dose única, ou 250 mg VO, de 8/8 h, por 7 diasSecnidazol 2 g VO, dose únicaTinidazol VO, dose única.
O controle de cura pode ser feito com os mesmos exames usados no diagnóstico, 1 a 2 semanas após otratamento. O parceiro, mesmo que não apresente sintomas, deve ser chamado para orientações e tratamento.
Já foi documentada resistência ao metronidazol usado em dose única. Nestes raros casos, indicam-semetronidazol 500 mg VO de 8/8 h + metronidazol vaginal por 10 dias.
As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
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passage: 7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alternativamente: metronidazol 500 mg a cada 12 horas, durante sete dias (A). Proscrever a ingestão de álcool e atividade sexual. Importante a abordagem do(s) parceiro(s). Por tratar-se de infecção sexual-mente transmissível, rastrear para outras doenças sexualmen-te transmissíveis.
9. Vaginite citolítica: importante microscopia (aumento Lactobacillus, núcleos desnudos, ausência/raros leucócitos, presença de fragmentos celulares e ausência de fungos). Não há tratamento especí/f_i co; sugere-se alcalinizar o meio vaginal com duchas de água e bicarbonato de sódio, particularmente no período pré-menstrual (C).
10. Vaginite in/f_l amatória descamativa: sintomas geralmente crô-nicos, corrimento purulento, dispareunia, ardor; sinais in/f_l a-matórios de intensidade variável. Tratamento: clindamicina 2% por 14 dias ou hidrocortisona 10% por duas a quatro sema-nas, ou ambos associados. Estrogenioterapia local é útil (D).
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passage: ▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
Entretanto, não existem dados disponíveis de que o tratamento com metronidazol acarrete diminuição namorbidade perinatal. Alguns estudos mostram a possibilidade de aumento na prematuridade e baixo peso com ouso do metronidazol. Trata-se de estudos que não permitem conclusão definitiva sobre os riscos com otratamento. Entretanto, o tratamento, além do alívio da sintomatologia, previne a infecção respiratória do recém-nascido e a transmissão sexual. Os riscos e benefícios deverão ser discutidos com a paciente.
Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
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passage: Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve relatos de que 5 a 10% dos homens com gonorreia também são portadores de tricomoníaseÉ considerada uma epidemia negligenciadaEmbora estejam sendo diagnosticados cada vez menos casos de tricomoníase, vários trabalhos nacionais einternacionais apontam para o encontro de mais de 3% de tricomoníase em rastreio por Papanicolaou, lâminaa fresco, cultura seletiva ou por pesquisa por biologia molecular (PCR) de conteúdo vaginal de mulheresatendidas em clínicas ginecológicas.
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas.
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passage: Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento.
Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo.
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passage: . Essa infecção é causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, que também pode ser transmitido na gravidez caso aconteça uma relação íntima sem preservativo com o(a) parceiro(a) infectado(a). A tricomoníase pode aumentar o risco de parto prematuro ou baixo peso do bebê ao nascer e, por isso, deve ser tratada o mais rápido possível. O que fazer: deve ir ao obstetra para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento com um antibiótico, como o metronidazol, por cerca de 3 a 7 dias. Entenda como é feito o tratamento da tricomoníase. 2. Clamídia A clamídia é outra uma infecção sexualmente transmissível (IST), que geralmente causa corrimento amarelado semelhante a pus, mas em alguns casos também pode ser esverdeado. Além disso, outros sintomas da clamídia são dor e ardor ao urinar, dor e sangramento durante o contato íntimo ou dor pélvica. A clamídia é causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, e durante a gravidez pode aumentar o risco de parto prematuro, ruptura das membranas ou baixo peso ao nascer. A clamídia na gravidez, quando não tratada, pode aumentar o risco de parto prematuro, ruptura prematura das membranas ou baixo peso do bebê ao nascer O que fazer: é importante seguir o tratamento indicado pelo obstetra, que normalmente é feito com o uso de antibióticos, como azitromicina ou doxiciclina
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passage: Como na vaginose bacteriana, nos quadros de tricomoníase existe microbiota exuberante de bactériasanaeróbias; assim, o teste das aminas (KOH a 10%) do conteúdo vaginal frequentemente é positivo.
Tratamento e controle de curaMetronidazol 2 g VO, dose única, ou 250 mg VO, de 8/8 h, por 7 diasSecnidazol 2 g VO, dose únicaTinidazol VO, dose única.
O controle de cura pode ser feito com os mesmos exames usados no diagnóstico, 1 a 2 semanas após otratamento. O parceiro, mesmo que não apresente sintomas, deve ser chamado para orientações e tratamento.
Já foi documentada resistência ao metronidazol usado em dose única. Nestes raros casos, indicam-semetronidazol 500 mg VO de 8/8 h + metronidazol vaginal por 10 dias.
As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
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passage: 7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alternativamente: metronidazol 500 mg a cada 12 horas, durante sete dias (A). Proscrever a ingestão de álcool e atividade sexual. Importante a abordagem do(s) parceiro(s). Por tratar-se de infecção sexual-mente transmissível, rastrear para outras doenças sexualmen-te transmissíveis.
9. Vaginite citolítica: importante microscopia (aumento Lactobacillus, núcleos desnudos, ausência/raros leucócitos, presença de fragmentos celulares e ausência de fungos). Não há tratamento especí/f_i co; sugere-se alcalinizar o meio vaginal com duchas de água e bicarbonato de sódio, particularmente no período pré-menstrual (C).
10. Vaginite in/f_l amatória descamativa: sintomas geralmente crô-nicos, corrimento purulento, dispareunia, ardor; sinais in/f_l a-matórios de intensidade variável. Tratamento: clindamicina 2% por 14 dias ou hidrocortisona 10% por duas a quatro sema-nas, ou ambos associados. Estrogenioterapia local é útil (D).
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passage: ▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
Entretanto, não existem dados disponíveis de que o tratamento com metronidazol acarrete diminuição namorbidade perinatal. Alguns estudos mostram a possibilidade de aumento na prematuridade e baixo peso com ouso do metronidazol. Trata-se de estudos que não permitem conclusão definitiva sobre os riscos com otratamento. Entretanto, o tratamento, além do alívio da sintomatologia, previne a infecção respiratória do recém-nascido e a transmissão sexual. Os riscos e benefícios deverão ser discutidos com a paciente.
Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
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passage: Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve relatos de que 5 a 10% dos homens com gonorreia também são portadores de tricomoníaseÉ considerada uma epidemia negligenciadaEmbora estejam sendo diagnosticados cada vez menos casos de tricomoníase, vários trabalhos nacionais einternacionais apontam para o encontro de mais de 3% de tricomoníase em rastreio por Papanicolaou, lâminaa fresco, cultura seletiva ou por pesquisa por biologia molecular (PCR) de conteúdo vaginal de mulheresatendidas em clínicas ginecológicas.
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas.
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passage: Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento.
Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo.
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passage: . Essa infecção é causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, que também pode ser transmitido na gravidez caso aconteça uma relação íntima sem preservativo com o(a) parceiro(a) infectado(a). A tricomoníase pode aumentar o risco de parto prematuro ou baixo peso do bebê ao nascer e, por isso, deve ser tratada o mais rápido possível. O que fazer: deve ir ao obstetra para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento com um antibiótico, como o metronidazol, por cerca de 3 a 7 dias. Entenda como é feito o tratamento da tricomoníase. 2. Clamídia A clamídia é outra uma infecção sexualmente transmissível (IST), que geralmente causa corrimento amarelado semelhante a pus, mas em alguns casos também pode ser esverdeado. Além disso, outros sintomas da clamídia são dor e ardor ao urinar, dor e sangramento durante o contato íntimo ou dor pélvica. A clamídia é causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, e durante a gravidez pode aumentar o risco de parto prematuro, ruptura das membranas ou baixo peso ao nascer. A clamídia na gravidez, quando não tratada, pode aumentar o risco de parto prematuro, ruptura prematura das membranas ou baixo peso do bebê ao nascer O que fazer: é importante seguir o tratamento indicado pelo obstetra, que normalmente é feito com o uso de antibióticos, como azitromicina ou doxiciclina
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passage: Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados.
Cremes, pomadas ou óvulos vaginais de tioconazol, clotrimazol, isoconazol,miconazol, terconazol, nistatina em dose única ou até 10 dias; ou oral: fluconazol 150 mg dose única, itraconazol200 mg + 200 mg após 12 h e cetoconazol 400 mg/dia durante 5 dias.
▶ Casos complicados.
Fluconazol 100 a 150 mg/dia VO, em intervalos de 3 dias por 3 doses. Quando for nãoalbicans: ácido bórico 600 mg/dia (óvulo ou gel vaginal) por 2 semanas.
Na grávida não usar medicações orais. Uma aplicação vaginal, ao deitar, de nistatina durante 14 dias éconsiderada a melhor opção terapêutica.
ComplicaçõesA forma disseminada é representada por endocardite, meningite e septicemia, comumente fatal. Adisseminação ocorre por via hemática. Em pacientes diabéticos e imunocomprometidos a candidíase é a infecçãomais constante, aparecendo precocemente assim que começa o comprometimento da imunidade celular. Além dacandidíase vulvovaginal recorrente, a infecção pode localizar-se na orofaringite ou disseminar-se, nos estágiosmais avançados da imunossupressão, causando esofagites, abscessos pulmonares e lesões do trato digestivoaté o ânus.
Para pacientes com quadro de candidíase vulvovaginal recorrente, impõe-se o oferecimento, com ênfase, desorologia anti-HIV.
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passage: Como na vaginose bacteriana, nos quadros de tricomoníase existe microbiota exuberante de bactériasanaeróbias; assim, o teste das aminas (KOH a 10%) do conteúdo vaginal frequentemente é positivo.
Tratamento e controle de curaMetronidazol 2 g VO, dose única, ou 250 mg VO, de 8/8 h, por 7 diasSecnidazol 2 g VO, dose únicaTinidazol VO, dose única.
O controle de cura pode ser feito com os mesmos exames usados no diagnóstico, 1 a 2 semanas após otratamento. O parceiro, mesmo que não apresente sintomas, deve ser chamado para orientações e tratamento.
Já foi documentada resistência ao metronidazol usado em dose única. Nestes raros casos, indicam-semetronidazol 500 mg VO de 8/8 h + metronidazol vaginal por 10 dias.
As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
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passage: 7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alternativamente: metronidazol 500 mg a cada 12 horas, durante sete dias (A). Proscrever a ingestão de álcool e atividade sexual. Importante a abordagem do(s) parceiro(s). Por tratar-se de infecção sexual-mente transmissível, rastrear para outras doenças sexualmen-te transmissíveis.
9. Vaginite citolítica: importante microscopia (aumento Lactobacillus, núcleos desnudos, ausência/raros leucócitos, presença de fragmentos celulares e ausência de fungos). Não há tratamento especí/f_i co; sugere-se alcalinizar o meio vaginal com duchas de água e bicarbonato de sódio, particularmente no período pré-menstrual (C).
10. Vaginite in/f_l amatória descamativa: sintomas geralmente crô-nicos, corrimento purulento, dispareunia, ardor; sinais in/f_l a-matórios de intensidade variável. Tratamento: clindamicina 2% por 14 dias ou hidrocortisona 10% por duas a quatro sema-nas, ou ambos associados. Estrogenioterapia local é útil (D).
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passage: ▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
Entretanto, não existem dados disponíveis de que o tratamento com metronidazol acarrete diminuição namorbidade perinatal. Alguns estudos mostram a possibilidade de aumento na prematuridade e baixo peso com ouso do metronidazol. Trata-se de estudos que não permitem conclusão definitiva sobre os riscos com otratamento. Entretanto, o tratamento, além do alívio da sintomatologia, previne a infecção respiratória do recém-nascido e a transmissão sexual. Os riscos e benefícios deverão ser discutidos com a paciente.
Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
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passage: Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve relatos de que 5 a 10% dos homens com gonorreia também são portadores de tricomoníaseÉ considerada uma epidemia negligenciadaEmbora estejam sendo diagnosticados cada vez menos casos de tricomoníase, vários trabalhos nacionais einternacionais apontam para o encontro de mais de 3% de tricomoníase em rastreio por Papanicolaou, lâminaa fresco, cultura seletiva ou por pesquisa por biologia molecular (PCR) de conteúdo vaginal de mulheresatendidas em clínicas ginecológicas.
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas.
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passage: Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento.
Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo.
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passage: . Essa infecção é causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, que também pode ser transmitido na gravidez caso aconteça uma relação íntima sem preservativo com o(a) parceiro(a) infectado(a). A tricomoníase pode aumentar o risco de parto prematuro ou baixo peso do bebê ao nascer e, por isso, deve ser tratada o mais rápido possível. O que fazer: deve ir ao obstetra para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento com um antibiótico, como o metronidazol, por cerca de 3 a 7 dias. Entenda como é feito o tratamento da tricomoníase. 2. Clamídia A clamídia é outra uma infecção sexualmente transmissível (IST), que geralmente causa corrimento amarelado semelhante a pus, mas em alguns casos também pode ser esverdeado. Além disso, outros sintomas da clamídia são dor e ardor ao urinar, dor e sangramento durante o contato íntimo ou dor pélvica. A clamídia é causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, e durante a gravidez pode aumentar o risco de parto prematuro, ruptura das membranas ou baixo peso ao nascer. A clamídia na gravidez, quando não tratada, pode aumentar o risco de parto prematuro, ruptura prematura das membranas ou baixo peso do bebê ao nascer O que fazer: é importante seguir o tratamento indicado pelo obstetra, que normalmente é feito com o uso de antibióticos, como azitromicina ou doxiciclina
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passage: Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados.
Cremes, pomadas ou óvulos vaginais de tioconazol, clotrimazol, isoconazol,miconazol, terconazol, nistatina em dose única ou até 10 dias; ou oral: fluconazol 150 mg dose única, itraconazol200 mg + 200 mg após 12 h e cetoconazol 400 mg/dia durante 5 dias.
▶ Casos complicados.
Fluconazol 100 a 150 mg/dia VO, em intervalos de 3 dias por 3 doses. Quando for nãoalbicans: ácido bórico 600 mg/dia (óvulo ou gel vaginal) por 2 semanas.
Na grávida não usar medicações orais. Uma aplicação vaginal, ao deitar, de nistatina durante 14 dias éconsiderada a melhor opção terapêutica.
ComplicaçõesA forma disseminada é representada por endocardite, meningite e septicemia, comumente fatal. Adisseminação ocorre por via hemática. Em pacientes diabéticos e imunocomprometidos a candidíase é a infecçãomais constante, aparecendo precocemente assim que começa o comprometimento da imunidade celular. Além dacandidíase vulvovaginal recorrente, a infecção pode localizar-se na orofaringite ou disseminar-se, nos estágiosmais avançados da imunossupressão, causando esofagites, abscessos pulmonares e lesões do trato digestivoaté o ânus.
Para pacientes com quadro de candidíase vulvovaginal recorrente, impõe-se o oferecimento, com ênfase, desorologia anti-HIV.
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passage: As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
A gestante poderá ser tratada com 2 g de metronidazol. Esse fármaco é classificado como “B” na gravidez(estudos em animais não mostram danos ao feto; estudos com maior controle deverão ser feitos). Múltiplos•••estudos e metanálises não demonstraram consistente associação do metronidazol usado durante a gravidez aefeitos teratogênicos e mutagênicos nos bebês. O tinidazol é um fármaco, na gravidez, de categoria “C” (estudosem animais mostraram efeitos adversos; sua segurança ainda não está estabelecida).
Complicações▶ Homens.
Prostatite e epididimite, tendo como agravante maior a oligospermia, determinante, por vezes, deinfertilidade conjugal.
▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
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passage: Como na vaginose bacteriana, nos quadros de tricomoníase existe microbiota exuberante de bactériasanaeróbias; assim, o teste das aminas (KOH a 10%) do conteúdo vaginal frequentemente é positivo.
Tratamento e controle de curaMetronidazol 2 g VO, dose única, ou 250 mg VO, de 8/8 h, por 7 diasSecnidazol 2 g VO, dose únicaTinidazol VO, dose única.
O controle de cura pode ser feito com os mesmos exames usados no diagnóstico, 1 a 2 semanas após otratamento. O parceiro, mesmo que não apresente sintomas, deve ser chamado para orientações e tratamento.
Já foi documentada resistência ao metronidazol usado em dose única. Nestes raros casos, indicam-semetronidazol 500 mg VO de 8/8 h + metronidazol vaginal por 10 dias.
As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
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passage: 7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alternativamente: metronidazol 500 mg a cada 12 horas, durante sete dias (A). Proscrever a ingestão de álcool e atividade sexual. Importante a abordagem do(s) parceiro(s). Por tratar-se de infecção sexual-mente transmissível, rastrear para outras doenças sexualmen-te transmissíveis.
9. Vaginite citolítica: importante microscopia (aumento Lactobacillus, núcleos desnudos, ausência/raros leucócitos, presença de fragmentos celulares e ausência de fungos). Não há tratamento especí/f_i co; sugere-se alcalinizar o meio vaginal com duchas de água e bicarbonato de sódio, particularmente no período pré-menstrual (C).
10. Vaginite in/f_l amatória descamativa: sintomas geralmente crô-nicos, corrimento purulento, dispareunia, ardor; sinais in/f_l a-matórios de intensidade variável. Tratamento: clindamicina 2% por 14 dias ou hidrocortisona 10% por duas a quatro sema-nas, ou ambos associados. Estrogenioterapia local é útil (D).
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passage: ▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
Entretanto, não existem dados disponíveis de que o tratamento com metronidazol acarrete diminuição namorbidade perinatal. Alguns estudos mostram a possibilidade de aumento na prematuridade e baixo peso com ouso do metronidazol. Trata-se de estudos que não permitem conclusão definitiva sobre os riscos com otratamento. Entretanto, o tratamento, além do alívio da sintomatologia, previne a infecção respiratória do recém-nascido e a transmissão sexual. Os riscos e benefícios deverão ser discutidos com a paciente.
Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
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passage: Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve relatos de que 5 a 10% dos homens com gonorreia também são portadores de tricomoníaseÉ considerada uma epidemia negligenciadaEmbora estejam sendo diagnosticados cada vez menos casos de tricomoníase, vários trabalhos nacionais einternacionais apontam para o encontro de mais de 3% de tricomoníase em rastreio por Papanicolaou, lâminaa fresco, cultura seletiva ou por pesquisa por biologia molecular (PCR) de conteúdo vaginal de mulheresatendidas em clínicas ginecológicas.
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas.
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passage: Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento.
Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo.
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passage: . Essa infecção é causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, que também pode ser transmitido na gravidez caso aconteça uma relação íntima sem preservativo com o(a) parceiro(a) infectado(a). A tricomoníase pode aumentar o risco de parto prematuro ou baixo peso do bebê ao nascer e, por isso, deve ser tratada o mais rápido possível. O que fazer: deve ir ao obstetra para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento com um antibiótico, como o metronidazol, por cerca de 3 a 7 dias. Entenda como é feito o tratamento da tricomoníase. 2. Clamídia A clamídia é outra uma infecção sexualmente transmissível (IST), que geralmente causa corrimento amarelado semelhante a pus, mas em alguns casos também pode ser esverdeado. Além disso, outros sintomas da clamídia são dor e ardor ao urinar, dor e sangramento durante o contato íntimo ou dor pélvica. A clamídia é causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, e durante a gravidez pode aumentar o risco de parto prematuro, ruptura das membranas ou baixo peso ao nascer. A clamídia na gravidez, quando não tratada, pode aumentar o risco de parto prematuro, ruptura prematura das membranas ou baixo peso do bebê ao nascer O que fazer: é importante seguir o tratamento indicado pelo obstetra, que normalmente é feito com o uso de antibióticos, como azitromicina ou doxiciclina
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passage: Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados.
Cremes, pomadas ou óvulos vaginais de tioconazol, clotrimazol, isoconazol,miconazol, terconazol, nistatina em dose única ou até 10 dias; ou oral: fluconazol 150 mg dose única, itraconazol200 mg + 200 mg após 12 h e cetoconazol 400 mg/dia durante 5 dias.
▶ Casos complicados.
Fluconazol 100 a 150 mg/dia VO, em intervalos de 3 dias por 3 doses. Quando for nãoalbicans: ácido bórico 600 mg/dia (óvulo ou gel vaginal) por 2 semanas.
Na grávida não usar medicações orais. Uma aplicação vaginal, ao deitar, de nistatina durante 14 dias éconsiderada a melhor opção terapêutica.
ComplicaçõesA forma disseminada é representada por endocardite, meningite e septicemia, comumente fatal. Adisseminação ocorre por via hemática. Em pacientes diabéticos e imunocomprometidos a candidíase é a infecçãomais constante, aparecendo precocemente assim que começa o comprometimento da imunidade celular. Além dacandidíase vulvovaginal recorrente, a infecção pode localizar-se na orofaringite ou disseminar-se, nos estágiosmais avançados da imunossupressão, causando esofagites, abscessos pulmonares e lesões do trato digestivoaté o ânus.
Para pacientes com quadro de candidíase vulvovaginal recorrente, impõe-se o oferecimento, com ênfase, desorologia anti-HIV.
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passage: As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
A gestante poderá ser tratada com 2 g de metronidazol. Esse fármaco é classificado como “B” na gravidez(estudos em animais não mostram danos ao feto; estudos com maior controle deverão ser feitos). Múltiplos•••estudos e metanálises não demonstraram consistente associação do metronidazol usado durante a gravidez aefeitos teratogênicos e mutagênicos nos bebês. O tinidazol é um fármaco, na gravidez, de categoria “C” (estudosem animais mostraram efeitos adversos; sua segurança ainda não está estabelecida).
Complicações▶ Homens.
Prostatite e epididimite, tendo como agravante maior a oligospermia, determinante, por vezes, deinfertilidade conjugal.
▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
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passage: ■ Tratamento da disfunção sexualO tratamento multidisciplinar é ideal para as pacientes com disfunção sexual. A equipe caracteristicamente deve ser for-mada por clínico geral, ginecologista, psicólogo e enfermeira especializada. Para os distúrbios orgânicos, talvez haja neces-sidade de incluir especialistas em urologia, gastrenterologia e anestesia. As abordagens psicológicas geralmente incluem al-guma combinação de educação sexual, melhora na comuni-cação, identificação dos fatores emocionais e culturais, terapia cognitivo-comportamental e terapia de casais.
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passage: Como na vaginose bacteriana, nos quadros de tricomoníase existe microbiota exuberante de bactériasanaeróbias; assim, o teste das aminas (KOH a 10%) do conteúdo vaginal frequentemente é positivo.
Tratamento e controle de curaMetronidazol 2 g VO, dose única, ou 250 mg VO, de 8/8 h, por 7 diasSecnidazol 2 g VO, dose únicaTinidazol VO, dose única.
O controle de cura pode ser feito com os mesmos exames usados no diagnóstico, 1 a 2 semanas após otratamento. O parceiro, mesmo que não apresente sintomas, deve ser chamado para orientações e tratamento.
Já foi documentada resistência ao metronidazol usado em dose única. Nestes raros casos, indicam-semetronidazol 500 mg VO de 8/8 h + metronidazol vaginal por 10 dias.
As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
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passage: 7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alternativamente: metronidazol 500 mg a cada 12 horas, durante sete dias (A). Proscrever a ingestão de álcool e atividade sexual. Importante a abordagem do(s) parceiro(s). Por tratar-se de infecção sexual-mente transmissível, rastrear para outras doenças sexualmen-te transmissíveis.
9. Vaginite citolítica: importante microscopia (aumento Lactobacillus, núcleos desnudos, ausência/raros leucócitos, presença de fragmentos celulares e ausência de fungos). Não há tratamento especí/f_i co; sugere-se alcalinizar o meio vaginal com duchas de água e bicarbonato de sódio, particularmente no período pré-menstrual (C).
10. Vaginite in/f_l amatória descamativa: sintomas geralmente crô-nicos, corrimento purulento, dispareunia, ardor; sinais in/f_l a-matórios de intensidade variável. Tratamento: clindamicina 2% por 14 dias ou hidrocortisona 10% por duas a quatro sema-nas, ou ambos associados. Estrogenioterapia local é útil (D).
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passage: ▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
Entretanto, não existem dados disponíveis de que o tratamento com metronidazol acarrete diminuição namorbidade perinatal. Alguns estudos mostram a possibilidade de aumento na prematuridade e baixo peso com ouso do metronidazol. Trata-se de estudos que não permitem conclusão definitiva sobre os riscos com otratamento. Entretanto, o tratamento, além do alívio da sintomatologia, previne a infecção respiratória do recém-nascido e a transmissão sexual. Os riscos e benefícios deverão ser discutidos com a paciente.
Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
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passage: Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve relatos de que 5 a 10% dos homens com gonorreia também são portadores de tricomoníaseÉ considerada uma epidemia negligenciadaEmbora estejam sendo diagnosticados cada vez menos casos de tricomoníase, vários trabalhos nacionais einternacionais apontam para o encontro de mais de 3% de tricomoníase em rastreio por Papanicolaou, lâminaa fresco, cultura seletiva ou por pesquisa por biologia molecular (PCR) de conteúdo vaginal de mulheresatendidas em clínicas ginecológicas.
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas.
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passage: Encaminhar criança para diagnóstico e acompanhamento.
Encaminhar parceiro sexual para triagem sorológica. Orientar o uso do preservativo.
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passage: . Essa infecção é causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, que também pode ser transmitido na gravidez caso aconteça uma relação íntima sem preservativo com o(a) parceiro(a) infectado(a). A tricomoníase pode aumentar o risco de parto prematuro ou baixo peso do bebê ao nascer e, por isso, deve ser tratada o mais rápido possível. O que fazer: deve ir ao obstetra para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento com um antibiótico, como o metronidazol, por cerca de 3 a 7 dias. Entenda como é feito o tratamento da tricomoníase. 2. Clamídia A clamídia é outra uma infecção sexualmente transmissível (IST), que geralmente causa corrimento amarelado semelhante a pus, mas em alguns casos também pode ser esverdeado. Além disso, outros sintomas da clamídia são dor e ardor ao urinar, dor e sangramento durante o contato íntimo ou dor pélvica. A clamídia é causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, e durante a gravidez pode aumentar o risco de parto prematuro, ruptura das membranas ou baixo peso ao nascer. A clamídia na gravidez, quando não tratada, pode aumentar o risco de parto prematuro, ruptura prematura das membranas ou baixo peso do bebê ao nascer O que fazer: é importante seguir o tratamento indicado pelo obstetra, que normalmente é feito com o uso de antibióticos, como azitromicina ou doxiciclina
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passage: Tratamento e controle de cura▶ Casos não complicados.
Cremes, pomadas ou óvulos vaginais de tioconazol, clotrimazol, isoconazol,miconazol, terconazol, nistatina em dose única ou até 10 dias; ou oral: fluconazol 150 mg dose única, itraconazol200 mg + 200 mg após 12 h e cetoconazol 400 mg/dia durante 5 dias.
▶ Casos complicados.
Fluconazol 100 a 150 mg/dia VO, em intervalos de 3 dias por 3 doses. Quando for nãoalbicans: ácido bórico 600 mg/dia (óvulo ou gel vaginal) por 2 semanas.
Na grávida não usar medicações orais. Uma aplicação vaginal, ao deitar, de nistatina durante 14 dias éconsiderada a melhor opção terapêutica.
ComplicaçõesA forma disseminada é representada por endocardite, meningite e septicemia, comumente fatal. Adisseminação ocorre por via hemática. Em pacientes diabéticos e imunocomprometidos a candidíase é a infecçãomais constante, aparecendo precocemente assim que começa o comprometimento da imunidade celular. Além dacandidíase vulvovaginal recorrente, a infecção pode localizar-se na orofaringite ou disseminar-se, nos estágiosmais avançados da imunossupressão, causando esofagites, abscessos pulmonares e lesões do trato digestivoaté o ânus.
Para pacientes com quadro de candidíase vulvovaginal recorrente, impõe-se o oferecimento, com ênfase, desorologia anti-HIV.
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passage: As recidivas ocorrem mais por falta de tratamento dos parceiros e/ou pelo uso incompleto do tratamentoprimário.
Embora os esquemas com dose única apresentem maior adesão, possuem maior recidiva. Repetir a doseapós 1 semana pode melhorar a eficácia.
A gestante poderá ser tratada com 2 g de metronidazol. Esse fármaco é classificado como “B” na gravidez(estudos em animais não mostram danos ao feto; estudos com maior controle deverão ser feitos). Múltiplos•••estudos e metanálises não demonstraram consistente associação do metronidazol usado durante a gravidez aefeitos teratogênicos e mutagênicos nos bebês. O tinidazol é um fármaco, na gravidez, de categoria “C” (estudosem animais mostraram efeitos adversos; sua segurança ainda não está estabelecida).
Complicações▶ Homens.
Prostatite e epididimite, tendo como agravante maior a oligospermia, determinante, por vezes, deinfertilidade conjugal.
▶ Mulheres.
Trichomonas vaginalis pode ser um dos vetores de microrganismos da DIP. A tricomoníase estáassociada a complicações na gestação: ruptura prematura de membranas, parto pré-termo e baixo peso.
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passage: ■ Tratamento da disfunção sexualO tratamento multidisciplinar é ideal para as pacientes com disfunção sexual. A equipe caracteristicamente deve ser for-mada por clínico geral, ginecologista, psicólogo e enfermeira especializada. Para os distúrbios orgânicos, talvez haja neces-sidade de incluir especialistas em urologia, gastrenterologia e anestesia. As abordagens psicológicas geralmente incluem al-guma combinação de educação sexual, melhora na comuni-cação, identificação dos fatores emocionais e culturais, terapia cognitivo-comportamental e terapia de casais.
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passage: . Essa infecção é causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, sendo transmitida através do contato íntimo desprotegido. Leia também: 18 sintomas de tricomoníase (no homem e na mulher) tuasaude.com/sintomas-de-tricomoniase O que fazer: deve-se consultar o ginecologista para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento que normalmente é feito com o uso de antibióticos, como o metronidazol. Além disso, é importante evitar o contato íntimo durante o tratamento, e é recomendado que o parceiro sexual também realize o tratamento mesmo que não apresente sintomas da infecção, para evitar a reinfecção. 8. Clamídia A clamídia é outra infecção sexualmente transmissível (IST) causada pela bactéria Chlamydia trachomatis que normalmente causa sintomas como corrimento amarelado, dor e ardor ao urinar, dor e sangramento durante o contato íntimo ou dor pélvica. Além disso, durante a menstruação o cheiro pode ficar mais forte, semelhante a peixe ou pus. Leia também: 8 sintomas de clamídia feminina e masculina (e o que fazer) tuasaude.com/sintomas-de-clamidia O que fazer: o tratamento da clamídia é feito pelo ginecologista com o uso de antibióticos, como azitromicina ou doxiciclina. Veja mais detalhes do tratamento da clamídia
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Olá! Entendo a sua preocupação. É super importante que você e seu parceiro recebam as informações corretas para que o tratamento seja eficaz e para evitar que a infecção volte.
Como a tricomoníase é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST), o tratamento do parceiro é fundamental, mesmo que ele não apresente nenhum sintoma. Isso porque ele pode estar infectado e transmitir a infecção para você novamente, ou para outras pessoas.
O tratamento para homens com tricomoníase é o mesmo que o utilizado para mulheres. As opções mais comuns são:
* **Metronidazol:** 2g em dose única, ou 250mg de 8 em 8 horas por 7 dias.
* **Secnidazol:** 2g em dose única.
* **Tinidazol:** 2g em dose única.
É importante lembrar que, durante o tratamento, tanto você quanto seu parceiro devem evitar o consumo de álcool, pois o metronidazol e o tinidazol podem causar reações desagradáveis quando combinados com álcool. Além disso, é fundamental evitar relações sexuais durante o tratamento, e até que ambos estejam curados, para evitar a reinfecção.
Após o tratamento, é recomendado que ambos façam um exame de controle de cura, geralmente 1 a 2 semanas após o término da medicação, para confirmar se a infecção foi eliminada.
Além do tratamento, é importante que seu parceiro procure um médico para realizar exames para detectar outras ISTs, já que a tricomoníase pode estar associada a outras infecções.
É fundamental que vocês conversem abertamente sobre a situação, para que ambos possam seguir o tratamento corretamente e evitar a transmissão da infecção para outras pessoas. Se ele tiver alguma dúvida ou preocupação, incentive-o a procurar um médico para receber orientações personalizadas. Se ele não tiver plano de saúde, procure uma unidade básica de saúde, pois o tratamento para ele é gratuito!
Lembre-se, estou aqui para te ajudar no que for preciso. Não hesite em me perguntar se tiver mais dúvidas!
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Existe algum fator determinante para o desenvolvimento do câncer na vagina?
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É importante esclarecer se a pergunta se refere realmente ao câncer vaginal. No caso específico, podemos estar lidando com câncer de colo do útero ou câncer de vulva, que são bem mais comuns.
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passage: ■ Fatores de riscoA história natural da NIVa é menos conhecida que a da NIC, embora seus fatores de risco sejam semelhantes àqueles da NIC, sugerindo uma etiologia similar (ver Tabela 29-2). As-sim, a vacinação profilática contra os tipos 16 e 18 do HPV potencialmente previne cerca de 50% dos cânceres vaginais (Smith, 2009). Conforme assinalado, o câncer de vagina é encontrado principalmente em mulheres pós-menopáusicas (Hoffman, 1992a). Contudo, com o aumento recente na in-fecção do TGI por HPV na população mais jovem, a NIVa também vem sendo diagnosticada em mulheres mais jovens. A neoplasia de colo uterino ou de vulva aumenta o risco de NIVa e de câncer escamoso vaginal. Além disso, em um ensaio retrospectivo recente sugeriu-se que a histerectomia não seria o tratamento definitivo para neoplasia de alto grau, uma vez que os pesquisadores encontraram uma alta taxa de recorrência de NIVa acima de 7% (Schockaert, 2008).
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passage: ■ Fatores de riscoA história natural da NIVa é menos conhecida que a da NIC, embora seus fatores de risco sejam semelhantes àqueles da NIC, sugerindo uma etiologia similar (ver Tabela 29-2). As-sim, a vacinação profilática contra os tipos 16 e 18 do HPV potencialmente previne cerca de 50% dos cânceres vaginais (Smith, 2009). Conforme assinalado, o câncer de vagina é encontrado principalmente em mulheres pós-menopáusicas (Hoffman, 1992a). Contudo, com o aumento recente na in-fecção do TGI por HPV na população mais jovem, a NIVa também vem sendo diagnosticada em mulheres mais jovens. A neoplasia de colo uterino ou de vulva aumenta o risco de NIVa e de câncer escamoso vaginal. Além disso, em um ensaio retrospectivo recente sugeriu-se que a histerectomia não seria o tratamento definitivo para neoplasia de alto grau, uma vez que os pesquisadores encontraram uma alta taxa de recorrência de NIVa acima de 7% (Schockaert, 2008).
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passage: Diversos fatores de risco genéticos, ambientais e reprodu-tivos foram associados ao desenvolvimento do câncer de ovário (Tabela 35-1). O mais importante é a história familiar de cân-cer de mama ou de ovário, e 5 a 10% das pacientes apresentam predisposição genética. Quanto aos outros 90 a 95% sem qual-quer conexão genética identificável para o desenvolvimento de câncer de ovário, a maioria dos fatores de risco está relacionada com o padrão de ciclos ovulatórios ininterruptos durante os anos reprodutivos (Pelucchi, 2007). A estimulação repetida do epitélio superficial dos ovários hipoteticamente leva à transfor-mação maligna (Schildkraut, 1997).
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passage: ■ Fatores de riscoA história natural da NIVa é menos conhecida que a da NIC, embora seus fatores de risco sejam semelhantes àqueles da NIC, sugerindo uma etiologia similar (ver Tabela 29-2). As-sim, a vacinação profilática contra os tipos 16 e 18 do HPV potencialmente previne cerca de 50% dos cânceres vaginais (Smith, 2009). Conforme assinalado, o câncer de vagina é encontrado principalmente em mulheres pós-menopáusicas (Hoffman, 1992a). Contudo, com o aumento recente na in-fecção do TGI por HPV na população mais jovem, a NIVa também vem sendo diagnosticada em mulheres mais jovens. A neoplasia de colo uterino ou de vulva aumenta o risco de NIVa e de câncer escamoso vaginal. Além disso, em um ensaio retrospectivo recente sugeriu-se que a histerectomia não seria o tratamento definitivo para neoplasia de alto grau, uma vez que os pesquisadores encontraram uma alta taxa de recorrência de NIVa acima de 7% (Schockaert, 2008).
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passage: Diversos fatores de risco genéticos, ambientais e reprodu-tivos foram associados ao desenvolvimento do câncer de ovário (Tabela 35-1). O mais importante é a história familiar de cân-cer de mama ou de ovário, e 5 a 10% das pacientes apresentam predisposição genética. Quanto aos outros 90 a 95% sem qual-quer conexão genética identificável para o desenvolvimento de câncer de ovário, a maioria dos fatores de risco está relacionada com o padrão de ciclos ovulatórios ininterruptos durante os anos reprodutivos (Pelucchi, 2007). A estimulação repetida do epitélio superficial dos ovários hipoteticamente leva à transfor-mação maligna (Schildkraut, 1997).
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passage: Paridade. A paridade foi diretamente relacionada com risco de câncer do colo uterino, mas não está claro se este fato está associado a início precoce da atividade sexual, efeito da expo-sição a progesterona, ou outros fatores. Como possíveis fato-res etiológicos associados ao desenvolvimento de neoplasia do colo uterino foram sugeridos imunossupressão durante a gra-videz, influências hormonais sobre o epitélio do colo uterino e trauma físico relacionado com partos vaginais (Brinton, 1989; Muñoz, 2002).
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passage: ■ Fatores de riscoA história natural da NIVa é menos conhecida que a da NIC, embora seus fatores de risco sejam semelhantes àqueles da NIC, sugerindo uma etiologia similar (ver Tabela 29-2). As-sim, a vacinação profilática contra os tipos 16 e 18 do HPV potencialmente previne cerca de 50% dos cânceres vaginais (Smith, 2009). Conforme assinalado, o câncer de vagina é encontrado principalmente em mulheres pós-menopáusicas (Hoffman, 1992a). Contudo, com o aumento recente na in-fecção do TGI por HPV na população mais jovem, a NIVa também vem sendo diagnosticada em mulheres mais jovens. A neoplasia de colo uterino ou de vulva aumenta o risco de NIVa e de câncer escamoso vaginal. Além disso, em um ensaio retrospectivo recente sugeriu-se que a histerectomia não seria o tratamento definitivo para neoplasia de alto grau, uma vez que os pesquisadores encontraram uma alta taxa de recorrência de NIVa acima de 7% (Schockaert, 2008).
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passage: Diversos fatores de risco genéticos, ambientais e reprodu-tivos foram associados ao desenvolvimento do câncer de ovário (Tabela 35-1). O mais importante é a história familiar de cân-cer de mama ou de ovário, e 5 a 10% das pacientes apresentam predisposição genética. Quanto aos outros 90 a 95% sem qual-quer conexão genética identificável para o desenvolvimento de câncer de ovário, a maioria dos fatores de risco está relacionada com o padrão de ciclos ovulatórios ininterruptos durante os anos reprodutivos (Pelucchi, 2007). A estimulação repetida do epitélio superficial dos ovários hipoteticamente leva à transfor-mação maligna (Schildkraut, 1997).
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passage: Paridade. A paridade foi diretamente relacionada com risco de câncer do colo uterino, mas não está claro se este fato está associado a início precoce da atividade sexual, efeito da expo-sição a progesterona, ou outros fatores. Como possíveis fato-res etiológicos associados ao desenvolvimento de neoplasia do colo uterino foram sugeridos imunossupressão durante a gra-videz, influências hormonais sobre o epitélio do colo uterino e trauma físico relacionado com partos vaginais (Brinton, 1989; Muñoz, 2002).
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passage: O prognóstico do carcinoma vaginal de células escamosas depende principalmente do estadiamento da FIGO (Frank, 2005; Peters, 1985b). Foram relatados outros fatores asso-ciados à piora no prognóstico, incluindo tamanho do tumor, classificação como adenocarcinoma e idade crescente (Chyle, 1996; Hellman, 2006; Tjalma, 2001; T ran, 2007). A taxa de sobrevida em cinco anos específica para a doença é de 85 a 92% para mulheres com doença em estádio I, 68 a 78% para estádio II e 13 a 58% para aquelas com estádio III ou IV (Fig. 32-4) (Frank, 2005; T ran, 2007).
■ TratamentoConsiderando-se a raridade do câncer de vagina, os dados para que se tenha uma base para tomada de decisões terapêuticas são insuficientes. Assim, o tratamento é personalizado com base em fatores como tipo de tumor, estádio, localização e tamanho.
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passage: ■ Fatores de riscoA história natural da NIVa é menos conhecida que a da NIC, embora seus fatores de risco sejam semelhantes àqueles da NIC, sugerindo uma etiologia similar (ver Tabela 29-2). As-sim, a vacinação profilática contra os tipos 16 e 18 do HPV potencialmente previne cerca de 50% dos cânceres vaginais (Smith, 2009). Conforme assinalado, o câncer de vagina é encontrado principalmente em mulheres pós-menopáusicas (Hoffman, 1992a). Contudo, com o aumento recente na in-fecção do TGI por HPV na população mais jovem, a NIVa também vem sendo diagnosticada em mulheres mais jovens. A neoplasia de colo uterino ou de vulva aumenta o risco de NIVa e de câncer escamoso vaginal. Além disso, em um ensaio retrospectivo recente sugeriu-se que a histerectomia não seria o tratamento definitivo para neoplasia de alto grau, uma vez que os pesquisadores encontraram uma alta taxa de recorrência de NIVa acima de 7% (Schockaert, 2008).
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passage: Diversos fatores de risco genéticos, ambientais e reprodu-tivos foram associados ao desenvolvimento do câncer de ovário (Tabela 35-1). O mais importante é a história familiar de cân-cer de mama ou de ovário, e 5 a 10% das pacientes apresentam predisposição genética. Quanto aos outros 90 a 95% sem qual-quer conexão genética identificável para o desenvolvimento de câncer de ovário, a maioria dos fatores de risco está relacionada com o padrão de ciclos ovulatórios ininterruptos durante os anos reprodutivos (Pelucchi, 2007). A estimulação repetida do epitélio superficial dos ovários hipoteticamente leva à transfor-mação maligna (Schildkraut, 1997).
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passage: Paridade. A paridade foi diretamente relacionada com risco de câncer do colo uterino, mas não está claro se este fato está associado a início precoce da atividade sexual, efeito da expo-sição a progesterona, ou outros fatores. Como possíveis fato-res etiológicos associados ao desenvolvimento de neoplasia do colo uterino foram sugeridos imunossupressão durante a gra-videz, influências hormonais sobre o epitélio do colo uterino e trauma físico relacionado com partos vaginais (Brinton, 1989; Muñoz, 2002).
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passage: O prognóstico do carcinoma vaginal de células escamosas depende principalmente do estadiamento da FIGO (Frank, 2005; Peters, 1985b). Foram relatados outros fatores asso-ciados à piora no prognóstico, incluindo tamanho do tumor, classificação como adenocarcinoma e idade crescente (Chyle, 1996; Hellman, 2006; Tjalma, 2001; T ran, 2007). A taxa de sobrevida em cinco anos específica para a doença é de 85 a 92% para mulheres com doença em estádio I, 68 a 78% para estádio II e 13 a 58% para aquelas com estádio III ou IV (Fig. 32-4) (Frank, 2005; T ran, 2007).
■ TratamentoConsiderando-se a raridade do câncer de vagina, os dados para que se tenha uma base para tomada de decisões terapêuticas são insuficientes. Assim, o tratamento é personalizado com base em fatores como tipo de tumor, estádio, localização e tamanho.
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passage: ■ AdenocarcinomaO adenocarcinoma vaginal primário é raro, compreendendo apenas 13% de todos os cânceres de vagina (Platz, 1995). Quando a vagina é o sítio principal, acredita-se que surja a par-tir de adenose. Mais comumente, o adenocarcinoma vaginal é uma doença metastática, em geral com origem em lesão locali-zada em estruturas mais superiores do trato genital. A doença metastática com frequência tem origem no endométrio, embo-ra também possa vir de colo uterino ou ovário (Saitoh, 2005). Além disso, metástases oriundas de mama, pâncreas, rim e colo também foram identificadas na vagina.
O tratamento é similar ao do carcinoma de células esca-mosas, podendose utilizar cirurgia, radiação ou a combinação de ambas. O adenocarcinoma vaginal primário é um tumor mais agressivo que o carcinoma de células escamosas. Em uma série de 30 pacientes esse tumor foi associado a taxas de recidi-vas local e metastática mais de duas vezes superiores em com-paração com o carcinoma de células escamosas (Chyle, 1996).
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passage: ■ Fatores de riscoA história natural da NIVa é menos conhecida que a da NIC, embora seus fatores de risco sejam semelhantes àqueles da NIC, sugerindo uma etiologia similar (ver Tabela 29-2). As-sim, a vacinação profilática contra os tipos 16 e 18 do HPV potencialmente previne cerca de 50% dos cânceres vaginais (Smith, 2009). Conforme assinalado, o câncer de vagina é encontrado principalmente em mulheres pós-menopáusicas (Hoffman, 1992a). Contudo, com o aumento recente na in-fecção do TGI por HPV na população mais jovem, a NIVa também vem sendo diagnosticada em mulheres mais jovens. A neoplasia de colo uterino ou de vulva aumenta o risco de NIVa e de câncer escamoso vaginal. Além disso, em um ensaio retrospectivo recente sugeriu-se que a histerectomia não seria o tratamento definitivo para neoplasia de alto grau, uma vez que os pesquisadores encontraram uma alta taxa de recorrência de NIVa acima de 7% (Schockaert, 2008).
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passage: Diversos fatores de risco genéticos, ambientais e reprodu-tivos foram associados ao desenvolvimento do câncer de ovário (Tabela 35-1). O mais importante é a história familiar de cân-cer de mama ou de ovário, e 5 a 10% das pacientes apresentam predisposição genética. Quanto aos outros 90 a 95% sem qual-quer conexão genética identificável para o desenvolvimento de câncer de ovário, a maioria dos fatores de risco está relacionada com o padrão de ciclos ovulatórios ininterruptos durante os anos reprodutivos (Pelucchi, 2007). A estimulação repetida do epitélio superficial dos ovários hipoteticamente leva à transfor-mação maligna (Schildkraut, 1997).
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passage: Paridade. A paridade foi diretamente relacionada com risco de câncer do colo uterino, mas não está claro se este fato está associado a início precoce da atividade sexual, efeito da expo-sição a progesterona, ou outros fatores. Como possíveis fato-res etiológicos associados ao desenvolvimento de neoplasia do colo uterino foram sugeridos imunossupressão durante a gra-videz, influências hormonais sobre o epitélio do colo uterino e trauma físico relacionado com partos vaginais (Brinton, 1989; Muñoz, 2002).
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passage: O prognóstico do carcinoma vaginal de células escamosas depende principalmente do estadiamento da FIGO (Frank, 2005; Peters, 1985b). Foram relatados outros fatores asso-ciados à piora no prognóstico, incluindo tamanho do tumor, classificação como adenocarcinoma e idade crescente (Chyle, 1996; Hellman, 2006; Tjalma, 2001; T ran, 2007). A taxa de sobrevida em cinco anos específica para a doença é de 85 a 92% para mulheres com doença em estádio I, 68 a 78% para estádio II e 13 a 58% para aquelas com estádio III ou IV (Fig. 32-4) (Frank, 2005; T ran, 2007).
■ TratamentoConsiderando-se a raridade do câncer de vagina, os dados para que se tenha uma base para tomada de decisões terapêuticas são insuficientes. Assim, o tratamento é personalizado com base em fatores como tipo de tumor, estádio, localização e tamanho.
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passage: ■ AdenocarcinomaO adenocarcinoma vaginal primário é raro, compreendendo apenas 13% de todos os cânceres de vagina (Platz, 1995). Quando a vagina é o sítio principal, acredita-se que surja a par-tir de adenose. Mais comumente, o adenocarcinoma vaginal é uma doença metastática, em geral com origem em lesão locali-zada em estruturas mais superiores do trato genital. A doença metastática com frequência tem origem no endométrio, embo-ra também possa vir de colo uterino ou ovário (Saitoh, 2005). Além disso, metástases oriundas de mama, pâncreas, rim e colo também foram identificadas na vagina.
O tratamento é similar ao do carcinoma de células esca-mosas, podendose utilizar cirurgia, radiação ou a combinação de ambas. O adenocarcinoma vaginal primário é um tumor mais agressivo que o carcinoma de células escamosas. Em uma série de 30 pacientes esse tumor foi associado a taxas de recidi-vas local e metastática mais de duas vezes superiores em com-paração com o carcinoma de células escamosas (Chyle, 1996).
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passage: CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS ■ RiscosO câncer de células escamosas surge do epitélio estratificado não queratinizado (Fig. 32-1). Assim como outros cânceres do trato reprodutivo inferior, o papilomavírus humano (HPV) está diretamente associado ao câncer de vagina de células escamosas. Por exemplo, Daling e colaboradores (2002) analisaram os re-sultados de um estudo de caso-controle com 156 mulheres com carcinoma de células escamosas in situ ou carcinoma vaginal invasivo. O DNA do HPV foi encontrado em 82% das lesões in situ e em 64% dos tumores invasivos. Especificamente, anti-corpos contra os sorotipos 16 e 18 do HPV foram identificados em mais de 50% das pacientes. Em razão dessa associação com infecção por HPV , o carcinoma vaginal in situ e o carcinoma vaginal invasivo de células escamosas compartilham fatores de risco semelhantes aos do câncer de colo uterino. Alguns desses fatores são cinco ou mais parceiros sexuais durante a vida, idade precoce na primeira relação sexual e tabagismo atual. As mulhe-res com história de câncer de vulva ou de colo uterino também têm risco aumentado. Esta última associação talvez tenha ori-gem no efeito de campo do HPV afetando múltiplos epitélios do trato genital ou resulte de extensão direta do tumor.
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passage: ■ Fatores de riscoA história natural da NIVa é menos conhecida que a da NIC, embora seus fatores de risco sejam semelhantes àqueles da NIC, sugerindo uma etiologia similar (ver Tabela 29-2). As-sim, a vacinação profilática contra os tipos 16 e 18 do HPV potencialmente previne cerca de 50% dos cânceres vaginais (Smith, 2009). Conforme assinalado, o câncer de vagina é encontrado principalmente em mulheres pós-menopáusicas (Hoffman, 1992a). Contudo, com o aumento recente na in-fecção do TGI por HPV na população mais jovem, a NIVa também vem sendo diagnosticada em mulheres mais jovens. A neoplasia de colo uterino ou de vulva aumenta o risco de NIVa e de câncer escamoso vaginal. Além disso, em um ensaio retrospectivo recente sugeriu-se que a histerectomia não seria o tratamento definitivo para neoplasia de alto grau, uma vez que os pesquisadores encontraram uma alta taxa de recorrência de NIVa acima de 7% (Schockaert, 2008).
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passage: Diversos fatores de risco genéticos, ambientais e reprodu-tivos foram associados ao desenvolvimento do câncer de ovário (Tabela 35-1). O mais importante é a história familiar de cân-cer de mama ou de ovário, e 5 a 10% das pacientes apresentam predisposição genética. Quanto aos outros 90 a 95% sem qual-quer conexão genética identificável para o desenvolvimento de câncer de ovário, a maioria dos fatores de risco está relacionada com o padrão de ciclos ovulatórios ininterruptos durante os anos reprodutivos (Pelucchi, 2007). A estimulação repetida do epitélio superficial dos ovários hipoteticamente leva à transfor-mação maligna (Schildkraut, 1997).
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passage: Paridade. A paridade foi diretamente relacionada com risco de câncer do colo uterino, mas não está claro se este fato está associado a início precoce da atividade sexual, efeito da expo-sição a progesterona, ou outros fatores. Como possíveis fato-res etiológicos associados ao desenvolvimento de neoplasia do colo uterino foram sugeridos imunossupressão durante a gra-videz, influências hormonais sobre o epitélio do colo uterino e trauma físico relacionado com partos vaginais (Brinton, 1989; Muñoz, 2002).
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passage: O prognóstico do carcinoma vaginal de células escamosas depende principalmente do estadiamento da FIGO (Frank, 2005; Peters, 1985b). Foram relatados outros fatores asso-ciados à piora no prognóstico, incluindo tamanho do tumor, classificação como adenocarcinoma e idade crescente (Chyle, 1996; Hellman, 2006; Tjalma, 2001; T ran, 2007). A taxa de sobrevida em cinco anos específica para a doença é de 85 a 92% para mulheres com doença em estádio I, 68 a 78% para estádio II e 13 a 58% para aquelas com estádio III ou IV (Fig. 32-4) (Frank, 2005; T ran, 2007).
■ TratamentoConsiderando-se a raridade do câncer de vagina, os dados para que se tenha uma base para tomada de decisões terapêuticas são insuficientes. Assim, o tratamento é personalizado com base em fatores como tipo de tumor, estádio, localização e tamanho.
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passage: ■ AdenocarcinomaO adenocarcinoma vaginal primário é raro, compreendendo apenas 13% de todos os cânceres de vagina (Platz, 1995). Quando a vagina é o sítio principal, acredita-se que surja a par-tir de adenose. Mais comumente, o adenocarcinoma vaginal é uma doença metastática, em geral com origem em lesão locali-zada em estruturas mais superiores do trato genital. A doença metastática com frequência tem origem no endométrio, embo-ra também possa vir de colo uterino ou ovário (Saitoh, 2005). Além disso, metástases oriundas de mama, pâncreas, rim e colo também foram identificadas na vagina.
O tratamento é similar ao do carcinoma de células esca-mosas, podendose utilizar cirurgia, radiação ou a combinação de ambas. O adenocarcinoma vaginal primário é um tumor mais agressivo que o carcinoma de células escamosas. Em uma série de 30 pacientes esse tumor foi associado a taxas de recidi-vas local e metastática mais de duas vezes superiores em com-paração com o carcinoma de células escamosas (Chyle, 1996).
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passage: CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS ■ RiscosO câncer de células escamosas surge do epitélio estratificado não queratinizado (Fig. 32-1). Assim como outros cânceres do trato reprodutivo inferior, o papilomavírus humano (HPV) está diretamente associado ao câncer de vagina de células escamosas. Por exemplo, Daling e colaboradores (2002) analisaram os re-sultados de um estudo de caso-controle com 156 mulheres com carcinoma de células escamosas in situ ou carcinoma vaginal invasivo. O DNA do HPV foi encontrado em 82% das lesões in situ e em 64% dos tumores invasivos. Especificamente, anti-corpos contra os sorotipos 16 e 18 do HPV foram identificados em mais de 50% das pacientes. Em razão dessa associação com infecção por HPV , o carcinoma vaginal in situ e o carcinoma vaginal invasivo de células escamosas compartilham fatores de risco semelhantes aos do câncer de colo uterino. Alguns desses fatores são cinco ou mais parceiros sexuais durante a vida, idade precoce na primeira relação sexual e tabagismo atual. As mulhe-res com história de câncer de vulva ou de colo uterino também têm risco aumentado. Esta última associação talvez tenha ori-gem no efeito de campo do HPV afetando múltiplos epitélios do trato genital ou resulte de extensão direta do tumor.
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passage: apresença do vírus HPV (human papillomavirus) com seus subtipos oncogênicos. Mais que 97% dos tumores de colo uterino contêm DNA do HPV. Embora muitos tipos de HPV tenham sido associados com neoplasias anogenitais, os tipos 16, 18, 31, 35, 39, 45, 51, 52, 56 e 58 causam a maioria dos tumores invasivos.(1) Outros fatores associados com o desenvolvimento do câncer de colo uterino incluem início precoce de atividade sexual (< 16 anos), um alto número de parceiros sexuais ao longo da vida e história de verrugas genitais.(2) Pacientes imunossuprimidas usando drogas imunossupressoras tam-bém apresentam risco aumentado desta neoplasia. Por fim, um dos fatores de risco mais importantes é o tabagismo ou mesmo exposição ao ambiente do tabaco, pois agentes carcinogênicos específicos do tabaco, presentes no muco e epitélio cervical, podem da-nificar o DNA das células do colo uterino, propiciando o processo neoplásico.(3-6)Referências1. Bosch FX, Manos MM, Muñoz N, Sherman M, Jansen AM, Peto J,et al. Prevalence of human papillomavirus in cervical cancer: a worldwide perspective. International biological study on cervicalcancer (IBSCC) Study Group. J Natl Cancer Inst. 1995;87(11):796-802.
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passage: ■ Fatores de riscoA história natural da NIVa é menos conhecida que a da NIC, embora seus fatores de risco sejam semelhantes àqueles da NIC, sugerindo uma etiologia similar (ver Tabela 29-2). As-sim, a vacinação profilática contra os tipos 16 e 18 do HPV potencialmente previne cerca de 50% dos cânceres vaginais (Smith, 2009). Conforme assinalado, o câncer de vagina é encontrado principalmente em mulheres pós-menopáusicas (Hoffman, 1992a). Contudo, com o aumento recente na in-fecção do TGI por HPV na população mais jovem, a NIVa também vem sendo diagnosticada em mulheres mais jovens. A neoplasia de colo uterino ou de vulva aumenta o risco de NIVa e de câncer escamoso vaginal. Além disso, em um ensaio retrospectivo recente sugeriu-se que a histerectomia não seria o tratamento definitivo para neoplasia de alto grau, uma vez que os pesquisadores encontraram uma alta taxa de recorrência de NIVa acima de 7% (Schockaert, 2008).
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passage: Diversos fatores de risco genéticos, ambientais e reprodu-tivos foram associados ao desenvolvimento do câncer de ovário (Tabela 35-1). O mais importante é a história familiar de cân-cer de mama ou de ovário, e 5 a 10% das pacientes apresentam predisposição genética. Quanto aos outros 90 a 95% sem qual-quer conexão genética identificável para o desenvolvimento de câncer de ovário, a maioria dos fatores de risco está relacionada com o padrão de ciclos ovulatórios ininterruptos durante os anos reprodutivos (Pelucchi, 2007). A estimulação repetida do epitélio superficial dos ovários hipoteticamente leva à transfor-mação maligna (Schildkraut, 1997).
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passage: Paridade. A paridade foi diretamente relacionada com risco de câncer do colo uterino, mas não está claro se este fato está associado a início precoce da atividade sexual, efeito da expo-sição a progesterona, ou outros fatores. Como possíveis fato-res etiológicos associados ao desenvolvimento de neoplasia do colo uterino foram sugeridos imunossupressão durante a gra-videz, influências hormonais sobre o epitélio do colo uterino e trauma físico relacionado com partos vaginais (Brinton, 1989; Muñoz, 2002).
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passage: O prognóstico do carcinoma vaginal de células escamosas depende principalmente do estadiamento da FIGO (Frank, 2005; Peters, 1985b). Foram relatados outros fatores asso-ciados à piora no prognóstico, incluindo tamanho do tumor, classificação como adenocarcinoma e idade crescente (Chyle, 1996; Hellman, 2006; Tjalma, 2001; T ran, 2007). A taxa de sobrevida em cinco anos específica para a doença é de 85 a 92% para mulheres com doença em estádio I, 68 a 78% para estádio II e 13 a 58% para aquelas com estádio III ou IV (Fig. 32-4) (Frank, 2005; T ran, 2007).
■ TratamentoConsiderando-se a raridade do câncer de vagina, os dados para que se tenha uma base para tomada de decisões terapêuticas são insuficientes. Assim, o tratamento é personalizado com base em fatores como tipo de tumor, estádio, localização e tamanho.
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passage: ■ AdenocarcinomaO adenocarcinoma vaginal primário é raro, compreendendo apenas 13% de todos os cânceres de vagina (Platz, 1995). Quando a vagina é o sítio principal, acredita-se que surja a par-tir de adenose. Mais comumente, o adenocarcinoma vaginal é uma doença metastática, em geral com origem em lesão locali-zada em estruturas mais superiores do trato genital. A doença metastática com frequência tem origem no endométrio, embo-ra também possa vir de colo uterino ou ovário (Saitoh, 2005). Além disso, metástases oriundas de mama, pâncreas, rim e colo também foram identificadas na vagina.
O tratamento é similar ao do carcinoma de células esca-mosas, podendose utilizar cirurgia, radiação ou a combinação de ambas. O adenocarcinoma vaginal primário é um tumor mais agressivo que o carcinoma de células escamosas. Em uma série de 30 pacientes esse tumor foi associado a taxas de recidi-vas local e metastática mais de duas vezes superiores em com-paração com o carcinoma de células escamosas (Chyle, 1996).
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passage: CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS ■ RiscosO câncer de células escamosas surge do epitélio estratificado não queratinizado (Fig. 32-1). Assim como outros cânceres do trato reprodutivo inferior, o papilomavírus humano (HPV) está diretamente associado ao câncer de vagina de células escamosas. Por exemplo, Daling e colaboradores (2002) analisaram os re-sultados de um estudo de caso-controle com 156 mulheres com carcinoma de células escamosas in situ ou carcinoma vaginal invasivo. O DNA do HPV foi encontrado em 82% das lesões in situ e em 64% dos tumores invasivos. Especificamente, anti-corpos contra os sorotipos 16 e 18 do HPV foram identificados em mais de 50% das pacientes. Em razão dessa associação com infecção por HPV , o carcinoma vaginal in situ e o carcinoma vaginal invasivo de células escamosas compartilham fatores de risco semelhantes aos do câncer de colo uterino. Alguns desses fatores são cinco ou mais parceiros sexuais durante a vida, idade precoce na primeira relação sexual e tabagismo atual. As mulhe-res com história de câncer de vulva ou de colo uterino também têm risco aumentado. Esta última associação talvez tenha ori-gem no efeito de campo do HPV afetando múltiplos epitélios do trato genital ou resulte de extensão direta do tumor.
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passage: apresença do vírus HPV (human papillomavirus) com seus subtipos oncogênicos. Mais que 97% dos tumores de colo uterino contêm DNA do HPV. Embora muitos tipos de HPV tenham sido associados com neoplasias anogenitais, os tipos 16, 18, 31, 35, 39, 45, 51, 52, 56 e 58 causam a maioria dos tumores invasivos.(1) Outros fatores associados com o desenvolvimento do câncer de colo uterino incluem início precoce de atividade sexual (< 16 anos), um alto número de parceiros sexuais ao longo da vida e história de verrugas genitais.(2) Pacientes imunossuprimidas usando drogas imunossupressoras tam-bém apresentam risco aumentado desta neoplasia. Por fim, um dos fatores de risco mais importantes é o tabagismo ou mesmo exposição ao ambiente do tabaco, pois agentes carcinogênicos específicos do tabaco, presentes no muco e epitélio cervical, podem da-nificar o DNA das células do colo uterino, propiciando o processo neoplásico.(3-6)Referências1. Bosch FX, Manos MM, Muñoz N, Sherman M, Jansen AM, Peto J,et al. Prevalence of human papillomavirus in cervical cancer: a worldwide perspective. International biological study on cervicalcancer (IBSCC) Study Group. J Natl Cancer Inst. 1995;87(11):796-802.
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passage: A prevalência das NIC 2/3 e do AIS no Brasil foi de 0,3% dos exames citopatológicos realizados no SistemaÚnico de Saúde em 2014 (MS/SISCOLO, 2016).
Fatores de riscoO principal fator de risco para as lesões precursoras é o mesmo para o câncer do colo do útero: a infecçãopersistente por tipos considerados oncogênicos do HPV. Esse é considerado um fator necessário, mas nãosuficiente, para o desenvolvimento neoplásico (IARC, 2012).
Outros fatores, na ocorrência de HPV de tipos oncogênicos, têm demonstrado algum grau de associação àslesões precursoras e ao câncer, sendo assim denominados cofatores. São eles: início precoce da primeirarelação sexual, múltiplos parceiros sexuais, multiparidade, longo uso de anovulatórios hormonais. Apesar declássicos, esses fatores podem, tão somente, representar atividade sexual e, em consequência, maior risco deevidências: baixo nível socioeconômico, infecção por clamídia, deficiência de micronutrientes, dieta pobre emfrutas e vegetais, além de possíveis fatores genéticos. No caso dos fatores sociais, podem estar associados adificuldade de acesso aos serviços de saúde, dificultando o diagnóstico das lesões precursoras e do câncer emseu estágio inicial (IARC, 2012).
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passage: ■ Fatores de riscoA história natural da NIVa é menos conhecida que a da NIC, embora seus fatores de risco sejam semelhantes àqueles da NIC, sugerindo uma etiologia similar (ver Tabela 29-2). As-sim, a vacinação profilática contra os tipos 16 e 18 do HPV potencialmente previne cerca de 50% dos cânceres vaginais (Smith, 2009). Conforme assinalado, o câncer de vagina é encontrado principalmente em mulheres pós-menopáusicas (Hoffman, 1992a). Contudo, com o aumento recente na in-fecção do TGI por HPV na população mais jovem, a NIVa também vem sendo diagnosticada em mulheres mais jovens. A neoplasia de colo uterino ou de vulva aumenta o risco de NIVa e de câncer escamoso vaginal. Além disso, em um ensaio retrospectivo recente sugeriu-se que a histerectomia não seria o tratamento definitivo para neoplasia de alto grau, uma vez que os pesquisadores encontraram uma alta taxa de recorrência de NIVa acima de 7% (Schockaert, 2008).
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passage: Diversos fatores de risco genéticos, ambientais e reprodu-tivos foram associados ao desenvolvimento do câncer de ovário (Tabela 35-1). O mais importante é a história familiar de cân-cer de mama ou de ovário, e 5 a 10% das pacientes apresentam predisposição genética. Quanto aos outros 90 a 95% sem qual-quer conexão genética identificável para o desenvolvimento de câncer de ovário, a maioria dos fatores de risco está relacionada com o padrão de ciclos ovulatórios ininterruptos durante os anos reprodutivos (Pelucchi, 2007). A estimulação repetida do epitélio superficial dos ovários hipoteticamente leva à transfor-mação maligna (Schildkraut, 1997).
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passage: Paridade. A paridade foi diretamente relacionada com risco de câncer do colo uterino, mas não está claro se este fato está associado a início precoce da atividade sexual, efeito da expo-sição a progesterona, ou outros fatores. Como possíveis fato-res etiológicos associados ao desenvolvimento de neoplasia do colo uterino foram sugeridos imunossupressão durante a gra-videz, influências hormonais sobre o epitélio do colo uterino e trauma físico relacionado com partos vaginais (Brinton, 1989; Muñoz, 2002).
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passage: O prognóstico do carcinoma vaginal de células escamosas depende principalmente do estadiamento da FIGO (Frank, 2005; Peters, 1985b). Foram relatados outros fatores asso-ciados à piora no prognóstico, incluindo tamanho do tumor, classificação como adenocarcinoma e idade crescente (Chyle, 1996; Hellman, 2006; Tjalma, 2001; T ran, 2007). A taxa de sobrevida em cinco anos específica para a doença é de 85 a 92% para mulheres com doença em estádio I, 68 a 78% para estádio II e 13 a 58% para aquelas com estádio III ou IV (Fig. 32-4) (Frank, 2005; T ran, 2007).
■ TratamentoConsiderando-se a raridade do câncer de vagina, os dados para que se tenha uma base para tomada de decisões terapêuticas são insuficientes. Assim, o tratamento é personalizado com base em fatores como tipo de tumor, estádio, localização e tamanho.
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passage: ■ AdenocarcinomaO adenocarcinoma vaginal primário é raro, compreendendo apenas 13% de todos os cânceres de vagina (Platz, 1995). Quando a vagina é o sítio principal, acredita-se que surja a par-tir de adenose. Mais comumente, o adenocarcinoma vaginal é uma doença metastática, em geral com origem em lesão locali-zada em estruturas mais superiores do trato genital. A doença metastática com frequência tem origem no endométrio, embo-ra também possa vir de colo uterino ou ovário (Saitoh, 2005). Além disso, metástases oriundas de mama, pâncreas, rim e colo também foram identificadas na vagina.
O tratamento é similar ao do carcinoma de células esca-mosas, podendose utilizar cirurgia, radiação ou a combinação de ambas. O adenocarcinoma vaginal primário é um tumor mais agressivo que o carcinoma de células escamosas. Em uma série de 30 pacientes esse tumor foi associado a taxas de recidi-vas local e metastática mais de duas vezes superiores em com-paração com o carcinoma de células escamosas (Chyle, 1996).
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passage: CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS ■ RiscosO câncer de células escamosas surge do epitélio estratificado não queratinizado (Fig. 32-1). Assim como outros cânceres do trato reprodutivo inferior, o papilomavírus humano (HPV) está diretamente associado ao câncer de vagina de células escamosas. Por exemplo, Daling e colaboradores (2002) analisaram os re-sultados de um estudo de caso-controle com 156 mulheres com carcinoma de células escamosas in situ ou carcinoma vaginal invasivo. O DNA do HPV foi encontrado em 82% das lesões in situ e em 64% dos tumores invasivos. Especificamente, anti-corpos contra os sorotipos 16 e 18 do HPV foram identificados em mais de 50% das pacientes. Em razão dessa associação com infecção por HPV , o carcinoma vaginal in situ e o carcinoma vaginal invasivo de células escamosas compartilham fatores de risco semelhantes aos do câncer de colo uterino. Alguns desses fatores são cinco ou mais parceiros sexuais durante a vida, idade precoce na primeira relação sexual e tabagismo atual. As mulhe-res com história de câncer de vulva ou de colo uterino também têm risco aumentado. Esta última associação talvez tenha ori-gem no efeito de campo do HPV afetando múltiplos epitélios do trato genital ou resulte de extensão direta do tumor.
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passage: apresença do vírus HPV (human papillomavirus) com seus subtipos oncogênicos. Mais que 97% dos tumores de colo uterino contêm DNA do HPV. Embora muitos tipos de HPV tenham sido associados com neoplasias anogenitais, os tipos 16, 18, 31, 35, 39, 45, 51, 52, 56 e 58 causam a maioria dos tumores invasivos.(1) Outros fatores associados com o desenvolvimento do câncer de colo uterino incluem início precoce de atividade sexual (< 16 anos), um alto número de parceiros sexuais ao longo da vida e história de verrugas genitais.(2) Pacientes imunossuprimidas usando drogas imunossupressoras tam-bém apresentam risco aumentado desta neoplasia. Por fim, um dos fatores de risco mais importantes é o tabagismo ou mesmo exposição ao ambiente do tabaco, pois agentes carcinogênicos específicos do tabaco, presentes no muco e epitélio cervical, podem da-nificar o DNA das células do colo uterino, propiciando o processo neoplásico.(3-6)Referências1. Bosch FX, Manos MM, Muñoz N, Sherman M, Jansen AM, Peto J,et al. Prevalence of human papillomavirus in cervical cancer: a worldwide perspective. International biological study on cervicalcancer (IBSCC) Study Group. J Natl Cancer Inst. 1995;87(11):796-802.
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passage: A prevalência das NIC 2/3 e do AIS no Brasil foi de 0,3% dos exames citopatológicos realizados no SistemaÚnico de Saúde em 2014 (MS/SISCOLO, 2016).
Fatores de riscoO principal fator de risco para as lesões precursoras é o mesmo para o câncer do colo do útero: a infecçãopersistente por tipos considerados oncogênicos do HPV. Esse é considerado um fator necessário, mas nãosuficiente, para o desenvolvimento neoplásico (IARC, 2012).
Outros fatores, na ocorrência de HPV de tipos oncogênicos, têm demonstrado algum grau de associação àslesões precursoras e ao câncer, sendo assim denominados cofatores. São eles: início precoce da primeirarelação sexual, múltiplos parceiros sexuais, multiparidade, longo uso de anovulatórios hormonais. Apesar declássicos, esses fatores podem, tão somente, representar atividade sexual e, em consequência, maior risco deevidências: baixo nível socioeconômico, infecção por clamídia, deficiência de micronutrientes, dieta pobre emfrutas e vegetais, além de possíveis fatores genéticos. No caso dos fatores sociais, podem estar associados adificuldade de acesso aos serviços de saúde, dificultando o diagnóstico das lesões precursoras e do câncer emseu estágio inicial (IARC, 2012).
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passage: Em razão do número reduzido de casos desses tumores, sua epidemiologia não foi amplamente estudada, e poucos fa-tores de risco foram identificados. T odavia, as pacientes pre-viamente tratadas com radioterapia pélvica para câncer de colo uterino parecem apresentar maior risco.
As mulheres afetadas, em sua maioria, reclamam de massa vaginal assintomática. Entretanto, dor vaginal, retal e na be-xiga; sangramento ou corrimento vaginal ou retal; dispareu-nia; ou dificuldade de micção também podem ser observados. Qualquer parede da vagina pode ser afetada, mas a maioria dos tumores desenvolve-se na região posterior (Ahram, 2006). Microscopicamente, os tumores são semelhantes ao leiomios-sarcoma uterino (Fig. 34-2, p. 842). Os tumores propagam-se por invasão local e disseminação hematogênica.
A ressecção cirúrgica com margens negativas é o tratamen-to primário de escolha. O benefício da radiação adjuvante não está esclarecido em razão da ausência de ensaios controlados. Entretanto, alguns clínicos recomendam radiação adjuvante para aqueles pacientes com tumor de alto grau ou recidiva lo-cal (Curtin, 1995).
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passage: ■ Fatores de riscoA história natural da NIVa é menos conhecida que a da NIC, embora seus fatores de risco sejam semelhantes àqueles da NIC, sugerindo uma etiologia similar (ver Tabela 29-2). As-sim, a vacinação profilática contra os tipos 16 e 18 do HPV potencialmente previne cerca de 50% dos cânceres vaginais (Smith, 2009). Conforme assinalado, o câncer de vagina é encontrado principalmente em mulheres pós-menopáusicas (Hoffman, 1992a). Contudo, com o aumento recente na in-fecção do TGI por HPV na população mais jovem, a NIVa também vem sendo diagnosticada em mulheres mais jovens. A neoplasia de colo uterino ou de vulva aumenta o risco de NIVa e de câncer escamoso vaginal. Além disso, em um ensaio retrospectivo recente sugeriu-se que a histerectomia não seria o tratamento definitivo para neoplasia de alto grau, uma vez que os pesquisadores encontraram uma alta taxa de recorrência de NIVa acima de 7% (Schockaert, 2008).
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passage: Diversos fatores de risco genéticos, ambientais e reprodu-tivos foram associados ao desenvolvimento do câncer de ovário (Tabela 35-1). O mais importante é a história familiar de cân-cer de mama ou de ovário, e 5 a 10% das pacientes apresentam predisposição genética. Quanto aos outros 90 a 95% sem qual-quer conexão genética identificável para o desenvolvimento de câncer de ovário, a maioria dos fatores de risco está relacionada com o padrão de ciclos ovulatórios ininterruptos durante os anos reprodutivos (Pelucchi, 2007). A estimulação repetida do epitélio superficial dos ovários hipoteticamente leva à transfor-mação maligna (Schildkraut, 1997).
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passage: Paridade. A paridade foi diretamente relacionada com risco de câncer do colo uterino, mas não está claro se este fato está associado a início precoce da atividade sexual, efeito da expo-sição a progesterona, ou outros fatores. Como possíveis fato-res etiológicos associados ao desenvolvimento de neoplasia do colo uterino foram sugeridos imunossupressão durante a gra-videz, influências hormonais sobre o epitélio do colo uterino e trauma físico relacionado com partos vaginais (Brinton, 1989; Muñoz, 2002).
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passage: O prognóstico do carcinoma vaginal de células escamosas depende principalmente do estadiamento da FIGO (Frank, 2005; Peters, 1985b). Foram relatados outros fatores asso-ciados à piora no prognóstico, incluindo tamanho do tumor, classificação como adenocarcinoma e idade crescente (Chyle, 1996; Hellman, 2006; Tjalma, 2001; T ran, 2007). A taxa de sobrevida em cinco anos específica para a doença é de 85 a 92% para mulheres com doença em estádio I, 68 a 78% para estádio II e 13 a 58% para aquelas com estádio III ou IV (Fig. 32-4) (Frank, 2005; T ran, 2007).
■ TratamentoConsiderando-se a raridade do câncer de vagina, os dados para que se tenha uma base para tomada de decisões terapêuticas são insuficientes. Assim, o tratamento é personalizado com base em fatores como tipo de tumor, estádio, localização e tamanho.
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passage: ■ AdenocarcinomaO adenocarcinoma vaginal primário é raro, compreendendo apenas 13% de todos os cânceres de vagina (Platz, 1995). Quando a vagina é o sítio principal, acredita-se que surja a par-tir de adenose. Mais comumente, o adenocarcinoma vaginal é uma doença metastática, em geral com origem em lesão locali-zada em estruturas mais superiores do trato genital. A doença metastática com frequência tem origem no endométrio, embo-ra também possa vir de colo uterino ou ovário (Saitoh, 2005). Além disso, metástases oriundas de mama, pâncreas, rim e colo também foram identificadas na vagina.
O tratamento é similar ao do carcinoma de células esca-mosas, podendose utilizar cirurgia, radiação ou a combinação de ambas. O adenocarcinoma vaginal primário é um tumor mais agressivo que o carcinoma de células escamosas. Em uma série de 30 pacientes esse tumor foi associado a taxas de recidi-vas local e metastática mais de duas vezes superiores em com-paração com o carcinoma de células escamosas (Chyle, 1996).
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passage: CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS ■ RiscosO câncer de células escamosas surge do epitélio estratificado não queratinizado (Fig. 32-1). Assim como outros cânceres do trato reprodutivo inferior, o papilomavírus humano (HPV) está diretamente associado ao câncer de vagina de células escamosas. Por exemplo, Daling e colaboradores (2002) analisaram os re-sultados de um estudo de caso-controle com 156 mulheres com carcinoma de células escamosas in situ ou carcinoma vaginal invasivo. O DNA do HPV foi encontrado em 82% das lesões in situ e em 64% dos tumores invasivos. Especificamente, anti-corpos contra os sorotipos 16 e 18 do HPV foram identificados em mais de 50% das pacientes. Em razão dessa associação com infecção por HPV , o carcinoma vaginal in situ e o carcinoma vaginal invasivo de células escamosas compartilham fatores de risco semelhantes aos do câncer de colo uterino. Alguns desses fatores são cinco ou mais parceiros sexuais durante a vida, idade precoce na primeira relação sexual e tabagismo atual. As mulhe-res com história de câncer de vulva ou de colo uterino também têm risco aumentado. Esta última associação talvez tenha ori-gem no efeito de campo do HPV afetando múltiplos epitélios do trato genital ou resulte de extensão direta do tumor.
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passage: apresença do vírus HPV (human papillomavirus) com seus subtipos oncogênicos. Mais que 97% dos tumores de colo uterino contêm DNA do HPV. Embora muitos tipos de HPV tenham sido associados com neoplasias anogenitais, os tipos 16, 18, 31, 35, 39, 45, 51, 52, 56 e 58 causam a maioria dos tumores invasivos.(1) Outros fatores associados com o desenvolvimento do câncer de colo uterino incluem início precoce de atividade sexual (< 16 anos), um alto número de parceiros sexuais ao longo da vida e história de verrugas genitais.(2) Pacientes imunossuprimidas usando drogas imunossupressoras tam-bém apresentam risco aumentado desta neoplasia. Por fim, um dos fatores de risco mais importantes é o tabagismo ou mesmo exposição ao ambiente do tabaco, pois agentes carcinogênicos específicos do tabaco, presentes no muco e epitélio cervical, podem da-nificar o DNA das células do colo uterino, propiciando o processo neoplásico.(3-6)Referências1. Bosch FX, Manos MM, Muñoz N, Sherman M, Jansen AM, Peto J,et al. Prevalence of human papillomavirus in cervical cancer: a worldwide perspective. International biological study on cervicalcancer (IBSCC) Study Group. J Natl Cancer Inst. 1995;87(11):796-802.
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passage: A prevalência das NIC 2/3 e do AIS no Brasil foi de 0,3% dos exames citopatológicos realizados no SistemaÚnico de Saúde em 2014 (MS/SISCOLO, 2016).
Fatores de riscoO principal fator de risco para as lesões precursoras é o mesmo para o câncer do colo do útero: a infecçãopersistente por tipos considerados oncogênicos do HPV. Esse é considerado um fator necessário, mas nãosuficiente, para o desenvolvimento neoplásico (IARC, 2012).
Outros fatores, na ocorrência de HPV de tipos oncogênicos, têm demonstrado algum grau de associação àslesões precursoras e ao câncer, sendo assim denominados cofatores. São eles: início precoce da primeirarelação sexual, múltiplos parceiros sexuais, multiparidade, longo uso de anovulatórios hormonais. Apesar declássicos, esses fatores podem, tão somente, representar atividade sexual e, em consequência, maior risco deevidências: baixo nível socioeconômico, infecção por clamídia, deficiência de micronutrientes, dieta pobre emfrutas e vegetais, além de possíveis fatores genéticos. No caso dos fatores sociais, podem estar associados adificuldade de acesso aos serviços de saúde, dificultando o diagnóstico das lesões precursoras e do câncer emseu estágio inicial (IARC, 2012).
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passage: Em razão do número reduzido de casos desses tumores, sua epidemiologia não foi amplamente estudada, e poucos fa-tores de risco foram identificados. T odavia, as pacientes pre-viamente tratadas com radioterapia pélvica para câncer de colo uterino parecem apresentar maior risco.
As mulheres afetadas, em sua maioria, reclamam de massa vaginal assintomática. Entretanto, dor vaginal, retal e na be-xiga; sangramento ou corrimento vaginal ou retal; dispareu-nia; ou dificuldade de micção também podem ser observados. Qualquer parede da vagina pode ser afetada, mas a maioria dos tumores desenvolve-se na região posterior (Ahram, 2006). Microscopicamente, os tumores são semelhantes ao leiomios-sarcoma uterino (Fig. 34-2, p. 842). Os tumores propagam-se por invasão local e disseminação hematogênica.
A ressecção cirúrgica com margens negativas é o tratamen-to primário de escolha. O benefício da radiação adjuvante não está esclarecido em razão da ausência de ensaios controlados. Entretanto, alguns clínicos recomendam radiação adjuvante para aqueles pacientes com tumor de alto grau ou recidiva lo-cal (Curtin, 1995).
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passage: O ambiente é outro fator que foi associado ao câncer de endométrio de diversas formas. As mulheres ocidentais e de sociedades desenvolvidas apresentam incidência muito maior (Parkin, 2005). Variáveis de confusão óbvias nessas populações, como obesidade e baixa paridade, contribuem muito para esse efeito. No entanto, um possível papel etiológico para a nutrição – particularmente uma dieta com alto teor de gordura animal – seria outra explicação (Goodman, 1997). As populações de imigrantes tendem a incorporar os riscos das populações nati-vas no prazo de uma ou duas gerações, colocando em destaque a importância dos fatores ambientais (Liao, 2003).
A idade avançada é um fator de risco associado para o desenvolvimento do câncer de endométrio, com pico de in-cidência entre mulheres na oitava década de vida. De modo geral, aproximadamente 80% dos diagnósticos ocorrem em mulheres pós-menopáusicas com mais de 55 anos (Schotten-feld, 1995). Menos de 5% dos casos de câncer de endométrio ocorrem em pacientes com menos de 40 anos.
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Olá! Entendo sua preocupação em relação ao desenvolvimento de câncer na vagina. É importante saber que, como em muitos tipos de câncer, não existe um único fator "determinante" que causa a doença. Na verdade, o câncer vaginal geralmente surge da combinação de diversos fatores de risco ao longo do tempo.
Um dos principais fatores associados ao câncer de vagina, especialmente o carcinoma de células escamosas, é a infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV). Assim como no câncer de colo do útero, certos tipos de HPV, como os 16 e 18, estão presentes em grande parte dos casos. Por isso, a vacinação contra o HPV é uma forma importante de prevenção, podendo evitar cerca de metade dos casos de câncer vaginal.
Além do HPV, existem outros fatores que podem aumentar o risco. Por exemplo, mulheres com histórico de câncer de colo do útero ou de vulva têm um risco maior, possivelmente porque o HPV pode afetar várias áreas do trato genital ou devido à extensão do tumor de um local para outro. Hábitos como o tabagismo e ter múltiplos parceiros sexuais também elevam o risco, assim como ter iniciado a atividade sexual em idade precoce.
A idade também é um fator relevante, já que o câncer de vagina é mais comum em mulheres após a menopausa. No entanto, com o aumento da infecção por HPV em jovens, temos visto casos em mulheres mais jovens também.
Outro ponto importante é que, em casos raros, o câncer de vagina pode ser um adenocarcinoma, que pode surgir de áreas de adenose vaginal (alterações nas células glandulares da vagina) ou, mais frequentemente, ser uma metástase de outros cânceres, como os de endométrio, colo do útero, ovário, mama, pâncreas ou rim.
É fundamental lembrar que ter um ou mais desses fatores de risco não significa que você necessariamente desenvolverá câncer de vagina. No entanto, conhecer esses fatores pode te ajudar a tomar medidas preventivas e a ficar atenta a qualquer sinal ou sintoma incomum. Se você tiver alguma preocupação específica ou histórico familiar de câncer ginecológico, converse comigo ou com outro profissional de saúde para avaliarmos seu caso individualmente e definirmos as melhores estratégias de prevenção e acompanhamento.
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19,123
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Estou há semanas de gravidez. O médico receitou Pasalix. Isso pode causar algum mal?
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Olá! Sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. Nunca inicie uma medicação sem a ajuda do seu médico, principalmente durante a gravidez e amamentação; evite a automedicação. Siga a prescrição do seu médico, faça o pré-natal corretamente e use o ácido fólico. O uso de medicações fitoterápicas na gravidez, principalmente no primeiro trimestre, não deve ser estimulado devido à ausência de estudos. A sua avaliação clínica, por meio da sua história médica, queixas e exame físico, é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. Converse com o seu médico, esclareça suas dúvidas e agende a sua consulta.
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passage: Tomar remédio na gravidez faz mal? Tomar remédio na gravidez pode, em maior parte dos casos, prejudicar o bebê porque alguns componentes do medicamento podem atravessar a placenta, provocando aborto ou malformações, podem induzir contrações uterinas antes do tempo ou mesmo causar alterações indesejáveis na grávida e no bebê. Encontre um Clínico Geral perto de você! Parceria com Buscar Médico Os medicamentos mais perigosos são aqueles que possuem o risco D ou X, mas a grávida nunca deve tomar qualquer medicamento, mesmo que seja da categoria A, sem consultar previamente o médico. Embora dependa do remédio em questão, a fase da gravidez em que é mais arriscado usar medicamentos, é quando ocorre o período embrionário, que é o momento em que estão se formando os primórdios dos principais órgãos e sistemas, o qual ocorre durante o primeiro trimestre da gestação. Assim, a mulher deve ter cuidados redobrados durante este período. O que fazer se tomou remédio sem saber que estava grávida Se a gestante tomou algum medicamento no período em que ainda não sabia que estava grávida deve informar o obstetra de imediato acerca do nome e quantidade do medicamento usado, para verificar a necessidade de fazer exames mais específicos, para avaliar a saúde do bebê e da própria mãe
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passage: Tomar remédio na gravidez faz mal? Tomar remédio na gravidez pode, em maior parte dos casos, prejudicar o bebê porque alguns componentes do medicamento podem atravessar a placenta, provocando aborto ou malformações, podem induzir contrações uterinas antes do tempo ou mesmo causar alterações indesejáveis na grávida e no bebê. Encontre um Clínico Geral perto de você! Parceria com Buscar Médico Os medicamentos mais perigosos são aqueles que possuem o risco D ou X, mas a grávida nunca deve tomar qualquer medicamento, mesmo que seja da categoria A, sem consultar previamente o médico. Embora dependa do remédio em questão, a fase da gravidez em que é mais arriscado usar medicamentos, é quando ocorre o período embrionário, que é o momento em que estão se formando os primórdios dos principais órgãos e sistemas, o qual ocorre durante o primeiro trimestre da gestação. Assim, a mulher deve ter cuidados redobrados durante este período. O que fazer se tomou remédio sem saber que estava grávida Se a gestante tomou algum medicamento no período em que ainda não sabia que estava grávida deve informar o obstetra de imediato acerca do nome e quantidade do medicamento usado, para verificar a necessidade de fazer exames mais específicos, para avaliar a saúde do bebê e da própria mãe
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passage: Antimaláricosatravessarem a placenta, nunca foram observados defeitos fetais relacionados com essas substâncias. Ahidroxicloroquina é amplamente usada no tratamento de LES na gravidez em todo o mundo. Por ser umasubstância de depósito, sua suspensão ao início da gestação não impede a exposição fetal e, por isso, não sejustifica. Na coorte do Johns Hopkins não se demonstrou nenhum risco associado ao uso de hidroxicloroquina nagravidez. Não há descrição de malformações, comprometimento ocular ou restrição no crescimento do concepto,apesar de haver exposição fetal prolongada à hidroxicloroquina em inúmeros estudos. As preocupações com osefeitos em longo prazo são justificadas, mas um estudo do nosso grupo, duplo-cego, randomizado com placebo,não identificou complicações da hidroxicloroquina nas crianças expostas depois de 3 anos de idade. Apesar de ahidroxicloroquina ser secretada no leite, não foram detectados efeitos adversos nas crianças amamentadas cujasmães faziam uso de hidroxicloroquina.
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passage: Tomar remédio na gravidez faz mal? Tomar remédio na gravidez pode, em maior parte dos casos, prejudicar o bebê porque alguns componentes do medicamento podem atravessar a placenta, provocando aborto ou malformações, podem induzir contrações uterinas antes do tempo ou mesmo causar alterações indesejáveis na grávida e no bebê. Encontre um Clínico Geral perto de você! Parceria com Buscar Médico Os medicamentos mais perigosos são aqueles que possuem o risco D ou X, mas a grávida nunca deve tomar qualquer medicamento, mesmo que seja da categoria A, sem consultar previamente o médico. Embora dependa do remédio em questão, a fase da gravidez em que é mais arriscado usar medicamentos, é quando ocorre o período embrionário, que é o momento em que estão se formando os primórdios dos principais órgãos e sistemas, o qual ocorre durante o primeiro trimestre da gestação. Assim, a mulher deve ter cuidados redobrados durante este período. O que fazer se tomou remédio sem saber que estava grávida Se a gestante tomou algum medicamento no período em que ainda não sabia que estava grávida deve informar o obstetra de imediato acerca do nome e quantidade do medicamento usado, para verificar a necessidade de fazer exames mais específicos, para avaliar a saúde do bebê e da própria mãe
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passage: Antimaláricosatravessarem a placenta, nunca foram observados defeitos fetais relacionados com essas substâncias. Ahidroxicloroquina é amplamente usada no tratamento de LES na gravidez em todo o mundo. Por ser umasubstância de depósito, sua suspensão ao início da gestação não impede a exposição fetal e, por isso, não sejustifica. Na coorte do Johns Hopkins não se demonstrou nenhum risco associado ao uso de hidroxicloroquina nagravidez. Não há descrição de malformações, comprometimento ocular ou restrição no crescimento do concepto,apesar de haver exposição fetal prolongada à hidroxicloroquina em inúmeros estudos. As preocupações com osefeitos em longo prazo são justificadas, mas um estudo do nosso grupo, duplo-cego, randomizado com placebo,não identificou complicações da hidroxicloroquina nas crianças expostas depois de 3 anos de idade. Apesar de ahidroxicloroquina ser secretada no leite, não foram detectados efeitos adversos nas crianças amamentadas cujasmães faziam uso de hidroxicloroquina.
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passage: aap.org/sections/scan/practicingsafety/T oolkit_Resources/Module2/EPDS.pdf. O American College of Obstetricians and Gynecologists (2010) considera que não há evidências su-ficientes para recomendar rastreamento universal.
Tratamento da depressão na gravidez . Nenhum antide-pressivo foi aprovado pela FDA para uso durante a gravidez (Kornstein, 2001). A FDA classifica a maioria dos ISRSs como fármacos de categoria C. Entretanto, preocupações com au-mento na taxa de malformações cardíacas congênitas em ges-tações com exposição à paroxetina no primeiro trimestre le-varam o fabricante a alterar a categoria do fármaco de C para D (GlaxoSmithKline, 2008). Além disso, o American College of Obstetricians and Gynecologists recomendou que se evite o uso de paroxetina em mulheres grávidas ou planejando en-gravidar. Ademais, deve-se considerar solicitar ecocardiografia fetal para gestantes que tenham sido expostas à paroxetina no início da gravidez. Contudo, considerando o grande número de evoluções fetais analisado, o American College of Obstetri-cians and Gynecologists (2008) concluiu que o risco absoluto de qualquer malformação ao nascimento é pequeno e que os ISRSs não são teratogênicos maiores.
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passage: Tomar remédio na gravidez faz mal? Tomar remédio na gravidez pode, em maior parte dos casos, prejudicar o bebê porque alguns componentes do medicamento podem atravessar a placenta, provocando aborto ou malformações, podem induzir contrações uterinas antes do tempo ou mesmo causar alterações indesejáveis na grávida e no bebê. Encontre um Clínico Geral perto de você! Parceria com Buscar Médico Os medicamentos mais perigosos são aqueles que possuem o risco D ou X, mas a grávida nunca deve tomar qualquer medicamento, mesmo que seja da categoria A, sem consultar previamente o médico. Embora dependa do remédio em questão, a fase da gravidez em que é mais arriscado usar medicamentos, é quando ocorre o período embrionário, que é o momento em que estão se formando os primórdios dos principais órgãos e sistemas, o qual ocorre durante o primeiro trimestre da gestação. Assim, a mulher deve ter cuidados redobrados durante este período. O que fazer se tomou remédio sem saber que estava grávida Se a gestante tomou algum medicamento no período em que ainda não sabia que estava grávida deve informar o obstetra de imediato acerca do nome e quantidade do medicamento usado, para verificar a necessidade de fazer exames mais específicos, para avaliar a saúde do bebê e da própria mãe
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passage: aap.org/sections/scan/practicingsafety/T oolkit_Resources/Module2/EPDS.pdf. O American College of Obstetricians and Gynecologists (2010) considera que não há evidências su-ficientes para recomendar rastreamento universal.
Tratamento da depressão na gravidez . Nenhum antide-pressivo foi aprovado pela FDA para uso durante a gravidez (Kornstein, 2001). A FDA classifica a maioria dos ISRSs como fármacos de categoria C. Entretanto, preocupações com au-mento na taxa de malformações cardíacas congênitas em ges-tações com exposição à paroxetina no primeiro trimestre le-varam o fabricante a alterar a categoria do fármaco de C para D (GlaxoSmithKline, 2008). Além disso, o American College of Obstetricians and Gynecologists recomendou que se evite o uso de paroxetina em mulheres grávidas ou planejando en-gravidar. Ademais, deve-se considerar solicitar ecocardiografia fetal para gestantes que tenham sido expostas à paroxetina no início da gravidez. Contudo, considerando o grande número de evoluções fetais analisado, o American College of Obstetri-cians and Gynecologists (2008) concluiu que o risco absoluto de qualquer malformação ao nascimento é pequeno e que os ISRSs não são teratogênicos maiores.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Tomar remédio na gravidez faz mal? Tomar remédio na gravidez pode, em maior parte dos casos, prejudicar o bebê porque alguns componentes do medicamento podem atravessar a placenta, provocando aborto ou malformações, podem induzir contrações uterinas antes do tempo ou mesmo causar alterações indesejáveis na grávida e no bebê. Encontre um Clínico Geral perto de você! Parceria com Buscar Médico Os medicamentos mais perigosos são aqueles que possuem o risco D ou X, mas a grávida nunca deve tomar qualquer medicamento, mesmo que seja da categoria A, sem consultar previamente o médico. Embora dependa do remédio em questão, a fase da gravidez em que é mais arriscado usar medicamentos, é quando ocorre o período embrionário, que é o momento em que estão se formando os primórdios dos principais órgãos e sistemas, o qual ocorre durante o primeiro trimestre da gestação. Assim, a mulher deve ter cuidados redobrados durante este período. O que fazer se tomou remédio sem saber que estava grávida Se a gestante tomou algum medicamento no período em que ainda não sabia que estava grávida deve informar o obstetra de imediato acerca do nome e quantidade do medicamento usado, para verificar a necessidade de fazer exames mais específicos, para avaliar a saúde do bebê e da própria mãe
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passage: Antimaláricosatravessarem a placenta, nunca foram observados defeitos fetais relacionados com essas substâncias. Ahidroxicloroquina é amplamente usada no tratamento de LES na gravidez em todo o mundo. Por ser umasubstância de depósito, sua suspensão ao início da gestação não impede a exposição fetal e, por isso, não sejustifica. Na coorte do Johns Hopkins não se demonstrou nenhum risco associado ao uso de hidroxicloroquina nagravidez. Não há descrição de malformações, comprometimento ocular ou restrição no crescimento do concepto,apesar de haver exposição fetal prolongada à hidroxicloroquina em inúmeros estudos. As preocupações com osefeitos em longo prazo são justificadas, mas um estudo do nosso grupo, duplo-cego, randomizado com placebo,não identificou complicações da hidroxicloroquina nas crianças expostas depois de 3 anos de idade. Apesar de ahidroxicloroquina ser secretada no leite, não foram detectados efeitos adversos nas crianças amamentadas cujasmães faziam uso de hidroxicloroquina.
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passage: . Veja como tomar fibras de Psyllium. Embora menos utilizados, algumas vezes o médico também pode indicar supositórios de bisacodil ou glicerina, por exemplo, para facilitar a eliminação das fezes, tendo um bom resultado até nas fezes mais endurecidas e secas. É importante sempre consultar o obstetra antes de usar qualquer medicamento durante a gravidez. Qual o risco de usar laxante na gravidez Os principais riscos de tomar laxantes muito fortes na gravidez ou usar laxantes mais leves por um tempo prolongado, é o fato de alguns deles poderem passar para o bebê e afetar o seu desenvolvimento, causarem desidratação na grávida ou levarem a um desequilíbrio de vitaminas e minerais no sangue, devido à diminuição da sua absorção. Além disso, alguns laxantes podem conter elevadas quantidades de açúcar ou sódio na sua fórmula, o que também pode levar a alterações na pressão arterial.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Veja como tomar fibras de Psyllium. Embora menos utilizados, algumas vezes o médico também pode indicar supositórios de bisacodil ou glicerina, por exemplo, para facilitar a eliminação das fezes, tendo um bom resultado até nas fezes mais endurecidas e secas. É importante sempre consultar o obstetra antes de usar qualquer medicamento durante a gravidez. Qual o risco de usar laxante na gravidez Os principais riscos de tomar laxantes muito fortes na gravidez ou usar laxantes mais leves por um tempo prolongado, é o fato de alguns deles poderem passar para o bebê e afetar o seu desenvolvimento, causarem desidratação na grávida ou levarem a um desequilíbrio de vitaminas e minerais no sangue, devido à diminuição da sua absorção. Além disso, alguns laxantes podem conter elevadas quantidades de açúcar ou sódio na sua fórmula, o que também pode levar a alterações na pressão arterial.
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passage: A maior parte das drogas usadas para a condução do parto rapidamente atravessa a membrana placentária.
Dependendo da dose e do tempo em relação ao parto (nascimento da criança), essas drogas podem causardepressão respiratória no neonato. Todos os sedativos e analgésicos afetam o feto em algum grau. Agentesbloqueadores neuromusculares dados à mãe durante a operação obstétrica atravessam a placenta em pequenasquantidades. Anestésicos inalatórios podem também atravessar a membrana placentária e afetar a respiração fetalse utilizados durante o parto.
Agentes InfecciososCitomegalovírus, vírus da rubéola, vírus coxsackie e vírus associados à varíola, varicela, sarampo, herpes epoliomielite podem passar através da membrana placentária e causar infecção fetal. Em alguns casos, tais como nainfecção pelo vírus da rubéola, severos defeitos congênitos, tais como catarata, podem ser produzidos. Micro-organismos, tais como o Treponema pallidum, que causa a sífilis, e o Toxoplasma gondii, que causa atoxoplasmose, produzem mudanças destrutivas no encéfalo e nos olhos. Esses organismos microscópicosatravessam a membrana placentária, frequentemente causando defeitos congênitos e /ou morte do embrião/feto.
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passage: Tomar remédio na gravidez faz mal? Tomar remédio na gravidez pode, em maior parte dos casos, prejudicar o bebê porque alguns componentes do medicamento podem atravessar a placenta, provocando aborto ou malformações, podem induzir contrações uterinas antes do tempo ou mesmo causar alterações indesejáveis na grávida e no bebê. Encontre um Clínico Geral perto de você! Parceria com Buscar Médico Os medicamentos mais perigosos são aqueles que possuem o risco D ou X, mas a grávida nunca deve tomar qualquer medicamento, mesmo que seja da categoria A, sem consultar previamente o médico. Embora dependa do remédio em questão, a fase da gravidez em que é mais arriscado usar medicamentos, é quando ocorre o período embrionário, que é o momento em que estão se formando os primórdios dos principais órgãos e sistemas, o qual ocorre durante o primeiro trimestre da gestação. Assim, a mulher deve ter cuidados redobrados durante este período. O que fazer se tomou remédio sem saber que estava grávida Se a gestante tomou algum medicamento no período em que ainda não sabia que estava grávida deve informar o obstetra de imediato acerca do nome e quantidade do medicamento usado, para verificar a necessidade de fazer exames mais específicos, para avaliar a saúde do bebê e da própria mãe
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passage: Antimaláricosatravessarem a placenta, nunca foram observados defeitos fetais relacionados com essas substâncias. Ahidroxicloroquina é amplamente usada no tratamento de LES na gravidez em todo o mundo. Por ser umasubstância de depósito, sua suspensão ao início da gestação não impede a exposição fetal e, por isso, não sejustifica. Na coorte do Johns Hopkins não se demonstrou nenhum risco associado ao uso de hidroxicloroquina nagravidez. Não há descrição de malformações, comprometimento ocular ou restrição no crescimento do concepto,apesar de haver exposição fetal prolongada à hidroxicloroquina em inúmeros estudos. As preocupações com osefeitos em longo prazo são justificadas, mas um estudo do nosso grupo, duplo-cego, randomizado com placebo,não identificou complicações da hidroxicloroquina nas crianças expostas depois de 3 anos de idade. Apesar de ahidroxicloroquina ser secretada no leite, não foram detectados efeitos adversos nas crianças amamentadas cujasmães faziam uso de hidroxicloroquina.
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passage: aap.org/sections/scan/practicingsafety/T oolkit_Resources/Module2/EPDS.pdf. O American College of Obstetricians and Gynecologists (2010) considera que não há evidências su-ficientes para recomendar rastreamento universal.
Tratamento da depressão na gravidez . Nenhum antide-pressivo foi aprovado pela FDA para uso durante a gravidez (Kornstein, 2001). A FDA classifica a maioria dos ISRSs como fármacos de categoria C. Entretanto, preocupações com au-mento na taxa de malformações cardíacas congênitas em ges-tações com exposição à paroxetina no primeiro trimestre le-varam o fabricante a alterar a categoria do fármaco de C para D (GlaxoSmithKline, 2008). Além disso, o American College of Obstetricians and Gynecologists recomendou que se evite o uso de paroxetina em mulheres grávidas ou planejando en-gravidar. Ademais, deve-se considerar solicitar ecocardiografia fetal para gestantes que tenham sido expostas à paroxetina no início da gravidez. Contudo, considerando o grande número de evoluções fetais analisado, o American College of Obstetri-cians and Gynecologists (2008) concluiu que o risco absoluto de qualquer malformação ao nascimento é pequeno e que os ISRSs não são teratogênicos maiores.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Veja como tomar fibras de Psyllium. Embora menos utilizados, algumas vezes o médico também pode indicar supositórios de bisacodil ou glicerina, por exemplo, para facilitar a eliminação das fezes, tendo um bom resultado até nas fezes mais endurecidas e secas. É importante sempre consultar o obstetra antes de usar qualquer medicamento durante a gravidez. Qual o risco de usar laxante na gravidez Os principais riscos de tomar laxantes muito fortes na gravidez ou usar laxantes mais leves por um tempo prolongado, é o fato de alguns deles poderem passar para o bebê e afetar o seu desenvolvimento, causarem desidratação na grávida ou levarem a um desequilíbrio de vitaminas e minerais no sangue, devido à diminuição da sua absorção. Além disso, alguns laxantes podem conter elevadas quantidades de açúcar ou sódio na sua fórmula, o que também pode levar a alterações na pressão arterial.
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passage: A maior parte das drogas usadas para a condução do parto rapidamente atravessa a membrana placentária.
Dependendo da dose e do tempo em relação ao parto (nascimento da criança), essas drogas podem causardepressão respiratória no neonato. Todos os sedativos e analgésicos afetam o feto em algum grau. Agentesbloqueadores neuromusculares dados à mãe durante a operação obstétrica atravessam a placenta em pequenasquantidades. Anestésicos inalatórios podem também atravessar a membrana placentária e afetar a respiração fetalse utilizados durante o parto.
Agentes InfecciososCitomegalovírus, vírus da rubéola, vírus coxsackie e vírus associados à varíola, varicela, sarampo, herpes epoliomielite podem passar através da membrana placentária e causar infecção fetal. Em alguns casos, tais como nainfecção pelo vírus da rubéola, severos defeitos congênitos, tais como catarata, podem ser produzidos. Micro-organismos, tais como o Treponema pallidum, que causa a sífilis, e o Toxoplasma gondii, que causa atoxoplasmose, produzem mudanças destrutivas no encéfalo e nos olhos. Esses organismos microscópicosatravessam a membrana placentária, frequentemente causando defeitos congênitos e /ou morte do embrião/feto.
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passage: Cabe, no entanto, advertir sobre os eventuais riscos para o feto decorrentes do uso desse fármaco sabidamenteteratogênico (defeitos do tubo neural, cardiovasculares, de vias urinárias, dismorfismo facial, hidrocefalia ebraquicefalia). Boa opção pode estar no uso de baixas doses de um bloqueador de receptor dopaminérgico(haloperidol, 0,5 mg/dia).
Só em casos excepcionais é indicado o abortamento terapêutico.
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passage: Tomar remédio na gravidez faz mal? Tomar remédio na gravidez pode, em maior parte dos casos, prejudicar o bebê porque alguns componentes do medicamento podem atravessar a placenta, provocando aborto ou malformações, podem induzir contrações uterinas antes do tempo ou mesmo causar alterações indesejáveis na grávida e no bebê. Encontre um Clínico Geral perto de você! Parceria com Buscar Médico Os medicamentos mais perigosos são aqueles que possuem o risco D ou X, mas a grávida nunca deve tomar qualquer medicamento, mesmo que seja da categoria A, sem consultar previamente o médico. Embora dependa do remédio em questão, a fase da gravidez em que é mais arriscado usar medicamentos, é quando ocorre o período embrionário, que é o momento em que estão se formando os primórdios dos principais órgãos e sistemas, o qual ocorre durante o primeiro trimestre da gestação. Assim, a mulher deve ter cuidados redobrados durante este período. O que fazer se tomou remédio sem saber que estava grávida Se a gestante tomou algum medicamento no período em que ainda não sabia que estava grávida deve informar o obstetra de imediato acerca do nome e quantidade do medicamento usado, para verificar a necessidade de fazer exames mais específicos, para avaliar a saúde do bebê e da própria mãe
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passage: Antimaláricosatravessarem a placenta, nunca foram observados defeitos fetais relacionados com essas substâncias. Ahidroxicloroquina é amplamente usada no tratamento de LES na gravidez em todo o mundo. Por ser umasubstância de depósito, sua suspensão ao início da gestação não impede a exposição fetal e, por isso, não sejustifica. Na coorte do Johns Hopkins não se demonstrou nenhum risco associado ao uso de hidroxicloroquina nagravidez. Não há descrição de malformações, comprometimento ocular ou restrição no crescimento do concepto,apesar de haver exposição fetal prolongada à hidroxicloroquina em inúmeros estudos. As preocupações com osefeitos em longo prazo são justificadas, mas um estudo do nosso grupo, duplo-cego, randomizado com placebo,não identificou complicações da hidroxicloroquina nas crianças expostas depois de 3 anos de idade. Apesar de ahidroxicloroquina ser secretada no leite, não foram detectados efeitos adversos nas crianças amamentadas cujasmães faziam uso de hidroxicloroquina.
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passage: aap.org/sections/scan/practicingsafety/T oolkit_Resources/Module2/EPDS.pdf. O American College of Obstetricians and Gynecologists (2010) considera que não há evidências su-ficientes para recomendar rastreamento universal.
Tratamento da depressão na gravidez . Nenhum antide-pressivo foi aprovado pela FDA para uso durante a gravidez (Kornstein, 2001). A FDA classifica a maioria dos ISRSs como fármacos de categoria C. Entretanto, preocupações com au-mento na taxa de malformações cardíacas congênitas em ges-tações com exposição à paroxetina no primeiro trimestre le-varam o fabricante a alterar a categoria do fármaco de C para D (GlaxoSmithKline, 2008). Além disso, o American College of Obstetricians and Gynecologists recomendou que se evite o uso de paroxetina em mulheres grávidas ou planejando en-gravidar. Ademais, deve-se considerar solicitar ecocardiografia fetal para gestantes que tenham sido expostas à paroxetina no início da gravidez. Contudo, considerando o grande número de evoluções fetais analisado, o American College of Obstetri-cians and Gynecologists (2008) concluiu que o risco absoluto de qualquer malformação ao nascimento é pequeno e que os ISRSs não são teratogênicos maiores.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Veja como tomar fibras de Psyllium. Embora menos utilizados, algumas vezes o médico também pode indicar supositórios de bisacodil ou glicerina, por exemplo, para facilitar a eliminação das fezes, tendo um bom resultado até nas fezes mais endurecidas e secas. É importante sempre consultar o obstetra antes de usar qualquer medicamento durante a gravidez. Qual o risco de usar laxante na gravidez Os principais riscos de tomar laxantes muito fortes na gravidez ou usar laxantes mais leves por um tempo prolongado, é o fato de alguns deles poderem passar para o bebê e afetar o seu desenvolvimento, causarem desidratação na grávida ou levarem a um desequilíbrio de vitaminas e minerais no sangue, devido à diminuição da sua absorção. Além disso, alguns laxantes podem conter elevadas quantidades de açúcar ou sódio na sua fórmula, o que também pode levar a alterações na pressão arterial.
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passage: A maior parte das drogas usadas para a condução do parto rapidamente atravessa a membrana placentária.
Dependendo da dose e do tempo em relação ao parto (nascimento da criança), essas drogas podem causardepressão respiratória no neonato. Todos os sedativos e analgésicos afetam o feto em algum grau. Agentesbloqueadores neuromusculares dados à mãe durante a operação obstétrica atravessam a placenta em pequenasquantidades. Anestésicos inalatórios podem também atravessar a membrana placentária e afetar a respiração fetalse utilizados durante o parto.
Agentes InfecciososCitomegalovírus, vírus da rubéola, vírus coxsackie e vírus associados à varíola, varicela, sarampo, herpes epoliomielite podem passar através da membrana placentária e causar infecção fetal. Em alguns casos, tais como nainfecção pelo vírus da rubéola, severos defeitos congênitos, tais como catarata, podem ser produzidos. Micro-organismos, tais como o Treponema pallidum, que causa a sífilis, e o Toxoplasma gondii, que causa atoxoplasmose, produzem mudanças destrutivas no encéfalo e nos olhos. Esses organismos microscópicosatravessam a membrana placentária, frequentemente causando defeitos congênitos e /ou morte do embrião/feto.
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passage: Cabe, no entanto, advertir sobre os eventuais riscos para o feto decorrentes do uso desse fármaco sabidamenteteratogênico (defeitos do tubo neural, cardiovasculares, de vias urinárias, dismorfismo facial, hidrocefalia ebraquicefalia). Boa opção pode estar no uso de baixas doses de um bloqueador de receptor dopaminérgico(haloperidol, 0,5 mg/dia).
Só em casos excepcionais é indicado o abortamento terapêutico.
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passage: Talvez possamos indicar igualmente o ácido acetilsalicílico nas mulheres com o Doppler de uterina alterado noprimeiro trimestre da gravidez (Velauthar et al.
, 2014) ou a DILA anormal, especialmente no grupo de moderadorisco.
Roberge et al.
(2016), em trabalho de revisão sistemática e metanálise, em mulheres que desenvolveram pré-eclâmpsia em gestação anterior, concluíram que a combinação de heparina de baixo peso molecular (HBPM)associada ao ácido acetilsalicílico de baixa dose, administrada no início da gravidez, foi superior ao ácidoacetilsalicílico isolado para reduzir a incidência de pré-eclâmpsia precoce e de recém-nascido PIG. Em relação àsmulheres com abortamento de repetição, não houve benefício em termos de incidência de pré-eclâmpsia e dePIG, quando a HBPM foi adicionada ao ácido acetilsalicílico isolado. Eles referem que o papel da HBPMassociada ao ácido acetilsalicílico na pré-eclâmpsia não está definido.
A OMS (2011) também recomenda para a prevenção da pré-eclâmpsia a suplementação com cálcio (1,5 a 2g/dia), mas apenas em áreas de baixa ingesta desse elemento, como refere o ACOG (2013).
O repouso no leito e a restrição de sódio não devem ser aconselhados, pois de nada servem e são atéprejudiciais (ACOG, 2013).
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passage: Tomar remédio na gravidez faz mal? Tomar remédio na gravidez pode, em maior parte dos casos, prejudicar o bebê porque alguns componentes do medicamento podem atravessar a placenta, provocando aborto ou malformações, podem induzir contrações uterinas antes do tempo ou mesmo causar alterações indesejáveis na grávida e no bebê. Encontre um Clínico Geral perto de você! Parceria com Buscar Médico Os medicamentos mais perigosos são aqueles que possuem o risco D ou X, mas a grávida nunca deve tomar qualquer medicamento, mesmo que seja da categoria A, sem consultar previamente o médico. Embora dependa do remédio em questão, a fase da gravidez em que é mais arriscado usar medicamentos, é quando ocorre o período embrionário, que é o momento em que estão se formando os primórdios dos principais órgãos e sistemas, o qual ocorre durante o primeiro trimestre da gestação. Assim, a mulher deve ter cuidados redobrados durante este período. O que fazer se tomou remédio sem saber que estava grávida Se a gestante tomou algum medicamento no período em que ainda não sabia que estava grávida deve informar o obstetra de imediato acerca do nome e quantidade do medicamento usado, para verificar a necessidade de fazer exames mais específicos, para avaliar a saúde do bebê e da própria mãe
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passage: Antimaláricosatravessarem a placenta, nunca foram observados defeitos fetais relacionados com essas substâncias. Ahidroxicloroquina é amplamente usada no tratamento de LES na gravidez em todo o mundo. Por ser umasubstância de depósito, sua suspensão ao início da gestação não impede a exposição fetal e, por isso, não sejustifica. Na coorte do Johns Hopkins não se demonstrou nenhum risco associado ao uso de hidroxicloroquina nagravidez. Não há descrição de malformações, comprometimento ocular ou restrição no crescimento do concepto,apesar de haver exposição fetal prolongada à hidroxicloroquina em inúmeros estudos. As preocupações com osefeitos em longo prazo são justificadas, mas um estudo do nosso grupo, duplo-cego, randomizado com placebo,não identificou complicações da hidroxicloroquina nas crianças expostas depois de 3 anos de idade. Apesar de ahidroxicloroquina ser secretada no leite, não foram detectados efeitos adversos nas crianças amamentadas cujasmães faziam uso de hidroxicloroquina.
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passage: aap.org/sections/scan/practicingsafety/T oolkit_Resources/Module2/EPDS.pdf. O American College of Obstetricians and Gynecologists (2010) considera que não há evidências su-ficientes para recomendar rastreamento universal.
Tratamento da depressão na gravidez . Nenhum antide-pressivo foi aprovado pela FDA para uso durante a gravidez (Kornstein, 2001). A FDA classifica a maioria dos ISRSs como fármacos de categoria C. Entretanto, preocupações com au-mento na taxa de malformações cardíacas congênitas em ges-tações com exposição à paroxetina no primeiro trimestre le-varam o fabricante a alterar a categoria do fármaco de C para D (GlaxoSmithKline, 2008). Além disso, o American College of Obstetricians and Gynecologists recomendou que se evite o uso de paroxetina em mulheres grávidas ou planejando en-gravidar. Ademais, deve-se considerar solicitar ecocardiografia fetal para gestantes que tenham sido expostas à paroxetina no início da gravidez. Contudo, considerando o grande número de evoluções fetais analisado, o American College of Obstetri-cians and Gynecologists (2008) concluiu que o risco absoluto de qualquer malformação ao nascimento é pequeno e que os ISRSs não são teratogênicos maiores.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Veja como tomar fibras de Psyllium. Embora menos utilizados, algumas vezes o médico também pode indicar supositórios de bisacodil ou glicerina, por exemplo, para facilitar a eliminação das fezes, tendo um bom resultado até nas fezes mais endurecidas e secas. É importante sempre consultar o obstetra antes de usar qualquer medicamento durante a gravidez. Qual o risco de usar laxante na gravidez Os principais riscos de tomar laxantes muito fortes na gravidez ou usar laxantes mais leves por um tempo prolongado, é o fato de alguns deles poderem passar para o bebê e afetar o seu desenvolvimento, causarem desidratação na grávida ou levarem a um desequilíbrio de vitaminas e minerais no sangue, devido à diminuição da sua absorção. Além disso, alguns laxantes podem conter elevadas quantidades de açúcar ou sódio na sua fórmula, o que também pode levar a alterações na pressão arterial.
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passage: A maior parte das drogas usadas para a condução do parto rapidamente atravessa a membrana placentária.
Dependendo da dose e do tempo em relação ao parto (nascimento da criança), essas drogas podem causardepressão respiratória no neonato. Todos os sedativos e analgésicos afetam o feto em algum grau. Agentesbloqueadores neuromusculares dados à mãe durante a operação obstétrica atravessam a placenta em pequenasquantidades. Anestésicos inalatórios podem também atravessar a membrana placentária e afetar a respiração fetalse utilizados durante o parto.
Agentes InfecciososCitomegalovírus, vírus da rubéola, vírus coxsackie e vírus associados à varíola, varicela, sarampo, herpes epoliomielite podem passar através da membrana placentária e causar infecção fetal. Em alguns casos, tais como nainfecção pelo vírus da rubéola, severos defeitos congênitos, tais como catarata, podem ser produzidos. Micro-organismos, tais como o Treponema pallidum, que causa a sífilis, e o Toxoplasma gondii, que causa atoxoplasmose, produzem mudanças destrutivas no encéfalo e nos olhos. Esses organismos microscópicosatravessam a membrana placentária, frequentemente causando defeitos congênitos e /ou morte do embrião/feto.
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passage: Cabe, no entanto, advertir sobre os eventuais riscos para o feto decorrentes do uso desse fármaco sabidamenteteratogênico (defeitos do tubo neural, cardiovasculares, de vias urinárias, dismorfismo facial, hidrocefalia ebraquicefalia). Boa opção pode estar no uso de baixas doses de um bloqueador de receptor dopaminérgico(haloperidol, 0,5 mg/dia).
Só em casos excepcionais é indicado o abortamento terapêutico.
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passage: Talvez possamos indicar igualmente o ácido acetilsalicílico nas mulheres com o Doppler de uterina alterado noprimeiro trimestre da gravidez (Velauthar et al.
, 2014) ou a DILA anormal, especialmente no grupo de moderadorisco.
Roberge et al.
(2016), em trabalho de revisão sistemática e metanálise, em mulheres que desenvolveram pré-eclâmpsia em gestação anterior, concluíram que a combinação de heparina de baixo peso molecular (HBPM)associada ao ácido acetilsalicílico de baixa dose, administrada no início da gravidez, foi superior ao ácidoacetilsalicílico isolado para reduzir a incidência de pré-eclâmpsia precoce e de recém-nascido PIG. Em relação àsmulheres com abortamento de repetição, não houve benefício em termos de incidência de pré-eclâmpsia e dePIG, quando a HBPM foi adicionada ao ácido acetilsalicílico isolado. Eles referem que o papel da HBPMassociada ao ácido acetilsalicílico na pré-eclâmpsia não está definido.
A OMS (2011) também recomenda para a prevenção da pré-eclâmpsia a suplementação com cálcio (1,5 a 2g/dia), mas apenas em áreas de baixa ingesta desse elemento, como refere o ACOG (2013).
O repouso no leito e a restrição de sódio não devem ser aconselhados, pois de nada servem e são atéprejudiciais (ACOG, 2013).
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passage: CarbamazepinaO uso de carbamazepina na gestação pode causar dismorfismo facial e hipoplasia das unhas. Pacientes queusaram carbamazepina no 1o trimestre necessitam de alguns cuidados, como a realização de ultrassonografiamorfológica (20 a 24 semanas).
LamotriginaA lamotrigina não foi associada a aumento de malformações congênitas maiores devido à exposição no 1otrimestre. Segundo o Registro Internacional de Gestação, a prevalência de malformações maiores em 430 bebêsexpostos à lamotrigina foi de 2,8% após um acompanhamento de 18 anos, caracterizando-a como uma opção detratamento na gestação.
Durante a gestação, o nível sérico de lamotrigina diminui e é necessário avaliar o reajuste da dose,observando-se o nível sérico de lamotrigina a cada 4 a 5 semanas. Caso haja queda do nível sérico, a dose deveser aumentada em 20 a 25% e se o nível sérico ultrapassar o anterior à gestação, a dose também deve serreduzida de 20 a 25%. Se não houver alteração do nível sérico em relação ao anterior à gestação, a dose nãodeve ser ajustada.
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passage: Tomar remédio na gravidez faz mal? Tomar remédio na gravidez pode, em maior parte dos casos, prejudicar o bebê porque alguns componentes do medicamento podem atravessar a placenta, provocando aborto ou malformações, podem induzir contrações uterinas antes do tempo ou mesmo causar alterações indesejáveis na grávida e no bebê. Encontre um Clínico Geral perto de você! Parceria com Buscar Médico Os medicamentos mais perigosos são aqueles que possuem o risco D ou X, mas a grávida nunca deve tomar qualquer medicamento, mesmo que seja da categoria A, sem consultar previamente o médico. Embora dependa do remédio em questão, a fase da gravidez em que é mais arriscado usar medicamentos, é quando ocorre o período embrionário, que é o momento em que estão se formando os primórdios dos principais órgãos e sistemas, o qual ocorre durante o primeiro trimestre da gestação. Assim, a mulher deve ter cuidados redobrados durante este período. O que fazer se tomou remédio sem saber que estava grávida Se a gestante tomou algum medicamento no período em que ainda não sabia que estava grávida deve informar o obstetra de imediato acerca do nome e quantidade do medicamento usado, para verificar a necessidade de fazer exames mais específicos, para avaliar a saúde do bebê e da própria mãe
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passage: Antimaláricosatravessarem a placenta, nunca foram observados defeitos fetais relacionados com essas substâncias. Ahidroxicloroquina é amplamente usada no tratamento de LES na gravidez em todo o mundo. Por ser umasubstância de depósito, sua suspensão ao início da gestação não impede a exposição fetal e, por isso, não sejustifica. Na coorte do Johns Hopkins não se demonstrou nenhum risco associado ao uso de hidroxicloroquina nagravidez. Não há descrição de malformações, comprometimento ocular ou restrição no crescimento do concepto,apesar de haver exposição fetal prolongada à hidroxicloroquina em inúmeros estudos. As preocupações com osefeitos em longo prazo são justificadas, mas um estudo do nosso grupo, duplo-cego, randomizado com placebo,não identificou complicações da hidroxicloroquina nas crianças expostas depois de 3 anos de idade. Apesar de ahidroxicloroquina ser secretada no leite, não foram detectados efeitos adversos nas crianças amamentadas cujasmães faziam uso de hidroxicloroquina.
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passage: aap.org/sections/scan/practicingsafety/T oolkit_Resources/Module2/EPDS.pdf. O American College of Obstetricians and Gynecologists (2010) considera que não há evidências su-ficientes para recomendar rastreamento universal.
Tratamento da depressão na gravidez . Nenhum antide-pressivo foi aprovado pela FDA para uso durante a gravidez (Kornstein, 2001). A FDA classifica a maioria dos ISRSs como fármacos de categoria C. Entretanto, preocupações com au-mento na taxa de malformações cardíacas congênitas em ges-tações com exposição à paroxetina no primeiro trimestre le-varam o fabricante a alterar a categoria do fármaco de C para D (GlaxoSmithKline, 2008). Além disso, o American College of Obstetricians and Gynecologists recomendou que se evite o uso de paroxetina em mulheres grávidas ou planejando en-gravidar. Ademais, deve-se considerar solicitar ecocardiografia fetal para gestantes que tenham sido expostas à paroxetina no início da gravidez. Contudo, considerando o grande número de evoluções fetais analisado, o American College of Obstetri-cians and Gynecologists (2008) concluiu que o risco absoluto de qualquer malformação ao nascimento é pequeno e que os ISRSs não são teratogênicos maiores.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Veja como tomar fibras de Psyllium. Embora menos utilizados, algumas vezes o médico também pode indicar supositórios de bisacodil ou glicerina, por exemplo, para facilitar a eliminação das fezes, tendo um bom resultado até nas fezes mais endurecidas e secas. É importante sempre consultar o obstetra antes de usar qualquer medicamento durante a gravidez. Qual o risco de usar laxante na gravidez Os principais riscos de tomar laxantes muito fortes na gravidez ou usar laxantes mais leves por um tempo prolongado, é o fato de alguns deles poderem passar para o bebê e afetar o seu desenvolvimento, causarem desidratação na grávida ou levarem a um desequilíbrio de vitaminas e minerais no sangue, devido à diminuição da sua absorção. Além disso, alguns laxantes podem conter elevadas quantidades de açúcar ou sódio na sua fórmula, o que também pode levar a alterações na pressão arterial.
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passage: A maior parte das drogas usadas para a condução do parto rapidamente atravessa a membrana placentária.
Dependendo da dose e do tempo em relação ao parto (nascimento da criança), essas drogas podem causardepressão respiratória no neonato. Todos os sedativos e analgésicos afetam o feto em algum grau. Agentesbloqueadores neuromusculares dados à mãe durante a operação obstétrica atravessam a placenta em pequenasquantidades. Anestésicos inalatórios podem também atravessar a membrana placentária e afetar a respiração fetalse utilizados durante o parto.
Agentes InfecciososCitomegalovírus, vírus da rubéola, vírus coxsackie e vírus associados à varíola, varicela, sarampo, herpes epoliomielite podem passar através da membrana placentária e causar infecção fetal. Em alguns casos, tais como nainfecção pelo vírus da rubéola, severos defeitos congênitos, tais como catarata, podem ser produzidos. Micro-organismos, tais como o Treponema pallidum, que causa a sífilis, e o Toxoplasma gondii, que causa atoxoplasmose, produzem mudanças destrutivas no encéfalo e nos olhos. Esses organismos microscópicosatravessam a membrana placentária, frequentemente causando defeitos congênitos e /ou morte do embrião/feto.
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passage: Cabe, no entanto, advertir sobre os eventuais riscos para o feto decorrentes do uso desse fármaco sabidamenteteratogênico (defeitos do tubo neural, cardiovasculares, de vias urinárias, dismorfismo facial, hidrocefalia ebraquicefalia). Boa opção pode estar no uso de baixas doses de um bloqueador de receptor dopaminérgico(haloperidol, 0,5 mg/dia).
Só em casos excepcionais é indicado o abortamento terapêutico.
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passage: Talvez possamos indicar igualmente o ácido acetilsalicílico nas mulheres com o Doppler de uterina alterado noprimeiro trimestre da gravidez (Velauthar et al.
, 2014) ou a DILA anormal, especialmente no grupo de moderadorisco.
Roberge et al.
(2016), em trabalho de revisão sistemática e metanálise, em mulheres que desenvolveram pré-eclâmpsia em gestação anterior, concluíram que a combinação de heparina de baixo peso molecular (HBPM)associada ao ácido acetilsalicílico de baixa dose, administrada no início da gravidez, foi superior ao ácidoacetilsalicílico isolado para reduzir a incidência de pré-eclâmpsia precoce e de recém-nascido PIG. Em relação àsmulheres com abortamento de repetição, não houve benefício em termos de incidência de pré-eclâmpsia e dePIG, quando a HBPM foi adicionada ao ácido acetilsalicílico isolado. Eles referem que o papel da HBPMassociada ao ácido acetilsalicílico na pré-eclâmpsia não está definido.
A OMS (2011) também recomenda para a prevenção da pré-eclâmpsia a suplementação com cálcio (1,5 a 2g/dia), mas apenas em áreas de baixa ingesta desse elemento, como refere o ACOG (2013).
O repouso no leito e a restrição de sódio não devem ser aconselhados, pois de nada servem e são atéprejudiciais (ACOG, 2013).
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passage: CarbamazepinaO uso de carbamazepina na gestação pode causar dismorfismo facial e hipoplasia das unhas. Pacientes queusaram carbamazepina no 1o trimestre necessitam de alguns cuidados, como a realização de ultrassonografiamorfológica (20 a 24 semanas).
LamotriginaA lamotrigina não foi associada a aumento de malformações congênitas maiores devido à exposição no 1otrimestre. Segundo o Registro Internacional de Gestação, a prevalência de malformações maiores em 430 bebêsexpostos à lamotrigina foi de 2,8% após um acompanhamento de 18 anos, caracterizando-a como uma opção detratamento na gestação.
Durante a gestação, o nível sérico de lamotrigina diminui e é necessário avaliar o reajuste da dose,observando-se o nível sérico de lamotrigina a cada 4 a 5 semanas. Caso haja queda do nível sérico, a dose deveser aumentada em 20 a 25% e se o nível sérico ultrapassar o anterior à gestação, a dose também deve serreduzida de 20 a 25%. Se não houver alteração do nível sérico em relação ao anterior à gestação, a dose nãodeve ser ajustada.
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passage: 8 Psicose Não8 Síndrome organocerebral Não8 Distúrbios visuais Não8 Distúrbios nos pares cranianos Sim Excluir paralisia de Bell.
8 Cefaleia lúpica Sim Excluir pré-eclâmpsia e eclâmpsia.
8 AVC Sim Excluir eclâmpsia.
Continua...
11Surita FG, Pastore DEProtocolos Febrasgo | Nº90 | 20188 Vasculite Sim Considerar eritema palmar.
4 Artrite Sim Considerar derrames articulares.
4 Miosite Não4 Cilindros urinários Não4 Hematúria Sim Excluir cistite e hemácias na vagina decorrentes de problemas placentários.
4 Proteinúria Sim Excluir eclâmpsia.
4 Piúria Sim Excluir infecção.
2 Novo rash Sim Considerar cloasma.
2 Alopecia Sim Considerar alopecia pós-parto /f_i siológica.
2 Ulcerações nasais Não2 Pleurisia Sim Hiperventilação pode ser secundária aos elevados níveis de progesterona; dispneia secundária ao aumento do útero.
2 Pericardite Não2 Hipocomplementemia Sim Complementos normalmente aumentam durante a gravidez.
2 Aumento do anti-DNA Não1 Trombocitopenia Sim Excluir pré-eclâmpsia, síndrome HELLP e trombocitopenia incidental da gravidez.
1 Leucopenia Sim Considerar o aumento normal da contagem de leucócitos durante a gravidez.
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Olá! Entendo sua preocupação em relação ao uso de qualquer medicamento durante a gravidez, especialmente com o Pasalix. É sempre bom ter cautela e buscar informações seguras para proteger a saúde do bebê e a sua.
O primeiro ponto importante é que, de forma geral, muitos medicamentos podem, sim, atravessar a placenta e, em alguns casos, afetar o desenvolvimento do bebê, principalmente durante o primeiro trimestre, quando os órgãos estão se formando. Por isso, a automedicação é sempre contraindicada na gravidez.
Sobre o Pasalix especificamente, é fundamental que você converse abertamente com o médico que o prescreveu. Ele conhece seu histórico de saúde e as particularidades da sua gestação, e poderá te dar a orientação mais segura e adequada. Se você tiver dúvidas sobre a segurança do medicamento, não hesite em perguntar e discutir alternativas, se houver.
Além disso, é sempre uma boa ideia informar seu obstetra sobre todos os medicamentos que você está tomando, incluindo os que foram prescritos por outros médicos. Assim, ele poderá avaliar a interação entre eles e o impacto na sua gravidez.
Lembre-se de que existem situações em que o benefício do uso de um determinado medicamento para a mãe supera os riscos potenciais para o bebê. Nesses casos, o médico irá ponderar cuidadosamente os prós e os contras, e escolher a opção mais segura para ambos.
Se você tomou alguma medicação antes de saber que estava grávida, informe seu obstetra o mais rápido possível sobre o nome e a quantidade da medicação utilizada. Assim, ele poderá verificar a necessidade de exames específicos para avaliar a saúde do bebê e sua.
Estou à disposição para te ajudar com qualquer outra dúvida que você possa ter. O mais importante é que você se sinta segura e confiante durante a sua gestação.
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Minha irmã disse que está grávida de meses, com uma gravidez ectópica, e também mencionou que, no útero, há outro embrião com meses. Nossa família acha que ela está mentindo, pois não permite que ninguém a acompanhe. Isso seria possível ou ela está enfrentando problemas psicológicos?
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A gestação heterotópica, que é uma gravidez ectópica, geralmente resulta em aborto e rompimento da trompa, caso a ectópica ocorra na trompa. Se não for tratada, deve ser acompanhada para evitar problemas de saúde que podem representar risco à vida. Converse com um médico, à disposição.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro.
10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos.
Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu.
Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna.
6. Tecidos trofoblásticos.
7. Eles permitem que o trofoblasto do embrião fique aderido ao epitélio uterino.
8. Células derivadas do citotrofoblasto se fundem para formar o sinciciotrofoblasto.
9. Em adição às causas normais da dor abdominal inferior, tais como apendicite, omédico deve considerar a gravidez ectópica (variedade tubária) como um resultado dadistensão e possível ruptura da tuba uterina contendo o embrião implantado.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro.
10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos.
Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu.
Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna.
6. Tecidos trofoblásticos.
7. Eles permitem que o trofoblasto do embrião fique aderido ao epitélio uterino.
8. Células derivadas do citotrofoblasto se fundem para formar o sinciciotrofoblasto.
9. Em adição às causas normais da dor abdominal inferior, tais como apendicite, omédico deve considerar a gravidez ectópica (variedade tubária) como um resultado dadistensão e possível ruptura da tuba uterina contendo o embrião implantado.
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passage: Inicialmente o SG não contém nenhum eco no seu interior e, portanto, é difícildiferenciá-lo do pseudossaco, que é uma coleção de líquido comum em 15% das gestações ectópicas.
Richardson et al.
(2016) utilizam o duplo halo do SG para confirmar a localização da gestação intrauterina, antesda visualização do embrião, excluindo assim a possibilidade de gravidez ectópica (Figura 28.9 B). Muito emboranos dois casos de gravidez ectópica o duplo halo estivesse ausente, isso não afasta a possibilidade de gravidezintrauterina, o que ocorreu em quatro casos. Para predizer a gravidez intrauterina, a sensibilidade do duplo halofoi de 93,9%, especificidade de 100% e acurácia diagnóstica total de 94%; o valor preditivo positivo foi de 100%e o negativo de 33,3%. Em suma, os resultados demonstram que a probabilidade de gestação intrauterina com oduplo halo presente é de 100%. Por outro lado, a probabilidade de uma gravidez ectópica quando o duplo haloestá ausente é de 33,3%.
Figura 28.7 Massa complexa.
Figura 28.8 Gravidez tubária (7 semanas) – ultrassom 3D. SG, saco gestacional. (Clínica de UltrassonografiaBotafogo, RJ.)Tabela 28.2 Diagnóstico da gravidez ectópica à ultrassonografia.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro.
10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos.
Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu.
Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna.
6. Tecidos trofoblásticos.
7. Eles permitem que o trofoblasto do embrião fique aderido ao epitélio uterino.
8. Células derivadas do citotrofoblasto se fundem para formar o sinciciotrofoblasto.
9. Em adição às causas normais da dor abdominal inferior, tais como apendicite, omédico deve considerar a gravidez ectópica (variedade tubária) como um resultado dadistensão e possível ruptura da tuba uterina contendo o embrião implantado.
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passage: Inicialmente o SG não contém nenhum eco no seu interior e, portanto, é difícildiferenciá-lo do pseudossaco, que é uma coleção de líquido comum em 15% das gestações ectópicas.
Richardson et al.
(2016) utilizam o duplo halo do SG para confirmar a localização da gestação intrauterina, antesda visualização do embrião, excluindo assim a possibilidade de gravidez ectópica (Figura 28.9 B). Muito emboranos dois casos de gravidez ectópica o duplo halo estivesse ausente, isso não afasta a possibilidade de gravidezintrauterina, o que ocorreu em quatro casos. Para predizer a gravidez intrauterina, a sensibilidade do duplo halofoi de 93,9%, especificidade de 100% e acurácia diagnóstica total de 94%; o valor preditivo positivo foi de 100%e o negativo de 33,3%. Em suma, os resultados demonstram que a probabilidade de gestação intrauterina com oduplo halo presente é de 100%. Por outro lado, a probabilidade de uma gravidez ectópica quando o duplo haloestá ausente é de 33,3%.
Figura 28.7 Massa complexa.
Figura 28.8 Gravidez tubária (7 semanas) – ultrassom 3D. SG, saco gestacional. (Clínica de UltrassonografiaBotafogo, RJ.)Tabela 28.2 Diagnóstico da gravidez ectópica à ultrassonografia.
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passage: 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez.
Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal.
3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro.
10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos.
Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu.
Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna.
6. Tecidos trofoblásticos.
7. Eles permitem que o trofoblasto do embrião fique aderido ao epitélio uterino.
8. Células derivadas do citotrofoblasto se fundem para formar o sinciciotrofoblasto.
9. Em adição às causas normais da dor abdominal inferior, tais como apendicite, omédico deve considerar a gravidez ectópica (variedade tubária) como um resultado dadistensão e possível ruptura da tuba uterina contendo o embrião implantado.
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passage: Inicialmente o SG não contém nenhum eco no seu interior e, portanto, é difícildiferenciá-lo do pseudossaco, que é uma coleção de líquido comum em 15% das gestações ectópicas.
Richardson et al.
(2016) utilizam o duplo halo do SG para confirmar a localização da gestação intrauterina, antesda visualização do embrião, excluindo assim a possibilidade de gravidez ectópica (Figura 28.9 B). Muito emboranos dois casos de gravidez ectópica o duplo halo estivesse ausente, isso não afasta a possibilidade de gravidezintrauterina, o que ocorreu em quatro casos. Para predizer a gravidez intrauterina, a sensibilidade do duplo halofoi de 93,9%, especificidade de 100% e acurácia diagnóstica total de 94%; o valor preditivo positivo foi de 100%e o negativo de 33,3%. Em suma, os resultados demonstram que a probabilidade de gestação intrauterina com oduplo halo presente é de 100%. Por outro lado, a probabilidade de uma gravidez ectópica quando o duplo haloestá ausente é de 33,3%.
Figura 28.7 Massa complexa.
Figura 28.8 Gravidez tubária (7 semanas) – ultrassom 3D. SG, saco gestacional. (Clínica de UltrassonografiaBotafogo, RJ.)Tabela 28.2 Diagnóstico da gravidez ectópica à ultrassonografia.
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passage: 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez.
Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal.
3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral.
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passage: 4. Os teratomas sacrococcígeos surgem a partir de remanescentes da linha primitiva. Como as células da linhaprimitiva são pluripotentes (podem dar origem a mais de um órgão ou tecido), os tumores contêm diferentestipos de tecido derivados de todas as três camadas germinativas. Há uma diferença clara na incidência dessestumores em relação ao gênero; eles são de 3 a 4 vezes mais frequentes em mulheres do que em homens.
5. A ultrassonografia endovaginal é uma técnica importante para avaliar a gestação durante a terceira semana,pois o concepto (embrião e as membranas) pode ser visualizado. Por ela é, portanto, possível determinar se oembrião se desenvolve normalmente. Um teste de gravidez negativo na terceira semana não descarta umagestação ectópica, uma vez que gestações ectópicas produzem gonadotrofina coriônica humana em um ritmomais lento do que as gestações intrauterinas. Esse hormônio é o elemento básico dos testes de gravidez.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro.
10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos.
Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu.
Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna.
6. Tecidos trofoblásticos.
7. Eles permitem que o trofoblasto do embrião fique aderido ao epitélio uterino.
8. Células derivadas do citotrofoblasto se fundem para formar o sinciciotrofoblasto.
9. Em adição às causas normais da dor abdominal inferior, tais como apendicite, omédico deve considerar a gravidez ectópica (variedade tubária) como um resultado dadistensão e possível ruptura da tuba uterina contendo o embrião implantado.
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passage: Inicialmente o SG não contém nenhum eco no seu interior e, portanto, é difícildiferenciá-lo do pseudossaco, que é uma coleção de líquido comum em 15% das gestações ectópicas.
Richardson et al.
(2016) utilizam o duplo halo do SG para confirmar a localização da gestação intrauterina, antesda visualização do embrião, excluindo assim a possibilidade de gravidez ectópica (Figura 28.9 B). Muito emboranos dois casos de gravidez ectópica o duplo halo estivesse ausente, isso não afasta a possibilidade de gravidezintrauterina, o que ocorreu em quatro casos. Para predizer a gravidez intrauterina, a sensibilidade do duplo halofoi de 93,9%, especificidade de 100% e acurácia diagnóstica total de 94%; o valor preditivo positivo foi de 100%e o negativo de 33,3%. Em suma, os resultados demonstram que a probabilidade de gestação intrauterina com oduplo halo presente é de 100%. Por outro lado, a probabilidade de uma gravidez ectópica quando o duplo haloestá ausente é de 33,3%.
Figura 28.7 Massa complexa.
Figura 28.8 Gravidez tubária (7 semanas) – ultrassom 3D. SG, saco gestacional. (Clínica de UltrassonografiaBotafogo, RJ.)Tabela 28.2 Diagnóstico da gravidez ectópica à ultrassonografia.
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passage: 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez.
Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal.
3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral.
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passage: 4. Os teratomas sacrococcígeos surgem a partir de remanescentes da linha primitiva. Como as células da linhaprimitiva são pluripotentes (podem dar origem a mais de um órgão ou tecido), os tumores contêm diferentestipos de tecido derivados de todas as três camadas germinativas. Há uma diferença clara na incidência dessestumores em relação ao gênero; eles são de 3 a 4 vezes mais frequentes em mulheres do que em homens.
5. A ultrassonografia endovaginal é uma técnica importante para avaliar a gestação durante a terceira semana,pois o concepto (embrião e as membranas) pode ser visualizado. Por ela é, portanto, possível determinar se oembrião se desenvolve normalmente. Um teste de gravidez negativo na terceira semana não descarta umagestação ectópica, uma vez que gestações ectópicas produzem gonadotrofina coriônica humana em um ritmomais lento do que as gestações intrauterinas. Esse hormônio é o elemento básico dos testes de gravidez.
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passage: • Deficiência mental pode resultar de anormalidades cromossômicas que ocorrem durante a gametogênese,distúrbios metabólicos, uso abusivo materno de álcool, ou infecções ocorridas na vida pré-natal.
Problemas de orientação clínicaCaso 17-1Uma mulher grávida desenvolveu polidrâmnio agudo. Após um exame de ultrassom, o radiologista relatouque o feto tem acrania e meroencefalia.
✹ Quão precocemente a meroencefalia pode ser detectada pelo exame de ultrassonografia?✹ Por que o polidrâmnio é associado a meroencefalia?✹ Quais outras técnicas podem confirmar o diagnóstico de meroencefalia?Caso 17-2Um neonato masculino tem uma grande meningomielocele lombar, que estava coberta com um sacomembranoso delgado. Nos primeiros dias, o saco ulcerou e começou a drenar. Foi detectado um déficitneurológico marcante inferior ao nível do saco.
✹ Qual é a base embriológica deste defeito?✹ Qual é a base do déficit neurológico?✹ Quais as estruturas que provavelmente foram afetadas?Caso 17-3Uma imagem de RM de uma criança com cabeça alargada mostrou dilatação do terceiro ventrículo e dosventrículos laterais.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
---
passage: 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro.
10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos.
Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu.
Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna.
6. Tecidos trofoblásticos.
7. Eles permitem que o trofoblasto do embrião fique aderido ao epitélio uterino.
8. Células derivadas do citotrofoblasto se fundem para formar o sinciciotrofoblasto.
9. Em adição às causas normais da dor abdominal inferior, tais como apendicite, omédico deve considerar a gravidez ectópica (variedade tubária) como um resultado dadistensão e possível ruptura da tuba uterina contendo o embrião implantado.
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passage: Inicialmente o SG não contém nenhum eco no seu interior e, portanto, é difícildiferenciá-lo do pseudossaco, que é uma coleção de líquido comum em 15% das gestações ectópicas.
Richardson et al.
(2016) utilizam o duplo halo do SG para confirmar a localização da gestação intrauterina, antesda visualização do embrião, excluindo assim a possibilidade de gravidez ectópica (Figura 28.9 B). Muito emboranos dois casos de gravidez ectópica o duplo halo estivesse ausente, isso não afasta a possibilidade de gravidezintrauterina, o que ocorreu em quatro casos. Para predizer a gravidez intrauterina, a sensibilidade do duplo halofoi de 93,9%, especificidade de 100% e acurácia diagnóstica total de 94%; o valor preditivo positivo foi de 100%e o negativo de 33,3%. Em suma, os resultados demonstram que a probabilidade de gestação intrauterina com oduplo halo presente é de 100%. Por outro lado, a probabilidade de uma gravidez ectópica quando o duplo haloestá ausente é de 33,3%.
Figura 28.7 Massa complexa.
Figura 28.8 Gravidez tubária (7 semanas) – ultrassom 3D. SG, saco gestacional. (Clínica de UltrassonografiaBotafogo, RJ.)Tabela 28.2 Diagnóstico da gravidez ectópica à ultrassonografia.
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passage: 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez.
Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal.
3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral.
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passage: 4. Os teratomas sacrococcígeos surgem a partir de remanescentes da linha primitiva. Como as células da linhaprimitiva são pluripotentes (podem dar origem a mais de um órgão ou tecido), os tumores contêm diferentestipos de tecido derivados de todas as três camadas germinativas. Há uma diferença clara na incidência dessestumores em relação ao gênero; eles são de 3 a 4 vezes mais frequentes em mulheres do que em homens.
5. A ultrassonografia endovaginal é uma técnica importante para avaliar a gestação durante a terceira semana,pois o concepto (embrião e as membranas) pode ser visualizado. Por ela é, portanto, possível determinar se oembrião se desenvolve normalmente. Um teste de gravidez negativo na terceira semana não descarta umagestação ectópica, uma vez que gestações ectópicas produzem gonadotrofina coriônica humana em um ritmomais lento do que as gestações intrauterinas. Esse hormônio é o elemento básico dos testes de gravidez.
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passage: • Deficiência mental pode resultar de anormalidades cromossômicas que ocorrem durante a gametogênese,distúrbios metabólicos, uso abusivo materno de álcool, ou infecções ocorridas na vida pré-natal.
Problemas de orientação clínicaCaso 17-1Uma mulher grávida desenvolveu polidrâmnio agudo. Após um exame de ultrassom, o radiologista relatouque o feto tem acrania e meroencefalia.
✹ Quão precocemente a meroencefalia pode ser detectada pelo exame de ultrassonografia?✹ Por que o polidrâmnio é associado a meroencefalia?✹ Quais outras técnicas podem confirmar o diagnóstico de meroencefalia?Caso 17-2Um neonato masculino tem uma grande meningomielocele lombar, que estava coberta com um sacomembranoso delgado. Nos primeiros dias, o saco ulcerou e começou a drenar. Foi detectado um déficitneurológico marcante inferior ao nível do saco.
✹ Qual é a base embriológica deste defeito?✹ Qual é a base do déficit neurológico?✹ Quais as estruturas que provavelmente foram afetadas?Caso 17-3Uma imagem de RM de uma criança com cabeça alargada mostrou dilatação do terceiro ventrículo e dosventrículos laterais.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
30 de 44 29/04/2016 12:23alantoide (Fig. 7-23). Esses cistos geralmente se desfazem, mas eles podem estar associados à onfalocele, aherniação congênita de vísceras na parte proximal do cordão umbilical (Capítulo 11, Fig. 11-23).
FIGURA 7-23Ultrassonografia do cordão umbilical de um embrião de 7 semanas exibindo umcisto da alantoide (nos calibradores).
Gestações múltiplasOs riscos de anomalias cromossômicas e morbidade e mortalidade fetais são maiores em gestações múltiplas queem gestações únicas. Como o número de fetos aumenta, os riscos são progressivamente maiores. Na maioria dospaíses, os nascimentos múltiplos são mais comuns agora devido ao maior acesso às terapias de fertilidade, queincluem indução da ovulação que ocorre quando gonadotrofinas exógenas são administradas às mulheres comproblemas ovulatórios e àquelas que são tratadas para infertilidade por tecnologias de reprodução assistida. NaAmérica do Norte, gêmeos ocorrem normalmente uma vez a cada 85 gestações, trigêmeos aproximadamente umavez a cada 902 gestações, quadrigêmeos uma vez a cada 903 gestações e quíntuplos uma vez a cada 904 gestações.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
---
passage: 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro.
10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos.
Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu.
Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna.
6. Tecidos trofoblásticos.
7. Eles permitem que o trofoblasto do embrião fique aderido ao epitélio uterino.
8. Células derivadas do citotrofoblasto se fundem para formar o sinciciotrofoblasto.
9. Em adição às causas normais da dor abdominal inferior, tais como apendicite, omédico deve considerar a gravidez ectópica (variedade tubária) como um resultado dadistensão e possível ruptura da tuba uterina contendo o embrião implantado.
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passage: Inicialmente o SG não contém nenhum eco no seu interior e, portanto, é difícildiferenciá-lo do pseudossaco, que é uma coleção de líquido comum em 15% das gestações ectópicas.
Richardson et al.
(2016) utilizam o duplo halo do SG para confirmar a localização da gestação intrauterina, antesda visualização do embrião, excluindo assim a possibilidade de gravidez ectópica (Figura 28.9 B). Muito emboranos dois casos de gravidez ectópica o duplo halo estivesse ausente, isso não afasta a possibilidade de gravidezintrauterina, o que ocorreu em quatro casos. Para predizer a gravidez intrauterina, a sensibilidade do duplo halofoi de 93,9%, especificidade de 100% e acurácia diagnóstica total de 94%; o valor preditivo positivo foi de 100%e o negativo de 33,3%. Em suma, os resultados demonstram que a probabilidade de gestação intrauterina com oduplo halo presente é de 100%. Por outro lado, a probabilidade de uma gravidez ectópica quando o duplo haloestá ausente é de 33,3%.
Figura 28.7 Massa complexa.
Figura 28.8 Gravidez tubária (7 semanas) – ultrassom 3D. SG, saco gestacional. (Clínica de UltrassonografiaBotafogo, RJ.)Tabela 28.2 Diagnóstico da gravidez ectópica à ultrassonografia.
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passage: 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez.
Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal.
3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral.
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passage: 4. Os teratomas sacrococcígeos surgem a partir de remanescentes da linha primitiva. Como as células da linhaprimitiva são pluripotentes (podem dar origem a mais de um órgão ou tecido), os tumores contêm diferentestipos de tecido derivados de todas as três camadas germinativas. Há uma diferença clara na incidência dessestumores em relação ao gênero; eles são de 3 a 4 vezes mais frequentes em mulheres do que em homens.
5. A ultrassonografia endovaginal é uma técnica importante para avaliar a gestação durante a terceira semana,pois o concepto (embrião e as membranas) pode ser visualizado. Por ela é, portanto, possível determinar se oembrião se desenvolve normalmente. Um teste de gravidez negativo na terceira semana não descarta umagestação ectópica, uma vez que gestações ectópicas produzem gonadotrofina coriônica humana em um ritmomais lento do que as gestações intrauterinas. Esse hormônio é o elemento básico dos testes de gravidez.
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passage: • Deficiência mental pode resultar de anormalidades cromossômicas que ocorrem durante a gametogênese,distúrbios metabólicos, uso abusivo materno de álcool, ou infecções ocorridas na vida pré-natal.
Problemas de orientação clínicaCaso 17-1Uma mulher grávida desenvolveu polidrâmnio agudo. Após um exame de ultrassom, o radiologista relatouque o feto tem acrania e meroencefalia.
✹ Quão precocemente a meroencefalia pode ser detectada pelo exame de ultrassonografia?✹ Por que o polidrâmnio é associado a meroencefalia?✹ Quais outras técnicas podem confirmar o diagnóstico de meroencefalia?Caso 17-2Um neonato masculino tem uma grande meningomielocele lombar, que estava coberta com um sacomembranoso delgado. Nos primeiros dias, o saco ulcerou e começou a drenar. Foi detectado um déficitneurológico marcante inferior ao nível do saco.
✹ Qual é a base embriológica deste defeito?✹ Qual é a base do déficit neurológico?✹ Quais as estruturas que provavelmente foram afetadas?Caso 17-3Uma imagem de RM de uma criança com cabeça alargada mostrou dilatação do terceiro ventrículo e dosventrículos laterais.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
30 de 44 29/04/2016 12:23alantoide (Fig. 7-23). Esses cistos geralmente se desfazem, mas eles podem estar associados à onfalocele, aherniação congênita de vísceras na parte proximal do cordão umbilical (Capítulo 11, Fig. 11-23).
FIGURA 7-23Ultrassonografia do cordão umbilical de um embrião de 7 semanas exibindo umcisto da alantoide (nos calibradores).
Gestações múltiplasOs riscos de anomalias cromossômicas e morbidade e mortalidade fetais são maiores em gestações múltiplas queem gestações únicas. Como o número de fetos aumenta, os riscos são progressivamente maiores. Na maioria dospaíses, os nascimentos múltiplos são mais comuns agora devido ao maior acesso às terapias de fertilidade, queincluem indução da ovulação que ocorre quando gonadotrofinas exógenas são administradas às mulheres comproblemas ovulatórios e àquelas que são tratadas para infertilidade por tecnologias de reprodução assistida. NaAmérica do Norte, gêmeos ocorrem normalmente uma vez a cada 85 gestações, trigêmeos aproximadamente umavez a cada 902 gestações, quadrigêmeos uma vez a cada 903 gestações e quíntuplos uma vez a cada 904 gestações.
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passage: Problemas de orientação clínicaCaso 7-1Um médico disse a uma mulher grávida que ela apresentava polidrâmnio.
✹ Se você fosse requisitado para explicar o significado dessa condição clínica, qual seria a sua resposta?✹ Que condições estão frequentemente associadas ao polidrâmnio?✹ Explique por que o polidrâmnio ocorre e como é identificado.
Caso 7-2Uma paciente com uma irmã gêmea (dizigótica) perguntou ao seu médico se a formação de gêmeos acontece emfamílias.
✹ A idade materna é um fator?✹ Existe diferença na incidência da formação de gêmeos monozigóticos e de gêmeos dizigóticos?Caso 7-3Um patologista observou que um cordão umbilical tinha somente uma artéria umbilical.
✹ Quão frequentemente ocorre essa anomalia?✹ Que tipos de defeitos ao nascimento poderiam estar associados a essa condição?Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
42 de 44 29/04/2016 12:23vilosidade coriônica e de cromossomo revelou que os gêmeos eram, provavelmente, do sexo feminino. Ao nascimento, osgêmeos eram de sexos diferentes.
✹ Como esse erro pode ter ocorrido?Caso 7-5Um exame ultrassonográfico de uma mulher grávida durante o segundo trimestre revelou bandas amnióticasmúltiplas associadas ao feto.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro.
10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos.
Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu.
Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna.
6. Tecidos trofoblásticos.
7. Eles permitem que o trofoblasto do embrião fique aderido ao epitélio uterino.
8. Células derivadas do citotrofoblasto se fundem para formar o sinciciotrofoblasto.
9. Em adição às causas normais da dor abdominal inferior, tais como apendicite, omédico deve considerar a gravidez ectópica (variedade tubária) como um resultado dadistensão e possível ruptura da tuba uterina contendo o embrião implantado.
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passage: Inicialmente o SG não contém nenhum eco no seu interior e, portanto, é difícildiferenciá-lo do pseudossaco, que é uma coleção de líquido comum em 15% das gestações ectópicas.
Richardson et al.
(2016) utilizam o duplo halo do SG para confirmar a localização da gestação intrauterina, antesda visualização do embrião, excluindo assim a possibilidade de gravidez ectópica (Figura 28.9 B). Muito emboranos dois casos de gravidez ectópica o duplo halo estivesse ausente, isso não afasta a possibilidade de gravidezintrauterina, o que ocorreu em quatro casos. Para predizer a gravidez intrauterina, a sensibilidade do duplo halofoi de 93,9%, especificidade de 100% e acurácia diagnóstica total de 94%; o valor preditivo positivo foi de 100%e o negativo de 33,3%. Em suma, os resultados demonstram que a probabilidade de gestação intrauterina com oduplo halo presente é de 100%. Por outro lado, a probabilidade de uma gravidez ectópica quando o duplo haloestá ausente é de 33,3%.
Figura 28.7 Massa complexa.
Figura 28.8 Gravidez tubária (7 semanas) – ultrassom 3D. SG, saco gestacional. (Clínica de UltrassonografiaBotafogo, RJ.)Tabela 28.2 Diagnóstico da gravidez ectópica à ultrassonografia.
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passage: 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez.
Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal.
3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral.
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passage: 4. Os teratomas sacrococcígeos surgem a partir de remanescentes da linha primitiva. Como as células da linhaprimitiva são pluripotentes (podem dar origem a mais de um órgão ou tecido), os tumores contêm diferentestipos de tecido derivados de todas as três camadas germinativas. Há uma diferença clara na incidência dessestumores em relação ao gênero; eles são de 3 a 4 vezes mais frequentes em mulheres do que em homens.
5. A ultrassonografia endovaginal é uma técnica importante para avaliar a gestação durante a terceira semana,pois o concepto (embrião e as membranas) pode ser visualizado. Por ela é, portanto, possível determinar se oembrião se desenvolve normalmente. Um teste de gravidez negativo na terceira semana não descarta umagestação ectópica, uma vez que gestações ectópicas produzem gonadotrofina coriônica humana em um ritmomais lento do que as gestações intrauterinas. Esse hormônio é o elemento básico dos testes de gravidez.
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passage: • Deficiência mental pode resultar de anormalidades cromossômicas que ocorrem durante a gametogênese,distúrbios metabólicos, uso abusivo materno de álcool, ou infecções ocorridas na vida pré-natal.
Problemas de orientação clínicaCaso 17-1Uma mulher grávida desenvolveu polidrâmnio agudo. Após um exame de ultrassom, o radiologista relatouque o feto tem acrania e meroencefalia.
✹ Quão precocemente a meroencefalia pode ser detectada pelo exame de ultrassonografia?✹ Por que o polidrâmnio é associado a meroencefalia?✹ Quais outras técnicas podem confirmar o diagnóstico de meroencefalia?Caso 17-2Um neonato masculino tem uma grande meningomielocele lombar, que estava coberta com um sacomembranoso delgado. Nos primeiros dias, o saco ulcerou e começou a drenar. Foi detectado um déficitneurológico marcante inferior ao nível do saco.
✹ Qual é a base embriológica deste defeito?✹ Qual é a base do déficit neurológico?✹ Quais as estruturas que provavelmente foram afetadas?Caso 17-3Uma imagem de RM de uma criança com cabeça alargada mostrou dilatação do terceiro ventrículo e dosventrículos laterais.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
30 de 44 29/04/2016 12:23alantoide (Fig. 7-23). Esses cistos geralmente se desfazem, mas eles podem estar associados à onfalocele, aherniação congênita de vísceras na parte proximal do cordão umbilical (Capítulo 11, Fig. 11-23).
FIGURA 7-23Ultrassonografia do cordão umbilical de um embrião de 7 semanas exibindo umcisto da alantoide (nos calibradores).
Gestações múltiplasOs riscos de anomalias cromossômicas e morbidade e mortalidade fetais são maiores em gestações múltiplas queem gestações únicas. Como o número de fetos aumenta, os riscos são progressivamente maiores. Na maioria dospaíses, os nascimentos múltiplos são mais comuns agora devido ao maior acesso às terapias de fertilidade, queincluem indução da ovulação que ocorre quando gonadotrofinas exógenas são administradas às mulheres comproblemas ovulatórios e àquelas que são tratadas para infertilidade por tecnologias de reprodução assistida. NaAmérica do Norte, gêmeos ocorrem normalmente uma vez a cada 85 gestações, trigêmeos aproximadamente umavez a cada 902 gestações, quadrigêmeos uma vez a cada 903 gestações e quíntuplos uma vez a cada 904 gestações.
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passage: Problemas de orientação clínicaCaso 7-1Um médico disse a uma mulher grávida que ela apresentava polidrâmnio.
✹ Se você fosse requisitado para explicar o significado dessa condição clínica, qual seria a sua resposta?✹ Que condições estão frequentemente associadas ao polidrâmnio?✹ Explique por que o polidrâmnio ocorre e como é identificado.
Caso 7-2Uma paciente com uma irmã gêmea (dizigótica) perguntou ao seu médico se a formação de gêmeos acontece emfamílias.
✹ A idade materna é um fator?✹ Existe diferença na incidência da formação de gêmeos monozigóticos e de gêmeos dizigóticos?Caso 7-3Um patologista observou que um cordão umbilical tinha somente uma artéria umbilical.
✹ Quão frequentemente ocorre essa anomalia?✹ Que tipos de defeitos ao nascimento poderiam estar associados a essa condição?Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
42 de 44 29/04/2016 12:23vilosidade coriônica e de cromossomo revelou que os gêmeos eram, provavelmente, do sexo feminino. Ao nascimento, osgêmeos eram de sexos diferentes.
✹ Como esse erro pode ter ocorrido?Caso 7-5Um exame ultrassonográfico de uma mulher grávida durante o segundo trimestre revelou bandas amnióticasmúltiplas associadas ao feto.
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passage: . Além disso, o uso de DIU também pode provocar uma gravidez ectópica, na qual o embrião se desenvolve nas trompas, colocando em risco não só a gestação, mas também os órgão reprodutores da mulher. Entenda melhor o que é esta complicação. Assim, para diminuir as chances de surgirem estas complicações é aconselhado consultar o mais rápido possível o ginecologista para confirmar as suspeitas de gravidez e remover o DIU, caso seja necessário.
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passage: 3. A informação sobr ea data de início de uma gestação pode não ser confiável, pois depende da paciente lembrarde um evento (última menstruação) que ocorreu de 2 a 3 meses antes. Além disso, ela pode ter tido umsangramento de escape na época do seu último período menstrual normal e pode ter pensado que era umamenstruação leve. A ultrassonografia endovaginal é confiável para estimar a data provável do início deuma gestação e a idade embrionária.
4. Tomar um comprimido para dormir pode não prejudicar o embrião, mas um médico deve ser consultadosobre qualquer medicação. Para causar defeitos graves nos membros, um fármaco teratogênico conhecidoteria que agir durante o período crítico de desenvolvimento dos membros (24-36 dias após a fecundação). Osteratógenos interferem na diferenciação dos tecidos e dos órgãos, muitas vezes perturbando ouinterrompendo o desenvolvimento do embrião.
Capítulo 61. Os médicos nem sempre podem contar com informações sobre o momento do último período menstrualnormal fornecidas por suas pacientes, especialmente nos casos em que a determinação da data da fecundaçãoEmbriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
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passage: 9. A introdução de mais de um embrião dentro da tuba da mulher é normalmente feitaporque a chance de que um único embrião implantado sobreviva até o momento do partoimplantados sem a inconveniência e custo da obtenção de novos ovócitos da mãe e pode-se fertilizá-los in vitro.
10. Nos casos de incompatibilidade entre o espermatozoide e o óvulo, motilidadeinsuficiente do espermatozoide ou receptores de espermatozoides deficientes na zona, aintrodução do espermatozoide diretamente ou próximo ao ovócito pode ultrapassar umponto fraco na sequência reprodutiva dos eventos.
Ela teve uma gravidez ectópica em sua tuba uterina direita. Com o rápido aumento dotamanho do embrião e de suas estruturas extraembrionárias, essa tuba se rompeu.
Questões de Revisão1. D2. E3. A4. C5. O próprio corpo embrionário surge a partir da massa celular interna.
6. Tecidos trofoblásticos.
7. Eles permitem que o trofoblasto do embrião fique aderido ao epitélio uterino.
8. Células derivadas do citotrofoblasto se fundem para formar o sinciciotrofoblasto.
9. Em adição às causas normais da dor abdominal inferior, tais como apendicite, omédico deve considerar a gravidez ectópica (variedade tubária) como um resultado dadistensão e possível ruptura da tuba uterina contendo o embrião implantado.
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passage: Inicialmente o SG não contém nenhum eco no seu interior e, portanto, é difícildiferenciá-lo do pseudossaco, que é uma coleção de líquido comum em 15% das gestações ectópicas.
Richardson et al.
(2016) utilizam o duplo halo do SG para confirmar a localização da gestação intrauterina, antesda visualização do embrião, excluindo assim a possibilidade de gravidez ectópica (Figura 28.9 B). Muito emboranos dois casos de gravidez ectópica o duplo halo estivesse ausente, isso não afasta a possibilidade de gravidezintrauterina, o que ocorreu em quatro casos. Para predizer a gravidez intrauterina, a sensibilidade do duplo halofoi de 93,9%, especificidade de 100% e acurácia diagnóstica total de 94%; o valor preditivo positivo foi de 100%e o negativo de 33,3%. Em suma, os resultados demonstram que a probabilidade de gestação intrauterina com oduplo halo presente é de 100%. Por outro lado, a probabilidade de uma gravidez ectópica quando o duplo haloestá ausente é de 33,3%.
Figura 28.7 Massa complexa.
Figura 28.8 Gravidez tubária (7 semanas) – ultrassom 3D. SG, saco gestacional. (Clínica de UltrassonografiaBotafogo, RJ.)Tabela 28.2 Diagnóstico da gravidez ectópica à ultrassonografia.
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passage: 2. Um teste de radioimunoensaio altamente sensível provavelmente indicaria que a mulher estava grávida. Apresença de tecido embrionário e/ou coriônico nos restos endometriais seria um sinal absoluto de gravidez.
Cinco dias após a data da menstruação esperada (cerca de 5 semanas após o último período menstrualnormal), o embrião estaria na terceira semana do seu desenvolvimento. O embriãoteria aproximadamente2 mm de diâmetro e poderia ser detectado com técnicas de ultrassonografia transvaginal.
3. O sistema nervoso central (encéfalo e medula espinal) começa a se desenvolver durante a terceira semanaembrionária. A meroencefalia, na qual a maior parte do encéfalo e do crânio estão ausentes, pode serresultado da ação de teratógenos ambientais durante a terceira semana de desenvolvimento. Esse gravedefeito do encéfalo ocorre por causa da falha no desenvolvimento normal da parte cranial do tubo neural, aqual geralmente resulta de um não fechamento do neuroporo rostral.
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passage: 4. Os teratomas sacrococcígeos surgem a partir de remanescentes da linha primitiva. Como as células da linhaprimitiva são pluripotentes (podem dar origem a mais de um órgão ou tecido), os tumores contêm diferentestipos de tecido derivados de todas as três camadas germinativas. Há uma diferença clara na incidência dessestumores em relação ao gênero; eles são de 3 a 4 vezes mais frequentes em mulheres do que em homens.
5. A ultrassonografia endovaginal é uma técnica importante para avaliar a gestação durante a terceira semana,pois o concepto (embrião e as membranas) pode ser visualizado. Por ela é, portanto, possível determinar se oembrião se desenvolve normalmente. Um teste de gravidez negativo na terceira semana não descarta umagestação ectópica, uma vez que gestações ectópicas produzem gonadotrofina coriônica humana em um ritmomais lento do que as gestações intrauterinas. Esse hormônio é o elemento básico dos testes de gravidez.
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passage: • Deficiência mental pode resultar de anormalidades cromossômicas que ocorrem durante a gametogênese,distúrbios metabólicos, uso abusivo materno de álcool, ou infecções ocorridas na vida pré-natal.
Problemas de orientação clínicaCaso 17-1Uma mulher grávida desenvolveu polidrâmnio agudo. Após um exame de ultrassom, o radiologista relatouque o feto tem acrania e meroencefalia.
✹ Quão precocemente a meroencefalia pode ser detectada pelo exame de ultrassonografia?✹ Por que o polidrâmnio é associado a meroencefalia?✹ Quais outras técnicas podem confirmar o diagnóstico de meroencefalia?Caso 17-2Um neonato masculino tem uma grande meningomielocele lombar, que estava coberta com um sacomembranoso delgado. Nos primeiros dias, o saco ulcerou e começou a drenar. Foi detectado um déficitneurológico marcante inferior ao nível do saco.
✹ Qual é a base embriológica deste defeito?✹ Qual é a base do déficit neurológico?✹ Quais as estruturas que provavelmente foram afetadas?Caso 17-3Uma imagem de RM de uma criança com cabeça alargada mostrou dilatação do terceiro ventrículo e dosventrículos laterais.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
30 de 44 29/04/2016 12:23alantoide (Fig. 7-23). Esses cistos geralmente se desfazem, mas eles podem estar associados à onfalocele, aherniação congênita de vísceras na parte proximal do cordão umbilical (Capítulo 11, Fig. 11-23).
FIGURA 7-23Ultrassonografia do cordão umbilical de um embrião de 7 semanas exibindo umcisto da alantoide (nos calibradores).
Gestações múltiplasOs riscos de anomalias cromossômicas e morbidade e mortalidade fetais são maiores em gestações múltiplas queem gestações únicas. Como o número de fetos aumenta, os riscos são progressivamente maiores. Na maioria dospaíses, os nascimentos múltiplos são mais comuns agora devido ao maior acesso às terapias de fertilidade, queincluem indução da ovulação que ocorre quando gonadotrofinas exógenas são administradas às mulheres comproblemas ovulatórios e àquelas que são tratadas para infertilidade por tecnologias de reprodução assistida. NaAmérica do Norte, gêmeos ocorrem normalmente uma vez a cada 85 gestações, trigêmeos aproximadamente umavez a cada 902 gestações, quadrigêmeos uma vez a cada 903 gestações e quíntuplos uma vez a cada 904 gestações.
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passage: Problemas de orientação clínicaCaso 7-1Um médico disse a uma mulher grávida que ela apresentava polidrâmnio.
✹ Se você fosse requisitado para explicar o significado dessa condição clínica, qual seria a sua resposta?✹ Que condições estão frequentemente associadas ao polidrâmnio?✹ Explique por que o polidrâmnio ocorre e como é identificado.
Caso 7-2Uma paciente com uma irmã gêmea (dizigótica) perguntou ao seu médico se a formação de gêmeos acontece emfamílias.
✹ A idade materna é um fator?✹ Existe diferença na incidência da formação de gêmeos monozigóticos e de gêmeos dizigóticos?Caso 7-3Um patologista observou que um cordão umbilical tinha somente uma artéria umbilical.
✹ Quão frequentemente ocorre essa anomalia?✹ Que tipos de defeitos ao nascimento poderiam estar associados a essa condição?Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
42 de 44 29/04/2016 12:23vilosidade coriônica e de cromossomo revelou que os gêmeos eram, provavelmente, do sexo feminino. Ao nascimento, osgêmeos eram de sexos diferentes.
✹ Como esse erro pode ter ocorrido?Caso 7-5Um exame ultrassonográfico de uma mulher grávida durante o segundo trimestre revelou bandas amnióticasmúltiplas associadas ao feto.
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passage: . Além disso, o uso de DIU também pode provocar uma gravidez ectópica, na qual o embrião se desenvolve nas trompas, colocando em risco não só a gestação, mas também os órgão reprodutores da mulher. Entenda melhor o que é esta complicação. Assim, para diminuir as chances de surgirem estas complicações é aconselhado consultar o mais rápido possível o ginecologista para confirmar as suspeitas de gravidez e remover o DIU, caso seja necessário.
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passage: 2. A implantação é regulada por um delicado equilíbrio entre estrogênio e progesterona. As grandes doses deestrogênio iriam perturbar esse equilíbrio. A progesterona faz com que o endométrio cresça mais espesso emais vascularizado para que o blastocisto possa incorporar-se e ser nutrido adequadamente. Quandoa mídiase referem à “pílula do aborto”, geralmente estão se referindo a RU486 (mifepristona). Esse fármaco interferena implantação do blastocisto, bloqueando a produção de progesterona pelo corpo lúteo. A gestação pode serdetectada no fina lda segunda semana após a fecundação usando testes de gravidez altamente sensíveis. Amaioria dos testes depende da presença de um fator gestacional precoce no soro materno. A gravidez precocetambém pode ser detectada por ultrassonografia.
3. Mais de 95% das gestações ectópicas estão na tuba uterina, e 60% delas são na ampola da tuba. Aultrassonografia endovaginal é geralmente utilizada para detectar as gestações tubárias ectópicas. Ocirurgião provavelmente executará uma cirurgia laparoscópica para remover a tuba uterina contendo oconcepto ectópico.
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Olá! Entendo a sua preocupação e a confusão que essa situação está gerando na sua família. É importante abordar essa questão com cautela e, acima de tudo, com empatia pela sua irmã.
Vamos por partes. Uma gravidez ectópica, como a que ela mencionou, ocorre quando o embrião se implanta fora do útero, geralmente nas trompas de Falópio. Essa condição é séria e exige atenção médica imediata, pois o crescimento do embrião pode levar à ruptura da trompa, causando hemorragia interna e colocando a vida da sua irmã em risco. Em uma gravidez ectópica não é possível ter um embrião se desenvolvendo no útero ao mesmo tempo, pois é uma condição que impede a evolução da gravidez.
É importante ressaltar que, em alguns casos raros, pode ocorrer o que chamamos de "gravidez heterotópica", que é a coexistência de uma gravidez ectópica e uma gravidez intrauterina (dentro do útero) ao mesmo tempo. No entanto, essa condição é extremamente rara, principalmente em gestações espontâneas, e geralmente está associada a tratamentos de fertilização in vitro, nos quais múltiplos embriões são transferidos para o útero. Mesmo nesses casos, a gravidez ectópica geralmente precisa ser tratada para garantir a segurança da gestante.
Em relação ao tempo de gestação, é comum que a data da última menstruação não seja uma informação totalmente precisa, pois nem sempre a mulher se lembra com exatidão ou pode ter tido sangramentos que confundiu com menstruação. A ultrassonografia, principalmente a endovaginal no início da gestação, é o método mais confiável para determinar a idade gestacional.
Considerando tudo isso, a situação descrita pela sua irmã parece, de fato, incomum e pouco provável do ponto de vista médico. É fundamental que ela procure acompanhamento médico adequado para confirmar ou descartar a gravidez, determinar a sua localização (se intra ou extrauterina) e estimar a idade gestacional com precisão.
Diante da relutância da sua irmã em permitir que alguém a acompanhe, e considerando a possibilidade de informações conflitantes, é importante considerar a possibilidade de que ela possa estar enfrentando dificuldades emocionais ou psicológicas. Nesses casos, o apoio da família e amigos é fundamental para encorajá-la a buscar ajuda profissional, tanto médica quanto psicológica. Uma conversa aberta e sincera, expressando sua preocupação e oferecendo seu apoio incondicional, pode ser o primeiro passo para ajudá-la a lidar com essa situação.
Lembre-se que o mais importante é garantir a saúde e o bem-estar da sua irmã, seja confirmando a gravidez e oferecendo o apoio necessário, seja auxiliando-a a buscar ajuda para lidar com
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Quem já fez o tratamento para remover as verrugas corre o risco de tê-las novamente?
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Olá! Sim, corre o risco. O papilomavírus humano (HPV) é a infecção sexualmente transmissível (DST) mais comum. Mesmo sem lesões ativas, as pessoas portadoras podem infectar outros indivíduos através do contato sexual. O principal sinal visível são as verrugas, conhecidas como condiloma acuminado, que podem aparecer nos órgãos genitais, na pele perianal e nas áreas circundantes. Além disso, podem causar displasias, que são alterações teciduais invisíveis, e essas lesões também podem levar ao câncer. A ocorrência dessas lesões em outras regiões do corpo é possível, mas não habitual. Não há cura para o vírus e, embora as verrugas possam desaparecer por conta própria em alguns casos, o tratamento visa eliminar as verrugas por meio de medicação, cauterização ou cirurgia. Uma vacina que previne os variados tipos de HPV é distribuída pelo SUS para meninos entre 11 e 15 anos e meninas entre 9 e 14 anos, preferencialmente antes de iniciarem a vida sexual.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: O estudo PEACH, também, revelou maior chance de recorrên-cia em jovens. Adolescentes participantes do estudo desenvolve-ram recorrência em um tempo menor que mulheres adultas, bem como apresentaram risco cinco vezes maior de relatar dor pélvica crônica em 7 anos após serem diagnosticadas com DIP .(7)Outro fator de risco conhecido para DIP é história passada ou atual de IST. Pessoas com infecção por clamídia, micoplasmas e/ou gonococo na cérvice uterina têm maior chance de desenvolver essa infecção no trato genital superior.(8) A infecção por Chlamydia trachomatis promove a possibilidade de desenvolver infecção do trato genital superior a partir de cervicite em até 30% dos casos. Pacientes com salpingite prévia têm uma chance aumentada em 23% de desenvolver um novo episódio infeccioso.(9)Também como fator importante, o uso de dispositivos intrau-terinos (DIU) pode representar um risco três a cinco vezes maior para o desenvolvimento de DIP , se a paciente for portadora de cer-vicite, mas desde que não apresente tal situação, foi demonstrado que tal risco não se justi/f_i ca.(10)Com relação aos agentes etiológicos, a maioria dos casos é po-limicrobiano, fato importante na decisão do manejo terapêutico.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: O estudo PEACH, também, revelou maior chance de recorrên-cia em jovens. Adolescentes participantes do estudo desenvolve-ram recorrência em um tempo menor que mulheres adultas, bem como apresentaram risco cinco vezes maior de relatar dor pélvica crônica em 7 anos após serem diagnosticadas com DIP .(7)Outro fator de risco conhecido para DIP é história passada ou atual de IST. Pessoas com infecção por clamídia, micoplasmas e/ou gonococo na cérvice uterina têm maior chance de desenvolver essa infecção no trato genital superior.(8) A infecção por Chlamydia trachomatis promove a possibilidade de desenvolver infecção do trato genital superior a partir de cervicite em até 30% dos casos. Pacientes com salpingite prévia têm uma chance aumentada em 23% de desenvolver um novo episódio infeccioso.(9)Também como fator importante, o uso de dispositivos intrau-terinos (DIU) pode representar um risco três a cinco vezes maior para o desenvolvimento de DIP , se a paciente for portadora de cer-vicite, mas desde que não apresente tal situação, foi demonstrado que tal risco não se justi/f_i ca.(10)Com relação aos agentes etiológicos, a maioria dos casos é po-limicrobiano, fato importante na decisão do manejo terapêutico.
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passage: ■ ConsentimentoA colporrafia anterior apresenta baixas taxas de complicação. Entre as complicações encontra-das, uma das mais comuns é a recorrência do defeito de parede vaginal anterior. Há vários fatores que aumentam esse risco. Entre esses estão dimensão do defeito original e número de outros compartimentos pélvicos com pro-lapso. Além de recorrência do prolapso, tem-se observado dispareunia pós-operatória. Com menor frequência, hemorragia grave e cistos-tomia podem complicar o procedimento.
Para reparo transvaginal de prolapso de ór-gão pélvico, o uso de tela sintética é controverso e, recentemente, a FDA (2011) publicou um comunicado de segurança. Foram listados os riscos conhecidos, incluindo erosão, infecção, dor crônica, dispareunia, perfuração de órgão e problemas urinários. Além disso, observou-se que no processo de consentimento a paciente deve ser informada sobre esses riscos, sobre a possível necessidade de cirurgia adicional em razão de complicações relacionadas com a tela e sobre a irreversibilidade potencial de tais com-plicações em um pequeno número de casos.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: O estudo PEACH, também, revelou maior chance de recorrên-cia em jovens. Adolescentes participantes do estudo desenvolve-ram recorrência em um tempo menor que mulheres adultas, bem como apresentaram risco cinco vezes maior de relatar dor pélvica crônica em 7 anos após serem diagnosticadas com DIP .(7)Outro fator de risco conhecido para DIP é história passada ou atual de IST. Pessoas com infecção por clamídia, micoplasmas e/ou gonococo na cérvice uterina têm maior chance de desenvolver essa infecção no trato genital superior.(8) A infecção por Chlamydia trachomatis promove a possibilidade de desenvolver infecção do trato genital superior a partir de cervicite em até 30% dos casos. Pacientes com salpingite prévia têm uma chance aumentada em 23% de desenvolver um novo episódio infeccioso.(9)Também como fator importante, o uso de dispositivos intrau-terinos (DIU) pode representar um risco três a cinco vezes maior para o desenvolvimento de DIP , se a paciente for portadora de cer-vicite, mas desde que não apresente tal situação, foi demonstrado que tal risco não se justi/f_i ca.(10)Com relação aos agentes etiológicos, a maioria dos casos é po-limicrobiano, fato importante na decisão do manejo terapêutico.
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passage: ■ ConsentimentoA colporrafia anterior apresenta baixas taxas de complicação. Entre as complicações encontra-das, uma das mais comuns é a recorrência do defeito de parede vaginal anterior. Há vários fatores que aumentam esse risco. Entre esses estão dimensão do defeito original e número de outros compartimentos pélvicos com pro-lapso. Além de recorrência do prolapso, tem-se observado dispareunia pós-operatória. Com menor frequência, hemorragia grave e cistos-tomia podem complicar o procedimento.
Para reparo transvaginal de prolapso de ór-gão pélvico, o uso de tela sintética é controverso e, recentemente, a FDA (2011) publicou um comunicado de segurança. Foram listados os riscos conhecidos, incluindo erosão, infecção, dor crônica, dispareunia, perfuração de órgão e problemas urinários. Além disso, observou-se que no processo de consentimento a paciente deve ser informada sobre esses riscos, sobre a possível necessidade de cirurgia adicional em razão de complicações relacionadas com a tela e sobre a irreversibilidade potencial de tais com-plicações em um pequeno número de casos.
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passage: Manejo da Infecção clínica (condiloma) durante a gesta-ção: há várias opções de tratamento, porém as taxas de recidivas são elevadas. Embora a regressão espontânea dos condilomas acu-minados ocorra em 30% a 60% dos casos, recomenda-se o trata -mento dessas lesões devido à elevada transmissibilidade. A escolha do tipo de tratamento dependerá da localização e da extensão das lesões, porém, na gestação, as lesões costumam ser mais extensas, limitando as opções de tratamento. Opções terapêuticas para a infecção clínica (verrugas) durante a gestaçãoa. Ácido tricloroacético (ATA) a 80% a 90%: promove destrui -ção dos condilomas pela coagulação química de seu conteúdo proteico. As soluções são muito fluidas, e espalham-se rapida -mente, sendo importante ressaltar que sempre deve ser aplica-do pelo profissional de saúde tomando os devidos cuidados e precauções para prevenir ou minimizar queimaduras nas áreas adjacentes às lesões.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: O estudo PEACH, também, revelou maior chance de recorrên-cia em jovens. Adolescentes participantes do estudo desenvolve-ram recorrência em um tempo menor que mulheres adultas, bem como apresentaram risco cinco vezes maior de relatar dor pélvica crônica em 7 anos após serem diagnosticadas com DIP .(7)Outro fator de risco conhecido para DIP é história passada ou atual de IST. Pessoas com infecção por clamídia, micoplasmas e/ou gonococo na cérvice uterina têm maior chance de desenvolver essa infecção no trato genital superior.(8) A infecção por Chlamydia trachomatis promove a possibilidade de desenvolver infecção do trato genital superior a partir de cervicite em até 30% dos casos. Pacientes com salpingite prévia têm uma chance aumentada em 23% de desenvolver um novo episódio infeccioso.(9)Também como fator importante, o uso de dispositivos intrau-terinos (DIU) pode representar um risco três a cinco vezes maior para o desenvolvimento de DIP , se a paciente for portadora de cer-vicite, mas desde que não apresente tal situação, foi demonstrado que tal risco não se justi/f_i ca.(10)Com relação aos agentes etiológicos, a maioria dos casos é po-limicrobiano, fato importante na decisão do manejo terapêutico.
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passage: ■ ConsentimentoA colporrafia anterior apresenta baixas taxas de complicação. Entre as complicações encontra-das, uma das mais comuns é a recorrência do defeito de parede vaginal anterior. Há vários fatores que aumentam esse risco. Entre esses estão dimensão do defeito original e número de outros compartimentos pélvicos com pro-lapso. Além de recorrência do prolapso, tem-se observado dispareunia pós-operatória. Com menor frequência, hemorragia grave e cistos-tomia podem complicar o procedimento.
Para reparo transvaginal de prolapso de ór-gão pélvico, o uso de tela sintética é controverso e, recentemente, a FDA (2011) publicou um comunicado de segurança. Foram listados os riscos conhecidos, incluindo erosão, infecção, dor crônica, dispareunia, perfuração de órgão e problemas urinários. Além disso, observou-se que no processo de consentimento a paciente deve ser informada sobre esses riscos, sobre a possível necessidade de cirurgia adicional em razão de complicações relacionadas com a tela e sobre a irreversibilidade potencial de tais com-plicações em um pequeno número de casos.
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passage: Manejo da Infecção clínica (condiloma) durante a gesta-ção: há várias opções de tratamento, porém as taxas de recidivas são elevadas. Embora a regressão espontânea dos condilomas acu-minados ocorra em 30% a 60% dos casos, recomenda-se o trata -mento dessas lesões devido à elevada transmissibilidade. A escolha do tipo de tratamento dependerá da localização e da extensão das lesões, porém, na gestação, as lesões costumam ser mais extensas, limitando as opções de tratamento. Opções terapêuticas para a infecção clínica (verrugas) durante a gestaçãoa. Ácido tricloroacético (ATA) a 80% a 90%: promove destrui -ção dos condilomas pela coagulação química de seu conteúdo proteico. As soluções são muito fluidas, e espalham-se rapida -mente, sendo importante ressaltar que sempre deve ser aplica-do pelo profissional de saúde tomando os devidos cuidados e precauções para prevenir ou minimizar queimaduras nas áreas adjacentes às lesões.
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passage: Em pacientes com incontinência urinária de esforço (real ou potencial), há indicação para operação anti-incontinência concomitan-te. No ensaio CARE ( Colpopexy After Reduc-tion Efforts) concluiu-se que as pacientes sem sintomas de incontinência urinária submetidas à sacrocolpopexia para tratamento de prolapso de parede vaginal anterior até 1 cm do hímen tenham evoluído com incontinência em 24% dos casos. Somente 6% dos que foram subme-tidos a Burch concomitantemente desenvolve-ram incontinência (Brubaker, 2006).
■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer reparo de prolapso, o risco mais importante a longo prazo é a recorrência. O cirurgião deve estar ciente das taxas de recorrência citadas na lite-ratura entre 10 e 15%, assim como do índi-ce de recorrência nos seus registros pessoais. Embora a recorrência de prolapso da cúpula seja rara, é comum haver prolapso de parede anterior ou posterior. A erosão da tela é outra complicação que ocorre em 2 a 5% dos ca-sos e que pode surgir imediatamente após a cirurgia ou anos mais tarde. A erosão da tela geralmente é encontrada na cúpula e é mais comum quando a sacrocolpopexia é realizada concomitantemente a histerectomia.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: O estudo PEACH, também, revelou maior chance de recorrên-cia em jovens. Adolescentes participantes do estudo desenvolve-ram recorrência em um tempo menor que mulheres adultas, bem como apresentaram risco cinco vezes maior de relatar dor pélvica crônica em 7 anos após serem diagnosticadas com DIP .(7)Outro fator de risco conhecido para DIP é história passada ou atual de IST. Pessoas com infecção por clamídia, micoplasmas e/ou gonococo na cérvice uterina têm maior chance de desenvolver essa infecção no trato genital superior.(8) A infecção por Chlamydia trachomatis promove a possibilidade de desenvolver infecção do trato genital superior a partir de cervicite em até 30% dos casos. Pacientes com salpingite prévia têm uma chance aumentada em 23% de desenvolver um novo episódio infeccioso.(9)Também como fator importante, o uso de dispositivos intrau-terinos (DIU) pode representar um risco três a cinco vezes maior para o desenvolvimento de DIP , se a paciente for portadora de cer-vicite, mas desde que não apresente tal situação, foi demonstrado que tal risco não se justi/f_i ca.(10)Com relação aos agentes etiológicos, a maioria dos casos é po-limicrobiano, fato importante na decisão do manejo terapêutico.
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passage: ■ ConsentimentoA colporrafia anterior apresenta baixas taxas de complicação. Entre as complicações encontra-das, uma das mais comuns é a recorrência do defeito de parede vaginal anterior. Há vários fatores que aumentam esse risco. Entre esses estão dimensão do defeito original e número de outros compartimentos pélvicos com pro-lapso. Além de recorrência do prolapso, tem-se observado dispareunia pós-operatória. Com menor frequência, hemorragia grave e cistos-tomia podem complicar o procedimento.
Para reparo transvaginal de prolapso de ór-gão pélvico, o uso de tela sintética é controverso e, recentemente, a FDA (2011) publicou um comunicado de segurança. Foram listados os riscos conhecidos, incluindo erosão, infecção, dor crônica, dispareunia, perfuração de órgão e problemas urinários. Além disso, observou-se que no processo de consentimento a paciente deve ser informada sobre esses riscos, sobre a possível necessidade de cirurgia adicional em razão de complicações relacionadas com a tela e sobre a irreversibilidade potencial de tais com-plicações em um pequeno número de casos.
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passage: Manejo da Infecção clínica (condiloma) durante a gesta-ção: há várias opções de tratamento, porém as taxas de recidivas são elevadas. Embora a regressão espontânea dos condilomas acu-minados ocorra em 30% a 60% dos casos, recomenda-se o trata -mento dessas lesões devido à elevada transmissibilidade. A escolha do tipo de tratamento dependerá da localização e da extensão das lesões, porém, na gestação, as lesões costumam ser mais extensas, limitando as opções de tratamento. Opções terapêuticas para a infecção clínica (verrugas) durante a gestaçãoa. Ácido tricloroacético (ATA) a 80% a 90%: promove destrui -ção dos condilomas pela coagulação química de seu conteúdo proteico. As soluções são muito fluidas, e espalham-se rapida -mente, sendo importante ressaltar que sempre deve ser aplica-do pelo profissional de saúde tomando os devidos cuidados e precauções para prevenir ou minimizar queimaduras nas áreas adjacentes às lesões.
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passage: Em pacientes com incontinência urinária de esforço (real ou potencial), há indicação para operação anti-incontinência concomitan-te. No ensaio CARE ( Colpopexy After Reduc-tion Efforts) concluiu-se que as pacientes sem sintomas de incontinência urinária submetidas à sacrocolpopexia para tratamento de prolapso de parede vaginal anterior até 1 cm do hímen tenham evoluído com incontinência em 24% dos casos. Somente 6% dos que foram subme-tidos a Burch concomitantemente desenvolve-ram incontinência (Brubaker, 2006).
■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer reparo de prolapso, o risco mais importante a longo prazo é a recorrência. O cirurgião deve estar ciente das taxas de recorrência citadas na lite-ratura entre 10 e 15%, assim como do índi-ce de recorrência nos seus registros pessoais. Embora a recorrência de prolapso da cúpula seja rara, é comum haver prolapso de parede anterior ou posterior. A erosão da tela é outra complicação que ocorre em 2 a 5% dos ca-sos e que pode surgir imediatamente após a cirurgia ou anos mais tarde. A erosão da tela geralmente é encontrada na cúpula e é mais comum quando a sacrocolpopexia é realizada concomitantemente a histerectomia.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: O estudo PEACH, também, revelou maior chance de recorrên-cia em jovens. Adolescentes participantes do estudo desenvolve-ram recorrência em um tempo menor que mulheres adultas, bem como apresentaram risco cinco vezes maior de relatar dor pélvica crônica em 7 anos após serem diagnosticadas com DIP .(7)Outro fator de risco conhecido para DIP é história passada ou atual de IST. Pessoas com infecção por clamídia, micoplasmas e/ou gonococo na cérvice uterina têm maior chance de desenvolver essa infecção no trato genital superior.(8) A infecção por Chlamydia trachomatis promove a possibilidade de desenvolver infecção do trato genital superior a partir de cervicite em até 30% dos casos. Pacientes com salpingite prévia têm uma chance aumentada em 23% de desenvolver um novo episódio infeccioso.(9)Também como fator importante, o uso de dispositivos intrau-terinos (DIU) pode representar um risco três a cinco vezes maior para o desenvolvimento de DIP , se a paciente for portadora de cer-vicite, mas desde que não apresente tal situação, foi demonstrado que tal risco não se justi/f_i ca.(10)Com relação aos agentes etiológicos, a maioria dos casos é po-limicrobiano, fato importante na decisão do manejo terapêutico.
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passage: ■ ConsentimentoA colporrafia anterior apresenta baixas taxas de complicação. Entre as complicações encontra-das, uma das mais comuns é a recorrência do defeito de parede vaginal anterior. Há vários fatores que aumentam esse risco. Entre esses estão dimensão do defeito original e número de outros compartimentos pélvicos com pro-lapso. Além de recorrência do prolapso, tem-se observado dispareunia pós-operatória. Com menor frequência, hemorragia grave e cistos-tomia podem complicar o procedimento.
Para reparo transvaginal de prolapso de ór-gão pélvico, o uso de tela sintética é controverso e, recentemente, a FDA (2011) publicou um comunicado de segurança. Foram listados os riscos conhecidos, incluindo erosão, infecção, dor crônica, dispareunia, perfuração de órgão e problemas urinários. Além disso, observou-se que no processo de consentimento a paciente deve ser informada sobre esses riscos, sobre a possível necessidade de cirurgia adicional em razão de complicações relacionadas com a tela e sobre a irreversibilidade potencial de tais com-plicações em um pequeno número de casos.
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passage: Manejo da Infecção clínica (condiloma) durante a gesta-ção: há várias opções de tratamento, porém as taxas de recidivas são elevadas. Embora a regressão espontânea dos condilomas acu-minados ocorra em 30% a 60% dos casos, recomenda-se o trata -mento dessas lesões devido à elevada transmissibilidade. A escolha do tipo de tratamento dependerá da localização e da extensão das lesões, porém, na gestação, as lesões costumam ser mais extensas, limitando as opções de tratamento. Opções terapêuticas para a infecção clínica (verrugas) durante a gestaçãoa. Ácido tricloroacético (ATA) a 80% a 90%: promove destrui -ção dos condilomas pela coagulação química de seu conteúdo proteico. As soluções são muito fluidas, e espalham-se rapida -mente, sendo importante ressaltar que sempre deve ser aplica-do pelo profissional de saúde tomando os devidos cuidados e precauções para prevenir ou minimizar queimaduras nas áreas adjacentes às lesões.
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passage: Em pacientes com incontinência urinária de esforço (real ou potencial), há indicação para operação anti-incontinência concomitan-te. No ensaio CARE ( Colpopexy After Reduc-tion Efforts) concluiu-se que as pacientes sem sintomas de incontinência urinária submetidas à sacrocolpopexia para tratamento de prolapso de parede vaginal anterior até 1 cm do hímen tenham evoluído com incontinência em 24% dos casos. Somente 6% dos que foram subme-tidos a Burch concomitantemente desenvolve-ram incontinência (Brubaker, 2006).
■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer reparo de prolapso, o risco mais importante a longo prazo é a recorrência. O cirurgião deve estar ciente das taxas de recorrência citadas na lite-ratura entre 10 e 15%, assim como do índi-ce de recorrência nos seus registros pessoais. Embora a recorrência de prolapso da cúpula seja rara, é comum haver prolapso de parede anterior ou posterior. A erosão da tela é outra complicação que ocorre em 2 a 5% dos ca-sos e que pode surgir imediatamente após a cirurgia ou anos mais tarde. A erosão da tela geralmente é encontrada na cúpula e é mais comum quando a sacrocolpopexia é realizada concomitantemente a histerectomia.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: O Enterobius vermicularis , também conhecido como oxi-úro, pode ser fonte de prurido vulvar intenso, em especial à noite. O prurido noturno resulta de infestação intestinal por esses vermes de 1 cm de comprimento, filiformes brancos, que costumam sair pelo ânus à noite (Pierce, 1992; Zeiguer, 1993). À inspeção dessa região com uma lanterna à noite, enquanto a criança estiver dormindo, permite aos pais identificar ver-mes na região perianal. O teste da fita gomada requer a pressão de um pedaço de fita gomada na área perianal pela manhã, com fixação da fita em uma lâmina e visualização dos ovos ao microscópio. O tratamento consiste em mebendazol, 100 mg, VO, dose única, a ser repetida uma semana depois.
■ Leucorreia fisiológicaEm geral, a leucorreia fisiológica é encontrada de forma tran-sitória na recém-nascida como resultado da exposição na vida intrauterina ao estrogênio materno. É comum surgir como leucorreia de muco claro esbranquiçado. Também nos primei-ros dias de vida, o endométrio pode sofrer descolamento tran-sitório, que se manifesta como sangramento.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: O estudo PEACH, também, revelou maior chance de recorrên-cia em jovens. Adolescentes participantes do estudo desenvolve-ram recorrência em um tempo menor que mulheres adultas, bem como apresentaram risco cinco vezes maior de relatar dor pélvica crônica em 7 anos após serem diagnosticadas com DIP .(7)Outro fator de risco conhecido para DIP é história passada ou atual de IST. Pessoas com infecção por clamídia, micoplasmas e/ou gonococo na cérvice uterina têm maior chance de desenvolver essa infecção no trato genital superior.(8) A infecção por Chlamydia trachomatis promove a possibilidade de desenvolver infecção do trato genital superior a partir de cervicite em até 30% dos casos. Pacientes com salpingite prévia têm uma chance aumentada em 23% de desenvolver um novo episódio infeccioso.(9)Também como fator importante, o uso de dispositivos intrau-terinos (DIU) pode representar um risco três a cinco vezes maior para o desenvolvimento de DIP , se a paciente for portadora de cer-vicite, mas desde que não apresente tal situação, foi demonstrado que tal risco não se justi/f_i ca.(10)Com relação aos agentes etiológicos, a maioria dos casos é po-limicrobiano, fato importante na decisão do manejo terapêutico.
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passage: ■ ConsentimentoA colporrafia anterior apresenta baixas taxas de complicação. Entre as complicações encontra-das, uma das mais comuns é a recorrência do defeito de parede vaginal anterior. Há vários fatores que aumentam esse risco. Entre esses estão dimensão do defeito original e número de outros compartimentos pélvicos com pro-lapso. Além de recorrência do prolapso, tem-se observado dispareunia pós-operatória. Com menor frequência, hemorragia grave e cistos-tomia podem complicar o procedimento.
Para reparo transvaginal de prolapso de ór-gão pélvico, o uso de tela sintética é controverso e, recentemente, a FDA (2011) publicou um comunicado de segurança. Foram listados os riscos conhecidos, incluindo erosão, infecção, dor crônica, dispareunia, perfuração de órgão e problemas urinários. Além disso, observou-se que no processo de consentimento a paciente deve ser informada sobre esses riscos, sobre a possível necessidade de cirurgia adicional em razão de complicações relacionadas com a tela e sobre a irreversibilidade potencial de tais com-plicações em um pequeno número de casos.
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passage: Manejo da Infecção clínica (condiloma) durante a gesta-ção: há várias opções de tratamento, porém as taxas de recidivas são elevadas. Embora a regressão espontânea dos condilomas acu-minados ocorra em 30% a 60% dos casos, recomenda-se o trata -mento dessas lesões devido à elevada transmissibilidade. A escolha do tipo de tratamento dependerá da localização e da extensão das lesões, porém, na gestação, as lesões costumam ser mais extensas, limitando as opções de tratamento. Opções terapêuticas para a infecção clínica (verrugas) durante a gestaçãoa. Ácido tricloroacético (ATA) a 80% a 90%: promove destrui -ção dos condilomas pela coagulação química de seu conteúdo proteico. As soluções são muito fluidas, e espalham-se rapida -mente, sendo importante ressaltar que sempre deve ser aplica-do pelo profissional de saúde tomando os devidos cuidados e precauções para prevenir ou minimizar queimaduras nas áreas adjacentes às lesões.
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passage: Em pacientes com incontinência urinária de esforço (real ou potencial), há indicação para operação anti-incontinência concomitan-te. No ensaio CARE ( Colpopexy After Reduc-tion Efforts) concluiu-se que as pacientes sem sintomas de incontinência urinária submetidas à sacrocolpopexia para tratamento de prolapso de parede vaginal anterior até 1 cm do hímen tenham evoluído com incontinência em 24% dos casos. Somente 6% dos que foram subme-tidos a Burch concomitantemente desenvolve-ram incontinência (Brubaker, 2006).
■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer reparo de prolapso, o risco mais importante a longo prazo é a recorrência. O cirurgião deve estar ciente das taxas de recorrência citadas na lite-ratura entre 10 e 15%, assim como do índi-ce de recorrência nos seus registros pessoais. Embora a recorrência de prolapso da cúpula seja rara, é comum haver prolapso de parede anterior ou posterior. A erosão da tela é outra complicação que ocorre em 2 a 5% dos ca-sos e que pode surgir imediatamente após a cirurgia ou anos mais tarde. A erosão da tela geralmente é encontrada na cúpula e é mais comum quando a sacrocolpopexia é realizada concomitantemente a histerectomia.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: O Enterobius vermicularis , também conhecido como oxi-úro, pode ser fonte de prurido vulvar intenso, em especial à noite. O prurido noturno resulta de infestação intestinal por esses vermes de 1 cm de comprimento, filiformes brancos, que costumam sair pelo ânus à noite (Pierce, 1992; Zeiguer, 1993). À inspeção dessa região com uma lanterna à noite, enquanto a criança estiver dormindo, permite aos pais identificar ver-mes na região perianal. O teste da fita gomada requer a pressão de um pedaço de fita gomada na área perianal pela manhã, com fixação da fita em uma lâmina e visualização dos ovos ao microscópio. O tratamento consiste em mebendazol, 100 mg, VO, dose única, a ser repetida uma semana depois.
■ Leucorreia fisiológicaEm geral, a leucorreia fisiológica é encontrada de forma tran-sitória na recém-nascida como resultado da exposição na vida intrauterina ao estrogênio materno. É comum surgir como leucorreia de muco claro esbranquiçado. Também nos primei-ros dias de vida, o endométrio pode sofrer descolamento tran-sitório, que se manifesta como sangramento.
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passage: Características das pacientes estudadas, vieses e período de iniciação do tratamento podem ter levado, em parte, a re-sultados favoráveis atribuídos ao estrogênio nos estudos ob-servacionais. Quando se eliminam os vieses desses estudos e os dados são reanalisados, os resultados dos primeiros ensaios observacionais e dos ensaios randomizados e controlados são impressionantemente semelhantes. É importante ressaltar que esses dados não devem ser extrapolados em bloco para uma população cronologicamente mais jovem que esteja sofrendo menopausa precoce ou àquelas pacientes submetidas à ooforec-tomia antes da idade normal da menopausa.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: O estudo PEACH, também, revelou maior chance de recorrên-cia em jovens. Adolescentes participantes do estudo desenvolve-ram recorrência em um tempo menor que mulheres adultas, bem como apresentaram risco cinco vezes maior de relatar dor pélvica crônica em 7 anos após serem diagnosticadas com DIP .(7)Outro fator de risco conhecido para DIP é história passada ou atual de IST. Pessoas com infecção por clamídia, micoplasmas e/ou gonococo na cérvice uterina têm maior chance de desenvolver essa infecção no trato genital superior.(8) A infecção por Chlamydia trachomatis promove a possibilidade de desenvolver infecção do trato genital superior a partir de cervicite em até 30% dos casos. Pacientes com salpingite prévia têm uma chance aumentada em 23% de desenvolver um novo episódio infeccioso.(9)Também como fator importante, o uso de dispositivos intrau-terinos (DIU) pode representar um risco três a cinco vezes maior para o desenvolvimento de DIP , se a paciente for portadora de cer-vicite, mas desde que não apresente tal situação, foi demonstrado que tal risco não se justi/f_i ca.(10)Com relação aos agentes etiológicos, a maioria dos casos é po-limicrobiano, fato importante na decisão do manejo terapêutico.
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passage: ■ ConsentimentoA colporrafia anterior apresenta baixas taxas de complicação. Entre as complicações encontra-das, uma das mais comuns é a recorrência do defeito de parede vaginal anterior. Há vários fatores que aumentam esse risco. Entre esses estão dimensão do defeito original e número de outros compartimentos pélvicos com pro-lapso. Além de recorrência do prolapso, tem-se observado dispareunia pós-operatória. Com menor frequência, hemorragia grave e cistos-tomia podem complicar o procedimento.
Para reparo transvaginal de prolapso de ór-gão pélvico, o uso de tela sintética é controverso e, recentemente, a FDA (2011) publicou um comunicado de segurança. Foram listados os riscos conhecidos, incluindo erosão, infecção, dor crônica, dispareunia, perfuração de órgão e problemas urinários. Além disso, observou-se que no processo de consentimento a paciente deve ser informada sobre esses riscos, sobre a possível necessidade de cirurgia adicional em razão de complicações relacionadas com a tela e sobre a irreversibilidade potencial de tais com-plicações em um pequeno número de casos.
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passage: Manejo da Infecção clínica (condiloma) durante a gesta-ção: há várias opções de tratamento, porém as taxas de recidivas são elevadas. Embora a regressão espontânea dos condilomas acu-minados ocorra em 30% a 60% dos casos, recomenda-se o trata -mento dessas lesões devido à elevada transmissibilidade. A escolha do tipo de tratamento dependerá da localização e da extensão das lesões, porém, na gestação, as lesões costumam ser mais extensas, limitando as opções de tratamento. Opções terapêuticas para a infecção clínica (verrugas) durante a gestaçãoa. Ácido tricloroacético (ATA) a 80% a 90%: promove destrui -ção dos condilomas pela coagulação química de seu conteúdo proteico. As soluções são muito fluidas, e espalham-se rapida -mente, sendo importante ressaltar que sempre deve ser aplica-do pelo profissional de saúde tomando os devidos cuidados e precauções para prevenir ou minimizar queimaduras nas áreas adjacentes às lesões.
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passage: Em pacientes com incontinência urinária de esforço (real ou potencial), há indicação para operação anti-incontinência concomitan-te. No ensaio CARE ( Colpopexy After Reduc-tion Efforts) concluiu-se que as pacientes sem sintomas de incontinência urinária submetidas à sacrocolpopexia para tratamento de prolapso de parede vaginal anterior até 1 cm do hímen tenham evoluído com incontinência em 24% dos casos. Somente 6% dos que foram subme-tidos a Burch concomitantemente desenvolve-ram incontinência (Brubaker, 2006).
■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer reparo de prolapso, o risco mais importante a longo prazo é a recorrência. O cirurgião deve estar ciente das taxas de recorrência citadas na lite-ratura entre 10 e 15%, assim como do índi-ce de recorrência nos seus registros pessoais. Embora a recorrência de prolapso da cúpula seja rara, é comum haver prolapso de parede anterior ou posterior. A erosão da tela é outra complicação que ocorre em 2 a 5% dos ca-sos e que pode surgir imediatamente após a cirurgia ou anos mais tarde. A erosão da tela geralmente é encontrada na cúpula e é mais comum quando a sacrocolpopexia é realizada concomitantemente a histerectomia.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: O Enterobius vermicularis , também conhecido como oxi-úro, pode ser fonte de prurido vulvar intenso, em especial à noite. O prurido noturno resulta de infestação intestinal por esses vermes de 1 cm de comprimento, filiformes brancos, que costumam sair pelo ânus à noite (Pierce, 1992; Zeiguer, 1993). À inspeção dessa região com uma lanterna à noite, enquanto a criança estiver dormindo, permite aos pais identificar ver-mes na região perianal. O teste da fita gomada requer a pressão de um pedaço de fita gomada na área perianal pela manhã, com fixação da fita em uma lâmina e visualização dos ovos ao microscópio. O tratamento consiste em mebendazol, 100 mg, VO, dose única, a ser repetida uma semana depois.
■ Leucorreia fisiológicaEm geral, a leucorreia fisiológica é encontrada de forma tran-sitória na recém-nascida como resultado da exposição na vida intrauterina ao estrogênio materno. É comum surgir como leucorreia de muco claro esbranquiçado. Também nos primei-ros dias de vida, o endométrio pode sofrer descolamento tran-sitório, que se manifesta como sangramento.
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passage: Características das pacientes estudadas, vieses e período de iniciação do tratamento podem ter levado, em parte, a re-sultados favoráveis atribuídos ao estrogênio nos estudos ob-servacionais. Quando se eliminam os vieses desses estudos e os dados são reanalisados, os resultados dos primeiros ensaios observacionais e dos ensaios randomizados e controlados são impressionantemente semelhantes. É importante ressaltar que esses dados não devem ser extrapolados em bloco para uma população cronologicamente mais jovem que esteja sofrendo menopausa precoce ou àquelas pacientes submetidas à ooforec-tomia antes da idade normal da menopausa.
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passage: Para recidivas tardias de leiomiossarcoma, a cirurgia deve ser individualizada. Taxas de sobrevida em cinco anos de 30 a 50% foram relatadas após ressecção de metástase de pulmão. Recidivas locais e regionais também podem ser passíveis de res-secção cirúrgica (Giuntoli, 2007).
■ Tumores do estroma endometrialA ressecção cirúrgica pode ser possível em pacientes com sarco-ma do estroma endometrial recorrente, mas a terapia hormo-nal é considerada particularmente útil. Em geral, esses tumores são positivos para receptores de estrogênio e de progesterona (RE/RP) (Sutton, 1986). Os progestogênios, como o acetato de megestrol e o acetato de medroxiprogesterona, são usados tanto no pós-operatório para doenças em estádio avançado quanto para recidivas (Reich, 2006). Usando esta estratégia, normalmente é possível obter respostas completas. Os inibi-dores da aromatase e os agonistas do hormônio liberador da gonadotrofina (GnRH) também demonstraram atividade (Burke, 2004; Leunen, 2004).
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Olá! Entendo sua preocupação em relação ao retorno das verrugas genitais após o tratamento. É importante saber que, infelizmente, existe sim o risco de as verrugas reaparecerem, mesmo após a remoção.
A literatura médica indica que as taxas de recidiva (retorno) das verrugas genitais são elevadas, independentemente do tipo de tratamento utilizado. Isso acontece porque o tratamento visa remover as lesões visíveis, as verrugas em si, mas ele não elimina o vírus HPV (Papilomavírus Humano) do organismo. O HPV permanece no corpo e pode, em algum momento, causar o surgimento de novas verrugas.
Alguns estudos mencionam que, em certos casos, pode ocorrer a regressão espontânea dos condilomas acuminados (verrugas genitais), ou seja, elas desaparecem sozinhas sem tratamento. No entanto, essa regressão espontânea não acontece em todos os casos e, mesmo quando ocorre, o vírus ainda está presente no organismo.
É importante ressaltar que o exame do parceiro masculino não traz benefícios à paciente, seja por influência com reinfecção ou por alterar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais.
Além disso, durante a gestação, as lesões costumam ser mais extensas, limitando as opções de tratamento.
O que podemos fazer para minimizar o risco de recorrência?
* **Seguimento médico regular:** É fundamental manter um acompanhamento regular com seu ginecologista. Ele poderá identificar precocemente qualquer sinal de retorno das verrugas e indicar o tratamento adequado.
* **Estilo de vida saudável:** Fortalecer o sistema imunológico é importante para ajudar o corpo a combater o vírus HPV. Isso inclui manter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos regularmente e evitar o tabagismo.
* **Prevenção de novas infecções:** Medidas como o uso de preservativo durante as relações sexuais podem ajudar a prevenir a infecção por outros tipos de HPV, bem como outras infecções sexualmente transmissíveis.
* **Vacinação contra o HPV:** A vacina contra o HPV é uma importante ferramenta de prevenção, pois protege contra os tipos de HPV mais associados ao câncer de colo do útero e às verrugas genitais. Converse com seu médico para saber se a vacina é indicada para você.
* **Intervenções comportamentais:** Abstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos.
Lembre-se de que cada caso é único, e o tratamento e o acompanhamento devem ser individualizados. Não hesite em conversar abertamente com seu médico sobre
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Fui diagnosticada com espessamento do endométrio e estou tomando Diane. Tem problema?
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Olá, tudo bem? É importante que o médico que te acompanha analise bem a sua ultrassonografia. O uso correto do anticoncepcional mencionado deixa o endométrio fino e não espesso. Seu caso precisa ser visto com cuidado e atenção.
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passage: Dentre as informações citadas em bula, ressaltamos que este medicamento é contraindicado para pacientes com distúrbio tromboembólico venoso ativo. Quanto às interações medicamentosas, a administração concomitante com indutores de enzimas microssomais, especificamente enzimas do citocromo P450, pode resultar em aumento da depuração de hormônios sexuais.
Nota: antes de prescrever o produto, recomendamos a leitura da Circularaos Médicos (bula) completa para informações detalhadas.
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
WOMN-1201005-0000 PRODUZIDO EM NOVEMBRO/2016 VÁLIDO POR 2 ANOS### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetrícia
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passage: Dentre as informações citadas em bula, ressaltamos que este medicamento é contraindicado para pacientes com distúrbio tromboembólico venoso ativo. Quanto às interações medicamentosas, a administração concomitante com indutores de enzimas microssomais, especificamente enzimas do citocromo P450, pode resultar em aumento da depuração de hormônios sexuais.
Nota: antes de prescrever o produto, recomendamos a leitura da Circularaos Médicos (bula) completa para informações detalhadas.
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
WOMN-1201005-0000 PRODUZIDO EM NOVEMBRO/2016 VÁLIDO POR 2 ANOS### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetrícia
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passage: . Além disso, o uso de DIU também pode provocar uma gravidez ectópica, na qual o embrião se desenvolve nas trompas, colocando em risco não só a gestação, mas também os órgão reprodutores da mulher. Entenda melhor o que é esta complicação. Assim, para diminuir as chances de surgirem estas complicações é aconselhado consultar o mais rápido possível o ginecologista para confirmar as suspeitas de gravidez e remover o DIU, caso seja necessário.
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passage: Dentre as informações citadas em bula, ressaltamos que este medicamento é contraindicado para pacientes com distúrbio tromboembólico venoso ativo. Quanto às interações medicamentosas, a administração concomitante com indutores de enzimas microssomais, especificamente enzimas do citocromo P450, pode resultar em aumento da depuração de hormônios sexuais.
Nota: antes de prescrever o produto, recomendamos a leitura da Circularaos Médicos (bula) completa para informações detalhadas.
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
WOMN-1201005-0000 PRODUZIDO EM NOVEMBRO/2016 VÁLIDO POR 2 ANOS### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetrícia
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passage: . Além disso, o uso de DIU também pode provocar uma gravidez ectópica, na qual o embrião se desenvolve nas trompas, colocando em risco não só a gestação, mas também os órgão reprodutores da mulher. Entenda melhor o que é esta complicação. Assim, para diminuir as chances de surgirem estas complicações é aconselhado consultar o mais rápido possível o ginecologista para confirmar as suspeitas de gravidez e remover o DIU, caso seja necessário.
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passage: Dietilestilbestrol. A exposição uterina a esse estrogênio sin-tético foi relacionada com malformações no desenvolvimento uterino, além de aumento no risco de adenose vaginal. No Ca-pítulo 18 (p. 502) é possível obter mais informações sobre esse tópico. A aparência clássica é a de um útero pequeno em forma de T . Felizmente, esse problema tem sido encontrado com fre-quência decrescente nas clínicas de infertilidade, considerando que esse fármaco não é mais usado e a maioria das mulheres afetadas está deixando a idade reprodutiva (Goldberg, 1999).
Anormalidades adquiridas. As anormalidades adquiridas são-pólipos intrauterinos, leiomiomas e síndrome de Asherman.
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passage: Dentre as informações citadas em bula, ressaltamos que este medicamento é contraindicado para pacientes com distúrbio tromboembólico venoso ativo. Quanto às interações medicamentosas, a administração concomitante com indutores de enzimas microssomais, especificamente enzimas do citocromo P450, pode resultar em aumento da depuração de hormônios sexuais.
Nota: antes de prescrever o produto, recomendamos a leitura da Circularaos Médicos (bula) completa para informações detalhadas.
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
WOMN-1201005-0000 PRODUZIDO EM NOVEMBRO/2016 VÁLIDO POR 2 ANOS### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetrícia
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passage: . Além disso, o uso de DIU também pode provocar uma gravidez ectópica, na qual o embrião se desenvolve nas trompas, colocando em risco não só a gestação, mas também os órgão reprodutores da mulher. Entenda melhor o que é esta complicação. Assim, para diminuir as chances de surgirem estas complicações é aconselhado consultar o mais rápido possível o ginecologista para confirmar as suspeitas de gravidez e remover o DIU, caso seja necessário.
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passage: Dietilestilbestrol. A exposição uterina a esse estrogênio sin-tético foi relacionada com malformações no desenvolvimento uterino, além de aumento no risco de adenose vaginal. No Ca-pítulo 18 (p. 502) é possível obter mais informações sobre esse tópico. A aparência clássica é a de um útero pequeno em forma de T . Felizmente, esse problema tem sido encontrado com fre-quência decrescente nas clínicas de infertilidade, considerando que esse fármaco não é mais usado e a maioria das mulheres afetadas está deixando a idade reprodutiva (Goldberg, 1999).
Anormalidades adquiridas. As anormalidades adquiridas são-pólipos intrauterinos, leiomiomas e síndrome de Asherman.
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passage: O que pode acontecer se eu emendar a cartela do anticoncepcional? “Minha amiga me falou que já emendou a pílula para deixar de menstruar e eu fiquei com vontade de experimentar. Existe algum problema ao fazer isso? O que acontece se eu emendar o anticoncepcional?” A principal alteração que acontece se você emendar a cartela do anticoncepcional é que deixará de menstruar. Isso não faz mal à saúde. O uso contínuo da pílula pode, inclusive, ajudar no tratamento de problemas como endometriose ou Síndrome Pré Menstrual, sendo indicado pelo médico nesses casos. Além disso, ao se tomar a pílula sem pausa é possível que ocorra um pequeno sangramento de escape (spotting) diário. Esse efeito se inicia geralmente após emendar 3 ou mais cartelas. Nesses casos, recomenda-se interromper o uso por uma semana, esperar pela menstruação e reiniciar. O uso ininterrupto do anticoncepcional não aumenta o risco de gravidez, não engorda e também não prejudica a fertilidade. Contudo, você pode sentir-se mais inchada devido à retenção de líquidos ou apresentar efeitos colaterais como náuseas, vômitos, dor de cabeça, entre outros. Para prevenir esses possíveis efeitos colaterais, como escapes e inchaço, existem pílulas que são específicas para serem usadas de forma contínua, pois possuem uma dose menor de hormônios.
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passage: Dentre as informações citadas em bula, ressaltamos que este medicamento é contraindicado para pacientes com distúrbio tromboembólico venoso ativo. Quanto às interações medicamentosas, a administração concomitante com indutores de enzimas microssomais, especificamente enzimas do citocromo P450, pode resultar em aumento da depuração de hormônios sexuais.
Nota: antes de prescrever o produto, recomendamos a leitura da Circularaos Médicos (bula) completa para informações detalhadas.
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passage: . Além disso, o uso de DIU também pode provocar uma gravidez ectópica, na qual o embrião se desenvolve nas trompas, colocando em risco não só a gestação, mas também os órgão reprodutores da mulher. Entenda melhor o que é esta complicação. Assim, para diminuir as chances de surgirem estas complicações é aconselhado consultar o mais rápido possível o ginecologista para confirmar as suspeitas de gravidez e remover o DIU, caso seja necessário.
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passage: Dietilestilbestrol. A exposição uterina a esse estrogênio sin-tético foi relacionada com malformações no desenvolvimento uterino, além de aumento no risco de adenose vaginal. No Ca-pítulo 18 (p. 502) é possível obter mais informações sobre esse tópico. A aparência clássica é a de um útero pequeno em forma de T . Felizmente, esse problema tem sido encontrado com fre-quência decrescente nas clínicas de infertilidade, considerando que esse fármaco não é mais usado e a maioria das mulheres afetadas está deixando a idade reprodutiva (Goldberg, 1999).
Anormalidades adquiridas. As anormalidades adquiridas são-pólipos intrauterinos, leiomiomas e síndrome de Asherman.
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passage: O que pode acontecer se eu emendar a cartela do anticoncepcional? “Minha amiga me falou que já emendou a pílula para deixar de menstruar e eu fiquei com vontade de experimentar. Existe algum problema ao fazer isso? O que acontece se eu emendar o anticoncepcional?” A principal alteração que acontece se você emendar a cartela do anticoncepcional é que deixará de menstruar. Isso não faz mal à saúde. O uso contínuo da pílula pode, inclusive, ajudar no tratamento de problemas como endometriose ou Síndrome Pré Menstrual, sendo indicado pelo médico nesses casos. Além disso, ao se tomar a pílula sem pausa é possível que ocorra um pequeno sangramento de escape (spotting) diário. Esse efeito se inicia geralmente após emendar 3 ou mais cartelas. Nesses casos, recomenda-se interromper o uso por uma semana, esperar pela menstruação e reiniciar. O uso ininterrupto do anticoncepcional não aumenta o risco de gravidez, não engorda e também não prejudica a fertilidade. Contudo, você pode sentir-se mais inchada devido à retenção de líquidos ou apresentar efeitos colaterais como náuseas, vômitos, dor de cabeça, entre outros. Para prevenir esses possíveis efeitos colaterais, como escapes e inchaço, existem pílulas que são específicas para serem usadas de forma contínua, pois possuem uma dose menor de hormônios.
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passage: . Além disso, podem surgir cansaço, cólicas menstruais, menstruação irregular, sangramento de escape, dor pélvica, candidíase vaginal, sangramento vaginal que pode ser intenso, pouco ou ausente. Femoston também pode causar alterações no peso, inchaço, depressão ou nervosismo. Quem não deve usar O Femoston não deve ser usado por crianças e adolescentes com menos de 18 anos, homens, mulheres em idade fértil, grávidas ou em amamentação. Esse remédio também não deve ser usado por mulheres com sangramento vaginal anormal não diagnosticado, alterações no útero, câncer de mama, de endométrio, de ovário ou outros cânceres dependentes de estrogênios e/ou progesterona. O Femoston não deve ser usado por mulheres com hiperplasia de endométrio não tratada, problemas de circulação sanguínea, histórico de coágulos no sangue, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, AVC, angina ou infarto, problemas ou doença no fígado, ou porfiria. Além disso, o Femoston não deve ser usado por mulheres que tenham alergia ao estradiol, didrogesterona ou qualquer outro componente dos comprimidos.
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passage: Dentre as informações citadas em bula, ressaltamos que este medicamento é contraindicado para pacientes com distúrbio tromboembólico venoso ativo. Quanto às interações medicamentosas, a administração concomitante com indutores de enzimas microssomais, especificamente enzimas do citocromo P450, pode resultar em aumento da depuração de hormônios sexuais.
Nota: antes de prescrever o produto, recomendamos a leitura da Circularaos Médicos (bula) completa para informações detalhadas.
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
WOMN-1201005-0000 PRODUZIDO EM NOVEMBRO/2016 VÁLIDO POR 2 ANOS### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetrícia
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passage: . Além disso, o uso de DIU também pode provocar uma gravidez ectópica, na qual o embrião se desenvolve nas trompas, colocando em risco não só a gestação, mas também os órgão reprodutores da mulher. Entenda melhor o que é esta complicação. Assim, para diminuir as chances de surgirem estas complicações é aconselhado consultar o mais rápido possível o ginecologista para confirmar as suspeitas de gravidez e remover o DIU, caso seja necessário.
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passage: Dietilestilbestrol. A exposição uterina a esse estrogênio sin-tético foi relacionada com malformações no desenvolvimento uterino, além de aumento no risco de adenose vaginal. No Ca-pítulo 18 (p. 502) é possível obter mais informações sobre esse tópico. A aparência clássica é a de um útero pequeno em forma de T . Felizmente, esse problema tem sido encontrado com fre-quência decrescente nas clínicas de infertilidade, considerando que esse fármaco não é mais usado e a maioria das mulheres afetadas está deixando a idade reprodutiva (Goldberg, 1999).
Anormalidades adquiridas. As anormalidades adquiridas são-pólipos intrauterinos, leiomiomas e síndrome de Asherman.
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passage: O que pode acontecer se eu emendar a cartela do anticoncepcional? “Minha amiga me falou que já emendou a pílula para deixar de menstruar e eu fiquei com vontade de experimentar. Existe algum problema ao fazer isso? O que acontece se eu emendar o anticoncepcional?” A principal alteração que acontece se você emendar a cartela do anticoncepcional é que deixará de menstruar. Isso não faz mal à saúde. O uso contínuo da pílula pode, inclusive, ajudar no tratamento de problemas como endometriose ou Síndrome Pré Menstrual, sendo indicado pelo médico nesses casos. Além disso, ao se tomar a pílula sem pausa é possível que ocorra um pequeno sangramento de escape (spotting) diário. Esse efeito se inicia geralmente após emendar 3 ou mais cartelas. Nesses casos, recomenda-se interromper o uso por uma semana, esperar pela menstruação e reiniciar. O uso ininterrupto do anticoncepcional não aumenta o risco de gravidez, não engorda e também não prejudica a fertilidade. Contudo, você pode sentir-se mais inchada devido à retenção de líquidos ou apresentar efeitos colaterais como náuseas, vômitos, dor de cabeça, entre outros. Para prevenir esses possíveis efeitos colaterais, como escapes e inchaço, existem pílulas que são específicas para serem usadas de forma contínua, pois possuem uma dose menor de hormônios.
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passage: . Além disso, podem surgir cansaço, cólicas menstruais, menstruação irregular, sangramento de escape, dor pélvica, candidíase vaginal, sangramento vaginal que pode ser intenso, pouco ou ausente. Femoston também pode causar alterações no peso, inchaço, depressão ou nervosismo. Quem não deve usar O Femoston não deve ser usado por crianças e adolescentes com menos de 18 anos, homens, mulheres em idade fértil, grávidas ou em amamentação. Esse remédio também não deve ser usado por mulheres com sangramento vaginal anormal não diagnosticado, alterações no útero, câncer de mama, de endométrio, de ovário ou outros cânceres dependentes de estrogênios e/ou progesterona. O Femoston não deve ser usado por mulheres com hiperplasia de endométrio não tratada, problemas de circulação sanguínea, histórico de coágulos no sangue, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, AVC, angina ou infarto, problemas ou doença no fígado, ou porfiria. Além disso, o Femoston não deve ser usado por mulheres que tenham alergia ao estradiol, didrogesterona ou qualquer outro componente dos comprimidos.
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passage: . Caso estes sintomas sejam intensos ou persistentes, deve-se conversar com o ginecologista para avaliar a possibilidade de ajustes ou mudança do medicamento. Quem não deve usar O Aixa, assim como outros anticoncepcionais hormonais, devem ser evitados em casos de história de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar, que tenham história de enxaqueca com aura, idade maior que 35 anos, que sejam tabagistas ou que tenham qualquer doença que aumente o risco de trombose, como diabetes ou hipertensão arterial graves, já que o risco pode se tornar ainda maior. Nestes casos ou sempre que houver dúvidas, é importante conversar com o ginecologista para maiores esclarecimentos.
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passage: Dentre as informações citadas em bula, ressaltamos que este medicamento é contraindicado para pacientes com distúrbio tromboembólico venoso ativo. Quanto às interações medicamentosas, a administração concomitante com indutores de enzimas microssomais, especificamente enzimas do citocromo P450, pode resultar em aumento da depuração de hormônios sexuais.
Nota: antes de prescrever o produto, recomendamos a leitura da Circularaos Médicos (bula) completa para informações detalhadas.
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
WOMN-1201005-0000 PRODUZIDO EM NOVEMBRO/2016 VÁLIDO POR 2 ANOS### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetrícia
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passage: . Além disso, o uso de DIU também pode provocar uma gravidez ectópica, na qual o embrião se desenvolve nas trompas, colocando em risco não só a gestação, mas também os órgão reprodutores da mulher. Entenda melhor o que é esta complicação. Assim, para diminuir as chances de surgirem estas complicações é aconselhado consultar o mais rápido possível o ginecologista para confirmar as suspeitas de gravidez e remover o DIU, caso seja necessário.
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passage: Dietilestilbestrol. A exposição uterina a esse estrogênio sin-tético foi relacionada com malformações no desenvolvimento uterino, além de aumento no risco de adenose vaginal. No Ca-pítulo 18 (p. 502) é possível obter mais informações sobre esse tópico. A aparência clássica é a de um útero pequeno em forma de T . Felizmente, esse problema tem sido encontrado com fre-quência decrescente nas clínicas de infertilidade, considerando que esse fármaco não é mais usado e a maioria das mulheres afetadas está deixando a idade reprodutiva (Goldberg, 1999).
Anormalidades adquiridas. As anormalidades adquiridas são-pólipos intrauterinos, leiomiomas e síndrome de Asherman.
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passage: O que pode acontecer se eu emendar a cartela do anticoncepcional? “Minha amiga me falou que já emendou a pílula para deixar de menstruar e eu fiquei com vontade de experimentar. Existe algum problema ao fazer isso? O que acontece se eu emendar o anticoncepcional?” A principal alteração que acontece se você emendar a cartela do anticoncepcional é que deixará de menstruar. Isso não faz mal à saúde. O uso contínuo da pílula pode, inclusive, ajudar no tratamento de problemas como endometriose ou Síndrome Pré Menstrual, sendo indicado pelo médico nesses casos. Além disso, ao se tomar a pílula sem pausa é possível que ocorra um pequeno sangramento de escape (spotting) diário. Esse efeito se inicia geralmente após emendar 3 ou mais cartelas. Nesses casos, recomenda-se interromper o uso por uma semana, esperar pela menstruação e reiniciar. O uso ininterrupto do anticoncepcional não aumenta o risco de gravidez, não engorda e também não prejudica a fertilidade. Contudo, você pode sentir-se mais inchada devido à retenção de líquidos ou apresentar efeitos colaterais como náuseas, vômitos, dor de cabeça, entre outros. Para prevenir esses possíveis efeitos colaterais, como escapes e inchaço, existem pílulas que são específicas para serem usadas de forma contínua, pois possuem uma dose menor de hormônios.
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passage: . Além disso, podem surgir cansaço, cólicas menstruais, menstruação irregular, sangramento de escape, dor pélvica, candidíase vaginal, sangramento vaginal que pode ser intenso, pouco ou ausente. Femoston também pode causar alterações no peso, inchaço, depressão ou nervosismo. Quem não deve usar O Femoston não deve ser usado por crianças e adolescentes com menos de 18 anos, homens, mulheres em idade fértil, grávidas ou em amamentação. Esse remédio também não deve ser usado por mulheres com sangramento vaginal anormal não diagnosticado, alterações no útero, câncer de mama, de endométrio, de ovário ou outros cânceres dependentes de estrogênios e/ou progesterona. O Femoston não deve ser usado por mulheres com hiperplasia de endométrio não tratada, problemas de circulação sanguínea, histórico de coágulos no sangue, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, AVC, angina ou infarto, problemas ou doença no fígado, ou porfiria. Além disso, o Femoston não deve ser usado por mulheres que tenham alergia ao estradiol, didrogesterona ou qualquer outro componente dos comprimidos.
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passage: . Caso estes sintomas sejam intensos ou persistentes, deve-se conversar com o ginecologista para avaliar a possibilidade de ajustes ou mudança do medicamento. Quem não deve usar O Aixa, assim como outros anticoncepcionais hormonais, devem ser evitados em casos de história de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar, que tenham história de enxaqueca com aura, idade maior que 35 anos, que sejam tabagistas ou que tenham qualquer doença que aumente o risco de trombose, como diabetes ou hipertensão arterial graves, já que o risco pode se tornar ainda maior. Nestes casos ou sempre que houver dúvidas, é importante conversar com o ginecologista para maiores esclarecimentos.
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passage: OrientaçõesAs mulheres precisam ser avisadas no tocante às alterações de sangramento e com relação a possível ganho de peso.(31,32) Outra informação importante, principalmente para aquelas que ainda desejam engravidar, é que pode ocorrer uma demora ao retorno de fertilidade, podendo ser de até 1 ano.(31) Anticoncepção de emergência (AE)Segundo a Organização Mundial de Saúde e o Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia (ACOG), a AE é de/f_i nida como um método que oferece às mulheres uma maneira não arriscada de prevenir uma gravidez não planejada até 120 horas da relação sexual.(27,33) As op-ções atuais são seguras e bem-toleradas. Entre os métodos hormo-nais são indicados os que contêm o etinilestradiol e levonorgestrel (método Yuzpe), o levonorgestrel, o acetato de ulipristal e, menos frequentemente, a mifepristona ou o uso do dispositivo intrauterino de cobre.(27,33) No Brasil, os métodos liberados para uso de AE são os hormonais combinados e os com progestagênio isolado (levonorges-trel) (Quadro 5).
13Guazzelli CA, Sakamoto LCProtocolos Febrasgo | Nº70 | 2018AHCO 2 doses/intervalo de 12 horasEtinilestradiol 100 mcgLevonorgestrel 0,5 mgAté 5 dias Náusea, vômito, cefaleia, alteração de sangramento.
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passage: Dentre as informações citadas em bula, ressaltamos que este medicamento é contraindicado para pacientes com distúrbio tromboembólico venoso ativo. Quanto às interações medicamentosas, a administração concomitante com indutores de enzimas microssomais, especificamente enzimas do citocromo P450, pode resultar em aumento da depuração de hormônios sexuais.
Nota: antes de prescrever o produto, recomendamos a leitura da Circularaos Médicos (bula) completa para informações detalhadas.
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
WOMN-1201005-0000 PRODUZIDO EM NOVEMBRO/2016 VÁLIDO POR 2 ANOS### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetrícia
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passage: . Além disso, o uso de DIU também pode provocar uma gravidez ectópica, na qual o embrião se desenvolve nas trompas, colocando em risco não só a gestação, mas também os órgão reprodutores da mulher. Entenda melhor o que é esta complicação. Assim, para diminuir as chances de surgirem estas complicações é aconselhado consultar o mais rápido possível o ginecologista para confirmar as suspeitas de gravidez e remover o DIU, caso seja necessário.
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passage: Dietilestilbestrol. A exposição uterina a esse estrogênio sin-tético foi relacionada com malformações no desenvolvimento uterino, além de aumento no risco de adenose vaginal. No Ca-pítulo 18 (p. 502) é possível obter mais informações sobre esse tópico. A aparência clássica é a de um útero pequeno em forma de T . Felizmente, esse problema tem sido encontrado com fre-quência decrescente nas clínicas de infertilidade, considerando que esse fármaco não é mais usado e a maioria das mulheres afetadas está deixando a idade reprodutiva (Goldberg, 1999).
Anormalidades adquiridas. As anormalidades adquiridas são-pólipos intrauterinos, leiomiomas e síndrome de Asherman.
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passage: O que pode acontecer se eu emendar a cartela do anticoncepcional? “Minha amiga me falou que já emendou a pílula para deixar de menstruar e eu fiquei com vontade de experimentar. Existe algum problema ao fazer isso? O que acontece se eu emendar o anticoncepcional?” A principal alteração que acontece se você emendar a cartela do anticoncepcional é que deixará de menstruar. Isso não faz mal à saúde. O uso contínuo da pílula pode, inclusive, ajudar no tratamento de problemas como endometriose ou Síndrome Pré Menstrual, sendo indicado pelo médico nesses casos. Além disso, ao se tomar a pílula sem pausa é possível que ocorra um pequeno sangramento de escape (spotting) diário. Esse efeito se inicia geralmente após emendar 3 ou mais cartelas. Nesses casos, recomenda-se interromper o uso por uma semana, esperar pela menstruação e reiniciar. O uso ininterrupto do anticoncepcional não aumenta o risco de gravidez, não engorda e também não prejudica a fertilidade. Contudo, você pode sentir-se mais inchada devido à retenção de líquidos ou apresentar efeitos colaterais como náuseas, vômitos, dor de cabeça, entre outros. Para prevenir esses possíveis efeitos colaterais, como escapes e inchaço, existem pílulas que são específicas para serem usadas de forma contínua, pois possuem uma dose menor de hormônios.
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passage: . Além disso, podem surgir cansaço, cólicas menstruais, menstruação irregular, sangramento de escape, dor pélvica, candidíase vaginal, sangramento vaginal que pode ser intenso, pouco ou ausente. Femoston também pode causar alterações no peso, inchaço, depressão ou nervosismo. Quem não deve usar O Femoston não deve ser usado por crianças e adolescentes com menos de 18 anos, homens, mulheres em idade fértil, grávidas ou em amamentação. Esse remédio também não deve ser usado por mulheres com sangramento vaginal anormal não diagnosticado, alterações no útero, câncer de mama, de endométrio, de ovário ou outros cânceres dependentes de estrogênios e/ou progesterona. O Femoston não deve ser usado por mulheres com hiperplasia de endométrio não tratada, problemas de circulação sanguínea, histórico de coágulos no sangue, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, AVC, angina ou infarto, problemas ou doença no fígado, ou porfiria. Além disso, o Femoston não deve ser usado por mulheres que tenham alergia ao estradiol, didrogesterona ou qualquer outro componente dos comprimidos.
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passage: . Caso estes sintomas sejam intensos ou persistentes, deve-se conversar com o ginecologista para avaliar a possibilidade de ajustes ou mudança do medicamento. Quem não deve usar O Aixa, assim como outros anticoncepcionais hormonais, devem ser evitados em casos de história de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar, que tenham história de enxaqueca com aura, idade maior que 35 anos, que sejam tabagistas ou que tenham qualquer doença que aumente o risco de trombose, como diabetes ou hipertensão arterial graves, já que o risco pode se tornar ainda maior. Nestes casos ou sempre que houver dúvidas, é importante conversar com o ginecologista para maiores esclarecimentos.
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passage: OrientaçõesAs mulheres precisam ser avisadas no tocante às alterações de sangramento e com relação a possível ganho de peso.(31,32) Outra informação importante, principalmente para aquelas que ainda desejam engravidar, é que pode ocorrer uma demora ao retorno de fertilidade, podendo ser de até 1 ano.(31) Anticoncepção de emergência (AE)Segundo a Organização Mundial de Saúde e o Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia (ACOG), a AE é de/f_i nida como um método que oferece às mulheres uma maneira não arriscada de prevenir uma gravidez não planejada até 120 horas da relação sexual.(27,33) As op-ções atuais são seguras e bem-toleradas. Entre os métodos hormo-nais são indicados os que contêm o etinilestradiol e levonorgestrel (método Yuzpe), o levonorgestrel, o acetato de ulipristal e, menos frequentemente, a mifepristona ou o uso do dispositivo intrauterino de cobre.(27,33) No Brasil, os métodos liberados para uso de AE são os hormonais combinados e os com progestagênio isolado (levonorges-trel) (Quadro 5).
13Guazzelli CA, Sakamoto LCProtocolos Febrasgo | Nº70 | 2018AHCO 2 doses/intervalo de 12 horasEtinilestradiol 100 mcgLevonorgestrel 0,5 mgAté 5 dias Náusea, vômito, cefaleia, alteração de sangramento.
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passage: De modo geral, deve-se evitar biópsia quando a pacien-te estiver tomando progestogênio, uma vez que esse hormônio confunde o diagnóstico patológico modificando a morfologia do endométrio. O descolamento do endométrio no sangramento de privação também é um componente do processo de ablação me-dicamentosa e deve estar concluído antes de se avaliar a persistên-cia do quadro. Aguardar entre 2 a 6 semanas após a suspensão do hormônio sem reiniciar a administração de progestogênio antes de realizar a biópsia resolve esses problemas. Naquelas pacientes com DIU liberador de levonorgestrel, a biópsia de endométrio pode ser realizada sem retirada do dispositivo.
Mulheres pós-menopáusicas. As mulheres pós-menopáusicas com hiperplasia endometrial não atípica também podem ser tratadas com dosagem baixa e cíclica de MPA, ou com um esquema contínuo de 2,5 mg diários. No entanto, é muito im-portante que, no caso de mulheres de idade mais avançada, seja coletada uma amostra representativa para excluir atipia citoló-gica. Em algumas circunstâncias pode-se indicar D&C, quan-do, por exemplo, o volume de tecido coletado com o trocarte de Pipelle for escasso ou os sintomas de sangramento forem mais pronunciados do que o esperado.
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passage: Dentre as informações citadas em bula, ressaltamos que este medicamento é contraindicado para pacientes com distúrbio tromboembólico venoso ativo. Quanto às interações medicamentosas, a administração concomitante com indutores de enzimas microssomais, especificamente enzimas do citocromo P450, pode resultar em aumento da depuração de hormônios sexuais.
Nota: antes de prescrever o produto, recomendamos a leitura da Circularaos Médicos (bula) completa para informações detalhadas.
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
WOMN-1201005-0000 PRODUZIDO EM NOVEMBRO/2016 VÁLIDO POR 2 ANOS### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetrícia
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passage: . Além disso, o uso de DIU também pode provocar uma gravidez ectópica, na qual o embrião se desenvolve nas trompas, colocando em risco não só a gestação, mas também os órgão reprodutores da mulher. Entenda melhor o que é esta complicação. Assim, para diminuir as chances de surgirem estas complicações é aconselhado consultar o mais rápido possível o ginecologista para confirmar as suspeitas de gravidez e remover o DIU, caso seja necessário.
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passage: Dietilestilbestrol. A exposição uterina a esse estrogênio sin-tético foi relacionada com malformações no desenvolvimento uterino, além de aumento no risco de adenose vaginal. No Ca-pítulo 18 (p. 502) é possível obter mais informações sobre esse tópico. A aparência clássica é a de um útero pequeno em forma de T . Felizmente, esse problema tem sido encontrado com fre-quência decrescente nas clínicas de infertilidade, considerando que esse fármaco não é mais usado e a maioria das mulheres afetadas está deixando a idade reprodutiva (Goldberg, 1999).
Anormalidades adquiridas. As anormalidades adquiridas são-pólipos intrauterinos, leiomiomas e síndrome de Asherman.
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passage: O que pode acontecer se eu emendar a cartela do anticoncepcional? “Minha amiga me falou que já emendou a pílula para deixar de menstruar e eu fiquei com vontade de experimentar. Existe algum problema ao fazer isso? O que acontece se eu emendar o anticoncepcional?” A principal alteração que acontece se você emendar a cartela do anticoncepcional é que deixará de menstruar. Isso não faz mal à saúde. O uso contínuo da pílula pode, inclusive, ajudar no tratamento de problemas como endometriose ou Síndrome Pré Menstrual, sendo indicado pelo médico nesses casos. Além disso, ao se tomar a pílula sem pausa é possível que ocorra um pequeno sangramento de escape (spotting) diário. Esse efeito se inicia geralmente após emendar 3 ou mais cartelas. Nesses casos, recomenda-se interromper o uso por uma semana, esperar pela menstruação e reiniciar. O uso ininterrupto do anticoncepcional não aumenta o risco de gravidez, não engorda e também não prejudica a fertilidade. Contudo, você pode sentir-se mais inchada devido à retenção de líquidos ou apresentar efeitos colaterais como náuseas, vômitos, dor de cabeça, entre outros. Para prevenir esses possíveis efeitos colaterais, como escapes e inchaço, existem pílulas que são específicas para serem usadas de forma contínua, pois possuem uma dose menor de hormônios.
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passage: . Além disso, podem surgir cansaço, cólicas menstruais, menstruação irregular, sangramento de escape, dor pélvica, candidíase vaginal, sangramento vaginal que pode ser intenso, pouco ou ausente. Femoston também pode causar alterações no peso, inchaço, depressão ou nervosismo. Quem não deve usar O Femoston não deve ser usado por crianças e adolescentes com menos de 18 anos, homens, mulheres em idade fértil, grávidas ou em amamentação. Esse remédio também não deve ser usado por mulheres com sangramento vaginal anormal não diagnosticado, alterações no útero, câncer de mama, de endométrio, de ovário ou outros cânceres dependentes de estrogênios e/ou progesterona. O Femoston não deve ser usado por mulheres com hiperplasia de endométrio não tratada, problemas de circulação sanguínea, histórico de coágulos no sangue, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, AVC, angina ou infarto, problemas ou doença no fígado, ou porfiria. Além disso, o Femoston não deve ser usado por mulheres que tenham alergia ao estradiol, didrogesterona ou qualquer outro componente dos comprimidos.
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passage: . Caso estes sintomas sejam intensos ou persistentes, deve-se conversar com o ginecologista para avaliar a possibilidade de ajustes ou mudança do medicamento. Quem não deve usar O Aixa, assim como outros anticoncepcionais hormonais, devem ser evitados em casos de história de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar, que tenham história de enxaqueca com aura, idade maior que 35 anos, que sejam tabagistas ou que tenham qualquer doença que aumente o risco de trombose, como diabetes ou hipertensão arterial graves, já que o risco pode se tornar ainda maior. Nestes casos ou sempre que houver dúvidas, é importante conversar com o ginecologista para maiores esclarecimentos.
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passage: OrientaçõesAs mulheres precisam ser avisadas no tocante às alterações de sangramento e com relação a possível ganho de peso.(31,32) Outra informação importante, principalmente para aquelas que ainda desejam engravidar, é que pode ocorrer uma demora ao retorno de fertilidade, podendo ser de até 1 ano.(31) Anticoncepção de emergência (AE)Segundo a Organização Mundial de Saúde e o Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia (ACOG), a AE é de/f_i nida como um método que oferece às mulheres uma maneira não arriscada de prevenir uma gravidez não planejada até 120 horas da relação sexual.(27,33) As op-ções atuais são seguras e bem-toleradas. Entre os métodos hormo-nais são indicados os que contêm o etinilestradiol e levonorgestrel (método Yuzpe), o levonorgestrel, o acetato de ulipristal e, menos frequentemente, a mifepristona ou o uso do dispositivo intrauterino de cobre.(27,33) No Brasil, os métodos liberados para uso de AE são os hormonais combinados e os com progestagênio isolado (levonorges-trel) (Quadro 5).
13Guazzelli CA, Sakamoto LCProtocolos Febrasgo | Nº70 | 2018AHCO 2 doses/intervalo de 12 horasEtinilestradiol 100 mcgLevonorgestrel 0,5 mgAté 5 dias Náusea, vômito, cefaleia, alteração de sangramento.
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passage: De modo geral, deve-se evitar biópsia quando a pacien-te estiver tomando progestogênio, uma vez que esse hormônio confunde o diagnóstico patológico modificando a morfologia do endométrio. O descolamento do endométrio no sangramento de privação também é um componente do processo de ablação me-dicamentosa e deve estar concluído antes de se avaliar a persistên-cia do quadro. Aguardar entre 2 a 6 semanas após a suspensão do hormônio sem reiniciar a administração de progestogênio antes de realizar a biópsia resolve esses problemas. Naquelas pacientes com DIU liberador de levonorgestrel, a biópsia de endométrio pode ser realizada sem retirada do dispositivo.
Mulheres pós-menopáusicas. As mulheres pós-menopáusicas com hiperplasia endometrial não atípica também podem ser tratadas com dosagem baixa e cíclica de MPA, ou com um esquema contínuo de 2,5 mg diários. No entanto, é muito im-portante que, no caso de mulheres de idade mais avançada, seja coletada uma amostra representativa para excluir atipia citoló-gica. Em algumas circunstâncias pode-se indicar D&C, quan-do, por exemplo, o volume de tecido coletado com o trocarte de Pipelle for escasso ou os sintomas de sangramento forem mais pronunciados do que o esperado.
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passage: Para mulheres pré-menopáusicas, a ultrassonografia trans-vaginal com frequência é indicada para excluir uma origem es-trutural para o sangramento anormal. De forma semelhante, os pesquisadores tentaram criar diretrizes para avaliar a espes-sura do endométrio. Entretanto, essa espessura varia conside-ravelmente entre mulheres pré-menopáusicas, e os limiares de anormalidade sugeridos com base em evidências variam entre $ 4 mm e , 16 mm (Breitkopf, 2004; Goldstein, 1997; Shi, 2008). Assim, não se chegou a consenso acerca de diretrizes para espessura de endométrio nesse grupo de pacientes. Em nossa instituição, não se recomenda qualquer investigação complementar para endométrio de aparência normal medindo # 10 mm em pacientes pré-menopáusicas com sangramento uterino anormal, se não houver outros fatores de risco que in-diquem a necessidade de exames complementares.
Como alternativa à ultrassonografia, pode-se optar por biópsia em consultório com trocarte de Pipelle ou por dila-tação e curetagem (D&C) em regime ambulatorial como me-didas iniciais para investigação de quadros de sangramento anormal (Merisio, 2005). Macroscopicamente, o endométrio hiperplásico não é característico, e por isso a identificação vi-sual por histeroscopia é imprecisa (Garuti, 2006).
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passage: Dentre as informações citadas em bula, ressaltamos que este medicamento é contraindicado para pacientes com distúrbio tromboembólico venoso ativo. Quanto às interações medicamentosas, a administração concomitante com indutores de enzimas microssomais, especificamente enzimas do citocromo P450, pode resultar em aumento da depuração de hormônios sexuais.
Nota: antes de prescrever o produto, recomendamos a leitura da Circularaos Médicos (bula) completa para informações detalhadas.
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
WOMN-1201005-0000 PRODUZIDO EM NOVEMBRO/2016 VÁLIDO POR 2 ANOS### APOIOFeDeração brasileira Das associações De ginecologia e obstetrícia
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passage: . Além disso, o uso de DIU também pode provocar uma gravidez ectópica, na qual o embrião se desenvolve nas trompas, colocando em risco não só a gestação, mas também os órgão reprodutores da mulher. Entenda melhor o que é esta complicação. Assim, para diminuir as chances de surgirem estas complicações é aconselhado consultar o mais rápido possível o ginecologista para confirmar as suspeitas de gravidez e remover o DIU, caso seja necessário.
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passage: Dietilestilbestrol. A exposição uterina a esse estrogênio sin-tético foi relacionada com malformações no desenvolvimento uterino, além de aumento no risco de adenose vaginal. No Ca-pítulo 18 (p. 502) é possível obter mais informações sobre esse tópico. A aparência clássica é a de um útero pequeno em forma de T . Felizmente, esse problema tem sido encontrado com fre-quência decrescente nas clínicas de infertilidade, considerando que esse fármaco não é mais usado e a maioria das mulheres afetadas está deixando a idade reprodutiva (Goldberg, 1999).
Anormalidades adquiridas. As anormalidades adquiridas são-pólipos intrauterinos, leiomiomas e síndrome de Asherman.
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passage: O que pode acontecer se eu emendar a cartela do anticoncepcional? “Minha amiga me falou que já emendou a pílula para deixar de menstruar e eu fiquei com vontade de experimentar. Existe algum problema ao fazer isso? O que acontece se eu emendar o anticoncepcional?” A principal alteração que acontece se você emendar a cartela do anticoncepcional é que deixará de menstruar. Isso não faz mal à saúde. O uso contínuo da pílula pode, inclusive, ajudar no tratamento de problemas como endometriose ou Síndrome Pré Menstrual, sendo indicado pelo médico nesses casos. Além disso, ao se tomar a pílula sem pausa é possível que ocorra um pequeno sangramento de escape (spotting) diário. Esse efeito se inicia geralmente após emendar 3 ou mais cartelas. Nesses casos, recomenda-se interromper o uso por uma semana, esperar pela menstruação e reiniciar. O uso ininterrupto do anticoncepcional não aumenta o risco de gravidez, não engorda e também não prejudica a fertilidade. Contudo, você pode sentir-se mais inchada devido à retenção de líquidos ou apresentar efeitos colaterais como náuseas, vômitos, dor de cabeça, entre outros. Para prevenir esses possíveis efeitos colaterais, como escapes e inchaço, existem pílulas que são específicas para serem usadas de forma contínua, pois possuem uma dose menor de hormônios.
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passage: . Além disso, podem surgir cansaço, cólicas menstruais, menstruação irregular, sangramento de escape, dor pélvica, candidíase vaginal, sangramento vaginal que pode ser intenso, pouco ou ausente. Femoston também pode causar alterações no peso, inchaço, depressão ou nervosismo. Quem não deve usar O Femoston não deve ser usado por crianças e adolescentes com menos de 18 anos, homens, mulheres em idade fértil, grávidas ou em amamentação. Esse remédio também não deve ser usado por mulheres com sangramento vaginal anormal não diagnosticado, alterações no útero, câncer de mama, de endométrio, de ovário ou outros cânceres dependentes de estrogênios e/ou progesterona. O Femoston não deve ser usado por mulheres com hiperplasia de endométrio não tratada, problemas de circulação sanguínea, histórico de coágulos no sangue, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, AVC, angina ou infarto, problemas ou doença no fígado, ou porfiria. Além disso, o Femoston não deve ser usado por mulheres que tenham alergia ao estradiol, didrogesterona ou qualquer outro componente dos comprimidos.
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passage: . Caso estes sintomas sejam intensos ou persistentes, deve-se conversar com o ginecologista para avaliar a possibilidade de ajustes ou mudança do medicamento. Quem não deve usar O Aixa, assim como outros anticoncepcionais hormonais, devem ser evitados em casos de história de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar, que tenham história de enxaqueca com aura, idade maior que 35 anos, que sejam tabagistas ou que tenham qualquer doença que aumente o risco de trombose, como diabetes ou hipertensão arterial graves, já que o risco pode se tornar ainda maior. Nestes casos ou sempre que houver dúvidas, é importante conversar com o ginecologista para maiores esclarecimentos.
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passage: OrientaçõesAs mulheres precisam ser avisadas no tocante às alterações de sangramento e com relação a possível ganho de peso.(31,32) Outra informação importante, principalmente para aquelas que ainda desejam engravidar, é que pode ocorrer uma demora ao retorno de fertilidade, podendo ser de até 1 ano.(31) Anticoncepção de emergência (AE)Segundo a Organização Mundial de Saúde e o Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia (ACOG), a AE é de/f_i nida como um método que oferece às mulheres uma maneira não arriscada de prevenir uma gravidez não planejada até 120 horas da relação sexual.(27,33) As op-ções atuais são seguras e bem-toleradas. Entre os métodos hormo-nais são indicados os que contêm o etinilestradiol e levonorgestrel (método Yuzpe), o levonorgestrel, o acetato de ulipristal e, menos frequentemente, a mifepristona ou o uso do dispositivo intrauterino de cobre.(27,33) No Brasil, os métodos liberados para uso de AE são os hormonais combinados e os com progestagênio isolado (levonorges-trel) (Quadro 5).
13Guazzelli CA, Sakamoto LCProtocolos Febrasgo | Nº70 | 2018AHCO 2 doses/intervalo de 12 horasEtinilestradiol 100 mcgLevonorgestrel 0,5 mgAté 5 dias Náusea, vômito, cefaleia, alteração de sangramento.
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passage: De modo geral, deve-se evitar biópsia quando a pacien-te estiver tomando progestogênio, uma vez que esse hormônio confunde o diagnóstico patológico modificando a morfologia do endométrio. O descolamento do endométrio no sangramento de privação também é um componente do processo de ablação me-dicamentosa e deve estar concluído antes de se avaliar a persistên-cia do quadro. Aguardar entre 2 a 6 semanas após a suspensão do hormônio sem reiniciar a administração de progestogênio antes de realizar a biópsia resolve esses problemas. Naquelas pacientes com DIU liberador de levonorgestrel, a biópsia de endométrio pode ser realizada sem retirada do dispositivo.
Mulheres pós-menopáusicas. As mulheres pós-menopáusicas com hiperplasia endometrial não atípica também podem ser tratadas com dosagem baixa e cíclica de MPA, ou com um esquema contínuo de 2,5 mg diários. No entanto, é muito im-portante que, no caso de mulheres de idade mais avançada, seja coletada uma amostra representativa para excluir atipia citoló-gica. Em algumas circunstâncias pode-se indicar D&C, quan-do, por exemplo, o volume de tecido coletado com o trocarte de Pipelle for escasso ou os sintomas de sangramento forem mais pronunciados do que o esperado.
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passage: Para mulheres pré-menopáusicas, a ultrassonografia trans-vaginal com frequência é indicada para excluir uma origem es-trutural para o sangramento anormal. De forma semelhante, os pesquisadores tentaram criar diretrizes para avaliar a espes-sura do endométrio. Entretanto, essa espessura varia conside-ravelmente entre mulheres pré-menopáusicas, e os limiares de anormalidade sugeridos com base em evidências variam entre $ 4 mm e , 16 mm (Breitkopf, 2004; Goldstein, 1997; Shi, 2008). Assim, não se chegou a consenso acerca de diretrizes para espessura de endométrio nesse grupo de pacientes. Em nossa instituição, não se recomenda qualquer investigação complementar para endométrio de aparência normal medindo # 10 mm em pacientes pré-menopáusicas com sangramento uterino anormal, se não houver outros fatores de risco que in-diquem a necessidade de exames complementares.
Como alternativa à ultrassonografia, pode-se optar por biópsia em consultório com trocarte de Pipelle ou por dila-tação e curetagem (D&C) em regime ambulatorial como me-didas iniciais para investigação de quadros de sangramento anormal (Merisio, 2005). Macroscopicamente, o endométrio hiperplásico não é característico, e por isso a identificação vi-sual por histeroscopia é imprecisa (Garuti, 2006).
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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Olá! Entendo sua preocupação em relação ao diagnóstico de espessamento do endométrio e ao uso de Diane. É importante avaliarmos alguns pontos para te dar uma resposta mais precisa e te tranquilizar.
Primeiramente, o Diane é um anticoncepcional hormonal combinado, e embora ele possa ter diversos benefícios, como a regulação do ciclo menstrual e a melhora da acne, é fundamental considerar o contexto do espessamento do endométrio. O espessamento do endométrio, em si, pode ter diversas causas, desde variações hormonais normais até condições como pólipos, hiperplasia endometrial (que pode ou não ser causada por desequilíbrios hormonais), ou, raramente, câncer de endométrio.
O fato de você estar usando o Diane pode influenciar esse espessamento, dependendo da causa. Em algumas situações, o uso de anticoncepcionais pode ajudar a controlar o espessamento, mas em outras, pode não ser a solução ideal, especialmente se houver outros fatores de risco envolvidos. Por isso, é crucial que o seu médico tenha investigado a causa do espessamento antes de prescrever o Diane.
É importante ressaltar que alguns anticoncepcionais podem aumentar a retenção de líquidos e causar inchaço, e estes são efeitos colaterais que precisam ser monitorados.
Além disso, é essencial descartar outras condições que podem contraindicar o uso de Diane, como histórico de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar, enxaqueca com aura, idade acima de 35 anos associada ao tabagismo, ou doenças que aumentem o risco de trombose, como diabetes ou hipertensão arterial graves. O Diane é contraindicado para mulheres com distúrbio tromboembólico venoso ativo.
Portanto, recomendo que você retorne ao seu ginecologista para uma nova avaliação. Ele poderá reavaliar os exames que levaram ao diagnóstico de espessamento do endométrio, verificar se o Diane é realmente a melhor opção para o seu caso, considerando a causa do espessamento, e monitorar de perto qualquer efeito colateral. Não hesite em relatar qualquer sintoma novo ou persistente ao seu médico. Lembre-se que a avaliação individualizada é fundamental para garantir o melhor tratamento para você.
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Minha prima tem síndrome de Turner e sofreu um aborto quando estava grávida de alguns meses. Há anos, ela está grávida novamente de alguns meses. Qual a probabilidade de que ela consiga levar essa gravidez até o final? Caso ela tenha um bebê, é possível que ele seja saudável, ou seja, que não tenha a síndrome?
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Pode ser feita uma amniocentese e um estudo genético, mas isso não muda a conduta. A gravidez não pode ser interrompida, claro.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: Etiologia | Fatores de riscoA incidência de alterações cromossômicas em abortamentos esporádicos de 1o trimestre é de 50%.
Analisando abortos com cariótipo anormal, a síndrome de Turner (45,X0) é a alteração mais frequente comincidência de 19% (Tabela 27.1). Abortos trissômicos são vistos para todos os autossomos, exceto para oscromossomos 1, 5, 11, 12, 17 e 19. Trissomia 16, triploidia e tetraploidia são as anormalidades autossômicasmais comuns. Aproximadamente 80% das trissomias 21 terminam em abortamento.
••••••Os mais comuns fatores de risco identificados em mulheres com abortamento precoce são a idade maternaavançada e a história de perda anterior (ACOG, 2015). A frequência de abortamentos precoces clinicamentereconhecidos em mulheres com idade de 20 a 30 anos é de 9 a 17%, aumentando rapidamente para 20% naidade de 35 anos, 40% com 40 anos e 80% com 45 anos.
Qualquer doença materna grave, traumatismo ou intoxicação, além de inúmeras infecções, podem levar aoabortamento.
Formas clínicasConstituem tipos clínicos de abortamento (Tabelas 27.2 e 27.3):Ameaça de abortamentoAbortamento inevitávelAbortamento completoAbortamento incompletoAbortamento infectadoAbortamento retidoAbortamento habitualInsuficiência cervical.
Tabela 27.1 Frequência de anormalidades cromossômicas em abortamento com cariótipo anormal.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: Etiologia | Fatores de riscoA incidência de alterações cromossômicas em abortamentos esporádicos de 1o trimestre é de 50%.
Analisando abortos com cariótipo anormal, a síndrome de Turner (45,X0) é a alteração mais frequente comincidência de 19% (Tabela 27.1). Abortos trissômicos são vistos para todos os autossomos, exceto para oscromossomos 1, 5, 11, 12, 17 e 19. Trissomia 16, triploidia e tetraploidia são as anormalidades autossômicasmais comuns. Aproximadamente 80% das trissomias 21 terminam em abortamento.
••••••Os mais comuns fatores de risco identificados em mulheres com abortamento precoce são a idade maternaavançada e a história de perda anterior (ACOG, 2015). A frequência de abortamentos precoces clinicamentereconhecidos em mulheres com idade de 20 a 30 anos é de 9 a 17%, aumentando rapidamente para 20% naidade de 35 anos, 40% com 40 anos e 80% com 45 anos.
Qualquer doença materna grave, traumatismo ou intoxicação, além de inúmeras infecções, podem levar aoabortamento.
Formas clínicasConstituem tipos clínicos de abortamento (Tabelas 27.2 e 27.3):Ameaça de abortamentoAbortamento inevitávelAbortamento completoAbortamento incompletoAbortamento infectadoAbortamento retidoAbortamento habitualInsuficiência cervical.
Tabela 27.1 Frequência de anormalidades cromossômicas em abortamento com cariótipo anormal.
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passage: Na maioria dos casos, os embriões com monossomia dos autossomos ou cromossomossexuais não são viáveis. Entretanto, alguns indivíduos com monossomia doscromossomos sexuais (genótipo 45XO) podem sobreviver (Fig. 8.8). Estes indivíduos, quesão ditos portadores da síndrome de Turner, exibem um fenótipo feminino, mas asgônadas são estéreis.
Mulher com síndrome de Turner.
Observar a baixa estatura, pescoço alado e características sexuais infantis. (De Connor J, Ferguson-Smith M: Essential medical genetics, ed 2, Oxford, 1987, Blackwell Scientific)Três trissomias autossômicas produzem bebês com associações características deanomalias. A mais conhecida é a trissomia do 21, também denominada de síndrome deDown. Indivíduos com síndrome de Down geralmente apresentam retardamento mentale têm como característica a face larga, com a ponte nasal achatada, olhos bem separadose proeminentes dobras epicânticas. As mãos também são amplas, e a superfície palmar émarcada por uma linha simiesca transversal característica (Fig. 8.9). Defeitos cardíacos,especialmente defeitos nos septos atriais e ventriculares, são comuns, com umaincidência próxima dos 50%. Atresia duodenal e outras anomalias intestinais sãotempo de vida reduzido.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: Etiologia | Fatores de riscoA incidência de alterações cromossômicas em abortamentos esporádicos de 1o trimestre é de 50%.
Analisando abortos com cariótipo anormal, a síndrome de Turner (45,X0) é a alteração mais frequente comincidência de 19% (Tabela 27.1). Abortos trissômicos são vistos para todos os autossomos, exceto para oscromossomos 1, 5, 11, 12, 17 e 19. Trissomia 16, triploidia e tetraploidia são as anormalidades autossômicasmais comuns. Aproximadamente 80% das trissomias 21 terminam em abortamento.
••••••Os mais comuns fatores de risco identificados em mulheres com abortamento precoce são a idade maternaavançada e a história de perda anterior (ACOG, 2015). A frequência de abortamentos precoces clinicamentereconhecidos em mulheres com idade de 20 a 30 anos é de 9 a 17%, aumentando rapidamente para 20% naidade de 35 anos, 40% com 40 anos e 80% com 45 anos.
Qualquer doença materna grave, traumatismo ou intoxicação, além de inúmeras infecções, podem levar aoabortamento.
Formas clínicasConstituem tipos clínicos de abortamento (Tabelas 27.2 e 27.3):Ameaça de abortamentoAbortamento inevitávelAbortamento completoAbortamento incompletoAbortamento infectadoAbortamento retidoAbortamento habitualInsuficiência cervical.
Tabela 27.1 Frequência de anormalidades cromossômicas em abortamento com cariótipo anormal.
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passage: Na maioria dos casos, os embriões com monossomia dos autossomos ou cromossomossexuais não são viáveis. Entretanto, alguns indivíduos com monossomia doscromossomos sexuais (genótipo 45XO) podem sobreviver (Fig. 8.8). Estes indivíduos, quesão ditos portadores da síndrome de Turner, exibem um fenótipo feminino, mas asgônadas são estéreis.
Mulher com síndrome de Turner.
Observar a baixa estatura, pescoço alado e características sexuais infantis. (De Connor J, Ferguson-Smith M: Essential medical genetics, ed 2, Oxford, 1987, Blackwell Scientific)Três trissomias autossômicas produzem bebês com associações características deanomalias. A mais conhecida é a trissomia do 21, também denominada de síndrome deDown. Indivíduos com síndrome de Down geralmente apresentam retardamento mentale têm como característica a face larga, com a ponte nasal achatada, olhos bem separadose proeminentes dobras epicânticas. As mãos também são amplas, e a superfície palmar émarcada por uma linha simiesca transversal característica (Fig. 8.9). Defeitos cardíacos,especialmente defeitos nos septos atriais e ventriculares, são comuns, com umaincidência próxima dos 50%. Atresia duodenal e outras anomalias intestinais sãotempo de vida reduzido.
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passage: o trimestre. CCN, comprimento cabeça-nádega, US,ultrassonografia.
Cerca de 30% das anomalias cromossômicas detectadas pelo teste de 1o trimestre combinado são diferentesdas trissomias 21, 18 e 13, e as mais frequentes são a síndrome de Turner (45,X) e a 47,XYY (Alamillo et al.,2013). Aproximadamente 99% dos casos de Turner terminam em abortamento no 1o trimestre. Esta síndromerepresenta 10% do total de abortamentos esporádicos. A TN na síndrome de Turner é muito elevada (valor médiode 8,5 mm), mas a idade materna é < 35 anos.
Figura 101.4 Ducto venoso reverso no 1o trimestre.
Tabela 101.2 Achados ultrassonográficos mais frequentes nas síndromes de Edwards, Patau e Turner.
Síndrome de EdwardsArtéria umbilical única (80%)MegabexigaOnfaloceleBradicardiaSíndrome de PatauMegabexigaHoloprosencefalia•TaquicardiaSíndrome de TurnerHigroma císticoTeste pré-natal não invasivo (NIPT) | Cell-free DNA (cfDNA)Em 1997, Lo et al.
, publicaram um trabalho seminal no qual demonstraram a presença de DNA fetal livre nosangue materno (cfDNA).
Em torno de 3 a 13% do DNA livre no sangue materno é DNA fetal. Na verdade, o DNA fetal livre no sanguematerno é proveniente de células apoptóticas do trofoblasto.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: Etiologia | Fatores de riscoA incidência de alterações cromossômicas em abortamentos esporádicos de 1o trimestre é de 50%.
Analisando abortos com cariótipo anormal, a síndrome de Turner (45,X0) é a alteração mais frequente comincidência de 19% (Tabela 27.1). Abortos trissômicos são vistos para todos os autossomos, exceto para oscromossomos 1, 5, 11, 12, 17 e 19. Trissomia 16, triploidia e tetraploidia são as anormalidades autossômicasmais comuns. Aproximadamente 80% das trissomias 21 terminam em abortamento.
••••••Os mais comuns fatores de risco identificados em mulheres com abortamento precoce são a idade maternaavançada e a história de perda anterior (ACOG, 2015). A frequência de abortamentos precoces clinicamentereconhecidos em mulheres com idade de 20 a 30 anos é de 9 a 17%, aumentando rapidamente para 20% naidade de 35 anos, 40% com 40 anos e 80% com 45 anos.
Qualquer doença materna grave, traumatismo ou intoxicação, além de inúmeras infecções, podem levar aoabortamento.
Formas clínicasConstituem tipos clínicos de abortamento (Tabelas 27.2 e 27.3):Ameaça de abortamentoAbortamento inevitávelAbortamento completoAbortamento incompletoAbortamento infectadoAbortamento retidoAbortamento habitualInsuficiência cervical.
Tabela 27.1 Frequência de anormalidades cromossômicas em abortamento com cariótipo anormal.
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passage: Na maioria dos casos, os embriões com monossomia dos autossomos ou cromossomossexuais não são viáveis. Entretanto, alguns indivíduos com monossomia doscromossomos sexuais (genótipo 45XO) podem sobreviver (Fig. 8.8). Estes indivíduos, quesão ditos portadores da síndrome de Turner, exibem um fenótipo feminino, mas asgônadas são estéreis.
Mulher com síndrome de Turner.
Observar a baixa estatura, pescoço alado e características sexuais infantis. (De Connor J, Ferguson-Smith M: Essential medical genetics, ed 2, Oxford, 1987, Blackwell Scientific)Três trissomias autossômicas produzem bebês com associações características deanomalias. A mais conhecida é a trissomia do 21, também denominada de síndrome deDown. Indivíduos com síndrome de Down geralmente apresentam retardamento mentale têm como característica a face larga, com a ponte nasal achatada, olhos bem separadose proeminentes dobras epicânticas. As mãos também são amplas, e a superfície palmar émarcada por uma linha simiesca transversal característica (Fig. 8.9). Defeitos cardíacos,especialmente defeitos nos septos atriais e ventriculares, são comuns, com umaincidência próxima dos 50%. Atresia duodenal e outras anomalias intestinais sãotempo de vida reduzido.
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passage: o trimestre. CCN, comprimento cabeça-nádega, US,ultrassonografia.
Cerca de 30% das anomalias cromossômicas detectadas pelo teste de 1o trimestre combinado são diferentesdas trissomias 21, 18 e 13, e as mais frequentes são a síndrome de Turner (45,X) e a 47,XYY (Alamillo et al.,2013). Aproximadamente 99% dos casos de Turner terminam em abortamento no 1o trimestre. Esta síndromerepresenta 10% do total de abortamentos esporádicos. A TN na síndrome de Turner é muito elevada (valor médiode 8,5 mm), mas a idade materna é < 35 anos.
Figura 101.4 Ducto venoso reverso no 1o trimestre.
Tabela 101.2 Achados ultrassonográficos mais frequentes nas síndromes de Edwards, Patau e Turner.
Síndrome de EdwardsArtéria umbilical única (80%)MegabexigaOnfaloceleBradicardiaSíndrome de PatauMegabexigaHoloprosencefalia•TaquicardiaSíndrome de TurnerHigroma císticoTeste pré-natal não invasivo (NIPT) | Cell-free DNA (cfDNA)Em 1997, Lo et al.
, publicaram um trabalho seminal no qual demonstraram a presença de DNA fetal livre nosangue materno (cfDNA).
Em torno de 3 a 13% do DNA livre no sangue materno é DNA fetal. Na verdade, o DNA fetal livre no sanguematerno é proveniente de células apoptóticas do trofoblasto.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: Etiologia | Fatores de riscoA incidência de alterações cromossômicas em abortamentos esporádicos de 1o trimestre é de 50%.
Analisando abortos com cariótipo anormal, a síndrome de Turner (45,X0) é a alteração mais frequente comincidência de 19% (Tabela 27.1). Abortos trissômicos são vistos para todos os autossomos, exceto para oscromossomos 1, 5, 11, 12, 17 e 19. Trissomia 16, triploidia e tetraploidia são as anormalidades autossômicasmais comuns. Aproximadamente 80% das trissomias 21 terminam em abortamento.
••••••Os mais comuns fatores de risco identificados em mulheres com abortamento precoce são a idade maternaavançada e a história de perda anterior (ACOG, 2015). A frequência de abortamentos precoces clinicamentereconhecidos em mulheres com idade de 20 a 30 anos é de 9 a 17%, aumentando rapidamente para 20% naidade de 35 anos, 40% com 40 anos e 80% com 45 anos.
Qualquer doença materna grave, traumatismo ou intoxicação, além de inúmeras infecções, podem levar aoabortamento.
Formas clínicasConstituem tipos clínicos de abortamento (Tabelas 27.2 e 27.3):Ameaça de abortamentoAbortamento inevitávelAbortamento completoAbortamento incompletoAbortamento infectadoAbortamento retidoAbortamento habitualInsuficiência cervical.
Tabela 27.1 Frequência de anormalidades cromossômicas em abortamento com cariótipo anormal.
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passage: Na maioria dos casos, os embriões com monossomia dos autossomos ou cromossomossexuais não são viáveis. Entretanto, alguns indivíduos com monossomia doscromossomos sexuais (genótipo 45XO) podem sobreviver (Fig. 8.8). Estes indivíduos, quesão ditos portadores da síndrome de Turner, exibem um fenótipo feminino, mas asgônadas são estéreis.
Mulher com síndrome de Turner.
Observar a baixa estatura, pescoço alado e características sexuais infantis. (De Connor J, Ferguson-Smith M: Essential medical genetics, ed 2, Oxford, 1987, Blackwell Scientific)Três trissomias autossômicas produzem bebês com associações características deanomalias. A mais conhecida é a trissomia do 21, também denominada de síndrome deDown. Indivíduos com síndrome de Down geralmente apresentam retardamento mentale têm como característica a face larga, com a ponte nasal achatada, olhos bem separadose proeminentes dobras epicânticas. As mãos também são amplas, e a superfície palmar émarcada por uma linha simiesca transversal característica (Fig. 8.9). Defeitos cardíacos,especialmente defeitos nos septos atriais e ventriculares, são comuns, com umaincidência próxima dos 50%. Atresia duodenal e outras anomalias intestinais sãotempo de vida reduzido.
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passage: o trimestre. CCN, comprimento cabeça-nádega, US,ultrassonografia.
Cerca de 30% das anomalias cromossômicas detectadas pelo teste de 1o trimestre combinado são diferentesdas trissomias 21, 18 e 13, e as mais frequentes são a síndrome de Turner (45,X) e a 47,XYY (Alamillo et al.,2013). Aproximadamente 99% dos casos de Turner terminam em abortamento no 1o trimestre. Esta síndromerepresenta 10% do total de abortamentos esporádicos. A TN na síndrome de Turner é muito elevada (valor médiode 8,5 mm), mas a idade materna é < 35 anos.
Figura 101.4 Ducto venoso reverso no 1o trimestre.
Tabela 101.2 Achados ultrassonográficos mais frequentes nas síndromes de Edwards, Patau e Turner.
Síndrome de EdwardsArtéria umbilical única (80%)MegabexigaOnfaloceleBradicardiaSíndrome de PatauMegabexigaHoloprosencefalia•TaquicardiaSíndrome de TurnerHigroma císticoTeste pré-natal não invasivo (NIPT) | Cell-free DNA (cfDNA)Em 1997, Lo et al.
, publicaram um trabalho seminal no qual demonstraram a presença de DNA fetal livre nosangue materno (cfDNA).
Em torno de 3 a 13% do DNA livre no sangue materno é DNA fetal. Na verdade, o DNA fetal livre no sanguematerno é proveniente de células apoptóticas do trofoblasto.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
8 de 44 29/04/2016 12:48, Visão anterior de um feto do sexo feminino com síndrome de Down (trissomiado do 21) com 16,5 semanas. B, A mão do feto mostra uma única prega de flexão palmartransversal (prega simiesca, seta) e clinodactilia (encurvamento) do quinto dedo. C, Visão anteriordas faces de gêmeos dizigóticos do sexo masculino que são discordantes para síndrome de Down(trissomia do 21). O gêmeo menor tem síndrome de Down e foi desenvolvido a partir de um zigotoque continha um cromossomo 21 extra. Os aspectos faciais característicos da síndrome nesselactente incluem fissuras palpebrais inclinadas, pregas epicantais e uma ponte nasal achatada. D,Uma menina com 2 anos e 6 meses de idade com síndrome de Down.
Síndrome de TurnerAproximadamente 1% dos embriões femininos com monossomia do X sobrevive; a incidência de 45,X (síndrome deTurner) em recém-nascidos do sexo feminino corresponde a aproximadamente 1 em 8.000 nascidos vivos. Metadedos indivíduos afetados apresenta 45,X; os outros têm uma variedade de anormalidades de um cromossomosexual. O fenótipo da síndrome de Turner é feminino (Figs. 20-3 a 20-5). As características sexuais secundárias não sedesenvolvem em 90% das mulheres afetadas e a reposição hormonal é necessária.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: Etiologia | Fatores de riscoA incidência de alterações cromossômicas em abortamentos esporádicos de 1o trimestre é de 50%.
Analisando abortos com cariótipo anormal, a síndrome de Turner (45,X0) é a alteração mais frequente comincidência de 19% (Tabela 27.1). Abortos trissômicos são vistos para todos os autossomos, exceto para oscromossomos 1, 5, 11, 12, 17 e 19. Trissomia 16, triploidia e tetraploidia são as anormalidades autossômicasmais comuns. Aproximadamente 80% das trissomias 21 terminam em abortamento.
••••••Os mais comuns fatores de risco identificados em mulheres com abortamento precoce são a idade maternaavançada e a história de perda anterior (ACOG, 2015). A frequência de abortamentos precoces clinicamentereconhecidos em mulheres com idade de 20 a 30 anos é de 9 a 17%, aumentando rapidamente para 20% naidade de 35 anos, 40% com 40 anos e 80% com 45 anos.
Qualquer doença materna grave, traumatismo ou intoxicação, além de inúmeras infecções, podem levar aoabortamento.
Formas clínicasConstituem tipos clínicos de abortamento (Tabelas 27.2 e 27.3):Ameaça de abortamentoAbortamento inevitávelAbortamento completoAbortamento incompletoAbortamento infectadoAbortamento retidoAbortamento habitualInsuficiência cervical.
Tabela 27.1 Frequência de anormalidades cromossômicas em abortamento com cariótipo anormal.
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passage: Na maioria dos casos, os embriões com monossomia dos autossomos ou cromossomossexuais não são viáveis. Entretanto, alguns indivíduos com monossomia doscromossomos sexuais (genótipo 45XO) podem sobreviver (Fig. 8.8). Estes indivíduos, quesão ditos portadores da síndrome de Turner, exibem um fenótipo feminino, mas asgônadas são estéreis.
Mulher com síndrome de Turner.
Observar a baixa estatura, pescoço alado e características sexuais infantis. (De Connor J, Ferguson-Smith M: Essential medical genetics, ed 2, Oxford, 1987, Blackwell Scientific)Três trissomias autossômicas produzem bebês com associações características deanomalias. A mais conhecida é a trissomia do 21, também denominada de síndrome deDown. Indivíduos com síndrome de Down geralmente apresentam retardamento mentale têm como característica a face larga, com a ponte nasal achatada, olhos bem separadose proeminentes dobras epicânticas. As mãos também são amplas, e a superfície palmar émarcada por uma linha simiesca transversal característica (Fig. 8.9). Defeitos cardíacos,especialmente defeitos nos septos atriais e ventriculares, são comuns, com umaincidência próxima dos 50%. Atresia duodenal e outras anomalias intestinais sãotempo de vida reduzido.
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passage: o trimestre. CCN, comprimento cabeça-nádega, US,ultrassonografia.
Cerca de 30% das anomalias cromossômicas detectadas pelo teste de 1o trimestre combinado são diferentesdas trissomias 21, 18 e 13, e as mais frequentes são a síndrome de Turner (45,X) e a 47,XYY (Alamillo et al.,2013). Aproximadamente 99% dos casos de Turner terminam em abortamento no 1o trimestre. Esta síndromerepresenta 10% do total de abortamentos esporádicos. A TN na síndrome de Turner é muito elevada (valor médiode 8,5 mm), mas a idade materna é < 35 anos.
Figura 101.4 Ducto venoso reverso no 1o trimestre.
Tabela 101.2 Achados ultrassonográficos mais frequentes nas síndromes de Edwards, Patau e Turner.
Síndrome de EdwardsArtéria umbilical única (80%)MegabexigaOnfaloceleBradicardiaSíndrome de PatauMegabexigaHoloprosencefalia•TaquicardiaSíndrome de TurnerHigroma císticoTeste pré-natal não invasivo (NIPT) | Cell-free DNA (cfDNA)Em 1997, Lo et al.
, publicaram um trabalho seminal no qual demonstraram a presença de DNA fetal livre nosangue materno (cfDNA).
Em torno de 3 a 13% do DNA livre no sangue materno é DNA fetal. Na verdade, o DNA fetal livre no sanguematerno é proveniente de células apoptóticas do trofoblasto.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
8 de 44 29/04/2016 12:48, Visão anterior de um feto do sexo feminino com síndrome de Down (trissomiado do 21) com 16,5 semanas. B, A mão do feto mostra uma única prega de flexão palmartransversal (prega simiesca, seta) e clinodactilia (encurvamento) do quinto dedo. C, Visão anteriordas faces de gêmeos dizigóticos do sexo masculino que são discordantes para síndrome de Down(trissomia do 21). O gêmeo menor tem síndrome de Down e foi desenvolvido a partir de um zigotoque continha um cromossomo 21 extra. Os aspectos faciais característicos da síndrome nesselactente incluem fissuras palpebrais inclinadas, pregas epicantais e uma ponte nasal achatada. D,Uma menina com 2 anos e 6 meses de idade com síndrome de Down.
Síndrome de TurnerAproximadamente 1% dos embriões femininos com monossomia do X sobrevive; a incidência de 45,X (síndrome deTurner) em recém-nascidos do sexo feminino corresponde a aproximadamente 1 em 8.000 nascidos vivos. Metadedos indivíduos afetados apresenta 45,X; os outros têm uma variedade de anormalidades de um cromossomosexual. O fenótipo da síndrome de Turner é feminino (Figs. 20-3 a 20-5). As características sexuais secundárias não sedesenvolvem em 90% das mulheres afetadas e a reposição hormonal é necessária.
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passage: . O médico poderá solicitar exames como exame de sangue e ultrassom transvaginal, por exemplo, para identificar a causa e assim iniciar o tratamento. A mulher deve levar um acompanhante e pode ser mais tranquilo deixar o bebê em casa com a babá ou com outra pessoa que possa cuidar dele até que ela possa voltar para casa para poder cuidar dele.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: Etiologia | Fatores de riscoA incidência de alterações cromossômicas em abortamentos esporádicos de 1o trimestre é de 50%.
Analisando abortos com cariótipo anormal, a síndrome de Turner (45,X0) é a alteração mais frequente comincidência de 19% (Tabela 27.1). Abortos trissômicos são vistos para todos os autossomos, exceto para oscromossomos 1, 5, 11, 12, 17 e 19. Trissomia 16, triploidia e tetraploidia são as anormalidades autossômicasmais comuns. Aproximadamente 80% das trissomias 21 terminam em abortamento.
••••••Os mais comuns fatores de risco identificados em mulheres com abortamento precoce são a idade maternaavançada e a história de perda anterior (ACOG, 2015). A frequência de abortamentos precoces clinicamentereconhecidos em mulheres com idade de 20 a 30 anos é de 9 a 17%, aumentando rapidamente para 20% naidade de 35 anos, 40% com 40 anos e 80% com 45 anos.
Qualquer doença materna grave, traumatismo ou intoxicação, além de inúmeras infecções, podem levar aoabortamento.
Formas clínicasConstituem tipos clínicos de abortamento (Tabelas 27.2 e 27.3):Ameaça de abortamentoAbortamento inevitávelAbortamento completoAbortamento incompletoAbortamento infectadoAbortamento retidoAbortamento habitualInsuficiência cervical.
Tabela 27.1 Frequência de anormalidades cromossômicas em abortamento com cariótipo anormal.
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passage: Na maioria dos casos, os embriões com monossomia dos autossomos ou cromossomossexuais não são viáveis. Entretanto, alguns indivíduos com monossomia doscromossomos sexuais (genótipo 45XO) podem sobreviver (Fig. 8.8). Estes indivíduos, quesão ditos portadores da síndrome de Turner, exibem um fenótipo feminino, mas asgônadas são estéreis.
Mulher com síndrome de Turner.
Observar a baixa estatura, pescoço alado e características sexuais infantis. (De Connor J, Ferguson-Smith M: Essential medical genetics, ed 2, Oxford, 1987, Blackwell Scientific)Três trissomias autossômicas produzem bebês com associações características deanomalias. A mais conhecida é a trissomia do 21, também denominada de síndrome deDown. Indivíduos com síndrome de Down geralmente apresentam retardamento mentale têm como característica a face larga, com a ponte nasal achatada, olhos bem separadose proeminentes dobras epicânticas. As mãos também são amplas, e a superfície palmar émarcada por uma linha simiesca transversal característica (Fig. 8.9). Defeitos cardíacos,especialmente defeitos nos septos atriais e ventriculares, são comuns, com umaincidência próxima dos 50%. Atresia duodenal e outras anomalias intestinais sãotempo de vida reduzido.
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passage: o trimestre. CCN, comprimento cabeça-nádega, US,ultrassonografia.
Cerca de 30% das anomalias cromossômicas detectadas pelo teste de 1o trimestre combinado são diferentesdas trissomias 21, 18 e 13, e as mais frequentes são a síndrome de Turner (45,X) e a 47,XYY (Alamillo et al.,2013). Aproximadamente 99% dos casos de Turner terminam em abortamento no 1o trimestre. Esta síndromerepresenta 10% do total de abortamentos esporádicos. A TN na síndrome de Turner é muito elevada (valor médiode 8,5 mm), mas a idade materna é < 35 anos.
Figura 101.4 Ducto venoso reverso no 1o trimestre.
Tabela 101.2 Achados ultrassonográficos mais frequentes nas síndromes de Edwards, Patau e Turner.
Síndrome de EdwardsArtéria umbilical única (80%)MegabexigaOnfaloceleBradicardiaSíndrome de PatauMegabexigaHoloprosencefalia•TaquicardiaSíndrome de TurnerHigroma císticoTeste pré-natal não invasivo (NIPT) | Cell-free DNA (cfDNA)Em 1997, Lo et al.
, publicaram um trabalho seminal no qual demonstraram a presença de DNA fetal livre nosangue materno (cfDNA).
Em torno de 3 a 13% do DNA livre no sangue materno é DNA fetal. Na verdade, o DNA fetal livre no sanguematerno é proveniente de células apoptóticas do trofoblasto.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
8 de 44 29/04/2016 12:48, Visão anterior de um feto do sexo feminino com síndrome de Down (trissomiado do 21) com 16,5 semanas. B, A mão do feto mostra uma única prega de flexão palmartransversal (prega simiesca, seta) e clinodactilia (encurvamento) do quinto dedo. C, Visão anteriordas faces de gêmeos dizigóticos do sexo masculino que são discordantes para síndrome de Down(trissomia do 21). O gêmeo menor tem síndrome de Down e foi desenvolvido a partir de um zigotoque continha um cromossomo 21 extra. Os aspectos faciais característicos da síndrome nesselactente incluem fissuras palpebrais inclinadas, pregas epicantais e uma ponte nasal achatada. D,Uma menina com 2 anos e 6 meses de idade com síndrome de Down.
Síndrome de TurnerAproximadamente 1% dos embriões femininos com monossomia do X sobrevive; a incidência de 45,X (síndrome deTurner) em recém-nascidos do sexo feminino corresponde a aproximadamente 1 em 8.000 nascidos vivos. Metadedos indivíduos afetados apresenta 45,X; os outros têm uma variedade de anormalidades de um cromossomosexual. O fenótipo da síndrome de Turner é feminino (Figs. 20-3 a 20-5). As características sexuais secundárias não sedesenvolvem em 90% das mulheres afetadas e a reposição hormonal é necessária.
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passage: . O médico poderá solicitar exames como exame de sangue e ultrassom transvaginal, por exemplo, para identificar a causa e assim iniciar o tratamento. A mulher deve levar um acompanhante e pode ser mais tranquilo deixar o bebê em casa com a babá ou com outra pessoa que possa cuidar dele até que ela possa voltar para casa para poder cuidar dele.
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passage: ConclusõesNem hipertireoidismo (HR) nem hipotireoidismo (HO) inviabilizam a possibilidade de conceberNíveis elevados de TRAb na mãe, independentemente do status funcional tireoidiano, implicam valor prognóstico alto para HRfetalElevada frequência de malformações congênitas pode ser observada tanto no HR como no HO inadequadamente tratadosTratamento rápido e adequado da disfunção tireoidiana, seja ela clínica ou subclínica, bem como controle estrito e frequentepossibilitam minimizar os riscos e, de modo geral, levam as gravidezes a termo, sem complicações para a mãe ou para odesenvolvimento psiconeurointelectual do recém-nascidoA sugestão de uma estratégia sistemática de detecção de disfunção e autoimunidade tireoidianas durante a gravidez estáilustrada nas Figuras 35.2 e 35.3.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: Etiologia | Fatores de riscoA incidência de alterações cromossômicas em abortamentos esporádicos de 1o trimestre é de 50%.
Analisando abortos com cariótipo anormal, a síndrome de Turner (45,X0) é a alteração mais frequente comincidência de 19% (Tabela 27.1). Abortos trissômicos são vistos para todos os autossomos, exceto para oscromossomos 1, 5, 11, 12, 17 e 19. Trissomia 16, triploidia e tetraploidia são as anormalidades autossômicasmais comuns. Aproximadamente 80% das trissomias 21 terminam em abortamento.
••••••Os mais comuns fatores de risco identificados em mulheres com abortamento precoce são a idade maternaavançada e a história de perda anterior (ACOG, 2015). A frequência de abortamentos precoces clinicamentereconhecidos em mulheres com idade de 20 a 30 anos é de 9 a 17%, aumentando rapidamente para 20% naidade de 35 anos, 40% com 40 anos e 80% com 45 anos.
Qualquer doença materna grave, traumatismo ou intoxicação, além de inúmeras infecções, podem levar aoabortamento.
Formas clínicasConstituem tipos clínicos de abortamento (Tabelas 27.2 e 27.3):Ameaça de abortamentoAbortamento inevitávelAbortamento completoAbortamento incompletoAbortamento infectadoAbortamento retidoAbortamento habitualInsuficiência cervical.
Tabela 27.1 Frequência de anormalidades cromossômicas em abortamento com cariótipo anormal.
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passage: Na maioria dos casos, os embriões com monossomia dos autossomos ou cromossomossexuais não são viáveis. Entretanto, alguns indivíduos com monossomia doscromossomos sexuais (genótipo 45XO) podem sobreviver (Fig. 8.8). Estes indivíduos, quesão ditos portadores da síndrome de Turner, exibem um fenótipo feminino, mas asgônadas são estéreis.
Mulher com síndrome de Turner.
Observar a baixa estatura, pescoço alado e características sexuais infantis. (De Connor J, Ferguson-Smith M: Essential medical genetics, ed 2, Oxford, 1987, Blackwell Scientific)Três trissomias autossômicas produzem bebês com associações características deanomalias. A mais conhecida é a trissomia do 21, também denominada de síndrome deDown. Indivíduos com síndrome de Down geralmente apresentam retardamento mentale têm como característica a face larga, com a ponte nasal achatada, olhos bem separadose proeminentes dobras epicânticas. As mãos também são amplas, e a superfície palmar émarcada por uma linha simiesca transversal característica (Fig. 8.9). Defeitos cardíacos,especialmente defeitos nos septos atriais e ventriculares, são comuns, com umaincidência próxima dos 50%. Atresia duodenal e outras anomalias intestinais sãotempo de vida reduzido.
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passage: o trimestre. CCN, comprimento cabeça-nádega, US,ultrassonografia.
Cerca de 30% das anomalias cromossômicas detectadas pelo teste de 1o trimestre combinado são diferentesdas trissomias 21, 18 e 13, e as mais frequentes são a síndrome de Turner (45,X) e a 47,XYY (Alamillo et al.,2013). Aproximadamente 99% dos casos de Turner terminam em abortamento no 1o trimestre. Esta síndromerepresenta 10% do total de abortamentos esporádicos. A TN na síndrome de Turner é muito elevada (valor médiode 8,5 mm), mas a idade materna é < 35 anos.
Figura 101.4 Ducto venoso reverso no 1o trimestre.
Tabela 101.2 Achados ultrassonográficos mais frequentes nas síndromes de Edwards, Patau e Turner.
Síndrome de EdwardsArtéria umbilical única (80%)MegabexigaOnfaloceleBradicardiaSíndrome de PatauMegabexigaHoloprosencefalia•TaquicardiaSíndrome de TurnerHigroma císticoTeste pré-natal não invasivo (NIPT) | Cell-free DNA (cfDNA)Em 1997, Lo et al.
, publicaram um trabalho seminal no qual demonstraram a presença de DNA fetal livre nosangue materno (cfDNA).
Em torno de 3 a 13% do DNA livre no sangue materno é DNA fetal. Na verdade, o DNA fetal livre no sanguematerno é proveniente de células apoptóticas do trofoblasto.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
8 de 44 29/04/2016 12:48, Visão anterior de um feto do sexo feminino com síndrome de Down (trissomiado do 21) com 16,5 semanas. B, A mão do feto mostra uma única prega de flexão palmartransversal (prega simiesca, seta) e clinodactilia (encurvamento) do quinto dedo. C, Visão anteriordas faces de gêmeos dizigóticos do sexo masculino que são discordantes para síndrome de Down(trissomia do 21). O gêmeo menor tem síndrome de Down e foi desenvolvido a partir de um zigotoque continha um cromossomo 21 extra. Os aspectos faciais característicos da síndrome nesselactente incluem fissuras palpebrais inclinadas, pregas epicantais e uma ponte nasal achatada. D,Uma menina com 2 anos e 6 meses de idade com síndrome de Down.
Síndrome de TurnerAproximadamente 1% dos embriões femininos com monossomia do X sobrevive; a incidência de 45,X (síndrome deTurner) em recém-nascidos do sexo feminino corresponde a aproximadamente 1 em 8.000 nascidos vivos. Metadedos indivíduos afetados apresenta 45,X; os outros têm uma variedade de anormalidades de um cromossomosexual. O fenótipo da síndrome de Turner é feminino (Figs. 20-3 a 20-5). As características sexuais secundárias não sedesenvolvem em 90% das mulheres afetadas e a reposição hormonal é necessária.
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passage: . O médico poderá solicitar exames como exame de sangue e ultrassom transvaginal, por exemplo, para identificar a causa e assim iniciar o tratamento. A mulher deve levar um acompanhante e pode ser mais tranquilo deixar o bebê em casa com a babá ou com outra pessoa que possa cuidar dele até que ela possa voltar para casa para poder cuidar dele.
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passage: ConclusõesNem hipertireoidismo (HR) nem hipotireoidismo (HO) inviabilizam a possibilidade de conceberNíveis elevados de TRAb na mãe, independentemente do status funcional tireoidiano, implicam valor prognóstico alto para HRfetalElevada frequência de malformações congênitas pode ser observada tanto no HR como no HO inadequadamente tratadosTratamento rápido e adequado da disfunção tireoidiana, seja ela clínica ou subclínica, bem como controle estrito e frequentepossibilitam minimizar os riscos e, de modo geral, levam as gravidezes a termo, sem complicações para a mãe ou para odesenvolvimento psiconeurointelectual do recém-nascidoA sugestão de uma estratégia sistemática de detecção de disfunção e autoimunidade tireoidianas durante a gravidez estáilustrada nas Figuras 35.2 e 35.3.
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passage: Em contrapartida, se o diagnóstico tiver sido feito por ocasião da cesárea, muitos aconselham que o conceptoseja extraído, que o abdome com a placenta deixada no lugar, se não houver hemorragia, seja fechado e que apaciente seja transferida para centro terciário.
O que fazer com a placenta? Desenseri-la? Abandoná-la sem executar qualquer tentativa de dequitação? Seretirá-la assegura morbidade pós-operatória baixa, as manobras extrativas fazem ascender a mortalidadematerna.
Com a experiência, evidencia-se que se o sangramento puder ser dominado, deve-se optar pela dequitaçãocompleta.
A placenta retida no abdome é fonte de supuração, especialmente se o MTX tiver sido administrado no pós-operatório, procedimento que contraindicamos, pois predispõe ao acúmulo de material necrosado e à infecção.
PrognósticoA fertilidade subsequente é idêntica se compararmos os tratamentos médico versus cirúrgico conservador, oucirúrgico conservador versus cirúrgico radical (Capmas et al., 2014).
Não há diferença significativa com a permeabilidade da tuba uterina homolateral em casos de MTX sistêmicoou salpingostomia por laparoscopia.
Na gravidez abdominal, a mortalidade perinatal varia de 85 a 95% e a materna gira em torno de 3% (Stevens,1993). Há malformação em cerca de 1/3 a 1/4 dos fetos cuja viabilidade é possível.
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passage: 4. Não, a cirurgia não teria produzido o defeito no encéfalo. A exposição de um embrião durante a segundasemana de desenvolvimento ao trauma leve que pode estar associado à cirurgia abdominal não causaria umdefeito congênito. Além disso, os anestésicos usados durante a cirurgia não induzem um defeito no encéfalo.
A exposição materna a teratógenos durante as duas primeiras semanas de desenvolvimento não irá induzirdefeitos congênitos, mas o concepto pode ser abortado espontaneamente.
5. As mulheres com mais de 40 anos de idade são mais suscetíveis de terem um bebê com um defeito congênito,como a síndrome de Down; no entanto, as mulheres com mais de 40 anos também podem ter filhos normais.
O diagnóstico pré-natal (p. ex.,usando biópsia das vilosidades coriônicas ou amniocentese) dirá se oembrião possui anomalias cromossômicas graves (p. ex.,trissomia do 13) que causariam sua morte logo após onascimento. O exame ultrassonográfico do embrião pode também ser realizado para a detecção de certasanomalias morfológicas (p. ex., defeitos dos membros e do sistema nervoso central). Na maioria dos casos, oembrião é normal e a gestação prossegue até o final.
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passage: Etiologia | Fatores de riscoA incidência de alterações cromossômicas em abortamentos esporádicos de 1o trimestre é de 50%.
Analisando abortos com cariótipo anormal, a síndrome de Turner (45,X0) é a alteração mais frequente comincidência de 19% (Tabela 27.1). Abortos trissômicos são vistos para todos os autossomos, exceto para oscromossomos 1, 5, 11, 12, 17 e 19. Trissomia 16, triploidia e tetraploidia são as anormalidades autossômicasmais comuns. Aproximadamente 80% das trissomias 21 terminam em abortamento.
••••••Os mais comuns fatores de risco identificados em mulheres com abortamento precoce são a idade maternaavançada e a história de perda anterior (ACOG, 2015). A frequência de abortamentos precoces clinicamentereconhecidos em mulheres com idade de 20 a 30 anos é de 9 a 17%, aumentando rapidamente para 20% naidade de 35 anos, 40% com 40 anos e 80% com 45 anos.
Qualquer doença materna grave, traumatismo ou intoxicação, além de inúmeras infecções, podem levar aoabortamento.
Formas clínicasConstituem tipos clínicos de abortamento (Tabelas 27.2 e 27.3):Ameaça de abortamentoAbortamento inevitávelAbortamento completoAbortamento incompletoAbortamento infectadoAbortamento retidoAbortamento habitualInsuficiência cervical.
Tabela 27.1 Frequência de anormalidades cromossômicas em abortamento com cariótipo anormal.
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passage: Na maioria dos casos, os embriões com monossomia dos autossomos ou cromossomossexuais não são viáveis. Entretanto, alguns indivíduos com monossomia doscromossomos sexuais (genótipo 45XO) podem sobreviver (Fig. 8.8). Estes indivíduos, quesão ditos portadores da síndrome de Turner, exibem um fenótipo feminino, mas asgônadas são estéreis.
Mulher com síndrome de Turner.
Observar a baixa estatura, pescoço alado e características sexuais infantis. (De Connor J, Ferguson-Smith M: Essential medical genetics, ed 2, Oxford, 1987, Blackwell Scientific)Três trissomias autossômicas produzem bebês com associações características deanomalias. A mais conhecida é a trissomia do 21, também denominada de síndrome deDown. Indivíduos com síndrome de Down geralmente apresentam retardamento mentale têm como característica a face larga, com a ponte nasal achatada, olhos bem separadose proeminentes dobras epicânticas. As mãos também são amplas, e a superfície palmar émarcada por uma linha simiesca transversal característica (Fig. 8.9). Defeitos cardíacos,especialmente defeitos nos septos atriais e ventriculares, são comuns, com umaincidência próxima dos 50%. Atresia duodenal e outras anomalias intestinais sãotempo de vida reduzido.
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passage: o trimestre. CCN, comprimento cabeça-nádega, US,ultrassonografia.
Cerca de 30% das anomalias cromossômicas detectadas pelo teste de 1o trimestre combinado são diferentesdas trissomias 21, 18 e 13, e as mais frequentes são a síndrome de Turner (45,X) e a 47,XYY (Alamillo et al.,2013). Aproximadamente 99% dos casos de Turner terminam em abortamento no 1o trimestre. Esta síndromerepresenta 10% do total de abortamentos esporádicos. A TN na síndrome de Turner é muito elevada (valor médiode 8,5 mm), mas a idade materna é < 35 anos.
Figura 101.4 Ducto venoso reverso no 1o trimestre.
Tabela 101.2 Achados ultrassonográficos mais frequentes nas síndromes de Edwards, Patau e Turner.
Síndrome de EdwardsArtéria umbilical única (80%)MegabexigaOnfaloceleBradicardiaSíndrome de PatauMegabexigaHoloprosencefalia•TaquicardiaSíndrome de TurnerHigroma císticoTeste pré-natal não invasivo (NIPT) | Cell-free DNA (cfDNA)Em 1997, Lo et al.
, publicaram um trabalho seminal no qual demonstraram a presença de DNA fetal livre nosangue materno (cfDNA).
Em torno de 3 a 13% do DNA livre no sangue materno é DNA fetal. Na verdade, o DNA fetal livre no sanguematerno é proveniente de células apoptóticas do trofoblasto.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
8 de 44 29/04/2016 12:48, Visão anterior de um feto do sexo feminino com síndrome de Down (trissomiado do 21) com 16,5 semanas. B, A mão do feto mostra uma única prega de flexão palmartransversal (prega simiesca, seta) e clinodactilia (encurvamento) do quinto dedo. C, Visão anteriordas faces de gêmeos dizigóticos do sexo masculino que são discordantes para síndrome de Down(trissomia do 21). O gêmeo menor tem síndrome de Down e foi desenvolvido a partir de um zigotoque continha um cromossomo 21 extra. Os aspectos faciais característicos da síndrome nesselactente incluem fissuras palpebrais inclinadas, pregas epicantais e uma ponte nasal achatada. D,Uma menina com 2 anos e 6 meses de idade com síndrome de Down.
Síndrome de TurnerAproximadamente 1% dos embriões femininos com monossomia do X sobrevive; a incidência de 45,X (síndrome deTurner) em recém-nascidos do sexo feminino corresponde a aproximadamente 1 em 8.000 nascidos vivos. Metadedos indivíduos afetados apresenta 45,X; os outros têm uma variedade de anormalidades de um cromossomosexual. O fenótipo da síndrome de Turner é feminino (Figs. 20-3 a 20-5). As características sexuais secundárias não sedesenvolvem em 90% das mulheres afetadas e a reposição hormonal é necessária.
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passage: . O médico poderá solicitar exames como exame de sangue e ultrassom transvaginal, por exemplo, para identificar a causa e assim iniciar o tratamento. A mulher deve levar um acompanhante e pode ser mais tranquilo deixar o bebê em casa com a babá ou com outra pessoa que possa cuidar dele até que ela possa voltar para casa para poder cuidar dele.
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passage: ConclusõesNem hipertireoidismo (HR) nem hipotireoidismo (HO) inviabilizam a possibilidade de conceberNíveis elevados de TRAb na mãe, independentemente do status funcional tireoidiano, implicam valor prognóstico alto para HRfetalElevada frequência de malformações congênitas pode ser observada tanto no HR como no HO inadequadamente tratadosTratamento rápido e adequado da disfunção tireoidiana, seja ela clínica ou subclínica, bem como controle estrito e frequentepossibilitam minimizar os riscos e, de modo geral, levam as gravidezes a termo, sem complicações para a mãe ou para odesenvolvimento psiconeurointelectual do recém-nascidoA sugestão de uma estratégia sistemática de detecção de disfunção e autoimunidade tireoidianas durante a gravidez estáilustrada nas Figuras 35.2 e 35.3.
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passage: Em contrapartida, se o diagnóstico tiver sido feito por ocasião da cesárea, muitos aconselham que o conceptoseja extraído, que o abdome com a placenta deixada no lugar, se não houver hemorragia, seja fechado e que apaciente seja transferida para centro terciário.
O que fazer com a placenta? Desenseri-la? Abandoná-la sem executar qualquer tentativa de dequitação? Seretirá-la assegura morbidade pós-operatória baixa, as manobras extrativas fazem ascender a mortalidadematerna.
Com a experiência, evidencia-se que se o sangramento puder ser dominado, deve-se optar pela dequitaçãocompleta.
A placenta retida no abdome é fonte de supuração, especialmente se o MTX tiver sido administrado no pós-operatório, procedimento que contraindicamos, pois predispõe ao acúmulo de material necrosado e à infecção.
PrognósticoA fertilidade subsequente é idêntica se compararmos os tratamentos médico versus cirúrgico conservador, oucirúrgico conservador versus cirúrgico radical (Capmas et al., 2014).
Não há diferença significativa com a permeabilidade da tuba uterina homolateral em casos de MTX sistêmicoou salpingostomia por laparoscopia.
Na gravidez abdominal, a mortalidade perinatal varia de 85 a 95% e a materna gira em torno de 3% (Stevens,1993). Há malformação em cerca de 1/3 a 1/4 dos fetos cuja viabilidade é possível.
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passage: • Pai/Mãe carreador de translocação balanceada ou outra desor-dem cromossômica estrutural.
• Pai/Mãe carreador de desordem monogênica (p.ex. Mendeliana ou gene único).
• Ambos os pais carreadores de doença autossômica recessiva ou de desordem genética específica (ex. fibrose cística).
• Mãe carreadora de doença ligada ao X.
• Anomalia congênita diagnosticada em ultrassonografia de pri-meiro trimestre.
• Resultado anormal em qualquer teste de rastreio de aneuploidia.
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Olá! Entendo a sua preocupação em relação à gravidez da sua prima, especialmente considerando o histórico dela e a síndrome de Turner. É natural ter muitas dúvidas e receios nesse momento.
Primeiramente, é importante lembrar que cada gravidez é única, e o fato de ela ter tido um aborto espontâneo anteriormente não significa que essa gestação atual terá o mesmo desfecho. A síndrome de Turner, por si só, pode aumentar o risco de aborto, como vimos nos estudos, mas muitas mulheres com essa condição conseguem levar a gravidez a termo com sucesso.
A probabilidade de ela conseguir levar essa gravidez até o final depende de diversos fatores, incluindo a saúde geral dela, a presença de outras condições médicas, a idade (já que a idade materna avançada aumenta o risco de aborto espontâneo e alterações cromossômicas), e a causa do aborto anterior. É essencial que ela esteja recebendo acompanhamento médico especializado e que todos os exames pré-natais estejam sendo realizados para monitorar o desenvolvimento do bebê e identificar precocemente qualquer problema.
Quanto à possibilidade do bebê ser saudável: sim, é possível! A síndrome de Turner afeta principalmente as mulheres, devido à alteração nos cromossomos sexuais. Se o bebê for do sexo masculino (XY), ele não terá a síndrome de Turner. Mesmo se for do sexo feminino (e herdar um cromossomo X da mãe com síndrome de Turner), existem casos de mulheres com síndrome de Turner que têm filhas sem a síndrome, pois a herança genética é complexa.
No entanto, é importante considerar que existe sim o risco de o bebê herdar a síndrome de Turner ou outras condições genéticas. Por isso, o acompanhamento pré-natal é fundamental. Exames como a amniocentese ou a biópsia de vilo corial (CVS) podem ser realizados para analisar os cromossomos do feto e verificar se há alguma alteração. Existe também o teste pré-natal não invasivo (NIPT) que analisa o DNA fetal livre no sangue materno, sendo uma opção menos invasiva para rastrear algumas anomalias cromossômicas. Além disso, o ultrassom morfológico, realizado no segundo trimestre, pode detectar algumas anomalias físicas no feto.
Converse com a sua prima e incentive-a a tirar todas as dúvidas com o médico dela. O profissional poderá fornecer informações mais precisas e personalizadas, considerando o histórico médico dela e os resultados dos exames. É importante que ela se sinta segura e confiante para tomar as melhores decisões para ela e para o bebê.
Lembre-se que o acompanhamento médico adequado e o apoio emocional são fundamentais para uma gestação saudável e tranquila.
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Olá! No caso da síndrome do ovário policístico (SOP), é possível a retirada dos ovários, uma vez que essa condição traz tantos riscos?
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Olá! O ovário policístico é uma síndrome endócrino-metabólica de caráter genético e hereditário, que se manifesta com irregularidade menstrual, acne, oleosidade excessiva da pele, excesso de pelos, cistos nos ovários, aumento dos hormônios androgênicos, diabetes, obesidade, alterações no colesterol, doenças cardiovasculares, entre outros. Outras alterações hormonais precisam ser descartadas, como hiperprolactinemia, menopausa e alterações da tireoide. Embora não tenha cura, a doença pode ser controlada por meio de mudanças no estilo de vida, como atividades físicas regulares, perda e controle de peso, além de uma dieta pobre em carboidratos e gorduras. O anticoncepcional não trata o ovário policístico, mas controla os sintomas, como irregularidade menstrual, acne e cistos nos ovários. Ao interromper o uso do anticoncepcional, os sintomas podem voltar. A retirada dos ovários não é o tratamento adequado para a síndrome do ovário policístico, pois a remoção precoce dos ovários aumenta o risco cardiovascular e de osteoporose, piorando a qualidade de vida. O drilling ovariano é o único tratamento cirúrgico que apresenta benefícios para o ovário policístico. Converse com seu médico, esclareça suas dúvidas e discuta seu tratamento.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: rElaçÃo ENTrE obEsidadE E sop: implicaçõEs No diagNÓsTico, No mETabolismo E No TraTamENTocristina laguna benetti pinto1 (https://orcid.org/0000-0001-6198-5593)1Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. rEsumo A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é condição comum em mulheres em idade reprodutiva, caracterizada por irregularidade do ciclo menstrual, hiperandrogenis-mo (hirsutismo, acne, alopecia ou elevação dos níveis séricos de androgênios) e/ou alteração na morfologia dos ovários à visão ecográfica. A SOP está associada ainda a distúrbios metabólicos, com maior manifestação de fatores de risco cardiovascular, tais como aumento da resistência insulínica, dislipidemia, diabetes e hipertensão. Múltiplos fatores parecem contribuir para que a SOP se manifeste, havendo uma relação entre exacerbação das manifestações clínicas da SOP e a obesidade. Embora a obesidade não faça parte das manifestações fenotípicas características do diag-nóstico da SOP , há uma estreita relação entre ambas, com impactos no diagnóstico, no metabolismo, na fertilidade, bem como no tratamento. Este capítulo se propõe a analisar algumas dessas associações.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: rElaçÃo ENTrE obEsidadE E sop: implicaçõEs No diagNÓsTico, No mETabolismo E No TraTamENTocristina laguna benetti pinto1 (https://orcid.org/0000-0001-6198-5593)1Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. rEsumo A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é condição comum em mulheres em idade reprodutiva, caracterizada por irregularidade do ciclo menstrual, hiperandrogenis-mo (hirsutismo, acne, alopecia ou elevação dos níveis séricos de androgênios) e/ou alteração na morfologia dos ovários à visão ecográfica. A SOP está associada ainda a distúrbios metabólicos, com maior manifestação de fatores de risco cardiovascular, tais como aumento da resistência insulínica, dislipidemia, diabetes e hipertensão. Múltiplos fatores parecem contribuir para que a SOP se manifeste, havendo uma relação entre exacerbação das manifestações clínicas da SOP e a obesidade. Embora a obesidade não faça parte das manifestações fenotípicas características do diag-nóstico da SOP , há uma estreita relação entre ambas, com impactos no diagnóstico, no metabolismo, na fertilidade, bem como no tratamento. Este capítulo se propõe a analisar algumas dessas associações.
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passage: 34,4%; p = 0,01).73 As pacientes que não usaram METF tiveram um risco 4,7 maior de desenvolver DMG (OR = 4,71).73ResumoA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é a endocrinopatia mais comum em mulheres em idade reprodutiva e, nadependência do critério diagnóstico utilizado, afeta até 20% delas. Representa também a causa mais frequente dehirsutismo e infertilidade anovulatória. SOP é uma doença multifatorial, e a suscetibilidade individual provavelmente édeterminada por múltiplos fatores de risco genéticos e ambientais. Caracteriza-se, sobretudo, por disfunção ovulatória,hiperandrogenismo e imagem de ovários policísticos à ultrassonografia. A presença de dois desses achados já ésuficiente para se estabelecer o diagnóstico de SOP. Obesidade é encontrada na maioria dos casos.
Considerada durante muito tempo apenas como um distúrbio da esfera reprodutiva (em razão da presença dealteração menstrual e consequente infertilidade) e estética (devido à presença de manifestações hiperandrogênicas), aSOP representa também um importante fator de risco para obesidade, diabetes melito tipo 2, dislipidemia, hipertensãoe, consequentemente, doença cardiovascular. Outras potenciais comorbidades da SOP são apneia do sono, câncer deendométrio e risco aumentado para complicações gestacionais.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: rElaçÃo ENTrE obEsidadE E sop: implicaçõEs No diagNÓsTico, No mETabolismo E No TraTamENTocristina laguna benetti pinto1 (https://orcid.org/0000-0001-6198-5593)1Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. rEsumo A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é condição comum em mulheres em idade reprodutiva, caracterizada por irregularidade do ciclo menstrual, hiperandrogenis-mo (hirsutismo, acne, alopecia ou elevação dos níveis séricos de androgênios) e/ou alteração na morfologia dos ovários à visão ecográfica. A SOP está associada ainda a distúrbios metabólicos, com maior manifestação de fatores de risco cardiovascular, tais como aumento da resistência insulínica, dislipidemia, diabetes e hipertensão. Múltiplos fatores parecem contribuir para que a SOP se manifeste, havendo uma relação entre exacerbação das manifestações clínicas da SOP e a obesidade. Embora a obesidade não faça parte das manifestações fenotípicas características do diag-nóstico da SOP , há uma estreita relação entre ambas, com impactos no diagnóstico, no metabolismo, na fertilidade, bem como no tratamento. Este capítulo se propõe a analisar algumas dessas associações.
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passage: 34,4%; p = 0,01).73 As pacientes que não usaram METF tiveram um risco 4,7 maior de desenvolver DMG (OR = 4,71).73ResumoA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é a endocrinopatia mais comum em mulheres em idade reprodutiva e, nadependência do critério diagnóstico utilizado, afeta até 20% delas. Representa também a causa mais frequente dehirsutismo e infertilidade anovulatória. SOP é uma doença multifatorial, e a suscetibilidade individual provavelmente édeterminada por múltiplos fatores de risco genéticos e ambientais. Caracteriza-se, sobretudo, por disfunção ovulatória,hiperandrogenismo e imagem de ovários policísticos à ultrassonografia. A presença de dois desses achados já ésuficiente para se estabelecer o diagnóstico de SOP. Obesidade é encontrada na maioria dos casos.
Considerada durante muito tempo apenas como um distúrbio da esfera reprodutiva (em razão da presença dealteração menstrual e consequente infertilidade) e estética (devido à presença de manifestações hiperandrogênicas), aSOP representa também um importante fator de risco para obesidade, diabetes melito tipo 2, dislipidemia, hipertensãoe, consequentemente, doença cardiovascular. Outras potenciais comorbidades da SOP são apneia do sono, câncer deendométrio e risco aumentado para complicações gestacionais.
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passage: Muitas mulheres com SOP necessitam usar medicamentos indutores de ovulação ou fertilização in vitro para engravidar. Essas práticas aumentam substancialmente o risco de gestação multifetal, que está associada a taxas maiores de complicações maternas e neonatais (Cap. 20, p. 538).
■ Saúde psicológicaMulheres com SOP podem se apresentar com diversos pro-blemas psicossociais como ansiedade, depressão, baixa autoes-tima, redução da qualidade de vida e imagem corporal negativa (Deeks, 2010; Himelein, 2006). Se houver suspeita de depres-são, pode-se utilizar uma ferramenta de rastreamento, como a encontrada na Tabela 13-5 (p. 360).
DIAGNÓSTICOCom frequência, a SOP é considerada um diagnóstico de ex-clusão. Portanto, há indicação de excluir rotineiramente outros distúrbios potencialmente graves que possam ser confundidos clinicamente com a SOP (Tabela 17-4). Para as mulheres que se apresentem com queixa de hirsutismo, pode-se utilizar o al-goritmo apresentado na Figura 17-9.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: rElaçÃo ENTrE obEsidadE E sop: implicaçõEs No diagNÓsTico, No mETabolismo E No TraTamENTocristina laguna benetti pinto1 (https://orcid.org/0000-0001-6198-5593)1Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. rEsumo A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é condição comum em mulheres em idade reprodutiva, caracterizada por irregularidade do ciclo menstrual, hiperandrogenis-mo (hirsutismo, acne, alopecia ou elevação dos níveis séricos de androgênios) e/ou alteração na morfologia dos ovários à visão ecográfica. A SOP está associada ainda a distúrbios metabólicos, com maior manifestação de fatores de risco cardiovascular, tais como aumento da resistência insulínica, dislipidemia, diabetes e hipertensão. Múltiplos fatores parecem contribuir para que a SOP se manifeste, havendo uma relação entre exacerbação das manifestações clínicas da SOP e a obesidade. Embora a obesidade não faça parte das manifestações fenotípicas características do diag-nóstico da SOP , há uma estreita relação entre ambas, com impactos no diagnóstico, no metabolismo, na fertilidade, bem como no tratamento. Este capítulo se propõe a analisar algumas dessas associações.
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passage: 34,4%; p = 0,01).73 As pacientes que não usaram METF tiveram um risco 4,7 maior de desenvolver DMG (OR = 4,71).73ResumoA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é a endocrinopatia mais comum em mulheres em idade reprodutiva e, nadependência do critério diagnóstico utilizado, afeta até 20% delas. Representa também a causa mais frequente dehirsutismo e infertilidade anovulatória. SOP é uma doença multifatorial, e a suscetibilidade individual provavelmente édeterminada por múltiplos fatores de risco genéticos e ambientais. Caracteriza-se, sobretudo, por disfunção ovulatória,hiperandrogenismo e imagem de ovários policísticos à ultrassonografia. A presença de dois desses achados já ésuficiente para se estabelecer o diagnóstico de SOP. Obesidade é encontrada na maioria dos casos.
Considerada durante muito tempo apenas como um distúrbio da esfera reprodutiva (em razão da presença dealteração menstrual e consequente infertilidade) e estética (devido à presença de manifestações hiperandrogênicas), aSOP representa também um importante fator de risco para obesidade, diabetes melito tipo 2, dislipidemia, hipertensãoe, consequentemente, doença cardiovascular. Outras potenciais comorbidades da SOP são apneia do sono, câncer deendométrio e risco aumentado para complicações gestacionais.
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passage: Muitas mulheres com SOP necessitam usar medicamentos indutores de ovulação ou fertilização in vitro para engravidar. Essas práticas aumentam substancialmente o risco de gestação multifetal, que está associada a taxas maiores de complicações maternas e neonatais (Cap. 20, p. 538).
■ Saúde psicológicaMulheres com SOP podem se apresentar com diversos pro-blemas psicossociais como ansiedade, depressão, baixa autoes-tima, redução da qualidade de vida e imagem corporal negativa (Deeks, 2010; Himelein, 2006). Se houver suspeita de depres-são, pode-se utilizar uma ferramenta de rastreamento, como a encontrada na Tabela 13-5 (p. 360).
DIAGNÓSTICOCom frequência, a SOP é considerada um diagnóstico de ex-clusão. Portanto, há indicação de excluir rotineiramente outros distúrbios potencialmente graves que possam ser confundidos clinicamente com a SOP (Tabela 17-4). Para as mulheres que se apresentem com queixa de hirsutismo, pode-se utilizar o al-goritmo apresentado na Figura 17-9.
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passage: INCIDÊNCIAA SOP é o distúrbio endócrino mais comum em mulheres na idade reprodutiva e afeta aproximadamente 4 a 12% dessa po-pulação (Asunción, 2000; Diamanti-Kandarakis, 1999; Farah, 1999; Knochenhauer, 1998). Embora os sintomas de excesso de androgênios variem entre grupos étnicos, a SOP parece afe-tar igualmente todas as raças e nacionalidades.
DEFINIÇÃO ■ Síndrome do ovário policísticoEm 2003, na cidade de Rotterdam, Holanda, em uma reunião de consenso entre a European Society of Human Reproduction and Embryology e a American Society for Reproductive Medi-cine (ESHRE/ASRM) (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Spon-sored PCOS Consensus Workshop Group, 2004) redefiniu-se o conceito de SOP (Tabela 17-1). As mulheres afetadas devem ter pelo menos dois dos seguintes critérios: (1) oligo-ovulação e/ou anovulação, (2) hiperandrogenismo (clínico e/ou bioquímico) e (3) ovários policísticos identificados ao exame ultrassonográfico. Entretanto, tendo em vista que outras etiologias, como hiperpla-sia suprarrenal congênita, tumores secretores de androgênios e hiperprolactinemia, também podem resultar em oligo-ovulação e/ou excesso de androgênios, essas condições devem ser excluí-das. Portanto, atualmente, a SOP é um diagnóstico de exclusão.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: rElaçÃo ENTrE obEsidadE E sop: implicaçõEs No diagNÓsTico, No mETabolismo E No TraTamENTocristina laguna benetti pinto1 (https://orcid.org/0000-0001-6198-5593)1Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. rEsumo A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é condição comum em mulheres em idade reprodutiva, caracterizada por irregularidade do ciclo menstrual, hiperandrogenis-mo (hirsutismo, acne, alopecia ou elevação dos níveis séricos de androgênios) e/ou alteração na morfologia dos ovários à visão ecográfica. A SOP está associada ainda a distúrbios metabólicos, com maior manifestação de fatores de risco cardiovascular, tais como aumento da resistência insulínica, dislipidemia, diabetes e hipertensão. Múltiplos fatores parecem contribuir para que a SOP se manifeste, havendo uma relação entre exacerbação das manifestações clínicas da SOP e a obesidade. Embora a obesidade não faça parte das manifestações fenotípicas características do diag-nóstico da SOP , há uma estreita relação entre ambas, com impactos no diagnóstico, no metabolismo, na fertilidade, bem como no tratamento. Este capítulo se propõe a analisar algumas dessas associações.
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passage: 34,4%; p = 0,01).73 As pacientes que não usaram METF tiveram um risco 4,7 maior de desenvolver DMG (OR = 4,71).73ResumoA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é a endocrinopatia mais comum em mulheres em idade reprodutiva e, nadependência do critério diagnóstico utilizado, afeta até 20% delas. Representa também a causa mais frequente dehirsutismo e infertilidade anovulatória. SOP é uma doença multifatorial, e a suscetibilidade individual provavelmente édeterminada por múltiplos fatores de risco genéticos e ambientais. Caracteriza-se, sobretudo, por disfunção ovulatória,hiperandrogenismo e imagem de ovários policísticos à ultrassonografia. A presença de dois desses achados já ésuficiente para se estabelecer o diagnóstico de SOP. Obesidade é encontrada na maioria dos casos.
Considerada durante muito tempo apenas como um distúrbio da esfera reprodutiva (em razão da presença dealteração menstrual e consequente infertilidade) e estética (devido à presença de manifestações hiperandrogênicas), aSOP representa também um importante fator de risco para obesidade, diabetes melito tipo 2, dislipidemia, hipertensãoe, consequentemente, doença cardiovascular. Outras potenciais comorbidades da SOP são apneia do sono, câncer deendométrio e risco aumentado para complicações gestacionais.
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passage: Muitas mulheres com SOP necessitam usar medicamentos indutores de ovulação ou fertilização in vitro para engravidar. Essas práticas aumentam substancialmente o risco de gestação multifetal, que está associada a taxas maiores de complicações maternas e neonatais (Cap. 20, p. 538).
■ Saúde psicológicaMulheres com SOP podem se apresentar com diversos pro-blemas psicossociais como ansiedade, depressão, baixa autoes-tima, redução da qualidade de vida e imagem corporal negativa (Deeks, 2010; Himelein, 2006). Se houver suspeita de depres-são, pode-se utilizar uma ferramenta de rastreamento, como a encontrada na Tabela 13-5 (p. 360).
DIAGNÓSTICOCom frequência, a SOP é considerada um diagnóstico de ex-clusão. Portanto, há indicação de excluir rotineiramente outros distúrbios potencialmente graves que possam ser confundidos clinicamente com a SOP (Tabela 17-4). Para as mulheres que se apresentem com queixa de hirsutismo, pode-se utilizar o al-goritmo apresentado na Figura 17-9.
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passage: INCIDÊNCIAA SOP é o distúrbio endócrino mais comum em mulheres na idade reprodutiva e afeta aproximadamente 4 a 12% dessa po-pulação (Asunción, 2000; Diamanti-Kandarakis, 1999; Farah, 1999; Knochenhauer, 1998). Embora os sintomas de excesso de androgênios variem entre grupos étnicos, a SOP parece afe-tar igualmente todas as raças e nacionalidades.
DEFINIÇÃO ■ Síndrome do ovário policísticoEm 2003, na cidade de Rotterdam, Holanda, em uma reunião de consenso entre a European Society of Human Reproduction and Embryology e a American Society for Reproductive Medi-cine (ESHRE/ASRM) (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Spon-sored PCOS Consensus Workshop Group, 2004) redefiniu-se o conceito de SOP (Tabela 17-1). As mulheres afetadas devem ter pelo menos dois dos seguintes critérios: (1) oligo-ovulação e/ou anovulação, (2) hiperandrogenismo (clínico e/ou bioquímico) e (3) ovários policísticos identificados ao exame ultrassonográfico. Entretanto, tendo em vista que outras etiologias, como hiperpla-sia suprarrenal congênita, tumores secretores de androgênios e hiperprolactinemia, também podem resultar em oligo-ovulação e/ou excesso de androgênios, essas condições devem ser excluí-das. Portanto, atualmente, a SOP é um diagnóstico de exclusão.
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passage: ■ Cirurgia profiláticaA única forma comprovada de prevenção do câncer de ovário é a ooforectomia cirúrgica. As tubas uterinas, como outro local com possibilidade de desenvolvimento da doença em mulheres com alto risco, também devem ser removidas (Levine, 2003). Em portadoras de mutação nos genes BRCA1 ou BRCA2, a salpingo-ooforectomia bilateral (SOB) profilática pode ser rea-lizada tanto após a prole completa quanto aos 35 anos (Ameri-can College of Obstetricians and Gynecologists, 1999). Nessas pacientes, esse procedimento é cerca de 90% efetivo com re-lação à prevenção do câncer epitelial de ovário (Kauff, 2002; Rebbeck, 2002). Em mulheres com HNPCC, a redução do risco aproxima-se de 100% (Schmeler, 2006).
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das endocrinopatias mais comuns entre as mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 5% a 10%. De acordo com a Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, e a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, aproximadamente 80% das mulheres com infertilidade anovulatória têm SOP .(1) Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mudanças no estilo Como citar:Carvalho BR. Particularidades no manejo da infertilidade. In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 8 p.88-103. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: Síndrome dos ovários policísticosA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma das principais doenças endocrinológicas que afeta asmulheres. Caracteriza-se pela presença de hiperandrogenismo e alterações ovarianas, estando associada àpresença de resistência à insulina. As manifestações clínicas da SOP são bastante variadas: oligomenorreia ouamenorreia, hiperandrogenismo clínico (hirsutismo e acne) e ultrassonografia mostrando pequenos cistosovarianos são os sintomas mais característicos. Outras condições associadas são obesidade, dislipidemia e riscode desenvolver intolerância à glicose.
Apesar da associação entre SOP e infertilidade, um número crescente de mulheres com a síndrome é capazde engravidar.
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passage: INTRODUÇÃOA síndrome do ovário policístico (SOP) é um distúrbio endócrino-metabólico muito co-mum no período reprodutivo, acometendo aproximadamente 10% das mulheres.(1) A Como citar:Soares Júnior JM, Baracat MC, Baracat EC. Repercussões metabólicas: quais, como e porque investigar? In: Síndrome dos ovários policísticos. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 3. p.29-39. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, n.4, Comissão Nacional de Ginecologia Endócrina).
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passage: DescritoresAnovulação; Infertilidade; Fármacos para fertilidade; Clomifeno; Inibidores da aromatase; Gonadotrofinas; Fertilização in vitroRESUMOA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é responsável por cerca de 80% dos casos de infertilidade anovulatória. Não há na literatura evidências suficientes para a definição do tratamento ideal da infertilidade na SOP , mas repete-se que deve ser iniciado por mu-danças no estilo de vida, frequentemente envolve a indução farmacológica da ovulação e, em casos selecionados, as técnicas de reprodução assistida e o drilling ovariano lapa-roscópico. Este texto pretende reunir informações atuais sobre o manejo da infertilidade em mulheres com SOP e, dessa forma, permitir ao ginecologista a escolha da melhor abordagem, de forma individualizada e baseada nas melhores evidências disponíveis.
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passage: rElaçÃo ENTrE obEsidadE E sop: implicaçõEs No diagNÓsTico, No mETabolismo E No TraTamENTocristina laguna benetti pinto1 (https://orcid.org/0000-0001-6198-5593)1Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP , Brasil. rEsumo A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é condição comum em mulheres em idade reprodutiva, caracterizada por irregularidade do ciclo menstrual, hiperandrogenis-mo (hirsutismo, acne, alopecia ou elevação dos níveis séricos de androgênios) e/ou alteração na morfologia dos ovários à visão ecográfica. A SOP está associada ainda a distúrbios metabólicos, com maior manifestação de fatores de risco cardiovascular, tais como aumento da resistência insulínica, dislipidemia, diabetes e hipertensão. Múltiplos fatores parecem contribuir para que a SOP se manifeste, havendo uma relação entre exacerbação das manifestações clínicas da SOP e a obesidade. Embora a obesidade não faça parte das manifestações fenotípicas características do diag-nóstico da SOP , há uma estreita relação entre ambas, com impactos no diagnóstico, no metabolismo, na fertilidade, bem como no tratamento. Este capítulo se propõe a analisar algumas dessas associações.
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passage: 34,4%; p = 0,01).73 As pacientes que não usaram METF tiveram um risco 4,7 maior de desenvolver DMG (OR = 4,71).73ResumoA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é a endocrinopatia mais comum em mulheres em idade reprodutiva e, nadependência do critério diagnóstico utilizado, afeta até 20% delas. Representa também a causa mais frequente dehirsutismo e infertilidade anovulatória. SOP é uma doença multifatorial, e a suscetibilidade individual provavelmente édeterminada por múltiplos fatores de risco genéticos e ambientais. Caracteriza-se, sobretudo, por disfunção ovulatória,hiperandrogenismo e imagem de ovários policísticos à ultrassonografia. A presença de dois desses achados já ésuficiente para se estabelecer o diagnóstico de SOP. Obesidade é encontrada na maioria dos casos.
Considerada durante muito tempo apenas como um distúrbio da esfera reprodutiva (em razão da presença dealteração menstrual e consequente infertilidade) e estética (devido à presença de manifestações hiperandrogênicas), aSOP representa também um importante fator de risco para obesidade, diabetes melito tipo 2, dislipidemia, hipertensãoe, consequentemente, doença cardiovascular. Outras potenciais comorbidades da SOP são apneia do sono, câncer deendométrio e risco aumentado para complicações gestacionais.
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passage: Muitas mulheres com SOP necessitam usar medicamentos indutores de ovulação ou fertilização in vitro para engravidar. Essas práticas aumentam substancialmente o risco de gestação multifetal, que está associada a taxas maiores de complicações maternas e neonatais (Cap. 20, p. 538).
■ Saúde psicológicaMulheres com SOP podem se apresentar com diversos pro-blemas psicossociais como ansiedade, depressão, baixa autoes-tima, redução da qualidade de vida e imagem corporal negativa (Deeks, 2010; Himelein, 2006). Se houver suspeita de depres-são, pode-se utilizar uma ferramenta de rastreamento, como a encontrada na Tabela 13-5 (p. 360).
DIAGNÓSTICOCom frequência, a SOP é considerada um diagnóstico de ex-clusão. Portanto, há indicação de excluir rotineiramente outros distúrbios potencialmente graves que possam ser confundidos clinicamente com a SOP (Tabela 17-4). Para as mulheres que se apresentem com queixa de hirsutismo, pode-se utilizar o al-goritmo apresentado na Figura 17-9.
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passage: INCIDÊNCIAA SOP é o distúrbio endócrino mais comum em mulheres na idade reprodutiva e afeta aproximadamente 4 a 12% dessa po-pulação (Asunción, 2000; Diamanti-Kandarakis, 1999; Farah, 1999; Knochenhauer, 1998). Embora os sintomas de excesso de androgênios variem entre grupos étnicos, a SOP parece afe-tar igualmente todas as raças e nacionalidades.
DEFINIÇÃO ■ Síndrome do ovário policísticoEm 2003, na cidade de Rotterdam, Holanda, em uma reunião de consenso entre a European Society of Human Reproduction and Embryology e a American Society for Reproductive Medi-cine (ESHRE/ASRM) (The Rotterdam ESHRE/ASRM-Spon-sored PCOS Consensus Workshop Group, 2004) redefiniu-se o conceito de SOP (Tabela 17-1). As mulheres afetadas devem ter pelo menos dois dos seguintes critérios: (1) oligo-ovulação e/ou anovulação, (2) hiperandrogenismo (clínico e/ou bioquímico) e (3) ovários policísticos identificados ao exame ultrassonográfico. Entretanto, tendo em vista que outras etiologias, como hiperpla-sia suprarrenal congênita, tumores secretores de androgênios e hiperprolactinemia, também podem resultar em oligo-ovulação e/ou excesso de androgênios, essas condições devem ser excluí-das. Portanto, atualmente, a SOP é um diagnóstico de exclusão.
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passage: ■ Cirurgia profiláticaA única forma comprovada de prevenção do câncer de ovário é a ooforectomia cirúrgica. As tubas uterinas, como outro local com possibilidade de desenvolvimento da doença em mulheres com alto risco, também devem ser removidas (Levine, 2003). Em portadoras de mutação nos genes BRCA1 ou BRCA2, a salpingo-ooforectomia bilateral (SOB) profilática pode ser rea-lizada tanto após a prole completa quanto aos 35 anos (Ameri-can College of Obstetricians and Gynecologists, 1999). Nessas pacientes, esse procedimento é cerca de 90% efetivo com re-lação à prevenção do câncer epitelial de ovário (Kauff, 2002; Rebbeck, 2002). Em mulheres com HNPCC, a redução do risco aproxima-se de 100% (Schmeler, 2006).
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passage: Síndrome do ovário policístico (SOP)Essa síndrome é, sem dúvida alguma, a causa mais comum de anovulação crônica com estrogênio presente e será discutida amplamente no Capítulo 17, p. 460. As pacientes com SOP podem se apresentar com uma ampla variedade de quadros menstruais. Primeiro, ocorre amenorreia total seguindo-se à anovulação. Sem ovulação, não há progesterona e sem a queda súbita de progesterona não há fluxo menstrual. Contudo, em algumas mulheres com SOP , a amenorreia pode ser causada pela capacidade dos androgênios, elevados nessas pacientes, de atrofiar o endométrio. Alternativamente, é possível haver menometrorragia secundária à estimulação estrogênica endo-metrial sem oposição. No interior desse endométrio instável, espessado em fase proliferativa, episódios de colapso estromal com descolamento levam a sangramento irregular. Os vasos podem estar excessivamente aumentados no endométrio ano-vulatório e o sangramento talvez seja intenso. Finalmente, as mulheres com SOP ocasionalmente podem ter ciclos ovulató-rios com sangramento menstrual normal.
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Olá! Entendo sua preocupação em relação aos riscos associados à Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) e o questionamento sobre a possibilidade de remoção dos ovários como uma solução. É importante conversarmos sobre isso para esclarecer alguns pontos.
Primeiramente, é fundamental entender que a SOP é uma condição complexa que afeta muitas áreas da saúde da mulher, não apenas os ovários. Como vimos, ela pode causar irregularidades menstruais, problemas de pele como acne e hirsutismo (excesso de pelos), além de aumentar o risco de outras condições como resistência à insulina, diabetes tipo 2, dislipidemia, hipertensão e até mesmo problemas psicológicos como ansiedade e depressão.
Dito isso, a remoção dos ovários, procedimento chamado ooforectomia, geralmente não é a primeira linha de tratamento para SOP. Isso porque retirar os ovários tem consequências significativas para a saúde da mulher, principalmente se realizada antes da menopausa. A remoção dos ovários causa uma menopausa cirúrgica, com uma queda abrupta nos níveis de hormônios como o estrogênio. Essa diminuição hormonal pode trazer sintomas como ondas de calor, secura vaginal, alterações de humor, além de aumentar o risco de osteoporose e doenças cardiovasculares a longo prazo.
Além disso, mesmo com a remoção dos ovários, alguns dos sintomas da SOP podem persistir. Por exemplo, o hiperandrogenismo (excesso de hormônios masculinos) pode continuar, pois outras glândulas no corpo, como as adrenais, também produzem esses hormônios.
Em vez da remoção dos ovários, o tratamento da SOP geralmente envolve uma abordagem individualizada e focada no manejo dos sintomas e na redução dos riscos associados. Isso pode incluir mudanças no estilo de vida, como dieta e exercícios físicos, para controlar o peso e melhorar a resistência à insulina. Medicamentos como anticoncepcionais hormonais podem ser usados para regular o ciclo menstrual e tratar problemas de pele. Em casos de infertilidade, indutores de ovulação podem ser prescritos.
A cirurgia, como a remoção dos ovários, só é considerada em situações muito específicas e raras, como em casos de tumores ovarianos ou outras condições graves.
Portanto, a remoção dos ovários não é uma solução padrão para a SOP devido aos seus efeitos colaterais e à possibilidade de não resolver completamente os sintomas. O ideal é continuarmos monitorando sua condição, ajustando o tratamento conforme necessário e focando em um estilo de vida saudável para minimizar os riscos associados à SOP.
Se você tiver mais dúvidas ou quiser discutir outras opções de tratamento, estou à disposição. O mais importante é que você se sinta informada e segura em relação às decisões sobre sua saúde.
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Qual é a causa do mioma intramural? Qual é a gravidade e é comum? Quais são as opções de tratamento? Estou com vários pequenos e tenho sintomas como edema, cólicas, sangramentos e dor durante a relação.
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Olá, o mioma é um tumor benigno do útero, muito frequente, acometendo muitas mulheres, e o risco de malignidade é muito pequeno. Apenas algumas mulheres com miomas apresentam sintomas ou precisam de tratamento, como sangramento uterino anormal, dor pélvica, cólicas menstruais, dor durante a relação e infertilidade, entre outros. Os miomas podem estar localizados para fora do útero (subseroso), dentro do músculo do útero (intramural) ou dentro da cavidade uterina (submucoso). O mioma que gera mais sintomas é aquele que aumenta a cavidade uterina ou está dentro dela (submucoso). O tratamento não é necessariamente cirúrgico; medicações como anticoncepcionais, hormonais, anti-inflamatórios e antifibrinolíticos podem ser utilizadas. Na falha do tratamento medicamentoso e nos miomas de grandes dimensões e rápido crescimento, a cirurgia pode ser considerada. Converse com seu médico, agende uma consulta e discuta o seu tratamento.
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: . Os sintomas mais frequentes são cólicas abdominais, sangramento fora do período menstrual e que pode ser prolongado e abundante, prisão de ventre e dor durante a relação sexual. Veja mais sobre o mioma uterino. O que fazer: é importante consultar o ginecologista na presença de sintomas de mioma para que seja indicado o tratamento mais adequado de acordo com a quantidade, tamanho e sintomas apresentados pela mulher, podendo ser indicado o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormonais ou cirurgia. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa Algumas alterações hormonais, como a menopausa, podem causar menstruação irregular, que pode se apresentar com mais ou menos frequência, ser mais abundante ou durar mais ou menos dias que o normal. Saiba reconhecer os sintomas de menopausa
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: . Os sintomas mais frequentes são cólicas abdominais, sangramento fora do período menstrual e que pode ser prolongado e abundante, prisão de ventre e dor durante a relação sexual. Veja mais sobre o mioma uterino. O que fazer: é importante consultar o ginecologista na presença de sintomas de mioma para que seja indicado o tratamento mais adequado de acordo com a quantidade, tamanho e sintomas apresentados pela mulher, podendo ser indicado o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormonais ou cirurgia. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa Algumas alterações hormonais, como a menopausa, podem causar menstruação irregular, que pode se apresentar com mais ou menos frequência, ser mais abundante ou durar mais ou menos dias que o normal. Saiba reconhecer os sintomas de menopausa
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passage: . No entanto, dependendo do tamanho, da localização, da quantidade de mioma e tipo de mioma, a mulher pode ter menstruação marrom com pedaços ou coágulos, dor abdominal ou cólica e sangramento fora do período menstrual. Leia também: Tipos de mioma uterino: principais sintomas e como tratar tuasaude.com/tipos-de-mioma-uterino O que fazer: deve-se consultar o ginecologista e iniciar o tratamento mais adequado que pode ser desde o acompanhamento médico até o uso de hormônio ou utilização do DIU de progesterona. Saiba mais sobre o tratamento do mioma. 12. Infecções sexualmente transmissíveis Algumas infecções sexualmente transmissíveis (IST’s), como a clamídia ou gonorreia, podem causar menstruação marrom que ocorre devido a uma oxidação mais rápida do sangue menstrual. Outros sintomas que podem surgir são corrimento rosado, verde, amarelo ou cinza, geralmente com mau cheiro, coceira, sensação de queimação na região íntima, dor e ardor ao urinar ou vermelhidão na região genital, por exemplo. O que fazer: deve-se seguir a orientação do obstetra, que pode indicar o tratamento de acordo com o microrganismo responsável pela IST, sendo na maioria das vezes indicado o uso de antibióticos. Veja como é feito o tratamento das IST's. 13
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: . Os sintomas mais frequentes são cólicas abdominais, sangramento fora do período menstrual e que pode ser prolongado e abundante, prisão de ventre e dor durante a relação sexual. Veja mais sobre o mioma uterino. O que fazer: é importante consultar o ginecologista na presença de sintomas de mioma para que seja indicado o tratamento mais adequado de acordo com a quantidade, tamanho e sintomas apresentados pela mulher, podendo ser indicado o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormonais ou cirurgia. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa Algumas alterações hormonais, como a menopausa, podem causar menstruação irregular, que pode se apresentar com mais ou menos frequência, ser mais abundante ou durar mais ou menos dias que o normal. Saiba reconhecer os sintomas de menopausa
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passage: . No entanto, dependendo do tamanho, da localização, da quantidade de mioma e tipo de mioma, a mulher pode ter menstruação marrom com pedaços ou coágulos, dor abdominal ou cólica e sangramento fora do período menstrual. Leia também: Tipos de mioma uterino: principais sintomas e como tratar tuasaude.com/tipos-de-mioma-uterino O que fazer: deve-se consultar o ginecologista e iniciar o tratamento mais adequado que pode ser desde o acompanhamento médico até o uso de hormônio ou utilização do DIU de progesterona. Saiba mais sobre o tratamento do mioma. 12. Infecções sexualmente transmissíveis Algumas infecções sexualmente transmissíveis (IST’s), como a clamídia ou gonorreia, podem causar menstruação marrom que ocorre devido a uma oxidação mais rápida do sangue menstrual. Outros sintomas que podem surgir são corrimento rosado, verde, amarelo ou cinza, geralmente com mau cheiro, coceira, sensação de queimação na região íntima, dor e ardor ao urinar ou vermelhidão na região genital, por exemplo. O que fazer: deve-se seguir a orientação do obstetra, que pode indicar o tratamento de acordo com o microrganismo responsável pela IST, sendo na maioria das vezes indicado o uso de antibióticos. Veja como é feito o tratamento das IST's. 13
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passage: A torção e/ou a necrose de miomas pedunculados são complicações menos frequentes, causando dorsemelhante à degeneração miomatosa, e devendo ser manejadas da mesma forma.
▶ Abortamento.
Em algumas pacientes, os miomas submucosos podem afetar a implantação, a placentação e ocurso da gestação. Os mecanismos pelos quais os miomas podem causar abortamento não são conhecidos, masse acredita que possam interferir na circulação uteroplacentária, distorcendo a arquitetura vascular decidual; alémdisso, o crescimento do fibroide pode levar a contratilidade aumentada e produção de enzimas catalíticas pelaplacenta (Wallach & Wu, 1995; Blum, 1978; Jones, 1992). A associação dos miomas intramurais comabortamento é mais controversa (talvez relacionada com miomas maiores ou múltiplos), enquanto com ossubserosos parece não existir.
▶ Outras complicações.
Parece haver um pequeno aumento na chance de trabalho de parto pré-termo (1,9 vez)e de nascimento pré-termo (1,5 vez), especialmente com múltiplos miomas, placentação adjacente ao fibroma etamanho maior que 5 cm (Klatsky et al., 2008). Como essa associação não é consistente na literatura, não existequalquer recomendação de rastreio ou prevenção de trabalho de parto pré-termo em gestantes com miomatose.
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: . Os sintomas mais frequentes são cólicas abdominais, sangramento fora do período menstrual e que pode ser prolongado e abundante, prisão de ventre e dor durante a relação sexual. Veja mais sobre o mioma uterino. O que fazer: é importante consultar o ginecologista na presença de sintomas de mioma para que seja indicado o tratamento mais adequado de acordo com a quantidade, tamanho e sintomas apresentados pela mulher, podendo ser indicado o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormonais ou cirurgia. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa Algumas alterações hormonais, como a menopausa, podem causar menstruação irregular, que pode se apresentar com mais ou menos frequência, ser mais abundante ou durar mais ou menos dias que o normal. Saiba reconhecer os sintomas de menopausa
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passage: . No entanto, dependendo do tamanho, da localização, da quantidade de mioma e tipo de mioma, a mulher pode ter menstruação marrom com pedaços ou coágulos, dor abdominal ou cólica e sangramento fora do período menstrual. Leia também: Tipos de mioma uterino: principais sintomas e como tratar tuasaude.com/tipos-de-mioma-uterino O que fazer: deve-se consultar o ginecologista e iniciar o tratamento mais adequado que pode ser desde o acompanhamento médico até o uso de hormônio ou utilização do DIU de progesterona. Saiba mais sobre o tratamento do mioma. 12. Infecções sexualmente transmissíveis Algumas infecções sexualmente transmissíveis (IST’s), como a clamídia ou gonorreia, podem causar menstruação marrom que ocorre devido a uma oxidação mais rápida do sangue menstrual. Outros sintomas que podem surgir são corrimento rosado, verde, amarelo ou cinza, geralmente com mau cheiro, coceira, sensação de queimação na região íntima, dor e ardor ao urinar ou vermelhidão na região genital, por exemplo. O que fazer: deve-se seguir a orientação do obstetra, que pode indicar o tratamento de acordo com o microrganismo responsável pela IST, sendo na maioria das vezes indicado o uso de antibióticos. Veja como é feito o tratamento das IST's. 13
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passage: A torção e/ou a necrose de miomas pedunculados são complicações menos frequentes, causando dorsemelhante à degeneração miomatosa, e devendo ser manejadas da mesma forma.
▶ Abortamento.
Em algumas pacientes, os miomas submucosos podem afetar a implantação, a placentação e ocurso da gestação. Os mecanismos pelos quais os miomas podem causar abortamento não são conhecidos, masse acredita que possam interferir na circulação uteroplacentária, distorcendo a arquitetura vascular decidual; alémdisso, o crescimento do fibroide pode levar a contratilidade aumentada e produção de enzimas catalíticas pelaplacenta (Wallach & Wu, 1995; Blum, 1978; Jones, 1992). A associação dos miomas intramurais comabortamento é mais controversa (talvez relacionada com miomas maiores ou múltiplos), enquanto com ossubserosos parece não existir.
▶ Outras complicações.
Parece haver um pequeno aumento na chance de trabalho de parto pré-termo (1,9 vez)e de nascimento pré-termo (1,5 vez), especialmente com múltiplos miomas, placentação adjacente ao fibroma etamanho maior que 5 cm (Klatsky et al., 2008). Como essa associação não é consistente na literatura, não existequalquer recomendação de rastreio ou prevenção de trabalho de parto pré-termo em gestantes com miomatose.
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passage: . Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: . Os sintomas mais frequentes são cólicas abdominais, sangramento fora do período menstrual e que pode ser prolongado e abundante, prisão de ventre e dor durante a relação sexual. Veja mais sobre o mioma uterino. O que fazer: é importante consultar o ginecologista na presença de sintomas de mioma para que seja indicado o tratamento mais adequado de acordo com a quantidade, tamanho e sintomas apresentados pela mulher, podendo ser indicado o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormonais ou cirurgia. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa Algumas alterações hormonais, como a menopausa, podem causar menstruação irregular, que pode se apresentar com mais ou menos frequência, ser mais abundante ou durar mais ou menos dias que o normal. Saiba reconhecer os sintomas de menopausa
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passage: . No entanto, dependendo do tamanho, da localização, da quantidade de mioma e tipo de mioma, a mulher pode ter menstruação marrom com pedaços ou coágulos, dor abdominal ou cólica e sangramento fora do período menstrual. Leia também: Tipos de mioma uterino: principais sintomas e como tratar tuasaude.com/tipos-de-mioma-uterino O que fazer: deve-se consultar o ginecologista e iniciar o tratamento mais adequado que pode ser desde o acompanhamento médico até o uso de hormônio ou utilização do DIU de progesterona. Saiba mais sobre o tratamento do mioma. 12. Infecções sexualmente transmissíveis Algumas infecções sexualmente transmissíveis (IST’s), como a clamídia ou gonorreia, podem causar menstruação marrom que ocorre devido a uma oxidação mais rápida do sangue menstrual. Outros sintomas que podem surgir são corrimento rosado, verde, amarelo ou cinza, geralmente com mau cheiro, coceira, sensação de queimação na região íntima, dor e ardor ao urinar ou vermelhidão na região genital, por exemplo. O que fazer: deve-se seguir a orientação do obstetra, que pode indicar o tratamento de acordo com o microrganismo responsável pela IST, sendo na maioria das vezes indicado o uso de antibióticos. Veja como é feito o tratamento das IST's. 13
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passage: A torção e/ou a necrose de miomas pedunculados são complicações menos frequentes, causando dorsemelhante à degeneração miomatosa, e devendo ser manejadas da mesma forma.
▶ Abortamento.
Em algumas pacientes, os miomas submucosos podem afetar a implantação, a placentação e ocurso da gestação. Os mecanismos pelos quais os miomas podem causar abortamento não são conhecidos, masse acredita que possam interferir na circulação uteroplacentária, distorcendo a arquitetura vascular decidual; alémdisso, o crescimento do fibroide pode levar a contratilidade aumentada e produção de enzimas catalíticas pelaplacenta (Wallach & Wu, 1995; Blum, 1978; Jones, 1992). A associação dos miomas intramurais comabortamento é mais controversa (talvez relacionada com miomas maiores ou múltiplos), enquanto com ossubserosos parece não existir.
▶ Outras complicações.
Parece haver um pequeno aumento na chance de trabalho de parto pré-termo (1,9 vez)e de nascimento pré-termo (1,5 vez), especialmente com múltiplos miomas, placentação adjacente ao fibroma etamanho maior que 5 cm (Klatsky et al., 2008). Como essa associação não é consistente na literatura, não existequalquer recomendação de rastreio ou prevenção de trabalho de parto pré-termo em gestantes com miomatose.
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passage: . Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: . Os sintomas mais frequentes são cólicas abdominais, sangramento fora do período menstrual e que pode ser prolongado e abundante, prisão de ventre e dor durante a relação sexual. Veja mais sobre o mioma uterino. O que fazer: é importante consultar o ginecologista na presença de sintomas de mioma para que seja indicado o tratamento mais adequado de acordo com a quantidade, tamanho e sintomas apresentados pela mulher, podendo ser indicado o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormonais ou cirurgia. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa Algumas alterações hormonais, como a menopausa, podem causar menstruação irregular, que pode se apresentar com mais ou menos frequência, ser mais abundante ou durar mais ou menos dias que o normal. Saiba reconhecer os sintomas de menopausa
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passage: . No entanto, dependendo do tamanho, da localização, da quantidade de mioma e tipo de mioma, a mulher pode ter menstruação marrom com pedaços ou coágulos, dor abdominal ou cólica e sangramento fora do período menstrual. Leia também: Tipos de mioma uterino: principais sintomas e como tratar tuasaude.com/tipos-de-mioma-uterino O que fazer: deve-se consultar o ginecologista e iniciar o tratamento mais adequado que pode ser desde o acompanhamento médico até o uso de hormônio ou utilização do DIU de progesterona. Saiba mais sobre o tratamento do mioma. 12. Infecções sexualmente transmissíveis Algumas infecções sexualmente transmissíveis (IST’s), como a clamídia ou gonorreia, podem causar menstruação marrom que ocorre devido a uma oxidação mais rápida do sangue menstrual. Outros sintomas que podem surgir são corrimento rosado, verde, amarelo ou cinza, geralmente com mau cheiro, coceira, sensação de queimação na região íntima, dor e ardor ao urinar ou vermelhidão na região genital, por exemplo. O que fazer: deve-se seguir a orientação do obstetra, que pode indicar o tratamento de acordo com o microrganismo responsável pela IST, sendo na maioria das vezes indicado o uso de antibióticos. Veja como é feito o tratamento das IST's. 13
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passage: A torção e/ou a necrose de miomas pedunculados são complicações menos frequentes, causando dorsemelhante à degeneração miomatosa, e devendo ser manejadas da mesma forma.
▶ Abortamento.
Em algumas pacientes, os miomas submucosos podem afetar a implantação, a placentação e ocurso da gestação. Os mecanismos pelos quais os miomas podem causar abortamento não são conhecidos, masse acredita que possam interferir na circulação uteroplacentária, distorcendo a arquitetura vascular decidual; alémdisso, o crescimento do fibroide pode levar a contratilidade aumentada e produção de enzimas catalíticas pelaplacenta (Wallach & Wu, 1995; Blum, 1978; Jones, 1992). A associação dos miomas intramurais comabortamento é mais controversa (talvez relacionada com miomas maiores ou múltiplos), enquanto com ossubserosos parece não existir.
▶ Outras complicações.
Parece haver um pequeno aumento na chance de trabalho de parto pré-termo (1,9 vez)e de nascimento pré-termo (1,5 vez), especialmente com múltiplos miomas, placentação adjacente ao fibroma etamanho maior que 5 cm (Klatsky et al., 2008). Como essa associação não é consistente na literatura, não existequalquer recomendação de rastreio ou prevenção de trabalho de parto pré-termo em gestantes com miomatose.
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passage: . Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: . Assim, muitas vezes o médico opta por fazer a retirada do útero, ao invés de remover apenas o mioma. Saiba tudo sobre a retirada do útero. O médico pode ainda optar por realizar uma ablação do endométrio ou fazer uma embolização das artérias que estejam nutrindo os miomas, desde que ele tenha no máximo 8 cm ou se o mioma estiver na parede posterior do útero, porque esta região tem muitos vasos sanguíneos, e não pode ser cortada através da cirurgia. Leia também: Embolização: o que é, para que serve, como é feita (e cuidados) tuasaude.com/embolizacao Como é a recuperação da cirurgia Normalmente a recuperação é rápida mas a mulher precisa ficar de repouso por, pelo menos, 1 semana para cicatrizar corretamente, evitando todo tipo de esforço físico nesse período. O contato sexual só deve ser feito 40 dias após a cirurgia para evitar dores e infecções. Deve-se voltar ao médico se apresentar sintomas como mai cheiro na vagina, corrimento vaginal, e sangramento muito intenso, de cor vermelho vivo
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: . Os sintomas mais frequentes são cólicas abdominais, sangramento fora do período menstrual e que pode ser prolongado e abundante, prisão de ventre e dor durante a relação sexual. Veja mais sobre o mioma uterino. O que fazer: é importante consultar o ginecologista na presença de sintomas de mioma para que seja indicado o tratamento mais adequado de acordo com a quantidade, tamanho e sintomas apresentados pela mulher, podendo ser indicado o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormonais ou cirurgia. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa Algumas alterações hormonais, como a menopausa, podem causar menstruação irregular, que pode se apresentar com mais ou menos frequência, ser mais abundante ou durar mais ou menos dias que o normal. Saiba reconhecer os sintomas de menopausa
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passage: . No entanto, dependendo do tamanho, da localização, da quantidade de mioma e tipo de mioma, a mulher pode ter menstruação marrom com pedaços ou coágulos, dor abdominal ou cólica e sangramento fora do período menstrual. Leia também: Tipos de mioma uterino: principais sintomas e como tratar tuasaude.com/tipos-de-mioma-uterino O que fazer: deve-se consultar o ginecologista e iniciar o tratamento mais adequado que pode ser desde o acompanhamento médico até o uso de hormônio ou utilização do DIU de progesterona. Saiba mais sobre o tratamento do mioma. 12. Infecções sexualmente transmissíveis Algumas infecções sexualmente transmissíveis (IST’s), como a clamídia ou gonorreia, podem causar menstruação marrom que ocorre devido a uma oxidação mais rápida do sangue menstrual. Outros sintomas que podem surgir são corrimento rosado, verde, amarelo ou cinza, geralmente com mau cheiro, coceira, sensação de queimação na região íntima, dor e ardor ao urinar ou vermelhidão na região genital, por exemplo. O que fazer: deve-se seguir a orientação do obstetra, que pode indicar o tratamento de acordo com o microrganismo responsável pela IST, sendo na maioria das vezes indicado o uso de antibióticos. Veja como é feito o tratamento das IST's. 13
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passage: A torção e/ou a necrose de miomas pedunculados são complicações menos frequentes, causando dorsemelhante à degeneração miomatosa, e devendo ser manejadas da mesma forma.
▶ Abortamento.
Em algumas pacientes, os miomas submucosos podem afetar a implantação, a placentação e ocurso da gestação. Os mecanismos pelos quais os miomas podem causar abortamento não são conhecidos, masse acredita que possam interferir na circulação uteroplacentária, distorcendo a arquitetura vascular decidual; alémdisso, o crescimento do fibroide pode levar a contratilidade aumentada e produção de enzimas catalíticas pelaplacenta (Wallach & Wu, 1995; Blum, 1978; Jones, 1992). A associação dos miomas intramurais comabortamento é mais controversa (talvez relacionada com miomas maiores ou múltiplos), enquanto com ossubserosos parece não existir.
▶ Outras complicações.
Parece haver um pequeno aumento na chance de trabalho de parto pré-termo (1,9 vez)e de nascimento pré-termo (1,5 vez), especialmente com múltiplos miomas, placentação adjacente ao fibroma etamanho maior que 5 cm (Klatsky et al., 2008). Como essa associação não é consistente na literatura, não existequalquer recomendação de rastreio ou prevenção de trabalho de parto pré-termo em gestantes com miomatose.
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passage: . Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: . Assim, muitas vezes o médico opta por fazer a retirada do útero, ao invés de remover apenas o mioma. Saiba tudo sobre a retirada do útero. O médico pode ainda optar por realizar uma ablação do endométrio ou fazer uma embolização das artérias que estejam nutrindo os miomas, desde que ele tenha no máximo 8 cm ou se o mioma estiver na parede posterior do útero, porque esta região tem muitos vasos sanguíneos, e não pode ser cortada através da cirurgia. Leia também: Embolização: o que é, para que serve, como é feita (e cuidados) tuasaude.com/embolizacao Como é a recuperação da cirurgia Normalmente a recuperação é rápida mas a mulher precisa ficar de repouso por, pelo menos, 1 semana para cicatrizar corretamente, evitando todo tipo de esforço físico nesse período. O contato sexual só deve ser feito 40 dias após a cirurgia para evitar dores e infecções. Deve-se voltar ao médico se apresentar sintomas como mai cheiro na vagina, corrimento vaginal, e sangramento muito intenso, de cor vermelho vivo
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passage: • Em casos de miomas intramurais, na vigência de sangramento uterino aumenta do, a primeira opção terapêutica é farmacológica, podendo em alguns casos haver melhora do quadro de sangramento, evitando-se submeter a paciente a procedimento cirúrgico desnecessário. Não havendo resposta ao tratamento clínico, deve ser indicado o tratamento cirúrgico; a via de acesso e o tipo de cirurgia dependerão do número, da localização e do tamanho do mioma, além do desejo de concepção da paciente. • Na presença de sangramento uterino anormal de causa não estrutural, o trata- mento clínico deve ser sempre a primeira opção. As principais opções terapêuticas possíveis estão descritas na Tabela 2. 29 clínico, há também opções terapêuticas cirúrgicas, tais como ablação endometrial (por balão térmico ou histeroscopia) ou mesmo a histerectomia. • As várias opções terapêuticas disponíveis no tratamento do SUA devem ser usadas de forma racional para permitir seu controle, reservando os procedi mentos cirúrgicos para as situações específicas, evitando procedimentos cirúr- gicos desnecessários.
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: . Os sintomas mais frequentes são cólicas abdominais, sangramento fora do período menstrual e que pode ser prolongado e abundante, prisão de ventre e dor durante a relação sexual. Veja mais sobre o mioma uterino. O que fazer: é importante consultar o ginecologista na presença de sintomas de mioma para que seja indicado o tratamento mais adequado de acordo com a quantidade, tamanho e sintomas apresentados pela mulher, podendo ser indicado o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormonais ou cirurgia. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa Algumas alterações hormonais, como a menopausa, podem causar menstruação irregular, que pode se apresentar com mais ou menos frequência, ser mais abundante ou durar mais ou menos dias que o normal. Saiba reconhecer os sintomas de menopausa
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passage: . No entanto, dependendo do tamanho, da localização, da quantidade de mioma e tipo de mioma, a mulher pode ter menstruação marrom com pedaços ou coágulos, dor abdominal ou cólica e sangramento fora do período menstrual. Leia também: Tipos de mioma uterino: principais sintomas e como tratar tuasaude.com/tipos-de-mioma-uterino O que fazer: deve-se consultar o ginecologista e iniciar o tratamento mais adequado que pode ser desde o acompanhamento médico até o uso de hormônio ou utilização do DIU de progesterona. Saiba mais sobre o tratamento do mioma. 12. Infecções sexualmente transmissíveis Algumas infecções sexualmente transmissíveis (IST’s), como a clamídia ou gonorreia, podem causar menstruação marrom que ocorre devido a uma oxidação mais rápida do sangue menstrual. Outros sintomas que podem surgir são corrimento rosado, verde, amarelo ou cinza, geralmente com mau cheiro, coceira, sensação de queimação na região íntima, dor e ardor ao urinar ou vermelhidão na região genital, por exemplo. O que fazer: deve-se seguir a orientação do obstetra, que pode indicar o tratamento de acordo com o microrganismo responsável pela IST, sendo na maioria das vezes indicado o uso de antibióticos. Veja como é feito o tratamento das IST's. 13
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passage: A torção e/ou a necrose de miomas pedunculados são complicações menos frequentes, causando dorsemelhante à degeneração miomatosa, e devendo ser manejadas da mesma forma.
▶ Abortamento.
Em algumas pacientes, os miomas submucosos podem afetar a implantação, a placentação e ocurso da gestação. Os mecanismos pelos quais os miomas podem causar abortamento não são conhecidos, masse acredita que possam interferir na circulação uteroplacentária, distorcendo a arquitetura vascular decidual; alémdisso, o crescimento do fibroide pode levar a contratilidade aumentada e produção de enzimas catalíticas pelaplacenta (Wallach & Wu, 1995; Blum, 1978; Jones, 1992). A associação dos miomas intramurais comabortamento é mais controversa (talvez relacionada com miomas maiores ou múltiplos), enquanto com ossubserosos parece não existir.
▶ Outras complicações.
Parece haver um pequeno aumento na chance de trabalho de parto pré-termo (1,9 vez)e de nascimento pré-termo (1,5 vez), especialmente com múltiplos miomas, placentação adjacente ao fibroma etamanho maior que 5 cm (Klatsky et al., 2008). Como essa associação não é consistente na literatura, não existequalquer recomendação de rastreio ou prevenção de trabalho de parto pré-termo em gestantes com miomatose.
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passage: . Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: . Assim, muitas vezes o médico opta por fazer a retirada do útero, ao invés de remover apenas o mioma. Saiba tudo sobre a retirada do útero. O médico pode ainda optar por realizar uma ablação do endométrio ou fazer uma embolização das artérias que estejam nutrindo os miomas, desde que ele tenha no máximo 8 cm ou se o mioma estiver na parede posterior do útero, porque esta região tem muitos vasos sanguíneos, e não pode ser cortada através da cirurgia. Leia também: Embolização: o que é, para que serve, como é feita (e cuidados) tuasaude.com/embolizacao Como é a recuperação da cirurgia Normalmente a recuperação é rápida mas a mulher precisa ficar de repouso por, pelo menos, 1 semana para cicatrizar corretamente, evitando todo tipo de esforço físico nesse período. O contato sexual só deve ser feito 40 dias após a cirurgia para evitar dores e infecções. Deve-se voltar ao médico se apresentar sintomas como mai cheiro na vagina, corrimento vaginal, e sangramento muito intenso, de cor vermelho vivo
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passage: • Em casos de miomas intramurais, na vigência de sangramento uterino aumenta do, a primeira opção terapêutica é farmacológica, podendo em alguns casos haver melhora do quadro de sangramento, evitando-se submeter a paciente a procedimento cirúrgico desnecessário. Não havendo resposta ao tratamento clínico, deve ser indicado o tratamento cirúrgico; a via de acesso e o tipo de cirurgia dependerão do número, da localização e do tamanho do mioma, além do desejo de concepção da paciente. • Na presença de sangramento uterino anormal de causa não estrutural, o trata- mento clínico deve ser sempre a primeira opção. As principais opções terapêuticas possíveis estão descritas na Tabela 2. 29 clínico, há também opções terapêuticas cirúrgicas, tais como ablação endometrial (por balão térmico ou histeroscopia) ou mesmo a histerectomia. • As várias opções terapêuticas disponíveis no tratamento do SUA devem ser usadas de forma racional para permitir seu controle, reservando os procedi mentos cirúrgicos para as situações específicas, evitando procedimentos cirúr- gicos desnecessários.
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passage: Oclusão intestinalO aumento do útero favorece a possibilidade de ocorrência de obstrução intestinal por aderências ou bridas,certamente após operações abdominais prévias.
São os tumores mais comumente associados à gravidez. Sua incidência varia entre 2 e 3% (Lee et al., 2010).
O local e o tamanho do mioma têm grande valor prognóstico.
Aproximadamente 10 a 30% dos miomas na gravidez desenvolvem complicações. Cerca de 20 a 30%aumentam durante a gestação, especialmente no 1o trimestre, e os mais volumosos experimentam tendência asofrer degeneração vermelha, que ocorre em 10% dos casos. Miomas submucosos predispõem ao abortamentoe ao parto pré-termo; os cervicais podem obstruir o canal do parto (tumor prévio), impedindo o parto vaginal. Osmiomas subserosos pediculados podem sofrer torção. É maior a incidência de descolamento prematuro daplacenta, placenta prévia, cesárea, retenção da placenta e hemorragia pós-parto.
A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico.
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: . Os sintomas mais frequentes são cólicas abdominais, sangramento fora do período menstrual e que pode ser prolongado e abundante, prisão de ventre e dor durante a relação sexual. Veja mais sobre o mioma uterino. O que fazer: é importante consultar o ginecologista na presença de sintomas de mioma para que seja indicado o tratamento mais adequado de acordo com a quantidade, tamanho e sintomas apresentados pela mulher, podendo ser indicado o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormonais ou cirurgia. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Menopausa Algumas alterações hormonais, como a menopausa, podem causar menstruação irregular, que pode se apresentar com mais ou menos frequência, ser mais abundante ou durar mais ou menos dias que o normal. Saiba reconhecer os sintomas de menopausa
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passage: . No entanto, dependendo do tamanho, da localização, da quantidade de mioma e tipo de mioma, a mulher pode ter menstruação marrom com pedaços ou coágulos, dor abdominal ou cólica e sangramento fora do período menstrual. Leia também: Tipos de mioma uterino: principais sintomas e como tratar tuasaude.com/tipos-de-mioma-uterino O que fazer: deve-se consultar o ginecologista e iniciar o tratamento mais adequado que pode ser desde o acompanhamento médico até o uso de hormônio ou utilização do DIU de progesterona. Saiba mais sobre o tratamento do mioma. 12. Infecções sexualmente transmissíveis Algumas infecções sexualmente transmissíveis (IST’s), como a clamídia ou gonorreia, podem causar menstruação marrom que ocorre devido a uma oxidação mais rápida do sangue menstrual. Outros sintomas que podem surgir são corrimento rosado, verde, amarelo ou cinza, geralmente com mau cheiro, coceira, sensação de queimação na região íntima, dor e ardor ao urinar ou vermelhidão na região genital, por exemplo. O que fazer: deve-se seguir a orientação do obstetra, que pode indicar o tratamento de acordo com o microrganismo responsável pela IST, sendo na maioria das vezes indicado o uso de antibióticos. Veja como é feito o tratamento das IST's. 13
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passage: A torção e/ou a necrose de miomas pedunculados são complicações menos frequentes, causando dorsemelhante à degeneração miomatosa, e devendo ser manejadas da mesma forma.
▶ Abortamento.
Em algumas pacientes, os miomas submucosos podem afetar a implantação, a placentação e ocurso da gestação. Os mecanismos pelos quais os miomas podem causar abortamento não são conhecidos, masse acredita que possam interferir na circulação uteroplacentária, distorcendo a arquitetura vascular decidual; alémdisso, o crescimento do fibroide pode levar a contratilidade aumentada e produção de enzimas catalíticas pelaplacenta (Wallach & Wu, 1995; Blum, 1978; Jones, 1992). A associação dos miomas intramurais comabortamento é mais controversa (talvez relacionada com miomas maiores ou múltiplos), enquanto com ossubserosos parece não existir.
▶ Outras complicações.
Parece haver um pequeno aumento na chance de trabalho de parto pré-termo (1,9 vez)e de nascimento pré-termo (1,5 vez), especialmente com múltiplos miomas, placentação adjacente ao fibroma etamanho maior que 5 cm (Klatsky et al., 2008). Como essa associação não é consistente na literatura, não existequalquer recomendação de rastreio ou prevenção de trabalho de parto pré-termo em gestantes com miomatose.
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passage: . Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero
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passage: . Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos. Quando ele não está causando problemas, pode ser monitorado através da realização periódica de ultrassons. Se o mioma não cresce e não causa sintomas, normalmente não requer nenhum tratamento. Adenomiose É um problema de saúde da mulher que geralmente tem como sintomas dor intensa e fluxo menstrual abundante, podendo causar infertilidade e abortamentos. Os movimentos do útero mais fortes, frequentes e fora do padrão normal e a inflamação são os principais fatores responsáveis por estas manifestações. Se sente o útero tremendo e tem os sintomas descritos durante o período menstrual, procure um médico de família ou um ginecologista. Para a investigação, o médico pode pedir exames de sangue para dosagens hormonais e ultrassom. Na adenomiose, a produção de um hormônio (prolactina) e o tamanho do útero podem estar aumentados. Algumas mulheres que têm a doença também têm endometriose. O tratamento indicado pode incluir o uso de medicamentos anti-inflamatórios, hormônios e cirurgias. Endometriose A endometriose é uma doença causada quando as células da camada interna do útero estão presentes fora do útero
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passage: . Assim, muitas vezes o médico opta por fazer a retirada do útero, ao invés de remover apenas o mioma. Saiba tudo sobre a retirada do útero. O médico pode ainda optar por realizar uma ablação do endométrio ou fazer uma embolização das artérias que estejam nutrindo os miomas, desde que ele tenha no máximo 8 cm ou se o mioma estiver na parede posterior do útero, porque esta região tem muitos vasos sanguíneos, e não pode ser cortada através da cirurgia. Leia também: Embolização: o que é, para que serve, como é feita (e cuidados) tuasaude.com/embolizacao Como é a recuperação da cirurgia Normalmente a recuperação é rápida mas a mulher precisa ficar de repouso por, pelo menos, 1 semana para cicatrizar corretamente, evitando todo tipo de esforço físico nesse período. O contato sexual só deve ser feito 40 dias após a cirurgia para evitar dores e infecções. Deve-se voltar ao médico se apresentar sintomas como mai cheiro na vagina, corrimento vaginal, e sangramento muito intenso, de cor vermelho vivo
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passage: • Em casos de miomas intramurais, na vigência de sangramento uterino aumenta do, a primeira opção terapêutica é farmacológica, podendo em alguns casos haver melhora do quadro de sangramento, evitando-se submeter a paciente a procedimento cirúrgico desnecessário. Não havendo resposta ao tratamento clínico, deve ser indicado o tratamento cirúrgico; a via de acesso e o tipo de cirurgia dependerão do número, da localização e do tamanho do mioma, além do desejo de concepção da paciente. • Na presença de sangramento uterino anormal de causa não estrutural, o trata- mento clínico deve ser sempre a primeira opção. As principais opções terapêuticas possíveis estão descritas na Tabela 2. 29 clínico, há também opções terapêuticas cirúrgicas, tais como ablação endometrial (por balão térmico ou histeroscopia) ou mesmo a histerectomia. • As várias opções terapêuticas disponíveis no tratamento do SUA devem ser usadas de forma racional para permitir seu controle, reservando os procedi mentos cirúrgicos para as situações específicas, evitando procedimentos cirúr- gicos desnecessários.
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passage: Oclusão intestinalO aumento do útero favorece a possibilidade de ocorrência de obstrução intestinal por aderências ou bridas,certamente após operações abdominais prévias.
São os tumores mais comumente associados à gravidez. Sua incidência varia entre 2 e 3% (Lee et al., 2010).
O local e o tamanho do mioma têm grande valor prognóstico.
Aproximadamente 10 a 30% dos miomas na gravidez desenvolvem complicações. Cerca de 20 a 30%aumentam durante a gestação, especialmente no 1o trimestre, e os mais volumosos experimentam tendência asofrer degeneração vermelha, que ocorre em 10% dos casos. Miomas submucosos predispõem ao abortamentoe ao parto pré-termo; os cervicais podem obstruir o canal do parto (tumor prévio), impedindo o parto vaginal. Osmiomas subserosos pediculados podem sofrer torção. É maior a incidência de descolamento prematuro daplacenta, placenta prévia, cesárea, retenção da placenta e hemorragia pós-parto.
A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico.
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passage: A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico.
O tratamento do mioma na gravidez é essencialmente conservador, mesmo no mioma com degeneração:analgésicos, anti-inflamatórios, uterolíticos. Quadro abdominal agudo (dor intratável) decorrente de degeneraçãoacentuada com necrose, infecção ou torção torna obrigatória a cirurgia. Os tumores prévios não indicam cirurgiaeletiva. Sendo o parto vaginal impedido, deve-se realizar a cesárea no termo da gravidez. A miomectomia eletivaao tempo da operação cesariana é formalmente contraindicada, a não ser no tumor subseroso pediculado.
Mulheres com miomectomia prévia devem ser cesareadas antes do início do parto, particularmente se acavidade uterina foi invadida.
Massas anexiaisA incidência de massas anexiais na gravidez varia entre 1 e 4% dos nascidos vivos. Grande parte dessasmassas é < 5 cm e representa o corpo lúteo ou outros cistos funcionais (cisto folicular, cisto hemorrágico), queregridem espontaneamente no 2o trimestre. A taxa de malignidade das massas anexiais é pequena,aproximadamente 5%. O câncer de ovário é o 5o tumor maligno mais frequente na gravidez (Horowitz, 2011).
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Olá! Entendo sua preocupação com os miomas intramurais e os sintomas que você está sentindo. É natural ter dúvidas e buscar informações claras sobre o que está acontecendo com seu corpo. Vamos conversar sobre isso.
**Causa dos miomas intramurais:**
A causa exata dos miomas, incluindo os intramurais, ainda não é totalmente conhecida pela ciência. No entanto, sabemos que eles surgem de um crescimento anormal das células da parede do útero. Esse crescimento é muito influenciado pelos hormônios femininos, principalmente o estrogênio. Durante a gravidez, por exemplo, os níveis de estrogênio aumentam significativamente, o que pode levar ao crescimento dos miomas. Mas, em geral, é uma combinação de fatores genéticos, hormonais e outros fatores de crescimento que contribuem para o desenvolvimento dos miomas.
**Gravidade e frequência:**
A gravidade dos miomas intramurais varia muito de mulher para mulher. Depende do tamanho, da quantidade, da localização dentro do útero e, principalmente, dos sintomas que eles estão causando. No seu caso, com múltiplos miomas pequenos e sintomas como edema, cólicas, sangramentos e dor durante a relação, é importante que você receba um tratamento adequado para aliviar o desconforto e evitar possíveis complicações.
É importante saber que miomas são muito comuns. Estima-se que até 70% das mulheres terão miomas em algum momento da vida, principalmente durante a idade fértil. Nem todos os miomas causam sintomas, e muitas mulheres vivem com eles sem nem saber que os têm.
**Opções de tratamento:**
As opções de tratamento para miomas intramurais são variadas e dependem muito do seu caso específico. Como você tem múltiplos miomas pequenos e está sentindo sintomas, podemos considerar algumas abordagens:
* **Medicamentos:** Para aliviar os sintomas, podemos usar anti-inflamatórios para as cólicas e dores, e medicamentos hormonais para controlar o sangramento e reduzir o tamanho dos miomas.
* **DIU com progesterona:** Essa é uma opção que pode ajudar a diminuir o fluxo menstrual e as cólicas.
* **Cirurgia:** Em alguns casos, a cirurgia pode ser necessária para remover os miomas, especialmente se eles forem grandes ou estiverem causando muitos sintomas. Existem diferentes tipos de cirurgia, como a miomectomia (remoção apenas dos miomas) e a histerectomia (remoção do útero). A escolha da cirurgia depende do tamanho, localização e quantidade de miomas, bem como do seu desejo de ter filhos no futuro. Se você não tiver mais planos de engravidar, a retirada do útero (histerectomia) pode ser considerada, dependendo do seu caso. Há também opções menos invasivas, como a ablação do endométrio ou
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Olá, boa noite. Estou um pouco preocupada. Há anos, realizei uma histerectomia com salpingectomia e preservação dos ovários devido a um diagnóstico de hemangioma uterino que causava hemorragias. Fiz uma ecografia transvaginal e, segundo o laudo, observa-se uma imagem cística ocupando toda a pelve, com debris e componentes sólidos no interior, medindo x x cm e com um importante aumento de dimensão em comparação com o exame prévio. Os ovários não são individualizados e não há evidência de líquido livre em fundo de saco. Minha ginecologista me encaminhou para um cirurgião especialista em oncologia ginecológica. Minha consulta é dia [data]. Estou com medo e não consigo dormir direito. Terei alguma chance de permanecer com algum ovário?
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Olá, é natural que você se sinta tensa. Primeiro, nenhum exame de imagem, seja ultrassom, tomografia ou ressonância, fornece um diagnóstico preciso de câncer. Como você tem uma imagem alterada, é compreensível que seus médicos queiram ter certeza de que não se trata de nada sério. Converse com o cirurgião sobre sua preocupação em manter os ovários. Caso ele ache que, para sua saúde, seja necessário retirar os ovários — o que é uma exceção —, ele poderá retirar esse cisto. Depois, ele pode estimular seus óvulos, captá-los e congelá-los, preservando sua fertilidade. Caso o cirurgião acredite que retirar seus ovários seja importante, ele poderá realizar esse procedimento e seus óvulos preservados poderão garantir que você tenha bebês biológicos no futuro, com a ajuda de um útero solidário, como o de uma parente, por exemplo. Boa sorte!
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: (2) Nas pacientes com tumores acima de 2 cm, candidatas à histerectomia radical e à linfadenectomia pélvica, existe a possibilidade de manutenção dos ovários e gestações assistidas com útero de substituição (barriga de aluguel). Quando existe a necessidade de radioterapia como tratamento exclusivo ou como complementação do tratamento cirúrgico, pode-se preservar a função ovariana por meio da transposição dos ovários para fora do campo de radioterapia. Nessas pacientes, a captação de óvulos e gestações em útero de substituição são possíveis. E existe ainda a possibilidade de autotransplante de tecido ovariano, técnica ainda pouco usada e cujos resultados ainda são incipientes.(3)Referências1. Tomao F, Corrado G, Peccatori FA, Boveri S, Preti EP , Colombo N, et al. Fertility-sparing options in young women with cervical cancer. Curr Treat Options Oncol. 2016;17(1):5.
2. Plante M, Gregoire J, Renaud MC, Roy M. The vaginal radical trachelectomy: an update of a series of 125 cases and 106 pregnancies. Gynecol Oncol. 2011;121(2):290-7.
3. Bastings L, Beerendonk CC, Westphal JR, Massuger LF, Kaal SE, van Leeuwen FE, et al. Autotransplantation of cryopre-served ovarian tissue in cancer survivors and the risk of reintroducing malignancy: a systematic review. Hum Reprod Update. 2013;19(5):483-506.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: (2) Nas pacientes com tumores acima de 2 cm, candidatas à histerectomia radical e à linfadenectomia pélvica, existe a possibilidade de manutenção dos ovários e gestações assistidas com útero de substituição (barriga de aluguel). Quando existe a necessidade de radioterapia como tratamento exclusivo ou como complementação do tratamento cirúrgico, pode-se preservar a função ovariana por meio da transposição dos ovários para fora do campo de radioterapia. Nessas pacientes, a captação de óvulos e gestações em útero de substituição são possíveis. E existe ainda a possibilidade de autotransplante de tecido ovariano, técnica ainda pouco usada e cujos resultados ainda são incipientes.(3)Referências1. Tomao F, Corrado G, Peccatori FA, Boveri S, Preti EP , Colombo N, et al. Fertility-sparing options in young women with cervical cancer. Curr Treat Options Oncol. 2016;17(1):5.
2. Plante M, Gregoire J, Renaud MC, Roy M. The vaginal radical trachelectomy: an update of a series of 125 cases and 106 pregnancies. Gynecol Oncol. 2011;121(2):290-7.
3. Bastings L, Beerendonk CC, Westphal JR, Massuger LF, Kaal SE, van Leeuwen FE, et al. Autotransplantation of cryopre-served ovarian tissue in cancer survivors and the risk of reintroducing malignancy: a systematic review. Hum Reprod Update. 2013;19(5):483-506.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-17.2 Ligadura de vaso.
Hoffman_44.indd 1316 09/10/13 11:48apostilasmedicina@hotmail.com44-18Cirurgia diafragmáticaAs pacientes com câncer de ovário avançado com frequência apresentarão implantes tu-morais ou placas confluentes envolvendo o diafragma. O hemidiafragma direito é afetado com mais frequência. Os implantes normal-mente são superficiais; porém, doença invasi-va pode se estender através do peritônio para o músculo abaixo. Assim, os oncologistas gine-cológicos devem estar preparados para realizar ablação diafragmática, descolamento (perito-nectomia) ou ressecção em toda a espessura. Esses procedimentos cirúrgicos aumentam o índice de debulking ideal do tumor e estão correlacionados à melhora na sobrevida (Alet-ti, 2006a; Tsolakidis, 2010).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteOs exames de imagem podem sugerir nódulos diafragmáticos, porém sua extensão é difícil de ser confirmada até a exploração na sala de cirurgia.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: (2) Nas pacientes com tumores acima de 2 cm, candidatas à histerectomia radical e à linfadenectomia pélvica, existe a possibilidade de manutenção dos ovários e gestações assistidas com útero de substituição (barriga de aluguel). Quando existe a necessidade de radioterapia como tratamento exclusivo ou como complementação do tratamento cirúrgico, pode-se preservar a função ovariana por meio da transposição dos ovários para fora do campo de radioterapia. Nessas pacientes, a captação de óvulos e gestações em útero de substituição são possíveis. E existe ainda a possibilidade de autotransplante de tecido ovariano, técnica ainda pouco usada e cujos resultados ainda são incipientes.(3)Referências1. Tomao F, Corrado G, Peccatori FA, Boveri S, Preti EP , Colombo N, et al. Fertility-sparing options in young women with cervical cancer. Curr Treat Options Oncol. 2016;17(1):5.
2. Plante M, Gregoire J, Renaud MC, Roy M. The vaginal radical trachelectomy: an update of a series of 125 cases and 106 pregnancies. Gynecol Oncol. 2011;121(2):290-7.
3. Bastings L, Beerendonk CC, Westphal JR, Massuger LF, Kaal SE, van Leeuwen FE, et al. Autotransplantation of cryopre-served ovarian tissue in cancer survivors and the risk of reintroducing malignancy: a systematic review. Hum Reprod Update. 2013;19(5):483-506.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-17.2 Ligadura de vaso.
Hoffman_44.indd 1316 09/10/13 11:48apostilasmedicina@hotmail.com44-18Cirurgia diafragmáticaAs pacientes com câncer de ovário avançado com frequência apresentarão implantes tu-morais ou placas confluentes envolvendo o diafragma. O hemidiafragma direito é afetado com mais frequência. Os implantes normal-mente são superficiais; porém, doença invasi-va pode se estender através do peritônio para o músculo abaixo. Assim, os oncologistas gine-cológicos devem estar preparados para realizar ablação diafragmática, descolamento (perito-nectomia) ou ressecção em toda a espessura. Esses procedimentos cirúrgicos aumentam o índice de debulking ideal do tumor e estão correlacionados à melhora na sobrevida (Alet-ti, 2006a; Tsolakidis, 2010).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteOs exames de imagem podem sugerir nódulos diafragmáticos, porém sua extensão é difícil de ser confirmada até a exploração na sala de cirurgia.
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passage: É importante observar que as pacientes submetidas à ex-cisão de endometrioma podem apresentar redução da reserva ovariana (Almog, 2010; Ragni, 2006; Simigliana, 2003). Essa redução da reserva ovariana talvez seja problemática para fer-tilidade futura. Consequentemente, nas mulheres assintomáti-cas, com cistos pequenos e achados clássicos de endometrioma, a conduta expectante com acompanhamento vigilante é uma opção. Após o diagnóstico inicial, recomenda-se nova UTV em 6 a 12 semanas para excluir a possibilidade de cisto he-morrágico. Nas pacientes assintomáticas, os endometriomas poderão então ser acompanhados via ultrassonografia anual-mente, ou com intervalos menores a critério médico (Ameri-can College os Obstetricians and Gynecologists, 2007; Levine, 2010). Se houver indicação cirúrgica, a fim de reduzir a perda de função ovariana, os endometriomas devem ser removidos com o mínimo possível de tecido ovariano normal. Além disso, uma técnica que visa a reduzir dano ovariano é o uso limitado de eletrocoagulação.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: (2) Nas pacientes com tumores acima de 2 cm, candidatas à histerectomia radical e à linfadenectomia pélvica, existe a possibilidade de manutenção dos ovários e gestações assistidas com útero de substituição (barriga de aluguel). Quando existe a necessidade de radioterapia como tratamento exclusivo ou como complementação do tratamento cirúrgico, pode-se preservar a função ovariana por meio da transposição dos ovários para fora do campo de radioterapia. Nessas pacientes, a captação de óvulos e gestações em útero de substituição são possíveis. E existe ainda a possibilidade de autotransplante de tecido ovariano, técnica ainda pouco usada e cujos resultados ainda são incipientes.(3)Referências1. Tomao F, Corrado G, Peccatori FA, Boveri S, Preti EP , Colombo N, et al. Fertility-sparing options in young women with cervical cancer. Curr Treat Options Oncol. 2016;17(1):5.
2. Plante M, Gregoire J, Renaud MC, Roy M. The vaginal radical trachelectomy: an update of a series of 125 cases and 106 pregnancies. Gynecol Oncol. 2011;121(2):290-7.
3. Bastings L, Beerendonk CC, Westphal JR, Massuger LF, Kaal SE, van Leeuwen FE, et al. Autotransplantation of cryopre-served ovarian tissue in cancer survivors and the risk of reintroducing malignancy: a systematic review. Hum Reprod Update. 2013;19(5):483-506.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-17.2 Ligadura de vaso.
Hoffman_44.indd 1316 09/10/13 11:48apostilasmedicina@hotmail.com44-18Cirurgia diafragmáticaAs pacientes com câncer de ovário avançado com frequência apresentarão implantes tu-morais ou placas confluentes envolvendo o diafragma. O hemidiafragma direito é afetado com mais frequência. Os implantes normal-mente são superficiais; porém, doença invasi-va pode se estender através do peritônio para o músculo abaixo. Assim, os oncologistas gine-cológicos devem estar preparados para realizar ablação diafragmática, descolamento (perito-nectomia) ou ressecção em toda a espessura. Esses procedimentos cirúrgicos aumentam o índice de debulking ideal do tumor e estão correlacionados à melhora na sobrevida (Alet-ti, 2006a; Tsolakidis, 2010).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteOs exames de imagem podem sugerir nódulos diafragmáticos, porém sua extensão é difícil de ser confirmada até a exploração na sala de cirurgia.
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passage: É importante observar que as pacientes submetidas à ex-cisão de endometrioma podem apresentar redução da reserva ovariana (Almog, 2010; Ragni, 2006; Simigliana, 2003). Essa redução da reserva ovariana talvez seja problemática para fer-tilidade futura. Consequentemente, nas mulheres assintomáti-cas, com cistos pequenos e achados clássicos de endometrioma, a conduta expectante com acompanhamento vigilante é uma opção. Após o diagnóstico inicial, recomenda-se nova UTV em 6 a 12 semanas para excluir a possibilidade de cisto he-morrágico. Nas pacientes assintomáticas, os endometriomas poderão então ser acompanhados via ultrassonografia anual-mente, ou com intervalos menores a critério médico (Ameri-can College os Obstetricians and Gynecologists, 2007; Levine, 2010). Se houver indicação cirúrgica, a fim de reduzir a perda de função ovariana, os endometriomas devem ser removidos com o mínimo possível de tecido ovariano normal. Além disso, uma técnica que visa a reduzir dano ovariano é o uso limitado de eletrocoagulação.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoAlém dos riscos cirúrgicos gerais da laparoto-mia, o principal risco da cistectomia é sangra-mento extenso ou lesão do ovário que impli-que sua remoção. Ademais, é possível que haja perda de grau variável de reserva ovariana com a cistectomia. Se houver suspeita de câncer de ovário antes da cirurgia, as pacientes devem ser informadas sobre a possibilidade de esta-diamento cirúrgico, incluindo a necessidade de histerectomia, omentectomia ou retirada de ambos os ovários (Cap. 35, p. 868).
Muitas pacientes submetidas à cistecto-mia por patologia ovariana apresentam dor associada. Embora em muitos casos a cistec-tomia possa ser curativa, em outras ocasiões é possível que a dor persista a despeito do procedimento. Isso ocorre especialmente na-quelas com endometriose concomitante. As-sim, as pacientes devem ser informadas sobre a possibilidade de a cirurgia não resolver a dor crônica.
■ Preparação da pacienteNormalmente não há necessidade de antibio-ticoterapia pré-operatória. Se o estadiamento ovariano indicar a necessidade de histerecto-mia, pode-se administrar antibioticoterapia intraoperatória.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: (2) Nas pacientes com tumores acima de 2 cm, candidatas à histerectomia radical e à linfadenectomia pélvica, existe a possibilidade de manutenção dos ovários e gestações assistidas com útero de substituição (barriga de aluguel). Quando existe a necessidade de radioterapia como tratamento exclusivo ou como complementação do tratamento cirúrgico, pode-se preservar a função ovariana por meio da transposição dos ovários para fora do campo de radioterapia. Nessas pacientes, a captação de óvulos e gestações em útero de substituição são possíveis. E existe ainda a possibilidade de autotransplante de tecido ovariano, técnica ainda pouco usada e cujos resultados ainda são incipientes.(3)Referências1. Tomao F, Corrado G, Peccatori FA, Boveri S, Preti EP , Colombo N, et al. Fertility-sparing options in young women with cervical cancer. Curr Treat Options Oncol. 2016;17(1):5.
2. Plante M, Gregoire J, Renaud MC, Roy M. The vaginal radical trachelectomy: an update of a series of 125 cases and 106 pregnancies. Gynecol Oncol. 2011;121(2):290-7.
3. Bastings L, Beerendonk CC, Westphal JR, Massuger LF, Kaal SE, van Leeuwen FE, et al. Autotransplantation of cryopre-served ovarian tissue in cancer survivors and the risk of reintroducing malignancy: a systematic review. Hum Reprod Update. 2013;19(5):483-506.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-17.2 Ligadura de vaso.
Hoffman_44.indd 1316 09/10/13 11:48apostilasmedicina@hotmail.com44-18Cirurgia diafragmáticaAs pacientes com câncer de ovário avançado com frequência apresentarão implantes tu-morais ou placas confluentes envolvendo o diafragma. O hemidiafragma direito é afetado com mais frequência. Os implantes normal-mente são superficiais; porém, doença invasi-va pode se estender através do peritônio para o músculo abaixo. Assim, os oncologistas gine-cológicos devem estar preparados para realizar ablação diafragmática, descolamento (perito-nectomia) ou ressecção em toda a espessura. Esses procedimentos cirúrgicos aumentam o índice de debulking ideal do tumor e estão correlacionados à melhora na sobrevida (Alet-ti, 2006a; Tsolakidis, 2010).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteOs exames de imagem podem sugerir nódulos diafragmáticos, porém sua extensão é difícil de ser confirmada até a exploração na sala de cirurgia.
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passage: É importante observar que as pacientes submetidas à ex-cisão de endometrioma podem apresentar redução da reserva ovariana (Almog, 2010; Ragni, 2006; Simigliana, 2003). Essa redução da reserva ovariana talvez seja problemática para fer-tilidade futura. Consequentemente, nas mulheres assintomáti-cas, com cistos pequenos e achados clássicos de endometrioma, a conduta expectante com acompanhamento vigilante é uma opção. Após o diagnóstico inicial, recomenda-se nova UTV em 6 a 12 semanas para excluir a possibilidade de cisto he-morrágico. Nas pacientes assintomáticas, os endometriomas poderão então ser acompanhados via ultrassonografia anual-mente, ou com intervalos menores a critério médico (Ameri-can College os Obstetricians and Gynecologists, 2007; Levine, 2010). Se houver indicação cirúrgica, a fim de reduzir a perda de função ovariana, os endometriomas devem ser removidos com o mínimo possível de tecido ovariano normal. Além disso, uma técnica que visa a reduzir dano ovariano é o uso limitado de eletrocoagulação.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoAlém dos riscos cirúrgicos gerais da laparoto-mia, o principal risco da cistectomia é sangra-mento extenso ou lesão do ovário que impli-que sua remoção. Ademais, é possível que haja perda de grau variável de reserva ovariana com a cistectomia. Se houver suspeita de câncer de ovário antes da cirurgia, as pacientes devem ser informadas sobre a possibilidade de esta-diamento cirúrgico, incluindo a necessidade de histerectomia, omentectomia ou retirada de ambos os ovários (Cap. 35, p. 868).
Muitas pacientes submetidas à cistecto-mia por patologia ovariana apresentam dor associada. Embora em muitos casos a cistec-tomia possa ser curativa, em outras ocasiões é possível que a dor persista a despeito do procedimento. Isso ocorre especialmente na-quelas com endometriose concomitante. As-sim, as pacientes devem ser informadas sobre a possibilidade de a cirurgia não resolver a dor crônica.
■ Preparação da pacienteNormalmente não há necessidade de antibio-ticoterapia pré-operatória. Se o estadiamento ovariano indicar a necessidade de histerecto-mia, pode-se administrar antibioticoterapia intraoperatória.
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passage: Aventa-se a utilidade de um, e apenas mais um esvaziamento uterino, em pacientes com platô nos níveis de hCG,notadamente se esses níveis forem menores que 1.500-5.000 UI/l. Nesses casos selecionados, parece que esseesvaziamento uterino especialmente indicado seria capaz de, em não promovendo a cura, reduzir a quantidadeefetiva de quimioterapia para o tratamento dessas pacientes e, com isso, reduzir também a duração total dotratamento. Um estudo randomizado está sendo conduzido para se avaliar essa estratégia. No geral, esseprocedimento tem maiores chances de complicações, notadamente hemorragia e perfuração uterina, e só deveser feito por médico experiente nesses casos.
▶ Histerectomia.
A histerectomia com a conservação dos anexos pode ser uma alternativa para a vácuo-aspiração em mulheres que não queiram mais ter filhos (Figura 29.12). A histerectomia reduz o risco de NTG pós-molar quando comparada ao esvaziamento por aspiração. Todavia, ainda há risco de NTG pós-molar em torno de3 a 5%, e essas pacientes não estão isentas do monitoramento com hCG após a histerectomia.
▶ Quimioterapia profilática.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: (2) Nas pacientes com tumores acima de 2 cm, candidatas à histerectomia radical e à linfadenectomia pélvica, existe a possibilidade de manutenção dos ovários e gestações assistidas com útero de substituição (barriga de aluguel). Quando existe a necessidade de radioterapia como tratamento exclusivo ou como complementação do tratamento cirúrgico, pode-se preservar a função ovariana por meio da transposição dos ovários para fora do campo de radioterapia. Nessas pacientes, a captação de óvulos e gestações em útero de substituição são possíveis. E existe ainda a possibilidade de autotransplante de tecido ovariano, técnica ainda pouco usada e cujos resultados ainda são incipientes.(3)Referências1. Tomao F, Corrado G, Peccatori FA, Boveri S, Preti EP , Colombo N, et al. Fertility-sparing options in young women with cervical cancer. Curr Treat Options Oncol. 2016;17(1):5.
2. Plante M, Gregoire J, Renaud MC, Roy M. The vaginal radical trachelectomy: an update of a series of 125 cases and 106 pregnancies. Gynecol Oncol. 2011;121(2):290-7.
3. Bastings L, Beerendonk CC, Westphal JR, Massuger LF, Kaal SE, van Leeuwen FE, et al. Autotransplantation of cryopre-served ovarian tissue in cancer survivors and the risk of reintroducing malignancy: a systematic review. Hum Reprod Update. 2013;19(5):483-506.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-17.2 Ligadura de vaso.
Hoffman_44.indd 1316 09/10/13 11:48apostilasmedicina@hotmail.com44-18Cirurgia diafragmáticaAs pacientes com câncer de ovário avançado com frequência apresentarão implantes tu-morais ou placas confluentes envolvendo o diafragma. O hemidiafragma direito é afetado com mais frequência. Os implantes normal-mente são superficiais; porém, doença invasi-va pode se estender através do peritônio para o músculo abaixo. Assim, os oncologistas gine-cológicos devem estar preparados para realizar ablação diafragmática, descolamento (perito-nectomia) ou ressecção em toda a espessura. Esses procedimentos cirúrgicos aumentam o índice de debulking ideal do tumor e estão correlacionados à melhora na sobrevida (Alet-ti, 2006a; Tsolakidis, 2010).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteOs exames de imagem podem sugerir nódulos diafragmáticos, porém sua extensão é difícil de ser confirmada até a exploração na sala de cirurgia.
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passage: É importante observar que as pacientes submetidas à ex-cisão de endometrioma podem apresentar redução da reserva ovariana (Almog, 2010; Ragni, 2006; Simigliana, 2003). Essa redução da reserva ovariana talvez seja problemática para fer-tilidade futura. Consequentemente, nas mulheres assintomáti-cas, com cistos pequenos e achados clássicos de endometrioma, a conduta expectante com acompanhamento vigilante é uma opção. Após o diagnóstico inicial, recomenda-se nova UTV em 6 a 12 semanas para excluir a possibilidade de cisto he-morrágico. Nas pacientes assintomáticas, os endometriomas poderão então ser acompanhados via ultrassonografia anual-mente, ou com intervalos menores a critério médico (Ameri-can College os Obstetricians and Gynecologists, 2007; Levine, 2010). Se houver indicação cirúrgica, a fim de reduzir a perda de função ovariana, os endometriomas devem ser removidos com o mínimo possível de tecido ovariano normal. Além disso, uma técnica que visa a reduzir dano ovariano é o uso limitado de eletrocoagulação.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoAlém dos riscos cirúrgicos gerais da laparoto-mia, o principal risco da cistectomia é sangra-mento extenso ou lesão do ovário que impli-que sua remoção. Ademais, é possível que haja perda de grau variável de reserva ovariana com a cistectomia. Se houver suspeita de câncer de ovário antes da cirurgia, as pacientes devem ser informadas sobre a possibilidade de esta-diamento cirúrgico, incluindo a necessidade de histerectomia, omentectomia ou retirada de ambos os ovários (Cap. 35, p. 868).
Muitas pacientes submetidas à cistecto-mia por patologia ovariana apresentam dor associada. Embora em muitos casos a cistec-tomia possa ser curativa, em outras ocasiões é possível que a dor persista a despeito do procedimento. Isso ocorre especialmente na-quelas com endometriose concomitante. As-sim, as pacientes devem ser informadas sobre a possibilidade de a cirurgia não resolver a dor crônica.
■ Preparação da pacienteNormalmente não há necessidade de antibio-ticoterapia pré-operatória. Se o estadiamento ovariano indicar a necessidade de histerecto-mia, pode-se administrar antibioticoterapia intraoperatória.
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passage: Aventa-se a utilidade de um, e apenas mais um esvaziamento uterino, em pacientes com platô nos níveis de hCG,notadamente se esses níveis forem menores que 1.500-5.000 UI/l. Nesses casos selecionados, parece que esseesvaziamento uterino especialmente indicado seria capaz de, em não promovendo a cura, reduzir a quantidadeefetiva de quimioterapia para o tratamento dessas pacientes e, com isso, reduzir também a duração total dotratamento. Um estudo randomizado está sendo conduzido para se avaliar essa estratégia. No geral, esseprocedimento tem maiores chances de complicações, notadamente hemorragia e perfuração uterina, e só deveser feito por médico experiente nesses casos.
▶ Histerectomia.
A histerectomia com a conservação dos anexos pode ser uma alternativa para a vácuo-aspiração em mulheres que não queiram mais ter filhos (Figura 29.12). A histerectomia reduz o risco de NTG pós-molar quando comparada ao esvaziamento por aspiração. Todavia, ainda há risco de NTG pós-molar em torno de3 a 5%, e essas pacientes não estão isentas do monitoramento com hCG após a histerectomia.
▶ Quimioterapia profilática.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOApós o procedimento, os cuidados devem seguir aqueles descritos para laparotomia em geral (Seção 41-1, p. 1.021).
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-5.3 Fechamento do ovário.
Hoffman_41.indd 1027 03/10/13 17:1941-6OoforectomiaA retirada do ovário na maioria dos casos é feita via laparoscopia. Entretanto, normal-mente indica-se laparotomia se o potencial de malignidade for alto, se o ovário for maior que 8 a 10 cm ou quando se estiver esperando ade-rências significativas. Em muitos desses casos, procede-se à salpingo-ooforectomia conforme apresentada na Seção 41-12 (p. 1.047). En-tretanto, se houver interesse da paciente em gravidez futura, a tuba uterina deve ser preser-vada sempre que possível.
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteNormalmente a ooforectomia é realizada para retirada de patologia ovariana que tenha sido identificada por ultrassonografia transvaginal ou transabdominal. Nos casos em que a ana-tomia não esteja bem definida, a ressonância magnética pode adicionar informações. Con-forme descrito nos Capítulos 35 e 36 (p. 861 e 879), dosagens sanguíneas dos marcadores tumorais podem ser solicitadas antes da cirur-gia, caso haja suspeita de câncer.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: (2) Nas pacientes com tumores acima de 2 cm, candidatas à histerectomia radical e à linfadenectomia pélvica, existe a possibilidade de manutenção dos ovários e gestações assistidas com útero de substituição (barriga de aluguel). Quando existe a necessidade de radioterapia como tratamento exclusivo ou como complementação do tratamento cirúrgico, pode-se preservar a função ovariana por meio da transposição dos ovários para fora do campo de radioterapia. Nessas pacientes, a captação de óvulos e gestações em útero de substituição são possíveis. E existe ainda a possibilidade de autotransplante de tecido ovariano, técnica ainda pouco usada e cujos resultados ainda são incipientes.(3)Referências1. Tomao F, Corrado G, Peccatori FA, Boveri S, Preti EP , Colombo N, et al. Fertility-sparing options in young women with cervical cancer. Curr Treat Options Oncol. 2016;17(1):5.
2. Plante M, Gregoire J, Renaud MC, Roy M. The vaginal radical trachelectomy: an update of a series of 125 cases and 106 pregnancies. Gynecol Oncol. 2011;121(2):290-7.
3. Bastings L, Beerendonk CC, Westphal JR, Massuger LF, Kaal SE, van Leeuwen FE, et al. Autotransplantation of cryopre-served ovarian tissue in cancer survivors and the risk of reintroducing malignancy: a systematic review. Hum Reprod Update. 2013;19(5):483-506.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-17.2 Ligadura de vaso.
Hoffman_44.indd 1316 09/10/13 11:48apostilasmedicina@hotmail.com44-18Cirurgia diafragmáticaAs pacientes com câncer de ovário avançado com frequência apresentarão implantes tu-morais ou placas confluentes envolvendo o diafragma. O hemidiafragma direito é afetado com mais frequência. Os implantes normal-mente são superficiais; porém, doença invasi-va pode se estender através do peritônio para o músculo abaixo. Assim, os oncologistas gine-cológicos devem estar preparados para realizar ablação diafragmática, descolamento (perito-nectomia) ou ressecção em toda a espessura. Esses procedimentos cirúrgicos aumentam o índice de debulking ideal do tumor e estão correlacionados à melhora na sobrevida (Alet-ti, 2006a; Tsolakidis, 2010).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteOs exames de imagem podem sugerir nódulos diafragmáticos, porém sua extensão é difícil de ser confirmada até a exploração na sala de cirurgia.
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passage: É importante observar que as pacientes submetidas à ex-cisão de endometrioma podem apresentar redução da reserva ovariana (Almog, 2010; Ragni, 2006; Simigliana, 2003). Essa redução da reserva ovariana talvez seja problemática para fer-tilidade futura. Consequentemente, nas mulheres assintomáti-cas, com cistos pequenos e achados clássicos de endometrioma, a conduta expectante com acompanhamento vigilante é uma opção. Após o diagnóstico inicial, recomenda-se nova UTV em 6 a 12 semanas para excluir a possibilidade de cisto he-morrágico. Nas pacientes assintomáticas, os endometriomas poderão então ser acompanhados via ultrassonografia anual-mente, ou com intervalos menores a critério médico (Ameri-can College os Obstetricians and Gynecologists, 2007; Levine, 2010). Se houver indicação cirúrgica, a fim de reduzir a perda de função ovariana, os endometriomas devem ser removidos com o mínimo possível de tecido ovariano normal. Além disso, uma técnica que visa a reduzir dano ovariano é o uso limitado de eletrocoagulação.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoAlém dos riscos cirúrgicos gerais da laparoto-mia, o principal risco da cistectomia é sangra-mento extenso ou lesão do ovário que impli-que sua remoção. Ademais, é possível que haja perda de grau variável de reserva ovariana com a cistectomia. Se houver suspeita de câncer de ovário antes da cirurgia, as pacientes devem ser informadas sobre a possibilidade de esta-diamento cirúrgico, incluindo a necessidade de histerectomia, omentectomia ou retirada de ambos os ovários (Cap. 35, p. 868).
Muitas pacientes submetidas à cistecto-mia por patologia ovariana apresentam dor associada. Embora em muitos casos a cistec-tomia possa ser curativa, em outras ocasiões é possível que a dor persista a despeito do procedimento. Isso ocorre especialmente na-quelas com endometriose concomitante. As-sim, as pacientes devem ser informadas sobre a possibilidade de a cirurgia não resolver a dor crônica.
■ Preparação da pacienteNormalmente não há necessidade de antibio-ticoterapia pré-operatória. Se o estadiamento ovariano indicar a necessidade de histerecto-mia, pode-se administrar antibioticoterapia intraoperatória.
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passage: Aventa-se a utilidade de um, e apenas mais um esvaziamento uterino, em pacientes com platô nos níveis de hCG,notadamente se esses níveis forem menores que 1.500-5.000 UI/l. Nesses casos selecionados, parece que esseesvaziamento uterino especialmente indicado seria capaz de, em não promovendo a cura, reduzir a quantidadeefetiva de quimioterapia para o tratamento dessas pacientes e, com isso, reduzir também a duração total dotratamento. Um estudo randomizado está sendo conduzido para se avaliar essa estratégia. No geral, esseprocedimento tem maiores chances de complicações, notadamente hemorragia e perfuração uterina, e só deveser feito por médico experiente nesses casos.
▶ Histerectomia.
A histerectomia com a conservação dos anexos pode ser uma alternativa para a vácuo-aspiração em mulheres que não queiram mais ter filhos (Figura 29.12). A histerectomia reduz o risco de NTG pós-molar quando comparada ao esvaziamento por aspiração. Todavia, ainda há risco de NTG pós-molar em torno de3 a 5%, e essas pacientes não estão isentas do monitoramento com hCG após a histerectomia.
▶ Quimioterapia profilática.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOApós o procedimento, os cuidados devem seguir aqueles descritos para laparotomia em geral (Seção 41-1, p. 1.021).
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-5.3 Fechamento do ovário.
Hoffman_41.indd 1027 03/10/13 17:1941-6OoforectomiaA retirada do ovário na maioria dos casos é feita via laparoscopia. Entretanto, normal-mente indica-se laparotomia se o potencial de malignidade for alto, se o ovário for maior que 8 a 10 cm ou quando se estiver esperando ade-rências significativas. Em muitos desses casos, procede-se à salpingo-ooforectomia conforme apresentada na Seção 41-12 (p. 1.047). En-tretanto, se houver interesse da paciente em gravidez futura, a tuba uterina deve ser preser-vada sempre que possível.
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteNormalmente a ooforectomia é realizada para retirada de patologia ovariana que tenha sido identificada por ultrassonografia transvaginal ou transabdominal. Nos casos em que a ana-tomia não esteja bem definida, a ressonância magnética pode adicionar informações. Con-forme descrito nos Capítulos 35 e 36 (p. 861 e 879), dosagens sanguíneas dos marcadores tumorais podem ser solicitadas antes da cirur-gia, caso haja suspeita de câncer.
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passage: As complicações intraoperatórias in-cluem hemorragia, perfuração da bexiga e le-são intestinal. Vasos principais são atingidos em menos de 1% dos casos.
■ Preparo da pacienteO American College of Obstetricians and Gynecologists (2009) recomenda antibioti-coterapia profilática antes de procedimentos uroginecológicos, e as opções adequadas são as mesmas descritas para histerectomia e lis-tadas na Tabela 39-6 (p. 959). Também reco-menda-se profilaxia para tromboembolismo a todas as pacientes sendo submetidas a ci-rurgia ginecológica de grande porte. Consi-dera-se apropriada a profilaxia mecânica ou com heparina, conforme indicado na Tabela 39-9 (p. 962). A indicação de preparação do intestino depende da preferência do cirur-gião e de eventuais cirurgias concomitantes planejadas.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: (2) Nas pacientes com tumores acima de 2 cm, candidatas à histerectomia radical e à linfadenectomia pélvica, existe a possibilidade de manutenção dos ovários e gestações assistidas com útero de substituição (barriga de aluguel). Quando existe a necessidade de radioterapia como tratamento exclusivo ou como complementação do tratamento cirúrgico, pode-se preservar a função ovariana por meio da transposição dos ovários para fora do campo de radioterapia. Nessas pacientes, a captação de óvulos e gestações em útero de substituição são possíveis. E existe ainda a possibilidade de autotransplante de tecido ovariano, técnica ainda pouco usada e cujos resultados ainda são incipientes.(3)Referências1. Tomao F, Corrado G, Peccatori FA, Boveri S, Preti EP , Colombo N, et al. Fertility-sparing options in young women with cervical cancer. Curr Treat Options Oncol. 2016;17(1):5.
2. Plante M, Gregoire J, Renaud MC, Roy M. The vaginal radical trachelectomy: an update of a series of 125 cases and 106 pregnancies. Gynecol Oncol. 2011;121(2):290-7.
3. Bastings L, Beerendonk CC, Westphal JR, Massuger LF, Kaal SE, van Leeuwen FE, et al. Autotransplantation of cryopre-served ovarian tissue in cancer survivors and the risk of reintroducing malignancy: a systematic review. Hum Reprod Update. 2013;19(5):483-506.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-17.2 Ligadura de vaso.
Hoffman_44.indd 1316 09/10/13 11:48apostilasmedicina@hotmail.com44-18Cirurgia diafragmáticaAs pacientes com câncer de ovário avançado com frequência apresentarão implantes tu-morais ou placas confluentes envolvendo o diafragma. O hemidiafragma direito é afetado com mais frequência. Os implantes normal-mente são superficiais; porém, doença invasi-va pode se estender através do peritônio para o músculo abaixo. Assim, os oncologistas gine-cológicos devem estar preparados para realizar ablação diafragmática, descolamento (perito-nectomia) ou ressecção em toda a espessura. Esses procedimentos cirúrgicos aumentam o índice de debulking ideal do tumor e estão correlacionados à melhora na sobrevida (Alet-ti, 2006a; Tsolakidis, 2010).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteOs exames de imagem podem sugerir nódulos diafragmáticos, porém sua extensão é difícil de ser confirmada até a exploração na sala de cirurgia.
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passage: É importante observar que as pacientes submetidas à ex-cisão de endometrioma podem apresentar redução da reserva ovariana (Almog, 2010; Ragni, 2006; Simigliana, 2003). Essa redução da reserva ovariana talvez seja problemática para fer-tilidade futura. Consequentemente, nas mulheres assintomáti-cas, com cistos pequenos e achados clássicos de endometrioma, a conduta expectante com acompanhamento vigilante é uma opção. Após o diagnóstico inicial, recomenda-se nova UTV em 6 a 12 semanas para excluir a possibilidade de cisto he-morrágico. Nas pacientes assintomáticas, os endometriomas poderão então ser acompanhados via ultrassonografia anual-mente, ou com intervalos menores a critério médico (Ameri-can College os Obstetricians and Gynecologists, 2007; Levine, 2010). Se houver indicação cirúrgica, a fim de reduzir a perda de função ovariana, os endometriomas devem ser removidos com o mínimo possível de tecido ovariano normal. Além disso, uma técnica que visa a reduzir dano ovariano é o uso limitado de eletrocoagulação.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoAlém dos riscos cirúrgicos gerais da laparoto-mia, o principal risco da cistectomia é sangra-mento extenso ou lesão do ovário que impli-que sua remoção. Ademais, é possível que haja perda de grau variável de reserva ovariana com a cistectomia. Se houver suspeita de câncer de ovário antes da cirurgia, as pacientes devem ser informadas sobre a possibilidade de esta-diamento cirúrgico, incluindo a necessidade de histerectomia, omentectomia ou retirada de ambos os ovários (Cap. 35, p. 868).
Muitas pacientes submetidas à cistecto-mia por patologia ovariana apresentam dor associada. Embora em muitos casos a cistec-tomia possa ser curativa, em outras ocasiões é possível que a dor persista a despeito do procedimento. Isso ocorre especialmente na-quelas com endometriose concomitante. As-sim, as pacientes devem ser informadas sobre a possibilidade de a cirurgia não resolver a dor crônica.
■ Preparação da pacienteNormalmente não há necessidade de antibio-ticoterapia pré-operatória. Se o estadiamento ovariano indicar a necessidade de histerecto-mia, pode-se administrar antibioticoterapia intraoperatória.
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passage: Aventa-se a utilidade de um, e apenas mais um esvaziamento uterino, em pacientes com platô nos níveis de hCG,notadamente se esses níveis forem menores que 1.500-5.000 UI/l. Nesses casos selecionados, parece que esseesvaziamento uterino especialmente indicado seria capaz de, em não promovendo a cura, reduzir a quantidadeefetiva de quimioterapia para o tratamento dessas pacientes e, com isso, reduzir também a duração total dotratamento. Um estudo randomizado está sendo conduzido para se avaliar essa estratégia. No geral, esseprocedimento tem maiores chances de complicações, notadamente hemorragia e perfuração uterina, e só deveser feito por médico experiente nesses casos.
▶ Histerectomia.
A histerectomia com a conservação dos anexos pode ser uma alternativa para a vácuo-aspiração em mulheres que não queiram mais ter filhos (Figura 29.12). A histerectomia reduz o risco de NTG pós-molar quando comparada ao esvaziamento por aspiração. Todavia, ainda há risco de NTG pós-molar em torno de3 a 5%, e essas pacientes não estão isentas do monitoramento com hCG após a histerectomia.
▶ Quimioterapia profilática.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOApós o procedimento, os cuidados devem seguir aqueles descritos para laparotomia em geral (Seção 41-1, p. 1.021).
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-5.3 Fechamento do ovário.
Hoffman_41.indd 1027 03/10/13 17:1941-6OoforectomiaA retirada do ovário na maioria dos casos é feita via laparoscopia. Entretanto, normal-mente indica-se laparotomia se o potencial de malignidade for alto, se o ovário for maior que 8 a 10 cm ou quando se estiver esperando ade-rências significativas. Em muitos desses casos, procede-se à salpingo-ooforectomia conforme apresentada na Seção 41-12 (p. 1.047). En-tretanto, se houver interesse da paciente em gravidez futura, a tuba uterina deve ser preser-vada sempre que possível.
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteNormalmente a ooforectomia é realizada para retirada de patologia ovariana que tenha sido identificada por ultrassonografia transvaginal ou transabdominal. Nos casos em que a ana-tomia não esteja bem definida, a ressonância magnética pode adicionar informações. Con-forme descrito nos Capítulos 35 e 36 (p. 861 e 879), dosagens sanguíneas dos marcadores tumorais podem ser solicitadas antes da cirur-gia, caso haja suspeita de câncer.
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passage: As complicações intraoperatórias in-cluem hemorragia, perfuração da bexiga e le-são intestinal. Vasos principais são atingidos em menos de 1% dos casos.
■ Preparo da pacienteO American College of Obstetricians and Gynecologists (2009) recomenda antibioti-coterapia profilática antes de procedimentos uroginecológicos, e as opções adequadas são as mesmas descritas para histerectomia e lis-tadas na Tabela 39-6 (p. 959). Também reco-menda-se profilaxia para tromboembolismo a todas as pacientes sendo submetidas a ci-rurgia ginecológica de grande porte. Consi-dera-se apropriada a profilaxia mecânica ou com heparina, conforme indicado na Tabela 39-9 (p. 962). A indicação de preparação do intestino depende da preferência do cirur-gião e de eventuais cirurgias concomitantes planejadas.
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passage: ■ ConsentimentoDe forma geral, complicações graves de oo-forectomia são raras e semelhantes àquelas observadas em outras cirurgias intra-abdomi-nais, incluindo lesão de órgão, hemorragia, infecção da ferida operatória e complicações da anestesia. Ademais, o risco de lesão da tuba uterina ou do ureter adjacentes é pequeno, mas deve ser discutido especificamente duran-te o processo de obtenção do consentimento informado.
Os cistos ovarianos são a indicação mais comum de ooforectomia. Como é possível encontrar um processo maligno, as pacientes devem ser informadas sobre as etapas do esta-diamento para câncer de ovário. Além disso, se um cisto maligno se romper e seu con-teúdo se espalhar, as pacientes devem estar alertadas sobre os possíveis efeitos negativos no prognóstico.
Finalmente, muitas pacientes submetidas à ooforectomia para tratamento de patologia ovariana apresentam dor associada. Embora na maioria dos casos a remoção do ovário seja curativa, é possível que a dor persista a despei-to da ooforectomia.
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passage: ■ Papel do generalistaA maioria das pacientes será inicialmente avaliada por um gene-ralista na área de ginecologia e obstetrícia. Os sintomas iniciais podem indicar o diagnóstico mais comum de cisto ovariano fun-cional. A persistência dos sintomas ou uma massa pélvica crescen-te, entretanto, indicam a necessidade de solicitação de avaliação ultrassonográfica. Se uma massa ovariana complexa com compo-nente sólido for observada em paciente jovem, há indicação para dosar os níveis séricos de hCG e AFP e encaminhar a paciente a um oncoginecologista para tratamento cirúrgico primário.
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passage: (2) Nas pacientes com tumores acima de 2 cm, candidatas à histerectomia radical e à linfadenectomia pélvica, existe a possibilidade de manutenção dos ovários e gestações assistidas com útero de substituição (barriga de aluguel). Quando existe a necessidade de radioterapia como tratamento exclusivo ou como complementação do tratamento cirúrgico, pode-se preservar a função ovariana por meio da transposição dos ovários para fora do campo de radioterapia. Nessas pacientes, a captação de óvulos e gestações em útero de substituição são possíveis. E existe ainda a possibilidade de autotransplante de tecido ovariano, técnica ainda pouco usada e cujos resultados ainda são incipientes.(3)Referências1. Tomao F, Corrado G, Peccatori FA, Boveri S, Preti EP , Colombo N, et al. Fertility-sparing options in young women with cervical cancer. Curr Treat Options Oncol. 2016;17(1):5.
2. Plante M, Gregoire J, Renaud MC, Roy M. The vaginal radical trachelectomy: an update of a series of 125 cases and 106 pregnancies. Gynecol Oncol. 2011;121(2):290-7.
3. Bastings L, Beerendonk CC, Westphal JR, Massuger LF, Kaal SE, van Leeuwen FE, et al. Autotransplantation of cryopre-served ovarian tissue in cancer survivors and the risk of reintroducing malignancy: a systematic review. Hum Reprod Update. 2013;19(5):483-506.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 44-17.2 Ligadura de vaso.
Hoffman_44.indd 1316 09/10/13 11:48apostilasmedicina@hotmail.com44-18Cirurgia diafragmáticaAs pacientes com câncer de ovário avançado com frequência apresentarão implantes tu-morais ou placas confluentes envolvendo o diafragma. O hemidiafragma direito é afetado com mais frequência. Os implantes normal-mente são superficiais; porém, doença invasi-va pode se estender através do peritônio para o músculo abaixo. Assim, os oncologistas gine-cológicos devem estar preparados para realizar ablação diafragmática, descolamento (perito-nectomia) ou ressecção em toda a espessura. Esses procedimentos cirúrgicos aumentam o índice de debulking ideal do tumor e estão correlacionados à melhora na sobrevida (Alet-ti, 2006a; Tsolakidis, 2010).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteOs exames de imagem podem sugerir nódulos diafragmáticos, porém sua extensão é difícil de ser confirmada até a exploração na sala de cirurgia.
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passage: É importante observar que as pacientes submetidas à ex-cisão de endometrioma podem apresentar redução da reserva ovariana (Almog, 2010; Ragni, 2006; Simigliana, 2003). Essa redução da reserva ovariana talvez seja problemática para fer-tilidade futura. Consequentemente, nas mulheres assintomáti-cas, com cistos pequenos e achados clássicos de endometrioma, a conduta expectante com acompanhamento vigilante é uma opção. Após o diagnóstico inicial, recomenda-se nova UTV em 6 a 12 semanas para excluir a possibilidade de cisto he-morrágico. Nas pacientes assintomáticas, os endometriomas poderão então ser acompanhados via ultrassonografia anual-mente, ou com intervalos menores a critério médico (Ameri-can College os Obstetricians and Gynecologists, 2007; Levine, 2010). Se houver indicação cirúrgica, a fim de reduzir a perda de função ovariana, os endometriomas devem ser removidos com o mínimo possível de tecido ovariano normal. Além disso, uma técnica que visa a reduzir dano ovariano é o uso limitado de eletrocoagulação.
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoAlém dos riscos cirúrgicos gerais da laparoto-mia, o principal risco da cistectomia é sangra-mento extenso ou lesão do ovário que impli-que sua remoção. Ademais, é possível que haja perda de grau variável de reserva ovariana com a cistectomia. Se houver suspeita de câncer de ovário antes da cirurgia, as pacientes devem ser informadas sobre a possibilidade de esta-diamento cirúrgico, incluindo a necessidade de histerectomia, omentectomia ou retirada de ambos os ovários (Cap. 35, p. 868).
Muitas pacientes submetidas à cistecto-mia por patologia ovariana apresentam dor associada. Embora em muitos casos a cistec-tomia possa ser curativa, em outras ocasiões é possível que a dor persista a despeito do procedimento. Isso ocorre especialmente na-quelas com endometriose concomitante. As-sim, as pacientes devem ser informadas sobre a possibilidade de a cirurgia não resolver a dor crônica.
■ Preparação da pacienteNormalmente não há necessidade de antibio-ticoterapia pré-operatória. Se o estadiamento ovariano indicar a necessidade de histerecto-mia, pode-se administrar antibioticoterapia intraoperatória.
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passage: Aventa-se a utilidade de um, e apenas mais um esvaziamento uterino, em pacientes com platô nos níveis de hCG,notadamente se esses níveis forem menores que 1.500-5.000 UI/l. Nesses casos selecionados, parece que esseesvaziamento uterino especialmente indicado seria capaz de, em não promovendo a cura, reduzir a quantidadeefetiva de quimioterapia para o tratamento dessas pacientes e, com isso, reduzir também a duração total dotratamento. Um estudo randomizado está sendo conduzido para se avaliar essa estratégia. No geral, esseprocedimento tem maiores chances de complicações, notadamente hemorragia e perfuração uterina, e só deveser feito por médico experiente nesses casos.
▶ Histerectomia.
A histerectomia com a conservação dos anexos pode ser uma alternativa para a vácuo-aspiração em mulheres que não queiram mais ter filhos (Figura 29.12). A histerectomia reduz o risco de NTG pós-molar quando comparada ao esvaziamento por aspiração. Todavia, ainda há risco de NTG pós-molar em torno de3 a 5%, e essas pacientes não estão isentas do monitoramento com hCG após a histerectomia.
▶ Quimioterapia profilática.
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passage: PÓS-OPERATÓRIOApós o procedimento, os cuidados devem seguir aqueles descritos para laparotomia em geral (Seção 41-1, p. 1.021).
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 41-5.3 Fechamento do ovário.
Hoffman_41.indd 1027 03/10/13 17:1941-6OoforectomiaA retirada do ovário na maioria dos casos é feita via laparoscopia. Entretanto, normal-mente indica-se laparotomia se o potencial de malignidade for alto, se o ovário for maior que 8 a 10 cm ou quando se estiver esperando ade-rências significativas. Em muitos desses casos, procede-se à salpingo-ooforectomia conforme apresentada na Seção 41-12 (p. 1.047). En-tretanto, se houver interesse da paciente em gravidez futura, a tuba uterina deve ser preser-vada sempre que possível.
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteNormalmente a ooforectomia é realizada para retirada de patologia ovariana que tenha sido identificada por ultrassonografia transvaginal ou transabdominal. Nos casos em que a ana-tomia não esteja bem definida, a ressonância magnética pode adicionar informações. Con-forme descrito nos Capítulos 35 e 36 (p. 861 e 879), dosagens sanguíneas dos marcadores tumorais podem ser solicitadas antes da cirur-gia, caso haja suspeita de câncer.
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passage: As complicações intraoperatórias in-cluem hemorragia, perfuração da bexiga e le-são intestinal. Vasos principais são atingidos em menos de 1% dos casos.
■ Preparo da pacienteO American College of Obstetricians and Gynecologists (2009) recomenda antibioti-coterapia profilática antes de procedimentos uroginecológicos, e as opções adequadas são as mesmas descritas para histerectomia e lis-tadas na Tabela 39-6 (p. 959). Também reco-menda-se profilaxia para tromboembolismo a todas as pacientes sendo submetidas a ci-rurgia ginecológica de grande porte. Consi-dera-se apropriada a profilaxia mecânica ou com heparina, conforme indicado na Tabela 39-9 (p. 962). A indicação de preparação do intestino depende da preferência do cirur-gião e de eventuais cirurgias concomitantes planejadas.
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passage: ■ ConsentimentoDe forma geral, complicações graves de oo-forectomia são raras e semelhantes àquelas observadas em outras cirurgias intra-abdomi-nais, incluindo lesão de órgão, hemorragia, infecção da ferida operatória e complicações da anestesia. Ademais, o risco de lesão da tuba uterina ou do ureter adjacentes é pequeno, mas deve ser discutido especificamente duran-te o processo de obtenção do consentimento informado.
Os cistos ovarianos são a indicação mais comum de ooforectomia. Como é possível encontrar um processo maligno, as pacientes devem ser informadas sobre as etapas do esta-diamento para câncer de ovário. Além disso, se um cisto maligno se romper e seu con-teúdo se espalhar, as pacientes devem estar alertadas sobre os possíveis efeitos negativos no prognóstico.
Finalmente, muitas pacientes submetidas à ooforectomia para tratamento de patologia ovariana apresentam dor associada. Embora na maioria dos casos a remoção do ovário seja curativa, é possível que a dor persista a despei-to da ooforectomia.
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passage: Em resumo, a histerectomia supracervi-cal por via abdominal para doenças benignas não oferece vantagens distintas em compa-ração com a histerectomia total por via ab-dominal (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2007). O risco de san-gramento persistente após a cirurgia talvez desencoraje algumas mulheres e médicos a seu uso.
■ ConsentimentoPara a maioria das mulheres a histerectomia é um tratamento seguro e efetivo que normal-mente leva à melhora na qualidade de vida pós-operatória e a bons resultados psicológicos (Hartmann, 2004; Thakar, 2004). Entretanto, é possível haver lesão de órgão pélvico durante a cirurgia, sendo mais citadas as lesões vascu-lares, vesicais e ureterais. Consequentemente, esses riscos, além das possibilidades de perda e transfusão sanguíneas, devem ser discutidos com a paciente antes da cirurgia.
Ooforectomia bilateral concomitanteA histerectomia frequentemente é realizada junto com outros procedimentos cirúrgicos. Entre os mais comuns estão a reconstrução pélvica e a salpingo-ooforectomia bilateral.
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Boa noite! Entendo perfeitamente sua preocupação e o medo que está sentindo. Receber um encaminhamento para um oncologista ginecológico, especialmente com essas características na ultrassonografia, é naturalmente assustador. Vamos conversar um pouco para esclarecer a situação, sem criar falsas esperanças, mas também sem desanimar.
Primeiramente, é importante entender que a ecografia descreve uma imagem complexa, com componentes císticos e sólidos, e um aumento significativo em relação a exames anteriores. Essa descrição, combinada com a dificuldade de identificar os ovários separadamente, justifica o encaminhamento para um especialista em oncologia ginecológica. O objetivo é investigar a fundo a natureza dessa massa pélvica e descartar, ou confirmar, a possibilidade de um tumor ovariano, que pode ser benigno ou maligno.
O fato de você já ter realizado uma histerectomia com salpingectomia e preservação dos ovários, não impede o surgimento de problemas ovarianos. Infelizmente, mesmo sem o útero e as trompas, os ovários ainda podem desenvolver cistos, tumores ou outras alterações.
Sobre a sua pergunta se existe chance de permanecer com algum ovário, é impossível dar uma resposta definitiva antes da consulta com o oncologista e de exames complementares. A decisão dependerá de diversos fatores:
* **Natureza da massa:** Se for um tumor, qual o tipo? É benigno ou maligno?
* **Extensão da doença:** A massa está restrita ao ovário ou se espalhou para outros órgãos?
* **Sua saúde geral:** Como você está se sentindo? Tem outras condições de saúde?
* **Sua idade e desejos:** Apesar de já ter realizado histerectomia, a preservação dos ovários pode ser importante para evitar a menopausa precoce e seus sintomas associados.
Em casos de tumores ovarianos, a cirurgia é frequentemente necessária. A extensão da cirurgia pode variar desde a remoção apenas do ovário afetado (ooforectomia) até a remoção de ambos os ovários e outros órgãos (histerectomia, omentectomia, etc.), dependendo do tipo e da extensão da doença.
Existem algumas situações em que a preservação de um ou ambos os ovários pode ser considerada, mesmo em casos de tumores ovarianos, especialmente em mulheres mais jovens que desejam preservar a fertilidade (o que não é o seu caso). No entanto, essa decisão deve ser cuidadosamente avaliada pelo oncologista, levando em consideração o risco de recorrência da doença.
Se a suspeita de câncer de ovário for confirmada, a cirurgia pode envolver a remoção dos ovários e, dependendo do caso, outros procedimentos para remover implantes tumorais
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Tenho um cisto dermoide que estourou e estou usando Selene. O que devo fazer?
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Olá, sempre siga as orientações do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. Sua avaliação clínica, baseada na sua história médica, queixas e exame físico, é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. A avaliação completa das características do cisto através do ultrassom é importante, incluindo tamanho, cápsula, septos, vascularização no Doppler, presença de papilas, etc. Os marcadores tumorais podem ser importantes para o diagnóstico. A ressonância magnética pode fornecer informações adicionais. O cisto dermoide, ou teratoma maduro, é um tumor benigno do ovário, e o risco de malignidade ou de teratoma imaturo é muito baixo. O tratamento é cirúrgico para confirmar a benignidade da lesão, evitar que o crescimento danifique o tecido ovariano normal e melhorar sintomas como dor pélvica. A cirurgia a ser realizada é a ooforoplastia, ou plástica do ovário, onde o cisto dermoide deverá ser removido e o tecido normal do ovário preservado. Se a lesão for grande, pode não haver tecido ovariano normal, e pode ser necessária a retirada do ovário. Ao ser operada, procure um médico com experiência em laparoscopia; essa via de acesso ajudará na sua recuperação pós-operatória. Existe um risco de recidiva no ovário contralateral. Converse com o seu médico, tire suas dúvidas e agende sua consulta. Nunca inicie ou troque uma medicação anticoncepcional sem a orientação do seu médico, pois nem todas as mulheres podem usar qualquer anticoncepcional. Essas medicações podem estar associadas a eventos graves, como trombose. O uso inadequado pode aumentar o risco de uma gravidez indesejada. Será que o Selene é o melhor anticoncepcional para você? O Selene não trata o cisto dermoide.
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passage: . O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas. Para que serve O anticoncepcional Selene é indicado para o tratamento de: Acne seborreica ou pápulo-pustulosa, que consiste na presença de elevações na pele que contém pus, arredondadas, endurecidas e avermelhadas; Acne nódulo cística, com formação de nódulos internos sob a pele, no rosto, costas e tórax; Hirsutismo leve, caracterizada presença de pelos em regiões no corpo que normalmente não possuem pelos, como rosto, peito, barriga e na parte interna da coxa; Síndrome dos ovários policísticos, que pode levar ao surgimento de sintomas como menstruação irregular ou dificuldade para engravidar. O Selene normalmente é indicado para alterações nos níveis de hormônios andrógenos circulantes no sangue, pois ajuda a regular os níveis hormonais, reduzindo a oleosidade da pele, os pelos no corpo ou cistos no ovários. É recomendado que o tratamento com Selene seja interrompido logo após a melhora dos sintomas, conforme orientação do ginecologista
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passage: . O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas. Para que serve O anticoncepcional Selene é indicado para o tratamento de: Acne seborreica ou pápulo-pustulosa, que consiste na presença de elevações na pele que contém pus, arredondadas, endurecidas e avermelhadas; Acne nódulo cística, com formação de nódulos internos sob a pele, no rosto, costas e tórax; Hirsutismo leve, caracterizada presença de pelos em regiões no corpo que normalmente não possuem pelos, como rosto, peito, barriga e na parte interna da coxa; Síndrome dos ovários policísticos, que pode levar ao surgimento de sintomas como menstruação irregular ou dificuldade para engravidar. O Selene normalmente é indicado para alterações nos níveis de hormônios andrógenos circulantes no sangue, pois ajuda a regular os níveis hormonais, reduzindo a oleosidade da pele, os pelos no corpo ou cistos no ovários. É recomendado que o tratamento com Selene seja interrompido logo após a melhora dos sintomas, conforme orientação do ginecologista
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passage: . Quem não deve usar O Selene não deve ser usado por pessoas com histórico atual ou anterior de trombose ou embolia pulmonar, ataque cardíaco, derrame cerebral ou angina pectoris que causa dor intensa no peito. Além disso, também não deve ser usado por pessoas com alto risco para formação de coágulos ou que sofram de um certo tipo de enxaqueca acompanhada por sintomas neurológicos focais, pessoas com diabetes mellitus com lesão de vasos sanguíneos, com histórico de doença do fígado, certos tipos de câncer ou sangramento vaginal sem explicação. O Selene não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação ou pessoas que tenham alergia a qualquer um dos componentes da fórmula.
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passage: . O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas. Para que serve O anticoncepcional Selene é indicado para o tratamento de: Acne seborreica ou pápulo-pustulosa, que consiste na presença de elevações na pele que contém pus, arredondadas, endurecidas e avermelhadas; Acne nódulo cística, com formação de nódulos internos sob a pele, no rosto, costas e tórax; Hirsutismo leve, caracterizada presença de pelos em regiões no corpo que normalmente não possuem pelos, como rosto, peito, barriga e na parte interna da coxa; Síndrome dos ovários policísticos, que pode levar ao surgimento de sintomas como menstruação irregular ou dificuldade para engravidar. O Selene normalmente é indicado para alterações nos níveis de hormônios andrógenos circulantes no sangue, pois ajuda a regular os níveis hormonais, reduzindo a oleosidade da pele, os pelos no corpo ou cistos no ovários. É recomendado que o tratamento com Selene seja interrompido logo após a melhora dos sintomas, conforme orientação do ginecologista
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passage: . Quem não deve usar O Selene não deve ser usado por pessoas com histórico atual ou anterior de trombose ou embolia pulmonar, ataque cardíaco, derrame cerebral ou angina pectoris que causa dor intensa no peito. Além disso, também não deve ser usado por pessoas com alto risco para formação de coágulos ou que sofram de um certo tipo de enxaqueca acompanhada por sintomas neurológicos focais, pessoas com diabetes mellitus com lesão de vasos sanguíneos, com histórico de doença do fígado, certos tipos de câncer ou sangramento vaginal sem explicação. O Selene não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação ou pessoas que tenham alergia a qualquer um dos componentes da fórmula.
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passage: Selene: para que serve, como tomar e efeitos colaterais Selene é um anticoncepcional oral indicado para o tratamento de acne, hirsutismo leve ou síndrome dos ovários policísticos, por exemplo, não sendo indicado exclusivamente para evitar a gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Esse anticoncepcional contém etinilestradiol e acetato de ciproterona na sua composição, duas substâncias que ajudam a regular os níveis de hormônios no corpo que, quando estão alterados, podem causar aumento da oleosidade da pele, pelos no corpo ou cistos no ovários. O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas
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passage: . O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas. Para que serve O anticoncepcional Selene é indicado para o tratamento de: Acne seborreica ou pápulo-pustulosa, que consiste na presença de elevações na pele que contém pus, arredondadas, endurecidas e avermelhadas; Acne nódulo cística, com formação de nódulos internos sob a pele, no rosto, costas e tórax; Hirsutismo leve, caracterizada presença de pelos em regiões no corpo que normalmente não possuem pelos, como rosto, peito, barriga e na parte interna da coxa; Síndrome dos ovários policísticos, que pode levar ao surgimento de sintomas como menstruação irregular ou dificuldade para engravidar. O Selene normalmente é indicado para alterações nos níveis de hormônios andrógenos circulantes no sangue, pois ajuda a regular os níveis hormonais, reduzindo a oleosidade da pele, os pelos no corpo ou cistos no ovários. É recomendado que o tratamento com Selene seja interrompido logo após a melhora dos sintomas, conforme orientação do ginecologista
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passage: . Quem não deve usar O Selene não deve ser usado por pessoas com histórico atual ou anterior de trombose ou embolia pulmonar, ataque cardíaco, derrame cerebral ou angina pectoris que causa dor intensa no peito. Além disso, também não deve ser usado por pessoas com alto risco para formação de coágulos ou que sofram de um certo tipo de enxaqueca acompanhada por sintomas neurológicos focais, pessoas com diabetes mellitus com lesão de vasos sanguíneos, com histórico de doença do fígado, certos tipos de câncer ou sangramento vaginal sem explicação. O Selene não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação ou pessoas que tenham alergia a qualquer um dos componentes da fórmula.
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passage: Selene: para que serve, como tomar e efeitos colaterais Selene é um anticoncepcional oral indicado para o tratamento de acne, hirsutismo leve ou síndrome dos ovários policísticos, por exemplo, não sendo indicado exclusivamente para evitar a gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Esse anticoncepcional contém etinilestradiol e acetato de ciproterona na sua composição, duas substâncias que ajudam a regular os níveis de hormônios no corpo que, quando estão alterados, podem causar aumento da oleosidade da pele, pelos no corpo ou cistos no ovários. O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas
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passage: . Quando ocorrem vômitos ou diarreia intensa 3 a 4 horas após a ingestão do comprimido, é recomendado utilizar outro método contraceptivo durante os próximos 7 dias. O que fazer se esquecer de tomar Selene Quando o esquecimento é inferior a 12 horas do horário habitual, deve-se tomar o comprimido esquecido e ingerir o próximo comprimido no horário correto. Neste caso, o efeito contraceptivo da pílula será mantido. Já quando o esquecimento é superior a 12 horas do horário habitual, deve-se consultar a seguinte tabela: Semana de esquecimento O que fazer? Usar outro método contraceptivo? 1ª semana Tomar a pílula esquecida imediatamente assim que lembrar, mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos ao mesmo tempo, e tomar os comprimidos restantes no horário habitual Sim, usar preservativo ou outro método de barreira nos 7 dias após o esquecimento 2ª semana Tomar a pílula esquecida imediatamente assim que lembrar mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos ao mesmo tempo, e tomar os comprimidos restantes no horário habitual Não é necessário utilizar outro método contraceptivo, se na 1ª semana tiver tomado nos horários corretos e sem esquecimento
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passage: . O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas. Para que serve O anticoncepcional Selene é indicado para o tratamento de: Acne seborreica ou pápulo-pustulosa, que consiste na presença de elevações na pele que contém pus, arredondadas, endurecidas e avermelhadas; Acne nódulo cística, com formação de nódulos internos sob a pele, no rosto, costas e tórax; Hirsutismo leve, caracterizada presença de pelos em regiões no corpo que normalmente não possuem pelos, como rosto, peito, barriga e na parte interna da coxa; Síndrome dos ovários policísticos, que pode levar ao surgimento de sintomas como menstruação irregular ou dificuldade para engravidar. O Selene normalmente é indicado para alterações nos níveis de hormônios andrógenos circulantes no sangue, pois ajuda a regular os níveis hormonais, reduzindo a oleosidade da pele, os pelos no corpo ou cistos no ovários. É recomendado que o tratamento com Selene seja interrompido logo após a melhora dos sintomas, conforme orientação do ginecologista
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passage: . Quem não deve usar O Selene não deve ser usado por pessoas com histórico atual ou anterior de trombose ou embolia pulmonar, ataque cardíaco, derrame cerebral ou angina pectoris que causa dor intensa no peito. Além disso, também não deve ser usado por pessoas com alto risco para formação de coágulos ou que sofram de um certo tipo de enxaqueca acompanhada por sintomas neurológicos focais, pessoas com diabetes mellitus com lesão de vasos sanguíneos, com histórico de doença do fígado, certos tipos de câncer ou sangramento vaginal sem explicação. O Selene não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação ou pessoas que tenham alergia a qualquer um dos componentes da fórmula.
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passage: Selene: para que serve, como tomar e efeitos colaterais Selene é um anticoncepcional oral indicado para o tratamento de acne, hirsutismo leve ou síndrome dos ovários policísticos, por exemplo, não sendo indicado exclusivamente para evitar a gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Esse anticoncepcional contém etinilestradiol e acetato de ciproterona na sua composição, duas substâncias que ajudam a regular os níveis de hormônios no corpo que, quando estão alterados, podem causar aumento da oleosidade da pele, pelos no corpo ou cistos no ovários. O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas
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passage: . Quando ocorrem vômitos ou diarreia intensa 3 a 4 horas após a ingestão do comprimido, é recomendado utilizar outro método contraceptivo durante os próximos 7 dias. O que fazer se esquecer de tomar Selene Quando o esquecimento é inferior a 12 horas do horário habitual, deve-se tomar o comprimido esquecido e ingerir o próximo comprimido no horário correto. Neste caso, o efeito contraceptivo da pílula será mantido. Já quando o esquecimento é superior a 12 horas do horário habitual, deve-se consultar a seguinte tabela: Semana de esquecimento O que fazer? Usar outro método contraceptivo? 1ª semana Tomar a pílula esquecida imediatamente assim que lembrar, mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos ao mesmo tempo, e tomar os comprimidos restantes no horário habitual Sim, usar preservativo ou outro método de barreira nos 7 dias após o esquecimento 2ª semana Tomar a pílula esquecida imediatamente assim que lembrar mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos ao mesmo tempo, e tomar os comprimidos restantes no horário habitual Não é necessário utilizar outro método contraceptivo, se na 1ª semana tiver tomado nos horários corretos e sem esquecimento
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passage: . Nas 2ª ou 3ª semanas, o risco de gravidez é menor se a mulher tiver tomado corretamente nas semanas anteriores. Se ocorrer o esquecimento de mais do que 1 comprimido da mesma cartela, é recomendado consultar o ginecologista. O tempo de tratamento com Selene deve ser orientado pelo ginecologista, de acordo com a condição a ser tratada, mas geralmente varia de 3 a 12 meses. Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais mais comuns do anticoncepcional Selene são dor de cabeça, dor abdominal, náuseas, diarreia, aumento de peso, dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, alterações de humor, depressão ou alterações no apetite sexual. Embora sejam raros, outros efeitos colaterais que podem surgir são intolerância ao uso de lentes de contato, corrimento vaginal ou tromboembolismo. O Selene engorda? Um efeito colateral comum do tratamento com Selene é o aumento do peso corporal ou inchaço do corpo devido a retenção de líquidos, o que leva também ao aumento do peso. No entanto, esse efeito varia de mulher para mulher, existindo até casos em que acontece uma diminuição do peso corporal. Quem não deve usar O Selene não deve ser usado por pessoas com histórico atual ou anterior de trombose ou embolia pulmonar, ataque cardíaco, derrame cerebral ou angina pectoris que causa dor intensa no peito
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passage: . O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas. Para que serve O anticoncepcional Selene é indicado para o tratamento de: Acne seborreica ou pápulo-pustulosa, que consiste na presença de elevações na pele que contém pus, arredondadas, endurecidas e avermelhadas; Acne nódulo cística, com formação de nódulos internos sob a pele, no rosto, costas e tórax; Hirsutismo leve, caracterizada presença de pelos em regiões no corpo que normalmente não possuem pelos, como rosto, peito, barriga e na parte interna da coxa; Síndrome dos ovários policísticos, que pode levar ao surgimento de sintomas como menstruação irregular ou dificuldade para engravidar. O Selene normalmente é indicado para alterações nos níveis de hormônios andrógenos circulantes no sangue, pois ajuda a regular os níveis hormonais, reduzindo a oleosidade da pele, os pelos no corpo ou cistos no ovários. É recomendado que o tratamento com Selene seja interrompido logo após a melhora dos sintomas, conforme orientação do ginecologista
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passage: . Quem não deve usar O Selene não deve ser usado por pessoas com histórico atual ou anterior de trombose ou embolia pulmonar, ataque cardíaco, derrame cerebral ou angina pectoris que causa dor intensa no peito. Além disso, também não deve ser usado por pessoas com alto risco para formação de coágulos ou que sofram de um certo tipo de enxaqueca acompanhada por sintomas neurológicos focais, pessoas com diabetes mellitus com lesão de vasos sanguíneos, com histórico de doença do fígado, certos tipos de câncer ou sangramento vaginal sem explicação. O Selene não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação ou pessoas que tenham alergia a qualquer um dos componentes da fórmula.
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passage: Selene: para que serve, como tomar e efeitos colaterais Selene é um anticoncepcional oral indicado para o tratamento de acne, hirsutismo leve ou síndrome dos ovários policísticos, por exemplo, não sendo indicado exclusivamente para evitar a gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Esse anticoncepcional contém etinilestradiol e acetato de ciproterona na sua composição, duas substâncias que ajudam a regular os níveis de hormônios no corpo que, quando estão alterados, podem causar aumento da oleosidade da pele, pelos no corpo ou cistos no ovários. O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas
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passage: . Quando ocorrem vômitos ou diarreia intensa 3 a 4 horas após a ingestão do comprimido, é recomendado utilizar outro método contraceptivo durante os próximos 7 dias. O que fazer se esquecer de tomar Selene Quando o esquecimento é inferior a 12 horas do horário habitual, deve-se tomar o comprimido esquecido e ingerir o próximo comprimido no horário correto. Neste caso, o efeito contraceptivo da pílula será mantido. Já quando o esquecimento é superior a 12 horas do horário habitual, deve-se consultar a seguinte tabela: Semana de esquecimento O que fazer? Usar outro método contraceptivo? 1ª semana Tomar a pílula esquecida imediatamente assim que lembrar, mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos ao mesmo tempo, e tomar os comprimidos restantes no horário habitual Sim, usar preservativo ou outro método de barreira nos 7 dias após o esquecimento 2ª semana Tomar a pílula esquecida imediatamente assim que lembrar mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos ao mesmo tempo, e tomar os comprimidos restantes no horário habitual Não é necessário utilizar outro método contraceptivo, se na 1ª semana tiver tomado nos horários corretos e sem esquecimento
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passage: . Nas 2ª ou 3ª semanas, o risco de gravidez é menor se a mulher tiver tomado corretamente nas semanas anteriores. Se ocorrer o esquecimento de mais do que 1 comprimido da mesma cartela, é recomendado consultar o ginecologista. O tempo de tratamento com Selene deve ser orientado pelo ginecologista, de acordo com a condição a ser tratada, mas geralmente varia de 3 a 12 meses. Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais mais comuns do anticoncepcional Selene são dor de cabeça, dor abdominal, náuseas, diarreia, aumento de peso, dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, alterações de humor, depressão ou alterações no apetite sexual. Embora sejam raros, outros efeitos colaterais que podem surgir são intolerância ao uso de lentes de contato, corrimento vaginal ou tromboembolismo. O Selene engorda? Um efeito colateral comum do tratamento com Selene é o aumento do peso corporal ou inchaço do corpo devido a retenção de líquidos, o que leva também ao aumento do peso. No entanto, esse efeito varia de mulher para mulher, existindo até casos em que acontece uma diminuição do peso corporal. Quem não deve usar O Selene não deve ser usado por pessoas com histórico atual ou anterior de trombose ou embolia pulmonar, ataque cardíaco, derrame cerebral ou angina pectoris que causa dor intensa no peito
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas. Para que serve O anticoncepcional Selene é indicado para o tratamento de: Acne seborreica ou pápulo-pustulosa, que consiste na presença de elevações na pele que contém pus, arredondadas, endurecidas e avermelhadas; Acne nódulo cística, com formação de nódulos internos sob a pele, no rosto, costas e tórax; Hirsutismo leve, caracterizada presença de pelos em regiões no corpo que normalmente não possuem pelos, como rosto, peito, barriga e na parte interna da coxa; Síndrome dos ovários policísticos, que pode levar ao surgimento de sintomas como menstruação irregular ou dificuldade para engravidar. O Selene normalmente é indicado para alterações nos níveis de hormônios andrógenos circulantes no sangue, pois ajuda a regular os níveis hormonais, reduzindo a oleosidade da pele, os pelos no corpo ou cistos no ovários. É recomendado que o tratamento com Selene seja interrompido logo após a melhora dos sintomas, conforme orientação do ginecologista
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passage: . Quem não deve usar O Selene não deve ser usado por pessoas com histórico atual ou anterior de trombose ou embolia pulmonar, ataque cardíaco, derrame cerebral ou angina pectoris que causa dor intensa no peito. Além disso, também não deve ser usado por pessoas com alto risco para formação de coágulos ou que sofram de um certo tipo de enxaqueca acompanhada por sintomas neurológicos focais, pessoas com diabetes mellitus com lesão de vasos sanguíneos, com histórico de doença do fígado, certos tipos de câncer ou sangramento vaginal sem explicação. O Selene não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação ou pessoas que tenham alergia a qualquer um dos componentes da fórmula.
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passage: Selene: para que serve, como tomar e efeitos colaterais Selene é um anticoncepcional oral indicado para o tratamento de acne, hirsutismo leve ou síndrome dos ovários policísticos, por exemplo, não sendo indicado exclusivamente para evitar a gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Esse anticoncepcional contém etinilestradiol e acetato de ciproterona na sua composição, duas substâncias que ajudam a regular os níveis de hormônios no corpo que, quando estão alterados, podem causar aumento da oleosidade da pele, pelos no corpo ou cistos no ovários. O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas
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passage: . Quando ocorrem vômitos ou diarreia intensa 3 a 4 horas após a ingestão do comprimido, é recomendado utilizar outro método contraceptivo durante os próximos 7 dias. O que fazer se esquecer de tomar Selene Quando o esquecimento é inferior a 12 horas do horário habitual, deve-se tomar o comprimido esquecido e ingerir o próximo comprimido no horário correto. Neste caso, o efeito contraceptivo da pílula será mantido. Já quando o esquecimento é superior a 12 horas do horário habitual, deve-se consultar a seguinte tabela: Semana de esquecimento O que fazer? Usar outro método contraceptivo? 1ª semana Tomar a pílula esquecida imediatamente assim que lembrar, mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos ao mesmo tempo, e tomar os comprimidos restantes no horário habitual Sim, usar preservativo ou outro método de barreira nos 7 dias após o esquecimento 2ª semana Tomar a pílula esquecida imediatamente assim que lembrar mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos ao mesmo tempo, e tomar os comprimidos restantes no horário habitual Não é necessário utilizar outro método contraceptivo, se na 1ª semana tiver tomado nos horários corretos e sem esquecimento
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passage: . Nas 2ª ou 3ª semanas, o risco de gravidez é menor se a mulher tiver tomado corretamente nas semanas anteriores. Se ocorrer o esquecimento de mais do que 1 comprimido da mesma cartela, é recomendado consultar o ginecologista. O tempo de tratamento com Selene deve ser orientado pelo ginecologista, de acordo com a condição a ser tratada, mas geralmente varia de 3 a 12 meses. Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais mais comuns do anticoncepcional Selene são dor de cabeça, dor abdominal, náuseas, diarreia, aumento de peso, dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, alterações de humor, depressão ou alterações no apetite sexual. Embora sejam raros, outros efeitos colaterais que podem surgir são intolerância ao uso de lentes de contato, corrimento vaginal ou tromboembolismo. O Selene engorda? Um efeito colateral comum do tratamento com Selene é o aumento do peso corporal ou inchaço do corpo devido a retenção de líquidos, o que leva também ao aumento do peso. No entanto, esse efeito varia de mulher para mulher, existindo até casos em que acontece uma diminuição do peso corporal. Quem não deve usar O Selene não deve ser usado por pessoas com histórico atual ou anterior de trombose ou embolia pulmonar, ataque cardíaco, derrame cerebral ou angina pectoris que causa dor intensa no peito
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passage: . Veja como escolher o melhor anticoncepcional. Como tomar Selene O Selene deve ser tomado por via oral, 1 comprimido por dia durante 21 dias seguidos, sempre no mesmo horário até terminar a cartela. O início do tratamento com Selene varia se a mulher utilizava ou não outro método contraceptivo hormonal, sendo recomendado: Para iniciar o tratamento com Selene, quando nenhum outro anticoncepcional hormonal foi utilizado anteriormente: deve-se tomar o comprimido de Selene no primeiro dia da menstruação e, após terminar a cartela, deve-se fazer uma pausa de 7 dias antes de iniciar a seguinte; Para mudar do anticoncepcional oral com hormônios combinados para o Selene: o início do tratamento com Selene deve ser feito no dia seguinte da interrupção do anticoncepcional anterior, ou no máximo, no dia seguinte ao último dia de pausa ou de tomada de comprimidos inativos sem hormônio do contraceptivo usado anteriormente; Para mudar do anel vaginal ou adesivo transdérmico para o Selene: deve-se iniciar o uso do Selene no dia da retirada do anel vaginal ou do adesivo, ou no máximo, no dia previsto para a próxima aplicação. Quando ocorrem vômitos ou diarreia intensa 3 a 4 horas após a ingestão do comprimido, é recomendado utilizar outro método contraceptivo durante os próximos 7 dias
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passage: . O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas. Para que serve O anticoncepcional Selene é indicado para o tratamento de: Acne seborreica ou pápulo-pustulosa, que consiste na presença de elevações na pele que contém pus, arredondadas, endurecidas e avermelhadas; Acne nódulo cística, com formação de nódulos internos sob a pele, no rosto, costas e tórax; Hirsutismo leve, caracterizada presença de pelos em regiões no corpo que normalmente não possuem pelos, como rosto, peito, barriga e na parte interna da coxa; Síndrome dos ovários policísticos, que pode levar ao surgimento de sintomas como menstruação irregular ou dificuldade para engravidar. O Selene normalmente é indicado para alterações nos níveis de hormônios andrógenos circulantes no sangue, pois ajuda a regular os níveis hormonais, reduzindo a oleosidade da pele, os pelos no corpo ou cistos no ovários. É recomendado que o tratamento com Selene seja interrompido logo após a melhora dos sintomas, conforme orientação do ginecologista
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passage: . Quem não deve usar O Selene não deve ser usado por pessoas com histórico atual ou anterior de trombose ou embolia pulmonar, ataque cardíaco, derrame cerebral ou angina pectoris que causa dor intensa no peito. Além disso, também não deve ser usado por pessoas com alto risco para formação de coágulos ou que sofram de um certo tipo de enxaqueca acompanhada por sintomas neurológicos focais, pessoas com diabetes mellitus com lesão de vasos sanguíneos, com histórico de doença do fígado, certos tipos de câncer ou sangramento vaginal sem explicação. O Selene não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação ou pessoas que tenham alergia a qualquer um dos componentes da fórmula.
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passage: Selene: para que serve, como tomar e efeitos colaterais Selene é um anticoncepcional oral indicado para o tratamento de acne, hirsutismo leve ou síndrome dos ovários policísticos, por exemplo, não sendo indicado exclusivamente para evitar a gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Esse anticoncepcional contém etinilestradiol e acetato de ciproterona na sua composição, duas substâncias que ajudam a regular os níveis de hormônios no corpo que, quando estão alterados, podem causar aumento da oleosidade da pele, pelos no corpo ou cistos no ovários. O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas
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passage: . Quando ocorrem vômitos ou diarreia intensa 3 a 4 horas após a ingestão do comprimido, é recomendado utilizar outro método contraceptivo durante os próximos 7 dias. O que fazer se esquecer de tomar Selene Quando o esquecimento é inferior a 12 horas do horário habitual, deve-se tomar o comprimido esquecido e ingerir o próximo comprimido no horário correto. Neste caso, o efeito contraceptivo da pílula será mantido. Já quando o esquecimento é superior a 12 horas do horário habitual, deve-se consultar a seguinte tabela: Semana de esquecimento O que fazer? Usar outro método contraceptivo? 1ª semana Tomar a pílula esquecida imediatamente assim que lembrar, mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos ao mesmo tempo, e tomar os comprimidos restantes no horário habitual Sim, usar preservativo ou outro método de barreira nos 7 dias após o esquecimento 2ª semana Tomar a pílula esquecida imediatamente assim que lembrar mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos ao mesmo tempo, e tomar os comprimidos restantes no horário habitual Não é necessário utilizar outro método contraceptivo, se na 1ª semana tiver tomado nos horários corretos e sem esquecimento
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passage: . Nas 2ª ou 3ª semanas, o risco de gravidez é menor se a mulher tiver tomado corretamente nas semanas anteriores. Se ocorrer o esquecimento de mais do que 1 comprimido da mesma cartela, é recomendado consultar o ginecologista. O tempo de tratamento com Selene deve ser orientado pelo ginecologista, de acordo com a condição a ser tratada, mas geralmente varia de 3 a 12 meses. Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais mais comuns do anticoncepcional Selene são dor de cabeça, dor abdominal, náuseas, diarreia, aumento de peso, dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, alterações de humor, depressão ou alterações no apetite sexual. Embora sejam raros, outros efeitos colaterais que podem surgir são intolerância ao uso de lentes de contato, corrimento vaginal ou tromboembolismo. O Selene engorda? Um efeito colateral comum do tratamento com Selene é o aumento do peso corporal ou inchaço do corpo devido a retenção de líquidos, o que leva também ao aumento do peso. No entanto, esse efeito varia de mulher para mulher, existindo até casos em que acontece uma diminuição do peso corporal. Quem não deve usar O Selene não deve ser usado por pessoas com histórico atual ou anterior de trombose ou embolia pulmonar, ataque cardíaco, derrame cerebral ou angina pectoris que causa dor intensa no peito
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Veja como escolher o melhor anticoncepcional. Como tomar Selene O Selene deve ser tomado por via oral, 1 comprimido por dia durante 21 dias seguidos, sempre no mesmo horário até terminar a cartela. O início do tratamento com Selene varia se a mulher utilizava ou não outro método contraceptivo hormonal, sendo recomendado: Para iniciar o tratamento com Selene, quando nenhum outro anticoncepcional hormonal foi utilizado anteriormente: deve-se tomar o comprimido de Selene no primeiro dia da menstruação e, após terminar a cartela, deve-se fazer uma pausa de 7 dias antes de iniciar a seguinte; Para mudar do anticoncepcional oral com hormônios combinados para o Selene: o início do tratamento com Selene deve ser feito no dia seguinte da interrupção do anticoncepcional anterior, ou no máximo, no dia seguinte ao último dia de pausa ou de tomada de comprimidos inativos sem hormônio do contraceptivo usado anteriormente; Para mudar do anel vaginal ou adesivo transdérmico para o Selene: deve-se iniciar o uso do Selene no dia da retirada do anel vaginal ou do adesivo, ou no máximo, no dia previsto para a próxima aplicação. Quando ocorrem vômitos ou diarreia intensa 3 a 4 horas após a ingestão do comprimido, é recomendado utilizar outro método contraceptivo durante os próximos 7 dias
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passage: Reparo da bexiga. A extensão da lesão deve ser avaliada e as aderências removidas tanto quanto seja necessário para um re-paro livre de tensão. A bexiga é fechada em duas ou três cama-das com fio absorvível de absorção lenta 3-0 ( Fig. 40-40). A primeira camada geralmente é fechada com sutura contínua. A segunda pode ser fechada com pontos contínuos ou com pontos separados e deve inverter a primeira camada. Na região do trígono vesical os ureteres normalmente são tratados com derivação (stent) e o reparo deve ser feito com pontos inter-rompidos a fim de evitar dobramento ureteral (Popert, 2004). A bexiga deve ser mantida com dreno contínuo e desobstruído normalmente por 7 a 10 dias.
Alternativamente, se a lesão envolver pontos de sutura que tenham atravessado a mucosa da bexiga, esses pontos devem ser cortados. A manutenção desses pontos de sutura pode cau-sar sintomas de cistite, formação de cálculos, ou ambos.
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passage: . O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas. Para que serve O anticoncepcional Selene é indicado para o tratamento de: Acne seborreica ou pápulo-pustulosa, que consiste na presença de elevações na pele que contém pus, arredondadas, endurecidas e avermelhadas; Acne nódulo cística, com formação de nódulos internos sob a pele, no rosto, costas e tórax; Hirsutismo leve, caracterizada presença de pelos em regiões no corpo que normalmente não possuem pelos, como rosto, peito, barriga e na parte interna da coxa; Síndrome dos ovários policísticos, que pode levar ao surgimento de sintomas como menstruação irregular ou dificuldade para engravidar. O Selene normalmente é indicado para alterações nos níveis de hormônios andrógenos circulantes no sangue, pois ajuda a regular os níveis hormonais, reduzindo a oleosidade da pele, os pelos no corpo ou cistos no ovários. É recomendado que o tratamento com Selene seja interrompido logo após a melhora dos sintomas, conforme orientação do ginecologista
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passage: . Quem não deve usar O Selene não deve ser usado por pessoas com histórico atual ou anterior de trombose ou embolia pulmonar, ataque cardíaco, derrame cerebral ou angina pectoris que causa dor intensa no peito. Além disso, também não deve ser usado por pessoas com alto risco para formação de coágulos ou que sofram de um certo tipo de enxaqueca acompanhada por sintomas neurológicos focais, pessoas com diabetes mellitus com lesão de vasos sanguíneos, com histórico de doença do fígado, certos tipos de câncer ou sangramento vaginal sem explicação. O Selene não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação ou pessoas que tenham alergia a qualquer um dos componentes da fórmula.
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passage: Selene: para que serve, como tomar e efeitos colaterais Selene é um anticoncepcional oral indicado para o tratamento de acne, hirsutismo leve ou síndrome dos ovários policísticos, por exemplo, não sendo indicado exclusivamente para evitar a gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Esse anticoncepcional contém etinilestradiol e acetato de ciproterona na sua composição, duas substâncias que ajudam a regular os níveis de hormônios no corpo que, quando estão alterados, podem causar aumento da oleosidade da pele, pelos no corpo ou cistos no ovários. O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas
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passage: . Quando ocorrem vômitos ou diarreia intensa 3 a 4 horas após a ingestão do comprimido, é recomendado utilizar outro método contraceptivo durante os próximos 7 dias. O que fazer se esquecer de tomar Selene Quando o esquecimento é inferior a 12 horas do horário habitual, deve-se tomar o comprimido esquecido e ingerir o próximo comprimido no horário correto. Neste caso, o efeito contraceptivo da pílula será mantido. Já quando o esquecimento é superior a 12 horas do horário habitual, deve-se consultar a seguinte tabela: Semana de esquecimento O que fazer? Usar outro método contraceptivo? 1ª semana Tomar a pílula esquecida imediatamente assim que lembrar, mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos ao mesmo tempo, e tomar os comprimidos restantes no horário habitual Sim, usar preservativo ou outro método de barreira nos 7 dias após o esquecimento 2ª semana Tomar a pílula esquecida imediatamente assim que lembrar mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos ao mesmo tempo, e tomar os comprimidos restantes no horário habitual Não é necessário utilizar outro método contraceptivo, se na 1ª semana tiver tomado nos horários corretos e sem esquecimento
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passage: . Nas 2ª ou 3ª semanas, o risco de gravidez é menor se a mulher tiver tomado corretamente nas semanas anteriores. Se ocorrer o esquecimento de mais do que 1 comprimido da mesma cartela, é recomendado consultar o ginecologista. O tempo de tratamento com Selene deve ser orientado pelo ginecologista, de acordo com a condição a ser tratada, mas geralmente varia de 3 a 12 meses. Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais mais comuns do anticoncepcional Selene são dor de cabeça, dor abdominal, náuseas, diarreia, aumento de peso, dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, alterações de humor, depressão ou alterações no apetite sexual. Embora sejam raros, outros efeitos colaterais que podem surgir são intolerância ao uso de lentes de contato, corrimento vaginal ou tromboembolismo. O Selene engorda? Um efeito colateral comum do tratamento com Selene é o aumento do peso corporal ou inchaço do corpo devido a retenção de líquidos, o que leva também ao aumento do peso. No entanto, esse efeito varia de mulher para mulher, existindo até casos em que acontece uma diminuição do peso corporal. Quem não deve usar O Selene não deve ser usado por pessoas com histórico atual ou anterior de trombose ou embolia pulmonar, ataque cardíaco, derrame cerebral ou angina pectoris que causa dor intensa no peito
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Veja como escolher o melhor anticoncepcional. Como tomar Selene O Selene deve ser tomado por via oral, 1 comprimido por dia durante 21 dias seguidos, sempre no mesmo horário até terminar a cartela. O início do tratamento com Selene varia se a mulher utilizava ou não outro método contraceptivo hormonal, sendo recomendado: Para iniciar o tratamento com Selene, quando nenhum outro anticoncepcional hormonal foi utilizado anteriormente: deve-se tomar o comprimido de Selene no primeiro dia da menstruação e, após terminar a cartela, deve-se fazer uma pausa de 7 dias antes de iniciar a seguinte; Para mudar do anticoncepcional oral com hormônios combinados para o Selene: o início do tratamento com Selene deve ser feito no dia seguinte da interrupção do anticoncepcional anterior, ou no máximo, no dia seguinte ao último dia de pausa ou de tomada de comprimidos inativos sem hormônio do contraceptivo usado anteriormente; Para mudar do anel vaginal ou adesivo transdérmico para o Selene: deve-se iniciar o uso do Selene no dia da retirada do anel vaginal ou do adesivo, ou no máximo, no dia previsto para a próxima aplicação. Quando ocorrem vômitos ou diarreia intensa 3 a 4 horas após a ingestão do comprimido, é recomendado utilizar outro método contraceptivo durante os próximos 7 dias
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passage: Reparo da bexiga. A extensão da lesão deve ser avaliada e as aderências removidas tanto quanto seja necessário para um re-paro livre de tensão. A bexiga é fechada em duas ou três cama-das com fio absorvível de absorção lenta 3-0 ( Fig. 40-40). A primeira camada geralmente é fechada com sutura contínua. A segunda pode ser fechada com pontos contínuos ou com pontos separados e deve inverter a primeira camada. Na região do trígono vesical os ureteres normalmente são tratados com derivação (stent) e o reparo deve ser feito com pontos inter-rompidos a fim de evitar dobramento ureteral (Popert, 2004). A bexiga deve ser mantida com dreno contínuo e desobstruído normalmente por 7 a 10 dias.
Alternativamente, se a lesão envolver pontos de sutura que tenham atravessado a mucosa da bexiga, esses pontos devem ser cortados. A manutenção desses pontos de sutura pode cau-sar sintomas de cistite, formação de cálculos, ou ambos.
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passage: Como as células da crista neural contribuem para a maior parte do desenvolvimento da face e do septoconotruncal, elas provavelmente foram lesionadas. As células da crista podem não ter migrado paraessas regiões, não ter proliferado ou podem ter morrido. O ácido retinoico (vitamina A) é umteratógeno potente que atua sobre as células da crista neural, entre outras populações celulares. Comoos retinoides são efetivos no tratamento da acne, que é comum em mulheres jovens e em idade fértil,extremo cuidado deve ser tomado antes da prescrição desse fármaco para essa população.
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passage: . O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas. Para que serve O anticoncepcional Selene é indicado para o tratamento de: Acne seborreica ou pápulo-pustulosa, que consiste na presença de elevações na pele que contém pus, arredondadas, endurecidas e avermelhadas; Acne nódulo cística, com formação de nódulos internos sob a pele, no rosto, costas e tórax; Hirsutismo leve, caracterizada presença de pelos em regiões no corpo que normalmente não possuem pelos, como rosto, peito, barriga e na parte interna da coxa; Síndrome dos ovários policísticos, que pode levar ao surgimento de sintomas como menstruação irregular ou dificuldade para engravidar. O Selene normalmente é indicado para alterações nos níveis de hormônios andrógenos circulantes no sangue, pois ajuda a regular os níveis hormonais, reduzindo a oleosidade da pele, os pelos no corpo ou cistos no ovários. É recomendado que o tratamento com Selene seja interrompido logo após a melhora dos sintomas, conforme orientação do ginecologista
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passage: . Quem não deve usar O Selene não deve ser usado por pessoas com histórico atual ou anterior de trombose ou embolia pulmonar, ataque cardíaco, derrame cerebral ou angina pectoris que causa dor intensa no peito. Além disso, também não deve ser usado por pessoas com alto risco para formação de coágulos ou que sofram de um certo tipo de enxaqueca acompanhada por sintomas neurológicos focais, pessoas com diabetes mellitus com lesão de vasos sanguíneos, com histórico de doença do fígado, certos tipos de câncer ou sangramento vaginal sem explicação. O Selene não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação ou pessoas que tenham alergia a qualquer um dos componentes da fórmula.
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passage: Selene: para que serve, como tomar e efeitos colaterais Selene é um anticoncepcional oral indicado para o tratamento de acne, hirsutismo leve ou síndrome dos ovários policísticos, por exemplo, não sendo indicado exclusivamente para evitar a gravidez. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Esse anticoncepcional contém etinilestradiol e acetato de ciproterona na sua composição, duas substâncias que ajudam a regular os níveis de hormônios no corpo que, quando estão alterados, podem causar aumento da oleosidade da pele, pelos no corpo ou cistos no ovários. O anticoncepcional Selene pode ser encontrado em farmácias ou drogarias e deve ser usado apenas com indicação e orientação do ginecologista, para o tratamento para as condições acima descritas
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passage: . Quando ocorrem vômitos ou diarreia intensa 3 a 4 horas após a ingestão do comprimido, é recomendado utilizar outro método contraceptivo durante os próximos 7 dias. O que fazer se esquecer de tomar Selene Quando o esquecimento é inferior a 12 horas do horário habitual, deve-se tomar o comprimido esquecido e ingerir o próximo comprimido no horário correto. Neste caso, o efeito contraceptivo da pílula será mantido. Já quando o esquecimento é superior a 12 horas do horário habitual, deve-se consultar a seguinte tabela: Semana de esquecimento O que fazer? Usar outro método contraceptivo? 1ª semana Tomar a pílula esquecida imediatamente assim que lembrar, mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos ao mesmo tempo, e tomar os comprimidos restantes no horário habitual Sim, usar preservativo ou outro método de barreira nos 7 dias após o esquecimento 2ª semana Tomar a pílula esquecida imediatamente assim que lembrar mesmo que isso signifique tomar dois comprimidos ao mesmo tempo, e tomar os comprimidos restantes no horário habitual Não é necessário utilizar outro método contraceptivo, se na 1ª semana tiver tomado nos horários corretos e sem esquecimento
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passage: . Nas 2ª ou 3ª semanas, o risco de gravidez é menor se a mulher tiver tomado corretamente nas semanas anteriores. Se ocorrer o esquecimento de mais do que 1 comprimido da mesma cartela, é recomendado consultar o ginecologista. O tempo de tratamento com Selene deve ser orientado pelo ginecologista, de acordo com a condição a ser tratada, mas geralmente varia de 3 a 12 meses. Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais mais comuns do anticoncepcional Selene são dor de cabeça, dor abdominal, náuseas, diarreia, aumento de peso, dor ou aumento da sensibilidade nas mamas, alterações de humor, depressão ou alterações no apetite sexual. Embora sejam raros, outros efeitos colaterais que podem surgir são intolerância ao uso de lentes de contato, corrimento vaginal ou tromboembolismo. O Selene engorda? Um efeito colateral comum do tratamento com Selene é o aumento do peso corporal ou inchaço do corpo devido a retenção de líquidos, o que leva também ao aumento do peso. No entanto, esse efeito varia de mulher para mulher, existindo até casos em que acontece uma diminuição do peso corporal. Quem não deve usar O Selene não deve ser usado por pessoas com histórico atual ou anterior de trombose ou embolia pulmonar, ataque cardíaco, derrame cerebral ou angina pectoris que causa dor intensa no peito
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Reparo da bexiga. A extensão da lesão deve ser avaliada e as aderências removidas tanto quanto seja necessário para um re-paro livre de tensão. A bexiga é fechada em duas ou três cama-das com fio absorvível de absorção lenta 3-0 ( Fig. 40-40). A primeira camada geralmente é fechada com sutura contínua. A segunda pode ser fechada com pontos contínuos ou com pontos separados e deve inverter a primeira camada. Na região do trígono vesical os ureteres normalmente são tratados com derivação (stent) e o reparo deve ser feito com pontos inter-rompidos a fim de evitar dobramento ureteral (Popert, 2004). A bexiga deve ser mantida com dreno contínuo e desobstruído normalmente por 7 a 10 dias.
Alternativamente, se a lesão envolver pontos de sutura que tenham atravessado a mucosa da bexiga, esses pontos devem ser cortados. A manutenção desses pontos de sutura pode cau-sar sintomas de cistite, formação de cálculos, ou ambos.
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passage: Como as células da crista neural contribuem para a maior parte do desenvolvimento da face e do septoconotruncal, elas provavelmente foram lesionadas. As células da crista podem não ter migrado paraessas regiões, não ter proliferado ou podem ter morrido. O ácido retinoico (vitamina A) é umteratógeno potente que atua sobre as células da crista neural, entre outras populações celulares. Comoos retinoides são efetivos no tratamento da acne, que é comum em mulheres jovens e em idade fértil,extremo cuidado deve ser tomado antes da prescrição desse fármaco para essa população.
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passage: . É recomendado que o tratamento com Selene seja interrompido logo após a melhora dos sintomas, conforme orientação do ginecologista. O Selene evita a gravidez? Apesar do Selene ser um anticoncepcional oral, não deve ser usado exclusivamente para prevenir a gravidez, sendo indicado apenas para o tratamento dos sintomas de alterações dos hormônios andrógenos em mulheres. No caso de se necessitar de um anticoncepcional apenas para prevenção da gravidez, deve-se consultar o ginecologista para avaliar qual a melhor opção. Veja como escolher o melhor anticoncepcional. Como tomar Selene O Selene deve ser tomado por via oral, 1 comprimido por dia durante 21 dias seguidos, sempre no mesmo horário até terminar a cartela
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Olá! Entendo sua preocupação. É importante esclarecer alguns pontos para te orientar da melhor forma.
Primeiramente, o Selene é um anticoncepcional que pode ser indicado para algumas condições específicas, como acne, hirsutismo leve ou síndrome dos ovários policísticos, e atua regulando os níveis hormonais. A indicação para seu uso deve ter sido feita pelo seu ginecologista, considerando suas necessidades e histórico clínico.
Sobre o cisto dermoide que estourou, é fundamental entender que o Selene não tem ação direta no tratamento de cistos dermóides. Se o cisto estourou, é crucial procurar o seu médico ou um serviço de emergência o mais rápido possível. O rompimento de um cisto pode causar inflamação, infecção e outras complicações que precisam ser avaliadas e tratadas adequadamente.
A conduta após o rompimento de um cisto dermoide pode envolver desde acompanhamento e tratamento com analgésicos e anti-inflamatórios, até a necessidade de intervenção cirúrgica, dependendo da gravidade e dos sintomas apresentados.
É imprescindível que você informe seu médico sobre o rompimento do cisto, para que ele possa te examinar e indicar o tratamento mais adequado para o seu caso. Além disso, converse com ele sobre a necessidade de manter ou suspender o uso do Selene, considerando o seu quadro clínico atual. Ele poderá avaliar se o anticoncepcional continua sendo a melhor opção para você ou se é preciso fazer alguma alteração no tratamento.
Lembre-se: jamais se automedique ou interrompa o uso de medicamentos por conta própria. Apenas o seu médico pode te orientar da forma correta e segura.
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Tomei a dose da vacina Pfizer agora há pouco e estou com cólica menstrual. Posso tomar algum remédio para aliviar a cólica?
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Olá! Sim, você pode tomar qualquer analgésico, como Buscopan simples, desde que não tenha alergias a isso. Você também pode usar um gel térmico aquecido levemente.
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: Remédios para cólica menstrual (e opções naturais) Os remédios que podem ser usados para aliviar cólicas menstruais são os anti-inflamatórios, os analgésicos, os antiespasmódicos e os anticoncepcionais, que devem ser sempre indicados pelo ginecologista. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Além disso, podem ainda ser utilizadas algumas opções naturais, como a realização de uma alimentação adequada ou a aplicação de calor na região abdominal, que são uma boa forma para complementar o tratamento com remédios, ajudando a aliviar a cólica mais rapidamente. O tratamento da cólica menstrual, que também é chamada de dismenorreia, deve sempre ser orientado pelo ginecologista, especialmente se a cólica for muito forte ou acompanhada de sintomas como náuseas, vômitos, dor de cabeça ou dor nas pernas, por exemplo, para que seja identificada sua causa, e indicado o melhor remédio de forma individualizada. Confira as principais causas da dismenorreia. Principais remédios para cólica menstrual Os principais remédios indicados para aliviar a cólica menstrual são: 1
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: Remédios para cólica menstrual (e opções naturais) Os remédios que podem ser usados para aliviar cólicas menstruais são os anti-inflamatórios, os analgésicos, os antiespasmódicos e os anticoncepcionais, que devem ser sempre indicados pelo ginecologista. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Além disso, podem ainda ser utilizadas algumas opções naturais, como a realização de uma alimentação adequada ou a aplicação de calor na região abdominal, que são uma boa forma para complementar o tratamento com remédios, ajudando a aliviar a cólica mais rapidamente. O tratamento da cólica menstrual, que também é chamada de dismenorreia, deve sempre ser orientado pelo ginecologista, especialmente se a cólica for muito forte ou acompanhada de sintomas como náuseas, vômitos, dor de cabeça ou dor nas pernas, por exemplo, para que seja identificada sua causa, e indicado o melhor remédio de forma individualizada. Confira as principais causas da dismenorreia. Principais remédios para cólica menstrual Os principais remédios indicados para aliviar a cólica menstrual são: 1
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passage: . Leia também: Como fazer a massagem para aliviar cólica menstrual tuasaude.com/massagem-para-colica-menstrual Esses remédios caseiros podem ser usados para complementar o tratamento indicado pelo ginecologista para aliviar a cólica menstrual. Assista o vídeo a seguir com mais dicas para aliviar as cólicas menstruais: Como aliviar a CÓLICA MENSTRUAL 05:53 | 575.963 visualizações
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: Remédios para cólica menstrual (e opções naturais) Os remédios que podem ser usados para aliviar cólicas menstruais são os anti-inflamatórios, os analgésicos, os antiespasmódicos e os anticoncepcionais, que devem ser sempre indicados pelo ginecologista. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Além disso, podem ainda ser utilizadas algumas opções naturais, como a realização de uma alimentação adequada ou a aplicação de calor na região abdominal, que são uma boa forma para complementar o tratamento com remédios, ajudando a aliviar a cólica mais rapidamente. O tratamento da cólica menstrual, que também é chamada de dismenorreia, deve sempre ser orientado pelo ginecologista, especialmente se a cólica for muito forte ou acompanhada de sintomas como náuseas, vômitos, dor de cabeça ou dor nas pernas, por exemplo, para que seja identificada sua causa, e indicado o melhor remédio de forma individualizada. Confira as principais causas da dismenorreia. Principais remédios para cólica menstrual Os principais remédios indicados para aliviar a cólica menstrual são: 1
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passage: . Leia também: Como fazer a massagem para aliviar cólica menstrual tuasaude.com/massagem-para-colica-menstrual Esses remédios caseiros podem ser usados para complementar o tratamento indicado pelo ginecologista para aliviar a cólica menstrual. Assista o vídeo a seguir com mais dicas para aliviar as cólicas menstruais: Como aliviar a CÓLICA MENSTRUAL 05:53 | 575.963 visualizações
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passage: . Só devem ser usados sob orientação do médico, nas doses por ele recomendadas. 2. Analgésicos Os analgésicos como o paracetamol (Tylenol) ou a dipirona (Novalgina), podem ser indicados pelo médico para a cólica menstrual, pois agem inibindo a produção de prostaglandinas ou ciclooxigenases, que são substâncias responsáveis pela dor. Veja como tomar corretamente o paracetamol ou a dipirona. Esses remédios podem ser encontrados em farmácias ou drogarias, e embora sejam vendidos sem necessidade de apresentar receita médica, o ideal é que sejam tomados com indicação do ginecologista, pois são contraindicados para pessoas com problemas de fígado ou que tenham a função da medula óssea prejudicada. Leia também: Cólica menstrual: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/colica-menstrual 3. Antiespasmódicos Os antiespasmódicos, como a escopolamina ou butilbrometo de escopolamina, agem diminuindo as contrações ou espasmos dos músculos do útero, aliviando de forma rápida e prolongada, a dor abdominal causadas pelas cólicas menstruais. A escopolamina pode ser encontrada em farmácias e drogarias com o nome comercial Buscopan simples, na forma de drágeas de 10 mg ou gotas de 10 mg/mL, sendo que a dose recomendada para adultos é de 1 a 2 drágeas, ou 20 a 40 gotas, de 3 a 5 vezes por dia, conforme orientação médica
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: Remédios para cólica menstrual (e opções naturais) Os remédios que podem ser usados para aliviar cólicas menstruais são os anti-inflamatórios, os analgésicos, os antiespasmódicos e os anticoncepcionais, que devem ser sempre indicados pelo ginecologista. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Além disso, podem ainda ser utilizadas algumas opções naturais, como a realização de uma alimentação adequada ou a aplicação de calor na região abdominal, que são uma boa forma para complementar o tratamento com remédios, ajudando a aliviar a cólica mais rapidamente. O tratamento da cólica menstrual, que também é chamada de dismenorreia, deve sempre ser orientado pelo ginecologista, especialmente se a cólica for muito forte ou acompanhada de sintomas como náuseas, vômitos, dor de cabeça ou dor nas pernas, por exemplo, para que seja identificada sua causa, e indicado o melhor remédio de forma individualizada. Confira as principais causas da dismenorreia. Principais remédios para cólica menstrual Os principais remédios indicados para aliviar a cólica menstrual são: 1
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passage: . Leia também: Como fazer a massagem para aliviar cólica menstrual tuasaude.com/massagem-para-colica-menstrual Esses remédios caseiros podem ser usados para complementar o tratamento indicado pelo ginecologista para aliviar a cólica menstrual. Assista o vídeo a seguir com mais dicas para aliviar as cólicas menstruais: Como aliviar a CÓLICA MENSTRUAL 05:53 | 575.963 visualizações
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passage: . Só devem ser usados sob orientação do médico, nas doses por ele recomendadas. 2. Analgésicos Os analgésicos como o paracetamol (Tylenol) ou a dipirona (Novalgina), podem ser indicados pelo médico para a cólica menstrual, pois agem inibindo a produção de prostaglandinas ou ciclooxigenases, que são substâncias responsáveis pela dor. Veja como tomar corretamente o paracetamol ou a dipirona. Esses remédios podem ser encontrados em farmácias ou drogarias, e embora sejam vendidos sem necessidade de apresentar receita médica, o ideal é que sejam tomados com indicação do ginecologista, pois são contraindicados para pessoas com problemas de fígado ou que tenham a função da medula óssea prejudicada. Leia também: Cólica menstrual: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/colica-menstrual 3. Antiespasmódicos Os antiespasmódicos, como a escopolamina ou butilbrometo de escopolamina, agem diminuindo as contrações ou espasmos dos músculos do útero, aliviando de forma rápida e prolongada, a dor abdominal causadas pelas cólicas menstruais. A escopolamina pode ser encontrada em farmácias e drogarias com o nome comercial Buscopan simples, na forma de drágeas de 10 mg ou gotas de 10 mg/mL, sendo que a dose recomendada para adultos é de 1 a 2 drágeas, ou 20 a 40 gotas, de 3 a 5 vezes por dia, conforme orientação médica
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passage: . A escopolamina pode ser encontrada em farmácias e drogarias com o nome comercial Buscopan simples, na forma de drágeas de 10 mg ou gotas de 10 mg/mL, sendo que a dose recomendada para adultos é de 1 a 2 drágeas, ou 20 a 40 gotas, de 3 a 5 vezes por dia, conforme orientação médica. Além disso, existe outra formulação contendo escopolamina e dipirona, tendo forte ação analgésica no alívio da dor, causada pela cólica menstrual e pode ser encontrado com o nome comercial Buscopan Composto, Atrovex ou Buscoplex, por exemplo. Saiba como tomar o Buscopam composto. A escopolamina não deve ser usada por pessoas que tenham miastenia gravis, dilatação ou estreitamento do intestino, ou que sejam alérgicas à escopolamina, dipirona ou qualquer outro componente da fórmula. 4. Anticoncepcionais hormonais Os anticoncepcionais hormonais, contendo uma combinação de estrógeno e progesterona, ou somente progesterona, inibem a ovulação, levando também à diminuição de prostaglandinas no útero, reduzindo o fluxo menstrual e aliviando a dor. Os principais anticoncepcionais hormonais que podem ser indicados pelo ginecologista são: Pílula anticoncepcional oral; Adesivo transdérmico (Evra ou Lisvy); Anel vaginal (Nuvaring); Implante contraceptivo (Implanon ou Organon); Anticoncepcional injetável (Mesigyna ou Perlutan); DIU hormonal (Mirena)
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: Remédios para cólica menstrual (e opções naturais) Os remédios que podem ser usados para aliviar cólicas menstruais são os anti-inflamatórios, os analgésicos, os antiespasmódicos e os anticoncepcionais, que devem ser sempre indicados pelo ginecologista. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Além disso, podem ainda ser utilizadas algumas opções naturais, como a realização de uma alimentação adequada ou a aplicação de calor na região abdominal, que são uma boa forma para complementar o tratamento com remédios, ajudando a aliviar a cólica mais rapidamente. O tratamento da cólica menstrual, que também é chamada de dismenorreia, deve sempre ser orientado pelo ginecologista, especialmente se a cólica for muito forte ou acompanhada de sintomas como náuseas, vômitos, dor de cabeça ou dor nas pernas, por exemplo, para que seja identificada sua causa, e indicado o melhor remédio de forma individualizada. Confira as principais causas da dismenorreia. Principais remédios para cólica menstrual Os principais remédios indicados para aliviar a cólica menstrual são: 1
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passage: . Leia também: Como fazer a massagem para aliviar cólica menstrual tuasaude.com/massagem-para-colica-menstrual Esses remédios caseiros podem ser usados para complementar o tratamento indicado pelo ginecologista para aliviar a cólica menstrual. Assista o vídeo a seguir com mais dicas para aliviar as cólicas menstruais: Como aliviar a CÓLICA MENSTRUAL 05:53 | 575.963 visualizações
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passage: . Só devem ser usados sob orientação do médico, nas doses por ele recomendadas. 2. Analgésicos Os analgésicos como o paracetamol (Tylenol) ou a dipirona (Novalgina), podem ser indicados pelo médico para a cólica menstrual, pois agem inibindo a produção de prostaglandinas ou ciclooxigenases, que são substâncias responsáveis pela dor. Veja como tomar corretamente o paracetamol ou a dipirona. Esses remédios podem ser encontrados em farmácias ou drogarias, e embora sejam vendidos sem necessidade de apresentar receita médica, o ideal é que sejam tomados com indicação do ginecologista, pois são contraindicados para pessoas com problemas de fígado ou que tenham a função da medula óssea prejudicada. Leia também: Cólica menstrual: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/colica-menstrual 3. Antiespasmódicos Os antiespasmódicos, como a escopolamina ou butilbrometo de escopolamina, agem diminuindo as contrações ou espasmos dos músculos do útero, aliviando de forma rápida e prolongada, a dor abdominal causadas pelas cólicas menstruais. A escopolamina pode ser encontrada em farmácias e drogarias com o nome comercial Buscopan simples, na forma de drágeas de 10 mg ou gotas de 10 mg/mL, sendo que a dose recomendada para adultos é de 1 a 2 drágeas, ou 20 a 40 gotas, de 3 a 5 vezes por dia, conforme orientação médica
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passage: . A escopolamina pode ser encontrada em farmácias e drogarias com o nome comercial Buscopan simples, na forma de drágeas de 10 mg ou gotas de 10 mg/mL, sendo que a dose recomendada para adultos é de 1 a 2 drágeas, ou 20 a 40 gotas, de 3 a 5 vezes por dia, conforme orientação médica. Além disso, existe outra formulação contendo escopolamina e dipirona, tendo forte ação analgésica no alívio da dor, causada pela cólica menstrual e pode ser encontrado com o nome comercial Buscopan Composto, Atrovex ou Buscoplex, por exemplo. Saiba como tomar o Buscopam composto. A escopolamina não deve ser usada por pessoas que tenham miastenia gravis, dilatação ou estreitamento do intestino, ou que sejam alérgicas à escopolamina, dipirona ou qualquer outro componente da fórmula. 4. Anticoncepcionais hormonais Os anticoncepcionais hormonais, contendo uma combinação de estrógeno e progesterona, ou somente progesterona, inibem a ovulação, levando também à diminuição de prostaglandinas no útero, reduzindo o fluxo menstrual e aliviando a dor. Os principais anticoncepcionais hormonais que podem ser indicados pelo ginecologista são: Pílula anticoncepcional oral; Adesivo transdérmico (Evra ou Lisvy); Anel vaginal (Nuvaring); Implante contraceptivo (Implanon ou Organon); Anticoncepcional injetável (Mesigyna ou Perlutan); DIU hormonal (Mirena)
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passage: . Confira as principais causas da dismenorreia. Principais remédios para cólica menstrual Os principais remédios indicados para aliviar a cólica menstrual são: 1. Anti-inflamatórios não esteróides Os anti-inflamatórios não esteroides, também conhecidos como AINES, geralmente são indicados pelo ginecologista para a cólica menstrual, pois agem reduzindo a produção de prostaglandinas no corpo, que são substâncias inflamatórias relacionadas ao aumento das contrações no útero. Desta forma, esses remédios ajudam a aliviar a dor da cólica menstrual. Os anti-inflamatórios não esteróides que normalmente são indicados pelo ginecologista são: Ibuprofeno (Alivium, Atrofem, Advil); Ácido mefenâmico (Ponstan); Cetoprofeno (Profenid, Algie); Piroxicam (Feldene, Cicladol); Naproxeno (Flanax, Naxotec); Ácido acetilsalicílico (Aspirina). Embora possam aliviar a dor e o desconforto provocado pelas cólicas menstruais, estes remédios devem ser utilizados durante um período de tempo o mais curto possível, devido aos efeitos colaterais que apresentam, como dor de estômago, náuseas ou inchaço, por exemplo. Só devem ser usados sob orientação do médico, nas doses por ele recomendadas. 2
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: Remédios para cólica menstrual (e opções naturais) Os remédios que podem ser usados para aliviar cólicas menstruais são os anti-inflamatórios, os analgésicos, os antiespasmódicos e os anticoncepcionais, que devem ser sempre indicados pelo ginecologista. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Além disso, podem ainda ser utilizadas algumas opções naturais, como a realização de uma alimentação adequada ou a aplicação de calor na região abdominal, que são uma boa forma para complementar o tratamento com remédios, ajudando a aliviar a cólica mais rapidamente. O tratamento da cólica menstrual, que também é chamada de dismenorreia, deve sempre ser orientado pelo ginecologista, especialmente se a cólica for muito forte ou acompanhada de sintomas como náuseas, vômitos, dor de cabeça ou dor nas pernas, por exemplo, para que seja identificada sua causa, e indicado o melhor remédio de forma individualizada. Confira as principais causas da dismenorreia. Principais remédios para cólica menstrual Os principais remédios indicados para aliviar a cólica menstrual são: 1
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passage: . Leia também: Como fazer a massagem para aliviar cólica menstrual tuasaude.com/massagem-para-colica-menstrual Esses remédios caseiros podem ser usados para complementar o tratamento indicado pelo ginecologista para aliviar a cólica menstrual. Assista o vídeo a seguir com mais dicas para aliviar as cólicas menstruais: Como aliviar a CÓLICA MENSTRUAL 05:53 | 575.963 visualizações
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passage: . Só devem ser usados sob orientação do médico, nas doses por ele recomendadas. 2. Analgésicos Os analgésicos como o paracetamol (Tylenol) ou a dipirona (Novalgina), podem ser indicados pelo médico para a cólica menstrual, pois agem inibindo a produção de prostaglandinas ou ciclooxigenases, que são substâncias responsáveis pela dor. Veja como tomar corretamente o paracetamol ou a dipirona. Esses remédios podem ser encontrados em farmácias ou drogarias, e embora sejam vendidos sem necessidade de apresentar receita médica, o ideal é que sejam tomados com indicação do ginecologista, pois são contraindicados para pessoas com problemas de fígado ou que tenham a função da medula óssea prejudicada. Leia também: Cólica menstrual: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/colica-menstrual 3. Antiespasmódicos Os antiespasmódicos, como a escopolamina ou butilbrometo de escopolamina, agem diminuindo as contrações ou espasmos dos músculos do útero, aliviando de forma rápida e prolongada, a dor abdominal causadas pelas cólicas menstruais. A escopolamina pode ser encontrada em farmácias e drogarias com o nome comercial Buscopan simples, na forma de drágeas de 10 mg ou gotas de 10 mg/mL, sendo que a dose recomendada para adultos é de 1 a 2 drágeas, ou 20 a 40 gotas, de 3 a 5 vezes por dia, conforme orientação médica
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passage: . A escopolamina pode ser encontrada em farmácias e drogarias com o nome comercial Buscopan simples, na forma de drágeas de 10 mg ou gotas de 10 mg/mL, sendo que a dose recomendada para adultos é de 1 a 2 drágeas, ou 20 a 40 gotas, de 3 a 5 vezes por dia, conforme orientação médica. Além disso, existe outra formulação contendo escopolamina e dipirona, tendo forte ação analgésica no alívio da dor, causada pela cólica menstrual e pode ser encontrado com o nome comercial Buscopan Composto, Atrovex ou Buscoplex, por exemplo. Saiba como tomar o Buscopam composto. A escopolamina não deve ser usada por pessoas que tenham miastenia gravis, dilatação ou estreitamento do intestino, ou que sejam alérgicas à escopolamina, dipirona ou qualquer outro componente da fórmula. 4. Anticoncepcionais hormonais Os anticoncepcionais hormonais, contendo uma combinação de estrógeno e progesterona, ou somente progesterona, inibem a ovulação, levando também à diminuição de prostaglandinas no útero, reduzindo o fluxo menstrual e aliviando a dor. Os principais anticoncepcionais hormonais que podem ser indicados pelo ginecologista são: Pílula anticoncepcional oral; Adesivo transdérmico (Evra ou Lisvy); Anel vaginal (Nuvaring); Implante contraceptivo (Implanon ou Organon); Anticoncepcional injetável (Mesigyna ou Perlutan); DIU hormonal (Mirena)
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passage: . Confira as principais causas da dismenorreia. Principais remédios para cólica menstrual Os principais remédios indicados para aliviar a cólica menstrual são: 1. Anti-inflamatórios não esteróides Os anti-inflamatórios não esteroides, também conhecidos como AINES, geralmente são indicados pelo ginecologista para a cólica menstrual, pois agem reduzindo a produção de prostaglandinas no corpo, que são substâncias inflamatórias relacionadas ao aumento das contrações no útero. Desta forma, esses remédios ajudam a aliviar a dor da cólica menstrual. Os anti-inflamatórios não esteróides que normalmente são indicados pelo ginecologista são: Ibuprofeno (Alivium, Atrofem, Advil); Ácido mefenâmico (Ponstan); Cetoprofeno (Profenid, Algie); Piroxicam (Feldene, Cicladol); Naproxeno (Flanax, Naxotec); Ácido acetilsalicílico (Aspirina). Embora possam aliviar a dor e o desconforto provocado pelas cólicas menstruais, estes remédios devem ser utilizados durante um período de tempo o mais curto possível, devido aos efeitos colaterais que apresentam, como dor de estômago, náuseas ou inchaço, por exemplo. Só devem ser usados sob orientação do médico, nas doses por ele recomendadas. 2
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passage: 10 truques para acabar com a cólica menstrual rápido Alguns truques para acabar com as cólicas menstruais rápido são colocar uma bolsa de água morna no abdômen, tomar o chá de gengibre com valeriana ou eliminar a cafeína da alimentação, por exemplo, pois melhoram a circulação sanguínea no abdômen e relaxam o útero, aliviando a dor e o desconforto. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A cólica menstrual, também conhecida como dismenorreia, é causada por substâncias inflamatórias, chamadas prostaglandinas, provocando contrações no útero, resultando na dor e desconforto, podendo estar acompanhada de náuseas, vômitos ou dor de cabeça, por exemplo. Leia também: Cólica menstrual: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/colica-menstrual Esses truques podem ajudar a aliviar a dor das cólicas menstruais, no entanto, caso a dor seja intensa ou frequente, é recomendado consultar o ginecologista para identificar se existe mais alguma causa, como endometriose, e assim iniciar o tratamento mais adequado. Como aliviar a CÓLICA MENSTRUAL 05:53 | 575.963 visualizações Como aliviar a cólica menstrual As dicas para diminuir as cólicas menstruais de forma natural incluem: 1
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: Remédios para cólica menstrual (e opções naturais) Os remédios que podem ser usados para aliviar cólicas menstruais são os anti-inflamatórios, os analgésicos, os antiespasmódicos e os anticoncepcionais, que devem ser sempre indicados pelo ginecologista. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Além disso, podem ainda ser utilizadas algumas opções naturais, como a realização de uma alimentação adequada ou a aplicação de calor na região abdominal, que são uma boa forma para complementar o tratamento com remédios, ajudando a aliviar a cólica mais rapidamente. O tratamento da cólica menstrual, que também é chamada de dismenorreia, deve sempre ser orientado pelo ginecologista, especialmente se a cólica for muito forte ou acompanhada de sintomas como náuseas, vômitos, dor de cabeça ou dor nas pernas, por exemplo, para que seja identificada sua causa, e indicado o melhor remédio de forma individualizada. Confira as principais causas da dismenorreia. Principais remédios para cólica menstrual Os principais remédios indicados para aliviar a cólica menstrual são: 1
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passage: . Leia também: Como fazer a massagem para aliviar cólica menstrual tuasaude.com/massagem-para-colica-menstrual Esses remédios caseiros podem ser usados para complementar o tratamento indicado pelo ginecologista para aliviar a cólica menstrual. Assista o vídeo a seguir com mais dicas para aliviar as cólicas menstruais: Como aliviar a CÓLICA MENSTRUAL 05:53 | 575.963 visualizações
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passage: . Só devem ser usados sob orientação do médico, nas doses por ele recomendadas. 2. Analgésicos Os analgésicos como o paracetamol (Tylenol) ou a dipirona (Novalgina), podem ser indicados pelo médico para a cólica menstrual, pois agem inibindo a produção de prostaglandinas ou ciclooxigenases, que são substâncias responsáveis pela dor. Veja como tomar corretamente o paracetamol ou a dipirona. Esses remédios podem ser encontrados em farmácias ou drogarias, e embora sejam vendidos sem necessidade de apresentar receita médica, o ideal é que sejam tomados com indicação do ginecologista, pois são contraindicados para pessoas com problemas de fígado ou que tenham a função da medula óssea prejudicada. Leia também: Cólica menstrual: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/colica-menstrual 3. Antiespasmódicos Os antiespasmódicos, como a escopolamina ou butilbrometo de escopolamina, agem diminuindo as contrações ou espasmos dos músculos do útero, aliviando de forma rápida e prolongada, a dor abdominal causadas pelas cólicas menstruais. A escopolamina pode ser encontrada em farmácias e drogarias com o nome comercial Buscopan simples, na forma de drágeas de 10 mg ou gotas de 10 mg/mL, sendo que a dose recomendada para adultos é de 1 a 2 drágeas, ou 20 a 40 gotas, de 3 a 5 vezes por dia, conforme orientação médica
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passage: . A escopolamina pode ser encontrada em farmácias e drogarias com o nome comercial Buscopan simples, na forma de drágeas de 10 mg ou gotas de 10 mg/mL, sendo que a dose recomendada para adultos é de 1 a 2 drágeas, ou 20 a 40 gotas, de 3 a 5 vezes por dia, conforme orientação médica. Além disso, existe outra formulação contendo escopolamina e dipirona, tendo forte ação analgésica no alívio da dor, causada pela cólica menstrual e pode ser encontrado com o nome comercial Buscopan Composto, Atrovex ou Buscoplex, por exemplo. Saiba como tomar o Buscopam composto. A escopolamina não deve ser usada por pessoas que tenham miastenia gravis, dilatação ou estreitamento do intestino, ou que sejam alérgicas à escopolamina, dipirona ou qualquer outro componente da fórmula. 4. Anticoncepcionais hormonais Os anticoncepcionais hormonais, contendo uma combinação de estrógeno e progesterona, ou somente progesterona, inibem a ovulação, levando também à diminuição de prostaglandinas no útero, reduzindo o fluxo menstrual e aliviando a dor. Os principais anticoncepcionais hormonais que podem ser indicados pelo ginecologista são: Pílula anticoncepcional oral; Adesivo transdérmico (Evra ou Lisvy); Anel vaginal (Nuvaring); Implante contraceptivo (Implanon ou Organon); Anticoncepcional injetável (Mesigyna ou Perlutan); DIU hormonal (Mirena)
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passage: . Confira as principais causas da dismenorreia. Principais remédios para cólica menstrual Os principais remédios indicados para aliviar a cólica menstrual são: 1. Anti-inflamatórios não esteróides Os anti-inflamatórios não esteroides, também conhecidos como AINES, geralmente são indicados pelo ginecologista para a cólica menstrual, pois agem reduzindo a produção de prostaglandinas no corpo, que são substâncias inflamatórias relacionadas ao aumento das contrações no útero. Desta forma, esses remédios ajudam a aliviar a dor da cólica menstrual. Os anti-inflamatórios não esteróides que normalmente são indicados pelo ginecologista são: Ibuprofeno (Alivium, Atrofem, Advil); Ácido mefenâmico (Ponstan); Cetoprofeno (Profenid, Algie); Piroxicam (Feldene, Cicladol); Naproxeno (Flanax, Naxotec); Ácido acetilsalicílico (Aspirina). Embora possam aliviar a dor e o desconforto provocado pelas cólicas menstruais, estes remédios devem ser utilizados durante um período de tempo o mais curto possível, devido aos efeitos colaterais que apresentam, como dor de estômago, náuseas ou inchaço, por exemplo. Só devem ser usados sob orientação do médico, nas doses por ele recomendadas. 2
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passage: 10 truques para acabar com a cólica menstrual rápido Alguns truques para acabar com as cólicas menstruais rápido são colocar uma bolsa de água morna no abdômen, tomar o chá de gengibre com valeriana ou eliminar a cafeína da alimentação, por exemplo, pois melhoram a circulação sanguínea no abdômen e relaxam o útero, aliviando a dor e o desconforto. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A cólica menstrual, também conhecida como dismenorreia, é causada por substâncias inflamatórias, chamadas prostaglandinas, provocando contrações no útero, resultando na dor e desconforto, podendo estar acompanhada de náuseas, vômitos ou dor de cabeça, por exemplo. Leia também: Cólica menstrual: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/colica-menstrual Esses truques podem ajudar a aliviar a dor das cólicas menstruais, no entanto, caso a dor seja intensa ou frequente, é recomendado consultar o ginecologista para identificar se existe mais alguma causa, como endometriose, e assim iniciar o tratamento mais adequado. Como aliviar a CÓLICA MENSTRUAL 05:53 | 575.963 visualizações Como aliviar a cólica menstrual As dicas para diminuir as cólicas menstruais de forma natural incluem: 1
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passage: . Leia também: Cólica: o que é, tipos, causas (e o que fazer) tuasaude.com/colica Possíveis causas A cólica menstrual é causada pela liberação de substâncias inflamatórias, chamadas prostaglandinas, pelo útero, promovendo a contração uterina e a descida da menstruação. No entanto, também pode ser causada por condições de saúde, sendo as principais: Endometriose; Cicatriz da cesariana; Pólipos uterinos ou cisto no ovário; Miomas ou adenomiose; Doença inflamatória pélvica; Uso de DIU. Além disso, a cólica menstrual também pode surgir devido a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) ou doença inflamatória pélvica (DIP), por exemplo. Leia também: Dismenorreia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dismenorreia Como é feito o tratamento O tratamento da cólica menstrual deve ser feito com orientação do ginecologista e tem como objetivo aliviar a dor e melhorar a qualidade de vida. Assim, os tratamentos que podem ser indicados pelo médico são: 1. Aplicação de compressas mornas A aplicação de compressas mornas na barriga ajuda a relaxar os músculos pélvicos e aliviar as dores da cólica menstrual. Esse tipo de tratamento normalmente é a opção inicial para aliviar as cólicas menstruais, sendo tão eficaz quanto o uso de remédios anti-inflamatórios e não tem efeitos colaterais
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: Remédios para cólica menstrual (e opções naturais) Os remédios que podem ser usados para aliviar cólicas menstruais são os anti-inflamatórios, os analgésicos, os antiespasmódicos e os anticoncepcionais, que devem ser sempre indicados pelo ginecologista. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Além disso, podem ainda ser utilizadas algumas opções naturais, como a realização de uma alimentação adequada ou a aplicação de calor na região abdominal, que são uma boa forma para complementar o tratamento com remédios, ajudando a aliviar a cólica mais rapidamente. O tratamento da cólica menstrual, que também é chamada de dismenorreia, deve sempre ser orientado pelo ginecologista, especialmente se a cólica for muito forte ou acompanhada de sintomas como náuseas, vômitos, dor de cabeça ou dor nas pernas, por exemplo, para que seja identificada sua causa, e indicado o melhor remédio de forma individualizada. Confira as principais causas da dismenorreia. Principais remédios para cólica menstrual Os principais remédios indicados para aliviar a cólica menstrual são: 1
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passage: . Leia também: Como fazer a massagem para aliviar cólica menstrual tuasaude.com/massagem-para-colica-menstrual Esses remédios caseiros podem ser usados para complementar o tratamento indicado pelo ginecologista para aliviar a cólica menstrual. Assista o vídeo a seguir com mais dicas para aliviar as cólicas menstruais: Como aliviar a CÓLICA MENSTRUAL 05:53 | 575.963 visualizações
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passage: . Só devem ser usados sob orientação do médico, nas doses por ele recomendadas. 2. Analgésicos Os analgésicos como o paracetamol (Tylenol) ou a dipirona (Novalgina), podem ser indicados pelo médico para a cólica menstrual, pois agem inibindo a produção de prostaglandinas ou ciclooxigenases, que são substâncias responsáveis pela dor. Veja como tomar corretamente o paracetamol ou a dipirona. Esses remédios podem ser encontrados em farmácias ou drogarias, e embora sejam vendidos sem necessidade de apresentar receita médica, o ideal é que sejam tomados com indicação do ginecologista, pois são contraindicados para pessoas com problemas de fígado ou que tenham a função da medula óssea prejudicada. Leia também: Cólica menstrual: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/colica-menstrual 3. Antiespasmódicos Os antiespasmódicos, como a escopolamina ou butilbrometo de escopolamina, agem diminuindo as contrações ou espasmos dos músculos do útero, aliviando de forma rápida e prolongada, a dor abdominal causadas pelas cólicas menstruais. A escopolamina pode ser encontrada em farmácias e drogarias com o nome comercial Buscopan simples, na forma de drágeas de 10 mg ou gotas de 10 mg/mL, sendo que a dose recomendada para adultos é de 1 a 2 drágeas, ou 20 a 40 gotas, de 3 a 5 vezes por dia, conforme orientação médica
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passage: . A escopolamina pode ser encontrada em farmácias e drogarias com o nome comercial Buscopan simples, na forma de drágeas de 10 mg ou gotas de 10 mg/mL, sendo que a dose recomendada para adultos é de 1 a 2 drágeas, ou 20 a 40 gotas, de 3 a 5 vezes por dia, conforme orientação médica. Além disso, existe outra formulação contendo escopolamina e dipirona, tendo forte ação analgésica no alívio da dor, causada pela cólica menstrual e pode ser encontrado com o nome comercial Buscopan Composto, Atrovex ou Buscoplex, por exemplo. Saiba como tomar o Buscopam composto. A escopolamina não deve ser usada por pessoas que tenham miastenia gravis, dilatação ou estreitamento do intestino, ou que sejam alérgicas à escopolamina, dipirona ou qualquer outro componente da fórmula. 4. Anticoncepcionais hormonais Os anticoncepcionais hormonais, contendo uma combinação de estrógeno e progesterona, ou somente progesterona, inibem a ovulação, levando também à diminuição de prostaglandinas no útero, reduzindo o fluxo menstrual e aliviando a dor. Os principais anticoncepcionais hormonais que podem ser indicados pelo ginecologista são: Pílula anticoncepcional oral; Adesivo transdérmico (Evra ou Lisvy); Anel vaginal (Nuvaring); Implante contraceptivo (Implanon ou Organon); Anticoncepcional injetável (Mesigyna ou Perlutan); DIU hormonal (Mirena)
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passage: . Confira as principais causas da dismenorreia. Principais remédios para cólica menstrual Os principais remédios indicados para aliviar a cólica menstrual são: 1. Anti-inflamatórios não esteróides Os anti-inflamatórios não esteroides, também conhecidos como AINES, geralmente são indicados pelo ginecologista para a cólica menstrual, pois agem reduzindo a produção de prostaglandinas no corpo, que são substâncias inflamatórias relacionadas ao aumento das contrações no útero. Desta forma, esses remédios ajudam a aliviar a dor da cólica menstrual. Os anti-inflamatórios não esteróides que normalmente são indicados pelo ginecologista são: Ibuprofeno (Alivium, Atrofem, Advil); Ácido mefenâmico (Ponstan); Cetoprofeno (Profenid, Algie); Piroxicam (Feldene, Cicladol); Naproxeno (Flanax, Naxotec); Ácido acetilsalicílico (Aspirina). Embora possam aliviar a dor e o desconforto provocado pelas cólicas menstruais, estes remédios devem ser utilizados durante um período de tempo o mais curto possível, devido aos efeitos colaterais que apresentam, como dor de estômago, náuseas ou inchaço, por exemplo. Só devem ser usados sob orientação do médico, nas doses por ele recomendadas. 2
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passage: 10 truques para acabar com a cólica menstrual rápido Alguns truques para acabar com as cólicas menstruais rápido são colocar uma bolsa de água morna no abdômen, tomar o chá de gengibre com valeriana ou eliminar a cafeína da alimentação, por exemplo, pois melhoram a circulação sanguínea no abdômen e relaxam o útero, aliviando a dor e o desconforto. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A cólica menstrual, também conhecida como dismenorreia, é causada por substâncias inflamatórias, chamadas prostaglandinas, provocando contrações no útero, resultando na dor e desconforto, podendo estar acompanhada de náuseas, vômitos ou dor de cabeça, por exemplo. Leia também: Cólica menstrual: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/colica-menstrual Esses truques podem ajudar a aliviar a dor das cólicas menstruais, no entanto, caso a dor seja intensa ou frequente, é recomendado consultar o ginecologista para identificar se existe mais alguma causa, como endometriose, e assim iniciar o tratamento mais adequado. Como aliviar a CÓLICA MENSTRUAL 05:53 | 575.963 visualizações Como aliviar a cólica menstrual As dicas para diminuir as cólicas menstruais de forma natural incluem: 1
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passage: . Leia também: Cólica: o que é, tipos, causas (e o que fazer) tuasaude.com/colica Possíveis causas A cólica menstrual é causada pela liberação de substâncias inflamatórias, chamadas prostaglandinas, pelo útero, promovendo a contração uterina e a descida da menstruação. No entanto, também pode ser causada por condições de saúde, sendo as principais: Endometriose; Cicatriz da cesariana; Pólipos uterinos ou cisto no ovário; Miomas ou adenomiose; Doença inflamatória pélvica; Uso de DIU. Além disso, a cólica menstrual também pode surgir devido a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) ou doença inflamatória pélvica (DIP), por exemplo. Leia também: Dismenorreia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dismenorreia Como é feito o tratamento O tratamento da cólica menstrual deve ser feito com orientação do ginecologista e tem como objetivo aliviar a dor e melhorar a qualidade de vida. Assim, os tratamentos que podem ser indicados pelo médico são: 1. Aplicação de compressas mornas A aplicação de compressas mornas na barriga ajuda a relaxar os músculos pélvicos e aliviar as dores da cólica menstrual. Esse tipo de tratamento normalmente é a opção inicial para aliviar as cólicas menstruais, sendo tão eficaz quanto o uso de remédios anti-inflamatórios e não tem efeitos colaterais
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passage: . Esse tipo de tratamento normalmente é a opção inicial para aliviar as cólicas menstruais, sendo tão eficaz quanto o uso de remédios anti-inflamatórios e não tem efeitos colaterais. Leia também: 10 truques para acabar com a cólica menstrual rápido tuasaude.com/6-dicas-para-diminuir-as-colicas-menstruais 2. Uso de remédios O uso de remédios pode ser indicado pelo ginecologista para reduzir a produção de substâncias inflamatórias e aliviar a dor ou para tratar a condição de saúde que esteja causando a cólica menstrual. Os principais remédios que podem ser indicados pelo ginecologista são: Anti-inflamatórios não esteroides, como ácido mefenâmico, ibuprofeno ou naproxeno; Analgésicos, como paracetamol ou dipirona; Antiespasmódicos, como o butilbrometo de escopolamina; Anticoncepcionais hormonais, contendo estrogênio e/ou progesterona. Além disso, no caso da cólica menstrual ser causada por endometriose, o médico pode indicar remédios como leuprolida, goserelina, nafarelina, letrozol ou anastrozol, por exemplo. Saiba como é feito o tratamento da endometriose. Outros remédios que também são indicados são antibióticos para tratar infecções sexualmente transmissíveis ou doença inflamatória pélvica. Leia também: Remédios para cólica menstrual (e opções naturais) tuasaude.com/remedio-para-colica 3
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: Remédios para cólica menstrual (e opções naturais) Os remédios que podem ser usados para aliviar cólicas menstruais são os anti-inflamatórios, os analgésicos, os antiespasmódicos e os anticoncepcionais, que devem ser sempre indicados pelo ginecologista. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Além disso, podem ainda ser utilizadas algumas opções naturais, como a realização de uma alimentação adequada ou a aplicação de calor na região abdominal, que são uma boa forma para complementar o tratamento com remédios, ajudando a aliviar a cólica mais rapidamente. O tratamento da cólica menstrual, que também é chamada de dismenorreia, deve sempre ser orientado pelo ginecologista, especialmente se a cólica for muito forte ou acompanhada de sintomas como náuseas, vômitos, dor de cabeça ou dor nas pernas, por exemplo, para que seja identificada sua causa, e indicado o melhor remédio de forma individualizada. Confira as principais causas da dismenorreia. Principais remédios para cólica menstrual Os principais remédios indicados para aliviar a cólica menstrual são: 1
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passage: . Leia também: Como fazer a massagem para aliviar cólica menstrual tuasaude.com/massagem-para-colica-menstrual Esses remédios caseiros podem ser usados para complementar o tratamento indicado pelo ginecologista para aliviar a cólica menstrual. Assista o vídeo a seguir com mais dicas para aliviar as cólicas menstruais: Como aliviar a CÓLICA MENSTRUAL 05:53 | 575.963 visualizações
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passage: . Só devem ser usados sob orientação do médico, nas doses por ele recomendadas. 2. Analgésicos Os analgésicos como o paracetamol (Tylenol) ou a dipirona (Novalgina), podem ser indicados pelo médico para a cólica menstrual, pois agem inibindo a produção de prostaglandinas ou ciclooxigenases, que são substâncias responsáveis pela dor. Veja como tomar corretamente o paracetamol ou a dipirona. Esses remédios podem ser encontrados em farmácias ou drogarias, e embora sejam vendidos sem necessidade de apresentar receita médica, o ideal é que sejam tomados com indicação do ginecologista, pois são contraindicados para pessoas com problemas de fígado ou que tenham a função da medula óssea prejudicada. Leia também: Cólica menstrual: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/colica-menstrual 3. Antiespasmódicos Os antiespasmódicos, como a escopolamina ou butilbrometo de escopolamina, agem diminuindo as contrações ou espasmos dos músculos do útero, aliviando de forma rápida e prolongada, a dor abdominal causadas pelas cólicas menstruais. A escopolamina pode ser encontrada em farmácias e drogarias com o nome comercial Buscopan simples, na forma de drágeas de 10 mg ou gotas de 10 mg/mL, sendo que a dose recomendada para adultos é de 1 a 2 drágeas, ou 20 a 40 gotas, de 3 a 5 vezes por dia, conforme orientação médica
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passage: . A escopolamina pode ser encontrada em farmácias e drogarias com o nome comercial Buscopan simples, na forma de drágeas de 10 mg ou gotas de 10 mg/mL, sendo que a dose recomendada para adultos é de 1 a 2 drágeas, ou 20 a 40 gotas, de 3 a 5 vezes por dia, conforme orientação médica. Além disso, existe outra formulação contendo escopolamina e dipirona, tendo forte ação analgésica no alívio da dor, causada pela cólica menstrual e pode ser encontrado com o nome comercial Buscopan Composto, Atrovex ou Buscoplex, por exemplo. Saiba como tomar o Buscopam composto. A escopolamina não deve ser usada por pessoas que tenham miastenia gravis, dilatação ou estreitamento do intestino, ou que sejam alérgicas à escopolamina, dipirona ou qualquer outro componente da fórmula. 4. Anticoncepcionais hormonais Os anticoncepcionais hormonais, contendo uma combinação de estrógeno e progesterona, ou somente progesterona, inibem a ovulação, levando também à diminuição de prostaglandinas no útero, reduzindo o fluxo menstrual e aliviando a dor. Os principais anticoncepcionais hormonais que podem ser indicados pelo ginecologista são: Pílula anticoncepcional oral; Adesivo transdérmico (Evra ou Lisvy); Anel vaginal (Nuvaring); Implante contraceptivo (Implanon ou Organon); Anticoncepcional injetável (Mesigyna ou Perlutan); DIU hormonal (Mirena)
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passage: . Confira as principais causas da dismenorreia. Principais remédios para cólica menstrual Os principais remédios indicados para aliviar a cólica menstrual são: 1. Anti-inflamatórios não esteróides Os anti-inflamatórios não esteroides, também conhecidos como AINES, geralmente são indicados pelo ginecologista para a cólica menstrual, pois agem reduzindo a produção de prostaglandinas no corpo, que são substâncias inflamatórias relacionadas ao aumento das contrações no útero. Desta forma, esses remédios ajudam a aliviar a dor da cólica menstrual. Os anti-inflamatórios não esteróides que normalmente são indicados pelo ginecologista são: Ibuprofeno (Alivium, Atrofem, Advil); Ácido mefenâmico (Ponstan); Cetoprofeno (Profenid, Algie); Piroxicam (Feldene, Cicladol); Naproxeno (Flanax, Naxotec); Ácido acetilsalicílico (Aspirina). Embora possam aliviar a dor e o desconforto provocado pelas cólicas menstruais, estes remédios devem ser utilizados durante um período de tempo o mais curto possível, devido aos efeitos colaterais que apresentam, como dor de estômago, náuseas ou inchaço, por exemplo. Só devem ser usados sob orientação do médico, nas doses por ele recomendadas. 2
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passage: 10 truques para acabar com a cólica menstrual rápido Alguns truques para acabar com as cólicas menstruais rápido são colocar uma bolsa de água morna no abdômen, tomar o chá de gengibre com valeriana ou eliminar a cafeína da alimentação, por exemplo, pois melhoram a circulação sanguínea no abdômen e relaxam o útero, aliviando a dor e o desconforto. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico A cólica menstrual, também conhecida como dismenorreia, é causada por substâncias inflamatórias, chamadas prostaglandinas, provocando contrações no útero, resultando na dor e desconforto, podendo estar acompanhada de náuseas, vômitos ou dor de cabeça, por exemplo. Leia também: Cólica menstrual: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/colica-menstrual Esses truques podem ajudar a aliviar a dor das cólicas menstruais, no entanto, caso a dor seja intensa ou frequente, é recomendado consultar o ginecologista para identificar se existe mais alguma causa, como endometriose, e assim iniciar o tratamento mais adequado. Como aliviar a CÓLICA MENSTRUAL 05:53 | 575.963 visualizações Como aliviar a cólica menstrual As dicas para diminuir as cólicas menstruais de forma natural incluem: 1
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passage: . Leia também: Cólica: o que é, tipos, causas (e o que fazer) tuasaude.com/colica Possíveis causas A cólica menstrual é causada pela liberação de substâncias inflamatórias, chamadas prostaglandinas, pelo útero, promovendo a contração uterina e a descida da menstruação. No entanto, também pode ser causada por condições de saúde, sendo as principais: Endometriose; Cicatriz da cesariana; Pólipos uterinos ou cisto no ovário; Miomas ou adenomiose; Doença inflamatória pélvica; Uso de DIU. Além disso, a cólica menstrual também pode surgir devido a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) ou doença inflamatória pélvica (DIP), por exemplo. Leia também: Dismenorreia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dismenorreia Como é feito o tratamento O tratamento da cólica menstrual deve ser feito com orientação do ginecologista e tem como objetivo aliviar a dor e melhorar a qualidade de vida. Assim, os tratamentos que podem ser indicados pelo médico são: 1. Aplicação de compressas mornas A aplicação de compressas mornas na barriga ajuda a relaxar os músculos pélvicos e aliviar as dores da cólica menstrual. Esse tipo de tratamento normalmente é a opção inicial para aliviar as cólicas menstruais, sendo tão eficaz quanto o uso de remédios anti-inflamatórios e não tem efeitos colaterais
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passage: . Esse tipo de tratamento normalmente é a opção inicial para aliviar as cólicas menstruais, sendo tão eficaz quanto o uso de remédios anti-inflamatórios e não tem efeitos colaterais. Leia também: 10 truques para acabar com a cólica menstrual rápido tuasaude.com/6-dicas-para-diminuir-as-colicas-menstruais 2. Uso de remédios O uso de remédios pode ser indicado pelo ginecologista para reduzir a produção de substâncias inflamatórias e aliviar a dor ou para tratar a condição de saúde que esteja causando a cólica menstrual. Os principais remédios que podem ser indicados pelo ginecologista são: Anti-inflamatórios não esteroides, como ácido mefenâmico, ibuprofeno ou naproxeno; Analgésicos, como paracetamol ou dipirona; Antiespasmódicos, como o butilbrometo de escopolamina; Anticoncepcionais hormonais, contendo estrogênio e/ou progesterona. Além disso, no caso da cólica menstrual ser causada por endometriose, o médico pode indicar remédios como leuprolida, goserelina, nafarelina, letrozol ou anastrozol, por exemplo. Saiba como é feito o tratamento da endometriose. Outros remédios que também são indicados são antibióticos para tratar infecções sexualmente transmissíveis ou doença inflamatória pélvica. Leia também: Remédios para cólica menstrual (e opções naturais) tuasaude.com/remedio-para-colica 3
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passage: . Este conteúdo é informativo e não substitui o aconselhamento médico. Não interrompa qualquer tratamento sem orientação adequada. Algumas opções de remédios caseiros para cólica menstrual são: 1. Chá de camomila O chá de camomila possui propriedades analgésicas e anti-inflamatórias que ajudam a aliviar a cólica menstrual. Além disso, a camomila é rica em apigenina, uma substância que atua nos receptores do cérebro, causando um efeito relaxante e calmante, ajudando a reduzir a insônia e a melhorar a má qualidade do sono, que podem estar relacionadas a problemas menstruais. Ingredientes: 1 colher (chá) de flores de camomila frescas ou desidratadas; 1 xícara de água fervente. Modo de preparo: Acrescentar as flores da camomila na xícara de água fervente, tampar e deixar em infusão por 5 a 10 minutos. Após, retirar as flores da água. Deixar amornar e beber a seguir. Pode beber o chá de 2 a 3 vezes ao dia. 2. Chá de gengibre O chá de gengibre é rico em compostos fenólicos como o gingerol, a zingerona e o chogaol que têm ação anti-inflamatória e analgésica, que ajudam a aliviar a dor da cólica menstrual. Além disso, esse chá tem propriedades antieméticas, que podem ajudar a aliviar as náuseas e os vômitos que podem surgir quando se tem cólica menstrual. Veja outros benefícios do chá de gengibre
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Olá! Entendo sua preocupação. É super comum sentir cólicas menstruais, e é ainda mais compreensível querer alívio, especialmente depois de tomar a vacina.
Sim, você pode tomar algum remédio para aliviar a cólica, mesmo após a vacina. As opções mais comuns e geralmente seguras são analgésicos como o paracetamol (Tylenol) ou a dipirona (Novalgina). Eles atuam diminuindo a sensação de dor. A dipirona também está presente em medicamentos como Buscopam Composto, que contém também escopolamina e tem uma ação forte no alívio da dor da cólica, pois diminui as contrações do útero.
Outra opção são os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como o ibuprofeno (Alivium, Advil) ou o ácido mefenâmico (Ponstan). Eles também ajudam a reduzir a produção de substâncias que causam a inflamação e, consequentemente, a dor. No entanto, é importante usá-los com moderação e por um curto período, pois podem causar desconforto estomacal em algumas pessoas.
Além dos remédios, existem algumas opções naturais que podem complementar o alívio. Aplicar uma bolsa de água morna na região abdominal, tomar um chá de gengibre ou calêndula, ou até mesmo fazer uma massagem leve na barriga podem ajudar a relaxar o útero e diminuir a dor.
É importante lembrar que, apesar de esses medicamentos serem vendidos sem receita, o ideal é que você procure orientação médica antes de tomar qualquer um deles, principalmente se você tiver alguma condição de saúde preexistente ou estiver tomando outros remédios. Além disso, se a dor for muito forte, persistente ou vier acompanhada de outros sintomas como náuseas, vômitos ou dor de cabeça, é fundamental procurar um ginecologista para investigar a causa e indicar o tratamento mais adequado.
Espero que essas dicas te ajudem a aliviar a cólica! Se tiver mais alguma dúvida, pode me perguntar.
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Estou com a menstruação atrasada desde janeiro e não veio mais até agora. Fui à ginecologista e ela prescreveu o anticoncepcional Iziz. Comecei a tomar e estou sentindo muita cólica; isso é normal?
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Olá, é importante realizar uma avaliação ginecológica. Possivelmente, você está utilizando essa medicação como forma de terapia hormonal da menopausa. Sintomas podem ocorrer no início da terapia na fase de adaptação.
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: . 2. Desregulação da menstruação Ao parar o uso do anticoncepcional, os ovários precisam voltar a produzir seus hormônios, o que leva tempo e a produção dos hormônios não ocorre de forma regular, de forma que pode ser notada alteração nos ciclos menstruais. O que fazer: estas alterações de alguns dias costumam ser normais, mas, se forem muito intensas, a ponto de ficar 2 meses sem menstruar, ou menstruar 3 vezes no mês, deve-se consultar o ginecologista para serem feitas avaliações dos níveis de hormônios e do funcionamento dos ovários. Uma dica é anotar sempre as datas das menstruações e quanto tempo ela durou, para saber como funciona o ritmo do seu ciclo. 3. Piora das cólicas menstruais Na ausência do efeito dos anticoncepcionais, o tecido do útero fica mais espesso, o que é uma preparação para uma possível gravidez, causando piora das cólicas e fluxo de sangue durante a menstruação. O que fazer: para aliviar as cólicas menstruais, pode-se tomar anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, além de fazer compressa de água morna na barriga ou na região lombar, podem aliviar as cólicas. Confira algumas dicas para diminuir as cólicas menstruais. 4
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: . 2. Desregulação da menstruação Ao parar o uso do anticoncepcional, os ovários precisam voltar a produzir seus hormônios, o que leva tempo e a produção dos hormônios não ocorre de forma regular, de forma que pode ser notada alteração nos ciclos menstruais. O que fazer: estas alterações de alguns dias costumam ser normais, mas, se forem muito intensas, a ponto de ficar 2 meses sem menstruar, ou menstruar 3 vezes no mês, deve-se consultar o ginecologista para serem feitas avaliações dos níveis de hormônios e do funcionamento dos ovários. Uma dica é anotar sempre as datas das menstruações e quanto tempo ela durou, para saber como funciona o ritmo do seu ciclo. 3. Piora das cólicas menstruais Na ausência do efeito dos anticoncepcionais, o tecido do útero fica mais espesso, o que é uma preparação para uma possível gravidez, causando piora das cólicas e fluxo de sangue durante a menstruação. O que fazer: para aliviar as cólicas menstruais, pode-se tomar anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, além de fazer compressa de água morna na barriga ou na região lombar, podem aliviar as cólicas. Confira algumas dicas para diminuir as cólicas menstruais. 4
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passage: Tomei a injeção anticoncepcional e agora tenho um caroço e coça “Tomei a injeção anticoncepcional e agora percebi que estou com um caroço na pele. Também sinto coceira. É normal ou pode significar que foi mal aplicada?” Quando surge um caroço (ou calombo) no local da injeção anticoncepcional, pode significar que a aplicação foi muito superficial e, por isso, é possível que o efeito do medicamento seja afetado. Nesses casos, é aconselhado consultar o ginecologista. Já o surgimento de coceira leve ou desconforto é completamente normal, sendo muitas vezes causado pela oleosidade do líquido injetado. Porém, se a coceira ou o desconforto forem muito intensos ou não desaparecerem após algumas horas, é recomendado procurar um médico para fazer uma avaliação, já que podem indicar uma aplicação errada. Também não é esperado que o local da aplicação fique roxo com hematomas, isso pode indicar que algum vaso foi atingido. Em caso de dúvida sobre a aplicação ou ação adequada do anticoncepcional injetável deve consultar um ginecologista e, até lá, utilizar outro método para prevenir a gravidez, como a camisinha.
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: . 2. Desregulação da menstruação Ao parar o uso do anticoncepcional, os ovários precisam voltar a produzir seus hormônios, o que leva tempo e a produção dos hormônios não ocorre de forma regular, de forma que pode ser notada alteração nos ciclos menstruais. O que fazer: estas alterações de alguns dias costumam ser normais, mas, se forem muito intensas, a ponto de ficar 2 meses sem menstruar, ou menstruar 3 vezes no mês, deve-se consultar o ginecologista para serem feitas avaliações dos níveis de hormônios e do funcionamento dos ovários. Uma dica é anotar sempre as datas das menstruações e quanto tempo ela durou, para saber como funciona o ritmo do seu ciclo. 3. Piora das cólicas menstruais Na ausência do efeito dos anticoncepcionais, o tecido do útero fica mais espesso, o que é uma preparação para uma possível gravidez, causando piora das cólicas e fluxo de sangue durante a menstruação. O que fazer: para aliviar as cólicas menstruais, pode-se tomar anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, além de fazer compressa de água morna na barriga ou na região lombar, podem aliviar as cólicas. Confira algumas dicas para diminuir as cólicas menstruais. 4
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passage: Tomei a injeção anticoncepcional e agora tenho um caroço e coça “Tomei a injeção anticoncepcional e agora percebi que estou com um caroço na pele. Também sinto coceira. É normal ou pode significar que foi mal aplicada?” Quando surge um caroço (ou calombo) no local da injeção anticoncepcional, pode significar que a aplicação foi muito superficial e, por isso, é possível que o efeito do medicamento seja afetado. Nesses casos, é aconselhado consultar o ginecologista. Já o surgimento de coceira leve ou desconforto é completamente normal, sendo muitas vezes causado pela oleosidade do líquido injetado. Porém, se a coceira ou o desconforto forem muito intensos ou não desaparecerem após algumas horas, é recomendado procurar um médico para fazer uma avaliação, já que podem indicar uma aplicação errada. Também não é esperado que o local da aplicação fique roxo com hematomas, isso pode indicar que algum vaso foi atingido. Em caso de dúvida sobre a aplicação ou ação adequada do anticoncepcional injetável deve consultar um ginecologista e, até lá, utilizar outro método para prevenir a gravidez, como a camisinha.
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passage: . Teve relações sexuais sem preservativo ou outro método contraceptivo, como DIU, implante ou pílula? Sim Não 2. Notou um pequeno corrimento rosado ou marrom 10 a 14 dias após a última relação? Sim Não 3. Tem mudanças repentinas de humor, principalmente irritabilidade e choro sem motivo aparente? Sim Não 4. Sente náuseas e/ou vômitos pela manhã? Sim Não 5. Tem sentido falta de interesse por atividades que costumava gostar, como fazer compras ou ler? Sim Não 6. Tem desejos por alimentos ou combinações pouco comuns? Sim Não 7. Os sintomas dificultam a realização de suas atividades diárias? Sim Não 8. Os sintomas começaram 1 a 2 semanas antes da data prevista da menstruação? Sim Não 9. Tem corrimento vaginal mais espesso que o normal? Sim Não 10. Tem evitado socializar com outras pessoas ou ir a eventos por causa dos sintomas? Sim Não 11. Sente que é mais difícil para você se concentrar? Sim Não 12
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: . 2. Desregulação da menstruação Ao parar o uso do anticoncepcional, os ovários precisam voltar a produzir seus hormônios, o que leva tempo e a produção dos hormônios não ocorre de forma regular, de forma que pode ser notada alteração nos ciclos menstruais. O que fazer: estas alterações de alguns dias costumam ser normais, mas, se forem muito intensas, a ponto de ficar 2 meses sem menstruar, ou menstruar 3 vezes no mês, deve-se consultar o ginecologista para serem feitas avaliações dos níveis de hormônios e do funcionamento dos ovários. Uma dica é anotar sempre as datas das menstruações e quanto tempo ela durou, para saber como funciona o ritmo do seu ciclo. 3. Piora das cólicas menstruais Na ausência do efeito dos anticoncepcionais, o tecido do útero fica mais espesso, o que é uma preparação para uma possível gravidez, causando piora das cólicas e fluxo de sangue durante a menstruação. O que fazer: para aliviar as cólicas menstruais, pode-se tomar anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, além de fazer compressa de água morna na barriga ou na região lombar, podem aliviar as cólicas. Confira algumas dicas para diminuir as cólicas menstruais. 4
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passage: Tomei a injeção anticoncepcional e agora tenho um caroço e coça “Tomei a injeção anticoncepcional e agora percebi que estou com um caroço na pele. Também sinto coceira. É normal ou pode significar que foi mal aplicada?” Quando surge um caroço (ou calombo) no local da injeção anticoncepcional, pode significar que a aplicação foi muito superficial e, por isso, é possível que o efeito do medicamento seja afetado. Nesses casos, é aconselhado consultar o ginecologista. Já o surgimento de coceira leve ou desconforto é completamente normal, sendo muitas vezes causado pela oleosidade do líquido injetado. Porém, se a coceira ou o desconforto forem muito intensos ou não desaparecerem após algumas horas, é recomendado procurar um médico para fazer uma avaliação, já que podem indicar uma aplicação errada. Também não é esperado que o local da aplicação fique roxo com hematomas, isso pode indicar que algum vaso foi atingido. Em caso de dúvida sobre a aplicação ou ação adequada do anticoncepcional injetável deve consultar um ginecologista e, até lá, utilizar outro método para prevenir a gravidez, como a camisinha.
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passage: . Teve relações sexuais sem preservativo ou outro método contraceptivo, como DIU, implante ou pílula? Sim Não 2. Notou um pequeno corrimento rosado ou marrom 10 a 14 dias após a última relação? Sim Não 3. Tem mudanças repentinas de humor, principalmente irritabilidade e choro sem motivo aparente? Sim Não 4. Sente náuseas e/ou vômitos pela manhã? Sim Não 5. Tem sentido falta de interesse por atividades que costumava gostar, como fazer compras ou ler? Sim Não 6. Tem desejos por alimentos ou combinações pouco comuns? Sim Não 7. Os sintomas dificultam a realização de suas atividades diárias? Sim Não 8. Os sintomas começaram 1 a 2 semanas antes da data prevista da menstruação? Sim Não 9. Tem corrimento vaginal mais espesso que o normal? Sim Não 10. Tem evitado socializar com outras pessoas ou ir a eventos por causa dos sintomas? Sim Não 11. Sente que é mais difícil para você se concentrar? Sim Não 12
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: . 2. Desregulação da menstruação Ao parar o uso do anticoncepcional, os ovários precisam voltar a produzir seus hormônios, o que leva tempo e a produção dos hormônios não ocorre de forma regular, de forma que pode ser notada alteração nos ciclos menstruais. O que fazer: estas alterações de alguns dias costumam ser normais, mas, se forem muito intensas, a ponto de ficar 2 meses sem menstruar, ou menstruar 3 vezes no mês, deve-se consultar o ginecologista para serem feitas avaliações dos níveis de hormônios e do funcionamento dos ovários. Uma dica é anotar sempre as datas das menstruações e quanto tempo ela durou, para saber como funciona o ritmo do seu ciclo. 3. Piora das cólicas menstruais Na ausência do efeito dos anticoncepcionais, o tecido do útero fica mais espesso, o que é uma preparação para uma possível gravidez, causando piora das cólicas e fluxo de sangue durante a menstruação. O que fazer: para aliviar as cólicas menstruais, pode-se tomar anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, além de fazer compressa de água morna na barriga ou na região lombar, podem aliviar as cólicas. Confira algumas dicas para diminuir as cólicas menstruais. 4
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passage: Tomei a injeção anticoncepcional e agora tenho um caroço e coça “Tomei a injeção anticoncepcional e agora percebi que estou com um caroço na pele. Também sinto coceira. É normal ou pode significar que foi mal aplicada?” Quando surge um caroço (ou calombo) no local da injeção anticoncepcional, pode significar que a aplicação foi muito superficial e, por isso, é possível que o efeito do medicamento seja afetado. Nesses casos, é aconselhado consultar o ginecologista. Já o surgimento de coceira leve ou desconforto é completamente normal, sendo muitas vezes causado pela oleosidade do líquido injetado. Porém, se a coceira ou o desconforto forem muito intensos ou não desaparecerem após algumas horas, é recomendado procurar um médico para fazer uma avaliação, já que podem indicar uma aplicação errada. Também não é esperado que o local da aplicação fique roxo com hematomas, isso pode indicar que algum vaso foi atingido. Em caso de dúvida sobre a aplicação ou ação adequada do anticoncepcional injetável deve consultar um ginecologista e, até lá, utilizar outro método para prevenir a gravidez, como a camisinha.
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passage: . Teve relações sexuais sem preservativo ou outro método contraceptivo, como DIU, implante ou pílula? Sim Não 2. Notou um pequeno corrimento rosado ou marrom 10 a 14 dias após a última relação? Sim Não 3. Tem mudanças repentinas de humor, principalmente irritabilidade e choro sem motivo aparente? Sim Não 4. Sente náuseas e/ou vômitos pela manhã? Sim Não 5. Tem sentido falta de interesse por atividades que costumava gostar, como fazer compras ou ler? Sim Não 6. Tem desejos por alimentos ou combinações pouco comuns? Sim Não 7. Os sintomas dificultam a realização de suas atividades diárias? Sim Não 8. Os sintomas começaram 1 a 2 semanas antes da data prevista da menstruação? Sim Não 9. Tem corrimento vaginal mais espesso que o normal? Sim Não 10. Tem evitado socializar com outras pessoas ou ir a eventos por causa dos sintomas? Sim Não 11. Sente que é mais difícil para você se concentrar? Sim Não 12
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: . 2. Desregulação da menstruação Ao parar o uso do anticoncepcional, os ovários precisam voltar a produzir seus hormônios, o que leva tempo e a produção dos hormônios não ocorre de forma regular, de forma que pode ser notada alteração nos ciclos menstruais. O que fazer: estas alterações de alguns dias costumam ser normais, mas, se forem muito intensas, a ponto de ficar 2 meses sem menstruar, ou menstruar 3 vezes no mês, deve-se consultar o ginecologista para serem feitas avaliações dos níveis de hormônios e do funcionamento dos ovários. Uma dica é anotar sempre as datas das menstruações e quanto tempo ela durou, para saber como funciona o ritmo do seu ciclo. 3. Piora das cólicas menstruais Na ausência do efeito dos anticoncepcionais, o tecido do útero fica mais espesso, o que é uma preparação para uma possível gravidez, causando piora das cólicas e fluxo de sangue durante a menstruação. O que fazer: para aliviar as cólicas menstruais, pode-se tomar anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, além de fazer compressa de água morna na barriga ou na região lombar, podem aliviar as cólicas. Confira algumas dicas para diminuir as cólicas menstruais. 4
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passage: Tomei a injeção anticoncepcional e agora tenho um caroço e coça “Tomei a injeção anticoncepcional e agora percebi que estou com um caroço na pele. Também sinto coceira. É normal ou pode significar que foi mal aplicada?” Quando surge um caroço (ou calombo) no local da injeção anticoncepcional, pode significar que a aplicação foi muito superficial e, por isso, é possível que o efeito do medicamento seja afetado. Nesses casos, é aconselhado consultar o ginecologista. Já o surgimento de coceira leve ou desconforto é completamente normal, sendo muitas vezes causado pela oleosidade do líquido injetado. Porém, se a coceira ou o desconforto forem muito intensos ou não desaparecerem após algumas horas, é recomendado procurar um médico para fazer uma avaliação, já que podem indicar uma aplicação errada. Também não é esperado que o local da aplicação fique roxo com hematomas, isso pode indicar que algum vaso foi atingido. Em caso de dúvida sobre a aplicação ou ação adequada do anticoncepcional injetável deve consultar um ginecologista e, até lá, utilizar outro método para prevenir a gravidez, como a camisinha.
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passage: . Teve relações sexuais sem preservativo ou outro método contraceptivo, como DIU, implante ou pílula? Sim Não 2. Notou um pequeno corrimento rosado ou marrom 10 a 14 dias após a última relação? Sim Não 3. Tem mudanças repentinas de humor, principalmente irritabilidade e choro sem motivo aparente? Sim Não 4. Sente náuseas e/ou vômitos pela manhã? Sim Não 5. Tem sentido falta de interesse por atividades que costumava gostar, como fazer compras ou ler? Sim Não 6. Tem desejos por alimentos ou combinações pouco comuns? Sim Não 7. Os sintomas dificultam a realização de suas atividades diárias? Sim Não 8. Os sintomas começaram 1 a 2 semanas antes da data prevista da menstruação? Sim Não 9. Tem corrimento vaginal mais espesso que o normal? Sim Não 10. Tem evitado socializar com outras pessoas ou ir a eventos por causa dos sintomas? Sim Não 11. Sente que é mais difícil para você se concentrar? Sim Não 12
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: . 2. Desregulação da menstruação Ao parar o uso do anticoncepcional, os ovários precisam voltar a produzir seus hormônios, o que leva tempo e a produção dos hormônios não ocorre de forma regular, de forma que pode ser notada alteração nos ciclos menstruais. O que fazer: estas alterações de alguns dias costumam ser normais, mas, se forem muito intensas, a ponto de ficar 2 meses sem menstruar, ou menstruar 3 vezes no mês, deve-se consultar o ginecologista para serem feitas avaliações dos níveis de hormônios e do funcionamento dos ovários. Uma dica é anotar sempre as datas das menstruações e quanto tempo ela durou, para saber como funciona o ritmo do seu ciclo. 3. Piora das cólicas menstruais Na ausência do efeito dos anticoncepcionais, o tecido do útero fica mais espesso, o que é uma preparação para uma possível gravidez, causando piora das cólicas e fluxo de sangue durante a menstruação. O que fazer: para aliviar as cólicas menstruais, pode-se tomar anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, além de fazer compressa de água morna na barriga ou na região lombar, podem aliviar as cólicas. Confira algumas dicas para diminuir as cólicas menstruais. 4
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passage: Tomei a injeção anticoncepcional e agora tenho um caroço e coça “Tomei a injeção anticoncepcional e agora percebi que estou com um caroço na pele. Também sinto coceira. É normal ou pode significar que foi mal aplicada?” Quando surge um caroço (ou calombo) no local da injeção anticoncepcional, pode significar que a aplicação foi muito superficial e, por isso, é possível que o efeito do medicamento seja afetado. Nesses casos, é aconselhado consultar o ginecologista. Já o surgimento de coceira leve ou desconforto é completamente normal, sendo muitas vezes causado pela oleosidade do líquido injetado. Porém, se a coceira ou o desconforto forem muito intensos ou não desaparecerem após algumas horas, é recomendado procurar um médico para fazer uma avaliação, já que podem indicar uma aplicação errada. Também não é esperado que o local da aplicação fique roxo com hematomas, isso pode indicar que algum vaso foi atingido. Em caso de dúvida sobre a aplicação ou ação adequada do anticoncepcional injetável deve consultar um ginecologista e, até lá, utilizar outro método para prevenir a gravidez, como a camisinha.
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passage: . Teve relações sexuais sem preservativo ou outro método contraceptivo, como DIU, implante ou pílula? Sim Não 2. Notou um pequeno corrimento rosado ou marrom 10 a 14 dias após a última relação? Sim Não 3. Tem mudanças repentinas de humor, principalmente irritabilidade e choro sem motivo aparente? Sim Não 4. Sente náuseas e/ou vômitos pela manhã? Sim Não 5. Tem sentido falta de interesse por atividades que costumava gostar, como fazer compras ou ler? Sim Não 6. Tem desejos por alimentos ou combinações pouco comuns? Sim Não 7. Os sintomas dificultam a realização de suas atividades diárias? Sim Não 8. Os sintomas começaram 1 a 2 semanas antes da data prevista da menstruação? Sim Não 9. Tem corrimento vaginal mais espesso que o normal? Sim Não 10. Tem evitado socializar com outras pessoas ou ir a eventos por causa dos sintomas? Sim Não 11. Sente que é mais difícil para você se concentrar? Sim Não 12
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer todas as dúvidas e planejar uma contracepção segura.
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Os anticoncepcionais hormonais, podem ser indicados pelo ginecologista como a primeira opção de tratamento para a cólica menstrual, para mulheres que desejam evitar uma gravidez ou não possuem contra-indicações para o uso dos anticoncepcionais. O uso de anticoncepcionais hormonais pode reduzir em cerca de 90% as cólicas menstruais. Conheça as vantagens e desvantagens de cada tipo de anticoncepcional. No entanto, é importante ressaltar que embora os anticoncepcionais hormonais ajudam a evitar uma gravidez, esses métodos contraceptivos não previnem infecções sexualmente transmissíveis, sendo recomendado utilizar camisinha ou outro método de barreira em todas as relações sexuais. Confira as principais IST´s. Opções de remédios naturais Alguns remédios naturais, como o chá de gengibre ou o chá de calêndula, possuem propriedades anti-espasmódicas, analgésicas, anti-inflamatórias e calmantes, que ajudam a aliviar a dor da cólica, podendo ser usado para complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico. Saiba preparar os chás para aliviar a cólica menstrual
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passage: . 2. Desregulação da menstruação Ao parar o uso do anticoncepcional, os ovários precisam voltar a produzir seus hormônios, o que leva tempo e a produção dos hormônios não ocorre de forma regular, de forma que pode ser notada alteração nos ciclos menstruais. O que fazer: estas alterações de alguns dias costumam ser normais, mas, se forem muito intensas, a ponto de ficar 2 meses sem menstruar, ou menstruar 3 vezes no mês, deve-se consultar o ginecologista para serem feitas avaliações dos níveis de hormônios e do funcionamento dos ovários. Uma dica é anotar sempre as datas das menstruações e quanto tempo ela durou, para saber como funciona o ritmo do seu ciclo. 3. Piora das cólicas menstruais Na ausência do efeito dos anticoncepcionais, o tecido do útero fica mais espesso, o que é uma preparação para uma possível gravidez, causando piora das cólicas e fluxo de sangue durante a menstruação. O que fazer: para aliviar as cólicas menstruais, pode-se tomar anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, além de fazer compressa de água morna na barriga ou na região lombar, podem aliviar as cólicas. Confira algumas dicas para diminuir as cólicas menstruais. 4
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passage: Tomei a injeção anticoncepcional e agora tenho um caroço e coça “Tomei a injeção anticoncepcional e agora percebi que estou com um caroço na pele. Também sinto coceira. É normal ou pode significar que foi mal aplicada?” Quando surge um caroço (ou calombo) no local da injeção anticoncepcional, pode significar que a aplicação foi muito superficial e, por isso, é possível que o efeito do medicamento seja afetado. Nesses casos, é aconselhado consultar o ginecologista. Já o surgimento de coceira leve ou desconforto é completamente normal, sendo muitas vezes causado pela oleosidade do líquido injetado. Porém, se a coceira ou o desconforto forem muito intensos ou não desaparecerem após algumas horas, é recomendado procurar um médico para fazer uma avaliação, já que podem indicar uma aplicação errada. Também não é esperado que o local da aplicação fique roxo com hematomas, isso pode indicar que algum vaso foi atingido. Em caso de dúvida sobre a aplicação ou ação adequada do anticoncepcional injetável deve consultar um ginecologista e, até lá, utilizar outro método para prevenir a gravidez, como a camisinha.
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passage: . Teve relações sexuais sem preservativo ou outro método contraceptivo, como DIU, implante ou pílula? Sim Não 2. Notou um pequeno corrimento rosado ou marrom 10 a 14 dias após a última relação? Sim Não 3. Tem mudanças repentinas de humor, principalmente irritabilidade e choro sem motivo aparente? Sim Não 4. Sente náuseas e/ou vômitos pela manhã? Sim Não 5. Tem sentido falta de interesse por atividades que costumava gostar, como fazer compras ou ler? Sim Não 6. Tem desejos por alimentos ou combinações pouco comuns? Sim Não 7. Os sintomas dificultam a realização de suas atividades diárias? Sim Não 8. Os sintomas começaram 1 a 2 semanas antes da data prevista da menstruação? Sim Não 9. Tem corrimento vaginal mais espesso que o normal? Sim Não 10. Tem evitado socializar com outras pessoas ou ir a eventos por causa dos sintomas? Sim Não 11. Sente que é mais difícil para você se concentrar? Sim Não 12
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: Terminei a cartela e a menstruação não desceu, é normal? “Terminei a cartela do meu anticoncepcional e a menstruação ainda não desceu. Isso é normal? O que eu faço?” Em alguns casos, é normal não apresentar menstruação após o término da cartela do anticoncepcional, no intervalo sem comprimidos. A ausência de menstruação é um efeito colateral comum do uso de alguns anticoncepcionais e também pode ser causada pela troca do anticoncepcional, por exemplo. No entanto, caso o anticoncepcional não esteja sendo tomado corretamente, não tenha sido utilizado nenhum outro método contraceptivo durante a troca do anticoncepcional ou não ocorram duas menstruações consecutivas, a ausência de menstruação também pode indicar uma gravidez. Caso você suspeite de uma gravidez, é recomendado consultar um ginecologista, que pode indicar exames para confirmar se está grávida ou não. Até ser descartada esta possibilidade, o ideal é interromper o anticoncepcional e utilizar um método contraceptivo não hormonal, como o preservativo.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista. Esse é o especialista mais indicado para esclarecer todas as dúvidas e planejar uma contracepção segura.
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passage: Tomei pílula do dia seguinte e a menstruação não desceu. O que fazer? “Tomei a pílula do dia seguinte no dia 28/04 e minha menstruação, que estava prevista para o dia 02/05, ainda não veio. Posso voltar a tomar o anticoncepcional normal no dia 08/05, mesmo sem ela vir?” É normal em algumas mulheres que tomam a pílula do dia seguinte a menstruação não descer no dia esperado e, caso seja feito uso de um anticoncepcional oral, normalmente se pode continuar tomando a medicação de acordo com a orientação do ginecologista. A pílula do dia seguinte algumas vezes pode atrasar a menstruação devido ao seu efeito sobre a ovulação. No entanto, embora este seja um efeito colateral possível da pílula, ele não ocorre na maioria das mulheres. Por isso, caso a sua menstruação atrase mais de 5 dias, é recomendado consultar um ginecologista, antes de reiniciar o uso do anticoncepcional, devido à possibilidade da pílula do dia seguinte ter falhado. Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação volta ao normal? Depois de tomar a pílula do dia seguinte a menstruação tende a voltar ao normal. No entanto, o uso repetitivo da pílula pode tornar as alterações menstruais mais intensas, ficando mais difícil de prever a vinda da menstruação
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Olá! Entendo sua preocupação com o atraso menstrual e as cólicas que você está sentindo após começar a tomar o Iziz. Vamos conversar um pouco sobre isso.
Primeiramente, é importante lembrar que o atraso menstrual de tanto tempo (desde janeiro) precisa ser investigado. A sua ginecologista fez bem em te examinar e prescrever o anticoncepcional. Em muitos casos, o anticoncepcional é a primeira linha de tratamento para regular o ciclo e aliviar cólicas, especialmente se você não tem contraindicações e deseja evitar a gravidez.
Agora, sobre as cólicas: é relativamente comum sentir cólicas ao iniciar um anticoncepcional, mesmo que ele seja prescrito justamente para aliviá-las. Isso acontece porque o corpo está se adaptando aos hormônios. O anticoncepcional age afinando o endométrio (a camada interna do útero), e essa adaptação pode levar a cólicas no início. Além disso, como você ficou um tempo sem menstruar, o seu útero pode estar um pouco mais sensível.
O anticoncepcional, a longo prazo, pode reduzir muito as cólicas menstruais, em até 90% dos casos. No entanto, leva um tempo para que o efeito se estabeleça.
O que você pode fazer agora?
* **Continue tomando o Iziz conforme a prescrição:** É fundamental seguir as orientações da sua ginecologista e tomar o anticoncepcional corretamente.
* **Alívio das cólicas:** Para aliviar as cólicas enquanto o anticoncepcional começa a fazer efeito, você pode tentar algumas medidas. Analgésicos ou anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, podem ajudar. Compressas mornas na barriga ou região lombar também costumam trazer alívio. Chás de gengibre ou calêndula, que têm propriedades anti-inflamatórias e relaxantes, também podem ser uma boa opção complementar.
* **Observe os sintomas:** Anote a intensidade e frequência das cólicas, se há algum outro sintoma associado (como sangramento fora da época, dor de cabeça, náuseas). Essas informações serão importantes para a sua ginecologista na próxima consulta.
* **Retorne à sua ginecologista:** É importante agendar um retorno com sua ginecologista para que ela possa avaliar como você está se adaptando ao Iziz e se as cólicas estão diminuindo com o tempo. Se as cólicas persistirem ou se tornarem muito intensas, ela poderá ajustar a dose do anticoncepcional, trocar por outro tipo ou investigar outras possíveis causas.
Lembre-se de que cada corpo reage de uma forma diferente. O importante é manter a comunicação aberta com sua médica para encontrar a melhor solução para você.
Espero que essas informações tenham te tranquil
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Tive um descolamento de placenta e, agora, após várias semanas, fiz a ultrassonografia. A placenta está colada. O médico pediu para eu usar Utrogestan até acabar o corrimento escuro, tipo borra de café. Agora, esse corrimento está bem claro, na cor amarela. Devo parar de usar o Utrogestan?
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Olá! Sempre siga as orientações do seu médico. Nunca inicie uma medicação na gravidez sem a orientação do seu médico e nunca interrompa o uso da medicação sem a ajuda dele. Ele está fazendo o seu pré-natal e sabe o que é melhor para você. Mesmo que o corrimento tenha parado, aguarde a consulta de retorno para suspender a medicação. Faça o pré-natal corretamente, siga as orientações do seu médico e esclareça suas dúvidas.
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passage: 2. Zugaib M, Francisco RP . Descolamento prematuro de placenta. In: Zugaib M, Francisco RP , editores. Obstetrícia. 3a ed. São Paulo: Manole. 2017. p. 713–24.
3. Montenegro CA, Rezende Filho J. Descolamento prematuro da placenta. In: Montenegro CA, Rezende Filho J, editor. Rezende obstetrícia. 13a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. 4. Guidelines Committee of the Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Antepartum haemorrhage. Green Top Guidelines. Marylebone, London: RCOG; 2011. (Green–top Guideline No. 63).
5. Ananth CV, Kinzler WL. Placental abruption: clinical features and diagnosis . Uptodate 2017 [Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-pathophysiology-clinical-features-diagnosis-and-consequences 6. Oyelese Y, Ananth CV. Placental abruption: management. Uptodate; 2017. Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-management 7. Tikkanen M, Luukkaala T, Gissler M, Ritvanen A, Ylikorkala O, Paavonen J, et al. Decreasing perinatal mortality in placental abruption. Acta Obstet Gynecol Scand. 2013;92(3):298–305.
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passage: 2. Zugaib M, Francisco RP . Descolamento prematuro de placenta. In: Zugaib M, Francisco RP , editores. Obstetrícia. 3a ed. São Paulo: Manole. 2017. p. 713–24.
3. Montenegro CA, Rezende Filho J. Descolamento prematuro da placenta. In: Montenegro CA, Rezende Filho J, editor. Rezende obstetrícia. 13a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. 4. Guidelines Committee of the Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Antepartum haemorrhage. Green Top Guidelines. Marylebone, London: RCOG; 2011. (Green–top Guideline No. 63).
5. Ananth CV, Kinzler WL. Placental abruption: clinical features and diagnosis . Uptodate 2017 [Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-pathophysiology-clinical-features-diagnosis-and-consequences 6. Oyelese Y, Ananth CV. Placental abruption: management. Uptodate; 2017. Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-management 7. Tikkanen M, Luukkaala T, Gissler M, Ritvanen A, Ylikorkala O, Paavonen J, et al. Decreasing perinatal mortality in placental abruption. Acta Obstet Gynecol Scand. 2013;92(3):298–305.
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passage: . Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo. O ginecologista pode indicar a troca do contraceptivo ou alterar a sua forma de uso para que o corrimento marrom melhore em alguns casos.
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passage: 2. Zugaib M, Francisco RP . Descolamento prematuro de placenta. In: Zugaib M, Francisco RP , editores. Obstetrícia. 3a ed. São Paulo: Manole. 2017. p. 713–24.
3. Montenegro CA, Rezende Filho J. Descolamento prematuro da placenta. In: Montenegro CA, Rezende Filho J, editor. Rezende obstetrícia. 13a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. 4. Guidelines Committee of the Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Antepartum haemorrhage. Green Top Guidelines. Marylebone, London: RCOG; 2011. (Green–top Guideline No. 63).
5. Ananth CV, Kinzler WL. Placental abruption: clinical features and diagnosis . Uptodate 2017 [Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-pathophysiology-clinical-features-diagnosis-and-consequences 6. Oyelese Y, Ananth CV. Placental abruption: management. Uptodate; 2017. Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-management 7. Tikkanen M, Luukkaala T, Gissler M, Ritvanen A, Ylikorkala O, Paavonen J, et al. Decreasing perinatal mortality in placental abruption. Acta Obstet Gynecol Scand. 2013;92(3):298–305.
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passage: . Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo. O ginecologista pode indicar a troca do contraceptivo ou alterar a sua forma de uso para que o corrimento marrom melhore em alguns casos.
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passage: O que pode ser o corrimento marrom ao usar anticoncepcional? “O médico me passou uma pílula anticoncepcional mas, desde que comecei a tomar, tenho um corrimento marrom. O que pode ser este corrimento? O que devo fazer?” As mulheres que usam pílula anticoncepcional, especialmente quando estão iniciando o uso, podem apresentar um corrimento marrom chamado escape ou spotting, devido à variação nos níveis de hormônio no corpo. Este tipo de corrimento normalmente é pequeno, para espontaneamente e não é considerado um problema grave. Além disso, também não significa que o anticoncepcional parou de fazer efeito. Assim, o corrimento marrom durante o uso do anticoncepcional geralmente não é um sinal de gravidez, embora no início da gestação também possa haver um pequeno sangramento devido à implantação do embrião na parede do útero. O que fazer? A tendência é que o corpo se adapte ao medicamento e o sangramento de escape pare de forma espontânea nos primeiros meses após o início do uso do anticoncepcional, sua troca ou retomada. Além disso, é importante usar o contraceptivo corretamente e sempre no mesmo horário. Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo
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passage: 2. Zugaib M, Francisco RP . Descolamento prematuro de placenta. In: Zugaib M, Francisco RP , editores. Obstetrícia. 3a ed. São Paulo: Manole. 2017. p. 713–24.
3. Montenegro CA, Rezende Filho J. Descolamento prematuro da placenta. In: Montenegro CA, Rezende Filho J, editor. Rezende obstetrícia. 13a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. 4. Guidelines Committee of the Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Antepartum haemorrhage. Green Top Guidelines. Marylebone, London: RCOG; 2011. (Green–top Guideline No. 63).
5. Ananth CV, Kinzler WL. Placental abruption: clinical features and diagnosis . Uptodate 2017 [Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-pathophysiology-clinical-features-diagnosis-and-consequences 6. Oyelese Y, Ananth CV. Placental abruption: management. Uptodate; 2017. Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-management 7. Tikkanen M, Luukkaala T, Gissler M, Ritvanen A, Ylikorkala O, Paavonen J, et al. Decreasing perinatal mortality in placental abruption. Acta Obstet Gynecol Scand. 2013;92(3):298–305.
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passage: . Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo. O ginecologista pode indicar a troca do contraceptivo ou alterar a sua forma de uso para que o corrimento marrom melhore em alguns casos.
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passage: O que pode ser o corrimento marrom ao usar anticoncepcional? “O médico me passou uma pílula anticoncepcional mas, desde que comecei a tomar, tenho um corrimento marrom. O que pode ser este corrimento? O que devo fazer?” As mulheres que usam pílula anticoncepcional, especialmente quando estão iniciando o uso, podem apresentar um corrimento marrom chamado escape ou spotting, devido à variação nos níveis de hormônio no corpo. Este tipo de corrimento normalmente é pequeno, para espontaneamente e não é considerado um problema grave. Além disso, também não significa que o anticoncepcional parou de fazer efeito. Assim, o corrimento marrom durante o uso do anticoncepcional geralmente não é um sinal de gravidez, embora no início da gestação também possa haver um pequeno sangramento devido à implantação do embrião na parede do útero. O que fazer? A tendência é que o corpo se adapte ao medicamento e o sangramento de escape pare de forma espontânea nos primeiros meses após o início do uso do anticoncepcional, sua troca ou retomada. Além disso, é importante usar o contraceptivo corretamente e sempre no mesmo horário. Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo
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passage: Utrogestan segura o bebê? “Olá! Estou grávida e quero muito segurar o meu bebê. Já perdi 3 gestações. O médico me indicou usar Utrogestan. Ele evita o aborto?” O Utrogestan pode ajudar a manter a gravidez, sendo indicado quando existe histórico de abortos espontâneos recorrentes (3 ou mais perdas sucessivas) ou após ameaças de aborto. Também é indicado durante alguns tratamentos para engravidar. Entenda melhor para que serve o utrogestan e como usar. O ideal é que consulte um ginecologista para fazer uma avaliação mais detalhada e iniciar o tratamento mais adequado, de forma a garantir que a gravidez acontece e se desenrola da melhor forma possível. O Utrogestan parece ajudar a "segurar" o bebê: Nos casos de insuficiência lútea (ou seja, progesterona abaixo do normal a partir da segunda fase do ciclo): é a principal indicação; Quando a causa do aborto não é identificável; Quando a causa dos abortos anteriores são processos inflamatórios ou imunológicos. O início e a duração do tratamento com Utrogestan são variáveis, por isso deve sempre conversar com um ginecologista.
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passage: 2. Zugaib M, Francisco RP . Descolamento prematuro de placenta. In: Zugaib M, Francisco RP , editores. Obstetrícia. 3a ed. São Paulo: Manole. 2017. p. 713–24.
3. Montenegro CA, Rezende Filho J. Descolamento prematuro da placenta. In: Montenegro CA, Rezende Filho J, editor. Rezende obstetrícia. 13a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. 4. Guidelines Committee of the Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Antepartum haemorrhage. Green Top Guidelines. Marylebone, London: RCOG; 2011. (Green–top Guideline No. 63).
5. Ananth CV, Kinzler WL. Placental abruption: clinical features and diagnosis . Uptodate 2017 [Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-pathophysiology-clinical-features-diagnosis-and-consequences 6. Oyelese Y, Ananth CV. Placental abruption: management. Uptodate; 2017. Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-management 7. Tikkanen M, Luukkaala T, Gissler M, Ritvanen A, Ylikorkala O, Paavonen J, et al. Decreasing perinatal mortality in placental abruption. Acta Obstet Gynecol Scand. 2013;92(3):298–305.
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passage: . Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo. O ginecologista pode indicar a troca do contraceptivo ou alterar a sua forma de uso para que o corrimento marrom melhore em alguns casos.
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passage: O que pode ser o corrimento marrom ao usar anticoncepcional? “O médico me passou uma pílula anticoncepcional mas, desde que comecei a tomar, tenho um corrimento marrom. O que pode ser este corrimento? O que devo fazer?” As mulheres que usam pílula anticoncepcional, especialmente quando estão iniciando o uso, podem apresentar um corrimento marrom chamado escape ou spotting, devido à variação nos níveis de hormônio no corpo. Este tipo de corrimento normalmente é pequeno, para espontaneamente e não é considerado um problema grave. Além disso, também não significa que o anticoncepcional parou de fazer efeito. Assim, o corrimento marrom durante o uso do anticoncepcional geralmente não é um sinal de gravidez, embora no início da gestação também possa haver um pequeno sangramento devido à implantação do embrião na parede do útero. O que fazer? A tendência é que o corpo se adapte ao medicamento e o sangramento de escape pare de forma espontânea nos primeiros meses após o início do uso do anticoncepcional, sua troca ou retomada. Além disso, é importante usar o contraceptivo corretamente e sempre no mesmo horário. Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo
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passage: Utrogestan segura o bebê? “Olá! Estou grávida e quero muito segurar o meu bebê. Já perdi 3 gestações. O médico me indicou usar Utrogestan. Ele evita o aborto?” O Utrogestan pode ajudar a manter a gravidez, sendo indicado quando existe histórico de abortos espontâneos recorrentes (3 ou mais perdas sucessivas) ou após ameaças de aborto. Também é indicado durante alguns tratamentos para engravidar. Entenda melhor para que serve o utrogestan e como usar. O ideal é que consulte um ginecologista para fazer uma avaliação mais detalhada e iniciar o tratamento mais adequado, de forma a garantir que a gravidez acontece e se desenrola da melhor forma possível. O Utrogestan parece ajudar a "segurar" o bebê: Nos casos de insuficiência lútea (ou seja, progesterona abaixo do normal a partir da segunda fase do ciclo): é a principal indicação; Quando a causa do aborto não é identificável; Quando a causa dos abortos anteriores são processos inflamatórios ou imunológicos. O início e a duração do tratamento com Utrogestan são variáveis, por isso deve sempre conversar com um ginecologista.
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passage: Towers CV, Pircon RA, Heppard M. Is tocolysis safe in the management of third-trimester bleeding? Am J ObstetGynecol 1999; 180: 1572.
Townsend RR, Laing FC, Jeffrey RB. Placental abruption associated with cocaine abuse. AJR 1988; 150:1339.
World Health Organization (WHO): recommended definitions, terminology and format for statistical tables relatedto the perinatal period and use of a new certificate for cause of perinatal deaths. Modifications recommendedby FIGO as amended October 14, 1976. Acta Obstet Gynecol Scand 1977; 56: 247.
Woodmard PJ, Kennedy A, Sohaey R, Byrne JLB, Oh KY, Puchalski MD. Diagnostic imaging obstetrics. Manitoba:Amirsys, 2005.
Zugaib M, Ruocco RMSA, Carara W, Neme B. Descolamento prematuro da placenta, forma crônica. Análisecardiotocográfica. Rev Bras Gin Obst 1985; 7:36.
■■■■■■■■Fisiologia da coagulaçãoSistema de coagulaçãoSistemas reguladores da coagulaçãoHemostasia na gravidezEtiopatogeniaQuadro clínicoTestes diagnósticosTratamentoTratamento particularizadoBibliografia suplementar Há mais de um século, De Lee, em 1901, descrevia a “hemofilia temporária” em um caso fatal dedescolamento prematuro da placenta (DPP) e ovo morto.
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passage: 2. Zugaib M, Francisco RP . Descolamento prematuro de placenta. In: Zugaib M, Francisco RP , editores. Obstetrícia. 3a ed. São Paulo: Manole. 2017. p. 713–24.
3. Montenegro CA, Rezende Filho J. Descolamento prematuro da placenta. In: Montenegro CA, Rezende Filho J, editor. Rezende obstetrícia. 13a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. 4. Guidelines Committee of the Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Antepartum haemorrhage. Green Top Guidelines. Marylebone, London: RCOG; 2011. (Green–top Guideline No. 63).
5. Ananth CV, Kinzler WL. Placental abruption: clinical features and diagnosis . Uptodate 2017 [Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-pathophysiology-clinical-features-diagnosis-and-consequences 6. Oyelese Y, Ananth CV. Placental abruption: management. Uptodate; 2017. Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-management 7. Tikkanen M, Luukkaala T, Gissler M, Ritvanen A, Ylikorkala O, Paavonen J, et al. Decreasing perinatal mortality in placental abruption. Acta Obstet Gynecol Scand. 2013;92(3):298–305.
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passage: . Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo. O ginecologista pode indicar a troca do contraceptivo ou alterar a sua forma de uso para que o corrimento marrom melhore em alguns casos.
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passage: O que pode ser o corrimento marrom ao usar anticoncepcional? “O médico me passou uma pílula anticoncepcional mas, desde que comecei a tomar, tenho um corrimento marrom. O que pode ser este corrimento? O que devo fazer?” As mulheres que usam pílula anticoncepcional, especialmente quando estão iniciando o uso, podem apresentar um corrimento marrom chamado escape ou spotting, devido à variação nos níveis de hormônio no corpo. Este tipo de corrimento normalmente é pequeno, para espontaneamente e não é considerado um problema grave. Além disso, também não significa que o anticoncepcional parou de fazer efeito. Assim, o corrimento marrom durante o uso do anticoncepcional geralmente não é um sinal de gravidez, embora no início da gestação também possa haver um pequeno sangramento devido à implantação do embrião na parede do útero. O que fazer? A tendência é que o corpo se adapte ao medicamento e o sangramento de escape pare de forma espontânea nos primeiros meses após o início do uso do anticoncepcional, sua troca ou retomada. Além disso, é importante usar o contraceptivo corretamente e sempre no mesmo horário. Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo
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passage: Utrogestan segura o bebê? “Olá! Estou grávida e quero muito segurar o meu bebê. Já perdi 3 gestações. O médico me indicou usar Utrogestan. Ele evita o aborto?” O Utrogestan pode ajudar a manter a gravidez, sendo indicado quando existe histórico de abortos espontâneos recorrentes (3 ou mais perdas sucessivas) ou após ameaças de aborto. Também é indicado durante alguns tratamentos para engravidar. Entenda melhor para que serve o utrogestan e como usar. O ideal é que consulte um ginecologista para fazer uma avaliação mais detalhada e iniciar o tratamento mais adequado, de forma a garantir que a gravidez acontece e se desenrola da melhor forma possível. O Utrogestan parece ajudar a "segurar" o bebê: Nos casos de insuficiência lútea (ou seja, progesterona abaixo do normal a partir da segunda fase do ciclo): é a principal indicação; Quando a causa do aborto não é identificável; Quando a causa dos abortos anteriores são processos inflamatórios ou imunológicos. O início e a duração do tratamento com Utrogestan são variáveis, por isso deve sempre conversar com um ginecologista.
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passage: Towers CV, Pircon RA, Heppard M. Is tocolysis safe in the management of third-trimester bleeding? Am J ObstetGynecol 1999; 180: 1572.
Townsend RR, Laing FC, Jeffrey RB. Placental abruption associated with cocaine abuse. AJR 1988; 150:1339.
World Health Organization (WHO): recommended definitions, terminology and format for statistical tables relatedto the perinatal period and use of a new certificate for cause of perinatal deaths. Modifications recommendedby FIGO as amended October 14, 1976. Acta Obstet Gynecol Scand 1977; 56: 247.
Woodmard PJ, Kennedy A, Sohaey R, Byrne JLB, Oh KY, Puchalski MD. Diagnostic imaging obstetrics. Manitoba:Amirsys, 2005.
Zugaib M, Ruocco RMSA, Carara W, Neme B. Descolamento prematuro da placenta, forma crônica. Análisecardiotocográfica. Rev Bras Gin Obst 1985; 7:36.
■■■■■■■■Fisiologia da coagulaçãoSistema de coagulaçãoSistemas reguladores da coagulaçãoHemostasia na gravidezEtiopatogeniaQuadro clínicoTestes diagnósticosTratamentoTratamento particularizadoBibliografia suplementar Há mais de um século, De Lee, em 1901, descrevia a “hemofilia temporária” em um caso fatal dedescolamento prematuro da placenta (DPP) e ovo morto.
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passage: . No entanto, algumas vezes o descolamento ovular pode não provocar sintomas, sendo identificado apenas no exame de ultrassom normalmente indicado durante o acompanhamento pré-natal. Conheça os problemas que podem ser detectados pelo ultrassom na gravidez. Descolamento ovular é grave? O descolamento ovular pode ser grave em alguns casos, aumentando o risco de complicações, como parto prematuro, aborto espontâneo e descolamento de placenta, especialmente quando o hematoma é grande ou surge no início da gravidez. Leia também: Hematoma subcoriônico: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/hematoma-subcorionico Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento ovular é feito pelo obstetra levando em consideração os sintomas, quando presentes, e o resultado de exames de imagem como o ultrassom, que pode mostrar a presença de um hematoma no útero. Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o médico mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: 2. Zugaib M, Francisco RP . Descolamento prematuro de placenta. In: Zugaib M, Francisco RP , editores. Obstetrícia. 3a ed. São Paulo: Manole. 2017. p. 713–24.
3. Montenegro CA, Rezende Filho J. Descolamento prematuro da placenta. In: Montenegro CA, Rezende Filho J, editor. Rezende obstetrícia. 13a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. 4. Guidelines Committee of the Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Antepartum haemorrhage. Green Top Guidelines. Marylebone, London: RCOG; 2011. (Green–top Guideline No. 63).
5. Ananth CV, Kinzler WL. Placental abruption: clinical features and diagnosis . Uptodate 2017 [Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-pathophysiology-clinical-features-diagnosis-and-consequences 6. Oyelese Y, Ananth CV. Placental abruption: management. Uptodate; 2017. Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-management 7. Tikkanen M, Luukkaala T, Gissler M, Ritvanen A, Ylikorkala O, Paavonen J, et al. Decreasing perinatal mortality in placental abruption. Acta Obstet Gynecol Scand. 2013;92(3):298–305.
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passage: . Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo. O ginecologista pode indicar a troca do contraceptivo ou alterar a sua forma de uso para que o corrimento marrom melhore em alguns casos.
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passage: O que pode ser o corrimento marrom ao usar anticoncepcional? “O médico me passou uma pílula anticoncepcional mas, desde que comecei a tomar, tenho um corrimento marrom. O que pode ser este corrimento? O que devo fazer?” As mulheres que usam pílula anticoncepcional, especialmente quando estão iniciando o uso, podem apresentar um corrimento marrom chamado escape ou spotting, devido à variação nos níveis de hormônio no corpo. Este tipo de corrimento normalmente é pequeno, para espontaneamente e não é considerado um problema grave. Além disso, também não significa que o anticoncepcional parou de fazer efeito. Assim, o corrimento marrom durante o uso do anticoncepcional geralmente não é um sinal de gravidez, embora no início da gestação também possa haver um pequeno sangramento devido à implantação do embrião na parede do útero. O que fazer? A tendência é que o corpo se adapte ao medicamento e o sangramento de escape pare de forma espontânea nos primeiros meses após o início do uso do anticoncepcional, sua troca ou retomada. Além disso, é importante usar o contraceptivo corretamente e sempre no mesmo horário. Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo
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passage: Utrogestan segura o bebê? “Olá! Estou grávida e quero muito segurar o meu bebê. Já perdi 3 gestações. O médico me indicou usar Utrogestan. Ele evita o aborto?” O Utrogestan pode ajudar a manter a gravidez, sendo indicado quando existe histórico de abortos espontâneos recorrentes (3 ou mais perdas sucessivas) ou após ameaças de aborto. Também é indicado durante alguns tratamentos para engravidar. Entenda melhor para que serve o utrogestan e como usar. O ideal é que consulte um ginecologista para fazer uma avaliação mais detalhada e iniciar o tratamento mais adequado, de forma a garantir que a gravidez acontece e se desenrola da melhor forma possível. O Utrogestan parece ajudar a "segurar" o bebê: Nos casos de insuficiência lútea (ou seja, progesterona abaixo do normal a partir da segunda fase do ciclo): é a principal indicação; Quando a causa do aborto não é identificável; Quando a causa dos abortos anteriores são processos inflamatórios ou imunológicos. O início e a duração do tratamento com Utrogestan são variáveis, por isso deve sempre conversar com um ginecologista.
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passage: Towers CV, Pircon RA, Heppard M. Is tocolysis safe in the management of third-trimester bleeding? Am J ObstetGynecol 1999; 180: 1572.
Townsend RR, Laing FC, Jeffrey RB. Placental abruption associated with cocaine abuse. AJR 1988; 150:1339.
World Health Organization (WHO): recommended definitions, terminology and format for statistical tables relatedto the perinatal period and use of a new certificate for cause of perinatal deaths. Modifications recommendedby FIGO as amended October 14, 1976. Acta Obstet Gynecol Scand 1977; 56: 247.
Woodmard PJ, Kennedy A, Sohaey R, Byrne JLB, Oh KY, Puchalski MD. Diagnostic imaging obstetrics. Manitoba:Amirsys, 2005.
Zugaib M, Ruocco RMSA, Carara W, Neme B. Descolamento prematuro da placenta, forma crônica. Análisecardiotocográfica. Rev Bras Gin Obst 1985; 7:36.
■■■■■■■■Fisiologia da coagulaçãoSistema de coagulaçãoSistemas reguladores da coagulaçãoHemostasia na gravidezEtiopatogeniaQuadro clínicoTestes diagnósticosTratamentoTratamento particularizadoBibliografia suplementar Há mais de um século, De Lee, em 1901, descrevia a “hemofilia temporária” em um caso fatal dedescolamento prematuro da placenta (DPP) e ovo morto.
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passage: . No entanto, algumas vezes o descolamento ovular pode não provocar sintomas, sendo identificado apenas no exame de ultrassom normalmente indicado durante o acompanhamento pré-natal. Conheça os problemas que podem ser detectados pelo ultrassom na gravidez. Descolamento ovular é grave? O descolamento ovular pode ser grave em alguns casos, aumentando o risco de complicações, como parto prematuro, aborto espontâneo e descolamento de placenta, especialmente quando o hematoma é grande ou surge no início da gravidez. Leia também: Hematoma subcoriônico: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/hematoma-subcorionico Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento ovular é feito pelo obstetra levando em consideração os sintomas, quando presentes, e o resultado de exames de imagem como o ultrassom, que pode mostrar a presença de um hematoma no útero. Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o médico mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: . O que fazer: de forma geral, não é necessário tratamento, no entanto se o corrimento marrom permanecer ou aumentar o longo do tempo, é importante que o médico seja consultado para que seja feita uma avaliação e, assim, seja indicado o tratamento mais adequado, caso seja necessário. 7. Descolamento da placenta O descolamento prematuro da placenta acontece quando a placenta se separa da parede do útero em gestantes com mais de 20 semanas, provocando sintomas como dor abdominal forte, corrimento vaginal marrom ou sangramento vaginal, além de dor na região lombar, por exemplo. O que fazer: em caso de suspeita de descolamento da planta, é recomendado que a mulher vá à urgência o mais rápido possível para que o obstetra inicie os procedimentos de diagnóstico e tratamento. Pode ser necessário que a gestante permaneça internada e/ ou fique em repouso.
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passage: 2. Zugaib M, Francisco RP . Descolamento prematuro de placenta. In: Zugaib M, Francisco RP , editores. Obstetrícia. 3a ed. São Paulo: Manole. 2017. p. 713–24.
3. Montenegro CA, Rezende Filho J. Descolamento prematuro da placenta. In: Montenegro CA, Rezende Filho J, editor. Rezende obstetrícia. 13a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. 4. Guidelines Committee of the Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Antepartum haemorrhage. Green Top Guidelines. Marylebone, London: RCOG; 2011. (Green–top Guideline No. 63).
5. Ananth CV, Kinzler WL. Placental abruption: clinical features and diagnosis . Uptodate 2017 [Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-pathophysiology-clinical-features-diagnosis-and-consequences 6. Oyelese Y, Ananth CV. Placental abruption: management. Uptodate; 2017. Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-management 7. Tikkanen M, Luukkaala T, Gissler M, Ritvanen A, Ylikorkala O, Paavonen J, et al. Decreasing perinatal mortality in placental abruption. Acta Obstet Gynecol Scand. 2013;92(3):298–305.
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passage: . Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo. O ginecologista pode indicar a troca do contraceptivo ou alterar a sua forma de uso para que o corrimento marrom melhore em alguns casos.
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passage: O que pode ser o corrimento marrom ao usar anticoncepcional? “O médico me passou uma pílula anticoncepcional mas, desde que comecei a tomar, tenho um corrimento marrom. O que pode ser este corrimento? O que devo fazer?” As mulheres que usam pílula anticoncepcional, especialmente quando estão iniciando o uso, podem apresentar um corrimento marrom chamado escape ou spotting, devido à variação nos níveis de hormônio no corpo. Este tipo de corrimento normalmente é pequeno, para espontaneamente e não é considerado um problema grave. Além disso, também não significa que o anticoncepcional parou de fazer efeito. Assim, o corrimento marrom durante o uso do anticoncepcional geralmente não é um sinal de gravidez, embora no início da gestação também possa haver um pequeno sangramento devido à implantação do embrião na parede do útero. O que fazer? A tendência é que o corpo se adapte ao medicamento e o sangramento de escape pare de forma espontânea nos primeiros meses após o início do uso do anticoncepcional, sua troca ou retomada. Além disso, é importante usar o contraceptivo corretamente e sempre no mesmo horário. Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo
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passage: Utrogestan segura o bebê? “Olá! Estou grávida e quero muito segurar o meu bebê. Já perdi 3 gestações. O médico me indicou usar Utrogestan. Ele evita o aborto?” O Utrogestan pode ajudar a manter a gravidez, sendo indicado quando existe histórico de abortos espontâneos recorrentes (3 ou mais perdas sucessivas) ou após ameaças de aborto. Também é indicado durante alguns tratamentos para engravidar. Entenda melhor para que serve o utrogestan e como usar. O ideal é que consulte um ginecologista para fazer uma avaliação mais detalhada e iniciar o tratamento mais adequado, de forma a garantir que a gravidez acontece e se desenrola da melhor forma possível. O Utrogestan parece ajudar a "segurar" o bebê: Nos casos de insuficiência lútea (ou seja, progesterona abaixo do normal a partir da segunda fase do ciclo): é a principal indicação; Quando a causa do aborto não é identificável; Quando a causa dos abortos anteriores são processos inflamatórios ou imunológicos. O início e a duração do tratamento com Utrogestan são variáveis, por isso deve sempre conversar com um ginecologista.
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passage: Towers CV, Pircon RA, Heppard M. Is tocolysis safe in the management of third-trimester bleeding? Am J ObstetGynecol 1999; 180: 1572.
Townsend RR, Laing FC, Jeffrey RB. Placental abruption associated with cocaine abuse. AJR 1988; 150:1339.
World Health Organization (WHO): recommended definitions, terminology and format for statistical tables relatedto the perinatal period and use of a new certificate for cause of perinatal deaths. Modifications recommendedby FIGO as amended October 14, 1976. Acta Obstet Gynecol Scand 1977; 56: 247.
Woodmard PJ, Kennedy A, Sohaey R, Byrne JLB, Oh KY, Puchalski MD. Diagnostic imaging obstetrics. Manitoba:Amirsys, 2005.
Zugaib M, Ruocco RMSA, Carara W, Neme B. Descolamento prematuro da placenta, forma crônica. Análisecardiotocográfica. Rev Bras Gin Obst 1985; 7:36.
■■■■■■■■Fisiologia da coagulaçãoSistema de coagulaçãoSistemas reguladores da coagulaçãoHemostasia na gravidezEtiopatogeniaQuadro clínicoTestes diagnósticosTratamentoTratamento particularizadoBibliografia suplementar Há mais de um século, De Lee, em 1901, descrevia a “hemofilia temporária” em um caso fatal dedescolamento prematuro da placenta (DPP) e ovo morto.
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passage: . No entanto, algumas vezes o descolamento ovular pode não provocar sintomas, sendo identificado apenas no exame de ultrassom normalmente indicado durante o acompanhamento pré-natal. Conheça os problemas que podem ser detectados pelo ultrassom na gravidez. Descolamento ovular é grave? O descolamento ovular pode ser grave em alguns casos, aumentando o risco de complicações, como parto prematuro, aborto espontâneo e descolamento de placenta, especialmente quando o hematoma é grande ou surge no início da gravidez. Leia também: Hematoma subcoriônico: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/hematoma-subcorionico Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento ovular é feito pelo obstetra levando em consideração os sintomas, quando presentes, e o resultado de exames de imagem como o ultrassom, que pode mostrar a presença de um hematoma no útero. Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o médico mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: . O que fazer: de forma geral, não é necessário tratamento, no entanto se o corrimento marrom permanecer ou aumentar o longo do tempo, é importante que o médico seja consultado para que seja feita uma avaliação e, assim, seja indicado o tratamento mais adequado, caso seja necessário. 7. Descolamento da placenta O descolamento prematuro da placenta acontece quando a placenta se separa da parede do útero em gestantes com mais de 20 semanas, provocando sintomas como dor abdominal forte, corrimento vaginal marrom ou sangramento vaginal, além de dor na região lombar, por exemplo. O que fazer: em caso de suspeita de descolamento da planta, é recomendado que a mulher vá à urgência o mais rápido possível para que o obstetra inicie os procedimentos de diagnóstico e tratamento. Pode ser necessário que a gestante permaneça internada e/ ou fique em repouso.
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passage: . 4. Descolamento ovular O descolamento ovular é uma condição que ocorre devido a um acúmulo de sangue entre a placenta e o útero causado pelo descolamento do saco gestacional da parede do útero, e que pode levar ao surgimento de cólica, sangramento ou dor abdominal. O descolamento ovular, cientificamente chamado de hematoma subcoriônico ou retrocoriônico, é uma situação que pode acontecer durante o primeiro trimestre de gravidez e, que nos casos mais leves, pode desaparecer sozinho até o fim do segundo trimestre de gestação, pois é absorvido pelo organismo da mulher. Leia também: Hematoma subcoriônico: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/hematoma-subcorionico No entanto, quando o hematoma é grande, existe um risco maior de parto prematuro, aborto espontâneo ou descolamento da placenta. Como aliviar: é importante procurar o hospital mais próximo imediatamente para que seja realizado o ultrassom e avaliada a necessidade de iniciar o tratamento mais adequado, que pode ser feito com repouso parcial ou absoluto, evitar o contato íntimo, e em alguns casos, tratamento hormonal com progesterona, indicado pelo médico. Além disso, também é importante beber pelo menos 2 litros de água por dia. Veja mais detalhes do tratamento do descolamento ovular. 5
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passage: 2. Zugaib M, Francisco RP . Descolamento prematuro de placenta. In: Zugaib M, Francisco RP , editores. Obstetrícia. 3a ed. São Paulo: Manole. 2017. p. 713–24.
3. Montenegro CA, Rezende Filho J. Descolamento prematuro da placenta. In: Montenegro CA, Rezende Filho J, editor. Rezende obstetrícia. 13a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. 4. Guidelines Committee of the Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Antepartum haemorrhage. Green Top Guidelines. Marylebone, London: RCOG; 2011. (Green–top Guideline No. 63).
5. Ananth CV, Kinzler WL. Placental abruption: clinical features and diagnosis . Uptodate 2017 [Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-pathophysiology-clinical-features-diagnosis-and-consequences 6. Oyelese Y, Ananth CV. Placental abruption: management. Uptodate; 2017. Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-management 7. Tikkanen M, Luukkaala T, Gissler M, Ritvanen A, Ylikorkala O, Paavonen J, et al. Decreasing perinatal mortality in placental abruption. Acta Obstet Gynecol Scand. 2013;92(3):298–305.
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passage: . Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo. O ginecologista pode indicar a troca do contraceptivo ou alterar a sua forma de uso para que o corrimento marrom melhore em alguns casos.
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passage: O que pode ser o corrimento marrom ao usar anticoncepcional? “O médico me passou uma pílula anticoncepcional mas, desde que comecei a tomar, tenho um corrimento marrom. O que pode ser este corrimento? O que devo fazer?” As mulheres que usam pílula anticoncepcional, especialmente quando estão iniciando o uso, podem apresentar um corrimento marrom chamado escape ou spotting, devido à variação nos níveis de hormônio no corpo. Este tipo de corrimento normalmente é pequeno, para espontaneamente e não é considerado um problema grave. Além disso, também não significa que o anticoncepcional parou de fazer efeito. Assim, o corrimento marrom durante o uso do anticoncepcional geralmente não é um sinal de gravidez, embora no início da gestação também possa haver um pequeno sangramento devido à implantação do embrião na parede do útero. O que fazer? A tendência é que o corpo se adapte ao medicamento e o sangramento de escape pare de forma espontânea nos primeiros meses após o início do uso do anticoncepcional, sua troca ou retomada. Além disso, é importante usar o contraceptivo corretamente e sempre no mesmo horário. Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo
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passage: Utrogestan segura o bebê? “Olá! Estou grávida e quero muito segurar o meu bebê. Já perdi 3 gestações. O médico me indicou usar Utrogestan. Ele evita o aborto?” O Utrogestan pode ajudar a manter a gravidez, sendo indicado quando existe histórico de abortos espontâneos recorrentes (3 ou mais perdas sucessivas) ou após ameaças de aborto. Também é indicado durante alguns tratamentos para engravidar. Entenda melhor para que serve o utrogestan e como usar. O ideal é que consulte um ginecologista para fazer uma avaliação mais detalhada e iniciar o tratamento mais adequado, de forma a garantir que a gravidez acontece e se desenrola da melhor forma possível. O Utrogestan parece ajudar a "segurar" o bebê: Nos casos de insuficiência lútea (ou seja, progesterona abaixo do normal a partir da segunda fase do ciclo): é a principal indicação; Quando a causa do aborto não é identificável; Quando a causa dos abortos anteriores são processos inflamatórios ou imunológicos. O início e a duração do tratamento com Utrogestan são variáveis, por isso deve sempre conversar com um ginecologista.
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passage: Towers CV, Pircon RA, Heppard M. Is tocolysis safe in the management of third-trimester bleeding? Am J ObstetGynecol 1999; 180: 1572.
Townsend RR, Laing FC, Jeffrey RB. Placental abruption associated with cocaine abuse. AJR 1988; 150:1339.
World Health Organization (WHO): recommended definitions, terminology and format for statistical tables relatedto the perinatal period and use of a new certificate for cause of perinatal deaths. Modifications recommendedby FIGO as amended October 14, 1976. Acta Obstet Gynecol Scand 1977; 56: 247.
Woodmard PJ, Kennedy A, Sohaey R, Byrne JLB, Oh KY, Puchalski MD. Diagnostic imaging obstetrics. Manitoba:Amirsys, 2005.
Zugaib M, Ruocco RMSA, Carara W, Neme B. Descolamento prematuro da placenta, forma crônica. Análisecardiotocográfica. Rev Bras Gin Obst 1985; 7:36.
■■■■■■■■Fisiologia da coagulaçãoSistema de coagulaçãoSistemas reguladores da coagulaçãoHemostasia na gravidezEtiopatogeniaQuadro clínicoTestes diagnósticosTratamentoTratamento particularizadoBibliografia suplementar Há mais de um século, De Lee, em 1901, descrevia a “hemofilia temporária” em um caso fatal dedescolamento prematuro da placenta (DPP) e ovo morto.
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passage: . No entanto, algumas vezes o descolamento ovular pode não provocar sintomas, sendo identificado apenas no exame de ultrassom normalmente indicado durante o acompanhamento pré-natal. Conheça os problemas que podem ser detectados pelo ultrassom na gravidez. Descolamento ovular é grave? O descolamento ovular pode ser grave em alguns casos, aumentando o risco de complicações, como parto prematuro, aborto espontâneo e descolamento de placenta, especialmente quando o hematoma é grande ou surge no início da gravidez. Leia também: Hematoma subcoriônico: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/hematoma-subcorionico Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento ovular é feito pelo obstetra levando em consideração os sintomas, quando presentes, e o resultado de exames de imagem como o ultrassom, que pode mostrar a presença de um hematoma no útero. Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o médico mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: . O que fazer: de forma geral, não é necessário tratamento, no entanto se o corrimento marrom permanecer ou aumentar o longo do tempo, é importante que o médico seja consultado para que seja feita uma avaliação e, assim, seja indicado o tratamento mais adequado, caso seja necessário. 7. Descolamento da placenta O descolamento prematuro da placenta acontece quando a placenta se separa da parede do útero em gestantes com mais de 20 semanas, provocando sintomas como dor abdominal forte, corrimento vaginal marrom ou sangramento vaginal, além de dor na região lombar, por exemplo. O que fazer: em caso de suspeita de descolamento da planta, é recomendado que a mulher vá à urgência o mais rápido possível para que o obstetra inicie os procedimentos de diagnóstico e tratamento. Pode ser necessário que a gestante permaneça internada e/ ou fique em repouso.
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passage: . 4. Descolamento ovular O descolamento ovular é uma condição que ocorre devido a um acúmulo de sangue entre a placenta e o útero causado pelo descolamento do saco gestacional da parede do útero, e que pode levar ao surgimento de cólica, sangramento ou dor abdominal. O descolamento ovular, cientificamente chamado de hematoma subcoriônico ou retrocoriônico, é uma situação que pode acontecer durante o primeiro trimestre de gravidez e, que nos casos mais leves, pode desaparecer sozinho até o fim do segundo trimestre de gestação, pois é absorvido pelo organismo da mulher. Leia também: Hematoma subcoriônico: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/hematoma-subcorionico No entanto, quando o hematoma é grande, existe um risco maior de parto prematuro, aborto espontâneo ou descolamento da placenta. Como aliviar: é importante procurar o hospital mais próximo imediatamente para que seja realizado o ultrassom e avaliada a necessidade de iniciar o tratamento mais adequado, que pode ser feito com repouso parcial ou absoluto, evitar o contato íntimo, e em alguns casos, tratamento hormonal com progesterona, indicado pelo médico. Além disso, também é importante beber pelo menos 2 litros de água por dia. Veja mais detalhes do tratamento do descolamento ovular. 5
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passage: . Veja como é feito o tratamento das ISTs. 4. Descolamento do saco gestacional O descolamento do saco gestacional, também chamado de descolamento ovular ou hematoma subcoriônico, pode causar corrimento rosado, sangramento, cólica ou dor abdominal. O descolamento do saco gestacional pode acontecer durante o primeiro trimestre de gravidez devido a um acúmulo de sangue ou hematoma abaixo do córion, que é uma membrana que é uma membrana em torno do embrião. Nos casos mais leves, esse hematoma pode desaparecer sozinho até o fim do segundo trimestre de gestação. No entanto, quando o hematoma é grande, existe um risco maior de aborto espontâneo ou descolamento da placenta. O que fazer: deve-se ir ao hospital mais próximo imediatamente para que seja realizado o ultrassom e avaliada a necessidade de iniciar o tratamento mais adequado, que pode ser feito com repouso parcial ou absoluto, evitar o contato íntimo, e em alguns casos, tratamento hormonal com progesterona, indicado pelo obstetra. Veja mais detalhes do tratamento do descolamento do saco gestacional. Leia também: Hematoma subcoriônico: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/hematoma-subcorionico 5
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passage: 2. Zugaib M, Francisco RP . Descolamento prematuro de placenta. In: Zugaib M, Francisco RP , editores. Obstetrícia. 3a ed. São Paulo: Manole. 2017. p. 713–24.
3. Montenegro CA, Rezende Filho J. Descolamento prematuro da placenta. In: Montenegro CA, Rezende Filho J, editor. Rezende obstetrícia. 13a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2017. 4. Guidelines Committee of the Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). Antepartum haemorrhage. Green Top Guidelines. Marylebone, London: RCOG; 2011. (Green–top Guideline No. 63).
5. Ananth CV, Kinzler WL. Placental abruption: clinical features and diagnosis . Uptodate 2017 [Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-pathophysiology-clinical-features-diagnosis-and-consequences 6. Oyelese Y, Ananth CV. Placental abruption: management. Uptodate; 2017. Internet]. [cited 2018 Sep 1]. Available from: https://www.uptodate.com/contents/placental-abruption-management 7. Tikkanen M, Luukkaala T, Gissler M, Ritvanen A, Ylikorkala O, Paavonen J, et al. Decreasing perinatal mortality in placental abruption. Acta Obstet Gynecol Scand. 2013;92(3):298–305.
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passage: . Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo. O ginecologista pode indicar a troca do contraceptivo ou alterar a sua forma de uso para que o corrimento marrom melhore em alguns casos.
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passage: O que pode ser o corrimento marrom ao usar anticoncepcional? “O médico me passou uma pílula anticoncepcional mas, desde que comecei a tomar, tenho um corrimento marrom. O que pode ser este corrimento? O que devo fazer?” As mulheres que usam pílula anticoncepcional, especialmente quando estão iniciando o uso, podem apresentar um corrimento marrom chamado escape ou spotting, devido à variação nos níveis de hormônio no corpo. Este tipo de corrimento normalmente é pequeno, para espontaneamente e não é considerado um problema grave. Além disso, também não significa que o anticoncepcional parou de fazer efeito. Assim, o corrimento marrom durante o uso do anticoncepcional geralmente não é um sinal de gravidez, embora no início da gestação também possa haver um pequeno sangramento devido à implantação do embrião na parede do útero. O que fazer? A tendência é que o corpo se adapte ao medicamento e o sangramento de escape pare de forma espontânea nos primeiros meses após o início do uso do anticoncepcional, sua troca ou retomada. Além disso, é importante usar o contraceptivo corretamente e sempre no mesmo horário. Se você está apresentando um corrimento marrom é recomendado continuar usando o seu anticoncepcional de acordo com as orientações do médico e consultar um ginecologista para verificar se a causa é mesmo o contraceptivo
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passage: Utrogestan segura o bebê? “Olá! Estou grávida e quero muito segurar o meu bebê. Já perdi 3 gestações. O médico me indicou usar Utrogestan. Ele evita o aborto?” O Utrogestan pode ajudar a manter a gravidez, sendo indicado quando existe histórico de abortos espontâneos recorrentes (3 ou mais perdas sucessivas) ou após ameaças de aborto. Também é indicado durante alguns tratamentos para engravidar. Entenda melhor para que serve o utrogestan e como usar. O ideal é que consulte um ginecologista para fazer uma avaliação mais detalhada e iniciar o tratamento mais adequado, de forma a garantir que a gravidez acontece e se desenrola da melhor forma possível. O Utrogestan parece ajudar a "segurar" o bebê: Nos casos de insuficiência lútea (ou seja, progesterona abaixo do normal a partir da segunda fase do ciclo): é a principal indicação; Quando a causa do aborto não é identificável; Quando a causa dos abortos anteriores são processos inflamatórios ou imunológicos. O início e a duração do tratamento com Utrogestan são variáveis, por isso deve sempre conversar com um ginecologista.
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passage: Towers CV, Pircon RA, Heppard M. Is tocolysis safe in the management of third-trimester bleeding? Am J ObstetGynecol 1999; 180: 1572.
Townsend RR, Laing FC, Jeffrey RB. Placental abruption associated with cocaine abuse. AJR 1988; 150:1339.
World Health Organization (WHO): recommended definitions, terminology and format for statistical tables relatedto the perinatal period and use of a new certificate for cause of perinatal deaths. Modifications recommendedby FIGO as amended October 14, 1976. Acta Obstet Gynecol Scand 1977; 56: 247.
Woodmard PJ, Kennedy A, Sohaey R, Byrne JLB, Oh KY, Puchalski MD. Diagnostic imaging obstetrics. Manitoba:Amirsys, 2005.
Zugaib M, Ruocco RMSA, Carara W, Neme B. Descolamento prematuro da placenta, forma crônica. Análisecardiotocográfica. Rev Bras Gin Obst 1985; 7:36.
■■■■■■■■Fisiologia da coagulaçãoSistema de coagulaçãoSistemas reguladores da coagulaçãoHemostasia na gravidezEtiopatogeniaQuadro clínicoTestes diagnósticosTratamentoTratamento particularizadoBibliografia suplementar Há mais de um século, De Lee, em 1901, descrevia a “hemofilia temporária” em um caso fatal dedescolamento prematuro da placenta (DPP) e ovo morto.
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passage: . No entanto, algumas vezes o descolamento ovular pode não provocar sintomas, sendo identificado apenas no exame de ultrassom normalmente indicado durante o acompanhamento pré-natal. Conheça os problemas que podem ser detectados pelo ultrassom na gravidez. Descolamento ovular é grave? O descolamento ovular pode ser grave em alguns casos, aumentando o risco de complicações, como parto prematuro, aborto espontâneo e descolamento de placenta, especialmente quando o hematoma é grande ou surge no início da gravidez. Leia também: Hematoma subcoriônico: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/hematoma-subcorionico Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico de descolamento ovular é feito pelo obstetra levando em consideração os sintomas, quando presentes, e o resultado de exames de imagem como o ultrassom, que pode mostrar a presença de um hematoma no útero. Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o médico mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará
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passage: . O que fazer: de forma geral, não é necessário tratamento, no entanto se o corrimento marrom permanecer ou aumentar o longo do tempo, é importante que o médico seja consultado para que seja feita uma avaliação e, assim, seja indicado o tratamento mais adequado, caso seja necessário. 7. Descolamento da placenta O descolamento prematuro da placenta acontece quando a placenta se separa da parede do útero em gestantes com mais de 20 semanas, provocando sintomas como dor abdominal forte, corrimento vaginal marrom ou sangramento vaginal, além de dor na região lombar, por exemplo. O que fazer: em caso de suspeita de descolamento da planta, é recomendado que a mulher vá à urgência o mais rápido possível para que o obstetra inicie os procedimentos de diagnóstico e tratamento. Pode ser necessário que a gestante permaneça internada e/ ou fique em repouso.
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passage: . 4. Descolamento ovular O descolamento ovular é uma condição que ocorre devido a um acúmulo de sangue entre a placenta e o útero causado pelo descolamento do saco gestacional da parede do útero, e que pode levar ao surgimento de cólica, sangramento ou dor abdominal. O descolamento ovular, cientificamente chamado de hematoma subcoriônico ou retrocoriônico, é uma situação que pode acontecer durante o primeiro trimestre de gravidez e, que nos casos mais leves, pode desaparecer sozinho até o fim do segundo trimestre de gestação, pois é absorvido pelo organismo da mulher. Leia também: Hematoma subcoriônico: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/hematoma-subcorionico No entanto, quando o hematoma é grande, existe um risco maior de parto prematuro, aborto espontâneo ou descolamento da placenta. Como aliviar: é importante procurar o hospital mais próximo imediatamente para que seja realizado o ultrassom e avaliada a necessidade de iniciar o tratamento mais adequado, que pode ser feito com repouso parcial ou absoluto, evitar o contato íntimo, e em alguns casos, tratamento hormonal com progesterona, indicado pelo médico. Além disso, também é importante beber pelo menos 2 litros de água por dia. Veja mais detalhes do tratamento do descolamento ovular. 5
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passage: . Veja como é feito o tratamento das ISTs. 4. Descolamento do saco gestacional O descolamento do saco gestacional, também chamado de descolamento ovular ou hematoma subcoriônico, pode causar corrimento rosado, sangramento, cólica ou dor abdominal. O descolamento do saco gestacional pode acontecer durante o primeiro trimestre de gravidez devido a um acúmulo de sangue ou hematoma abaixo do córion, que é uma membrana que é uma membrana em torno do embrião. Nos casos mais leves, esse hematoma pode desaparecer sozinho até o fim do segundo trimestre de gestação. No entanto, quando o hematoma é grande, existe um risco maior de aborto espontâneo ou descolamento da placenta. O que fazer: deve-se ir ao hospital mais próximo imediatamente para que seja realizado o ultrassom e avaliada a necessidade de iniciar o tratamento mais adequado, que pode ser feito com repouso parcial ou absoluto, evitar o contato íntimo, e em alguns casos, tratamento hormonal com progesterona, indicado pelo obstetra. Veja mais detalhes do tratamento do descolamento do saco gestacional. Leia também: Hematoma subcoriônico: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/hematoma-subcorionico 5
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passage: Só em casos excepcionais é indicado o abortamento terapêutico.
O futuro reprodutivo dessas pacientes deve ser abordado por ocasião da revisão puerperal. Sabe-se que aAssim, poder-se-ão encontrar coreias recorrentes em novas gestações. Os riscos de gestação comcoreia recorrente parecem estar aumentados, à conta do maior comprometimento cardíaco. Ghanem relatoucaso de uma paciente que apresentou 4 episódios de coreia na gravidez, cujo único comemorativo desfavorávelfoi o desenvolvimento de quadro psicótico agudo na recorrência, o que também foi recentemente relatado porBrockington. Caviness e Muenter descreveram interessante caso de paciente que apresentou coreia na gravidezquando jovem e recorrência aos 61 anos de idade, após uso de creme vaginal contendo estrogênio conjugadotópico. É situação que ilustra a mediação do estrogênio na gênese da coreia. Naquelas que desejaremcontracepção efetiva, deve-se evitar uso de anovulatórios hormonais pelo risco aumentado de coreia recidivante,o mesmo raciocínio valendo para a terapia hormonal no climatério.
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Olá! Entendo sua preocupação e é importante esclarecer alguns pontos para te tranquilizar e orientar sobre o uso do Utrogestan e o corrimento que você está apresentando.
Primeiramente, fico feliz em saber que a ultrassonografia mostrou que a placenta está colada novamente. Isso é um sinal positivo e indica que o descolamento, felizmente, está resolvido.
Quanto ao Utrogestan, ele foi prescrito provavelmente para dar suporte à sua gravidez, especialmente considerando o histórico de descolamento da placenta e, possivelmente, para ajudar a conter o sangramento. Ele age fornecendo progesterona, um hormônio importante para a manutenção da gestação, principalmente no primeiro trimestre. Ele é muito usado em casos de ameaça de aborto, histórico de abortos de repetição e em tratamentos de reprodução assistida.
O corrimento escuro, tipo borra de café, geralmente indica sangramento antigo, que está sendo eliminado aos poucos. Já o corrimento amarelado pode ter diversas causas, desde resquícios do sangramento anterior, até uma leve irritação ou infecção vaginal. É importante observar se há outros sintomas associados, como coceira, ardência ou odor forte.
Em relação a parar ou não o Utrogestan, a recomendação é seguir estritamente a orientação do seu médico. Ele é a pessoa mais indicada para avaliar o seu caso individualmente e determinar o momento certo de suspender a medicação. Interromper o uso do Utrogestan por conta própria, mesmo com o corrimento mais claro, pode não ser o ideal.
Portanto, o que eu sugiro que você faça é entrar em contato com seu médico o mais breve possível. Descreva detalhadamente a mudança na cor do corrimento, mencione que ele está amarelado e relate qualquer outro sintoma que esteja sentindo. Ele poderá te orientar com precisão sobre a necessidade de continuar ou suspender o Utrogestan e, se necessário, solicitar exames complementares para investigar a causa do corrimento amarelado.
Lembre-se que a comunicação aberta e honesta com seu médico é fundamental para garantir uma gestação saudável e tranquila. Estou à disposição para esclarecer outras dúvidas que possam surgir!
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Eu tive um cisto no ovário e, há aproximadamente uma semana e meia, já estou sentindo cólicas, embora não sejam muito fortes. Meu ciclo menstrual atrasou e já estou prestes a entrar em outro. Tive sinais de ovulação e, há duas semanas, venho sentindo cólicas leves. Posso ter pulado um ciclo menstrual?
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Olá, o cisto no ovário não é a causa da irregularidade menstrual, mas pode ser a responsável pela dor pélvica. A maior parte dos cistos ovarianos é decorrente do próprio funcionamento do ovário, ou seja, são funcionais. Esses cistos não necessitam de qualquer tratamento cirúrgico ou medicamentoso e desaparecem espontaneamente. Se o ultrassom for repetido em meses e você teve relações sexuais desprotegidas, existe o risco de gravidez. Faça um teste de gravidez. Se não estiver grávida, o atraso menstrual pode ser um sinal de ciclos menstruais anovulatórios, ou seja, você não ovulou. A causa da sua irregularidade menstrual precisa ser investigada, podendo ser a síndrome do ovário policístico, alterações da tireoide, alterações da adrenal, hiperprolactinemia, entre outras. Converse com o seu médico, esclareça suas dúvidas e discuta seu tratamento e diagnóstico.
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . 3. A menstruação descer 2 vezes no mesmo mês pode ser sinal de gravidez? No início da gravidez, é comum que seja identificado um pequeno sangramento de cor rosa ou marrom que pode ser confundido com menstruação, no entanto é consequência da fecundação do óvulo. No entanto, apresentar o sangramento vaginal mais de uma vez por mês não indica necessariamente uma gravidez, já que algumas situações hormonais, doenças renais ou hepáticas, endometriose ou cistos de ovário, por exemplo, podem causar um ciclo menstrual com menos de 21 dias, resultando em mais de um sangramento menstrual por mês. Por isso, é importante que o ginecologista seja consultado. 4. O que pode ser a menstruação atrasada? A menstruação atrasada em mulheres com vida sexual ativa, normalmente, é logo associada a gravidez, mas isso nem sempre é verdade. Fatores como cistos nos ovários, doenças no útero, anemias, alterações psicológicas, como depressão e ansiedade, alterações na rotina, maus hábitos alimentares, dietas desequilibradas ou até mesmo o próprio estresse de estar pensando que pode ser uma gravidez, podem ser responsáveis pelo atraso na menstruação. Caso isso aconteça regularmente, durante muitos meses, deve-se procurar um ginecologista para avaliar melhor a possível causa do atraso
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . 3. A menstruação descer 2 vezes no mesmo mês pode ser sinal de gravidez? No início da gravidez, é comum que seja identificado um pequeno sangramento de cor rosa ou marrom que pode ser confundido com menstruação, no entanto é consequência da fecundação do óvulo. No entanto, apresentar o sangramento vaginal mais de uma vez por mês não indica necessariamente uma gravidez, já que algumas situações hormonais, doenças renais ou hepáticas, endometriose ou cistos de ovário, por exemplo, podem causar um ciclo menstrual com menos de 21 dias, resultando em mais de um sangramento menstrual por mês. Por isso, é importante que o ginecologista seja consultado. 4. O que pode ser a menstruação atrasada? A menstruação atrasada em mulheres com vida sexual ativa, normalmente, é logo associada a gravidez, mas isso nem sempre é verdade. Fatores como cistos nos ovários, doenças no útero, anemias, alterações psicológicas, como depressão e ansiedade, alterações na rotina, maus hábitos alimentares, dietas desequilibradas ou até mesmo o próprio estresse de estar pensando que pode ser uma gravidez, podem ser responsáveis pelo atraso na menstruação. Caso isso aconteça regularmente, durante muitos meses, deve-se procurar um ginecologista para avaliar melhor a possível causa do atraso
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . 3. A menstruação descer 2 vezes no mesmo mês pode ser sinal de gravidez? No início da gravidez, é comum que seja identificado um pequeno sangramento de cor rosa ou marrom que pode ser confundido com menstruação, no entanto é consequência da fecundação do óvulo. No entanto, apresentar o sangramento vaginal mais de uma vez por mês não indica necessariamente uma gravidez, já que algumas situações hormonais, doenças renais ou hepáticas, endometriose ou cistos de ovário, por exemplo, podem causar um ciclo menstrual com menos de 21 dias, resultando em mais de um sangramento menstrual por mês. Por isso, é importante que o ginecologista seja consultado. 4. O que pode ser a menstruação atrasada? A menstruação atrasada em mulheres com vida sexual ativa, normalmente, é logo associada a gravidez, mas isso nem sempre é verdade. Fatores como cistos nos ovários, doenças no útero, anemias, alterações psicológicas, como depressão e ansiedade, alterações na rotina, maus hábitos alimentares, dietas desequilibradas ou até mesmo o próprio estresse de estar pensando que pode ser uma gravidez, podem ser responsáveis pelo atraso na menstruação. Caso isso aconteça regularmente, durante muitos meses, deve-se procurar um ginecologista para avaliar melhor a possível causa do atraso
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . 3. A menstruação descer 2 vezes no mesmo mês pode ser sinal de gravidez? No início da gravidez, é comum que seja identificado um pequeno sangramento de cor rosa ou marrom que pode ser confundido com menstruação, no entanto é consequência da fecundação do óvulo. No entanto, apresentar o sangramento vaginal mais de uma vez por mês não indica necessariamente uma gravidez, já que algumas situações hormonais, doenças renais ou hepáticas, endometriose ou cistos de ovário, por exemplo, podem causar um ciclo menstrual com menos de 21 dias, resultando em mais de um sangramento menstrual por mês. Por isso, é importante que o ginecologista seja consultado. 4. O que pode ser a menstruação atrasada? A menstruação atrasada em mulheres com vida sexual ativa, normalmente, é logo associada a gravidez, mas isso nem sempre é verdade. Fatores como cistos nos ovários, doenças no útero, anemias, alterações psicológicas, como depressão e ansiedade, alterações na rotina, maus hábitos alimentares, dietas desequilibradas ou até mesmo o próprio estresse de estar pensando que pode ser uma gravidez, podem ser responsáveis pelo atraso na menstruação. Caso isso aconteça regularmente, durante muitos meses, deve-se procurar um ginecologista para avaliar melhor a possível causa do atraso
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: A ovulação também é sugerida pela ocorrência de mittels-chmerz, que se caracteriza por dor pélvica no meio do ciclo associada à ovulação, ou sintomas moliminares, como sensi-bilidade nas mamas, acne, desejos alimentares e mudanças no estado de humor. Os ciclos ovulatórios têm maior chance de estarem associados à dismenorreia, embora dismenorreia grave indique endometriose.
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . 3. A menstruação descer 2 vezes no mesmo mês pode ser sinal de gravidez? No início da gravidez, é comum que seja identificado um pequeno sangramento de cor rosa ou marrom que pode ser confundido com menstruação, no entanto é consequência da fecundação do óvulo. No entanto, apresentar o sangramento vaginal mais de uma vez por mês não indica necessariamente uma gravidez, já que algumas situações hormonais, doenças renais ou hepáticas, endometriose ou cistos de ovário, por exemplo, podem causar um ciclo menstrual com menos de 21 dias, resultando em mais de um sangramento menstrual por mês. Por isso, é importante que o ginecologista seja consultado. 4. O que pode ser a menstruação atrasada? A menstruação atrasada em mulheres com vida sexual ativa, normalmente, é logo associada a gravidez, mas isso nem sempre é verdade. Fatores como cistos nos ovários, doenças no útero, anemias, alterações psicológicas, como depressão e ansiedade, alterações na rotina, maus hábitos alimentares, dietas desequilibradas ou até mesmo o próprio estresse de estar pensando que pode ser uma gravidez, podem ser responsáveis pelo atraso na menstruação. Caso isso aconteça regularmente, durante muitos meses, deve-se procurar um ginecologista para avaliar melhor a possível causa do atraso
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: A ovulação também é sugerida pela ocorrência de mittels-chmerz, que se caracteriza por dor pélvica no meio do ciclo associada à ovulação, ou sintomas moliminares, como sensi-bilidade nas mamas, acne, desejos alimentares e mudanças no estado de humor. Os ciclos ovulatórios têm maior chance de estarem associados à dismenorreia, embora dismenorreia grave indique endometriose.
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passage: . O que fazer: É importante manter uma alimentação balanceada, realizar atividades físicas adequadas e adotar medidas para alívio de estresse na rotina, no entanto, também é recomendado consultar um ginecologista para identificar a causa e realizar o tratamento adequado. 7. Menstruação curta A duração da menstruação é de cerca de 4 a 7 dias, mas pode variar de mulher para mulher e, mesmo que se tenha apenas 3 dias de menstruação, que pode parecer curto período de tempo, isso pode ser uma situação normal, desde que a mulher tenha ciclos menstruais regulares. Na maioria das vezes a menstruação curta não indica haver um problema, no entanto, caso a duração da menstruação esteja diferente da habitual a menstruação curta pode indicar alterações hormonais, ovário policístico, estresse, ter sido causado pelo uso de anticoncepcional oral ou até indicar que a mulher está entrando na menopausa. O que fazer: Na maioria das vezes, essa alteração não é uma preocupação, no entanto, principalmente quando a duração da menstruação está menor que a habitual é importante consultar um ginecologista para uma avaliação mais detalhada. 8
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . 3. A menstruação descer 2 vezes no mesmo mês pode ser sinal de gravidez? No início da gravidez, é comum que seja identificado um pequeno sangramento de cor rosa ou marrom que pode ser confundido com menstruação, no entanto é consequência da fecundação do óvulo. No entanto, apresentar o sangramento vaginal mais de uma vez por mês não indica necessariamente uma gravidez, já que algumas situações hormonais, doenças renais ou hepáticas, endometriose ou cistos de ovário, por exemplo, podem causar um ciclo menstrual com menos de 21 dias, resultando em mais de um sangramento menstrual por mês. Por isso, é importante que o ginecologista seja consultado. 4. O que pode ser a menstruação atrasada? A menstruação atrasada em mulheres com vida sexual ativa, normalmente, é logo associada a gravidez, mas isso nem sempre é verdade. Fatores como cistos nos ovários, doenças no útero, anemias, alterações psicológicas, como depressão e ansiedade, alterações na rotina, maus hábitos alimentares, dietas desequilibradas ou até mesmo o próprio estresse de estar pensando que pode ser uma gravidez, podem ser responsáveis pelo atraso na menstruação. Caso isso aconteça regularmente, durante muitos meses, deve-se procurar um ginecologista para avaliar melhor a possível causa do atraso
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: A ovulação também é sugerida pela ocorrência de mittels-chmerz, que se caracteriza por dor pélvica no meio do ciclo associada à ovulação, ou sintomas moliminares, como sensi-bilidade nas mamas, acne, desejos alimentares e mudanças no estado de humor. Os ciclos ovulatórios têm maior chance de estarem associados à dismenorreia, embora dismenorreia grave indique endometriose.
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passage: . O que fazer: É importante manter uma alimentação balanceada, realizar atividades físicas adequadas e adotar medidas para alívio de estresse na rotina, no entanto, também é recomendado consultar um ginecologista para identificar a causa e realizar o tratamento adequado. 7. Menstruação curta A duração da menstruação é de cerca de 4 a 7 dias, mas pode variar de mulher para mulher e, mesmo que se tenha apenas 3 dias de menstruação, que pode parecer curto período de tempo, isso pode ser uma situação normal, desde que a mulher tenha ciclos menstruais regulares. Na maioria das vezes a menstruação curta não indica haver um problema, no entanto, caso a duração da menstruação esteja diferente da habitual a menstruação curta pode indicar alterações hormonais, ovário policístico, estresse, ter sido causado pelo uso de anticoncepcional oral ou até indicar que a mulher está entrando na menopausa. O que fazer: Na maioria das vezes, essa alteração não é uma preocupação, no entanto, principalmente quando a duração da menstruação está menor que a habitual é importante consultar um ginecologista para uma avaliação mais detalhada. 8
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passage: . Saiba mais o que é ascite e como tratar. Por isso, o recomendado é fazer a indução da ovulação com acompanhamento de um médico, pois serão prescritas as doses corretas para cada mulher e após o uso dos medicamentos devem ser realizados ultrassonografias para acompanhamento da ovulação, evitando o aparecimento de complicações. Como os cistos no ovários podem provocar dificuldades para engravidar, veja um vídeo com mais dicas do que fazer para diminuir esse problema de saúde: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . 3. A menstruação descer 2 vezes no mesmo mês pode ser sinal de gravidez? No início da gravidez, é comum que seja identificado um pequeno sangramento de cor rosa ou marrom que pode ser confundido com menstruação, no entanto é consequência da fecundação do óvulo. No entanto, apresentar o sangramento vaginal mais de uma vez por mês não indica necessariamente uma gravidez, já que algumas situações hormonais, doenças renais ou hepáticas, endometriose ou cistos de ovário, por exemplo, podem causar um ciclo menstrual com menos de 21 dias, resultando em mais de um sangramento menstrual por mês. Por isso, é importante que o ginecologista seja consultado. 4. O que pode ser a menstruação atrasada? A menstruação atrasada em mulheres com vida sexual ativa, normalmente, é logo associada a gravidez, mas isso nem sempre é verdade. Fatores como cistos nos ovários, doenças no útero, anemias, alterações psicológicas, como depressão e ansiedade, alterações na rotina, maus hábitos alimentares, dietas desequilibradas ou até mesmo o próprio estresse de estar pensando que pode ser uma gravidez, podem ser responsáveis pelo atraso na menstruação. Caso isso aconteça regularmente, durante muitos meses, deve-se procurar um ginecologista para avaliar melhor a possível causa do atraso
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: A ovulação também é sugerida pela ocorrência de mittels-chmerz, que se caracteriza por dor pélvica no meio do ciclo associada à ovulação, ou sintomas moliminares, como sensi-bilidade nas mamas, acne, desejos alimentares e mudanças no estado de humor. Os ciclos ovulatórios têm maior chance de estarem associados à dismenorreia, embora dismenorreia grave indique endometriose.
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passage: . O que fazer: É importante manter uma alimentação balanceada, realizar atividades físicas adequadas e adotar medidas para alívio de estresse na rotina, no entanto, também é recomendado consultar um ginecologista para identificar a causa e realizar o tratamento adequado. 7. Menstruação curta A duração da menstruação é de cerca de 4 a 7 dias, mas pode variar de mulher para mulher e, mesmo que se tenha apenas 3 dias de menstruação, que pode parecer curto período de tempo, isso pode ser uma situação normal, desde que a mulher tenha ciclos menstruais regulares. Na maioria das vezes a menstruação curta não indica haver um problema, no entanto, caso a duração da menstruação esteja diferente da habitual a menstruação curta pode indicar alterações hormonais, ovário policístico, estresse, ter sido causado pelo uso de anticoncepcional oral ou até indicar que a mulher está entrando na menopausa. O que fazer: Na maioria das vezes, essa alteração não é uma preocupação, no entanto, principalmente quando a duração da menstruação está menor que a habitual é importante consultar um ginecologista para uma avaliação mais detalhada. 8
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passage: . Saiba mais o que é ascite e como tratar. Por isso, o recomendado é fazer a indução da ovulação com acompanhamento de um médico, pois serão prescritas as doses corretas para cada mulher e após o uso dos medicamentos devem ser realizados ultrassonografias para acompanhamento da ovulação, evitando o aparecimento de complicações. Como os cistos no ovários podem provocar dificuldades para engravidar, veja um vídeo com mais dicas do que fazer para diminuir esse problema de saúde: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações
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passage: . Na fase ovulatória, as contrações movimentam o útero para favorecer a entrada dos espermatozoides. São contrações que sentimos mais intensamente na região da vulva e da vagina, durante o ato sexual. A quantidade e intensidade das contrações diminuem na fase final do ciclo menstrual, para não atrapalhar a fixação do embrião e favorecer a gravidez. Então, provavelmente você não vai sentir seu útero tremer se você estiver com a menstruação atrasada e estiver grávida. Pode sentir algo quando o útero começar a crescer. Ao final do ciclo, quando não há gravidez, os movimentos uterinos favorecem a saída da menstruação. Às vezes é possível sentir estes movimentos. O movimento do intestino também colabora com a saída da menstruação. Na gestação Durante a gestação, é possível sentir o útero mexendo quando o bebê se move na barriga. Ao fim da gravidez, as fortes contrações do útero e a dilatação da abertura final (colo do útero) são os responsáveis pelo nascimento do bebê, no parto normal. Doenças que alteram os movimentos do útero Caso você sinta cólicas quando o útero treme ou tenha um fluxo menstrual muito intenso, procure um médico para verificar se está com algum problema
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . 3. A menstruação descer 2 vezes no mesmo mês pode ser sinal de gravidez? No início da gravidez, é comum que seja identificado um pequeno sangramento de cor rosa ou marrom que pode ser confundido com menstruação, no entanto é consequência da fecundação do óvulo. No entanto, apresentar o sangramento vaginal mais de uma vez por mês não indica necessariamente uma gravidez, já que algumas situações hormonais, doenças renais ou hepáticas, endometriose ou cistos de ovário, por exemplo, podem causar um ciclo menstrual com menos de 21 dias, resultando em mais de um sangramento menstrual por mês. Por isso, é importante que o ginecologista seja consultado. 4. O que pode ser a menstruação atrasada? A menstruação atrasada em mulheres com vida sexual ativa, normalmente, é logo associada a gravidez, mas isso nem sempre é verdade. Fatores como cistos nos ovários, doenças no útero, anemias, alterações psicológicas, como depressão e ansiedade, alterações na rotina, maus hábitos alimentares, dietas desequilibradas ou até mesmo o próprio estresse de estar pensando que pode ser uma gravidez, podem ser responsáveis pelo atraso na menstruação. Caso isso aconteça regularmente, durante muitos meses, deve-se procurar um ginecologista para avaliar melhor a possível causa do atraso
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: A ovulação também é sugerida pela ocorrência de mittels-chmerz, que se caracteriza por dor pélvica no meio do ciclo associada à ovulação, ou sintomas moliminares, como sensi-bilidade nas mamas, acne, desejos alimentares e mudanças no estado de humor. Os ciclos ovulatórios têm maior chance de estarem associados à dismenorreia, embora dismenorreia grave indique endometriose.
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passage: . O que fazer: É importante manter uma alimentação balanceada, realizar atividades físicas adequadas e adotar medidas para alívio de estresse na rotina, no entanto, também é recomendado consultar um ginecologista para identificar a causa e realizar o tratamento adequado. 7. Menstruação curta A duração da menstruação é de cerca de 4 a 7 dias, mas pode variar de mulher para mulher e, mesmo que se tenha apenas 3 dias de menstruação, que pode parecer curto período de tempo, isso pode ser uma situação normal, desde que a mulher tenha ciclos menstruais regulares. Na maioria das vezes a menstruação curta não indica haver um problema, no entanto, caso a duração da menstruação esteja diferente da habitual a menstruação curta pode indicar alterações hormonais, ovário policístico, estresse, ter sido causado pelo uso de anticoncepcional oral ou até indicar que a mulher está entrando na menopausa. O que fazer: Na maioria das vezes, essa alteração não é uma preocupação, no entanto, principalmente quando a duração da menstruação está menor que a habitual é importante consultar um ginecologista para uma avaliação mais detalhada. 8
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passage: . Saiba mais o que é ascite e como tratar. Por isso, o recomendado é fazer a indução da ovulação com acompanhamento de um médico, pois serão prescritas as doses corretas para cada mulher e após o uso dos medicamentos devem ser realizados ultrassonografias para acompanhamento da ovulação, evitando o aparecimento de complicações. Como os cistos no ovários podem provocar dificuldades para engravidar, veja um vídeo com mais dicas do que fazer para diminuir esse problema de saúde: SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO | O Que Comer para Tratar 05:35 | 476.281 visualizações
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passage: . Na fase ovulatória, as contrações movimentam o útero para favorecer a entrada dos espermatozoides. São contrações que sentimos mais intensamente na região da vulva e da vagina, durante o ato sexual. A quantidade e intensidade das contrações diminuem na fase final do ciclo menstrual, para não atrapalhar a fixação do embrião e favorecer a gravidez. Então, provavelmente você não vai sentir seu útero tremer se você estiver com a menstruação atrasada e estiver grávida. Pode sentir algo quando o útero começar a crescer. Ao final do ciclo, quando não há gravidez, os movimentos uterinos favorecem a saída da menstruação. Às vezes é possível sentir estes movimentos. O movimento do intestino também colabora com a saída da menstruação. Na gestação Durante a gestação, é possível sentir o útero mexendo quando o bebê se move na barriga. Ao fim da gravidez, as fortes contrações do útero e a dilatação da abertura final (colo do útero) são os responsáveis pelo nascimento do bebê, no parto normal. Doenças que alteram os movimentos do útero Caso você sinta cólicas quando o útero treme ou tenha um fluxo menstrual muito intenso, procure um médico para verificar se está com algum problema
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passage: . Sintomas menos comuns no início da gravidez Algumas mulheres podem apresentar sintomas menos comuns no início da gravidez, como cólica leve ou um pequeno sangramento, que normalmente acontece após cerca de 1 a 2 semanas do início da gravidez devido à implantação do óvulo fecundado no útero. Caso suspeite de uma gravidez, especialmente se você notar um atraso na menstruação maior que 7 dias, o ideal é consultar um ginecologista ou clínico geral, que podem indicar exames para confirmar se está grávida ou não.
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Olá! Entendo sua preocupação com o atraso da menstruação, as cólicas e a história do cisto no ovário. É importante investigar a causa desses sintomas, mas vamos conversar um pouco sobre o que pode estar acontecendo.
Primeiramente, o atraso menstrual, cólicas (mesmo que leves) e sinais de ovulação podem ter diversas explicações. O fato de você ter tido um cisto no ovário no passado é relevante, pois problemas ovarianos, como a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), podem causar irregularidades no ciclo menstrual, incluindo atrasos e até mesmo a ausência de menstruação por um período. Além disso, outras condições hormonais, alterações no útero ou mesmo estresse e mudanças no seu estilo de vida podem influenciar.
Você mencionou ter sentido sinais de ovulação e cólicas leves há duas semanas. É possível que você tenha ovulado, mesmo com o ciclo irregular. A dor pélvica no meio do ciclo, que chamamos de mittelschmerz, é um sinal de que a ovulação pode ter ocorrido. No entanto, a ausência da menstruação após esse período indica que algo pode ter interferido no ciclo normal.
É importante descartar a possibilidade de gravidez, mesmo que você não ache que seja o caso. Um teste de gravidez é fundamental para eliminar essa hipótese.
Quanto a "pular" um ciclo menstrual, tecnicamente o que acontece é que a ovulação pode ter ocorrido em um momento diferente do habitual, atrasando a menstruação, ou a ovulação pode não ter ocorrido, levando à ausência da menstruação.
Diante do seu histórico de cisto no ovário, das cólicas, do atraso menstrual e dos sinais de ovulação, o ideal é que você procure um ginecologista para uma avaliação completa. Ele poderá solicitar exames complementares, como ultrassonografia pélvica e dosagens hormonais, para investigar a causa do atraso e das cólicas e verificar se o cisto ovariano está relacionado. Além disso, o médico poderá te orientar sobre o tratamento mais adequado para regularizar seu ciclo menstrual e aliviar os sintomas. Não deixe de marcar sua consulta, ok?
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Olá, tive uma relação pouco antes de saber da minha possível endometriose. Depois de fazer seis exames de farmácia com resultado negativo, procurei um especialista que me medicou com Evocanil para forçar a menstruação. Após começar a tomar Kalist, estou com sangramento amarronzado. É normal?
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A medicação que você está usando, Kalist, deve ser tomada sempre no mesmo horário, pois o uso irregular leva a sangramentos constantes.
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passage: Exame com espéculoEm geral, o exame da vagina e do colo uterino não revela sinais de endometriose. Ocasionalmente, lesões azuladas ou pareci-das com queimadura por pólvora podem ser observadas no colo uterino ou no fórnice posterior da vagina. Essas lesões po-dem ser sensíveis ou sangrar ao contato. Em um estudo recente demonstrou-se que o exame com espéculo revela a doença em 14% das pacientes diagnosticadas com endometriose infiltran-te profunda (Chapron, 2002).
Exame bimanualA palpação de órgão pélvico pode revelar anormalidades ana-tômicas sugestivas de endometriose. A presença de nódulos e de sensibilidade ao toque no ligamento uterossacral podem refletir doença ativa ou fibrose ao longo do ligamento. Além disso, uma massa anexial cística extensa pode representar um endometrioma ovariano, que pode ser móvel ou aderente a ou-tras estruturas pélvicas. O exame bimanual talvez revele úte-ro retrovertido, fixo, sensível ao toque, ou um fundo de saco posterior firme e fixo. Contudo, o exame físico geralmente é impreciso na avaliação da extensão da endometriose, especial-mente se as lesões forem extragenitais.
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passage: Exame com espéculoEm geral, o exame da vagina e do colo uterino não revela sinais de endometriose. Ocasionalmente, lesões azuladas ou pareci-das com queimadura por pólvora podem ser observadas no colo uterino ou no fórnice posterior da vagina. Essas lesões po-dem ser sensíveis ou sangrar ao contato. Em um estudo recente demonstrou-se que o exame com espéculo revela a doença em 14% das pacientes diagnosticadas com endometriose infiltran-te profunda (Chapron, 2002).
Exame bimanualA palpação de órgão pélvico pode revelar anormalidades ana-tômicas sugestivas de endometriose. A presença de nódulos e de sensibilidade ao toque no ligamento uterossacral podem refletir doença ativa ou fibrose ao longo do ligamento. Além disso, uma massa anexial cística extensa pode representar um endometrioma ovariano, que pode ser móvel ou aderente a ou-tras estruturas pélvicas. O exame bimanual talvez revele úte-ro retrovertido, fixo, sensível ao toque, ou um fundo de saco posterior firme e fixo. Contudo, o exame físico geralmente é impreciso na avaliação da extensão da endometriose, especial-mente se as lesões forem extragenitais.
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passage: 30. Sangramento uterino anormal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2017. 39p. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, no. 7/Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
31. Munro MG; Southern California Permanente Medical Group’s Abnormal Uterine Bleeding Working Group. Acute uterine bleeding unrelated to pregnancy: a Southern California Permanente Medical Group practice guideline. Perm J. 2013;17(3):43-56.
32. Abu Hashim H. Medical treatment of idiopathic heavy menstrual bleeding. What is new? An evidence based approach. Arch Gynecol Obstet. 2013;287(2):251-60.
33. Naoulou B, Tsai MC. Effi cacy of tranexamic acid in the treatment of idiopathic and non-functional heavy menstrual bleeding: a systematic review. Acta Obstet Gynecol Scand. 2012;91(5):529-37.
34. James AH, Kouides PA, Abdul-Kadir R, Dietrich JE, Edlund M, Federici AB, et al. Evaluation and management of acute menorrhagia in women with and without underlying bleeding disorders: consensus from an international expert panel. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2011;158(2):124-34.
35. Haamid F, Sass AE, Dietrich JE. Heavy Menstrual Bleeding in Adolescents. J Pediatr Adolesc Gynecol. 2017;30(3):335-40.
20Sangramento uterino anormalProtocolos Febrasgo | Nº42 | 2018
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passage: Exame com espéculoEm geral, o exame da vagina e do colo uterino não revela sinais de endometriose. Ocasionalmente, lesões azuladas ou pareci-das com queimadura por pólvora podem ser observadas no colo uterino ou no fórnice posterior da vagina. Essas lesões po-dem ser sensíveis ou sangrar ao contato. Em um estudo recente demonstrou-se que o exame com espéculo revela a doença em 14% das pacientes diagnosticadas com endometriose infiltran-te profunda (Chapron, 2002).
Exame bimanualA palpação de órgão pélvico pode revelar anormalidades ana-tômicas sugestivas de endometriose. A presença de nódulos e de sensibilidade ao toque no ligamento uterossacral podem refletir doença ativa ou fibrose ao longo do ligamento. Além disso, uma massa anexial cística extensa pode representar um endometrioma ovariano, que pode ser móvel ou aderente a ou-tras estruturas pélvicas. O exame bimanual talvez revele úte-ro retrovertido, fixo, sensível ao toque, ou um fundo de saco posterior firme e fixo. Contudo, o exame físico geralmente é impreciso na avaliação da extensão da endometriose, especial-mente se as lesões forem extragenitais.
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passage: 30. Sangramento uterino anormal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2017. 39p. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, no. 7/Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
31. Munro MG; Southern California Permanente Medical Group’s Abnormal Uterine Bleeding Working Group. Acute uterine bleeding unrelated to pregnancy: a Southern California Permanente Medical Group practice guideline. Perm J. 2013;17(3):43-56.
32. Abu Hashim H. Medical treatment of idiopathic heavy menstrual bleeding. What is new? An evidence based approach. Arch Gynecol Obstet. 2013;287(2):251-60.
33. Naoulou B, Tsai MC. Effi cacy of tranexamic acid in the treatment of idiopathic and non-functional heavy menstrual bleeding: a systematic review. Acta Obstet Gynecol Scand. 2012;91(5):529-37.
34. James AH, Kouides PA, Abdul-Kadir R, Dietrich JE, Edlund M, Federici AB, et al. Evaluation and management of acute menorrhagia in women with and without underlying bleeding disorders: consensus from an international expert panel. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2011;158(2):124-34.
35. Haamid F, Sass AE, Dietrich JE. Heavy Menstrual Bleeding in Adolescents. J Pediatr Adolesc Gynecol. 2017;30(3):335-40.
20Sangramento uterino anormalProtocolos Febrasgo | Nº42 | 2018
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Exame com espéculoEm geral, o exame da vagina e do colo uterino não revela sinais de endometriose. Ocasionalmente, lesões azuladas ou pareci-das com queimadura por pólvora podem ser observadas no colo uterino ou no fórnice posterior da vagina. Essas lesões po-dem ser sensíveis ou sangrar ao contato. Em um estudo recente demonstrou-se que o exame com espéculo revela a doença em 14% das pacientes diagnosticadas com endometriose infiltran-te profunda (Chapron, 2002).
Exame bimanualA palpação de órgão pélvico pode revelar anormalidades ana-tômicas sugestivas de endometriose. A presença de nódulos e de sensibilidade ao toque no ligamento uterossacral podem refletir doença ativa ou fibrose ao longo do ligamento. Além disso, uma massa anexial cística extensa pode representar um endometrioma ovariano, que pode ser móvel ou aderente a ou-tras estruturas pélvicas. O exame bimanual talvez revele úte-ro retrovertido, fixo, sensível ao toque, ou um fundo de saco posterior firme e fixo. Contudo, o exame físico geralmente é impreciso na avaliação da extensão da endometriose, especial-mente se as lesões forem extragenitais.
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passage: 30. Sangramento uterino anormal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2017. 39p. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, no. 7/Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
31. Munro MG; Southern California Permanente Medical Group’s Abnormal Uterine Bleeding Working Group. Acute uterine bleeding unrelated to pregnancy: a Southern California Permanente Medical Group practice guideline. Perm J. 2013;17(3):43-56.
32. Abu Hashim H. Medical treatment of idiopathic heavy menstrual bleeding. What is new? An evidence based approach. Arch Gynecol Obstet. 2013;287(2):251-60.
33. Naoulou B, Tsai MC. Effi cacy of tranexamic acid in the treatment of idiopathic and non-functional heavy menstrual bleeding: a systematic review. Acta Obstet Gynecol Scand. 2012;91(5):529-37.
34. James AH, Kouides PA, Abdul-Kadir R, Dietrich JE, Edlund M, Federici AB, et al. Evaluation and management of acute menorrhagia in women with and without underlying bleeding disorders: consensus from an international expert panel. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2011;158(2):124-34.
35. Haamid F, Sass AE, Dietrich JE. Heavy Menstrual Bleeding in Adolescents. J Pediatr Adolesc Gynecol. 2017;30(3):335-40.
20Sangramento uterino anormalProtocolos Febrasgo | Nº42 | 2018
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: 24. Lethaby A, Hussain M, Rishworth JR, Rees MC. Progesterone or progestogen-releasing intrauterine systems for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2015;(4):CD002126.
25. Maybin JA, Critchley HO. Medical management of heavy menstrual bleeding. Womens Health (Lond). 2016;12(1):27-34.
19Yela DA, Benetti-Pinto CLProtocolos Febrasgo | Nº42 | 201827. Lethaby A, Duckitt K, Farquhar C. Non-steroidal anti-in/f_l ammatory drugs for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2013;(1):CD000400.
28. Ray S, Ray A. Non-surgical interventions for treating heavy menstrual bleeding (menorrhagia) in women with bleeding disorders. Cochrane Database Syst Rev. 2016;(11):CD010338.
29. Fergusson RJ, Lethaby A, Shepperd S, Farquhar C. Endometrial resection and ablation versus hysterectomy for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2013;(11):CD000329.
30. Sangramento uterino anormal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2017. 39p. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, no. 7/Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: Exame com espéculoEm geral, o exame da vagina e do colo uterino não revela sinais de endometriose. Ocasionalmente, lesões azuladas ou pareci-das com queimadura por pólvora podem ser observadas no colo uterino ou no fórnice posterior da vagina. Essas lesões po-dem ser sensíveis ou sangrar ao contato. Em um estudo recente demonstrou-se que o exame com espéculo revela a doença em 14% das pacientes diagnosticadas com endometriose infiltran-te profunda (Chapron, 2002).
Exame bimanualA palpação de órgão pélvico pode revelar anormalidades ana-tômicas sugestivas de endometriose. A presença de nódulos e de sensibilidade ao toque no ligamento uterossacral podem refletir doença ativa ou fibrose ao longo do ligamento. Além disso, uma massa anexial cística extensa pode representar um endometrioma ovariano, que pode ser móvel ou aderente a ou-tras estruturas pélvicas. O exame bimanual talvez revele úte-ro retrovertido, fixo, sensível ao toque, ou um fundo de saco posterior firme e fixo. Contudo, o exame físico geralmente é impreciso na avaliação da extensão da endometriose, especial-mente se as lesões forem extragenitais.
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passage: 30. Sangramento uterino anormal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2017. 39p. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, no. 7/Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
31. Munro MG; Southern California Permanente Medical Group’s Abnormal Uterine Bleeding Working Group. Acute uterine bleeding unrelated to pregnancy: a Southern California Permanente Medical Group practice guideline. Perm J. 2013;17(3):43-56.
32. Abu Hashim H. Medical treatment of idiopathic heavy menstrual bleeding. What is new? An evidence based approach. Arch Gynecol Obstet. 2013;287(2):251-60.
33. Naoulou B, Tsai MC. Effi cacy of tranexamic acid in the treatment of idiopathic and non-functional heavy menstrual bleeding: a systematic review. Acta Obstet Gynecol Scand. 2012;91(5):529-37.
34. James AH, Kouides PA, Abdul-Kadir R, Dietrich JE, Edlund M, Federici AB, et al. Evaluation and management of acute menorrhagia in women with and without underlying bleeding disorders: consensus from an international expert panel. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2011;158(2):124-34.
35. Haamid F, Sass AE, Dietrich JE. Heavy Menstrual Bleeding in Adolescents. J Pediatr Adolesc Gynecol. 2017;30(3):335-40.
20Sangramento uterino anormalProtocolos Febrasgo | Nº42 | 2018
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: 24. Lethaby A, Hussain M, Rishworth JR, Rees MC. Progesterone or progestogen-releasing intrauterine systems for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2015;(4):CD002126.
25. Maybin JA, Critchley HO. Medical management of heavy menstrual bleeding. Womens Health (Lond). 2016;12(1):27-34.
19Yela DA, Benetti-Pinto CLProtocolos Febrasgo | Nº42 | 201827. Lethaby A, Duckitt K, Farquhar C. Non-steroidal anti-in/f_l ammatory drugs for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2013;(1):CD000400.
28. Ray S, Ray A. Non-surgical interventions for treating heavy menstrual bleeding (menorrhagia) in women with bleeding disorders. Cochrane Database Syst Rev. 2016;(11):CD010338.
29. Fergusson RJ, Lethaby A, Shepperd S, Farquhar C. Endometrial resection and ablation versus hysterectomy for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2013;(11):CD000329.
30. Sangramento uterino anormal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2017. 39p. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, no. 7/Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: sangramentouterino anormal(sua)causasestruturaispólipoaDenomioseleiomiomamalignascoagulopatiaovulatóriaevnDometrialiatrogênicanão classificaDacausas nãoestruturais12endometrial ou outras causas malignas (classificadas no sistema PALM), o trata-mento instituído pode ser farmacológico, por meio do uso de medicamentos, ou cirúrgico. As lesões estruturais classificadas como PALM têm tratamento específico de acordo com o diagnóstico.
O objetivo do tratamento é a redução do fluxo menstrual, reduzindo morbi-dade e melhorando a qualidade de vida. O tratamento por meio de terapêutica far-macológica ou medicamentosa é considerado a primeira linha a ser seguida, sempre que possível. A efetividade e aderência a esta alternativa está fortemente ligada ao atendimento médico e à excelência da relação médico-paciente. Prover informações sobre os recursos terapêuticos, seu mecanismo de ação, benefícios, riscos, bem como informações dos resultados esperados e orientação quanto ao uso prolonga-do, pode ser crucial para a continuidade do tratamento. Esta revisão abordará os recursos terapêuticos hormonais, não hormonais, além do tratamento cirúrgico utilizando o sistema proposto pela FIGO e que são da competência do ginecologista.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Exame com espéculoEm geral, o exame da vagina e do colo uterino não revela sinais de endometriose. Ocasionalmente, lesões azuladas ou pareci-das com queimadura por pólvora podem ser observadas no colo uterino ou no fórnice posterior da vagina. Essas lesões po-dem ser sensíveis ou sangrar ao contato. Em um estudo recente demonstrou-se que o exame com espéculo revela a doença em 14% das pacientes diagnosticadas com endometriose infiltran-te profunda (Chapron, 2002).
Exame bimanualA palpação de órgão pélvico pode revelar anormalidades ana-tômicas sugestivas de endometriose. A presença de nódulos e de sensibilidade ao toque no ligamento uterossacral podem refletir doença ativa ou fibrose ao longo do ligamento. Além disso, uma massa anexial cística extensa pode representar um endometrioma ovariano, que pode ser móvel ou aderente a ou-tras estruturas pélvicas. O exame bimanual talvez revele úte-ro retrovertido, fixo, sensível ao toque, ou um fundo de saco posterior firme e fixo. Contudo, o exame físico geralmente é impreciso na avaliação da extensão da endometriose, especial-mente se as lesões forem extragenitais.
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passage: 30. Sangramento uterino anormal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2017. 39p. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, no. 7/Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
31. Munro MG; Southern California Permanente Medical Group’s Abnormal Uterine Bleeding Working Group. Acute uterine bleeding unrelated to pregnancy: a Southern California Permanente Medical Group practice guideline. Perm J. 2013;17(3):43-56.
32. Abu Hashim H. Medical treatment of idiopathic heavy menstrual bleeding. What is new? An evidence based approach. Arch Gynecol Obstet. 2013;287(2):251-60.
33. Naoulou B, Tsai MC. Effi cacy of tranexamic acid in the treatment of idiopathic and non-functional heavy menstrual bleeding: a systematic review. Acta Obstet Gynecol Scand. 2012;91(5):529-37.
34. James AH, Kouides PA, Abdul-Kadir R, Dietrich JE, Edlund M, Federici AB, et al. Evaluation and management of acute menorrhagia in women with and without underlying bleeding disorders: consensus from an international expert panel. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2011;158(2):124-34.
35. Haamid F, Sass AE, Dietrich JE. Heavy Menstrual Bleeding in Adolescents. J Pediatr Adolesc Gynecol. 2017;30(3):335-40.
20Sangramento uterino anormalProtocolos Febrasgo | Nº42 | 2018
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: 24. Lethaby A, Hussain M, Rishworth JR, Rees MC. Progesterone or progestogen-releasing intrauterine systems for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2015;(4):CD002126.
25. Maybin JA, Critchley HO. Medical management of heavy menstrual bleeding. Womens Health (Lond). 2016;12(1):27-34.
19Yela DA, Benetti-Pinto CLProtocolos Febrasgo | Nº42 | 201827. Lethaby A, Duckitt K, Farquhar C. Non-steroidal anti-in/f_l ammatory drugs for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2013;(1):CD000400.
28. Ray S, Ray A. Non-surgical interventions for treating heavy menstrual bleeding (menorrhagia) in women with bleeding disorders. Cochrane Database Syst Rev. 2016;(11):CD010338.
29. Fergusson RJ, Lethaby A, Shepperd S, Farquhar C. Endometrial resection and ablation versus hysterectomy for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2013;(11):CD000329.
30. Sangramento uterino anormal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2017. 39p. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, no. 7/Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: sangramentouterino anormal(sua)causasestruturaispólipoaDenomioseleiomiomamalignascoagulopatiaovulatóriaevnDometrialiatrogênicanão classificaDacausas nãoestruturais12endometrial ou outras causas malignas (classificadas no sistema PALM), o trata-mento instituído pode ser farmacológico, por meio do uso de medicamentos, ou cirúrgico. As lesões estruturais classificadas como PALM têm tratamento específico de acordo com o diagnóstico.
O objetivo do tratamento é a redução do fluxo menstrual, reduzindo morbi-dade e melhorando a qualidade de vida. O tratamento por meio de terapêutica far-macológica ou medicamentosa é considerado a primeira linha a ser seguida, sempre que possível. A efetividade e aderência a esta alternativa está fortemente ligada ao atendimento médico e à excelência da relação médico-paciente. Prover informações sobre os recursos terapêuticos, seu mecanismo de ação, benefícios, riscos, bem como informações dos resultados esperados e orientação quanto ao uso prolonga-do, pode ser crucial para a continuidade do tratamento. Esta revisão abordará os recursos terapêuticos hormonais, não hormonais, além do tratamento cirúrgico utilizando o sistema proposto pela FIGO e que são da competência do ginecologista.
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passage: É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Exame com espéculoEm geral, o exame da vagina e do colo uterino não revela sinais de endometriose. Ocasionalmente, lesões azuladas ou pareci-das com queimadura por pólvora podem ser observadas no colo uterino ou no fórnice posterior da vagina. Essas lesões po-dem ser sensíveis ou sangrar ao contato. Em um estudo recente demonstrou-se que o exame com espéculo revela a doença em 14% das pacientes diagnosticadas com endometriose infiltran-te profunda (Chapron, 2002).
Exame bimanualA palpação de órgão pélvico pode revelar anormalidades ana-tômicas sugestivas de endometriose. A presença de nódulos e de sensibilidade ao toque no ligamento uterossacral podem refletir doença ativa ou fibrose ao longo do ligamento. Além disso, uma massa anexial cística extensa pode representar um endometrioma ovariano, que pode ser móvel ou aderente a ou-tras estruturas pélvicas. O exame bimanual talvez revele úte-ro retrovertido, fixo, sensível ao toque, ou um fundo de saco posterior firme e fixo. Contudo, o exame físico geralmente é impreciso na avaliação da extensão da endometriose, especial-mente se as lesões forem extragenitais.
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passage: 30. Sangramento uterino anormal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2017. 39p. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, no. 7/Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
31. Munro MG; Southern California Permanente Medical Group’s Abnormal Uterine Bleeding Working Group. Acute uterine bleeding unrelated to pregnancy: a Southern California Permanente Medical Group practice guideline. Perm J. 2013;17(3):43-56.
32. Abu Hashim H. Medical treatment of idiopathic heavy menstrual bleeding. What is new? An evidence based approach. Arch Gynecol Obstet. 2013;287(2):251-60.
33. Naoulou B, Tsai MC. Effi cacy of tranexamic acid in the treatment of idiopathic and non-functional heavy menstrual bleeding: a systematic review. Acta Obstet Gynecol Scand. 2012;91(5):529-37.
34. James AH, Kouides PA, Abdul-Kadir R, Dietrich JE, Edlund M, Federici AB, et al. Evaluation and management of acute menorrhagia in women with and without underlying bleeding disorders: consensus from an international expert panel. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2011;158(2):124-34.
35. Haamid F, Sass AE, Dietrich JE. Heavy Menstrual Bleeding in Adolescents. J Pediatr Adolesc Gynecol. 2017;30(3):335-40.
20Sangramento uterino anormalProtocolos Febrasgo | Nº42 | 2018
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: 24. Lethaby A, Hussain M, Rishworth JR, Rees MC. Progesterone or progestogen-releasing intrauterine systems for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2015;(4):CD002126.
25. Maybin JA, Critchley HO. Medical management of heavy menstrual bleeding. Womens Health (Lond). 2016;12(1):27-34.
19Yela DA, Benetti-Pinto CLProtocolos Febrasgo | Nº42 | 201827. Lethaby A, Duckitt K, Farquhar C. Non-steroidal anti-in/f_l ammatory drugs for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2013;(1):CD000400.
28. Ray S, Ray A. Non-surgical interventions for treating heavy menstrual bleeding (menorrhagia) in women with bleeding disorders. Cochrane Database Syst Rev. 2016;(11):CD010338.
29. Fergusson RJ, Lethaby A, Shepperd S, Farquhar C. Endometrial resection and ablation versus hysterectomy for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2013;(11):CD000329.
30. Sangramento uterino anormal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2017. 39p. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, no. 7/Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: sangramentouterino anormal(sua)causasestruturaispólipoaDenomioseleiomiomamalignascoagulopatiaovulatóriaevnDometrialiatrogênicanão classificaDacausas nãoestruturais12endometrial ou outras causas malignas (classificadas no sistema PALM), o trata-mento instituído pode ser farmacológico, por meio do uso de medicamentos, ou cirúrgico. As lesões estruturais classificadas como PALM têm tratamento específico de acordo com o diagnóstico.
O objetivo do tratamento é a redução do fluxo menstrual, reduzindo morbi-dade e melhorando a qualidade de vida. O tratamento por meio de terapêutica far-macológica ou medicamentosa é considerado a primeira linha a ser seguida, sempre que possível. A efetividade e aderência a esta alternativa está fortemente ligada ao atendimento médico e à excelência da relação médico-paciente. Prover informações sobre os recursos terapêuticos, seu mecanismo de ação, benefícios, riscos, bem como informações dos resultados esperados e orientação quanto ao uso prolonga-do, pode ser crucial para a continuidade do tratamento. Esta revisão abordará os recursos terapêuticos hormonais, não hormonais, além do tratamento cirúrgico utilizando o sistema proposto pela FIGO e que são da competência do ginecologista.
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passage: É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Exame com espéculoEm geral, o exame da vagina e do colo uterino não revela sinais de endometriose. Ocasionalmente, lesões azuladas ou pareci-das com queimadura por pólvora podem ser observadas no colo uterino ou no fórnice posterior da vagina. Essas lesões po-dem ser sensíveis ou sangrar ao contato. Em um estudo recente demonstrou-se que o exame com espéculo revela a doença em 14% das pacientes diagnosticadas com endometriose infiltran-te profunda (Chapron, 2002).
Exame bimanualA palpação de órgão pélvico pode revelar anormalidades ana-tômicas sugestivas de endometriose. A presença de nódulos e de sensibilidade ao toque no ligamento uterossacral podem refletir doença ativa ou fibrose ao longo do ligamento. Além disso, uma massa anexial cística extensa pode representar um endometrioma ovariano, que pode ser móvel ou aderente a ou-tras estruturas pélvicas. O exame bimanual talvez revele úte-ro retrovertido, fixo, sensível ao toque, ou um fundo de saco posterior firme e fixo. Contudo, o exame físico geralmente é impreciso na avaliação da extensão da endometriose, especial-mente se as lesões forem extragenitais.
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passage: 30. Sangramento uterino anormal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2017. 39p. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, no. 7/Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
31. Munro MG; Southern California Permanente Medical Group’s Abnormal Uterine Bleeding Working Group. Acute uterine bleeding unrelated to pregnancy: a Southern California Permanente Medical Group practice guideline. Perm J. 2013;17(3):43-56.
32. Abu Hashim H. Medical treatment of idiopathic heavy menstrual bleeding. What is new? An evidence based approach. Arch Gynecol Obstet. 2013;287(2):251-60.
33. Naoulou B, Tsai MC. Effi cacy of tranexamic acid in the treatment of idiopathic and non-functional heavy menstrual bleeding: a systematic review. Acta Obstet Gynecol Scand. 2012;91(5):529-37.
34. James AH, Kouides PA, Abdul-Kadir R, Dietrich JE, Edlund M, Federici AB, et al. Evaluation and management of acute menorrhagia in women with and without underlying bleeding disorders: consensus from an international expert panel. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2011;158(2):124-34.
35. Haamid F, Sass AE, Dietrich JE. Heavy Menstrual Bleeding in Adolescents. J Pediatr Adolesc Gynecol. 2017;30(3):335-40.
20Sangramento uterino anormalProtocolos Febrasgo | Nº42 | 2018
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: 24. Lethaby A, Hussain M, Rishworth JR, Rees MC. Progesterone or progestogen-releasing intrauterine systems for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2015;(4):CD002126.
25. Maybin JA, Critchley HO. Medical management of heavy menstrual bleeding. Womens Health (Lond). 2016;12(1):27-34.
19Yela DA, Benetti-Pinto CLProtocolos Febrasgo | Nº42 | 201827. Lethaby A, Duckitt K, Farquhar C. Non-steroidal anti-in/f_l ammatory drugs for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2013;(1):CD000400.
28. Ray S, Ray A. Non-surgical interventions for treating heavy menstrual bleeding (menorrhagia) in women with bleeding disorders. Cochrane Database Syst Rev. 2016;(11):CD010338.
29. Fergusson RJ, Lethaby A, Shepperd S, Farquhar C. Endometrial resection and ablation versus hysterectomy for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2013;(11):CD000329.
30. Sangramento uterino anormal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2017. 39p. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, no. 7/Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: sangramentouterino anormal(sua)causasestruturaispólipoaDenomioseleiomiomamalignascoagulopatiaovulatóriaevnDometrialiatrogênicanão classificaDacausas nãoestruturais12endometrial ou outras causas malignas (classificadas no sistema PALM), o trata-mento instituído pode ser farmacológico, por meio do uso de medicamentos, ou cirúrgico. As lesões estruturais classificadas como PALM têm tratamento específico de acordo com o diagnóstico.
O objetivo do tratamento é a redução do fluxo menstrual, reduzindo morbi-dade e melhorando a qualidade de vida. O tratamento por meio de terapêutica far-macológica ou medicamentosa é considerado a primeira linha a ser seguida, sempre que possível. A efetividade e aderência a esta alternativa está fortemente ligada ao atendimento médico e à excelência da relação médico-paciente. Prover informações sobre os recursos terapêuticos, seu mecanismo de ação, benefícios, riscos, bem como informações dos resultados esperados e orientação quanto ao uso prolonga-do, pode ser crucial para a continuidade do tratamento. Esta revisão abordará os recursos terapêuticos hormonais, não hormonais, além do tratamento cirúrgico utilizando o sistema proposto pela FIGO e que são da competência do ginecologista.
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passage: É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Nesses casos, é recomendado consultar o ginecologista para identificar a causa e iniciar o tratamento adequado. Veja mais as principais causas para o corrimento rosado ao longo do ciclo. 5. Candidíase A candidíase é uma infecção causada pelo fungo Candida albicans, que é encontrado naturalmente na região genital, levando ao surgimento de corrimento esbranquiçado semelhante a queijo cottage, mas que também pode se apresentar amarelado, e acompanhado de sintomas como coceira intensa na região genital, vermelhidão e inchaço na vulva, sensação de queimação ao urinar. Este tipo de infecção é bastante comum, e pode surgir antes da menstruação ou em qualquer outra fase do ciclo menstrual, devido a alterações hormonais hormonais, uso de anticoncepcionais contendo estrogênio, diabetes ou até uso de antibióticos, que podem levar a um desequilíbrio da microbiota vaginal, favorecendo o crescimento de fungos. O que fazer: o tratamento da candidíase vaginal deve feito com orientação do ginecologista que pode indicar o uso de remédios antifúngicos, como miconazol, tioconazol, nistatina, fluconazol ou itraconazol, na forma de pomadas, cremes, óvulos vaginais ou comprimidos. Veja todos os remédios indicados para candidíase. 6
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Exame com espéculoEm geral, o exame da vagina e do colo uterino não revela sinais de endometriose. Ocasionalmente, lesões azuladas ou pareci-das com queimadura por pólvora podem ser observadas no colo uterino ou no fórnice posterior da vagina. Essas lesões po-dem ser sensíveis ou sangrar ao contato. Em um estudo recente demonstrou-se que o exame com espéculo revela a doença em 14% das pacientes diagnosticadas com endometriose infiltran-te profunda (Chapron, 2002).
Exame bimanualA palpação de órgão pélvico pode revelar anormalidades ana-tômicas sugestivas de endometriose. A presença de nódulos e de sensibilidade ao toque no ligamento uterossacral podem refletir doença ativa ou fibrose ao longo do ligamento. Além disso, uma massa anexial cística extensa pode representar um endometrioma ovariano, que pode ser móvel ou aderente a ou-tras estruturas pélvicas. O exame bimanual talvez revele úte-ro retrovertido, fixo, sensível ao toque, ou um fundo de saco posterior firme e fixo. Contudo, o exame físico geralmente é impreciso na avaliação da extensão da endometriose, especial-mente se as lesões forem extragenitais.
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passage: 30. Sangramento uterino anormal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2017. 39p. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, no. 7/Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
31. Munro MG; Southern California Permanente Medical Group’s Abnormal Uterine Bleeding Working Group. Acute uterine bleeding unrelated to pregnancy: a Southern California Permanente Medical Group practice guideline. Perm J. 2013;17(3):43-56.
32. Abu Hashim H. Medical treatment of idiopathic heavy menstrual bleeding. What is new? An evidence based approach. Arch Gynecol Obstet. 2013;287(2):251-60.
33. Naoulou B, Tsai MC. Effi cacy of tranexamic acid in the treatment of idiopathic and non-functional heavy menstrual bleeding: a systematic review. Acta Obstet Gynecol Scand. 2012;91(5):529-37.
34. James AH, Kouides PA, Abdul-Kadir R, Dietrich JE, Edlund M, Federici AB, et al. Evaluation and management of acute menorrhagia in women with and without underlying bleeding disorders: consensus from an international expert panel. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2011;158(2):124-34.
35. Haamid F, Sass AE, Dietrich JE. Heavy Menstrual Bleeding in Adolescents. J Pediatr Adolesc Gynecol. 2017;30(3):335-40.
20Sangramento uterino anormalProtocolos Febrasgo | Nº42 | 2018
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passage: É normal ter sangramento de escape por causa do anticoncepcional? “Estou na 4ª cartela do Elani 28, tomo corretamente sem intervalos. Porém, desde que iniciei o medicamento, comecei a apresentar sangramento de escape. Isso é normal? Devo persistir no Elani 28 ou procurar um ginecologista?” Sim, é normal ter sangramento de escape (spotting) por causa do anticoncepcional. De fato, esses sangramentos de escape estão bastante associados ao uso de anticoncepcionais hormonais, podendo ser a pílula, o adesivo, o anel vaginal, o implante ou o DIU, por exemplo. Porém, o spotting é mais comum e frequente quando se faz uso da pílula continuamente, sem intervalos, ou quando se faz uso de anticoncepcionais com menor dosagem de estrogênio. Além disso costuma ocorrer spotting nos primeiros meses de uso do anticoncepcional. Com o decorrer do tempo, é comum que esse sintoma vá desaparecendo. Vale ressaltar que o sangramento de escape não indica falha da pílula, portanto é importante continuar fazendo uso do método contraceptivo, mesmo caso ocorra esse tipo de sangramento. Grande parte dos casos de sangramento de escape decorrentes do uso de anticoncepcional apresenta resolução espontânea, sem necessidade de uso de outros medicamentos ou mudança da pílula ou do método contraceptivo.
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passage: 24. Lethaby A, Hussain M, Rishworth JR, Rees MC. Progesterone or progestogen-releasing intrauterine systems for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2015;(4):CD002126.
25. Maybin JA, Critchley HO. Medical management of heavy menstrual bleeding. Womens Health (Lond). 2016;12(1):27-34.
19Yela DA, Benetti-Pinto CLProtocolos Febrasgo | Nº42 | 201827. Lethaby A, Duckitt K, Farquhar C. Non-steroidal anti-in/f_l ammatory drugs for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2013;(1):CD000400.
28. Ray S, Ray A. Non-surgical interventions for treating heavy menstrual bleeding (menorrhagia) in women with bleeding disorders. Cochrane Database Syst Rev. 2016;(11):CD010338.
29. Fergusson RJ, Lethaby A, Shepperd S, Farquhar C. Endometrial resection and ablation versus hysterectomy for heavy menstrual bleeding. Cochrane Database Syst Rev. 2013;(11):CD000329.
30. Sangramento uterino anormal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo); 2017. 39p. (Série Orientações e Recomendações Febrasgo, no. 7/Comissão Nacional Especializada em Ginecologia Endócrina).
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passage: sangramentouterino anormal(sua)causasestruturaispólipoaDenomioseleiomiomamalignascoagulopatiaovulatóriaevnDometrialiatrogênicanão classificaDacausas nãoestruturais12endometrial ou outras causas malignas (classificadas no sistema PALM), o trata-mento instituído pode ser farmacológico, por meio do uso de medicamentos, ou cirúrgico. As lesões estruturais classificadas como PALM têm tratamento específico de acordo com o diagnóstico.
O objetivo do tratamento é a redução do fluxo menstrual, reduzindo morbi-dade e melhorando a qualidade de vida. O tratamento por meio de terapêutica far-macológica ou medicamentosa é considerado a primeira linha a ser seguida, sempre que possível. A efetividade e aderência a esta alternativa está fortemente ligada ao atendimento médico e à excelência da relação médico-paciente. Prover informações sobre os recursos terapêuticos, seu mecanismo de ação, benefícios, riscos, bem como informações dos resultados esperados e orientação quanto ao uso prolonga-do, pode ser crucial para a continuidade do tratamento. Esta revisão abordará os recursos terapêuticos hormonais, não hormonais, além do tratamento cirúrgico utilizando o sistema proposto pela FIGO e que são da competência do ginecologista.
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passage: É normal fazer um preventivo e ficar 2 dias sangrando? “Fiquei 2 dias sangrando depois que fiz o preventivo essa semana e estou preocupada porque nunca me aconteceu antes. O que pode ser? Isso é normal?” Depois de um preventivo, é normal algumas mulheres apresentarem um sangramento pequeno, que pode durar de 1 a 2 dias. No entanto, existem condições que podem favorecer esse sangramento após o exame e necessitar de atenção médica em alguns casos. Após realizar o preventivo, um sangramento pode estar associado a condições, como: Inflamação no colo do útero, também conhecida como cervicite; Ectopia cervical, uma alteração benigna do revestimento do colo uterino; Atrofia vaginal, especialmente em mulheres na menopausa; Pólipo no colo do útero. Assim, especialmente se existirem outros sintomas, como dor ou sangramento durante ou após as relações sexuais, corrimento anormal ou sangramentos fora do período menstrual, é recomendado consultar um médico para uma avaliação.
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passage: . Além disso, caso continue tendo menstruações curtas, também é recomendado consultar o ginecologista para uma avaliação.
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passage: . Nesses casos, é recomendado consultar o ginecologista para identificar a causa e iniciar o tratamento adequado. Veja mais as principais causas para o corrimento rosado ao longo do ciclo. 5. Candidíase A candidíase é uma infecção causada pelo fungo Candida albicans, que é encontrado naturalmente na região genital, levando ao surgimento de corrimento esbranquiçado semelhante a queijo cottage, mas que também pode se apresentar amarelado, e acompanhado de sintomas como coceira intensa na região genital, vermelhidão e inchaço na vulva, sensação de queimação ao urinar. Este tipo de infecção é bastante comum, e pode surgir antes da menstruação ou em qualquer outra fase do ciclo menstrual, devido a alterações hormonais hormonais, uso de anticoncepcionais contendo estrogênio, diabetes ou até uso de antibióticos, que podem levar a um desequilíbrio da microbiota vaginal, favorecendo o crescimento de fungos. O que fazer: o tratamento da candidíase vaginal deve feito com orientação do ginecologista que pode indicar o uso de remédios antifúngicos, como miconazol, tioconazol, nistatina, fluconazol ou itraconazol, na forma de pomadas, cremes, óvulos vaginais ou comprimidos. Veja todos os remédios indicados para candidíase. 6
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passage: Avaliação de sangramentos anormaisUltrassonografia. A avaliação do endométrio por ultrassono-grafia transvaginal atualmente é o método de imagem prefe-rencial para a investigação diagnóstica de sangramento uterino anormal. Nas mulheres pós-menopáusicas, o achado de endo-métrio com espessura /H11349 4 mm tem valor preditivo negativo de 99% para exclusão de carcinoma endometrial. Espessuras . 4 mm são consideradas inespecíficas (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2009). Indica-se biópsia de endométrio a qualquer paciente pós-menopáusica com sangra-mento anormal e endométrio com . 4 mm de espessura.
Nas mulheres pré-menopáusicas, não há evidências para a aplicação desses critérios. Contudo, normalmente, indica-se biópsia nas mulheres pré-menopáusicas ≥ 35 anos. Além disso, naquelas com menos de 35 anos, se a história clínica for suges-tiva de exposição em longo prazo a estrogênio sem oposição, considera-se prudente indicar biópsia mesmo quando a espes-sura do endométrio for “normal” (4 a 10 mm).
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Olá! Entendo sua preocupação com esse sangramento amarronzado após iniciar o Kalist, principalmente depois de ter tomado Evocanil para induzir a menstruação e com a suspeita de endometriose. Vamos conversar um pouco sobre isso.
Primeiramente, é importante entender que a medicação que você tomou, o Evocanil, tem como objetivo provocar o sangramento menstrual. Após esse sangramento, você iniciou o Kalist, que é um medicamento com progesterona. Essa mudança hormonal causada pelas medicações pode, sim, alterar o padrão do seu sangramento.
O sangramento amarronzado que você está apresentando pode ser um efeito colateral do Kalist. A progesterona presente no medicamento pode influenciar o endométrio, que é o revestimento interno do útero, levando a um sangramento irregular, que muitas vezes se manifesta como um escape de sangue mais antigo, por isso a coloração amarronzada. Isso é mais comum no início do tratamento, enquanto seu corpo se adapta à nova dosagem hormonal.
Além disso, a endometriose também pode estar relacionada a sangramentos irregulares. Essa condição, como vimos, pode causar alterações no útero e em outros órgãos pélvicos, o que pode contribuir para esse tipo de sangramento. É crucial lembrar que o exame físico, como o exame com espéculo e o bimanual, pode ajudar na detecção da endometriose, revelando lesões ou alterações anatômicas sugestivas da doença.
É importante que você observe se esse sangramento amarronzado persiste, aumenta de intensidade ou é acompanhado de outros sintomas, como cólicas intensas, dor durante a relação sexual ou alterações no intestino ou na bexiga. Caso isso aconteça, é fundamental que você entre em contato com seu médico para que ele possa avaliar a situação com mais detalhes e, se necessário, ajustar a medicação ou investigar outras possíveis causas do sangramento.
É muito importante que você mantenha um acompanhamento regular com seu médico, especialmente considerando a suspeita de endometriose. Ele poderá te orientar sobre o melhor tratamento para o seu caso, levando em consideração seus sintomas, histórico médico e resultados de exames. Não hesite em tirar todas as suas dúvidas e expressar suas preocupações durante as consultas.
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Boa noite. Fiz um beta quantitativo e o resultado é positivo.
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Sim, este resultado é positivo para gravidez. Procure um serviço de saúde para iniciar os exames de pré-natal e obter as informações necessárias para este período.
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passage: . Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Diferença entre beta hCG qualitativo e quantitativo No beta hCG qualitativo, o resultado pode ser apenas positivo ou negativo, porque apenas indica a presença ou não do hormônio gonadotrofina coriônica humana (hCG) no sangue. Já o exame beta hCG quantitativo, além da presença, também mede a quantidade do hormônio no sangue. A partir dessa quantidade, o ginecologista consegue identificar a semana de gravidez e perceber se a gravidez pode ser de gêmeos. O que fazer em caso de resultado positivo Em casos de resultado positivo no exame de beta hCG qualitativo na mulher, é importante marcar consulta com um obstetra, para iniciar o pré-natal, que é o acompanhamento médico que tem como objetivo avaliar a saúde da mulher e do bebê durante a gravidez. Leia também: Pré-natal: o que é, quando começar, consultas e exames tuasaude.com/pre-natal
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passage: . Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Diferença entre beta hCG qualitativo e quantitativo No beta hCG qualitativo, o resultado pode ser apenas positivo ou negativo, porque apenas indica a presença ou não do hormônio gonadotrofina coriônica humana (hCG) no sangue. Já o exame beta hCG quantitativo, além da presença, também mede a quantidade do hormônio no sangue. A partir dessa quantidade, o ginecologista consegue identificar a semana de gravidez e perceber se a gravidez pode ser de gêmeos. O que fazer em caso de resultado positivo Em casos de resultado positivo no exame de beta hCG qualitativo na mulher, é importante marcar consulta com um obstetra, para iniciar o pré-natal, que é o acompanhamento médico que tem como objetivo avaliar a saúde da mulher e do bebê durante a gravidez. Leia também: Pré-natal: o que é, quando começar, consultas e exames tuasaude.com/pre-natal
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passage: .com/hcg Como é feito o exame O exame beta hCG qualitativo é simples de fazer, sendo necessário apenas retirar uma amostra de sangue, que depois será analisada em laboratório. Não é necessário qualquer tipo de jejum ou preparo para realizar o exame beta hCG qualitativo. Beta hCG qualitativo é confiável? Sim, o exame beta hCG qualitativo é confiável para se confirmar a gravidez, porque tem uma taxa de precisão de 99%. Resultados do beta hCG qualitativo Os possíveis resultados para o teste de beta hCG qualitativo são: Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Quando o resultado é negativo, mas ainda existe a suspeita de gravidez, é recomendado repetir o exame após 1 semana. O resultado positivo geralmente indica que a mulher está grávida. No entanto, existem alguns casos raros em que a mulher não está grávida, mas pode apresentar gravidez ectópica ou aborto espontâneo, por exemplo. Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir
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passage: . Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Diferença entre beta hCG qualitativo e quantitativo No beta hCG qualitativo, o resultado pode ser apenas positivo ou negativo, porque apenas indica a presença ou não do hormônio gonadotrofina coriônica humana (hCG) no sangue. Já o exame beta hCG quantitativo, além da presença, também mede a quantidade do hormônio no sangue. A partir dessa quantidade, o ginecologista consegue identificar a semana de gravidez e perceber se a gravidez pode ser de gêmeos. O que fazer em caso de resultado positivo Em casos de resultado positivo no exame de beta hCG qualitativo na mulher, é importante marcar consulta com um obstetra, para iniciar o pré-natal, que é o acompanhamento médico que tem como objetivo avaliar a saúde da mulher e do bebê durante a gravidez. Leia também: Pré-natal: o que é, quando começar, consultas e exames tuasaude.com/pre-natal
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passage: .com/hcg Como é feito o exame O exame beta hCG qualitativo é simples de fazer, sendo necessário apenas retirar uma amostra de sangue, que depois será analisada em laboratório. Não é necessário qualquer tipo de jejum ou preparo para realizar o exame beta hCG qualitativo. Beta hCG qualitativo é confiável? Sim, o exame beta hCG qualitativo é confiável para se confirmar a gravidez, porque tem uma taxa de precisão de 99%. Resultados do beta hCG qualitativo Os possíveis resultados para o teste de beta hCG qualitativo são: Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Quando o resultado é negativo, mas ainda existe a suspeita de gravidez, é recomendado repetir o exame após 1 semana. O resultado positivo geralmente indica que a mulher está grávida. No entanto, existem alguns casos raros em que a mulher não está grávida, mas pode apresentar gravidez ectópica ou aborto espontâneo, por exemplo. Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir
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passage: Beta hCG quantitativo: o que é e como entender o resultado O beta hCG quantitativo é um exame de sangue feito para confirmar a gravidez, pois permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gestação. O resultado do exame de sangue indica que a mulher está grávida quando os valores do hormônio beta hCG são maiores que 5,0 mlU/ml. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O beta hCG quantitativo também pode ser usado pelo médico como um marcador tumoral, para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de condições, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Leia também: Marcadores tumorais: o que são, para que servem e tipos (com tabela) tuasaude.com/marcadores-tumorais O exame beta hCG quantitativo pode ser solicitado pelo médico aproximadamente 10 dias após a fecundação ou no primeiro dia após o atraso menstrual. Para realizar este exame não é necessário fazer jejum e o resultado pode ser informado em poucas horas após a coleta do sangue e envio para o laboratório
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passage: . Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Diferença entre beta hCG qualitativo e quantitativo No beta hCG qualitativo, o resultado pode ser apenas positivo ou negativo, porque apenas indica a presença ou não do hormônio gonadotrofina coriônica humana (hCG) no sangue. Já o exame beta hCG quantitativo, além da presença, também mede a quantidade do hormônio no sangue. A partir dessa quantidade, o ginecologista consegue identificar a semana de gravidez e perceber se a gravidez pode ser de gêmeos. O que fazer em caso de resultado positivo Em casos de resultado positivo no exame de beta hCG qualitativo na mulher, é importante marcar consulta com um obstetra, para iniciar o pré-natal, que é o acompanhamento médico que tem como objetivo avaliar a saúde da mulher e do bebê durante a gravidez. Leia também: Pré-natal: o que é, quando começar, consultas e exames tuasaude.com/pre-natal
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passage: .com/hcg Como é feito o exame O exame beta hCG qualitativo é simples de fazer, sendo necessário apenas retirar uma amostra de sangue, que depois será analisada em laboratório. Não é necessário qualquer tipo de jejum ou preparo para realizar o exame beta hCG qualitativo. Beta hCG qualitativo é confiável? Sim, o exame beta hCG qualitativo é confiável para se confirmar a gravidez, porque tem uma taxa de precisão de 99%. Resultados do beta hCG qualitativo Os possíveis resultados para o teste de beta hCG qualitativo são: Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Quando o resultado é negativo, mas ainda existe a suspeita de gravidez, é recomendado repetir o exame após 1 semana. O resultado positivo geralmente indica que a mulher está grávida. No entanto, existem alguns casos raros em que a mulher não está grávida, mas pode apresentar gravidez ectópica ou aborto espontâneo, por exemplo. Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir
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passage: Beta hCG quantitativo: o que é e como entender o resultado O beta hCG quantitativo é um exame de sangue feito para confirmar a gravidez, pois permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gestação. O resultado do exame de sangue indica que a mulher está grávida quando os valores do hormônio beta hCG são maiores que 5,0 mlU/ml. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O beta hCG quantitativo também pode ser usado pelo médico como um marcador tumoral, para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de condições, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Leia também: Marcadores tumorais: o que são, para que servem e tipos (com tabela) tuasaude.com/marcadores-tumorais O exame beta hCG quantitativo pode ser solicitado pelo médico aproximadamente 10 dias após a fecundação ou no primeiro dia após o atraso menstrual. Para realizar este exame não é necessário fazer jejum e o resultado pode ser informado em poucas horas após a coleta do sangue e envio para o laboratório
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passage: . Aguardar o tempo indicado, retirar o teste e esperar de 1 a 5 minutos, até aparecer o resultado. Para o teste de urina, não é recomendado beber grandes quantidades de líquidos antes de colher a amostra, pois se estiver muito diluída pode indicar um resultado falso negativo. Calculadora online de beta hCG Caso tenha feito o exame de beta hCG, coloque o seu valor na calculadora a seguir para saber se pode estar grávida: Valor do exame de beta HCG: mlU/ml help Erro Calcular Valores e resultados do beta hCG Os possíveis valores e resultados do exame beta hCG são: Beta hCG quantitativo positivo: valores entre 5 e 50 mlU/ml podem indicar gravidez; Beta hCG quantitativo negativo: valores inferiores a 5 mlU/ml indicam que a mulher pode não estar grávida; Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Já o resultado beta hCG quantitativo positivo em homens, pode indicar alguns tipos de câncer, como de testículo e bexiga. No entanto, esse exame só é solicitado para avaliar a resposta destas doenças ao tratamento médico, em homens que já possuem estas condições. Leia também: Homem pode fazer beta-hCG? tuasaude.com/medico-responde/homem-pode-fazer-beta-hcg Dúvidas comuns sobre o beta hCG As dúvidas mais comuns sobre o exame beta hCG são: 1
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passage: . Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Diferença entre beta hCG qualitativo e quantitativo No beta hCG qualitativo, o resultado pode ser apenas positivo ou negativo, porque apenas indica a presença ou não do hormônio gonadotrofina coriônica humana (hCG) no sangue. Já o exame beta hCG quantitativo, além da presença, também mede a quantidade do hormônio no sangue. A partir dessa quantidade, o ginecologista consegue identificar a semana de gravidez e perceber se a gravidez pode ser de gêmeos. O que fazer em caso de resultado positivo Em casos de resultado positivo no exame de beta hCG qualitativo na mulher, é importante marcar consulta com um obstetra, para iniciar o pré-natal, que é o acompanhamento médico que tem como objetivo avaliar a saúde da mulher e do bebê durante a gravidez. Leia também: Pré-natal: o que é, quando começar, consultas e exames tuasaude.com/pre-natal
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passage: .com/hcg Como é feito o exame O exame beta hCG qualitativo é simples de fazer, sendo necessário apenas retirar uma amostra de sangue, que depois será analisada em laboratório. Não é necessário qualquer tipo de jejum ou preparo para realizar o exame beta hCG qualitativo. Beta hCG qualitativo é confiável? Sim, o exame beta hCG qualitativo é confiável para se confirmar a gravidez, porque tem uma taxa de precisão de 99%. Resultados do beta hCG qualitativo Os possíveis resultados para o teste de beta hCG qualitativo são: Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Quando o resultado é negativo, mas ainda existe a suspeita de gravidez, é recomendado repetir o exame após 1 semana. O resultado positivo geralmente indica que a mulher está grávida. No entanto, existem alguns casos raros em que a mulher não está grávida, mas pode apresentar gravidez ectópica ou aborto espontâneo, por exemplo. Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir
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passage: Beta hCG quantitativo: o que é e como entender o resultado O beta hCG quantitativo é um exame de sangue feito para confirmar a gravidez, pois permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gestação. O resultado do exame de sangue indica que a mulher está grávida quando os valores do hormônio beta hCG são maiores que 5,0 mlU/ml. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O beta hCG quantitativo também pode ser usado pelo médico como um marcador tumoral, para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de condições, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Leia também: Marcadores tumorais: o que são, para que servem e tipos (com tabela) tuasaude.com/marcadores-tumorais O exame beta hCG quantitativo pode ser solicitado pelo médico aproximadamente 10 dias após a fecundação ou no primeiro dia após o atraso menstrual. Para realizar este exame não é necessário fazer jejum e o resultado pode ser informado em poucas horas após a coleta do sangue e envio para o laboratório
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passage: . Aguardar o tempo indicado, retirar o teste e esperar de 1 a 5 minutos, até aparecer o resultado. Para o teste de urina, não é recomendado beber grandes quantidades de líquidos antes de colher a amostra, pois se estiver muito diluída pode indicar um resultado falso negativo. Calculadora online de beta hCG Caso tenha feito o exame de beta hCG, coloque o seu valor na calculadora a seguir para saber se pode estar grávida: Valor do exame de beta HCG: mlU/ml help Erro Calcular Valores e resultados do beta hCG Os possíveis valores e resultados do exame beta hCG são: Beta hCG quantitativo positivo: valores entre 5 e 50 mlU/ml podem indicar gravidez; Beta hCG quantitativo negativo: valores inferiores a 5 mlU/ml indicam que a mulher pode não estar grávida; Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Já o resultado beta hCG quantitativo positivo em homens, pode indicar alguns tipos de câncer, como de testículo e bexiga. No entanto, esse exame só é solicitado para avaliar a resposta destas doenças ao tratamento médico, em homens que já possuem estas condições. Leia também: Homem pode fazer beta-hCG? tuasaude.com/medico-responde/homem-pode-fazer-beta-hcg Dúvidas comuns sobre o beta hCG As dúvidas mais comuns sobre o exame beta hCG são: 1
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passage: . Além disso, o exame beta hCG também pode ser usado como um marcador tumoral, sendo solicitado pelo médico para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de algumas doenças, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 1. Beta hCG quantitativo O beta hCG quantitativo é um exame que permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gravidez. Além disso, o beta hCG quantitativo também pode ser indicado para analisar a gravidade e a eficácia do tratamento médico de condições, como câncer de ovário, testículo, bexiga, estômago, pâncreas, cólon, colo do útero e endométrio, e doença trofoblástica gestacional. 2. Beta hCG qualitativo O beta hCG qualitativo é um exame que detecta a presença de gonadotrofina coriônica humana no sangue ou urina, sendo indicado para confirmar a gravidez. O resultado deste exame indica apenas a presença ou não do hormônio hCG no sangue ou urina, não informando a quantidade
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passage: . Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Diferença entre beta hCG qualitativo e quantitativo No beta hCG qualitativo, o resultado pode ser apenas positivo ou negativo, porque apenas indica a presença ou não do hormônio gonadotrofina coriônica humana (hCG) no sangue. Já o exame beta hCG quantitativo, além da presença, também mede a quantidade do hormônio no sangue. A partir dessa quantidade, o ginecologista consegue identificar a semana de gravidez e perceber se a gravidez pode ser de gêmeos. O que fazer em caso de resultado positivo Em casos de resultado positivo no exame de beta hCG qualitativo na mulher, é importante marcar consulta com um obstetra, para iniciar o pré-natal, que é o acompanhamento médico que tem como objetivo avaliar a saúde da mulher e do bebê durante a gravidez. Leia também: Pré-natal: o que é, quando começar, consultas e exames tuasaude.com/pre-natal
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passage: .com/hcg Como é feito o exame O exame beta hCG qualitativo é simples de fazer, sendo necessário apenas retirar uma amostra de sangue, que depois será analisada em laboratório. Não é necessário qualquer tipo de jejum ou preparo para realizar o exame beta hCG qualitativo. Beta hCG qualitativo é confiável? Sim, o exame beta hCG qualitativo é confiável para se confirmar a gravidez, porque tem uma taxa de precisão de 99%. Resultados do beta hCG qualitativo Os possíveis resultados para o teste de beta hCG qualitativo são: Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Quando o resultado é negativo, mas ainda existe a suspeita de gravidez, é recomendado repetir o exame após 1 semana. O resultado positivo geralmente indica que a mulher está grávida. No entanto, existem alguns casos raros em que a mulher não está grávida, mas pode apresentar gravidez ectópica ou aborto espontâneo, por exemplo. Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir
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passage: Beta hCG quantitativo: o que é e como entender o resultado O beta hCG quantitativo é um exame de sangue feito para confirmar a gravidez, pois permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gestação. O resultado do exame de sangue indica que a mulher está grávida quando os valores do hormônio beta hCG são maiores que 5,0 mlU/ml. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O beta hCG quantitativo também pode ser usado pelo médico como um marcador tumoral, para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de condições, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Leia também: Marcadores tumorais: o que são, para que servem e tipos (com tabela) tuasaude.com/marcadores-tumorais O exame beta hCG quantitativo pode ser solicitado pelo médico aproximadamente 10 dias após a fecundação ou no primeiro dia após o atraso menstrual. Para realizar este exame não é necessário fazer jejum e o resultado pode ser informado em poucas horas após a coleta do sangue e envio para o laboratório
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passage: . Aguardar o tempo indicado, retirar o teste e esperar de 1 a 5 minutos, até aparecer o resultado. Para o teste de urina, não é recomendado beber grandes quantidades de líquidos antes de colher a amostra, pois se estiver muito diluída pode indicar um resultado falso negativo. Calculadora online de beta hCG Caso tenha feito o exame de beta hCG, coloque o seu valor na calculadora a seguir para saber se pode estar grávida: Valor do exame de beta HCG: mlU/ml help Erro Calcular Valores e resultados do beta hCG Os possíveis valores e resultados do exame beta hCG são: Beta hCG quantitativo positivo: valores entre 5 e 50 mlU/ml podem indicar gravidez; Beta hCG quantitativo negativo: valores inferiores a 5 mlU/ml indicam que a mulher pode não estar grávida; Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Já o resultado beta hCG quantitativo positivo em homens, pode indicar alguns tipos de câncer, como de testículo e bexiga. No entanto, esse exame só é solicitado para avaliar a resposta destas doenças ao tratamento médico, em homens que já possuem estas condições. Leia também: Homem pode fazer beta-hCG? tuasaude.com/medico-responde/homem-pode-fazer-beta-hcg Dúvidas comuns sobre o beta hCG As dúvidas mais comuns sobre o exame beta hCG são: 1
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passage: . Além disso, o exame beta hCG também pode ser usado como um marcador tumoral, sendo solicitado pelo médico para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de algumas doenças, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 1. Beta hCG quantitativo O beta hCG quantitativo é um exame que permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gravidez. Além disso, o beta hCG quantitativo também pode ser indicado para analisar a gravidade e a eficácia do tratamento médico de condições, como câncer de ovário, testículo, bexiga, estômago, pâncreas, cólon, colo do útero e endométrio, e doença trofoblástica gestacional. 2. Beta hCG qualitativo O beta hCG qualitativo é um exame que detecta a presença de gonadotrofina coriônica humana no sangue ou urina, sendo indicado para confirmar a gravidez. O resultado deste exame indica apenas a presença ou não do hormônio hCG no sangue ou urina, não informando a quantidade
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passage: Resultado de Beta-hCG inferior a 2,0 é positivo? “O meu resultado de beta hCG deu inferior a 2,0. Gostaria de saber se é um resultado positivo e se posso estar grávida. Obrigada!” Resultados de beta hCG inferiores a 2,0 mlU/ml indicam que o exame deu negativo e, por isso, é muito provável que não esteja grávida. Porém, é importante lembrar que os valores de referência podem variar de laboratório para laboratório, e de acordo com fatores individuais. Em geral, valores de beta hCG entre 0 e 25 mlU/ml indicam resultado negativo. Porém, mulheres que estão na 1º ou 2º semana de gestação podem apresentar valores menores que 25. Por isso, se o exame deu negativo, é indicado aguardar mais 10 a 15 dias. Se a menstruação continuar atrasada, recomenda-se repetir o exame.
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passage: . Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Diferença entre beta hCG qualitativo e quantitativo No beta hCG qualitativo, o resultado pode ser apenas positivo ou negativo, porque apenas indica a presença ou não do hormônio gonadotrofina coriônica humana (hCG) no sangue. Já o exame beta hCG quantitativo, além da presença, também mede a quantidade do hormônio no sangue. A partir dessa quantidade, o ginecologista consegue identificar a semana de gravidez e perceber se a gravidez pode ser de gêmeos. O que fazer em caso de resultado positivo Em casos de resultado positivo no exame de beta hCG qualitativo na mulher, é importante marcar consulta com um obstetra, para iniciar o pré-natal, que é o acompanhamento médico que tem como objetivo avaliar a saúde da mulher e do bebê durante a gravidez. Leia também: Pré-natal: o que é, quando começar, consultas e exames tuasaude.com/pre-natal
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passage: .com/hcg Como é feito o exame O exame beta hCG qualitativo é simples de fazer, sendo necessário apenas retirar uma amostra de sangue, que depois será analisada em laboratório. Não é necessário qualquer tipo de jejum ou preparo para realizar o exame beta hCG qualitativo. Beta hCG qualitativo é confiável? Sim, o exame beta hCG qualitativo é confiável para se confirmar a gravidez, porque tem uma taxa de precisão de 99%. Resultados do beta hCG qualitativo Os possíveis resultados para o teste de beta hCG qualitativo são: Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Quando o resultado é negativo, mas ainda existe a suspeita de gravidez, é recomendado repetir o exame após 1 semana. O resultado positivo geralmente indica que a mulher está grávida. No entanto, existem alguns casos raros em que a mulher não está grávida, mas pode apresentar gravidez ectópica ou aborto espontâneo, por exemplo. Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir
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passage: Beta hCG quantitativo: o que é e como entender o resultado O beta hCG quantitativo é um exame de sangue feito para confirmar a gravidez, pois permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gestação. O resultado do exame de sangue indica que a mulher está grávida quando os valores do hormônio beta hCG são maiores que 5,0 mlU/ml. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O beta hCG quantitativo também pode ser usado pelo médico como um marcador tumoral, para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de condições, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Leia também: Marcadores tumorais: o que são, para que servem e tipos (com tabela) tuasaude.com/marcadores-tumorais O exame beta hCG quantitativo pode ser solicitado pelo médico aproximadamente 10 dias após a fecundação ou no primeiro dia após o atraso menstrual. Para realizar este exame não é necessário fazer jejum e o resultado pode ser informado em poucas horas após a coleta do sangue e envio para o laboratório
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passage: . Aguardar o tempo indicado, retirar o teste e esperar de 1 a 5 minutos, até aparecer o resultado. Para o teste de urina, não é recomendado beber grandes quantidades de líquidos antes de colher a amostra, pois se estiver muito diluída pode indicar um resultado falso negativo. Calculadora online de beta hCG Caso tenha feito o exame de beta hCG, coloque o seu valor na calculadora a seguir para saber se pode estar grávida: Valor do exame de beta HCG: mlU/ml help Erro Calcular Valores e resultados do beta hCG Os possíveis valores e resultados do exame beta hCG são: Beta hCG quantitativo positivo: valores entre 5 e 50 mlU/ml podem indicar gravidez; Beta hCG quantitativo negativo: valores inferiores a 5 mlU/ml indicam que a mulher pode não estar grávida; Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Já o resultado beta hCG quantitativo positivo em homens, pode indicar alguns tipos de câncer, como de testículo e bexiga. No entanto, esse exame só é solicitado para avaliar a resposta destas doenças ao tratamento médico, em homens que já possuem estas condições. Leia também: Homem pode fazer beta-hCG? tuasaude.com/medico-responde/homem-pode-fazer-beta-hcg Dúvidas comuns sobre o beta hCG As dúvidas mais comuns sobre o exame beta hCG são: 1
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passage: . Além disso, o exame beta hCG também pode ser usado como um marcador tumoral, sendo solicitado pelo médico para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de algumas doenças, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 1. Beta hCG quantitativo O beta hCG quantitativo é um exame que permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gravidez. Além disso, o beta hCG quantitativo também pode ser indicado para analisar a gravidade e a eficácia do tratamento médico de condições, como câncer de ovário, testículo, bexiga, estômago, pâncreas, cólon, colo do útero e endométrio, e doença trofoblástica gestacional. 2. Beta hCG qualitativo O beta hCG qualitativo é um exame que detecta a presença de gonadotrofina coriônica humana no sangue ou urina, sendo indicado para confirmar a gravidez. O resultado deste exame indica apenas a presença ou não do hormônio hCG no sangue ou urina, não informando a quantidade
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passage: Resultado de Beta-hCG inferior a 2,0 é positivo? “O meu resultado de beta hCG deu inferior a 2,0. Gostaria de saber se é um resultado positivo e se posso estar grávida. Obrigada!” Resultados de beta hCG inferiores a 2,0 mlU/ml indicam que o exame deu negativo e, por isso, é muito provável que não esteja grávida. Porém, é importante lembrar que os valores de referência podem variar de laboratório para laboratório, e de acordo com fatores individuais. Em geral, valores de beta hCG entre 0 e 25 mlU/ml indicam resultado negativo. Porém, mulheres que estão na 1º ou 2º semana de gestação podem apresentar valores menores que 25. Por isso, se o exame deu negativo, é indicado aguardar mais 10 a 15 dias. Se a menstruação continuar atrasada, recomenda-se repetir o exame.
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passage: Beta hCG qualitativo: para que serve, como é feito (e resultados) O beta hCG qualitativo é um exame que detecta a presença de gonadotrofina coriônica humana (hCG) no sangue, um hormônio que é produzido pelo corpo da mulher durante a gravidez. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Por isso, quando o resultado do beta hCG qualitativo é positivo, significa que existe uma possibilidade quase certa (99%) de a mulher estar grávida. Normalmente, o beta hCG qualitativo é usado pelo ginecologista para confirmar o resultado positivo do teste de farmácia, comprovando o diagnóstico de gravidez. Conheça mais sobre o teste de gravidez de farmácia. Para que serve O exame beta hCG qualitativo serve para confirmar ou descartar a possibilidade de gravidez. Este exame normalmente é solicitado pelo ginecologista para confirmar o resultado do teste de gravidez de farmácia. Leia também: HCG: o que é, quando fazer o exame e valores tuasaude.com/hcg Como é feito o exame O exame beta hCG qualitativo é simples de fazer, sendo necessário apenas retirar uma amostra de sangue, que depois será analisada em laboratório. Não é necessário qualquer tipo de jejum ou preparo para realizar o exame beta hCG qualitativo
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passage: . Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Diferença entre beta hCG qualitativo e quantitativo No beta hCG qualitativo, o resultado pode ser apenas positivo ou negativo, porque apenas indica a presença ou não do hormônio gonadotrofina coriônica humana (hCG) no sangue. Já o exame beta hCG quantitativo, além da presença, também mede a quantidade do hormônio no sangue. A partir dessa quantidade, o ginecologista consegue identificar a semana de gravidez e perceber se a gravidez pode ser de gêmeos. O que fazer em caso de resultado positivo Em casos de resultado positivo no exame de beta hCG qualitativo na mulher, é importante marcar consulta com um obstetra, para iniciar o pré-natal, que é o acompanhamento médico que tem como objetivo avaliar a saúde da mulher e do bebê durante a gravidez. Leia também: Pré-natal: o que é, quando começar, consultas e exames tuasaude.com/pre-natal
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passage: .com/hcg Como é feito o exame O exame beta hCG qualitativo é simples de fazer, sendo necessário apenas retirar uma amostra de sangue, que depois será analisada em laboratório. Não é necessário qualquer tipo de jejum ou preparo para realizar o exame beta hCG qualitativo. Beta hCG qualitativo é confiável? Sim, o exame beta hCG qualitativo é confiável para se confirmar a gravidez, porque tem uma taxa de precisão de 99%. Resultados do beta hCG qualitativo Os possíveis resultados para o teste de beta hCG qualitativo são: Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Quando o resultado é negativo, mas ainda existe a suspeita de gravidez, é recomendado repetir o exame após 1 semana. O resultado positivo geralmente indica que a mulher está grávida. No entanto, existem alguns casos raros em que a mulher não está grávida, mas pode apresentar gravidez ectópica ou aborto espontâneo, por exemplo. Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir
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passage: Beta hCG quantitativo: o que é e como entender o resultado O beta hCG quantitativo é um exame de sangue feito para confirmar a gravidez, pois permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gestação. O resultado do exame de sangue indica que a mulher está grávida quando os valores do hormônio beta hCG são maiores que 5,0 mlU/ml. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O beta hCG quantitativo também pode ser usado pelo médico como um marcador tumoral, para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de condições, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Leia também: Marcadores tumorais: o que são, para que servem e tipos (com tabela) tuasaude.com/marcadores-tumorais O exame beta hCG quantitativo pode ser solicitado pelo médico aproximadamente 10 dias após a fecundação ou no primeiro dia após o atraso menstrual. Para realizar este exame não é necessário fazer jejum e o resultado pode ser informado em poucas horas após a coleta do sangue e envio para o laboratório
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passage: . Aguardar o tempo indicado, retirar o teste e esperar de 1 a 5 minutos, até aparecer o resultado. Para o teste de urina, não é recomendado beber grandes quantidades de líquidos antes de colher a amostra, pois se estiver muito diluída pode indicar um resultado falso negativo. Calculadora online de beta hCG Caso tenha feito o exame de beta hCG, coloque o seu valor na calculadora a seguir para saber se pode estar grávida: Valor do exame de beta HCG: mlU/ml help Erro Calcular Valores e resultados do beta hCG Os possíveis valores e resultados do exame beta hCG são: Beta hCG quantitativo positivo: valores entre 5 e 50 mlU/ml podem indicar gravidez; Beta hCG quantitativo negativo: valores inferiores a 5 mlU/ml indicam que a mulher pode não estar grávida; Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Já o resultado beta hCG quantitativo positivo em homens, pode indicar alguns tipos de câncer, como de testículo e bexiga. No entanto, esse exame só é solicitado para avaliar a resposta destas doenças ao tratamento médico, em homens que já possuem estas condições. Leia também: Homem pode fazer beta-hCG? tuasaude.com/medico-responde/homem-pode-fazer-beta-hcg Dúvidas comuns sobre o beta hCG As dúvidas mais comuns sobre o exame beta hCG são: 1
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passage: . Além disso, o exame beta hCG também pode ser usado como um marcador tumoral, sendo solicitado pelo médico para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de algumas doenças, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 1. Beta hCG quantitativo O beta hCG quantitativo é um exame que permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gravidez. Além disso, o beta hCG quantitativo também pode ser indicado para analisar a gravidade e a eficácia do tratamento médico de condições, como câncer de ovário, testículo, bexiga, estômago, pâncreas, cólon, colo do útero e endométrio, e doença trofoblástica gestacional. 2. Beta hCG qualitativo O beta hCG qualitativo é um exame que detecta a presença de gonadotrofina coriônica humana no sangue ou urina, sendo indicado para confirmar a gravidez. O resultado deste exame indica apenas a presença ou não do hormônio hCG no sangue ou urina, não informando a quantidade
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passage: Resultado de Beta-hCG inferior a 2,0 é positivo? “O meu resultado de beta hCG deu inferior a 2,0. Gostaria de saber se é um resultado positivo e se posso estar grávida. Obrigada!” Resultados de beta hCG inferiores a 2,0 mlU/ml indicam que o exame deu negativo e, por isso, é muito provável que não esteja grávida. Porém, é importante lembrar que os valores de referência podem variar de laboratório para laboratório, e de acordo com fatores individuais. Em geral, valores de beta hCG entre 0 e 25 mlU/ml indicam resultado negativo. Porém, mulheres que estão na 1º ou 2º semana de gestação podem apresentar valores menores que 25. Por isso, se o exame deu negativo, é indicado aguardar mais 10 a 15 dias. Se a menstruação continuar atrasada, recomenda-se repetir o exame.
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passage: Beta hCG qualitativo: para que serve, como é feito (e resultados) O beta hCG qualitativo é um exame que detecta a presença de gonadotrofina coriônica humana (hCG) no sangue, um hormônio que é produzido pelo corpo da mulher durante a gravidez. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Por isso, quando o resultado do beta hCG qualitativo é positivo, significa que existe uma possibilidade quase certa (99%) de a mulher estar grávida. Normalmente, o beta hCG qualitativo é usado pelo ginecologista para confirmar o resultado positivo do teste de farmácia, comprovando o diagnóstico de gravidez. Conheça mais sobre o teste de gravidez de farmácia. Para que serve O exame beta hCG qualitativo serve para confirmar ou descartar a possibilidade de gravidez. Este exame normalmente é solicitado pelo ginecologista para confirmar o resultado do teste de gravidez de farmácia. Leia também: HCG: o que é, quando fazer o exame e valores tuasaude.com/hcg Como é feito o exame O exame beta hCG qualitativo é simples de fazer, sendo necessário apenas retirar uma amostra de sangue, que depois será analisada em laboratório. Não é necessário qualquer tipo de jejum ou preparo para realizar o exame beta hCG qualitativo
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passage: . 2. Beta hCG qualitativo O beta hCG qualitativo é um exame que detecta a presença de gonadotrofina coriônica humana no sangue ou urina, sendo indicado para confirmar a gravidez. O resultado deste exame indica apenas a presença ou não do hormônio hCG no sangue ou urina, não informando a quantidade. Leia também: Beta hCG qualitativo: para que serve, como é feito (e resultados) tuasaude.com/beta-hcg-qualitativo Como é feito o exame O exame beta hCG pode ser feito das seguintes formas: Exame de sangue: é feito em laboratório, através da coleta de sangue, que é retirado de uma veia de um dos braços. Não é necessário preparo para este exame; Teste de urina: conhecido como teste de farmácia ou teste de gravidez. Neste teste, a urina é colocada num recipiente e, em seguida, deve-se mergulhar a ponta absorvente do teste na urina. Aguardar o tempo indicado, retirar o teste e esperar de 1 a 5 minutos, até aparecer o resultado. Para o teste de urina, não é recomendado beber grandes quantidades de líquidos antes de colher a amostra, pois se estiver muito diluída pode indicar um resultado falso negativo
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passage: . Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Diferença entre beta hCG qualitativo e quantitativo No beta hCG qualitativo, o resultado pode ser apenas positivo ou negativo, porque apenas indica a presença ou não do hormônio gonadotrofina coriônica humana (hCG) no sangue. Já o exame beta hCG quantitativo, além da presença, também mede a quantidade do hormônio no sangue. A partir dessa quantidade, o ginecologista consegue identificar a semana de gravidez e perceber se a gravidez pode ser de gêmeos. O que fazer em caso de resultado positivo Em casos de resultado positivo no exame de beta hCG qualitativo na mulher, é importante marcar consulta com um obstetra, para iniciar o pré-natal, que é o acompanhamento médico que tem como objetivo avaliar a saúde da mulher e do bebê durante a gravidez. Leia também: Pré-natal: o que é, quando começar, consultas e exames tuasaude.com/pre-natal
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passage: .com/hcg Como é feito o exame O exame beta hCG qualitativo é simples de fazer, sendo necessário apenas retirar uma amostra de sangue, que depois será analisada em laboratório. Não é necessário qualquer tipo de jejum ou preparo para realizar o exame beta hCG qualitativo. Beta hCG qualitativo é confiável? Sim, o exame beta hCG qualitativo é confiável para se confirmar a gravidez, porque tem uma taxa de precisão de 99%. Resultados do beta hCG qualitativo Os possíveis resultados para o teste de beta hCG qualitativo são: Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Quando o resultado é negativo, mas ainda existe a suspeita de gravidez, é recomendado repetir o exame após 1 semana. O resultado positivo geralmente indica que a mulher está grávida. No entanto, existem alguns casos raros em que a mulher não está grávida, mas pode apresentar gravidez ectópica ou aborto espontâneo, por exemplo. Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir
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passage: . Aguardar o tempo indicado, retirar o teste e esperar de 1 a 5 minutos, até aparecer o resultado. Para o teste de urina, não é recomendado beber grandes quantidades de líquidos antes de colher a amostra, pois se estiver muito diluída pode indicar um resultado falso negativo. Calculadora online de beta hCG Caso tenha feito o exame de beta hCG, coloque o seu valor na calculadora a seguir para saber se pode estar grávida: Valor do exame de beta HCG: mlU/ml help Erro Calcular Valores e resultados do beta hCG Os possíveis valores e resultados do exame beta hCG são: Beta hCG quantitativo positivo: valores entre 5 e 50 mlU/ml podem indicar gravidez; Beta hCG quantitativo negativo: valores inferiores a 5 mlU/ml indicam que a mulher pode não estar grávida; Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Já o resultado beta hCG quantitativo positivo em homens, pode indicar alguns tipos de câncer, como de testículo e bexiga. No entanto, esse exame só é solicitado para avaliar a resposta destas doenças ao tratamento médico, em homens que já possuem estas condições. Leia também: Homem pode fazer beta-hCG? tuasaude.com/medico-responde/homem-pode-fazer-beta-hcg Dúvidas comuns sobre o beta hCG As dúvidas mais comuns sobre o exame beta hCG são: 1
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passage: . Além disso, o exame beta hCG também pode ser usado como um marcador tumoral, sendo solicitado pelo médico para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de algumas doenças, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 1. Beta hCG quantitativo O beta hCG quantitativo é um exame que permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gravidez. Além disso, o beta hCG quantitativo também pode ser indicado para analisar a gravidade e a eficácia do tratamento médico de condições, como câncer de ovário, testículo, bexiga, estômago, pâncreas, cólon, colo do útero e endométrio, e doença trofoblástica gestacional. 2. Beta hCG qualitativo O beta hCG qualitativo é um exame que detecta a presença de gonadotrofina coriônica humana no sangue ou urina, sendo indicado para confirmar a gravidez. O resultado deste exame indica apenas a presença ou não do hormônio hCG no sangue ou urina, não informando a quantidade
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passage: Resultado de Beta-hCG inferior a 2,0 é positivo? “O meu resultado de beta hCG deu inferior a 2,0. Gostaria de saber se é um resultado positivo e se posso estar grávida. Obrigada!” Resultados de beta hCG inferiores a 2,0 mlU/ml indicam que o exame deu negativo e, por isso, é muito provável que não esteja grávida. Porém, é importante lembrar que os valores de referência podem variar de laboratório para laboratório, e de acordo com fatores individuais. Em geral, valores de beta hCG entre 0 e 25 mlU/ml indicam resultado negativo. Porém, mulheres que estão na 1º ou 2º semana de gestação podem apresentar valores menores que 25. Por isso, se o exame deu negativo, é indicado aguardar mais 10 a 15 dias. Se a menstruação continuar atrasada, recomenda-se repetir o exame.
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passage: Beta hCG qualitativo: para que serve, como é feito (e resultados) O beta hCG qualitativo é um exame que detecta a presença de gonadotrofina coriônica humana (hCG) no sangue, um hormônio que é produzido pelo corpo da mulher durante a gravidez. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Por isso, quando o resultado do beta hCG qualitativo é positivo, significa que existe uma possibilidade quase certa (99%) de a mulher estar grávida. Normalmente, o beta hCG qualitativo é usado pelo ginecologista para confirmar o resultado positivo do teste de farmácia, comprovando o diagnóstico de gravidez. Conheça mais sobre o teste de gravidez de farmácia. Para que serve O exame beta hCG qualitativo serve para confirmar ou descartar a possibilidade de gravidez. Este exame normalmente é solicitado pelo ginecologista para confirmar o resultado do teste de gravidez de farmácia. Leia também: HCG: o que é, quando fazer o exame e valores tuasaude.com/hcg Como é feito o exame O exame beta hCG qualitativo é simples de fazer, sendo necessário apenas retirar uma amostra de sangue, que depois será analisada em laboratório. Não é necessário qualquer tipo de jejum ou preparo para realizar o exame beta hCG qualitativo
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passage: . 2. Beta hCG qualitativo O beta hCG qualitativo é um exame que detecta a presença de gonadotrofina coriônica humana no sangue ou urina, sendo indicado para confirmar a gravidez. O resultado deste exame indica apenas a presença ou não do hormônio hCG no sangue ou urina, não informando a quantidade. Leia também: Beta hCG qualitativo: para que serve, como é feito (e resultados) tuasaude.com/beta-hcg-qualitativo Como é feito o exame O exame beta hCG pode ser feito das seguintes formas: Exame de sangue: é feito em laboratório, através da coleta de sangue, que é retirado de uma veia de um dos braços. Não é necessário preparo para este exame; Teste de urina: conhecido como teste de farmácia ou teste de gravidez. Neste teste, a urina é colocada num recipiente e, em seguida, deve-se mergulhar a ponta absorvente do teste na urina. Aguardar o tempo indicado, retirar o teste e esperar de 1 a 5 minutos, até aparecer o resultado. Para o teste de urina, não é recomendado beber grandes quantidades de líquidos antes de colher a amostra, pois se estiver muito diluída pode indicar um resultado falso negativo
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passage: . Diferença entre beta hCG quantitativo e qualitativo O exame de beta hCG quantitativo indica a quantidade hormônio presente no sangue. Esse exame é feito a partir da coleta de uma amostra de sangue que é enviada ao laboratório para análise. A partir do resultado do exame é possível identificar a concentração do hormônio hCG no sangue e, a depender da concentração, indicar a semana de gestação. Já o exame beta hCG qualitativo é o teste de gravidez de farmácia que só indica se a mulher está grávida ou não, não sendo informada a concentração de hormônio no sangue e sendo indicado pelo ginecologista a realização de exame de sangue para confirmação da gravidez. Entenda melhor o que é o beta hCG qualitativo, quando fazer e resultados. O que fazer após confirmar a gravidez Após confirmar a gravidez com o exame de sangue, é importante marcar uma consulta no obstetra para iniciar o acompanhamento pré-natal, fazendo os exames necessários para garantir uma gravidez saudável, sem complicações como pré-eclâmpsia ou diabetes gestacional. Saiba quais são os exames mais importantes para se fazer durante o primeiro trimestre da gravidez.
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passage: . Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Diferença entre beta hCG qualitativo e quantitativo No beta hCG qualitativo, o resultado pode ser apenas positivo ou negativo, porque apenas indica a presença ou não do hormônio gonadotrofina coriônica humana (hCG) no sangue. Já o exame beta hCG quantitativo, além da presença, também mede a quantidade do hormônio no sangue. A partir dessa quantidade, o ginecologista consegue identificar a semana de gravidez e perceber se a gravidez pode ser de gêmeos. O que fazer em caso de resultado positivo Em casos de resultado positivo no exame de beta hCG qualitativo na mulher, é importante marcar consulta com um obstetra, para iniciar o pré-natal, que é o acompanhamento médico que tem como objetivo avaliar a saúde da mulher e do bebê durante a gravidez. Leia também: Pré-natal: o que é, quando começar, consultas e exames tuasaude.com/pre-natal
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passage: .com/hcg Como é feito o exame O exame beta hCG qualitativo é simples de fazer, sendo necessário apenas retirar uma amostra de sangue, que depois será analisada em laboratório. Não é necessário qualquer tipo de jejum ou preparo para realizar o exame beta hCG qualitativo. Beta hCG qualitativo é confiável? Sim, o exame beta hCG qualitativo é confiável para se confirmar a gravidez, porque tem uma taxa de precisão de 99%. Resultados do beta hCG qualitativo Os possíveis resultados para o teste de beta hCG qualitativo são: Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Quando o resultado é negativo, mas ainda existe a suspeita de gravidez, é recomendado repetir o exame após 1 semana. O resultado positivo geralmente indica que a mulher está grávida. No entanto, existem alguns casos raros em que a mulher não está grávida, mas pode apresentar gravidez ectópica ou aborto espontâneo, por exemplo. Assim, caso a mulher tenha um resultado positivo, mas não suspeite de gravidez, é importante consultar o ginecologista. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir
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passage: Beta hCG quantitativo: o que é e como entender o resultado O beta hCG quantitativo é um exame de sangue feito para confirmar a gravidez, pois permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gestação. O resultado do exame de sangue indica que a mulher está grávida quando os valores do hormônio beta hCG são maiores que 5,0 mlU/ml. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O beta hCG quantitativo também pode ser usado pelo médico como um marcador tumoral, para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de condições, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Leia também: Marcadores tumorais: o que são, para que servem e tipos (com tabela) tuasaude.com/marcadores-tumorais O exame beta hCG quantitativo pode ser solicitado pelo médico aproximadamente 10 dias após a fecundação ou no primeiro dia após o atraso menstrual. Para realizar este exame não é necessário fazer jejum e o resultado pode ser informado em poucas horas após a coleta do sangue e envio para o laboratório
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passage: . Aguardar o tempo indicado, retirar o teste e esperar de 1 a 5 minutos, até aparecer o resultado. Para o teste de urina, não é recomendado beber grandes quantidades de líquidos antes de colher a amostra, pois se estiver muito diluída pode indicar um resultado falso negativo. Calculadora online de beta hCG Caso tenha feito o exame de beta hCG, coloque o seu valor na calculadora a seguir para saber se pode estar grávida: Valor do exame de beta HCG: mlU/ml help Erro Calcular Valores e resultados do beta hCG Os possíveis valores e resultados do exame beta hCG são: Beta hCG quantitativo positivo: valores entre 5 e 50 mlU/ml podem indicar gravidez; Beta hCG quantitativo negativo: valores inferiores a 5 mlU/ml indicam que a mulher pode não estar grávida; Beta hCG qualitativo positivo: pode indicar gravidez; Beta hCG qualitativo negativo: pode indicar que a mulher não está grávida. Já o resultado beta hCG quantitativo positivo em homens, pode indicar alguns tipos de câncer, como de testículo e bexiga. No entanto, esse exame só é solicitado para avaliar a resposta destas doenças ao tratamento médico, em homens que já possuem estas condições. Leia também: Homem pode fazer beta-hCG? tuasaude.com/medico-responde/homem-pode-fazer-beta-hcg Dúvidas comuns sobre o beta hCG As dúvidas mais comuns sobre o exame beta hCG são: 1
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passage: . Além disso, o exame beta hCG também pode ser usado como um marcador tumoral, sendo solicitado pelo médico para avaliar a gravidade e a eficácia do tratamento de algumas doenças, como câncer e doença trofoblástica gestacional. Preocupado com o resultado do seu exame? Estamos aqui para ajudar! Fale com os nossos profissionais e receba orientação especializada sobre o que fazer a seguir. Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 1. Beta hCG quantitativo O beta hCG quantitativo é um exame que permite detectar pequenas quantidades do hormônio hCG, que é produzido durante a gravidez. Além disso, o beta hCG quantitativo também pode ser indicado para analisar a gravidade e a eficácia do tratamento médico de condições, como câncer de ovário, testículo, bexiga, estômago, pâncreas, cólon, colo do útero e endométrio, e doença trofoblástica gestacional. 2. Beta hCG qualitativo O beta hCG qualitativo é um exame que detecta a presença de gonadotrofina coriônica humana no sangue ou urina, sendo indicado para confirmar a gravidez. O resultado deste exame indica apenas a presença ou não do hormônio hCG no sangue ou urina, não informando a quantidade
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passage: Resultado de Beta-hCG inferior a 2,0 é positivo? “O meu resultado de beta hCG deu inferior a 2,0. Gostaria de saber se é um resultado positivo e se posso estar grávida. Obrigada!” Resultados de beta hCG inferiores a 2,0 mlU/ml indicam que o exame deu negativo e, por isso, é muito provável que não esteja grávida. Porém, é importante lembrar que os valores de referência podem variar de laboratório para laboratório, e de acordo com fatores individuais. Em geral, valores de beta hCG entre 0 e 25 mlU/ml indicam resultado negativo. Porém, mulheres que estão na 1º ou 2º semana de gestação podem apresentar valores menores que 25. Por isso, se o exame deu negativo, é indicado aguardar mais 10 a 15 dias. Se a menstruação continuar atrasada, recomenda-se repetir o exame.
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passage: Beta hCG qualitativo: para que serve, como é feito (e resultados) O beta hCG qualitativo é um exame que detecta a presença de gonadotrofina coriônica humana (hCG) no sangue, um hormônio que é produzido pelo corpo da mulher durante a gravidez. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico Por isso, quando o resultado do beta hCG qualitativo é positivo, significa que existe uma possibilidade quase certa (99%) de a mulher estar grávida. Normalmente, o beta hCG qualitativo é usado pelo ginecologista para confirmar o resultado positivo do teste de farmácia, comprovando o diagnóstico de gravidez. Conheça mais sobre o teste de gravidez de farmácia. Para que serve O exame beta hCG qualitativo serve para confirmar ou descartar a possibilidade de gravidez. Este exame normalmente é solicitado pelo ginecologista para confirmar o resultado do teste de gravidez de farmácia. Leia também: HCG: o que é, quando fazer o exame e valores tuasaude.com/hcg Como é feito o exame O exame beta hCG qualitativo é simples de fazer, sendo necessário apenas retirar uma amostra de sangue, que depois será analisada em laboratório. Não é necessário qualquer tipo de jejum ou preparo para realizar o exame beta hCG qualitativo
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passage: . 2. Beta hCG qualitativo O beta hCG qualitativo é um exame que detecta a presença de gonadotrofina coriônica humana no sangue ou urina, sendo indicado para confirmar a gravidez. O resultado deste exame indica apenas a presença ou não do hormônio hCG no sangue ou urina, não informando a quantidade. Leia também: Beta hCG qualitativo: para que serve, como é feito (e resultados) tuasaude.com/beta-hcg-qualitativo Como é feito o exame O exame beta hCG pode ser feito das seguintes formas: Exame de sangue: é feito em laboratório, através da coleta de sangue, que é retirado de uma veia de um dos braços. Não é necessário preparo para este exame; Teste de urina: conhecido como teste de farmácia ou teste de gravidez. Neste teste, a urina é colocada num recipiente e, em seguida, deve-se mergulhar a ponta absorvente do teste na urina. Aguardar o tempo indicado, retirar o teste e esperar de 1 a 5 minutos, até aparecer o resultado. Para o teste de urina, não é recomendado beber grandes quantidades de líquidos antes de colher a amostra, pois se estiver muito diluída pode indicar um resultado falso negativo
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passage: . Diferença entre beta hCG quantitativo e qualitativo O exame de beta hCG quantitativo indica a quantidade hormônio presente no sangue. Esse exame é feito a partir da coleta de uma amostra de sangue que é enviada ao laboratório para análise. A partir do resultado do exame é possível identificar a concentração do hormônio hCG no sangue e, a depender da concentração, indicar a semana de gestação. Já o exame beta hCG qualitativo é o teste de gravidez de farmácia que só indica se a mulher está grávida ou não, não sendo informada a concentração de hormônio no sangue e sendo indicado pelo ginecologista a realização de exame de sangue para confirmação da gravidez. Entenda melhor o que é o beta hCG qualitativo, quando fazer e resultados. O que fazer após confirmar a gravidez Após confirmar a gravidez com o exame de sangue, é importante marcar uma consulta no obstetra para iniciar o acompanhamento pré-natal, fazendo os exames necessários para garantir uma gravidez saudável, sem complicações como pré-eclâmpsia ou diabetes gestacional. Saiba quais são os exames mais importantes para se fazer durante o primeiro trimestre da gravidez.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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Boa noite! Que bom que você me procurou. Um resultado positivo no beta hCG quantitativo significa que o exame detectou a presença do hormônio gonadotrofina coriônica humana no seu sangue, e em níveis que indicam gravidez. Geralmente, valores acima de 5 mUI/mL são considerados positivos.
Agora, o próximo passo é agendar uma consulta com um obstetra para iniciar o pré-natal. O pré-natal é fundamental para acompanhar a sua saúde e a do bebê durante toda a gestação. O médico irá solicitar exames, orientar sobre a alimentação, suplementação, e esclarecer todas as suas dúvidas.
Na primeira consulta, o obstetra provavelmente irá repetir o exame de beta hCG quantitativo para confirmar a gravidez e verificar a progressão inicial. Ele também poderá solicitar um ultrassom para visualizar o embrião e estimar a idade gestacional.
Se você não estava planejando a gravidez e está um pouco assustada, saiba que é normal sentir essa mistura de sentimentos. O importante agora é buscar apoio, conversar com seu parceiro, familiares e amigos, e se informar sobre a gestação.
Se você já estava tentando engravidar, parabéns! Aproveite esse momento mágico e se prepare para receber o seu bebê.
Independentemente da situação, estou aqui para te ajudar no que precisar. Se tiver alguma dúvida, angústia ou precisar de alguma orientação, não hesite em perguntar. E lembre-se, o acompanhamento médico é essencial para uma gravidez saudável e tranquila.
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O mioma se move na barriga quando ele está desenvolvido?
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O mioma é um tumor benigno e não se movimenta. Entendo que, se você está apresentando esse sintoma, deve ser reavaliada em uma consulta médica para descartar outros problemas.
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: Mioma na gravidez: sintomas, riscos e tratamento Mioma na gravidez nem sempre é considerado um problema sério, mas pode causar sintomas como dor e sangramento intenso e, dependendo da sua localização, tamanho e número, pode ainda aumentar o risco de complicações durante a gestação e parto, como hemorragia ou parto prematuro. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O mioma uterino é um tumor benigno que surge no músculo que existe na parede do útero e que nem sempre necessita de tratamento específico, podendo ser indicado apenas repouso e medicamentos como paracetamol e ibuprofeno, para aliviar os sintomas. Entenda melhor o que é mioma e o seu tratamento. Em caso de suspeita de mioma na gravidez é importante consultar um obstetra para uma avaliação. Quando o tratamento é indicado, além de medicamentos e repouso, a remoção do mioma pode ser recomendada mesmo durante a gestação ou parto em alguns casos. Sintomas de mioma na gravidez O mioma na gravidez pode causar sintomas como: Dor no abdome ou nas costas; Sangramento; Sensação de peso no abdome; Vontade frequente para urinar; Prisão de ventre. Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: Mioma na gravidez: sintomas, riscos e tratamento Mioma na gravidez nem sempre é considerado um problema sério, mas pode causar sintomas como dor e sangramento intenso e, dependendo da sua localização, tamanho e número, pode ainda aumentar o risco de complicações durante a gestação e parto, como hemorragia ou parto prematuro. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O mioma uterino é um tumor benigno que surge no músculo que existe na parede do útero e que nem sempre necessita de tratamento específico, podendo ser indicado apenas repouso e medicamentos como paracetamol e ibuprofeno, para aliviar os sintomas. Entenda melhor o que é mioma e o seu tratamento. Em caso de suspeita de mioma na gravidez é importante consultar um obstetra para uma avaliação. Quando o tratamento é indicado, além de medicamentos e repouso, a remoção do mioma pode ser recomendada mesmo durante a gestação ou parto em alguns casos. Sintomas de mioma na gravidez O mioma na gravidez pode causar sintomas como: Dor no abdome ou nas costas; Sangramento; Sensação de peso no abdome; Vontade frequente para urinar; Prisão de ventre. Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos
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passage: . Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: Mioma na gravidez: sintomas, riscos e tratamento Mioma na gravidez nem sempre é considerado um problema sério, mas pode causar sintomas como dor e sangramento intenso e, dependendo da sua localização, tamanho e número, pode ainda aumentar o risco de complicações durante a gestação e parto, como hemorragia ou parto prematuro. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O mioma uterino é um tumor benigno que surge no músculo que existe na parede do útero e que nem sempre necessita de tratamento específico, podendo ser indicado apenas repouso e medicamentos como paracetamol e ibuprofeno, para aliviar os sintomas. Entenda melhor o que é mioma e o seu tratamento. Em caso de suspeita de mioma na gravidez é importante consultar um obstetra para uma avaliação. Quando o tratamento é indicado, além de medicamentos e repouso, a remoção do mioma pode ser recomendada mesmo durante a gestação ou parto em alguns casos. Sintomas de mioma na gravidez O mioma na gravidez pode causar sintomas como: Dor no abdome ou nas costas; Sangramento; Sensação de peso no abdome; Vontade frequente para urinar; Prisão de ventre. Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos
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passage: . Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero
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passage: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação A cirurgia para remover o mioma é indicada quando a mulher apresenta sintomas como forte dor abdominal e menstruação abundante, que não melhoram com o uso de medicamentos, ou que apresentam dificuldade para engravidar ou infertilidade, devido a presença do mioma no útero. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Os miomas são tumores benignos que surgem no útero em mulheres em idade fértil, que causa intenso desconforto como hemorragia menstrual e intensas cólicas, de difícil controle. Os medicamentos podem diminuir seu tamanho e controlar os sintomas, mas quando isso não acontece, o ginecologista pode sugerir a retirada do mioma através da cirurgia. Leia também: Leiomioma: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/leiomioma A cirurgia para retirar o mioma, também chamada de miomectomia, é feita pelo ginecologista, sendo disponibilizada gratuitamente pelo SUS, ou pode ser feita em hospitais particulares, e o médico deve avaliar o interesse da mulher engravidar
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: Mioma na gravidez: sintomas, riscos e tratamento Mioma na gravidez nem sempre é considerado um problema sério, mas pode causar sintomas como dor e sangramento intenso e, dependendo da sua localização, tamanho e número, pode ainda aumentar o risco de complicações durante a gestação e parto, como hemorragia ou parto prematuro. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O mioma uterino é um tumor benigno que surge no músculo que existe na parede do útero e que nem sempre necessita de tratamento específico, podendo ser indicado apenas repouso e medicamentos como paracetamol e ibuprofeno, para aliviar os sintomas. Entenda melhor o que é mioma e o seu tratamento. Em caso de suspeita de mioma na gravidez é importante consultar um obstetra para uma avaliação. Quando o tratamento é indicado, além de medicamentos e repouso, a remoção do mioma pode ser recomendada mesmo durante a gestação ou parto em alguns casos. Sintomas de mioma na gravidez O mioma na gravidez pode causar sintomas como: Dor no abdome ou nas costas; Sangramento; Sensação de peso no abdome; Vontade frequente para urinar; Prisão de ventre. Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos
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passage: . Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero
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passage: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação A cirurgia para remover o mioma é indicada quando a mulher apresenta sintomas como forte dor abdominal e menstruação abundante, que não melhoram com o uso de medicamentos, ou que apresentam dificuldade para engravidar ou infertilidade, devido a presença do mioma no útero. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Os miomas são tumores benignos que surgem no útero em mulheres em idade fértil, que causa intenso desconforto como hemorragia menstrual e intensas cólicas, de difícil controle. Os medicamentos podem diminuir seu tamanho e controlar os sintomas, mas quando isso não acontece, o ginecologista pode sugerir a retirada do mioma através da cirurgia. Leia também: Leiomioma: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/leiomioma A cirurgia para retirar o mioma, também chamada de miomectomia, é feita pelo ginecologista, sendo disponibilizada gratuitamente pelo SUS, ou pode ser feita em hospitais particulares, e o médico deve avaliar o interesse da mulher engravidar
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passage: . Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude.com/miomectomia Como fica o parto em caso de mioma Mesmo em caso de mioma na gravidez o parto pode ser normal, principalmente nas mulheres com miomas pequenos e pouco numerosos. No entanto, a cesárea pode ser indicada pelo obstetra quando o mioma: Tem elevado risco de sangramento após o parto; Ocupa muito espaço do útero, dificultando a saída do bebê; Causa um posicionamento bebê no útero desfavorável ao parto normal; Afeta grande parte da parede do útero, o que pode dificultar a sua contração. Além disso, a escolha do tipo de parto pode ser discutida com o obstetra, que leva em consideração o tamanho, número e localização do mioma, assim como o desejo da mulher em ter parto normal ou cesárea. Uma vantagem de se realizar a cesárea, é a possibilidade de se retirar o mioma durante o parto em alguns casos.
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: Mioma na gravidez: sintomas, riscos e tratamento Mioma na gravidez nem sempre é considerado um problema sério, mas pode causar sintomas como dor e sangramento intenso e, dependendo da sua localização, tamanho e número, pode ainda aumentar o risco de complicações durante a gestação e parto, como hemorragia ou parto prematuro. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O mioma uterino é um tumor benigno que surge no músculo que existe na parede do útero e que nem sempre necessita de tratamento específico, podendo ser indicado apenas repouso e medicamentos como paracetamol e ibuprofeno, para aliviar os sintomas. Entenda melhor o que é mioma e o seu tratamento. Em caso de suspeita de mioma na gravidez é importante consultar um obstetra para uma avaliação. Quando o tratamento é indicado, além de medicamentos e repouso, a remoção do mioma pode ser recomendada mesmo durante a gestação ou parto em alguns casos. Sintomas de mioma na gravidez O mioma na gravidez pode causar sintomas como: Dor no abdome ou nas costas; Sangramento; Sensação de peso no abdome; Vontade frequente para urinar; Prisão de ventre. Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos
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passage: . Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero
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passage: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação A cirurgia para remover o mioma é indicada quando a mulher apresenta sintomas como forte dor abdominal e menstruação abundante, que não melhoram com o uso de medicamentos, ou que apresentam dificuldade para engravidar ou infertilidade, devido a presença do mioma no útero. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Os miomas são tumores benignos que surgem no útero em mulheres em idade fértil, que causa intenso desconforto como hemorragia menstrual e intensas cólicas, de difícil controle. Os medicamentos podem diminuir seu tamanho e controlar os sintomas, mas quando isso não acontece, o ginecologista pode sugerir a retirada do mioma através da cirurgia. Leia também: Leiomioma: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/leiomioma A cirurgia para retirar o mioma, também chamada de miomectomia, é feita pelo ginecologista, sendo disponibilizada gratuitamente pelo SUS, ou pode ser feita em hospitais particulares, e o médico deve avaliar o interesse da mulher engravidar
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passage: . Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude.com/miomectomia Como fica o parto em caso de mioma Mesmo em caso de mioma na gravidez o parto pode ser normal, principalmente nas mulheres com miomas pequenos e pouco numerosos. No entanto, a cesárea pode ser indicada pelo obstetra quando o mioma: Tem elevado risco de sangramento após o parto; Ocupa muito espaço do útero, dificultando a saída do bebê; Causa um posicionamento bebê no útero desfavorável ao parto normal; Afeta grande parte da parede do útero, o que pode dificultar a sua contração. Além disso, a escolha do tipo de parto pode ser discutida com o obstetra, que leva em consideração o tamanho, número e localização do mioma, assim como o desejo da mulher em ter parto normal ou cesárea. Uma vantagem de se realizar a cesárea, é a possibilidade de se retirar o mioma durante o parto em alguns casos.
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passage: Oclusão intestinalO aumento do útero favorece a possibilidade de ocorrência de obstrução intestinal por aderências ou bridas,certamente após operações abdominais prévias.
São os tumores mais comumente associados à gravidez. Sua incidência varia entre 2 e 3% (Lee et al., 2010).
O local e o tamanho do mioma têm grande valor prognóstico.
Aproximadamente 10 a 30% dos miomas na gravidez desenvolvem complicações. Cerca de 20 a 30%aumentam durante a gestação, especialmente no 1o trimestre, e os mais volumosos experimentam tendência asofrer degeneração vermelha, que ocorre em 10% dos casos. Miomas submucosos predispõem ao abortamentoe ao parto pré-termo; os cervicais podem obstruir o canal do parto (tumor prévio), impedindo o parto vaginal. Osmiomas subserosos pediculados podem sofrer torção. É maior a incidência de descolamento prematuro daplacenta, placenta prévia, cesárea, retenção da placenta e hemorragia pós-parto.
A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico.
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: Mioma na gravidez: sintomas, riscos e tratamento Mioma na gravidez nem sempre é considerado um problema sério, mas pode causar sintomas como dor e sangramento intenso e, dependendo da sua localização, tamanho e número, pode ainda aumentar o risco de complicações durante a gestação e parto, como hemorragia ou parto prematuro. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O mioma uterino é um tumor benigno que surge no músculo que existe na parede do útero e que nem sempre necessita de tratamento específico, podendo ser indicado apenas repouso e medicamentos como paracetamol e ibuprofeno, para aliviar os sintomas. Entenda melhor o que é mioma e o seu tratamento. Em caso de suspeita de mioma na gravidez é importante consultar um obstetra para uma avaliação. Quando o tratamento é indicado, além de medicamentos e repouso, a remoção do mioma pode ser recomendada mesmo durante a gestação ou parto em alguns casos. Sintomas de mioma na gravidez O mioma na gravidez pode causar sintomas como: Dor no abdome ou nas costas; Sangramento; Sensação de peso no abdome; Vontade frequente para urinar; Prisão de ventre. Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos
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passage: . Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero
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passage: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação A cirurgia para remover o mioma é indicada quando a mulher apresenta sintomas como forte dor abdominal e menstruação abundante, que não melhoram com o uso de medicamentos, ou que apresentam dificuldade para engravidar ou infertilidade, devido a presença do mioma no útero. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Os miomas são tumores benignos que surgem no útero em mulheres em idade fértil, que causa intenso desconforto como hemorragia menstrual e intensas cólicas, de difícil controle. Os medicamentos podem diminuir seu tamanho e controlar os sintomas, mas quando isso não acontece, o ginecologista pode sugerir a retirada do mioma através da cirurgia. Leia também: Leiomioma: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/leiomioma A cirurgia para retirar o mioma, também chamada de miomectomia, é feita pelo ginecologista, sendo disponibilizada gratuitamente pelo SUS, ou pode ser feita em hospitais particulares, e o médico deve avaliar o interesse da mulher engravidar
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passage: . Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude.com/miomectomia Como fica o parto em caso de mioma Mesmo em caso de mioma na gravidez o parto pode ser normal, principalmente nas mulheres com miomas pequenos e pouco numerosos. No entanto, a cesárea pode ser indicada pelo obstetra quando o mioma: Tem elevado risco de sangramento após o parto; Ocupa muito espaço do útero, dificultando a saída do bebê; Causa um posicionamento bebê no útero desfavorável ao parto normal; Afeta grande parte da parede do útero, o que pode dificultar a sua contração. Além disso, a escolha do tipo de parto pode ser discutida com o obstetra, que leva em consideração o tamanho, número e localização do mioma, assim como o desejo da mulher em ter parto normal ou cesárea. Uma vantagem de se realizar a cesárea, é a possibilidade de se retirar o mioma durante o parto em alguns casos.
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passage: Oclusão intestinalO aumento do útero favorece a possibilidade de ocorrência de obstrução intestinal por aderências ou bridas,certamente após operações abdominais prévias.
São os tumores mais comumente associados à gravidez. Sua incidência varia entre 2 e 3% (Lee et al., 2010).
O local e o tamanho do mioma têm grande valor prognóstico.
Aproximadamente 10 a 30% dos miomas na gravidez desenvolvem complicações. Cerca de 20 a 30%aumentam durante a gestação, especialmente no 1o trimestre, e os mais volumosos experimentam tendência asofrer degeneração vermelha, que ocorre em 10% dos casos. Miomas submucosos predispõem ao abortamentoe ao parto pré-termo; os cervicais podem obstruir o canal do parto (tumor prévio), impedindo o parto vaginal. Osmiomas subserosos pediculados podem sofrer torção. É maior a incidência de descolamento prematuro daplacenta, placenta prévia, cesárea, retenção da placenta e hemorragia pós-parto.
A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico.
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passage: . Assim, muitas vezes o médico opta por fazer a retirada do útero, ao invés de remover apenas o mioma. Saiba tudo sobre a retirada do útero. O médico pode ainda optar por realizar uma ablação do endométrio ou fazer uma embolização das artérias que estejam nutrindo os miomas, desde que ele tenha no máximo 8 cm ou se o mioma estiver na parede posterior do útero, porque esta região tem muitos vasos sanguíneos, e não pode ser cortada através da cirurgia. Leia também: Embolização: o que é, para que serve, como é feita (e cuidados) tuasaude.com/embolizacao Como é a recuperação da cirurgia Normalmente a recuperação é rápida mas a mulher precisa ficar de repouso por, pelo menos, 1 semana para cicatrizar corretamente, evitando todo tipo de esforço físico nesse período. O contato sexual só deve ser feito 40 dias após a cirurgia para evitar dores e infecções. Deve-se voltar ao médico se apresentar sintomas como mai cheiro na vagina, corrimento vaginal, e sangramento muito intenso, de cor vermelho vivo
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: Mioma na gravidez: sintomas, riscos e tratamento Mioma na gravidez nem sempre é considerado um problema sério, mas pode causar sintomas como dor e sangramento intenso e, dependendo da sua localização, tamanho e número, pode ainda aumentar o risco de complicações durante a gestação e parto, como hemorragia ou parto prematuro. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O mioma uterino é um tumor benigno que surge no músculo que existe na parede do útero e que nem sempre necessita de tratamento específico, podendo ser indicado apenas repouso e medicamentos como paracetamol e ibuprofeno, para aliviar os sintomas. Entenda melhor o que é mioma e o seu tratamento. Em caso de suspeita de mioma na gravidez é importante consultar um obstetra para uma avaliação. Quando o tratamento é indicado, além de medicamentos e repouso, a remoção do mioma pode ser recomendada mesmo durante a gestação ou parto em alguns casos. Sintomas de mioma na gravidez O mioma na gravidez pode causar sintomas como: Dor no abdome ou nas costas; Sangramento; Sensação de peso no abdome; Vontade frequente para urinar; Prisão de ventre. Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos
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passage: . Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero
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passage: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação A cirurgia para remover o mioma é indicada quando a mulher apresenta sintomas como forte dor abdominal e menstruação abundante, que não melhoram com o uso de medicamentos, ou que apresentam dificuldade para engravidar ou infertilidade, devido a presença do mioma no útero. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Os miomas são tumores benignos que surgem no útero em mulheres em idade fértil, que causa intenso desconforto como hemorragia menstrual e intensas cólicas, de difícil controle. Os medicamentos podem diminuir seu tamanho e controlar os sintomas, mas quando isso não acontece, o ginecologista pode sugerir a retirada do mioma através da cirurgia. Leia também: Leiomioma: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/leiomioma A cirurgia para retirar o mioma, também chamada de miomectomia, é feita pelo ginecologista, sendo disponibilizada gratuitamente pelo SUS, ou pode ser feita em hospitais particulares, e o médico deve avaliar o interesse da mulher engravidar
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passage: . Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude.com/miomectomia Como fica o parto em caso de mioma Mesmo em caso de mioma na gravidez o parto pode ser normal, principalmente nas mulheres com miomas pequenos e pouco numerosos. No entanto, a cesárea pode ser indicada pelo obstetra quando o mioma: Tem elevado risco de sangramento após o parto; Ocupa muito espaço do útero, dificultando a saída do bebê; Causa um posicionamento bebê no útero desfavorável ao parto normal; Afeta grande parte da parede do útero, o que pode dificultar a sua contração. Além disso, a escolha do tipo de parto pode ser discutida com o obstetra, que leva em consideração o tamanho, número e localização do mioma, assim como o desejo da mulher em ter parto normal ou cesárea. Uma vantagem de se realizar a cesárea, é a possibilidade de se retirar o mioma durante o parto em alguns casos.
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passage: Oclusão intestinalO aumento do útero favorece a possibilidade de ocorrência de obstrução intestinal por aderências ou bridas,certamente após operações abdominais prévias.
São os tumores mais comumente associados à gravidez. Sua incidência varia entre 2 e 3% (Lee et al., 2010).
O local e o tamanho do mioma têm grande valor prognóstico.
Aproximadamente 10 a 30% dos miomas na gravidez desenvolvem complicações. Cerca de 20 a 30%aumentam durante a gestação, especialmente no 1o trimestre, e os mais volumosos experimentam tendência asofrer degeneração vermelha, que ocorre em 10% dos casos. Miomas submucosos predispõem ao abortamentoe ao parto pré-termo; os cervicais podem obstruir o canal do parto (tumor prévio), impedindo o parto vaginal. Osmiomas subserosos pediculados podem sofrer torção. É maior a incidência de descolamento prematuro daplacenta, placenta prévia, cesárea, retenção da placenta e hemorragia pós-parto.
A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico.
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passage: . Assim, muitas vezes o médico opta por fazer a retirada do útero, ao invés de remover apenas o mioma. Saiba tudo sobre a retirada do útero. O médico pode ainda optar por realizar uma ablação do endométrio ou fazer uma embolização das artérias que estejam nutrindo os miomas, desde que ele tenha no máximo 8 cm ou se o mioma estiver na parede posterior do útero, porque esta região tem muitos vasos sanguíneos, e não pode ser cortada através da cirurgia. Leia também: Embolização: o que é, para que serve, como é feita (e cuidados) tuasaude.com/embolizacao Como é a recuperação da cirurgia Normalmente a recuperação é rápida mas a mulher precisa ficar de repouso por, pelo menos, 1 semana para cicatrizar corretamente, evitando todo tipo de esforço físico nesse período. O contato sexual só deve ser feito 40 dias após a cirurgia para evitar dores e infecções. Deve-se voltar ao médico se apresentar sintomas como mai cheiro na vagina, corrimento vaginal, e sangramento muito intenso, de cor vermelho vivo
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passage: . Doenças que alteram os movimentos do útero Caso você sinta cólicas quando o útero treme ou tenha um fluxo menstrual muito intenso, procure um médico para verificar se está com algum problema. Saiba os sintomas de algumas doenças associadas aos movimentos uterinos fora de padrão e quais podem dar a impressão de que o útero está tremendo: Miomas O mioma é a causa mais comum para as alterações dos padrões de contração uterina. Quem tem mioma pode sentir dor no contato íntimo ou nas relações sexuais, cólica menstrual e dor na parte baixa da barriga quando sente o útero tremer. Nos casos sintomáticos, os tratamentos podem variar. Alguns exemplos são: Tratamento com medicamentos Tratamentos alternativos e complementares (exercício, dieta, ervas e acupuntura são alguns exemplos) Cirurgias (retirada do mioma, embolização ou ablação do endométrio) Cirurgia para retirada do útero Os miomas são comuns em mulheres com dificuldade para engravidar. A infertilidade é atribuída ao fato de que os miomas alteram também o formato e a distribuição dos vasos sanguíneos no útero, além de alterarem como ele contrai. Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: Mioma na gravidez: sintomas, riscos e tratamento Mioma na gravidez nem sempre é considerado um problema sério, mas pode causar sintomas como dor e sangramento intenso e, dependendo da sua localização, tamanho e número, pode ainda aumentar o risco de complicações durante a gestação e parto, como hemorragia ou parto prematuro. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O mioma uterino é um tumor benigno que surge no músculo que existe na parede do útero e que nem sempre necessita de tratamento específico, podendo ser indicado apenas repouso e medicamentos como paracetamol e ibuprofeno, para aliviar os sintomas. Entenda melhor o que é mioma e o seu tratamento. Em caso de suspeita de mioma na gravidez é importante consultar um obstetra para uma avaliação. Quando o tratamento é indicado, além de medicamentos e repouso, a remoção do mioma pode ser recomendada mesmo durante a gestação ou parto em alguns casos. Sintomas de mioma na gravidez O mioma na gravidez pode causar sintomas como: Dor no abdome ou nas costas; Sangramento; Sensação de peso no abdome; Vontade frequente para urinar; Prisão de ventre. Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos
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passage: . Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero
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passage: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação A cirurgia para remover o mioma é indicada quando a mulher apresenta sintomas como forte dor abdominal e menstruação abundante, que não melhoram com o uso de medicamentos, ou que apresentam dificuldade para engravidar ou infertilidade, devido a presença do mioma no útero. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Os miomas são tumores benignos que surgem no útero em mulheres em idade fértil, que causa intenso desconforto como hemorragia menstrual e intensas cólicas, de difícil controle. Os medicamentos podem diminuir seu tamanho e controlar os sintomas, mas quando isso não acontece, o ginecologista pode sugerir a retirada do mioma através da cirurgia. Leia também: Leiomioma: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/leiomioma A cirurgia para retirar o mioma, também chamada de miomectomia, é feita pelo ginecologista, sendo disponibilizada gratuitamente pelo SUS, ou pode ser feita em hospitais particulares, e o médico deve avaliar o interesse da mulher engravidar
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passage: . Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude.com/miomectomia Como fica o parto em caso de mioma Mesmo em caso de mioma na gravidez o parto pode ser normal, principalmente nas mulheres com miomas pequenos e pouco numerosos. No entanto, a cesárea pode ser indicada pelo obstetra quando o mioma: Tem elevado risco de sangramento após o parto; Ocupa muito espaço do útero, dificultando a saída do bebê; Causa um posicionamento bebê no útero desfavorável ao parto normal; Afeta grande parte da parede do útero, o que pode dificultar a sua contração. Além disso, a escolha do tipo de parto pode ser discutida com o obstetra, que leva em consideração o tamanho, número e localização do mioma, assim como o desejo da mulher em ter parto normal ou cesárea. Uma vantagem de se realizar a cesárea, é a possibilidade de se retirar o mioma durante o parto em alguns casos.
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passage: Oclusão intestinalO aumento do útero favorece a possibilidade de ocorrência de obstrução intestinal por aderências ou bridas,certamente após operações abdominais prévias.
São os tumores mais comumente associados à gravidez. Sua incidência varia entre 2 e 3% (Lee et al., 2010).
O local e o tamanho do mioma têm grande valor prognóstico.
Aproximadamente 10 a 30% dos miomas na gravidez desenvolvem complicações. Cerca de 20 a 30%aumentam durante a gestação, especialmente no 1o trimestre, e os mais volumosos experimentam tendência asofrer degeneração vermelha, que ocorre em 10% dos casos. Miomas submucosos predispõem ao abortamentoe ao parto pré-termo; os cervicais podem obstruir o canal do parto (tumor prévio), impedindo o parto vaginal. Osmiomas subserosos pediculados podem sofrer torção. É maior a incidência de descolamento prematuro daplacenta, placenta prévia, cesárea, retenção da placenta e hemorragia pós-parto.
A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico.
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passage: . Assim, muitas vezes o médico opta por fazer a retirada do útero, ao invés de remover apenas o mioma. Saiba tudo sobre a retirada do útero. O médico pode ainda optar por realizar uma ablação do endométrio ou fazer uma embolização das artérias que estejam nutrindo os miomas, desde que ele tenha no máximo 8 cm ou se o mioma estiver na parede posterior do útero, porque esta região tem muitos vasos sanguíneos, e não pode ser cortada através da cirurgia. Leia também: Embolização: o que é, para que serve, como é feita (e cuidados) tuasaude.com/embolizacao Como é a recuperação da cirurgia Normalmente a recuperação é rápida mas a mulher precisa ficar de repouso por, pelo menos, 1 semana para cicatrizar corretamente, evitando todo tipo de esforço físico nesse período. O contato sexual só deve ser feito 40 dias após a cirurgia para evitar dores e infecções. Deve-se voltar ao médico se apresentar sintomas como mai cheiro na vagina, corrimento vaginal, e sangramento muito intenso, de cor vermelho vivo
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passage: . Doenças que alteram os movimentos do útero Caso você sinta cólicas quando o útero treme ou tenha um fluxo menstrual muito intenso, procure um médico para verificar se está com algum problema. Saiba os sintomas de algumas doenças associadas aos movimentos uterinos fora de padrão e quais podem dar a impressão de que o útero está tremendo: Miomas O mioma é a causa mais comum para as alterações dos padrões de contração uterina. Quem tem mioma pode sentir dor no contato íntimo ou nas relações sexuais, cólica menstrual e dor na parte baixa da barriga quando sente o útero tremer. Nos casos sintomáticos, os tratamentos podem variar. Alguns exemplos são: Tratamento com medicamentos Tratamentos alternativos e complementares (exercício, dieta, ervas e acupuntura são alguns exemplos) Cirurgias (retirada do mioma, embolização ou ablação do endométrio) Cirurgia para retirada do útero Os miomas são comuns em mulheres com dificuldade para engravidar. A infertilidade é atribuída ao fato de que os miomas alteram também o formato e a distribuição dos vasos sanguíneos no útero, além de alterarem como ele contrai. Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos
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passage: Nos miomas prévios bloqueantes, a via única é a abdominal, cesárea seguida ou não de ablação do tumor(miomectomia ou histerectomia), conforme o caso.
▶ Cistos e tumores do ovário.
Cistos do ovário e tumores sólidos, ocasionalmente, podem tornar-sebloqueantes, impedindo o parto pela via natural. Ao contrário dos miomas, apenas excepcionalmente sofremdeslocamento espontâneo para cima.
Figura 83.3 Distocia por mioma uterino. A.
Neste caso, o tumor não impede a parturição. B.
Neste caso, assumeas características de tumor prévio.
A ruptura dos cistos papilíferos pode causar a disseminação das papilas epiteliais pela cavidade peritoneal;elas aderem ao peritônio e proliferam. A indicação adequada é a laparotomia, para histerotomia e ooforectomiaparcial.
TratamentoA operação cesariana resolverá os casos impeditivos do parto vaginal.
Distocias do trajeto duro (vícios pélvicos)A pelve viciada apresenta acentuada redução de um ou mais de seus diâmetros, ou modificação apreciável deforma.
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passage: . Os riscos tendem a ser maiores dependendo do tamanho, localização e quantidade de miomas, sendo mais elevado principalmente nos casos em que os miomas são grandes ou numerosos, afetando a forma do útero. Possíveis causas A causa exata do mioma não é totalmente conhecida, mas sabe-se que acontece por um crescimento anormal de células da parede do útero. Além disso, o crescimento desse tipo de tumor é dependente de estrogênio para crescer, e na gravidez esse hormônio tem seus níveis aumentados Como é feito o tratamento Nem sempre o tratamento do mioma na gravidez é necessário, no entanto podem ser indicados repouso e o uso de medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno nos casos em que ocorrem sintomas como dor e sangramento leve. Entenda melhor como é o tratamento do mioma. Além disso, a cirurgia para a retirada do mioma também pode ser indicada durante a gravidez e algumas vezes pode ser realizada até mesmo durante o parto. Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude
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passage: Mioma na gravidez: sintomas, riscos e tratamento Mioma na gravidez nem sempre é considerado um problema sério, mas pode causar sintomas como dor e sangramento intenso e, dependendo da sua localização, tamanho e número, pode ainda aumentar o risco de complicações durante a gestação e parto, como hemorragia ou parto prematuro. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O mioma uterino é um tumor benigno que surge no músculo que existe na parede do útero e que nem sempre necessita de tratamento específico, podendo ser indicado apenas repouso e medicamentos como paracetamol e ibuprofeno, para aliviar os sintomas. Entenda melhor o que é mioma e o seu tratamento. Em caso de suspeita de mioma na gravidez é importante consultar um obstetra para uma avaliação. Quando o tratamento é indicado, além de medicamentos e repouso, a remoção do mioma pode ser recomendada mesmo durante a gestação ou parto em alguns casos. Sintomas de mioma na gravidez O mioma na gravidez pode causar sintomas como: Dor no abdome ou nas costas; Sangramento; Sensação de peso no abdome; Vontade frequente para urinar; Prisão de ventre. Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos
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passage: . Embora geralmente cause poucos ou nenhum sintoma, o mioma tende a aumentar de tamanho durante a gravidez, o que pode fazer com que os sintomas surjam ou se tornem mais intensos. Saiba como identificar os principais sintomas de mioma uterino. Como confirmar o diagnóstico O diagnóstico do mioma na gravidez é feito pelo obstetra através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de mioma, e exame ginecológico. Marque uma consulta com o obstetra na região mais próxima de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Além disso, pode ser solicitados pelo médico um ultrassom transvaginal para verificar o tipo de mioma, seu tamanho e localização. Saiba como é feito o ultrassom transvaginal. Riscos do mioma na gravidez Os principais riscos do mioma na gravidez são: Aborto espontâneo; Limitação do crescimento do bebê; Parto prematuro; Descolamento de placenta; Necessidade de cesárea; Anormalidades do desenvolvimento da placenta, como placenta prévia; Sangramento após o parto; Alterações do posicionamento do bebê no útero
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passage: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação A cirurgia para remover o mioma é indicada quando a mulher apresenta sintomas como forte dor abdominal e menstruação abundante, que não melhoram com o uso de medicamentos, ou que apresentam dificuldade para engravidar ou infertilidade, devido a presença do mioma no útero. Encontre um Ginecologista perto de você! Parceria com Buscar Médico Os miomas são tumores benignos que surgem no útero em mulheres em idade fértil, que causa intenso desconforto como hemorragia menstrual e intensas cólicas, de difícil controle. Os medicamentos podem diminuir seu tamanho e controlar os sintomas, mas quando isso não acontece, o ginecologista pode sugerir a retirada do mioma através da cirurgia. Leia também: Leiomioma: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/leiomioma A cirurgia para retirar o mioma, também chamada de miomectomia, é feita pelo ginecologista, sendo disponibilizada gratuitamente pelo SUS, ou pode ser feita em hospitais particulares, e o médico deve avaliar o interesse da mulher engravidar
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passage: . Durante a gravidez, a cirurgia geralmente é indicada em caso de dor intensa e frequente, rápido crescimento do mioma ou risco à saúde do bebê, por exemplo. Leia também: Cirurgia de mioma: quando é indicada, como é feita, riscos e recuperação tuasaude.com/miomectomia Como fica o parto em caso de mioma Mesmo em caso de mioma na gravidez o parto pode ser normal, principalmente nas mulheres com miomas pequenos e pouco numerosos. No entanto, a cesárea pode ser indicada pelo obstetra quando o mioma: Tem elevado risco de sangramento após o parto; Ocupa muito espaço do útero, dificultando a saída do bebê; Causa um posicionamento bebê no útero desfavorável ao parto normal; Afeta grande parte da parede do útero, o que pode dificultar a sua contração. Além disso, a escolha do tipo de parto pode ser discutida com o obstetra, que leva em consideração o tamanho, número e localização do mioma, assim como o desejo da mulher em ter parto normal ou cesárea. Uma vantagem de se realizar a cesárea, é a possibilidade de se retirar o mioma durante o parto em alguns casos.
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passage: Oclusão intestinalO aumento do útero favorece a possibilidade de ocorrência de obstrução intestinal por aderências ou bridas,certamente após operações abdominais prévias.
São os tumores mais comumente associados à gravidez. Sua incidência varia entre 2 e 3% (Lee et al., 2010).
O local e o tamanho do mioma têm grande valor prognóstico.
Aproximadamente 10 a 30% dos miomas na gravidez desenvolvem complicações. Cerca de 20 a 30%aumentam durante a gestação, especialmente no 1o trimestre, e os mais volumosos experimentam tendência asofrer degeneração vermelha, que ocorre em 10% dos casos. Miomas submucosos predispõem ao abortamentoe ao parto pré-termo; os cervicais podem obstruir o canal do parto (tumor prévio), impedindo o parto vaginal. Osmiomas subserosos pediculados podem sofrer torção. É maior a incidência de descolamento prematuro daplacenta, placenta prévia, cesárea, retenção da placenta e hemorragia pós-parto.
A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico.
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passage: . Assim, muitas vezes o médico opta por fazer a retirada do útero, ao invés de remover apenas o mioma. Saiba tudo sobre a retirada do útero. O médico pode ainda optar por realizar uma ablação do endométrio ou fazer uma embolização das artérias que estejam nutrindo os miomas, desde que ele tenha no máximo 8 cm ou se o mioma estiver na parede posterior do útero, porque esta região tem muitos vasos sanguíneos, e não pode ser cortada através da cirurgia. Leia também: Embolização: o que é, para que serve, como é feita (e cuidados) tuasaude.com/embolizacao Como é a recuperação da cirurgia Normalmente a recuperação é rápida mas a mulher precisa ficar de repouso por, pelo menos, 1 semana para cicatrizar corretamente, evitando todo tipo de esforço físico nesse período. O contato sexual só deve ser feito 40 dias após a cirurgia para evitar dores e infecções. Deve-se voltar ao médico se apresentar sintomas como mai cheiro na vagina, corrimento vaginal, e sangramento muito intenso, de cor vermelho vivo
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passage: . Doenças que alteram os movimentos do útero Caso você sinta cólicas quando o útero treme ou tenha um fluxo menstrual muito intenso, procure um médico para verificar se está com algum problema. Saiba os sintomas de algumas doenças associadas aos movimentos uterinos fora de padrão e quais podem dar a impressão de que o útero está tremendo: Miomas O mioma é a causa mais comum para as alterações dos padrões de contração uterina. Quem tem mioma pode sentir dor no contato íntimo ou nas relações sexuais, cólica menstrual e dor na parte baixa da barriga quando sente o útero tremer. Nos casos sintomáticos, os tratamentos podem variar. Alguns exemplos são: Tratamento com medicamentos Tratamentos alternativos e complementares (exercício, dieta, ervas e acupuntura são alguns exemplos) Cirurgias (retirada do mioma, embolização ou ablação do endométrio) Cirurgia para retirada do útero Os miomas são comuns em mulheres com dificuldade para engravidar. A infertilidade é atribuída ao fato de que os miomas alteram também o formato e a distribuição dos vasos sanguíneos no útero, além de alterarem como ele contrai. Metade das mulheres com infertilidade sem causa aparente que fazem uma cirurgia para remoção do mioma conseguem engravidar. Por isso, a cirurgia é o tratamento comumente indicado nesses casos
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passage: Nos miomas prévios bloqueantes, a via única é a abdominal, cesárea seguida ou não de ablação do tumor(miomectomia ou histerectomia), conforme o caso.
▶ Cistos e tumores do ovário.
Cistos do ovário e tumores sólidos, ocasionalmente, podem tornar-sebloqueantes, impedindo o parto pela via natural. Ao contrário dos miomas, apenas excepcionalmente sofremdeslocamento espontâneo para cima.
Figura 83.3 Distocia por mioma uterino. A.
Neste caso, o tumor não impede a parturição. B.
Neste caso, assumeas características de tumor prévio.
A ruptura dos cistos papilíferos pode causar a disseminação das papilas epiteliais pela cavidade peritoneal;elas aderem ao peritônio e proliferam. A indicação adequada é a laparotomia, para histerotomia e ooforectomiaparcial.
TratamentoA operação cesariana resolverá os casos impeditivos do parto vaginal.
Distocias do trajeto duro (vícios pélvicos)A pelve viciada apresenta acentuada redução de um ou mais de seus diâmetros, ou modificação apreciável deforma.
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passage: A ultrassonografia é importante para embasar o diagnóstico.
O tratamento do mioma na gravidez é essencialmente conservador, mesmo no mioma com degeneração:analgésicos, anti-inflamatórios, uterolíticos. Quadro abdominal agudo (dor intratável) decorrente de degeneraçãoacentuada com necrose, infecção ou torção torna obrigatória a cirurgia. Os tumores prévios não indicam cirurgiaeletiva. Sendo o parto vaginal impedido, deve-se realizar a cesárea no termo da gravidez. A miomectomia eletivaao tempo da operação cesariana é formalmente contraindicada, a não ser no tumor subseroso pediculado.
Mulheres com miomectomia prévia devem ser cesareadas antes do início do parto, particularmente se acavidade uterina foi invadida.
Massas anexiaisA incidência de massas anexiais na gravidez varia entre 1 e 4% dos nascidos vivos. Grande parte dessasmassas é < 5 cm e representa o corpo lúteo ou outros cistos funcionais (cisto folicular, cisto hemorrágico), queregridem espontaneamente no 2o trimestre. A taxa de malignidade das massas anexiais é pequena,aproximadamente 5%. O câncer de ovário é o 5o tumor maligno mais frequente na gravidez (Horowitz, 2011).
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Olá! Entendo sua preocupação sobre a movimentação do mioma. É uma dúvida comum, e vou te explicar da melhor forma possível.
Em geral, miomas não se "movem" ativamente dentro da barriga. Eles são tumores benignos que crescem na parede do útero. No entanto, algumas sensações podem dar a impressão de que ele está se movendo.
Primeiramente, o crescimento do mioma, especialmente durante a gravidez, pode causar uma sensação de peso ou pressão no abdômen, que pode ser interpretada como movimento. Além disso, o útero em si se expande durante a gravidez, e essa expansão pode mudar a posição do mioma em relação a outros órgãos, o que também pode gerar uma percepção de deslocamento.
Além disso, existem miomas chamados subserosos pediculados, que são como se tivessem um "cabinho". Embora não se movam livremente, eles podem, em casos raros, sofrer torção, causando dor intensa e dando a sensação de algo se movendo repentinamente.
Se você está sentindo alguma coisa diferente, como dor intensa, sangramento, ou uma sensação estranha na barriga, é muito importante que você entre em contato com seu obstetra. Ele poderá te examinar, possivelmente solicitar um ultrassom, e verificar o que está acontecendo. O ultrassom é uma ferramenta valiosa para identificar o tamanho, a localização e o tipo de mioma, ajudando a entender melhor seus sintomas.
Lembre-se que a maioria dos miomas não causa grandes problemas durante a gravidez, e o tratamento, quando necessário, pode variar desde repouso e medicamentos para aliviar a dor até, em casos mais raros e específicos, cirurgia. O importante é manter o acompanhamento médico para garantir o bem-estar tanto seu quanto do bebê.
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Fiz uma cauterização no pênis para remover as verrugas, e ficaram algumas marcas nos locais. Elas desaparecem com o tempo ou a pele não volta ao tom normal? O que devo usar para acelerar a pigmentação da pele?
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Olá, sempre siga as orientações do seu médico. Agende sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. Sua avaliação clínica, baseada na história médica, queixas e exame físico, é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. Nem toda verruga genital é uma infecção sexualmente transmissível ou uma infecção pelo HPV; as verrugas genitais podem ser a expressão clínica da infecção pelo HPV, um vírus sexualmente transmissível. O HPV é uma importante causa de verrugas genitais. Se você tem o HPV, seus parceiros sexuais precisam procurar atendimento médico, pois eles podem ter o vírus e lesões relacionadas ao HPV. Algumas lesões causadas pelo HPV não são visíveis a olho nu. O HPV pode ser transmitido em qualquer tipo de relação: oral, anal ou vaginal. Solicite ao seu médico exames para descartar outras infecções sexualmente transmissíveis, como HIV, hepatites B e C, e sífilis. As verrugas genitais podem ser tratadas por métodos físicos, como eletrocauterização, criocauterização e laserterapia, além de métodos químicos, como cauterização com ácido e imunomoduladores quimioterápicos. Mesmo tratando o HPV, você pode manter uma infecção crônica e latente, e as lesões podem retornar, podendo assim transmitir o HPV. Use preservativos. O HPV está relacionado ao câncer de colo do útero, vagina, vulva, pênis, reto, ânus e orofaringe. Converse com seu médico, esclareça suas dúvidas e discuta seu tratamento. Nunca inicie uma medicação sem a ajuda do seu médico e evite a automedicação. A cauterização elétrica e com ácido pode provocar úlceras, cicatrizes, deformidades e dor durante as relações.
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passage: Sabe-se, entretanto, que após a gravidez elas se tornam mais imperceptíveis, com tendência a desaparecer aolongo dos anos.
Aspecto insólito é o que muitas dermatoses relacionadas ao último trimestre têm em sua apresentação inicial,com elevada frequência exatamente sobre as estrias (p. ex., pápulas e placas urticariformes e pruriginosas dagestação); hepatite crônica ativa (estrias em 25%), com ou sem ascite; síndrome de Marfan; prurigo gravídico evasculite urticariforme.
Tem-se preconizado o uso de ácido retinoico a 0,1% sob a forma de creme (somente após a gestação) ecomo procedimento cirúrgico o método da subcisão (após anestesia faz-se uma divulsão abaixo da estria). Ácidoretinoico (tretinoína tópica) a 0,1%, flash-lamp pulsed dye laser e peelings químicos são mais indicados nareparação das estrias recentes, e a divulsão transdérmica e a microdermoabrasão, nas tardias. Ainda que osresultados por vezes não alcancem o total desaparecimento das lesões, sem dúvida as terapêuticas atuais emmuito contribuíram para melhores resultados e satisfação dos pacientes.
Há um grupo de doenças cujas alterações determinantes ocorrem nos tecidos de origem mesenquimal. Trêsdelas interessam à obstetrícia.
▶ Cútis hiperelástica.
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passage: Sabe-se, entretanto, que após a gravidez elas se tornam mais imperceptíveis, com tendência a desaparecer aolongo dos anos.
Aspecto insólito é o que muitas dermatoses relacionadas ao último trimestre têm em sua apresentação inicial,com elevada frequência exatamente sobre as estrias (p. ex., pápulas e placas urticariformes e pruriginosas dagestação); hepatite crônica ativa (estrias em 25%), com ou sem ascite; síndrome de Marfan; prurigo gravídico evasculite urticariforme.
Tem-se preconizado o uso de ácido retinoico a 0,1% sob a forma de creme (somente após a gestação) ecomo procedimento cirúrgico o método da subcisão (após anestesia faz-se uma divulsão abaixo da estria). Ácidoretinoico (tretinoína tópica) a 0,1%, flash-lamp pulsed dye laser e peelings químicos são mais indicados nareparação das estrias recentes, e a divulsão transdérmica e a microdermoabrasão, nas tardias. Ainda que osresultados por vezes não alcancem o total desaparecimento das lesões, sem dúvida as terapêuticas atuais emmuito contribuíram para melhores resultados e satisfação dos pacientes.
Há um grupo de doenças cujas alterações determinantes ocorrem nos tecidos de origem mesenquimal. Trêsdelas interessam à obstetrícia.
▶ Cútis hiperelástica.
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passage: . No entanto, após o parto, o dermatologista pode indicar a realização de esfoliação da pele para clarear a região mais facilmente e de forma mais rápida, uma vez que a esfoliação promove a renovação celular. Além disso, como a linha nigra está diretamente relacionada com alterações hormonais, o dermatologista também pode indicar o uso de ácido fólico, que ajuda a regular o aumento da produção do hormônio relacionado com a melanina, evitando que a linha nigra fique mais escura ou que demore mais para desaparecer após o parto. Veja mais sobre o ácido fólico.
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passage: Sabe-se, entretanto, que após a gravidez elas se tornam mais imperceptíveis, com tendência a desaparecer aolongo dos anos.
Aspecto insólito é o que muitas dermatoses relacionadas ao último trimestre têm em sua apresentação inicial,com elevada frequência exatamente sobre as estrias (p. ex., pápulas e placas urticariformes e pruriginosas dagestação); hepatite crônica ativa (estrias em 25%), com ou sem ascite; síndrome de Marfan; prurigo gravídico evasculite urticariforme.
Tem-se preconizado o uso de ácido retinoico a 0,1% sob a forma de creme (somente após a gestação) ecomo procedimento cirúrgico o método da subcisão (após anestesia faz-se uma divulsão abaixo da estria). Ácidoretinoico (tretinoína tópica) a 0,1%, flash-lamp pulsed dye laser e peelings químicos são mais indicados nareparação das estrias recentes, e a divulsão transdérmica e a microdermoabrasão, nas tardias. Ainda que osresultados por vezes não alcancem o total desaparecimento das lesões, sem dúvida as terapêuticas atuais emmuito contribuíram para melhores resultados e satisfação dos pacientes.
Há um grupo de doenças cujas alterações determinantes ocorrem nos tecidos de origem mesenquimal. Trêsdelas interessam à obstetrícia.
▶ Cútis hiperelástica.
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passage: . No entanto, após o parto, o dermatologista pode indicar a realização de esfoliação da pele para clarear a região mais facilmente e de forma mais rápida, uma vez que a esfoliação promove a renovação celular. Além disso, como a linha nigra está diretamente relacionada com alterações hormonais, o dermatologista também pode indicar o uso de ácido fólico, que ajuda a regular o aumento da produção do hormônio relacionado com a melanina, evitando que a linha nigra fique mais escura ou que demore mais para desaparecer após o parto. Veja mais sobre o ácido fólico.
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passage: Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc.
Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas.
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passage: Sabe-se, entretanto, que após a gravidez elas se tornam mais imperceptíveis, com tendência a desaparecer aolongo dos anos.
Aspecto insólito é o que muitas dermatoses relacionadas ao último trimestre têm em sua apresentação inicial,com elevada frequência exatamente sobre as estrias (p. ex., pápulas e placas urticariformes e pruriginosas dagestação); hepatite crônica ativa (estrias em 25%), com ou sem ascite; síndrome de Marfan; prurigo gravídico evasculite urticariforme.
Tem-se preconizado o uso de ácido retinoico a 0,1% sob a forma de creme (somente após a gestação) ecomo procedimento cirúrgico o método da subcisão (após anestesia faz-se uma divulsão abaixo da estria). Ácidoretinoico (tretinoína tópica) a 0,1%, flash-lamp pulsed dye laser e peelings químicos são mais indicados nareparação das estrias recentes, e a divulsão transdérmica e a microdermoabrasão, nas tardias. Ainda que osresultados por vezes não alcancem o total desaparecimento das lesões, sem dúvida as terapêuticas atuais emmuito contribuíram para melhores resultados e satisfação dos pacientes.
Há um grupo de doenças cujas alterações determinantes ocorrem nos tecidos de origem mesenquimal. Trêsdelas interessam à obstetrícia.
▶ Cútis hiperelástica.
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passage: . No entanto, após o parto, o dermatologista pode indicar a realização de esfoliação da pele para clarear a região mais facilmente e de forma mais rápida, uma vez que a esfoliação promove a renovação celular. Além disso, como a linha nigra está diretamente relacionada com alterações hormonais, o dermatologista também pode indicar o uso de ácido fólico, que ajuda a regular o aumento da produção do hormônio relacionado com a melanina, evitando que a linha nigra fique mais escura ou que demore mais para desaparecer após o parto. Veja mais sobre o ácido fólico.
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passage: Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc.
Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas.
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passage: A regeneração do epitélio inicia-se logo após a radioterapia e em geral é concluída em 4 a 6 semanas. Meses após a radiote-rapia, é possível visualizar áreas de hiper e hipopigmentação da pele. A pele se mantém atrofiada, fina e seca.
VaginaA radioterapia direcionada à pelve em geral resulta em muco-site vaginal aguda. Embora a ulceração da mucosa seja rara, observa-se corrimento na maioria dos casos. Para essas mu-lheres, o uso na vulva de solução diluída de água oxigenada e água proporciona alívio dos sintomas. Diferentemente das alterações agudas, reações tardias à radiação podem incluir en-curtamento vaginal, vaginite atrófica e formação de sinéquias ou telangiectasia vaginais. Preventivamente, essas complicações podem ser evitadas com retomada de relações sexuais após o tratamento ou se as mulheres forem orientadas a usar dilata-dores. Finalmente, é possível que surjam fístulas retovaginais ou vesicovaginais após radioterapia, especialmente em cânceres em estágio avançado.
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passage: Sabe-se, entretanto, que após a gravidez elas se tornam mais imperceptíveis, com tendência a desaparecer aolongo dos anos.
Aspecto insólito é o que muitas dermatoses relacionadas ao último trimestre têm em sua apresentação inicial,com elevada frequência exatamente sobre as estrias (p. ex., pápulas e placas urticariformes e pruriginosas dagestação); hepatite crônica ativa (estrias em 25%), com ou sem ascite; síndrome de Marfan; prurigo gravídico evasculite urticariforme.
Tem-se preconizado o uso de ácido retinoico a 0,1% sob a forma de creme (somente após a gestação) ecomo procedimento cirúrgico o método da subcisão (após anestesia faz-se uma divulsão abaixo da estria). Ácidoretinoico (tretinoína tópica) a 0,1%, flash-lamp pulsed dye laser e peelings químicos são mais indicados nareparação das estrias recentes, e a divulsão transdérmica e a microdermoabrasão, nas tardias. Ainda que osresultados por vezes não alcancem o total desaparecimento das lesões, sem dúvida as terapêuticas atuais emmuito contribuíram para melhores resultados e satisfação dos pacientes.
Há um grupo de doenças cujas alterações determinantes ocorrem nos tecidos de origem mesenquimal. Trêsdelas interessam à obstetrícia.
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passage: . No entanto, após o parto, o dermatologista pode indicar a realização de esfoliação da pele para clarear a região mais facilmente e de forma mais rápida, uma vez que a esfoliação promove a renovação celular. Além disso, como a linha nigra está diretamente relacionada com alterações hormonais, o dermatologista também pode indicar o uso de ácido fólico, que ajuda a regular o aumento da produção do hormônio relacionado com a melanina, evitando que a linha nigra fique mais escura ou que demore mais para desaparecer após o parto. Veja mais sobre o ácido fólico.
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passage: Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc.
Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas.
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passage: A regeneração do epitélio inicia-se logo após a radioterapia e em geral é concluída em 4 a 6 semanas. Meses após a radiote-rapia, é possível visualizar áreas de hiper e hipopigmentação da pele. A pele se mantém atrofiada, fina e seca.
VaginaA radioterapia direcionada à pelve em geral resulta em muco-site vaginal aguda. Embora a ulceração da mucosa seja rara, observa-se corrimento na maioria dos casos. Para essas mu-lheres, o uso na vulva de solução diluída de água oxigenada e água proporciona alívio dos sintomas. Diferentemente das alterações agudas, reações tardias à radiação podem incluir en-curtamento vaginal, vaginite atrófica e formação de sinéquias ou telangiectasia vaginais. Preventivamente, essas complicações podem ser evitadas com retomada de relações sexuais após o tratamento ou se as mulheres forem orientadas a usar dilata-dores. Finalmente, é possível que surjam fístulas retovaginais ou vesicovaginais após radioterapia, especialmente em cânceres em estágio avançado.
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passage: Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional.
b. Métodos físicos: podem ser realizados em ambulatório com bons resultados em lesões vulvares queratinizadas que, muitas vezes, não respondem a agentes químicos. Importante desta -car que o tratamento destrutivo ou excisional das lesões vulva-res e vaginais sempre deve ser precedido de anestesia (local ou regional). Quando necessária mais de uma sessão terapêutica, deve-se respeitar o intervalo mínimo de duas semanas. Dentre esses métodos, destacam-se:7Quintana SM, Melli PP , Damaso E, Duarte GProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018lesões vulvares queratinizadas. - b2) Vaporização com LASER de CO 2: devido à pequena di -fusão térmica, o tratamento com LASER de CO2 gera pouca fibrose com excelente resultado estético em região vulvar, sendo ideal para tratamento de lesões uretrais, vaginais e anais. A necessidade de treinamento especial do médico e o alto custo do equipamento limitam o seu uso.
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passage: Sabe-se, entretanto, que após a gravidez elas se tornam mais imperceptíveis, com tendência a desaparecer aolongo dos anos.
Aspecto insólito é o que muitas dermatoses relacionadas ao último trimestre têm em sua apresentação inicial,com elevada frequência exatamente sobre as estrias (p. ex., pápulas e placas urticariformes e pruriginosas dagestação); hepatite crônica ativa (estrias em 25%), com ou sem ascite; síndrome de Marfan; prurigo gravídico evasculite urticariforme.
Tem-se preconizado o uso de ácido retinoico a 0,1% sob a forma de creme (somente após a gestação) ecomo procedimento cirúrgico o método da subcisão (após anestesia faz-se uma divulsão abaixo da estria). Ácidoretinoico (tretinoína tópica) a 0,1%, flash-lamp pulsed dye laser e peelings químicos são mais indicados nareparação das estrias recentes, e a divulsão transdérmica e a microdermoabrasão, nas tardias. Ainda que osresultados por vezes não alcancem o total desaparecimento das lesões, sem dúvida as terapêuticas atuais emmuito contribuíram para melhores resultados e satisfação dos pacientes.
Há um grupo de doenças cujas alterações determinantes ocorrem nos tecidos de origem mesenquimal. Trêsdelas interessam à obstetrícia.
▶ Cútis hiperelástica.
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passage: . No entanto, após o parto, o dermatologista pode indicar a realização de esfoliação da pele para clarear a região mais facilmente e de forma mais rápida, uma vez que a esfoliação promove a renovação celular. Além disso, como a linha nigra está diretamente relacionada com alterações hormonais, o dermatologista também pode indicar o uso de ácido fólico, que ajuda a regular o aumento da produção do hormônio relacionado com a melanina, evitando que a linha nigra fique mais escura ou que demore mais para desaparecer após o parto. Veja mais sobre o ácido fólico.
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passage: Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc.
Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas.
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passage: A regeneração do epitélio inicia-se logo após a radioterapia e em geral é concluída em 4 a 6 semanas. Meses após a radiote-rapia, é possível visualizar áreas de hiper e hipopigmentação da pele. A pele se mantém atrofiada, fina e seca.
VaginaA radioterapia direcionada à pelve em geral resulta em muco-site vaginal aguda. Embora a ulceração da mucosa seja rara, observa-se corrimento na maioria dos casos. Para essas mu-lheres, o uso na vulva de solução diluída de água oxigenada e água proporciona alívio dos sintomas. Diferentemente das alterações agudas, reações tardias à radiação podem incluir en-curtamento vaginal, vaginite atrófica e formação de sinéquias ou telangiectasia vaginais. Preventivamente, essas complicações podem ser evitadas com retomada de relações sexuais após o tratamento ou se as mulheres forem orientadas a usar dilata-dores. Finalmente, é possível que surjam fístulas retovaginais ou vesicovaginais após radioterapia, especialmente em cânceres em estágio avançado.
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passage: Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional.
b. Métodos físicos: podem ser realizados em ambulatório com bons resultados em lesões vulvares queratinizadas que, muitas vezes, não respondem a agentes químicos. Importante desta -car que o tratamento destrutivo ou excisional das lesões vulva-res e vaginais sempre deve ser precedido de anestesia (local ou regional). Quando necessária mais de uma sessão terapêutica, deve-se respeitar o intervalo mínimo de duas semanas. Dentre esses métodos, destacam-se:7Quintana SM, Melli PP , Damaso E, Duarte GProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018lesões vulvares queratinizadas. - b2) Vaporização com LASER de CO 2: devido à pequena di -fusão térmica, o tratamento com LASER de CO2 gera pouca fibrose com excelente resultado estético em região vulvar, sendo ideal para tratamento de lesões uretrais, vaginais e anais. A necessidade de treinamento especial do médico e o alto custo do equipamento limitam o seu uso.
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passage: Quanto às unhas, não é excepcional haver fragilidade ungueal, perda de brilho, queratose subungueal(espessamento) e até onicólise distal (descolamento da unha).
▶ Alteração glandular cutânea.
Não é incomum a hiperatividade écrina levar à hiperidrose e, por vezes, até àmiliária (retenção de suor, brotoeja); em contraposição e, curiosamente, nas regiões palmoplantares há reduçãoda atividade écrina. Em relação às glândulas apócrinas, sabe-se que há diminuição de sua atividade, fatoconflitante entre os autores. Vale relatar o aumento na excreção de sebo, em geral no último trimestre;paradoxalmente é nessa fase que ocorre elevação dos estrogênios, que são supressores da secreção sebácea.
Se a mãe amamentar o recém-nascido, a secreção sebácea deverá continuar exacerbada.
▶ Alterações vasculares.
São relativamente comuns na gravidez em consequência, basicamente, do aumento deestrogênios circulantes.
Angiomas, ou nevus araneus, ocorrem com frequência maior em mulheres brancas do que em negras.
•Eritema palmar aparece, habitualmente, no primeiro trimestre da gestação, porém desaparece após o parto.
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passage: Sabe-se, entretanto, que após a gravidez elas se tornam mais imperceptíveis, com tendência a desaparecer aolongo dos anos.
Aspecto insólito é o que muitas dermatoses relacionadas ao último trimestre têm em sua apresentação inicial,com elevada frequência exatamente sobre as estrias (p. ex., pápulas e placas urticariformes e pruriginosas dagestação); hepatite crônica ativa (estrias em 25%), com ou sem ascite; síndrome de Marfan; prurigo gravídico evasculite urticariforme.
Tem-se preconizado o uso de ácido retinoico a 0,1% sob a forma de creme (somente após a gestação) ecomo procedimento cirúrgico o método da subcisão (após anestesia faz-se uma divulsão abaixo da estria). Ácidoretinoico (tretinoína tópica) a 0,1%, flash-lamp pulsed dye laser e peelings químicos são mais indicados nareparação das estrias recentes, e a divulsão transdérmica e a microdermoabrasão, nas tardias. Ainda que osresultados por vezes não alcancem o total desaparecimento das lesões, sem dúvida as terapêuticas atuais emmuito contribuíram para melhores resultados e satisfação dos pacientes.
Há um grupo de doenças cujas alterações determinantes ocorrem nos tecidos de origem mesenquimal. Trêsdelas interessam à obstetrícia.
▶ Cútis hiperelástica.
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passage: . No entanto, após o parto, o dermatologista pode indicar a realização de esfoliação da pele para clarear a região mais facilmente e de forma mais rápida, uma vez que a esfoliação promove a renovação celular. Além disso, como a linha nigra está diretamente relacionada com alterações hormonais, o dermatologista também pode indicar o uso de ácido fólico, que ajuda a regular o aumento da produção do hormônio relacionado com a melanina, evitando que a linha nigra fique mais escura ou que demore mais para desaparecer após o parto. Veja mais sobre o ácido fólico.
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passage: Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc.
Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas.
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passage: A regeneração do epitélio inicia-se logo após a radioterapia e em geral é concluída em 4 a 6 semanas. Meses após a radiote-rapia, é possível visualizar áreas de hiper e hipopigmentação da pele. A pele se mantém atrofiada, fina e seca.
VaginaA radioterapia direcionada à pelve em geral resulta em muco-site vaginal aguda. Embora a ulceração da mucosa seja rara, observa-se corrimento na maioria dos casos. Para essas mu-lheres, o uso na vulva de solução diluída de água oxigenada e água proporciona alívio dos sintomas. Diferentemente das alterações agudas, reações tardias à radiação podem incluir en-curtamento vaginal, vaginite atrófica e formação de sinéquias ou telangiectasia vaginais. Preventivamente, essas complicações podem ser evitadas com retomada de relações sexuais após o tratamento ou se as mulheres forem orientadas a usar dilata-dores. Finalmente, é possível que surjam fístulas retovaginais ou vesicovaginais após radioterapia, especialmente em cânceres em estágio avançado.
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passage: Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional.
b. Métodos físicos: podem ser realizados em ambulatório com bons resultados em lesões vulvares queratinizadas que, muitas vezes, não respondem a agentes químicos. Importante desta -car que o tratamento destrutivo ou excisional das lesões vulva-res e vaginais sempre deve ser precedido de anestesia (local ou regional). Quando necessária mais de uma sessão terapêutica, deve-se respeitar o intervalo mínimo de duas semanas. Dentre esses métodos, destacam-se:7Quintana SM, Melli PP , Damaso E, Duarte GProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018lesões vulvares queratinizadas. - b2) Vaporização com LASER de CO 2: devido à pequena di -fusão térmica, o tratamento com LASER de CO2 gera pouca fibrose com excelente resultado estético em região vulvar, sendo ideal para tratamento de lesões uretrais, vaginais e anais. A necessidade de treinamento especial do médico e o alto custo do equipamento limitam o seu uso.
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passage: Quanto às unhas, não é excepcional haver fragilidade ungueal, perda de brilho, queratose subungueal(espessamento) e até onicólise distal (descolamento da unha).
▶ Alteração glandular cutânea.
Não é incomum a hiperatividade écrina levar à hiperidrose e, por vezes, até àmiliária (retenção de suor, brotoeja); em contraposição e, curiosamente, nas regiões palmoplantares há reduçãoda atividade écrina. Em relação às glândulas apócrinas, sabe-se que há diminuição de sua atividade, fatoconflitante entre os autores. Vale relatar o aumento na excreção de sebo, em geral no último trimestre;paradoxalmente é nessa fase que ocorre elevação dos estrogênios, que são supressores da secreção sebácea.
Se a mãe amamentar o recém-nascido, a secreção sebácea deverá continuar exacerbada.
▶ Alterações vasculares.
São relativamente comuns na gravidez em consequência, basicamente, do aumento deestrogênios circulantes.
Angiomas, ou nevus araneus, ocorrem com frequência maior em mulheres brancas do que em negras.
•Eritema palmar aparece, habitualmente, no primeiro trimestre da gestação, porém desaparece após o parto.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Sabe-se, entretanto, que após a gravidez elas se tornam mais imperceptíveis, com tendência a desaparecer aolongo dos anos.
Aspecto insólito é o que muitas dermatoses relacionadas ao último trimestre têm em sua apresentação inicial,com elevada frequência exatamente sobre as estrias (p. ex., pápulas e placas urticariformes e pruriginosas dagestação); hepatite crônica ativa (estrias em 25%), com ou sem ascite; síndrome de Marfan; prurigo gravídico evasculite urticariforme.
Tem-se preconizado o uso de ácido retinoico a 0,1% sob a forma de creme (somente após a gestação) ecomo procedimento cirúrgico o método da subcisão (após anestesia faz-se uma divulsão abaixo da estria). Ácidoretinoico (tretinoína tópica) a 0,1%, flash-lamp pulsed dye laser e peelings químicos são mais indicados nareparação das estrias recentes, e a divulsão transdérmica e a microdermoabrasão, nas tardias. Ainda que osresultados por vezes não alcancem o total desaparecimento das lesões, sem dúvida as terapêuticas atuais emmuito contribuíram para melhores resultados e satisfação dos pacientes.
Há um grupo de doenças cujas alterações determinantes ocorrem nos tecidos de origem mesenquimal. Trêsdelas interessam à obstetrícia.
▶ Cútis hiperelástica.
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passage: . No entanto, após o parto, o dermatologista pode indicar a realização de esfoliação da pele para clarear a região mais facilmente e de forma mais rápida, uma vez que a esfoliação promove a renovação celular. Além disso, como a linha nigra está diretamente relacionada com alterações hormonais, o dermatologista também pode indicar o uso de ácido fólico, que ajuda a regular o aumento da produção do hormônio relacionado com a melanina, evitando que a linha nigra fique mais escura ou que demore mais para desaparecer após o parto. Veja mais sobre o ácido fólico.
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passage: Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc.
Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas.
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passage: A regeneração do epitélio inicia-se logo após a radioterapia e em geral é concluída em 4 a 6 semanas. Meses após a radiote-rapia, é possível visualizar áreas de hiper e hipopigmentação da pele. A pele se mantém atrofiada, fina e seca.
VaginaA radioterapia direcionada à pelve em geral resulta em muco-site vaginal aguda. Embora a ulceração da mucosa seja rara, observa-se corrimento na maioria dos casos. Para essas mu-lheres, o uso na vulva de solução diluída de água oxigenada e água proporciona alívio dos sintomas. Diferentemente das alterações agudas, reações tardias à radiação podem incluir en-curtamento vaginal, vaginite atrófica e formação de sinéquias ou telangiectasia vaginais. Preventivamente, essas complicações podem ser evitadas com retomada de relações sexuais após o tratamento ou se as mulheres forem orientadas a usar dilata-dores. Finalmente, é possível que surjam fístulas retovaginais ou vesicovaginais após radioterapia, especialmente em cânceres em estágio avançado.
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passage: Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional.
b. Métodos físicos: podem ser realizados em ambulatório com bons resultados em lesões vulvares queratinizadas que, muitas vezes, não respondem a agentes químicos. Importante desta -car que o tratamento destrutivo ou excisional das lesões vulva-res e vaginais sempre deve ser precedido de anestesia (local ou regional). Quando necessária mais de uma sessão terapêutica, deve-se respeitar o intervalo mínimo de duas semanas. Dentre esses métodos, destacam-se:7Quintana SM, Melli PP , Damaso E, Duarte GProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018lesões vulvares queratinizadas. - b2) Vaporização com LASER de CO 2: devido à pequena di -fusão térmica, o tratamento com LASER de CO2 gera pouca fibrose com excelente resultado estético em região vulvar, sendo ideal para tratamento de lesões uretrais, vaginais e anais. A necessidade de treinamento especial do médico e o alto custo do equipamento limitam o seu uso.
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passage: Quanto às unhas, não é excepcional haver fragilidade ungueal, perda de brilho, queratose subungueal(espessamento) e até onicólise distal (descolamento da unha).
▶ Alteração glandular cutânea.
Não é incomum a hiperatividade écrina levar à hiperidrose e, por vezes, até àmiliária (retenção de suor, brotoeja); em contraposição e, curiosamente, nas regiões palmoplantares há reduçãoda atividade écrina. Em relação às glândulas apócrinas, sabe-se que há diminuição de sua atividade, fatoconflitante entre os autores. Vale relatar o aumento na excreção de sebo, em geral no último trimestre;paradoxalmente é nessa fase que ocorre elevação dos estrogênios, que são supressores da secreção sebácea.
Se a mãe amamentar o recém-nascido, a secreção sebácea deverá continuar exacerbada.
▶ Alterações vasculares.
São relativamente comuns na gravidez em consequência, basicamente, do aumento deestrogênios circulantes.
Angiomas, ou nevus araneus, ocorrem com frequência maior em mulheres brancas do que em negras.
•Eritema palmar aparece, habitualmente, no primeiro trimestre da gestação, porém desaparece após o parto.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Reexame. Os debris carbonizados são removidos e aplica-se solução de ácido acético a 3 ou 5% à vulva, que é novamente examina-da via colposcopia para confirmar se há áreas remanescentes com doença.
PÓS-OPERATÓRIODeve-se ter cuidado para evitar a formação de aderências (coaptação dos lábios genitais) nas regiões tratadas. Recomenda-se manter os lábios separados e evitar o uso de roupas apertadas no mínimo por alguns dias. Banhos de assento com água e sal duas a três vezes ao dia permitem a limpeza da região e produ-zem alívio temporário do desconforto vulvar pós-operatório. Outras medidas que podem ajudar são aplicação de creme de sulfadiazina de prata a 1% duas a três vezes ao dia, anal-gésicos por via oral, anestésicos tópicos e uso de secador de cabelo com fluxo de ar frio para refrescar a vulva. A paciente deve se abster de relações sexuais até que a cicatrização esteja completa.
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passage: Sabe-se, entretanto, que após a gravidez elas se tornam mais imperceptíveis, com tendência a desaparecer aolongo dos anos.
Aspecto insólito é o que muitas dermatoses relacionadas ao último trimestre têm em sua apresentação inicial,com elevada frequência exatamente sobre as estrias (p. ex., pápulas e placas urticariformes e pruriginosas dagestação); hepatite crônica ativa (estrias em 25%), com ou sem ascite; síndrome de Marfan; prurigo gravídico evasculite urticariforme.
Tem-se preconizado o uso de ácido retinoico a 0,1% sob a forma de creme (somente após a gestação) ecomo procedimento cirúrgico o método da subcisão (após anestesia faz-se uma divulsão abaixo da estria). Ácidoretinoico (tretinoína tópica) a 0,1%, flash-lamp pulsed dye laser e peelings químicos são mais indicados nareparação das estrias recentes, e a divulsão transdérmica e a microdermoabrasão, nas tardias. Ainda que osresultados por vezes não alcancem o total desaparecimento das lesões, sem dúvida as terapêuticas atuais emmuito contribuíram para melhores resultados e satisfação dos pacientes.
Há um grupo de doenças cujas alterações determinantes ocorrem nos tecidos de origem mesenquimal. Trêsdelas interessam à obstetrícia.
▶ Cútis hiperelástica.
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passage: . No entanto, após o parto, o dermatologista pode indicar a realização de esfoliação da pele para clarear a região mais facilmente e de forma mais rápida, uma vez que a esfoliação promove a renovação celular. Além disso, como a linha nigra está diretamente relacionada com alterações hormonais, o dermatologista também pode indicar o uso de ácido fólico, que ajuda a regular o aumento da produção do hormônio relacionado com a melanina, evitando que a linha nigra fique mais escura ou que demore mais para desaparecer após o parto. Veja mais sobre o ácido fólico.
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passage: Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc.
Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas.
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passage: A regeneração do epitélio inicia-se logo após a radioterapia e em geral é concluída em 4 a 6 semanas. Meses após a radiote-rapia, é possível visualizar áreas de hiper e hipopigmentação da pele. A pele se mantém atrofiada, fina e seca.
VaginaA radioterapia direcionada à pelve em geral resulta em muco-site vaginal aguda. Embora a ulceração da mucosa seja rara, observa-se corrimento na maioria dos casos. Para essas mu-lheres, o uso na vulva de solução diluída de água oxigenada e água proporciona alívio dos sintomas. Diferentemente das alterações agudas, reações tardias à radiação podem incluir en-curtamento vaginal, vaginite atrófica e formação de sinéquias ou telangiectasia vaginais. Preventivamente, essas complicações podem ser evitadas com retomada de relações sexuais após o tratamento ou se as mulheres forem orientadas a usar dilata-dores. Finalmente, é possível que surjam fístulas retovaginais ou vesicovaginais após radioterapia, especialmente em cânceres em estágio avançado.
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passage: Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional.
b. Métodos físicos: podem ser realizados em ambulatório com bons resultados em lesões vulvares queratinizadas que, muitas vezes, não respondem a agentes químicos. Importante desta -car que o tratamento destrutivo ou excisional das lesões vulva-res e vaginais sempre deve ser precedido de anestesia (local ou regional). Quando necessária mais de uma sessão terapêutica, deve-se respeitar o intervalo mínimo de duas semanas. Dentre esses métodos, destacam-se:7Quintana SM, Melli PP , Damaso E, Duarte GProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018lesões vulvares queratinizadas. - b2) Vaporização com LASER de CO 2: devido à pequena di -fusão térmica, o tratamento com LASER de CO2 gera pouca fibrose com excelente resultado estético em região vulvar, sendo ideal para tratamento de lesões uretrais, vaginais e anais. A necessidade de treinamento especial do médico e o alto custo do equipamento limitam o seu uso.
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passage: Quanto às unhas, não é excepcional haver fragilidade ungueal, perda de brilho, queratose subungueal(espessamento) e até onicólise distal (descolamento da unha).
▶ Alteração glandular cutânea.
Não é incomum a hiperatividade écrina levar à hiperidrose e, por vezes, até àmiliária (retenção de suor, brotoeja); em contraposição e, curiosamente, nas regiões palmoplantares há reduçãoda atividade écrina. Em relação às glândulas apócrinas, sabe-se que há diminuição de sua atividade, fatoconflitante entre os autores. Vale relatar o aumento na excreção de sebo, em geral no último trimestre;paradoxalmente é nessa fase que ocorre elevação dos estrogênios, que são supressores da secreção sebácea.
Se a mãe amamentar o recém-nascido, a secreção sebácea deverá continuar exacerbada.
▶ Alterações vasculares.
São relativamente comuns na gravidez em consequência, basicamente, do aumento deestrogênios circulantes.
Angiomas, ou nevus araneus, ocorrem com frequência maior em mulheres brancas do que em negras.
•Eritema palmar aparece, habitualmente, no primeiro trimestre da gestação, porém desaparece após o parto.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Reexame. Os debris carbonizados são removidos e aplica-se solução de ácido acético a 3 ou 5% à vulva, que é novamente examina-da via colposcopia para confirmar se há áreas remanescentes com doença.
PÓS-OPERATÓRIODeve-se ter cuidado para evitar a formação de aderências (coaptação dos lábios genitais) nas regiões tratadas. Recomenda-se manter os lábios separados e evitar o uso de roupas apertadas no mínimo por alguns dias. Banhos de assento com água e sal duas a três vezes ao dia permitem a limpeza da região e produ-zem alívio temporário do desconforto vulvar pós-operatório. Outras medidas que podem ajudar são aplicação de creme de sulfadiazina de prata a 1% duas a três vezes ao dia, anal-gésicos por via oral, anestésicos tópicos e uso de secador de cabelo com fluxo de ar frio para refrescar a vulva. A paciente deve se abster de relações sexuais até que a cicatrização esteja completa.
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passage: Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes.
Figura 62.26 Lesões condilomatosas em criança com 6 meses de idade nascida de parto normal de mãe comprofissionais, não foi identificado qualquer indício de abuso sexual. A primeira lesão de condiloma acuminado nacriança foi notada aos 2 meses de vida. Devido a dificuldades para o tratamento, o quadro evoluiu.
Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
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passage: Sabe-se, entretanto, que após a gravidez elas se tornam mais imperceptíveis, com tendência a desaparecer aolongo dos anos.
Aspecto insólito é o que muitas dermatoses relacionadas ao último trimestre têm em sua apresentação inicial,com elevada frequência exatamente sobre as estrias (p. ex., pápulas e placas urticariformes e pruriginosas dagestação); hepatite crônica ativa (estrias em 25%), com ou sem ascite; síndrome de Marfan; prurigo gravídico evasculite urticariforme.
Tem-se preconizado o uso de ácido retinoico a 0,1% sob a forma de creme (somente após a gestação) ecomo procedimento cirúrgico o método da subcisão (após anestesia faz-se uma divulsão abaixo da estria). Ácidoretinoico (tretinoína tópica) a 0,1%, flash-lamp pulsed dye laser e peelings químicos são mais indicados nareparação das estrias recentes, e a divulsão transdérmica e a microdermoabrasão, nas tardias. Ainda que osresultados por vezes não alcancem o total desaparecimento das lesões, sem dúvida as terapêuticas atuais emmuito contribuíram para melhores resultados e satisfação dos pacientes.
Há um grupo de doenças cujas alterações determinantes ocorrem nos tecidos de origem mesenquimal. Trêsdelas interessam à obstetrícia.
▶ Cútis hiperelástica.
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passage: . No entanto, após o parto, o dermatologista pode indicar a realização de esfoliação da pele para clarear a região mais facilmente e de forma mais rápida, uma vez que a esfoliação promove a renovação celular. Além disso, como a linha nigra está diretamente relacionada com alterações hormonais, o dermatologista também pode indicar o uso de ácido fólico, que ajuda a regular o aumento da produção do hormônio relacionado com a melanina, evitando que a linha nigra fique mais escura ou que demore mais para desaparecer após o parto. Veja mais sobre o ácido fólico.
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passage: Inibidores da secreção hormonalSupressão ovarianaAnticoncepcionais oraisAgonistas do GnRHLeuprorrelidaNafarrelina etc.
Supressão adrenalGlicocorticoidesAntiandrogêniosBloqueadores do receptor androgênicoEspironolactonaAcetato de ciproteronaFlutamidaInibidores da 5α-redutaseFinasteridaTratamento cosméticoDescoloraçãoRemoção temporáriaRaspagemDepilaçãoRemoção definitivaEletróliseLaserOutrosEflornitina (creme a 13,9%)GnRH: hormônio liberador das gonadotrofinas.
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passage: A regeneração do epitélio inicia-se logo após a radioterapia e em geral é concluída em 4 a 6 semanas. Meses após a radiote-rapia, é possível visualizar áreas de hiper e hipopigmentação da pele. A pele se mantém atrofiada, fina e seca.
VaginaA radioterapia direcionada à pelve em geral resulta em muco-site vaginal aguda. Embora a ulceração da mucosa seja rara, observa-se corrimento na maioria dos casos. Para essas mu-lheres, o uso na vulva de solução diluída de água oxigenada e água proporciona alívio dos sintomas. Diferentemente das alterações agudas, reações tardias à radiação podem incluir en-curtamento vaginal, vaginite atrófica e formação de sinéquias ou telangiectasia vaginais. Preventivamente, essas complicações podem ser evitadas com retomada de relações sexuais após o tratamento ou se as mulheres forem orientadas a usar dilata-dores. Finalmente, é possível que surjam fístulas retovaginais ou vesicovaginais após radioterapia, especialmente em cânceres em estágio avançado.
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passage: Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional.
b. Métodos físicos: podem ser realizados em ambulatório com bons resultados em lesões vulvares queratinizadas que, muitas vezes, não respondem a agentes químicos. Importante desta -car que o tratamento destrutivo ou excisional das lesões vulva-res e vaginais sempre deve ser precedido de anestesia (local ou regional). Quando necessária mais de uma sessão terapêutica, deve-se respeitar o intervalo mínimo de duas semanas. Dentre esses métodos, destacam-se:7Quintana SM, Melli PP , Damaso E, Duarte GProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018lesões vulvares queratinizadas. - b2) Vaporização com LASER de CO 2: devido à pequena di -fusão térmica, o tratamento com LASER de CO2 gera pouca fibrose com excelente resultado estético em região vulvar, sendo ideal para tratamento de lesões uretrais, vaginais e anais. A necessidade de treinamento especial do médico e o alto custo do equipamento limitam o seu uso.
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passage: Quanto às unhas, não é excepcional haver fragilidade ungueal, perda de brilho, queratose subungueal(espessamento) e até onicólise distal (descolamento da unha).
▶ Alteração glandular cutânea.
Não é incomum a hiperatividade écrina levar à hiperidrose e, por vezes, até àmiliária (retenção de suor, brotoeja); em contraposição e, curiosamente, nas regiões palmoplantares há reduçãoda atividade écrina. Em relação às glândulas apócrinas, sabe-se que há diminuição de sua atividade, fatoconflitante entre os autores. Vale relatar o aumento na excreção de sebo, em geral no último trimestre;paradoxalmente é nessa fase que ocorre elevação dos estrogênios, que são supressores da secreção sebácea.
Se a mãe amamentar o recém-nascido, a secreção sebácea deverá continuar exacerbada.
▶ Alterações vasculares.
São relativamente comuns na gravidez em consequência, basicamente, do aumento deestrogênios circulantes.
Angiomas, ou nevus araneus, ocorrem com frequência maior em mulheres brancas do que em negras.
•Eritema palmar aparece, habitualmente, no primeiro trimestre da gestação, porém desaparece após o parto.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Reexame. Os debris carbonizados são removidos e aplica-se solução de ácido acético a 3 ou 5% à vulva, que é novamente examina-da via colposcopia para confirmar se há áreas remanescentes com doença.
PÓS-OPERATÓRIODeve-se ter cuidado para evitar a formação de aderências (coaptação dos lábios genitais) nas regiões tratadas. Recomenda-se manter os lábios separados e evitar o uso de roupas apertadas no mínimo por alguns dias. Banhos de assento com água e sal duas a três vezes ao dia permitem a limpeza da região e produ-zem alívio temporário do desconforto vulvar pós-operatório. Outras medidas que podem ajudar são aplicação de creme de sulfadiazina de prata a 1% duas a três vezes ao dia, anal-gésicos por via oral, anestésicos tópicos e uso de secador de cabelo com fluxo de ar frio para refrescar a vulva. A paciente deve se abster de relações sexuais até que a cicatrização esteja completa.
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passage: Deve-se lavar a região quatro horas após a aplicação. Cuidado com os excessos – repetir a aplicação a cadasemana. Não deve ser usada em grávidasÁcido tricloroacético (40 a 90%) – realiza coagulação das proteínas – repetir a aplicação semanalmenteA remoção das lesões pode ser o método mais simples e eficaz. Várias são as maneiras de proceder àexcisão das lesões. Por exemplo shaving seguido de cauterização das bases, laser ou bisturi elétrico. Aexérese excisional com margem cirúrgica é desaconselhada em virtude da frequente recidiva na cicatrizcirúrgicaCrioterapia com nitrogênio líquido em cada lesão – repetir a aplicação a cada semanaInterferona – uso sistêmico ou intralesional; apresenta efeitos colaterais tipo mal-estar geral gripal. Isoladonão é melhor que os tratamentos anteriores. Não é usado em gestantes.
Figura 62.26 Lesões condilomatosas em criança com 6 meses de idade nascida de parto normal de mãe comprofissionais, não foi identificado qualquer indício de abuso sexual. A primeira lesão de condiloma acuminado nacriança foi notada aos 2 meses de vida. Devido a dificuldades para o tratamento, o quadro evoluiu.
Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
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passage: Margens e cor das lesões. Após a aplicação de ácido acético ao epitélio da mucosa, observa-se a cor e o grau de brancura obtidos, a rapidez e a duração do acetobranqueamento, assim como a nitidez das bordas das lesões. Lesões de alto grau de-monstram um tom de branco mais persistente e mais opaco, e as lesões de baixo grau são translúcidas ou branco “c” bri-lhantes, com desaparecimento rápido da coloração. Lesões de baixo grau caracteristicamente apresentam margens irregula-res, e lesões de alto grau têm contornos mais retilíneos e nítidos (Figs. 29-12 e 29-13). Uma lesão que apresente uma borda ABFIGURA 29-10 Avaliação de vasos superficiais A. Vasos superficiais be-nignos visualizados por meio de colposcópio usando fonte de luz bran-ca. B. O uso de filtro de luz verde-azul (livre de vermelho) proporciona maior contraste e definição dos padrões vasculares.
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Olá! Entendo sua preocupação com as marcas que ficaram após a cauterização para remover as verrugas no pênis. É comum que a pele reaja de diferentes maneiras a procedimentos como esse, e a pigmentação pode ser afetada.
Em primeiro lugar, é importante ter paciência. A regeneração da pele leva tempo, e a coloração normal pode demorar algumas semanas ou até meses para retornar. Em muitos casos, as marcas tendem a clarear gradualmente com o tempo.
Existem algumas opções que podem auxiliar no processo de pigmentação da pele. No entanto, é fundamental que você procure um dermatologista para avaliar seu caso especificamente e indicar o tratamento mais adequado para você. Ele poderá examinar as marcas, identificar o tipo de alteração na pigmentação e prescrever produtos ou procedimentos que sejam seguros e eficazes para o seu tipo de pele.
Alguns tratamentos que podem ser considerados, dependendo da avaliação do dermatologista, incluem:
* **Cremes clareadores:** Existem cremes tópicos que contêm ingredientes como hidroquinona, ácido kójico, ácido azelaico ou vitamina C, que podem ajudar a clarear a pele e uniformizar o tom. No entanto, é importante usar esses produtos com cautela e sob orientação médica, pois alguns deles podem causar irritação ou sensibilidade na pele.
* **Peelings químicos:** Peelings leves a moderados podem ajudar a remover as camadas superficiais da pele danificada e estimular a produção de novas células, o que pode melhorar a pigmentação.
* **Laser:** Em alguns casos, o laser pode ser usado para tratar manchas escuras ou claras na pele. Existem diferentes tipos de laser, e o dermatologista poderá indicar o mais adequado para o seu caso.
* **Microdermoabrasão:** Esse procedimento esfolia a pele, auxiliando na renovação celular.
Além disso, algumas medidas simples podem ajudar a proteger a pele e favorecer a recuperação:
* **Use protetor solar:** Aplique protetor solar com FPS alto (pelo menos 30) diariamente nas áreas afetadas, mesmo em dias nublados. A exposição ao sol pode piorar as manchas e dificultar a recuperação da pele.
* **Evite coçar ou esfregar as marcas:** Isso pode irritar a pele e aumentar o risco de inflamação e hiperpigmentação.
* **Mantenha a pele hidratada:** Use um hidratante suave e sem perfume para ajudar a manter a pele macia e hidratada, o que pode acelerar a recuperação.
Lembre-se que cada caso é único, e o tempo de recuperação e os resultados dos tratamentos podem variar. É essencial que você siga as orientações do seu dermatologista e tenha paciência durante o processo. Não hesite em entrar
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7,461
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Olá, eu tive HPV e já removi uma verruga no corpo do pênis. Após isso, descobri que também tenho varicocele, o que me incomoda muito. Tenho dores após atividades simples do dia a dia e o médico disse que a cirurgia não resolveria a questão da dor, mandando eu tomar dipirona. Isso quer dizer que tenho que tomar dipirona pelo resto da vida? Antes da remoção da verruga, eu não sentia nada e, atualmente, tenho reparado que a minha glande não tem mais a aparência lisa e saudável, mas sim meio enrugada, com uns sinais que se parecem com mini estrias ou como se fossem mini verrugas; porém, não são salientes. O mesmo médico disse que não é nada, porém isso está afetando meu psicológico. Outra dúvida é se posso e devo tomar a vacina quadrivalente ou não.
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A cirurgia de correção da varicocele pode, sim, melhorar as dores decorrentes da mesma. A dor relacionada à varicocele é uma das indicações para a correção cirúrgica, desde que suas dores sejam realmente decorrentes da varicocele. O HPV e seu tratamento não têm relação com dores testiculares. A vacina quadrivalente para HPV pode ser tomada após o início da vida sexual e até em pacientes mais velhos; porém, sua eficácia diminui.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: 6HPV e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018co. Caso seja aplicada em quantidade excessiva, o excesso pode ser removido polvilhando talco, bicarbonato de sódio ou lavan-do com sabão neutro. Em geral, a aplicação é repetida semanal-mente, com variação do número de aplicações necessárias para remover os condilomas. É seguro para o uso em qualquer fase da gestação, mas recomenda-se o tratamento até a 34ª-36ª se-mana de gravidez para evitar áreas cruentas na vulva no perí -odo periparto. • Lesões queratinizadas e de grande volume/extensão: não de -vem ser tratadas com ATA, pois, nesses casos, o tratamento poderá ser mutilador, alterando de forma irreversível o trato genital inferior. Para tanto, recomenda-se aguardar o término da gestação, pois a regra é que ocorra importante regressão das lesões no puerpério. Outra possibilidade é aplicar ATA 80%-90% em pequenas áreas fracionando a região de aplicação des-te agente químico.
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: 6HPV e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018co. Caso seja aplicada em quantidade excessiva, o excesso pode ser removido polvilhando talco, bicarbonato de sódio ou lavan-do com sabão neutro. Em geral, a aplicação é repetida semanal-mente, com variação do número de aplicações necessárias para remover os condilomas. É seguro para o uso em qualquer fase da gestação, mas recomenda-se o tratamento até a 34ª-36ª se-mana de gravidez para evitar áreas cruentas na vulva no perí -odo periparto. • Lesões queratinizadas e de grande volume/extensão: não de -vem ser tratadas com ATA, pois, nesses casos, o tratamento poderá ser mutilador, alterando de forma irreversível o trato genital inferior. Para tanto, recomenda-se aguardar o término da gestação, pois a regra é que ocorra importante regressão das lesões no puerpério. Outra possibilidade é aplicar ATA 80%-90% em pequenas áreas fracionando a região de aplicação des-te agente químico.
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: 6HPV e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018co. Caso seja aplicada em quantidade excessiva, o excesso pode ser removido polvilhando talco, bicarbonato de sódio ou lavan-do com sabão neutro. Em geral, a aplicação é repetida semanal-mente, com variação do número de aplicações necessárias para remover os condilomas. É seguro para o uso em qualquer fase da gestação, mas recomenda-se o tratamento até a 34ª-36ª se-mana de gravidez para evitar áreas cruentas na vulva no perí -odo periparto. • Lesões queratinizadas e de grande volume/extensão: não de -vem ser tratadas com ATA, pois, nesses casos, o tratamento poderá ser mutilador, alterando de forma irreversível o trato genital inferior. Para tanto, recomenda-se aguardar o término da gestação, pois a regra é que ocorra importante regressão das lesões no puerpério. Outra possibilidade é aplicar ATA 80%-90% em pequenas áreas fracionando a região de aplicação des-te agente químico.
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: . Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2. O DIU Mirena altera a menstruação? O DIU Mirena pode alterar o período menstrual pois é composto por um hormônio que afeta o ciclo da mulher. Durante a sua utilização, podem ser observadas pequenas quantidades de sangue (spotting), dependendo do organismo de cada mulher. Em alguns casos, o sangramento pode ser ausente, deixando de existir menstruação. Quando Mirena é removido do útero pelo ginecologista, como já não existe o efeito do hormônio, a menstruação deverá voltar ao normal. 3. O DIU Mirena prejudica a relação sexual? Durante a utilização do dispositivo não é esperado que interfira com a relação sexual. Se isso acontecer, porque há dor ou porque é possível sentir a presença do dispositivo, é recomendado que se interrompa o contato íntimo e se procure o ginecologista para verificar se o dispositivo está corretamente posicionado. No entanto, em poucos casos, o DIU Mirena também pode causar ressecamento vagina, o que pode dificultar a penetração durante a relação, sendo aconselhado o uso de lubrificantes à base de água, conforme orientação do ginecologista. 4
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
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passage: 6HPV e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018co. Caso seja aplicada em quantidade excessiva, o excesso pode ser removido polvilhando talco, bicarbonato de sódio ou lavan-do com sabão neutro. Em geral, a aplicação é repetida semanal-mente, com variação do número de aplicações necessárias para remover os condilomas. É seguro para o uso em qualquer fase da gestação, mas recomenda-se o tratamento até a 34ª-36ª se-mana de gravidez para evitar áreas cruentas na vulva no perí -odo periparto. • Lesões queratinizadas e de grande volume/extensão: não de -vem ser tratadas com ATA, pois, nesses casos, o tratamento poderá ser mutilador, alterando de forma irreversível o trato genital inferior. Para tanto, recomenda-se aguardar o término da gestação, pois a regra é que ocorra importante regressão das lesões no puerpério. Outra possibilidade é aplicar ATA 80%-90% em pequenas áreas fracionando a região de aplicação des-te agente químico.
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: . Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2. O DIU Mirena altera a menstruação? O DIU Mirena pode alterar o período menstrual pois é composto por um hormônio que afeta o ciclo da mulher. Durante a sua utilização, podem ser observadas pequenas quantidades de sangue (spotting), dependendo do organismo de cada mulher. Em alguns casos, o sangramento pode ser ausente, deixando de existir menstruação. Quando Mirena é removido do útero pelo ginecologista, como já não existe o efeito do hormônio, a menstruação deverá voltar ao normal. 3. O DIU Mirena prejudica a relação sexual? Durante a utilização do dispositivo não é esperado que interfira com a relação sexual. Se isso acontecer, porque há dor ou porque é possível sentir a presença do dispositivo, é recomendado que se interrompa o contato íntimo e se procure o ginecologista para verificar se o dispositivo está corretamente posicionado. No entanto, em poucos casos, o DIU Mirena também pode causar ressecamento vagina, o que pode dificultar a penetração durante a relação, sendo aconselhado o uso de lubrificantes à base de água, conforme orientação do ginecologista. 4
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
---
passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: 6HPV e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018co. Caso seja aplicada em quantidade excessiva, o excesso pode ser removido polvilhando talco, bicarbonato de sódio ou lavan-do com sabão neutro. Em geral, a aplicação é repetida semanal-mente, com variação do número de aplicações necessárias para remover os condilomas. É seguro para o uso em qualquer fase da gestação, mas recomenda-se o tratamento até a 34ª-36ª se-mana de gravidez para evitar áreas cruentas na vulva no perí -odo periparto. • Lesões queratinizadas e de grande volume/extensão: não de -vem ser tratadas com ATA, pois, nesses casos, o tratamento poderá ser mutilador, alterando de forma irreversível o trato genital inferior. Para tanto, recomenda-se aguardar o término da gestação, pois a regra é que ocorra importante regressão das lesões no puerpério. Outra possibilidade é aplicar ATA 80%-90% em pequenas áreas fracionando a região de aplicação des-te agente químico.
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional.
---
passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: . Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2. O DIU Mirena altera a menstruação? O DIU Mirena pode alterar o período menstrual pois é composto por um hormônio que afeta o ciclo da mulher. Durante a sua utilização, podem ser observadas pequenas quantidades de sangue (spotting), dependendo do organismo de cada mulher. Em alguns casos, o sangramento pode ser ausente, deixando de existir menstruação. Quando Mirena é removido do útero pelo ginecologista, como já não existe o efeito do hormônio, a menstruação deverá voltar ao normal. 3. O DIU Mirena prejudica a relação sexual? Durante a utilização do dispositivo não é esperado que interfira com a relação sexual. Se isso acontecer, porque há dor ou porque é possível sentir a presença do dispositivo, é recomendado que se interrompa o contato íntimo e se procure o ginecologista para verificar se o dispositivo está corretamente posicionado. No entanto, em poucos casos, o DIU Mirena também pode causar ressecamento vagina, o que pode dificultar a penetração durante a relação, sendo aconselhado o uso de lubrificantes à base de água, conforme orientação do ginecologista. 4
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
---
passage: ■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer cirurgia de reconstrução pélvica para correção de prolap-so, os riscos de enterocele e de recorrência de-vem ser discutidos. Os riscos de lesão ureteral e intestinal, embora baixos, devem ser incluí-dos no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteÉ possível haver celulite da cúpula vaginal e infecção urinária após a histerectomia, e as pacientes normalmente recebem antibioti-coterapia profilática com uma cefalosporina de primeira geração. As opções adequadas são encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Adicionalmente, há indicação para profilaxia contra trombose, conforme descrito na Ta-bela 39-9 (p. 962). Embora o risco de lesão intestinal seja baixo, recomenda-se preparo intestinal para evacuação do reto e para redu-zir a contaminação caso ocorra proctotomia (Tabela 39-7, p. 960).
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
---
passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: 6HPV e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018co. Caso seja aplicada em quantidade excessiva, o excesso pode ser removido polvilhando talco, bicarbonato de sódio ou lavan-do com sabão neutro. Em geral, a aplicação é repetida semanal-mente, com variação do número de aplicações necessárias para remover os condilomas. É seguro para o uso em qualquer fase da gestação, mas recomenda-se o tratamento até a 34ª-36ª se-mana de gravidez para evitar áreas cruentas na vulva no perí -odo periparto. • Lesões queratinizadas e de grande volume/extensão: não de -vem ser tratadas com ATA, pois, nesses casos, o tratamento poderá ser mutilador, alterando de forma irreversível o trato genital inferior. Para tanto, recomenda-se aguardar o término da gestação, pois a regra é que ocorra importante regressão das lesões no puerpério. Outra possibilidade é aplicar ATA 80%-90% em pequenas áreas fracionando a região de aplicação des-te agente químico.
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: . Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2. O DIU Mirena altera a menstruação? O DIU Mirena pode alterar o período menstrual pois é composto por um hormônio que afeta o ciclo da mulher. Durante a sua utilização, podem ser observadas pequenas quantidades de sangue (spotting), dependendo do organismo de cada mulher. Em alguns casos, o sangramento pode ser ausente, deixando de existir menstruação. Quando Mirena é removido do útero pelo ginecologista, como já não existe o efeito do hormônio, a menstruação deverá voltar ao normal. 3. O DIU Mirena prejudica a relação sexual? Durante a utilização do dispositivo não é esperado que interfira com a relação sexual. Se isso acontecer, porque há dor ou porque é possível sentir a presença do dispositivo, é recomendado que se interrompa o contato íntimo e se procure o ginecologista para verificar se o dispositivo está corretamente posicionado. No entanto, em poucos casos, o DIU Mirena também pode causar ressecamento vagina, o que pode dificultar a penetração durante a relação, sendo aconselhado o uso de lubrificantes à base de água, conforme orientação do ginecologista. 4
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer cirurgia de reconstrução pélvica para correção de prolap-so, os riscos de enterocele e de recorrência de-vem ser discutidos. Os riscos de lesão ureteral e intestinal, embora baixos, devem ser incluí-dos no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteÉ possível haver celulite da cúpula vaginal e infecção urinária após a histerectomia, e as pacientes normalmente recebem antibioti-coterapia profilática com uma cefalosporina de primeira geração. As opções adequadas são encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Adicionalmente, há indicação para profilaxia contra trombose, conforme descrito na Ta-bela 39-9 (p. 962). Embora o risco de lesão intestinal seja baixo, recomenda-se preparo intestinal para evacuação do reto e para redu-zir a contaminação caso ocorra proctotomia (Tabela 39-7, p. 960).
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passage: Orientações • Individualizar tratamento conforme disponibilidade, custo e aceitação do paciente;• Atentar para a presença de outras ITS associadas e rastrear ou-tras infecções. Testes sorológicos para HIV , sí/f_i lis e hepatites sempre devem ser solicitados, bem como rastreamento de neo-plasias associadas como a infecção pelo HPV (rastreamento do câncer do colo uterino e seus estados precursores);• Compreender que a contaminação nem sempre ocorreu re-centemente, mas que o parceiro atual é aconselhado a ser examinado, mesmo que ele não tenha queixas. Independente de se conseguir este objetivo, o parceiro deverá ser orienta-do para o tratamento de agentes das cervicites (clamídia e gonococo);15Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018curva térmica anotada para análise ao retorno;• Nos casos de associação com DIU, a remoção ou permanência do dispositivo deverá ser individualizada. Não há evidência de benefícios com retirada, mas, nesse caso, a paciente deverá ser internada e o dispositivo removido após mínimo de 6 horas do início da antibioticoterapia endovenosa.(10) Torna-se necessá-rio também aconselhamento na área de contracepção.
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passage: Figura 62.27 Colpocitologia corada pelo método de Papanicolaou que evidencia coilocitose (a) e binucleação comdiscariose (b). Ambas as alterações são típicas em lesões clássicas de HPV.
Para alguns, a combinação de tratamentos pode diminuir as recidivas. Todavia, eles podem aumentar ascomplicações.
Aconselhamento de medidas adjuvantes: higiene geral e genital, tratamento das patologias associadas.
Após 6 meses sem apresentar manifestação clínica da doença o paciente deve receber alta.
Vacina contra HPVA vacina contra o HPV tem como base uso de proteína recombinante criada por engenharia genética quesimula o capsídio viral. São as partículas tipo virais ou virus like particle (VLP). Na sua estrutura não hácomponente de DNA, portanto, não há qualquer possibilidade de ação infectante. No princípio do século 21, osestudos sobre o uso desta tecnología na prevenção de câncer e lesões associadas ao HPV ganharam grandeimpulso, culminando com a disponibilidade da vacina contra HPV a partir de 2006.
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: ObservaçõesEm 1 a 5% dos casos de NIC não se encontra HPVTratamento de infecções secundárias locais e sistêmicas favorece a remissão das lesões. O mesmo aconteceno pós-partoQuando existem inúmeras terapias é porque nenhuma delas é suficiente para um ótimo controle. Todas, paralesões associadas ao HPV, sem exceção, possuem altos índices de recidiva (> 50%)Com os conhecimentos atuais, não é possível afirmar que uma vez com HPV, sempre com HPVAs NIC, principalmente as de baixo grau, ou grau 1, em sua maioria tendem a sofrer involuçãoPensar sempre em parto cesáreo quando as lesões obstruírem o canal de parto, impossibilitarem qualquertipo de episiotomia, lesões cervicais de alto grau ou vegetantes com alto risco de lacerações e hemorragiaReexaminar o paciente 3 meses após o desaparecimento das lesões é uma boa condutaPor acreditar na transmissão sexual e na associação de DST, somos favoráveis à consulta dos parceiros. Istoé diferente de apenas proceder a “peniscopia”As agressões emocionais por verbalização de conceitos inverídicos ou ultrapassados podem ser maiores doque as lesões clínicasÉ vedado ao médico exagerar a gravidade do diagnóstico ou prognóstico, complicar a terapêutica, exceder-seno número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos (Código de Ética Médica, Art.
37).
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passage: 6HPV e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº94 | 2018co. Caso seja aplicada em quantidade excessiva, o excesso pode ser removido polvilhando talco, bicarbonato de sódio ou lavan-do com sabão neutro. Em geral, a aplicação é repetida semanal-mente, com variação do número de aplicações necessárias para remover os condilomas. É seguro para o uso em qualquer fase da gestação, mas recomenda-se o tratamento até a 34ª-36ª se-mana de gravidez para evitar áreas cruentas na vulva no perí -odo periparto. • Lesões queratinizadas e de grande volume/extensão: não de -vem ser tratadas com ATA, pois, nesses casos, o tratamento poderá ser mutilador, alterando de forma irreversível o trato genital inferior. Para tanto, recomenda-se aguardar o término da gestação, pois a regra é que ocorra importante regressão das lesões no puerpério. Outra possibilidade é aplicar ATA 80%-90% em pequenas áreas fracionando a região de aplicação des-te agente químico.
Atenção: Podofilina, podofilotoxina e 5-FU NÃO DEVEM ser utilizados na gestação. Não há dados suficientes para indicar o uso de imiquimode no período gestacional.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: . Confira todas as opções de DIU que podem ser indicadas pelo ginecologista. Além disso, o DIU Mirena pode ser removido pelo ginecologista em qualquer momento do tratamento, caso a mulher deseje removê-lo. 2. O DIU Mirena altera a menstruação? O DIU Mirena pode alterar o período menstrual pois é composto por um hormônio que afeta o ciclo da mulher. Durante a sua utilização, podem ser observadas pequenas quantidades de sangue (spotting), dependendo do organismo de cada mulher. Em alguns casos, o sangramento pode ser ausente, deixando de existir menstruação. Quando Mirena é removido do útero pelo ginecologista, como já não existe o efeito do hormônio, a menstruação deverá voltar ao normal. 3. O DIU Mirena prejudica a relação sexual? Durante a utilização do dispositivo não é esperado que interfira com a relação sexual. Se isso acontecer, porque há dor ou porque é possível sentir a presença do dispositivo, é recomendado que se interrompa o contato íntimo e se procure o ginecologista para verificar se o dispositivo está corretamente posicionado. No entanto, em poucos casos, o DIU Mirena também pode causar ressecamento vagina, o que pode dificultar a penetração durante a relação, sendo aconselhado o uso de lubrificantes à base de água, conforme orientação do ginecologista. 4
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passage: Atualmente, a luta das entidades médicas de especialidade, em especial da Sociedade Brasileira de DoençasSexualmente Transmissíveis e da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior, é que a vacina••••••••entre também no calendário vacinal de meninos.
A vacina nonavalente, contra os HPVs 6, 11, 16, 18, 31, 33, 45, 52, 58, foi aprovada pela Food and DrugAdministration (FDA) dos EUA em dezembro de 2014 e recomendada em fevereiro de 2015 pelo AdvisoryCommittee on Immunization Practices (ACIP). Espera-se que seja aprovada no Brasil no segundo semestre de2016.
ComplicaçõesO HPV está muito relacionado com lesões intraepiteliais do colo uterino. Em menor frequência, também comas de vagina, vulva, pênis e ânus.
A maioria dos cânceres tem etiologia multifatorial. O HPV parece ser insuficiente para produzir sozinho atransformação maligna. Vários fatores podem estar envolvidos, principalmente coinfecção com clamídia e herpes-vírus. Fumantes também apresentam risco aumentado para evolução maligna da infecção pelo HPV.
Grandes massas condilomatosas podem exigir largas cirurgias, assim, deformidades podem ocorrer.
Condiloma gigante é entidade conhecida como tumor de Buschke-Löwenstein e significa manifestação porHPV 6/11 fortemente agressiva local relacionada com o comprometimento da região genital.
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passage: ■ ConsentimentoAssim como ocorre com qualquer cirurgia de reconstrução pélvica para correção de prolap-so, os riscos de enterocele e de recorrência de-vem ser discutidos. Os riscos de lesão ureteral e intestinal, embora baixos, devem ser incluí-dos no processo de consentimento.
■ Preparo da pacienteÉ possível haver celulite da cúpula vaginal e infecção urinária após a histerectomia, e as pacientes normalmente recebem antibioti-coterapia profilática com uma cefalosporina de primeira geração. As opções adequadas são encontradas na Tabela 39-6 (p. 959). Adicionalmente, há indicação para profilaxia contra trombose, conforme descrito na Ta-bela 39-9 (p. 962). Embora o risco de lesão intestinal seja baixo, recomenda-se preparo intestinal para evacuação do reto e para redu-zir a contaminação caso ocorra proctotomia (Tabela 39-7, p. 960).
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passage: Orientações • Individualizar tratamento conforme disponibilidade, custo e aceitação do paciente;• Atentar para a presença de outras ITS associadas e rastrear ou-tras infecções. Testes sorológicos para HIV , sí/f_i lis e hepatites sempre devem ser solicitados, bem como rastreamento de neo-plasias associadas como a infecção pelo HPV (rastreamento do câncer do colo uterino e seus estados precursores);• Compreender que a contaminação nem sempre ocorreu re-centemente, mas que o parceiro atual é aconselhado a ser examinado, mesmo que ele não tenha queixas. Independente de se conseguir este objetivo, o parceiro deverá ser orienta-do para o tratamento de agentes das cervicites (clamídia e gonococo);15Carvalho NS, Carvalho BF, Linsingen RV, Takimura MProtocolos Febrasgo | Nº25 | 2018curva térmica anotada para análise ao retorno;• Nos casos de associação com DIU, a remoção ou permanência do dispositivo deverá ser individualizada. Não há evidência de benefícios com retirada, mas, nesse caso, a paciente deverá ser internada e o dispositivo removido após mínimo de 6 horas do início da antibioticoterapia endovenosa.(10) Torna-se necessá-rio também aconselhamento na área de contracepção.
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passage: DiagnósticoNas mulheres com cólicas menstruais e nenhum outro sinal ou sintoma associado, não há necessidade de qualquer avaliação inicial adicional, desde que se tenha excluído a possibilidade de gravidez, sendo aceito o tratamento empírico (Proctor, 2006). Nas mulheres com risco de DIP , culturas para Chlamydia tra-chomatis e Neisseria gonorrhoeae são indicadas. Se a avaliação Veiacava inferiorVeiaovarianaVeiaovarianaEspiral deembolizaçãoVeia ilíacaexternaFIGURA 11-7 À direita da imagem as, varizes pélvicas já haviam sido tratadas por esclerose e espirais de embolização aplicadas na veia ova-riana esquerda. À esquerda da imagem, um cateter-guia foi inserido dentro da veia ovariana direita para realizar venografia e embolização ovarianas. (Retirada de Kim, 2006, com permissão.)Hoffman_11.indd 318 03/10/13 16:58pélvica ficou incompleta em razão do biotipo da paciente, a ultrassonografia transvaginal pode ser útil para excluir patolo-gia pélvica estrutural.
TratamentoMedicamentos anti-inflamatórios não esteroides . Em razão de as prostaglandinas estarem implicadas na gênese da disme-norreia, a administração de AINEs é uma medida lógica, e há trabalhos que sustentam seu emprego (Marjoribanks, 2003; Zhang, 1998). Esses agentes e suas dosagens foram apresenta-dos na Tabela 10-2 (p. 293).
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Olá! Entendo completamente sua preocupação e o impacto que o HPV e a varicocele estão causando em sua qualidade de vida e bem-estar emocional. Vamos conversar sobre cada ponto para esclarecer suas dúvidas e te dar o melhor suporte possível.
Primeiramente, sobre a dor relacionada à varicocele e a recomendação de dipirona, é importante buscar uma segunda opinião médica. Nem sempre a cirurgia é a única solução, e existem outras abordagens para o manejo da dor, como fisioterapia, uso de suspensórios escrotais e, em alguns casos, medicamentos mais específicos para dor crônica, sempre com acompanhamento médico. Tomar dipirona continuamente não é a solução ideal, e é fundamental investigar outras opções para aliviar seu desconforto de forma mais eficaz e sustentável.
Em relação às alterações na glande, sugiro que você procure um outro urologista ou dermatologista para uma avaliação mais detalhada. As "mini estrias" ou "mini verrugas" que você descreve podem ser diversas coisas, e é importante descartar outras causas, como pequenas irritações, inflamações ou até mesmo lesões subclínicas de HPV. Uma dermatoscopia (exame da pele com lente de aumento) pode ajudar no diagnóstico. Não se desespere, mas insista em uma avaliação mais cuidadosa para ter certeza do que se trata e receber o tratamento adequado, se necessário. Confie na sua percepção, pois você conhece seu corpo melhor do que ninguém.
Quanto à vacina contra o HPV, sim, você pode e deve tomá-la, mesmo já tendo tido uma lesão. A vacina quadrivalente (ou a nonavalente, se disponível) protege contra outros tipos de HPV que você ainda não teve contato. Isso diminui o risco de novas lesões e, consequentemente, reduz a chance de desenvolver cânceres relacionados ao HPV no futuro. Lembre-se que a vacina é uma medida preventiva importante para homens e mulheres.
É crucial ressaltar que o HPV é uma infecção sexualmente transmissível (IST), e é fundamental que você converse com seus parceiros sexuais sobre seu diagnóstico para que eles também possam se consultar com um médico e, se necessário, realizar exames e receber tratamento. Lembre-se que o preservativo ajuda a diminuir a transmissão, mas não impede totalmente.
Além disso, manter uma boa higiene íntima, evitar o tabagismo e fortalecer o sistema imunológico são medidas importantes para ajudar o corpo a combater o vírus e prevenir novas lesões. O tratamento de infecções secundárias, locais ou sistêmicas, também podem favorecer a remissão das lesões.
Por fim, entendo o impacto emocional que tudo isso está causando. Busque apoio psicológico, se necessário. A verbalização de informações inverídicas ou ultrapassadas podem ser maiores do que as lesões
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20,608
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Vai fazer um ano que tive um aborto. Posso continuar tomando ácido fólico?
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Olá, sempre siga as orientações pós-operatórias do seu médico. Agende a sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. Cheque a biópsia do seu aborto. Não corra o risco de uma gravidez indesejada; discuta a sua anticoncepção, pois você poderá ovular e engravidar dias após a curetagem. Converse com o seu médico sobre a liberação para uma nova gravidez, a liberação para relações sexuais, a liberação para atividades físicas e a liberação para atividades da vida habitual. Se deseja engravidar, use o ácido fólico e faça os seus exames de rotina. Qual foi a causa do seu aborto? Qual a sua idade? Acima dos 35 anos, ocorre uma redução da fertilidade, maior dificuldade para engravidar, aumento do risco de malformações e de abortos. Após um ano de tentativas de gravidez, você pode ter o diagnóstico de infertilidade. O Diu não é a causa dessa infertilidade; ele não provoca infecção, não causa danos ao seu útero, não reduz a fertilidade e não dificulta uma gravidez futura. A infertilidade não é apenas feminina, mas sim conjugal. O seu parceiro deverá participar de toda a investigação e tratamento. O exame mais importante para o homem é o espermograma, e o exame mais importante para a mulher é a avaliação das trompas. Outras causas uterinas, hormonais e genéticas precisam ser descartadas. Converse com o seu médico e agende a sua consulta para esclarecer suas dúvidas.
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passage: . Saiba calcular o seu período mais fértil do mês; Tomar ácido fólico para ajudar na formação do sistema nervoso do bebê; Evitar comportamentos de risco, como não consumir drogas ilícitas, bebidas alcoólicas e evitar fumar. As mulheres que tiveram mais de 2 abortos podem tomar uma vacina especial desenvolvida para evitar abortos espontâneos recorrentes de acordo com a orientação do médico. Confira as principais causas de aborto espontâneo e como tratar.
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passage: . Saiba calcular o seu período mais fértil do mês; Tomar ácido fólico para ajudar na formação do sistema nervoso do bebê; Evitar comportamentos de risco, como não consumir drogas ilícitas, bebidas alcoólicas e evitar fumar. As mulheres que tiveram mais de 2 abortos podem tomar uma vacina especial desenvolvida para evitar abortos espontâneos recorrentes de acordo com a orientação do médico. Confira as principais causas de aborto espontâneo e como tratar.
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passage: . É importante que uso do ácido fólico seja iniciado no período pré-concepção, pois o tubo neural do bebê se fecha no 28º dia da gestação, uma fase em que muitas mulheres ainda não sabem se estão grávidas. Após esse período, a suplementação com o ácido fólico não impede a ocorrência de defeitos no tubo neural. No entanto, a mulher deve tomar o ácido fólico durante toda a gravidez, uma vez que ajuda na formação da placenta, na síntese do DNA e de novas células, na formação do coração do bebê, assim como diminui o risco de anemia na mulher, parto prematuro e de pré eclampsia durante a gravidez. Conheça todos os sintomas da pré-eclâmpsia. Como tomar ácido fólico na gravidez A dose normalmente recomendada de ácido fólico na gravidez pela OMS [1,2] é de 400 mcg a 800 mcg, por dia, antes de engravidar e nos primeiros três meses da gestação. Porém como muitos dos comprimidos utilizados são de 1, 2 ou 5 mg, é comum o médico recomendar a ingestão de 1 mg, para facilitar a utilização do suplemento. No caso de gestantes com risco aumentado de deficiência de ácido fólico, como quando a mulher sofre de obesidade, tem epilepsia ou já teve filhos com alguma deficiência no sistema nervoso, as doses recomendadas podem ser superiores, e variam de acordo com as necessidades da mulher
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passage: . Saiba calcular o seu período mais fértil do mês; Tomar ácido fólico para ajudar na formação do sistema nervoso do bebê; Evitar comportamentos de risco, como não consumir drogas ilícitas, bebidas alcoólicas e evitar fumar. As mulheres que tiveram mais de 2 abortos podem tomar uma vacina especial desenvolvida para evitar abortos espontâneos recorrentes de acordo com a orientação do médico. Confira as principais causas de aborto espontâneo e como tratar.
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passage: . É importante que uso do ácido fólico seja iniciado no período pré-concepção, pois o tubo neural do bebê se fecha no 28º dia da gestação, uma fase em que muitas mulheres ainda não sabem se estão grávidas. Após esse período, a suplementação com o ácido fólico não impede a ocorrência de defeitos no tubo neural. No entanto, a mulher deve tomar o ácido fólico durante toda a gravidez, uma vez que ajuda na formação da placenta, na síntese do DNA e de novas células, na formação do coração do bebê, assim como diminui o risco de anemia na mulher, parto prematuro e de pré eclampsia durante a gravidez. Conheça todos os sintomas da pré-eclâmpsia. Como tomar ácido fólico na gravidez A dose normalmente recomendada de ácido fólico na gravidez pela OMS [1,2] é de 400 mcg a 800 mcg, por dia, antes de engravidar e nos primeiros três meses da gestação. Porém como muitos dos comprimidos utilizados são de 1, 2 ou 5 mg, é comum o médico recomendar a ingestão de 1 mg, para facilitar a utilização do suplemento. No caso de gestantes com risco aumentado de deficiência de ácido fólico, como quando a mulher sofre de obesidade, tem epilepsia ou já teve filhos com alguma deficiência no sistema nervoso, as doses recomendadas podem ser superiores, e variam de acordo com as necessidades da mulher
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passage: Ácido fólico na gravidez: para que serve e como tomar O que é: O ácido fólico na gravidez é indicado para prevenir defeitos do fechamento do tubo neural do feto, que é responsável pelo desenvolvimento de todo o sistema nervoso e cérebro do bebê, e assim diminuir o risco de malformações congênitas, como espinha bífida, mielomeningocele, anencefalia ou fenda palatina, por exemplo. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O ideal é que o uso do ácido fólico seja iniciado cerca de 3 a 6 meses antes de engravidar, ou por pelo menos 1 mês antes de ficar grávida, para mulheres que estejam planejando uma gravidez, e seu uso deve ser mantido até o final da gestação. O ácido fólico na gravidez não engorda, mas ajuda a garantir uma gestação saudável e o bom desenvolvimento do bebê, e deve fazer parte dos cuidados pré-natais, tomado com a orientação do obstetra. Veja como é feito o pré-natal. Para que serve o ácido fólico na gravidez O ácido fólico na gravidez é indicado para diminuir o risco de defeitos congênitos no bebê, como: Espinha bífida; Anencefalia; Encefalocele; Lábio leporino; Doenças cardíacas. É importante que uso do ácido fólico seja iniciado no período pré-concepção, pois o tubo neural do bebê se fecha no 28º dia da gestação, uma fase em que muitas mulheres ainda não sabem se estão grávidas
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passage: Ácido fólico na gravidez: para que serve e como tomar O que é: O ácido fólico na gravidez é indicado para prevenir defeitos do fechamento do tubo neural do feto, que é responsável pelo desenvolvimento de todo o sistema nervoso e cérebro do bebê, e assim diminuir o risco de malformações congênitas, como espinha bífida, mielomeningocele, anencefalia ou fenda palatina, por exemplo. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O ideal é que o uso do ácido fólico seja iniciado cerca de 3 a 6 meses antes de engravidar, ou por pelo menos 1 mês antes de ficar grávida, para mulheres que estejam planejando uma gravidez, e seu uso deve ser mantido até o final da gestação. O ácido fólico na gravidez não engorda, mas ajuda a garantir uma gestação saudável e o bom desenvolvimento do bebê, e deve fazer parte dos cuidados pré-natais, tomado com a orientação do obstetra. Veja como é feito o pré-natal. Para que serve o ácido fólico na gravidez O ácido fólico na gravidez é indicado para diminuir o risco de defeitos congênitos no bebê, como: Espinha bífida; Anencefalia; Encefalocele; Lábio leporino; Doenças cardíacas. É importante que uso do ácido fólico seja iniciado no período pré-concepção, pois o tubo neural do bebê se fecha no 28º dia da gestação, uma fase em que muitas mulheres ainda não sabem se estão grávidas
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passage: resuMoobjetivo: Revisar as evidências sobre o uso do ácido fólico periconcepcional para prevenção dos defeitos abertos do tubo neural (DTNs).
Métodos: Revisão da literatura sobre o assunto e seleção de publicações no perío-do de 1998 a 2018.
resultados: O uso do ácido fólico, iniciado ao menos um mês antes da concepção e continuado durante o primeiro trimestre da gravidez é o método mais eficaz de pre-venção dos DTNs. A dose avaliada em estudos clínicos e reiterada em literatura é de 400 mcg diários para casos de baixo risco e dez vezes mais (4 mg) para as mulheres com alto risco de DTN. Não há relatos de efeitos adversos com doses diárias abaixo de 1mg. Mesmo com essas doses, uma parcela da população feminina poderá apre-sentar algum tipo de DTN decorrente de outros fatores, como deficiências enzimáticas de origem genética.
Conclusão: O uso de ácido fólico periconcepcional ainda é o meio mais eficaz para a prevenção de DTNs.
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passage: . Saiba calcular o seu período mais fértil do mês; Tomar ácido fólico para ajudar na formação do sistema nervoso do bebê; Evitar comportamentos de risco, como não consumir drogas ilícitas, bebidas alcoólicas e evitar fumar. As mulheres que tiveram mais de 2 abortos podem tomar uma vacina especial desenvolvida para evitar abortos espontâneos recorrentes de acordo com a orientação do médico. Confira as principais causas de aborto espontâneo e como tratar.
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passage: Ácido fólico na gravidez: para que serve e como tomar O que é: O ácido fólico na gravidez é indicado para prevenir defeitos do fechamento do tubo neural do feto, que é responsável pelo desenvolvimento de todo o sistema nervoso e cérebro do bebê, e assim diminuir o risco de malformações congênitas, como espinha bífida, mielomeningocele, anencefalia ou fenda palatina, por exemplo. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O ideal é que o uso do ácido fólico seja iniciado cerca de 3 a 6 meses antes de engravidar, ou por pelo menos 1 mês antes de ficar grávida, para mulheres que estejam planejando uma gravidez, e seu uso deve ser mantido até o final da gestação. O ácido fólico na gravidez não engorda, mas ajuda a garantir uma gestação saudável e o bom desenvolvimento do bebê, e deve fazer parte dos cuidados pré-natais, tomado com a orientação do obstetra. Veja como é feito o pré-natal. Para que serve o ácido fólico na gravidez O ácido fólico na gravidez é indicado para diminuir o risco de defeitos congênitos no bebê, como: Espinha bífida; Anencefalia; Encefalocele; Lábio leporino; Doenças cardíacas. É importante que uso do ácido fólico seja iniciado no período pré-concepção, pois o tubo neural do bebê se fecha no 28º dia da gestação, uma fase em que muitas mulheres ainda não sabem se estão grávidas
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: resuMoobjetivo: Revisar as evidências sobre o uso do ácido fólico periconcepcional para prevenção dos defeitos abertos do tubo neural (DTNs).
Métodos: Revisão da literatura sobre o assunto e seleção de publicações no perío-do de 1998 a 2018.
resultados: O uso do ácido fólico, iniciado ao menos um mês antes da concepção e continuado durante o primeiro trimestre da gravidez é o método mais eficaz de pre-venção dos DTNs. A dose avaliada em estudos clínicos e reiterada em literatura é de 400 mcg diários para casos de baixo risco e dez vezes mais (4 mg) para as mulheres com alto risco de DTN. Não há relatos de efeitos adversos com doses diárias abaixo de 1mg. Mesmo com essas doses, uma parcela da população feminina poderá apre-sentar algum tipo de DTN decorrente de outros fatores, como deficiências enzimáticas de origem genética.
Conclusão: O uso de ácido fólico periconcepcional ainda é o meio mais eficaz para a prevenção de DTNs.
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passage: Apesar da inexistência de benefícios confirmados de su-plementos nutricionais ou mudanças na dieta em casais infér-teis, é razoável recomendar suplementos polivitamínicos para ambos. O ácido fólico é um dos componentes da maioria dos polivitamínicos, sendo recomendadas doses diárias de 400 mg, por via oral, para mulheres que estiverem tentando engravidar, para reduzir a incidência de defeitos no tubo neural dos fetos (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2003).
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passage: . Saiba calcular o seu período mais fértil do mês; Tomar ácido fólico para ajudar na formação do sistema nervoso do bebê; Evitar comportamentos de risco, como não consumir drogas ilícitas, bebidas alcoólicas e evitar fumar. As mulheres que tiveram mais de 2 abortos podem tomar uma vacina especial desenvolvida para evitar abortos espontâneos recorrentes de acordo com a orientação do médico. Confira as principais causas de aborto espontâneo e como tratar.
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passage: . É importante que uso do ácido fólico seja iniciado no período pré-concepção, pois o tubo neural do bebê se fecha no 28º dia da gestação, uma fase em que muitas mulheres ainda não sabem se estão grávidas. Após esse período, a suplementação com o ácido fólico não impede a ocorrência de defeitos no tubo neural. No entanto, a mulher deve tomar o ácido fólico durante toda a gravidez, uma vez que ajuda na formação da placenta, na síntese do DNA e de novas células, na formação do coração do bebê, assim como diminui o risco de anemia na mulher, parto prematuro e de pré eclampsia durante a gravidez. Conheça todos os sintomas da pré-eclâmpsia. Como tomar ácido fólico na gravidez A dose normalmente recomendada de ácido fólico na gravidez pela OMS [1,2] é de 400 mcg a 800 mcg, por dia, antes de engravidar e nos primeiros três meses da gestação. Porém como muitos dos comprimidos utilizados são de 1, 2 ou 5 mg, é comum o médico recomendar a ingestão de 1 mg, para facilitar a utilização do suplemento. No caso de gestantes com risco aumentado de deficiência de ácido fólico, como quando a mulher sofre de obesidade, tem epilepsia ou já teve filhos com alguma deficiência no sistema nervoso, as doses recomendadas podem ser superiores, e variam de acordo com as necessidades da mulher
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passage: Ácido fólico na gravidez: para que serve e como tomar O que é: O ácido fólico na gravidez é indicado para prevenir defeitos do fechamento do tubo neural do feto, que é responsável pelo desenvolvimento de todo o sistema nervoso e cérebro do bebê, e assim diminuir o risco de malformações congênitas, como espinha bífida, mielomeningocele, anencefalia ou fenda palatina, por exemplo. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O ideal é que o uso do ácido fólico seja iniciado cerca de 3 a 6 meses antes de engravidar, ou por pelo menos 1 mês antes de ficar grávida, para mulheres que estejam planejando uma gravidez, e seu uso deve ser mantido até o final da gestação. O ácido fólico na gravidez não engorda, mas ajuda a garantir uma gestação saudável e o bom desenvolvimento do bebê, e deve fazer parte dos cuidados pré-natais, tomado com a orientação do obstetra. Veja como é feito o pré-natal. Para que serve o ácido fólico na gravidez O ácido fólico na gravidez é indicado para diminuir o risco de defeitos congênitos no bebê, como: Espinha bífida; Anencefalia; Encefalocele; Lábio leporino; Doenças cardíacas. É importante que uso do ácido fólico seja iniciado no período pré-concepção, pois o tubo neural do bebê se fecha no 28º dia da gestação, uma fase em que muitas mulheres ainda não sabem se estão grávidas
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: resuMoobjetivo: Revisar as evidências sobre o uso do ácido fólico periconcepcional para prevenção dos defeitos abertos do tubo neural (DTNs).
Métodos: Revisão da literatura sobre o assunto e seleção de publicações no perío-do de 1998 a 2018.
resultados: O uso do ácido fólico, iniciado ao menos um mês antes da concepção e continuado durante o primeiro trimestre da gravidez é o método mais eficaz de pre-venção dos DTNs. A dose avaliada em estudos clínicos e reiterada em literatura é de 400 mcg diários para casos de baixo risco e dez vezes mais (4 mg) para as mulheres com alto risco de DTN. Não há relatos de efeitos adversos com doses diárias abaixo de 1mg. Mesmo com essas doses, uma parcela da população feminina poderá apre-sentar algum tipo de DTN decorrente de outros fatores, como deficiências enzimáticas de origem genética.
Conclusão: O uso de ácido fólico periconcepcional ainda é o meio mais eficaz para a prevenção de DTNs.
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passage: Apesar da inexistência de benefícios confirmados de su-plementos nutricionais ou mudanças na dieta em casais infér-teis, é razoável recomendar suplementos polivitamínicos para ambos. O ácido fólico é um dos componentes da maioria dos polivitamínicos, sendo recomendadas doses diárias de 400 mg, por via oral, para mulheres que estiverem tentando engravidar, para reduzir a incidência de defeitos no tubo neural dos fetos (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2003).
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passage: Conclusão: O uso de ácido fólico periconcepcional ainda é o meio mais eficaz para a prevenção de DTNs.
descritoresÁcido fólico; Folato; Defeito do tubo neural; Defeito aberto do tubo neuralHigHligHtsA ocorrência de defeitos abertos do tubo neural (DTNs) continua representando um tema bastante relevante em termos de saúde pública. Isto porque o fechamento do tubo neural acontece muito precocemente, até o 28º dia de gestação, quando muitaselevada morbidade e mortalidade, dependendo da forma com que o DTN se manifes-ta. A fortificação de alimentos com ácido fólico, instituída há duas décadas, contribuiu para reduzir a prevalência dos DTNs em populações carentes, mas não eliminou o problema. O uso de suplementos de ácido fólico, iniciado ao menos um mês antes da concepção e continuado durante o primeiro trimestre da gravidez constitui, até o momento, o método mais eficaz de prevenção dos DTN. A dose avaliada em estudos clínicos e reiterada em literatura é de 400 mcg diários para casos de baixo risco e dez vezes mais (4 mg) para as mulheres com alto risco de DTN. Não há relatos de efeitos adversos com doses abaixo de 1mg por dia. Mesmo com essa profilaxia, parte da po-pulação feminina poderá gerar um filho com algum tipo de DTN decorrente de outros fatores, como, por exemplo, deficiências enzimáticas de origem genética.
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passage: . Saiba calcular o seu período mais fértil do mês; Tomar ácido fólico para ajudar na formação do sistema nervoso do bebê; Evitar comportamentos de risco, como não consumir drogas ilícitas, bebidas alcoólicas e evitar fumar. As mulheres que tiveram mais de 2 abortos podem tomar uma vacina especial desenvolvida para evitar abortos espontâneos recorrentes de acordo com a orientação do médico. Confira as principais causas de aborto espontâneo e como tratar.
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passage: . É importante que uso do ácido fólico seja iniciado no período pré-concepção, pois o tubo neural do bebê se fecha no 28º dia da gestação, uma fase em que muitas mulheres ainda não sabem se estão grávidas. Após esse período, a suplementação com o ácido fólico não impede a ocorrência de defeitos no tubo neural. No entanto, a mulher deve tomar o ácido fólico durante toda a gravidez, uma vez que ajuda na formação da placenta, na síntese do DNA e de novas células, na formação do coração do bebê, assim como diminui o risco de anemia na mulher, parto prematuro e de pré eclampsia durante a gravidez. Conheça todos os sintomas da pré-eclâmpsia. Como tomar ácido fólico na gravidez A dose normalmente recomendada de ácido fólico na gravidez pela OMS [1,2] é de 400 mcg a 800 mcg, por dia, antes de engravidar e nos primeiros três meses da gestação. Porém como muitos dos comprimidos utilizados são de 1, 2 ou 5 mg, é comum o médico recomendar a ingestão de 1 mg, para facilitar a utilização do suplemento. No caso de gestantes com risco aumentado de deficiência de ácido fólico, como quando a mulher sofre de obesidade, tem epilepsia ou já teve filhos com alguma deficiência no sistema nervoso, as doses recomendadas podem ser superiores, e variam de acordo com as necessidades da mulher
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passage: Ácido fólico na gravidez: para que serve e como tomar O que é: O ácido fólico na gravidez é indicado para prevenir defeitos do fechamento do tubo neural do feto, que é responsável pelo desenvolvimento de todo o sistema nervoso e cérebro do bebê, e assim diminuir o risco de malformações congênitas, como espinha bífida, mielomeningocele, anencefalia ou fenda palatina, por exemplo. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O ideal é que o uso do ácido fólico seja iniciado cerca de 3 a 6 meses antes de engravidar, ou por pelo menos 1 mês antes de ficar grávida, para mulheres que estejam planejando uma gravidez, e seu uso deve ser mantido até o final da gestação. O ácido fólico na gravidez não engorda, mas ajuda a garantir uma gestação saudável e o bom desenvolvimento do bebê, e deve fazer parte dos cuidados pré-natais, tomado com a orientação do obstetra. Veja como é feito o pré-natal. Para que serve o ácido fólico na gravidez O ácido fólico na gravidez é indicado para diminuir o risco de defeitos congênitos no bebê, como: Espinha bífida; Anencefalia; Encefalocele; Lábio leporino; Doenças cardíacas. É importante que uso do ácido fólico seja iniciado no período pré-concepção, pois o tubo neural do bebê se fecha no 28º dia da gestação, uma fase em que muitas mulheres ainda não sabem se estão grávidas
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Métodos: Revisão da literatura sobre o assunto e seleção de publicações no perío-do de 1998 a 2018.
resultados: O uso do ácido fólico, iniciado ao menos um mês antes da concepção e continuado durante o primeiro trimestre da gravidez é o método mais eficaz de pre-venção dos DTNs. A dose avaliada em estudos clínicos e reiterada em literatura é de 400 mcg diários para casos de baixo risco e dez vezes mais (4 mg) para as mulheres com alto risco de DTN. Não há relatos de efeitos adversos com doses diárias abaixo de 1mg. Mesmo com essas doses, uma parcela da população feminina poderá apre-sentar algum tipo de DTN decorrente de outros fatores, como deficiências enzimáticas de origem genética.
Conclusão: O uso de ácido fólico periconcepcional ainda é o meio mais eficaz para a prevenção de DTNs.
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passage: Apesar da inexistência de benefícios confirmados de su-plementos nutricionais ou mudanças na dieta em casais infér-teis, é razoável recomendar suplementos polivitamínicos para ambos. O ácido fólico é um dos componentes da maioria dos polivitamínicos, sendo recomendadas doses diárias de 400 mg, por via oral, para mulheres que estiverem tentando engravidar, para reduzir a incidência de defeitos no tubo neural dos fetos (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2003).
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passage: Conclusão: O uso de ácido fólico periconcepcional ainda é o meio mais eficaz para a prevenção de DTNs.
descritoresÁcido fólico; Folato; Defeito do tubo neural; Defeito aberto do tubo neuralHigHligHtsA ocorrência de defeitos abertos do tubo neural (DTNs) continua representando um tema bastante relevante em termos de saúde pública. Isto porque o fechamento do tubo neural acontece muito precocemente, até o 28º dia de gestação, quando muitaselevada morbidade e mortalidade, dependendo da forma com que o DTN se manifes-ta. A fortificação de alimentos com ácido fólico, instituída há duas décadas, contribuiu para reduzir a prevalência dos DTNs em populações carentes, mas não eliminou o problema. O uso de suplementos de ácido fólico, iniciado ao menos um mês antes da concepção e continuado durante o primeiro trimestre da gravidez constitui, até o momento, o método mais eficaz de prevenção dos DTN. A dose avaliada em estudos clínicos e reiterada em literatura é de 400 mcg diários para casos de baixo risco e dez vezes mais (4 mg) para as mulheres com alto risco de DTN. Não há relatos de efeitos adversos com doses abaixo de 1mg por dia. Mesmo com essa profilaxia, parte da po-pulação feminina poderá gerar um filho com algum tipo de DTN decorrente de outros fatores, como, por exemplo, deficiências enzimáticas de origem genética.
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passage: O tratamento com metotrexato, indicado isoladamente ou em combinação com as terapias biológicas, deveser suspenso pelo menos 3 meses antes da concepção ou trocado por azatioprina em pacientes que estejaminadvertidamente em uso de metotrexato, deve-se administrar alta dose de ácido fólico (> 10 μg/dia). Os casosmais graves de teratogenia tendem a evoluir para abortamento espontâneo. Nos casos de pacientes em uso deleflunomida, a colestiramina deve ser administrada desde a detecção de níveis séricos do fármaco até a retiradacompleta da circulação. O banco de dados OTIS registra 9,3% de anomalias congênitas relacionadas com o usode leflunomida, o que não difere da população-controle com AR (13%), mas é maior do que o número dapopulação saudável (3,5%). O reinício do imunossupressor como o metotrexato logo no puerpério imediato podereduzir o risco de reativação no período pós-parto.
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passage: . Saiba calcular o seu período mais fértil do mês; Tomar ácido fólico para ajudar na formação do sistema nervoso do bebê; Evitar comportamentos de risco, como não consumir drogas ilícitas, bebidas alcoólicas e evitar fumar. As mulheres que tiveram mais de 2 abortos podem tomar uma vacina especial desenvolvida para evitar abortos espontâneos recorrentes de acordo com a orientação do médico. Confira as principais causas de aborto espontâneo e como tratar.
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passage: . É importante que uso do ácido fólico seja iniciado no período pré-concepção, pois o tubo neural do bebê se fecha no 28º dia da gestação, uma fase em que muitas mulheres ainda não sabem se estão grávidas. Após esse período, a suplementação com o ácido fólico não impede a ocorrência de defeitos no tubo neural. No entanto, a mulher deve tomar o ácido fólico durante toda a gravidez, uma vez que ajuda na formação da placenta, na síntese do DNA e de novas células, na formação do coração do bebê, assim como diminui o risco de anemia na mulher, parto prematuro e de pré eclampsia durante a gravidez. Conheça todos os sintomas da pré-eclâmpsia. Como tomar ácido fólico na gravidez A dose normalmente recomendada de ácido fólico na gravidez pela OMS [1,2] é de 400 mcg a 800 mcg, por dia, antes de engravidar e nos primeiros três meses da gestação. Porém como muitos dos comprimidos utilizados são de 1, 2 ou 5 mg, é comum o médico recomendar a ingestão de 1 mg, para facilitar a utilização do suplemento. No caso de gestantes com risco aumentado de deficiência de ácido fólico, como quando a mulher sofre de obesidade, tem epilepsia ou já teve filhos com alguma deficiência no sistema nervoso, as doses recomendadas podem ser superiores, e variam de acordo com as necessidades da mulher
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passage: Ácido fólico na gravidez: para que serve e como tomar O que é: O ácido fólico na gravidez é indicado para prevenir defeitos do fechamento do tubo neural do feto, que é responsável pelo desenvolvimento de todo o sistema nervoso e cérebro do bebê, e assim diminuir o risco de malformações congênitas, como espinha bífida, mielomeningocele, anencefalia ou fenda palatina, por exemplo. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O ideal é que o uso do ácido fólico seja iniciado cerca de 3 a 6 meses antes de engravidar, ou por pelo menos 1 mês antes de ficar grávida, para mulheres que estejam planejando uma gravidez, e seu uso deve ser mantido até o final da gestação. O ácido fólico na gravidez não engorda, mas ajuda a garantir uma gestação saudável e o bom desenvolvimento do bebê, e deve fazer parte dos cuidados pré-natais, tomado com a orientação do obstetra. Veja como é feito o pré-natal. Para que serve o ácido fólico na gravidez O ácido fólico na gravidez é indicado para diminuir o risco de defeitos congênitos no bebê, como: Espinha bífida; Anencefalia; Encefalocele; Lábio leporino; Doenças cardíacas. É importante que uso do ácido fólico seja iniciado no período pré-concepção, pois o tubo neural do bebê se fecha no 28º dia da gestação, uma fase em que muitas mulheres ainda não sabem se estão grávidas
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: resuMoobjetivo: Revisar as evidências sobre o uso do ácido fólico periconcepcional para prevenção dos defeitos abertos do tubo neural (DTNs).
Métodos: Revisão da literatura sobre o assunto e seleção de publicações no perío-do de 1998 a 2018.
resultados: O uso do ácido fólico, iniciado ao menos um mês antes da concepção e continuado durante o primeiro trimestre da gravidez é o método mais eficaz de pre-venção dos DTNs. A dose avaliada em estudos clínicos e reiterada em literatura é de 400 mcg diários para casos de baixo risco e dez vezes mais (4 mg) para as mulheres com alto risco de DTN. Não há relatos de efeitos adversos com doses diárias abaixo de 1mg. Mesmo com essas doses, uma parcela da população feminina poderá apre-sentar algum tipo de DTN decorrente de outros fatores, como deficiências enzimáticas de origem genética.
Conclusão: O uso de ácido fólico periconcepcional ainda é o meio mais eficaz para a prevenção de DTNs.
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passage: Apesar da inexistência de benefícios confirmados de su-plementos nutricionais ou mudanças na dieta em casais infér-teis, é razoável recomendar suplementos polivitamínicos para ambos. O ácido fólico é um dos componentes da maioria dos polivitamínicos, sendo recomendadas doses diárias de 400 mg, por via oral, para mulheres que estiverem tentando engravidar, para reduzir a incidência de defeitos no tubo neural dos fetos (American College of Obstetricians and Gynecologists, 2003).
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passage: Conclusão: O uso de ácido fólico periconcepcional ainda é o meio mais eficaz para a prevenção de DTNs.
descritoresÁcido fólico; Folato; Defeito do tubo neural; Defeito aberto do tubo neuralHigHligHtsA ocorrência de defeitos abertos do tubo neural (DTNs) continua representando um tema bastante relevante em termos de saúde pública. Isto porque o fechamento do tubo neural acontece muito precocemente, até o 28º dia de gestação, quando muitaselevada morbidade e mortalidade, dependendo da forma com que o DTN se manifes-ta. A fortificação de alimentos com ácido fólico, instituída há duas décadas, contribuiu para reduzir a prevalência dos DTNs em populações carentes, mas não eliminou o problema. O uso de suplementos de ácido fólico, iniciado ao menos um mês antes da concepção e continuado durante o primeiro trimestre da gravidez constitui, até o momento, o método mais eficaz de prevenção dos DTN. A dose avaliada em estudos clínicos e reiterada em literatura é de 400 mcg diários para casos de baixo risco e dez vezes mais (4 mg) para as mulheres com alto risco de DTN. Não há relatos de efeitos adversos com doses abaixo de 1mg por dia. Mesmo com essa profilaxia, parte da po-pulação feminina poderá gerar um filho com algum tipo de DTN decorrente de outros fatores, como, por exemplo, deficiências enzimáticas de origem genética.
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passage: O tratamento com metotrexato, indicado isoladamente ou em combinação com as terapias biológicas, deveser suspenso pelo menos 3 meses antes da concepção ou trocado por azatioprina em pacientes que estejaminadvertidamente em uso de metotrexato, deve-se administrar alta dose de ácido fólico (> 10 μg/dia). Os casosmais graves de teratogenia tendem a evoluir para abortamento espontâneo. Nos casos de pacientes em uso deleflunomida, a colestiramina deve ser administrada desde a detecção de níveis séricos do fármaco até a retiradacompleta da circulação. O banco de dados OTIS registra 9,3% de anomalias congênitas relacionadas com o usode leflunomida, o que não difere da população-controle com AR (13%), mas é maior do que o número dapopulação saudável (3,5%). O reinício do imunossupressor como o metotrexato logo no puerpério imediato podereduzir o risco de reativação no período pós-parto.
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passage: . No caso de gestantes com risco aumentado de deficiência de ácido fólico, como quando a mulher sofre de obesidade, tem epilepsia ou já teve filhos com alguma deficiência no sistema nervoso, as doses recomendadas podem ser superiores, e variam de acordo com as necessidades da mulher. O uso do ácido fólico deve ser mantido durante toda a gravidez, e normalmente é associado ao suplemento de ferro, para prevenir o desenvolvimento de deficiência de ferro, anemia na mulher e baixo peso do bebê ao nascer. Veja como é feita a suplementação de ferro. Alimentos ricos em ácido fólico Além dos suplementos, o ácido fólico também pode ser encontrado em alimentos, como: Fígado de galinha, peru ou boi cozido; Levedo de cerveja; Feijão-preto cozido; Espinafre cozido; Macarrão cozido; Ervilhas ou lentilhas. O consumo regular desses alimentos ajuda a garantir quantidades suficientes de ácido fólico para a mãe e para garantir o bom desenvolvimento do bebê. Veja a lista completa de alimentos ricos em ácido fólico
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Olá! Sinto muito pela sua perda anterior. Entendo sua preocupação e é ótimo que você esteja pensando em tomar ácido fólico, especialmente depois de um aborto e com a possibilidade de tentar engravidar novamente.
Sim, você pode e deve continuar tomando ácido fólico, mesmo após um ano do aborto, especialmente se você está planejando engravidar novamente. Na verdade, o ideal é que toda mulher em idade fértil que possa engravidar tome ácido fólico diariamente, mesmo que não esteja planejando uma gravidez no momento.
O ácido fólico é essencial para a formação do tubo neural do bebê, que se desenvolve muito cedo na gestação, geralmente antes mesmo de você saber que está grávida. O tubo neural é o que dará origem ao cérebro e à medula espinhal do bebê. A suplementação com ácido fólico ajuda a prevenir defeitos graves nesse tubo neural, como a espinha bífida e a anencefalia.
A dose recomendada para mulheres que estão tentando engravidar e durante o primeiro trimestre da gestação é de 400 mcg a 800 mcg por dia. Muitas vezes, os comprimidos vêm em dosagens de 1mg, e essa dose também é segura e eficaz. Em alguns casos, se você tiver fatores de risco como obesidade, epilepsia ou histórico de filhos com problemas no sistema nervoso, seu médico pode recomendar uma dose maior.
Além de prevenir defeitos do tubo neural, o ácido fólico também é importante para a saúde da mulher durante a gravidez, auxiliando na formação da placenta, na síntese do DNA e de novas células, e reduzindo o risco de anemia, parto prematuro e pré-eclâmpsia.
Se você teve abortos recorrentes, é importante conversar com seu médico sobre as possíveis causas e se há alguma outra medida que possa ser tomada, como a vacina para evitar abortos espontâneos recorrentes, como mencionado no texto.
Além do ácido fólico, é importante manter um estilo de vida saudável, evitar álcool, tabaco e drogas ilícitas, e ter uma alimentação equilibrada. Considerar um suplemento polivitamínico também pode ser benéfico.
Agende uma consulta comigo ou com outro profissional de saúde para que possamos avaliar seu caso individualmente, discutir sua história clínica, seus fatores de risco e ajustar a dose de ácido fólico, se necessário. Podemos também solicitar exames para verificar seus níveis de vitaminas e minerais e descartar outras possíveis causas para o aborto anterior. Estamos aqui para te apoiar e ajudar a ter uma gravidez saudável quando você estiver pronta.
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Tive uma infecção urinária e, semanas após, meu marido apresentou uma verruga no pênis. Porém, nós nos casamos virgens. Eu não estou sentindo mais nada. Isso pode ser HPV?
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A recomendação é que você pare de pesquisar no Google e vá ao posto de saúde do seu bairro. É preciso fazer exames e, desde já, aumentar sua imunidade com vitaminas D manipuladas e remédios naturais.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV.
ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular).
Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado.
Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV.
ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular).
Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado.
Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV.
ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular).
Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado.
Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificadas indiretamente por citologia na forma de lesões intraepiteliais escamosas de baixo grau (LIEBGs), por anormalidades colposcópicas e, histologicamente, por identi-ficação de condiloma plano ou NIC 1. Entretanto, esses diag-nósticos são indiretos e nem sempre refletem de forma acurada a presença ou a ausência de HPV .
Infecção neoplásica por HPVNas lesões NIC 3 ou cancerosas, o genoma circular do HPV sofre uma quebra e integra-se linearmente em locais aleatórios no cromossomo do hospedeiro (Fig. 30-1, p. 771). Segue-se transcrição ilimitada dos oncogenes E6 e E7 (Durst, 1985; Stoler, 1996). Os produtos, as oncoproteínas E6 e E7, interfe-rem com a função e aceleram a degradação de p53 e pRB, pro-teínas importantes de supressão tumoral no hospedeiro (Fig. 30-2, p. 772). Com isso, a célula infectada torna-se vulnerável à transformação maligna em razão de perda de controle sobre o ciclo celular, proliferação celular e acúmulo de mutações no DNA ao longo do tempo (Doorbar, 2005).
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV.
ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular).
Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado.
Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificadas indiretamente por citologia na forma de lesões intraepiteliais escamosas de baixo grau (LIEBGs), por anormalidades colposcópicas e, histologicamente, por identi-ficação de condiloma plano ou NIC 1. Entretanto, esses diag-nósticos são indiretos e nem sempre refletem de forma acurada a presença ou a ausência de HPV .
Infecção neoplásica por HPVNas lesões NIC 3 ou cancerosas, o genoma circular do HPV sofre uma quebra e integra-se linearmente em locais aleatórios no cromossomo do hospedeiro (Fig. 30-1, p. 771). Segue-se transcrição ilimitada dos oncogenes E6 e E7 (Durst, 1985; Stoler, 1996). Os produtos, as oncoproteínas E6 e E7, interfe-rem com a função e aceleram a degradação de p53 e pRB, pro-teínas importantes de supressão tumoral no hospedeiro (Fig. 30-2, p. 772). Com isso, a célula infectada torna-se vulnerável à transformação maligna em razão de perda de controle sobre o ciclo celular, proliferação celular e acúmulo de mutações no DNA ao longo do tempo (Doorbar, 2005).
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passage: Tipos de HPVClinicamente, os tipos de HPV são classificados como de alto risco e de baixo risco com base em sua oncogenicidade e força de associação ao câncer de colo uterino. Os tipos de HPV de baixo risco 6 e 11 causam quase todas as verrugas genitais e uma pequena parcela das infecções subclínicas por HPV . As infecções por HPV de baixo risco, raramente, são oncogênicas.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV.
ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular).
Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado.
Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificadas indiretamente por citologia na forma de lesões intraepiteliais escamosas de baixo grau (LIEBGs), por anormalidades colposcópicas e, histologicamente, por identi-ficação de condiloma plano ou NIC 1. Entretanto, esses diag-nósticos são indiretos e nem sempre refletem de forma acurada a presença ou a ausência de HPV .
Infecção neoplásica por HPVNas lesões NIC 3 ou cancerosas, o genoma circular do HPV sofre uma quebra e integra-se linearmente em locais aleatórios no cromossomo do hospedeiro (Fig. 30-1, p. 771). Segue-se transcrição ilimitada dos oncogenes E6 e E7 (Durst, 1985; Stoler, 1996). Os produtos, as oncoproteínas E6 e E7, interfe-rem com a função e aceleram a degradação de p53 e pRB, pro-teínas importantes de supressão tumoral no hospedeiro (Fig. 30-2, p. 772). Com isso, a célula infectada torna-se vulnerável à transformação maligna em razão de perda de controle sobre o ciclo celular, proliferação celular e acúmulo de mutações no DNA ao longo do tempo (Doorbar, 2005).
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passage: Tipos de HPVClinicamente, os tipos de HPV são classificados como de alto risco e de baixo risco com base em sua oncogenicidade e força de associação ao câncer de colo uterino. Os tipos de HPV de baixo risco 6 e 11 causam quase todas as verrugas genitais e uma pequena parcela das infecções subclínicas por HPV . As infecções por HPV de baixo risco, raramente, são oncogênicas.
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passage: . Os sintomas de HPV podem aparecer devido às alterações hormonais, baixa da imunidade e aumento da vascularização na região, que são típicos desse período. Como é feito o tratamento O tratamento para o HPV na gravidez deve ser feito até a 34ª semana de gravidez, de acordo com a orientação do obstetra, e é indicado quando gera incômodo e existe risco de transmissão do vírus para o bebê durante o parto normal. Assim, é fundamental promover a cicatrização das verrugas antes do parto. O tratamento recomendado pelo médico pode envolver: Aplicação de ácido tricloroacético: serve para dissolver as verrugas e deve ser feito 1 vez por semana, durante 4 semanas; Eletrocauterização: utiliza uma corrente elétrica para remover verrugas isoladas na pele e, por isso, é feito com anestesia local; Crioterapia: aplicação de frio para congelar as verrugas com nitrogênio líquido, fazendo com que a lesão caia em alguns dias. Estes tratamentos podem provocar dor, que geralmente é tolerada, e devem ser feitos no consultório do ginecologista, podendo a gestante regressar a casa sem cuidados especiais. Como fica o parto em caso de HPV Normalmente, o HPV não é contraindicação para o parto normal, mas quando as verrugas genitais são muito grandes pode ser indicada cesárea ou cirurgia para retirar as verrugas
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV.
ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular).
Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado.
Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificadas indiretamente por citologia na forma de lesões intraepiteliais escamosas de baixo grau (LIEBGs), por anormalidades colposcópicas e, histologicamente, por identi-ficação de condiloma plano ou NIC 1. Entretanto, esses diag-nósticos são indiretos e nem sempre refletem de forma acurada a presença ou a ausência de HPV .
Infecção neoplásica por HPVNas lesões NIC 3 ou cancerosas, o genoma circular do HPV sofre uma quebra e integra-se linearmente em locais aleatórios no cromossomo do hospedeiro (Fig. 30-1, p. 771). Segue-se transcrição ilimitada dos oncogenes E6 e E7 (Durst, 1985; Stoler, 1996). Os produtos, as oncoproteínas E6 e E7, interfe-rem com a função e aceleram a degradação de p53 e pRB, pro-teínas importantes de supressão tumoral no hospedeiro (Fig. 30-2, p. 772). Com isso, a célula infectada torna-se vulnerável à transformação maligna em razão de perda de controle sobre o ciclo celular, proliferação celular e acúmulo de mutações no DNA ao longo do tempo (Doorbar, 2005).
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passage: Tipos de HPVClinicamente, os tipos de HPV são classificados como de alto risco e de baixo risco com base em sua oncogenicidade e força de associação ao câncer de colo uterino. Os tipos de HPV de baixo risco 6 e 11 causam quase todas as verrugas genitais e uma pequena parcela das infecções subclínicas por HPV . As infecções por HPV de baixo risco, raramente, são oncogênicas.
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passage: . Os sintomas de HPV podem aparecer devido às alterações hormonais, baixa da imunidade e aumento da vascularização na região, que são típicos desse período. Como é feito o tratamento O tratamento para o HPV na gravidez deve ser feito até a 34ª semana de gravidez, de acordo com a orientação do obstetra, e é indicado quando gera incômodo e existe risco de transmissão do vírus para o bebê durante o parto normal. Assim, é fundamental promover a cicatrização das verrugas antes do parto. O tratamento recomendado pelo médico pode envolver: Aplicação de ácido tricloroacético: serve para dissolver as verrugas e deve ser feito 1 vez por semana, durante 4 semanas; Eletrocauterização: utiliza uma corrente elétrica para remover verrugas isoladas na pele e, por isso, é feito com anestesia local; Crioterapia: aplicação de frio para congelar as verrugas com nitrogênio líquido, fazendo com que a lesão caia em alguns dias. Estes tratamentos podem provocar dor, que geralmente é tolerada, e devem ser feitos no consultório do ginecologista, podendo a gestante regressar a casa sem cuidados especiais. Como fica o parto em caso de HPV Normalmente, o HPV não é contraindicação para o parto normal, mas quando as verrugas genitais são muito grandes pode ser indicada cesárea ou cirurgia para retirar as verrugas
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passage: Infecção congênita por HPVIndependentemente da alta prevalência de infecção genital por HPV , a transmissão vertical (mãe para feto ou recém nato) além da colonização transitória da pele é rara. As verrugas conjunti-vais, laríngeas, vulvares ou perianais presentes ao nascimento ou que surjam no período de 1 a 3 anos após o nascimento provavelmente decorrem de exposição perinatal ao HPV ma-terno (Cohen, 1990). A infecção não está relacionada com pre-sença de verrugas genitais maternas ou com a via do parto (Silverberg, 2003; Syrjanen, 2005). Por isso, a cesariana em geral não está indicada por in-fecção materna por HPV . Podem ser considerados exceções os casos com verrugas genitais volumosas que poderiam obstruir o parto ou sofrer avulsão e sangramento com a dilatação do colo uterino ou com o parto vaginal.
A presença de verrugas genitais em crianças após a primeira infância é sempre motivo para se considerar a possibilidade de abuso sexual. T oda-via, a infecção por contato não sexual, autoino-culação ou fômite parece ser possível. Essa possi-bilidade foi corroborada por relatos de tipos não genitais de HPV em uma minoria significativa de casos de verruga genital em populações de crian-ças e adolescentes (Cohen, 1990; Doerfler, 2009; Obalek, 1990; Siegfried, 1997).
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV.
ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular).
Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado.
Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificadas indiretamente por citologia na forma de lesões intraepiteliais escamosas de baixo grau (LIEBGs), por anormalidades colposcópicas e, histologicamente, por identi-ficação de condiloma plano ou NIC 1. Entretanto, esses diag-nósticos são indiretos e nem sempre refletem de forma acurada a presença ou a ausência de HPV .
Infecção neoplásica por HPVNas lesões NIC 3 ou cancerosas, o genoma circular do HPV sofre uma quebra e integra-se linearmente em locais aleatórios no cromossomo do hospedeiro (Fig. 30-1, p. 771). Segue-se transcrição ilimitada dos oncogenes E6 e E7 (Durst, 1985; Stoler, 1996). Os produtos, as oncoproteínas E6 e E7, interfe-rem com a função e aceleram a degradação de p53 e pRB, pro-teínas importantes de supressão tumoral no hospedeiro (Fig. 30-2, p. 772). Com isso, a célula infectada torna-se vulnerável à transformação maligna em razão de perda de controle sobre o ciclo celular, proliferação celular e acúmulo de mutações no DNA ao longo do tempo (Doorbar, 2005).
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passage: Tipos de HPVClinicamente, os tipos de HPV são classificados como de alto risco e de baixo risco com base em sua oncogenicidade e força de associação ao câncer de colo uterino. Os tipos de HPV de baixo risco 6 e 11 causam quase todas as verrugas genitais e uma pequena parcela das infecções subclínicas por HPV . As infecções por HPV de baixo risco, raramente, são oncogênicas.
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passage: . Os sintomas de HPV podem aparecer devido às alterações hormonais, baixa da imunidade e aumento da vascularização na região, que são típicos desse período. Como é feito o tratamento O tratamento para o HPV na gravidez deve ser feito até a 34ª semana de gravidez, de acordo com a orientação do obstetra, e é indicado quando gera incômodo e existe risco de transmissão do vírus para o bebê durante o parto normal. Assim, é fundamental promover a cicatrização das verrugas antes do parto. O tratamento recomendado pelo médico pode envolver: Aplicação de ácido tricloroacético: serve para dissolver as verrugas e deve ser feito 1 vez por semana, durante 4 semanas; Eletrocauterização: utiliza uma corrente elétrica para remover verrugas isoladas na pele e, por isso, é feito com anestesia local; Crioterapia: aplicação de frio para congelar as verrugas com nitrogênio líquido, fazendo com que a lesão caia em alguns dias. Estes tratamentos podem provocar dor, que geralmente é tolerada, e devem ser feitos no consultório do ginecologista, podendo a gestante regressar a casa sem cuidados especiais. Como fica o parto em caso de HPV Normalmente, o HPV não é contraindicação para o parto normal, mas quando as verrugas genitais são muito grandes pode ser indicada cesárea ou cirurgia para retirar as verrugas
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passage: Infecção congênita por HPVIndependentemente da alta prevalência de infecção genital por HPV , a transmissão vertical (mãe para feto ou recém nato) além da colonização transitória da pele é rara. As verrugas conjunti-vais, laríngeas, vulvares ou perianais presentes ao nascimento ou que surjam no período de 1 a 3 anos após o nascimento provavelmente decorrem de exposição perinatal ao HPV ma-terno (Cohen, 1990). A infecção não está relacionada com pre-sença de verrugas genitais maternas ou com a via do parto (Silverberg, 2003; Syrjanen, 2005). Por isso, a cesariana em geral não está indicada por in-fecção materna por HPV . Podem ser considerados exceções os casos com verrugas genitais volumosas que poderiam obstruir o parto ou sofrer avulsão e sangramento com a dilatação do colo uterino ou com o parto vaginal.
A presença de verrugas genitais em crianças após a primeira infância é sempre motivo para se considerar a possibilidade de abuso sexual. T oda-via, a infecção por contato não sexual, autoino-culação ou fômite parece ser possível. Essa possi-bilidade foi corroborada por relatos de tipos não genitais de HPV em uma minoria significativa de casos de verruga genital em populações de crian-ças e adolescentes (Cohen, 1990; Doerfler, 2009; Obalek, 1990; Siegfried, 1997).
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passage: HPV na gravidez: sintomas, possíveis riscos para o bebê e tratamento O que é: O HPV na gravidez é uma infecção sexualmente transmissível caracterizado pelo aparecimento de verrugas na região genital, que pode causar desconforto para a mulher. As verrugas normalmente aparecem como consequência das alterações hormonais típicas desse período e diminuição da imunidade. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O tratamento para HPV na gravidez deve ser orientado pelo obstetra e normalmente é feito quando são identificadas várias verrugas e/ ou quando as verrugas são muito grandes, podendo ser feita a aplicação de ácido no local ou realização de crioterapia, por exemplo. Apesar de não ser muito frequente, o bebê pode ser contaminado pelo HPV no momento do parto, no entanto é pouco provável que desenvolva sintomas da doença, já que o organismo pode eliminar naturalmente esse vírus. Principais sintomas Os principais sintomas de HPV na gravidez são: Verrugas genitais, que podem ser grandes ou pequenas, além de também poder variar em quantidade de acordo com o estado geral de saúde da mulher; Coceira na região; Ardência no local das verrugas. Os sintomas de HPV podem aparecer devido às alterações hormonais, baixa da imunidade e aumento da vascularização na região, que são típicos desse período
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV.
ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular).
Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado.
Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificadas indiretamente por citologia na forma de lesões intraepiteliais escamosas de baixo grau (LIEBGs), por anormalidades colposcópicas e, histologicamente, por identi-ficação de condiloma plano ou NIC 1. Entretanto, esses diag-nósticos são indiretos e nem sempre refletem de forma acurada a presença ou a ausência de HPV .
Infecção neoplásica por HPVNas lesões NIC 3 ou cancerosas, o genoma circular do HPV sofre uma quebra e integra-se linearmente em locais aleatórios no cromossomo do hospedeiro (Fig. 30-1, p. 771). Segue-se transcrição ilimitada dos oncogenes E6 e E7 (Durst, 1985; Stoler, 1996). Os produtos, as oncoproteínas E6 e E7, interfe-rem com a função e aceleram a degradação de p53 e pRB, pro-teínas importantes de supressão tumoral no hospedeiro (Fig. 30-2, p. 772). Com isso, a célula infectada torna-se vulnerável à transformação maligna em razão de perda de controle sobre o ciclo celular, proliferação celular e acúmulo de mutações no DNA ao longo do tempo (Doorbar, 2005).
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passage: Tipos de HPVClinicamente, os tipos de HPV são classificados como de alto risco e de baixo risco com base em sua oncogenicidade e força de associação ao câncer de colo uterino. Os tipos de HPV de baixo risco 6 e 11 causam quase todas as verrugas genitais e uma pequena parcela das infecções subclínicas por HPV . As infecções por HPV de baixo risco, raramente, são oncogênicas.
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passage: . Os sintomas de HPV podem aparecer devido às alterações hormonais, baixa da imunidade e aumento da vascularização na região, que são típicos desse período. Como é feito o tratamento O tratamento para o HPV na gravidez deve ser feito até a 34ª semana de gravidez, de acordo com a orientação do obstetra, e é indicado quando gera incômodo e existe risco de transmissão do vírus para o bebê durante o parto normal. Assim, é fundamental promover a cicatrização das verrugas antes do parto. O tratamento recomendado pelo médico pode envolver: Aplicação de ácido tricloroacético: serve para dissolver as verrugas e deve ser feito 1 vez por semana, durante 4 semanas; Eletrocauterização: utiliza uma corrente elétrica para remover verrugas isoladas na pele e, por isso, é feito com anestesia local; Crioterapia: aplicação de frio para congelar as verrugas com nitrogênio líquido, fazendo com que a lesão caia em alguns dias. Estes tratamentos podem provocar dor, que geralmente é tolerada, e devem ser feitos no consultório do ginecologista, podendo a gestante regressar a casa sem cuidados especiais. Como fica o parto em caso de HPV Normalmente, o HPV não é contraindicação para o parto normal, mas quando as verrugas genitais são muito grandes pode ser indicada cesárea ou cirurgia para retirar as verrugas
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passage: Infecção congênita por HPVIndependentemente da alta prevalência de infecção genital por HPV , a transmissão vertical (mãe para feto ou recém nato) além da colonização transitória da pele é rara. As verrugas conjunti-vais, laríngeas, vulvares ou perianais presentes ao nascimento ou que surjam no período de 1 a 3 anos após o nascimento provavelmente decorrem de exposição perinatal ao HPV ma-terno (Cohen, 1990). A infecção não está relacionada com pre-sença de verrugas genitais maternas ou com a via do parto (Silverberg, 2003; Syrjanen, 2005). Por isso, a cesariana em geral não está indicada por in-fecção materna por HPV . Podem ser considerados exceções os casos com verrugas genitais volumosas que poderiam obstruir o parto ou sofrer avulsão e sangramento com a dilatação do colo uterino ou com o parto vaginal.
A presença de verrugas genitais em crianças após a primeira infância é sempre motivo para se considerar a possibilidade de abuso sexual. T oda-via, a infecção por contato não sexual, autoino-culação ou fômite parece ser possível. Essa possi-bilidade foi corroborada por relatos de tipos não genitais de HPV em uma minoria significativa de casos de verruga genital em populações de crian-ças e adolescentes (Cohen, 1990; Doerfler, 2009; Obalek, 1990; Siegfried, 1997).
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passage: HPV na gravidez: sintomas, possíveis riscos para o bebê e tratamento O que é: O HPV na gravidez é uma infecção sexualmente transmissível caracterizado pelo aparecimento de verrugas na região genital, que pode causar desconforto para a mulher. As verrugas normalmente aparecem como consequência das alterações hormonais típicas desse período e diminuição da imunidade. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O tratamento para HPV na gravidez deve ser orientado pelo obstetra e normalmente é feito quando são identificadas várias verrugas e/ ou quando as verrugas são muito grandes, podendo ser feita a aplicação de ácido no local ou realização de crioterapia, por exemplo. Apesar de não ser muito frequente, o bebê pode ser contaminado pelo HPV no momento do parto, no entanto é pouco provável que desenvolva sintomas da doença, já que o organismo pode eliminar naturalmente esse vírus. Principais sintomas Os principais sintomas de HPV na gravidez são: Verrugas genitais, que podem ser grandes ou pequenas, além de também poder variar em quantidade de acordo com o estado geral de saúde da mulher; Coceira na região; Ardência no local das verrugas. Os sintomas de HPV podem aparecer devido às alterações hormonais, baixa da imunidade e aumento da vascularização na região, que são típicos desse período
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passage: 37).
HPV e gravidezAlgumas modificações e adaptações no organismo materno que ocorrem durante a gravidez facilitam oaparecimento e a exacerbação das manifestações da infecção pelo HPV. Portanto, acredita-se que o diagnósticoclínico do HPV na gestação possa ser facilitado e, frequentemente, observa-se regressão dessas lesões nopuerpério.
O status imune temporariamente alterado e o aumento dos níveis de hormônios esteroides, durante agestação, podem ter efeito sobre a replicação do HPV e subsequente progressão ao desenvolvimento de doença.
contaminação por via ascendente ou no canal do parto, potencialmente causando a complicação mais temida,porém rara, da infecção pelo HPV, a papilomatose de laringe.
Há crescente evidência ligando a infeccão por HPV com complicações na gestação, tais como pré-termo epré-eclâmpsia. Os mecanismos ainda não estão adequadamente esclarecidos.
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez.
Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: Papilomavirose humana genital (HPV) (Figuras 62.24 a 62.27)SinonímiaCondiloma acuminado, verrugas anogenitais, thymus, fícus, crista-de-galo, figueira e HPV.
ConceitoCausada pelo HPV (human papillomavirus – papilomavírus humano) é a virose mais comum transmitida porvia sexual. Todavia, nem sempre se pode definir o modo e o momento em que a contaminação ocorreu. É maisprevalente nas mulheres e está ligada às neoplasias intraepiteliais do colo uterino. Sua patogenia baseia-se naindução da multiplicação celular (hiperplasia celular).
Período de incubaçãoTrês semanas a 8 meses (em média 3 meses). Esta variabilidade pode estar relacionada com a competênciaimunológica do indivíduo. Contudo, o tempo pode ser indeterminado.
Figura 62.24 Condilomatose e gravidez. Esta paciente só obteve cura clínica depois do parto.
Agente etiológico•••HPV são DNA-vírus, não cultiváveis in vitro.
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passage: . O que fazer: durante a gestação, deve-se fazer os exames pré-natais, o que inclui o exame de papanicolau para verificar se existe infecção pelo HPV. Caso a grávida tenha verrugas genitais, o tratamento pode ser feito com aplicação de ácido tricloroacético pelo obstetra no consultório, ou ser indicada a eletrocauterização ou crioterapia. Saiba mais do tratamento do HPV na gravidez.
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passage: Hoffman_29.indd 735 03/10/13 17:11apostilasmedicina@hotmail.comTanto no trato genital feminino como no masculino, as infecções proliferativas por HPV causam verrugas genitais vi-síveis, denominadas condilomas acuminados ou, muito mais comumente, infecções subclínicas. As infecções subclínicas po-dem ser identificadas indiretamente por citologia na forma de lesões intraepiteliais escamosas de baixo grau (LIEBGs), por anormalidades colposcópicas e, histologicamente, por identi-ficação de condiloma plano ou NIC 1. Entretanto, esses diag-nósticos são indiretos e nem sempre refletem de forma acurada a presença ou a ausência de HPV .
Infecção neoplásica por HPVNas lesões NIC 3 ou cancerosas, o genoma circular do HPV sofre uma quebra e integra-se linearmente em locais aleatórios no cromossomo do hospedeiro (Fig. 30-1, p. 771). Segue-se transcrição ilimitada dos oncogenes E6 e E7 (Durst, 1985; Stoler, 1996). Os produtos, as oncoproteínas E6 e E7, interfe-rem com a função e aceleram a degradação de p53 e pRB, pro-teínas importantes de supressão tumoral no hospedeiro (Fig. 30-2, p. 772). Com isso, a célula infectada torna-se vulnerável à transformação maligna em razão de perda de controle sobre o ciclo celular, proliferação celular e acúmulo de mutações no DNA ao longo do tempo (Doorbar, 2005).
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passage: Tipos de HPVClinicamente, os tipos de HPV são classificados como de alto risco e de baixo risco com base em sua oncogenicidade e força de associação ao câncer de colo uterino. Os tipos de HPV de baixo risco 6 e 11 causam quase todas as verrugas genitais e uma pequena parcela das infecções subclínicas por HPV . As infecções por HPV de baixo risco, raramente, são oncogênicas.
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passage: . Os sintomas de HPV podem aparecer devido às alterações hormonais, baixa da imunidade e aumento da vascularização na região, que são típicos desse período. Como é feito o tratamento O tratamento para o HPV na gravidez deve ser feito até a 34ª semana de gravidez, de acordo com a orientação do obstetra, e é indicado quando gera incômodo e existe risco de transmissão do vírus para o bebê durante o parto normal. Assim, é fundamental promover a cicatrização das verrugas antes do parto. O tratamento recomendado pelo médico pode envolver: Aplicação de ácido tricloroacético: serve para dissolver as verrugas e deve ser feito 1 vez por semana, durante 4 semanas; Eletrocauterização: utiliza uma corrente elétrica para remover verrugas isoladas na pele e, por isso, é feito com anestesia local; Crioterapia: aplicação de frio para congelar as verrugas com nitrogênio líquido, fazendo com que a lesão caia em alguns dias. Estes tratamentos podem provocar dor, que geralmente é tolerada, e devem ser feitos no consultório do ginecologista, podendo a gestante regressar a casa sem cuidados especiais. Como fica o parto em caso de HPV Normalmente, o HPV não é contraindicação para o parto normal, mas quando as verrugas genitais são muito grandes pode ser indicada cesárea ou cirurgia para retirar as verrugas
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passage: Infecção congênita por HPVIndependentemente da alta prevalência de infecção genital por HPV , a transmissão vertical (mãe para feto ou recém nato) além da colonização transitória da pele é rara. As verrugas conjunti-vais, laríngeas, vulvares ou perianais presentes ao nascimento ou que surjam no período de 1 a 3 anos após o nascimento provavelmente decorrem de exposição perinatal ao HPV ma-terno (Cohen, 1990). A infecção não está relacionada com pre-sença de verrugas genitais maternas ou com a via do parto (Silverberg, 2003; Syrjanen, 2005). Por isso, a cesariana em geral não está indicada por in-fecção materna por HPV . Podem ser considerados exceções os casos com verrugas genitais volumosas que poderiam obstruir o parto ou sofrer avulsão e sangramento com a dilatação do colo uterino ou com o parto vaginal.
A presença de verrugas genitais em crianças após a primeira infância é sempre motivo para se considerar a possibilidade de abuso sexual. T oda-via, a infecção por contato não sexual, autoino-culação ou fômite parece ser possível. Essa possi-bilidade foi corroborada por relatos de tipos não genitais de HPV em uma minoria significativa de casos de verruga genital em populações de crian-ças e adolescentes (Cohen, 1990; Doerfler, 2009; Obalek, 1990; Siegfried, 1997).
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passage: HPV na gravidez: sintomas, possíveis riscos para o bebê e tratamento O que é: O HPV na gravidez é uma infecção sexualmente transmissível caracterizado pelo aparecimento de verrugas na região genital, que pode causar desconforto para a mulher. As verrugas normalmente aparecem como consequência das alterações hormonais típicas desse período e diminuição da imunidade. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O tratamento para HPV na gravidez deve ser orientado pelo obstetra e normalmente é feito quando são identificadas várias verrugas e/ ou quando as verrugas são muito grandes, podendo ser feita a aplicação de ácido no local ou realização de crioterapia, por exemplo. Apesar de não ser muito frequente, o bebê pode ser contaminado pelo HPV no momento do parto, no entanto é pouco provável que desenvolva sintomas da doença, já que o organismo pode eliminar naturalmente esse vírus. Principais sintomas Os principais sintomas de HPV na gravidez são: Verrugas genitais, que podem ser grandes ou pequenas, além de também poder variar em quantidade de acordo com o estado geral de saúde da mulher; Coceira na região; Ardência no local das verrugas. Os sintomas de HPV podem aparecer devido às alterações hormonais, baixa da imunidade e aumento da vascularização na região, que são típicos desse período
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passage: 37).
HPV e gravidezAlgumas modificações e adaptações no organismo materno que ocorrem durante a gravidez facilitam oaparecimento e a exacerbação das manifestações da infecção pelo HPV. Portanto, acredita-se que o diagnósticoclínico do HPV na gestação possa ser facilitado e, frequentemente, observa-se regressão dessas lesões nopuerpério.
O status imune temporariamente alterado e o aumento dos níveis de hormônios esteroides, durante agestação, podem ter efeito sobre a replicação do HPV e subsequente progressão ao desenvolvimento de doença.
contaminação por via ascendente ou no canal do parto, potencialmente causando a complicação mais temida,porém rara, da infecção pelo HPV, a papilomatose de laringe.
Há crescente evidência ligando a infeccão por HPV com complicações na gestação, tais como pré-termo epré-eclâmpsia. Os mecanismos ainda não estão adequadamente esclarecidos.
Em um estudo de coorte retrospectivo realizado por McDonnold et al. (2014) foi observado que mulheres quetinham teste de DNA-HPV positivo no primeiro trimestre apresentaram 2 vezes mais risco de ter pré-eclâmpsia noterceiro trimestre da gravidez.
Herpes genital (Figuras 62.28 a 62.31)SinonímiaHerpes febril.
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passage: ■ Tratamento de infecção por HPVAs indicações para tratamento de doença do TGI relacionada a HPV são verrugas sintomáticas que causem desconforto físico ou psicológico, neoplasia de alto grau ou câncer invasivo. A infecção por HPV diagnosticada a partir de impressão clínica ou testes citológicos, histológicos ou de DNA de HPV , não implica tratamento.
Há diversas formas de tratamento para condiloma dispo-níveis a serem escolhidas de acordo com tamanho, localiza-ção e número de verrugas. Remoção ou destruição mecânica, imunomoduladores tópicos e coagulação química ou térmica podem ser utilizados (Tabela 3-21, p. 89). Não há tratamento clínico efetivo para a infecção subclínica por HPV . É possível haver dano físico desnecessário ao TGI na tentativa de erradi-car infecções por HPV normalmente autolimitadas.
O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
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Olá! Entendo sua preocupação e vou tentar esclarecer suas dúvidas da melhor forma possível.
Sim, existe a possibilidade de ser HPV, mesmo que vocês tenham se casado virgens. O HPV, ou Papilomavírus Humano, é a infecção sexualmente transmissível mais comum, mas é importante saber que a transmissão nem sempre é recente ou óbvia.
Primeiramente, o fato de seu marido ter apresentado uma verruga no pênis após sua infecção urinária é uma coincidência temporal que pode ou não estar relacionada. A infecção urinária em si não causa HPV.
Em relação à sua virgindade no casamento, é fundamental entender que o HPV pode permanecer incubado no organismo por um período muito longo, variando de três semanas a oito meses, ou até mesmo indeterminado. Isso significa que a infecção pode ter ocorrido antes do casamento e só se manifestado agora no seu marido. Além disso, a transmissão do HPV nem sempre requer penetração completa. O contato pele a pele na região genital é suficiente para a transmissão do vírus.
O fato de você não estar sentindo nada não descarta a possibilidade de você também ter o HPV. Muitas vezes, a infecção é subclínica, ou seja, não apresenta sintomas visíveis. No entanto, mesmo sem sintomas, você pode estar transmitindo o vírus.
É importante ressaltar que existem diferentes tipos de HPV, alguns de baixo risco, que causam as verrugas genitais (condilomas acuminados), e outros de alto risco, que estão associados ao câncer de colo do útero.
Diante desse cenário, recomendo fortemente que você procure um ginecologista para realizar um exame preventivo (Papanicolau) e, se necessário, outros exames complementares, como a colposcopia, para verificar se há alguma lesão causada pelo HPV no seu colo do útero.
Quanto ao seu marido, ele também deve procurar um médico, de preferência um urologista, para que a verruga seja diagnosticada e tratada adequadamente. Embora o tratamento do parceiro não influencie diretamente no seu tratamento ou risco, é importante para a saúde dele e para evitar a persistência do vírus.
Lembre-se que o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para evitar complicações futuras. Não se preocupe excessivamente, mas também não negligencie a situação. A informação e o acompanhamento médico são seus melhores aliados.
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Bom dia, tive uma gravidez ectópica, tive hemorragia interna e fiz uma cirurgia para a retirada da trompa esquerda. Não tive sangramento enquanto ainda estava hospitalizada, mas agora, em casa, comecei a ter sangramento. Isso é normal?
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O sangramento vaginal pós-gravidez ectópica pode ocorrer, desde que em quantidade e características semelhantes ao período menstrual. Qualquer diferença, entre em contato com um serviço médico. Att, Dr. Dorgan.
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passage: Após o tratamento cirúrgico de gravidez ectópica, é possível que haja persistência de te-cido trofoblástico. O risco de doença trofoblás-tica persistente é menor com salpingectomia do que com salpingostomia e será discutido em mais detalhes na Seção 42-5 (p. 1.131).
■ Preparo da pacienteRotineiramente solicitam-se hemograma completo, dosagem de β -hCG e tipo san-guíneo com fator Rh. Se a salpingectomia for realizada em paciente com gravidez ectó-pica, é possível que haja sangramento subs-tancial. Assim, a paciente deve ter seu tipo sanguíneo determinado com prova cruzada para concentrados de hemácias e outros he-moderivados conforme a indicação. A salpin-gectomia está associada a baixas taxas de in-fecção. Consequentemente, em geral não se administra antibioticoterapia pré-operatória. Para aquelas que estejam sendo submetidas a salpingectomia laparoscópica para gravidez ectópica, normalmente indica-se profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) em razão do estado de hipercoagulabilidade as-sociado à gravidez (Tabelas 39-8 e 39-9, p. 960). Para profilaxia de TEV nas pacientes com sangramento ativo, dá-se preferência aos dispositivos pneumáticos de compressão intermitente.
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passage: Após o tratamento cirúrgico de gravidez ectópica, é possível que haja persistência de te-cido trofoblástico. O risco de doença trofoblás-tica persistente é menor com salpingectomia do que com salpingostomia e será discutido em mais detalhes na Seção 42-5 (p. 1.131).
■ Preparo da pacienteRotineiramente solicitam-se hemograma completo, dosagem de β -hCG e tipo san-guíneo com fator Rh. Se a salpingectomia for realizada em paciente com gravidez ectó-pica, é possível que haja sangramento subs-tancial. Assim, a paciente deve ter seu tipo sanguíneo determinado com prova cruzada para concentrados de hemácias e outros he-moderivados conforme a indicação. A salpin-gectomia está associada a baixas taxas de in-fecção. Consequentemente, em geral não se administra antibioticoterapia pré-operatória. Para aquelas que estejam sendo submetidas a salpingectomia laparoscópica para gravidez ectópica, normalmente indica-se profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) em razão do estado de hipercoagulabilidade as-sociado à gravidez (Tabelas 39-8 e 39-9, p. 960). Para profilaxia de TEV nas pacientes com sangramento ativo, dá-se preferência aos dispositivos pneumáticos de compressão intermitente.
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passage: . No entanto, o sangramento de escape, também chamado de sangramento spotting, pode ser sinal de gravidez ectópica ou mola hidatiforme, sendo importante a grávida ir ao hospital imediatamente. Saiba identificar todos os sintomas de gravidez ectópica. Além disso, a grávida também deve ir ao hospital se o sangramento de escape ocorrer entre as semanas 37 e 40, pois pode ser sinal de parto prematuro. 2. Corrimento vaginal O corrimento vaginal na gravidez é bastante normal, especialmente quando é claro ou esbranquiçado. No entanto, quando o corrimento vaginal apresenta cor cinza, amarelo ou verde, e tiver acompanhado de sintomas como mau cheiro, coceira, dor ou ardor ao urinar, pode ser sinal de infecções, como clamídia, vaginose ou gonorreia, por exemplo. Nesses casos, a grávida deve ir ao hospital ou consultar o obstetra que faz o acompanhamento pré-natal para identificar a causa o corrimento anormal e indicar o tratamento mais adequado. Se deseja o acompanhamento de um obstetra, agende uma consulta na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 3
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passage: Após o tratamento cirúrgico de gravidez ectópica, é possível que haja persistência de te-cido trofoblástico. O risco de doença trofoblás-tica persistente é menor com salpingectomia do que com salpingostomia e será discutido em mais detalhes na Seção 42-5 (p. 1.131).
■ Preparo da pacienteRotineiramente solicitam-se hemograma completo, dosagem de β -hCG e tipo san-guíneo com fator Rh. Se a salpingectomia for realizada em paciente com gravidez ectó-pica, é possível que haja sangramento subs-tancial. Assim, a paciente deve ter seu tipo sanguíneo determinado com prova cruzada para concentrados de hemácias e outros he-moderivados conforme a indicação. A salpin-gectomia está associada a baixas taxas de in-fecção. Consequentemente, em geral não se administra antibioticoterapia pré-operatória. Para aquelas que estejam sendo submetidas a salpingectomia laparoscópica para gravidez ectópica, normalmente indica-se profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) em razão do estado de hipercoagulabilidade as-sociado à gravidez (Tabelas 39-8 e 39-9, p. 960). Para profilaxia de TEV nas pacientes com sangramento ativo, dá-se preferência aos dispositivos pneumáticos de compressão intermitente.
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passage: . No entanto, o sangramento de escape, também chamado de sangramento spotting, pode ser sinal de gravidez ectópica ou mola hidatiforme, sendo importante a grávida ir ao hospital imediatamente. Saiba identificar todos os sintomas de gravidez ectópica. Além disso, a grávida também deve ir ao hospital se o sangramento de escape ocorrer entre as semanas 37 e 40, pois pode ser sinal de parto prematuro. 2. Corrimento vaginal O corrimento vaginal na gravidez é bastante normal, especialmente quando é claro ou esbranquiçado. No entanto, quando o corrimento vaginal apresenta cor cinza, amarelo ou verde, e tiver acompanhado de sintomas como mau cheiro, coceira, dor ou ardor ao urinar, pode ser sinal de infecções, como clamídia, vaginose ou gonorreia, por exemplo. Nesses casos, a grávida deve ir ao hospital ou consultar o obstetra que faz o acompanhamento pré-natal para identificar a causa o corrimento anormal e indicar o tratamento mais adequado. Se deseja o acompanhamento de um obstetra, agende uma consulta na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 3
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passage: . Já a salpingectomia é feita retirando-se parcialmente ou totalmente a trompa de Falópio, sendo indicada em casos de lesão tubária irreparável, na recorrência de gravidez ectópica na mesma tuba e quando os níveis de beta-hCG estão elevados. Possíveis complicações A principal complicação da gravidez ectópica é a hemorragia, o que pode colocar a vida da mulher em risco, o que normalmente está relacionado com o rompimento de vasos sanguíneos. Leia também: Hemorragia: o que é, sintomas, principais tipos (e o que fazer) tuasaude.com/tipos-de-hemorragia
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passage: Após o tratamento cirúrgico de gravidez ectópica, é possível que haja persistência de te-cido trofoblástico. O risco de doença trofoblás-tica persistente é menor com salpingectomia do que com salpingostomia e será discutido em mais detalhes na Seção 42-5 (p. 1.131).
■ Preparo da pacienteRotineiramente solicitam-se hemograma completo, dosagem de β -hCG e tipo san-guíneo com fator Rh. Se a salpingectomia for realizada em paciente com gravidez ectó-pica, é possível que haja sangramento subs-tancial. Assim, a paciente deve ter seu tipo sanguíneo determinado com prova cruzada para concentrados de hemácias e outros he-moderivados conforme a indicação. A salpin-gectomia está associada a baixas taxas de in-fecção. Consequentemente, em geral não se administra antibioticoterapia pré-operatória. Para aquelas que estejam sendo submetidas a salpingectomia laparoscópica para gravidez ectópica, normalmente indica-se profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) em razão do estado de hipercoagulabilidade as-sociado à gravidez (Tabelas 39-8 e 39-9, p. 960). Para profilaxia de TEV nas pacientes com sangramento ativo, dá-se preferência aos dispositivos pneumáticos de compressão intermitente.
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passage: . No entanto, o sangramento de escape, também chamado de sangramento spotting, pode ser sinal de gravidez ectópica ou mola hidatiforme, sendo importante a grávida ir ao hospital imediatamente. Saiba identificar todos os sintomas de gravidez ectópica. Além disso, a grávida também deve ir ao hospital se o sangramento de escape ocorrer entre as semanas 37 e 40, pois pode ser sinal de parto prematuro. 2. Corrimento vaginal O corrimento vaginal na gravidez é bastante normal, especialmente quando é claro ou esbranquiçado. No entanto, quando o corrimento vaginal apresenta cor cinza, amarelo ou verde, e tiver acompanhado de sintomas como mau cheiro, coceira, dor ou ardor ao urinar, pode ser sinal de infecções, como clamídia, vaginose ou gonorreia, por exemplo. Nesses casos, a grávida deve ir ao hospital ou consultar o obstetra que faz o acompanhamento pré-natal para identificar a causa o corrimento anormal e indicar o tratamento mais adequado. Se deseja o acompanhamento de um obstetra, agende uma consulta na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 3
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passage: . Já a salpingectomia é feita retirando-se parcialmente ou totalmente a trompa de Falópio, sendo indicada em casos de lesão tubária irreparável, na recorrência de gravidez ectópica na mesma tuba e quando os níveis de beta-hCG estão elevados. Possíveis complicações A principal complicação da gravidez ectópica é a hemorragia, o que pode colocar a vida da mulher em risco, o que normalmente está relacionado com o rompimento de vasos sanguíneos. Leia também: Hemorragia: o que é, sintomas, principais tipos (e o que fazer) tuasaude.com/tipos-de-hemorragia
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoOs riscos relacionados com salpingostomia são semelhantes àqueles descritos para sal-pingectomia laparoscópica (Seção 42-4, p. 1.097). É importante ressaltar que com a salpingostomia a paciente deve ser informa-da sobre a possibilidade de salpingectomia caso a tuba tenha dano irreparável ou com sangramento incontrolável. Além disso, as taxas de doença trofoblástica persistente são maiores com a salpingostomia em compara-ção com a retirada de todo o segmento afe-tado da tuba.
SangramentoEm razão da grande vascularização do tecido placentário, a ruptura dos seus vasos duran-te a retirada da gravidez ectópica pode levar a hemorragia intensa. A capacidade de con-tração da camada muscular tubária é mínima e, assim, o sangramento que ocorre durante a salpingostomia deve ser controlado externa-mente, por exemplo, com coagulação eletroci-rúrgica. Há diversos dispositivos apropriados a esse fim e o microdispositivo bipolar é eficaz para obter hemostasia com transmissão míni-ma de calor. Algumas vezes, o sangramento pode ser extensivo e persistente, tornando ine-vitável a salpingectomia parcial ou total.
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passage: Após o tratamento cirúrgico de gravidez ectópica, é possível que haja persistência de te-cido trofoblástico. O risco de doença trofoblás-tica persistente é menor com salpingectomia do que com salpingostomia e será discutido em mais detalhes na Seção 42-5 (p. 1.131).
■ Preparo da pacienteRotineiramente solicitam-se hemograma completo, dosagem de β -hCG e tipo san-guíneo com fator Rh. Se a salpingectomia for realizada em paciente com gravidez ectó-pica, é possível que haja sangramento subs-tancial. Assim, a paciente deve ter seu tipo sanguíneo determinado com prova cruzada para concentrados de hemácias e outros he-moderivados conforme a indicação. A salpin-gectomia está associada a baixas taxas de in-fecção. Consequentemente, em geral não se administra antibioticoterapia pré-operatória. Para aquelas que estejam sendo submetidas a salpingectomia laparoscópica para gravidez ectópica, normalmente indica-se profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) em razão do estado de hipercoagulabilidade as-sociado à gravidez (Tabelas 39-8 e 39-9, p. 960). Para profilaxia de TEV nas pacientes com sangramento ativo, dá-se preferência aos dispositivos pneumáticos de compressão intermitente.
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passage: . No entanto, o sangramento de escape, também chamado de sangramento spotting, pode ser sinal de gravidez ectópica ou mola hidatiforme, sendo importante a grávida ir ao hospital imediatamente. Saiba identificar todos os sintomas de gravidez ectópica. Além disso, a grávida também deve ir ao hospital se o sangramento de escape ocorrer entre as semanas 37 e 40, pois pode ser sinal de parto prematuro. 2. Corrimento vaginal O corrimento vaginal na gravidez é bastante normal, especialmente quando é claro ou esbranquiçado. No entanto, quando o corrimento vaginal apresenta cor cinza, amarelo ou verde, e tiver acompanhado de sintomas como mau cheiro, coceira, dor ou ardor ao urinar, pode ser sinal de infecções, como clamídia, vaginose ou gonorreia, por exemplo. Nesses casos, a grávida deve ir ao hospital ou consultar o obstetra que faz o acompanhamento pré-natal para identificar a causa o corrimento anormal e indicar o tratamento mais adequado. Se deseja o acompanhamento de um obstetra, agende uma consulta na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 3
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passage: . Já a salpingectomia é feita retirando-se parcialmente ou totalmente a trompa de Falópio, sendo indicada em casos de lesão tubária irreparável, na recorrência de gravidez ectópica na mesma tuba e quando os níveis de beta-hCG estão elevados. Possíveis complicações A principal complicação da gravidez ectópica é a hemorragia, o que pode colocar a vida da mulher em risco, o que normalmente está relacionado com o rompimento de vasos sanguíneos. Leia também: Hemorragia: o que é, sintomas, principais tipos (e o que fazer) tuasaude.com/tipos-de-hemorragia
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoOs riscos relacionados com salpingostomia são semelhantes àqueles descritos para sal-pingectomia laparoscópica (Seção 42-4, p. 1.097). É importante ressaltar que com a salpingostomia a paciente deve ser informa-da sobre a possibilidade de salpingectomia caso a tuba tenha dano irreparável ou com sangramento incontrolável. Além disso, as taxas de doença trofoblástica persistente são maiores com a salpingostomia em compara-ção com a retirada de todo o segmento afe-tado da tuba.
SangramentoEm razão da grande vascularização do tecido placentário, a ruptura dos seus vasos duran-te a retirada da gravidez ectópica pode levar a hemorragia intensa. A capacidade de con-tração da camada muscular tubária é mínima e, assim, o sangramento que ocorre durante a salpingostomia deve ser controlado externa-mente, por exemplo, com coagulação eletroci-rúrgica. Há diversos dispositivos apropriados a esse fim e o microdispositivo bipolar é eficaz para obter hemostasia com transmissão míni-ma de calor. Algumas vezes, o sangramento pode ser extensivo e persistente, tornando ine-vitável a salpingectomia parcial ou total.
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passage: . Após fazer uma cirurgia para retirar uma parte da tireoide, também podem surgir alterações na menstruação. Logo depois da cirurgia, ainda no hospital, pode ocorrer um sangramento forte mesmo que a mulher esteja tomando a pílula de uso contínuo normalmente. Esse sangramento pode durar 2 ou 3 dias, e depois de 2 a 3 semanas pode haver uma nova menstruação, que pode chegar de surpresa, e isso indica que a metade da tireoide que permaneceu ainda está se adaptando à nova realidade, e ainda precisa de se ajustar em relação à quantidade de hormônios que precisa produzir. Quando ir ao médico Deve-se marcar uma consulta com um ginecologista, se a mulher apresentar as seguintes alterações: Tiver mais de 12 anos e ainda não tiver menstruado; Ficar mais de 90 dias sem menstruação, e se não estiver tomando a pílula de uso contínuo, nem estiver grávida; Sofrer um aumento das cólicas menstruais, que impedem de trabalhar ou estudar; Surgir sangramento por mais de 2 dias, totalmente fora do período menstrual; A menstruação ficar mais abundante que o habitual; A menstruação durar mais de 8 dias. O médico poderá solicitar exames TSH, T3 e T4, para avaliar os hormônios tireoidianos, de forma a poder verificar se há necessidade de tomar medicamentos para regular a tireoide, porque assim a menstruação ficará normalizada
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passage: Após o tratamento cirúrgico de gravidez ectópica, é possível que haja persistência de te-cido trofoblástico. O risco de doença trofoblás-tica persistente é menor com salpingectomia do que com salpingostomia e será discutido em mais detalhes na Seção 42-5 (p. 1.131).
■ Preparo da pacienteRotineiramente solicitam-se hemograma completo, dosagem de β -hCG e tipo san-guíneo com fator Rh. Se a salpingectomia for realizada em paciente com gravidez ectó-pica, é possível que haja sangramento subs-tancial. Assim, a paciente deve ter seu tipo sanguíneo determinado com prova cruzada para concentrados de hemácias e outros he-moderivados conforme a indicação. A salpin-gectomia está associada a baixas taxas de in-fecção. Consequentemente, em geral não se administra antibioticoterapia pré-operatória. Para aquelas que estejam sendo submetidas a salpingectomia laparoscópica para gravidez ectópica, normalmente indica-se profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) em razão do estado de hipercoagulabilidade as-sociado à gravidez (Tabelas 39-8 e 39-9, p. 960). Para profilaxia de TEV nas pacientes com sangramento ativo, dá-se preferência aos dispositivos pneumáticos de compressão intermitente.
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passage: . No entanto, o sangramento de escape, também chamado de sangramento spotting, pode ser sinal de gravidez ectópica ou mola hidatiforme, sendo importante a grávida ir ao hospital imediatamente. Saiba identificar todos os sintomas de gravidez ectópica. Além disso, a grávida também deve ir ao hospital se o sangramento de escape ocorrer entre as semanas 37 e 40, pois pode ser sinal de parto prematuro. 2. Corrimento vaginal O corrimento vaginal na gravidez é bastante normal, especialmente quando é claro ou esbranquiçado. No entanto, quando o corrimento vaginal apresenta cor cinza, amarelo ou verde, e tiver acompanhado de sintomas como mau cheiro, coceira, dor ou ardor ao urinar, pode ser sinal de infecções, como clamídia, vaginose ou gonorreia, por exemplo. Nesses casos, a grávida deve ir ao hospital ou consultar o obstetra que faz o acompanhamento pré-natal para identificar a causa o corrimento anormal e indicar o tratamento mais adequado. Se deseja o acompanhamento de um obstetra, agende uma consulta na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 3
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passage: . Já a salpingectomia é feita retirando-se parcialmente ou totalmente a trompa de Falópio, sendo indicada em casos de lesão tubária irreparável, na recorrência de gravidez ectópica na mesma tuba e quando os níveis de beta-hCG estão elevados. Possíveis complicações A principal complicação da gravidez ectópica é a hemorragia, o que pode colocar a vida da mulher em risco, o que normalmente está relacionado com o rompimento de vasos sanguíneos. Leia também: Hemorragia: o que é, sintomas, principais tipos (e o que fazer) tuasaude.com/tipos-de-hemorragia
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoOs riscos relacionados com salpingostomia são semelhantes àqueles descritos para sal-pingectomia laparoscópica (Seção 42-4, p. 1.097). É importante ressaltar que com a salpingostomia a paciente deve ser informa-da sobre a possibilidade de salpingectomia caso a tuba tenha dano irreparável ou com sangramento incontrolável. Além disso, as taxas de doença trofoblástica persistente são maiores com a salpingostomia em compara-ção com a retirada de todo o segmento afe-tado da tuba.
SangramentoEm razão da grande vascularização do tecido placentário, a ruptura dos seus vasos duran-te a retirada da gravidez ectópica pode levar a hemorragia intensa. A capacidade de con-tração da camada muscular tubária é mínima e, assim, o sangramento que ocorre durante a salpingostomia deve ser controlado externa-mente, por exemplo, com coagulação eletroci-rúrgica. Há diversos dispositivos apropriados a esse fim e o microdispositivo bipolar é eficaz para obter hemostasia com transmissão míni-ma de calor. Algumas vezes, o sangramento pode ser extensivo e persistente, tornando ine-vitável a salpingectomia parcial ou total.
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passage: . Após fazer uma cirurgia para retirar uma parte da tireoide, também podem surgir alterações na menstruação. Logo depois da cirurgia, ainda no hospital, pode ocorrer um sangramento forte mesmo que a mulher esteja tomando a pílula de uso contínuo normalmente. Esse sangramento pode durar 2 ou 3 dias, e depois de 2 a 3 semanas pode haver uma nova menstruação, que pode chegar de surpresa, e isso indica que a metade da tireoide que permaneceu ainda está se adaptando à nova realidade, e ainda precisa de se ajustar em relação à quantidade de hormônios que precisa produzir. Quando ir ao médico Deve-se marcar uma consulta com um ginecologista, se a mulher apresentar as seguintes alterações: Tiver mais de 12 anos e ainda não tiver menstruado; Ficar mais de 90 dias sem menstruação, e se não estiver tomando a pílula de uso contínuo, nem estiver grávida; Sofrer um aumento das cólicas menstruais, que impedem de trabalhar ou estudar; Surgir sangramento por mais de 2 dias, totalmente fora do período menstrual; A menstruação ficar mais abundante que o habitual; A menstruação durar mais de 8 dias. O médico poderá solicitar exames TSH, T3 e T4, para avaliar os hormônios tireoidianos, de forma a poder verificar se há necessidade de tomar medicamentos para regular a tireoide, porque assim a menstruação ficará normalizada
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passage: ■ Preparo da pacienteSe realizada por gravidez ectópica, ambos os procedimentos podem estar associados a san-gramento substancial. Deve-se solicitar he-mograma e dosagem de b -hCG na linha de base. O sangue da paciente deve ser tipado e submetido à prova cruzada para no mínimo duas unidades de concentrado de hemácias e outros hemoderivados de acordo com a necessidade. Ambos os procedimentos estão associados a taxas baixas de infecção. Conse-quentemente, em geral não há necessidade de antibioticoterapia pré-operatória.
INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. Na maioria dos casos de gravidez ectópica tratados com laparotomia, a cirurgia é um procedimento a ser realizado em regime hos-pitalar com anestesia geral. A paciente é colo-cada em posição supina, instala-se cateter de Foley e o abdome é preparado para a cirurgia.
Acesso ao abdome. A salpingectomia por laparotomia em geral é realizada com inci-são de Pfannenstiel (Seção 41-2, p. 1.022).
Salpingectomia. Uma vez obtido acesso aos órgãos pélvicos, os anexos são rebatidos. Aplica-se uma pinça de Babcock ao redor da tuba uterina para afastá-la do útero e do ovário. Assim, a mesossalpinge é estendida (Fig. 41-8.1).
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passage: Após o tratamento cirúrgico de gravidez ectópica, é possível que haja persistência de te-cido trofoblástico. O risco de doença trofoblás-tica persistente é menor com salpingectomia do que com salpingostomia e será discutido em mais detalhes na Seção 42-5 (p. 1.131).
■ Preparo da pacienteRotineiramente solicitam-se hemograma completo, dosagem de β -hCG e tipo san-guíneo com fator Rh. Se a salpingectomia for realizada em paciente com gravidez ectó-pica, é possível que haja sangramento subs-tancial. Assim, a paciente deve ter seu tipo sanguíneo determinado com prova cruzada para concentrados de hemácias e outros he-moderivados conforme a indicação. A salpin-gectomia está associada a baixas taxas de in-fecção. Consequentemente, em geral não se administra antibioticoterapia pré-operatória. Para aquelas que estejam sendo submetidas a salpingectomia laparoscópica para gravidez ectópica, normalmente indica-se profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) em razão do estado de hipercoagulabilidade as-sociado à gravidez (Tabelas 39-8 e 39-9, p. 960). Para profilaxia de TEV nas pacientes com sangramento ativo, dá-se preferência aos dispositivos pneumáticos de compressão intermitente.
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passage: . No entanto, o sangramento de escape, também chamado de sangramento spotting, pode ser sinal de gravidez ectópica ou mola hidatiforme, sendo importante a grávida ir ao hospital imediatamente. Saiba identificar todos os sintomas de gravidez ectópica. Além disso, a grávida também deve ir ao hospital se o sangramento de escape ocorrer entre as semanas 37 e 40, pois pode ser sinal de parto prematuro. 2. Corrimento vaginal O corrimento vaginal na gravidez é bastante normal, especialmente quando é claro ou esbranquiçado. No entanto, quando o corrimento vaginal apresenta cor cinza, amarelo ou verde, e tiver acompanhado de sintomas como mau cheiro, coceira, dor ou ardor ao urinar, pode ser sinal de infecções, como clamídia, vaginose ou gonorreia, por exemplo. Nesses casos, a grávida deve ir ao hospital ou consultar o obstetra que faz o acompanhamento pré-natal para identificar a causa o corrimento anormal e indicar o tratamento mais adequado. Se deseja o acompanhamento de um obstetra, agende uma consulta na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 3
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passage: . Já a salpingectomia é feita retirando-se parcialmente ou totalmente a trompa de Falópio, sendo indicada em casos de lesão tubária irreparável, na recorrência de gravidez ectópica na mesma tuba e quando os níveis de beta-hCG estão elevados. Possíveis complicações A principal complicação da gravidez ectópica é a hemorragia, o que pode colocar a vida da mulher em risco, o que normalmente está relacionado com o rompimento de vasos sanguíneos. Leia também: Hemorragia: o que é, sintomas, principais tipos (e o que fazer) tuasaude.com/tipos-de-hemorragia
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoOs riscos relacionados com salpingostomia são semelhantes àqueles descritos para sal-pingectomia laparoscópica (Seção 42-4, p. 1.097). É importante ressaltar que com a salpingostomia a paciente deve ser informa-da sobre a possibilidade de salpingectomia caso a tuba tenha dano irreparável ou com sangramento incontrolável. Além disso, as taxas de doença trofoblástica persistente são maiores com a salpingostomia em compara-ção com a retirada de todo o segmento afe-tado da tuba.
SangramentoEm razão da grande vascularização do tecido placentário, a ruptura dos seus vasos duran-te a retirada da gravidez ectópica pode levar a hemorragia intensa. A capacidade de con-tração da camada muscular tubária é mínima e, assim, o sangramento que ocorre durante a salpingostomia deve ser controlado externa-mente, por exemplo, com coagulação eletroci-rúrgica. Há diversos dispositivos apropriados a esse fim e o microdispositivo bipolar é eficaz para obter hemostasia com transmissão míni-ma de calor. Algumas vezes, o sangramento pode ser extensivo e persistente, tornando ine-vitável a salpingectomia parcial ou total.
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passage: . Após fazer uma cirurgia para retirar uma parte da tireoide, também podem surgir alterações na menstruação. Logo depois da cirurgia, ainda no hospital, pode ocorrer um sangramento forte mesmo que a mulher esteja tomando a pílula de uso contínuo normalmente. Esse sangramento pode durar 2 ou 3 dias, e depois de 2 a 3 semanas pode haver uma nova menstruação, que pode chegar de surpresa, e isso indica que a metade da tireoide que permaneceu ainda está se adaptando à nova realidade, e ainda precisa de se ajustar em relação à quantidade de hormônios que precisa produzir. Quando ir ao médico Deve-se marcar uma consulta com um ginecologista, se a mulher apresentar as seguintes alterações: Tiver mais de 12 anos e ainda não tiver menstruado; Ficar mais de 90 dias sem menstruação, e se não estiver tomando a pílula de uso contínuo, nem estiver grávida; Sofrer um aumento das cólicas menstruais, que impedem de trabalhar ou estudar; Surgir sangramento por mais de 2 dias, totalmente fora do período menstrual; A menstruação ficar mais abundante que o habitual; A menstruação durar mais de 8 dias. O médico poderá solicitar exames TSH, T3 e T4, para avaliar os hormônios tireoidianos, de forma a poder verificar se há necessidade de tomar medicamentos para regular a tireoide, porque assim a menstruação ficará normalizada
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passage: ■ Preparo da pacienteSe realizada por gravidez ectópica, ambos os procedimentos podem estar associados a san-gramento substancial. Deve-se solicitar he-mograma e dosagem de b -hCG na linha de base. O sangue da paciente deve ser tipado e submetido à prova cruzada para no mínimo duas unidades de concentrado de hemácias e outros hemoderivados de acordo com a necessidade. Ambos os procedimentos estão associados a taxas baixas de infecção. Conse-quentemente, em geral não há necessidade de antibioticoterapia pré-operatória.
INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. Na maioria dos casos de gravidez ectópica tratados com laparotomia, a cirurgia é um procedimento a ser realizado em regime hos-pitalar com anestesia geral. A paciente é colo-cada em posição supina, instala-se cateter de Foley e o abdome é preparado para a cirurgia.
Acesso ao abdome. A salpingectomia por laparotomia em geral é realizada com inci-são de Pfannenstiel (Seção 41-2, p. 1.022).
Salpingectomia. Uma vez obtido acesso aos órgãos pélvicos, os anexos são rebatidos. Aplica-se uma pinça de Babcock ao redor da tuba uterina para afastá-la do útero e do ovário. Assim, a mesossalpinge é estendida (Fig. 41-8.1).
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passage: . 8. Gravidez A presença de um pequeno sangramento rosa, marrom ou vermelho escuro é considerado normal nas primeiras semanas de gravidez, sendo normalmente indicativo de que o embrião foi implantado na parede do útero. No entanto, quando a "menstruação" preta ou escura acontece nas fases finais da gravidez ou é acompanhada por outros sintomas como dor abdominal, do no ombro, tontura ou cansaço excessivo, pode ser indicativo de gravidez ectópica ou aborto. O que fazer: caso a menstruação escura acontece mais para o fim da gestação, é importante que o médico seja consultado imediatamente para que sejam feitos exames que permitam avaliar o desenvolvimento da gravidez e possa ser identificada a causa dos sintomas. Leia também: Menstruação na gravidez: principais causas e o que fazer tuasaude.com/menstruacao-na-gravidez
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passage: Após o tratamento cirúrgico de gravidez ectópica, é possível que haja persistência de te-cido trofoblástico. O risco de doença trofoblás-tica persistente é menor com salpingectomia do que com salpingostomia e será discutido em mais detalhes na Seção 42-5 (p. 1.131).
■ Preparo da pacienteRotineiramente solicitam-se hemograma completo, dosagem de β -hCG e tipo san-guíneo com fator Rh. Se a salpingectomia for realizada em paciente com gravidez ectó-pica, é possível que haja sangramento subs-tancial. Assim, a paciente deve ter seu tipo sanguíneo determinado com prova cruzada para concentrados de hemácias e outros he-moderivados conforme a indicação. A salpin-gectomia está associada a baixas taxas de in-fecção. Consequentemente, em geral não se administra antibioticoterapia pré-operatória. Para aquelas que estejam sendo submetidas a salpingectomia laparoscópica para gravidez ectópica, normalmente indica-se profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) em razão do estado de hipercoagulabilidade as-sociado à gravidez (Tabelas 39-8 e 39-9, p. 960). Para profilaxia de TEV nas pacientes com sangramento ativo, dá-se preferência aos dispositivos pneumáticos de compressão intermitente.
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passage: . No entanto, o sangramento de escape, também chamado de sangramento spotting, pode ser sinal de gravidez ectópica ou mola hidatiforme, sendo importante a grávida ir ao hospital imediatamente. Saiba identificar todos os sintomas de gravidez ectópica. Além disso, a grávida também deve ir ao hospital se o sangramento de escape ocorrer entre as semanas 37 e 40, pois pode ser sinal de parto prematuro. 2. Corrimento vaginal O corrimento vaginal na gravidez é bastante normal, especialmente quando é claro ou esbranquiçado. No entanto, quando o corrimento vaginal apresenta cor cinza, amarelo ou verde, e tiver acompanhado de sintomas como mau cheiro, coceira, dor ou ardor ao urinar, pode ser sinal de infecções, como clamídia, vaginose ou gonorreia, por exemplo. Nesses casos, a grávida deve ir ao hospital ou consultar o obstetra que faz o acompanhamento pré-natal para identificar a causa o corrimento anormal e indicar o tratamento mais adequado. Se deseja o acompanhamento de um obstetra, agende uma consulta na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 3
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passage: . Já a salpingectomia é feita retirando-se parcialmente ou totalmente a trompa de Falópio, sendo indicada em casos de lesão tubária irreparável, na recorrência de gravidez ectópica na mesma tuba e quando os níveis de beta-hCG estão elevados. Possíveis complicações A principal complicação da gravidez ectópica é a hemorragia, o que pode colocar a vida da mulher em risco, o que normalmente está relacionado com o rompimento de vasos sanguíneos. Leia também: Hemorragia: o que é, sintomas, principais tipos (e o que fazer) tuasaude.com/tipos-de-hemorragia
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoOs riscos relacionados com salpingostomia são semelhantes àqueles descritos para sal-pingectomia laparoscópica (Seção 42-4, p. 1.097). É importante ressaltar que com a salpingostomia a paciente deve ser informa-da sobre a possibilidade de salpingectomia caso a tuba tenha dano irreparável ou com sangramento incontrolável. Além disso, as taxas de doença trofoblástica persistente são maiores com a salpingostomia em compara-ção com a retirada de todo o segmento afe-tado da tuba.
SangramentoEm razão da grande vascularização do tecido placentário, a ruptura dos seus vasos duran-te a retirada da gravidez ectópica pode levar a hemorragia intensa. A capacidade de con-tração da camada muscular tubária é mínima e, assim, o sangramento que ocorre durante a salpingostomia deve ser controlado externa-mente, por exemplo, com coagulação eletroci-rúrgica. Há diversos dispositivos apropriados a esse fim e o microdispositivo bipolar é eficaz para obter hemostasia com transmissão míni-ma de calor. Algumas vezes, o sangramento pode ser extensivo e persistente, tornando ine-vitável a salpingectomia parcial ou total.
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passage: . Após fazer uma cirurgia para retirar uma parte da tireoide, também podem surgir alterações na menstruação. Logo depois da cirurgia, ainda no hospital, pode ocorrer um sangramento forte mesmo que a mulher esteja tomando a pílula de uso contínuo normalmente. Esse sangramento pode durar 2 ou 3 dias, e depois de 2 a 3 semanas pode haver uma nova menstruação, que pode chegar de surpresa, e isso indica que a metade da tireoide que permaneceu ainda está se adaptando à nova realidade, e ainda precisa de se ajustar em relação à quantidade de hormônios que precisa produzir. Quando ir ao médico Deve-se marcar uma consulta com um ginecologista, se a mulher apresentar as seguintes alterações: Tiver mais de 12 anos e ainda não tiver menstruado; Ficar mais de 90 dias sem menstruação, e se não estiver tomando a pílula de uso contínuo, nem estiver grávida; Sofrer um aumento das cólicas menstruais, que impedem de trabalhar ou estudar; Surgir sangramento por mais de 2 dias, totalmente fora do período menstrual; A menstruação ficar mais abundante que o habitual; A menstruação durar mais de 8 dias. O médico poderá solicitar exames TSH, T3 e T4, para avaliar os hormônios tireoidianos, de forma a poder verificar se há necessidade de tomar medicamentos para regular a tireoide, porque assim a menstruação ficará normalizada
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passage: ■ Preparo da pacienteSe realizada por gravidez ectópica, ambos os procedimentos podem estar associados a san-gramento substancial. Deve-se solicitar he-mograma e dosagem de b -hCG na linha de base. O sangue da paciente deve ser tipado e submetido à prova cruzada para no mínimo duas unidades de concentrado de hemácias e outros hemoderivados de acordo com a necessidade. Ambos os procedimentos estão associados a taxas baixas de infecção. Conse-quentemente, em geral não há necessidade de antibioticoterapia pré-operatória.
INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. Na maioria dos casos de gravidez ectópica tratados com laparotomia, a cirurgia é um procedimento a ser realizado em regime hos-pitalar com anestesia geral. A paciente é colo-cada em posição supina, instala-se cateter de Foley e o abdome é preparado para a cirurgia.
Acesso ao abdome. A salpingectomia por laparotomia em geral é realizada com inci-são de Pfannenstiel (Seção 41-2, p. 1.022).
Salpingectomia. Uma vez obtido acesso aos órgãos pélvicos, os anexos são rebatidos. Aplica-se uma pinça de Babcock ao redor da tuba uterina para afastá-la do útero e do ovário. Assim, a mesossalpinge é estendida (Fig. 41-8.1).
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passage: . 8. Gravidez A presença de um pequeno sangramento rosa, marrom ou vermelho escuro é considerado normal nas primeiras semanas de gravidez, sendo normalmente indicativo de que o embrião foi implantado na parede do útero. No entanto, quando a "menstruação" preta ou escura acontece nas fases finais da gravidez ou é acompanhada por outros sintomas como dor abdominal, do no ombro, tontura ou cansaço excessivo, pode ser indicativo de gravidez ectópica ou aborto. O que fazer: caso a menstruação escura acontece mais para o fim da gestação, é importante que o médico seja consultado imediatamente para que sejam feitos exames que permitam avaliar o desenvolvimento da gravidez e possa ser identificada a causa dos sintomas. Leia também: Menstruação na gravidez: principais causas e o que fazer tuasaude.com/menstruacao-na-gravidez
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passage: . O que fazer: É recomendado ir ao médico para que seja feito um exame de urina para confirmar a infecção urinária e iniciar o tratamento com antibióticos, repouso e ingestão de líquidos. Gravidez ectópica A gravidez ectópica acontece devido ao crescimento do feto fora do útero, sendo mais comum nas trompas e, por isso, pode surgir até às 10 semanas de gestação. A gravidez ectópica normalmente é acompanhada de outros sintomas, como dor abdominal intensa em apenas um lado da barriga e que piora com o movimento, sangramento vaginal, dor durante o contato íntimo, tonturas, náuseas ou vômitos. O que fazer: Em caso de suspeita de gravidez ectópica deve-se ir imediatamente ao pronto-socorro para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado, que geralmente é feito a partir de uma cirurgia para retirada do embrião. Entenda mais sobre como deve ser feito o tratamento para gravidez ectópica. Aborto espontâneo O aborto é uma situação de emergência e que acontece com mais frequência antes das 20 semanas e pode ser percebido por meio da dor abdominal no pé da barriga, sangramento vaginal ou perda de líquidos pela vagina, saída de coágulos ou tecidos, e dor de cabeça. Veja lista completa dos sintomas de aborto
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passage: Após o tratamento cirúrgico de gravidez ectópica, é possível que haja persistência de te-cido trofoblástico. O risco de doença trofoblás-tica persistente é menor com salpingectomia do que com salpingostomia e será discutido em mais detalhes na Seção 42-5 (p. 1.131).
■ Preparo da pacienteRotineiramente solicitam-se hemograma completo, dosagem de β -hCG e tipo san-guíneo com fator Rh. Se a salpingectomia for realizada em paciente com gravidez ectó-pica, é possível que haja sangramento subs-tancial. Assim, a paciente deve ter seu tipo sanguíneo determinado com prova cruzada para concentrados de hemácias e outros he-moderivados conforme a indicação. A salpin-gectomia está associada a baixas taxas de in-fecção. Consequentemente, em geral não se administra antibioticoterapia pré-operatória. Para aquelas que estejam sendo submetidas a salpingectomia laparoscópica para gravidez ectópica, normalmente indica-se profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) em razão do estado de hipercoagulabilidade as-sociado à gravidez (Tabelas 39-8 e 39-9, p. 960). Para profilaxia de TEV nas pacientes com sangramento ativo, dá-se preferência aos dispositivos pneumáticos de compressão intermitente.
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passage: . No entanto, o sangramento de escape, também chamado de sangramento spotting, pode ser sinal de gravidez ectópica ou mola hidatiforme, sendo importante a grávida ir ao hospital imediatamente. Saiba identificar todos os sintomas de gravidez ectópica. Além disso, a grávida também deve ir ao hospital se o sangramento de escape ocorrer entre as semanas 37 e 40, pois pode ser sinal de parto prematuro. 2. Corrimento vaginal O corrimento vaginal na gravidez é bastante normal, especialmente quando é claro ou esbranquiçado. No entanto, quando o corrimento vaginal apresenta cor cinza, amarelo ou verde, e tiver acompanhado de sintomas como mau cheiro, coceira, dor ou ardor ao urinar, pode ser sinal de infecções, como clamídia, vaginose ou gonorreia, por exemplo. Nesses casos, a grávida deve ir ao hospital ou consultar o obstetra que faz o acompanhamento pré-natal para identificar a causa o corrimento anormal e indicar o tratamento mais adequado. Se deseja o acompanhamento de um obstetra, agende uma consulta na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 3
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passage: . Já a salpingectomia é feita retirando-se parcialmente ou totalmente a trompa de Falópio, sendo indicada em casos de lesão tubária irreparável, na recorrência de gravidez ectópica na mesma tuba e quando os níveis de beta-hCG estão elevados. Possíveis complicações A principal complicação da gravidez ectópica é a hemorragia, o que pode colocar a vida da mulher em risco, o que normalmente está relacionado com o rompimento de vasos sanguíneos. Leia também: Hemorragia: o que é, sintomas, principais tipos (e o que fazer) tuasaude.com/tipos-de-hemorragia
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoOs riscos relacionados com salpingostomia são semelhantes àqueles descritos para sal-pingectomia laparoscópica (Seção 42-4, p. 1.097). É importante ressaltar que com a salpingostomia a paciente deve ser informa-da sobre a possibilidade de salpingectomia caso a tuba tenha dano irreparável ou com sangramento incontrolável. Além disso, as taxas de doença trofoblástica persistente são maiores com a salpingostomia em compara-ção com a retirada de todo o segmento afe-tado da tuba.
SangramentoEm razão da grande vascularização do tecido placentário, a ruptura dos seus vasos duran-te a retirada da gravidez ectópica pode levar a hemorragia intensa. A capacidade de con-tração da camada muscular tubária é mínima e, assim, o sangramento que ocorre durante a salpingostomia deve ser controlado externa-mente, por exemplo, com coagulação eletroci-rúrgica. Há diversos dispositivos apropriados a esse fim e o microdispositivo bipolar é eficaz para obter hemostasia com transmissão míni-ma de calor. Algumas vezes, o sangramento pode ser extensivo e persistente, tornando ine-vitável a salpingectomia parcial ou total.
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passage: . Após fazer uma cirurgia para retirar uma parte da tireoide, também podem surgir alterações na menstruação. Logo depois da cirurgia, ainda no hospital, pode ocorrer um sangramento forte mesmo que a mulher esteja tomando a pílula de uso contínuo normalmente. Esse sangramento pode durar 2 ou 3 dias, e depois de 2 a 3 semanas pode haver uma nova menstruação, que pode chegar de surpresa, e isso indica que a metade da tireoide que permaneceu ainda está se adaptando à nova realidade, e ainda precisa de se ajustar em relação à quantidade de hormônios que precisa produzir. Quando ir ao médico Deve-se marcar uma consulta com um ginecologista, se a mulher apresentar as seguintes alterações: Tiver mais de 12 anos e ainda não tiver menstruado; Ficar mais de 90 dias sem menstruação, e se não estiver tomando a pílula de uso contínuo, nem estiver grávida; Sofrer um aumento das cólicas menstruais, que impedem de trabalhar ou estudar; Surgir sangramento por mais de 2 dias, totalmente fora do período menstrual; A menstruação ficar mais abundante que o habitual; A menstruação durar mais de 8 dias. O médico poderá solicitar exames TSH, T3 e T4, para avaliar os hormônios tireoidianos, de forma a poder verificar se há necessidade de tomar medicamentos para regular a tireoide, porque assim a menstruação ficará normalizada
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passage: ■ Preparo da pacienteSe realizada por gravidez ectópica, ambos os procedimentos podem estar associados a san-gramento substancial. Deve-se solicitar he-mograma e dosagem de b -hCG na linha de base. O sangue da paciente deve ser tipado e submetido à prova cruzada para no mínimo duas unidades de concentrado de hemácias e outros hemoderivados de acordo com a necessidade. Ambos os procedimentos estão associados a taxas baixas de infecção. Conse-quentemente, em geral não há necessidade de antibioticoterapia pré-operatória.
INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. Na maioria dos casos de gravidez ectópica tratados com laparotomia, a cirurgia é um procedimento a ser realizado em regime hos-pitalar com anestesia geral. A paciente é colo-cada em posição supina, instala-se cateter de Foley e o abdome é preparado para a cirurgia.
Acesso ao abdome. A salpingectomia por laparotomia em geral é realizada com inci-são de Pfannenstiel (Seção 41-2, p. 1.022).
Salpingectomia. Uma vez obtido acesso aos órgãos pélvicos, os anexos são rebatidos. Aplica-se uma pinça de Babcock ao redor da tuba uterina para afastá-la do útero e do ovário. Assim, a mesossalpinge é estendida (Fig. 41-8.1).
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passage: . 8. Gravidez A presença de um pequeno sangramento rosa, marrom ou vermelho escuro é considerado normal nas primeiras semanas de gravidez, sendo normalmente indicativo de que o embrião foi implantado na parede do útero. No entanto, quando a "menstruação" preta ou escura acontece nas fases finais da gravidez ou é acompanhada por outros sintomas como dor abdominal, do no ombro, tontura ou cansaço excessivo, pode ser indicativo de gravidez ectópica ou aborto. O que fazer: caso a menstruação escura acontece mais para o fim da gestação, é importante que o médico seja consultado imediatamente para que sejam feitos exames que permitam avaliar o desenvolvimento da gravidez e possa ser identificada a causa dos sintomas. Leia também: Menstruação na gravidez: principais causas e o que fazer tuasaude.com/menstruacao-na-gravidez
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passage: . O que fazer: É recomendado ir ao médico para que seja feito um exame de urina para confirmar a infecção urinária e iniciar o tratamento com antibióticos, repouso e ingestão de líquidos. Gravidez ectópica A gravidez ectópica acontece devido ao crescimento do feto fora do útero, sendo mais comum nas trompas e, por isso, pode surgir até às 10 semanas de gestação. A gravidez ectópica normalmente é acompanhada de outros sintomas, como dor abdominal intensa em apenas um lado da barriga e que piora com o movimento, sangramento vaginal, dor durante o contato íntimo, tonturas, náuseas ou vômitos. O que fazer: Em caso de suspeita de gravidez ectópica deve-se ir imediatamente ao pronto-socorro para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado, que geralmente é feito a partir de uma cirurgia para retirada do embrião. Entenda mais sobre como deve ser feito o tratamento para gravidez ectópica. Aborto espontâneo O aborto é uma situação de emergência e que acontece com mais frequência antes das 20 semanas e pode ser percebido por meio da dor abdominal no pé da barriga, sangramento vaginal ou perda de líquidos pela vagina, saída de coágulos ou tecidos, e dor de cabeça. Veja lista completa dos sintomas de aborto
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Após o tratamento cirúrgico de gravidez ectópica, é possível que haja persistência de te-cido trofoblástico. O risco de doença trofoblás-tica persistente é menor com salpingectomia do que com salpingostomia e será discutido em mais detalhes na Seção 42-5 (p. 1.131).
■ Preparo da pacienteRotineiramente solicitam-se hemograma completo, dosagem de β -hCG e tipo san-guíneo com fator Rh. Se a salpingectomia for realizada em paciente com gravidez ectó-pica, é possível que haja sangramento subs-tancial. Assim, a paciente deve ter seu tipo sanguíneo determinado com prova cruzada para concentrados de hemácias e outros he-moderivados conforme a indicação. A salpin-gectomia está associada a baixas taxas de in-fecção. Consequentemente, em geral não se administra antibioticoterapia pré-operatória. Para aquelas que estejam sendo submetidas a salpingectomia laparoscópica para gravidez ectópica, normalmente indica-se profilaxia para tromboembolismo venoso (TEV) em razão do estado de hipercoagulabilidade as-sociado à gravidez (Tabelas 39-8 e 39-9, p. 960). Para profilaxia de TEV nas pacientes com sangramento ativo, dá-se preferência aos dispositivos pneumáticos de compressão intermitente.
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passage: . No entanto, o sangramento de escape, também chamado de sangramento spotting, pode ser sinal de gravidez ectópica ou mola hidatiforme, sendo importante a grávida ir ao hospital imediatamente. Saiba identificar todos os sintomas de gravidez ectópica. Além disso, a grávida também deve ir ao hospital se o sangramento de escape ocorrer entre as semanas 37 e 40, pois pode ser sinal de parto prematuro. 2. Corrimento vaginal O corrimento vaginal na gravidez é bastante normal, especialmente quando é claro ou esbranquiçado. No entanto, quando o corrimento vaginal apresenta cor cinza, amarelo ou verde, e tiver acompanhado de sintomas como mau cheiro, coceira, dor ou ardor ao urinar, pode ser sinal de infecções, como clamídia, vaginose ou gonorreia, por exemplo. Nesses casos, a grávida deve ir ao hospital ou consultar o obstetra que faz o acompanhamento pré-natal para identificar a causa o corrimento anormal e indicar o tratamento mais adequado. Se deseja o acompanhamento de um obstetra, agende uma consulta na região mais próxima: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 3
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passage: . Já a salpingectomia é feita retirando-se parcialmente ou totalmente a trompa de Falópio, sendo indicada em casos de lesão tubária irreparável, na recorrência de gravidez ectópica na mesma tuba e quando os níveis de beta-hCG estão elevados. Possíveis complicações A principal complicação da gravidez ectópica é a hemorragia, o que pode colocar a vida da mulher em risco, o que normalmente está relacionado com o rompimento de vasos sanguíneos. Leia também: Hemorragia: o que é, sintomas, principais tipos (e o que fazer) tuasaude.com/tipos-de-hemorragia
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passage: PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoOs riscos relacionados com salpingostomia são semelhantes àqueles descritos para sal-pingectomia laparoscópica (Seção 42-4, p. 1.097). É importante ressaltar que com a salpingostomia a paciente deve ser informa-da sobre a possibilidade de salpingectomia caso a tuba tenha dano irreparável ou com sangramento incontrolável. Além disso, as taxas de doença trofoblástica persistente são maiores com a salpingostomia em compara-ção com a retirada de todo o segmento afe-tado da tuba.
SangramentoEm razão da grande vascularização do tecido placentário, a ruptura dos seus vasos duran-te a retirada da gravidez ectópica pode levar a hemorragia intensa. A capacidade de con-tração da camada muscular tubária é mínima e, assim, o sangramento que ocorre durante a salpingostomia deve ser controlado externa-mente, por exemplo, com coagulação eletroci-rúrgica. Há diversos dispositivos apropriados a esse fim e o microdispositivo bipolar é eficaz para obter hemostasia com transmissão míni-ma de calor. Algumas vezes, o sangramento pode ser extensivo e persistente, tornando ine-vitável a salpingectomia parcial ou total.
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passage: . Após fazer uma cirurgia para retirar uma parte da tireoide, também podem surgir alterações na menstruação. Logo depois da cirurgia, ainda no hospital, pode ocorrer um sangramento forte mesmo que a mulher esteja tomando a pílula de uso contínuo normalmente. Esse sangramento pode durar 2 ou 3 dias, e depois de 2 a 3 semanas pode haver uma nova menstruação, que pode chegar de surpresa, e isso indica que a metade da tireoide que permaneceu ainda está se adaptando à nova realidade, e ainda precisa de se ajustar em relação à quantidade de hormônios que precisa produzir. Quando ir ao médico Deve-se marcar uma consulta com um ginecologista, se a mulher apresentar as seguintes alterações: Tiver mais de 12 anos e ainda não tiver menstruado; Ficar mais de 90 dias sem menstruação, e se não estiver tomando a pílula de uso contínuo, nem estiver grávida; Sofrer um aumento das cólicas menstruais, que impedem de trabalhar ou estudar; Surgir sangramento por mais de 2 dias, totalmente fora do período menstrual; A menstruação ficar mais abundante que o habitual; A menstruação durar mais de 8 dias. O médico poderá solicitar exames TSH, T3 e T4, para avaliar os hormônios tireoidianos, de forma a poder verificar se há necessidade de tomar medicamentos para regular a tireoide, porque assim a menstruação ficará normalizada
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passage: ■ Preparo da pacienteSe realizada por gravidez ectópica, ambos os procedimentos podem estar associados a san-gramento substancial. Deve-se solicitar he-mograma e dosagem de b -hCG na linha de base. O sangue da paciente deve ser tipado e submetido à prova cruzada para no mínimo duas unidades de concentrado de hemácias e outros hemoderivados de acordo com a necessidade. Ambos os procedimentos estão associados a taxas baixas de infecção. Conse-quentemente, em geral não há necessidade de antibioticoterapia pré-operatória.
INTRAOPERATÓRIOPASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. Na maioria dos casos de gravidez ectópica tratados com laparotomia, a cirurgia é um procedimento a ser realizado em regime hos-pitalar com anestesia geral. A paciente é colo-cada em posição supina, instala-se cateter de Foley e o abdome é preparado para a cirurgia.
Acesso ao abdome. A salpingectomia por laparotomia em geral é realizada com inci-são de Pfannenstiel (Seção 41-2, p. 1.022).
Salpingectomia. Uma vez obtido acesso aos órgãos pélvicos, os anexos são rebatidos. Aplica-se uma pinça de Babcock ao redor da tuba uterina para afastá-la do útero e do ovário. Assim, a mesossalpinge é estendida (Fig. 41-8.1).
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passage: . 8. Gravidez A presença de um pequeno sangramento rosa, marrom ou vermelho escuro é considerado normal nas primeiras semanas de gravidez, sendo normalmente indicativo de que o embrião foi implantado na parede do útero. No entanto, quando a "menstruação" preta ou escura acontece nas fases finais da gravidez ou é acompanhada por outros sintomas como dor abdominal, do no ombro, tontura ou cansaço excessivo, pode ser indicativo de gravidez ectópica ou aborto. O que fazer: caso a menstruação escura acontece mais para o fim da gestação, é importante que o médico seja consultado imediatamente para que sejam feitos exames que permitam avaliar o desenvolvimento da gravidez e possa ser identificada a causa dos sintomas. Leia também: Menstruação na gravidez: principais causas e o que fazer tuasaude.com/menstruacao-na-gravidez
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passage: . O que fazer: É recomendado ir ao médico para que seja feito um exame de urina para confirmar a infecção urinária e iniciar o tratamento com antibióticos, repouso e ingestão de líquidos. Gravidez ectópica A gravidez ectópica acontece devido ao crescimento do feto fora do útero, sendo mais comum nas trompas e, por isso, pode surgir até às 10 semanas de gestação. A gravidez ectópica normalmente é acompanhada de outros sintomas, como dor abdominal intensa em apenas um lado da barriga e que piora com o movimento, sangramento vaginal, dor durante o contato íntimo, tonturas, náuseas ou vômitos. O que fazer: Em caso de suspeita de gravidez ectópica deve-se ir imediatamente ao pronto-socorro para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado, que geralmente é feito a partir de uma cirurgia para retirada do embrião. Entenda mais sobre como deve ser feito o tratamento para gravidez ectópica. Aborto espontâneo O aborto é uma situação de emergência e que acontece com mais frequência antes das 20 semanas e pode ser percebido por meio da dor abdominal no pé da barriga, sangramento vaginal ou perda de líquidos pela vagina, saída de coágulos ou tecidos, e dor de cabeça. Veja lista completa dos sintomas de aborto
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Toda mulher com atividade sexual está sujeita a esta ocorrên-cia, mas existem fatores predisponentes para este evento.
Fatores predisponentes para ocorrência de gravidez ectópicaUso de dispositivo intrauterino (DIU).
Historia de cirurgia pélvica anterior.
História de doença inflamatória pélvica.
Tratamento de infertilidade: indução de ovulação, fertilização in vitro (FIV).
Capítulo 7Conduta na gravidez eCtópiCa119DiagnósticoO melhor momento para seu diagnóstico é quando feito antes de sua ruptura, ou seja, na fase inicial, ainda íntegra. Para que isto seja possível, dois parâmetros devem ser avaliados em todo caso suspeito: em pacientes do grupo de risco e naquelas que apresen-tem sangramento do início da gestação. São eles: os níveis séricos maternos da gonadotrofina coriônica (β-HCG) e a visualização do embrião dentro da cavidade uterina, ao exame de ultrassom.
Rastreamento para o diagnóstico precoce da gravidez ectópicaExame Achados indicativos de gravidez ectópicaDosagens hormonaisA observação do crescimento do valor da gonadotrofi-na coriônica (β-HCG) sérica com taxa de aumento infe-rior a 65% do valor inicial após 48 horas de intervalo. Dosagem de progesterona sérica menor que 15 ng/ml.
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Olá! Bom dia. Entendo sua preocupação após a cirurgia de gravidez ectópica. É importante conversarmos sobre esse sangramento que você está apresentando em casa, para te tranquilizar e garantir que tudo esteja correndo bem.
Primeiramente, é preciso entender que, após uma cirurgia como a salpingectomia (retirada da trompa), é relativamente comum ocorrer algum sangramento. A cirurgia em si causa um trauma nos tecidos e vasos sanguíneos da região, e o corpo precisa de tempo para se recuperar.
Embora você não tenha tido sangramento no hospital, o início do sangramento em casa pode ser devido a alguns fatores: o aumento gradual da sua atividade física, o próprio processo de cicatrização interna ou até mesmo pequenas alterações hormonais.
No entanto, sangramentos após a cirurgia de gravidez ectópica podem, em raros casos, indicar a persistência de tecido trofoblástico, que é o tecido que formava a gravidez. Em geral, isso é mais comum após a salpingostomia (abertura da trompa) do que após a salpingectomia (retirada da trompa), mas é importante monitorar.
Além disso, é importante descartar outras causas como infecção ou sangramento não relacionado à cirurgia.
**O que você deve fazer agora:**
1. **Entre em contato com seu médico:** O mais importante é entrar em contato com o médico que realizou a cirurgia o mais rápido possível. Ele é a pessoa mais indicada para avaliar seu caso em particular, saber os detalhes da cirurgia e orientar sobre os próximos passos.
2. **Descreva o sangramento:** Ao entrar em contato com o médico, seja o mais detalhada possível sobre o sangramento:
* Qual a quantidade (pequena, moderada, grande)?
* Qual a cor (vermelho vivo, escuro, amarronzado)?
* Está acompanhado de cólicas, febre, tontura ou outros sintomas?
3. **Repouso:** Enquanto aguarda o contato com o médico, procure repousar ao máximo e evitar atividades físicas intensas.
O seu médico provavelmente irá solicitar um exame de Beta-hCG para verificar se os níveis estão diminuindo como esperado. Em alguns casos, um ultrassom também pode ser necessário.
Lembre-se, estou aqui para te ajudar com informações, mas não posso substituir a avaliação e orientação do seu médico. Ele é quem poderá te dar o diagnóstico e tratamento corretos.
Espero que tudo se resolva bem e que você se recupere logo!
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Tenho um macroadenoma de hipófise e faço tratamento com cabergolina há mais de um ano. Quero muito engravidar. Qual é mais arriscado: uma cirurgia ou uma gestação? Será possível ter uma gestação sem complicações?
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Olá, sempre siga as orientações do seu médico. Agende sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. Sua avaliação clínica, através da história médica, suas queixas e exame físico, é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. Qual é a causa da hiperprolactinemia? O uso de medicamentos, amamentação, microadenoma hipofisário ou macroadenoma? A hiperprolactinemia pode provocar alterações menstruais, descarga papilar nas mamas, infertilidade, osteoporose e redução da libido devido ao hipoestrogenismo. Esses sinais e sintomas dependem da causa da hiperprolactinemia. Como está o seu macroadenoma hipofisário após anos de tratamento? A gravidez pode fazer o seu macroadenoma crescer, e existem riscos de compressão de estruturas adjacentes, como o quiasma óptico, além do risco de apoplexia hipofisária com o crescimento induzido pelos hormônios da gravidez. O tratamento da hiperprolactinemia pode ser mantido durante a gravidez. Em alguns casos de macroadenoma, a cirurgia pode ser indicada antes da liberação para a gravidez, a fim de evitar riscos gestacionais. Se você está tentando engravidar, use ácido fólico, faça seus exames periódicos e de rotina antes de engravidar, e não engravide sem uma orientação médica adequada. Qual é a sua idade? Acima dos 35 anos, ocorre uma redução da fertilidade e uma maior dificuldade para engravidar, além do aumento do risco de malformações e abortos. Seu caso precisa ser reavaliado. Converse com o seu médico, esclareça suas dúvidas e agende sua consulta.
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Frequentemente, esses tumores levam a um quadro de infertilidade tanto pela disfunção hormonal, como peloefeito de massa que pode provocar a compressão da haste (Figura 44.1), pela hiperprolactinemia e anovulação, epela destruição dos gonadotrofos. Apesar disso, tem-se verificado nos últimos anos um aumento significativo donúmero de gestações em mulheres com adenoma hipofisário, resultado do desenvolvimento de medicamentos ede cirurgias eficazes para o tratamento desses adenomas, além das técnicas modernas de fertilização.
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Frequentemente, esses tumores levam a um quadro de infertilidade tanto pela disfunção hormonal, como peloefeito de massa que pode provocar a compressão da haste (Figura 44.1), pela hiperprolactinemia e anovulação, epela destruição dos gonadotrofos. Apesar disso, tem-se verificado nos últimos anos um aumento significativo donúmero de gestações em mulheres com adenoma hipofisário, resultado do desenvolvimento de medicamentos ede cirurgias eficazes para o tratamento desses adenomas, além das técnicas modernas de fertilização.
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passage: ••Figura 44.1 Adenomas de hipófise. Ressonâncias magnéticas e suas respectivas interpretações.
Recomendações atuais para o acompanhamento de gestantes com prolactinoma:Mulheres em uso de agonistas dopaminérgicos devem suspender a medicação após a descoberta dagravidez. Em pacientes com macroadenoma em uso de agonistas dopaminérgicos, e que não tenham sidosubmetidas a cirurgia ou radioterapia previamente, é prudente manter a terapia dopaminérgica, especialmentese o tumor é invasivo ou comprime o quiasma ópticoNão deve ser dosada a prolactina sérica durante a gestaçãoNão realizar RM de sela de rotina em pacientes com microadenoma ou macroadenoma sem expansãoextrasselar, somente no caso de ocorrerem sintomas compressivos, uma vez que tais tumores não levam acrescimento sintomático na gestação. Caso necessário, realizar campimetria visual seguida por RM de selasem gadolínioPara as pacientes que experimentam crescimento sintomático do prolactinoma recomenda-se a bromocriptina,pois existe um maior número de estudos na literatura sobre o uso da medicação na gestação. Para aspacientes que não toleram a bromocriptina, pode ser tentada a cabergolina.
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Frequentemente, esses tumores levam a um quadro de infertilidade tanto pela disfunção hormonal, como peloefeito de massa que pode provocar a compressão da haste (Figura 44.1), pela hiperprolactinemia e anovulação, epela destruição dos gonadotrofos. Apesar disso, tem-se verificado nos últimos anos um aumento significativo donúmero de gestações em mulheres com adenoma hipofisário, resultado do desenvolvimento de medicamentos ede cirurgias eficazes para o tratamento desses adenomas, além das técnicas modernas de fertilização.
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passage: ••Figura 44.1 Adenomas de hipófise. Ressonâncias magnéticas e suas respectivas interpretações.
Recomendações atuais para o acompanhamento de gestantes com prolactinoma:Mulheres em uso de agonistas dopaminérgicos devem suspender a medicação após a descoberta dagravidez. Em pacientes com macroadenoma em uso de agonistas dopaminérgicos, e que não tenham sidosubmetidas a cirurgia ou radioterapia previamente, é prudente manter a terapia dopaminérgica, especialmentese o tumor é invasivo ou comprime o quiasma ópticoNão deve ser dosada a prolactina sérica durante a gestaçãoNão realizar RM de sela de rotina em pacientes com microadenoma ou macroadenoma sem expansãoextrasselar, somente no caso de ocorrerem sintomas compressivos, uma vez que tais tumores não levam acrescimento sintomático na gestação. Caso necessário, realizar campimetria visual seguida por RM de selasem gadolínioPara as pacientes que experimentam crescimento sintomático do prolactinoma recomenda-se a bromocriptina,pois existe um maior número de estudos na literatura sobre o uso da medicação na gestação. Para aspacientes que não toleram a bromocriptina, pode ser tentada a cabergolina.
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passage: Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015).
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Frequentemente, esses tumores levam a um quadro de infertilidade tanto pela disfunção hormonal, como peloefeito de massa que pode provocar a compressão da haste (Figura 44.1), pela hiperprolactinemia e anovulação, epela destruição dos gonadotrofos. Apesar disso, tem-se verificado nos últimos anos um aumento significativo donúmero de gestações em mulheres com adenoma hipofisário, resultado do desenvolvimento de medicamentos ede cirurgias eficazes para o tratamento desses adenomas, além das técnicas modernas de fertilização.
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passage: ••Figura 44.1 Adenomas de hipófise. Ressonâncias magnéticas e suas respectivas interpretações.
Recomendações atuais para o acompanhamento de gestantes com prolactinoma:Mulheres em uso de agonistas dopaminérgicos devem suspender a medicação após a descoberta dagravidez. Em pacientes com macroadenoma em uso de agonistas dopaminérgicos, e que não tenham sidosubmetidas a cirurgia ou radioterapia previamente, é prudente manter a terapia dopaminérgica, especialmentese o tumor é invasivo ou comprime o quiasma ópticoNão deve ser dosada a prolactina sérica durante a gestaçãoNão realizar RM de sela de rotina em pacientes com microadenoma ou macroadenoma sem expansãoextrasselar, somente no caso de ocorrerem sintomas compressivos, uma vez que tais tumores não levam acrescimento sintomático na gestação. Caso necessário, realizar campimetria visual seguida por RM de selasem gadolínioPara as pacientes que experimentam crescimento sintomático do prolactinoma recomenda-se a bromocriptina,pois existe um maior número de estudos na literatura sobre o uso da medicação na gestação. Para aspacientes que não toleram a bromocriptina, pode ser tentada a cabergolina.
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passage: Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015).
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passage: O tratamento cirúrgico é seguro, não aumentando o risco de perda fetal e de anomalias, exceto nos casoscom peritonite (Cohen-Kerem et al., 2005). O monitoramento materno-fetal adequado para prevenção de hipoxia,hipotensão, hipoglicemia e trombose deve ser realizado. A via laparoscópica é segura na gestação e, quandopossível, deve ser realizada no 2o trimestre (Amant et al., 2010). A analgesia no pós-operatório é importante paraevitar o desencadeamento de contrações e trabalho de parto pré-termo (Amant et al., 2008).
A radioterapia pode ser segura na gestação quando realizada após o 2o trimestre e em locais com distânciasegura do abdome, como a parte superior do corpo e membros. A radiação do abdome e da pelve écontraindicada na gestação. A sensibilidade do sistema nervoso central do feto aos efeitos da radioterapia pareceser menor após a 25a semana de gestação (Amant et al., 2008; 2009; 2014).
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Frequentemente, esses tumores levam a um quadro de infertilidade tanto pela disfunção hormonal, como peloefeito de massa que pode provocar a compressão da haste (Figura 44.1), pela hiperprolactinemia e anovulação, epela destruição dos gonadotrofos. Apesar disso, tem-se verificado nos últimos anos um aumento significativo donúmero de gestações em mulheres com adenoma hipofisário, resultado do desenvolvimento de medicamentos ede cirurgias eficazes para o tratamento desses adenomas, além das técnicas modernas de fertilização.
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passage: ••Figura 44.1 Adenomas de hipófise. Ressonâncias magnéticas e suas respectivas interpretações.
Recomendações atuais para o acompanhamento de gestantes com prolactinoma:Mulheres em uso de agonistas dopaminérgicos devem suspender a medicação após a descoberta dagravidez. Em pacientes com macroadenoma em uso de agonistas dopaminérgicos, e que não tenham sidosubmetidas a cirurgia ou radioterapia previamente, é prudente manter a terapia dopaminérgica, especialmentese o tumor é invasivo ou comprime o quiasma ópticoNão deve ser dosada a prolactina sérica durante a gestaçãoNão realizar RM de sela de rotina em pacientes com microadenoma ou macroadenoma sem expansãoextrasselar, somente no caso de ocorrerem sintomas compressivos, uma vez que tais tumores não levam acrescimento sintomático na gestação. Caso necessário, realizar campimetria visual seguida por RM de selasem gadolínioPara as pacientes que experimentam crescimento sintomático do prolactinoma recomenda-se a bromocriptina,pois existe um maior número de estudos na literatura sobre o uso da medicação na gestação. Para aspacientes que não toleram a bromocriptina, pode ser tentada a cabergolina.
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passage: Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015).
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passage: O tratamento cirúrgico é seguro, não aumentando o risco de perda fetal e de anomalias, exceto nos casoscom peritonite (Cohen-Kerem et al., 2005). O monitoramento materno-fetal adequado para prevenção de hipoxia,hipotensão, hipoglicemia e trombose deve ser realizado. A via laparoscópica é segura na gestação e, quandopossível, deve ser realizada no 2o trimestre (Amant et al., 2010). A analgesia no pós-operatório é importante paraevitar o desencadeamento de contrações e trabalho de parto pré-termo (Amant et al., 2008).
A radioterapia pode ser segura na gestação quando realizada após o 2o trimestre e em locais com distânciasegura do abdome, como a parte superior do corpo e membros. A radiação do abdome e da pelve écontraindicada na gestação. A sensibilidade do sistema nervoso central do feto aos efeitos da radioterapia pareceser menor após a 25a semana de gestação (Amant et al., 2008; 2009; 2014).
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Frequentemente, esses tumores levam a um quadro de infertilidade tanto pela disfunção hormonal, como peloefeito de massa que pode provocar a compressão da haste (Figura 44.1), pela hiperprolactinemia e anovulação, epela destruição dos gonadotrofos. Apesar disso, tem-se verificado nos últimos anos um aumento significativo donúmero de gestações em mulheres com adenoma hipofisário, resultado do desenvolvimento de medicamentos ede cirurgias eficazes para o tratamento desses adenomas, além das técnicas modernas de fertilização.
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passage: ••Figura 44.1 Adenomas de hipófise. Ressonâncias magnéticas e suas respectivas interpretações.
Recomendações atuais para o acompanhamento de gestantes com prolactinoma:Mulheres em uso de agonistas dopaminérgicos devem suspender a medicação após a descoberta dagravidez. Em pacientes com macroadenoma em uso de agonistas dopaminérgicos, e que não tenham sidosubmetidas a cirurgia ou radioterapia previamente, é prudente manter a terapia dopaminérgica, especialmentese o tumor é invasivo ou comprime o quiasma ópticoNão deve ser dosada a prolactina sérica durante a gestaçãoNão realizar RM de sela de rotina em pacientes com microadenoma ou macroadenoma sem expansãoextrasselar, somente no caso de ocorrerem sintomas compressivos, uma vez que tais tumores não levam acrescimento sintomático na gestação. Caso necessário, realizar campimetria visual seguida por RM de selasem gadolínioPara as pacientes que experimentam crescimento sintomático do prolactinoma recomenda-se a bromocriptina,pois existe um maior número de estudos na literatura sobre o uso da medicação na gestação. Para aspacientes que não toleram a bromocriptina, pode ser tentada a cabergolina.
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passage: Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015).
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passage: O tratamento cirúrgico é seguro, não aumentando o risco de perda fetal e de anomalias, exceto nos casoscom peritonite (Cohen-Kerem et al., 2005). O monitoramento materno-fetal adequado para prevenção de hipoxia,hipotensão, hipoglicemia e trombose deve ser realizado. A via laparoscópica é segura na gestação e, quandopossível, deve ser realizada no 2o trimestre (Amant et al., 2010). A analgesia no pós-operatório é importante paraevitar o desencadeamento de contrações e trabalho de parto pré-termo (Amant et al., 2008).
A radioterapia pode ser segura na gestação quando realizada após o 2o trimestre e em locais com distânciasegura do abdome, como a parte superior do corpo e membros. A radiação do abdome e da pelve écontraindicada na gestação. A sensibilidade do sistema nervoso central do feto aos efeitos da radioterapia pareceser menor após a 25a semana de gestação (Amant et al., 2008; 2009; 2014).
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: • Estadio 1a2 a 1b1 e tumor < 2cmA traquelectomia radical com linfadenectomia, tratamento padrão nestes casos, não é realizada na gestação. Considera-se a linfadenectomia laparoscópica e a conização com obtenção de mar-gens livres para lesões invasivas pequenas, menores do que 2 cm, evitando-se, assim, as complicações e as morbidades provocadas por cirurgias mais radicais.
• Estadio 1b1 e tumor ≥ 2cm e com envolvimento linfonodalO tratamento convencional é a histerectomia radical, porém isso inviabiliza a progressão da gravidez, com morte do concepto. Nestes casos, optando-se por prosseguimento da gestação, reco -menda-se linfadenectomia laparoscópica. Em caso de linfonodos negativos, programa-se histerectomia radical no momento do par-to. Com linfonodos positivos, indica-se QT neoadjuvante e radio -quimioterapia (QRT) após o parto.
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Frequentemente, esses tumores levam a um quadro de infertilidade tanto pela disfunção hormonal, como peloefeito de massa que pode provocar a compressão da haste (Figura 44.1), pela hiperprolactinemia e anovulação, epela destruição dos gonadotrofos. Apesar disso, tem-se verificado nos últimos anos um aumento significativo donúmero de gestações em mulheres com adenoma hipofisário, resultado do desenvolvimento de medicamentos ede cirurgias eficazes para o tratamento desses adenomas, além das técnicas modernas de fertilização.
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passage: ••Figura 44.1 Adenomas de hipófise. Ressonâncias magnéticas e suas respectivas interpretações.
Recomendações atuais para o acompanhamento de gestantes com prolactinoma:Mulheres em uso de agonistas dopaminérgicos devem suspender a medicação após a descoberta dagravidez. Em pacientes com macroadenoma em uso de agonistas dopaminérgicos, e que não tenham sidosubmetidas a cirurgia ou radioterapia previamente, é prudente manter a terapia dopaminérgica, especialmentese o tumor é invasivo ou comprime o quiasma ópticoNão deve ser dosada a prolactina sérica durante a gestaçãoNão realizar RM de sela de rotina em pacientes com microadenoma ou macroadenoma sem expansãoextrasselar, somente no caso de ocorrerem sintomas compressivos, uma vez que tais tumores não levam acrescimento sintomático na gestação. Caso necessário, realizar campimetria visual seguida por RM de selasem gadolínioPara as pacientes que experimentam crescimento sintomático do prolactinoma recomenda-se a bromocriptina,pois existe um maior número de estudos na literatura sobre o uso da medicação na gestação. Para aspacientes que não toleram a bromocriptina, pode ser tentada a cabergolina.
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passage: Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015).
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passage: O tratamento cirúrgico é seguro, não aumentando o risco de perda fetal e de anomalias, exceto nos casoscom peritonite (Cohen-Kerem et al., 2005). O monitoramento materno-fetal adequado para prevenção de hipoxia,hipotensão, hipoglicemia e trombose deve ser realizado. A via laparoscópica é segura na gestação e, quandopossível, deve ser realizada no 2o trimestre (Amant et al., 2010). A analgesia no pós-operatório é importante paraevitar o desencadeamento de contrações e trabalho de parto pré-termo (Amant et al., 2008).
A radioterapia pode ser segura na gestação quando realizada após o 2o trimestre e em locais com distânciasegura do abdome, como a parte superior do corpo e membros. A radiação do abdome e da pelve écontraindicada na gestação. A sensibilidade do sistema nervoso central do feto aos efeitos da radioterapia pareceser menor após a 25a semana de gestação (Amant et al., 2008; 2009; 2014).
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: • Estadio 1a2 a 1b1 e tumor < 2cmA traquelectomia radical com linfadenectomia, tratamento padrão nestes casos, não é realizada na gestação. Considera-se a linfadenectomia laparoscópica e a conização com obtenção de mar-gens livres para lesões invasivas pequenas, menores do que 2 cm, evitando-se, assim, as complicações e as morbidades provocadas por cirurgias mais radicais.
• Estadio 1b1 e tumor ≥ 2cm e com envolvimento linfonodalO tratamento convencional é a histerectomia radical, porém isso inviabiliza a progressão da gravidez, com morte do concepto. Nestes casos, optando-se por prosseguimento da gestação, reco -menda-se linfadenectomia laparoscópica. Em caso de linfonodos negativos, programa-se histerectomia radical no momento do par-to. Com linfonodos positivos, indica-se QT neoadjuvante e radio -quimioterapia (QRT) após o parto.
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passage: Xiao et al.
(2014) relatam tratamento efetivo não invasivo com o ultrassom focado de alta-intensidade (HIFU).
O tempo médio de normalização do β-hCG foi de 5 semanas e o da completa eliminação do ovo de 7 semanas.
As opções terapêuticas dependem também do quadro clínico. A laparotomia com histerotomia ouhisterectomia está indicada nas pacientes com hemorragia ativa. Alternativa endoscópica, laparoscópica ouhisteroscópica, pode ser utilizada na paciente estável.
Gravidez abdominalComo a sobrevida fetal é a exceção, muitos desaconselham a conduta expectante hospitalar para aguardar aviabilidade do feto. Além disso, o risco de hemorragia que ameace a vida da paciente é elevado.
O ideal é o diagnóstico antenatal da gravidez abdominal, com localização precisa da placenta pela ressonânciamagnética (RM), e cuidados pré-operatórios de valia, como inserção de cateteres ureterais, preparação dointestino, reserva de sangue para transfusão e equipe multiprofissional.
Em contrapartida, se o diagnóstico tiver sido feito por ocasião da cesárea, muitos aconselham que o conceptoseja extraído, que o abdome com a placenta deixada no lugar, se não houver hemorragia, seja fechado e que apaciente seja transferida para centro terciário.
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passage: Idealmente, as mulheres com acromegalia decorrente de adenoma hipofisário devem ser submetidas àretirada cirúrgica do tumor antes de engravidarem. A possibilidade de aumento tumoral, apoplexia ou hemorragiahipofisária deve ser investigada nas gestantes ou nas lactantes com macroadenoma que se queixam dealterações visuais ou apresentam hipoglicemia e choque. Na maior parte da literatura não há relato de mudançasno tamanho tumoral. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre deforma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina. Ainda é motivo de controvérsia a manutenção do tratamento medicamentoso parasuprimir a produção de GH durante a gestação. A bromocriptina é um agente na maioria das vezes pouco eficaz.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: Frequentemente, esses tumores levam a um quadro de infertilidade tanto pela disfunção hormonal, como peloefeito de massa que pode provocar a compressão da haste (Figura 44.1), pela hiperprolactinemia e anovulação, epela destruição dos gonadotrofos. Apesar disso, tem-se verificado nos últimos anos um aumento significativo donúmero de gestações em mulheres com adenoma hipofisário, resultado do desenvolvimento de medicamentos ede cirurgias eficazes para o tratamento desses adenomas, além das técnicas modernas de fertilização.
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passage: ••Figura 44.1 Adenomas de hipófise. Ressonâncias magnéticas e suas respectivas interpretações.
Recomendações atuais para o acompanhamento de gestantes com prolactinoma:Mulheres em uso de agonistas dopaminérgicos devem suspender a medicação após a descoberta dagravidez. Em pacientes com macroadenoma em uso de agonistas dopaminérgicos, e que não tenham sidosubmetidas a cirurgia ou radioterapia previamente, é prudente manter a terapia dopaminérgica, especialmentese o tumor é invasivo ou comprime o quiasma ópticoNão deve ser dosada a prolactina sérica durante a gestaçãoNão realizar RM de sela de rotina em pacientes com microadenoma ou macroadenoma sem expansãoextrasselar, somente no caso de ocorrerem sintomas compressivos, uma vez que tais tumores não levam acrescimento sintomático na gestação. Caso necessário, realizar campimetria visual seguida por RM de selasem gadolínioPara as pacientes que experimentam crescimento sintomático do prolactinoma recomenda-se a bromocriptina,pois existe um maior número de estudos na literatura sobre o uso da medicação na gestação. Para aspacientes que não toleram a bromocriptina, pode ser tentada a cabergolina.
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passage: Gestantes submetidas previamente a cirurgias para incontinência urinária, incontinência fecal e prolapsos genitaisgeralmente recebem indicação de conclusão da gestação por via alta, muito mais com vistas a conservar asmodificações anatômicas obtidas com as cirurgias (evitando-se, para isso, a passagem do concepto pelo tratoOutras patologiasA endometriose é uma doença comum, benigna, crônica, dependente de estrogênio, que pode ser associada asintomas significativos, como dor pélvica, dismenorreia grave, dispareunia e infertilidade, ou pode serassintomática. Os sintomas frequentemente desaparecem ou melhoram durante a gravidez, provavelmente devidoà decidualização dos focos. No entanto, complicações raras associadas à endometriose têm sido descritas emrelatos de caso, incluindo perfuração intestinal, ruptura espontânea de vaso sanguíneo com hemoperitônio eapendicite aguda. Estudos epidemiológicos, por sua vez, não têm demonstrado associação entre endometriose ecomplicações obstétricas (exceto as relacionadas com massa anexial). Os efeitos por longo prazo da gravidezsobre a endometriose não são claros, mas a maioria das publicações relata redução parcial ou completa dadoença (Shenken, 2015).
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passage: O tratamento cirúrgico é seguro, não aumentando o risco de perda fetal e de anomalias, exceto nos casoscom peritonite (Cohen-Kerem et al., 2005). O monitoramento materno-fetal adequado para prevenção de hipoxia,hipotensão, hipoglicemia e trombose deve ser realizado. A via laparoscópica é segura na gestação e, quandopossível, deve ser realizada no 2o trimestre (Amant et al., 2010). A analgesia no pós-operatório é importante paraevitar o desencadeamento de contrações e trabalho de parto pré-termo (Amant et al., 2008).
A radioterapia pode ser segura na gestação quando realizada após o 2o trimestre e em locais com distânciasegura do abdome, como a parte superior do corpo e membros. A radiação do abdome e da pelve écontraindicada na gestação. A sensibilidade do sistema nervoso central do feto aos efeitos da radioterapia pareceser menor após a 25a semana de gestação (Amant et al., 2008; 2009; 2014).
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passage: A maioria das mulheres tratadas com cirurgia com fins de preservação da fertilidade, com ou sem quimioterapia, voltará a menstruar normalmente e poderá conceber e dar à luz (Ger-shenson, 2007b; Zanetta, 2001). Além disso, em nenhum dos trabalhos publicados se observou aumento na taxa de defeitos congênitos ou de abortamento espontâneo em mulheres tra-tadas com quimioterapia (Brewer, 1999; Low, 2000; Tangir, 2003; Zanetta, 2001).
■ Manejo durante a gravidezDetectam-se massas anexiais persistentes em 1 a 2% de todas as gestações. Essas neoplasias geralmente são observadas du-rante exame ultrassonográfico obstétrico de rotina, mas even-tualmente o aumento significativo no nível sérico materno de alfa-fetoproteína é o sinal de manifestação de um tumor malig-no de células germinativas (Horbelt, 1994; Montz, 1989). T e-ratomas císticos maduros (cistos dermoides) representam um terço dos tumores retirados durante a gravidez. Em contrapar-tida, os disgerminomas representam 1 a 2% de tais neoplasias, mas ainda são a malignidade ovariana mais comum durante a gravidez. O desenvolvimento de outros tumores de células germinativas é raro (Shimizu, 2003).
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passage: • Estadio 1a2 a 1b1 e tumor < 2cmA traquelectomia radical com linfadenectomia, tratamento padrão nestes casos, não é realizada na gestação. Considera-se a linfadenectomia laparoscópica e a conização com obtenção de mar-gens livres para lesões invasivas pequenas, menores do que 2 cm, evitando-se, assim, as complicações e as morbidades provocadas por cirurgias mais radicais.
• Estadio 1b1 e tumor ≥ 2cm e com envolvimento linfonodalO tratamento convencional é a histerectomia radical, porém isso inviabiliza a progressão da gravidez, com morte do concepto. Nestes casos, optando-se por prosseguimento da gestação, reco -menda-se linfadenectomia laparoscópica. Em caso de linfonodos negativos, programa-se histerectomia radical no momento do par-to. Com linfonodos positivos, indica-se QT neoadjuvante e radio -quimioterapia (QRT) após o parto.
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passage: Xiao et al.
(2014) relatam tratamento efetivo não invasivo com o ultrassom focado de alta-intensidade (HIFU).
O tempo médio de normalização do β-hCG foi de 5 semanas e o da completa eliminação do ovo de 7 semanas.
As opções terapêuticas dependem também do quadro clínico. A laparotomia com histerotomia ouhisterectomia está indicada nas pacientes com hemorragia ativa. Alternativa endoscópica, laparoscópica ouhisteroscópica, pode ser utilizada na paciente estável.
Gravidez abdominalComo a sobrevida fetal é a exceção, muitos desaconselham a conduta expectante hospitalar para aguardar aviabilidade do feto. Além disso, o risco de hemorragia que ameace a vida da paciente é elevado.
O ideal é o diagnóstico antenatal da gravidez abdominal, com localização precisa da placenta pela ressonânciamagnética (RM), e cuidados pré-operatórios de valia, como inserção de cateteres ureterais, preparação dointestino, reserva de sangue para transfusão e equipe multiprofissional.
Em contrapartida, se o diagnóstico tiver sido feito por ocasião da cesárea, muitos aconselham que o conceptoseja extraído, que o abdome com a placenta deixada no lugar, se não houver hemorragia, seja fechado e que apaciente seja transferida para centro terciário.
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passage: Os índices de gestação e de nascimento são os marcadores de sucesso do procedimen-to, e variam de acordo com a espessura das aderências e o grau de obliteração da cavida-de. Por esse motivo, há diversos sistemas de classificação de aderências que são úteis para auxilar na predição de sucesso da adesiólise caso a caso (Al-Inany, 2001).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ Avaliação da pacienteEmbora ambas histeroscopia e ultrassonogra-fia com infusão salina (USIS) sejam capazes de identificar com precisão aderências, a HSG inicialmente é o procedimento preferencial, uma vez que permite a avaliação concomi-tante da permeabilidade tubária. No entanto, identificadas as aderências, recomenda-se his-teroscopia diagnóstica para avaliar a espessura e a densidade dessas bandas (Fayez, 1987). Além disso, recomenda-se avaliação comple-ta da fertilidade antes da cirurgia, incluindo análise do sêmen e avaliação de ovulação, para auxiliar na predição das chances de concepção após o procedimento.
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Olá! Entendo sua preocupação e o desejo de engravidar. É ótimo que você esteja se informando e buscando o melhor caminho para você e seu futuro bebê. Vamos conversar sobre o macroadenoma de hipófise e a gravidez, considerando o tratamento com cabergolina que você já faz.
Primeiramente, é importante entender que tanto a cirurgia quanto a gestação apresentam riscos, mas ambos podem ser minimizados com acompanhamento médico adequado. A decisão sobre qual caminho é "mais arriscado" depende de vários fatores, como o tamanho e a localização exata do seu macroadenoma, a resposta ao tratamento com cabergolina e sua saúde geral.
Em relação à cirurgia, o ideal seria realizar a remoção do tumor antes da gravidez. A cirurgia para retirar o adenoma pode levar à infertilidade tanto pela disfunção hormonal como pelo efeito de massa que pode provocar a compressão, pela hiperprolactinemia e anovulação, e pela destruição dos gonadotrofos. No entanto, tem-se verificado um aumento significativo do número de gestações em mulheres com adenoma hipofisário, resultado do desenvolvimento de medicamentos e de cirurgias eficazes para o tratamento desses adenomas, além das técnicas modernas de fertilização. É fundamental discutir detalhadamente com o neurocirurgião e o endocrinologista os riscos e benefícios da cirurgia no seu caso específico.
Quanto à gestação em si, mulheres com macroadenoma de hipófise precisam de acompanhamento especializado durante toda a gravidez. Em pacientes com macroadenoma em uso de agonistas dopaminérgicos, e que não tenham sidosubmetidas a cirurgia ou radioterapia previamente, é prudente manter a terapia dopaminérgica, especialmentese o tumor é invasivo ou comprime o quiasma óptico.
Durante a gravidez, há o risco de o tumor crescer e causar sintomas como alterações visuais, dores de cabeça intensas ou problemas hormonais. Embora, segundo a literatura, na maioria dos casos não há relato de mudanças no tamanho tumoral. Caso haja crescimento, o tratamento de escolha durante a gravidez é a bromocriptina, pois existem mais estudos sobre seu uso seguro nesse período. Se você não tolerar a bromocriptina, a cabergolina pode ser considerada. O desenvolvimento do feto na maioria dos casos de mulher com acromegalia ocorre de forma normal, embora existam relatos de restrição do crescimento uterino que pode estar associada com o usode análogos da somatostatina.
É importante ressaltar que não se deve dosar a prolactina sérica durante a gestação e nem realizar RM de sela de rotina em pacientes com microadenoma ou macroadenoma sem expansãoextrasselar, somente no caso de ocorrerem sintomas compressivos.
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7,019
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Qual é a diferença entre a cirurgia vaginal e a cesárea?
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Ambas as vias cirúrgicas são eficazes. A cirurgia vaginal tem a vantagem de deixar uma cicatriz menor, localizada internamente na vagina, e permite a correção de outros prolapsos, como os da bexiga e do intestino. No entanto, ela só pode ser realizada se o canal vaginal for amplo e o útero tiver um tamanho adequado. Por outro lado, a cirurgia por via abdominal possibilita um acesso maior à cavidade abdominal, não havendo limitações de tamanho. Contudo, essa abordagem não permite a correção de outros prolapsos e a recuperação tende a ser mais lenta. Para decidir qual é a melhor via, converse com seu médico, pois tudo depende da indicação e do tipo de cirurgia mais adequado ao seu caso.
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passage: Parto normal ou cesárea: diferenças e como escolher O parto pode ocorrer de duas formas, que são o parto normal, que é considerada a única forma natural para dar à luz em que o bebê nasce passando pelo canal vaginal, e o parto por cesárea, que consiste em uma cirurgia realizada no hospital em que o obstetra faz um corte na região abdominal para permitir o nascimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O parto normal tem um tempo de recuperação mais rápido, o risco de infecção da mãe é menor e o bebê também tem menos risco de apresentar problemas respiratórios. No entanto, a cesariana pode ser a melhor opção quando existe risco de complicações para a mulher ou o bebê, como diabetes gestacional, ou situações emergenciais, como ruptura uterina ou infecção da placenta, por exemplo. A escolha do tipo de parto deve sempre ser orientada pelo obstetra, levando em consideração o desejo da mulher, assim como o estado geral de saúde da mãe e do bebê, além dos riscos relacionados com cada tipo de procedimento. Diferenças entre parto normal e cesárea O parto normal e a cesárea variam entre si relativamente ao trabalho de parto e ao período pós-parto
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passage: Parto normal ou cesárea: diferenças e como escolher O parto pode ocorrer de duas formas, que são o parto normal, que é considerada a única forma natural para dar à luz em que o bebê nasce passando pelo canal vaginal, e o parto por cesárea, que consiste em uma cirurgia realizada no hospital em que o obstetra faz um corte na região abdominal para permitir o nascimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O parto normal tem um tempo de recuperação mais rápido, o risco de infecção da mãe é menor e o bebê também tem menos risco de apresentar problemas respiratórios. No entanto, a cesariana pode ser a melhor opção quando existe risco de complicações para a mulher ou o bebê, como diabetes gestacional, ou situações emergenciais, como ruptura uterina ou infecção da placenta, por exemplo. A escolha do tipo de parto deve sempre ser orientada pelo obstetra, levando em consideração o desejo da mulher, assim como o estado geral de saúde da mãe e do bebê, além dos riscos relacionados com cada tipo de procedimento. Diferenças entre parto normal e cesárea O parto normal e a cesárea variam entre si relativamente ao trabalho de parto e ao período pós-parto
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passage: cesariana anterior no setor privado). O principal motivo para a escolha do parto vaginal foi a melhor recuperação desse tipo de parto (68,5%),já para a cesariana, o medo da dor do parto (46,6%).
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passage: Parto normal ou cesárea: diferenças e como escolher O parto pode ocorrer de duas formas, que são o parto normal, que é considerada a única forma natural para dar à luz em que o bebê nasce passando pelo canal vaginal, e o parto por cesárea, que consiste em uma cirurgia realizada no hospital em que o obstetra faz um corte na região abdominal para permitir o nascimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O parto normal tem um tempo de recuperação mais rápido, o risco de infecção da mãe é menor e o bebê também tem menos risco de apresentar problemas respiratórios. No entanto, a cesariana pode ser a melhor opção quando existe risco de complicações para a mulher ou o bebê, como diabetes gestacional, ou situações emergenciais, como ruptura uterina ou infecção da placenta, por exemplo. A escolha do tipo de parto deve sempre ser orientada pelo obstetra, levando em consideração o desejo da mulher, assim como o estado geral de saúde da mãe e do bebê, além dos riscos relacionados com cada tipo de procedimento. Diferenças entre parto normal e cesárea O parto normal e a cesárea variam entre si relativamente ao trabalho de parto e ao período pós-parto
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passage: cesariana anterior no setor privado). O principal motivo para a escolha do parto vaginal foi a melhor recuperação desse tipo de parto (68,5%),já para a cesariana, o medo da dor do parto (46,6%).
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passage: Cesárea versus parto vaginalFernando Magalhães vaticinou em tempos pretéritos que o parto seria natural ou cesáreo. Conhecer, portanto,os benefícios e as desvantagens de cada via de parto é indispensável ao bom parteiro, não somente no intuito detomar decisões apropriadas, como também para aconselhar a paciente quanto aos riscos a ela inerentes. Paratal, o NICE (2004) apresenta sumário dos efeitos da cesárea comparados ao do parto vaginal (Tabela 97.5).
Tabela 97.5 Sumário dos efeitos da cesárea vs.
parto vaginal.
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passage: Parto normal ou cesárea: diferenças e como escolher O parto pode ocorrer de duas formas, que são o parto normal, que é considerada a única forma natural para dar à luz em que o bebê nasce passando pelo canal vaginal, e o parto por cesárea, que consiste em uma cirurgia realizada no hospital em que o obstetra faz um corte na região abdominal para permitir o nascimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O parto normal tem um tempo de recuperação mais rápido, o risco de infecção da mãe é menor e o bebê também tem menos risco de apresentar problemas respiratórios. No entanto, a cesariana pode ser a melhor opção quando existe risco de complicações para a mulher ou o bebê, como diabetes gestacional, ou situações emergenciais, como ruptura uterina ou infecção da placenta, por exemplo. A escolha do tipo de parto deve sempre ser orientada pelo obstetra, levando em consideração o desejo da mulher, assim como o estado geral de saúde da mãe e do bebê, além dos riscos relacionados com cada tipo de procedimento. Diferenças entre parto normal e cesárea O parto normal e a cesárea variam entre si relativamente ao trabalho de parto e ao período pós-parto
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passage: cesariana anterior no setor privado). O principal motivo para a escolha do parto vaginal foi a melhor recuperação desse tipo de parto (68,5%),já para a cesariana, o medo da dor do parto (46,6%).
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passage: Cesárea versus parto vaginalFernando Magalhães vaticinou em tempos pretéritos que o parto seria natural ou cesáreo. Conhecer, portanto,os benefícios e as desvantagens de cada via de parto é indispensável ao bom parteiro, não somente no intuito detomar decisões apropriadas, como também para aconselhar a paciente quanto aos riscos a ela inerentes. Paratal, o NICE (2004) apresenta sumário dos efeitos da cesárea comparados ao do parto vaginal (Tabela 97.5).
Tabela 97.5 Sumário dos efeitos da cesárea vs.
parto vaginal.
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passage: Tabela 97.5 Sumário dos efeitos da cesárea vs.
parto vaginal.
Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004.
Boyle et al.
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passage: Parto normal ou cesárea: diferenças e como escolher O parto pode ocorrer de duas formas, que são o parto normal, que é considerada a única forma natural para dar à luz em que o bebê nasce passando pelo canal vaginal, e o parto por cesárea, que consiste em uma cirurgia realizada no hospital em que o obstetra faz um corte na região abdominal para permitir o nascimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O parto normal tem um tempo de recuperação mais rápido, o risco de infecção da mãe é menor e o bebê também tem menos risco de apresentar problemas respiratórios. No entanto, a cesariana pode ser a melhor opção quando existe risco de complicações para a mulher ou o bebê, como diabetes gestacional, ou situações emergenciais, como ruptura uterina ou infecção da placenta, por exemplo. A escolha do tipo de parto deve sempre ser orientada pelo obstetra, levando em consideração o desejo da mulher, assim como o estado geral de saúde da mãe e do bebê, além dos riscos relacionados com cada tipo de procedimento. Diferenças entre parto normal e cesárea O parto normal e a cesárea variam entre si relativamente ao trabalho de parto e ao período pós-parto
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passage: cesariana anterior no setor privado). O principal motivo para a escolha do parto vaginal foi a melhor recuperação desse tipo de parto (68,5%),já para a cesariana, o medo da dor do parto (46,6%).
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passage: Cesárea versus parto vaginalFernando Magalhães vaticinou em tempos pretéritos que o parto seria natural ou cesáreo. Conhecer, portanto,os benefícios e as desvantagens de cada via de parto é indispensável ao bom parteiro, não somente no intuito detomar decisões apropriadas, como também para aconselhar a paciente quanto aos riscos a ela inerentes. Paratal, o NICE (2004) apresenta sumário dos efeitos da cesárea comparados ao do parto vaginal (Tabela 97.5).
Tabela 97.5 Sumário dos efeitos da cesárea vs.
parto vaginal.
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passage: Tabela 97.5 Sumário dos efeitos da cesárea vs.
parto vaginal.
Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004.
Boyle et al.
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passage: . É mais seguro fazer cesárea ou parto pélvico? Assim como o parto pélvico, a cesárea também apresenta alguns riscos para o bebê e para a mãe, como infecções, sangramentos ou lesões nos órgãos em torno do útero, por exemplo. Por isso, é muito importante que o obstetra faça uma avaliação da situação, tendo em conta o estado de saúde e as preferências da mãe, assim como as características do bebê, de forma a determinar o método mais adequado.
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passage: Parto normal ou cesárea: diferenças e como escolher O parto pode ocorrer de duas formas, que são o parto normal, que é considerada a única forma natural para dar à luz em que o bebê nasce passando pelo canal vaginal, e o parto por cesárea, que consiste em uma cirurgia realizada no hospital em que o obstetra faz um corte na região abdominal para permitir o nascimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O parto normal tem um tempo de recuperação mais rápido, o risco de infecção da mãe é menor e o bebê também tem menos risco de apresentar problemas respiratórios. No entanto, a cesariana pode ser a melhor opção quando existe risco de complicações para a mulher ou o bebê, como diabetes gestacional, ou situações emergenciais, como ruptura uterina ou infecção da placenta, por exemplo. A escolha do tipo de parto deve sempre ser orientada pelo obstetra, levando em consideração o desejo da mulher, assim como o estado geral de saúde da mãe e do bebê, além dos riscos relacionados com cada tipo de procedimento. Diferenças entre parto normal e cesárea O parto normal e a cesárea variam entre si relativamente ao trabalho de parto e ao período pós-parto
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passage: cesariana anterior no setor privado). O principal motivo para a escolha do parto vaginal foi a melhor recuperação desse tipo de parto (68,5%),já para a cesariana, o medo da dor do parto (46,6%).
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passage: Cesárea versus parto vaginalFernando Magalhães vaticinou em tempos pretéritos que o parto seria natural ou cesáreo. Conhecer, portanto,os benefícios e as desvantagens de cada via de parto é indispensável ao bom parteiro, não somente no intuito detomar decisões apropriadas, como também para aconselhar a paciente quanto aos riscos a ela inerentes. Paratal, o NICE (2004) apresenta sumário dos efeitos da cesárea comparados ao do parto vaginal (Tabela 97.5).
Tabela 97.5 Sumário dos efeitos da cesárea vs.
parto vaginal.
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passage: Tabela 97.5 Sumário dos efeitos da cesárea vs.
parto vaginal.
Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004.
Boyle et al.
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passage: . É mais seguro fazer cesárea ou parto pélvico? Assim como o parto pélvico, a cesárea também apresenta alguns riscos para o bebê e para a mãe, como infecções, sangramentos ou lesões nos órgãos em torno do útero, por exemplo. Por isso, é muito importante que o obstetra faça uma avaliação da situação, tendo em conta o estado de saúde e as preferências da mãe, assim como as características do bebê, de forma a determinar o método mais adequado.
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passage: . A decisão do tipo de parto deve ser discutida entre a mulher e o médico, observando as indicações, vantagens e desvantagens de cada um. Confira as diferenças entre parto normal e cesárea e quando são indicados. Possíveis complicações As principais complicações da cirurgia de cerclagem uterina são infecção uterina, inflamação das membranas fetais, sangramento vaginal, laceração do colo do útero ou ruptura prematura das membranas. Além disso, embora sejam raros, podem ocorrer complicações da anestesia epidural como queda da pressão arterial, calafrios, tremores, náuseas, vômitos, febre, infecção, dano no nervo próximo do local ou sangramento epidural, por exemplo. Sinais de alerta para voltar ao médico É importante consultar o obstetra ou procurar o pronto socorro mais próximo caso surjam sintomas como: Febre; Dor abdominal intensa; Cólicas; Sangramento vaginal; Corrimento com mau cheiro. Esses sintomas podem indicar uma infecção e, nesses casos, deve-se buscar ajuda médica imediatamente, porque a infecção pode colocar em risco a vida da mãe e do bebê.
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passage: Parto normal ou cesárea: diferenças e como escolher O parto pode ocorrer de duas formas, que são o parto normal, que é considerada a única forma natural para dar à luz em que o bebê nasce passando pelo canal vaginal, e o parto por cesárea, que consiste em uma cirurgia realizada no hospital em que o obstetra faz um corte na região abdominal para permitir o nascimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O parto normal tem um tempo de recuperação mais rápido, o risco de infecção da mãe é menor e o bebê também tem menos risco de apresentar problemas respiratórios. No entanto, a cesariana pode ser a melhor opção quando existe risco de complicações para a mulher ou o bebê, como diabetes gestacional, ou situações emergenciais, como ruptura uterina ou infecção da placenta, por exemplo. A escolha do tipo de parto deve sempre ser orientada pelo obstetra, levando em consideração o desejo da mulher, assim como o estado geral de saúde da mãe e do bebê, além dos riscos relacionados com cada tipo de procedimento. Diferenças entre parto normal e cesárea O parto normal e a cesárea variam entre si relativamente ao trabalho de parto e ao período pós-parto
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passage: cesariana anterior no setor privado). O principal motivo para a escolha do parto vaginal foi a melhor recuperação desse tipo de parto (68,5%),já para a cesariana, o medo da dor do parto (46,6%).
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passage: Cesárea versus parto vaginalFernando Magalhães vaticinou em tempos pretéritos que o parto seria natural ou cesáreo. Conhecer, portanto,os benefícios e as desvantagens de cada via de parto é indispensável ao bom parteiro, não somente no intuito detomar decisões apropriadas, como também para aconselhar a paciente quanto aos riscos a ela inerentes. Paratal, o NICE (2004) apresenta sumário dos efeitos da cesárea comparados ao do parto vaginal (Tabela 97.5).
Tabela 97.5 Sumário dos efeitos da cesárea vs.
parto vaginal.
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passage: Tabela 97.5 Sumário dos efeitos da cesárea vs.
parto vaginal.
Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004.
Boyle et al.
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passage: . É mais seguro fazer cesárea ou parto pélvico? Assim como o parto pélvico, a cesárea também apresenta alguns riscos para o bebê e para a mãe, como infecções, sangramentos ou lesões nos órgãos em torno do útero, por exemplo. Por isso, é muito importante que o obstetra faça uma avaliação da situação, tendo em conta o estado de saúde e as preferências da mãe, assim como as características do bebê, de forma a determinar o método mais adequado.
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passage: . A decisão do tipo de parto deve ser discutida entre a mulher e o médico, observando as indicações, vantagens e desvantagens de cada um. Confira as diferenças entre parto normal e cesárea e quando são indicados. Possíveis complicações As principais complicações da cirurgia de cerclagem uterina são infecção uterina, inflamação das membranas fetais, sangramento vaginal, laceração do colo do útero ou ruptura prematura das membranas. Além disso, embora sejam raros, podem ocorrer complicações da anestesia epidural como queda da pressão arterial, calafrios, tremores, náuseas, vômitos, febre, infecção, dano no nervo próximo do local ou sangramento epidural, por exemplo. Sinais de alerta para voltar ao médico É importante consultar o obstetra ou procurar o pronto socorro mais próximo caso surjam sintomas como: Febre; Dor abdominal intensa; Cólicas; Sangramento vaginal; Corrimento com mau cheiro. Esses sintomas podem indicar uma infecção e, nesses casos, deve-se buscar ajuda médica imediatamente, porque a infecção pode colocar em risco a vida da mãe e do bebê.
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passage: Quando o parto é vaginal, os índices de complicações são conflitantes. Em estudo da Fundação Americana deCrohn e Colite, 18% das mulheres cujo parto ocorreu por via vaginal apresentaram complicações perianais ouperineais (principalmente fístulas e fissuras), a maioria 2 meses após o parto.
Em contrapartida, um estudo populacional realizado no Canadá mostrou baixo índice de tais complicações emmulheres sem história prévia de fístulas ou fissuras, e não ocorreu piora dos sintomas naquelas que tinham taismanifestações perineais ou perianais durante o parto. Um quarto das mulheres com doença perianal ou perinealexperimentaram agravamento dos sintomas no período puerperal. O parto cesáreo se justifica em mulheres comdoença de Crohn com manifestações perineais e/ou perianais em atividade, mas não naquelas com doençainativa. Quando a episiotomia é necessária, incisão mediolateral é preferível, para se evitar o risco de fissurasanais (Connell, 2003).
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passage: Parto normal ou cesárea: diferenças e como escolher O parto pode ocorrer de duas formas, que são o parto normal, que é considerada a única forma natural para dar à luz em que o bebê nasce passando pelo canal vaginal, e o parto por cesárea, que consiste em uma cirurgia realizada no hospital em que o obstetra faz um corte na região abdominal para permitir o nascimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O parto normal tem um tempo de recuperação mais rápido, o risco de infecção da mãe é menor e o bebê também tem menos risco de apresentar problemas respiratórios. No entanto, a cesariana pode ser a melhor opção quando existe risco de complicações para a mulher ou o bebê, como diabetes gestacional, ou situações emergenciais, como ruptura uterina ou infecção da placenta, por exemplo. A escolha do tipo de parto deve sempre ser orientada pelo obstetra, levando em consideração o desejo da mulher, assim como o estado geral de saúde da mãe e do bebê, além dos riscos relacionados com cada tipo de procedimento. Diferenças entre parto normal e cesárea O parto normal e a cesárea variam entre si relativamente ao trabalho de parto e ao período pós-parto
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passage: cesariana anterior no setor privado). O principal motivo para a escolha do parto vaginal foi a melhor recuperação desse tipo de parto (68,5%),já para a cesariana, o medo da dor do parto (46,6%).
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passage: Cesárea versus parto vaginalFernando Magalhães vaticinou em tempos pretéritos que o parto seria natural ou cesáreo. Conhecer, portanto,os benefícios e as desvantagens de cada via de parto é indispensável ao bom parteiro, não somente no intuito detomar decisões apropriadas, como também para aconselhar a paciente quanto aos riscos a ela inerentes. Paratal, o NICE (2004) apresenta sumário dos efeitos da cesárea comparados ao do parto vaginal (Tabela 97.5).
Tabela 97.5 Sumário dos efeitos da cesárea vs.
parto vaginal.
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passage: Tabela 97.5 Sumário dos efeitos da cesárea vs.
parto vaginal.
Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004.
Boyle et al.
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passage: . É mais seguro fazer cesárea ou parto pélvico? Assim como o parto pélvico, a cesárea também apresenta alguns riscos para o bebê e para a mãe, como infecções, sangramentos ou lesões nos órgãos em torno do útero, por exemplo. Por isso, é muito importante que o obstetra faça uma avaliação da situação, tendo em conta o estado de saúde e as preferências da mãe, assim como as características do bebê, de forma a determinar o método mais adequado.
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passage: . A decisão do tipo de parto deve ser discutida entre a mulher e o médico, observando as indicações, vantagens e desvantagens de cada um. Confira as diferenças entre parto normal e cesárea e quando são indicados. Possíveis complicações As principais complicações da cirurgia de cerclagem uterina são infecção uterina, inflamação das membranas fetais, sangramento vaginal, laceração do colo do útero ou ruptura prematura das membranas. Além disso, embora sejam raros, podem ocorrer complicações da anestesia epidural como queda da pressão arterial, calafrios, tremores, náuseas, vômitos, febre, infecção, dano no nervo próximo do local ou sangramento epidural, por exemplo. Sinais de alerta para voltar ao médico É importante consultar o obstetra ou procurar o pronto socorro mais próximo caso surjam sintomas como: Febre; Dor abdominal intensa; Cólicas; Sangramento vaginal; Corrimento com mau cheiro. Esses sintomas podem indicar uma infecção e, nesses casos, deve-se buscar ajuda médica imediatamente, porque a infecção pode colocar em risco a vida da mãe e do bebê.
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passage: Quando o parto é vaginal, os índices de complicações são conflitantes. Em estudo da Fundação Americana deCrohn e Colite, 18% das mulheres cujo parto ocorreu por via vaginal apresentaram complicações perianais ouperineais (principalmente fístulas e fissuras), a maioria 2 meses após o parto.
Em contrapartida, um estudo populacional realizado no Canadá mostrou baixo índice de tais complicações emmulheres sem história prévia de fístulas ou fissuras, e não ocorreu piora dos sintomas naquelas que tinham taismanifestações perineais ou perianais durante o parto. Um quarto das mulheres com doença perianal ou perinealexperimentaram agravamento dos sintomas no período puerperal. O parto cesáreo se justifica em mulheres comdoença de Crohn com manifestações perineais e/ou perianais em atividade, mas não naquelas com doençainativa. Quando a episiotomia é necessária, incisão mediolateral é preferível, para se evitar o risco de fissurasanais (Connell, 2003).
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passage: . 4. Vasa prévia A vasa prévia é o desenvolvimento anormal de alguns vasos que conectam o cordão umbilical à placenta, apresentando maior risco de se romper durante o trabalho de parto. Devido ao risco de sangramentos que podem ameaçar a vida do bebê, geralmente é indicada a cesárea eletiva. 5. Bebê com doenças graves Em caso de doenças graves no bebê, como hidrocefalia ou gastrosquise, quando parte do intestino ou estômago do bebê está fora do abdome, a cesárea eletiva pode ser indicada devido a um maior risco de complicações, como sofrimento fetal e lesão de órgãos. Entenda melhor o que é gastrosquise. 6. Mãe com infecção sexualmente transmissível Caso a mãe tenha uma infecção sexualmente transmissível (IST) como herpes genital ativa ou HIV sem tratamento adequado com antirretrovirais, existe maior risco de contaminação do bebê em caso de parto normal, sendo normalmente indicada a cesárea. 7. Quando o cordão umbilical sai primeiro A passagem do cordão umbilical pelo colo do útero antes do bebê, durante o trabalho de parto, é conhecida como prolapso do cordão umbilical e, geralmente, é uma indicação de cesárea de emergência, devido ao risco do bebê ficar sem oxigênio. 8
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passage: Parto normal ou cesárea: diferenças e como escolher O parto pode ocorrer de duas formas, que são o parto normal, que é considerada a única forma natural para dar à luz em que o bebê nasce passando pelo canal vaginal, e o parto por cesárea, que consiste em uma cirurgia realizada no hospital em que o obstetra faz um corte na região abdominal para permitir o nascimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O parto normal tem um tempo de recuperação mais rápido, o risco de infecção da mãe é menor e o bebê também tem menos risco de apresentar problemas respiratórios. No entanto, a cesariana pode ser a melhor opção quando existe risco de complicações para a mulher ou o bebê, como diabetes gestacional, ou situações emergenciais, como ruptura uterina ou infecção da placenta, por exemplo. A escolha do tipo de parto deve sempre ser orientada pelo obstetra, levando em consideração o desejo da mulher, assim como o estado geral de saúde da mãe e do bebê, além dos riscos relacionados com cada tipo de procedimento. Diferenças entre parto normal e cesárea O parto normal e a cesárea variam entre si relativamente ao trabalho de parto e ao período pós-parto
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passage: cesariana anterior no setor privado). O principal motivo para a escolha do parto vaginal foi a melhor recuperação desse tipo de parto (68,5%),já para a cesariana, o medo da dor do parto (46,6%).
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passage: Cesárea versus parto vaginalFernando Magalhães vaticinou em tempos pretéritos que o parto seria natural ou cesáreo. Conhecer, portanto,os benefícios e as desvantagens de cada via de parto é indispensável ao bom parteiro, não somente no intuito detomar decisões apropriadas, como também para aconselhar a paciente quanto aos riscos a ela inerentes. Paratal, o NICE (2004) apresenta sumário dos efeitos da cesárea comparados ao do parto vaginal (Tabela 97.5).
Tabela 97.5 Sumário dos efeitos da cesárea vs.
parto vaginal.
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passage: Tabela 97.5 Sumário dos efeitos da cesárea vs.
parto vaginal.
Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004.
Boyle et al.
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passage: . É mais seguro fazer cesárea ou parto pélvico? Assim como o parto pélvico, a cesárea também apresenta alguns riscos para o bebê e para a mãe, como infecções, sangramentos ou lesões nos órgãos em torno do útero, por exemplo. Por isso, é muito importante que o obstetra faça uma avaliação da situação, tendo em conta o estado de saúde e as preferências da mãe, assim como as características do bebê, de forma a determinar o método mais adequado.
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passage: . A decisão do tipo de parto deve ser discutida entre a mulher e o médico, observando as indicações, vantagens e desvantagens de cada um. Confira as diferenças entre parto normal e cesárea e quando são indicados. Possíveis complicações As principais complicações da cirurgia de cerclagem uterina são infecção uterina, inflamação das membranas fetais, sangramento vaginal, laceração do colo do útero ou ruptura prematura das membranas. Além disso, embora sejam raros, podem ocorrer complicações da anestesia epidural como queda da pressão arterial, calafrios, tremores, náuseas, vômitos, febre, infecção, dano no nervo próximo do local ou sangramento epidural, por exemplo. Sinais de alerta para voltar ao médico É importante consultar o obstetra ou procurar o pronto socorro mais próximo caso surjam sintomas como: Febre; Dor abdominal intensa; Cólicas; Sangramento vaginal; Corrimento com mau cheiro. Esses sintomas podem indicar uma infecção e, nesses casos, deve-se buscar ajuda médica imediatamente, porque a infecção pode colocar em risco a vida da mãe e do bebê.
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passage: Quando o parto é vaginal, os índices de complicações são conflitantes. Em estudo da Fundação Americana deCrohn e Colite, 18% das mulheres cujo parto ocorreu por via vaginal apresentaram complicações perianais ouperineais (principalmente fístulas e fissuras), a maioria 2 meses após o parto.
Em contrapartida, um estudo populacional realizado no Canadá mostrou baixo índice de tais complicações emmulheres sem história prévia de fístulas ou fissuras, e não ocorreu piora dos sintomas naquelas que tinham taismanifestações perineais ou perianais durante o parto. Um quarto das mulheres com doença perianal ou perinealexperimentaram agravamento dos sintomas no período puerperal. O parto cesáreo se justifica em mulheres comdoença de Crohn com manifestações perineais e/ou perianais em atividade, mas não naquelas com doençainativa. Quando a episiotomia é necessária, incisão mediolateral é preferível, para se evitar o risco de fissurasanais (Connell, 2003).
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passage: . 4. Vasa prévia A vasa prévia é o desenvolvimento anormal de alguns vasos que conectam o cordão umbilical à placenta, apresentando maior risco de se romper durante o trabalho de parto. Devido ao risco de sangramentos que podem ameaçar a vida do bebê, geralmente é indicada a cesárea eletiva. 5. Bebê com doenças graves Em caso de doenças graves no bebê, como hidrocefalia ou gastrosquise, quando parte do intestino ou estômago do bebê está fora do abdome, a cesárea eletiva pode ser indicada devido a um maior risco de complicações, como sofrimento fetal e lesão de órgãos. Entenda melhor o que é gastrosquise. 6. Mãe com infecção sexualmente transmissível Caso a mãe tenha uma infecção sexualmente transmissível (IST) como herpes genital ativa ou HIV sem tratamento adequado com antirretrovirais, existe maior risco de contaminação do bebê em caso de parto normal, sendo normalmente indicada a cesárea. 7. Quando o cordão umbilical sai primeiro A passagem do cordão umbilical pelo colo do útero antes do bebê, durante o trabalho de parto, é conhecida como prolapso do cordão umbilical e, geralmente, é uma indicação de cesárea de emergência, devido ao risco do bebê ficar sem oxigênio. 8
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passage: World Health Organization. Safe abortion: technical and policy guidance for health systems. Geneva, 2012.
Texto amplamente calcado em American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG), 2013.
■■■■■■■■■■■■■■■■■■Nótula histórica e evolução das técnicasOperação cesariana no BrasilIncidênciaIndicaçõesDescrição da técnica preferente | Técnica de RezendeModificações da técnicaOutros procedimentos e técnicas de cesáreaOperações complementaresComplicações peroperatóriasOutros acidentes na prática da cesáreaComplicações pós-operatóriasMorbiletalidade maternaMorbiletalidade neonatalAssistência ao pré e pós-operatórioPrognósticoCesárea versus parto vaginalParto vaginal após cesáreaCesárea a pedidoGrupo colaborativo CORONISBibliografia suplementar A Natureza não pode seguir o seu destino, a Arte traçará seu rumo.
, cesárea ou tomotocia é o ato cirúrgico que consiste em incisar o abdome e a parede do úteropara libertar o concepto aí desenvolvido.
A origem do termo operação cesariana, malgrado mais de quatro séculos decorridos da prática daintervenção, e talvez por isso, é obscura e controversa. A “Lex Regis de Inferendo Mortis”, de Numa Pompílio,segundo rei de Roma (715 a 673 a.C.), e documentação fidedigna primeva sobre a cesárea, andado o tempo,sob os imperadores, passou a “Lex Caesarea”, da qual teria dimanado a denominação.
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passage: Parto normal ou cesárea: diferenças e como escolher O parto pode ocorrer de duas formas, que são o parto normal, que é considerada a única forma natural para dar à luz em que o bebê nasce passando pelo canal vaginal, e o parto por cesárea, que consiste em uma cirurgia realizada no hospital em que o obstetra faz um corte na região abdominal para permitir o nascimento do bebê. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico O parto normal tem um tempo de recuperação mais rápido, o risco de infecção da mãe é menor e o bebê também tem menos risco de apresentar problemas respiratórios. No entanto, a cesariana pode ser a melhor opção quando existe risco de complicações para a mulher ou o bebê, como diabetes gestacional, ou situações emergenciais, como ruptura uterina ou infecção da placenta, por exemplo. A escolha do tipo de parto deve sempre ser orientada pelo obstetra, levando em consideração o desejo da mulher, assim como o estado geral de saúde da mãe e do bebê, além dos riscos relacionados com cada tipo de procedimento. Diferenças entre parto normal e cesárea O parto normal e a cesárea variam entre si relativamente ao trabalho de parto e ao período pós-parto
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passage: cesariana anterior no setor privado). O principal motivo para a escolha do parto vaginal foi a melhor recuperação desse tipo de parto (68,5%),já para a cesariana, o medo da dor do parto (46,6%).
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passage: Cesárea versus parto vaginalFernando Magalhães vaticinou em tempos pretéritos que o parto seria natural ou cesáreo. Conhecer, portanto,os benefícios e as desvantagens de cada via de parto é indispensável ao bom parteiro, não somente no intuito detomar decisões apropriadas, como também para aconselhar a paciente quanto aos riscos a ela inerentes. Paratal, o NICE (2004) apresenta sumário dos efeitos da cesárea comparados ao do parto vaginal (Tabela 97.5).
Tabela 97.5 Sumário dos efeitos da cesárea vs.
parto vaginal.
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passage: Tabela 97.5 Sumário dos efeitos da cesárea vs.
parto vaginal.
Aumentam com a cesáreaDor abdominalLesão de bexigaLesão de ureterNecessidade de nova cirurgiaHisterectomiaNecessidade de unidade intensiva maternaDoença tromboembólica•••••••••••••••••Tempo de internação hospitalarReadmissão hospitalarMorte maternaÓbito fetal em gestação futuraPlacenta prévia em gestação futuraRuptura uterina em gestação futuraNão ter mais filhosMorbidade respiratória neonatalSem diferença após a cesáreaHemorragia (> 1.000 mℓ)Infecção (endometrite e infecção de ferida operatória)Lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical)Incontinência fecal (3 meses após o parto)Dor nas costasDispareunia (3 meses após o parto)Depressão pós-partoMortalidade neonatal (excluindo a apresentação pélvica)Hemorragia intracraniana neonatalLesão do plexo braquialParalisia cerebral neonatalReduzido com a cesárea•••••••••••••••Dor perinealIncontinência urinária (3 meses após o parto)Prolapso uterovaginalAdaptada do NICE, 2004.
Boyle et al.
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passage: . É mais seguro fazer cesárea ou parto pélvico? Assim como o parto pélvico, a cesárea também apresenta alguns riscos para o bebê e para a mãe, como infecções, sangramentos ou lesões nos órgãos em torno do útero, por exemplo. Por isso, é muito importante que o obstetra faça uma avaliação da situação, tendo em conta o estado de saúde e as preferências da mãe, assim como as características do bebê, de forma a determinar o método mais adequado.
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passage: . A decisão do tipo de parto deve ser discutida entre a mulher e o médico, observando as indicações, vantagens e desvantagens de cada um. Confira as diferenças entre parto normal e cesárea e quando são indicados. Possíveis complicações As principais complicações da cirurgia de cerclagem uterina são infecção uterina, inflamação das membranas fetais, sangramento vaginal, laceração do colo do útero ou ruptura prematura das membranas. Além disso, embora sejam raros, podem ocorrer complicações da anestesia epidural como queda da pressão arterial, calafrios, tremores, náuseas, vômitos, febre, infecção, dano no nervo próximo do local ou sangramento epidural, por exemplo. Sinais de alerta para voltar ao médico É importante consultar o obstetra ou procurar o pronto socorro mais próximo caso surjam sintomas como: Febre; Dor abdominal intensa; Cólicas; Sangramento vaginal; Corrimento com mau cheiro. Esses sintomas podem indicar uma infecção e, nesses casos, deve-se buscar ajuda médica imediatamente, porque a infecção pode colocar em risco a vida da mãe e do bebê.
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passage: Quando o parto é vaginal, os índices de complicações são conflitantes. Em estudo da Fundação Americana deCrohn e Colite, 18% das mulheres cujo parto ocorreu por via vaginal apresentaram complicações perianais ouperineais (principalmente fístulas e fissuras), a maioria 2 meses após o parto.
Em contrapartida, um estudo populacional realizado no Canadá mostrou baixo índice de tais complicações emmulheres sem história prévia de fístulas ou fissuras, e não ocorreu piora dos sintomas naquelas que tinham taismanifestações perineais ou perianais durante o parto. Um quarto das mulheres com doença perianal ou perinealexperimentaram agravamento dos sintomas no período puerperal. O parto cesáreo se justifica em mulheres comdoença de Crohn com manifestações perineais e/ou perianais em atividade, mas não naquelas com doençainativa. Quando a episiotomia é necessária, incisão mediolateral é preferível, para se evitar o risco de fissurasanais (Connell, 2003).
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passage: . 4. Vasa prévia A vasa prévia é o desenvolvimento anormal de alguns vasos que conectam o cordão umbilical à placenta, apresentando maior risco de se romper durante o trabalho de parto. Devido ao risco de sangramentos que podem ameaçar a vida do bebê, geralmente é indicada a cesárea eletiva. 5. Bebê com doenças graves Em caso de doenças graves no bebê, como hidrocefalia ou gastrosquise, quando parte do intestino ou estômago do bebê está fora do abdome, a cesárea eletiva pode ser indicada devido a um maior risco de complicações, como sofrimento fetal e lesão de órgãos. Entenda melhor o que é gastrosquise. 6. Mãe com infecção sexualmente transmissível Caso a mãe tenha uma infecção sexualmente transmissível (IST) como herpes genital ativa ou HIV sem tratamento adequado com antirretrovirais, existe maior risco de contaminação do bebê em caso de parto normal, sendo normalmente indicada a cesárea. 7. Quando o cordão umbilical sai primeiro A passagem do cordão umbilical pelo colo do útero antes do bebê, durante o trabalho de parto, é conhecida como prolapso do cordão umbilical e, geralmente, é uma indicação de cesárea de emergência, devido ao risco do bebê ficar sem oxigênio. 8
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passage: World Health Organization. Safe abortion: technical and policy guidance for health systems. Geneva, 2012.
Texto amplamente calcado em American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG), 2013.
■■■■■■■■■■■■■■■■■■Nótula histórica e evolução das técnicasOperação cesariana no BrasilIncidênciaIndicaçõesDescrição da técnica preferente | Técnica de RezendeModificações da técnicaOutros procedimentos e técnicas de cesáreaOperações complementaresComplicações peroperatóriasOutros acidentes na prática da cesáreaComplicações pós-operatóriasMorbiletalidade maternaMorbiletalidade neonatalAssistência ao pré e pós-operatórioPrognósticoCesárea versus parto vaginalParto vaginal após cesáreaCesárea a pedidoGrupo colaborativo CORONISBibliografia suplementar A Natureza não pode seguir o seu destino, a Arte traçará seu rumo.
, cesárea ou tomotocia é o ato cirúrgico que consiste em incisar o abdome e a parede do úteropara libertar o concepto aí desenvolvido.
A origem do termo operação cesariana, malgrado mais de quatro séculos decorridos da prática daintervenção, e talvez por isso, é obscura e controversa. A “Lex Regis de Inferendo Mortis”, de Numa Pompílio,segundo rei de Roma (715 a 673 a.C.), e documentação fidedigna primeva sobre a cesárea, andado o tempo,sob os imperadores, passou a “Lex Caesarea”, da qual teria dimanado a denominação.
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passage: PASSO A PASSO Anestesia e posicionamento da pacien-te. Após a administração da anestesia geral, a paciente é colocada em posição de litotomia dorsal, a vagina é preparada para cirurgia e o cateter de Foley é instalado. Inicialmente, o prolapso da cúpula vaginal é reduzido para que a vagina fique em posição anatômica. Os reparos de enterocele ou de cistocele, se pla-nejados, devem ser feitos antes da fixação ao ligamento sacroespinal.
Fixação unilateral ou bilateral. O cirur-gião pode optar por aplicar a sutura da cú-pula vaginal a um ou a ambos os ligamentos sacroespinais. Na maioria dos casos, a fixação unilateral é suficiente. Dá-se preferência ao ligamento direito porque, em sua maioria, os cirurgiões são destros. Além disso, a fixação do lado direito evita as dificuldades anatô-micas impostas pelo reto. Como alternativa, tem-se defendido a fixação bilateral como método para manter a cúpula vaginal na li-nha média e de maior durabilidade em razão do suporte adicional proporcionado por dois ligamentos (Cespedes, 2000). Contudo, even-tuais benefícios objetivos comparando-se a fixação bilateral com a unilateral não foram comprovados em ensaios clínicos. Além disso, foram observadas taxas maiores de prolapso pós-operatório de compartimento anterior nos casos em que se utilizou a fixação bilateral (Pohl, 1997).
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Olá! Entendo sua dúvida sobre as diferenças entre o parto vaginal (normal) e a cesárea. É muito importante ter todas as informações para tomar a melhor decisão para você e seu bebê, sempre em conjunto com o seu médico.
Basicamente, o parto vaginal é a forma natural de dar à luz, onde o bebê passa pelo canal vaginal. Já a cesárea é uma cirurgia, onde o médico faz um corte no abdômen e no útero para retirar o bebê.
Existem algumas diferenças importantes entre os dois tipos de parto. O parto vaginal geralmente tem uma recuperação mais rápida, menor risco de infecção para a mãe e menor chance do bebê ter problemas respiratórios. Por outro lado, a cesárea pode ser mais indicada em situações de risco para a mãe ou o bebê, como diabetes gestacional, ruptura uterina ou problemas com a placenta.
É importante considerar que a cesárea está associada a alguns riscos maiores em comparação com o parto vaginal, como dor abdominal, lesão de bexiga ou ureter, necessidade de nova cirurgia, histerectomia (retirada do útero), necessidade de cuidados intensivos para a mãe, risco de trombose, maior tempo de internação e readmissão hospitalar, além de aumentar o risco de problemas em futuras gestações, como placenta prévia e ruptura uterina. No entanto, a cesárea pode reduzir o risco de dor perineal, incontinência urinária e prolapso uterovaginal.
Após a cesárea, algumas mulheres podem apresentar hemorragia, infecção (endometrite e infecção da ferida operatória), lesão do trato genital (extensão da histerotomia, laceração cervical), incontinência fecal, dor nas costas, dor durante a relação sexual e depressão pós-parto.
A escolha entre o parto vaginal e a cesárea é uma decisão individual e deve ser feita em conjunto com seu médico, levando em consideração seus desejos, seu estado de saúde, o estado de saúde do bebê e os riscos e benefícios de cada tipo de parto. Não existe uma resposta única que sirva para todas as mulheres.
Se você tiver alguma condição médica específica, como doença de Crohn com manifestações perineais ativas, a cesárea pode ser mais recomendada.
É fundamental que você converse abertamente com seu médico, tire todas as suas dúvidas e se sinta segura e informada para tomar a melhor decisão para você e seu bebê.
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Tomei injeção há meses no mês passado e, neste mês, já estou menstruada. Por qual motivo estou menstruando?
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A amenorreia, que é a ausência de menstruação, não acontece imediatamente após o início do uso. Cerca de 10% das usuárias desse método estarão sem menstruar quando completarem o primeiro ano de uso, mas é possível ter sangramentos eventuais nesse período. É importante saber que a eficácia desse método não depende de como o ciclo vai ficar; quero dizer, menstruando ou não, ele tem a mesma eficácia.
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças.
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças.
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passage: . Uso regular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se, por outro lado, você toma anticoncepcional corretamente e não houve nenhuma falha no método, como esquecimento de comprimido ou atraso para tomar a injeção, a possibilidade de gravidez é muito baixa, menos de 1% de chance. As mulheres que utilizam anticoncepcional apresentam o sangramento mensal reduzido ou mesmo ausência de menstruação. Isso acontece, pois, os hormônios dos anticoncepcionais tentam imitar o ciclo menstrual da mulher, mas de uma maneira que não ocorra a ovulação e, por consequência, a gravidez. Dessa forma, a camada interna do útero (endométrio) fica constantemente fina e muitas vezes não há o que descamar e nesses casos não ocorre a menstruação. Por isso, caso tenha mesmo feito o uso correto da pílula a chance de gravidez é mínima, e você pode continuar a tomar a pílula normalmente. É possível que a menstruação venha na próxima pausa da cartela. Caso o atraso menstrual persista por mais tempo, consulte um médico para uma avaliação. A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças.
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passage: . Uso regular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se, por outro lado, você toma anticoncepcional corretamente e não houve nenhuma falha no método, como esquecimento de comprimido ou atraso para tomar a injeção, a possibilidade de gravidez é muito baixa, menos de 1% de chance. As mulheres que utilizam anticoncepcional apresentam o sangramento mensal reduzido ou mesmo ausência de menstruação. Isso acontece, pois, os hormônios dos anticoncepcionais tentam imitar o ciclo menstrual da mulher, mas de uma maneira que não ocorra a ovulação e, por consequência, a gravidez. Dessa forma, a camada interna do útero (endométrio) fica constantemente fina e muitas vezes não há o que descamar e nesses casos não ocorre a menstruação. Por isso, caso tenha mesmo feito o uso correto da pílula a chance de gravidez é mínima, e você pode continuar a tomar a pílula normalmente. É possível que a menstruação venha na próxima pausa da cartela. Caso o atraso menstrual persista por mais tempo, consulte um médico para uma avaliação. A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral
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passage: . Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais da injeção anticoncepcional mensal, não são presente em todas as mulheres, mas quando ocorrem costumam ser aumento de peso, pequenos sangramentos entre as menstruações, dor de cabeça, amenorreia e mamas sensíveis. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional mensal não é indicada para mulheres com: Menos de 6 semanas pós parto e que amamentam; Suspeita de gravidez ou gravidez confirmada; Histórico de doença tromboembólica na família; Histórico de acidente vascular cerebral na família; Câncer de mama em tratamento ou já curado; Hipertensão arterial superior a 180/110; Doença cardiovascular atual; Crises de enxaqueca recorrentes. Desta forma, caso apresente alguma destas condições é indicado procurar um ginecologista para que o caso seja avaliado e indicado o melhor método contraceptivo. Conheça outros métodos contraceptivos. Dúvidas comuns A seguir estão indicadas as principais dúvidas relacionadas com o anticoncepcional injetável mensal: 1. O que corta o efeito? O efeito do anticoncepcional injetável mensal pode diminuir devido ao uso de alguns medicamentos, como antibióticos, antivirais e medicamentos antiepiléticos, por exemplo. Por isso, é importante que o médico seja informado sobre o uso desses medicamentos antes de iniciar o uso do anticoncepcional. 2
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças.
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passage: . Uso regular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se, por outro lado, você toma anticoncepcional corretamente e não houve nenhuma falha no método, como esquecimento de comprimido ou atraso para tomar a injeção, a possibilidade de gravidez é muito baixa, menos de 1% de chance. As mulheres que utilizam anticoncepcional apresentam o sangramento mensal reduzido ou mesmo ausência de menstruação. Isso acontece, pois, os hormônios dos anticoncepcionais tentam imitar o ciclo menstrual da mulher, mas de uma maneira que não ocorra a ovulação e, por consequência, a gravidez. Dessa forma, a camada interna do útero (endométrio) fica constantemente fina e muitas vezes não há o que descamar e nesses casos não ocorre a menstruação. Por isso, caso tenha mesmo feito o uso correto da pílula a chance de gravidez é mínima, e você pode continuar a tomar a pílula normalmente. É possível que a menstruação venha na próxima pausa da cartela. Caso o atraso menstrual persista por mais tempo, consulte um médico para uma avaliação. A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral
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passage: . Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais da injeção anticoncepcional mensal, não são presente em todas as mulheres, mas quando ocorrem costumam ser aumento de peso, pequenos sangramentos entre as menstruações, dor de cabeça, amenorreia e mamas sensíveis. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional mensal não é indicada para mulheres com: Menos de 6 semanas pós parto e que amamentam; Suspeita de gravidez ou gravidez confirmada; Histórico de doença tromboembólica na família; Histórico de acidente vascular cerebral na família; Câncer de mama em tratamento ou já curado; Hipertensão arterial superior a 180/110; Doença cardiovascular atual; Crises de enxaqueca recorrentes. Desta forma, caso apresente alguma destas condições é indicado procurar um ginecologista para que o caso seja avaliado e indicado o melhor método contraceptivo. Conheça outros métodos contraceptivos. Dúvidas comuns A seguir estão indicadas as principais dúvidas relacionadas com o anticoncepcional injetável mensal: 1. O que corta o efeito? O efeito do anticoncepcional injetável mensal pode diminuir devido ao uso de alguns medicamentos, como antibióticos, antivirais e medicamentos antiepiléticos, por exemplo. Por isso, é importante que o médico seja informado sobre o uso desses medicamentos antes de iniciar o uso do anticoncepcional. 2
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passage: O que faz a mulher menstruar duas vezes no mesmo mês? “Uso a injeção anticoncepcional e tenho notado que às vezes minha menstruação desce mais de uma vez no mês. O que faz a mulher menstruar duas vezes no mesmo mês? Devo continuar com a injeção?” Pode ser considerado normal menstruar duas vezes no mês quando se apresenta um ciclo menstrual curto. Sempre que o intervalo entre uma menstruação e outra é menor que 30 dias, pode coincidir de duas menstruações ocorrerem no mesmo mês. Alguns fatores que podem fazer a menstruação descer duas vezes no mesmo mês são: Estresse e/ou ansiedade; Perda ou ganho de peso; Excesso de atividade física; Uso de anticoncepcionais; Alterações hormonais; Doenças, como mioma uterino e ovários policísticos. Além disso, o uso de anticoncepcional injetável pode causar sangramentos que podem ser confundidos com a menstruação em algumas mulheres. No entanto, este sangramento tende a melhorar quando se continua o uso do medicamento. Caso seja frequente você ficar menstruada duas vezes ao mês ou tenha ciclos menstruais menores que 21 dias, é recomendado consultar um ginecologista para identificar a causa destas alterações e iniciar o tratamento adequado, que pode envolver a troca do seu contraceptivo.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças.
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passage: . Uso regular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se, por outro lado, você toma anticoncepcional corretamente e não houve nenhuma falha no método, como esquecimento de comprimido ou atraso para tomar a injeção, a possibilidade de gravidez é muito baixa, menos de 1% de chance. As mulheres que utilizam anticoncepcional apresentam o sangramento mensal reduzido ou mesmo ausência de menstruação. Isso acontece, pois, os hormônios dos anticoncepcionais tentam imitar o ciclo menstrual da mulher, mas de uma maneira que não ocorra a ovulação e, por consequência, a gravidez. Dessa forma, a camada interna do útero (endométrio) fica constantemente fina e muitas vezes não há o que descamar e nesses casos não ocorre a menstruação. Por isso, caso tenha mesmo feito o uso correto da pílula a chance de gravidez é mínima, e você pode continuar a tomar a pílula normalmente. É possível que a menstruação venha na próxima pausa da cartela. Caso o atraso menstrual persista por mais tempo, consulte um médico para uma avaliação. A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral
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passage: . Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais da injeção anticoncepcional mensal, não são presente em todas as mulheres, mas quando ocorrem costumam ser aumento de peso, pequenos sangramentos entre as menstruações, dor de cabeça, amenorreia e mamas sensíveis. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional mensal não é indicada para mulheres com: Menos de 6 semanas pós parto e que amamentam; Suspeita de gravidez ou gravidez confirmada; Histórico de doença tromboembólica na família; Histórico de acidente vascular cerebral na família; Câncer de mama em tratamento ou já curado; Hipertensão arterial superior a 180/110; Doença cardiovascular atual; Crises de enxaqueca recorrentes. Desta forma, caso apresente alguma destas condições é indicado procurar um ginecologista para que o caso seja avaliado e indicado o melhor método contraceptivo. Conheça outros métodos contraceptivos. Dúvidas comuns A seguir estão indicadas as principais dúvidas relacionadas com o anticoncepcional injetável mensal: 1. O que corta o efeito? O efeito do anticoncepcional injetável mensal pode diminuir devido ao uso de alguns medicamentos, como antibióticos, antivirais e medicamentos antiepiléticos, por exemplo. Por isso, é importante que o médico seja informado sobre o uso desses medicamentos antes de iniciar o uso do anticoncepcional. 2
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passage: O que faz a mulher menstruar duas vezes no mesmo mês? “Uso a injeção anticoncepcional e tenho notado que às vezes minha menstruação desce mais de uma vez no mês. O que faz a mulher menstruar duas vezes no mesmo mês? Devo continuar com a injeção?” Pode ser considerado normal menstruar duas vezes no mês quando se apresenta um ciclo menstrual curto. Sempre que o intervalo entre uma menstruação e outra é menor que 30 dias, pode coincidir de duas menstruações ocorrerem no mesmo mês. Alguns fatores que podem fazer a menstruação descer duas vezes no mesmo mês são: Estresse e/ou ansiedade; Perda ou ganho de peso; Excesso de atividade física; Uso de anticoncepcionais; Alterações hormonais; Doenças, como mioma uterino e ovários policísticos. Além disso, o uso de anticoncepcional injetável pode causar sangramentos que podem ser confundidos com a menstruação em algumas mulheres. No entanto, este sangramento tende a melhorar quando se continua o uso do medicamento. Caso seja frequente você ficar menstruada duas vezes ao mês ou tenha ciclos menstruais menores que 21 dias, é recomendado consultar um ginecologista para identificar a causa destas alterações e iniciar o tratamento adequado, que pode envolver a troca do seu contraceptivo.
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passage: . Entenda o que é a injeção anticoncepcional trimestral e como usar. Principais vantagens A principal vantagem dos anticoncepcionais injetáveis mensais é que não existe grande impacto na fertilidade da mulher, pois é possível engravidar apenas um mês após o último uso. Além de poder ser usado em qualquer idade e diminuir as cólicas menstruais, ainda reduz as chances de câncer e cistos no ovário, doença inflamatória pélvica e diminui as dores presente em casos de endometriose. Também não produz grande impacto sobre a corrente sanguínea, como aumento da pressão arterial e do fator de coagulação, por conter estrogênio natural e não sintético como nos anticoncepcionais orais. Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais da injeção anticoncepcional mensal, não são presente em todas as mulheres, mas quando ocorrem costumam ser aumento de peso, pequenos sangramentos entre as menstruações, dor de cabeça, amenorreia e mamas sensíveis
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças.
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passage: . Uso regular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se, por outro lado, você toma anticoncepcional corretamente e não houve nenhuma falha no método, como esquecimento de comprimido ou atraso para tomar a injeção, a possibilidade de gravidez é muito baixa, menos de 1% de chance. As mulheres que utilizam anticoncepcional apresentam o sangramento mensal reduzido ou mesmo ausência de menstruação. Isso acontece, pois, os hormônios dos anticoncepcionais tentam imitar o ciclo menstrual da mulher, mas de uma maneira que não ocorra a ovulação e, por consequência, a gravidez. Dessa forma, a camada interna do útero (endométrio) fica constantemente fina e muitas vezes não há o que descamar e nesses casos não ocorre a menstruação. Por isso, caso tenha mesmo feito o uso correto da pílula a chance de gravidez é mínima, e você pode continuar a tomar a pílula normalmente. É possível que a menstruação venha na próxima pausa da cartela. Caso o atraso menstrual persista por mais tempo, consulte um médico para uma avaliação. A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral
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passage: O que faz a mulher menstruar duas vezes no mesmo mês? “Uso a injeção anticoncepcional e tenho notado que às vezes minha menstruação desce mais de uma vez no mês. O que faz a mulher menstruar duas vezes no mesmo mês? Devo continuar com a injeção?” Pode ser considerado normal menstruar duas vezes no mês quando se apresenta um ciclo menstrual curto. Sempre que o intervalo entre uma menstruação e outra é menor que 30 dias, pode coincidir de duas menstruações ocorrerem no mesmo mês. Alguns fatores que podem fazer a menstruação descer duas vezes no mesmo mês são: Estresse e/ou ansiedade; Perda ou ganho de peso; Excesso de atividade física; Uso de anticoncepcionais; Alterações hormonais; Doenças, como mioma uterino e ovários policísticos. Além disso, o uso de anticoncepcional injetável pode causar sangramentos que podem ser confundidos com a menstruação em algumas mulheres. No entanto, este sangramento tende a melhorar quando se continua o uso do medicamento. Caso seja frequente você ficar menstruada duas vezes ao mês ou tenha ciclos menstruais menores que 21 dias, é recomendado consultar um ginecologista para identificar a causa destas alterações e iniciar o tratamento adequado, que pode envolver a troca do seu contraceptivo.
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Menstruei mês passado e esse mês não veio, o que pode ser? “Menstruei normal mês passado, mas esse mês minha menstruação não veio, o que pode ter acontecido?” A ausência de menstruação ou o atraso menstrual podem acontecer por diferentes motivos. Um dos principais motivos para a menstruação não vir em pessoas que são sexualmente ativas é a gravidez. Esta é uma das primeiras hipóteses a ser considerada e, por isso, a possibilidade deve ser avaliada através de um teste de gravidez. Para além da gravidez, outras condições que podem levar ao atraso ou falta da menstruação são: Atividade física intensa; Estresse excessivo; Perda ou ganho de peso acentuado; Primeiros ciclos menstruais, logo após a primeira menstruação; Proximidade da menopausa. É importante lembrar que o uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula, injeções, implante, adesivos ou DIU também podem afetar o ciclo menstrual. Nesses casos, a menstruação pode não vir conforme o esperado. Algumas doenças também podem atrasar a menstruação, como: Síndrome dos Ovários policísticos; Distúrbios da tireoide; Tumores da hipófise; Distúrbios hormonais. Caso a sua menstruação não tenha vindo, consulte um ginecologista para ajudar a descobrir a causa correta.
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passage: É normal menstruar se tomei a injeção trimestral? “Comecei a usar a injeção anticoncepcional trimestral de medroxiprogesterona e, esse mês, tive um sangramento. É normal menstruar se tomei a injeção trimestral?” Algumas mulheres ainda podem menstruar após começar a tomar a injeção trimestral de medroxiprogesterona, mas é esperado que com a continuação do uso o sangramento pare de vir. A maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Alterações do ciclo menstrual, incluindo sangramento irregular e pequenas perdas de sangue conhecidas como spotting, estão entre os principais efeitos colaterais da injeção trimestral, especialmente no início do tratamento. Conheça as principais alterações da menstruação e o que fazer. Além disso, a injeção trimestral pode causar efeitos colaterais como: Perda ou ganho de peso; Dor de cabeça; Ansiedade; Dor ou desconforto no abdome; Tontura; Diminuição da libido.
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passage: . A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral. Portanto, no caso de a menstruação não vir com o anticoncepcional injetável e o uso do anticoncepcional for correto e regular praticamente não há risco de gravidez. No entanto, caso o uso da injeção tenha sido irregular como esquecimentos da aplicação ou atrasos, é importante consultar o médico para uma avaliação. Lembre-se sempre que existem outras causas para o atraso menstrual, além da gravidez, como prática excessiva de atividade física, estresse, Síndrome do ovário policístico, distúrbios da tireoide, uso de medicamentos e outras doenças.
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passage: . Uso regular do anticoncepcional e atraso da menstruação Se, por outro lado, você toma anticoncepcional corretamente e não houve nenhuma falha no método, como esquecimento de comprimido ou atraso para tomar a injeção, a possibilidade de gravidez é muito baixa, menos de 1% de chance. As mulheres que utilizam anticoncepcional apresentam o sangramento mensal reduzido ou mesmo ausência de menstruação. Isso acontece, pois, os hormônios dos anticoncepcionais tentam imitar o ciclo menstrual da mulher, mas de uma maneira que não ocorra a ovulação e, por consequência, a gravidez. Dessa forma, a camada interna do útero (endométrio) fica constantemente fina e muitas vezes não há o que descamar e nesses casos não ocorre a menstruação. Por isso, caso tenha mesmo feito o uso correto da pílula a chance de gravidez é mínima, e você pode continuar a tomar a pílula normalmente. É possível que a menstruação venha na próxima pausa da cartela. Caso o atraso menstrual persista por mais tempo, consulte um médico para uma avaliação. A menstruação não veio com o anticoncepcional injetável Em mulheres que recorrem ao anticoncepcional injetável trimestral ou mensal, o atraso ou mesmo ausência da menstruação, é ainda mais comum, principalmente, com o uso da injeção trimestral
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passage: . Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais da injeção anticoncepcional mensal, não são presente em todas as mulheres, mas quando ocorrem costumam ser aumento de peso, pequenos sangramentos entre as menstruações, dor de cabeça, amenorreia e mamas sensíveis. Quando não é indicado A injeção anticoncepcional mensal não é indicada para mulheres com: Menos de 6 semanas pós parto e que amamentam; Suspeita de gravidez ou gravidez confirmada; Histórico de doença tromboembólica na família; Histórico de acidente vascular cerebral na família; Câncer de mama em tratamento ou já curado; Hipertensão arterial superior a 180/110; Doença cardiovascular atual; Crises de enxaqueca recorrentes. Desta forma, caso apresente alguma destas condições é indicado procurar um ginecologista para que o caso seja avaliado e indicado o melhor método contraceptivo. Conheça outros métodos contraceptivos. Dúvidas comuns A seguir estão indicadas as principais dúvidas relacionadas com o anticoncepcional injetável mensal: 1. O que corta o efeito? O efeito do anticoncepcional injetável mensal pode diminuir devido ao uso de alguns medicamentos, como antibióticos, antivirais e medicamentos antiepiléticos, por exemplo. Por isso, é importante que o médico seja informado sobre o uso desses medicamentos antes de iniciar o uso do anticoncepcional. 2
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passage: O que faz a mulher menstruar duas vezes no mesmo mês? “Uso a injeção anticoncepcional e tenho notado que às vezes minha menstruação desce mais de uma vez no mês. O que faz a mulher menstruar duas vezes no mesmo mês? Devo continuar com a injeção?” Pode ser considerado normal menstruar duas vezes no mês quando se apresenta um ciclo menstrual curto. Sempre que o intervalo entre uma menstruação e outra é menor que 30 dias, pode coincidir de duas menstruações ocorrerem no mesmo mês. Alguns fatores que podem fazer a menstruação descer duas vezes no mesmo mês são: Estresse e/ou ansiedade; Perda ou ganho de peso; Excesso de atividade física; Uso de anticoncepcionais; Alterações hormonais; Doenças, como mioma uterino e ovários policísticos. Além disso, o uso de anticoncepcional injetável pode causar sangramentos que podem ser confundidos com a menstruação em algumas mulheres. No entanto, este sangramento tende a melhorar quando se continua o uso do medicamento. Caso seja frequente você ficar menstruada duas vezes ao mês ou tenha ciclos menstruais menores que 21 dias, é recomendado consultar um ginecologista para identificar a causa destas alterações e iniciar o tratamento adequado, que pode envolver a troca do seu contraceptivo.
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passage: . Entenda o que é a injeção anticoncepcional trimestral e como usar. Principais vantagens A principal vantagem dos anticoncepcionais injetáveis mensais é que não existe grande impacto na fertilidade da mulher, pois é possível engravidar apenas um mês após o último uso. Além de poder ser usado em qualquer idade e diminuir as cólicas menstruais, ainda reduz as chances de câncer e cistos no ovário, doença inflamatória pélvica e diminui as dores presente em casos de endometriose. Também não produz grande impacto sobre a corrente sanguínea, como aumento da pressão arterial e do fator de coagulação, por conter estrogênio natural e não sintético como nos anticoncepcionais orais. Possíveis efeitos colaterais Os efeitos colaterais da injeção anticoncepcional mensal, não são presente em todas as mulheres, mas quando ocorrem costumam ser aumento de peso, pequenos sangramentos entre as menstruações, dor de cabeça, amenorreia e mamas sensíveis
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passage: Tomei injeção anticoncepcional e tive relação. Posso engravidar? “Fiquei uns 4 meses sem tomar injeção anticoncepcional, voltei a tomar recentemente e tive uma relação sexual sem preservativo no dia seguinte. Corro o risco de engravidar?” Sim, o risco de engravidar é pequeno, mas existe. O tempo de início do efeito da injeção anticoncepcional irá depender de quando começou o seu uso. Caso tenha iniciado a injeção anticoncepcional até 7 dias após o primeiro dia da menstruação, já está protegida logo a seguir, e o risco de gravidez é mínimo, portanto já poderá ter relação logo após a aplicação. Contudo, caso tenha tomado a injeção anticoncepcional mais de 7 dias após o primeiro dia da menstruação, só poderá ter relação desprotegida depois de sete dias da aplicação da injeção, já que a proteção contra gravidez só é garantida após esse período. Neste último caso é recomendado o uso de um método de barreira, como a camisinha, por pelo menos 7 dias após a aplicação da injeção. Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista
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Olá! Entendo sua preocupação. É comum que o uso de anticoncepcionais injetáveis, tanto os mensais quanto os trimestrais, causem alterações no padrão menstrual, especialmente no início do uso. O que você está experimentando, ou seja, menstruar mesmo tendo tomado a injeção, pode acontecer por alguns motivos.
Primeiramente, é importante lembrar que, principalmente com a injeção trimestral, é esperado que o sangramento vá diminuindo com o tempo e, eventualmente, pare. No entanto, algumas mulheres podem apresentar sangramentos irregulares ou pequenos sangramentos, chamados spotting, especialmente nos primeiros meses de uso.
No seu caso, como você já toma a injeção há alguns meses, esse sangramento pode ser um efeito colateral da medicação, um escape. É como se o seu corpo ainda estivesse se adaptando à dose hormonal. Além disso, outros fatores podem influenciar no seu ciclo menstrual, como estresse, ansiedade, mudanças no peso ou até mesmo atividade física intensa.
Se você está usando a injeção trimestral, saiba que alterações no ciclo menstrual são comuns, e a maioria das mulheres para de menstruar em até 12 meses de tratamento. Já com a injeção mensal, sangramentos entre as menstruações são possíveis, mas menos frequentes a longo prazo.
Menstruar duas vezes no mesmo mês pode acontecer se o seu ciclo menstrual for naturalmente curto. Se o intervalo entre uma menstruação e outra é menor que 30 dias, pode coincidir de você menstruar duas vezes no mesmo mês.
Para ter certeza do que está acontecendo e descartar outras causas, como alguma alteração hormonal ou até mesmo outras condições como miomas ou ovários policísticos, seria importante agendar uma consulta com seu ginecologista. Ele poderá avaliar seu histórico, realizar um exame físico e, se necessário, solicitar exames complementares para identificar a causa do sangramento e te orientar sobre a melhor conduta.
De toda forma, fique tranquila! Na maioria das vezes, essas alterações são benignas e relacionadas ao uso do anticoncepcional injetável. O importante é manter o acompanhamento médico e seguir as orientações do seu ginecologista para garantir sua saúde e bem-estar.
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Tive um aborto há alguns dias, mas ainda sinto enjôos. É normal?
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Olá! Quando perdemos uma gestação, o hormônio produzido por ela, o beta-hCG, ainda permanece no nosso corpo por algum tempo, às vezes mais de um mês. Esse hormônio é o que faz com que ainda tenhamos sintomas da gestação. Aos poucos, eles vão desaparecendo.
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passage: Sentir enjoo durante a menstruação é normal? “Fico enjoada toda vez que a menstruação está chegando, mas isso passa depois de uns dias que a menstruação vem. Sentir enjoo durante a menstruação é normal?” Sentir enjoo durante a menstruação é normal em algumas mulheres e acontece, provavelmente, devido às alterações hormonais nesse período. No entanto, o enjoo também pode ser causado por ansiedade e problemas ginecológicos, como endometriose ou dismenorreia primária, em alguns casos. Na maioria das vezes, para diminuir o enjoo durante a menstruação são recomendadas algumas medidas, como: Fazer exercícios físicos regularmente; Evitar estresse; Dormir o suficiente e sempre nos mesmos horários; Evitar alimentos como embutidos ou ultraprocessados, café, refrigerantes e bebidas alcoólicas. Além disso, dependendo da causa do enjoo, o médico também pode indicar psicoterapia e medicamentos, como anti-inflamatórios, anticoncepcionais ou antidepressivos, por exemplo. Caso seja frequente você sentir enjoo durante a menstruação e/ou existam outros sintomas associados, é recomendado consultar um ginecologista, para que a causa do enjoo seja identificada e possa ser iniciado o tratamento mais adequado.
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passage: Sentir enjoo durante a menstruação é normal? “Fico enjoada toda vez que a menstruação está chegando, mas isso passa depois de uns dias que a menstruação vem. Sentir enjoo durante a menstruação é normal?” Sentir enjoo durante a menstruação é normal em algumas mulheres e acontece, provavelmente, devido às alterações hormonais nesse período. No entanto, o enjoo também pode ser causado por ansiedade e problemas ginecológicos, como endometriose ou dismenorreia primária, em alguns casos. Na maioria das vezes, para diminuir o enjoo durante a menstruação são recomendadas algumas medidas, como: Fazer exercícios físicos regularmente; Evitar estresse; Dormir o suficiente e sempre nos mesmos horários; Evitar alimentos como embutidos ou ultraprocessados, café, refrigerantes e bebidas alcoólicas. Além disso, dependendo da causa do enjoo, o médico também pode indicar psicoterapia e medicamentos, como anti-inflamatórios, anticoncepcionais ou antidepressivos, por exemplo. Caso seja frequente você sentir enjoo durante a menstruação e/ou existam outros sintomas associados, é recomendado consultar um ginecologista, para que a causa do enjoo seja identificada e possa ser iniciado o tratamento mais adequado.
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passage: É normal sentir enjoo e dor no período fértil? “Quase 1 vez por mês sinto muito enjoo e dor na barriga. Estou achando que pode estar relacionado com o meu período fértil. É normal?” Sim, sentir enjoo e dor pélvica (no baixo ventre), durante o período fértil, é bastante normal. As variações hormonais desse período podem estar por trás das náuseas, enquanto que a dor tipo cólica é decorrente da própria ovulação em si. A dor no período fértil pode ser em cólica ou em pontada, de leve a moderada intensidade, ocorre sempre na mesma fase do ciclo menstrual e geralmente dura de minutos a horas, mas podendo ainda persistir por 2 ou 3 dias, em alguns casos. Porém, vale lembrar que os sintomas do período fértil variam bastante de mulher para mulher. Algumas podem também ficar com as mamas inchadas e doloridas ou podem apresentar alterações de humor, aumento do apetite e da libido, ou ainda leve sangramento. Veja os principais sintomas do período fértil. Apesar dos enjoos e da dor serem normais no período fértil, eles também podem ser sintomas de diversos problemas de saúde, por isso é recomendável consultar um ginecologista caso eles persistam ou interfiram em demasia com o dia a dia.
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passage: Sentir enjoo durante a menstruação é normal? “Fico enjoada toda vez que a menstruação está chegando, mas isso passa depois de uns dias que a menstruação vem. Sentir enjoo durante a menstruação é normal?” Sentir enjoo durante a menstruação é normal em algumas mulheres e acontece, provavelmente, devido às alterações hormonais nesse período. No entanto, o enjoo também pode ser causado por ansiedade e problemas ginecológicos, como endometriose ou dismenorreia primária, em alguns casos. Na maioria das vezes, para diminuir o enjoo durante a menstruação são recomendadas algumas medidas, como: Fazer exercícios físicos regularmente; Evitar estresse; Dormir o suficiente e sempre nos mesmos horários; Evitar alimentos como embutidos ou ultraprocessados, café, refrigerantes e bebidas alcoólicas. Além disso, dependendo da causa do enjoo, o médico também pode indicar psicoterapia e medicamentos, como anti-inflamatórios, anticoncepcionais ou antidepressivos, por exemplo. Caso seja frequente você sentir enjoo durante a menstruação e/ou existam outros sintomas associados, é recomendado consultar um ginecologista, para que a causa do enjoo seja identificada e possa ser iniciado o tratamento mais adequado.
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passage: É normal sentir enjoo e dor no período fértil? “Quase 1 vez por mês sinto muito enjoo e dor na barriga. Estou achando que pode estar relacionado com o meu período fértil. É normal?” Sim, sentir enjoo e dor pélvica (no baixo ventre), durante o período fértil, é bastante normal. As variações hormonais desse período podem estar por trás das náuseas, enquanto que a dor tipo cólica é decorrente da própria ovulação em si. A dor no período fértil pode ser em cólica ou em pontada, de leve a moderada intensidade, ocorre sempre na mesma fase do ciclo menstrual e geralmente dura de minutos a horas, mas podendo ainda persistir por 2 ou 3 dias, em alguns casos. Porém, vale lembrar que os sintomas do período fértil variam bastante de mulher para mulher. Algumas podem também ficar com as mamas inchadas e doloridas ou podem apresentar alterações de humor, aumento do apetite e da libido, ou ainda leve sangramento. Veja os principais sintomas do período fértil. Apesar dos enjoos e da dor serem normais no período fértil, eles também podem ser sintomas de diversos problemas de saúde, por isso é recomendável consultar um ginecologista caso eles persistam ou interfiram em demasia com o dia a dia.
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passage: . Os sintomas de enjoos matinais, prisão de ventre, cansaço, dor e aumento dos seios e vontade frequente de urinar podem ficar mais evidentes. Além disso, a mulher também pode apresentar maior sensibilidade a cheiros. Devido às alterações hormonais e aumento do fluxo sanguíneo no útero, pode ocorrer aumento da produção de muco cervical, que é percebido como um corrimento fino, branco leitoso e sem cheiro. Esse muco é normal e faz parte do tampão mucoso, que é uma substância que tem como objetivo proteger o bebê contra infecções. Leia também: Tampão mucoso: o que é, como identificar e o que fazer quando sai tuasaude.com/como-identificar-o-tampao-mucoso Além disso, podem ocorrer alterações na pele que fica mais oleosa, podendo causar aparecimento de acne no rosto, e um brilho mais rosado, devido ao aumento do fluxo sanguíneo e dos hormônios. Cuidados durante a 7ª semana Na 7ª semana da gestação, alguns cuidados são importantes para ajudar a aliviar os desconfortos que podem surgir como: Enjoo matinal: Em caso de enjoos muito intensos, o médico poderá receitar o uso de remédios ou suplementos para enjoos. Uma boa dica para aliviar é comer 1 bolacha de água e sal logo ao levantar pela manhã e só depois de alguns minutos tomar o café da manhã
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passage: Sentir enjoo durante a menstruação é normal? “Fico enjoada toda vez que a menstruação está chegando, mas isso passa depois de uns dias que a menstruação vem. Sentir enjoo durante a menstruação é normal?” Sentir enjoo durante a menstruação é normal em algumas mulheres e acontece, provavelmente, devido às alterações hormonais nesse período. No entanto, o enjoo também pode ser causado por ansiedade e problemas ginecológicos, como endometriose ou dismenorreia primária, em alguns casos. Na maioria das vezes, para diminuir o enjoo durante a menstruação são recomendadas algumas medidas, como: Fazer exercícios físicos regularmente; Evitar estresse; Dormir o suficiente e sempre nos mesmos horários; Evitar alimentos como embutidos ou ultraprocessados, café, refrigerantes e bebidas alcoólicas. Além disso, dependendo da causa do enjoo, o médico também pode indicar psicoterapia e medicamentos, como anti-inflamatórios, anticoncepcionais ou antidepressivos, por exemplo. Caso seja frequente você sentir enjoo durante a menstruação e/ou existam outros sintomas associados, é recomendado consultar um ginecologista, para que a causa do enjoo seja identificada e possa ser iniciado o tratamento mais adequado.
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passage: É normal sentir enjoo e dor no período fértil? “Quase 1 vez por mês sinto muito enjoo e dor na barriga. Estou achando que pode estar relacionado com o meu período fértil. É normal?” Sim, sentir enjoo e dor pélvica (no baixo ventre), durante o período fértil, é bastante normal. As variações hormonais desse período podem estar por trás das náuseas, enquanto que a dor tipo cólica é decorrente da própria ovulação em si. A dor no período fértil pode ser em cólica ou em pontada, de leve a moderada intensidade, ocorre sempre na mesma fase do ciclo menstrual e geralmente dura de minutos a horas, mas podendo ainda persistir por 2 ou 3 dias, em alguns casos. Porém, vale lembrar que os sintomas do período fértil variam bastante de mulher para mulher. Algumas podem também ficar com as mamas inchadas e doloridas ou podem apresentar alterações de humor, aumento do apetite e da libido, ou ainda leve sangramento. Veja os principais sintomas do período fértil. Apesar dos enjoos e da dor serem normais no período fértil, eles também podem ser sintomas de diversos problemas de saúde, por isso é recomendável consultar um ginecologista caso eles persistam ou interfiram em demasia com o dia a dia.
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passage: . Os sintomas de enjoos matinais, prisão de ventre, cansaço, dor e aumento dos seios e vontade frequente de urinar podem ficar mais evidentes. Além disso, a mulher também pode apresentar maior sensibilidade a cheiros. Devido às alterações hormonais e aumento do fluxo sanguíneo no útero, pode ocorrer aumento da produção de muco cervical, que é percebido como um corrimento fino, branco leitoso e sem cheiro. Esse muco é normal e faz parte do tampão mucoso, que é uma substância que tem como objetivo proteger o bebê contra infecções. Leia também: Tampão mucoso: o que é, como identificar e o que fazer quando sai tuasaude.com/como-identificar-o-tampao-mucoso Além disso, podem ocorrer alterações na pele que fica mais oleosa, podendo causar aparecimento de acne no rosto, e um brilho mais rosado, devido ao aumento do fluxo sanguíneo e dos hormônios. Cuidados durante a 7ª semana Na 7ª semana da gestação, alguns cuidados são importantes para ajudar a aliviar os desconfortos que podem surgir como: Enjoo matinal: Em caso de enjoos muito intensos, o médico poderá receitar o uso de remédios ou suplementos para enjoos. Uma boa dica para aliviar é comer 1 bolacha de água e sal logo ao levantar pela manhã e só depois de alguns minutos tomar o café da manhã
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Sentir enjoo durante a menstruação é normal? “Fico enjoada toda vez que a menstruação está chegando, mas isso passa depois de uns dias que a menstruação vem. Sentir enjoo durante a menstruação é normal?” Sentir enjoo durante a menstruação é normal em algumas mulheres e acontece, provavelmente, devido às alterações hormonais nesse período. No entanto, o enjoo também pode ser causado por ansiedade e problemas ginecológicos, como endometriose ou dismenorreia primária, em alguns casos. Na maioria das vezes, para diminuir o enjoo durante a menstruação são recomendadas algumas medidas, como: Fazer exercícios físicos regularmente; Evitar estresse; Dormir o suficiente e sempre nos mesmos horários; Evitar alimentos como embutidos ou ultraprocessados, café, refrigerantes e bebidas alcoólicas. Além disso, dependendo da causa do enjoo, o médico também pode indicar psicoterapia e medicamentos, como anti-inflamatórios, anticoncepcionais ou antidepressivos, por exemplo. Caso seja frequente você sentir enjoo durante a menstruação e/ou existam outros sintomas associados, é recomendado consultar um ginecologista, para que a causa do enjoo seja identificada e possa ser iniciado o tratamento mais adequado.
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passage: É normal sentir enjoo e dor no período fértil? “Quase 1 vez por mês sinto muito enjoo e dor na barriga. Estou achando que pode estar relacionado com o meu período fértil. É normal?” Sim, sentir enjoo e dor pélvica (no baixo ventre), durante o período fértil, é bastante normal. As variações hormonais desse período podem estar por trás das náuseas, enquanto que a dor tipo cólica é decorrente da própria ovulação em si. A dor no período fértil pode ser em cólica ou em pontada, de leve a moderada intensidade, ocorre sempre na mesma fase do ciclo menstrual e geralmente dura de minutos a horas, mas podendo ainda persistir por 2 ou 3 dias, em alguns casos. Porém, vale lembrar que os sintomas do período fértil variam bastante de mulher para mulher. Algumas podem também ficar com as mamas inchadas e doloridas ou podem apresentar alterações de humor, aumento do apetite e da libido, ou ainda leve sangramento. Veja os principais sintomas do período fértil. Apesar dos enjoos e da dor serem normais no período fértil, eles também podem ser sintomas de diversos problemas de saúde, por isso é recomendável consultar um ginecologista caso eles persistam ou interfiram em demasia com o dia a dia.
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passage: . Os sintomas de enjoos matinais, prisão de ventre, cansaço, dor e aumento dos seios e vontade frequente de urinar podem ficar mais evidentes. Além disso, a mulher também pode apresentar maior sensibilidade a cheiros. Devido às alterações hormonais e aumento do fluxo sanguíneo no útero, pode ocorrer aumento da produção de muco cervical, que é percebido como um corrimento fino, branco leitoso e sem cheiro. Esse muco é normal e faz parte do tampão mucoso, que é uma substância que tem como objetivo proteger o bebê contra infecções. Leia também: Tampão mucoso: o que é, como identificar e o que fazer quando sai tuasaude.com/como-identificar-o-tampao-mucoso Além disso, podem ocorrer alterações na pele que fica mais oleosa, podendo causar aparecimento de acne no rosto, e um brilho mais rosado, devido ao aumento do fluxo sanguíneo e dos hormônios. Cuidados durante a 7ª semana Na 7ª semana da gestação, alguns cuidados são importantes para ajudar a aliviar os desconfortos que podem surgir como: Enjoo matinal: Em caso de enjoos muito intensos, o médico poderá receitar o uso de remédios ou suplementos para enjoos. Uma boa dica para aliviar é comer 1 bolacha de água e sal logo ao levantar pela manhã e só depois de alguns minutos tomar o café da manhã
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Aborto Os coágulos de sangue na menstruação podem indicar um aborto espontâneo no 1º trimestre de gestação, especialmente se a cor é ligeiramente amarelada ou acinzentada. Veja que outros sintomas podem ajudar a identificar um aborto. O que fazer: para confirmar se ocorreu um aborto é muito importante ir no ginecologista para que seja solicitada a realização do exame beta hcg. Porém se o sangramento for muito abundante deve-se ir rapidamente ao hospital para iniciar o tratamento adequado e impedir a perda de muito sangue. Na maioria dos casos, o aborto acontece nas primeiras semanas de gravidez e o sangramento dura apenas entre 2 a 3 dias. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Endometriose A endometriose é caracterizada pelo crescimento do tecido do endométrio fora do útero, que pode provocar menstruação abundante, dor intensa e formação de coágulos. Esta doença, apesar de ser mais frequente em mulheres entre os 30 e os 40 anos, pode surgir em qualquer idade
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passage: Sentir enjoo durante a menstruação é normal? “Fico enjoada toda vez que a menstruação está chegando, mas isso passa depois de uns dias que a menstruação vem. Sentir enjoo durante a menstruação é normal?” Sentir enjoo durante a menstruação é normal em algumas mulheres e acontece, provavelmente, devido às alterações hormonais nesse período. No entanto, o enjoo também pode ser causado por ansiedade e problemas ginecológicos, como endometriose ou dismenorreia primária, em alguns casos. Na maioria das vezes, para diminuir o enjoo durante a menstruação são recomendadas algumas medidas, como: Fazer exercícios físicos regularmente; Evitar estresse; Dormir o suficiente e sempre nos mesmos horários; Evitar alimentos como embutidos ou ultraprocessados, café, refrigerantes e bebidas alcoólicas. Além disso, dependendo da causa do enjoo, o médico também pode indicar psicoterapia e medicamentos, como anti-inflamatórios, anticoncepcionais ou antidepressivos, por exemplo. Caso seja frequente você sentir enjoo durante a menstruação e/ou existam outros sintomas associados, é recomendado consultar um ginecologista, para que a causa do enjoo seja identificada e possa ser iniciado o tratamento mais adequado.
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passage: É normal sentir enjoo e dor no período fértil? “Quase 1 vez por mês sinto muito enjoo e dor na barriga. Estou achando que pode estar relacionado com o meu período fértil. É normal?” Sim, sentir enjoo e dor pélvica (no baixo ventre), durante o período fértil, é bastante normal. As variações hormonais desse período podem estar por trás das náuseas, enquanto que a dor tipo cólica é decorrente da própria ovulação em si. A dor no período fértil pode ser em cólica ou em pontada, de leve a moderada intensidade, ocorre sempre na mesma fase do ciclo menstrual e geralmente dura de minutos a horas, mas podendo ainda persistir por 2 ou 3 dias, em alguns casos. Porém, vale lembrar que os sintomas do período fértil variam bastante de mulher para mulher. Algumas podem também ficar com as mamas inchadas e doloridas ou podem apresentar alterações de humor, aumento do apetite e da libido, ou ainda leve sangramento. Veja os principais sintomas do período fértil. Apesar dos enjoos e da dor serem normais no período fértil, eles também podem ser sintomas de diversos problemas de saúde, por isso é recomendável consultar um ginecologista caso eles persistam ou interfiram em demasia com o dia a dia.
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passage: . Os sintomas de enjoos matinais, prisão de ventre, cansaço, dor e aumento dos seios e vontade frequente de urinar podem ficar mais evidentes. Além disso, a mulher também pode apresentar maior sensibilidade a cheiros. Devido às alterações hormonais e aumento do fluxo sanguíneo no útero, pode ocorrer aumento da produção de muco cervical, que é percebido como um corrimento fino, branco leitoso e sem cheiro. Esse muco é normal e faz parte do tampão mucoso, que é uma substância que tem como objetivo proteger o bebê contra infecções. Leia também: Tampão mucoso: o que é, como identificar e o que fazer quando sai tuasaude.com/como-identificar-o-tampao-mucoso Além disso, podem ocorrer alterações na pele que fica mais oleosa, podendo causar aparecimento de acne no rosto, e um brilho mais rosado, devido ao aumento do fluxo sanguíneo e dos hormônios. Cuidados durante a 7ª semana Na 7ª semana da gestação, alguns cuidados são importantes para ajudar a aliviar os desconfortos que podem surgir como: Enjoo matinal: Em caso de enjoos muito intensos, o médico poderá receitar o uso de remédios ou suplementos para enjoos. Uma boa dica para aliviar é comer 1 bolacha de água e sal logo ao levantar pela manhã e só depois de alguns minutos tomar o café da manhã
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Aborto Os coágulos de sangue na menstruação podem indicar um aborto espontâneo no 1º trimestre de gestação, especialmente se a cor é ligeiramente amarelada ou acinzentada. Veja que outros sintomas podem ajudar a identificar um aborto. O que fazer: para confirmar se ocorreu um aborto é muito importante ir no ginecologista para que seja solicitada a realização do exame beta hcg. Porém se o sangramento for muito abundante deve-se ir rapidamente ao hospital para iniciar o tratamento adequado e impedir a perda de muito sangue. Na maioria dos casos, o aborto acontece nas primeiras semanas de gravidez e o sangramento dura apenas entre 2 a 3 dias. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Endometriose A endometriose é caracterizada pelo crescimento do tecido do endométrio fora do útero, que pode provocar menstruação abundante, dor intensa e formação de coágulos. Esta doença, apesar de ser mais frequente em mulheres entre os 30 e os 40 anos, pode surgir em qualquer idade
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passage: Tenho sintomas de gravidez ou do anticoncepcional? “No quinto dia do meu ciclo comecei a tomar anticoncepcional. Tive relações com meu namorado seis dias depois da menstruação. Estou sentindo muito enjoo, e o pé da barriga está inchado. Estou em dúvida se são só sintomas do anticoncepcional ou se é gravidez. Pode me ajudar?” Os sintomas que descreve parecem ser apenas causados pelo uso do anticoncepcional, mas caso a menstruação atrase ou não venha no período de pausa da pílula, deve fazer um teste de gravidez para descartar esta hipótese. É muito comum confundir alguns sintomas (efeitos colaterais) do uso do anticoncepcional, como sensação de inchaço, náuseas ou sensibilidade mamária, com os possíveis sintomas do início de uma gravidez, ou mesmo do período pré-menstrual. Entretanto, vale lembrar que os sintomas de uma possível gravidez são mais persistentes e podem ser mais intensos do que os sintomas causados pelo anticoncepcional, ou seja, não melhoram com a vinda da menstruação e são contínuos durante todo o mês. Caso você tenha feito o uso correto da pílula, sem esquecimentos e de preferência no mesmo horário, não há com o que se preocupar, já que o risco de gravidez é muitíssimo baixo. Contudo, se está com muitas dúvidas, consulte um ginecologista ou o seu médico de família para maiores esclarecimentos.
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passage: Sentir enjoo durante a menstruação é normal? “Fico enjoada toda vez que a menstruação está chegando, mas isso passa depois de uns dias que a menstruação vem. Sentir enjoo durante a menstruação é normal?” Sentir enjoo durante a menstruação é normal em algumas mulheres e acontece, provavelmente, devido às alterações hormonais nesse período. No entanto, o enjoo também pode ser causado por ansiedade e problemas ginecológicos, como endometriose ou dismenorreia primária, em alguns casos. Na maioria das vezes, para diminuir o enjoo durante a menstruação são recomendadas algumas medidas, como: Fazer exercícios físicos regularmente; Evitar estresse; Dormir o suficiente e sempre nos mesmos horários; Evitar alimentos como embutidos ou ultraprocessados, café, refrigerantes e bebidas alcoólicas. Além disso, dependendo da causa do enjoo, o médico também pode indicar psicoterapia e medicamentos, como anti-inflamatórios, anticoncepcionais ou antidepressivos, por exemplo. Caso seja frequente você sentir enjoo durante a menstruação e/ou existam outros sintomas associados, é recomendado consultar um ginecologista, para que a causa do enjoo seja identificada e possa ser iniciado o tratamento mais adequado.
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passage: É normal sentir enjoo e dor no período fértil? “Quase 1 vez por mês sinto muito enjoo e dor na barriga. Estou achando que pode estar relacionado com o meu período fértil. É normal?” Sim, sentir enjoo e dor pélvica (no baixo ventre), durante o período fértil, é bastante normal. As variações hormonais desse período podem estar por trás das náuseas, enquanto que a dor tipo cólica é decorrente da própria ovulação em si. A dor no período fértil pode ser em cólica ou em pontada, de leve a moderada intensidade, ocorre sempre na mesma fase do ciclo menstrual e geralmente dura de minutos a horas, mas podendo ainda persistir por 2 ou 3 dias, em alguns casos. Porém, vale lembrar que os sintomas do período fértil variam bastante de mulher para mulher. Algumas podem também ficar com as mamas inchadas e doloridas ou podem apresentar alterações de humor, aumento do apetite e da libido, ou ainda leve sangramento. Veja os principais sintomas do período fértil. Apesar dos enjoos e da dor serem normais no período fértil, eles também podem ser sintomas de diversos problemas de saúde, por isso é recomendável consultar um ginecologista caso eles persistam ou interfiram em demasia com o dia a dia.
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passage: . Os sintomas de enjoos matinais, prisão de ventre, cansaço, dor e aumento dos seios e vontade frequente de urinar podem ficar mais evidentes. Além disso, a mulher também pode apresentar maior sensibilidade a cheiros. Devido às alterações hormonais e aumento do fluxo sanguíneo no útero, pode ocorrer aumento da produção de muco cervical, que é percebido como um corrimento fino, branco leitoso e sem cheiro. Esse muco é normal e faz parte do tampão mucoso, que é uma substância que tem como objetivo proteger o bebê contra infecções. Leia também: Tampão mucoso: o que é, como identificar e o que fazer quando sai tuasaude.com/como-identificar-o-tampao-mucoso Além disso, podem ocorrer alterações na pele que fica mais oleosa, podendo causar aparecimento de acne no rosto, e um brilho mais rosado, devido ao aumento do fluxo sanguíneo e dos hormônios. Cuidados durante a 7ª semana Na 7ª semana da gestação, alguns cuidados são importantes para ajudar a aliviar os desconfortos que podem surgir como: Enjoo matinal: Em caso de enjoos muito intensos, o médico poderá receitar o uso de remédios ou suplementos para enjoos. Uma boa dica para aliviar é comer 1 bolacha de água e sal logo ao levantar pela manhã e só depois de alguns minutos tomar o café da manhã
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Aborto Os coágulos de sangue na menstruação podem indicar um aborto espontâneo no 1º trimestre de gestação, especialmente se a cor é ligeiramente amarelada ou acinzentada. Veja que outros sintomas podem ajudar a identificar um aborto. O que fazer: para confirmar se ocorreu um aborto é muito importante ir no ginecologista para que seja solicitada a realização do exame beta hcg. Porém se o sangramento for muito abundante deve-se ir rapidamente ao hospital para iniciar o tratamento adequado e impedir a perda de muito sangue. Na maioria dos casos, o aborto acontece nas primeiras semanas de gravidez e o sangramento dura apenas entre 2 a 3 dias. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Endometriose A endometriose é caracterizada pelo crescimento do tecido do endométrio fora do útero, que pode provocar menstruação abundante, dor intensa e formação de coágulos. Esta doença, apesar de ser mais frequente em mulheres entre os 30 e os 40 anos, pode surgir em qualquer idade
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passage: Tenho sintomas de gravidez ou do anticoncepcional? “No quinto dia do meu ciclo comecei a tomar anticoncepcional. Tive relações com meu namorado seis dias depois da menstruação. Estou sentindo muito enjoo, e o pé da barriga está inchado. Estou em dúvida se são só sintomas do anticoncepcional ou se é gravidez. Pode me ajudar?” Os sintomas que descreve parecem ser apenas causados pelo uso do anticoncepcional, mas caso a menstruação atrase ou não venha no período de pausa da pílula, deve fazer um teste de gravidez para descartar esta hipótese. É muito comum confundir alguns sintomas (efeitos colaterais) do uso do anticoncepcional, como sensação de inchaço, náuseas ou sensibilidade mamária, com os possíveis sintomas do início de uma gravidez, ou mesmo do período pré-menstrual. Entretanto, vale lembrar que os sintomas de uma possível gravidez são mais persistentes e podem ser mais intensos do que os sintomas causados pelo anticoncepcional, ou seja, não melhoram com a vinda da menstruação e são contínuos durante todo o mês. Caso você tenha feito o uso correto da pílula, sem esquecimentos e de preferência no mesmo horário, não há com o que se preocupar, já que o risco de gravidez é muitíssimo baixo. Contudo, se está com muitas dúvidas, consulte um ginecologista ou o seu médico de família para maiores esclarecimentos.
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passage: . Após o procedimento, o médico deve inspecionar o conteúdo aspirado do útero, de forma a garantir que o conteúdo do útero foi completamente retirado. Durante o procedimento o médico pode utilizar um ultrassom para guiar a inserção da cânula e visualizar o útero por dentro durante o seu esvaziamento, além de inserir um DIU caso a mulher tenha solicitado e tenha indicação. A AMIU é um procedimento seguro e rápido durando cerca de 30 minutos, e após seu término, a mulher é encaminhada para uma sala de observação e pode ser liberada para ir para casa no mesmo dia. Como é a recuperação A recuperação da AMIU pode levar algumas semanas, sendo que após o procedimento a mulher pode apresentar sangramento em pouca quantidade. Além disso, a mulher pode ter cólicas que melhoram com o uso de analgésicos receitados pelo médico. É importante também que a mulher tenha acompanhamento psicológico, principalmente quando a AMIU foi feita devido ao abortamento, como forma de superar o luto. Como fica o útero após o AMIU? Depois da AMIU, a recuperação do útero pode demorar algumas semanas e o ciclo menstrual deve voltar ao normal dentro de 4 a 6 semanas. Nesse período, é importante que a mulher evite o contato íntimo, conforme orientado pelo ginecologista
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passage: Sentir enjoo durante a menstruação é normal? “Fico enjoada toda vez que a menstruação está chegando, mas isso passa depois de uns dias que a menstruação vem. Sentir enjoo durante a menstruação é normal?” Sentir enjoo durante a menstruação é normal em algumas mulheres e acontece, provavelmente, devido às alterações hormonais nesse período. No entanto, o enjoo também pode ser causado por ansiedade e problemas ginecológicos, como endometriose ou dismenorreia primária, em alguns casos. Na maioria das vezes, para diminuir o enjoo durante a menstruação são recomendadas algumas medidas, como: Fazer exercícios físicos regularmente; Evitar estresse; Dormir o suficiente e sempre nos mesmos horários; Evitar alimentos como embutidos ou ultraprocessados, café, refrigerantes e bebidas alcoólicas. Além disso, dependendo da causa do enjoo, o médico também pode indicar psicoterapia e medicamentos, como anti-inflamatórios, anticoncepcionais ou antidepressivos, por exemplo. Caso seja frequente você sentir enjoo durante a menstruação e/ou existam outros sintomas associados, é recomendado consultar um ginecologista, para que a causa do enjoo seja identificada e possa ser iniciado o tratamento mais adequado.
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passage: É normal sentir enjoo e dor no período fértil? “Quase 1 vez por mês sinto muito enjoo e dor na barriga. Estou achando que pode estar relacionado com o meu período fértil. É normal?” Sim, sentir enjoo e dor pélvica (no baixo ventre), durante o período fértil, é bastante normal. As variações hormonais desse período podem estar por trás das náuseas, enquanto que a dor tipo cólica é decorrente da própria ovulação em si. A dor no período fértil pode ser em cólica ou em pontada, de leve a moderada intensidade, ocorre sempre na mesma fase do ciclo menstrual e geralmente dura de minutos a horas, mas podendo ainda persistir por 2 ou 3 dias, em alguns casos. Porém, vale lembrar que os sintomas do período fértil variam bastante de mulher para mulher. Algumas podem também ficar com as mamas inchadas e doloridas ou podem apresentar alterações de humor, aumento do apetite e da libido, ou ainda leve sangramento. Veja os principais sintomas do período fértil. Apesar dos enjoos e da dor serem normais no período fértil, eles também podem ser sintomas de diversos problemas de saúde, por isso é recomendável consultar um ginecologista caso eles persistam ou interfiram em demasia com o dia a dia.
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passage: . Os sintomas de enjoos matinais, prisão de ventre, cansaço, dor e aumento dos seios e vontade frequente de urinar podem ficar mais evidentes. Além disso, a mulher também pode apresentar maior sensibilidade a cheiros. Devido às alterações hormonais e aumento do fluxo sanguíneo no útero, pode ocorrer aumento da produção de muco cervical, que é percebido como um corrimento fino, branco leitoso e sem cheiro. Esse muco é normal e faz parte do tampão mucoso, que é uma substância que tem como objetivo proteger o bebê contra infecções. Leia também: Tampão mucoso: o que é, como identificar e o que fazer quando sai tuasaude.com/como-identificar-o-tampao-mucoso Além disso, podem ocorrer alterações na pele que fica mais oleosa, podendo causar aparecimento de acne no rosto, e um brilho mais rosado, devido ao aumento do fluxo sanguíneo e dos hormônios. Cuidados durante a 7ª semana Na 7ª semana da gestação, alguns cuidados são importantes para ajudar a aliviar os desconfortos que podem surgir como: Enjoo matinal: Em caso de enjoos muito intensos, o médico poderá receitar o uso de remédios ou suplementos para enjoos. Uma boa dica para aliviar é comer 1 bolacha de água e sal logo ao levantar pela manhã e só depois de alguns minutos tomar o café da manhã
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Aborto Os coágulos de sangue na menstruação podem indicar um aborto espontâneo no 1º trimestre de gestação, especialmente se a cor é ligeiramente amarelada ou acinzentada. Veja que outros sintomas podem ajudar a identificar um aborto. O que fazer: para confirmar se ocorreu um aborto é muito importante ir no ginecologista para que seja solicitada a realização do exame beta hcg. Porém se o sangramento for muito abundante deve-se ir rapidamente ao hospital para iniciar o tratamento adequado e impedir a perda de muito sangue. Na maioria dos casos, o aborto acontece nas primeiras semanas de gravidez e o sangramento dura apenas entre 2 a 3 dias. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Endometriose A endometriose é caracterizada pelo crescimento do tecido do endométrio fora do útero, que pode provocar menstruação abundante, dor intensa e formação de coágulos. Esta doença, apesar de ser mais frequente em mulheres entre os 30 e os 40 anos, pode surgir em qualquer idade
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passage: Tenho sintomas de gravidez ou do anticoncepcional? “No quinto dia do meu ciclo comecei a tomar anticoncepcional. Tive relações com meu namorado seis dias depois da menstruação. Estou sentindo muito enjoo, e o pé da barriga está inchado. Estou em dúvida se são só sintomas do anticoncepcional ou se é gravidez. Pode me ajudar?” Os sintomas que descreve parecem ser apenas causados pelo uso do anticoncepcional, mas caso a menstruação atrase ou não venha no período de pausa da pílula, deve fazer um teste de gravidez para descartar esta hipótese. É muito comum confundir alguns sintomas (efeitos colaterais) do uso do anticoncepcional, como sensação de inchaço, náuseas ou sensibilidade mamária, com os possíveis sintomas do início de uma gravidez, ou mesmo do período pré-menstrual. Entretanto, vale lembrar que os sintomas de uma possível gravidez são mais persistentes e podem ser mais intensos do que os sintomas causados pelo anticoncepcional, ou seja, não melhoram com a vinda da menstruação e são contínuos durante todo o mês. Caso você tenha feito o uso correto da pílula, sem esquecimentos e de preferência no mesmo horário, não há com o que se preocupar, já que o risco de gravidez é muitíssimo baixo. Contudo, se está com muitas dúvidas, consulte um ginecologista ou o seu médico de família para maiores esclarecimentos.
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passage: . Após o procedimento, o médico deve inspecionar o conteúdo aspirado do útero, de forma a garantir que o conteúdo do útero foi completamente retirado. Durante o procedimento o médico pode utilizar um ultrassom para guiar a inserção da cânula e visualizar o útero por dentro durante o seu esvaziamento, além de inserir um DIU caso a mulher tenha solicitado e tenha indicação. A AMIU é um procedimento seguro e rápido durando cerca de 30 minutos, e após seu término, a mulher é encaminhada para uma sala de observação e pode ser liberada para ir para casa no mesmo dia. Como é a recuperação A recuperação da AMIU pode levar algumas semanas, sendo que após o procedimento a mulher pode apresentar sangramento em pouca quantidade. Além disso, a mulher pode ter cólicas que melhoram com o uso de analgésicos receitados pelo médico. É importante também que a mulher tenha acompanhamento psicológico, principalmente quando a AMIU foi feita devido ao abortamento, como forma de superar o luto. Como fica o útero após o AMIU? Depois da AMIU, a recuperação do útero pode demorar algumas semanas e o ciclo menstrual deve voltar ao normal dentro de 4 a 6 semanas. Nesse período, é importante que a mulher evite o contato íntimo, conforme orientado pelo ginecologista
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passage: . Essas alterações podem ser percebidas através de sintomas como sensação de tristeza (baby blues), insônia, redução da libido ou cansaço físico ou mental. Além disso, a mulher também pode apresentar ansiedade ou depressão pós-parto. Quando ir ao médico É importante consultar o obstetra ou ir ao pronto-socorro caso surjam sintomas, como: Sangramento vaginal intenso ou eliminação de coágulos; Corrimento vaginal com mau cheiro; Febre de mais de 38ºC; Dor nas pernas ou tornozelos, especialmente com inchaço; Saída de pus ou sangue na cicatriz da cesárea ou episiotomia. Também deve-se ir imediatamente ao hospital se surgir falta de ar, dor de cabeça intensa e repentina, dor no peito ou inchaço em uma perna, por exemplo. Além disso, a mulher deve ter uma consulta com o obstetra ou ginecologista às 6 ou 8 semanas após o parto, para verificar se o útero está cicatrizando corretamente e não há nenhuma infecção.
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passage: Sentir enjoo durante a menstruação é normal? “Fico enjoada toda vez que a menstruação está chegando, mas isso passa depois de uns dias que a menstruação vem. Sentir enjoo durante a menstruação é normal?” Sentir enjoo durante a menstruação é normal em algumas mulheres e acontece, provavelmente, devido às alterações hormonais nesse período. No entanto, o enjoo também pode ser causado por ansiedade e problemas ginecológicos, como endometriose ou dismenorreia primária, em alguns casos. Na maioria das vezes, para diminuir o enjoo durante a menstruação são recomendadas algumas medidas, como: Fazer exercícios físicos regularmente; Evitar estresse; Dormir o suficiente e sempre nos mesmos horários; Evitar alimentos como embutidos ou ultraprocessados, café, refrigerantes e bebidas alcoólicas. Além disso, dependendo da causa do enjoo, o médico também pode indicar psicoterapia e medicamentos, como anti-inflamatórios, anticoncepcionais ou antidepressivos, por exemplo. Caso seja frequente você sentir enjoo durante a menstruação e/ou existam outros sintomas associados, é recomendado consultar um ginecologista, para que a causa do enjoo seja identificada e possa ser iniciado o tratamento mais adequado.
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passage: É normal sentir enjoo e dor no período fértil? “Quase 1 vez por mês sinto muito enjoo e dor na barriga. Estou achando que pode estar relacionado com o meu período fértil. É normal?” Sim, sentir enjoo e dor pélvica (no baixo ventre), durante o período fértil, é bastante normal. As variações hormonais desse período podem estar por trás das náuseas, enquanto que a dor tipo cólica é decorrente da própria ovulação em si. A dor no período fértil pode ser em cólica ou em pontada, de leve a moderada intensidade, ocorre sempre na mesma fase do ciclo menstrual e geralmente dura de minutos a horas, mas podendo ainda persistir por 2 ou 3 dias, em alguns casos. Porém, vale lembrar que os sintomas do período fértil variam bastante de mulher para mulher. Algumas podem também ficar com as mamas inchadas e doloridas ou podem apresentar alterações de humor, aumento do apetite e da libido, ou ainda leve sangramento. Veja os principais sintomas do período fértil. Apesar dos enjoos e da dor serem normais no período fértil, eles também podem ser sintomas de diversos problemas de saúde, por isso é recomendável consultar um ginecologista caso eles persistam ou interfiram em demasia com o dia a dia.
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passage: . Os sintomas de enjoos matinais, prisão de ventre, cansaço, dor e aumento dos seios e vontade frequente de urinar podem ficar mais evidentes. Além disso, a mulher também pode apresentar maior sensibilidade a cheiros. Devido às alterações hormonais e aumento do fluxo sanguíneo no útero, pode ocorrer aumento da produção de muco cervical, que é percebido como um corrimento fino, branco leitoso e sem cheiro. Esse muco é normal e faz parte do tampão mucoso, que é uma substância que tem como objetivo proteger o bebê contra infecções. Leia também: Tampão mucoso: o que é, como identificar e o que fazer quando sai tuasaude.com/como-identificar-o-tampao-mucoso Além disso, podem ocorrer alterações na pele que fica mais oleosa, podendo causar aparecimento de acne no rosto, e um brilho mais rosado, devido ao aumento do fluxo sanguíneo e dos hormônios. Cuidados durante a 7ª semana Na 7ª semana da gestação, alguns cuidados são importantes para ajudar a aliviar os desconfortos que podem surgir como: Enjoo matinal: Em caso de enjoos muito intensos, o médico poderá receitar o uso de remédios ou suplementos para enjoos. Uma boa dica para aliviar é comer 1 bolacha de água e sal logo ao levantar pela manhã e só depois de alguns minutos tomar o café da manhã
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Aborto Os coágulos de sangue na menstruação podem indicar um aborto espontâneo no 1º trimestre de gestação, especialmente se a cor é ligeiramente amarelada ou acinzentada. Veja que outros sintomas podem ajudar a identificar um aborto. O que fazer: para confirmar se ocorreu um aborto é muito importante ir no ginecologista para que seja solicitada a realização do exame beta hcg. Porém se o sangramento for muito abundante deve-se ir rapidamente ao hospital para iniciar o tratamento adequado e impedir a perda de muito sangue. Na maioria dos casos, o aborto acontece nas primeiras semanas de gravidez e o sangramento dura apenas entre 2 a 3 dias. Não ignore os sinais que seu corpo está dando! Conte com os nossos especialistas para entender a causa dos seus sintomas. Marque sua consulta já! Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2. Endometriose A endometriose é caracterizada pelo crescimento do tecido do endométrio fora do útero, que pode provocar menstruação abundante, dor intensa e formação de coágulos. Esta doença, apesar de ser mais frequente em mulheres entre os 30 e os 40 anos, pode surgir em qualquer idade
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passage: Tenho sintomas de gravidez ou do anticoncepcional? “No quinto dia do meu ciclo comecei a tomar anticoncepcional. Tive relações com meu namorado seis dias depois da menstruação. Estou sentindo muito enjoo, e o pé da barriga está inchado. Estou em dúvida se são só sintomas do anticoncepcional ou se é gravidez. Pode me ajudar?” Os sintomas que descreve parecem ser apenas causados pelo uso do anticoncepcional, mas caso a menstruação atrase ou não venha no período de pausa da pílula, deve fazer um teste de gravidez para descartar esta hipótese. É muito comum confundir alguns sintomas (efeitos colaterais) do uso do anticoncepcional, como sensação de inchaço, náuseas ou sensibilidade mamária, com os possíveis sintomas do início de uma gravidez, ou mesmo do período pré-menstrual. Entretanto, vale lembrar que os sintomas de uma possível gravidez são mais persistentes e podem ser mais intensos do que os sintomas causados pelo anticoncepcional, ou seja, não melhoram com a vinda da menstruação e são contínuos durante todo o mês. Caso você tenha feito o uso correto da pílula, sem esquecimentos e de preferência no mesmo horário, não há com o que se preocupar, já que o risco de gravidez é muitíssimo baixo. Contudo, se está com muitas dúvidas, consulte um ginecologista ou o seu médico de família para maiores esclarecimentos.
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passage: . Após o procedimento, o médico deve inspecionar o conteúdo aspirado do útero, de forma a garantir que o conteúdo do útero foi completamente retirado. Durante o procedimento o médico pode utilizar um ultrassom para guiar a inserção da cânula e visualizar o útero por dentro durante o seu esvaziamento, além de inserir um DIU caso a mulher tenha solicitado e tenha indicação. A AMIU é um procedimento seguro e rápido durando cerca de 30 minutos, e após seu término, a mulher é encaminhada para uma sala de observação e pode ser liberada para ir para casa no mesmo dia. Como é a recuperação A recuperação da AMIU pode levar algumas semanas, sendo que após o procedimento a mulher pode apresentar sangramento em pouca quantidade. Além disso, a mulher pode ter cólicas que melhoram com o uso de analgésicos receitados pelo médico. É importante também que a mulher tenha acompanhamento psicológico, principalmente quando a AMIU foi feita devido ao abortamento, como forma de superar o luto. Como fica o útero após o AMIU? Depois da AMIU, a recuperação do útero pode demorar algumas semanas e o ciclo menstrual deve voltar ao normal dentro de 4 a 6 semanas. Nesse período, é importante que a mulher evite o contato íntimo, conforme orientado pelo ginecologista
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passage: . Essas alterações podem ser percebidas através de sintomas como sensação de tristeza (baby blues), insônia, redução da libido ou cansaço físico ou mental. Além disso, a mulher também pode apresentar ansiedade ou depressão pós-parto. Quando ir ao médico É importante consultar o obstetra ou ir ao pronto-socorro caso surjam sintomas, como: Sangramento vaginal intenso ou eliminação de coágulos; Corrimento vaginal com mau cheiro; Febre de mais de 38ºC; Dor nas pernas ou tornozelos, especialmente com inchaço; Saída de pus ou sangue na cicatriz da cesárea ou episiotomia. Também deve-se ir imediatamente ao hospital se surgir falta de ar, dor de cabeça intensa e repentina, dor no peito ou inchaço em uma perna, por exemplo. Além disso, a mulher deve ter uma consulta com o obstetra ou ginecologista às 6 ou 8 semanas após o parto, para verificar se o útero está cicatrizando corretamente e não há nenhuma infecção.
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passage: . Na maior parte das vezes esse atraso está relacionado com pequenas alterações no equilíbrio hormonal, que acabam se resolvendo naturalmente em poucos dias. No entanto, se o atraso acontecer por mais de 1 semana ou se for acompanhado de cólica ou dor abdominal muito intensa, o ideal é consultar um ginecologista para identificar a possível causa.
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Olá! Sinto muito pela sua perda recente. Sei que passar por um aborto é um momento muito difícil e delicado, e é natural que você tenha muitas dúvidas sobre o que está acontecendo com o seu corpo.
Entendo sua preocupação em ainda sentir enjôos após o aborto. Sim, é possível e relativamente comum sentir enjôos mesmo após a perda da gestação, por alguns dias. Isso acontece porque os hormônios da gravidez, como o hCG (gonadotrofina coriônica humana), ainda podem estar presentes no seu organismo. Eles levam um tempo para diminuir e retornar aos níveis normais, e enquanto isso acontece, podem continuar causando sintomas como náuseas.
Além disso, o próprio processo do aborto pode desencadear um desequilíbrio hormonal temporário que também contribui para os enjoos. Algumas mulheres também experimentam enjoos como uma reação emocional ao luto e ao estresse que acompanham a perda.
No entanto, é importante observar a intensidade e a duração desses enjoos. Se eles forem muito fortes, persistirem por mais de uma ou duas semanas, ou vierem acompanhados de outros sintomas como sangramento intenso, febre, dor abdominal forte ou sinais de infecção, é fundamental que você procure atendimento médico imediatamente. Esses sintomas podem indicar alguma complicação, como restos placentários retidos ou infecção, que precisam ser tratadas.
Para aliviar os enjoos enquanto seu corpo se recupera, você pode tentar algumas medidas simples, como comer pequenas porções de alimentos leves e fáceis de digerir ao longo do dia, evitar alimentos gordurosos ou com cheiro forte, manter-se hidratada e descansar bastante. Em alguns casos, o médico pode prescrever algum medicamento para aliviar os enjoos, se necessário.
Lembre-se que cada mulher reage de forma diferente ao aborto, tanto física quanto emocionalmente. É importante dar tempo ao seu corpo para se recuperar e procurar apoio emocional se precisar. Se os enjoos persistirem ou se você tiver qualquer outra preocupação, não hesite em entrar em contato comigo ou com outro profissional de saúde. Estou aqui para te ajudar neste momento.
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Por que somente as mulheres precisam fazer exames laboratoriais como o Papanicolau, e os homens não realizam a peniscopia, que é um exame similar ao Papanicolau? Como ter certeza de que um homem não é portador do HPV? Os médicos poderiam esclarecer, por favor, ou isso é apenas mais uma convenção da nossa sociedade machista?
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Olá! Na verdade, o HPV pode infectar homens e mulheres. Nos homens, ele costuma manifestar-se como verrugas na região genital, mas pode permanecer por anos em forma latente, sem que haja transmissão. Não há exames específicos para essa detecção nos homens. Nas mulheres, o HPV pode se manifestar como verrugas ou como alterações no colo do útero, e a única maneira de saber é realizando o Papanicolau. Isso porque o HPV pode causar alterações que podem levar ao câncer de colo de útero; portanto, como não existem exames para detecção em homens na forma latente, o principal risco para as mulheres é o câncer de colo de útero, tornando a avaliação anual do Papanicolau fundamental.
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passage: T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal.
■ Exame físico do pacienteA maior parte dos ginecologistas não se sente confortável para-realizar o exame físico completo em homens. Entretanto, parte dessa avaliação é relativamente fácil e, no mínimo, o ginecolo-gista deve entender o foco principal do exame. A presença de características sexuais secundárias normais, como crescimento de barba, pelos axilares e pubianos e, se aplicável, padrão de calvície masculina, é sinal de produção normal de testosterona. Ginecomastia ou aspecto eunucoide sugerem síndrome de Kli-nefelter (cariótipo 47,XXY) (De Braekeleer, 1991).
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passage: T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal.
■ Exame físico do pacienteA maior parte dos ginecologistas não se sente confortável para-realizar o exame físico completo em homens. Entretanto, parte dessa avaliação é relativamente fácil e, no mínimo, o ginecolo-gista deve entender o foco principal do exame. A presença de características sexuais secundárias normais, como crescimento de barba, pelos axilares e pubianos e, se aplicável, padrão de calvície masculina, é sinal de produção normal de testosterona. Ginecomastia ou aspecto eunucoide sugerem síndrome de Kli-nefelter (cariótipo 47,XXY) (De Braekeleer, 1991).
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal.
■ Exame físico do pacienteA maior parte dos ginecologistas não se sente confortável para-realizar o exame físico completo em homens. Entretanto, parte dessa avaliação é relativamente fácil e, no mínimo, o ginecolo-gista deve entender o foco principal do exame. A presença de características sexuais secundárias normais, como crescimento de barba, pelos axilares e pubianos e, se aplicável, padrão de calvície masculina, é sinal de produção normal de testosterona. Ginecomastia ou aspecto eunucoide sugerem síndrome de Kli-nefelter (cariótipo 47,XXY) (De Braekeleer, 1991).
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: , 2012).
Alguns países já adotaram algum teste de HPV como estratégia de rastreamento em nível nacional ou emparte do território para futura comparação de resultados a longo prazo.
Nos EUA, o American College of Obstetricians and Gynecologists recomenda a realização da citologiaisoladamente a cada 3 anos antes dos 30 anos, mas o uso do coteste (teste de HPV e citologia) em mulheres apartir dessa idade é a cada 5 anos (ACOG, 2016). A combinação de resultados do coteste define a necessidadede colposcopia (Massad et al.
, 2013).
A utilização desses testes, mesmo com o uso da citologia como método de triagem para colposcopia noscasos em que existam tipos oncogênicos de HPV e em mulheres com 30 anos ou mais, implica maior número deexames e somente torna-se custo-efetivo em um cenário de rastreamento organizado, em que é possívelaumentar os intervalos entre os exames e, por esse motivo, não é recomendado no SUS (MS/Inca, 2011).
Outros biomarcadores vêm sendo estudados para o rastreamento ou para triagem após um teste positivopara HPV oncogênico, mas ainda não estão em uso clínico: p16INK4a, MCM2, Topo2A, E4, E6, E7, L1 e metilaçãode DNA (Cuzick et al.
, 2012).
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passage: T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal.
■ Exame físico do pacienteA maior parte dos ginecologistas não se sente confortável para-realizar o exame físico completo em homens. Entretanto, parte dessa avaliação é relativamente fácil e, no mínimo, o ginecolo-gista deve entender o foco principal do exame. A presença de características sexuais secundárias normais, como crescimento de barba, pelos axilares e pubianos e, se aplicável, padrão de calvície masculina, é sinal de produção normal de testosterona. Ginecomastia ou aspecto eunucoide sugerem síndrome de Kli-nefelter (cariótipo 47,XXY) (De Braekeleer, 1991).
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: , 2012).
Alguns países já adotaram algum teste de HPV como estratégia de rastreamento em nível nacional ou emparte do território para futura comparação de resultados a longo prazo.
Nos EUA, o American College of Obstetricians and Gynecologists recomenda a realização da citologiaisoladamente a cada 3 anos antes dos 30 anos, mas o uso do coteste (teste de HPV e citologia) em mulheres apartir dessa idade é a cada 5 anos (ACOG, 2016). A combinação de resultados do coteste define a necessidadede colposcopia (Massad et al.
, 2013).
A utilização desses testes, mesmo com o uso da citologia como método de triagem para colposcopia noscasos em que existam tipos oncogênicos de HPV e em mulheres com 30 anos ou mais, implica maior número deexames e somente torna-se custo-efetivo em um cenário de rastreamento organizado, em que é possívelaumentar os intervalos entre os exames e, por esse motivo, não é recomendado no SUS (MS/Inca, 2011).
Outros biomarcadores vêm sendo estudados para o rastreamento ou para triagem após um teste positivopara HPV oncogênico, mas ainda não estão em uso clínico: p16INK4a, MCM2, Topo2A, E4, E6, E7, L1 e metilaçãode DNA (Cuzick et al.
, 2012).
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passage: O exame da genitália inicia-se com a verificação no padrão de distribuição dos pelos pubianos. Pelos pubianos ausentes ou com distribuição feminina esparsa podem ser causados por au-sência de adrenarca ou por SIA. Por outro lado, níveis elevados de androgênios resultam em padrão masculino de distribuição dos pelos genitais. Ao contrário do padrão triangular de dis-tribuição dos pelos pubianos em mulheres, os pelos pubianos masculinos se estendem até a cicatriz umbilical, formando um triângulo ou brasão masculino. Níveis acentuadamente altos de androgênios também podem produzir sinais de virilização, em especial a clitoromegalia (Fig. 17-2, p. 464 e 17-10, p. 471). Essas mulheres também podem apresentar engrossamen-to da voz e padrão masculino de calvície.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs.
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passage: T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal.
■ Exame físico do pacienteA maior parte dos ginecologistas não se sente confortável para-realizar o exame físico completo em homens. Entretanto, parte dessa avaliação é relativamente fácil e, no mínimo, o ginecolo-gista deve entender o foco principal do exame. A presença de características sexuais secundárias normais, como crescimento de barba, pelos axilares e pubianos e, se aplicável, padrão de calvície masculina, é sinal de produção normal de testosterona. Ginecomastia ou aspecto eunucoide sugerem síndrome de Kli-nefelter (cariótipo 47,XXY) (De Braekeleer, 1991).
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: , 2012).
Alguns países já adotaram algum teste de HPV como estratégia de rastreamento em nível nacional ou emparte do território para futura comparação de resultados a longo prazo.
Nos EUA, o American College of Obstetricians and Gynecologists recomenda a realização da citologiaisoladamente a cada 3 anos antes dos 30 anos, mas o uso do coteste (teste de HPV e citologia) em mulheres apartir dessa idade é a cada 5 anos (ACOG, 2016). A combinação de resultados do coteste define a necessidadede colposcopia (Massad et al.
, 2013).
A utilização desses testes, mesmo com o uso da citologia como método de triagem para colposcopia noscasos em que existam tipos oncogênicos de HPV e em mulheres com 30 anos ou mais, implica maior número deexames e somente torna-se custo-efetivo em um cenário de rastreamento organizado, em que é possívelaumentar os intervalos entre os exames e, por esse motivo, não é recomendado no SUS (MS/Inca, 2011).
Outros biomarcadores vêm sendo estudados para o rastreamento ou para triagem após um teste positivopara HPV oncogênico, mas ainda não estão em uso clínico: p16INK4a, MCM2, Topo2A, E4, E6, E7, L1 e metilaçãode DNA (Cuzick et al.
, 2012).
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passage: O exame da genitália inicia-se com a verificação no padrão de distribuição dos pelos pubianos. Pelos pubianos ausentes ou com distribuição feminina esparsa podem ser causados por au-sência de adrenarca ou por SIA. Por outro lado, níveis elevados de androgênios resultam em padrão masculino de distribuição dos pelos genitais. Ao contrário do padrão triangular de dis-tribuição dos pelos pubianos em mulheres, os pelos pubianos masculinos se estendem até a cicatriz umbilical, formando um triângulo ou brasão masculino. Níveis acentuadamente altos de androgênios também podem produzir sinais de virilização, em especial a clitoromegalia (Fig. 17-2, p. 464 e 17-10, p. 471). Essas mulheres também podem apresentar engrossamen-to da voz e padrão masculino de calvície.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs.
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passage: ▶ Cultura | Meio seletivo de Thayer-Martin.
Nos casos de uretrites agudas no homem, a bacterioscopia é umbom método. Na mulher, a cultura de material de canal cervical é a melhor opção. Todavia, se estiveremdisponíveis técnicas de biologia molecular, PCR, ou captura híbrida (CH), estas passam a ser os exames padrão-ouro. As técnicas de biologia molecular têm importante vantagem prática sobre as demais, visto que em umamesma amostra pode-se dispor de testagem também para Chlamydia trachomatis.
Em mulheres, pesquisar em dois sítios simultaneamente, uretra e endocérvice, é uma boa conduta, poisaumentam as chances de resultados positivos em pessoas infectadas por gonococo. Outra possibilidade é acoleta em vestíbulo e mesmo a autocoleta.
Tabela 62.3 Avaliação dos métodos laboratoriais para gonorreia.
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passage: T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal.
■ Exame físico do pacienteA maior parte dos ginecologistas não se sente confortável para-realizar o exame físico completo em homens. Entretanto, parte dessa avaliação é relativamente fácil e, no mínimo, o ginecolo-gista deve entender o foco principal do exame. A presença de características sexuais secundárias normais, como crescimento de barba, pelos axilares e pubianos e, se aplicável, padrão de calvície masculina, é sinal de produção normal de testosterona. Ginecomastia ou aspecto eunucoide sugerem síndrome de Kli-nefelter (cariótipo 47,XXY) (De Braekeleer, 1991).
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: , 2012).
Alguns países já adotaram algum teste de HPV como estratégia de rastreamento em nível nacional ou emparte do território para futura comparação de resultados a longo prazo.
Nos EUA, o American College of Obstetricians and Gynecologists recomenda a realização da citologiaisoladamente a cada 3 anos antes dos 30 anos, mas o uso do coteste (teste de HPV e citologia) em mulheres apartir dessa idade é a cada 5 anos (ACOG, 2016). A combinação de resultados do coteste define a necessidadede colposcopia (Massad et al.
, 2013).
A utilização desses testes, mesmo com o uso da citologia como método de triagem para colposcopia noscasos em que existam tipos oncogênicos de HPV e em mulheres com 30 anos ou mais, implica maior número deexames e somente torna-se custo-efetivo em um cenário de rastreamento organizado, em que é possívelaumentar os intervalos entre os exames e, por esse motivo, não é recomendado no SUS (MS/Inca, 2011).
Outros biomarcadores vêm sendo estudados para o rastreamento ou para triagem após um teste positivopara HPV oncogênico, mas ainda não estão em uso clínico: p16INK4a, MCM2, Topo2A, E4, E6, E7, L1 e metilaçãode DNA (Cuzick et al.
, 2012).
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passage: O exame da genitália inicia-se com a verificação no padrão de distribuição dos pelos pubianos. Pelos pubianos ausentes ou com distribuição feminina esparsa podem ser causados por au-sência de adrenarca ou por SIA. Por outro lado, níveis elevados de androgênios resultam em padrão masculino de distribuição dos pelos genitais. Ao contrário do padrão triangular de dis-tribuição dos pelos pubianos em mulheres, os pelos pubianos masculinos se estendem até a cicatriz umbilical, formando um triângulo ou brasão masculino. Níveis acentuadamente altos de androgênios também podem produzir sinais de virilização, em especial a clitoromegalia (Fig. 17-2, p. 464 e 17-10, p. 471). Essas mulheres também podem apresentar engrossamen-to da voz e padrão masculino de calvície.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs.
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passage: ▶ Cultura | Meio seletivo de Thayer-Martin.
Nos casos de uretrites agudas no homem, a bacterioscopia é umbom método. Na mulher, a cultura de material de canal cervical é a melhor opção. Todavia, se estiveremdisponíveis técnicas de biologia molecular, PCR, ou captura híbrida (CH), estas passam a ser os exames padrão-ouro. As técnicas de biologia molecular têm importante vantagem prática sobre as demais, visto que em umamesma amostra pode-se dispor de testagem também para Chlamydia trachomatis.
Em mulheres, pesquisar em dois sítios simultaneamente, uretra e endocérvice, é uma boa conduta, poisaumentam as chances de resultados positivos em pessoas infectadas por gonococo. Outra possibilidade é acoleta em vestíbulo e mesmo a autocoleta.
Tabela 62.3 Avaliação dos métodos laboratoriais para gonorreia.
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passage: Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
Resultados de colpocitologias com relato sugestivo de HPV devem ser encarados com prudência e exigemanálises conjuntas com dados clínicos e colposcópicos.
•••••••Avaliação dos métodos laboratoriaisO uso rotineiro do teste de HPV por biologia molecular tem sido cada vez mais difundido em todo o mundo ehoje a pesquisa de DNA-HPV associada ou não a citologia é considerada para efeito de rastreio em algunspaíses, como EUA e México. Em outros protocolos, inclusive no Brasil, este método é considerado para triagemde casos como ASC-US, células escamosas atípicas de significado indeterminado. Mas a conduta clínica édeterminada pelo grau de alteração celular, não pela presença/ausência de HPV. Outro uso da pesquisa de DNA-HPV consagrado é o controle pós-conização ou exérese de zona de transformação em pacientes com lesãointraepitelial escamosa de alto grau.
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passage: T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal.
■ Exame físico do pacienteA maior parte dos ginecologistas não se sente confortável para-realizar o exame físico completo em homens. Entretanto, parte dessa avaliação é relativamente fácil e, no mínimo, o ginecolo-gista deve entender o foco principal do exame. A presença de características sexuais secundárias normais, como crescimento de barba, pelos axilares e pubianos e, se aplicável, padrão de calvície masculina, é sinal de produção normal de testosterona. Ginecomastia ou aspecto eunucoide sugerem síndrome de Kli-nefelter (cariótipo 47,XXY) (De Braekeleer, 1991).
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: , 2012).
Alguns países já adotaram algum teste de HPV como estratégia de rastreamento em nível nacional ou emparte do território para futura comparação de resultados a longo prazo.
Nos EUA, o American College of Obstetricians and Gynecologists recomenda a realização da citologiaisoladamente a cada 3 anos antes dos 30 anos, mas o uso do coteste (teste de HPV e citologia) em mulheres apartir dessa idade é a cada 5 anos (ACOG, 2016). A combinação de resultados do coteste define a necessidadede colposcopia (Massad et al.
, 2013).
A utilização desses testes, mesmo com o uso da citologia como método de triagem para colposcopia noscasos em que existam tipos oncogênicos de HPV e em mulheres com 30 anos ou mais, implica maior número deexames e somente torna-se custo-efetivo em um cenário de rastreamento organizado, em que é possívelaumentar os intervalos entre os exames e, por esse motivo, não é recomendado no SUS (MS/Inca, 2011).
Outros biomarcadores vêm sendo estudados para o rastreamento ou para triagem após um teste positivopara HPV oncogênico, mas ainda não estão em uso clínico: p16INK4a, MCM2, Topo2A, E4, E6, E7, L1 e metilaçãode DNA (Cuzick et al.
, 2012).
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passage: O exame da genitália inicia-se com a verificação no padrão de distribuição dos pelos pubianos. Pelos pubianos ausentes ou com distribuição feminina esparsa podem ser causados por au-sência de adrenarca ou por SIA. Por outro lado, níveis elevados de androgênios resultam em padrão masculino de distribuição dos pelos genitais. Ao contrário do padrão triangular de dis-tribuição dos pelos pubianos em mulheres, os pelos pubianos masculinos se estendem até a cicatriz umbilical, formando um triângulo ou brasão masculino. Níveis acentuadamente altos de androgênios também podem produzir sinais de virilização, em especial a clitoromegalia (Fig. 17-2, p. 464 e 17-10, p. 471). Essas mulheres também podem apresentar engrossamen-to da voz e padrão masculino de calvície.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs.
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passage: ▶ Cultura | Meio seletivo de Thayer-Martin.
Nos casos de uretrites agudas no homem, a bacterioscopia é umbom método. Na mulher, a cultura de material de canal cervical é a melhor opção. Todavia, se estiveremdisponíveis técnicas de biologia molecular, PCR, ou captura híbrida (CH), estas passam a ser os exames padrão-ouro. As técnicas de biologia molecular têm importante vantagem prática sobre as demais, visto que em umamesma amostra pode-se dispor de testagem também para Chlamydia trachomatis.
Em mulheres, pesquisar em dois sítios simultaneamente, uretra e endocérvice, é uma boa conduta, poisaumentam as chances de resultados positivos em pessoas infectadas por gonococo. Outra possibilidade é acoleta em vestíbulo e mesmo a autocoleta.
Tabela 62.3 Avaliação dos métodos laboratoriais para gonorreia.
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passage: Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
Resultados de colpocitologias com relato sugestivo de HPV devem ser encarados com prudência e exigemanálises conjuntas com dados clínicos e colposcópicos.
•••••••Avaliação dos métodos laboratoriaisO uso rotineiro do teste de HPV por biologia molecular tem sido cada vez mais difundido em todo o mundo ehoje a pesquisa de DNA-HPV associada ou não a citologia é considerada para efeito de rastreio em algunspaíses, como EUA e México. Em outros protocolos, inclusive no Brasil, este método é considerado para triagemde casos como ASC-US, células escamosas atípicas de significado indeterminado. Mas a conduta clínica édeterminada pelo grau de alteração celular, não pela presença/ausência de HPV. Outro uso da pesquisa de DNA-HPV consagrado é o controle pós-conização ou exérese de zona de transformação em pacientes com lesãointraepitelial escamosa de alto grau.
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passage: Referências1. Mariani L, Sandri MT, Preti M, Origoni M, Costa S, Cristoforoni P , et al.. HPV-testing in follow-up of patients treated for CIN2+ lesions. J Cancer. 2016;7(1):107-14.
2. Costa S, Venturoli S, Origoni M, Preti M, Mariani L, Cristoforoni P , et al. Performance of HPV DNA testing in the follow-up after treatment of high-grade cervical lesions, adenocarcinoma in situ (AIS) and microinvasive carcinoma. Ecancermedicals-cience. 2015;9:528.
33O câncer do colo do útero é a neoplasia maligna ginecológica que mais acomete mu-lheres na idade reprodutiva. Nos tumores invasivos de até 3 mm de profundidade e no máximo 7 mm de extensão (estádios IA1), é possível o tratamento apenas com a coni-zação, desde que as margens cirúrgicas estejam livres e não exista comprometimento de espaços linfovasculares.(1) Nos tumores invasivos de até 2 cm, existe a opção da tra-quelectomia radical. Nesta cirurgia, procede-se a retirada do colo do útero, paramétrios e linfadenectomia pélvica, realizada preferencialmente por via laparoscópica. Preserva--se parte do colo, que deve ter margens livres de neoplasia, e o corpo do útero, que é suturado na vagina. Os índices de gestações de termo nestes casos pode ser superior a 50% dos casos, porém o risco de prematuridade e rotura de membranas é grande.
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passage: T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal.
■ Exame físico do pacienteA maior parte dos ginecologistas não se sente confortável para-realizar o exame físico completo em homens. Entretanto, parte dessa avaliação é relativamente fácil e, no mínimo, o ginecolo-gista deve entender o foco principal do exame. A presença de características sexuais secundárias normais, como crescimento de barba, pelos axilares e pubianos e, se aplicável, padrão de calvície masculina, é sinal de produção normal de testosterona. Ginecomastia ou aspecto eunucoide sugerem síndrome de Kli-nefelter (cariótipo 47,XXY) (De Braekeleer, 1991).
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: , 2012).
Alguns países já adotaram algum teste de HPV como estratégia de rastreamento em nível nacional ou emparte do território para futura comparação de resultados a longo prazo.
Nos EUA, o American College of Obstetricians and Gynecologists recomenda a realização da citologiaisoladamente a cada 3 anos antes dos 30 anos, mas o uso do coteste (teste de HPV e citologia) em mulheres apartir dessa idade é a cada 5 anos (ACOG, 2016). A combinação de resultados do coteste define a necessidadede colposcopia (Massad et al.
, 2013).
A utilização desses testes, mesmo com o uso da citologia como método de triagem para colposcopia noscasos em que existam tipos oncogênicos de HPV e em mulheres com 30 anos ou mais, implica maior número deexames e somente torna-se custo-efetivo em um cenário de rastreamento organizado, em que é possívelaumentar os intervalos entre os exames e, por esse motivo, não é recomendado no SUS (MS/Inca, 2011).
Outros biomarcadores vêm sendo estudados para o rastreamento ou para triagem após um teste positivopara HPV oncogênico, mas ainda não estão em uso clínico: p16INK4a, MCM2, Topo2A, E4, E6, E7, L1 e metilaçãode DNA (Cuzick et al.
, 2012).
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passage: O exame da genitália inicia-se com a verificação no padrão de distribuição dos pelos pubianos. Pelos pubianos ausentes ou com distribuição feminina esparsa podem ser causados por au-sência de adrenarca ou por SIA. Por outro lado, níveis elevados de androgênios resultam em padrão masculino de distribuição dos pelos genitais. Ao contrário do padrão triangular de dis-tribuição dos pelos pubianos em mulheres, os pelos pubianos masculinos se estendem até a cicatriz umbilical, formando um triângulo ou brasão masculino. Níveis acentuadamente altos de androgênios também podem produzir sinais de virilização, em especial a clitoromegalia (Fig. 17-2, p. 464 e 17-10, p. 471). Essas mulheres também podem apresentar engrossamen-to da voz e padrão masculino de calvície.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs.
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passage: ▶ Cultura | Meio seletivo de Thayer-Martin.
Nos casos de uretrites agudas no homem, a bacterioscopia é umbom método. Na mulher, a cultura de material de canal cervical é a melhor opção. Todavia, se estiveremdisponíveis técnicas de biologia molecular, PCR, ou captura híbrida (CH), estas passam a ser os exames padrão-ouro. As técnicas de biologia molecular têm importante vantagem prática sobre as demais, visto que em umamesma amostra pode-se dispor de testagem também para Chlamydia trachomatis.
Em mulheres, pesquisar em dois sítios simultaneamente, uretra e endocérvice, é uma boa conduta, poisaumentam as chances de resultados positivos em pessoas infectadas por gonococo. Outra possibilidade é acoleta em vestíbulo e mesmo a autocoleta.
Tabela 62.3 Avaliação dos métodos laboratoriais para gonorreia.
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passage: Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
Resultados de colpocitologias com relato sugestivo de HPV devem ser encarados com prudência e exigemanálises conjuntas com dados clínicos e colposcópicos.
•••••••Avaliação dos métodos laboratoriaisO uso rotineiro do teste de HPV por biologia molecular tem sido cada vez mais difundido em todo o mundo ehoje a pesquisa de DNA-HPV associada ou não a citologia é considerada para efeito de rastreio em algunspaíses, como EUA e México. Em outros protocolos, inclusive no Brasil, este método é considerado para triagemde casos como ASC-US, células escamosas atípicas de significado indeterminado. Mas a conduta clínica édeterminada pelo grau de alteração celular, não pela presença/ausência de HPV. Outro uso da pesquisa de DNA-HPV consagrado é o controle pós-conização ou exérese de zona de transformação em pacientes com lesãointraepitelial escamosa de alto grau.
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passage: Referências1. Mariani L, Sandri MT, Preti M, Origoni M, Costa S, Cristoforoni P , et al.. HPV-testing in follow-up of patients treated for CIN2+ lesions. J Cancer. 2016;7(1):107-14.
2. Costa S, Venturoli S, Origoni M, Preti M, Mariani L, Cristoforoni P , et al. Performance of HPV DNA testing in the follow-up after treatment of high-grade cervical lesions, adenocarcinoma in situ (AIS) and microinvasive carcinoma. Ecancermedicals-cience. 2015;9:528.
33O câncer do colo do útero é a neoplasia maligna ginecológica que mais acomete mu-lheres na idade reprodutiva. Nos tumores invasivos de até 3 mm de profundidade e no máximo 7 mm de extensão (estádios IA1), é possível o tratamento apenas com a coni-zação, desde que as margens cirúrgicas estejam livres e não exista comprometimento de espaços linfovasculares.(1) Nos tumores invasivos de até 2 cm, existe a opção da tra-quelectomia radical. Nesta cirurgia, procede-se a retirada do colo do útero, paramétrios e linfadenectomia pélvica, realizada preferencialmente por via laparoscópica. Preserva--se parte do colo, que deve ter margens livres de neoplasia, e o corpo do útero, que é suturado na vagina. Os índices de gestações de termo nestes casos pode ser superior a 50% dos casos, porém o risco de prematuridade e rotura de membranas é grande.
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passage: ■ Exame de PapanicolaouA avaliação histológica de biópsia cervical é o primeiro instru-mento usado para diagnosticar câncer de colo uterino. Embora seja bastante usado no rastreamento, o exame de Papanicolaou nem sempre detecta o câncer de colo uterino. Especificamen-te, o exame de Papanicolaou tem sensibilidade de apenas 55 a 80% para detecção de lesões de alto grau em um dado exa-me isolado (Benoit, 1984; Soost, 1991). Assim, o poder de prevenção do exame está no rastreamento periódico seriado (Fig. 30-9). Além disso, em mulheres com câncer de colo ute-rino em estádio I, apenas 30 a 50% dos esfregaços citológicos isolados obtidos são lidos como positivos para câncer (Benoit, 1984). Portanto, não se recomenda o uso isolado do exame de Papanicolaou para avaliação de lesões suspeitas. É importante salientar que as lesões suspeitas devem ser submetidas a bióp-sias diretas com pinça de Tischler ou cureta de Kevork (Fig. 2915, p. 750). Quando possível, as biópsias devem ser cole-tadas da periferia do tumor, incluindo o estroma subjacente, a fim de que, se houver invasão, seja possível diagnosticá-la.
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passage: T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal.
■ Exame físico do pacienteA maior parte dos ginecologistas não se sente confortável para-realizar o exame físico completo em homens. Entretanto, parte dessa avaliação é relativamente fácil e, no mínimo, o ginecolo-gista deve entender o foco principal do exame. A presença de características sexuais secundárias normais, como crescimento de barba, pelos axilares e pubianos e, se aplicável, padrão de calvície masculina, é sinal de produção normal de testosterona. Ginecomastia ou aspecto eunucoide sugerem síndrome de Kli-nefelter (cariótipo 47,XXY) (De Braekeleer, 1991).
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: , 2012).
Alguns países já adotaram algum teste de HPV como estratégia de rastreamento em nível nacional ou emparte do território para futura comparação de resultados a longo prazo.
Nos EUA, o American College of Obstetricians and Gynecologists recomenda a realização da citologiaisoladamente a cada 3 anos antes dos 30 anos, mas o uso do coteste (teste de HPV e citologia) em mulheres apartir dessa idade é a cada 5 anos (ACOG, 2016). A combinação de resultados do coteste define a necessidadede colposcopia (Massad et al.
, 2013).
A utilização desses testes, mesmo com o uso da citologia como método de triagem para colposcopia noscasos em que existam tipos oncogênicos de HPV e em mulheres com 30 anos ou mais, implica maior número deexames e somente torna-se custo-efetivo em um cenário de rastreamento organizado, em que é possívelaumentar os intervalos entre os exames e, por esse motivo, não é recomendado no SUS (MS/Inca, 2011).
Outros biomarcadores vêm sendo estudados para o rastreamento ou para triagem após um teste positivopara HPV oncogênico, mas ainda não estão em uso clínico: p16INK4a, MCM2, Topo2A, E4, E6, E7, L1 e metilaçãode DNA (Cuzick et al.
, 2012).
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passage: O exame da genitália inicia-se com a verificação no padrão de distribuição dos pelos pubianos. Pelos pubianos ausentes ou com distribuição feminina esparsa podem ser causados por au-sência de adrenarca ou por SIA. Por outro lado, níveis elevados de androgênios resultam em padrão masculino de distribuição dos pelos genitais. Ao contrário do padrão triangular de dis-tribuição dos pelos pubianos em mulheres, os pelos pubianos masculinos se estendem até a cicatriz umbilical, formando um triângulo ou brasão masculino. Níveis acentuadamente altos de androgênios também podem produzir sinais de virilização, em especial a clitoromegalia (Fig. 17-2, p. 464 e 17-10, p. 471). Essas mulheres também podem apresentar engrossamen-to da voz e padrão masculino de calvície.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs.
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passage: ▶ Cultura | Meio seletivo de Thayer-Martin.
Nos casos de uretrites agudas no homem, a bacterioscopia é umbom método. Na mulher, a cultura de material de canal cervical é a melhor opção. Todavia, se estiveremdisponíveis técnicas de biologia molecular, PCR, ou captura híbrida (CH), estas passam a ser os exames padrão-ouro. As técnicas de biologia molecular têm importante vantagem prática sobre as demais, visto que em umamesma amostra pode-se dispor de testagem também para Chlamydia trachomatis.
Em mulheres, pesquisar em dois sítios simultaneamente, uretra e endocérvice, é uma boa conduta, poisaumentam as chances de resultados positivos em pessoas infectadas por gonococo. Outra possibilidade é acoleta em vestíbulo e mesmo a autocoleta.
Tabela 62.3 Avaliação dos métodos laboratoriais para gonorreia.
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passage: Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
Resultados de colpocitologias com relato sugestivo de HPV devem ser encarados com prudência e exigemanálises conjuntas com dados clínicos e colposcópicos.
•••••••Avaliação dos métodos laboratoriaisO uso rotineiro do teste de HPV por biologia molecular tem sido cada vez mais difundido em todo o mundo ehoje a pesquisa de DNA-HPV associada ou não a citologia é considerada para efeito de rastreio em algunspaíses, como EUA e México. Em outros protocolos, inclusive no Brasil, este método é considerado para triagemde casos como ASC-US, células escamosas atípicas de significado indeterminado. Mas a conduta clínica édeterminada pelo grau de alteração celular, não pela presença/ausência de HPV. Outro uso da pesquisa de DNA-HPV consagrado é o controle pós-conização ou exérese de zona de transformação em pacientes com lesãointraepitelial escamosa de alto grau.
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passage: Referências1. Mariani L, Sandri MT, Preti M, Origoni M, Costa S, Cristoforoni P , et al.. HPV-testing in follow-up of patients treated for CIN2+ lesions. J Cancer. 2016;7(1):107-14.
2. Costa S, Venturoli S, Origoni M, Preti M, Mariani L, Cristoforoni P , et al. Performance of HPV DNA testing in the follow-up after treatment of high-grade cervical lesions, adenocarcinoma in situ (AIS) and microinvasive carcinoma. Ecancermedicals-cience. 2015;9:528.
33O câncer do colo do útero é a neoplasia maligna ginecológica que mais acomete mu-lheres na idade reprodutiva. Nos tumores invasivos de até 3 mm de profundidade e no máximo 7 mm de extensão (estádios IA1), é possível o tratamento apenas com a coni-zação, desde que as margens cirúrgicas estejam livres e não exista comprometimento de espaços linfovasculares.(1) Nos tumores invasivos de até 2 cm, existe a opção da tra-quelectomia radical. Nesta cirurgia, procede-se a retirada do colo do útero, paramétrios e linfadenectomia pélvica, realizada preferencialmente por via laparoscópica. Preserva--se parte do colo, que deve ter margens livres de neoplasia, e o corpo do útero, que é suturado na vagina. Os índices de gestações de termo nestes casos pode ser superior a 50% dos casos, porém o risco de prematuridade e rotura de membranas é grande.
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passage: ■ Exame de PapanicolaouA avaliação histológica de biópsia cervical é o primeiro instru-mento usado para diagnosticar câncer de colo uterino. Embora seja bastante usado no rastreamento, o exame de Papanicolaou nem sempre detecta o câncer de colo uterino. Especificamen-te, o exame de Papanicolaou tem sensibilidade de apenas 55 a 80% para detecção de lesões de alto grau em um dado exa-me isolado (Benoit, 1984; Soost, 1991). Assim, o poder de prevenção do exame está no rastreamento periódico seriado (Fig. 30-9). Além disso, em mulheres com câncer de colo ute-rino em estádio I, apenas 30 a 50% dos esfregaços citológicos isolados obtidos são lidos como positivos para câncer (Benoit, 1984). Portanto, não se recomenda o uso isolado do exame de Papanicolaou para avaliação de lesões suspeitas. É importante salientar que as lesões suspeitas devem ser submetidas a bióp-sias diretas com pinça de Tischler ou cureta de Kevork (Fig. 2915, p. 750). Quando possível, as biópsias devem ser cole-tadas da periferia do tumor, incluindo o estroma subjacente, a fim de que, se houver invasão, seja possível diagnosticá-la.
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passage: aspecto papilar, únicas ou múltiplas, emergindo de base co -mum, localizando-se mais frequentemente na vulva (introito e períneo). • Diagnóstico: é realizado pelo exame ginecológico. Não se re -comenda realizar vulvoscopia com aplicação de ácido acético (2% ou 3%) na busca de lesões subclínicas pela elevada taxa de falsos-positivos que este teste apresenta na região vulvar.(2,3)• Recomenda-se a realização de anuscopia para pacientes com lesões condilomatosas perianais e/ou imunodeprimidas.
b. Infecção subclínica:• Atinge 4% da população sexualmente ativa. • Diagnóstico: visto que as lesões não são visíveis a olho nu, tor-na-se necessária a realização de exames como a colpocitologia, a colposcopia/genitoscopia e a histologia. c. Infecção latente:• Caracteriza-se pela ausência de lesão clínica e/ou subclínica.
• Diagnóstico: por meio de técnicas de biologia molecular que apresentam elevada sensibilidade e especificidade. Entretanto a pesquisa deste vírus em pacientes sem lesão clínica e/ou sub-clínica tem indicações limitadas.
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passage: T odas as mulheres devem apresentar resultados normais nos testes de Papanicolaou no ano anterior ao tratamento. Resultados negativos em culturas para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis garantem que a manipulação cervi-cal durante a avaliação e o tratamento não provocará infecção ascendente. O exame das mamas deve ser normal e, quando houver indicação pela idade ou por antecedentes familiares, sugere-se solicitar mamografia antes de iniciar o tratamento hormonal.
■ Exame físico do pacienteA maior parte dos ginecologistas não se sente confortável para-realizar o exame físico completo em homens. Entretanto, parte dessa avaliação é relativamente fácil e, no mínimo, o ginecolo-gista deve entender o foco principal do exame. A presença de características sexuais secundárias normais, como crescimento de barba, pelos axilares e pubianos e, se aplicável, padrão de calvície masculina, é sinal de produção normal de testosterona. Ginecomastia ou aspecto eunucoide sugerem síndrome de Kli-nefelter (cariótipo 47,XXY) (De Braekeleer, 1991).
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passage: O exame do parceiro masculino não traz benefícios à par-ceira feminina, seja por influência com reinfecção ou por alte-rar o curso clínico ou o desfecho do tratamento para verrugas genitais ou neoplasia do TGI (Centers for Disease Control and Prevention, 2002).
■ Prevenção de infecção por HPVIntervenções comportamentaisAbstinência sexual, postergação da primeira relação sexual e redução no número de parceiros sexuais são estratégias lógicas para evitar ou minimizar a infecção por HPV genital e seus efeitos adversos. T odavia, faltam evidências obtidas em ensaios de aconselhamento sexual e modificação de práticas sexuais.
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passage: , 2012).
Alguns países já adotaram algum teste de HPV como estratégia de rastreamento em nível nacional ou emparte do território para futura comparação de resultados a longo prazo.
Nos EUA, o American College of Obstetricians and Gynecologists recomenda a realização da citologiaisoladamente a cada 3 anos antes dos 30 anos, mas o uso do coteste (teste de HPV e citologia) em mulheres apartir dessa idade é a cada 5 anos (ACOG, 2016). A combinação de resultados do coteste define a necessidadede colposcopia (Massad et al.
, 2013).
A utilização desses testes, mesmo com o uso da citologia como método de triagem para colposcopia noscasos em que existam tipos oncogênicos de HPV e em mulheres com 30 anos ou mais, implica maior número deexames e somente torna-se custo-efetivo em um cenário de rastreamento organizado, em que é possívelaumentar os intervalos entre os exames e, por esse motivo, não é recomendado no SUS (MS/Inca, 2011).
Outros biomarcadores vêm sendo estudados para o rastreamento ou para triagem após um teste positivopara HPV oncogênico, mas ainda não estão em uso clínico: p16INK4a, MCM2, Topo2A, E4, E6, E7, L1 e metilaçãode DNA (Cuzick et al.
, 2012).
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passage: O exame da genitália inicia-se com a verificação no padrão de distribuição dos pelos pubianos. Pelos pubianos ausentes ou com distribuição feminina esparsa podem ser causados por au-sência de adrenarca ou por SIA. Por outro lado, níveis elevados de androgênios resultam em padrão masculino de distribuição dos pelos genitais. Ao contrário do padrão triangular de dis-tribuição dos pelos pubianos em mulheres, os pelos pubianos masculinos se estendem até a cicatriz umbilical, formando um triângulo ou brasão masculino. Níveis acentuadamente altos de androgênios também podem produzir sinais de virilização, em especial a clitoromegalia (Fig. 17-2, p. 464 e 17-10, p. 471). Essas mulheres também podem apresentar engrossamen-to da voz e padrão masculino de calvície.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs.
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passage: ▶ Cultura | Meio seletivo de Thayer-Martin.
Nos casos de uretrites agudas no homem, a bacterioscopia é umbom método. Na mulher, a cultura de material de canal cervical é a melhor opção. Todavia, se estiveremdisponíveis técnicas de biologia molecular, PCR, ou captura híbrida (CH), estas passam a ser os exames padrão-ouro. As técnicas de biologia molecular têm importante vantagem prática sobre as demais, visto que em umamesma amostra pode-se dispor de testagem também para Chlamydia trachomatis.
Em mulheres, pesquisar em dois sítios simultaneamente, uretra e endocérvice, é uma boa conduta, poisaumentam as chances de resultados positivos em pessoas infectadas por gonococo. Outra possibilidade é acoleta em vestíbulo e mesmo a autocoleta.
Tabela 62.3 Avaliação dos métodos laboratoriais para gonorreia.
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passage: Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
Resultados de colpocitologias com relato sugestivo de HPV devem ser encarados com prudência e exigemanálises conjuntas com dados clínicos e colposcópicos.
•••••••Avaliação dos métodos laboratoriaisO uso rotineiro do teste de HPV por biologia molecular tem sido cada vez mais difundido em todo o mundo ehoje a pesquisa de DNA-HPV associada ou não a citologia é considerada para efeito de rastreio em algunspaíses, como EUA e México. Em outros protocolos, inclusive no Brasil, este método é considerado para triagemde casos como ASC-US, células escamosas atípicas de significado indeterminado. Mas a conduta clínica édeterminada pelo grau de alteração celular, não pela presença/ausência de HPV. Outro uso da pesquisa de DNA-HPV consagrado é o controle pós-conização ou exérese de zona de transformação em pacientes com lesãointraepitelial escamosa de alto grau.
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passage: Referências1. Mariani L, Sandri MT, Preti M, Origoni M, Costa S, Cristoforoni P , et al.. HPV-testing in follow-up of patients treated for CIN2+ lesions. J Cancer. 2016;7(1):107-14.
2. Costa S, Venturoli S, Origoni M, Preti M, Mariani L, Cristoforoni P , et al. Performance of HPV DNA testing in the follow-up after treatment of high-grade cervical lesions, adenocarcinoma in situ (AIS) and microinvasive carcinoma. Ecancermedicals-cience. 2015;9:528.
33O câncer do colo do útero é a neoplasia maligna ginecológica que mais acomete mu-lheres na idade reprodutiva. Nos tumores invasivos de até 3 mm de profundidade e no máximo 7 mm de extensão (estádios IA1), é possível o tratamento apenas com a coni-zação, desde que as margens cirúrgicas estejam livres e não exista comprometimento de espaços linfovasculares.(1) Nos tumores invasivos de até 2 cm, existe a opção da tra-quelectomia radical. Nesta cirurgia, procede-se a retirada do colo do útero, paramétrios e linfadenectomia pélvica, realizada preferencialmente por via laparoscópica. Preserva--se parte do colo, que deve ter margens livres de neoplasia, e o corpo do útero, que é suturado na vagina. Os índices de gestações de termo nestes casos pode ser superior a 50% dos casos, porém o risco de prematuridade e rotura de membranas é grande.
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passage: ■ Exame de PapanicolaouA avaliação histológica de biópsia cervical é o primeiro instru-mento usado para diagnosticar câncer de colo uterino. Embora seja bastante usado no rastreamento, o exame de Papanicolaou nem sempre detecta o câncer de colo uterino. Especificamen-te, o exame de Papanicolaou tem sensibilidade de apenas 55 a 80% para detecção de lesões de alto grau em um dado exa-me isolado (Benoit, 1984; Soost, 1991). Assim, o poder de prevenção do exame está no rastreamento periódico seriado (Fig. 30-9). Além disso, em mulheres com câncer de colo ute-rino em estádio I, apenas 30 a 50% dos esfregaços citológicos isolados obtidos são lidos como positivos para câncer (Benoit, 1984). Portanto, não se recomenda o uso isolado do exame de Papanicolaou para avaliação de lesões suspeitas. É importante salientar que as lesões suspeitas devem ser submetidas a bióp-sias diretas com pinça de Tischler ou cureta de Kevork (Fig. 2915, p. 750). Quando possível, as biópsias devem ser cole-tadas da periferia do tumor, incluindo o estroma subjacente, a fim de que, se houver invasão, seja possível diagnosticá-la.
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passage: aspecto papilar, únicas ou múltiplas, emergindo de base co -mum, localizando-se mais frequentemente na vulva (introito e períneo). • Diagnóstico: é realizado pelo exame ginecológico. Não se re -comenda realizar vulvoscopia com aplicação de ácido acético (2% ou 3%) na busca de lesões subclínicas pela elevada taxa de falsos-positivos que este teste apresenta na região vulvar.(2,3)• Recomenda-se a realização de anuscopia para pacientes com lesões condilomatosas perianais e/ou imunodeprimidas.
b. Infecção subclínica:• Atinge 4% da população sexualmente ativa. • Diagnóstico: visto que as lesões não são visíveis a olho nu, tor-na-se necessária a realização de exames como a colpocitologia, a colposcopia/genitoscopia e a histologia. c. Infecção latente:• Caracteriza-se pela ausência de lesão clínica e/ou subclínica.
• Diagnóstico: por meio de técnicas de biologia molecular que apresentam elevada sensibilidade e especificidade. Entretanto a pesquisa deste vírus em pacientes sem lesão clínica e/ou sub-clínica tem indicações limitadas.
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passage: Realizando um exame de PapanicolaouPreparação da paciente. Idealmente, os exames de Papani-colaou devem ser agendados para evitar o período de mens-truação. As pacientes devem abster-se de sexo vaginal, duchas vaginais, o uso de tampões vaginais, cremes medicinais ou cre-mes anticoncepcionais por um período mínimo de 24 a 48 horas antes do exame. O ideal é que sejam tratadas cervicite ou vaginite antes do exame. Entretanto, o exame nunca deve ser adiado em razão de leucorreia inexplicada ou de sangramento inesperado, uma vez que esses sinais podem ser causados por câncer de colo uterino ou outros cânceres do trato genital.
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Olá! Entendo sua dúvida e preocupação sobre a diferença nos exames de rastreamento para HPV entre homens e mulheres. É importante esclarecer que essa diferença não se trata de uma convenção machista, mas sim de uma questão biológica e de como a doença se manifesta em cada sexo, além dos exames disponíveis para detecção.
No caso das mulheres, o Papanicolau é um exame essencial porque ele rastreia alterações nas células do colo do útero que podem indicar a presença do HPV e o desenvolvimento de lesões pré-cancerosas ou câncer de colo do útero. O HPV é a principal causa desse tipo de câncer, e o Papanicolau é uma ferramenta eficaz para detectar essas alterações precocemente, permitindo o tratamento antes que a doença se desenvolva. Além do Papanicolau, existe o teste de HPV que busca diretamente o vírus.
Nos homens, a situação é um pouco diferente. O HPV também pode causar câncer, principalmente no pênis, ânus e orofaringe, mas a incidência desses cânceres é significativamente menor do que o câncer de colo do útero em mulheres. Além disso, a evolução da infecção por HPV para câncer nesses locais costuma ser mais lenta.
A peniscopia, que você mencionou, existe e é um exame que pode ser realizado em homens para identificar lesões causadas pelo HPV no pênis. No entanto, ela não é utilizada como um exame de rastreamento de rotina para todos os homens, como o Papanicolau é para as mulheres. Isso porque não há evidências científicas que justifiquem o rastreamento universal, e a realização da peniscopia em todos os homens poderia levar a muitos resultados falsos positivos e tratamentos desnecessários.
Para saber se um homem é portador de HPV, existem testes disponíveis, como a captura híbrida ou PCR, que detectam o DNA do vírus em amostras coletadas do pênis. Esses testes são mais comumente utilizados em situações específicas, como quando o homem apresenta verrugas genitais ou quando sua parceira tem HPV.
É fundamental que homens e mulheres se protejam contra o HPV através do uso de preservativos durante as relações sexuais e da vacinação contra o HPV. A vacina é altamente eficaz na prevenção da infecção pelo HPV e das doenças relacionadas ao vírus, tanto em homens quanto em mulheres.
Em resumo, a diferença nos exames de rastreamento reflete as diferentes formas como o HPV afeta homens e mulheres, a incidência das doenças relacionadas ao vírus em cada sexo e a disponibilidade de exames eficazes para rastreamento em larga escala. O mais importante é que ambos os sexos se informem sobre o HPV, se protejam contra a infecção e conversem com seus médicos sobre as melhores estratégias de prevenção e rastreamento para suas
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Tenho anos, ainda menstruo normalmente, o fluxo é intenso. Ainda corro o risco de engravidar?
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Olá! Sempre siga as orientações do seu médico. Agende sua consulta de reavaliação e esclareça suas dúvidas. Sua avaliação clínica, através da sua história médica, queixas e exame físico, é fundamental para o diagnóstico e tratamento corretos. Faça seus exames periódicos e de rotina. O ginecologista tem a função de prevenir diversos problemas de saúde e promover bem-estar. Na consulta, o médico consegue prevenir câncer de colo do útero, câncer de mama, câncer colorretal, câncer de ovário, câncer de endométrio, osteoporose, doenças cardiovasculares, diabetes, alterações no colesterol, distúrbios da tireoide, infecções sexualmente transmissíveis, transtornos do humor, etc. Hábitos nocivos como tabagismo, etilismo e sedentarismo serão identificados, e a prática de atividades físicas e hábitos saudáveis será estimulada. A anticoncepção e reposição hormonal serão discutidas. Aos anos, o risco de gravidez ainda existe, apesar de ser baixo. Discuta com seu médico a sua anticoncepção, pois aos anos você não pode usar qualquer anticoncepcional. Nunca inicie ou troque uma medicação anticoncepcional sem a ajuda do seu médico. Nem todas as mulheres podem usar qualquer anticoncepcional; essas medicações podem estar associadas a eventos graves, como trombose, e o uso inadequado pode aumentar o risco de uma gravidez indesejada. Converse com seu médico, esclareça suas dúvidas e agende sua consulta.
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passage: Corro risco de engravidar menstruada? “Minha menstruação começou a descer esses dias e tive relação com meu namorado mas, como não uso anticoncepcional, fiquei preocupada. Corro risco de engravidar menstruada?” É possível engravidar menstruada, embora seja raro. Este risco é maior principalmente quando se tem um ciclo menstrual irregular, sangramentos que duram mais de 7 dias ou ciclos com menos de 26 dias. Nesses casos, o período fértil pode ficar muito próximo da menstruação e, considerando que os espermatozoides sobrevivem até 5 dias dentro do corpo da mulher, existe uma pequena chance de que encontre um óvulo, podendo resultar em uma gravidez. No entanto, quando se tem ciclos regulares de 26 a 32 dias e sangramentos de 2 a 7 dias, por exemplo, o risco de uma gravidez é muito baixo porque, após o final do período menstrual, normalmente ainda faltam 5 ou mais dias até que a ovulação aconteça. Entenda melhor quando é o período fértil e como calcular. Como saber se estou grávida? O atraso menstrual é um dos primeiros sinais de gravidez e, normalmente, é seguido por outros sintomas, como náusea e/ou vômitos, aumento e sensibilidade das mamas, vontade frequente de urinar e cansaço. Além disso, existem também testes de gravidez que podem ser adquiridos na farmácia ou indicados pelo médico para verificar essa possibilidade.
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passage: Corro risco de engravidar menstruada? “Minha menstruação começou a descer esses dias e tive relação com meu namorado mas, como não uso anticoncepcional, fiquei preocupada. Corro risco de engravidar menstruada?” É possível engravidar menstruada, embora seja raro. Este risco é maior principalmente quando se tem um ciclo menstrual irregular, sangramentos que duram mais de 7 dias ou ciclos com menos de 26 dias. Nesses casos, o período fértil pode ficar muito próximo da menstruação e, considerando que os espermatozoides sobrevivem até 5 dias dentro do corpo da mulher, existe uma pequena chance de que encontre um óvulo, podendo resultar em uma gravidez. No entanto, quando se tem ciclos regulares de 26 a 32 dias e sangramentos de 2 a 7 dias, por exemplo, o risco de uma gravidez é muito baixo porque, após o final do período menstrual, normalmente ainda faltam 5 ou mais dias até que a ovulação aconteça. Entenda melhor quando é o período fértil e como calcular. Como saber se estou grávida? O atraso menstrual é um dos primeiros sinais de gravidez e, normalmente, é seguido por outros sintomas, como náusea e/ou vômitos, aumento e sensibilidade das mamas, vontade frequente de urinar e cansaço. Além disso, existem também testes de gravidez que podem ser adquiridos na farmácia ou indicados pelo médico para verificar essa possibilidade.
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passage: . No entanto, é mais raro porque, normalmente, esse é o período do mês que está mais distante do dia da ovulação. Os períodos menstruais e o dia em que a ovulação acontece podem não ser exatos, devido a alterações no peso, ansiedade, prática de exercícios físicos ou problemas de saúde, por exemplo. Por isso, apesar do risco ser baixo, engravidar durante a menstruação pode acontecer.
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passage: Corro risco de engravidar menstruada? “Minha menstruação começou a descer esses dias e tive relação com meu namorado mas, como não uso anticoncepcional, fiquei preocupada. Corro risco de engravidar menstruada?” É possível engravidar menstruada, embora seja raro. Este risco é maior principalmente quando se tem um ciclo menstrual irregular, sangramentos que duram mais de 7 dias ou ciclos com menos de 26 dias. Nesses casos, o período fértil pode ficar muito próximo da menstruação e, considerando que os espermatozoides sobrevivem até 5 dias dentro do corpo da mulher, existe uma pequena chance de que encontre um óvulo, podendo resultar em uma gravidez. No entanto, quando se tem ciclos regulares de 26 a 32 dias e sangramentos de 2 a 7 dias, por exemplo, o risco de uma gravidez é muito baixo porque, após o final do período menstrual, normalmente ainda faltam 5 ou mais dias até que a ovulação aconteça. Entenda melhor quando é o período fértil e como calcular. Como saber se estou grávida? O atraso menstrual é um dos primeiros sinais de gravidez e, normalmente, é seguido por outros sintomas, como náusea e/ou vômitos, aumento e sensibilidade das mamas, vontade frequente de urinar e cansaço. Além disso, existem também testes de gravidez que podem ser adquiridos na farmácia ou indicados pelo médico para verificar essa possibilidade.
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passage: . No entanto, é mais raro porque, normalmente, esse é o período do mês que está mais distante do dia da ovulação. Os períodos menstruais e o dia em que a ovulação acontece podem não ser exatos, devido a alterações no peso, ansiedade, prática de exercícios físicos ou problemas de saúde, por exemplo. Por isso, apesar do risco ser baixo, engravidar durante a menstruação pode acontecer.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Corro risco de engravidar menstruada? “Minha menstruação começou a descer esses dias e tive relação com meu namorado mas, como não uso anticoncepcional, fiquei preocupada. Corro risco de engravidar menstruada?” É possível engravidar menstruada, embora seja raro. Este risco é maior principalmente quando se tem um ciclo menstrual irregular, sangramentos que duram mais de 7 dias ou ciclos com menos de 26 dias. Nesses casos, o período fértil pode ficar muito próximo da menstruação e, considerando que os espermatozoides sobrevivem até 5 dias dentro do corpo da mulher, existe uma pequena chance de que encontre um óvulo, podendo resultar em uma gravidez. No entanto, quando se tem ciclos regulares de 26 a 32 dias e sangramentos de 2 a 7 dias, por exemplo, o risco de uma gravidez é muito baixo porque, após o final do período menstrual, normalmente ainda faltam 5 ou mais dias até que a ovulação aconteça. Entenda melhor quando é o período fértil e como calcular. Como saber se estou grávida? O atraso menstrual é um dos primeiros sinais de gravidez e, normalmente, é seguido por outros sintomas, como náusea e/ou vômitos, aumento e sensibilidade das mamas, vontade frequente de urinar e cansaço. Além disso, existem também testes de gravidez que podem ser adquiridos na farmácia ou indicados pelo médico para verificar essa possibilidade.
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passage: . No entanto, é mais raro porque, normalmente, esse é o período do mês que está mais distante do dia da ovulação. Os períodos menstruais e o dia em que a ovulação acontece podem não ser exatos, devido a alterações no peso, ansiedade, prática de exercícios físicos ou problemas de saúde, por exemplo. Por isso, apesar do risco ser baixo, engravidar durante a menstruação pode acontecer.
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passage: . Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias
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passage: Corro risco de engravidar menstruada? “Minha menstruação começou a descer esses dias e tive relação com meu namorado mas, como não uso anticoncepcional, fiquei preocupada. Corro risco de engravidar menstruada?” É possível engravidar menstruada, embora seja raro. Este risco é maior principalmente quando se tem um ciclo menstrual irregular, sangramentos que duram mais de 7 dias ou ciclos com menos de 26 dias. Nesses casos, o período fértil pode ficar muito próximo da menstruação e, considerando que os espermatozoides sobrevivem até 5 dias dentro do corpo da mulher, existe uma pequena chance de que encontre um óvulo, podendo resultar em uma gravidez. No entanto, quando se tem ciclos regulares de 26 a 32 dias e sangramentos de 2 a 7 dias, por exemplo, o risco de uma gravidez é muito baixo porque, após o final do período menstrual, normalmente ainda faltam 5 ou mais dias até que a ovulação aconteça. Entenda melhor quando é o período fértil e como calcular. Como saber se estou grávida? O atraso menstrual é um dos primeiros sinais de gravidez e, normalmente, é seguido por outros sintomas, como náusea e/ou vômitos, aumento e sensibilidade das mamas, vontade frequente de urinar e cansaço. Além disso, existem também testes de gravidez que podem ser adquiridos na farmácia ou indicados pelo médico para verificar essa possibilidade.
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passage: . No entanto, é mais raro porque, normalmente, esse é o período do mês que está mais distante do dia da ovulação. Os períodos menstruais e o dia em que a ovulação acontece podem não ser exatos, devido a alterações no peso, ansiedade, prática de exercícios físicos ou problemas de saúde, por exemplo. Por isso, apesar do risco ser baixo, engravidar durante a menstruação pode acontecer.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias
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passage: Tomei injeção anticoncepcional e tive relação. Posso engravidar? “Fiquei uns 4 meses sem tomar injeção anticoncepcional, voltei a tomar recentemente e tive uma relação sexual sem preservativo no dia seguinte. Corro o risco de engravidar?” Sim, o risco de engravidar é pequeno, mas existe. O tempo de início do efeito da injeção anticoncepcional irá depender de quando começou o seu uso. Caso tenha iniciado a injeção anticoncepcional até 7 dias após o primeiro dia da menstruação, já está protegida logo a seguir, e o risco de gravidez é mínimo, portanto já poderá ter relação logo após a aplicação. Contudo, caso tenha tomado a injeção anticoncepcional mais de 7 dias após o primeiro dia da menstruação, só poderá ter relação desprotegida depois de sete dias da aplicação da injeção, já que a proteção contra gravidez só é garantida após esse período. Neste último caso é recomendado o uso de um método de barreira, como a camisinha, por pelo menos 7 dias após a aplicação da injeção. Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista
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passage: Corro risco de engravidar menstruada? “Minha menstruação começou a descer esses dias e tive relação com meu namorado mas, como não uso anticoncepcional, fiquei preocupada. Corro risco de engravidar menstruada?” É possível engravidar menstruada, embora seja raro. Este risco é maior principalmente quando se tem um ciclo menstrual irregular, sangramentos que duram mais de 7 dias ou ciclos com menos de 26 dias. Nesses casos, o período fértil pode ficar muito próximo da menstruação e, considerando que os espermatozoides sobrevivem até 5 dias dentro do corpo da mulher, existe uma pequena chance de que encontre um óvulo, podendo resultar em uma gravidez. No entanto, quando se tem ciclos regulares de 26 a 32 dias e sangramentos de 2 a 7 dias, por exemplo, o risco de uma gravidez é muito baixo porque, após o final do período menstrual, normalmente ainda faltam 5 ou mais dias até que a ovulação aconteça. Entenda melhor quando é o período fértil e como calcular. Como saber se estou grávida? O atraso menstrual é um dos primeiros sinais de gravidez e, normalmente, é seguido por outros sintomas, como náusea e/ou vômitos, aumento e sensibilidade das mamas, vontade frequente de urinar e cansaço. Além disso, existem também testes de gravidez que podem ser adquiridos na farmácia ou indicados pelo médico para verificar essa possibilidade.
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passage: . No entanto, é mais raro porque, normalmente, esse é o período do mês que está mais distante do dia da ovulação. Os períodos menstruais e o dia em que a ovulação acontece podem não ser exatos, devido a alterações no peso, ansiedade, prática de exercícios físicos ou problemas de saúde, por exemplo. Por isso, apesar do risco ser baixo, engravidar durante a menstruação pode acontecer.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias
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passage: Tomei injeção anticoncepcional e tive relação. Posso engravidar? “Fiquei uns 4 meses sem tomar injeção anticoncepcional, voltei a tomar recentemente e tive uma relação sexual sem preservativo no dia seguinte. Corro o risco de engravidar?” Sim, o risco de engravidar é pequeno, mas existe. O tempo de início do efeito da injeção anticoncepcional irá depender de quando começou o seu uso. Caso tenha iniciado a injeção anticoncepcional até 7 dias após o primeiro dia da menstruação, já está protegida logo a seguir, e o risco de gravidez é mínimo, portanto já poderá ter relação logo após a aplicação. Contudo, caso tenha tomado a injeção anticoncepcional mais de 7 dias após o primeiro dia da menstruação, só poderá ter relação desprotegida depois de sete dias da aplicação da injeção, já que a proteção contra gravidez só é garantida após esse período. Neste último caso é recomendado o uso de um método de barreira, como a camisinha, por pelo menos 7 dias após a aplicação da injeção. Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista
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passage: . Quando é possível engravidar se tiver relação menstruada? A chance de engravidar ao ter relação durante a menstruação é maior principalmente quando o ciclo menstrual é menor do que 26 dias ou maior que 32 dias, porque nestes casos é mais difícil prever quando a ovulação acontece. No entanto, quando a mulher tem relação sexual menstruada dificilmente engravida, pois esse é o período do mês que normalmente está mais distante do dia da ovulação.
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passage: Corro risco de engravidar menstruada? “Minha menstruação começou a descer esses dias e tive relação com meu namorado mas, como não uso anticoncepcional, fiquei preocupada. Corro risco de engravidar menstruada?” É possível engravidar menstruada, embora seja raro. Este risco é maior principalmente quando se tem um ciclo menstrual irregular, sangramentos que duram mais de 7 dias ou ciclos com menos de 26 dias. Nesses casos, o período fértil pode ficar muito próximo da menstruação e, considerando que os espermatozoides sobrevivem até 5 dias dentro do corpo da mulher, existe uma pequena chance de que encontre um óvulo, podendo resultar em uma gravidez. No entanto, quando se tem ciclos regulares de 26 a 32 dias e sangramentos de 2 a 7 dias, por exemplo, o risco de uma gravidez é muito baixo porque, após o final do período menstrual, normalmente ainda faltam 5 ou mais dias até que a ovulação aconteça. Entenda melhor quando é o período fértil e como calcular. Como saber se estou grávida? O atraso menstrual é um dos primeiros sinais de gravidez e, normalmente, é seguido por outros sintomas, como náusea e/ou vômitos, aumento e sensibilidade das mamas, vontade frequente de urinar e cansaço. Além disso, existem também testes de gravidez que podem ser adquiridos na farmácia ou indicados pelo médico para verificar essa possibilidade.
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passage: . No entanto, é mais raro porque, normalmente, esse é o período do mês que está mais distante do dia da ovulação. Os períodos menstruais e o dia em que a ovulação acontece podem não ser exatos, devido a alterações no peso, ansiedade, prática de exercícios físicos ou problemas de saúde, por exemplo. Por isso, apesar do risco ser baixo, engravidar durante a menstruação pode acontecer.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias
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passage: Tomei injeção anticoncepcional e tive relação. Posso engravidar? “Fiquei uns 4 meses sem tomar injeção anticoncepcional, voltei a tomar recentemente e tive uma relação sexual sem preservativo no dia seguinte. Corro o risco de engravidar?” Sim, o risco de engravidar é pequeno, mas existe. O tempo de início do efeito da injeção anticoncepcional irá depender de quando começou o seu uso. Caso tenha iniciado a injeção anticoncepcional até 7 dias após o primeiro dia da menstruação, já está protegida logo a seguir, e o risco de gravidez é mínimo, portanto já poderá ter relação logo após a aplicação. Contudo, caso tenha tomado a injeção anticoncepcional mais de 7 dias após o primeiro dia da menstruação, só poderá ter relação desprotegida depois de sete dias da aplicação da injeção, já que a proteção contra gravidez só é garantida após esse período. Neste último caso é recomendado o uso de um método de barreira, como a camisinha, por pelo menos 7 dias após a aplicação da injeção. Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista
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passage: . Quando é possível engravidar se tiver relação menstruada? A chance de engravidar ao ter relação durante a menstruação é maior principalmente quando o ciclo menstrual é menor do que 26 dias ou maior que 32 dias, porque nestes casos é mais difícil prever quando a ovulação acontece. No entanto, quando a mulher tem relação sexual menstruada dificilmente engravida, pois esse é o período do mês que normalmente está mais distante do dia da ovulação.
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passage: A contracepção pode ser suspensa em todas as mulheres após 55 anos de idade. Não há relato de gravidez espontânea após esta idade. Algumas mulheres ainda menstruam, mas a ovulação é extremamente rara e qualquer eventual oócito prova-velmente teria baixa qualidade e não seria viável (Gebbie, 2010).
InfertilidadeAs mulheres entrando na transição menopáusica dificilmente engravidam. Para aquelas que desejem engravidar, a investi-gação de infertilidade é acelerada. Além disso, o tratamento de infertilidade requer o uso de tecnologias de reprodução assistida, descritas no Capítulo 20 (p. 529). A gravidez com idade avançada está associada a maiores riscos. Entre outros, abortamento espontâneo, anormalidades cromossomiais, cesa-riana, diabetes gestacional, hipertensão arterial induzida por gravidez e natimortalidade (Montan, 2007; Schoen, 2009). Consequentemente, as mulheres tentando concepção são be-neficiadas com informações acerca desses riscos.
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passage: Corro risco de engravidar menstruada? “Minha menstruação começou a descer esses dias e tive relação com meu namorado mas, como não uso anticoncepcional, fiquei preocupada. Corro risco de engravidar menstruada?” É possível engravidar menstruada, embora seja raro. Este risco é maior principalmente quando se tem um ciclo menstrual irregular, sangramentos que duram mais de 7 dias ou ciclos com menos de 26 dias. Nesses casos, o período fértil pode ficar muito próximo da menstruação e, considerando que os espermatozoides sobrevivem até 5 dias dentro do corpo da mulher, existe uma pequena chance de que encontre um óvulo, podendo resultar em uma gravidez. No entanto, quando se tem ciclos regulares de 26 a 32 dias e sangramentos de 2 a 7 dias, por exemplo, o risco de uma gravidez é muito baixo porque, após o final do período menstrual, normalmente ainda faltam 5 ou mais dias até que a ovulação aconteça. Entenda melhor quando é o período fértil e como calcular. Como saber se estou grávida? O atraso menstrual é um dos primeiros sinais de gravidez e, normalmente, é seguido por outros sintomas, como náusea e/ou vômitos, aumento e sensibilidade das mamas, vontade frequente de urinar e cansaço. Além disso, existem também testes de gravidez que podem ser adquiridos na farmácia ou indicados pelo médico para verificar essa possibilidade.
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passage: . No entanto, é mais raro porque, normalmente, esse é o período do mês que está mais distante do dia da ovulação. Os períodos menstruais e o dia em que a ovulação acontece podem não ser exatos, devido a alterações no peso, ansiedade, prática de exercícios físicos ou problemas de saúde, por exemplo. Por isso, apesar do risco ser baixo, engravidar durante a menstruação pode acontecer.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias
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passage: Tomei injeção anticoncepcional e tive relação. Posso engravidar? “Fiquei uns 4 meses sem tomar injeção anticoncepcional, voltei a tomar recentemente e tive uma relação sexual sem preservativo no dia seguinte. Corro o risco de engravidar?” Sim, o risco de engravidar é pequeno, mas existe. O tempo de início do efeito da injeção anticoncepcional irá depender de quando começou o seu uso. Caso tenha iniciado a injeção anticoncepcional até 7 dias após o primeiro dia da menstruação, já está protegida logo a seguir, e o risco de gravidez é mínimo, portanto já poderá ter relação logo após a aplicação. Contudo, caso tenha tomado a injeção anticoncepcional mais de 7 dias após o primeiro dia da menstruação, só poderá ter relação desprotegida depois de sete dias da aplicação da injeção, já que a proteção contra gravidez só é garantida após esse período. Neste último caso é recomendado o uso de um método de barreira, como a camisinha, por pelo menos 7 dias após a aplicação da injeção. Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista
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passage: . Quando é possível engravidar se tiver relação menstruada? A chance de engravidar ao ter relação durante a menstruação é maior principalmente quando o ciclo menstrual é menor do que 26 dias ou maior que 32 dias, porque nestes casos é mais difícil prever quando a ovulação acontece. No entanto, quando a mulher tem relação sexual menstruada dificilmente engravida, pois esse é o período do mês que normalmente está mais distante do dia da ovulação.
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passage: A contracepção pode ser suspensa em todas as mulheres após 55 anos de idade. Não há relato de gravidez espontânea após esta idade. Algumas mulheres ainda menstruam, mas a ovulação é extremamente rara e qualquer eventual oócito prova-velmente teria baixa qualidade e não seria viável (Gebbie, 2010).
InfertilidadeAs mulheres entrando na transição menopáusica dificilmente engravidam. Para aquelas que desejem engravidar, a investi-gação de infertilidade é acelerada. Além disso, o tratamento de infertilidade requer o uso de tecnologias de reprodução assistida, descritas no Capítulo 20 (p. 529). A gravidez com idade avançada está associada a maiores riscos. Entre outros, abortamento espontâneo, anormalidades cromossomiais, cesa-riana, diabetes gestacional, hipertensão arterial induzida por gravidez e natimortalidade (Montan, 2007; Schoen, 2009). Consequentemente, as mulheres tentando concepção são be-neficiadas com informações acerca desses riscos.
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passage: . Menstruação em pouca quantidade Com aproximação da menopausa, a menstruação pode vir por mais dias, mas com menos sangramento, ou então durante mais tempo e com sangramento muito abundante. Algumas mulheres também podem ter ciclos menstruais curtos, com muito ou pouco sangramento. Estas alterações ocorrem devido à baixa produção de estrogênio e progesterona, assim como pela falta de ovulação na mulher, sendo natural e esperado que aconteça por volta dos 50 anos de idade. 2. Menstruação com coágulos Durante o climatério o aparecimento de pequenos coágulos de sangue na menstruação é normal, porém, se houver muitos coágulos de sangue na menstruação deve-se ir ao ginecologista, porque isto pode ser sinal de pólipos uterinos ou até mesmo de câncer. O corrimento vaginal acompanhado de pequenos traços de sangue também pode ocorrer entre 2 períodos menstruais, mas também requer consulta médica. 3. Menstruação atrasada A menstruação atrasada é um acontecimento comum no climatério, mas também pode acontecer se a mulher engravidar nessa fase. Por isso, o mais indicado é realizar um teste de gravidez, se não tiver realizado a laqueadura de trompas e ainda for possível engravidar
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passage: Corro risco de engravidar menstruada? “Minha menstruação começou a descer esses dias e tive relação com meu namorado mas, como não uso anticoncepcional, fiquei preocupada. Corro risco de engravidar menstruada?” É possível engravidar menstruada, embora seja raro. Este risco é maior principalmente quando se tem um ciclo menstrual irregular, sangramentos que duram mais de 7 dias ou ciclos com menos de 26 dias. Nesses casos, o período fértil pode ficar muito próximo da menstruação e, considerando que os espermatozoides sobrevivem até 5 dias dentro do corpo da mulher, existe uma pequena chance de que encontre um óvulo, podendo resultar em uma gravidez. No entanto, quando se tem ciclos regulares de 26 a 32 dias e sangramentos de 2 a 7 dias, por exemplo, o risco de uma gravidez é muito baixo porque, após o final do período menstrual, normalmente ainda faltam 5 ou mais dias até que a ovulação aconteça. Entenda melhor quando é o período fértil e como calcular. Como saber se estou grávida? O atraso menstrual é um dos primeiros sinais de gravidez e, normalmente, é seguido por outros sintomas, como náusea e/ou vômitos, aumento e sensibilidade das mamas, vontade frequente de urinar e cansaço. Além disso, existem também testes de gravidez que podem ser adquiridos na farmácia ou indicados pelo médico para verificar essa possibilidade.
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passage: . No entanto, é mais raro porque, normalmente, esse é o período do mês que está mais distante do dia da ovulação. Os períodos menstruais e o dia em que a ovulação acontece podem não ser exatos, devido a alterações no peso, ansiedade, prática de exercícios físicos ou problemas de saúde, por exemplo. Por isso, apesar do risco ser baixo, engravidar durante a menstruação pode acontecer.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias
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passage: Tomei injeção anticoncepcional e tive relação. Posso engravidar? “Fiquei uns 4 meses sem tomar injeção anticoncepcional, voltei a tomar recentemente e tive uma relação sexual sem preservativo no dia seguinte. Corro o risco de engravidar?” Sim, o risco de engravidar é pequeno, mas existe. O tempo de início do efeito da injeção anticoncepcional irá depender de quando começou o seu uso. Caso tenha iniciado a injeção anticoncepcional até 7 dias após o primeiro dia da menstruação, já está protegida logo a seguir, e o risco de gravidez é mínimo, portanto já poderá ter relação logo após a aplicação. Contudo, caso tenha tomado a injeção anticoncepcional mais de 7 dias após o primeiro dia da menstruação, só poderá ter relação desprotegida depois de sete dias da aplicação da injeção, já que a proteção contra gravidez só é garantida após esse período. Neste último caso é recomendado o uso de um método de barreira, como a camisinha, por pelo menos 7 dias após a aplicação da injeção. Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista
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passage: . Quando é possível engravidar se tiver relação menstruada? A chance de engravidar ao ter relação durante a menstruação é maior principalmente quando o ciclo menstrual é menor do que 26 dias ou maior que 32 dias, porque nestes casos é mais difícil prever quando a ovulação acontece. No entanto, quando a mulher tem relação sexual menstruada dificilmente engravida, pois esse é o período do mês que normalmente está mais distante do dia da ovulação.
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passage: A contracepção pode ser suspensa em todas as mulheres após 55 anos de idade. Não há relato de gravidez espontânea após esta idade. Algumas mulheres ainda menstruam, mas a ovulação é extremamente rara e qualquer eventual oócito prova-velmente teria baixa qualidade e não seria viável (Gebbie, 2010).
InfertilidadeAs mulheres entrando na transição menopáusica dificilmente engravidam. Para aquelas que desejem engravidar, a investi-gação de infertilidade é acelerada. Além disso, o tratamento de infertilidade requer o uso de tecnologias de reprodução assistida, descritas no Capítulo 20 (p. 529). A gravidez com idade avançada está associada a maiores riscos. Entre outros, abortamento espontâneo, anormalidades cromossomiais, cesa-riana, diabetes gestacional, hipertensão arterial induzida por gravidez e natimortalidade (Montan, 2007; Schoen, 2009). Consequentemente, as mulheres tentando concepção são be-neficiadas com informações acerca desses riscos.
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passage: . Menstruação em pouca quantidade Com aproximação da menopausa, a menstruação pode vir por mais dias, mas com menos sangramento, ou então durante mais tempo e com sangramento muito abundante. Algumas mulheres também podem ter ciclos menstruais curtos, com muito ou pouco sangramento. Estas alterações ocorrem devido à baixa produção de estrogênio e progesterona, assim como pela falta de ovulação na mulher, sendo natural e esperado que aconteça por volta dos 50 anos de idade. 2. Menstruação com coágulos Durante o climatério o aparecimento de pequenos coágulos de sangue na menstruação é normal, porém, se houver muitos coágulos de sangue na menstruação deve-se ir ao ginecologista, porque isto pode ser sinal de pólipos uterinos ou até mesmo de câncer. O corrimento vaginal acompanhado de pequenos traços de sangue também pode ocorrer entre 2 períodos menstruais, mas também requer consulta médica. 3. Menstruação atrasada A menstruação atrasada é um acontecimento comum no climatério, mas também pode acontecer se a mulher engravidar nessa fase. Por isso, o mais indicado é realizar um teste de gravidez, se não tiver realizado a laqueadura de trompas e ainda for possível engravidar
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passage: . 3. Menstruação atrasada A menstruação atrasada é um acontecimento comum no climatério, mas também pode acontecer se a mulher engravidar nessa fase. Por isso, o mais indicado é realizar um teste de gravidez, se não tiver realizado a laqueadura de trompas e ainda for possível engravidar. Muitas mulheres engravidam durante o climatério porque acham que seu corpo não é capaz de amarecer óvulos e por isso param de usar os métodos contraceptivos e a gravidez acaba acontecendo. Apesar da gravidez tardia ser mais arriscada, na maior parte das vezes não tem complicações. Saiba mais em: É possível engravidar na menopausa? Para ter certeza de que está entrando na menopausa a mulher pode ir ao ginecologista e realizar exames que possam avaliar as variações hormonais e como está seu útero e endométrio, certificando-se de que não há nenhum problema de saúde levando ao surgimento de sintomas como menstruação prolongada ou ausência menstrual. Saiba o que você pode fazer para se sentir melhor nessa fase assistindo ao vídeo a seguir: MENOPAUSA | Dieta para Aliviar Sintomas 06:23 | 515.910 visualizações
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passage: Corro risco de engravidar menstruada? “Minha menstruação começou a descer esses dias e tive relação com meu namorado mas, como não uso anticoncepcional, fiquei preocupada. Corro risco de engravidar menstruada?” É possível engravidar menstruada, embora seja raro. Este risco é maior principalmente quando se tem um ciclo menstrual irregular, sangramentos que duram mais de 7 dias ou ciclos com menos de 26 dias. Nesses casos, o período fértil pode ficar muito próximo da menstruação e, considerando que os espermatozoides sobrevivem até 5 dias dentro do corpo da mulher, existe uma pequena chance de que encontre um óvulo, podendo resultar em uma gravidez. No entanto, quando se tem ciclos regulares de 26 a 32 dias e sangramentos de 2 a 7 dias, por exemplo, o risco de uma gravidez é muito baixo porque, após o final do período menstrual, normalmente ainda faltam 5 ou mais dias até que a ovulação aconteça. Entenda melhor quando é o período fértil e como calcular. Como saber se estou grávida? O atraso menstrual é um dos primeiros sinais de gravidez e, normalmente, é seguido por outros sintomas, como náusea e/ou vômitos, aumento e sensibilidade das mamas, vontade frequente de urinar e cansaço. Além disso, existem também testes de gravidez que podem ser adquiridos na farmácia ou indicados pelo médico para verificar essa possibilidade.
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passage: . No entanto, é mais raro porque, normalmente, esse é o período do mês que está mais distante do dia da ovulação. Os períodos menstruais e o dia em que a ovulação acontece podem não ser exatos, devido a alterações no peso, ansiedade, prática de exercícios físicos ou problemas de saúde, por exemplo. Por isso, apesar do risco ser baixo, engravidar durante a menstruação pode acontecer.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias
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passage: Tomei injeção anticoncepcional e tive relação. Posso engravidar? “Fiquei uns 4 meses sem tomar injeção anticoncepcional, voltei a tomar recentemente e tive uma relação sexual sem preservativo no dia seguinte. Corro o risco de engravidar?” Sim, o risco de engravidar é pequeno, mas existe. O tempo de início do efeito da injeção anticoncepcional irá depender de quando começou o seu uso. Caso tenha iniciado a injeção anticoncepcional até 7 dias após o primeiro dia da menstruação, já está protegida logo a seguir, e o risco de gravidez é mínimo, portanto já poderá ter relação logo após a aplicação. Contudo, caso tenha tomado a injeção anticoncepcional mais de 7 dias após o primeiro dia da menstruação, só poderá ter relação desprotegida depois de sete dias da aplicação da injeção, já que a proteção contra gravidez só é garantida após esse período. Neste último caso é recomendado o uso de um método de barreira, como a camisinha, por pelo menos 7 dias após a aplicação da injeção. Essa recomendação é válida tanto para anticoncepcionais injetáveis mensais (Perlutan®, Ciclovular®, Mesigyna®), quanto para os injetáveis trimestrais (Depo-provera®, Contracep®). Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de algum tipo de método contraceptivo, o ideal é que consulte um ginecologista
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passage: . Quando é possível engravidar se tiver relação menstruada? A chance de engravidar ao ter relação durante a menstruação é maior principalmente quando o ciclo menstrual é menor do que 26 dias ou maior que 32 dias, porque nestes casos é mais difícil prever quando a ovulação acontece. No entanto, quando a mulher tem relação sexual menstruada dificilmente engravida, pois esse é o período do mês que normalmente está mais distante do dia da ovulação.
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passage: A contracepção pode ser suspensa em todas as mulheres após 55 anos de idade. Não há relato de gravidez espontânea após esta idade. Algumas mulheres ainda menstruam, mas a ovulação é extremamente rara e qualquer eventual oócito prova-velmente teria baixa qualidade e não seria viável (Gebbie, 2010).
InfertilidadeAs mulheres entrando na transição menopáusica dificilmente engravidam. Para aquelas que desejem engravidar, a investi-gação de infertilidade é acelerada. Além disso, o tratamento de infertilidade requer o uso de tecnologias de reprodução assistida, descritas no Capítulo 20 (p. 529). A gravidez com idade avançada está associada a maiores riscos. Entre outros, abortamento espontâneo, anormalidades cromossomiais, cesa-riana, diabetes gestacional, hipertensão arterial induzida por gravidez e natimortalidade (Montan, 2007; Schoen, 2009). Consequentemente, as mulheres tentando concepção são be-neficiadas com informações acerca desses riscos.
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passage: . Menstruação em pouca quantidade Com aproximação da menopausa, a menstruação pode vir por mais dias, mas com menos sangramento, ou então durante mais tempo e com sangramento muito abundante. Algumas mulheres também podem ter ciclos menstruais curtos, com muito ou pouco sangramento. Estas alterações ocorrem devido à baixa produção de estrogênio e progesterona, assim como pela falta de ovulação na mulher, sendo natural e esperado que aconteça por volta dos 50 anos de idade. 2. Menstruação com coágulos Durante o climatério o aparecimento de pequenos coágulos de sangue na menstruação é normal, porém, se houver muitos coágulos de sangue na menstruação deve-se ir ao ginecologista, porque isto pode ser sinal de pólipos uterinos ou até mesmo de câncer. O corrimento vaginal acompanhado de pequenos traços de sangue também pode ocorrer entre 2 períodos menstruais, mas também requer consulta médica. 3. Menstruação atrasada A menstruação atrasada é um acontecimento comum no climatério, mas também pode acontecer se a mulher engravidar nessa fase. Por isso, o mais indicado é realizar um teste de gravidez, se não tiver realizado a laqueadura de trompas e ainda for possível engravidar
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passage: . 3. Menstruação atrasada A menstruação atrasada é um acontecimento comum no climatério, mas também pode acontecer se a mulher engravidar nessa fase. Por isso, o mais indicado é realizar um teste de gravidez, se não tiver realizado a laqueadura de trompas e ainda for possível engravidar. Muitas mulheres engravidam durante o climatério porque acham que seu corpo não é capaz de amarecer óvulos e por isso param de usar os métodos contraceptivos e a gravidez acaba acontecendo. Apesar da gravidez tardia ser mais arriscada, na maior parte das vezes não tem complicações. Saiba mais em: É possível engravidar na menopausa? Para ter certeza de que está entrando na menopausa a mulher pode ir ao ginecologista e realizar exames que possam avaliar as variações hormonais e como está seu útero e endométrio, certificando-se de que não há nenhum problema de saúde levando ao surgimento de sintomas como menstruação prolongada ou ausência menstrual. Saiba o que você pode fazer para se sentir melhor nessa fase assistindo ao vídeo a seguir: MENOPAUSA | Dieta para Aliviar Sintomas 06:23 | 515.910 visualizações
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passage: . Saiba mais sobre alimentação na gravidez. Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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Olá! Entendo sua preocupação. Sim, mesmo menstruando normalmente, ainda existe o risco de engravidar, embora esse risco possa ser considerado baixo na sua situação.
Como você ainda está menstruando e não mencionou estar na menopausa, seu corpo ainda está ovulando, mesmo que talvez de forma menos regular com o passar dos anos. A possibilidade de engravidar durante a menstruação, em si, é menor porque, teoricamente, a ovulação está distante desse período. No entanto, alguns fatores podem influenciar essa dinâmica.
Um ponto importante é a regularidade do seu ciclo. Se seus ciclos forem muito curtos (menos de 26 dias), o período fértil pode se aproximar mais da menstruação. Como os espermatozoides podem sobreviver por até 5 dias no corpo da mulher, essa proximidade aumenta um pouco a chance de encontrarem um óvulo.
O fluxo intenso da menstruação, por si só, não altera diretamente o risco de gravidez. O que importa é a regularidade do ciclo e a proximidade entre a menstruação e a ovulação.
Para ter uma ideia mais clara do seu risco individual, você pode monitorar seu ciclo menstrual. Anote o primeiro dia da sua menstruação e a duração do ciclo por alguns meses. Isso te ajudará a entender se seus ciclos são regulares e qual a distância entre a menstruação e o período em que você pode estar ovulando. Existem aplicativos e calculadoras online que podem te ajudar nessa tarefa.
Se você não deseja engravidar, é fundamental usar algum método contraceptivo eficaz. Existem diversas opções disponíveis, desde pílulas e injeções até dispositivos intrauterinos (DIU) e métodos de barreira, como a camisinha. A escolha do método mais adequado depende das suas necessidades e preferências.
Para uma avaliação mais precisa do seu caso e para discutir as opções de contracepção mais adequadas para você, recomendo agendar uma consulta. Podemos conversar sobre o seu histórico de saúde, seus hábitos e seus planos para o futuro, e assim, tomar a melhor decisão juntas.
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26,525
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Boa tarde, tenho endometriose e estou tomando Pietra e Pérola continuamente, conforme recomendação médica. No entanto, minha menstruação desceu. É normal? Não dei nenhuma pausa no remédio e estou com um pouco de cólica. Devo interromper o tratamento? Obrigada.
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Isso pode ocorrer. Não interrompa o tratamento e procure o médico ou profissional de saúde que prescreveu a medicação para você.
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passage: . Estes medicamentos podem ainda ser usados para tratar a adenomiose uterina, pois reduzem a inflamação do útero e aliviam as cólicas menstruais. Saiba o que é a adenomiose e quais os sintomas mais comuns. 6. Terapia de reposição hormonal A terapia de reposição hormonal pode ser outro dos tratamento indicado pelo ginecologista, especialmente no período da perimenopausa, que é a fase de transição entre a vida reprodutiva e a não reprodutiva, em que a mulher pode apresentar menstruação irregular, devido às alterações hormonais normais dessa fase. Esse tipo de tratamento utiliza remédios que repõem os níveis de hormônios, como estrogênio e progesterona, que estão diminuídos na perimenopausa, aliviando os sintomas comuns como menstruação irregular, ondas de calor e suor noturno, por exemplo. A terapia de reposição hormonal deve ser sempre orientada por um ginecologista ou endocrinologista, pois não é indicado para todas mulheres e deve ser evitada principalmente por mulheres com histórico de câncer de mama ou do endométrio. Veja em que situações é indicada a terapia de reposição hormonal.
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passage: . Estes medicamentos podem ainda ser usados para tratar a adenomiose uterina, pois reduzem a inflamação do útero e aliviam as cólicas menstruais. Saiba o que é a adenomiose e quais os sintomas mais comuns. 6. Terapia de reposição hormonal A terapia de reposição hormonal pode ser outro dos tratamento indicado pelo ginecologista, especialmente no período da perimenopausa, que é a fase de transição entre a vida reprodutiva e a não reprodutiva, em que a mulher pode apresentar menstruação irregular, devido às alterações hormonais normais dessa fase. Esse tipo de tratamento utiliza remédios que repõem os níveis de hormônios, como estrogênio e progesterona, que estão diminuídos na perimenopausa, aliviando os sintomas comuns como menstruação irregular, ondas de calor e suor noturno, por exemplo. A terapia de reposição hormonal deve ser sempre orientada por um ginecologista ou endocrinologista, pois não é indicado para todas mulheres e deve ser evitada principalmente por mulheres com histórico de câncer de mama ou do endométrio. Veja em que situações é indicada a terapia de reposição hormonal.
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passage: . É seguro parar a menstruação? Alguns estudos têm sido realizados para reduzir a quantidade de menstruação que a mulher tem anualmente, de uma menstruação por mês para uma menstruação a cada quatro meses. Isso porque para algumas mulheres, reduzir a quantidade de menstruações pode trazer benefícios e melhorar a qualidade de vida, especialmente para aquelas que apresentam sintomas debilitantes durante a menstruação, como cólicas, sangramento intenso e fadiga. No entanto, todos os resultados de ter menos menstruação ainda não são completamente conhecidos. A menstruação serve para eliminar as células endometriais do revestimento do útero a cada mês, e atrasar ou reduzir a frequência desse processo regularmente pode ter efeitos negativos na saúde das mulheres. Dessa forma, o mais recomendado é ter a menstruação mensal e pará-la apenas para ocasiões especiais, como um casamento ou evento esportivo. Como parar a menstruação de vez Se a mulher nunca mais quiser ter menstruação pode fazer uma cirurgia em que é retirado o útero, conhecida por histerectomia, ou um procedimento que remove a parte interna do útero conhecida como ablação do endométrio. No entanto, estes procedimentos são definitivos e, por isso, é importante que a mulher fale com o ginecologista para que possa ser avaliada a melhor opção para parar a menstruação: 1
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passage: . Estes medicamentos podem ainda ser usados para tratar a adenomiose uterina, pois reduzem a inflamação do útero e aliviam as cólicas menstruais. Saiba o que é a adenomiose e quais os sintomas mais comuns. 6. Terapia de reposição hormonal A terapia de reposição hormonal pode ser outro dos tratamento indicado pelo ginecologista, especialmente no período da perimenopausa, que é a fase de transição entre a vida reprodutiva e a não reprodutiva, em que a mulher pode apresentar menstruação irregular, devido às alterações hormonais normais dessa fase. Esse tipo de tratamento utiliza remédios que repõem os níveis de hormônios, como estrogênio e progesterona, que estão diminuídos na perimenopausa, aliviando os sintomas comuns como menstruação irregular, ondas de calor e suor noturno, por exemplo. A terapia de reposição hormonal deve ser sempre orientada por um ginecologista ou endocrinologista, pois não é indicado para todas mulheres e deve ser evitada principalmente por mulheres com histórico de câncer de mama ou do endométrio. Veja em que situações é indicada a terapia de reposição hormonal.
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passage: . É seguro parar a menstruação? Alguns estudos têm sido realizados para reduzir a quantidade de menstruação que a mulher tem anualmente, de uma menstruação por mês para uma menstruação a cada quatro meses. Isso porque para algumas mulheres, reduzir a quantidade de menstruações pode trazer benefícios e melhorar a qualidade de vida, especialmente para aquelas que apresentam sintomas debilitantes durante a menstruação, como cólicas, sangramento intenso e fadiga. No entanto, todos os resultados de ter menos menstruação ainda não são completamente conhecidos. A menstruação serve para eliminar as células endometriais do revestimento do útero a cada mês, e atrasar ou reduzir a frequência desse processo regularmente pode ter efeitos negativos na saúde das mulheres. Dessa forma, o mais recomendado é ter a menstruação mensal e pará-la apenas para ocasiões especiais, como um casamento ou evento esportivo. Como parar a menstruação de vez Se a mulher nunca mais quiser ter menstruação pode fazer uma cirurgia em que é retirado o útero, conhecida por histerectomia, ou um procedimento que remove a parte interna do útero conhecida como ablação do endométrio. No entanto, estes procedimentos são definitivos e, por isso, é importante que a mulher fale com o ginecologista para que possa ser avaliada a melhor opção para parar a menstruação: 1
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passage: . Como não há variação dos níveis hormonais, não acontece desequilíbrio dos neurotransmissores, prevenindo os sintomas da TPM. Além disso, alguns estudos indicam que o uso contínuo do anticoncepcional diminui, a longo prazo, o risco de câncer de ovário e de endométrio. Apesar de ter algumas vantagens, é importante que o ginecologista seja consultado, isso porque alguns anticoncepcionais foram desenvolvidos para que existisse uma pausa entre as cartelas, de forma a evitar níveis constantes de hormônios, o que poderia aumentar o risco de complicações. Assim, é fundamental que o ginecologista seja consultado para que seja indicado o melhor anticoncepcional para esse objetivo. Por que fazer a pausa do anticoncepcional? A pausa da pílula anticoncepcional deve ser respeitada para permitir a limpeza do útero, pois, embora os ovários não estejam amadurecendo óvulos, o útero continua se preparando, todos os meses, para uma possível gravidez, tornando-se mais espesso devido ao endométrio. Assim, o sangramento que acontece durante a pausa não é uma verdadeira menstruação, pois não contém nenhum óvulo, e só existe para permitir a limpeza do útero e para imitar o ciclo natural da mulher, facilitando identificar possíveis casos de gravidez, quando a menstruação não desce, por exemplo
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passage: . Estes medicamentos podem ainda ser usados para tratar a adenomiose uterina, pois reduzem a inflamação do útero e aliviam as cólicas menstruais. Saiba o que é a adenomiose e quais os sintomas mais comuns. 6. Terapia de reposição hormonal A terapia de reposição hormonal pode ser outro dos tratamento indicado pelo ginecologista, especialmente no período da perimenopausa, que é a fase de transição entre a vida reprodutiva e a não reprodutiva, em que a mulher pode apresentar menstruação irregular, devido às alterações hormonais normais dessa fase. Esse tipo de tratamento utiliza remédios que repõem os níveis de hormônios, como estrogênio e progesterona, que estão diminuídos na perimenopausa, aliviando os sintomas comuns como menstruação irregular, ondas de calor e suor noturno, por exemplo. A terapia de reposição hormonal deve ser sempre orientada por um ginecologista ou endocrinologista, pois não é indicado para todas mulheres e deve ser evitada principalmente por mulheres com histórico de câncer de mama ou do endométrio. Veja em que situações é indicada a terapia de reposição hormonal.
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passage: . É seguro parar a menstruação? Alguns estudos têm sido realizados para reduzir a quantidade de menstruação que a mulher tem anualmente, de uma menstruação por mês para uma menstruação a cada quatro meses. Isso porque para algumas mulheres, reduzir a quantidade de menstruações pode trazer benefícios e melhorar a qualidade de vida, especialmente para aquelas que apresentam sintomas debilitantes durante a menstruação, como cólicas, sangramento intenso e fadiga. No entanto, todos os resultados de ter menos menstruação ainda não são completamente conhecidos. A menstruação serve para eliminar as células endometriais do revestimento do útero a cada mês, e atrasar ou reduzir a frequência desse processo regularmente pode ter efeitos negativos na saúde das mulheres. Dessa forma, o mais recomendado é ter a menstruação mensal e pará-la apenas para ocasiões especiais, como um casamento ou evento esportivo. Como parar a menstruação de vez Se a mulher nunca mais quiser ter menstruação pode fazer uma cirurgia em que é retirado o útero, conhecida por histerectomia, ou um procedimento que remove a parte interna do útero conhecida como ablação do endométrio. No entanto, estes procedimentos são definitivos e, por isso, é importante que a mulher fale com o ginecologista para que possa ser avaliada a melhor opção para parar a menstruação: 1
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passage: . Como não há variação dos níveis hormonais, não acontece desequilíbrio dos neurotransmissores, prevenindo os sintomas da TPM. Além disso, alguns estudos indicam que o uso contínuo do anticoncepcional diminui, a longo prazo, o risco de câncer de ovário e de endométrio. Apesar de ter algumas vantagens, é importante que o ginecologista seja consultado, isso porque alguns anticoncepcionais foram desenvolvidos para que existisse uma pausa entre as cartelas, de forma a evitar níveis constantes de hormônios, o que poderia aumentar o risco de complicações. Assim, é fundamental que o ginecologista seja consultado para que seja indicado o melhor anticoncepcional para esse objetivo. Por que fazer a pausa do anticoncepcional? A pausa da pílula anticoncepcional deve ser respeitada para permitir a limpeza do útero, pois, embora os ovários não estejam amadurecendo óvulos, o útero continua se preparando, todos os meses, para uma possível gravidez, tornando-se mais espesso devido ao endométrio. Assim, o sangramento que acontece durante a pausa não é uma verdadeira menstruação, pois não contém nenhum óvulo, e só existe para permitir a limpeza do útero e para imitar o ciclo natural da mulher, facilitando identificar possíveis casos de gravidez, quando a menstruação não desce, por exemplo
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passage: . Pausar a cartela de anticoncepcional Uma forma de fazer a menstruação descer mais cedo, e de forma programada, para mulheres que utilizam anticoncepcionais regularmente, contendo estrogênio e progesterona, é fazer a pausa da cartela, uma semana mais cedo, por exemplo. Normalmente, as pílulas combinadas são utilizadas durante 21 dias seguidos, fazendo uma pausa 7 dias, sendo que a menstruação desce nesse período de pausa. Essa interrupção da cartela, pode ser programada quando a mulher tiver algum evento programado, como viagem ou casamento, por exemplo. No entanto,é importante ressaltar que interromper o uso do anticoncepcional antes de terminar a cartela, pode aumentar o risco de uma gravidez indesejada, caso a mulher tenha contato íntimo desprotegido. Por isso, essa interrupção programada do anticoncepcional deve ser feita com orientação do ginecologista, devendo a mulher usar um método contraceptivo de barreira, tanto para evitar uma gravidez, como para evitar infecções sexualmente transmissíveis. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para saber como interromper o uso de anticoncepcional de forma segura: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2
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passage: . Estes medicamentos podem ainda ser usados para tratar a adenomiose uterina, pois reduzem a inflamação do útero e aliviam as cólicas menstruais. Saiba o que é a adenomiose e quais os sintomas mais comuns. 6. Terapia de reposição hormonal A terapia de reposição hormonal pode ser outro dos tratamento indicado pelo ginecologista, especialmente no período da perimenopausa, que é a fase de transição entre a vida reprodutiva e a não reprodutiva, em que a mulher pode apresentar menstruação irregular, devido às alterações hormonais normais dessa fase. Esse tipo de tratamento utiliza remédios que repõem os níveis de hormônios, como estrogênio e progesterona, que estão diminuídos na perimenopausa, aliviando os sintomas comuns como menstruação irregular, ondas de calor e suor noturno, por exemplo. A terapia de reposição hormonal deve ser sempre orientada por um ginecologista ou endocrinologista, pois não é indicado para todas mulheres e deve ser evitada principalmente por mulheres com histórico de câncer de mama ou do endométrio. Veja em que situações é indicada a terapia de reposição hormonal.
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passage: . É seguro parar a menstruação? Alguns estudos têm sido realizados para reduzir a quantidade de menstruação que a mulher tem anualmente, de uma menstruação por mês para uma menstruação a cada quatro meses. Isso porque para algumas mulheres, reduzir a quantidade de menstruações pode trazer benefícios e melhorar a qualidade de vida, especialmente para aquelas que apresentam sintomas debilitantes durante a menstruação, como cólicas, sangramento intenso e fadiga. No entanto, todos os resultados de ter menos menstruação ainda não são completamente conhecidos. A menstruação serve para eliminar as células endometriais do revestimento do útero a cada mês, e atrasar ou reduzir a frequência desse processo regularmente pode ter efeitos negativos na saúde das mulheres. Dessa forma, o mais recomendado é ter a menstruação mensal e pará-la apenas para ocasiões especiais, como um casamento ou evento esportivo. Como parar a menstruação de vez Se a mulher nunca mais quiser ter menstruação pode fazer uma cirurgia em que é retirado o útero, conhecida por histerectomia, ou um procedimento que remove a parte interna do útero conhecida como ablação do endométrio. No entanto, estes procedimentos são definitivos e, por isso, é importante que a mulher fale com o ginecologista para que possa ser avaliada a melhor opção para parar a menstruação: 1
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passage: . Como não há variação dos níveis hormonais, não acontece desequilíbrio dos neurotransmissores, prevenindo os sintomas da TPM. Além disso, alguns estudos indicam que o uso contínuo do anticoncepcional diminui, a longo prazo, o risco de câncer de ovário e de endométrio. Apesar de ter algumas vantagens, é importante que o ginecologista seja consultado, isso porque alguns anticoncepcionais foram desenvolvidos para que existisse uma pausa entre as cartelas, de forma a evitar níveis constantes de hormônios, o que poderia aumentar o risco de complicações. Assim, é fundamental que o ginecologista seja consultado para que seja indicado o melhor anticoncepcional para esse objetivo. Por que fazer a pausa do anticoncepcional? A pausa da pílula anticoncepcional deve ser respeitada para permitir a limpeza do útero, pois, embora os ovários não estejam amadurecendo óvulos, o útero continua se preparando, todos os meses, para uma possível gravidez, tornando-se mais espesso devido ao endométrio. Assim, o sangramento que acontece durante a pausa não é uma verdadeira menstruação, pois não contém nenhum óvulo, e só existe para permitir a limpeza do útero e para imitar o ciclo natural da mulher, facilitando identificar possíveis casos de gravidez, quando a menstruação não desce, por exemplo
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passage: . Pausar a cartela de anticoncepcional Uma forma de fazer a menstruação descer mais cedo, e de forma programada, para mulheres que utilizam anticoncepcionais regularmente, contendo estrogênio e progesterona, é fazer a pausa da cartela, uma semana mais cedo, por exemplo. Normalmente, as pílulas combinadas são utilizadas durante 21 dias seguidos, fazendo uma pausa 7 dias, sendo que a menstruação desce nesse período de pausa. Essa interrupção da cartela, pode ser programada quando a mulher tiver algum evento programado, como viagem ou casamento, por exemplo. No entanto,é importante ressaltar que interromper o uso do anticoncepcional antes de terminar a cartela, pode aumentar o risco de uma gravidez indesejada, caso a mulher tenha contato íntimo desprotegido. Por isso, essa interrupção programada do anticoncepcional deve ser feita com orientação do ginecologista, devendo a mulher usar um método contraceptivo de barreira, tanto para evitar uma gravidez, como para evitar infecções sexualmente transmissíveis. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para saber como interromper o uso de anticoncepcional de forma segura: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: . Estes medicamentos podem ainda ser usados para tratar a adenomiose uterina, pois reduzem a inflamação do útero e aliviam as cólicas menstruais. Saiba o que é a adenomiose e quais os sintomas mais comuns. 6. Terapia de reposição hormonal A terapia de reposição hormonal pode ser outro dos tratamento indicado pelo ginecologista, especialmente no período da perimenopausa, que é a fase de transição entre a vida reprodutiva e a não reprodutiva, em que a mulher pode apresentar menstruação irregular, devido às alterações hormonais normais dessa fase. Esse tipo de tratamento utiliza remédios que repõem os níveis de hormônios, como estrogênio e progesterona, que estão diminuídos na perimenopausa, aliviando os sintomas comuns como menstruação irregular, ondas de calor e suor noturno, por exemplo. A terapia de reposição hormonal deve ser sempre orientada por um ginecologista ou endocrinologista, pois não é indicado para todas mulheres e deve ser evitada principalmente por mulheres com histórico de câncer de mama ou do endométrio. Veja em que situações é indicada a terapia de reposição hormonal.
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passage: . É seguro parar a menstruação? Alguns estudos têm sido realizados para reduzir a quantidade de menstruação que a mulher tem anualmente, de uma menstruação por mês para uma menstruação a cada quatro meses. Isso porque para algumas mulheres, reduzir a quantidade de menstruações pode trazer benefícios e melhorar a qualidade de vida, especialmente para aquelas que apresentam sintomas debilitantes durante a menstruação, como cólicas, sangramento intenso e fadiga. No entanto, todos os resultados de ter menos menstruação ainda não são completamente conhecidos. A menstruação serve para eliminar as células endometriais do revestimento do útero a cada mês, e atrasar ou reduzir a frequência desse processo regularmente pode ter efeitos negativos na saúde das mulheres. Dessa forma, o mais recomendado é ter a menstruação mensal e pará-la apenas para ocasiões especiais, como um casamento ou evento esportivo. Como parar a menstruação de vez Se a mulher nunca mais quiser ter menstruação pode fazer uma cirurgia em que é retirado o útero, conhecida por histerectomia, ou um procedimento que remove a parte interna do útero conhecida como ablação do endométrio. No entanto, estes procedimentos são definitivos e, por isso, é importante que a mulher fale com o ginecologista para que possa ser avaliada a melhor opção para parar a menstruação: 1
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passage: . Como não há variação dos níveis hormonais, não acontece desequilíbrio dos neurotransmissores, prevenindo os sintomas da TPM. Além disso, alguns estudos indicam que o uso contínuo do anticoncepcional diminui, a longo prazo, o risco de câncer de ovário e de endométrio. Apesar de ter algumas vantagens, é importante que o ginecologista seja consultado, isso porque alguns anticoncepcionais foram desenvolvidos para que existisse uma pausa entre as cartelas, de forma a evitar níveis constantes de hormônios, o que poderia aumentar o risco de complicações. Assim, é fundamental que o ginecologista seja consultado para que seja indicado o melhor anticoncepcional para esse objetivo. Por que fazer a pausa do anticoncepcional? A pausa da pílula anticoncepcional deve ser respeitada para permitir a limpeza do útero, pois, embora os ovários não estejam amadurecendo óvulos, o útero continua se preparando, todos os meses, para uma possível gravidez, tornando-se mais espesso devido ao endométrio. Assim, o sangramento que acontece durante a pausa não é uma verdadeira menstruação, pois não contém nenhum óvulo, e só existe para permitir a limpeza do útero e para imitar o ciclo natural da mulher, facilitando identificar possíveis casos de gravidez, quando a menstruação não desce, por exemplo
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passage: . Pausar a cartela de anticoncepcional Uma forma de fazer a menstruação descer mais cedo, e de forma programada, para mulheres que utilizam anticoncepcionais regularmente, contendo estrogênio e progesterona, é fazer a pausa da cartela, uma semana mais cedo, por exemplo. Normalmente, as pílulas combinadas são utilizadas durante 21 dias seguidos, fazendo uma pausa 7 dias, sendo que a menstruação desce nesse período de pausa. Essa interrupção da cartela, pode ser programada quando a mulher tiver algum evento programado, como viagem ou casamento, por exemplo. No entanto,é importante ressaltar que interromper o uso do anticoncepcional antes de terminar a cartela, pode aumentar o risco de uma gravidez indesejada, caso a mulher tenha contato íntimo desprotegido. Por isso, essa interrupção programada do anticoncepcional deve ser feita com orientação do ginecologista, devendo a mulher usar um método contraceptivo de barreira, tanto para evitar uma gravidez, como para evitar infecções sexualmente transmissíveis. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para saber como interromper o uso de anticoncepcional de forma segura: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: . Com a toma de duas cartelas seguidas a menstruação não desce porque os níveis dos hormônios estrogênios e progesterona se mantêm elevados, não acontecendo a descamação das paredes do útero. Saiba como funciona o anticoncepcional e como tomar. 3. Anticoncepcional de uso contínuo O anticoncepcional de uso contínuo, ou pílula contínua, permite que a mulher não tenha menstruação durante vários meses, uma vez que mantém sempre elevados os níveis dos hormônios progesterona e estrogênio, inibindo o sangramento. Confira os benefícios de tomar a pílula contínua. No entanto, pode existir uma pequena perda de sangue durante o mês, principalmente, nos 3 primeiros meses do uso desse anticoncepcional. 4. DIU com hormônio O DIU com hormônio, conhecido cientificamente por SIU, como, por exemplo, o DIU Mirena, reduz a quantidade de sangue que a mulher perde durante a menstruação e, em alguns casos, pode parar completamente o sangramento, ficando a mulher sem menstruar durante o seu uso. Isto acontece porque o SIU é um dispositivo que contém levonorgestrel, semelhante à progesterona que o ovário produz, o que provoca o aumento da espessura do muco da mulher e alterações na parede do útero, impedindo uma gravidez e podendo parar a menstruação. Entenda como funciona o DIU Mirena. 5
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passage: . Estes medicamentos podem ainda ser usados para tratar a adenomiose uterina, pois reduzem a inflamação do útero e aliviam as cólicas menstruais. Saiba o que é a adenomiose e quais os sintomas mais comuns. 6. Terapia de reposição hormonal A terapia de reposição hormonal pode ser outro dos tratamento indicado pelo ginecologista, especialmente no período da perimenopausa, que é a fase de transição entre a vida reprodutiva e a não reprodutiva, em que a mulher pode apresentar menstruação irregular, devido às alterações hormonais normais dessa fase. Esse tipo de tratamento utiliza remédios que repõem os níveis de hormônios, como estrogênio e progesterona, que estão diminuídos na perimenopausa, aliviando os sintomas comuns como menstruação irregular, ondas de calor e suor noturno, por exemplo. A terapia de reposição hormonal deve ser sempre orientada por um ginecologista ou endocrinologista, pois não é indicado para todas mulheres e deve ser evitada principalmente por mulheres com histórico de câncer de mama ou do endométrio. Veja em que situações é indicada a terapia de reposição hormonal.
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passage: . É seguro parar a menstruação? Alguns estudos têm sido realizados para reduzir a quantidade de menstruação que a mulher tem anualmente, de uma menstruação por mês para uma menstruação a cada quatro meses. Isso porque para algumas mulheres, reduzir a quantidade de menstruações pode trazer benefícios e melhorar a qualidade de vida, especialmente para aquelas que apresentam sintomas debilitantes durante a menstruação, como cólicas, sangramento intenso e fadiga. No entanto, todos os resultados de ter menos menstruação ainda não são completamente conhecidos. A menstruação serve para eliminar as células endometriais do revestimento do útero a cada mês, e atrasar ou reduzir a frequência desse processo regularmente pode ter efeitos negativos na saúde das mulheres. Dessa forma, o mais recomendado é ter a menstruação mensal e pará-la apenas para ocasiões especiais, como um casamento ou evento esportivo. Como parar a menstruação de vez Se a mulher nunca mais quiser ter menstruação pode fazer uma cirurgia em que é retirado o útero, conhecida por histerectomia, ou um procedimento que remove a parte interna do útero conhecida como ablação do endométrio. No entanto, estes procedimentos são definitivos e, por isso, é importante que a mulher fale com o ginecologista para que possa ser avaliada a melhor opção para parar a menstruação: 1
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passage: . Como não há variação dos níveis hormonais, não acontece desequilíbrio dos neurotransmissores, prevenindo os sintomas da TPM. Além disso, alguns estudos indicam que o uso contínuo do anticoncepcional diminui, a longo prazo, o risco de câncer de ovário e de endométrio. Apesar de ter algumas vantagens, é importante que o ginecologista seja consultado, isso porque alguns anticoncepcionais foram desenvolvidos para que existisse uma pausa entre as cartelas, de forma a evitar níveis constantes de hormônios, o que poderia aumentar o risco de complicações. Assim, é fundamental que o ginecologista seja consultado para que seja indicado o melhor anticoncepcional para esse objetivo. Por que fazer a pausa do anticoncepcional? A pausa da pílula anticoncepcional deve ser respeitada para permitir a limpeza do útero, pois, embora os ovários não estejam amadurecendo óvulos, o útero continua se preparando, todos os meses, para uma possível gravidez, tornando-se mais espesso devido ao endométrio. Assim, o sangramento que acontece durante a pausa não é uma verdadeira menstruação, pois não contém nenhum óvulo, e só existe para permitir a limpeza do útero e para imitar o ciclo natural da mulher, facilitando identificar possíveis casos de gravidez, quando a menstruação não desce, por exemplo
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passage: . Pausar a cartela de anticoncepcional Uma forma de fazer a menstruação descer mais cedo, e de forma programada, para mulheres que utilizam anticoncepcionais regularmente, contendo estrogênio e progesterona, é fazer a pausa da cartela, uma semana mais cedo, por exemplo. Normalmente, as pílulas combinadas são utilizadas durante 21 dias seguidos, fazendo uma pausa 7 dias, sendo que a menstruação desce nesse período de pausa. Essa interrupção da cartela, pode ser programada quando a mulher tiver algum evento programado, como viagem ou casamento, por exemplo. No entanto,é importante ressaltar que interromper o uso do anticoncepcional antes de terminar a cartela, pode aumentar o risco de uma gravidez indesejada, caso a mulher tenha contato íntimo desprotegido. Por isso, essa interrupção programada do anticoncepcional deve ser feita com orientação do ginecologista, devendo a mulher usar um método contraceptivo de barreira, tanto para evitar uma gravidez, como para evitar infecções sexualmente transmissíveis. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para saber como interromper o uso de anticoncepcional de forma segura: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: . Com a toma de duas cartelas seguidas a menstruação não desce porque os níveis dos hormônios estrogênios e progesterona se mantêm elevados, não acontecendo a descamação das paredes do útero. Saiba como funciona o anticoncepcional e como tomar. 3. Anticoncepcional de uso contínuo O anticoncepcional de uso contínuo, ou pílula contínua, permite que a mulher não tenha menstruação durante vários meses, uma vez que mantém sempre elevados os níveis dos hormônios progesterona e estrogênio, inibindo o sangramento. Confira os benefícios de tomar a pílula contínua. No entanto, pode existir uma pequena perda de sangue durante o mês, principalmente, nos 3 primeiros meses do uso desse anticoncepcional. 4. DIU com hormônio O DIU com hormônio, conhecido cientificamente por SIU, como, por exemplo, o DIU Mirena, reduz a quantidade de sangue que a mulher perde durante a menstruação e, em alguns casos, pode parar completamente o sangramento, ficando a mulher sem menstruar durante o seu uso. Isto acontece porque o SIU é um dispositivo que contém levonorgestrel, semelhante à progesterona que o ovário produz, o que provoca o aumento da espessura do muco da mulher e alterações na parede do útero, impedindo uma gravidez e podendo parar a menstruação. Entenda como funciona o DIU Mirena. 5
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passage: É normal a menstruação descer antes da cartela acabar? “Tomo pílula anticoncepcional e minha menstruação desceu três dias antes de terminar a cartela. Continuei a tomar as pílulas restantes até terminar a cartela. O que devo fazer agora, a pausa de 7 dias? ” Mesmo quando a menstruação vem antes do período de pausa da cartela, está indicado fazer a pausa de 7 dias e recomeçar nova cartela depois desse intervalo. Portanto, pode fazer a pausa e reiniciar uma nova cartela após a interrupção da pílula. Se todos os comprimidos foram tomados diariamente, sem nenhum esquecimento, o efeito contraceptivo da pílula permanece e não há aumento do risco de gravidez. O que pode ser a menstruação antes do fim da cartela A mulher que faz uso de anticoncepcional hormonal oral (pílula) pode apresentar algum sangramento fora do período da pausa do comprimido, sem ser sinal de algum problema. Esse tipo de sangramento chama-se "sangramento de escape" ou spotting. Geralmente vem em menor quantidade que o sangramento menstrual (que ocorre no intervalo entre cartelas) e pode acontecer a qualquer momento. Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior
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passage: . Estes medicamentos podem ainda ser usados para tratar a adenomiose uterina, pois reduzem a inflamação do útero e aliviam as cólicas menstruais. Saiba o que é a adenomiose e quais os sintomas mais comuns. 6. Terapia de reposição hormonal A terapia de reposição hormonal pode ser outro dos tratamento indicado pelo ginecologista, especialmente no período da perimenopausa, que é a fase de transição entre a vida reprodutiva e a não reprodutiva, em que a mulher pode apresentar menstruação irregular, devido às alterações hormonais normais dessa fase. Esse tipo de tratamento utiliza remédios que repõem os níveis de hormônios, como estrogênio e progesterona, que estão diminuídos na perimenopausa, aliviando os sintomas comuns como menstruação irregular, ondas de calor e suor noturno, por exemplo. A terapia de reposição hormonal deve ser sempre orientada por um ginecologista ou endocrinologista, pois não é indicado para todas mulheres e deve ser evitada principalmente por mulheres com histórico de câncer de mama ou do endométrio. Veja em que situações é indicada a terapia de reposição hormonal.
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passage: . É seguro parar a menstruação? Alguns estudos têm sido realizados para reduzir a quantidade de menstruação que a mulher tem anualmente, de uma menstruação por mês para uma menstruação a cada quatro meses. Isso porque para algumas mulheres, reduzir a quantidade de menstruações pode trazer benefícios e melhorar a qualidade de vida, especialmente para aquelas que apresentam sintomas debilitantes durante a menstruação, como cólicas, sangramento intenso e fadiga. No entanto, todos os resultados de ter menos menstruação ainda não são completamente conhecidos. A menstruação serve para eliminar as células endometriais do revestimento do útero a cada mês, e atrasar ou reduzir a frequência desse processo regularmente pode ter efeitos negativos na saúde das mulheres. Dessa forma, o mais recomendado é ter a menstruação mensal e pará-la apenas para ocasiões especiais, como um casamento ou evento esportivo. Como parar a menstruação de vez Se a mulher nunca mais quiser ter menstruação pode fazer uma cirurgia em que é retirado o útero, conhecida por histerectomia, ou um procedimento que remove a parte interna do útero conhecida como ablação do endométrio. No entanto, estes procedimentos são definitivos e, por isso, é importante que a mulher fale com o ginecologista para que possa ser avaliada a melhor opção para parar a menstruação: 1
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passage: . Como não há variação dos níveis hormonais, não acontece desequilíbrio dos neurotransmissores, prevenindo os sintomas da TPM. Além disso, alguns estudos indicam que o uso contínuo do anticoncepcional diminui, a longo prazo, o risco de câncer de ovário e de endométrio. Apesar de ter algumas vantagens, é importante que o ginecologista seja consultado, isso porque alguns anticoncepcionais foram desenvolvidos para que existisse uma pausa entre as cartelas, de forma a evitar níveis constantes de hormônios, o que poderia aumentar o risco de complicações. Assim, é fundamental que o ginecologista seja consultado para que seja indicado o melhor anticoncepcional para esse objetivo. Por que fazer a pausa do anticoncepcional? A pausa da pílula anticoncepcional deve ser respeitada para permitir a limpeza do útero, pois, embora os ovários não estejam amadurecendo óvulos, o útero continua se preparando, todos os meses, para uma possível gravidez, tornando-se mais espesso devido ao endométrio. Assim, o sangramento que acontece durante a pausa não é uma verdadeira menstruação, pois não contém nenhum óvulo, e só existe para permitir a limpeza do útero e para imitar o ciclo natural da mulher, facilitando identificar possíveis casos de gravidez, quando a menstruação não desce, por exemplo
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passage: . Pausar a cartela de anticoncepcional Uma forma de fazer a menstruação descer mais cedo, e de forma programada, para mulheres que utilizam anticoncepcionais regularmente, contendo estrogênio e progesterona, é fazer a pausa da cartela, uma semana mais cedo, por exemplo. Normalmente, as pílulas combinadas são utilizadas durante 21 dias seguidos, fazendo uma pausa 7 dias, sendo que a menstruação desce nesse período de pausa. Essa interrupção da cartela, pode ser programada quando a mulher tiver algum evento programado, como viagem ou casamento, por exemplo. No entanto,é importante ressaltar que interromper o uso do anticoncepcional antes de terminar a cartela, pode aumentar o risco de uma gravidez indesejada, caso a mulher tenha contato íntimo desprotegido. Por isso, essa interrupção programada do anticoncepcional deve ser feita com orientação do ginecologista, devendo a mulher usar um método contraceptivo de barreira, tanto para evitar uma gravidez, como para evitar infecções sexualmente transmissíveis. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para saber como interromper o uso de anticoncepcional de forma segura: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: . Com a toma de duas cartelas seguidas a menstruação não desce porque os níveis dos hormônios estrogênios e progesterona se mantêm elevados, não acontecendo a descamação das paredes do útero. Saiba como funciona o anticoncepcional e como tomar. 3. Anticoncepcional de uso contínuo O anticoncepcional de uso contínuo, ou pílula contínua, permite que a mulher não tenha menstruação durante vários meses, uma vez que mantém sempre elevados os níveis dos hormônios progesterona e estrogênio, inibindo o sangramento. Confira os benefícios de tomar a pílula contínua. No entanto, pode existir uma pequena perda de sangue durante o mês, principalmente, nos 3 primeiros meses do uso desse anticoncepcional. 4. DIU com hormônio O DIU com hormônio, conhecido cientificamente por SIU, como, por exemplo, o DIU Mirena, reduz a quantidade de sangue que a mulher perde durante a menstruação e, em alguns casos, pode parar completamente o sangramento, ficando a mulher sem menstruar durante o seu uso. Isto acontece porque o SIU é um dispositivo que contém levonorgestrel, semelhante à progesterona que o ovário produz, o que provoca o aumento da espessura do muco da mulher e alterações na parede do útero, impedindo uma gravidez e podendo parar a menstruação. Entenda como funciona o DIU Mirena. 5
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passage: É normal a menstruação descer antes da cartela acabar? “Tomo pílula anticoncepcional e minha menstruação desceu três dias antes de terminar a cartela. Continuei a tomar as pílulas restantes até terminar a cartela. O que devo fazer agora, a pausa de 7 dias? ” Mesmo quando a menstruação vem antes do período de pausa da cartela, está indicado fazer a pausa de 7 dias e recomeçar nova cartela depois desse intervalo. Portanto, pode fazer a pausa e reiniciar uma nova cartela após a interrupção da pílula. Se todos os comprimidos foram tomados diariamente, sem nenhum esquecimento, o efeito contraceptivo da pílula permanece e não há aumento do risco de gravidez. O que pode ser a menstruação antes do fim da cartela A mulher que faz uso de anticoncepcional hormonal oral (pílula) pode apresentar algum sangramento fora do período da pausa do comprimido, sem ser sinal de algum problema. Esse tipo de sangramento chama-se "sangramento de escape" ou spotting. Geralmente vem em menor quantidade que o sangramento menstrual (que ocorre no intervalo entre cartelas) e pode acontecer a qualquer momento. Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior
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passage: . Estes medicamentos podem ainda ser usados para tratar a adenomiose uterina, pois reduzem a inflamação do útero e aliviam as cólicas menstruais. Saiba o que é a adenomiose e quais os sintomas mais comuns. 6. Terapia de reposição hormonal A terapia de reposição hormonal pode ser outro dos tratamento indicado pelo ginecologista, especialmente no período da perimenopausa, que é a fase de transição entre a vida reprodutiva e a não reprodutiva, em que a mulher pode apresentar menstruação irregular, devido às alterações hormonais normais dessa fase. Esse tipo de tratamento utiliza remédios que repõem os níveis de hormônios, como estrogênio e progesterona, que estão diminuídos na perimenopausa, aliviando os sintomas comuns como menstruação irregular, ondas de calor e suor noturno, por exemplo. A terapia de reposição hormonal deve ser sempre orientada por um ginecologista ou endocrinologista, pois não é indicado para todas mulheres e deve ser evitada principalmente por mulheres com histórico de câncer de mama ou do endométrio. Veja em que situações é indicada a terapia de reposição hormonal.
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passage: . É seguro parar a menstruação? Alguns estudos têm sido realizados para reduzir a quantidade de menstruação que a mulher tem anualmente, de uma menstruação por mês para uma menstruação a cada quatro meses. Isso porque para algumas mulheres, reduzir a quantidade de menstruações pode trazer benefícios e melhorar a qualidade de vida, especialmente para aquelas que apresentam sintomas debilitantes durante a menstruação, como cólicas, sangramento intenso e fadiga. No entanto, todos os resultados de ter menos menstruação ainda não são completamente conhecidos. A menstruação serve para eliminar as células endometriais do revestimento do útero a cada mês, e atrasar ou reduzir a frequência desse processo regularmente pode ter efeitos negativos na saúde das mulheres. Dessa forma, o mais recomendado é ter a menstruação mensal e pará-la apenas para ocasiões especiais, como um casamento ou evento esportivo. Como parar a menstruação de vez Se a mulher nunca mais quiser ter menstruação pode fazer uma cirurgia em que é retirado o útero, conhecida por histerectomia, ou um procedimento que remove a parte interna do útero conhecida como ablação do endométrio. No entanto, estes procedimentos são definitivos e, por isso, é importante que a mulher fale com o ginecologista para que possa ser avaliada a melhor opção para parar a menstruação: 1
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passage: . Como não há variação dos níveis hormonais, não acontece desequilíbrio dos neurotransmissores, prevenindo os sintomas da TPM. Além disso, alguns estudos indicam que o uso contínuo do anticoncepcional diminui, a longo prazo, o risco de câncer de ovário e de endométrio. Apesar de ter algumas vantagens, é importante que o ginecologista seja consultado, isso porque alguns anticoncepcionais foram desenvolvidos para que existisse uma pausa entre as cartelas, de forma a evitar níveis constantes de hormônios, o que poderia aumentar o risco de complicações. Assim, é fundamental que o ginecologista seja consultado para que seja indicado o melhor anticoncepcional para esse objetivo. Por que fazer a pausa do anticoncepcional? A pausa da pílula anticoncepcional deve ser respeitada para permitir a limpeza do útero, pois, embora os ovários não estejam amadurecendo óvulos, o útero continua se preparando, todos os meses, para uma possível gravidez, tornando-se mais espesso devido ao endométrio. Assim, o sangramento que acontece durante a pausa não é uma verdadeira menstruação, pois não contém nenhum óvulo, e só existe para permitir a limpeza do útero e para imitar o ciclo natural da mulher, facilitando identificar possíveis casos de gravidez, quando a menstruação não desce, por exemplo
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passage: . Pausar a cartela de anticoncepcional Uma forma de fazer a menstruação descer mais cedo, e de forma programada, para mulheres que utilizam anticoncepcionais regularmente, contendo estrogênio e progesterona, é fazer a pausa da cartela, uma semana mais cedo, por exemplo. Normalmente, as pílulas combinadas são utilizadas durante 21 dias seguidos, fazendo uma pausa 7 dias, sendo que a menstruação desce nesse período de pausa. Essa interrupção da cartela, pode ser programada quando a mulher tiver algum evento programado, como viagem ou casamento, por exemplo. No entanto,é importante ressaltar que interromper o uso do anticoncepcional antes de terminar a cartela, pode aumentar o risco de uma gravidez indesejada, caso a mulher tenha contato íntimo desprotegido. Por isso, essa interrupção programada do anticoncepcional deve ser feita com orientação do ginecologista, devendo a mulher usar um método contraceptivo de barreira, tanto para evitar uma gravidez, como para evitar infecções sexualmente transmissíveis. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para saber como interromper o uso de anticoncepcional de forma segura: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: . Com a toma de duas cartelas seguidas a menstruação não desce porque os níveis dos hormônios estrogênios e progesterona se mantêm elevados, não acontecendo a descamação das paredes do útero. Saiba como funciona o anticoncepcional e como tomar. 3. Anticoncepcional de uso contínuo O anticoncepcional de uso contínuo, ou pílula contínua, permite que a mulher não tenha menstruação durante vários meses, uma vez que mantém sempre elevados os níveis dos hormônios progesterona e estrogênio, inibindo o sangramento. Confira os benefícios de tomar a pílula contínua. No entanto, pode existir uma pequena perda de sangue durante o mês, principalmente, nos 3 primeiros meses do uso desse anticoncepcional. 4. DIU com hormônio O DIU com hormônio, conhecido cientificamente por SIU, como, por exemplo, o DIU Mirena, reduz a quantidade de sangue que a mulher perde durante a menstruação e, em alguns casos, pode parar completamente o sangramento, ficando a mulher sem menstruar durante o seu uso. Isto acontece porque o SIU é um dispositivo que contém levonorgestrel, semelhante à progesterona que o ovário produz, o que provoca o aumento da espessura do muco da mulher e alterações na parede do útero, impedindo uma gravidez e podendo parar a menstruação. Entenda como funciona o DIU Mirena. 5
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passage: É normal a menstruação descer antes da cartela acabar? “Tomo pílula anticoncepcional e minha menstruação desceu três dias antes de terminar a cartela. Continuei a tomar as pílulas restantes até terminar a cartela. O que devo fazer agora, a pausa de 7 dias? ” Mesmo quando a menstruação vem antes do período de pausa da cartela, está indicado fazer a pausa de 7 dias e recomeçar nova cartela depois desse intervalo. Portanto, pode fazer a pausa e reiniciar uma nova cartela após a interrupção da pílula. Se todos os comprimidos foram tomados diariamente, sem nenhum esquecimento, o efeito contraceptivo da pílula permanece e não há aumento do risco de gravidez. O que pode ser a menstruação antes do fim da cartela A mulher que faz uso de anticoncepcional hormonal oral (pílula) pode apresentar algum sangramento fora do período da pausa do comprimido, sem ser sinal de algum problema. Esse tipo de sangramento chama-se "sangramento de escape" ou spotting. Geralmente vem em menor quantidade que o sangramento menstrual (que ocorre no intervalo entre cartelas) e pode acontecer a qualquer momento. Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . O tratamento pode ser feito com remédios, cirurgia para retirada do mioma ou embolização do mioma. Veja como é feito o tratamento para mioma. Leia também: Menorragia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/menorragia 4. Anemia ferropriva A anemia ferropriva pode ser uma das causas da menstruação com pedaços, pois a deficiência em ferro pode alterar a coagulação do sangue, levando ao surgimento de coágulos na menstruação. O que fazer: é aconselhado consultar o clínico geral para pedir um exame de sangue e confirmar a presença de anemia. Quando confirmada, a anemia pode ser tratada com um suplemento de ferro, receitado pelo médico, e a ingestão de alimentos ricos em ferro como lentilha, salsa, feijão e carnes. 5. Outras doenças que afetam o endométrio Outras doenças do endométrio como hiperplasia endometrial, que é o crescimento excessivo do endométrio, ou polipose, que é a formação de pólipos no endométrio, podem provocar menstruação com pedaços, devido ao crescimento do útero. O que fazer: deve-se consultar o ginecologista para identificar o problema correto. O tratamento pode ser feito com curetagem do tecido do endométrio ou com o uso de progesterona. 6
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passage: . Estes medicamentos podem ainda ser usados para tratar a adenomiose uterina, pois reduzem a inflamação do útero e aliviam as cólicas menstruais. Saiba o que é a adenomiose e quais os sintomas mais comuns. 6. Terapia de reposição hormonal A terapia de reposição hormonal pode ser outro dos tratamento indicado pelo ginecologista, especialmente no período da perimenopausa, que é a fase de transição entre a vida reprodutiva e a não reprodutiva, em que a mulher pode apresentar menstruação irregular, devido às alterações hormonais normais dessa fase. Esse tipo de tratamento utiliza remédios que repõem os níveis de hormônios, como estrogênio e progesterona, que estão diminuídos na perimenopausa, aliviando os sintomas comuns como menstruação irregular, ondas de calor e suor noturno, por exemplo. A terapia de reposição hormonal deve ser sempre orientada por um ginecologista ou endocrinologista, pois não é indicado para todas mulheres e deve ser evitada principalmente por mulheres com histórico de câncer de mama ou do endométrio. Veja em que situações é indicada a terapia de reposição hormonal.
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passage: . É seguro parar a menstruação? Alguns estudos têm sido realizados para reduzir a quantidade de menstruação que a mulher tem anualmente, de uma menstruação por mês para uma menstruação a cada quatro meses. Isso porque para algumas mulheres, reduzir a quantidade de menstruações pode trazer benefícios e melhorar a qualidade de vida, especialmente para aquelas que apresentam sintomas debilitantes durante a menstruação, como cólicas, sangramento intenso e fadiga. No entanto, todos os resultados de ter menos menstruação ainda não são completamente conhecidos. A menstruação serve para eliminar as células endometriais do revestimento do útero a cada mês, e atrasar ou reduzir a frequência desse processo regularmente pode ter efeitos negativos na saúde das mulheres. Dessa forma, o mais recomendado é ter a menstruação mensal e pará-la apenas para ocasiões especiais, como um casamento ou evento esportivo. Como parar a menstruação de vez Se a mulher nunca mais quiser ter menstruação pode fazer uma cirurgia em que é retirado o útero, conhecida por histerectomia, ou um procedimento que remove a parte interna do útero conhecida como ablação do endométrio. No entanto, estes procedimentos são definitivos e, por isso, é importante que a mulher fale com o ginecologista para que possa ser avaliada a melhor opção para parar a menstruação: 1
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passage: . Como não há variação dos níveis hormonais, não acontece desequilíbrio dos neurotransmissores, prevenindo os sintomas da TPM. Além disso, alguns estudos indicam que o uso contínuo do anticoncepcional diminui, a longo prazo, o risco de câncer de ovário e de endométrio. Apesar de ter algumas vantagens, é importante que o ginecologista seja consultado, isso porque alguns anticoncepcionais foram desenvolvidos para que existisse uma pausa entre as cartelas, de forma a evitar níveis constantes de hormônios, o que poderia aumentar o risco de complicações. Assim, é fundamental que o ginecologista seja consultado para que seja indicado o melhor anticoncepcional para esse objetivo. Por que fazer a pausa do anticoncepcional? A pausa da pílula anticoncepcional deve ser respeitada para permitir a limpeza do útero, pois, embora os ovários não estejam amadurecendo óvulos, o útero continua se preparando, todos os meses, para uma possível gravidez, tornando-se mais espesso devido ao endométrio. Assim, o sangramento que acontece durante a pausa não é uma verdadeira menstruação, pois não contém nenhum óvulo, e só existe para permitir a limpeza do útero e para imitar o ciclo natural da mulher, facilitando identificar possíveis casos de gravidez, quando a menstruação não desce, por exemplo
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passage: . Pausar a cartela de anticoncepcional Uma forma de fazer a menstruação descer mais cedo, e de forma programada, para mulheres que utilizam anticoncepcionais regularmente, contendo estrogênio e progesterona, é fazer a pausa da cartela, uma semana mais cedo, por exemplo. Normalmente, as pílulas combinadas são utilizadas durante 21 dias seguidos, fazendo uma pausa 7 dias, sendo que a menstruação desce nesse período de pausa. Essa interrupção da cartela, pode ser programada quando a mulher tiver algum evento programado, como viagem ou casamento, por exemplo. No entanto,é importante ressaltar que interromper o uso do anticoncepcional antes de terminar a cartela, pode aumentar o risco de uma gravidez indesejada, caso a mulher tenha contato íntimo desprotegido. Por isso, essa interrupção programada do anticoncepcional deve ser feita com orientação do ginecologista, devendo a mulher usar um método contraceptivo de barreira, tanto para evitar uma gravidez, como para evitar infecções sexualmente transmissíveis. Marque uma consulta com o ginecologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para saber como interromper o uso de anticoncepcional de forma segura: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. 2
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passage: . Nessas situações é importante realizar um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais, pois existe o risco de estar gravida. Menstruação não desceu e o uso do anticoncepcional foi irregular Se durante o uso do anticoncepcional ocorreram esquecimentos, mudanças de horário, ocorrência de vômitos, uso de medicamentos ou qualquer outro fator que possa interferir na eficacia do contraceptivo, então a ausência do sangramento no período de pausa deve levantar a suspeita de uma gravidez. Deve-se realizar um teste de gravidez ou procurar o seu médico para uma avaliação. Menstruação não desceu no intervalo entre a troca de anticoncepcional Ao realizar a mudança de um anticoncepcional oral por outro de outra marca comercial, ou de dosagem diferente, ou de formulação hormonal diferente, pode ocorrer atraso menstrual ou mesmo ausência da menstruação no momento da troca e no primeiro mês. Realize um teste de gravidez, caso tenha tido relações sexuais nesse período. Pode ainda ser usado na primeira semana do novo anticoncepcional um outro método contraceptivo de barreira de forma complementar como a camisinha. Caso tenha dúvidas sobre o uso do anticoncepcional consulte o ginecologista.
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passage: . Com a toma de duas cartelas seguidas a menstruação não desce porque os níveis dos hormônios estrogênios e progesterona se mantêm elevados, não acontecendo a descamação das paredes do útero. Saiba como funciona o anticoncepcional e como tomar. 3. Anticoncepcional de uso contínuo O anticoncepcional de uso contínuo, ou pílula contínua, permite que a mulher não tenha menstruação durante vários meses, uma vez que mantém sempre elevados os níveis dos hormônios progesterona e estrogênio, inibindo o sangramento. Confira os benefícios de tomar a pílula contínua. No entanto, pode existir uma pequena perda de sangue durante o mês, principalmente, nos 3 primeiros meses do uso desse anticoncepcional. 4. DIU com hormônio O DIU com hormônio, conhecido cientificamente por SIU, como, por exemplo, o DIU Mirena, reduz a quantidade de sangue que a mulher perde durante a menstruação e, em alguns casos, pode parar completamente o sangramento, ficando a mulher sem menstruar durante o seu uso. Isto acontece porque o SIU é um dispositivo que contém levonorgestrel, semelhante à progesterona que o ovário produz, o que provoca o aumento da espessura do muco da mulher e alterações na parede do útero, impedindo uma gravidez e podendo parar a menstruação. Entenda como funciona o DIU Mirena. 5
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passage: É normal a menstruação descer antes da cartela acabar? “Tomo pílula anticoncepcional e minha menstruação desceu três dias antes de terminar a cartela. Continuei a tomar as pílulas restantes até terminar a cartela. O que devo fazer agora, a pausa de 7 dias? ” Mesmo quando a menstruação vem antes do período de pausa da cartela, está indicado fazer a pausa de 7 dias e recomeçar nova cartela depois desse intervalo. Portanto, pode fazer a pausa e reiniciar uma nova cartela após a interrupção da pílula. Se todos os comprimidos foram tomados diariamente, sem nenhum esquecimento, o efeito contraceptivo da pílula permanece e não há aumento do risco de gravidez. O que pode ser a menstruação antes do fim da cartela A mulher que faz uso de anticoncepcional hormonal oral (pílula) pode apresentar algum sangramento fora do período da pausa do comprimido, sem ser sinal de algum problema. Esse tipo de sangramento chama-se "sangramento de escape" ou spotting. Geralmente vem em menor quantidade que o sangramento menstrual (que ocorre no intervalo entre cartelas) e pode acontecer a qualquer momento. Esse pequeno sangramento também pode ocorrer caso a mulher tenha esquecido de tomar a pílula anticoncepcional, uma ou mais vezes. Nessa situação a proteção contra gravidez pode ter sido prejudicada e o risco de uma gestação é maior
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: . O tratamento pode ser feito com remédios, cirurgia para retirada do mioma ou embolização do mioma. Veja como é feito o tratamento para mioma. Leia também: Menorragia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/menorragia 4. Anemia ferropriva A anemia ferropriva pode ser uma das causas da menstruação com pedaços, pois a deficiência em ferro pode alterar a coagulação do sangue, levando ao surgimento de coágulos na menstruação. O que fazer: é aconselhado consultar o clínico geral para pedir um exame de sangue e confirmar a presença de anemia. Quando confirmada, a anemia pode ser tratada com um suplemento de ferro, receitado pelo médico, e a ingestão de alimentos ricos em ferro como lentilha, salsa, feijão e carnes. 5. Outras doenças que afetam o endométrio Outras doenças do endométrio como hiperplasia endometrial, que é o crescimento excessivo do endométrio, ou polipose, que é a formação de pólipos no endométrio, podem provocar menstruação com pedaços, devido ao crescimento do útero. O que fazer: deve-se consultar o ginecologista para identificar o problema correto. O tratamento pode ser feito com curetagem do tecido do endométrio ou com o uso de progesterona. 6
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passage: . Porém, nos casos em que a menstruação retrógrada causa endometriose podem surgir sintomas como: Menstruação mais curta; Sangramento sem sinais normais de menstruação como cólica, irritabilidade ou inchaço; Intensa cólica menstrual; Dor no pé da barriga durante a menstruação; Infertilidade. O diagnóstico da menstruação retrógrada é feito pelo ginecologista através da observação dos sintomas e exames como ultrassonografia endovaginal e o exame de sangue CA-125, que é normalmente indicado com o objetivo de avaliar o risco da pessoa desenvolver, endometriose, cisto ou câncer no ovário, por exemplo. Como é feito o tratamento O tratamento para menstruação retrógrada deve ser indicado pelo ginecologista de acordo com os sinais e sintomas apresentados pela mulher e risco de endometriose. Assim, na maioria dos casos pode ser indicado o uso de medicamentos inibidores da ovulação ou uso de pílula anticoncepcional. Por outro lado, quando a menstruação retrógrada está relacionada com a endometriose, o tratamento pode indicar o uso de medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos para aliviar os sintomas da doença. Em alguns casos, pode ser necessário induzir a menopausa para controlar a endometriose ou realizar uma cirurgia para corrigir problemas nas trompas de Falópio impedindo o refluxo de sangue menstrual para a região abdominal.
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Boa tarde! Entendo sua preocupação. É importante conversarmos sobre essa situação para te tranquilizar e te orientar da melhor forma.
Sim, é possível que a menstruação desça mesmo com o uso contínuo de Pietra e Pérola, principalmente no tratamento da endometriose. Isso pode acontecer, e não significa necessariamente que o tratamento não está funcionando. Algumas mulheres podem apresentar o que chamamos de "sangramento de escape" ou *spotting*, mesmo tomando a medicação corretamente.
O Pietra e o Pérola são anticoncepcionais que, quando usados continuamente, visam suprimir a menstruação, o que ajuda a aliviar os sintomas da endometriose, como cólicas. A eficácia desses medicamentos em suspender a menstruação é alta, mas não é 100% garantida para todas as mulheres. O seu corpo pode estar levando um tempo para se adaptar à dose hormonal, ou a endometriose pode estar causando essa irregularidade.
As cólicas que você está sentindo também podem estar relacionadas à endometriose, mesmo com o uso da medicação. A endometriose é uma condição complexa, e a resposta ao tratamento varia de mulher para mulher.
**O que você deve fazer agora:**
1. **Mantenha a calma e continue tomando a medicação conforme a prescrição médica.** Não interrompa o tratamento por conta própria.
2. **Anote as características do sangramento:** Observe a intensidade (se é um sangramento leve, moderado ou intenso), a duração e se está acompanhado de outros sintomas.
3. **Entre em contato com seu médico o mais breve possível:** É fundamental que você informe ao seu ginecologista sobre o sangramento e as cólicas. Ele poderá avaliar seu caso individualmente, verificar se há necessidade de ajustar a dose da medicação, investigar outras possíveis causas para o sangramento (como escape devido a esquecimento de alguma pílula ou alguma interação medicamentosa) ou considerar outras opções de tratamento, se necessário.
É importante lembrar que o acompanhamento médico regular é essencial no tratamento da endometriose. Não hesite em buscar orientação sempre que tiver dúvidas ou notar qualquer alteração no seu ciclo ou sintomas.
Espero ter ajudado a esclarecer suas dúvidas. Estou à disposição para o que precisar.
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Estou tratando a gonorreia. Tomei uma dose de azitromicina e com ciprofloxacino, com prazo de dias; porém, no segundo dia, as dores e o corrimento já sumiram. No entanto, hoje, que é o penúltimo dia do tratamento, estou sentindo umas fisgadas na uretra e urinando muito. A DST está resistindo?
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Bom dia! As uretrites, como a gonorreia, são tratadas com antibióticos. Os sintomas devem melhorar em até dias após o início das medicações. Caso os sintomas persistam, o urologista deve investigar outras DSTs ou infecções urinárias e tratá-las corretamente. Grande abraço!
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passage: Observações:• Amoxacilina não é efetivo na infecção crônica;• Tetraciclinas e a doxicilina são contraindicadas na gravidez;• Na gestação, deve-se colher teste de controle, após três sema-nas do /f_i m do tratamento, para con/f_i rmar êxito terapêutico.
Tratamento das infecções por NG(4)Ao considerar a possibilidade da associação da N. gonorrhoeae e C. tra-chomatis e a di/f_i culdade prática do diagnóstico, recomenda-se o trata-mento de ambos.
• Cipro/f_l oxacina 500 mg, VO, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU; ou Ceftriaxone 500 mg, IM, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada para gestantes e menores de 18 anos, sendo a ceftriaxona o medicamento de escolha. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada nos estados do RJ, MG e SP , substituindo o tratamento pela ceftriaxona devido à circulação de cepas de gonococos resistentes.
• Na indisponibilidade de ceftriaxona, usar cefalosporina de ter-ceira geração, como a cefotaxima 1000 mg IM, DU.
10Cervicites e uretritesProtocolos Febrasgo | Nº2 | 2018da-se o tratamento de ambos.
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passage: Observações:• Amoxacilina não é efetivo na infecção crônica;• Tetraciclinas e a doxicilina são contraindicadas na gravidez;• Na gestação, deve-se colher teste de controle, após três sema-nas do /f_i m do tratamento, para con/f_i rmar êxito terapêutico.
Tratamento das infecções por NG(4)Ao considerar a possibilidade da associação da N. gonorrhoeae e C. tra-chomatis e a di/f_i culdade prática do diagnóstico, recomenda-se o trata-mento de ambos.
• Cipro/f_l oxacina 500 mg, VO, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU; ou Ceftriaxone 500 mg, IM, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada para gestantes e menores de 18 anos, sendo a ceftriaxona o medicamento de escolha. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada nos estados do RJ, MG e SP , substituindo o tratamento pela ceftriaxona devido à circulação de cepas de gonococos resistentes.
• Na indisponibilidade de ceftriaxona, usar cefalosporina de ter-ceira geração, como a cefotaxima 1000 mg IM, DU.
10Cervicites e uretritesProtocolos Febrasgo | Nº2 | 2018da-se o tratamento de ambos.
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passage: Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente.
Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única.
A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia.
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia.
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passage: Observações:• Amoxacilina não é efetivo na infecção crônica;• Tetraciclinas e a doxicilina são contraindicadas na gravidez;• Na gestação, deve-se colher teste de controle, após três sema-nas do /f_i m do tratamento, para con/f_i rmar êxito terapêutico.
Tratamento das infecções por NG(4)Ao considerar a possibilidade da associação da N. gonorrhoeae e C. tra-chomatis e a di/f_i culdade prática do diagnóstico, recomenda-se o trata-mento de ambos.
• Cipro/f_l oxacina 500 mg, VO, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU; ou Ceftriaxone 500 mg, IM, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada para gestantes e menores de 18 anos, sendo a ceftriaxona o medicamento de escolha. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada nos estados do RJ, MG e SP , substituindo o tratamento pela ceftriaxona devido à circulação de cepas de gonococos resistentes.
• Na indisponibilidade de ceftriaxona, usar cefalosporina de ter-ceira geração, como a cefotaxima 1000 mg IM, DU.
10Cervicites e uretritesProtocolos Febrasgo | Nº2 | 2018da-se o tratamento de ambos.
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passage: Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente.
Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única.
A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia.
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia.
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passage: Principais síndromes na atenção às DST/ISTFeridas genitais (herpes genital, sífilis, lesões não DST)Corrimento uretral (gonorreia, clamídia)Corrimento vaginal (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase)Endocervicite/dor pélvica (gonorreia, clamídia)Edema/dor testicular (gonorreia, clamídia)Proctites (gonorreia, clamídia)Oftalmia (gonorreia, clamídia).
ObservaçõesPode existir mais de um agente e/ou mais de uma infecção ao mesmo tempoÀs vezes, as sintomatologias se confundem, por exemplo, feridas cervicovaginais que causam corrimentovaginal ou balanite gonocócica ulceradaMuitas alterações genitais, mesmo algumas infecciosas, não são DST/ISTMais de 20% das feridas genitais, embora se utilizem de bons recursos laboratoriais, ficam sem diagnóstico.
Vários casos são doenças autoimunesDeve-se ter cautela e bom senso para não exagerar no uso de antibióticos, principalmente em associaçõesO uso indiscriminado de antibióticos seleciona germes resistentes e conduz à resistência bacteriana.
Importante••••Pessoas com imunodeficiência (síndrome da imunodeficiência adquirida [AIDS], neoplasias malignas, uso deimunossupressores) podem ter respostas atípicas e/ou exageradas a muitas infecções. Nessas pessoas, otratamento pode requerer aumento da dose, do tempo e até alteração da via de administração do anti-infeccioso.
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passage: Observações:• Amoxacilina não é efetivo na infecção crônica;• Tetraciclinas e a doxicilina são contraindicadas na gravidez;• Na gestação, deve-se colher teste de controle, após três sema-nas do /f_i m do tratamento, para con/f_i rmar êxito terapêutico.
Tratamento das infecções por NG(4)Ao considerar a possibilidade da associação da N. gonorrhoeae e C. tra-chomatis e a di/f_i culdade prática do diagnóstico, recomenda-se o trata-mento de ambos.
• Cipro/f_l oxacina 500 mg, VO, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU; ou Ceftriaxone 500 mg, IM, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada para gestantes e menores de 18 anos, sendo a ceftriaxona o medicamento de escolha. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada nos estados do RJ, MG e SP , substituindo o tratamento pela ceftriaxona devido à circulação de cepas de gonococos resistentes.
• Na indisponibilidade de ceftriaxona, usar cefalosporina de ter-ceira geração, como a cefotaxima 1000 mg IM, DU.
10Cervicites e uretritesProtocolos Febrasgo | Nº2 | 2018da-se o tratamento de ambos.
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passage: Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente.
Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única.
A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia.
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia.
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passage: Principais síndromes na atenção às DST/ISTFeridas genitais (herpes genital, sífilis, lesões não DST)Corrimento uretral (gonorreia, clamídia)Corrimento vaginal (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase)Endocervicite/dor pélvica (gonorreia, clamídia)Edema/dor testicular (gonorreia, clamídia)Proctites (gonorreia, clamídia)Oftalmia (gonorreia, clamídia).
ObservaçõesPode existir mais de um agente e/ou mais de uma infecção ao mesmo tempoÀs vezes, as sintomatologias se confundem, por exemplo, feridas cervicovaginais que causam corrimentovaginal ou balanite gonocócica ulceradaMuitas alterações genitais, mesmo algumas infecciosas, não são DST/ISTMais de 20% das feridas genitais, embora se utilizem de bons recursos laboratoriais, ficam sem diagnóstico.
Vários casos são doenças autoimunesDeve-se ter cautela e bom senso para não exagerar no uso de antibióticos, principalmente em associaçõesO uso indiscriminado de antibióticos seleciona germes resistentes e conduz à resistência bacteriana.
Importante••••Pessoas com imunodeficiência (síndrome da imunodeficiência adquirida [AIDS], neoplasias malignas, uso deimunossupressores) podem ter respostas atípicas e/ou exageradas a muitas infecções. Nessas pessoas, otratamento pode requerer aumento da dose, do tempo e até alteração da via de administração do anti-infeccioso.
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passage: Tabela 62.3 Avaliação dos métodos laboratoriais para gonorreia.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)GramUretra90 a 9595 a 99Endocérvice45 a 6590 a 99Vagina, ânusNão recomendado CulturaUretra94 a 98> 99Endocérvice85 a 95> 99Biologia molecularPCR/captura híbrida95 a 98> 99Tratamento e controle de curaOutros esquemas terapêuticos podem ser empregados com resultados variáveis de acordo com a resistênciaregional à Neisseria gonorrhoeae. Recordamos ainda que a disponibilidade imediata de alguns antibióticos emdetrimento de outros em falta ou não disponíveis também deve influenciar na escolha, visando não postergar oinício do tratamento (Tabela 62.4).
Tianfenicol 2,5 g VO, dose únicaRosoxacino 300 mg VO, dose únicaNorfloxacino 800 mg VO, dose únicaLevofloxacino 500 mg VO, dose única.
Nas infecções crônicas, extragenitais e/ou complicadas, os esquemas não devem ser com doses únicas, massim com doses e intervalos clássicos e por tempo não menor que 10 dias.
Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
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passage: Observações:• Amoxacilina não é efetivo na infecção crônica;• Tetraciclinas e a doxicilina são contraindicadas na gravidez;• Na gestação, deve-se colher teste de controle, após três sema-nas do /f_i m do tratamento, para con/f_i rmar êxito terapêutico.
Tratamento das infecções por NG(4)Ao considerar a possibilidade da associação da N. gonorrhoeae e C. tra-chomatis e a di/f_i culdade prática do diagnóstico, recomenda-se o trata-mento de ambos.
• Cipro/f_l oxacina 500 mg, VO, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU; ou Ceftriaxone 500 mg, IM, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada para gestantes e menores de 18 anos, sendo a ceftriaxona o medicamento de escolha. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada nos estados do RJ, MG e SP , substituindo o tratamento pela ceftriaxona devido à circulação de cepas de gonococos resistentes.
• Na indisponibilidade de ceftriaxona, usar cefalosporina de ter-ceira geração, como a cefotaxima 1000 mg IM, DU.
10Cervicites e uretritesProtocolos Febrasgo | Nº2 | 2018da-se o tratamento de ambos.
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passage: Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente.
Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única.
A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia.
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia.
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passage: Principais síndromes na atenção às DST/ISTFeridas genitais (herpes genital, sífilis, lesões não DST)Corrimento uretral (gonorreia, clamídia)Corrimento vaginal (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase)Endocervicite/dor pélvica (gonorreia, clamídia)Edema/dor testicular (gonorreia, clamídia)Proctites (gonorreia, clamídia)Oftalmia (gonorreia, clamídia).
ObservaçõesPode existir mais de um agente e/ou mais de uma infecção ao mesmo tempoÀs vezes, as sintomatologias se confundem, por exemplo, feridas cervicovaginais que causam corrimentovaginal ou balanite gonocócica ulceradaMuitas alterações genitais, mesmo algumas infecciosas, não são DST/ISTMais de 20% das feridas genitais, embora se utilizem de bons recursos laboratoriais, ficam sem diagnóstico.
Vários casos são doenças autoimunesDeve-se ter cautela e bom senso para não exagerar no uso de antibióticos, principalmente em associaçõesO uso indiscriminado de antibióticos seleciona germes resistentes e conduz à resistência bacteriana.
Importante••••Pessoas com imunodeficiência (síndrome da imunodeficiência adquirida [AIDS], neoplasias malignas, uso deimunossupressores) podem ter respostas atípicas e/ou exageradas a muitas infecções. Nessas pessoas, otratamento pode requerer aumento da dose, do tempo e até alteração da via de administração do anti-infeccioso.
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passage: Tabela 62.3 Avaliação dos métodos laboratoriais para gonorreia.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)GramUretra90 a 9595 a 99Endocérvice45 a 6590 a 99Vagina, ânusNão recomendado CulturaUretra94 a 98> 99Endocérvice85 a 95> 99Biologia molecularPCR/captura híbrida95 a 98> 99Tratamento e controle de curaOutros esquemas terapêuticos podem ser empregados com resultados variáveis de acordo com a resistênciaregional à Neisseria gonorrhoeae. Recordamos ainda que a disponibilidade imediata de alguns antibióticos emdetrimento de outros em falta ou não disponíveis também deve influenciar na escolha, visando não postergar oinício do tratamento (Tabela 62.4).
Tianfenicol 2,5 g VO, dose únicaRosoxacino 300 mg VO, dose únicaNorfloxacino 800 mg VO, dose únicaLevofloxacino 500 mg VO, dose única.
Nas infecções crônicas, extragenitais e/ou complicadas, os esquemas não devem ser com doses únicas, massim com doses e intervalos clássicos e por tempo não menor que 10 dias.
Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
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passage: Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia.
MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular.
Complicações▶ Homens.
Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra.
▶ Mulheres.
Bartolinite, salpingite (doença inflamatória pélvica – DIP), pelviperitonite e peri-hepatite.
A disseminação da gonorreia ocorre em 0,3 a 3% e afeta principalmente a pele (dermatite), articulações(artrite) e, com menor frequência, as válvulas cardíacas (endocardites) e o cérebro (meningite). Gonococcemiassão casos raros.
Diagnóstico diferencial▶ Homens.
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passage: Observações:• Amoxacilina não é efetivo na infecção crônica;• Tetraciclinas e a doxicilina são contraindicadas na gravidez;• Na gestação, deve-se colher teste de controle, após três sema-nas do /f_i m do tratamento, para con/f_i rmar êxito terapêutico.
Tratamento das infecções por NG(4)Ao considerar a possibilidade da associação da N. gonorrhoeae e C. tra-chomatis e a di/f_i culdade prática do diagnóstico, recomenda-se o trata-mento de ambos.
• Cipro/f_l oxacina 500 mg, VO, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU; ou Ceftriaxone 500 mg, IM, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada para gestantes e menores de 18 anos, sendo a ceftriaxona o medicamento de escolha. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada nos estados do RJ, MG e SP , substituindo o tratamento pela ceftriaxona devido à circulação de cepas de gonococos resistentes.
• Na indisponibilidade de ceftriaxona, usar cefalosporina de ter-ceira geração, como a cefotaxima 1000 mg IM, DU.
10Cervicites e uretritesProtocolos Febrasgo | Nº2 | 2018da-se o tratamento de ambos.
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passage: Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente.
Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única.
A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia.
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia.
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passage: Principais síndromes na atenção às DST/ISTFeridas genitais (herpes genital, sífilis, lesões não DST)Corrimento uretral (gonorreia, clamídia)Corrimento vaginal (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase)Endocervicite/dor pélvica (gonorreia, clamídia)Edema/dor testicular (gonorreia, clamídia)Proctites (gonorreia, clamídia)Oftalmia (gonorreia, clamídia).
ObservaçõesPode existir mais de um agente e/ou mais de uma infecção ao mesmo tempoÀs vezes, as sintomatologias se confundem, por exemplo, feridas cervicovaginais que causam corrimentovaginal ou balanite gonocócica ulceradaMuitas alterações genitais, mesmo algumas infecciosas, não são DST/ISTMais de 20% das feridas genitais, embora se utilizem de bons recursos laboratoriais, ficam sem diagnóstico.
Vários casos são doenças autoimunesDeve-se ter cautela e bom senso para não exagerar no uso de antibióticos, principalmente em associaçõesO uso indiscriminado de antibióticos seleciona germes resistentes e conduz à resistência bacteriana.
Importante••••Pessoas com imunodeficiência (síndrome da imunodeficiência adquirida [AIDS], neoplasias malignas, uso deimunossupressores) podem ter respostas atípicas e/ou exageradas a muitas infecções. Nessas pessoas, otratamento pode requerer aumento da dose, do tempo e até alteração da via de administração do anti-infeccioso.
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passage: Tabela 62.3 Avaliação dos métodos laboratoriais para gonorreia.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)GramUretra90 a 9595 a 99Endocérvice45 a 6590 a 99Vagina, ânusNão recomendado CulturaUretra94 a 98> 99Endocérvice85 a 95> 99Biologia molecularPCR/captura híbrida95 a 98> 99Tratamento e controle de curaOutros esquemas terapêuticos podem ser empregados com resultados variáveis de acordo com a resistênciaregional à Neisseria gonorrhoeae. Recordamos ainda que a disponibilidade imediata de alguns antibióticos emdetrimento de outros em falta ou não disponíveis também deve influenciar na escolha, visando não postergar oinício do tratamento (Tabela 62.4).
Tianfenicol 2,5 g VO, dose únicaRosoxacino 300 mg VO, dose únicaNorfloxacino 800 mg VO, dose únicaLevofloxacino 500 mg VO, dose única.
Nas infecções crônicas, extragenitais e/ou complicadas, os esquemas não devem ser com doses únicas, massim com doses e intervalos clássicos e por tempo não menor que 10 dias.
Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
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passage: Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia.
MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular.
Complicações▶ Homens.
Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra.
▶ Mulheres.
Bartolinite, salpingite (doença inflamatória pélvica – DIP), pelviperitonite e peri-hepatite.
A disseminação da gonorreia ocorre em 0,3 a 3% e afeta principalmente a pele (dermatite), articulações(artrite) e, com menor frequência, as válvulas cardíacas (endocardites) e o cérebro (meningite). Gonococcemiassão casos raros.
Diagnóstico diferencial▶ Homens.
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passage: ▶ Mulheres.
Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia.
ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos.
Gonorreia e gravidezA gonorreia na gravidez pode estar associada a alto risco de prematuridade, ruptura prematura dasmembranas, perdas fetais, crescimento intrauterino retardado e febre no puerpério. Bartolinite pós-parto, peri-hepatite, artrite, endometrite e endocardite podem ocorrer.
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passage: Observações:• Amoxacilina não é efetivo na infecção crônica;• Tetraciclinas e a doxicilina são contraindicadas na gravidez;• Na gestação, deve-se colher teste de controle, após três sema-nas do /f_i m do tratamento, para con/f_i rmar êxito terapêutico.
Tratamento das infecções por NG(4)Ao considerar a possibilidade da associação da N. gonorrhoeae e C. tra-chomatis e a di/f_i culdade prática do diagnóstico, recomenda-se o trata-mento de ambos.
• Cipro/f_l oxacina 500 mg, VO, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU; ou Ceftriaxone 500 mg, IM, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada para gestantes e menores de 18 anos, sendo a ceftriaxona o medicamento de escolha. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada nos estados do RJ, MG e SP , substituindo o tratamento pela ceftriaxona devido à circulação de cepas de gonococos resistentes.
• Na indisponibilidade de ceftriaxona, usar cefalosporina de ter-ceira geração, como a cefotaxima 1000 mg IM, DU.
10Cervicites e uretritesProtocolos Febrasgo | Nº2 | 2018da-se o tratamento de ambos.
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passage: Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente.
Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única.
A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia.
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia.
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passage: Principais síndromes na atenção às DST/ISTFeridas genitais (herpes genital, sífilis, lesões não DST)Corrimento uretral (gonorreia, clamídia)Corrimento vaginal (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase)Endocervicite/dor pélvica (gonorreia, clamídia)Edema/dor testicular (gonorreia, clamídia)Proctites (gonorreia, clamídia)Oftalmia (gonorreia, clamídia).
ObservaçõesPode existir mais de um agente e/ou mais de uma infecção ao mesmo tempoÀs vezes, as sintomatologias se confundem, por exemplo, feridas cervicovaginais que causam corrimentovaginal ou balanite gonocócica ulceradaMuitas alterações genitais, mesmo algumas infecciosas, não são DST/ISTMais de 20% das feridas genitais, embora se utilizem de bons recursos laboratoriais, ficam sem diagnóstico.
Vários casos são doenças autoimunesDeve-se ter cautela e bom senso para não exagerar no uso de antibióticos, principalmente em associaçõesO uso indiscriminado de antibióticos seleciona germes resistentes e conduz à resistência bacteriana.
Importante••••Pessoas com imunodeficiência (síndrome da imunodeficiência adquirida [AIDS], neoplasias malignas, uso deimunossupressores) podem ter respostas atípicas e/ou exageradas a muitas infecções. Nessas pessoas, otratamento pode requerer aumento da dose, do tempo e até alteração da via de administração do anti-infeccioso.
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passage: Tabela 62.3 Avaliação dos métodos laboratoriais para gonorreia.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)GramUretra90 a 9595 a 99Endocérvice45 a 6590 a 99Vagina, ânusNão recomendado CulturaUretra94 a 98> 99Endocérvice85 a 95> 99Biologia molecularPCR/captura híbrida95 a 98> 99Tratamento e controle de curaOutros esquemas terapêuticos podem ser empregados com resultados variáveis de acordo com a resistênciaregional à Neisseria gonorrhoeae. Recordamos ainda que a disponibilidade imediata de alguns antibióticos emdetrimento de outros em falta ou não disponíveis também deve influenciar na escolha, visando não postergar oinício do tratamento (Tabela 62.4).
Tianfenicol 2,5 g VO, dose únicaRosoxacino 300 mg VO, dose únicaNorfloxacino 800 mg VO, dose únicaLevofloxacino 500 mg VO, dose única.
Nas infecções crônicas, extragenitais e/ou complicadas, os esquemas não devem ser com doses únicas, massim com doses e intervalos clássicos e por tempo não menor que 10 dias.
Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
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passage: Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia.
MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular.
Complicações▶ Homens.
Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra.
▶ Mulheres.
Bartolinite, salpingite (doença inflamatória pélvica – DIP), pelviperitonite e peri-hepatite.
A disseminação da gonorreia ocorre em 0,3 a 3% e afeta principalmente a pele (dermatite), articulações(artrite) e, com menor frequência, as válvulas cardíacas (endocardites) e o cérebro (meningite). Gonococcemiassão casos raros.
Diagnóstico diferencial▶ Homens.
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passage: ▶ Mulheres.
Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia.
ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos.
Gonorreia e gravidezA gonorreia na gravidez pode estar associada a alto risco de prematuridade, ruptura prematura dasmembranas, perdas fetais, crescimento intrauterino retardado e febre no puerpério. Bartolinite pós-parto, peri-hepatite, artrite, endometrite e endocardite podem ocorrer.
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passage: ConceitoDST aguda, localizada, fagedênica e autoinoculável.
Período de incubaçãoDe 2 a 5 dias. Períodos mais longos são raros.
Tabela 62.8 Esquema terapêutico para linfogranuloma venéreo.
MS 2015CDC 2015UK 2013Esquema recomendadoDoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 21diasDoxiciclina 100 mg, VO, 2×/dia, 21diasDoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 21dias; ou tetraciclina 500 g VO4×/dia, 21 dias; ou minociclina200 mg VO, 2×/dia, 21 diasEsquema alternativoAzitromicina 1 g VO, 1×/semana, 21dias (preferencial nas gestantes)Eritromicina (base) 500 mg VO,4×/dia, 21 diasEritromicina 500 mg VO, 4×/dia, 21dias; ou azitromicina 1 g VO,semanal, 3 semanasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral.
Agente etiológicoHaemophilus ducreyi: cocobacilo, gram-negativo e agrupado em cadeias (estreptobacilo). Cultivado em meiosartificiais enriquecidos; todavia, sua cultura é de difícil sucesso.
Manifestações clínicasLesões ulceradas, geralmente múltiplas, com bordas irregulares, autoinoculáveis, fagedênicas, inflamadas eacompanhadas, em geral, de adenite regional unilateral (bubão), que evolui frequentemente para supuração emorifício único.
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passage: Observações:• Amoxacilina não é efetivo na infecção crônica;• Tetraciclinas e a doxicilina são contraindicadas na gravidez;• Na gestação, deve-se colher teste de controle, após três sema-nas do /f_i m do tratamento, para con/f_i rmar êxito terapêutico.
Tratamento das infecções por NG(4)Ao considerar a possibilidade da associação da N. gonorrhoeae e C. tra-chomatis e a di/f_i culdade prática do diagnóstico, recomenda-se o trata-mento de ambos.
• Cipro/f_l oxacina 500 mg, VO, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU; ou Ceftriaxone 500 mg, IM, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada para gestantes e menores de 18 anos, sendo a ceftriaxona o medicamento de escolha. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada nos estados do RJ, MG e SP , substituindo o tratamento pela ceftriaxona devido à circulação de cepas de gonococos resistentes.
• Na indisponibilidade de ceftriaxona, usar cefalosporina de ter-ceira geração, como a cefotaxima 1000 mg IM, DU.
10Cervicites e uretritesProtocolos Febrasgo | Nº2 | 2018da-se o tratamento de ambos.
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passage: Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente.
Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única.
A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia.
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia.
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passage: Principais síndromes na atenção às DST/ISTFeridas genitais (herpes genital, sífilis, lesões não DST)Corrimento uretral (gonorreia, clamídia)Corrimento vaginal (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase)Endocervicite/dor pélvica (gonorreia, clamídia)Edema/dor testicular (gonorreia, clamídia)Proctites (gonorreia, clamídia)Oftalmia (gonorreia, clamídia).
ObservaçõesPode existir mais de um agente e/ou mais de uma infecção ao mesmo tempoÀs vezes, as sintomatologias se confundem, por exemplo, feridas cervicovaginais que causam corrimentovaginal ou balanite gonocócica ulceradaMuitas alterações genitais, mesmo algumas infecciosas, não são DST/ISTMais de 20% das feridas genitais, embora se utilizem de bons recursos laboratoriais, ficam sem diagnóstico.
Vários casos são doenças autoimunesDeve-se ter cautela e bom senso para não exagerar no uso de antibióticos, principalmente em associaçõesO uso indiscriminado de antibióticos seleciona germes resistentes e conduz à resistência bacteriana.
Importante••••Pessoas com imunodeficiência (síndrome da imunodeficiência adquirida [AIDS], neoplasias malignas, uso deimunossupressores) podem ter respostas atípicas e/ou exageradas a muitas infecções. Nessas pessoas, otratamento pode requerer aumento da dose, do tempo e até alteração da via de administração do anti-infeccioso.
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passage: Tabela 62.3 Avaliação dos métodos laboratoriais para gonorreia.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)GramUretra90 a 9595 a 99Endocérvice45 a 6590 a 99Vagina, ânusNão recomendado CulturaUretra94 a 98> 99Endocérvice85 a 95> 99Biologia molecularPCR/captura híbrida95 a 98> 99Tratamento e controle de curaOutros esquemas terapêuticos podem ser empregados com resultados variáveis de acordo com a resistênciaregional à Neisseria gonorrhoeae. Recordamos ainda que a disponibilidade imediata de alguns antibióticos emdetrimento de outros em falta ou não disponíveis também deve influenciar na escolha, visando não postergar oinício do tratamento (Tabela 62.4).
Tianfenicol 2,5 g VO, dose únicaRosoxacino 300 mg VO, dose únicaNorfloxacino 800 mg VO, dose únicaLevofloxacino 500 mg VO, dose única.
Nas infecções crônicas, extragenitais e/ou complicadas, os esquemas não devem ser com doses únicas, massim com doses e intervalos clássicos e por tempo não menor que 10 dias.
Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
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passage: Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia.
MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular.
Complicações▶ Homens.
Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra.
▶ Mulheres.
Bartolinite, salpingite (doença inflamatória pélvica – DIP), pelviperitonite e peri-hepatite.
A disseminação da gonorreia ocorre em 0,3 a 3% e afeta principalmente a pele (dermatite), articulações(artrite) e, com menor frequência, as válvulas cardíacas (endocardites) e o cérebro (meningite). Gonococcemiassão casos raros.
Diagnóstico diferencial▶ Homens.
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passage: ▶ Mulheres.
Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia.
ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos.
Gonorreia e gravidezA gonorreia na gravidez pode estar associada a alto risco de prematuridade, ruptura prematura dasmembranas, perdas fetais, crescimento intrauterino retardado e febre no puerpério. Bartolinite pós-parto, peri-hepatite, artrite, endometrite e endocardite podem ocorrer.
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passage: ConceitoDST aguda, localizada, fagedênica e autoinoculável.
Período de incubaçãoDe 2 a 5 dias. Períodos mais longos são raros.
Tabela 62.8 Esquema terapêutico para linfogranuloma venéreo.
MS 2015CDC 2015UK 2013Esquema recomendadoDoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 21diasDoxiciclina 100 mg, VO, 2×/dia, 21diasDoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 21dias; ou tetraciclina 500 g VO4×/dia, 21 dias; ou minociclina200 mg VO, 2×/dia, 21 diasEsquema alternativoAzitromicina 1 g VO, 1×/semana, 21dias (preferencial nas gestantes)Eritromicina (base) 500 mg VO,4×/dia, 21 diasEritromicina 500 mg VO, 4×/dia, 21dias; ou azitromicina 1 g VO,semanal, 3 semanasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral.
Agente etiológicoHaemophilus ducreyi: cocobacilo, gram-negativo e agrupado em cadeias (estreptobacilo). Cultivado em meiosartificiais enriquecidos; todavia, sua cultura é de difícil sucesso.
Manifestações clínicasLesões ulceradas, geralmente múltiplas, com bordas irregulares, autoinoculáveis, fagedênicas, inflamadas eacompanhadas, em geral, de adenite regional unilateral (bubão), que evolui frequentemente para supuração emorifício único.
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passage: Tabela 51.3 Antibioticoterapia empírica nas infecções urinárias.
Bacteriúria assintomática, cistiteFosfomicina 3 g VO, dose únicaCefalexina 500 mg VO de 12/12 h por 3 a 7 diasCefuroxima 500 mg VO de 12/12 h por 3 a 7 diasSe necessário, modificar a terapia com base na uroculturaPielonefrite leve/moderadaCefepime 1 g IV 1/dia durante 7 a 14 diasCeftriaxona 1 g IV ou IM dose única diária por 7 a 14 dias. Considere como uma alternativa próximo do término da gestação, pelo risco de kernicterusCefazolina 1 g IV 8/8 h até a febre ceder/48 h; depois prescreva forma oral, até completar 14 diasAztreonam 1 g IV 8/8 por 7 a 14 diasNão use nitrofurantoína nem fosfomicina, pois não penetram adequadamente o parênquima renalPielonefrite grave (obstrução urinária, imunodeprimida)Piperacilina + tazobactam 3,375 g IV 6/6 h por 14 diasMeropeném 0,5 g IV 8/8 h por 14 diasErtapeném 1 g IV 1/dia durante 14 diasDe Glaser & Schaeffer, 2015; Matuszkiewicz-Rowinska et al.
, 2015.
CistiteSeu diagnóstico é realizado quando se identificam sintomas urinários associados à bacteriúria como: disúria,urgência, frequência, urgincontinência, hematúria ou desconforto suprapúbico. Sua incidência estimada é de 1 a2% das gestantes (Tabela 51.2). Seu tratamento deve ser iniciado com antibioticoterapia empírica, conforme aTabela 51.3 e a Figura 51.1.
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passage: Observações:• Amoxacilina não é efetivo na infecção crônica;• Tetraciclinas e a doxicilina são contraindicadas na gravidez;• Na gestação, deve-se colher teste de controle, após três sema-nas do /f_i m do tratamento, para con/f_i rmar êxito terapêutico.
Tratamento das infecções por NG(4)Ao considerar a possibilidade da associação da N. gonorrhoeae e C. tra-chomatis e a di/f_i culdade prática do diagnóstico, recomenda-se o trata-mento de ambos.
• Cipro/f_l oxacina 500 mg, VO, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU; ou Ceftriaxone 500 mg, IM, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada para gestantes e menores de 18 anos, sendo a ceftriaxona o medicamento de escolha. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada nos estados do RJ, MG e SP , substituindo o tratamento pela ceftriaxona devido à circulação de cepas de gonococos resistentes.
• Na indisponibilidade de ceftriaxona, usar cefalosporina de ter-ceira geração, como a cefotaxima 1000 mg IM, DU.
10Cervicites e uretritesProtocolos Febrasgo | Nº2 | 2018da-se o tratamento de ambos.
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passage: Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente.
Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única.
A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia.
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia.
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passage: Principais síndromes na atenção às DST/ISTFeridas genitais (herpes genital, sífilis, lesões não DST)Corrimento uretral (gonorreia, clamídia)Corrimento vaginal (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase)Endocervicite/dor pélvica (gonorreia, clamídia)Edema/dor testicular (gonorreia, clamídia)Proctites (gonorreia, clamídia)Oftalmia (gonorreia, clamídia).
ObservaçõesPode existir mais de um agente e/ou mais de uma infecção ao mesmo tempoÀs vezes, as sintomatologias se confundem, por exemplo, feridas cervicovaginais que causam corrimentovaginal ou balanite gonocócica ulceradaMuitas alterações genitais, mesmo algumas infecciosas, não são DST/ISTMais de 20% das feridas genitais, embora se utilizem de bons recursos laboratoriais, ficam sem diagnóstico.
Vários casos são doenças autoimunesDeve-se ter cautela e bom senso para não exagerar no uso de antibióticos, principalmente em associaçõesO uso indiscriminado de antibióticos seleciona germes resistentes e conduz à resistência bacteriana.
Importante••••Pessoas com imunodeficiência (síndrome da imunodeficiência adquirida [AIDS], neoplasias malignas, uso deimunossupressores) podem ter respostas atípicas e/ou exageradas a muitas infecções. Nessas pessoas, otratamento pode requerer aumento da dose, do tempo e até alteração da via de administração do anti-infeccioso.
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passage: Tabela 62.3 Avaliação dos métodos laboratoriais para gonorreia.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)GramUretra90 a 9595 a 99Endocérvice45 a 6590 a 99Vagina, ânusNão recomendado CulturaUretra94 a 98> 99Endocérvice85 a 95> 99Biologia molecularPCR/captura híbrida95 a 98> 99Tratamento e controle de curaOutros esquemas terapêuticos podem ser empregados com resultados variáveis de acordo com a resistênciaregional à Neisseria gonorrhoeae. Recordamos ainda que a disponibilidade imediata de alguns antibióticos emdetrimento de outros em falta ou não disponíveis também deve influenciar na escolha, visando não postergar oinício do tratamento (Tabela 62.4).
Tianfenicol 2,5 g VO, dose únicaRosoxacino 300 mg VO, dose únicaNorfloxacino 800 mg VO, dose únicaLevofloxacino 500 mg VO, dose única.
Nas infecções crônicas, extragenitais e/ou complicadas, os esquemas não devem ser com doses únicas, massim com doses e intervalos clássicos e por tempo não menor que 10 dias.
Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
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passage: Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia.
MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular.
Complicações▶ Homens.
Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra.
▶ Mulheres.
Bartolinite, salpingite (doença inflamatória pélvica – DIP), pelviperitonite e peri-hepatite.
A disseminação da gonorreia ocorre em 0,3 a 3% e afeta principalmente a pele (dermatite), articulações(artrite) e, com menor frequência, as válvulas cardíacas (endocardites) e o cérebro (meningite). Gonococcemiassão casos raros.
Diagnóstico diferencial▶ Homens.
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passage: ▶ Mulheres.
Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia.
ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos.
Gonorreia e gravidezA gonorreia na gravidez pode estar associada a alto risco de prematuridade, ruptura prematura dasmembranas, perdas fetais, crescimento intrauterino retardado e febre no puerpério. Bartolinite pós-parto, peri-hepatite, artrite, endometrite e endocardite podem ocorrer.
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passage: ConceitoDST aguda, localizada, fagedênica e autoinoculável.
Período de incubaçãoDe 2 a 5 dias. Períodos mais longos são raros.
Tabela 62.8 Esquema terapêutico para linfogranuloma venéreo.
MS 2015CDC 2015UK 2013Esquema recomendadoDoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 21diasDoxiciclina 100 mg, VO, 2×/dia, 21diasDoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 21dias; ou tetraciclina 500 g VO4×/dia, 21 dias; ou minociclina200 mg VO, 2×/dia, 21 diasEsquema alternativoAzitromicina 1 g VO, 1×/semana, 21dias (preferencial nas gestantes)Eritromicina (base) 500 mg VO,4×/dia, 21 diasEritromicina 500 mg VO, 4×/dia, 21dias; ou azitromicina 1 g VO,semanal, 3 semanasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral.
Agente etiológicoHaemophilus ducreyi: cocobacilo, gram-negativo e agrupado em cadeias (estreptobacilo). Cultivado em meiosartificiais enriquecidos; todavia, sua cultura é de difícil sucesso.
Manifestações clínicasLesões ulceradas, geralmente múltiplas, com bordas irregulares, autoinoculáveis, fagedênicas, inflamadas eacompanhadas, em geral, de adenite regional unilateral (bubão), que evolui frequentemente para supuração emorifício único.
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passage: Tabela 51.3 Antibioticoterapia empírica nas infecções urinárias.
Bacteriúria assintomática, cistiteFosfomicina 3 g VO, dose únicaCefalexina 500 mg VO de 12/12 h por 3 a 7 diasCefuroxima 500 mg VO de 12/12 h por 3 a 7 diasSe necessário, modificar a terapia com base na uroculturaPielonefrite leve/moderadaCefepime 1 g IV 1/dia durante 7 a 14 diasCeftriaxona 1 g IV ou IM dose única diária por 7 a 14 dias. Considere como uma alternativa próximo do término da gestação, pelo risco de kernicterusCefazolina 1 g IV 8/8 h até a febre ceder/48 h; depois prescreva forma oral, até completar 14 diasAztreonam 1 g IV 8/8 por 7 a 14 diasNão use nitrofurantoína nem fosfomicina, pois não penetram adequadamente o parênquima renalPielonefrite grave (obstrução urinária, imunodeprimida)Piperacilina + tazobactam 3,375 g IV 6/6 h por 14 diasMeropeném 0,5 g IV 8/8 h por 14 diasErtapeném 1 g IV 1/dia durante 14 diasDe Glaser & Schaeffer, 2015; Matuszkiewicz-Rowinska et al.
, 2015.
CistiteSeu diagnóstico é realizado quando se identificam sintomas urinários associados à bacteriúria como: disúria,urgência, frequência, urgincontinência, hematúria ou desconforto suprapúbico. Sua incidência estimada é de 1 a2% das gestantes (Tabela 51.2). Seu tratamento deve ser iniciado com antibioticoterapia empírica, conforme aTabela 51.3 e a Figura 51.1.
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passage: Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve relatos de que 5 a 10% dos homens com gonorreia também são portadores de tricomoníaseÉ considerada uma epidemia negligenciadaEmbora estejam sendo diagnosticados cada vez menos casos de tricomoníase, vários trabalhos nacionais einternacionais apontam para o encontro de mais de 3% de tricomoníase em rastreio por Papanicolaou, lâminaa fresco, cultura seletiva ou por pesquisa por biologia molecular (PCR) de conteúdo vaginal de mulheresatendidas em clínicas ginecológicas.
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas.
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passage: Observações:• Amoxacilina não é efetivo na infecção crônica;• Tetraciclinas e a doxicilina são contraindicadas na gravidez;• Na gestação, deve-se colher teste de controle, após três sema-nas do /f_i m do tratamento, para con/f_i rmar êxito terapêutico.
Tratamento das infecções por NG(4)Ao considerar a possibilidade da associação da N. gonorrhoeae e C. tra-chomatis e a di/f_i culdade prática do diagnóstico, recomenda-se o trata-mento de ambos.
• Cipro/f_l oxacina 500 mg, VO, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU; ou Ceftriaxone 500 mg, IM, DU, + Azitromicina 500 mg, 2 comprimidos, VO, DU. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada para gestantes e menores de 18 anos, sendo a ceftriaxona o medicamento de escolha. • Cipro/f_l oxacina é contraindicada nos estados do RJ, MG e SP , substituindo o tratamento pela ceftriaxona devido à circulação de cepas de gonococos resistentes.
• Na indisponibilidade de ceftriaxona, usar cefalosporina de ter-ceira geração, como a cefotaxima 1000 mg IM, DU.
10Cervicites e uretritesProtocolos Febrasgo | Nº2 | 2018da-se o tratamento de ambos.
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passage: Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
Na vigência do correto tratamento e remissão da sintomatologia, e se o parceiro sexual também for adequadae concomitantemente tratado, não há indicação de controle de cura com nova testagem, a menos que os sinais esintomas reapareçam ou o parceiro sexual não tenha sido medicado corretamente.
Entretanto, na mulher, alguns advogam a necessidade de cultura do material de endocérvice 7 a 10 dias apóso término do tratamento, principalmente se o tratamento foi com dose única.
A infecção gonocócica da grávida deverá ser tratada com cefalosporina. Mulheres que não puderem utilizareste fármaco poderão ter, como alternativa, dose única IM (2 g) de espectinomicina. Tanto azitromicina quantoamoxacilina (com ou sem clavulanato) poderão ser utilizadas quando do diagnóstico concomitante ou presuntivode clamídia.
Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia.
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passage: Principais síndromes na atenção às DST/ISTFeridas genitais (herpes genital, sífilis, lesões não DST)Corrimento uretral (gonorreia, clamídia)Corrimento vaginal (vaginose bacteriana, candidíase, tricomoníase)Endocervicite/dor pélvica (gonorreia, clamídia)Edema/dor testicular (gonorreia, clamídia)Proctites (gonorreia, clamídia)Oftalmia (gonorreia, clamídia).
ObservaçõesPode existir mais de um agente e/ou mais de uma infecção ao mesmo tempoÀs vezes, as sintomatologias se confundem, por exemplo, feridas cervicovaginais que causam corrimentovaginal ou balanite gonocócica ulceradaMuitas alterações genitais, mesmo algumas infecciosas, não são DST/ISTMais de 20% das feridas genitais, embora se utilizem de bons recursos laboratoriais, ficam sem diagnóstico.
Vários casos são doenças autoimunesDeve-se ter cautela e bom senso para não exagerar no uso de antibióticos, principalmente em associaçõesO uso indiscriminado de antibióticos seleciona germes resistentes e conduz à resistência bacteriana.
Importante••••Pessoas com imunodeficiência (síndrome da imunodeficiência adquirida [AIDS], neoplasias malignas, uso deimunossupressores) podem ter respostas atípicas e/ou exageradas a muitas infecções. Nessas pessoas, otratamento pode requerer aumento da dose, do tempo e até alteração da via de administração do anti-infeccioso.
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passage: Tabela 62.3 Avaliação dos métodos laboratoriais para gonorreia.
ExameSensibilidade (%)Especificidade (%)GramUretra90 a 9595 a 99Endocérvice45 a 6590 a 99Vagina, ânusNão recomendado CulturaUretra94 a 98> 99Endocérvice85 a 95> 99Biologia molecularPCR/captura híbrida95 a 98> 99Tratamento e controle de curaOutros esquemas terapêuticos podem ser empregados com resultados variáveis de acordo com a resistênciaregional à Neisseria gonorrhoeae. Recordamos ainda que a disponibilidade imediata de alguns antibióticos emdetrimento de outros em falta ou não disponíveis também deve influenciar na escolha, visando não postergar oinício do tratamento (Tabela 62.4).
Tianfenicol 2,5 g VO, dose únicaRosoxacino 300 mg VO, dose únicaNorfloxacino 800 mg VO, dose únicaLevofloxacino 500 mg VO, dose única.
Nas infecções crônicas, extragenitais e/ou complicadas, os esquemas não devem ser com doses únicas, massim com doses e intervalos clássicos e por tempo não menor que 10 dias.
Em virtude da lenta absorção, níveis séricos baixos e altos índices de resistência, não existe indicação para•uso de penicilina benzatina no tratamento de qualquer forma de gonorreia.
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passage: Tabela 62.4 Esquema terapêutico para gonorreia.
MS 2015*CDC 2015UK 2011Esquema recomendadoCiprofloxacino 500 mg VO, doseúnica, + azitromicina 1 g VO, doseúnica; ou ceftriaxona 500 mg, IM,dose única, + azitromicina 1 g VO,dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaCeftriaxona 250 mg, IM, dose única,+ azitromicina 1 g VO, dose únicaEsquema alternativoCefotaxima 1 g, IM, dose únicaCeftizoxima 500 mg, IM, dose única;ou cefoxitina 2 g, IM, comprobenecida 1 g VO, dose única;ou cefotaxima 500 mg, IM, doseúnicaCefixima 400 mg VO, dose única; ouespectinomicina 2 g, IM, doseúnica; ou cefpodoxima 200 mgVO, dose únicaMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral; IM, via intramuscular.
Complicações▶ Homens.
Balanopostite, litrite, cowperite, prostatite, epididimite e estenose de uretra.
▶ Mulheres.
Bartolinite, salpingite (doença inflamatória pélvica – DIP), pelviperitonite e peri-hepatite.
A disseminação da gonorreia ocorre em 0,3 a 3% e afeta principalmente a pele (dermatite), articulações(artrite) e, com menor frequência, as válvulas cardíacas (endocardites) e o cérebro (meningite). Gonococcemiassão casos raros.
Diagnóstico diferencial▶ Homens.
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passage: ▶ Mulheres.
Endocervicites, bartolinites e salpingites por clamídia.
ObservaçõesO insucesso terapêutico pode ser decorrente da resistência bacterianaMuitos casos em vários países de gonococos resistentes ao ciprofloxacino inviabilizam o uso deste antibióticoNo Brasil, não há monitoramento da Neisseria gonorrhoeae produtora de penicilinase, apenas trabalhos••isolados apontam no sentido de que ainda é seguro o uso de quinolona para tratamento de infecçãogonocócicaO risco de transmissão nas parceiras de homens com gonorreia uretral é de 90 a 97%; nos parceiros demulheres acometidas por gonorreia, o risco é de 50 a 60%Após tratamento de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência de secreção, sensação de fisgadae/ou prurido no meato uretral, deve-se instituir medicação para tricomoníaseJá foi relatado que 5 a 10% de homens e mulheres com gonorreia também são portadores de tricomoníaseQuadros de artrite infecciosa no adulto jovem têm no gonococo e na clamídia os principais agentesetiológicos.
Gonorreia e gravidezA gonorreia na gravidez pode estar associada a alto risco de prematuridade, ruptura prematura dasmembranas, perdas fetais, crescimento intrauterino retardado e febre no puerpério. Bartolinite pós-parto, peri-hepatite, artrite, endometrite e endocardite podem ocorrer.
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passage: ConceitoDST aguda, localizada, fagedênica e autoinoculável.
Período de incubaçãoDe 2 a 5 dias. Períodos mais longos são raros.
Tabela 62.8 Esquema terapêutico para linfogranuloma venéreo.
MS 2015CDC 2015UK 2013Esquema recomendadoDoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 21diasDoxiciclina 100 mg, VO, 2×/dia, 21diasDoxiciclina 100 mg VO, 2×/dia, 21dias; ou tetraciclina 500 g VO4×/dia, 21 dias; ou minociclina200 mg VO, 2×/dia, 21 diasEsquema alternativoAzitromicina 1 g VO, 1×/semana, 21dias (preferencial nas gestantes)Eritromicina (base) 500 mg VO,4×/dia, 21 diasEritromicina 500 mg VO, 4×/dia, 21dias; ou azitromicina 1 g VO,semanal, 3 semanasMS, Ministério da Saúde; CDC, Centers for Disease Control and Prevention; UK, United Kingdom Guideline; VO, via oral.
Agente etiológicoHaemophilus ducreyi: cocobacilo, gram-negativo e agrupado em cadeias (estreptobacilo). Cultivado em meiosartificiais enriquecidos; todavia, sua cultura é de difícil sucesso.
Manifestações clínicasLesões ulceradas, geralmente múltiplas, com bordas irregulares, autoinoculáveis, fagedênicas, inflamadas eacompanhadas, em geral, de adenite regional unilateral (bubão), que evolui frequentemente para supuração emorifício único.
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passage: Tabela 51.3 Antibioticoterapia empírica nas infecções urinárias.
Bacteriúria assintomática, cistiteFosfomicina 3 g VO, dose únicaCefalexina 500 mg VO de 12/12 h por 3 a 7 diasCefuroxima 500 mg VO de 12/12 h por 3 a 7 diasSe necessário, modificar a terapia com base na uroculturaPielonefrite leve/moderadaCefepime 1 g IV 1/dia durante 7 a 14 diasCeftriaxona 1 g IV ou IM dose única diária por 7 a 14 dias. Considere como uma alternativa próximo do término da gestação, pelo risco de kernicterusCefazolina 1 g IV 8/8 h até a febre ceder/48 h; depois prescreva forma oral, até completar 14 diasAztreonam 1 g IV 8/8 por 7 a 14 diasNão use nitrofurantoína nem fosfomicina, pois não penetram adequadamente o parênquima renalPielonefrite grave (obstrução urinária, imunodeprimida)Piperacilina + tazobactam 3,375 g IV 6/6 h por 14 diasMeropeném 0,5 g IV 8/8 h por 14 diasErtapeném 1 g IV 1/dia durante 14 diasDe Glaser & Schaeffer, 2015; Matuszkiewicz-Rowinska et al.
, 2015.
CistiteSeu diagnóstico é realizado quando se identificam sintomas urinários associados à bacteriúria como: disúria,urgência, frequência, urgincontinência, hematúria ou desconforto suprapúbico. Sua incidência estimada é de 1 a2% das gestantes (Tabela 51.2). Seu tratamento deve ser iniciado com antibioticoterapia empírica, conforme aTabela 51.3 e a Figura 51.1.
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passage: Diagnóstico diferencialVaginose bacteriana, gonorreia, candidíase, vaginite hipotrófica (que também faz quadro de colpite multifocal)e vaginite inflamatória esfoliativa (causada por estreptococos do grupo B).
ObservaçõesAs vulvovaginites, como todas as lesões genitais, favorecem a transmissão de outras DST, incluindo o HIVApós tratamento pela abordagem sindrômica de uretrite gonocócica masculina, havendo persistência desecreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral, deve-se medicar para tricomoníaseJá houve relatos de que 5 a 10% dos homens com gonorreia também são portadores de tricomoníaseÉ considerada uma epidemia negligenciadaEmbora estejam sendo diagnosticados cada vez menos casos de tricomoníase, vários trabalhos nacionais einternacionais apontam para o encontro de mais de 3% de tricomoníase em rastreio por Papanicolaou, lâminaa fresco, cultura seletiva ou por pesquisa por biologia molecular (PCR) de conteúdo vaginal de mulheresatendidas em clínicas ginecológicas.
Candidíase (Figuras 62.36 e 62.37)SinonímiaCorrimento, leucorreia, flores brancas.
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passage: Outros quadros clínicos, como artrite, lombalgia, dor sa-croilíaca, ou fibromialgia, podem contribuir para a ocorrência de dor vaginal ou pélvica durante relação sexual, discutida em detalhes no Capítulo 11 (p. 309), e para a disfunção sexual.
■ Alterações urogenitaisComo afirmado, há receptores de estrogênio e de progesterona na maior parte dos músculos e dos ligamentos pélvicos. Em ra-zão da baixa produção estrogênica na fase final da menopausa ou após ooforectomia, a atrofia geniturinária pode resultar em uma grande variedade de sintomas que afetam a qualidade de vida. Os sintomas urinários incluem disúria, urgência e infecções recorrentes no trato urinário (Notelovitz, 1989).
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Olá! Entendo sua preocupação. É ótimo que os sintomas tenham melhorado tão rapidamente após o início do tratamento para gonorreia. No entanto, essas fisgadas na uretra e o aumento da frequência urinária no penúltimo dia do tratamento merecem atenção e podem ter algumas explicações.
Primeiramente, é importante lembrar que, embora a melhora dos sintomas seja um bom sinal, isso não significa necessariamente que a infecção foi completamente erradicada. A gonorreia pode coexistir com outras infecções, como a clamídia, que também causa uretrite e sintomas urinários. O tratamento inicial com ciprofloxacino e azitromicina geralmente cobre ambas as infecções, mas em alguns casos, pode ser necessário um tratamento adicional ou específico para clamídia, dependendo dos resultados dos exames.
Outra possibilidade é que você esteja desenvolvendo uma uretrite não gonocócica, que pode ser causada por outras bactérias ou até mesmo irritação. A persistência de secreção, sensação de fisgada e/ou prurido no meato uretral após o tratamento da gonorreia podem indicar tricomoníase, então essa também seria uma possibilidade a ser investigada.
Em relação à resistência aos antibióticos, é importante estar ciente de que a resistência da Neisseria gonorrhoeae (a bactéria causadora da gonorreia) a alguns antibióticos, como o ciprofloxacino, tem aumentado em algumas regiões. No entanto, pelo que você descreveu, a melhora inicial dos sintomas sugere que o tratamento estava funcionando, pelo menos inicialmente.
Considerando seus sintomas atuais, o ideal é que você retorne ao consultório para que eu possa te examinar novamente e possivelmente solicitar exames adicionais, como um exame de urina e cultura, para identificar a causa exata dos seus sintomas. Dependendo dos resultados, podemos ajustar o tratamento para garantir a eliminação completa da infecção e alívio dos seus sintomas.
Além disso, é fundamental que seu parceiro sexual também seja tratado, mesmo que ele não apresente sintomas, para evitar a reinfecção.
Não se preocupe, com a avaliação e o tratamento adequados, podemos resolver essa situação. Agende uma consulta para que possamos conversar e cuidar da sua saúde da melhor forma possível.
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O padrão seroso papilífero é considerado câncer maligno?
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Não é maligno; o cistoadenoma seroso ou mucinoso são tumores benignos do ovário. Os malignos seriam os cistoadenocarcinomas serosos ou mucinosos.
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passage: Manejo de pacientes com carcinoma seroso papilar uterinoEsse tipo extremamente agressivo de carcinoma endometrial é raro, sendo, portanto, difícil conduzir ensaios randomizados. Consequentemente, em sua maioria, os dados são unicêntricos e obtidos em análises retrospectivas. O tratamento em geral é individualizado, mas frequentemente é muito diferente daque-le para o adenocarcinoma endometrioide.
Se a biópsia pré-operatória indica características sero-sas, recomenda-se realizar estadiamento cirúrgico abrangente do CSPU. Esse estadiamento inclui histerectomia abdomi-nal total, SOB, lavados peritoneais, dissecção dos linfonodos pélvicos e para-aórticos, omentectomia e biópsias peritoneais (Chan, 2003). Mesmo a doença não invasiva frequentemente é metastática (Gehrig, 2001). Felizmente, as pacientes tendem a ter bom prognóstico se o estadiamento cirúrgico confirmar que a doença está restrita ao útero (estágio I/II) (Grice, 1998).
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passage: Manejo de pacientes com carcinoma seroso papilar uterinoEsse tipo extremamente agressivo de carcinoma endometrial é raro, sendo, portanto, difícil conduzir ensaios randomizados. Consequentemente, em sua maioria, os dados são unicêntricos e obtidos em análises retrospectivas. O tratamento em geral é individualizado, mas frequentemente é muito diferente daque-le para o adenocarcinoma endometrioide.
Se a biópsia pré-operatória indica características sero-sas, recomenda-se realizar estadiamento cirúrgico abrangente do CSPU. Esse estadiamento inclui histerectomia abdomi-nal total, SOB, lavados peritoneais, dissecção dos linfonodos pélvicos e para-aórticos, omentectomia e biópsias peritoneais (Chan, 2003). Mesmo a doença não invasiva frequentemente é metastática (Gehrig, 2001). Felizmente, as pacientes tendem a ter bom prognóstico se o estadiamento cirúrgico confirmar que a doença está restrita ao útero (estágio I/II) (Grice, 1998).
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passage: Macroscopicamente, o tumor é exofítico com aspecto pa-pilar surgindo de um útero pequeno e atrófico (Fig. 33-8). Es-ses tumores ocasionalmente ficam confinados em um pólipo e sem evidências de disseminação (Carcangiu, 1992). Entretanto, sabe-se que o CSPU tem tendência de invadir o miométrio e o sistema linfático. A disseminação intraperitoneal, como a massa no omento, rara nos casos de adenocarcinoma endometrioide típico, também é comum mesmo quando não há invasão do miométrio ou ela é mínima (Fig. 33-9) (Sherman, 1992). Con-sequentemente, pode ser impossível distinguir entre CSPU e câncer epitelial ovariano no momento da cirurgia. Da mesma forma que ocorre com o carcinoma ovariano, esses tumores em geral secretam CA-125. Assim, a dosagem seriada no soro é um marcador útil para monitorar a doença no pós-operatório. O carcinoma seroso papilar uterino é um tipo celular agressivo, e mulheres com cânceres endometriais mistos contendo somente 25% de CSPU têm a mesma taxa de sobrevida daquelas com carcinoma seroso uterino puro (Ellenson, 2011b).
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passage: Manejo de pacientes com carcinoma seroso papilar uterinoEsse tipo extremamente agressivo de carcinoma endometrial é raro, sendo, portanto, difícil conduzir ensaios randomizados. Consequentemente, em sua maioria, os dados são unicêntricos e obtidos em análises retrospectivas. O tratamento em geral é individualizado, mas frequentemente é muito diferente daque-le para o adenocarcinoma endometrioide.
Se a biópsia pré-operatória indica características sero-sas, recomenda-se realizar estadiamento cirúrgico abrangente do CSPU. Esse estadiamento inclui histerectomia abdomi-nal total, SOB, lavados peritoneais, dissecção dos linfonodos pélvicos e para-aórticos, omentectomia e biópsias peritoneais (Chan, 2003). Mesmo a doença não invasiva frequentemente é metastática (Gehrig, 2001). Felizmente, as pacientes tendem a ter bom prognóstico se o estadiamento cirúrgico confirmar que a doença está restrita ao útero (estágio I/II) (Grice, 1998).
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passage: Macroscopicamente, o tumor é exofítico com aspecto pa-pilar surgindo de um útero pequeno e atrófico (Fig. 33-8). Es-ses tumores ocasionalmente ficam confinados em um pólipo e sem evidências de disseminação (Carcangiu, 1992). Entretanto, sabe-se que o CSPU tem tendência de invadir o miométrio e o sistema linfático. A disseminação intraperitoneal, como a massa no omento, rara nos casos de adenocarcinoma endometrioide típico, também é comum mesmo quando não há invasão do miométrio ou ela é mínima (Fig. 33-9) (Sherman, 1992). Con-sequentemente, pode ser impossível distinguir entre CSPU e câncer epitelial ovariano no momento da cirurgia. Da mesma forma que ocorre com o carcinoma ovariano, esses tumores em geral secretam CA-125. Assim, a dosagem seriada no soro é um marcador útil para monitorar a doença no pós-operatório. O carcinoma seroso papilar uterino é um tipo celular agressivo, e mulheres com cânceres endometriais mistos contendo somente 25% de CSPU têm a mesma taxa de sobrevida daquelas com carcinoma seroso uterino puro (Ellenson, 2011b).
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passage: Os padrões I e II são característicos das lesões benignas, enquanto os padrões IV e V têm maior probabilidade demalignidade.28 Em estudo brasileiro, 29 os padrões IV e V de Chammas mostraram sensibilidade de 16,7%, especificidade de97,6% e acurácia de 92,1%. Em outros estudos, o Doppler quantitativo apresentou sensibilidade e especificidade em torno de90% na distinção entre nódulos benignos e malignos.30,31É importante ressaltar que: (1) os achados ultrassonográficos citados anteriormente não possibilitam distinguir com certeza aslesões benignas das malignas; (2) calcificações são também encontradas no bócio adenomatoso, tireoidite de Hashimoto eneoplasias benignas; (3) embora a maioria das neoplasias malignas tenha fluxo central aumentado, esse achado também éencontrado em lesões benignas. 2 No entanto, a presença de um nódulo sólido hipoecoico, com contornos irregulares emicrocalcificações em seu interior é altamente sugestivo de malignidade. 2,10,26 Em uma série brasileira, 26 o conjunto dessesachados teve sensibilidade de 47,2% e especificidade de 97% (Quadro 23.4).
Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
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passage: Manejo de pacientes com carcinoma seroso papilar uterinoEsse tipo extremamente agressivo de carcinoma endometrial é raro, sendo, portanto, difícil conduzir ensaios randomizados. Consequentemente, em sua maioria, os dados são unicêntricos e obtidos em análises retrospectivas. O tratamento em geral é individualizado, mas frequentemente é muito diferente daque-le para o adenocarcinoma endometrioide.
Se a biópsia pré-operatória indica características sero-sas, recomenda-se realizar estadiamento cirúrgico abrangente do CSPU. Esse estadiamento inclui histerectomia abdomi-nal total, SOB, lavados peritoneais, dissecção dos linfonodos pélvicos e para-aórticos, omentectomia e biópsias peritoneais (Chan, 2003). Mesmo a doença não invasiva frequentemente é metastática (Gehrig, 2001). Felizmente, as pacientes tendem a ter bom prognóstico se o estadiamento cirúrgico confirmar que a doença está restrita ao útero (estágio I/II) (Grice, 1998).
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passage: Macroscopicamente, o tumor é exofítico com aspecto pa-pilar surgindo de um útero pequeno e atrófico (Fig. 33-8). Es-ses tumores ocasionalmente ficam confinados em um pólipo e sem evidências de disseminação (Carcangiu, 1992). Entretanto, sabe-se que o CSPU tem tendência de invadir o miométrio e o sistema linfático. A disseminação intraperitoneal, como a massa no omento, rara nos casos de adenocarcinoma endometrioide típico, também é comum mesmo quando não há invasão do miométrio ou ela é mínima (Fig. 33-9) (Sherman, 1992). Con-sequentemente, pode ser impossível distinguir entre CSPU e câncer epitelial ovariano no momento da cirurgia. Da mesma forma que ocorre com o carcinoma ovariano, esses tumores em geral secretam CA-125. Assim, a dosagem seriada no soro é um marcador útil para monitorar a doença no pós-operatório. O carcinoma seroso papilar uterino é um tipo celular agressivo, e mulheres com cânceres endometriais mistos contendo somente 25% de CSPU têm a mesma taxa de sobrevida daquelas com carcinoma seroso uterino puro (Ellenson, 2011b).
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passage: Os padrões I e II são característicos das lesões benignas, enquanto os padrões IV e V têm maior probabilidade demalignidade.28 Em estudo brasileiro, 29 os padrões IV e V de Chammas mostraram sensibilidade de 16,7%, especificidade de97,6% e acurácia de 92,1%. Em outros estudos, o Doppler quantitativo apresentou sensibilidade e especificidade em torno de90% na distinção entre nódulos benignos e malignos.30,31É importante ressaltar que: (1) os achados ultrassonográficos citados anteriormente não possibilitam distinguir com certeza aslesões benignas das malignas; (2) calcificações são também encontradas no bócio adenomatoso, tireoidite de Hashimoto eneoplasias benignas; (3) embora a maioria das neoplasias malignas tenha fluxo central aumentado, esse achado também éencontrado em lesões benignas. 2 No entanto, a presença de um nódulo sólido hipoecoico, com contornos irregulares emicrocalcificações em seu interior é altamente sugestivo de malignidade. 2,10,26 Em uma série brasileira, 26 o conjunto dessesachados teve sensibilidade de 47,2% e especificidade de 97% (Quadro 23.4).
Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
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passage: Classicamente, nódulos císticos são considerados benignos. Contudo, a presença de vegetação sólida, vascularizada, delocalização intracística pode indicar malignidade em cerca de 50% dos casos. 26 Além disso, aproximadamente 25% doscarcinomas papilíferos contêm elementos císticos em seu interior.9,10,26Em uma coorte de 101 casos de Ca papilífero, 36% tinham menos de 1,5 cm, enquanto 64% mediam entre 1,5 e 3,5 cm, comocorrência semelhante em tireoide uni ou multinodular à US (47% vs. 53%). 32 As características ultrassonográficas dos nossosidentificação de lesões suspeitas de malignidade. Linfonodos com diâmetro > 5 mm que apresentem calcificações finas e/oudegeneração cística em seu interior têm quase sempre uma etiologia maligna. Na ausência dessas características, o achado deforma arredondada, ausência de hilo e contornos irregulares ou espiculados são também fortes indicativos de malignidade(Figura 23.10). Em contrapartida, a detecção de linfonodos de forma alongada com mediastino ecogênico indica benignidade. Aanálise do fluxo sanguíneo pelo Doppler ajuda no diagnóstico diferencial, revelando hipervascularização periférica ou mista noscasos malignos.24,26,29–31Quadro 23.4 Probabilidade para malignidade em nódulos tireoidianos, de acordo com suas característicasultrassonográficas, em estudo envolvendo 275 pacientes.
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passage: Manejo de pacientes com carcinoma seroso papilar uterinoEsse tipo extremamente agressivo de carcinoma endometrial é raro, sendo, portanto, difícil conduzir ensaios randomizados. Consequentemente, em sua maioria, os dados são unicêntricos e obtidos em análises retrospectivas. O tratamento em geral é individualizado, mas frequentemente é muito diferente daque-le para o adenocarcinoma endometrioide.
Se a biópsia pré-operatória indica características sero-sas, recomenda-se realizar estadiamento cirúrgico abrangente do CSPU. Esse estadiamento inclui histerectomia abdomi-nal total, SOB, lavados peritoneais, dissecção dos linfonodos pélvicos e para-aórticos, omentectomia e biópsias peritoneais (Chan, 2003). Mesmo a doença não invasiva frequentemente é metastática (Gehrig, 2001). Felizmente, as pacientes tendem a ter bom prognóstico se o estadiamento cirúrgico confirmar que a doença está restrita ao útero (estágio I/II) (Grice, 1998).
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passage: Macroscopicamente, o tumor é exofítico com aspecto pa-pilar surgindo de um útero pequeno e atrófico (Fig. 33-8). Es-ses tumores ocasionalmente ficam confinados em um pólipo e sem evidências de disseminação (Carcangiu, 1992). Entretanto, sabe-se que o CSPU tem tendência de invadir o miométrio e o sistema linfático. A disseminação intraperitoneal, como a massa no omento, rara nos casos de adenocarcinoma endometrioide típico, também é comum mesmo quando não há invasão do miométrio ou ela é mínima (Fig. 33-9) (Sherman, 1992). Con-sequentemente, pode ser impossível distinguir entre CSPU e câncer epitelial ovariano no momento da cirurgia. Da mesma forma que ocorre com o carcinoma ovariano, esses tumores em geral secretam CA-125. Assim, a dosagem seriada no soro é um marcador útil para monitorar a doença no pós-operatório. O carcinoma seroso papilar uterino é um tipo celular agressivo, e mulheres com cânceres endometriais mistos contendo somente 25% de CSPU têm a mesma taxa de sobrevida daquelas com carcinoma seroso uterino puro (Ellenson, 2011b).
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passage: Os padrões I e II são característicos das lesões benignas, enquanto os padrões IV e V têm maior probabilidade demalignidade.28 Em estudo brasileiro, 29 os padrões IV e V de Chammas mostraram sensibilidade de 16,7%, especificidade de97,6% e acurácia de 92,1%. Em outros estudos, o Doppler quantitativo apresentou sensibilidade e especificidade em torno de90% na distinção entre nódulos benignos e malignos.30,31É importante ressaltar que: (1) os achados ultrassonográficos citados anteriormente não possibilitam distinguir com certeza aslesões benignas das malignas; (2) calcificações são também encontradas no bócio adenomatoso, tireoidite de Hashimoto eneoplasias benignas; (3) embora a maioria das neoplasias malignas tenha fluxo central aumentado, esse achado também éencontrado em lesões benignas. 2 No entanto, a presença de um nódulo sólido hipoecoico, com contornos irregulares emicrocalcificações em seu interior é altamente sugestivo de malignidade. 2,10,26 Em uma série brasileira, 26 o conjunto dessesachados teve sensibilidade de 47,2% e especificidade de 97% (Quadro 23.4).
Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
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passage: Classicamente, nódulos císticos são considerados benignos. Contudo, a presença de vegetação sólida, vascularizada, delocalização intracística pode indicar malignidade em cerca de 50% dos casos. 26 Além disso, aproximadamente 25% doscarcinomas papilíferos contêm elementos císticos em seu interior.9,10,26Em uma coorte de 101 casos de Ca papilífero, 36% tinham menos de 1,5 cm, enquanto 64% mediam entre 1,5 e 3,5 cm, comocorrência semelhante em tireoide uni ou multinodular à US (47% vs. 53%). 32 As características ultrassonográficas dos nossosidentificação de lesões suspeitas de malignidade. Linfonodos com diâmetro > 5 mm que apresentem calcificações finas e/oudegeneração cística em seu interior têm quase sempre uma etiologia maligna. Na ausência dessas características, o achado deforma arredondada, ausência de hilo e contornos irregulares ou espiculados são também fortes indicativos de malignidade(Figura 23.10). Em contrapartida, a detecção de linfonodos de forma alongada com mediastino ecogênico indica benignidade. Aanálise do fluxo sanguíneo pelo Doppler ajuda no diagnóstico diferencial, revelando hipervascularização periférica ou mista noscasos malignos.24,26,29–31Quadro 23.4 Probabilidade para malignidade em nódulos tireoidianos, de acordo com suas característicasultrassonográficas, em estudo envolvendo 275 pacientes.
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passage: Categoria 5: Altamente sugestivo de malignidade. A probabilidade de malignidade é superior à 95%, e a indicação é de estudo anatomopatológico. Por exemplo, massas espiculadas, irregulares e de alta densidade; e massas espiculadas de alta densidade associadas à microcalci/f_i cações pleomór/f_i cas.
Categoria 6: Malignidade conhecida. O diagnóstico de câncer já foi determinado por biopsia prévia. Por exemplo, pacientes submetidas à quimioterapia neoadjuvante e que fazem novos exames de imagem para avaliação de regressão tumoral.
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passage: Manejo de pacientes com carcinoma seroso papilar uterinoEsse tipo extremamente agressivo de carcinoma endometrial é raro, sendo, portanto, difícil conduzir ensaios randomizados. Consequentemente, em sua maioria, os dados são unicêntricos e obtidos em análises retrospectivas. O tratamento em geral é individualizado, mas frequentemente é muito diferente daque-le para o adenocarcinoma endometrioide.
Se a biópsia pré-operatória indica características sero-sas, recomenda-se realizar estadiamento cirúrgico abrangente do CSPU. Esse estadiamento inclui histerectomia abdomi-nal total, SOB, lavados peritoneais, dissecção dos linfonodos pélvicos e para-aórticos, omentectomia e biópsias peritoneais (Chan, 2003). Mesmo a doença não invasiva frequentemente é metastática (Gehrig, 2001). Felizmente, as pacientes tendem a ter bom prognóstico se o estadiamento cirúrgico confirmar que a doença está restrita ao útero (estágio I/II) (Grice, 1998).
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passage: Macroscopicamente, o tumor é exofítico com aspecto pa-pilar surgindo de um útero pequeno e atrófico (Fig. 33-8). Es-ses tumores ocasionalmente ficam confinados em um pólipo e sem evidências de disseminação (Carcangiu, 1992). Entretanto, sabe-se que o CSPU tem tendência de invadir o miométrio e o sistema linfático. A disseminação intraperitoneal, como a massa no omento, rara nos casos de adenocarcinoma endometrioide típico, também é comum mesmo quando não há invasão do miométrio ou ela é mínima (Fig. 33-9) (Sherman, 1992). Con-sequentemente, pode ser impossível distinguir entre CSPU e câncer epitelial ovariano no momento da cirurgia. Da mesma forma que ocorre com o carcinoma ovariano, esses tumores em geral secretam CA-125. Assim, a dosagem seriada no soro é um marcador útil para monitorar a doença no pós-operatório. O carcinoma seroso papilar uterino é um tipo celular agressivo, e mulheres com cânceres endometriais mistos contendo somente 25% de CSPU têm a mesma taxa de sobrevida daquelas com carcinoma seroso uterino puro (Ellenson, 2011b).
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passage: Os padrões I e II são característicos das lesões benignas, enquanto os padrões IV e V têm maior probabilidade demalignidade.28 Em estudo brasileiro, 29 os padrões IV e V de Chammas mostraram sensibilidade de 16,7%, especificidade de97,6% e acurácia de 92,1%. Em outros estudos, o Doppler quantitativo apresentou sensibilidade e especificidade em torno de90% na distinção entre nódulos benignos e malignos.30,31É importante ressaltar que: (1) os achados ultrassonográficos citados anteriormente não possibilitam distinguir com certeza aslesões benignas das malignas; (2) calcificações são também encontradas no bócio adenomatoso, tireoidite de Hashimoto eneoplasias benignas; (3) embora a maioria das neoplasias malignas tenha fluxo central aumentado, esse achado também éencontrado em lesões benignas. 2 No entanto, a presença de um nódulo sólido hipoecoico, com contornos irregulares emicrocalcificações em seu interior é altamente sugestivo de malignidade. 2,10,26 Em uma série brasileira, 26 o conjunto dessesachados teve sensibilidade de 47,2% e especificidade de 97% (Quadro 23.4).
Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
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passage: Classicamente, nódulos císticos são considerados benignos. Contudo, a presença de vegetação sólida, vascularizada, delocalização intracística pode indicar malignidade em cerca de 50% dos casos. 26 Além disso, aproximadamente 25% doscarcinomas papilíferos contêm elementos císticos em seu interior.9,10,26Em uma coorte de 101 casos de Ca papilífero, 36% tinham menos de 1,5 cm, enquanto 64% mediam entre 1,5 e 3,5 cm, comocorrência semelhante em tireoide uni ou multinodular à US (47% vs. 53%). 32 As características ultrassonográficas dos nossosidentificação de lesões suspeitas de malignidade. Linfonodos com diâmetro > 5 mm que apresentem calcificações finas e/oudegeneração cística em seu interior têm quase sempre uma etiologia maligna. Na ausência dessas características, o achado deforma arredondada, ausência de hilo e contornos irregulares ou espiculados são também fortes indicativos de malignidade(Figura 23.10). Em contrapartida, a detecção de linfonodos de forma alongada com mediastino ecogênico indica benignidade. Aanálise do fluxo sanguíneo pelo Doppler ajuda no diagnóstico diferencial, revelando hipervascularização periférica ou mista noscasos malignos.24,26,29–31Quadro 23.4 Probabilidade para malignidade em nódulos tireoidianos, de acordo com suas característicasultrassonográficas, em estudo envolvendo 275 pacientes.
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passage: Categoria 5: Altamente sugestivo de malignidade. A probabilidade de malignidade é superior à 95%, e a indicação é de estudo anatomopatológico. Por exemplo, massas espiculadas, irregulares e de alta densidade; e massas espiculadas de alta densidade associadas à microcalci/f_i cações pleomór/f_i cas.
Categoria 6: Malignidade conhecida. O diagnóstico de câncer já foi determinado por biopsia prévia. Por exemplo, pacientes submetidas à quimioterapia neoadjuvante e que fazem novos exames de imagem para avaliação de regressão tumoral.
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passage: Tipo histológicoMacroscopicamente, não existem características distintivas en-tre os tipos de câncer epitelial de ovário. Em geral, cada tipo tem áreas císticas e sólidas de tamanhos variados (Fig. 35-9).
Tumores serososAdenocarcinoma. Mais de metade de todos os cânceres de ovário epiteliais apresenta histologia serosa. Microscopica-mente, as células podem assemelhar-se ao epitélio das tubas uterinas em tumores bem diferenciados ou a células anaplási-cas com atipia nuclear grave em tumores pouco diferenciados (Fig. 35-10). Na avaliação de biópsia de congelação, os corpos de psamoma são essencialmente patognomônicos de carcino-ma ovariano do tipo seroso. Frequentemente, esses tumores contêm diversos outros tipos de células como componentes menores (, 10%) que podem causar problemas no diag-nóstico, mas que não influenciam na evolução (Lee, 2003).
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passage: Manejo de pacientes com carcinoma seroso papilar uterinoEsse tipo extremamente agressivo de carcinoma endometrial é raro, sendo, portanto, difícil conduzir ensaios randomizados. Consequentemente, em sua maioria, os dados são unicêntricos e obtidos em análises retrospectivas. O tratamento em geral é individualizado, mas frequentemente é muito diferente daque-le para o adenocarcinoma endometrioide.
Se a biópsia pré-operatória indica características sero-sas, recomenda-se realizar estadiamento cirúrgico abrangente do CSPU. Esse estadiamento inclui histerectomia abdomi-nal total, SOB, lavados peritoneais, dissecção dos linfonodos pélvicos e para-aórticos, omentectomia e biópsias peritoneais (Chan, 2003). Mesmo a doença não invasiva frequentemente é metastática (Gehrig, 2001). Felizmente, as pacientes tendem a ter bom prognóstico se o estadiamento cirúrgico confirmar que a doença está restrita ao útero (estágio I/II) (Grice, 1998).
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passage: Macroscopicamente, o tumor é exofítico com aspecto pa-pilar surgindo de um útero pequeno e atrófico (Fig. 33-8). Es-ses tumores ocasionalmente ficam confinados em um pólipo e sem evidências de disseminação (Carcangiu, 1992). Entretanto, sabe-se que o CSPU tem tendência de invadir o miométrio e o sistema linfático. A disseminação intraperitoneal, como a massa no omento, rara nos casos de adenocarcinoma endometrioide típico, também é comum mesmo quando não há invasão do miométrio ou ela é mínima (Fig. 33-9) (Sherman, 1992). Con-sequentemente, pode ser impossível distinguir entre CSPU e câncer epitelial ovariano no momento da cirurgia. Da mesma forma que ocorre com o carcinoma ovariano, esses tumores em geral secretam CA-125. Assim, a dosagem seriada no soro é um marcador útil para monitorar a doença no pós-operatório. O carcinoma seroso papilar uterino é um tipo celular agressivo, e mulheres com cânceres endometriais mistos contendo somente 25% de CSPU têm a mesma taxa de sobrevida daquelas com carcinoma seroso uterino puro (Ellenson, 2011b).
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passage: Os padrões I e II são característicos das lesões benignas, enquanto os padrões IV e V têm maior probabilidade demalignidade.28 Em estudo brasileiro, 29 os padrões IV e V de Chammas mostraram sensibilidade de 16,7%, especificidade de97,6% e acurácia de 92,1%. Em outros estudos, o Doppler quantitativo apresentou sensibilidade e especificidade em torno de90% na distinção entre nódulos benignos e malignos.30,31É importante ressaltar que: (1) os achados ultrassonográficos citados anteriormente não possibilitam distinguir com certeza aslesões benignas das malignas; (2) calcificações são também encontradas no bócio adenomatoso, tireoidite de Hashimoto eneoplasias benignas; (3) embora a maioria das neoplasias malignas tenha fluxo central aumentado, esse achado também éencontrado em lesões benignas. 2 No entanto, a presença de um nódulo sólido hipoecoico, com contornos irregulares emicrocalcificações em seu interior é altamente sugestivo de malignidade. 2,10,26 Em uma série brasileira, 26 o conjunto dessesachados teve sensibilidade de 47,2% e especificidade de 97% (Quadro 23.4).
Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
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passage: Classicamente, nódulos císticos são considerados benignos. Contudo, a presença de vegetação sólida, vascularizada, delocalização intracística pode indicar malignidade em cerca de 50% dos casos. 26 Além disso, aproximadamente 25% doscarcinomas papilíferos contêm elementos císticos em seu interior.9,10,26Em uma coorte de 101 casos de Ca papilífero, 36% tinham menos de 1,5 cm, enquanto 64% mediam entre 1,5 e 3,5 cm, comocorrência semelhante em tireoide uni ou multinodular à US (47% vs. 53%). 32 As características ultrassonográficas dos nossosidentificação de lesões suspeitas de malignidade. Linfonodos com diâmetro > 5 mm que apresentem calcificações finas e/oudegeneração cística em seu interior têm quase sempre uma etiologia maligna. Na ausência dessas características, o achado deforma arredondada, ausência de hilo e contornos irregulares ou espiculados são também fortes indicativos de malignidade(Figura 23.10). Em contrapartida, a detecção de linfonodos de forma alongada com mediastino ecogênico indica benignidade. Aanálise do fluxo sanguíneo pelo Doppler ajuda no diagnóstico diferencial, revelando hipervascularização periférica ou mista noscasos malignos.24,26,29–31Quadro 23.4 Probabilidade para malignidade em nódulos tireoidianos, de acordo com suas característicasultrassonográficas, em estudo envolvendo 275 pacientes.
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passage: Categoria 5: Altamente sugestivo de malignidade. A probabilidade de malignidade é superior à 95%, e a indicação é de estudo anatomopatológico. Por exemplo, massas espiculadas, irregulares e de alta densidade; e massas espiculadas de alta densidade associadas à microcalci/f_i cações pleomór/f_i cas.
Categoria 6: Malignidade conhecida. O diagnóstico de câncer já foi determinado por biopsia prévia. Por exemplo, pacientes submetidas à quimioterapia neoadjuvante e que fazem novos exames de imagem para avaliação de regressão tumoral.
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passage: Tipo histológicoMacroscopicamente, não existem características distintivas en-tre os tipos de câncer epitelial de ovário. Em geral, cada tipo tem áreas císticas e sólidas de tamanhos variados (Fig. 35-9).
Tumores serososAdenocarcinoma. Mais de metade de todos os cânceres de ovário epiteliais apresenta histologia serosa. Microscopica-mente, as células podem assemelhar-se ao epitélio das tubas uterinas em tumores bem diferenciados ou a células anaplási-cas com atipia nuclear grave em tumores pouco diferenciados (Fig. 35-10). Na avaliação de biópsia de congelação, os corpos de psamoma são essencialmente patognomônicos de carcino-ma ovariano do tipo seroso. Frequentemente, esses tumores contêm diversos outros tipos de células como componentes menores (, 10%) que podem causar problemas no diag-nóstico, mas que não influenciam na evolução (Lee, 2003).
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passage: Tumor mülleriano misto maligno (carcinossarcoma). Esses tumores raros representam menos de 1% dos cânceres de ovário, indicam prognóstico reservado e são histologicamente similares a tumores primários do útero (Rauh-Hain, 2011). Por defini-ção, contêm elementos mesenquimais e epiteliais malignos.
TABELA 35-5 Classificação histológica de carcinoma de ovário da Organização Mundial da SaúdeAdenocarcinoma serosoTumores mucinososAdenocarcinomaPseudomixoma peritonealTumores endometrioidesAdenocarcinomaTumor mülleriano misto maligno (carcinossarcoma)Adenocarcinoma de células clarasTumores de células transicionaisTumor maligno de BrennerCarcinoma de células transicionaisCarcinoma de células escamosasCarcinoma mistoCarcinoma indiferenciadoCarcinoma de pequenas célulasRetirada de Tavassoli, 2003.
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passage: Manejo de pacientes com carcinoma seroso papilar uterinoEsse tipo extremamente agressivo de carcinoma endometrial é raro, sendo, portanto, difícil conduzir ensaios randomizados. Consequentemente, em sua maioria, os dados são unicêntricos e obtidos em análises retrospectivas. O tratamento em geral é individualizado, mas frequentemente é muito diferente daque-le para o adenocarcinoma endometrioide.
Se a biópsia pré-operatória indica características sero-sas, recomenda-se realizar estadiamento cirúrgico abrangente do CSPU. Esse estadiamento inclui histerectomia abdomi-nal total, SOB, lavados peritoneais, dissecção dos linfonodos pélvicos e para-aórticos, omentectomia e biópsias peritoneais (Chan, 2003). Mesmo a doença não invasiva frequentemente é metastática (Gehrig, 2001). Felizmente, as pacientes tendem a ter bom prognóstico se o estadiamento cirúrgico confirmar que a doença está restrita ao útero (estágio I/II) (Grice, 1998).
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passage: Macroscopicamente, o tumor é exofítico com aspecto pa-pilar surgindo de um útero pequeno e atrófico (Fig. 33-8). Es-ses tumores ocasionalmente ficam confinados em um pólipo e sem evidências de disseminação (Carcangiu, 1992). Entretanto, sabe-se que o CSPU tem tendência de invadir o miométrio e o sistema linfático. A disseminação intraperitoneal, como a massa no omento, rara nos casos de adenocarcinoma endometrioide típico, também é comum mesmo quando não há invasão do miométrio ou ela é mínima (Fig. 33-9) (Sherman, 1992). Con-sequentemente, pode ser impossível distinguir entre CSPU e câncer epitelial ovariano no momento da cirurgia. Da mesma forma que ocorre com o carcinoma ovariano, esses tumores em geral secretam CA-125. Assim, a dosagem seriada no soro é um marcador útil para monitorar a doença no pós-operatório. O carcinoma seroso papilar uterino é um tipo celular agressivo, e mulheres com cânceres endometriais mistos contendo somente 25% de CSPU têm a mesma taxa de sobrevida daquelas com carcinoma seroso uterino puro (Ellenson, 2011b).
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passage: Os padrões I e II são característicos das lesões benignas, enquanto os padrões IV e V têm maior probabilidade demalignidade.28 Em estudo brasileiro, 29 os padrões IV e V de Chammas mostraram sensibilidade de 16,7%, especificidade de97,6% e acurácia de 92,1%. Em outros estudos, o Doppler quantitativo apresentou sensibilidade e especificidade em torno de90% na distinção entre nódulos benignos e malignos.30,31É importante ressaltar que: (1) os achados ultrassonográficos citados anteriormente não possibilitam distinguir com certeza aslesões benignas das malignas; (2) calcificações são também encontradas no bócio adenomatoso, tireoidite de Hashimoto eneoplasias benignas; (3) embora a maioria das neoplasias malignas tenha fluxo central aumentado, esse achado também éencontrado em lesões benignas. 2 No entanto, a presença de um nódulo sólido hipoecoico, com contornos irregulares emicrocalcificações em seu interior é altamente sugestivo de malignidade. 2,10,26 Em uma série brasileira, 26 o conjunto dessesachados teve sensibilidade de 47,2% e especificidade de 97% (Quadro 23.4).
Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
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passage: Classicamente, nódulos císticos são considerados benignos. Contudo, a presença de vegetação sólida, vascularizada, delocalização intracística pode indicar malignidade em cerca de 50% dos casos. 26 Além disso, aproximadamente 25% doscarcinomas papilíferos contêm elementos císticos em seu interior.9,10,26Em uma coorte de 101 casos de Ca papilífero, 36% tinham menos de 1,5 cm, enquanto 64% mediam entre 1,5 e 3,5 cm, comocorrência semelhante em tireoide uni ou multinodular à US (47% vs. 53%). 32 As características ultrassonográficas dos nossosidentificação de lesões suspeitas de malignidade. Linfonodos com diâmetro > 5 mm que apresentem calcificações finas e/oudegeneração cística em seu interior têm quase sempre uma etiologia maligna. Na ausência dessas características, o achado deforma arredondada, ausência de hilo e contornos irregulares ou espiculados são também fortes indicativos de malignidade(Figura 23.10). Em contrapartida, a detecção de linfonodos de forma alongada com mediastino ecogênico indica benignidade. Aanálise do fluxo sanguíneo pelo Doppler ajuda no diagnóstico diferencial, revelando hipervascularização periférica ou mista noscasos malignos.24,26,29–31Quadro 23.4 Probabilidade para malignidade em nódulos tireoidianos, de acordo com suas característicasultrassonográficas, em estudo envolvendo 275 pacientes.
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passage: Categoria 5: Altamente sugestivo de malignidade. A probabilidade de malignidade é superior à 95%, e a indicação é de estudo anatomopatológico. Por exemplo, massas espiculadas, irregulares e de alta densidade; e massas espiculadas de alta densidade associadas à microcalci/f_i cações pleomór/f_i cas.
Categoria 6: Malignidade conhecida. O diagnóstico de câncer já foi determinado por biopsia prévia. Por exemplo, pacientes submetidas à quimioterapia neoadjuvante e que fazem novos exames de imagem para avaliação de regressão tumoral.
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passage: Tipo histológicoMacroscopicamente, não existem características distintivas en-tre os tipos de câncer epitelial de ovário. Em geral, cada tipo tem áreas císticas e sólidas de tamanhos variados (Fig. 35-9).
Tumores serososAdenocarcinoma. Mais de metade de todos os cânceres de ovário epiteliais apresenta histologia serosa. Microscopica-mente, as células podem assemelhar-se ao epitélio das tubas uterinas em tumores bem diferenciados ou a células anaplási-cas com atipia nuclear grave em tumores pouco diferenciados (Fig. 35-10). Na avaliação de biópsia de congelação, os corpos de psamoma são essencialmente patognomônicos de carcino-ma ovariano do tipo seroso. Frequentemente, esses tumores contêm diversos outros tipos de células como componentes menores (, 10%) que podem causar problemas no diag-nóstico, mas que não influenciam na evolução (Lee, 2003).
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passage: Tumor mülleriano misto maligno (carcinossarcoma). Esses tumores raros representam menos de 1% dos cânceres de ovário, indicam prognóstico reservado e são histologicamente similares a tumores primários do útero (Rauh-Hain, 2011). Por defini-ção, contêm elementos mesenquimais e epiteliais malignos.
TABELA 35-5 Classificação histológica de carcinoma de ovário da Organização Mundial da SaúdeAdenocarcinoma serosoTumores mucinososAdenocarcinomaPseudomixoma peritonealTumores endometrioidesAdenocarcinomaTumor mülleriano misto maligno (carcinossarcoma)Adenocarcinoma de células clarasTumores de células transicionaisTumor maligno de BrennerCarcinoma de células transicionaisCarcinoma de células escamosasCarcinoma mistoCarcinoma indiferenciadoCarcinoma de pequenas célulasRetirada de Tavassoli, 2003.
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passage: Outros tumores malignos identificados incluem carcino-mas de células basais, tumores sebáceos, melanomas malignos, adenocarcinomas, sarcomas e tumores neuroectodérmicos. Além disso, neoplasias do tipo endócrino como struma ovarii (teratoma composto principalmente de tecido tireóideo) e car-cinoide podem ser encontradas nos teratomas císticos maduros. Esses tumores são malignos em menos de 5% das pacientes.
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passage: Manejo de pacientes com carcinoma seroso papilar uterinoEsse tipo extremamente agressivo de carcinoma endometrial é raro, sendo, portanto, difícil conduzir ensaios randomizados. Consequentemente, em sua maioria, os dados são unicêntricos e obtidos em análises retrospectivas. O tratamento em geral é individualizado, mas frequentemente é muito diferente daque-le para o adenocarcinoma endometrioide.
Se a biópsia pré-operatória indica características sero-sas, recomenda-se realizar estadiamento cirúrgico abrangente do CSPU. Esse estadiamento inclui histerectomia abdomi-nal total, SOB, lavados peritoneais, dissecção dos linfonodos pélvicos e para-aórticos, omentectomia e biópsias peritoneais (Chan, 2003). Mesmo a doença não invasiva frequentemente é metastática (Gehrig, 2001). Felizmente, as pacientes tendem a ter bom prognóstico se o estadiamento cirúrgico confirmar que a doença está restrita ao útero (estágio I/II) (Grice, 1998).
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passage: Macroscopicamente, o tumor é exofítico com aspecto pa-pilar surgindo de um útero pequeno e atrófico (Fig. 33-8). Es-ses tumores ocasionalmente ficam confinados em um pólipo e sem evidências de disseminação (Carcangiu, 1992). Entretanto, sabe-se que o CSPU tem tendência de invadir o miométrio e o sistema linfático. A disseminação intraperitoneal, como a massa no omento, rara nos casos de adenocarcinoma endometrioide típico, também é comum mesmo quando não há invasão do miométrio ou ela é mínima (Fig. 33-9) (Sherman, 1992). Con-sequentemente, pode ser impossível distinguir entre CSPU e câncer epitelial ovariano no momento da cirurgia. Da mesma forma que ocorre com o carcinoma ovariano, esses tumores em geral secretam CA-125. Assim, a dosagem seriada no soro é um marcador útil para monitorar a doença no pós-operatório. O carcinoma seroso papilar uterino é um tipo celular agressivo, e mulheres com cânceres endometriais mistos contendo somente 25% de CSPU têm a mesma taxa de sobrevida daquelas com carcinoma seroso uterino puro (Ellenson, 2011b).
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passage: Os padrões I e II são característicos das lesões benignas, enquanto os padrões IV e V têm maior probabilidade demalignidade.28 Em estudo brasileiro, 29 os padrões IV e V de Chammas mostraram sensibilidade de 16,7%, especificidade de97,6% e acurácia de 92,1%. Em outros estudos, o Doppler quantitativo apresentou sensibilidade e especificidade em torno de90% na distinção entre nódulos benignos e malignos.30,31É importante ressaltar que: (1) os achados ultrassonográficos citados anteriormente não possibilitam distinguir com certeza aslesões benignas das malignas; (2) calcificações são também encontradas no bócio adenomatoso, tireoidite de Hashimoto eneoplasias benignas; (3) embora a maioria das neoplasias malignas tenha fluxo central aumentado, esse achado também éencontrado em lesões benignas. 2 No entanto, a presença de um nódulo sólido hipoecoico, com contornos irregulares emicrocalcificações em seu interior é altamente sugestivo de malignidade. 2,10,26 Em uma série brasileira, 26 o conjunto dessesachados teve sensibilidade de 47,2% e especificidade de 97% (Quadro 23.4).
Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
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passage: Classicamente, nódulos císticos são considerados benignos. Contudo, a presença de vegetação sólida, vascularizada, delocalização intracística pode indicar malignidade em cerca de 50% dos casos. 26 Além disso, aproximadamente 25% doscarcinomas papilíferos contêm elementos císticos em seu interior.9,10,26Em uma coorte de 101 casos de Ca papilífero, 36% tinham menos de 1,5 cm, enquanto 64% mediam entre 1,5 e 3,5 cm, comocorrência semelhante em tireoide uni ou multinodular à US (47% vs. 53%). 32 As características ultrassonográficas dos nossosidentificação de lesões suspeitas de malignidade. Linfonodos com diâmetro > 5 mm que apresentem calcificações finas e/oudegeneração cística em seu interior têm quase sempre uma etiologia maligna. Na ausência dessas características, o achado deforma arredondada, ausência de hilo e contornos irregulares ou espiculados são também fortes indicativos de malignidade(Figura 23.10). Em contrapartida, a detecção de linfonodos de forma alongada com mediastino ecogênico indica benignidade. Aanálise do fluxo sanguíneo pelo Doppler ajuda no diagnóstico diferencial, revelando hipervascularização periférica ou mista noscasos malignos.24,26,29–31Quadro 23.4 Probabilidade para malignidade em nódulos tireoidianos, de acordo com suas característicasultrassonográficas, em estudo envolvendo 275 pacientes.
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passage: Categoria 5: Altamente sugestivo de malignidade. A probabilidade de malignidade é superior à 95%, e a indicação é de estudo anatomopatológico. Por exemplo, massas espiculadas, irregulares e de alta densidade; e massas espiculadas de alta densidade associadas à microcalci/f_i cações pleomór/f_i cas.
Categoria 6: Malignidade conhecida. O diagnóstico de câncer já foi determinado por biopsia prévia. Por exemplo, pacientes submetidas à quimioterapia neoadjuvante e que fazem novos exames de imagem para avaliação de regressão tumoral.
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passage: Tipo histológicoMacroscopicamente, não existem características distintivas en-tre os tipos de câncer epitelial de ovário. Em geral, cada tipo tem áreas císticas e sólidas de tamanhos variados (Fig. 35-9).
Tumores serososAdenocarcinoma. Mais de metade de todos os cânceres de ovário epiteliais apresenta histologia serosa. Microscopica-mente, as células podem assemelhar-se ao epitélio das tubas uterinas em tumores bem diferenciados ou a células anaplási-cas com atipia nuclear grave em tumores pouco diferenciados (Fig. 35-10). Na avaliação de biópsia de congelação, os corpos de psamoma são essencialmente patognomônicos de carcino-ma ovariano do tipo seroso. Frequentemente, esses tumores contêm diversos outros tipos de células como componentes menores (, 10%) que podem causar problemas no diag-nóstico, mas que não influenciam na evolução (Lee, 2003).
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passage: Tumor mülleriano misto maligno (carcinossarcoma). Esses tumores raros representam menos de 1% dos cânceres de ovário, indicam prognóstico reservado e são histologicamente similares a tumores primários do útero (Rauh-Hain, 2011). Por defini-ção, contêm elementos mesenquimais e epiteliais malignos.
TABELA 35-5 Classificação histológica de carcinoma de ovário da Organização Mundial da SaúdeAdenocarcinoma serosoTumores mucinososAdenocarcinomaPseudomixoma peritonealTumores endometrioidesAdenocarcinomaTumor mülleriano misto maligno (carcinossarcoma)Adenocarcinoma de células clarasTumores de células transicionaisTumor maligno de BrennerCarcinoma de células transicionaisCarcinoma de células escamosasCarcinoma mistoCarcinoma indiferenciadoCarcinoma de pequenas célulasRetirada de Tavassoli, 2003.
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passage: Outros tumores malignos identificados incluem carcino-mas de células basais, tumores sebáceos, melanomas malignos, adenocarcinomas, sarcomas e tumores neuroectodérmicos. Além disso, neoplasias do tipo endócrino como struma ovarii (teratoma composto principalmente de tecido tireóideo) e car-cinoide podem ser encontradas nos teratomas císticos maduros. Esses tumores são malignos em menos de 5% das pacientes.
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passage: Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
Figura 23.8 A. Nódulo tireoidiano hipoecoico com 1,8 cm e altura maior do que a largura (setas). B. A punção aspirativa poragulha fina confirmou tratar-se de carcinoma papilífero.
Figura 23.9 Doppler colorido em nódulos tireoidianos, de acordo com a classificação de Chammas: (A) fluxo com padrão II(vascularização exclusivamente periférica) e (B) fluxo com padrão IV (vascularização predominantemente central).
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passage: Manejo de pacientes com carcinoma seroso papilar uterinoEsse tipo extremamente agressivo de carcinoma endometrial é raro, sendo, portanto, difícil conduzir ensaios randomizados. Consequentemente, em sua maioria, os dados são unicêntricos e obtidos em análises retrospectivas. O tratamento em geral é individualizado, mas frequentemente é muito diferente daque-le para o adenocarcinoma endometrioide.
Se a biópsia pré-operatória indica características sero-sas, recomenda-se realizar estadiamento cirúrgico abrangente do CSPU. Esse estadiamento inclui histerectomia abdomi-nal total, SOB, lavados peritoneais, dissecção dos linfonodos pélvicos e para-aórticos, omentectomia e biópsias peritoneais (Chan, 2003). Mesmo a doença não invasiva frequentemente é metastática (Gehrig, 2001). Felizmente, as pacientes tendem a ter bom prognóstico se o estadiamento cirúrgico confirmar que a doença está restrita ao útero (estágio I/II) (Grice, 1998).
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passage: Macroscopicamente, o tumor é exofítico com aspecto pa-pilar surgindo de um útero pequeno e atrófico (Fig. 33-8). Es-ses tumores ocasionalmente ficam confinados em um pólipo e sem evidências de disseminação (Carcangiu, 1992). Entretanto, sabe-se que o CSPU tem tendência de invadir o miométrio e o sistema linfático. A disseminação intraperitoneal, como a massa no omento, rara nos casos de adenocarcinoma endometrioide típico, também é comum mesmo quando não há invasão do miométrio ou ela é mínima (Fig. 33-9) (Sherman, 1992). Con-sequentemente, pode ser impossível distinguir entre CSPU e câncer epitelial ovariano no momento da cirurgia. Da mesma forma que ocorre com o carcinoma ovariano, esses tumores em geral secretam CA-125. Assim, a dosagem seriada no soro é um marcador útil para monitorar a doença no pós-operatório. O carcinoma seroso papilar uterino é um tipo celular agressivo, e mulheres com cânceres endometriais mistos contendo somente 25% de CSPU têm a mesma taxa de sobrevida daquelas com carcinoma seroso uterino puro (Ellenson, 2011b).
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passage: Os padrões I e II são característicos das lesões benignas, enquanto os padrões IV e V têm maior probabilidade demalignidade.28 Em estudo brasileiro, 29 os padrões IV e V de Chammas mostraram sensibilidade de 16,7%, especificidade de97,6% e acurácia de 92,1%. Em outros estudos, o Doppler quantitativo apresentou sensibilidade e especificidade em torno de90% na distinção entre nódulos benignos e malignos.30,31É importante ressaltar que: (1) os achados ultrassonográficos citados anteriormente não possibilitam distinguir com certeza aslesões benignas das malignas; (2) calcificações são também encontradas no bócio adenomatoso, tireoidite de Hashimoto eneoplasias benignas; (3) embora a maioria das neoplasias malignas tenha fluxo central aumentado, esse achado também éencontrado em lesões benignas. 2 No entanto, a presença de um nódulo sólido hipoecoico, com contornos irregulares emicrocalcificações em seu interior é altamente sugestivo de malignidade. 2,10,26 Em uma série brasileira, 26 o conjunto dessesachados teve sensibilidade de 47,2% e especificidade de 97% (Quadro 23.4).
Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
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passage: Classicamente, nódulos císticos são considerados benignos. Contudo, a presença de vegetação sólida, vascularizada, delocalização intracística pode indicar malignidade em cerca de 50% dos casos. 26 Além disso, aproximadamente 25% doscarcinomas papilíferos contêm elementos císticos em seu interior.9,10,26Em uma coorte de 101 casos de Ca papilífero, 36% tinham menos de 1,5 cm, enquanto 64% mediam entre 1,5 e 3,5 cm, comocorrência semelhante em tireoide uni ou multinodular à US (47% vs. 53%). 32 As características ultrassonográficas dos nossosidentificação de lesões suspeitas de malignidade. Linfonodos com diâmetro > 5 mm que apresentem calcificações finas e/oudegeneração cística em seu interior têm quase sempre uma etiologia maligna. Na ausência dessas características, o achado deforma arredondada, ausência de hilo e contornos irregulares ou espiculados são também fortes indicativos de malignidade(Figura 23.10). Em contrapartida, a detecção de linfonodos de forma alongada com mediastino ecogênico indica benignidade. Aanálise do fluxo sanguíneo pelo Doppler ajuda no diagnóstico diferencial, revelando hipervascularização periférica ou mista noscasos malignos.24,26,29–31Quadro 23.4 Probabilidade para malignidade em nódulos tireoidianos, de acordo com suas característicasultrassonográficas, em estudo envolvendo 275 pacientes.
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passage: Categoria 5: Altamente sugestivo de malignidade. A probabilidade de malignidade é superior à 95%, e a indicação é de estudo anatomopatológico. Por exemplo, massas espiculadas, irregulares e de alta densidade; e massas espiculadas de alta densidade associadas à microcalci/f_i cações pleomór/f_i cas.
Categoria 6: Malignidade conhecida. O diagnóstico de câncer já foi determinado por biopsia prévia. Por exemplo, pacientes submetidas à quimioterapia neoadjuvante e que fazem novos exames de imagem para avaliação de regressão tumoral.
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passage: Tipo histológicoMacroscopicamente, não existem características distintivas en-tre os tipos de câncer epitelial de ovário. Em geral, cada tipo tem áreas císticas e sólidas de tamanhos variados (Fig. 35-9).
Tumores serososAdenocarcinoma. Mais de metade de todos os cânceres de ovário epiteliais apresenta histologia serosa. Microscopica-mente, as células podem assemelhar-se ao epitélio das tubas uterinas em tumores bem diferenciados ou a células anaplási-cas com atipia nuclear grave em tumores pouco diferenciados (Fig. 35-10). Na avaliação de biópsia de congelação, os corpos de psamoma são essencialmente patognomônicos de carcino-ma ovariano do tipo seroso. Frequentemente, esses tumores contêm diversos outros tipos de células como componentes menores (, 10%) que podem causar problemas no diag-nóstico, mas que não influenciam na evolução (Lee, 2003).
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passage: Tumor mülleriano misto maligno (carcinossarcoma). Esses tumores raros representam menos de 1% dos cânceres de ovário, indicam prognóstico reservado e são histologicamente similares a tumores primários do útero (Rauh-Hain, 2011). Por defini-ção, contêm elementos mesenquimais e epiteliais malignos.
TABELA 35-5 Classificação histológica de carcinoma de ovário da Organização Mundial da SaúdeAdenocarcinoma serosoTumores mucinososAdenocarcinomaPseudomixoma peritonealTumores endometrioidesAdenocarcinomaTumor mülleriano misto maligno (carcinossarcoma)Adenocarcinoma de células clarasTumores de células transicionaisTumor maligno de BrennerCarcinoma de células transicionaisCarcinoma de células escamosasCarcinoma mistoCarcinoma indiferenciadoCarcinoma de pequenas célulasRetirada de Tavassoli, 2003.
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passage: Outros tumores malignos identificados incluem carcino-mas de células basais, tumores sebáceos, melanomas malignos, adenocarcinomas, sarcomas e tumores neuroectodérmicos. Além disso, neoplasias do tipo endócrino como struma ovarii (teratoma composto principalmente de tecido tireóideo) e car-cinoide podem ser encontradas nos teratomas císticos maduros. Esses tumores são malignos em menos de 5% das pacientes.
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passage: Figura 23.6 Ultrassonografia tireoidiana. A. Aspecto normal. B. Nódulo hipoecoico de 0,8 cm, com limites bem precisos,detectado incidentalmente.
microcalcificações em seu interior têm chance de até 90% de serem malignos.
Figura 23.8 A. Nódulo tireoidiano hipoecoico com 1,8 cm e altura maior do que a largura (setas). B. A punção aspirativa poragulha fina confirmou tratar-se de carcinoma papilífero.
Figura 23.9 Doppler colorido em nódulos tireoidianos, de acordo com a classificação de Chammas: (A) fluxo com padrão II(vascularização exclusivamente periférica) e (B) fluxo com padrão IV (vascularização predominantemente central).
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passage: Ao classificar os tumores da família epitelial-estromal, os tumores benignos são designados como adenomas, os ma-lignos como carcinomas e aqueles com proliferação celular intensa sem comportamento invasivo como de baixo poten-cial de malignidade (Chen, 2003). O prefixo cisto descreve as neoplasias predominantemente císticas. Na maioria dos tumores epiteliais-estromais há predominância do compo-nente epitelial. Assim, uma massa ovariana cística benigna com epitélio semelhante ao da tuba uterina é denominado cistadenoma seroso. Naqueles tumores em que o estroma se destaca, o sufixo fibroma é utilizado. Assim, o termo cisto-adenofibroma seroso descreve um tumor ovariano benigno, predominantemente cístico, do grupo epitelial-estromal, no qual componentes sólidos do estroma também se destacam (Prat, 2009).
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Sim, o padrão seroso papilífero é considerado um tipo de câncer maligno, tanto no útero (Carcinoma Seroso Papilar Uterino - CSPU) quanto no ovário. É importante entender que, embora raro, o CSPU é um tipo agressivo de câncer endometrial.
No útero, ele tem características próprias, como um tumor exofítico com aspecto papilar, frequentemente surgindo em um útero pequeno e atrófico. Mesmo que inicialmente pareça confinado a um pólipo, ele tem uma tendência a se espalhar, invadindo o miométrio e o sistema linfático. Diferente de outros tipos de câncer de endométrio, ele pode se disseminar para o omento e cavidade peritoneal mesmo com invasão mínima do miométrio.
Já no ovário, o adenocarcinoma seroso é o tipo histológico mais comum entre os cânceres epiteliais. Microscopicamente, as células podem se assemelhar ao epitélio das tubas uterinas em tumores bem diferenciados ou a células anaplásicas com atipia nuclear grave em tumores pouco diferenciados.
Devido à agressividade do CSPU uterino, o tratamento geralmente envolve uma cirurgia abrangente para estadiamento, que inclui a remoção do útero (histerectomia), trompas e ovários (SOB), lavagem peritoneal, dissecção dos linfonodos pélvicos e para-aórticos, omentectomia e biópsias peritoneais. Mesmo em estágios iniciais, há um risco de metástase. Após a cirurgia, o acompanhamento é crucial, e a dosagem seriada de CA-125 no sangue pode ser utilizada como marcador para monitorar a doença.
É essencial que você converse abertamente com seu médico sobre o seu caso específico, para que ele possa explicar o estadiamento da doença, as opções de tratamento disponíveis e o prognóstico individualizado. Cada caso é único, e o tratamento é sempre adaptado às necessidades da paciente.
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Boa noite, gostaria de saber o que causa o escurecimento dos pequenos lábios e se existe a possibilidade de voltar à cor normal.
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O escurecimento dessa região pode ocorrer devido a fatores hormonais e genéticos. Existem procedimentos estéticos que podem ajudar a clarear a área, como peelings e aplicação de laser.
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passage: Quadro 80.4 Causas de hipocalcemia.
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passage: Quadro 80.4 Causas de hipocalcemia.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Quadro 80.4 Causas de hipocalcemia.
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passage: Os objetivos da cirurgia incluem redu-ção do tamanho dos lábios e manutenção da anatomia vulvar normal. Os primeiros pro-cedimentos de redução envolviam excisão anteroposterior ao longo da base dos lábios e reaproximação das margens cirúrgicas. As desvantagens dessa abordagem incluem contraste marcante de coloração na linha da sutura, onde a superfície externa dos pequenos lábios, mais escura, destoa da su-perfície interna, mais clara. Além disso, com frequência a margem dos pequenos lábios é substituída por uma linha de sutura rígida. Para reduzir esses efeitos, técnicas alterna-tivas incorporaram incisões em cunha, em Z ou em W (Alter, 1998; Giraldo, 2004; Maas, 2000).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoA cirurgia redutora dos pequenos lábios é um meio seguro e efetivo para remoção de excesso de tecido labial. Assim como para qualquer procedimento estético, as mulheres que bus-cam essa correção devem ter expectativas rea-listas quanto a tamanho, formato e coloração finais. Complicações da incisão, como hema-toma, celulite ou deiscência, são raras, porém devem ser discutidas durante a consulta. Da mesma forma, a dispareunia pós-cirúrgica é rara, porém deve ser mencionada no processo de consentimento.
■ Preparação da pacienteNão há necessidade de antibioticoterapia pro-filática nem de qualquer preparo pré-operató-rio específico.
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passage: Quadro 80.4 Causas de hipocalcemia.
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passage: Os objetivos da cirurgia incluem redu-ção do tamanho dos lábios e manutenção da anatomia vulvar normal. Os primeiros pro-cedimentos de redução envolviam excisão anteroposterior ao longo da base dos lábios e reaproximação das margens cirúrgicas. As desvantagens dessa abordagem incluem contraste marcante de coloração na linha da sutura, onde a superfície externa dos pequenos lábios, mais escura, destoa da su-perfície interna, mais clara. Além disso, com frequência a margem dos pequenos lábios é substituída por uma linha de sutura rígida. Para reduzir esses efeitos, técnicas alterna-tivas incorporaram incisões em cunha, em Z ou em W (Alter, 1998; Giraldo, 2004; Maas, 2000).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoA cirurgia redutora dos pequenos lábios é um meio seguro e efetivo para remoção de excesso de tecido labial. Assim como para qualquer procedimento estético, as mulheres que bus-cam essa correção devem ter expectativas rea-listas quanto a tamanho, formato e coloração finais. Complicações da incisão, como hema-toma, celulite ou deiscência, são raras, porém devem ser discutidas durante a consulta. Da mesma forma, a dispareunia pós-cirúrgica é rara, porém deve ser mencionada no processo de consentimento.
■ Preparação da pacienteNão há necessidade de antibioticoterapia pro-filática nem de qualquer preparo pré-operató-rio específico.
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passage: 9Sá MF, Benetti-Pinto CL.
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passage: Quadro 80.4 Causas de hipocalcemia.
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passage: Os objetivos da cirurgia incluem redu-ção do tamanho dos lábios e manutenção da anatomia vulvar normal. Os primeiros pro-cedimentos de redução envolviam excisão anteroposterior ao longo da base dos lábios e reaproximação das margens cirúrgicas. As desvantagens dessa abordagem incluem contraste marcante de coloração na linha da sutura, onde a superfície externa dos pequenos lábios, mais escura, destoa da su-perfície interna, mais clara. Além disso, com frequência a margem dos pequenos lábios é substituída por uma linha de sutura rígida. Para reduzir esses efeitos, técnicas alterna-tivas incorporaram incisões em cunha, em Z ou em W (Alter, 1998; Giraldo, 2004; Maas, 2000).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoA cirurgia redutora dos pequenos lábios é um meio seguro e efetivo para remoção de excesso de tecido labial. Assim como para qualquer procedimento estético, as mulheres que bus-cam essa correção devem ter expectativas rea-listas quanto a tamanho, formato e coloração finais. Complicações da incisão, como hema-toma, celulite ou deiscência, são raras, porém devem ser discutidas durante a consulta. Da mesma forma, a dispareunia pós-cirúrgica é rara, porém deve ser mencionada no processo de consentimento.
■ Preparação da pacienteNão há necessidade de antibioticoterapia pro-filática nem de qualquer preparo pré-operató-rio específico.
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passage: 9Sá MF, Benetti-Pinto CL.
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passage: Quadro 85.1 Características das síndromes poliglandulares autoimunes juvenil (SPA I) e do adulto (SPA II a IV).
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passage: Quadro 80.4 Causas de hipocalcemia.
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passage: Os objetivos da cirurgia incluem redu-ção do tamanho dos lábios e manutenção da anatomia vulvar normal. Os primeiros pro-cedimentos de redução envolviam excisão anteroposterior ao longo da base dos lábios e reaproximação das margens cirúrgicas. As desvantagens dessa abordagem incluem contraste marcante de coloração na linha da sutura, onde a superfície externa dos pequenos lábios, mais escura, destoa da su-perfície interna, mais clara. Além disso, com frequência a margem dos pequenos lábios é substituída por uma linha de sutura rígida. Para reduzir esses efeitos, técnicas alterna-tivas incorporaram incisões em cunha, em Z ou em W (Alter, 1998; Giraldo, 2004; Maas, 2000).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoA cirurgia redutora dos pequenos lábios é um meio seguro e efetivo para remoção de excesso de tecido labial. Assim como para qualquer procedimento estético, as mulheres que bus-cam essa correção devem ter expectativas rea-listas quanto a tamanho, formato e coloração finais. Complicações da incisão, como hema-toma, celulite ou deiscência, são raras, porém devem ser discutidas durante a consulta. Da mesma forma, a dispareunia pós-cirúrgica é rara, porém deve ser mencionada no processo de consentimento.
■ Preparação da pacienteNão há necessidade de antibioticoterapia pro-filática nem de qualquer preparo pré-operató-rio específico.
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passage: 9Sá MF, Benetti-Pinto CL.
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passage: Quadro 85.1 Características das síndromes poliglandulares autoimunes juvenil (SPA I) e do adulto (SPA II a IV).
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passage: Metaplasia escamosaO aumento nos níveis de estrogênio na puberdade leva a au-mento das reservas de glicogênio no epitélio escamoso não que-ratinizado do TGI. O glicogênio é fonte de carboidrato para ABFIGURA 29-2 Lesões benignas do trato genital inferior. A. O condiloma tende a ser multifocal, assimétrico e com múltiplas projeções papila-res a partir de uma base única. B . A micropapilomatose labial é uma variação anatômica normal da vulva encontrada na face interna dos pequenos lábios e segmento inferior da vagina. Diferentemente do con-diloma, as projeções são uniformes em tamanho e forma e cada uma emerge de sua própria base de fixação.
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passage: Quadro 80.4 Causas de hipocalcemia.
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passage: Os objetivos da cirurgia incluem redu-ção do tamanho dos lábios e manutenção da anatomia vulvar normal. Os primeiros pro-cedimentos de redução envolviam excisão anteroposterior ao longo da base dos lábios e reaproximação das margens cirúrgicas. As desvantagens dessa abordagem incluem contraste marcante de coloração na linha da sutura, onde a superfície externa dos pequenos lábios, mais escura, destoa da su-perfície interna, mais clara. Além disso, com frequência a margem dos pequenos lábios é substituída por uma linha de sutura rígida. Para reduzir esses efeitos, técnicas alterna-tivas incorporaram incisões em cunha, em Z ou em W (Alter, 1998; Giraldo, 2004; Maas, 2000).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoA cirurgia redutora dos pequenos lábios é um meio seguro e efetivo para remoção de excesso de tecido labial. Assim como para qualquer procedimento estético, as mulheres que bus-cam essa correção devem ter expectativas rea-listas quanto a tamanho, formato e coloração finais. Complicações da incisão, como hema-toma, celulite ou deiscência, são raras, porém devem ser discutidas durante a consulta. Da mesma forma, a dispareunia pós-cirúrgica é rara, porém deve ser mencionada no processo de consentimento.
■ Preparação da pacienteNão há necessidade de antibioticoterapia pro-filática nem de qualquer preparo pré-operató-rio específico.
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passage: 9Sá MF, Benetti-Pinto CL.
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passage: Quadro 85.1 Características das síndromes poliglandulares autoimunes juvenil (SPA I) e do adulto (SPA II a IV).
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passage: Metaplasia escamosaO aumento nos níveis de estrogênio na puberdade leva a au-mento das reservas de glicogênio no epitélio escamoso não que-ratinizado do TGI. O glicogênio é fonte de carboidrato para ABFIGURA 29-2 Lesões benignas do trato genital inferior. A. O condiloma tende a ser multifocal, assimétrico e com múltiplas projeções papila-res a partir de uma base única. B . A micropapilomatose labial é uma variação anatômica normal da vulva encontrada na face interna dos pequenos lábios e segmento inferior da vagina. Diferentemente do con-diloma, as projeções são uniformes em tamanho e forma e cada uma emerge de sua própria base de fixação.
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passage: paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/9788579671241-por.pdf?sequence=1&isAllowed=y(3)Continuação.
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passage: Quadro 80.4 Causas de hipocalcemia.
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passage: Os objetivos da cirurgia incluem redu-ção do tamanho dos lábios e manutenção da anatomia vulvar normal. Os primeiros pro-cedimentos de redução envolviam excisão anteroposterior ao longo da base dos lábios e reaproximação das margens cirúrgicas. As desvantagens dessa abordagem incluem contraste marcante de coloração na linha da sutura, onde a superfície externa dos pequenos lábios, mais escura, destoa da su-perfície interna, mais clara. Além disso, com frequência a margem dos pequenos lábios é substituída por uma linha de sutura rígida. Para reduzir esses efeitos, técnicas alterna-tivas incorporaram incisões em cunha, em Z ou em W (Alter, 1998; Giraldo, 2004; Maas, 2000).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoA cirurgia redutora dos pequenos lábios é um meio seguro e efetivo para remoção de excesso de tecido labial. Assim como para qualquer procedimento estético, as mulheres que bus-cam essa correção devem ter expectativas rea-listas quanto a tamanho, formato e coloração finais. Complicações da incisão, como hema-toma, celulite ou deiscência, são raras, porém devem ser discutidas durante a consulta. Da mesma forma, a dispareunia pós-cirúrgica é rara, porém deve ser mencionada no processo de consentimento.
■ Preparação da pacienteNão há necessidade de antibioticoterapia pro-filática nem de qualquer preparo pré-operató-rio específico.
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passage: 9Sá MF, Benetti-Pinto CL.
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passage: Quadro 85.1 Características das síndromes poliglandulares autoimunes juvenil (SPA I) e do adulto (SPA II a IV).
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passage: Metaplasia escamosaO aumento nos níveis de estrogênio na puberdade leva a au-mento das reservas de glicogênio no epitélio escamoso não que-ratinizado do TGI. O glicogênio é fonte de carboidrato para ABFIGURA 29-2 Lesões benignas do trato genital inferior. A. O condiloma tende a ser multifocal, assimétrico e com múltiplas projeções papila-res a partir de uma base única. B . A micropapilomatose labial é uma variação anatômica normal da vulva encontrada na face interna dos pequenos lábios e segmento inferior da vagina. Diferentemente do con-diloma, as projeções são uniformes em tamanho e forma e cada uma emerge de sua própria base de fixação.
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passage: paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/9788579671241-por.pdf?sequence=1&isAllowed=y(3)Continuação.
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passage: . No entanto, após o parto, o dermatologista pode indicar a realização de esfoliação da pele para clarear a região mais facilmente e de forma mais rápida, uma vez que a esfoliação promove a renovação celular. Além disso, como a linha nigra está diretamente relacionada com alterações hormonais, o dermatologista também pode indicar o uso de ácido fólico, que ajuda a regular o aumento da produção do hormônio relacionado com a melanina, evitando que a linha nigra fique mais escura ou que demore mais para desaparecer após o parto. Veja mais sobre o ácido fólico.
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passage: Quadro 80.4 Causas de hipocalcemia.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Os objetivos da cirurgia incluem redu-ção do tamanho dos lábios e manutenção da anatomia vulvar normal. Os primeiros pro-cedimentos de redução envolviam excisão anteroposterior ao longo da base dos lábios e reaproximação das margens cirúrgicas. As desvantagens dessa abordagem incluem contraste marcante de coloração na linha da sutura, onde a superfície externa dos pequenos lábios, mais escura, destoa da su-perfície interna, mais clara. Além disso, com frequência a margem dos pequenos lábios é substituída por uma linha de sutura rígida. Para reduzir esses efeitos, técnicas alterna-tivas incorporaram incisões em cunha, em Z ou em W (Alter, 1998; Giraldo, 2004; Maas, 2000).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoA cirurgia redutora dos pequenos lábios é um meio seguro e efetivo para remoção de excesso de tecido labial. Assim como para qualquer procedimento estético, as mulheres que bus-cam essa correção devem ter expectativas rea-listas quanto a tamanho, formato e coloração finais. Complicações da incisão, como hema-toma, celulite ou deiscência, são raras, porém devem ser discutidas durante a consulta. Da mesma forma, a dispareunia pós-cirúrgica é rara, porém deve ser mencionada no processo de consentimento.
■ Preparação da pacienteNão há necessidade de antibioticoterapia pro-filática nem de qualquer preparo pré-operató-rio específico.
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passage: 9Sá MF, Benetti-Pinto CL.
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passage: Quadro 85.1 Características das síndromes poliglandulares autoimunes juvenil (SPA I) e do adulto (SPA II a IV).
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passage: Metaplasia escamosaO aumento nos níveis de estrogênio na puberdade leva a au-mento das reservas de glicogênio no epitélio escamoso não que-ratinizado do TGI. O glicogênio é fonte de carboidrato para ABFIGURA 29-2 Lesões benignas do trato genital inferior. A. O condiloma tende a ser multifocal, assimétrico e com múltiplas projeções papila-res a partir de uma base única. B . A micropapilomatose labial é uma variação anatômica normal da vulva encontrada na face interna dos pequenos lábios e segmento inferior da vagina. Diferentemente do con-diloma, as projeções são uniformes em tamanho e forma e cada uma emerge de sua própria base de fixação.
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passage: paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/9788579671241-por.pdf?sequence=1&isAllowed=y(3)Continuação.
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passage: . No entanto, após o parto, o dermatologista pode indicar a realização de esfoliação da pele para clarear a região mais facilmente e de forma mais rápida, uma vez que a esfoliação promove a renovação celular. Além disso, como a linha nigra está diretamente relacionada com alterações hormonais, o dermatologista também pode indicar o uso de ácido fólico, que ajuda a regular o aumento da produção do hormônio relacionado com a melanina, evitando que a linha nigra fique mais escura ou que demore mais para desaparecer após o parto. Veja mais sobre o ácido fólico.
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passage: A maior parte doscasos de fenda labial, com ou sem fenda palatina, é causada por uma combinação de fatores genéticos eambientais (herança multifatorial; Capítulo 20).
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
52 de 54 29/04/2016 12:26A mãe de um menino de 2 anos de idade consultou seu pediatra sobre uma eliminação intermitente de materialmucoide a partir de uma pequena abertura no lado do pescoço do menino. Havia também extenso rubor einchaço no terço inferior de seu pescoço imediatamente anterior ao músculo esternocleidomastóideo.
✹ Qual é o diagnóstico mais provável?✹ Qual é a base embriológica provável para essa eliminação mucoide intermitente?✹ Discutir a causa dessa anomalia congênita.
Caso 9-2Durante uma tireoidectomia subtotal, o cirurgião localizou apenas uma glândula paratireoide inferior.
✹ Onde poderia estar localizada a outra?✹ Qual é a base embriológica para a localização ectópica desta glândula?Caso 9-3Uma mulher jovem consultou seu médico sobre um inchaço na parte anterior de seu pescoço, imediatamenteinferior ao osso hioide.
✹ Que tipo de cisto é este?✹ Eles estão sempre no plano mediano?✹ Discuta a base embriológica desse cisto.
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passage: Quadro 80.4 Causas de hipocalcemia.
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passage: . Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Calcular
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passage: Os objetivos da cirurgia incluem redu-ção do tamanho dos lábios e manutenção da anatomia vulvar normal. Os primeiros pro-cedimentos de redução envolviam excisão anteroposterior ao longo da base dos lábios e reaproximação das margens cirúrgicas. As desvantagens dessa abordagem incluem contraste marcante de coloração na linha da sutura, onde a superfície externa dos pequenos lábios, mais escura, destoa da su-perfície interna, mais clara. Além disso, com frequência a margem dos pequenos lábios é substituída por uma linha de sutura rígida. Para reduzir esses efeitos, técnicas alterna-tivas incorporaram incisões em cunha, em Z ou em W (Alter, 1998; Giraldo, 2004; Maas, 2000).
PRÉ-OPERATÓRIO ■ ConsentimentoA cirurgia redutora dos pequenos lábios é um meio seguro e efetivo para remoção de excesso de tecido labial. Assim como para qualquer procedimento estético, as mulheres que bus-cam essa correção devem ter expectativas rea-listas quanto a tamanho, formato e coloração finais. Complicações da incisão, como hema-toma, celulite ou deiscência, são raras, porém devem ser discutidas durante a consulta. Da mesma forma, a dispareunia pós-cirúrgica é rara, porém deve ser mencionada no processo de consentimento.
■ Preparação da pacienteNão há necessidade de antibioticoterapia pro-filática nem de qualquer preparo pré-operató-rio específico.
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passage: 9Sá MF, Benetti-Pinto CL.
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passage: Quadro 85.1 Características das síndromes poliglandulares autoimunes juvenil (SPA I) e do adulto (SPA II a IV).
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passage: Metaplasia escamosaO aumento nos níveis de estrogênio na puberdade leva a au-mento das reservas de glicogênio no epitélio escamoso não que-ratinizado do TGI. O glicogênio é fonte de carboidrato para ABFIGURA 29-2 Lesões benignas do trato genital inferior. A. O condiloma tende a ser multifocal, assimétrico e com múltiplas projeções papila-res a partir de uma base única. B . A micropapilomatose labial é uma variação anatômica normal da vulva encontrada na face interna dos pequenos lábios e segmento inferior da vagina. Diferentemente do con-diloma, as projeções são uniformes em tamanho e forma e cada uma emerge de sua própria base de fixação.
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passage: paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/9788579671241-por.pdf?sequence=1&isAllowed=y(3)Continuação.
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passage: . No entanto, após o parto, o dermatologista pode indicar a realização de esfoliação da pele para clarear a região mais facilmente e de forma mais rápida, uma vez que a esfoliação promove a renovação celular. Além disso, como a linha nigra está diretamente relacionada com alterações hormonais, o dermatologista também pode indicar o uso de ácido fólico, que ajuda a regular o aumento da produção do hormônio relacionado com a melanina, evitando que a linha nigra fique mais escura ou que demore mais para desaparecer após o parto. Veja mais sobre o ácido fólico.
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passage: A maior parte doscasos de fenda labial, com ou sem fenda palatina, é causada por uma combinação de fatores genéticos eambientais (herança multifatorial; Capítulo 20).
Embriologia Clínicahttps://www.evolution.com.br/contentresolver/epub/76192/OEBPS/xht...
52 de 54 29/04/2016 12:26A mãe de um menino de 2 anos de idade consultou seu pediatra sobre uma eliminação intermitente de materialmucoide a partir de uma pequena abertura no lado do pescoço do menino. Havia também extenso rubor einchaço no terço inferior de seu pescoço imediatamente anterior ao músculo esternocleidomastóideo.
✹ Qual é o diagnóstico mais provável?✹ Qual é a base embriológica provável para essa eliminação mucoide intermitente?✹ Discutir a causa dessa anomalia congênita.
Caso 9-2Durante uma tireoidectomia subtotal, o cirurgião localizou apenas uma glândula paratireoide inferior.
✹ Onde poderia estar localizada a outra?✹ Qual é a base embriológica para a localização ectópica desta glândula?Caso 9-3Uma mulher jovem consultou seu médico sobre um inchaço na parte anterior de seu pescoço, imediatamenteinferior ao osso hioide.
✹ Que tipo de cisto é este?✹ Eles estão sempre no plano mediano?✹ Discuta a base embriológica desse cisto.
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passage: ✹ Que tipo de cisto é este?✹ Eles estão sempre no plano mediano?✹ Discuta a base embriológica desse cisto.
✹ Qual outra condição poderia ser confundida com esse inchaço?Caso 9-4Um recém-nascido do sexo masculino apresenta uma fenda labial unilateral que se estende para o nariz eatravés do processo alveolar de sua maxila.
✹ Os termos lábio leporino e fenda labial são sinônimos?✹ Qual é a base embriológica desse defeito congênito?✹ Nenhum dos pais apresentava fenda labial ou fenda palatina. É provável o envolvimento de fatoresgenéticos?✹ Estes defeitos são mais comuns no sexo masculino?✹ Qual é a chance da próxima criança apresentar uma fenda labial?Caso 9-5Uma mãe com epilepsia que foi tratada com um medicamente anticonvulsivante durante a gravidez deu à luz auma criança com fenda labial e palatina.
✹ Há evidências indicando que esses medicamentos aumentam a incidência desses defeitos congênitos?✹ Discuta as causas desses dois defeitos congênitos.
A discussão desses problemas é apresentada no Apêndice na parte final deste livro.
Bibliografia e leituras sugeridasAbbo , B. D. The etiology of cleft palate: a 50-year search for mechanistic and molecular understanding. Birth Defects Res BDev Reprod Toxicol. 2010; 89:266.
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Boa noite! Entendo sua preocupação com o escurecimento dos pequenos lábios. É uma queixa comum e existem diversos fatores que podem contribuir para essa alteração na coloração.
Primeiramente, é importante saber que a cor dos pequenos lábios varia muito de mulher para mulher. A genética desempenha um papel fundamental, assim como acontece com a cor da pele e dos cabelos. Algumas mulheres têm naturalmente os pequenos lábios mais claros, enquanto outras os têm mais escuros.
Além da genética, as alterações hormonais, como as que ocorrem na puberdade, durante a gravidez ou com o uso de anticoncepcionais hormonais, podem influenciar na pigmentação da região genital. A produção de estrogênio, por exemplo, pode aumentar as reservas de glicogênio no epitélio escamoso, como vimos em alguns estudos, e isso pode influenciar na coloração da pele.
Outro fator que pode contribuir é a fricção constante, seja por roupas muito apertadas, atividades físicas ou mesmo durante a relação sexual. Essa fricção pode levar a um processo inflamatório crônico, que, por sua vez, pode estimular a produção de melanina, o pigmento que dá cor à pele.
Quanto à possibilidade de voltar à cor original, isso depende muito da causa do escurecimento. Se a causa for genética ou hormonal, a mudança pode ser permanente, e tratamentos para clarear a região podem não ser totalmente eficazes. Se a causa for fricção, evitar roupas apertadas e usar produtos que diminuam o atrito podem ajudar a clarear a região com o tempo.
Existem alguns procedimentos estéticos que prometem clarear a região genital, como cremes clareadores, peelings químicos e laser. No entanto, é importante ter cautela ao optar por esses procedimentos, pois eles podem causar irritação, sensibilidade e até mesmo manchas na pele. É fundamental procurar um profissional qualificado e experiente para avaliar o seu caso e indicar o tratamento mais adequado, se for o caso.
É importante ressaltar que a cor dos pequenos lábios não afeta a saúde ou a função sexual da mulher. O mais importante é se sentir confortável e confiante com o próprio corpo. Se o escurecimento dos pequenos lábios estiver causando desconforto ou insegurança, podemos conversar sobre as opções de tratamento disponíveis e avaliar qual é a melhor para você, sempre com expectativas realistas sobre os resultados. A cirurgia redutora dos pequenos lábios pode ser considerada em alguns casos, mas é essencial discutir os riscos e benefícios do procedimento, como possíveis complicações e a importância de manter expectativas realistas quanto ao resultado final.
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Depois de uma gravidez ectópica com a retirada da trompa direita, qual é o tempo necessário para uma nova tentativa?
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Olá, é importante que você seja avaliada quanto à possível causa desta gravidez ectópica, para evitar problemas futuros. Normalmente, após a liberação do ponto de vista cirúrgico, que será feita pelo cirurgião, e na ausência de qualquer outra alteração clínica, você poderá ser liberada para uma nova gestação. Converse com o seu ginecologista para uma avaliação clínica e orientações adequadas ao seu caso.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Em qualquer dos casos, o bebê não pode sobreviver e o embrião deverá ser completamente removido, não podendo ser implantado dentro do útero. Quando os remédios são indicados O médico pode decidir pelo uso de remédios como metotrexato 50 mg, em forma de injeção quando a gravidez ectópica é descoberta antes das 8 semanas de gestação, a mulher não apresenta rompimento da trompa, o saco gestacional tem menos de 5 cm, o exame Beta HCG é inferior a 2.000 mUI/ml e o coração do embrião não está batendo. Nesse caso a mulher toma 1 dose desse medicamento e após 7 dias deve realizar um novo Beta HCG, até que este seja indetectável. Se o médico achar mais seguro, pode indicar mais 1 dose deste mesmo medicamento para se certificar de que o problema está solucionado. O Beta HCG deve ser repetido em 24 horas e depois a cada 48 horas para verificar se está baixando gradualmente. Durante este tratamento que pode durar até 3 semanas é recomendado: Não fazer o exame de toque vaginal porque pode causar ruptura dos tecidos; Não ter contato íntimo; Evitar a exposição ao sol porque o remédio pode manchar a pele; Não tomar anti-inflamatórios devido o risco de anemia e problemas gastrointestinais relacionados ao remédio
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Em qualquer dos casos, o bebê não pode sobreviver e o embrião deverá ser completamente removido, não podendo ser implantado dentro do útero. Quando os remédios são indicados O médico pode decidir pelo uso de remédios como metotrexato 50 mg, em forma de injeção quando a gravidez ectópica é descoberta antes das 8 semanas de gestação, a mulher não apresenta rompimento da trompa, o saco gestacional tem menos de 5 cm, o exame Beta HCG é inferior a 2.000 mUI/ml e o coração do embrião não está batendo. Nesse caso a mulher toma 1 dose desse medicamento e após 7 dias deve realizar um novo Beta HCG, até que este seja indetectável. Se o médico achar mais seguro, pode indicar mais 1 dose deste mesmo medicamento para se certificar de que o problema está solucionado. O Beta HCG deve ser repetido em 24 horas e depois a cada 48 horas para verificar se está baixando gradualmente. Durante este tratamento que pode durar até 3 semanas é recomendado: Não fazer o exame de toque vaginal porque pode causar ruptura dos tecidos; Não ter contato íntimo; Evitar a exposição ao sol porque o remédio pode manchar a pele; Não tomar anti-inflamatórios devido o risco de anemia e problemas gastrointestinais relacionados ao remédio
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias.
■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Em qualquer dos casos, o bebê não pode sobreviver e o embrião deverá ser completamente removido, não podendo ser implantado dentro do útero. Quando os remédios são indicados O médico pode decidir pelo uso de remédios como metotrexato 50 mg, em forma de injeção quando a gravidez ectópica é descoberta antes das 8 semanas de gestação, a mulher não apresenta rompimento da trompa, o saco gestacional tem menos de 5 cm, o exame Beta HCG é inferior a 2.000 mUI/ml e o coração do embrião não está batendo. Nesse caso a mulher toma 1 dose desse medicamento e após 7 dias deve realizar um novo Beta HCG, até que este seja indetectável. Se o médico achar mais seguro, pode indicar mais 1 dose deste mesmo medicamento para se certificar de que o problema está solucionado. O Beta HCG deve ser repetido em 24 horas e depois a cada 48 horas para verificar se está baixando gradualmente. Durante este tratamento que pode durar até 3 semanas é recomendado: Não fazer o exame de toque vaginal porque pode causar ruptura dos tecidos; Não ter contato íntimo; Evitar a exposição ao sol porque o remédio pode manchar a pele; Não tomar anti-inflamatórios devido o risco de anemia e problemas gastrointestinais relacionados ao remédio
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias.
■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez.
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passage: . Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Em qualquer dos casos, o bebê não pode sobreviver e o embrião deverá ser completamente removido, não podendo ser implantado dentro do útero. Quando os remédios são indicados O médico pode decidir pelo uso de remédios como metotrexato 50 mg, em forma de injeção quando a gravidez ectópica é descoberta antes das 8 semanas de gestação, a mulher não apresenta rompimento da trompa, o saco gestacional tem menos de 5 cm, o exame Beta HCG é inferior a 2.000 mUI/ml e o coração do embrião não está batendo. Nesse caso a mulher toma 1 dose desse medicamento e após 7 dias deve realizar um novo Beta HCG, até que este seja indetectável. Se o médico achar mais seguro, pode indicar mais 1 dose deste mesmo medicamento para se certificar de que o problema está solucionado. O Beta HCG deve ser repetido em 24 horas e depois a cada 48 horas para verificar se está baixando gradualmente. Durante este tratamento que pode durar até 3 semanas é recomendado: Não fazer o exame de toque vaginal porque pode causar ruptura dos tecidos; Não ter contato íntimo; Evitar a exposição ao sol porque o remédio pode manchar a pele; Não tomar anti-inflamatórios devido o risco de anemia e problemas gastrointestinais relacionados ao remédio
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias.
■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez.
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passage: . Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias
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passage: Como engravidar depois de uma Gravidez Tubária Para engravidar novamente depois de uma gravidez tubária é aconselhado esperar cerca de 4 meses se o tratamento foi realizado com medicamentos ou curetagem, e 6 meses em caso de ter sido realizada uma cirurgia abdominal. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico A gravidez tubária é caracterizada pela implantação do embrião fora do útero, sendo o local mais comum de implantação as Trompas de Falópio. Essa condição também é conhecida como gravidez ectópica e geralmente é identificada quando a mulher apresenta sintomas como dor abdominal aguda e sangramento, mas o médico pode descobrir que se trata de uma gravidez tubária ao realizar a ultrassonografia. É mais difícil engravidar depois da gravidez tubária? Algumas mulheres podem encontrar alguma dificuldade para engravidar novamente depois de ter tido uma gravidez ectópica, especialmente se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada durante a remoção do embrião. Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Em qualquer dos casos, o bebê não pode sobreviver e o embrião deverá ser completamente removido, não podendo ser implantado dentro do útero. Quando os remédios são indicados O médico pode decidir pelo uso de remédios como metotrexato 50 mg, em forma de injeção quando a gravidez ectópica é descoberta antes das 8 semanas de gestação, a mulher não apresenta rompimento da trompa, o saco gestacional tem menos de 5 cm, o exame Beta HCG é inferior a 2.000 mUI/ml e o coração do embrião não está batendo. Nesse caso a mulher toma 1 dose desse medicamento e após 7 dias deve realizar um novo Beta HCG, até que este seja indetectável. Se o médico achar mais seguro, pode indicar mais 1 dose deste mesmo medicamento para se certificar de que o problema está solucionado. O Beta HCG deve ser repetido em 24 horas e depois a cada 48 horas para verificar se está baixando gradualmente. Durante este tratamento que pode durar até 3 semanas é recomendado: Não fazer o exame de toque vaginal porque pode causar ruptura dos tecidos; Não ter contato íntimo; Evitar a exposição ao sol porque o remédio pode manchar a pele; Não tomar anti-inflamatórios devido o risco de anemia e problemas gastrointestinais relacionados ao remédio
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias.
■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez.
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passage: . Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias
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passage: Como engravidar depois de uma Gravidez Tubária Para engravidar novamente depois de uma gravidez tubária é aconselhado esperar cerca de 4 meses se o tratamento foi realizado com medicamentos ou curetagem, e 6 meses em caso de ter sido realizada uma cirurgia abdominal. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico A gravidez tubária é caracterizada pela implantação do embrião fora do útero, sendo o local mais comum de implantação as Trompas de Falópio. Essa condição também é conhecida como gravidez ectópica e geralmente é identificada quando a mulher apresenta sintomas como dor abdominal aguda e sangramento, mas o médico pode descobrir que se trata de uma gravidez tubária ao realizar a ultrassonografia. É mais difícil engravidar depois da gravidez tubária? Algumas mulheres podem encontrar alguma dificuldade para engravidar novamente depois de ter tido uma gravidez ectópica, especialmente se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada durante a remoção do embrião. Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo
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passage: . Veja também outras causas de cólica na gravidez. O teste de gravidez de farmácia consegue detectar que a mulher está grávida, mas não é possível saber se é gravidez ectópica, sendo necessário realizar um exame de ultrassom para verificar exatamente onde o bebê está localizado. Como a gravidez ectópica pode se tornar rota antes das 12ª semana de gestação, não dá tempo para a barriga começar a crescer, de forma suficiente para ser notada por outras pessoas. Saiba como identificar os sinais e sintomas de gravidez ectópica. Tratamentos para gravidez ectópica O tratamento para gravidez ectópica pode ser feito através do uso do medicamento metotrexato, que induz o aborto, ou por meio de cirurgia para retirada do embrião e reconstrução da trompa. Quando a cirurgia é indicada A cirurgia para retirada do embrião, pode ser feita por laparostomia ou cirurgia aberta, e é indicada quando o embrião tem mais de 4 cm de diâmetro, o exame Beta HCG tem mais de superior a 5000 mUI/ml ou quando há evidências de ruptura da trompa, o que coloca em risco a vida da mulher. Em qualquer dos casos, o bebê não pode sobreviver e o embrião deverá ser completamente removido, não podendo ser implantado dentro do útero
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Em qualquer dos casos, o bebê não pode sobreviver e o embrião deverá ser completamente removido, não podendo ser implantado dentro do útero. Quando os remédios são indicados O médico pode decidir pelo uso de remédios como metotrexato 50 mg, em forma de injeção quando a gravidez ectópica é descoberta antes das 8 semanas de gestação, a mulher não apresenta rompimento da trompa, o saco gestacional tem menos de 5 cm, o exame Beta HCG é inferior a 2.000 mUI/ml e o coração do embrião não está batendo. Nesse caso a mulher toma 1 dose desse medicamento e após 7 dias deve realizar um novo Beta HCG, até que este seja indetectável. Se o médico achar mais seguro, pode indicar mais 1 dose deste mesmo medicamento para se certificar de que o problema está solucionado. O Beta HCG deve ser repetido em 24 horas e depois a cada 48 horas para verificar se está baixando gradualmente. Durante este tratamento que pode durar até 3 semanas é recomendado: Não fazer o exame de toque vaginal porque pode causar ruptura dos tecidos; Não ter contato íntimo; Evitar a exposição ao sol porque o remédio pode manchar a pele; Não tomar anti-inflamatórios devido o risco de anemia e problemas gastrointestinais relacionados ao remédio
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias.
■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez.
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passage: . Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias
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passage: Como engravidar depois de uma Gravidez Tubária Para engravidar novamente depois de uma gravidez tubária é aconselhado esperar cerca de 4 meses se o tratamento foi realizado com medicamentos ou curetagem, e 6 meses em caso de ter sido realizada uma cirurgia abdominal. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico A gravidez tubária é caracterizada pela implantação do embrião fora do útero, sendo o local mais comum de implantação as Trompas de Falópio. Essa condição também é conhecida como gravidez ectópica e geralmente é identificada quando a mulher apresenta sintomas como dor abdominal aguda e sangramento, mas o médico pode descobrir que se trata de uma gravidez tubária ao realizar a ultrassonografia. É mais difícil engravidar depois da gravidez tubária? Algumas mulheres podem encontrar alguma dificuldade para engravidar novamente depois de ter tido uma gravidez ectópica, especialmente se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada durante a remoção do embrião. Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo
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passage: . Veja também outras causas de cólica na gravidez. O teste de gravidez de farmácia consegue detectar que a mulher está grávida, mas não é possível saber se é gravidez ectópica, sendo necessário realizar um exame de ultrassom para verificar exatamente onde o bebê está localizado. Como a gravidez ectópica pode se tornar rota antes das 12ª semana de gestação, não dá tempo para a barriga começar a crescer, de forma suficiente para ser notada por outras pessoas. Saiba como identificar os sinais e sintomas de gravidez ectópica. Tratamentos para gravidez ectópica O tratamento para gravidez ectópica pode ser feito através do uso do medicamento metotrexato, que induz o aborto, ou por meio de cirurgia para retirada do embrião e reconstrução da trompa. Quando a cirurgia é indicada A cirurgia para retirada do embrião, pode ser feita por laparostomia ou cirurgia aberta, e é indicada quando o embrião tem mais de 4 cm de diâmetro, o exame Beta HCG tem mais de superior a 5000 mUI/ml ou quando há evidências de ruptura da trompa, o que coloca em risco a vida da mulher. Em qualquer dos casos, o bebê não pode sobreviver e o embrião deverá ser completamente removido, não podendo ser implantado dentro do útero
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passage: A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por via endoscópica.
FIGURA 42-4.4 Excisão do segmento tubário.
Hoffman_42.indd 1130 03/10/13 17:57apostilasmedicina@hotmail.com42-5Salpingostomia laparoscópicaNo tratamento cirúrgico da gravidez ectópi-ca, dentre os objetivos estão suporte hemo-dinâmico, retirada de todo o tecido trofo-blástico, reparo ou excisão da tuba atingida e preservação da fertilidade, quando desejada. Para as pacientes com gravidez ectópica, a salpingostomia linear laringoscópica ofere-ce as vantagens cirúrgicas da laparoscopia, além da oportunidade de manter a fertilidade com preservação da tuba atingida (Cap. 7, p. 211). Consequentemente, essa abordagem é considerada como primeira linha de trata-mento cirúrgico para mulheres com istmo íntegro ou gestação ectópica na ampola que manifestem desejo de engravidar. O sucesso é afetado principalmente pelo volume de san-gramento, capacidade de controlá-lo e grau de lesão tubária.
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Em qualquer dos casos, o bebê não pode sobreviver e o embrião deverá ser completamente removido, não podendo ser implantado dentro do útero. Quando os remédios são indicados O médico pode decidir pelo uso de remédios como metotrexato 50 mg, em forma de injeção quando a gravidez ectópica é descoberta antes das 8 semanas de gestação, a mulher não apresenta rompimento da trompa, o saco gestacional tem menos de 5 cm, o exame Beta HCG é inferior a 2.000 mUI/ml e o coração do embrião não está batendo. Nesse caso a mulher toma 1 dose desse medicamento e após 7 dias deve realizar um novo Beta HCG, até que este seja indetectável. Se o médico achar mais seguro, pode indicar mais 1 dose deste mesmo medicamento para se certificar de que o problema está solucionado. O Beta HCG deve ser repetido em 24 horas e depois a cada 48 horas para verificar se está baixando gradualmente. Durante este tratamento que pode durar até 3 semanas é recomendado: Não fazer o exame de toque vaginal porque pode causar ruptura dos tecidos; Não ter contato íntimo; Evitar a exposição ao sol porque o remédio pode manchar a pele; Não tomar anti-inflamatórios devido o risco de anemia e problemas gastrointestinais relacionados ao remédio
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias.
■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez.
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passage: . Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias
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passage: Como engravidar depois de uma Gravidez Tubária Para engravidar novamente depois de uma gravidez tubária é aconselhado esperar cerca de 4 meses se o tratamento foi realizado com medicamentos ou curetagem, e 6 meses em caso de ter sido realizada uma cirurgia abdominal. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico A gravidez tubária é caracterizada pela implantação do embrião fora do útero, sendo o local mais comum de implantação as Trompas de Falópio. Essa condição também é conhecida como gravidez ectópica e geralmente é identificada quando a mulher apresenta sintomas como dor abdominal aguda e sangramento, mas o médico pode descobrir que se trata de uma gravidez tubária ao realizar a ultrassonografia. É mais difícil engravidar depois da gravidez tubária? Algumas mulheres podem encontrar alguma dificuldade para engravidar novamente depois de ter tido uma gravidez ectópica, especialmente se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada durante a remoção do embrião. Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo
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passage: . Veja também outras causas de cólica na gravidez. O teste de gravidez de farmácia consegue detectar que a mulher está grávida, mas não é possível saber se é gravidez ectópica, sendo necessário realizar um exame de ultrassom para verificar exatamente onde o bebê está localizado. Como a gravidez ectópica pode se tornar rota antes das 12ª semana de gestação, não dá tempo para a barriga começar a crescer, de forma suficiente para ser notada por outras pessoas. Saiba como identificar os sinais e sintomas de gravidez ectópica. Tratamentos para gravidez ectópica O tratamento para gravidez ectópica pode ser feito através do uso do medicamento metotrexato, que induz o aborto, ou por meio de cirurgia para retirada do embrião e reconstrução da trompa. Quando a cirurgia é indicada A cirurgia para retirada do embrião, pode ser feita por laparostomia ou cirurgia aberta, e é indicada quando o embrião tem mais de 4 cm de diâmetro, o exame Beta HCG tem mais de superior a 5000 mUI/ml ou quando há evidências de ruptura da trompa, o que coloca em risco a vida da mulher. Em qualquer dos casos, o bebê não pode sobreviver e o embrião deverá ser completamente removido, não podendo ser implantado dentro do útero
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passage: A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por via endoscópica.
FIGURA 42-4.4 Excisão do segmento tubário.
Hoffman_42.indd 1130 03/10/13 17:57apostilasmedicina@hotmail.com42-5Salpingostomia laparoscópicaNo tratamento cirúrgico da gravidez ectópi-ca, dentre os objetivos estão suporte hemo-dinâmico, retirada de todo o tecido trofo-blástico, reparo ou excisão da tuba atingida e preservação da fertilidade, quando desejada. Para as pacientes com gravidez ectópica, a salpingostomia linear laringoscópica ofere-ce as vantagens cirúrgicas da laparoscopia, além da oportunidade de manter a fertilidade com preservação da tuba atingida (Cap. 7, p. 211). Consequentemente, essa abordagem é considerada como primeira linha de trata-mento cirúrgico para mulheres com istmo íntegro ou gestação ectópica na ampola que manifestem desejo de engravidar. O sucesso é afetado principalmente pelo volume de san-gramento, capacidade de controlá-lo e grau de lesão tubária.
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passage: . Para confirmar o diagnóstico, o médico também solicita exames como Beta hCG, ultrassonografia transvaginal e laparoscopia diagnóstica. Além disso, o médico também pode indicar a realização de ressonância magnética, para descartar outras situações com sintomas parecidos com a gravidez ectópica, como mioma uterino, torção ovariana, apendicite, aborto espontâneo incompleto e doença inflamatória pélvica. Leia também: Ressonância magnética: o que é, para que serve e como é feita tuasaude.com/ressonancia-magnetica Possíveis causas A gravidez ectópica acontece quando um embrião que não consegue se mover através da trompa de Falópio, que é causado por danos neste órgão. Assim, os fatores que aumentam os riscos da gravidez ectópica são: Gravidez ectópica anterior; Endometriose; Infecção sexualmente transmissível; Cirurgia nas trompas de Falópio; Doença inflamatória pélvica; Infertilidade; Tumor. Além disso, mulheres com mais de 35 anos, que fumam, usaram DIU (Dispositivo Intrauterino) ou fizeram fertilização in vitro, apresentam risco aumentado de gravidez ectópica
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Em qualquer dos casos, o bebê não pode sobreviver e o embrião deverá ser completamente removido, não podendo ser implantado dentro do útero. Quando os remédios são indicados O médico pode decidir pelo uso de remédios como metotrexato 50 mg, em forma de injeção quando a gravidez ectópica é descoberta antes das 8 semanas de gestação, a mulher não apresenta rompimento da trompa, o saco gestacional tem menos de 5 cm, o exame Beta HCG é inferior a 2.000 mUI/ml e o coração do embrião não está batendo. Nesse caso a mulher toma 1 dose desse medicamento e após 7 dias deve realizar um novo Beta HCG, até que este seja indetectável. Se o médico achar mais seguro, pode indicar mais 1 dose deste mesmo medicamento para se certificar de que o problema está solucionado. O Beta HCG deve ser repetido em 24 horas e depois a cada 48 horas para verificar se está baixando gradualmente. Durante este tratamento que pode durar até 3 semanas é recomendado: Não fazer o exame de toque vaginal porque pode causar ruptura dos tecidos; Não ter contato íntimo; Evitar a exposição ao sol porque o remédio pode manchar a pele; Não tomar anti-inflamatórios devido o risco de anemia e problemas gastrointestinais relacionados ao remédio
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias.
■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez.
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passage: . Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias
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passage: Como engravidar depois de uma Gravidez Tubária Para engravidar novamente depois de uma gravidez tubária é aconselhado esperar cerca de 4 meses se o tratamento foi realizado com medicamentos ou curetagem, e 6 meses em caso de ter sido realizada uma cirurgia abdominal. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico A gravidez tubária é caracterizada pela implantação do embrião fora do útero, sendo o local mais comum de implantação as Trompas de Falópio. Essa condição também é conhecida como gravidez ectópica e geralmente é identificada quando a mulher apresenta sintomas como dor abdominal aguda e sangramento, mas o médico pode descobrir que se trata de uma gravidez tubária ao realizar a ultrassonografia. É mais difícil engravidar depois da gravidez tubária? Algumas mulheres podem encontrar alguma dificuldade para engravidar novamente depois de ter tido uma gravidez ectópica, especialmente se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada durante a remoção do embrião. Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo
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passage: . Veja também outras causas de cólica na gravidez. O teste de gravidez de farmácia consegue detectar que a mulher está grávida, mas não é possível saber se é gravidez ectópica, sendo necessário realizar um exame de ultrassom para verificar exatamente onde o bebê está localizado. Como a gravidez ectópica pode se tornar rota antes das 12ª semana de gestação, não dá tempo para a barriga começar a crescer, de forma suficiente para ser notada por outras pessoas. Saiba como identificar os sinais e sintomas de gravidez ectópica. Tratamentos para gravidez ectópica O tratamento para gravidez ectópica pode ser feito através do uso do medicamento metotrexato, que induz o aborto, ou por meio de cirurgia para retirada do embrião e reconstrução da trompa. Quando a cirurgia é indicada A cirurgia para retirada do embrião, pode ser feita por laparostomia ou cirurgia aberta, e é indicada quando o embrião tem mais de 4 cm de diâmetro, o exame Beta HCG tem mais de superior a 5000 mUI/ml ou quando há evidências de ruptura da trompa, o que coloca em risco a vida da mulher. Em qualquer dos casos, o bebê não pode sobreviver e o embrião deverá ser completamente removido, não podendo ser implantado dentro do útero
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passage: A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por via endoscópica.
FIGURA 42-4.4 Excisão do segmento tubário.
Hoffman_42.indd 1130 03/10/13 17:57apostilasmedicina@hotmail.com42-5Salpingostomia laparoscópicaNo tratamento cirúrgico da gravidez ectópi-ca, dentre os objetivos estão suporte hemo-dinâmico, retirada de todo o tecido trofo-blástico, reparo ou excisão da tuba atingida e preservação da fertilidade, quando desejada. Para as pacientes com gravidez ectópica, a salpingostomia linear laringoscópica ofere-ce as vantagens cirúrgicas da laparoscopia, além da oportunidade de manter a fertilidade com preservação da tuba atingida (Cap. 7, p. 211). Consequentemente, essa abordagem é considerada como primeira linha de trata-mento cirúrgico para mulheres com istmo íntegro ou gestação ectópica na ampola que manifestem desejo de engravidar. O sucesso é afetado principalmente pelo volume de san-gramento, capacidade de controlá-lo e grau de lesão tubária.
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passage: . Para confirmar o diagnóstico, o médico também solicita exames como Beta hCG, ultrassonografia transvaginal e laparoscopia diagnóstica. Além disso, o médico também pode indicar a realização de ressonância magnética, para descartar outras situações com sintomas parecidos com a gravidez ectópica, como mioma uterino, torção ovariana, apendicite, aborto espontâneo incompleto e doença inflamatória pélvica. Leia também: Ressonância magnética: o que é, para que serve e como é feita tuasaude.com/ressonancia-magnetica Possíveis causas A gravidez ectópica acontece quando um embrião que não consegue se mover através da trompa de Falópio, que é causado por danos neste órgão. Assim, os fatores que aumentam os riscos da gravidez ectópica são: Gravidez ectópica anterior; Endometriose; Infecção sexualmente transmissível; Cirurgia nas trompas de Falópio; Doença inflamatória pélvica; Infertilidade; Tumor. Além disso, mulheres com mais de 35 anos, que fumam, usaram DIU (Dispositivo Intrauterino) ou fizeram fertilização in vitro, apresentam risco aumentado de gravidez ectópica
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passage: . O que fazer: É recomendado ir ao médico para que seja feito um exame de urina para confirmar a infecção urinária e iniciar o tratamento com antibióticos, repouso e ingestão de líquidos. Gravidez ectópica A gravidez ectópica acontece devido ao crescimento do feto fora do útero, sendo mais comum nas trompas e, por isso, pode surgir até às 10 semanas de gestação. A gravidez ectópica normalmente é acompanhada de outros sintomas, como dor abdominal intensa em apenas um lado da barriga e que piora com o movimento, sangramento vaginal, dor durante o contato íntimo, tonturas, náuseas ou vômitos. O que fazer: Em caso de suspeita de gravidez ectópica deve-se ir imediatamente ao pronto-socorro para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado, que geralmente é feito a partir de uma cirurgia para retirada do embrião. Entenda mais sobre como deve ser feito o tratamento para gravidez ectópica. Aborto espontâneo O aborto é uma situação de emergência e que acontece com mais frequência antes das 20 semanas e pode ser percebido por meio da dor abdominal no pé da barriga, sangramento vaginal ou perda de líquidos pela vagina, saída de coágulos ou tecidos, e dor de cabeça. Veja lista completa dos sintomas de aborto
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passage: . O ultrassom pode ser realizado 1 vez por semana para verificar se a massa desapareceu porque ainda que os valores do beta HCG estejam diminuindo ainda existe a possibilidade de ruptura da trompa. É possível engravidar depois da cirurgia? Se as trompas não foram danificadas pela gravidez ectópica, a mulher tem novas chances de voltar a engravidar, mas se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada, as chances de engravidar novamente são muito menores, e se as duas trompas romperam ou estão afetadas, a solução mais viável será a fertilização in vitro. Veja como engravidar após uma gravidez tubária.
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passage: . Em qualquer dos casos, o bebê não pode sobreviver e o embrião deverá ser completamente removido, não podendo ser implantado dentro do útero. Quando os remédios são indicados O médico pode decidir pelo uso de remédios como metotrexato 50 mg, em forma de injeção quando a gravidez ectópica é descoberta antes das 8 semanas de gestação, a mulher não apresenta rompimento da trompa, o saco gestacional tem menos de 5 cm, o exame Beta HCG é inferior a 2.000 mUI/ml e o coração do embrião não está batendo. Nesse caso a mulher toma 1 dose desse medicamento e após 7 dias deve realizar um novo Beta HCG, até que este seja indetectável. Se o médico achar mais seguro, pode indicar mais 1 dose deste mesmo medicamento para se certificar de que o problema está solucionado. O Beta HCG deve ser repetido em 24 horas e depois a cada 48 horas para verificar se está baixando gradualmente. Durante este tratamento que pode durar até 3 semanas é recomendado: Não fazer o exame de toque vaginal porque pode causar ruptura dos tecidos; Não ter contato íntimo; Evitar a exposição ao sol porque o remédio pode manchar a pele; Não tomar anti-inflamatórios devido o risco de anemia e problemas gastrointestinais relacionados ao remédio
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passage: PÓS-OPERATÓRIOAssim como ocorre na maioria das cirurgias laparoscópicas, as pacientes podem retornar à dieta e às atividades físicas de acordo com sua vontade, normalmente em alguns dias.
■ Após gravidez ectópicaSe a salpingectomia tiver sido realizada para gravidez ectópica, as pacientes Rh negativas devem receber 50 a 300 μ g (1.500 UI) de imunoglobulina anti-Rh 0 (D) por via intra-muscular no prazo de 72 horas (Cap. 6, p. 176). Para identificar as pacientes com persis-tência de tecido trofoblástico, deve-se manter monitoramento dos níves séricos de b-hCG até que estejam indetectáveis (Seifer, 1997). Spandorfer e colaboradores (1997) compara-ram os níveis séricos de b -hCG no primeiro dia de pós-operatório com aqueles dosados antes da cirurgia. Os autores observaram per-centagem significativamente menor de per-sistência de tecido trofoblástico nos casos em que o nível de b-hCG caiu mais de 50% e ne-nhum caso quando o nível declinou mais de 77%. Até que os níveis sejam indetectáveis, a paciente deve usar método contraceptivo efi-caz a fim de evitar confusão entre persistência de tecido trofoblástico e nova gravidez.
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passage: . Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo. É possível saber se uma das trompas ainda tem boas condições, havendo chance de engravidar novamente de forma natural, realizando um exame específico chamado histerossalpingografia. Esse exame consiste em colocar uma substância contrastante dentro das tubas, evidenciando assim alguma lesão ou 'entupimento'. Dicas para aumentar as chances de engravidar Se você ainda possui pelo menos uma trompa em boas condições e possui óvulos que ficam maduros ainda tem chance de engravidar. Por isso deve ficar atenta ao seu período fértil, que é quando os óvulos estão maduros e podem ser penetrados pelo espermatozoide. Você pode calcular seu próximo período inserindo seus dados a seguir: Primeiro dia da sua última menstruação: help Erro Quantos dias (em média) dura o seu ciclo menstrual help Erro Calcular Agora que você já sabe quais são os melhores dias para você engravidar, deve investir no contato íntimo nesses dias
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passage: Como engravidar depois de uma Gravidez Tubária Para engravidar novamente depois de uma gravidez tubária é aconselhado esperar cerca de 4 meses se o tratamento foi realizado com medicamentos ou curetagem, e 6 meses em caso de ter sido realizada uma cirurgia abdominal. Encontre um Obstetra perto de você! Parceria com Buscar Médico A gravidez tubária é caracterizada pela implantação do embrião fora do útero, sendo o local mais comum de implantação as Trompas de Falópio. Essa condição também é conhecida como gravidez ectópica e geralmente é identificada quando a mulher apresenta sintomas como dor abdominal aguda e sangramento, mas o médico pode descobrir que se trata de uma gravidez tubária ao realizar a ultrassonografia. É mais difícil engravidar depois da gravidez tubária? Algumas mulheres podem encontrar alguma dificuldade para engravidar novamente depois de ter tido uma gravidez ectópica, especialmente se uma das trompas rompeu ou ficou lesionada durante a remoção do embrião. Já as mulheres que precisaram remover ou lesionaram as duas trompas, não poderão engravidar novamente de forma natural, sendo preciso realizar um tratamento como a fertilização in vitro, por exemplo
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passage: . Veja também outras causas de cólica na gravidez. O teste de gravidez de farmácia consegue detectar que a mulher está grávida, mas não é possível saber se é gravidez ectópica, sendo necessário realizar um exame de ultrassom para verificar exatamente onde o bebê está localizado. Como a gravidez ectópica pode se tornar rota antes das 12ª semana de gestação, não dá tempo para a barriga começar a crescer, de forma suficiente para ser notada por outras pessoas. Saiba como identificar os sinais e sintomas de gravidez ectópica. Tratamentos para gravidez ectópica O tratamento para gravidez ectópica pode ser feito através do uso do medicamento metotrexato, que induz o aborto, ou por meio de cirurgia para retirada do embrião e reconstrução da trompa. Quando a cirurgia é indicada A cirurgia para retirada do embrião, pode ser feita por laparostomia ou cirurgia aberta, e é indicada quando o embrião tem mais de 4 cm de diâmetro, o exame Beta HCG tem mais de superior a 5000 mUI/ml ou quando há evidências de ruptura da trompa, o que coloca em risco a vida da mulher. Em qualquer dos casos, o bebê não pode sobreviver e o embrião deverá ser completamente removido, não podendo ser implantado dentro do útero
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passage: A ovulação pode voltar a ocorrer até duas semanas após o final de gravidez inicial. Por-tanto, os casais que desejarem contracepção de-vem iniciá-la logo após a cirurgia. Finalmente, as paciente devem ser orientadas sobre o risco aumentado de novas gestações ectópicas.
PÓS-OPERATÓRIOFIGURA 42-4.3 Ligadura em alça por via endoscópica.
FIGURA 42-4.4 Excisão do segmento tubário.
Hoffman_42.indd 1130 03/10/13 17:57apostilasmedicina@hotmail.com42-5Salpingostomia laparoscópicaNo tratamento cirúrgico da gravidez ectópi-ca, dentre os objetivos estão suporte hemo-dinâmico, retirada de todo o tecido trofo-blástico, reparo ou excisão da tuba atingida e preservação da fertilidade, quando desejada. Para as pacientes com gravidez ectópica, a salpingostomia linear laringoscópica ofere-ce as vantagens cirúrgicas da laparoscopia, além da oportunidade de manter a fertilidade com preservação da tuba atingida (Cap. 7, p. 211). Consequentemente, essa abordagem é considerada como primeira linha de trata-mento cirúrgico para mulheres com istmo íntegro ou gestação ectópica na ampola que manifestem desejo de engravidar. O sucesso é afetado principalmente pelo volume de san-gramento, capacidade de controlá-lo e grau de lesão tubária.
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passage: . Para confirmar o diagnóstico, o médico também solicita exames como Beta hCG, ultrassonografia transvaginal e laparoscopia diagnóstica. Além disso, o médico também pode indicar a realização de ressonância magnética, para descartar outras situações com sintomas parecidos com a gravidez ectópica, como mioma uterino, torção ovariana, apendicite, aborto espontâneo incompleto e doença inflamatória pélvica. Leia também: Ressonância magnética: o que é, para que serve e como é feita tuasaude.com/ressonancia-magnetica Possíveis causas A gravidez ectópica acontece quando um embrião que não consegue se mover através da trompa de Falópio, que é causado por danos neste órgão. Assim, os fatores que aumentam os riscos da gravidez ectópica são: Gravidez ectópica anterior; Endometriose; Infecção sexualmente transmissível; Cirurgia nas trompas de Falópio; Doença inflamatória pélvica; Infertilidade; Tumor. Além disso, mulheres com mais de 35 anos, que fumam, usaram DIU (Dispositivo Intrauterino) ou fizeram fertilização in vitro, apresentam risco aumentado de gravidez ectópica
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passage: . O que fazer: É recomendado ir ao médico para que seja feito um exame de urina para confirmar a infecção urinária e iniciar o tratamento com antibióticos, repouso e ingestão de líquidos. Gravidez ectópica A gravidez ectópica acontece devido ao crescimento do feto fora do útero, sendo mais comum nas trompas e, por isso, pode surgir até às 10 semanas de gestação. A gravidez ectópica normalmente é acompanhada de outros sintomas, como dor abdominal intensa em apenas um lado da barriga e que piora com o movimento, sangramento vaginal, dor durante o contato íntimo, tonturas, náuseas ou vômitos. O que fazer: Em caso de suspeita de gravidez ectópica deve-se ir imediatamente ao pronto-socorro para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado, que geralmente é feito a partir de uma cirurgia para retirada do embrião. Entenda mais sobre como deve ser feito o tratamento para gravidez ectópica. Aborto espontâneo O aborto é uma situação de emergência e que acontece com mais frequência antes das 20 semanas e pode ser percebido por meio da dor abdominal no pé da barriga, sangramento vaginal ou perda de líquidos pela vagina, saída de coágulos ou tecidos, e dor de cabeça. Veja lista completa dos sintomas de aborto
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passage: . Já quando a trompa de Falópio se rompe, uma condição que é grave, a mulher pode apresentar hemorragia, dor repentina e intensa na parte de baixo da barriga ou abdômen, dor no ombro, fraqueza, tontura e desmaio. Neste caso, deve-se procurar o atendimento de emergência, para iniciar o tratamento médico o mais breve possível. No entanto, é importante ressaltar que nem todas as mulheres com gravidez ectópica apresentam sintomas. assim, essa condição pode ser descoberta somente durante as consultas e exames no pré-natal. Leia também: Pré-natal: o que é, quando começar, consultas e exames tuasaude.com/pre-natal Como saber se é gravidez ectópica A gravidez ectópica é descoberta durante as consultas regulares de pré-natal com o médico obstetra, através da avaliação dos sinais e sintomas, e do histórico de saúde da mulher. Se deseja avaliar o risco de gravidez ectópica, marque uma consulta com o especialista mais perto de você: Parceria com agende sua consulta online Disponível em: São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Pará, Paraná, Sergipe e Ceará. Para confirmar o diagnóstico, o médico também solicita exames como Beta hCG, ultrassonografia transvaginal e laparoscopia diagnóstica
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Olá! Entendo sua preocupação e o desejo de saber o momento ideal para tentar engravidar novamente após uma gravidez ectópica com a retirada da trompa direita. É uma situação delicada, e quero te dar as informações mais precisas e cuidadosas para te ajudar nessa jornada.
De forma geral, a recomendação é aguardar um período de recuperação antes de tentar engravidar novamente. Se o seu tratamento envolveu medicamentos como o metotrexato ou curetagem, o ideal é esperar cerca de 4 meses. Caso tenha passado por cirurgia abdominal para a remoção da trompa, o tempo de espera recomendado é de 6 meses.
Essa espera é importante para que seu corpo se recupere completamente, tanto física quanto emocionalmente. Além disso, aguardar esse período ajuda a garantir que os níveis do hormônio beta HCG, que indicava a gravidez, retornem a zero, o que é fundamental para evitar confusão com uma nova gestação e garantir que não há persistência de tecido trofoblástico.
Durante esse período de espera, é muito importante usar um método contraceptivo eficaz. Isso evita uma nova gravidez enquanto seu corpo se recupera e permite que você se prepare adequadamente para uma gestação saudável no futuro.
Após esse período, e com a liberação do seu médico, você pode tentar engravidar novamente. Como você ainda possui uma trompa, há chances de engravidar naturalmente. É importante estar atenta ao seu período fértil e otimizar as chances de concepção durante esse período. Existem calculadoras online que podem te ajudar a identificar seus dias mais férteis.
Lembre-se que cada caso é único, e a minha recomendação é que você converse abertamente com seu médico. Ele poderá avaliar sua condição específica, considerando seu histórico de saúde, o tipo de tratamento que você recebeu e seus exames, para te dar a orientação mais adequada e personalizada para o seu caso. Além disso, ele pode solicitar um exame chamado histerossalpingografia para avaliar a condição da trompa restante.
Além disso, é importante estar ciente de que, infelizmente, existe um risco aumentado de novas gestações ectópicas após ter tido uma. Por isso, assim que você suspeitar de uma nova gravidez, procure seu médico o mais rápido possível para realizar um ultrassom e confirmar a localização da gestação.
Estou aqui para te apoiar e responder a outras dúvidas que possam surgir. Lembre-se que você não está sozinha e que existem diversas opções e recursos disponíveis para te ajudar a realizar o sonho de ter um bebê.
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23,461
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Como se manifesta o líquido na pelve do homem?
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Os germes que causam a doença inflamatória pélvica (DIP) na mulher podem se manifestar no homem das seguintes formas: secreção uretral e/ou dor e ardor ao urinar. Não espere grandes sinais e sintomas no homem, muito menos líquido na cavidade abdominal. No entanto, se sua parceira tem o diagnóstico de DIP, não fique na dúvida de tomar o mesmo remédio que o médico prescreveu para ela, só porque você não sente nada. Tome a medicação; você provavelmente é um portador assintomático. Se você não tomar as medicações, sua parceira poderá voltar a se infectar com você.
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passage: A maior parte dos laudos de espermograma indica volume de sêmen, pH e presença ou ausência de frutose. Quase 80% do volume de sêmen têm origem nas vesículas seminais. O lí-quido seminal é alcalino e protege o espermatozoide contra a acidez das secreções prostáticas e da vagina. O líquido seminal também fornece frutose como fonte energética dos espermato-zoides. Ausência de frutose ou pH ácido são dados que sugerem algum problema na vesícula seminal ou no ducto ejaculatório.
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passage: A maior parte dos laudos de espermograma indica volume de sêmen, pH e presença ou ausência de frutose. Quase 80% do volume de sêmen têm origem nas vesículas seminais. O lí-quido seminal é alcalino e protege o espermatozoide contra a acidez das secreções prostáticas e da vagina. O líquido seminal também fornece frutose como fonte energética dos espermato-zoides. Ausência de frutose ou pH ácido são dados que sugerem algum problema na vesícula seminal ou no ducto ejaculatório.
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passage: Enquanto isso, outro par de elevações, os tubérculos genitais, se torna visível de cada lado daspregas uretrais. Esses tubérculos formam mais tarde as saliências labioescrotais nos homens (Figura16.33A) e os grandes lábios nas mulheres (Figura 16.35B). Entretanto, no final da sexta semana, éimpossível distinguir entre os dois sexos.
O desenvolvimento da genitália externa no homem está sob a influência de andrógenos secretados pelostestículos fetais e é caracterizado pelo alongamento rápido do tubérculo genital, que agora é chamado defalo (Figura 16.33A). Durante seu alongamento, o falo puxa as pregas uretrais para frente, de modo queelas formam as paredes laterais do sulco uretral. Esse sulco se estende ao longo do aspecto caudal dofalo alongado, mas não chega à sua parte mais distal, a glande. O revestimento epitelial do sulco, que seorigina no endoderma, forma a placa uretral (Figura 16.33B).
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passage: A maior parte dos laudos de espermograma indica volume de sêmen, pH e presença ou ausência de frutose. Quase 80% do volume de sêmen têm origem nas vesículas seminais. O lí-quido seminal é alcalino e protege o espermatozoide contra a acidez das secreções prostáticas e da vagina. O líquido seminal também fornece frutose como fonte energética dos espermato-zoides. Ausência de frutose ou pH ácido são dados que sugerem algum problema na vesícula seminal ou no ducto ejaculatório.
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passage: Enquanto isso, outro par de elevações, os tubérculos genitais, se torna visível de cada lado daspregas uretrais. Esses tubérculos formam mais tarde as saliências labioescrotais nos homens (Figura16.33A) e os grandes lábios nas mulheres (Figura 16.35B). Entretanto, no final da sexta semana, éimpossível distinguir entre os dois sexos.
O desenvolvimento da genitália externa no homem está sob a influência de andrógenos secretados pelostestículos fetais e é caracterizado pelo alongamento rápido do tubérculo genital, que agora é chamado defalo (Figura 16.33A). Durante seu alongamento, o falo puxa as pregas uretrais para frente, de modo queelas formam as paredes laterais do sulco uretral. Esse sulco se estende ao longo do aspecto caudal dofalo alongado, mas não chega à sua parte mais distal, a glande. O revestimento epitelial do sulco, que seorigina no endoderma, forma a placa uretral (Figura 16.33B).
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: A maior parte dos laudos de espermograma indica volume de sêmen, pH e presença ou ausência de frutose. Quase 80% do volume de sêmen têm origem nas vesículas seminais. O lí-quido seminal é alcalino e protege o espermatozoide contra a acidez das secreções prostáticas e da vagina. O líquido seminal também fornece frutose como fonte energética dos espermato-zoides. Ausência de frutose ou pH ácido são dados que sugerem algum problema na vesícula seminal ou no ducto ejaculatório.
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passage: Enquanto isso, outro par de elevações, os tubérculos genitais, se torna visível de cada lado daspregas uretrais. Esses tubérculos formam mais tarde as saliências labioescrotais nos homens (Figura16.33A) e os grandes lábios nas mulheres (Figura 16.35B). Entretanto, no final da sexta semana, éimpossível distinguir entre os dois sexos.
O desenvolvimento da genitália externa no homem está sob a influência de andrógenos secretados pelostestículos fetais e é caracterizado pelo alongamento rápido do tubérculo genital, que agora é chamado defalo (Figura 16.33A). Durante seu alongamento, o falo puxa as pregas uretrais para frente, de modo queelas formam as paredes laterais do sulco uretral. Esse sulco se estende ao longo do aspecto caudal dofalo alongado, mas não chega à sua parte mais distal, a glande. O revestimento epitelial do sulco, que seorigina no endoderma, forma a placa uretral (Figura 16.33B).
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: Se o hímen for do tipo imperfurado, sangue proveniente da descamação endometrial ou muco se acumulam na vagi-na. Durante o período neonatal, é possível haver secreção de volume considerável de muco secundário à estimulação por estradiol materno. O neonato pode apresentar uma massa vo-lumosa, translucente, amarelo-acinzentada no introito vaginal. Esse quadro é denominado hidro/mucocolpo. Em sua maioria, os casos são assintomáticos com resolução quando o muco é reabsorvido e os níveis de estrogênio se reduzem. Contudo, os hidro/mucocolpos muito volumosos podem causar desconfor-to respiratório ou obstruir os ureteres, causando hidronefrose (Breech, 2009).
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passage: A maior parte dos laudos de espermograma indica volume de sêmen, pH e presença ou ausência de frutose. Quase 80% do volume de sêmen têm origem nas vesículas seminais. O lí-quido seminal é alcalino e protege o espermatozoide contra a acidez das secreções prostáticas e da vagina. O líquido seminal também fornece frutose como fonte energética dos espermato-zoides. Ausência de frutose ou pH ácido são dados que sugerem algum problema na vesícula seminal ou no ducto ejaculatório.
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passage: Enquanto isso, outro par de elevações, os tubérculos genitais, se torna visível de cada lado daspregas uretrais. Esses tubérculos formam mais tarde as saliências labioescrotais nos homens (Figura16.33A) e os grandes lábios nas mulheres (Figura 16.35B). Entretanto, no final da sexta semana, éimpossível distinguir entre os dois sexos.
O desenvolvimento da genitália externa no homem está sob a influência de andrógenos secretados pelostestículos fetais e é caracterizado pelo alongamento rápido do tubérculo genital, que agora é chamado defalo (Figura 16.33A). Durante seu alongamento, o falo puxa as pregas uretrais para frente, de modo queelas formam as paredes laterais do sulco uretral. Esse sulco se estende ao longo do aspecto caudal dofalo alongado, mas não chega à sua parte mais distal, a glande. O revestimento epitelial do sulco, que seorigina no endoderma, forma a placa uretral (Figura 16.33B).
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: Se o hímen for do tipo imperfurado, sangue proveniente da descamação endometrial ou muco se acumulam na vagi-na. Durante o período neonatal, é possível haver secreção de volume considerável de muco secundário à estimulação por estradiol materno. O neonato pode apresentar uma massa vo-lumosa, translucente, amarelo-acinzentada no introito vaginal. Esse quadro é denominado hidro/mucocolpo. Em sua maioria, os casos são assintomáticos com resolução quando o muco é reabsorvido e os níveis de estrogênio se reduzem. Contudo, os hidro/mucocolpos muito volumosos podem causar desconfor-to respiratório ou obstruir os ureteres, causando hidronefrose (Breech, 2009).
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passage: As glândulas contêm células colunares que secretam muco claro ou esbranquiçado, com propriedades lubrificantes. Essas glândulas são estimuladas por excitação sexual. A contração do músculo bulbocavernoso, que cobre a superfície externa da glândula, estimula a secreção.
Correlação clínica. A obstrução dos ductos de Bartholin por material proteináceo ou por inflamação causada por infecção pode levar à formação de cistos de tamanhos variados. A in-fecção do cisto pode levar à formação de abscesso que normal-mente deve ser drenado cirurgicamente. Cistos sintomáticos ou recorrentes podem requerer marsupialização ou excisão da glândula.
■ PeríneoO períneo é a área em formato de diamante situada entre as coxas (ver Fig. 38-25). É limitado profundamente pela fáscia inferior do diafragma pélvico e superficialmente pela pele entre as coxas. Os limites anterior, posterior e lateral do períneo são os mesmos do trato de saída do esqueleto pélvico: anterior-mente, a sínfise púbica; anterolateralmente, o ramo isquiopú-bico e a tuberosidade do ísquio; posteriormente, o cóccix; e posterolateralmente, os ligamentos sacrotuberosos. Uma linha arbitrária unindo as tuberosidades do ísquio divide o períneo em triângulo anterior ou urogenital e triângulo posterior ou anal.
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passage: A maior parte dos laudos de espermograma indica volume de sêmen, pH e presença ou ausência de frutose. Quase 80% do volume de sêmen têm origem nas vesículas seminais. O lí-quido seminal é alcalino e protege o espermatozoide contra a acidez das secreções prostáticas e da vagina. O líquido seminal também fornece frutose como fonte energética dos espermato-zoides. Ausência de frutose ou pH ácido são dados que sugerem algum problema na vesícula seminal ou no ducto ejaculatório.
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passage: Enquanto isso, outro par de elevações, os tubérculos genitais, se torna visível de cada lado daspregas uretrais. Esses tubérculos formam mais tarde as saliências labioescrotais nos homens (Figura16.33A) e os grandes lábios nas mulheres (Figura 16.35B). Entretanto, no final da sexta semana, éimpossível distinguir entre os dois sexos.
O desenvolvimento da genitália externa no homem está sob a influência de andrógenos secretados pelostestículos fetais e é caracterizado pelo alongamento rápido do tubérculo genital, que agora é chamado defalo (Figura 16.33A). Durante seu alongamento, o falo puxa as pregas uretrais para frente, de modo queelas formam as paredes laterais do sulco uretral. Esse sulco se estende ao longo do aspecto caudal dofalo alongado, mas não chega à sua parte mais distal, a glande. O revestimento epitelial do sulco, que seorigina no endoderma, forma a placa uretral (Figura 16.33B).
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: Se o hímen for do tipo imperfurado, sangue proveniente da descamação endometrial ou muco se acumulam na vagi-na. Durante o período neonatal, é possível haver secreção de volume considerável de muco secundário à estimulação por estradiol materno. O neonato pode apresentar uma massa vo-lumosa, translucente, amarelo-acinzentada no introito vaginal. Esse quadro é denominado hidro/mucocolpo. Em sua maioria, os casos são assintomáticos com resolução quando o muco é reabsorvido e os níveis de estrogênio se reduzem. Contudo, os hidro/mucocolpos muito volumosos podem causar desconfor-to respiratório ou obstruir os ureteres, causando hidronefrose (Breech, 2009).
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passage: As glândulas contêm células colunares que secretam muco claro ou esbranquiçado, com propriedades lubrificantes. Essas glândulas são estimuladas por excitação sexual. A contração do músculo bulbocavernoso, que cobre a superfície externa da glândula, estimula a secreção.
Correlação clínica. A obstrução dos ductos de Bartholin por material proteináceo ou por inflamação causada por infecção pode levar à formação de cistos de tamanhos variados. A in-fecção do cisto pode levar à formação de abscesso que normal-mente deve ser drenado cirurgicamente. Cistos sintomáticos ou recorrentes podem requerer marsupialização ou excisão da glândula.
■ PeríneoO períneo é a área em formato de diamante situada entre as coxas (ver Fig. 38-25). É limitado profundamente pela fáscia inferior do diafragma pélvico e superficialmente pela pele entre as coxas. Os limites anterior, posterior e lateral do períneo são os mesmos do trato de saída do esqueleto pélvico: anterior-mente, a sínfise púbica; anterolateralmente, o ramo isquiopú-bico e a tuberosidade do ísquio; posteriormente, o cóccix; e posterolateralmente, os ligamentos sacrotuberosos. Uma linha arbitrária unindo as tuberosidades do ísquio divide o períneo em triângulo anterior ou urogenital e triângulo posterior ou anal.
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passage: , 2008). Taislesões são facilmente perceptíveis ao exame especular e aos toques vaginal e retal, sendo este o melhor métodopara avaliação do comprometimento dos paramétrios, que, acometidos, apresentam-se espessados eendurecidos. Em casos nos quais é grande o acometimento parametrial, bilateralmente e atingindo a paredepélvica, percebe-se, ao toque retal, toda a pequena pelve ocupada por massa dura e fixa, sendo impossívelidentificar os órgãos pélvicos. É a chamada pelve congelada.
Na disseminação por extensão direta, o comprometimento do paramétrio pode acompanhar-se de estenoseureteral com hidroureter e hidronefrose, geralmente assintomáticos. A extensão à parede lateral da pelve podecausar dor com irradiação para membros inferiores, assim como seu edema, por obstrução ao fluxo venoso elinfático.
Ainda, por extensão direta, o tumor pode propagar-se aos septos vesicovaginal ou retovaginal, terminando poratingir as mucosas vesical ou retal (Monk & Tenari, 2007). Entretanto, é pouco comum que isso ocorra sem oconcomitante comprometimento parametrial em direção às paredes laterais da pelve.
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passage: A maior parte dos laudos de espermograma indica volume de sêmen, pH e presença ou ausência de frutose. Quase 80% do volume de sêmen têm origem nas vesículas seminais. O lí-quido seminal é alcalino e protege o espermatozoide contra a acidez das secreções prostáticas e da vagina. O líquido seminal também fornece frutose como fonte energética dos espermato-zoides. Ausência de frutose ou pH ácido são dados que sugerem algum problema na vesícula seminal ou no ducto ejaculatório.
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passage: Enquanto isso, outro par de elevações, os tubérculos genitais, se torna visível de cada lado daspregas uretrais. Esses tubérculos formam mais tarde as saliências labioescrotais nos homens (Figura16.33A) e os grandes lábios nas mulheres (Figura 16.35B). Entretanto, no final da sexta semana, éimpossível distinguir entre os dois sexos.
O desenvolvimento da genitália externa no homem está sob a influência de andrógenos secretados pelostestículos fetais e é caracterizado pelo alongamento rápido do tubérculo genital, que agora é chamado defalo (Figura 16.33A). Durante seu alongamento, o falo puxa as pregas uretrais para frente, de modo queelas formam as paredes laterais do sulco uretral. Esse sulco se estende ao longo do aspecto caudal dofalo alongado, mas não chega à sua parte mais distal, a glande. O revestimento epitelial do sulco, que seorigina no endoderma, forma a placa uretral (Figura 16.33B).
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: Se o hímen for do tipo imperfurado, sangue proveniente da descamação endometrial ou muco se acumulam na vagi-na. Durante o período neonatal, é possível haver secreção de volume considerável de muco secundário à estimulação por estradiol materno. O neonato pode apresentar uma massa vo-lumosa, translucente, amarelo-acinzentada no introito vaginal. Esse quadro é denominado hidro/mucocolpo. Em sua maioria, os casos são assintomáticos com resolução quando o muco é reabsorvido e os níveis de estrogênio se reduzem. Contudo, os hidro/mucocolpos muito volumosos podem causar desconfor-to respiratório ou obstruir os ureteres, causando hidronefrose (Breech, 2009).
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passage: As glândulas contêm células colunares que secretam muco claro ou esbranquiçado, com propriedades lubrificantes. Essas glândulas são estimuladas por excitação sexual. A contração do músculo bulbocavernoso, que cobre a superfície externa da glândula, estimula a secreção.
Correlação clínica. A obstrução dos ductos de Bartholin por material proteináceo ou por inflamação causada por infecção pode levar à formação de cistos de tamanhos variados. A in-fecção do cisto pode levar à formação de abscesso que normal-mente deve ser drenado cirurgicamente. Cistos sintomáticos ou recorrentes podem requerer marsupialização ou excisão da glândula.
■ PeríneoO períneo é a área em formato de diamante situada entre as coxas (ver Fig. 38-25). É limitado profundamente pela fáscia inferior do diafragma pélvico e superficialmente pela pele entre as coxas. Os limites anterior, posterior e lateral do períneo são os mesmos do trato de saída do esqueleto pélvico: anterior-mente, a sínfise púbica; anterolateralmente, o ramo isquiopú-bico e a tuberosidade do ísquio; posteriormente, o cóccix; e posterolateralmente, os ligamentos sacrotuberosos. Uma linha arbitrária unindo as tuberosidades do ísquio divide o períneo em triângulo anterior ou urogenital e triângulo posterior ou anal.
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passage: , 2008). Taislesões são facilmente perceptíveis ao exame especular e aos toques vaginal e retal, sendo este o melhor métodopara avaliação do comprometimento dos paramétrios, que, acometidos, apresentam-se espessados eendurecidos. Em casos nos quais é grande o acometimento parametrial, bilateralmente e atingindo a paredepélvica, percebe-se, ao toque retal, toda a pequena pelve ocupada por massa dura e fixa, sendo impossívelidentificar os órgãos pélvicos. É a chamada pelve congelada.
Na disseminação por extensão direta, o comprometimento do paramétrio pode acompanhar-se de estenoseureteral com hidroureter e hidronefrose, geralmente assintomáticos. A extensão à parede lateral da pelve podecausar dor com irradiação para membros inferiores, assim como seu edema, por obstrução ao fluxo venoso elinfático.
Ainda, por extensão direta, o tumor pode propagar-se aos septos vesicovaginal ou retovaginal, terminando poratingir as mucosas vesical ou retal (Monk & Tenari, 2007). Entretanto, é pouco comum que isso ocorra sem oconcomitante comprometimento parametrial em direção às paredes laterais da pelve.
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passage: Erros na produção ou na sensibilidade aos hormônios dos testículos levam à predominância dascaracterísticas femininas devido à influência dos estrógenos maternos e placentários.
A genitália externa também se inicia em um estágio diferenciado. Primeiramente, um tubérculogenital, duas saliências genitais e duas pregas cloacais formam-se no exterior do assoalho pélvico.
Quando o septo urorretal alcança o assoalho pélvico para separar o canal anal do seio urogenitalprimitivo (que em breve formará a bexiga), as pregas cloacais passam a ser chamadas de pregas uretrais(Figura 16.32). No homem, o tubérculo genital cresce e é chamado de falo. Conforme cresce, une aspregas uretrais, e essa fusão forma o corpo do pênis. Enquanto isso, as saliências genitais crescem paraformar as saliências escrotais, e essas também se unem e se fundem na linha média. Nas mulheres, otubérculo genital forma o clitóris, as pregas uretrais, os pequenos lábios, e as saliências genitais, osgrandes lábios. Observe que nas mulheres há uma ausência de fusão das estruturas primordiais. Observetambém as estruturas análogas nos dois sexos: pênis = clitóris e escroto = grandes lábios.
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passage: A maior parte dos laudos de espermograma indica volume de sêmen, pH e presença ou ausência de frutose. Quase 80% do volume de sêmen têm origem nas vesículas seminais. O lí-quido seminal é alcalino e protege o espermatozoide contra a acidez das secreções prostáticas e da vagina. O líquido seminal também fornece frutose como fonte energética dos espermato-zoides. Ausência de frutose ou pH ácido são dados que sugerem algum problema na vesícula seminal ou no ducto ejaculatório.
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passage: Enquanto isso, outro par de elevações, os tubérculos genitais, se torna visível de cada lado daspregas uretrais. Esses tubérculos formam mais tarde as saliências labioescrotais nos homens (Figura16.33A) e os grandes lábios nas mulheres (Figura 16.35B). Entretanto, no final da sexta semana, éimpossível distinguir entre os dois sexos.
O desenvolvimento da genitália externa no homem está sob a influência de andrógenos secretados pelostestículos fetais e é caracterizado pelo alongamento rápido do tubérculo genital, que agora é chamado defalo (Figura 16.33A). Durante seu alongamento, o falo puxa as pregas uretrais para frente, de modo queelas formam as paredes laterais do sulco uretral. Esse sulco se estende ao longo do aspecto caudal dofalo alongado, mas não chega à sua parte mais distal, a glande. O revestimento epitelial do sulco, que seorigina no endoderma, forma a placa uretral (Figura 16.33B).
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: Se o hímen for do tipo imperfurado, sangue proveniente da descamação endometrial ou muco se acumulam na vagi-na. Durante o período neonatal, é possível haver secreção de volume considerável de muco secundário à estimulação por estradiol materno. O neonato pode apresentar uma massa vo-lumosa, translucente, amarelo-acinzentada no introito vaginal. Esse quadro é denominado hidro/mucocolpo. Em sua maioria, os casos são assintomáticos com resolução quando o muco é reabsorvido e os níveis de estrogênio se reduzem. Contudo, os hidro/mucocolpos muito volumosos podem causar desconfor-to respiratório ou obstruir os ureteres, causando hidronefrose (Breech, 2009).
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passage: As glândulas contêm células colunares que secretam muco claro ou esbranquiçado, com propriedades lubrificantes. Essas glândulas são estimuladas por excitação sexual. A contração do músculo bulbocavernoso, que cobre a superfície externa da glândula, estimula a secreção.
Correlação clínica. A obstrução dos ductos de Bartholin por material proteináceo ou por inflamação causada por infecção pode levar à formação de cistos de tamanhos variados. A in-fecção do cisto pode levar à formação de abscesso que normal-mente deve ser drenado cirurgicamente. Cistos sintomáticos ou recorrentes podem requerer marsupialização ou excisão da glândula.
■ PeríneoO períneo é a área em formato de diamante situada entre as coxas (ver Fig. 38-25). É limitado profundamente pela fáscia inferior do diafragma pélvico e superficialmente pela pele entre as coxas. Os limites anterior, posterior e lateral do períneo são os mesmos do trato de saída do esqueleto pélvico: anterior-mente, a sínfise púbica; anterolateralmente, o ramo isquiopú-bico e a tuberosidade do ísquio; posteriormente, o cóccix; e posterolateralmente, os ligamentos sacrotuberosos. Uma linha arbitrária unindo as tuberosidades do ísquio divide o períneo em triângulo anterior ou urogenital e triângulo posterior ou anal.
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passage: , 2008). Taislesões são facilmente perceptíveis ao exame especular e aos toques vaginal e retal, sendo este o melhor métodopara avaliação do comprometimento dos paramétrios, que, acometidos, apresentam-se espessados eendurecidos. Em casos nos quais é grande o acometimento parametrial, bilateralmente e atingindo a paredepélvica, percebe-se, ao toque retal, toda a pequena pelve ocupada por massa dura e fixa, sendo impossívelidentificar os órgãos pélvicos. É a chamada pelve congelada.
Na disseminação por extensão direta, o comprometimento do paramétrio pode acompanhar-se de estenoseureteral com hidroureter e hidronefrose, geralmente assintomáticos. A extensão à parede lateral da pelve podecausar dor com irradiação para membros inferiores, assim como seu edema, por obstrução ao fluxo venoso elinfático.
Ainda, por extensão direta, o tumor pode propagar-se aos septos vesicovaginal ou retovaginal, terminando poratingir as mucosas vesical ou retal (Monk & Tenari, 2007). Entretanto, é pouco comum que isso ocorra sem oconcomitante comprometimento parametrial em direção às paredes laterais da pelve.
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passage: Erros na produção ou na sensibilidade aos hormônios dos testículos levam à predominância dascaracterísticas femininas devido à influência dos estrógenos maternos e placentários.
A genitália externa também se inicia em um estágio diferenciado. Primeiramente, um tubérculogenital, duas saliências genitais e duas pregas cloacais formam-se no exterior do assoalho pélvico.
Quando o septo urorretal alcança o assoalho pélvico para separar o canal anal do seio urogenitalprimitivo (que em breve formará a bexiga), as pregas cloacais passam a ser chamadas de pregas uretrais(Figura 16.32). No homem, o tubérculo genital cresce e é chamado de falo. Conforme cresce, une aspregas uretrais, e essa fusão forma o corpo do pênis. Enquanto isso, as saliências genitais crescem paraformar as saliências escrotais, e essas também se unem e se fundem na linha média. Nas mulheres, otubérculo genital forma o clitóris, as pregas uretrais, os pequenos lábios, e as saliências genitais, osgrandes lábios. Observe que nas mulheres há uma ausência de fusão das estruturas primordiais. Observetambém as estruturas análogas nos dois sexos: pênis = clitóris e escroto = grandes lábios.
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passage: O exame da genitália inicia-se com a verificação no padrão de distribuição dos pelos pubianos. Pelos pubianos ausentes ou com distribuição feminina esparsa podem ser causados por au-sência de adrenarca ou por SIA. Por outro lado, níveis elevados de androgênios resultam em padrão masculino de distribuição dos pelos genitais. Ao contrário do padrão triangular de dis-tribuição dos pelos pubianos em mulheres, os pelos pubianos masculinos se estendem até a cicatriz umbilical, formando um triângulo ou brasão masculino. Níveis acentuadamente altos de androgênios também podem produzir sinais de virilização, em especial a clitoromegalia (Fig. 17-2, p. 464 e 17-10, p. 471). Essas mulheres também podem apresentar engrossamen-to da voz e padrão masculino de calvície.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs.
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passage: A maior parte dos laudos de espermograma indica volume de sêmen, pH e presença ou ausência de frutose. Quase 80% do volume de sêmen têm origem nas vesículas seminais. O lí-quido seminal é alcalino e protege o espermatozoide contra a acidez das secreções prostáticas e da vagina. O líquido seminal também fornece frutose como fonte energética dos espermato-zoides. Ausência de frutose ou pH ácido são dados que sugerem algum problema na vesícula seminal ou no ducto ejaculatório.
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passage: Enquanto isso, outro par de elevações, os tubérculos genitais, se torna visível de cada lado daspregas uretrais. Esses tubérculos formam mais tarde as saliências labioescrotais nos homens (Figura16.33A) e os grandes lábios nas mulheres (Figura 16.35B). Entretanto, no final da sexta semana, éimpossível distinguir entre os dois sexos.
O desenvolvimento da genitália externa no homem está sob a influência de andrógenos secretados pelostestículos fetais e é caracterizado pelo alongamento rápido do tubérculo genital, que agora é chamado defalo (Figura 16.33A). Durante seu alongamento, o falo puxa as pregas uretrais para frente, de modo queelas formam as paredes laterais do sulco uretral. Esse sulco se estende ao longo do aspecto caudal dofalo alongado, mas não chega à sua parte mais distal, a glande. O revestimento epitelial do sulco, que seorigina no endoderma, forma a placa uretral (Figura 16.33B).
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: Se o hímen for do tipo imperfurado, sangue proveniente da descamação endometrial ou muco se acumulam na vagi-na. Durante o período neonatal, é possível haver secreção de volume considerável de muco secundário à estimulação por estradiol materno. O neonato pode apresentar uma massa vo-lumosa, translucente, amarelo-acinzentada no introito vaginal. Esse quadro é denominado hidro/mucocolpo. Em sua maioria, os casos são assintomáticos com resolução quando o muco é reabsorvido e os níveis de estrogênio se reduzem. Contudo, os hidro/mucocolpos muito volumosos podem causar desconfor-to respiratório ou obstruir os ureteres, causando hidronefrose (Breech, 2009).
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passage: As glândulas contêm células colunares que secretam muco claro ou esbranquiçado, com propriedades lubrificantes. Essas glândulas são estimuladas por excitação sexual. A contração do músculo bulbocavernoso, que cobre a superfície externa da glândula, estimula a secreção.
Correlação clínica. A obstrução dos ductos de Bartholin por material proteináceo ou por inflamação causada por infecção pode levar à formação de cistos de tamanhos variados. A in-fecção do cisto pode levar à formação de abscesso que normal-mente deve ser drenado cirurgicamente. Cistos sintomáticos ou recorrentes podem requerer marsupialização ou excisão da glândula.
■ PeríneoO períneo é a área em formato de diamante situada entre as coxas (ver Fig. 38-25). É limitado profundamente pela fáscia inferior do diafragma pélvico e superficialmente pela pele entre as coxas. Os limites anterior, posterior e lateral do períneo são os mesmos do trato de saída do esqueleto pélvico: anterior-mente, a sínfise púbica; anterolateralmente, o ramo isquiopú-bico e a tuberosidade do ísquio; posteriormente, o cóccix; e posterolateralmente, os ligamentos sacrotuberosos. Uma linha arbitrária unindo as tuberosidades do ísquio divide o períneo em triângulo anterior ou urogenital e triângulo posterior ou anal.
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passage: , 2008). Taislesões são facilmente perceptíveis ao exame especular e aos toques vaginal e retal, sendo este o melhor métodopara avaliação do comprometimento dos paramétrios, que, acometidos, apresentam-se espessados eendurecidos. Em casos nos quais é grande o acometimento parametrial, bilateralmente e atingindo a paredepélvica, percebe-se, ao toque retal, toda a pequena pelve ocupada por massa dura e fixa, sendo impossívelidentificar os órgãos pélvicos. É a chamada pelve congelada.
Na disseminação por extensão direta, o comprometimento do paramétrio pode acompanhar-se de estenoseureteral com hidroureter e hidronefrose, geralmente assintomáticos. A extensão à parede lateral da pelve podecausar dor com irradiação para membros inferiores, assim como seu edema, por obstrução ao fluxo venoso elinfático.
Ainda, por extensão direta, o tumor pode propagar-se aos septos vesicovaginal ou retovaginal, terminando poratingir as mucosas vesical ou retal (Monk & Tenari, 2007). Entretanto, é pouco comum que isso ocorra sem oconcomitante comprometimento parametrial em direção às paredes laterais da pelve.
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passage: Erros na produção ou na sensibilidade aos hormônios dos testículos levam à predominância dascaracterísticas femininas devido à influência dos estrógenos maternos e placentários.
A genitália externa também se inicia em um estágio diferenciado. Primeiramente, um tubérculogenital, duas saliências genitais e duas pregas cloacais formam-se no exterior do assoalho pélvico.
Quando o septo urorretal alcança o assoalho pélvico para separar o canal anal do seio urogenitalprimitivo (que em breve formará a bexiga), as pregas cloacais passam a ser chamadas de pregas uretrais(Figura 16.32). No homem, o tubérculo genital cresce e é chamado de falo. Conforme cresce, une aspregas uretrais, e essa fusão forma o corpo do pênis. Enquanto isso, as saliências genitais crescem paraformar as saliências escrotais, e essas também se unem e se fundem na linha média. Nas mulheres, otubérculo genital forma o clitóris, as pregas uretrais, os pequenos lábios, e as saliências genitais, osgrandes lábios. Observe que nas mulheres há uma ausência de fusão das estruturas primordiais. Observetambém as estruturas análogas nos dois sexos: pênis = clitóris e escroto = grandes lábios.
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passage: O exame da genitália inicia-se com a verificação no padrão de distribuição dos pelos pubianos. Pelos pubianos ausentes ou com distribuição feminina esparsa podem ser causados por au-sência de adrenarca ou por SIA. Por outro lado, níveis elevados de androgênios resultam em padrão masculino de distribuição dos pelos genitais. Ao contrário do padrão triangular de dis-tribuição dos pelos pubianos em mulheres, os pelos pubianos masculinos se estendem até a cicatriz umbilical, formando um triângulo ou brasão masculino. Níveis acentuadamente altos de androgênios também podem produzir sinais de virilização, em especial a clitoromegalia (Fig. 17-2, p. 464 e 17-10, p. 471). Essas mulheres também podem apresentar engrossamen-to da voz e padrão masculino de calvície.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs.
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passage: Dependendo do nível da TVP, o edema pode atingir dorso do pé, tornozelo, perna ou coxa, chegando, porvezes, ao quadril. No caso de tromboses em veias pélvicas, além de o edema se iniciar na raiz da coxa (edemarizomélico), a extremidade pode apresentar um aspecto pálido, com manchas azuladas entremeadas, quadroconhecido como phlegmasia alba dolens e descrito com certa frequência no período puerperal, quando ainda eracomum manter a parturiente em repouso prolongado no leito. Edema unilateral da genitália externa também podeestar presente nas tromboses pélvicas.
Manifestações sistêmicas, como mal-estar, inquietação, febre, taquicardia, dispneia, tosse, escarroshemoptoicos e dor torácica, devem ser consideradas uma possibilidade de EP. Tais manifestações tambémpodem ser fugazes e pouco intensas nas pequenas embolias; ou duradouras e de forte impacto nas grandesembolias, podendo evoluir nesses casos para cor pulmonale ou óbito.
Acompressão é maior na veia ilíaca esquerda pela artéria ilíaca direita (síndrome de May-Thurner ou de Cockett).
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passage: A maior parte dos laudos de espermograma indica volume de sêmen, pH e presença ou ausência de frutose. Quase 80% do volume de sêmen têm origem nas vesículas seminais. O lí-quido seminal é alcalino e protege o espermatozoide contra a acidez das secreções prostáticas e da vagina. O líquido seminal também fornece frutose como fonte energética dos espermato-zoides. Ausência de frutose ou pH ácido são dados que sugerem algum problema na vesícula seminal ou no ducto ejaculatório.
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passage: Enquanto isso, outro par de elevações, os tubérculos genitais, se torna visível de cada lado daspregas uretrais. Esses tubérculos formam mais tarde as saliências labioescrotais nos homens (Figura16.33A) e os grandes lábios nas mulheres (Figura 16.35B). Entretanto, no final da sexta semana, éimpossível distinguir entre os dois sexos.
O desenvolvimento da genitália externa no homem está sob a influência de andrógenos secretados pelostestículos fetais e é caracterizado pelo alongamento rápido do tubérculo genital, que agora é chamado defalo (Figura 16.33A). Durante seu alongamento, o falo puxa as pregas uretrais para frente, de modo queelas formam as paredes laterais do sulco uretral. Esse sulco se estende ao longo do aspecto caudal dofalo alongado, mas não chega à sua parte mais distal, a glande. O revestimento epitelial do sulco, que seorigina no endoderma, forma a placa uretral (Figura 16.33B).
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passage: Foiefetuada exérese cirúrgica da massa de condiloma pesando cerca de 500 g. Notar em D o aspecto da genitáliaexterna 5 meses depois do parto normal.
Localizações mais comuns▶ Homens.
Glande, prepúcio, frênulo, sulco balanoprepucial, meato uretral e bolsa escrotal.
▶ Mulheres.
Vulva, períneo, meato uretral e colo do útero. Quase sempre há concomitância de corrimentovaginal.
Na grávida, comumente, as lesões se exacerbam no curso da gravidez e tendem a diminuir, e atédesaparecerem, após o parto.
▶ Ambos os sexos.
Em ambos os sexos ocorre, com frequência, envolvimento do ânus, períneo e boca.
Para auxiliar na visualização de lesões subclínicas utiliza-se o ácido acético a 3 a 5%, que torna a áreasuspeita esbranquiçada (acetobranca). Entretanto, tal acetorreação não é patognomônica de infecção por HPV.
Inúmeras razões podem conferir reação branca ao ácido acético sem significar doença por HPV.
Diagnóstico laboratorialCitologia e histologia podem apontar o efeito citopático mais característico: coilocitose, bem comoconsequências maiores da ação viral.
Para caracterizar a presença viral dentro das células podem ser utilizados microscopia eletrônica, imuno-histoquímica e técnicas de biologia molecular – captura híbrida ou PCR.
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passage: Se o hímen for do tipo imperfurado, sangue proveniente da descamação endometrial ou muco se acumulam na vagi-na. Durante o período neonatal, é possível haver secreção de volume considerável de muco secundário à estimulação por estradiol materno. O neonato pode apresentar uma massa vo-lumosa, translucente, amarelo-acinzentada no introito vaginal. Esse quadro é denominado hidro/mucocolpo. Em sua maioria, os casos são assintomáticos com resolução quando o muco é reabsorvido e os níveis de estrogênio se reduzem. Contudo, os hidro/mucocolpos muito volumosos podem causar desconfor-to respiratório ou obstruir os ureteres, causando hidronefrose (Breech, 2009).
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passage: As glândulas contêm células colunares que secretam muco claro ou esbranquiçado, com propriedades lubrificantes. Essas glândulas são estimuladas por excitação sexual. A contração do músculo bulbocavernoso, que cobre a superfície externa da glândula, estimula a secreção.
Correlação clínica. A obstrução dos ductos de Bartholin por material proteináceo ou por inflamação causada por infecção pode levar à formação de cistos de tamanhos variados. A in-fecção do cisto pode levar à formação de abscesso que normal-mente deve ser drenado cirurgicamente. Cistos sintomáticos ou recorrentes podem requerer marsupialização ou excisão da glândula.
■ PeríneoO períneo é a área em formato de diamante situada entre as coxas (ver Fig. 38-25). É limitado profundamente pela fáscia inferior do diafragma pélvico e superficialmente pela pele entre as coxas. Os limites anterior, posterior e lateral do períneo são os mesmos do trato de saída do esqueleto pélvico: anterior-mente, a sínfise púbica; anterolateralmente, o ramo isquiopú-bico e a tuberosidade do ísquio; posteriormente, o cóccix; e posterolateralmente, os ligamentos sacrotuberosos. Uma linha arbitrária unindo as tuberosidades do ísquio divide o períneo em triângulo anterior ou urogenital e triângulo posterior ou anal.
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passage: , 2008). Taislesões são facilmente perceptíveis ao exame especular e aos toques vaginal e retal, sendo este o melhor métodopara avaliação do comprometimento dos paramétrios, que, acometidos, apresentam-se espessados eendurecidos. Em casos nos quais é grande o acometimento parametrial, bilateralmente e atingindo a paredepélvica, percebe-se, ao toque retal, toda a pequena pelve ocupada por massa dura e fixa, sendo impossívelidentificar os órgãos pélvicos. É a chamada pelve congelada.
Na disseminação por extensão direta, o comprometimento do paramétrio pode acompanhar-se de estenoseureteral com hidroureter e hidronefrose, geralmente assintomáticos. A extensão à parede lateral da pelve podecausar dor com irradiação para membros inferiores, assim como seu edema, por obstrução ao fluxo venoso elinfático.
Ainda, por extensão direta, o tumor pode propagar-se aos septos vesicovaginal ou retovaginal, terminando poratingir as mucosas vesical ou retal (Monk & Tenari, 2007). Entretanto, é pouco comum que isso ocorra sem oconcomitante comprometimento parametrial em direção às paredes laterais da pelve.
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passage: Erros na produção ou na sensibilidade aos hormônios dos testículos levam à predominância dascaracterísticas femininas devido à influência dos estrógenos maternos e placentários.
A genitália externa também se inicia em um estágio diferenciado. Primeiramente, um tubérculogenital, duas saliências genitais e duas pregas cloacais formam-se no exterior do assoalho pélvico.
Quando o septo urorretal alcança o assoalho pélvico para separar o canal anal do seio urogenitalprimitivo (que em breve formará a bexiga), as pregas cloacais passam a ser chamadas de pregas uretrais(Figura 16.32). No homem, o tubérculo genital cresce e é chamado de falo. Conforme cresce, une aspregas uretrais, e essa fusão forma o corpo do pênis. Enquanto isso, as saliências genitais crescem paraformar as saliências escrotais, e essas também se unem e se fundem na linha média. Nas mulheres, otubérculo genital forma o clitóris, as pregas uretrais, os pequenos lábios, e as saliências genitais, osgrandes lábios. Observe que nas mulheres há uma ausência de fusão das estruturas primordiais. Observetambém as estruturas análogas nos dois sexos: pênis = clitóris e escroto = grandes lábios.
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passage: O exame da genitália inicia-se com a verificação no padrão de distribuição dos pelos pubianos. Pelos pubianos ausentes ou com distribuição feminina esparsa podem ser causados por au-sência de adrenarca ou por SIA. Por outro lado, níveis elevados de androgênios resultam em padrão masculino de distribuição dos pelos genitais. Ao contrário do padrão triangular de dis-tribuição dos pelos pubianos em mulheres, os pelos pubianos masculinos se estendem até a cicatriz umbilical, formando um triângulo ou brasão masculino. Níveis acentuadamente altos de androgênios também podem produzir sinais de virilização, em especial a clitoromegalia (Fig. 17-2, p. 464 e 17-10, p. 471). Essas mulheres também podem apresentar engrossamen-to da voz e padrão masculino de calvície.
AmenorreiaExame pélvicoNormalNegativoProlactina TSHAumentado NormalFSHDiminuídoNãoRM TratamentoconformeindicaçãoSimTranstornosalimentares, exercícios,estresseInsuficiência gonadal Testosterona SDHEAHSRCAumentado AumentadoNormal ounormal elevadoSOPRM suprarrenalpara verificar apresença de tumorUltrassonografiaovariana paraverificar a presençade tumorCariótipoIOP vs.
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passage: Dependendo do nível da TVP, o edema pode atingir dorso do pé, tornozelo, perna ou coxa, chegando, porvezes, ao quadril. No caso de tromboses em veias pélvicas, além de o edema se iniciar na raiz da coxa (edemarizomélico), a extremidade pode apresentar um aspecto pálido, com manchas azuladas entremeadas, quadroconhecido como phlegmasia alba dolens e descrito com certa frequência no período puerperal, quando ainda eracomum manter a parturiente em repouso prolongado no leito. Edema unilateral da genitália externa também podeestar presente nas tromboses pélvicas.
Manifestações sistêmicas, como mal-estar, inquietação, febre, taquicardia, dispneia, tosse, escarroshemoptoicos e dor torácica, devem ser consideradas uma possibilidade de EP. Tais manifestações tambémpodem ser fugazes e pouco intensas nas pequenas embolias; ou duradouras e de forte impacto nas grandesembolias, podendo evoluir nesses casos para cor pulmonale ou óbito.
Acompressão é maior na veia ilíaca esquerda pela artéria ilíaca direita (síndrome de May-Thurner ou de Cockett).
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passage: Gastrosquise. Os intestinos herniaram através da parede abdominal àdireita do umbigo, a localização mais comum desse defeito. C.
Extrofia da bexiga. O fechamento da região pélvica falhou. Emmeninos, o defeito inclui, em geral, uma divisão no dorso do pênis, um defeito chamado de epispadia. D.
Extrofia cloacal. Trata-se deum defeito de fechamento maior no qual grande parte da região pélvica não fechou, deixando expostos a bexiga, parte do reto e oA onfalocele representa outro defeito da parece corporal ventral (Figura 7.4), mas não surge de uma falha no fechamento daparede corporal. Em vez disso, ela ocorre quando porções do tubo intestinal (o intestino médio), que normalmente herniam para ocordão umbilical entre a sexta e a décima semanas (herniação umbilical fisiológica), não conseguem retornar para a cavidadecorporal (ver Capítulo 15).
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Olá! Entendo sua preocupação sobre o líquido na pelve em homens. É importante ressaltar que a presença de líquido na pelve masculina, quando mencionada em contextos médicos, geralmente não se refere ao líquido seminal ou esperma. Este, como vimos, é produzido nas vesículas seminais e ejaculado externamente.
Quando falamos sobre líquido "anormal" na pelve masculina, estamos nos referindo a acúmulos de fluidos que não deveriam estar ali em grandes quantidades. As causas para isso podem ser diversas, e a manifestação, ou seja, como isso se apresenta, varia de acordo com a causa.
Por exemplo, em casos de inflamação ou infecção, como a prostatite (inflamação da próstata), pode haver um acúmulo de líquido inflamatório na região. Isso pode se manifestar com dor pélvica, desconforto ao urinar, febre, e outros sintomas.
Outra possibilidade é a presença de ascite, que é o acúmulo de líquido na cavidade abdominal, que se estende à pelve. Isso pode ser causado por problemas no fígado, coração, rins ou até mesmo por certos tipos de câncer. A ascite geralmente causa inchaço abdominal, sensação de peso, dificuldade para respirar e inchaço nas pernas.
Além disso, em casos de traumas ou cirurgias na região pélvica, pode haver sangramento ou extravasamento de outros fluidos, levando ao acúmulo na pelve.
É fundamental procurar um médico para uma avaliação completa se você suspeitar de líquido na pelve. O profissional fará um exame físico detalhado, poderá solicitar exames de imagem (como ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética) e exames de sangue para identificar a causa do problema e indicar o tratamento mais adequado. Não hesite em buscar ajuda médica para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento individualizado.
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