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Isso foi parte de um plano maior das forças espanholas para recolocar a fortificação em funcionamento. | Isto fazia parte de um plano de maior envergadura das tropas espanholas de colocar de novo em funcionamento a fortificação. |
No entanto, depois que Portugal reconquistou sua independência após a Guerra de Restauração Portuguesa, as obras foram assumidas pelo governo português. | Contudo, depois de Portugal recuperar a independência após a Guerra da Restauração portuguesa, as obras foram assumidas pelo governo português. |
Em 6 de novembro de 1648, Nicolau de Langres foi convocado para assumir o projeto, a execução e a construção de uma nova fortificação que cercaria o Castelo de São Jorge e as muralhas da cidade de Lisboa. | A 6 de novembro de 1648, Nicolau de Langres foi chamado para assumir a conceção, execução e construção de uma nova fortificação que iria rodear o Castelo de São Jorge e as muralhas da cidade de Lisboa. |
Em 1650, o arquiteto militar Mateus do Couto foi nomeado mestre construtor do projeto, e a reconstrução assumiu uma nova formalidade: embora o engenheiro militar João Gillot tenha construído novas muralhes em 1652, novamente a construção seguiu os planos de Couto entre 1657 e 1733. | Em 1650, o arquiteto militar Mateus do Couto foi nomeado mestre construtor do projeto e a reconstrução assumiu uma nova formalidade. Apesar do engenheiro militar João Gillot ter construído novas muralhas em 1652, a construção seguiu novamente os planos de Couto entre 1657 e 1733. |
Em 1673, o Hospital dos Soldados, dedicado a São João de Deus (São João de Deus), foi instalado no terreno ao lado da Rua do Recolhimento. | Em 1673, o Hospital dos Soldados, dedicado a São João de Deus, foi construído nas fundações junto da Rua do Recolhimento. |
Ao fim do século XVII, o Recolhimento do Castelo ("Recolhimento do Castelo") foi construído ao longo do ângulo sudeste do pátio e, em 1733, novos projetos foram iniciados pelo mestre Custódio Vieira. | No final do século XVII, o Recolhimento do Castelo foi construído ao longo do ângulo sudeste do pátio, e em 1733, foram iniciados novos projetos pelo mestre Custódio Vieira. |
O terremoto de Lisboa em 1755 danificou severamente o castelo e contribuiu para sua decadência contínua: além das muralhas do castelo antigo, o hospital dos soldados e o Recolhimento ficaram em ruínas. | O Terramoto de 1755 em Lisboa causou danos graves no Castelo e contribuiu para a sua deterioração contínua: além das muralhas do antigo castelo, o Hospital dos Soldados e o Recolhimento foram deixados em ruínas. |
A necessidade de manter uma força militar de apoio na cidade capital exigiu a expansão da função do local de guarnição e presídio. | A necessidade de manter uma força militar de apoio na capital exigiu o reforço da função de guarnição e presídio do edifício. |
De 1780 a 1807, a instituição de caridade Casa Pia, dedicada à educação de crianças pobres, foi estabelecida na cidadela, enquanto os soldados continuaram a ser guarnecidos no local. | Entre 1780 e 1807, a instituição de caridade Casa Pia, dedicada à educação de crianças pobres, foi construída na cidadela, enquanto os soldados continuavam aquartelados no castelo. |
Inspirado pelos eventos do terremoto e da tsunami em seguida, o primeiro observatório geodésico em Portugal foi construído em 1788 no topo de uma das torres do castelo, depois denominada como Torre do Observatório (Torre do Observatório). | Inspirado pelos acontecimentos do terramoto e do subsequente maremoto, em 1788 foi construído o primeiro observatório geodésico no topo de uma das torres do Castelo, mais tarde referida como Torre do Observatório. |
Como parte das celebrações comemorativas marcando a fundação da nacionalidade e da restauração da independência (em português: Fundação da Nacionalidade e da Restauração da Independência), o governo de António de Oliveira Salazar iniciou reformas caras no local. | Como parte das celebrações comemorativas que assinalam a Fundação da Nacionalidade e a Restauração da Independência, o governo de António de Oliveira Salazar deu início a extensas renovações no castelo. |
Muitas das estruturas incongruentes adicionadas ao composto do castelo nos séculos anteriores foram demolidas, sob a supervisão da DGEMN, e houve uma restauração parcial do Recolhimento. | A maioria das estruturas incongruentes acrescentadas ao recinto do Castelo foi demolida, sob a supervisão da DGEMN (Direção-Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais), e parte do Recolhimento foi restaurada. |
Além disso, em 25 de outubro de 1947, um monumento dedicado a Afonso Henriques, oferecido pela cidade do Porto, de uma réplica criada por Soares dos Reis (em 1887) foi instalado no terreno. | Além disso, a 25 de outubro de 1947 foi instalado no local um monumento dedicado a D. Afonso Henriques, um presente da cidade do Porto. Tratava-se de uma réplica de uma estátua deste rei da autoria de Soares dos Reis (de 1887). |
Em 31 de maio de 1942, as operações do castelo começaram a ser administradas pelo governo de Lisboa, o que foi reiterado em 8 de junho de 1979. | A 31 de maio de 1942, as obras no Castelo passaram a ser conduzidas pela Câmara Municipal de Lisboa, tendo sido retomadas a 8 de junho de 1979. |
Em 1998, os espaços semirretangulares, as colunas e a cisterna foram adaptados no museu Olissipónia. | Em 1998, as áreas semirretangulares, as colunas e a cisterna foram adaptadas ao museu Olissipónia. |
Em 22 de agosto de 2006, a Direcção Regional de Cultura Lisboa (DRCLisboa) definiu uma zona de proteção especial, que incluía o Castelo de São Jorge e os restos das muralhas de Lisboa, a Baixa Pombalina e várias propriedades que já estavam classificadas como patrimônio cultural. | A 22 de agosto de 2006, a Direção Regional de Cultura de Lisboa (DRCLisboa) definiu uma área de proteção especial, que incluía o Castelo de São Jorge e o resto das muralhas de Lisboa, a Baixa Pombalina e várias propriedades que foram classificadas como património cultural. |
O Conselho Nacional de Cultura (Conselho Nacional de Cultura) propôs arquivar essa definição em 10 de outubro de 2011, o que foi apoiado pelo IGESPAR. | O Conselho Nacional de Cultura propôs o fim desta definição a 10 de outubro de 2011, apoiado pela IGESPAR. |
O castelo fica no centro de Lisboa, em uma colina, enquanto muitas de suas muralhas se estendem ao redor da cidadela para as freguesias civis que o cercam a leste e ao sul. | O Castelo está no centro de Lisboa, numa colina, e muitas das suas muralhas estendem-se à volta da cidadela até às paróquias civis que a rodeiam a leste e a sul. |
O plano do castelo é aproximadamente quadrado, e ele foi originalmente circulado por uma muralha, para formar uma cidadela. | A planta do Castelo é relativamente quadrada e foi inicialmente rodeada por uma muralha, para formar uma cidadela. |
O complexo do castelo consiste no castelo em si (o castelejo), alguns prédios auxiliares (incluindo as ruínas do palácio real), jardins e uma grande praça escalonada da qual um panorama impressionante de Lisboa pode ser visto. | O complexo do castelo consiste no castelo em si (o castelejo), alguns edifícios anexos (incluindo as ruínas do palácio real), jardins e uma grande praça em terraço a partir da qual é possível ter uma impressionante vista panorâmica de Lisboa. |
A entrada principal para a cidadela é um portão do século XIX ornamentado pelo brasão de Portugal, o nome da Rainha Maria II e a data de 1846. | A entrada principal da cidadela é um portão do século XIX encimada pelo brasão de Portugal, o nome da Rainha D. Maria II e a data de 1846. |
Esse portão dá acesso à praça principal (Praça d'Armas), que é decorada com canhões antigos e uma estátua de bronze de Afonso Henriques, o monarca português que tomou o castelo dos mouros. | Este portão permite o acesso à praça principal (a Praça d'Armas), que está decorada com antigos canhões e uma estátua de bronze de D. Afonso Henriques, o monarca português que conquistou o castelo aos mouros. |
Esta estátua é uma cópia da original do século XIX, do escultor romântico António Soares dos Reis, que fica perto do Castelo de Guimarães no norte de Portugal. | Esta estátua é uma cópia do original do século XIX, do escultor romântico António Soares dos Reis, que está situada perto do Castelo de Guimarães no norte de Portugal. |
As ruínas do palácio real estão situadas perto da praça principal, mas só restam algumas paredes e uns poucos cômodos reconstruídos como a Casa Ogival. | As ruínas do palácio real situam-se perto da praça principal, restam apenas algumas muralhas e algumas salas reconstruídas, como é o caso da Casa Ogival. |
Ele abriga agora a Olissipónia, uma apresentação multimídia sobre a história de Lisboa. | Atualmente, inclui o Olissipónia, um espetáculo de multimédia sobre a história de Lisboa. |
O castelo medieval fica na direção do canto noroeste da citadela, em seu ponto mais alto. | O castelo medieval está situado no canto noroeste da cidadela, no ponto mais alto. |
Hipoteticamente, durante um cerco, se os invasores conseguissem entrar na citadela, o castelo seria a última fortaleza, o último lugar para se buscar refúgio. | Hipoteticamente, durante um cerco, se os atacantes conseguissem entrar na cidadela, o castelo seria o último reduto, o último local de refúgio. |
Ele é retangular, com dez torres. | É retangular e tem dez torres. |
Uma muralha com uma torre e uma porta de comunicação divide o pátio do castelo em metades. | Uma muralha com uma torre e uma porta de ligação divide o pátio do castelo em duas partes. |
Uma série de escadas permite que os visitantes acessem uma passagem no topo do muro e das torres, de onde é possível apreciar vistas magníficas de Lisboa. | Uma série de escadas permite aos visitantes chegar à passagem no topo da muralha e às torres, a partir das quais é possível usufruir de uma vista magnífica de Lisboa. |
A Torre de Ulysses (onde costumava ficar o arquivo da Torre do Tombo) tinha, em 1998, uma câmera escura instalada que permitia aos espectadores uma vista em 360 graus da cidade e do rio Tejo. | A Torre de Ulisses (onde estava o Arquivo da Torre do Tombo) tinha, em 1998, uma câmara obscura instalada que permite aos visitantes ter uma vista de 360 graus da cidade e do Rio Tejo. |
Além de suas muralhas principais, o castelo é protegido, em seus lados sul e leste, por um barbacã, um muro baixo que impedia a aproximação de armas de cerco das paredes do castelo principal. | Além das muralhas protegidas, o Castelo está protegido, a sul e a leste, por uma barbacã, isto é, uma muralha baixa que impedia a aproximação das máquinas de cerco às muralhas principais do castelo. |
Os lados norte e oeste do castelo, por sua vez, eram naturalmente protegidos pela colina íngreme inclinada para baixo das fundações do castelo. | Por outro lado, os lados norte e oeste do castelo estavam naturalmente protegidos pela encosta íngreme, situada abaixo das fundações do Castelo. |
O castelo também é, em parte, rodeado por um fosso, agora seco. | O Castelo está também parcialmente rodeado por um fosso, atualmente seco. |
De frente para a entrada principal, há uma ponte de pedra sobre o fosso. | A entrada principal está protegida por uma ponte de pedra sobre o fosso. |
No lado oeste, há uma divisória que se estende para baixo, terminando em uma torre (a Torre de Couraça). | No lado oeste, há uma longa muralha que se estende para baixo, terminando numa torre (a Torre da Couraça). |
Essa torre servia para controlar o vale abaixo, e também podia ser usada para uma fuga, caso o castelo fosse tomado por inimigos. | Esta torre servia para controlar o vale abaixo e podia servir também como local de fuga, no caso do castelo ser ocupado pelo inimigo. |
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