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Ementa e Acórdão 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 474.627 SÃO PAULO RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) :PITMAN MOORE BRASIL S/A ADV.(A/S) :PAULO CÉSAR GONÇALVES SIMÕES E OUTRO(A/S) AGDO.(A/S) :UNIÃO ADV.(A/S) :PFN - VALDIR SERAFIM EMENTA Agravo regimental no agravo de instrumento. CSLL. Compensação dos prejuízos. Lei nº 7.689/88 e Instruções Normativas nºs 198/88 e 90/92. Ofensa reflexa. Precedentes. 1. Inadmissível em recurso extraordinário o exame de ofensa reflexa à Constituição Federal e a análise de legislação infraconstitucional. 2. Agravo regimental a que se nega provimento. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, sob a Presidência da Sra. Ministra Cármen Lúcia, na conformidade da ata do julgamento e das notas taquigráficas, por unanimidade de votos, em negar provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento, nos termos do voto do Relator. Brasília, 6 de dezembro de 2011. MINISTRO DIAS TOFFOLI Relator Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685343. Supremo Tribunal Federal DJe 06/02/2012 Supremo Tribunal Federal Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 6 Relatório 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 474.627 SÃO PAULO RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) :PITMAN MOORE BRASIL S/A ADV.(A/S) :PAULO CÉSAR GONÇALVES SIMÕES E OUTRO(A/S) AGDO.(A/S) :UNIÃO ADV.(A/S) :PFN - VALDIR SERAFIM RELATÓRIO O EXMO. SR. MINISTRO DIAS TOFFOLI: Pitman Moore Brasil S.A. interpõe tempestivo agravo regimental contra decisão em que o Ministro Sepúlveda Pertence (fl. 133) negou provimento ao agravo de instrumento, com a seguinte fundamentação: “DECISÃO: Agravo de instrumento de decisão que inadmitiu RE, a, contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região assim ementado (f. 77): ‘TRIBUTÁRIO. CSSL. DEDUÇÃO DAS BASES NEGATIVAS. LEI Nº 7.689/88. instruções normativas nºs 198/88 e 9./92. vedação legal. 1 - A Lei nº 7.689/88, que introduziu a Contribuição Social sobre o Lucro, não admite a dedução das bases negativas pretéritas na apuração das bases de cálculo da referida exação, quando estas resultarem positivas. 2 - As Instruções Normativas nºs 198/88 e 90/92 não se incompatibilizam com a Lei nº 7.689/88, pois simplesmente elucidam os preceitos nesta contidos. 3 - O art. 6º da Lei 7.689/88 possibilita a aplicação subsidiária da legislação relativa ao IRPJ, restringindo-a, porém, aos aspectos ali enumerados, ou seja, não acena com a possibilidade de utilização da norma subsidiária em relação à apuração da presente exação. Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685341. Supremo Tribunal Federal 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 474.627 SÃO PAULO RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) :PITMAN MOORE BRASIL S/A ADV.(A/S) :PAULO CÉSAR GONÇALVES SIMÕES E OUTRO(A/S) AGDO.(A/S) :UNIÃO ADV.(A/S) :PFN - VALDIR SERAFIM RELATÓRIO O EXMO. SR. MINISTRO DIAS TOFFOLI: Pitman Moore Brasil S.A. interpõe tempestivo agravo regimental contra decisão em que o Ministro Sepúlveda Pertence (fl. 133) negou provimento ao agravo de instrumento, com a seguinte fundamentação: “DECISÃO: Agravo de instrumento de decisão que inadmitiu RE, a, contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região assim ementado (f. 77): ‘TRIBUTÁRIO. CSSL. DEDUÇÃO DAS BASES NEGATIVAS. LEI Nº 7.689/88. instruções normativas nºs 198/88 e 9./92. vedação legal. 1 - A Lei nº 7.689/88, que introduziu a Contribuição Social sobre o Lucro, não admite a dedução das bases negativas pretéritas na apuração das bases de cálculo da referida exação, quando estas resultarem positivas. 2 - As Instruções Normativas nºs 198/88 e 90/92 não se incompatibilizam com a Lei nº 7.689/88, pois simplesmente elucidam os preceitos nesta contidos. 3 - O art. 6º da Lei 7.689/88 possibilita a aplicação subsidiária da legislação relativa ao IRPJ, restringindo-a, porém, aos aspectos ali enumerados, ou seja, não acena com a possibilidade de utilização da norma subsidiária em relação à apuração da presente exação. Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685341. Inteiro Teor do Acórdão - Página 2 de 6 Relatório AI 474.627 AGR / SP 4 - A dedução das bases negativas da CSSL somente se tornou possível com o advento da Lei nº 8.383/91, limitada, portanto, às bases negativas verificadas a partir de janeiro de 1992, inclusive. 5 - Recurso improvido.’ Alega o RE, em síntese, violação dos artigos 5º, II; 150, I e IV, e 195, I, da Constituição Federal. É inviável o RE. O acórdão recorrido limitou-se a aplicar a legislação infraconstitucional pertinente ao caso; a alegada violação dos dispositivos constitucionais invocados seria, se ocorresse, indireta ou reflexa, que não enseja reexame na via do recurso extraordinário (v.g., AI 486.823-AgR, 30.11.2004, 1ª T, Britto; e RE 253.783-AgR, 02.03.2004, 2ª T, Ellen): incide o princípio da Súmula 636. Nego provimento ao agravo. Brasília, 18 de outubro de 2006.” Alega a agravante que “não se trata de verificar a interpretação dada à norma infraconstitucional, pois, como dito, a Lei nº 7.689/88, que instituiu a CSLL, não vedou expressamente a compensação pretendida. Daí a violação frontal em que incorreu o v. acórdão regional, que impediu fosse promovida tal compensação” (fl. 141). É o relatório. 2 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685341. Supremo Tribunal Federal AI 474.627 AGR / SP 4 - A dedução das bases negativas da CSSL somente se tornou possível com o advento da Lei nº 8.383/91, limitada, portanto, às bases negativas verificadas a partir de janeiro de 1992, inclusive. 5 - Recurso improvido.’ Alega o RE, em síntese, violação dos artigos 5º, II; 150, I e IV, e 195, I, da Constituição Federal. É inviável o RE. O acórdão recorrido limitou-se a aplicar a legislação infraconstitucional pertinente ao caso; a alegada violação dos dispositivos constitucionais invocados seria, se ocorresse, indireta ou reflexa, que não enseja reexame na via do recurso extraordinário (v.g., AI 486.823-AgR, 30.11.2004, 1ª T, Britto; e RE 253.783-AgR, 02.03.2004, 2ª T, Ellen): incide o princípio da Súmula 636. Nego provimento ao agravo. Brasília, 18 de outubro de 2006.” Alega a agravante que “não se trata de verificar a interpretação dada à norma infraconstitucional, pois, como dito, a Lei nº 7.689/88, que instituiu a CSLL, não vedou expressamente a compensação pretendida. Daí a violação frontal em que incorreu o v. acórdão regional, que impediu fosse promovida tal compensação” (fl. 141). É o relatório. 2 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685341. Inteiro Teor do Acórdão - Página 3 de 6 Voto - MIN. DIAS TOFFOLI 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 474.627 SÃO PAULO VOTO O SENHOR MINISTRO DIAS TOFFOLI (RELATOR): Não merece prosperar a irresignação, uma vez que para acolher a pretensão da agravante e ultrapassar o entendimento do Tribunal de origem, seria necessária a análise da legislação infraconstitucional (Lei nº 7.689/88 e Instruções Normativas nºs 198/88 e 90/92). Desse modo, a alegada violação dos dispositivos constitucionais invocados seria, se ocorresse, indireta ou reflexa, o que não enseja reexame em recurso extraordinário. Nesse sentido, anote-se: “EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. INSTRUÇÕES NORMATIVAS 198/1988 E 90/1992. 1. Alegação insuscetível de apreciação na via extraordinária, pois demandaria o reexame da legislação infraconstitucional pertinente. 2. Precedentes: AIs 226.502-AgR, sob a relatoria do ministro Ilmar Galvão; 486.823-AgR, sob a minha relatoria; 509.096-AgR, sob a relatoria do ministro Sepúlveda Pertence; e 663.698-AgR, sob a relatoria da ministra Cármen Lúcia; bem como REs 253.783-AgR, sob a relatoria da ministra Ellen Gracie; e 262.379-AgR, sob a relatoria do ministro Néri da Silveira. 3. Agravo regimental a que se nega provimento” (AI nº 741.657/SP-AgR, Segunda Turma , Relator o Ministro Ayres Britto, DJe de 26/9/11). “EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO – CSLL. COMPENSAÇÃO DOS PREJUÍZOS. NECESSIDADE DE REEXAME DE LEGISLAÇÃO INFRACONSTITUCIONAL – LEIS N. 7.689/1988 E 8.383/1991 E Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685340. Supremo Tribunal Federal 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 474.627 SÃO PAULO VOTO O SENHOR MINISTRO DIAS TOFFOLI (RELATOR): Não merece prosperar a irresignação, uma vez que para acolher a pretensão da agravante e ultrapassar o entendimento do Tribunal de origem, seria necessária a análise da legislação infraconstitucional (Lei nº 7.689/88 e Instruções Normativas nºs 198/88 e 90/92). Desse modo, a alegada violação dos dispositivos constitucionais invocados seria, se ocorresse, indireta ou reflexa, o que não enseja reexame em recurso extraordinário. Nesse sentido, anote-se: “EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. INSTRUÇÕES NORMATIVAS 198/1988 E 90/1992. 1. Alegação insuscetível de apreciação na via extraordinária, pois demandaria o reexame da legislação infraconstitucional pertinente. 2. Precedentes: AIs 226.502-AgR, sob a relatoria do ministro Ilmar Galvão; 486.823-AgR, sob a minha relatoria; 509.096-AgR, sob a relatoria do ministro Sepúlveda Pertence; e 663.698-AgR, sob a relatoria da ministra Cármen Lúcia; bem como REs 253.783-AgR, sob a relatoria da ministra Ellen Gracie; e 262.379-AgR, sob a relatoria do ministro Néri da Silveira. 3. Agravo regimental a que se nega provimento” (AI nº 741.657/SP-AgR, Segunda Turma , Relator o Ministro Ayres Britto, DJe de 26/9/11). “EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO – CSLL. COMPENSAÇÃO DOS PREJUÍZOS. NECESSIDADE DE REEXAME DE LEGISLAÇÃO INFRACONSTITUCIONAL – LEIS N. 7.689/1988 E 8.383/1991 E Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685340. Inteiro Teor do Acórdão - Página 4 de 6 Voto - MIN. DIAS TOFFOLI AI 474.627 AGR / SP INSTRUÇÃO NORMATIVA DIRETOR DO DEPARTAMENTO DA RECEITA FEDERAL – DPRF N. 90 DE 1992. OFENSA CONSTITUCIONAL INDIRETA. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO” (AI nº 838.491/DF-AgR, Primeira Turma, Relatora a Ministra Cármen Lúcia, DJe de 12/5/11). “EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INTRUMENTO. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. INSTRUÇÕES NORMATIVAS 90/92 E 168/88. OFENSA REFLEXA. PRECEDENTES. AGRAVO IMPROVIDO. I – Para se chegar à conclusão contrária à adotada pelo acórdão recorrido, necessário seria a análise da legislação infraconstitucional aplicável à espécie (Lei 8.383/91 e Instruções Normativas 90/92 e 198/88). A afronta à Constituição, se ocorrente, seria indireta. Incabível, portanto, o recurso extraordinário. Precedentes. II – Agravo regimental improvido” (AI nº 766.629/SP-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Ricardo Lewandowski, DJe de 17/11/10). “TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. INSTRUÇÕES NORMATIVAS 90/92 E 168/88. Alegação insuscetível de apreciação na via extraordinária, pois demandaria o reexame da legislação infraconstitucional pertinente. Precedentes: REs 243.851-AgR; 395.527-AgR; 262.379-AgR e AI 226.502-AgR. Agravo Regimental desprovido” (AI nº 486.823/MG-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Carlos Britto, DJ de 11/3/05). Ante o exposto, nego provimento ao agravo regimental. 2 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685340. Supremo Tribunal Federal AI 474.627 AGR / SP INSTRUÇÃO NORMATIVA DIRETOR DO DEPARTAMENTO DA RECEITA FEDERAL – DPRF N. 90 DE 1992. OFENSA CONSTITUCIONAL INDIRETA. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO” (AI nº 838.491/DF-AgR, Primeira Turma, Relatora a Ministra Cármen Lúcia, DJe de 12/5/11). “EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INTRUMENTO. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. INSTRUÇÕES NORMATIVAS 90/92 E 168/88. OFENSA REFLEXA. PRECEDENTES. AGRAVO IMPROVIDO. I – Para se chegar à conclusão contrária à adotada pelo acórdão recorrido, necessário seria a análise da legislação infraconstitucional aplicável à espécie (Lei 8.383/91 e Instruções Normativas 90/92 e 198/88). A afronta à Constituição, se ocorrente, seria indireta. Incabível, portanto, o recurso extraordinário. Precedentes. II – Agravo regimental improvido” (AI nº 766.629/SP-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Ricardo Lewandowski, DJe de 17/11/10). “TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. INSTRUÇÕES NORMATIVAS 90/92 E 168/88. Alegação insuscetível de apreciação na via extraordinária, pois demandaria o reexame da legislação infraconstitucional pertinente. Precedentes: REs 243.851-AgR; 395.527-AgR; 262.379-AgR e AI 226.502-AgR. Agravo Regimental desprovido” (AI nº 486.823/MG-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Carlos Britto, DJ de 11/3/05). Ante o exposto, nego provimento ao agravo regimental. 2 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685340. Inteiro Teor do Acórdão - Página 5 de 6 Decisão de Julgamento PRIMEIRA TURMA EXTRATO DE ATA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 474.627 PROCED. : SÃO PAULO RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) : PITMAN MOORE BRASIL S/A ADV.(A/S) : PAULO CÉSAR GONÇALVES SIMÕES E OUTRO(A/S) AGDO.(A/S) : UNIÃO ADV.(A/S) : PFN - VALDIR SERAFIM Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento, nos termos do voto do Relator. Unânime. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. 1ª Turma, 6.12.2011. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. Presentes à Sessão os Senhores Ministros Marco Aurélio, Dias Toffoli e Luiz Fux. Subprocurador-Geral da República, Dr. Rodrigo Janot. Carmen Lilian Coordenadora Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/autenticarDocumento.asp sob o número 1642501 Supremo Tribunal Federal PRIMEIRA TURMA EXTRATO DE ATA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 474.627 PROCED. : SÃO PAULO RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) : PITMAN MOORE BRASIL S/A ADV.(A/S) : PAULO CÉSAR GONÇALVES SIMÕES E OUTRO(A/S) AGDO.(A/S) : UNIÃO ADV.(A/S) : PFN - VALDIR SERAFIM Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento, nos termos do voto do Relator. Unânime. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. 1ª Turma, 6.12.2011. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. Presentes à Sessão os Senhores Ministros Marco Aurélio, Dias Toffoli e Luiz Fux. Subprocurador-Geral da República, Dr. Rodrigo Janot. Carmen Lilian Coordenadora Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/autenticarDocumento.asp sob o número 1642501 Inteiro Teor do Acórdão - Página 6 de 6
https://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=TP&docID=1694687
2011-12-06T00:00:00
2012-02-06T00:00:00
A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento, nos termos do voto do Relator. Unânime. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. 1ª Turma, 6.12.2011.
AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO
EMENTA Agravo regimental no agravo de instrumento. CSLL. Compensação dos prejuízos. Lei nº 7.689/88 e Instruções Normativas nºs 198/88 e 90/92. Ofensa reflexa. Precedentes. 1. Inadmissível em recurso extraordinário o exame de ofensa reflexa à Constituição Federal e a análise de legislação infraconstitucional. 2. Agravo regimental a que se nega provimento.
sjur204050
- Acórdãos citados: AI 766629 AgR, AI 486823 AgR, AI 838491 AgR, AI 741657 AgR. Número de páginas: 6. Análise: 12/03/2012, MJC.
DIAS TOFFOLI
Primeira Turma
474627
[ "LEG-FED LEI-007689 ANO-1988\r\n LEI ORDINÁRIA\r\n\r\n", "LEG-FED INT-000198 ANO-1988\r\n INSTRUÇÃO NORMATIVA DIRETOR DO DEPARTAMENTO DA RECEITA FEDERAL - DPRF\r\n\r\n", "LEG-FED INT-000090 ANO-1992\r\n INSTRUÇÃO NORMATIVA DIRETOR DO DEPARTAMENTO DA RECEITA FEDERAL - DPRF" ]
AI-AgR
acordaos
AI 474627 AgR
[ "" ]
AGTE.(S) : PITMAN MOORE BRASIL S/A ADV.(A/S) : PAULO CÉSAR GONÇALVES SIMÕES E OUTRO(A/S) AGDO.(A/S) : UNIÃO ADV.(A/S) : PFN - VALDIR SERAFIM
[ "" ]
Ementa e Acórdão 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 474.627 SÃO PAULO RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) :PITMAN MOORE BRASIL S/A ADV.(A/S) :PAULO CÉSAR GONÇALVES SIMÕES E OUTRO(A/S) AGDO.(A/S) :UNIÃO ADV.(A/S) :PFN - VALDIR SERAFIM EMENTA Agravo regimental no agravo de instrumento. CSLL. Compensação dos prejuízos. Lei n 7.689/88 e Instruções Normativas ns 198/88 e 90/92. Ofensa reflexa. Precedentes. 1. Inadmissível em recurso extraordinário o exame de ofensa reflexa à Constituição Federal e a análise de legislação infraconstitucional. 2. Agravo regimental a que se nega provimento. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, sob a Presidência da Sra. Ministra Cármen Lúcia, na conformidade da ata do julgamento e das notas taquigráficas, por unanimidade de votos, em negar provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento, nos termos do voto do Relator. Brasília, 6 de dezembro de 2011. MINISTRO DIAS TOFFOLI Relator Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685343. Supremo Tribunal Federal DJe 06/02/2012 Supremo Tribunal Federal Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 6 Relatório 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 474.627 SÃO PAULO RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) :PITMAN MOORE BRASIL S/A ADV.(A/S) :PAULO CÉSAR GONÇALVES SIMÕES E OUTRO(A/S) AGDO.(A/S) :UNIÃO ADV.(A/S) :PFN - VALDIR SERAFIM RELATÓRIO O EXMO. SR. MINISTRO DIAS TOFFOLI: Pitman Moore Brasil S.A. interpõe tempestivo agravo regimental contra decisão em que o Ministro Sepúlveda Pertence (fl. 133) negou provimento ao agravo de instrumento, com a seguinte fundamentação: “DECISÃO: Agravo de instrumento de decisão que inadmitiu Recurso Extraordinário, a, contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 3... Região assim ementado (f. 77): ‘TRIBUTÁRIO. CSSL. DEDUÇÃO DAS BASES NEGATIVAS. LEI n 7.689/88. instruções normativas ns 198/88 e 9./92. vedação legal. 1 - A Lei n 7.689/88, que introduziu a Contribuição Social sobre o Lucro, não admite a dedução das bases negativas pretéritas na apuração das bases de cálculo da referida exação, quando estas resultarem positivas. 2 - As Instruções Normativas ns 198/88 e 90/92 não se incompatibilizam com a Lei n 7.689/88, pois simplesmente elucidam os preceitos nesta contidos. 3 - O art. 6... da Lei 7.689/88 possibilita a aplicação subsidiária da legislação relativa ao IRPJ, restringindo-a, porém, aos aspectos ali enumerados, ou seja, não acena com a possibilidade de utilização da norma subsidiária em relação à apuração da presente exação. Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685341. Supremo Tribunal Federal 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 474.627 SÃO PAULO RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) :PITMAN MOORE BRASIL S/A ADV.(A/S) :PAULO CÉSAR GONÇALVES SIMÕES E OUTRO(A/S) AGDO.(A/S) :UNIÃO ADV.(A/S) :PFN - VALDIR SERAFIM RELATÓRIO O EXMO. SR. MINISTRO DIAS TOFFOLI: Pitman Moore Brasil S.A. interpõe tempestivo agravo regimental contra decisão em que o Ministro Sepúlveda Pertence (fl. 133) negou provimento ao agravo de instrumento, com a seguinte fundamentação: “DECISÃO: Agravo de instrumento de decisão que inadmitiu Recurso Extraordinário, a, contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 3... Região assim ementado (f. 77): ‘TRIBUTÁRIO. CSSL. DEDUÇÃO DAS BASES NEGATIVAS. LEI n 7.689/88. instruções normativas ns 198/88 e 9./92. vedação legal. 1 - A Lei n 7.689/88, que introduziu a Contribuição Social sobre o Lucro, não admite a dedução das bases negativas pretéritas na apuração das bases de cálculo da referida exação, quando estas resultarem positivas. 2 - As Instruções Normativas ns 198/88 e 90/92 não se incompatibilizam com a Lei n 7.689/88, pois simplesmente elucidam os preceitos nesta contidos. 3 - O art. 6... da Lei 7.689/88 possibilita a aplicação subsidiária da legislação relativa ao IRPJ, restringindo-a, porém, aos aspectos ali enumerados, ou seja, não acena com a possibilidade de utilização da norma subsidiária em relação à apuração da presente exação. Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685341. Inteiro Teor do Acórdão - Página 2 de 6 Relatório AI 474.627 AGR / SP 4 - A dedução das bases negativas da CSSL somente se tornou possível com o advento da Lei n 8.383/91, limitada, portanto, às bases negativas verificadas a partir de janeiro de 1992, inclusive. 5 - Recurso improvido.’ Alega o Recurso Extraordinário, em síntese, violação dos artigos 5..., II; 150, I e IV, e 195, I, da Constituição Federal. É inviável o Recurso Extraordinário. O acórdão recorrido limitou-se a aplicar a legislação infraconstitucional pertinente ao caso; a alegada violação dos dispositivos constitucionais invocados seria, se ocorresse, indireta ou reflexa, que não enseja reexame na via do recurso extraordinário (v.g., AI 486.823-AgR, 30.11.2004, 1... T, Britto; e Recurso Extraordinário 253.783-AgR, 02.03.2004, 2... T, Ellen): incide o princípio da Súmula 636. Nego provimento ao agravo. Brasília, 18 de outubro de 2006.” Alega a agravante que “não se trata de verificar a interpretação dada à norma infraconstitucional, pois, como dito, a Lei n 7.689/88, que instituiu a CSLL, não vedou expressamente a compensação pretendida. Daí a violação frontal em que incorreu o v. acórdão regional, que impediu fosse promovida tal compensação” (fl. 141). É o relatório. 2 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685341. Supremo Tribunal Federal AI 474.627 AGR / SP 4 - A dedução das bases negativas da CSSL somente se tornou possível com o advento da Lei n 8.383/91, limitada, portanto, às bases negativas verificadas a partir de janeiro de 1992, inclusive. 5 - Recurso improvido.’ Alega o Recurso Extraordinário, em síntese, violação dos artigos 5..., II; 150, I e IV, e 195, I, da Constituição Federal. É inviável o Recurso Extraordinário. O acórdão recorrido limitou-se a aplicar a legislação infraconstitucional pertinente ao caso; a alegada violação dos dispositivos constitucionais invocados seria, se ocorresse, indireta ou reflexa, que não enseja reexame na via do recurso extraordinário (v.g., AI 486.823-AgR, 30.11.2004, 1... T, Britto; e Recurso Extraordinário 253.783-AgR, 02.03.2004, 2... T, Ellen): incide o princípio da Súmula 636. Nego provimento ao agravo. Brasília, 18 de outubro de 2006.” Alega a agravante que “não se trata de verificar a interpretação dada à norma infraconstitucional, pois, como dito, a Lei n 7.689/88, que instituiu a CSLL, não vedou expressamente a compensação pretendida. Daí a violação frontal em que incorreu o v. acórdão regional, que impediu fosse promovida tal compensação” (fl. 141). É o relatório. 2 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685341. Inteiro Teor do Acórdão - Página 3 de 6 Voto - MIN. DIAS TOFFOLI 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 474.627 SÃO PAULO VOTO O SENHOR MINISTRO DIAS TOFFOLI (RELATOR): Não merece prosperar a irresignação, uma vez que para acolher a pretensão da agravante e ultrapassar o entendimento do Tribunal de origem, seria necessária a análise da legislação infraconstitucional (Lei n 7.689/88 e Instruções Normativas ns 198/88 e 90/92). Desse modo, a alegada violação dos dispositivos constitucionais invocados seria, se ocorresse, indireta ou reflexa, o que não enseja reexame em recurso extraordinário. Nesse sentido, anote-se: “EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. INSTRUÇÕES NORMATIVAS 198/1988 E 90/1992. 1. Alegação insuscetível de apreciação na via extraordinária, pois demandaria o reexame da legislação infraconstitucional pertinente. 2. Precedentes: AIs 226.502-AgR, sob a relatoria do ministro Ilmar Galvão; 486.823-AgR, sob a minha relatoria; 509.096-AgR, sob a relatoria do ministro Sepúlveda Pertence; e 663.698-AgR, sob a relatoria da ministra Cármen Lúcia; bem como REs 253.783-AgR, sob a relatoria da ministra Ellen Gracie; e 262.379-AgR, sob a relatoria do ministro Néri da Silveira. 3. Agravo regimental a que se nega provimento” (AI n 741.657/SP-AgR, Segunda Turma , Relator o Ministro Ayres Britto, DJe de 26/9/11). “EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO – CSLL. COMPENSAÇÃO DOS PREJUÍZOS. NECESSIDADE DE REEXAME DE LEGISLAÇÃO INFRACONSTITUCIONAL – LEIS N. 7.689/1988 E 8.383/1991 E Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685340. Supremo Tribunal Federal 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 474.627 SÃO PAULO VOTO O SENHOR MINISTRO DIAS TOFFOLI (RELATOR): Não merece prosperar a irresignação, uma vez que para acolher a pretensão da agravante e ultrapassar o entendimento do Tribunal de origem, seria necessária a análise da legislação infraconstitucional (Lei n 7.689/88 e Instruções Normativas ns 198/88 e 90/92). Desse modo, a alegada violação dos dispositivos constitucionais invocados seria, se ocorresse, indireta ou reflexa, o que não enseja reexame em recurso extraordinário. Nesse sentido, anote-se: “EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. INSTRUÇÕES NORMATIVAS 198/1988 E 90/1992. 1. Alegação insuscetível de apreciação na via extraordinária, pois demandaria o reexame da legislação infraconstitucional pertinente. 2. Precedentes: AIs 226.502-AgR, sob a relatoria do ministro Ilmar Galvão; 486.823-AgR, sob a minha relatoria; 509.096-AgR, sob a relatoria do ministro Sepúlveda Pertence; e 663.698-AgR, sob a relatoria da ministra Cármen Lúcia; bem como REs 253.783-AgR, sob a relatoria da ministra Ellen Gracie; e 262.379-AgR, sob a relatoria do ministro Néri da Silveira. 3. Agravo regimental a que se nega provimento” (AI n 741.657/SP-AgR, Segunda Turma , Relator o Ministro Ayres Britto, DJe de 26/9/11). “EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO – CSLL. COMPENSAÇÃO DOS PREJUÍZOS. NECESSIDADE DE REEXAME DE LEGISLAÇÃO INFRACONSTITUCIONAL – LEIS N. 7.689/1988 E 8.383/1991 E Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685340. Inteiro Teor do Acórdão - Página 4 de 6 Voto - MIN. DIAS TOFFOLI AI 474.627 AGR / SP INSTRUÇÃO NORMATIVA DIRETOR DO DEPARTAMENTO DA RECEITA FEDERAL – DPRF N. 90 DE 1992. OFENSA CONSTITUCIONAL INDIRETA. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO” (AI n 838.491/DF-AgR, Primeira Turma, Relatora a Ministra Cármen Lúcia, DJe de 12/5/11). “EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INTRUMENTO. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. INSTRUÇÕES NORMATIVAS 90/92 E 168/88. OFENSA REFLEXA. PRECEDENTES. AGRAVO IMPROVIDO. I – Para se chegar à conclusão contrária à adotada pelo acórdão recorrido, necessário seria a análise da legislação infraconstitucional aplicável à espécie (Lei 8.383/91 e Instruções Normativas 90/92 e 198/88). A afronta à Constituição, se ocorrente, seria indireta. Incabível, portanto, o recurso extraordinário. Precedentes. II – Agravo regimental improvido” (AI n 766.629/SP-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Ricardo Lewandowski, DJe de 17/11/10). “TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. INSTRUÇÕES NORMATIVAS 90/92 E 168/88. Alegação insuscetível de apreciação na via extraordinária, pois demandaria o reexame da legislação infraconstitucional pertinente. Precedentes: REs 243.851-AgR; 395.527-AgR; 262.379-AgR e AI 226.502-AgR. Agravo Regimental desprovido” (AI n 486.823/MG-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Carlos Britto, DJ de 11/3/05). Ante o exposto, nego provimento ao agravo regimental. 2 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685340. Supremo Tribunal Federal AI 474.627 AGR / SP INSTRUÇÃO NORMATIVA DIRETOR DO DEPARTAMENTO DA RECEITA FEDERAL – DPRF N. 90 DE 1992. OFENSA CONSTITUCIONAL INDIRETA. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO” (AI n 838.491/DF-AgR, Primeira Turma, Relatora a Ministra Cármen Lúcia, DJe de 12/5/11). “EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INTRUMENTO. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. INSTRUÇÕES NORMATIVAS 90/92 E 168/88. OFENSA REFLEXA. PRECEDENTES. AGRAVO IMPROVIDO. I – Para se chegar à conclusão contrária à adotada pelo acórdão recorrido, necessário seria a análise da legislação infraconstitucional aplicável à espécie (Lei 8.383/91 e Instruções Normativas 90/92 e 198/88). A afronta à Constituição, se ocorrente, seria indireta. Incabível, portanto, o recurso extraordinário. Precedentes. II – Agravo regimental improvido” (AI n 766.629/SP-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Ricardo Lewandowski, DJe de 17/11/10). “TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO. COMPENSAÇÃO DE PREJUÍZOS. INSTRUÇÕES NORMATIVAS 90/92 E 168/88. Alegação insuscetível de apreciação na via extraordinária, pois demandaria o reexame da legislação infraconstitucional pertinente. Precedentes: REs 243.851-AgR; 395.527-AgR; 262.379-AgR e AI 226.502-AgR. Agravo Regimental desprovido” (AI n 486.823/MG-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Carlos Britto, DJ de 11/3/05). Ante o exposto, nego provimento ao agravo regimental. 2 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685340. Inteiro Teor do Acórdão - Página 5 de 6 Decisão de Julgamento PRIMEIRA TURMA EXTRATO DE ATA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 474.627 PROCED. : SÃO PAULO RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) : PITMAN MOORE BRASIL S/A ADV.(A/S) : PAULO CÉSAR GONÇALVES SIMÕES E OUTRO(A/S) AGDO.(A/S) : UNIÃO ADV.(A/S) : PFN - VALDIR SERAFIM Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento, nos termos do voto do Relator. Unânime. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. 1... Turma, 6.12.2011. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. Presentes à Sessão os Senhores Ministros Marco Aurélio, Dias Toffoli e Luiz Fux. Subprocurador-Geral da República, Dr. Rodrigo Janot. Carmen Lilian Coordenadora Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/autenticarDocumento.asp sob o número 1642501 Supremo Tribunal Federal PRIMEIRA TURMA EXTRATO DE ATA AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 474.627 PROCED. : SÃO PAULO RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) : PITMAN MOORE BRASIL S/A ADV.(A/S) : PAULO CÉSAR GONÇALVES SIMÕES E OUTRO(A/S) AGDO.(A/S) : UNIÃO ADV.(A/S) : PFN - VALDIR SERAFIM Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no agravo de instrumento, nos termos do voto do Relator. Unânime. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. 1... Turma, 6.12.2011. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. Presentes à Sessão os Senhores Ministros Marco Aurélio, Dias Toffoli e Luiz Fux. Subprocurador-Geral da República, Dr. Rodrigo Janot. Carmen Lilian Coordenadora Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/autenticarDocumento.asp sob o número 1642501 Inteiro Teor do Acórdão - Página 6 de 6
{ "JURISPRUDENCIA": [ "AGRAVO DE INSTRUMENTO 474 . 627", "AGRAVO DE INSTRUMENTO 474 . 627", "AI 474 . 627 AGR / SP", "AI 486 . 823 - AgR", "Recurso Extraordinário 253 . 783 - AgR", "AI 474 . 627 AGR", "AI 486 . 823 - AgR", "Recurso Extraordinário 253 . 783 - AgR", "AGRAVO DE INSTRUMENTO 474 . 627", "AIs 226 . 502 - AgR", "REs 253 . 783 - AgR", "262", "AgR", "AI n 741 . 657 / SP - AgR", "AGRAVO DE INSTRUMENTO 474 . 627", "AIs 226 . 502 - AgR", "486", ".", "823", "-", "AgR", "509", ".", "096", "-", "AgR", "663", ".", "698", "-", "AgR", "REs 253 . 783 - AgR", "262", ".", "379", "-", "AgR", "AI n 741 . 657 / SP - AgR", "AI 474 . 627 AGR", "AI n 838 . 491 / DF - AgR", "AI n 766 . 629 / SP - AgR", "REs 243 . 851 - AgR", "395", ".", "527", "-", "AgR", "AI 226 . 502 - AgR", "AI n 486 . 823 / MG - AgR", "AI 474 . 627 AGR", "AI n 838 . 491 / DF - AgR", "AI n 766 . 629 / SP - AgR", "INSTRUÇÕES", "REs 243 . 851 - AgR", "395", ".", "527", "-", "AgR", "262", ".", "379", "-", "AgR", "AI 226 . 502 - AgR", "AI n 486 . 823 / MG - AgR", "AGRAVO DE INSTRUMENTO 474 . 627", "AGRAVO" ], "LEGISLACAO": [ "Lei n 7 . 689 / 88", "Instruções Normativas ns 198 / 88", "90", "/", "92", "Constituição Federal", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "LEI n 7 . 689 / 88", "instruções", "9", ".", "/", "92", "Lei n 7 . 689 / 88", "Instruções", "Normativas ns 198 / 88", "90", "/", "92", "Lei n 7 . 689", "art . 6 . . . da Lei 7 . 689 / 88", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "LEI n 7 . 689 / 88", "Lei n 7 . 689 / 88", "Instruções", "90", "/", "92", "Lei n 7 . 689 / 88", "art . 6 . . . da Lei 7 . 689 / 88", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "Lei n 8 . 383 / 91", "artigos 5 . . . , II ; 150 , I e IV , e 195 , I , da Constituição Federal", "Lei n 7 . 689 / 88", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "Lei n 8 . 383 / 91", "artigos 5 . . . , II ; 150 , I e IV , e 195 , I , da Constituição Federal", "Lei n 7 . 689 / 88", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "Lei n 7 . 689 / 88", "Instruções Normativas ns 198 / 88", "90", "/", "92", "90", "/", "1992", "LEIS N . 7 . 689 / 1988", "8", ".", "383", "/", "1991", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "Lei n 7 . 689 / 88", "Instruções Normativas ns 198 / 88", "90", "/", "92", "INSTRUÇÕES NORMATIVAS 198", "90", "/", "1992", "LEIS N . 7 . 689 / 1988", "8", ".", "383", "/", "1991", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "INSTRUÇÕES", "168", "Lei 8 . 383 / 91", "Instruções Normativas 90 / 92", "198", "/", "88", "Constituição", "INSTRUÇÕES", "168", "/", "88", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "INSTRUÇÕES", "Lei 8 . 383 / 91", "Instruções Normativas 90 / 92", "198 /", "88", "Constituição", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001" ], "LOCAL": [ "SÃO PAULO", "Brasília", "SÃO PAULO", "SÃO PAULO", "Brasília", "Brasília", "SÃO PAULO", "SÃO PAULO", "SÃO PAULO", "SÃO PAULO" ], "ORGANIZACAO": [ "PRIMEIRA TURMA", "PITMAN MOORE BRASIL S / A", "UNIÃO", "Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal", "Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira", "ICP", "-", "Brasil", "Supremo Tribunal Federal", "Supremo Tribunal Federal", "PRIMEIRA TURMA", "PITMAN MOORE BRASIL S / A", "UNIÃO", "PFN", "-", "VALDIR", "Pitman Moore Brasil S . 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Ementa e Acórdão 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607.238 MINAS GERAIS RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) :HOSPITAL MUNICIPAL ODILON BEHRENS ADV.(A/S) :JULIANA NARCÍCIO DE OLIVEIRA AGDO.(A/S) :UNIÃO PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL EMENTA Agravo regimental no recurso extraordinário. Prequestionamento. Ausência. Imunidade. Requisitos. Ofensa reflexa. Reexame de provas. Impossibilidade. Precedentes. 1. Não se admite o recurso extraordinário quando os dispositivos constitucionais que nele se alegam violados não estão devidamente prequestionados. Incidência das Súmulas nºs 282 e 356/STF. 2. Inadmissível em recurso extraordinário o exame dos requisitos da imunidade tributária prevista no art. 195, § 7º, à luz da legislação infraconstitucional e das provas dos autos. Incidência das Súmulas nºs 636 e 279/STF. 3. Agravo regimental não provido. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, sob a Presidência da Sra. Ministra Cármen Lúcia, na conformidade da ata do julgamento e das notas taquigráficas, por unanimidade de votos, em negar provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário, nos termos do voto do Relator. Brasília, 6 de dezembro de 2011. MINISTRO DIAS TOFFOLI Relator Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685339. Supremo Tribunal Federal DJe 06/02/2012 Supremo Tribunal Federal Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 11 Relatório 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607.238 MINAS GERAIS RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) :HOSPITAL MUNICIPAL ODILON BEHRENS ADV.(A/S) :JULIANA NARCÍCIO DE OLIVEIRA AGDO.(A/S) :UNIÃO PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL RELATÓRIO O SENHOR MINISTRO DIAS TOFFOLI (RELATOR): Hospital Municipal Odilon Behrens interpõe tempestivo agravo regimental contra decisão em que se negou seguimento ao recurso extraordinário (fls. 3344 a 3349), com a seguinte fundamentação: “Decisão: Vistos. Hospital Municipal Odilon Behrens interpõe recurso extraordinário, com fundamento na alínea ‘a’ do permissivo constitucional, contra acórdão da Sétima Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, assim ementado: ‘CONSTITUCIONAL, TRIBUTÁRIO E PROCESSUAL CIVIL – AUTARQUIA MUNICIPAL QUE SE DIZ ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL – IMUNIDADE DE IMPOSTOS (ART. 150, VI, ‘C’, DA CF/88) – ISENÇÃO DA COFINS (ART. 13 E 14 DA MP Nº 2.158/35, DE 24 AGO 2001) – REQUISITOS DO ART. 12 DA LEI Nº 9.532/97: NÃO PREENCHIMENTO. 2. Para o gozo da isenção, a entidade deve comprovar o cumprimento dos requisitos estabelecidos no art. 12 da Lei nº 9.532/97. 3. Apelação e remessa oficial providas: pedido improcedente. 4. Peças liberadas pelo Relator, em 10/12/2007, para a Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Supremo Tribunal Federal 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607.238 MINAS GERAIS RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) :HOSPITAL MUNICIPAL ODILON BEHRENS ADV.(A/S) :JULIANA NARCÍCIO DE OLIVEIRA AGDO.(A/S) :UNIÃO PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL RELATÓRIO O SENHOR MINISTRO DIAS TOFFOLI (RELATOR): Hospital Municipal Odilon Behrens interpõe tempestivo agravo regimental contra decisão em que se negou seguimento ao recurso extraordinário (fls. 3344 a 3349), com a seguinte fundamentação: “Decisão: Vistos. Hospital Municipal Odilon Behrens interpõe recurso extraordinário, com fundamento na alínea ‘a’ do permissivo constitucional, contra acórdão da Sétima Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, assim ementado: ‘CONSTITUCIONAL, TRIBUTÁRIO E PROCESSUAL CIVIL – AUTARQUIA MUNICIPAL QUE SE DIZ ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL – IMUNIDADE DE IMPOSTOS (ART. 150, VI, ‘C’, DA CF/88) – ISENÇÃO DA COFINS (ART. 13 E 14 DA MP Nº 2.158/35, DE 24 AGO 2001) – REQUISITOS DO ART. 12 DA LEI Nº 9.532/97: NÃO PREENCHIMENTO. 2. Para o gozo da isenção, a entidade deve comprovar o cumprimento dos requisitos estabelecidos no art. 12 da Lei nº 9.532/97. 3. Apelação e remessa oficial providas: pedido improcedente. 4. Peças liberadas pelo Relator, em 10/12/2007, para a Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Inteiro Teor do Acórdão - Página 2 de 11 Relatório RE 607.238 AGR / MG publicação do acórdão’ (fl. 3.231). Opostos embargos de declaração (fls. 3.236 3.241), foram rejeitados (fls. 3.245 a 3.247). Sustenta o recorrente que o caso em tela, na verdade, trata de imunidade tributária consignada no artigo 195, § 7°, da CF/88. Alega violação do referido dispositivo constitucional, além do artigo 146, inciso II, da Constituição Federal. Aduz, in verbis, que: ‘demonstrado que se trata de imunidade o benefício disposto no art. 195, §7º, da Carta Constitucional de 1988, bem como, ainda, que, nos termos do art. 146, inciso II, também da Lei Maior, caberia à lei complementar regular as limitações constitucionais ao poder de tributar, in casu, o disposto no art. 14 do CTN, comprovado fica o integral atendimento pelo Recorrente a todos os requisitos dos aludido dispositivo legal, bastantes e suficientes à lhe outorgarem o direito de fruição à hipótese de imunidade afeitas às Contribuições para o Financiamento da Seguridade Social’ (fl. 3.305). Contra-arrazoado (fls. 3.319 a 3.334), o recurso extraordinário (fls. 3.291 a 3.315) foi admitido (fl. 3.336). Decido. Não merece prosperar a irresignação, uma vez que os dispositivos constitucionais apontados como violados carecem do necessário prequestionamento, sendo certo que os acórdãos proferidos pelo Tribunal de origem não cuidaram das referidas normas, as quais, também, não foram objetos dos embargos declaratórios opostos pelo ora recorrente. Dessa forma, incabível o recurso extraordinário. Incidência das Súmulas nºs 282 e 356 desta Corte. Mesmo que assim não fosse, verifico que o voto condutor do acórdão recorrido, assim consignou: 2 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Supremo Tribunal Federal RE 607.238 AGR / MG publicação do acórdão’ (fl. 3.231). Opostos embargos de declaração (fls. 3.236 3.241), foram rejeitados (fls. 3.245 a 3.247). Sustenta o recorrente que o caso em tela, na verdade, trata de imunidade tributária consignada no artigo 195, § 7°, da CF/88. Alega violação do referido dispositivo constitucional, além do artigo 146, inciso II, da Constituição Federal. Aduz, in verbis, que: ‘demonstrado que se trata de imunidade o benefício disposto no art. 195, §7º, da Carta Constitucional de 1988, bem como, ainda, que, nos termos do art. 146, inciso II, também da Lei Maior, caberia à lei complementar regular as limitações constitucionais ao poder de tributar, in casu, o disposto no art. 14 do CTN, comprovado fica o integral atendimento pelo Recorrente a todos os requisitos dos aludido dispositivo legal, bastantes e suficientes à lhe outorgarem o direito de fruição à hipótese de imunidade afeitas às Contribuições para o Financiamento da Seguridade Social’ (fl. 3.305). Contra-arrazoado (fls. 3.319 a 3.334), o recurso extraordinário (fls. 3.291 a 3.315) foi admitido (fl. 3.336). Decido. Não merece prosperar a irresignação, uma vez que os dispositivos constitucionais apontados como violados carecem do necessário prequestionamento, sendo certo que os acórdãos proferidos pelo Tribunal de origem não cuidaram das referidas normas, as quais, também, não foram objetos dos embargos declaratórios opostos pelo ora recorrente. Dessa forma, incabível o recurso extraordinário. Incidência das Súmulas nºs 282 e 356 desta Corte. Mesmo que assim não fosse, verifico que o voto condutor do acórdão recorrido, assim consignou: 2 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Inteiro Teor do Acórdão - Página 3 de 11 Relatório RE 607.238 AGR / MG ‘À luz do emaranhado legislativo, vê-se fundamental aferir se o autor satisfaz ou não os requisitos legais para o gozo da isenção em comento. Conforme se depreende dos autos, vê-se que o apelado desistiu da prova pericial requerida na inicial (f. 3.227/8), por considerar que a matéria dos autos é estritamente de direito. Ainda que fosse possível a aplicação do art. 14 do CTN (que cuida de impostos) à presente hipótese, o apelado sequer se desincumbiu de comprovar o atendimento a tais requisitos legais. Por outro lado, não comprovou, igualmente, atender ao quanto disposto no § 2º do art. 12 da Lei nº 9.532/97. De outra banda, resta afastada a aplicação do art. 55 da Lei nº 8.212/91, uma vez que o autor não se caracteriza como entidade beneficente de assistência social, à míngua de comprovação nos autos. Portanto, não faz jus à pretendida isenção da COFINS’ (fl. 3.229). Por sua vez, o ora recorrente sustenta no apelo extremo que: ‘conforme demonstrado nos autos, o Hospital Recorrente atende a todos esses requisitos postos no art. 14 do CTN, fazendo jus, portanto, ao benefício da imunidade prescrito no art. 195, § 7º, da Constituição Federal’ (fl. 3.303). Como se observa, para acolher a pretensão do recorrente e dissentir do entendimento firmado no acórdão recorrido a fim de dirimir a controvérsia a respeito do cumprimento dos requisitos à imunidade tributária, seria necessária a análise de legislação infraconstitucional e o reexame das provas e fatos dos autos, o que não é cabível em sede de recurso extraordinário. Eventual ofensa à Constituição, se houvesse, 3 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Supremo Tribunal Federal RE 607.238 AGR / MG ‘À luz do emaranhado legislativo, vê-se fundamental aferir se o autor satisfaz ou não os requisitos legais para o gozo da isenção em comento. Conforme se depreende dos autos, vê-se que o apelado desistiu da prova pericial requerida na inicial (f. 3.227/8), por considerar que a matéria dos autos é estritamente de direito. Ainda que fosse possível a aplicação do art. 14 do CTN (que cuida de impostos) à presente hipótese, o apelado sequer se desincumbiu de comprovar o atendimento a tais requisitos legais. Por outro lado, não comprovou, igualmente, atender ao quanto disposto no § 2º do art. 12 da Lei nº 9.532/97. De outra banda, resta afastada a aplicação do art. 55 da Lei nº 8.212/91, uma vez que o autor não se caracteriza como entidade beneficente de assistência social, à míngua de comprovação nos autos. Portanto, não faz jus à pretendida isenção da COFINS’ (fl. 3.229). Por sua vez, o ora recorrente sustenta no apelo extremo que: ‘conforme demonstrado nos autos, o Hospital Recorrente atende a todos esses requisitos postos no art. 14 do CTN, fazendo jus, portanto, ao benefício da imunidade prescrito no art. 195, § 7º, da Constituição Federal’ (fl. 3.303). Como se observa, para acolher a pretensão do recorrente e dissentir do entendimento firmado no acórdão recorrido a fim de dirimir a controvérsia a respeito do cumprimento dos requisitos à imunidade tributária, seria necessária a análise de legislação infraconstitucional e o reexame das provas e fatos dos autos, o que não é cabível em sede de recurso extraordinário. Eventual ofensa à Constituição, se houvesse, 3 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Inteiro Teor do Acórdão - Página 4 de 11 Relatório RE 607.238 AGR / MG seria meramente reflexa. Incidência da Súmula nº 279 desta Corte. Nesse sentido: ‘CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. CONTROVÉRSIA SOBRE OS REQUISITOS NECESSÁRIOS À CONCESSÃO DA IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. NECESSIDADE DE REEXAME DE FATOS E PROVAS. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 279 DO STF. NECESSIDADE DE ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO INFRACONSTITUCIONAL. OFENSA REFLEXA. AGRAVO IMPROVIDO. I – Para acolher a pretensão do agravante quanto à exclusão da imunidade tributária reconhecia à entidade de previdência, necessário seria o reexame do conjunto fático-probatório constante dos autos, o que atrai a incidência da Súmula 279 do STF. Precedentes. II - Agravo improvido’ (AI nº 632.223-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Ricardo Lewandowski, Dje de 16/11/10). ‘AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. TRIBUTÁRIO. IMUNIDADE. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. REQUISITOS. IMPOSSIBILIDADE DO REEXAME DE PROVAS. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 279 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO’ (RE nº 596.023-AgR, Primeira Turma, Relatora a Ministra Cármen Lúcia, Dje de 30/4/10). ‘CONSTITUCIONAL. PROCESSUAL CIVIL. REPERCUSSÃO GERAL. PREJUÍZO EM RAZÃO DA INVIABILIDADE DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. TRIBUTÁRIO. IMUNIDADE. CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS. ATENDIMENTO DOS REQUISITOS LEGAIS. 4 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Supremo Tribunal Federal RE 607.238 AGR / MG seria meramente reflexa. Incidência da Súmula nº 279 desta Corte. Nesse sentido: ‘CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. CONTROVÉRSIA SOBRE OS REQUISITOS NECESSÁRIOS À CONCESSÃO DA IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. NECESSIDADE DE REEXAME DE FATOS E PROVAS. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 279 DO STF. NECESSIDADE DE ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO INFRACONSTITUCIONAL. OFENSA REFLEXA. AGRAVO IMPROVIDO. I – Para acolher a pretensão do agravante quanto à exclusão da imunidade tributária reconhecia à entidade de previdência, necessário seria o reexame do conjunto fático-probatório constante dos autos, o que atrai a incidência da Súmula 279 do STF. Precedentes. II - Agravo improvido’ (AI nº 632.223-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Ricardo Lewandowski, Dje de 16/11/10). ‘AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. TRIBUTÁRIO. IMUNIDADE. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. REQUISITOS. IMPOSSIBILIDADE DO REEXAME DE PROVAS. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 279 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO’ (RE nº 596.023-AgR, Primeira Turma, Relatora a Ministra Cármen Lúcia, Dje de 30/4/10). ‘CONSTITUCIONAL. PROCESSUAL CIVIL. REPERCUSSÃO GERAL. PREJUÍZO EM RAZÃO DA INVIABILIDADE DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. TRIBUTÁRIO. IMUNIDADE. CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS. ATENDIMENTO DOS REQUISITOS LEGAIS. 4 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Inteiro Teor do Acórdão - Página 5 de 11 Relatório RE 607.238 AGR / MG NECESSIDADE DE ABERTURA DE INSTRUÇÃO PROBATÓRIA E DA INVOCAÇÃO DA LEI COMO PARÂMETRO DIRETO DE CONTROLE. NÃO CABIMENTO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. DECRETO 83.081/1979. LEI 8.212/1991. ART. 195, § 7º DA CONSTITUIÇÃO. 1. Nos termos do art. 323 do RISTF, somente há a análise da questão constitucional com repercussão geral ‘se não for o caso da inadmissibilidade [do recurso] por outra razão’. Este recurso extraordinário não pode ser conhecido por demandar a reabertura de instrução probatória e por demandar a análise de legislação infraconstitucional como parâmetro imediato de controle. 2. Na forma como argumentado pela agravante em suas razões de recurso extraordinário e de agravo regimental, bem como em virtude do quadro fático- jurídico estabelecido pelo Tribunal de origem, a discussão se limita ao plano infraconstitucional. De fato, se o decreto é incompatível com a lei de regência, a discussão esgota-se no campo da legalidade e é aplicável a Súmula 636/STF ao desate da discussão. 3. Quanto à necessidade de abertura da instrução, o acórdão recorrido disse não ter ficado provada a ‘a beneficência e assistência social, concedendo [a agravante] gratuidade a seus alunos carentes e colocando seu patrimônio à disposição de entidades que trabalham com menores, idosos e pessoas desfavorecidas, mas não oferece qualquer prova de suas alegações’. A fundada dúvida sobre o atendimento dos requisitos elementares previstos no art. 14 do Código Tributário Nacional somente poderia ser afastada, nos termos pretendidos pela agravante, com a abertura de instrução probatória, o que é vedado nos termos da Súmula 279/STF. Agravo regimental ao qual se nega provimento’ (RE nº 504.354-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Joaquim Barbosa, Dje de 3/6/11). ‘AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE 5 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Supremo Tribunal Federal RE 607.238 AGR / MG NECESSIDADE DE ABERTURA DE INSTRUÇÃO PROBATÓRIA E DA INVOCAÇÃO DA LEI COMO PARÂMETRO DIRETO DE CONTROLE. NÃO CABIMENTO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. DECRETO 83.081/1979. LEI 8.212/1991. ART. 195, § 7º DA CONSTITUIÇÃO. 1. Nos termos do art. 323 do RISTF, somente há a análise da questão constitucional com repercussão geral ‘se não for o caso da inadmissibilidade [do recurso] por outra razão’. Este recurso extraordinário não pode ser conhecido por demandar a reabertura de instrução probatória e por demandar a análise de legislação infraconstitucional como parâmetro imediato de controle. 2. Na forma como argumentado pela agravante em suas razões de recurso extraordinário e de agravo regimental, bem como em virtude do quadro fático- jurídico estabelecido pelo Tribunal de origem, a discussão se limita ao plano infraconstitucional. De fato, se o decreto é incompatível com a lei de regência, a discussão esgota-se no campo da legalidade e é aplicável a Súmula 636/STF ao desate da discussão. 3. Quanto à necessidade de abertura da instrução, o acórdão recorrido disse não ter ficado provada a ‘a beneficência e assistência social, concedendo [a agravante] gratuidade a seus alunos carentes e colocando seu patrimônio à disposição de entidades que trabalham com menores, idosos e pessoas desfavorecidas, mas não oferece qualquer prova de suas alegações’. A fundada dúvida sobre o atendimento dos requisitos elementares previstos no art. 14 do Código Tributário Nacional somente poderia ser afastada, nos termos pretendidos pela agravante, com a abertura de instrução probatória, o que é vedado nos termos da Súmula 279/STF. Agravo regimental ao qual se nega provimento’ (RE nº 504.354-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Joaquim Barbosa, Dje de 3/6/11). ‘AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE 5 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Inteiro Teor do Acórdão - Página 6 de 11 Relatório RE 607.238 AGR / MG INSTRUMENTO. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SEM FINS LUCRATIVOS. COMPROVAÇÃO DOS REQUISITOS DE IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. CONTROVÉRSIA DECIDIDA EXCLUSIVAMENTE À LUZ DA LEGISLAÇÃO INFRACONSTITUCIONAL E DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO DOS AUTOS. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 279 DO STF. 1. Caso em que entendimento diverso do adotado pela instância judicante de origem demandaria o reexame da legislação ordinária aplicada à espécie e a análise dos fatos e provas constantes dos autos. Providências vedadas neste momento processual. 2. Agravo regimental desprovido’ (AI nº 780.914-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Ayres Britto, DJe de 21/3/11). Ante o exposto, afasto o sobrestamento designado na folha 3.341, e, nos termos do artigo 557, caput, do Código de Processo Civil, nego seguimento ao recurso extraordinário. Publique-se. Brasília, 19 de outubro de 2011.” Aduz o agravante que não houve ausência de prequestionamento dos dispositivos constitucionais alegados como violados. Alega, ainda, in verbis, que: “declarado o preenchimento dos requisitos do artigo 14 do CTN, na sua legitimidade (presunção juris tantum) deveria ter sido derrubada pelo fisco, o que não aconteceu, o que foi corroborado pelo silêncio do ora Recorrido, que sequer impugnou a condição declarada,, conforme bem asseverou a sentença” (fl. 3384). É o relatório. 6 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Supremo Tribunal Federal RE 607.238 AGR / MG INSTRUMENTO. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SEM FINS LUCRATIVOS. COMPROVAÇÃO DOS REQUISITOS DE IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. CONTROVÉRSIA DECIDIDA EXCLUSIVAMENTE À LUZ DA LEGISLAÇÃO INFRACONSTITUCIONAL E DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO DOS AUTOS. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 279 DO STF. 1. Caso em que entendimento diverso do adotado pela instância judicante de origem demandaria o reexame da legislação ordinária aplicada à espécie e a análise dos fatos e provas constantes dos autos. Providências vedadas neste momento processual. 2. Agravo regimental desprovido’ (AI nº 780.914-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Ayres Britto, DJe de 21/3/11). Ante o exposto, afasto o sobrestamento designado na folha 3.341, e, nos termos do artigo 557, caput, do Código de Processo Civil, nego seguimento ao recurso extraordinário. Publique-se. Brasília, 19 de outubro de 2011.” Aduz o agravante que não houve ausência de prequestionamento dos dispositivos constitucionais alegados como violados. Alega, ainda, in verbis, que: “declarado o preenchimento dos requisitos do artigo 14 do CTN, na sua legitimidade (presunção juris tantum) deveria ter sido derrubada pelo fisco, o que não aconteceu, o que foi corroborado pelo silêncio do ora Recorrido, que sequer impugnou a condição declarada,, conforme bem asseverou a sentença” (fl. 3384). É o relatório. 6 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Inteiro Teor do Acórdão - Página 7 de 11 Voto - MIN. DIAS TOFFOLI 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607.238 MINAS GERAIS VOTO O SENHOR MINISTRO DIAS TOFFOLI (RELATOR): O inconformismo não merece prosperar. Ressalto que o ora agravante interpôs recurso extraordinário alegando que o acórdão proferido pelo Tribunal de origem “incorreu em patente violação ao disposto nos arts. 146, inciso II, e 195, § 7º da Constituição Federal” (fl. 3298). No entanto, os referidos dispositivos constitucionais objeto do recurso extraordinário carecem do necessário prequestionamento, sendo certo que os acórdãos proferidos pelo Tribunal de origem não cuidaram das referidas normas, as quais, também, não foram objeto dos embargos declaratórios opostos pelo ora recorrente. Dessa forma, incabível o recurso extraordinário. Incidência das Súmulas nºs 282 e 356 desta Corte. Todavia, mesmo que assim não fosse, para acolher a pretensão do agravante e dissentir do entendimento firmado no acórdão recorrido a fim de resolver a controvérsia a respeito do cumprimento dos requisitos à imunidade tributária, seria necessária a análise de legislação infraconstitucional e o reexame das provas e fatos dos autos, o que não é cabível em sede de recurso extraordinário. Nesse sentido, colho parte da fundamentação do voto condutor do acórdão recorrido, que assim consignou: “À luz do emaranhado legislativo, vê-se fundamental aferir se o autor satisfaz ou não os requisitos legais para o gozo da isenção em comento. Conforme se depreende dos autos, vê-se que o apelado desistiu da prova pericial requerida na inicial (f. 3.227/8), por considerar que a matéria dos autos é estritamente de direito. Ainda que fosse possível a aplicação do art. 14 do CTN (que cuida de impostos) à presente hipótese, o apelado sequer Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685337. Supremo Tribunal Federal 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607.238 MINAS GERAIS VOTO O SENHOR MINISTRO DIAS TOFFOLI (RELATOR): O inconformismo não merece prosperar. Ressalto que o ora agravante interpôs recurso extraordinário alegando que o acórdão proferido pelo Tribunal de origem “incorreu em patente violação ao disposto nos arts. 146, inciso II, e 195, § 7º da Constituição Federal” (fl. 3298). No entanto, os referidos dispositivos constitucionais objeto do recurso extraordinário carecem do necessário prequestionamento, sendo certo que os acórdãos proferidos pelo Tribunal de origem não cuidaram das referidas normas, as quais, também, não foram objeto dos embargos declaratórios opostos pelo ora recorrente. Dessa forma, incabível o recurso extraordinário. Incidência das Súmulas nºs 282 e 356 desta Corte. Todavia, mesmo que assim não fosse, para acolher a pretensão do agravante e dissentir do entendimento firmado no acórdão recorrido a fim de resolver a controvérsia a respeito do cumprimento dos requisitos à imunidade tributária, seria necessária a análise de legislação infraconstitucional e o reexame das provas e fatos dos autos, o que não é cabível em sede de recurso extraordinário. Nesse sentido, colho parte da fundamentação do voto condutor do acórdão recorrido, que assim consignou: “À luz do emaranhado legislativo, vê-se fundamental aferir se o autor satisfaz ou não os requisitos legais para o gozo da isenção em comento. Conforme se depreende dos autos, vê-se que o apelado desistiu da prova pericial requerida na inicial (f. 3.227/8), por considerar que a matéria dos autos é estritamente de direito. Ainda que fosse possível a aplicação do art. 14 do CTN (que cuida de impostos) à presente hipótese, o apelado sequer Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685337. Inteiro Teor do Acórdão - Página 8 de 11 Voto - MIN. DIAS TOFFOLI RE 607.238 AGR / MG se desincumbiu de comprovar o atendimento a tais requisitos legais. Por outro lado, não comprovou, igualmente, atender ao quanto disposto no § 2º do art. 12 da Lei nº 9.532/97. De outra banda, resta afastada a aplicação do art. 55 da Lei nº 8.212/91, uma vez que o autor não se caracteriza como entidade beneficente de assistência social, à míngua de comprovação nos autos. Portanto, não faz jus à pretendida isenção da COFINS” (fl. 3229). Portanto, conforme consignado na decisão agravada, eventual ofensa à Constituição, caso houvesse, seria meramente reflexa. Incidência da Súmula nº 279 desta Corte. Nesse sentido, os seguintes precedentes: “CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. ISS. IMUNIDADE. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. SÚMULA 279 DO STF. AGRAVO IMPROVIDO. I - Para dissentir da conclusão a que chegou o acórdão quanto ao preenchimento dos requisitos para fazer jus à imunidade tributária, necessário seria o reexame do conjunto fático- probatório constante dos autos, o que atrai a incidência da Súmula 279 do STF. II - Agravo regimental improvido” (AI nº 706.254/SP-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Ricardo Lewandowski, DJe de 17/4/09). “AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. ENQUADRAMENTO. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. MATÉRIA INFRACONSTITUCIONAL. OFENSA REFLEXA. REEXAME DE FATOS E PROVAS. IMPOSSIBILIDADE EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO. 1. Controvérsia decidida à luz de legislação infraconstitucional. Ofensa indireta à Constituição do Brasil. 2. Reexame de fatos e provas. Inviabilidade do recurso extraordinário. Súmula n. 279 do Supremo Tribunal Federal. 3. A verificação, no caso concreto, da ocorrência, ou 2 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685337. Supremo Tribunal Federal RE 607.238 AGR / MG se desincumbiu de comprovar o atendimento a tais requisitos legais. Por outro lado, não comprovou, igualmente, atender ao quanto disposto no § 2º do art. 12 da Lei nº 9.532/97. De outra banda, resta afastada a aplicação do art. 55 da Lei nº 8.212/91, uma vez que o autor não se caracteriza como entidade beneficente de assistência social, à míngua de comprovação nos autos. Portanto, não faz jus à pretendida isenção da COFINS” (fl. 3229). Portanto, conforme consignado na decisão agravada, eventual ofensa à Constituição, caso houvesse, seria meramente reflexa. Incidência da Súmula nº 279 desta Corte. Nesse sentido, os seguintes precedentes: “CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. ISS. IMUNIDADE. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. SÚMULA 279 DO STF. AGRAVO IMPROVIDO. I - Para dissentir da conclusão a que chegou o acórdão quanto ao preenchimento dos requisitos para fazer jus à imunidade tributária, necessário seria o reexame do conjunto fático- probatório constante dos autos, o que atrai a incidência da Súmula 279 do STF. II - Agravo regimental improvido” (AI nº 706.254/SP-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Ricardo Lewandowski, DJe de 17/4/09). “AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. ENQUADRAMENTO. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. MATÉRIA INFRACONSTITUCIONAL. OFENSA REFLEXA. REEXAME DE FATOS E PROVAS. IMPOSSIBILIDADE EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO. 1. Controvérsia decidida à luz de legislação infraconstitucional. Ofensa indireta à Constituição do Brasil. 2. Reexame de fatos e provas. Inviabilidade do recurso extraordinário. Súmula n. 279 do Supremo Tribunal Federal. 3. A verificação, no caso concreto, da ocorrência, ou 2 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685337. Inteiro Teor do Acórdão - Página 9 de 11 Voto - MIN. DIAS TOFFOLI RE 607.238 AGR / MG não, de violação do direito adquirido, do ato jurídico perfeito e da coisa julgada situa-se no campo infraconstitucional. 4. Agravo regimental a que se nega provimento” (AI nº 673.173/MG-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Eros Grau, DJ de 7/12/07). “EMENTA: CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL. IMUNIDADE. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. SÚMULA 279-STF. I. - O acórdão recorrido entendeu que a parte agravada faz jus à imunidade prevista no art. 195, § 7º, da Constituição Federal a partir do exame do conjunto fático-probatório trazido aos autos. Incidência, no caso, da Súmula 279-STF. II. - Agravo não provido” (AI nº 409.981/RS-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Carlos Velloso, DJ de 13/8/04). Ante o exposto, nego provimento ao agravo regimental. 3 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685337. Supremo Tribunal Federal RE 607.238 AGR / MG não, de violação do direito adquirido, do ato jurídico perfeito e da coisa julgada situa-se no campo infraconstitucional. 4. Agravo regimental a que se nega provimento” (AI nº 673.173/MG-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Eros Grau, DJ de 7/12/07). “EMENTA: CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL. IMUNIDADE. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. SÚMULA 279-STF. I. - O acórdão recorrido entendeu que a parte agravada faz jus à imunidade prevista no art. 195, § 7º, da Constituição Federal a partir do exame do conjunto fático-probatório trazido aos autos. Incidência, no caso, da Súmula 279-STF. II. - Agravo não provido” (AI nº 409.981/RS-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Carlos Velloso, DJ de 13/8/04). Ante o exposto, nego provimento ao agravo regimental. 3 Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685337. Inteiro Teor do Acórdão - Página 10 de 11 Decisão de Julgamento PRIMEIRA TURMA EXTRATO DE ATA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607.238 PROCED. : MINAS GERAIS RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) : HOSPITAL MUNICIPAL ODILON BEHRENS ADV.(A/S) : JULIANA NARCÍCIO DE OLIVEIRA AGDO.(A/S) : UNIÃO PROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário, nos termos do voto do Relator. Unânime. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. 1ª Turma, 6.12.2011. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. Presentes à Sessão os Senhores Ministros Marco Aurélio, Dias Toffoli e Luiz Fux. Subprocurador-Geral da República, Dr. Rodrigo Janot. Carmen Lilian Coordenadora Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/autenticarDocumento.asp sob o número 1642545 Supremo Tribunal Federal PRIMEIRA TURMA EXTRATO DE ATA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607.238 PROCED. : MINAS GERAIS RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) : HOSPITAL MUNICIPAL ODILON BEHRENS ADV.(A/S) : JULIANA NARCÍCIO DE OLIVEIRA AGDO.(A/S) : UNIÃO PROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário, nos termos do voto do Relator. Unânime. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. 1ª Turma, 6.12.2011. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. Presentes à Sessão os Senhores Ministros Marco Aurélio, Dias Toffoli e Luiz Fux. Subprocurador-Geral da República, Dr. Rodrigo Janot. Carmen Lilian Coordenadora Documento assinado digitalmente conforme MP n° 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/autenticarDocumento.asp sob o número 1642545 Inteiro Teor do Acórdão - Página 11 de 11
https://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=TP&docID=1694728
2011-12-06T00:00:00
2012-02-06T00:00:00
A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário, nos termos do voto do Relator. Unânime. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. 1ª Turma, 6.12.2011.
AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO
EMENTA Agravo regimental no recurso extraordinário. Prequestionamento. Ausência. Imunidade. Requisitos. Ofensa reflexa. Reexame de provas. Impossibilidade. Precedentes. 1. Não se admite o recurso extraordinário quando os dispositivos constitucionais que nele se alegam violados não estão devidamente prequestionados. Incidência das Súmulas nºs 282 e 356/STF. 2. Inadmissível em recurso extraordinário o exame dos requisitos da imunidade tributária prevista no art. 195, § 7º, à luz da legislação infraconstitucional e das provas dos autos. Incidência das Súmulas nºs 636 e 279/STF. 3. Agravo regimental não provido.
sjur204060
- Acórdãos citados: AI 706254 AgR, AI 673173 AgR, AI 409981 AgR. Número de páginas: 11. Análise: 09/03/2012, MJC.
DIAS TOFFOLI
Primeira Turma
607238
[ "LEG-FED CF ANO-1988\r\n ART-00146 INC-00002 ART-00195 PAR-00007\r\n CF-1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL\r\n\r\n", "LEG-FED LEI-008212 ANO-1991\r\n ART-00035 \r\n LEI ORDINÁRIA\r\n\r\n", "LEG-FED LEI-009532 ANO-1997\r\n ART-00012 PAR-00002 \r\n LEI ORDINÁRIA\r\n\r\n", "LEG-FED LEI-005108 ANO-1966\r\n ART-00014 \r\n CNT-1966 CÓDIGO NACIONAL DE TRÂNSITO\r\n\r\n", "LEG-FED SUMSTF-000279 \r\n SÚMULA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF\r\n\r\n", "LEG-FED SUMSTF-000282 \r\n SÚMULA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF\r\n\r\n", "LEG-FED SUMSTF-000356 \r\n SÚMULA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF\r\n\r\n", "LEG-FED SUMSTF-000636 \r\n SÚMULA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF" ]
RE-AgR
acordaos
RE 607238 AgR
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AGDO.(A/S) : UNIÃO PROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL AGTE.(S) : HOSPITAL MUNICIPAL ODILON BEHRENS ADV.(A/S) : JULIANA NARCÍCIO DE OLIVEIRA
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Ementa e Acórdão 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607.238 MINAS GERAIS RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) :HOSPITAL MUNICIPAL ODILON BEHRENS ADV.(A/S) :JULIANA NARCÍCIO DE OLIVEIRA AGDO.(A/S) :UNIÃO PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL EMENTA Agravo regimental no recurso extraordinário. Prequestionamento. Ausência. Imunidade. Requisitos. Ofensa reflexa. Reexame de provas. Impossibilidade. Precedentes. 1. Não se admite o recurso extraordinário quando os dispositivos constitucionais que nele se alegam violados não estão devidamente prequestionados. Incidência das Súmulas ns 282 e 356/Supremo Tribunal Federal. 2. Inadmissível em recurso extraordinário o exame dos requisitos da imunidade tributária prevista no art. 195, § 7..., à luz da legislação infraconstitucional e das provas dos autos. Incidência das Súmulas ns 636 e 279/Supremo Tribunal Federal. 3. Agravo regimental não provido. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, sob a Presidência da Sra. Ministra Cármen Lúcia, na conformidade da ata do julgamento e das notas taquigráficas, por unanimidade de votos, em negar provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário, nos termos do voto do Relator. Brasília, 6 de dezembro de 2011. MINISTRO DIAS TOFFOLI Relator Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685339. Supremo Tribunal Federal DJe 06/02/2012 Supremo Tribunal Federal Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 11 Relatório 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607.238 MINAS GERAIS RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) :HOSPITAL MUNICIPAL ODILON BEHRENS ADV.(A/S) :JULIANA NARCÍCIO DE OLIVEIRA AGDO.(A/S) :UNIÃO PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL RELATÓRIO O SENHOR MINISTRO DIAS TOFFOLI (RELATOR): Hospital Municipal Odilon Behrens interpõe tempestivo agravo regimental contra decisão em que se negou seguimento ao recurso extraordinário (fls. 3344 a 3349), com a seguinte fundamentação: “Decisão: Vistos. Hospital Municipal Odilon Behrens interpõe recurso extraordinário, com fundamento na alínea ‘a’ do permissivo constitucional, contra acórdão da Sétima Turma do Tribunal Regional Federal da 1... Região, assim ementado: ‘CONSTITUCIONAL, TRIBUTÁRIO E PROCESSUAL CIVIL – AUTARQUIA MUNICIPAL QUE SE DIZ ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL – IMUNIDADE DE IMPOSTOS (ART. 150, VI, ‘C’, DA Constituição Federal de 1988/88) – ISENÇÃO DA COFINS (ART. 13 E 14 DA Medida Provisória n 2.158/35, DE 24 AGO 2001) – REQUISITOS DO ART. 12 DA LEI n 9.532/97: NÃO PREENCHIMENTO. 2. Para o gozo da isenção, a entidade deve comprovar o cumprimento dos requisitos estabelecidos no art. 12 da Lei n 9.532/97. 3. Apelação e remessa oficial providas: pedido improcedente. 4. Peças liberadas pelo Relator, em 10/12/2007, para a Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Supremo Tribunal Federal 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607.238 MINAS GERAIS RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) :HOSPITAL MUNICIPAL ODILON BEHRENS ADV.(A/S) :JULIANA NARCÍCIO DE OLIVEIRA AGDO.(A/S) :UNIÃO PROC.(A/S)(ES) :PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL RELATÓRIO O SENHOR MINISTRO DIAS TOFFOLI (RELATOR): Hospital Municipal Odilon Behrens interpõe tempestivo agravo regimental contra decisão em que se negou seguimento ao recurso extraordinário (fls. 3344 a 3349), com a seguinte fundamentação: “Decisão: Vistos. Hospital Municipal Odilon Behrens interpõe recurso extraordinário, com fundamento na alínea ‘a’ do permissivo constitucional, contra acórdão da Sétima Turma do Tribunal Regional Federal da 1... Região, assim ementado: ‘CONSTITUCIONAL, TRIBUTÁRIO E PROCESSUAL CIVIL – AUTARQUIA MUNICIPAL QUE SE DIZ ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL – IMUNIDADE DE IMPOSTOS (ART. 150, VI, ‘C’, DA Constituição Federal de 1988/88) – ISENÇÃO DA COFINS (ART. 13 E 14 DA Medida Provisória n 2.158/35, DE 24 AGO 2001) – REQUISITOS DO ART. 12 DA LEI n 9.532/97: NÃO PREENCHIMENTO. 2. Para o gozo da isenção, a entidade deve comprovar o cumprimento dos requisitos estabelecidos no art. 12 da Lei n 9.532/97. 3. Apelação e remessa oficial providas: pedido improcedente. 4. Peças liberadas pelo Relator, em 10/12/2007, para a Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Inteiro Teor do Acórdão - Página 2 de 11 Relatório Recurso Extraordinário 607.238 AGR / MG publicação do acórdão’ (fl. 3.231). Opostos embargos de declaração (fls. 3.236 3.241), foram rejeitados (fls. 3.245 a 3.247). Sustenta o recorrente que o caso em tela, na verdade, trata de imunidade tributária consignada no artigo 195, § 7..., da Constituição Federal de 1988/88. Alega violação do referido dispositivo constitucional, além do artigo 146, inciso II, da Constituição Federal. Aduz, in verbis, que: ‘demonstrado que se trata de imunidade o benefício disposto no art. 195, §7..., da Carta Constitucional de 1988, bem como, ainda, que, nos termos do art. 146, inciso II, também da Lei Maior, caberia à lei complementar regular as limitações constitucionais ao poder de tributar, in casu, o disposto no art. 14 do CTN, comprovado fica o integral atendimento pelo Recorrente a todos os requisitos dos aludido dispositivo legal, bastantes e suficientes à lhe outorgarem o direito de fruição à hipótese de imunidade afeitas às Contribuições para o Financiamento da Seguridade Social’ (fl. 3.305). Contra-arrazoado (fls. 3.319 a 3.334), o recurso extraordinário (fls. 3.291 a 3.315) foi admitido (fl. 3.336). Decido. Não merece prosperar a irresignação, uma vez que os dispositivos constitucionais apontados como violados carecem do necessário prequestionamento, sendo certo que os acórdãos proferidos pelo Tribunal de origem não cuidaram das referidas normas, as quais, também, não foram objetos dos embargos declaratórios opostos pelo ora recorrente. Dessa forma, incabível o recurso extraordinário. Incidência das Súmulas ns 282 e 356 desta Corte. Mesmo que assim não fosse, verifico que o voto condutor do acórdão recorrido, assim consignou: 2 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Supremo Tribunal Federal Recurso Extraordinário 607.238 AGR / MG publicação do acórdão’ (fl. 3.231). Opostos embargos de declaração (fls. 3.236 3.241), foram rejeitados (fls. 3.245 a 3.247). Sustenta o recorrente que o caso em tela, na verdade, trata de imunidade tributária consignada no artigo 195, § 7..., da Constituição Federal de 1988/88. Alega violação do referido dispositivo constitucional, além do artigo 146, inciso II, da Constituição Federal. Aduz, in verbis, que: ‘demonstrado que se trata de imunidade o benefício disposto no art. 195, §7..., da Carta Constitucional de 1988, bem como, ainda, que, nos termos do art. 146, inciso II, também da Lei Maior, caberia à lei complementar regular as limitações constitucionais ao poder de tributar, in casu, o disposto no art. 14 do CTN, comprovado fica o integral atendimento pelo Recorrente a todos os requisitos dos aludido dispositivo legal, bastantes e suficientes à lhe outorgarem o direito de fruição à hipótese de imunidade afeitas às Contribuições para o Financiamento da Seguridade Social’ (fl. 3.305). Contra-arrazoado (fls. 3.319 a 3.334), o recurso extraordinário (fls. 3.291 a 3.315) foi admitido (fl. 3.336). Decido. Não merece prosperar a irresignação, uma vez que os dispositivos constitucionais apontados como violados carecem do necessário prequestionamento, sendo certo que os acórdãos proferidos pelo Tribunal de origem não cuidaram das referidas normas, as quais, também, não foram objetos dos embargos declaratórios opostos pelo ora recorrente. Dessa forma, incabível o recurso extraordinário. Incidência das Súmulas ns 282 e 356 desta Corte. Mesmo que assim não fosse, verifico que o voto condutor do acórdão recorrido, assim consignou: 2 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Inteiro Teor do Acórdão - Página 3 de 11 Relatório Recurso Extraordinário 607.238 AGR / MG ‘À luz do emaranhado legislativo, vê-se fundamental aferir se o autor satisfaz ou não os requisitos legais para o gozo da isenção em comento. Conforme se depreende dos autos, vê-se que o apelado desistiu da prova pericial requerida na inicial (f. 3.227/8), por considerar que a matéria dos autos é estritamente de direito. Ainda que fosse possível a aplicação do art. 14 do CTN (que cuida de impostos) à presente hipótese, o apelado sequer se desincumbiu de comprovar o atendimento a tais requisitos legais. Por outro lado, não comprovou, igualmente, atender ao quanto disposto no § 2... do art. 12 da Lei n 9.532/97. De outra banda, resta afastada a aplicação do art. 55 da Lei n 8.212/91, uma vez que o autor não se caracteriza como entidade beneficente de assistência social, à míngua de comprovação nos autos. Portanto, não faz jus à pretendida isenção da COFINS’ (fl. 3.229). Por sua vez, o ora recorrente sustenta no apelo extremo que: ‘conforme demonstrado nos autos, o Hospital Recorrente atende a todos esses requisitos postos no art. 14 do CTN, fazendo jus, portanto, ao benefício da imunidade prescrito no art. 195, § 7..., da Constituição Federal’ (fl. 3.303). Como se observa, para acolher a pretensão do recorrente e dissentir do entendimento firmado no acórdão recorrido a fim de dirimir a controvérsia a respeito do cumprimento dos requisitos à imunidade tributária, seria necessária a análise de legislação infraconstitucional e o reexame das provas e fatos dos autos, o que não é cabível em sede de recurso extraordinário. Eventual ofensa à Constituição, se houvesse, 3 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Supremo Tribunal Federal Recurso Extraordinário 607.238 AGR / MG ‘À luz do emaranhado legislativo, vê-se fundamental aferir se o autor satisfaz ou não os requisitos legais para o gozo da isenção em comento. Conforme se depreende dos autos, vê-se que o apelado desistiu da prova pericial requerida na inicial (f. 3.227/8), por considerar que a matéria dos autos é estritamente de direito. Ainda que fosse possível a aplicação do art. 14 do CTN (que cuida de impostos) à presente hipótese, o apelado sequer se desincumbiu de comprovar o atendimento a tais requisitos legais. Por outro lado, não comprovou, igualmente, atender ao quanto disposto no § 2... do art. 12 da Lei n 9.532/97. De outra banda, resta afastada a aplicação do art. 55 da Lei n 8.212/91, uma vez que o autor não se caracteriza como entidade beneficente de assistência social, à míngua de comprovação nos autos. Portanto, não faz jus à pretendida isenção da COFINS’ (fl. 3.229). Por sua vez, o ora recorrente sustenta no apelo extremo que: ‘conforme demonstrado nos autos, o Hospital Recorrente atende a todos esses requisitos postos no art. 14 do CTN, fazendo jus, portanto, ao benefício da imunidade prescrito no art. 195, § 7..., da Constituição Federal’ (fl. 3.303). Como se observa, para acolher a pretensão do recorrente e dissentir do entendimento firmado no acórdão recorrido a fim de dirimir a controvérsia a respeito do cumprimento dos requisitos à imunidade tributária, seria necessária a análise de legislação infraconstitucional e o reexame das provas e fatos dos autos, o que não é cabível em sede de recurso extraordinário. Eventual ofensa à Constituição, se houvesse, 3 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Inteiro Teor do Acórdão - Página 4 de 11 Relatório Recurso Extraordinário 607.238 AGR / MG seria meramente reflexa. Incidência da Súmula n 279 desta Corte. Nesse sentido: ‘CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. CONTROVÉRSIA SOBRE OS REQUISITOS NECESSÁRIOS À CONCESSÃO DA IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. NECESSIDADE DE REEXAME DE FATOS E PROVAS. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 279 DO Supremo Tribunal Federal. NECESSIDADE DE ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO INFRACONSTITUCIONAL. OFENSA REFLEXA. AGRAVO IMPROVIDO. I – Para acolher a pretensão do agravante quanto à exclusão da imunidade tributária reconhecia à entidade de previdência, necessário seria o reexame do conjunto fático-probatório constante dos autos, o que atrai a incidência da Súmula 279 do Supremo Tribunal Federal. Precedentes. II - Agravo improvido’ (AI n 632.223-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Ricardo Lewandowski, Dje de 16/11/10). ‘AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. TRIBUTÁRIO. IMUNIDADE. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. REQUISITOS. IMPOSSIBILIDADE DO REEXAME DE PROVAS. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 279 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO’ (Recurso Extraordinário n 596.023-AgR, Primeira Turma, Relatora a Ministra Cármen Lúcia, Dje de 30/4/10). ‘CONSTITUCIONAL. PROCESSUAL CIVIL. REPERCUSSÃO GERAL. PREJUÍZO EM RAZÃO DA INVIABILIDADE DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. TRIBUTÁRIO. IMUNIDADE. CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS. ATENDIMENTO DOS REQUISITOS LEGAIS. 4 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Supremo Tribunal Federal Recurso Extraordinário 607.238 AGR / MG seria meramente reflexa. Incidência da Súmula n 279 desta Corte. Nesse sentido: ‘CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. CONTROVÉRSIA SOBRE OS REQUISITOS NECESSÁRIOS À CONCESSÃO DA IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. NECESSIDADE DE REEXAME DE FATOS E PROVAS. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 279 DO Supremo Tribunal Federal. NECESSIDADE DE ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO INFRACONSTITUCIONAL. OFENSA REFLEXA. AGRAVO IMPROVIDO. I – Para acolher a pretensão do agravante quanto à exclusão da imunidade tributária reconhecia à entidade de previdência, necessário seria o reexame do conjunto fático-probatório constante dos autos, o que atrai a incidência da Súmula 279 do Supremo Tribunal Federal. Precedentes. II - Agravo improvido’ (AI n 632.223-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Ricardo Lewandowski, Dje de 16/11/10). ‘AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. TRIBUTÁRIO. IMUNIDADE. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. REQUISITOS. IMPOSSIBILIDADE DO REEXAME DE PROVAS. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 279 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. AGRAVO REGIMENTAL AO QUAL SE NEGA PROVIMENTO’ (Recurso Extraordinário n 596.023-AgR, Primeira Turma, Relatora a Ministra Cármen Lúcia, Dje de 30/4/10). ‘CONSTITUCIONAL. PROCESSUAL CIVIL. REPERCUSSÃO GERAL. PREJUÍZO EM RAZÃO DA INVIABILIDADE DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. TRIBUTÁRIO. IMUNIDADE. CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS. ATENDIMENTO DOS REQUISITOS LEGAIS. 4 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Inteiro Teor do Acórdão - Página 5 de 11 Relatório Recurso Extraordinário 607.238 AGR / MG NECESSIDADE DE ABERTURA DE INSTRUÇÃO PROBATÓRIA E DA INVOCAÇÃO DA LEI COMO PARÂMETRO DIRETO DE CONTROLE. NÃO CABIMENTO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. DECRETO 83.081/1979. LEI 8.212/1991. ART. 195, § 7... DA CONSTITUIÇÃO. 1. Nos termos do art. 323 do RISTF, somente há a análise da questão constitucional com repercussão geral ‘se não for o caso da inadmissibilidade [do recurso] por outra razão’. Este recurso extraordinário não pode ser conhecido por demandar a reabertura de instrução probatória e por demandar a análise de legislação infraconstitucional como parâmetro imediato de controle. 2. Na forma como argumentado pela agravante em suas razões de recurso extraordinário e de agravo regimental, bem como em virtude do quadro fático- jurídico estabelecido pelo Tribunal de origem, a discussão se limita ao plano infraconstitucional. De fato, se o decreto é incompatível com a lei de regência, a discussão esgota-se no campo da legalidade e é aplicável a Súmula 636/Supremo Tribunal Federal ao desate da discussão. 3. Quanto à necessidade de abertura da instrução, o acórdão recorrido disse não ter ficado provada a ‘a beneficência e assistência social, concedendo [a agravante] gratuidade a seus alunos carentes e colocando seu patrimônio à disposição de entidades que trabalham com menores, idosos e pessoas desfavorecidas, mas não oferece qualquer prova de suas alegações’. A fundada dúvida sobre o atendimento dos requisitos elementares previstos no art. 14 do Código Tributário Nacional somente poderia ser afastada, nos termos pretendidos pela agravante, com a abertura de instrução probatória, o que é vedado nos termos da Súmula 279/Supremo Tribunal Federal. Agravo regimental ao qual se nega provimento’ (Recurso Extraordinário n 504.354-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Joaquim Barbosa, Dje de 3/6/11). ‘AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE 5 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Supremo Tribunal Federal Recurso Extraordinário 607.238 AGR / MG NECESSIDADE DE ABERTURA DE INSTRUÇÃO PROBATÓRIA E DA INVOCAÇÃO DA LEI COMO PARÂMETRO DIRETO DE CONTROLE. NÃO CABIMENTO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. DECRETO 83.081/1979. LEI 8.212/1991. ART. 195, § 7... DA CONSTITUIÇÃO. 1. Nos termos do art. 323 do RISTF, somente há a análise da questão constitucional com repercussão geral ‘se não for o caso da inadmissibilidade [do recurso] por outra razão’. Este recurso extraordinário não pode ser conhecido por demandar a reabertura de instrução probatória e por demandar a análise de legislação infraconstitucional como parâmetro imediato de controle. 2. Na forma como argumentado pela agravante em suas razões de recurso extraordinário e de agravo regimental, bem como em virtude do quadro fático- jurídico estabelecido pelo Tribunal de origem, a discussão se limita ao plano infraconstitucional. De fato, se o decreto é incompatível com a lei de regência, a discussão esgota-se no campo da legalidade e é aplicável a Súmula 636/Supremo Tribunal Federal ao desate da discussão. 3. Quanto à necessidade de abertura da instrução, o acórdão recorrido disse não ter ficado provada a ‘a beneficência e assistência social, concedendo [a agravante] gratuidade a seus alunos carentes e colocando seu patrimônio à disposição de entidades que trabalham com menores, idosos e pessoas desfavorecidas, mas não oferece qualquer prova de suas alegações’. A fundada dúvida sobre o atendimento dos requisitos elementares previstos no art. 14 do Código Tributário Nacional somente poderia ser afastada, nos termos pretendidos pela agravante, com a abertura de instrução probatória, o que é vedado nos termos da Súmula 279/Supremo Tribunal Federal. Agravo regimental ao qual se nega provimento’ (Recurso Extraordinário n 504.354-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Joaquim Barbosa, Dje de 3/6/11). ‘AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE 5 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Inteiro Teor do Acórdão - Página 6 de 11 Relatório Recurso Extraordinário 607.238 AGR / MG INSTRUMENTO. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SEM FINS LUCRATIVOS. COMPROVAÇÃO DOS REQUISITOS DE IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. CONTROVÉRSIA DECIDIDA EXCLUSIVAMENTE À LUZ DA LEGISLAÇÃO INFRACONSTITUCIONAL E DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO DOS AUTOS. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 279 DO Supremo Tribunal Federal. 1. Caso em que entendimento diverso do adotado pela instância judicante de origem demandaria o reexame da legislação ordinária aplicada à espécie e a análise dos fatos e provas constantes dos autos. Providências vedadas neste momento processual. 2. Agravo regimental desprovido’ (AI n 780.914-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Ayres Britto, DJe de 21/3/11). Ante o exposto, afasto o sobrestamento designado na folha 3.341, e, nos termos do artigo 557, caput, do Código de Processo Civil, nego seguimento ao recurso extraordinário. Publique-se. Brasília, 19 de outubro de 2011.” Aduz o agravante que não houve ausência de prequestionamento dos dispositivos constitucionais alegados como violados. Alega, ainda, in verbis, que: “declarado o preenchimento dos requisitos do artigo 14 do CTN, na sua legitimidade (presunção juris tantum) deveria ter sido derrubada pelo fisco, o que não aconteceu, o que foi corroborado pelo silêncio do ora Recorrido, que sequer impugnou a condição declarada,, conforme bem asseverou a sentença” (fl. 3384). É o relatório. 6 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Supremo Tribunal Federal Recurso Extraordinário 607.238 AGR / MG INSTRUMENTO. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SEM FINS LUCRATIVOS. COMPROVAÇÃO DOS REQUISITOS DE IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. CONTROVÉRSIA DECIDIDA EXCLUSIVAMENTE À LUZ DA LEGISLAÇÃO INFRACONSTITUCIONAL E DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO DOS AUTOS. INCIDÊNCIA DA SÚMULA 279 DO Supremo Tribunal Federal. 1. Caso em que entendimento diverso do adotado pela instância judicante de origem demandaria o reexame da legislação ordinária aplicada à espécie e a análise dos fatos e provas constantes dos autos. Providências vedadas neste momento processual. 2. Agravo regimental desprovido’ (AI n 780.914-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Ayres Britto, DJe de 21/3/11). Ante o exposto, afasto o sobrestamento designado na folha 3.341, e, nos termos do artigo 557, caput, do Código de Processo Civil, nego seguimento ao recurso extraordinário. Publique-se. Brasília, 19 de outubro de 2011.” Aduz o agravante que não houve ausência de prequestionamento dos dispositivos constitucionais alegados como violados. Alega, ainda, in verbis, que: “declarado o preenchimento dos requisitos do artigo 14 do CTN, na sua legitimidade (presunção juris tantum) deveria ter sido derrubada pelo fisco, o que não aconteceu, o que foi corroborado pelo silêncio do ora Recorrido, que sequer impugnou a condição declarada,, conforme bem asseverou a sentença” (fl. 3384). É o relatório. 6 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685336. Inteiro Teor do Acórdão - Página 7 de 11 Voto - MIN. DIAS TOFFOLI 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607.238 MINAS GERAIS VOTO O SENHOR MINISTRO DIAS TOFFOLI (RELATOR): O inconformismo não merece prosperar. Ressalto que o ora agravante interpôs recurso extraordinário alegando que o acórdão proferido pelo Tribunal de origem “incorreu em patente violação ao disposto nos arts. 146, inciso II, e 195, § 7... da Constituição Federal” (fl. 3298). No entanto, os referidos dispositivos constitucionais objeto do recurso extraordinário carecem do necessário prequestionamento, sendo certo que os acórdãos proferidos pelo Tribunal de origem não cuidaram das referidas normas, as quais, também, não foram objeto dos embargos declaratórios opostos pelo ora recorrente. Dessa forma, incabível o recurso extraordinário. Incidência das Súmulas ns 282 e 356 desta Corte. Todavia, mesmo que assim não fosse, para acolher a pretensão do agravante e dissentir do entendimento firmado no acórdão recorrido a fim de resolver a controvérsia a respeito do cumprimento dos requisitos à imunidade tributária, seria necessária a análise de legislação infraconstitucional e o reexame das provas e fatos dos autos, o que não é cabível em sede de recurso extraordinário. Nesse sentido, colho parte da fundamentação do voto condutor do acórdão recorrido, que assim consignou: “À luz do emaranhado legislativo, vê-se fundamental aferir se o autor satisfaz ou não os requisitos legais para o gozo da isenção em comento. Conforme se depreende dos autos, vê-se que o apelado desistiu da prova pericial requerida na inicial (f. 3.227/8), por considerar que a matéria dos autos é estritamente de direito. Ainda que fosse possível a aplicação do art. 14 do CTN (que cuida de impostos) à presente hipótese, o apelado sequer Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685337. Supremo Tribunal Federal 06/12/2011 PRIMEIRA TURMA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607.238 MINAS GERAIS VOTO O SENHOR MINISTRO DIAS TOFFOLI (RELATOR): O inconformismo não merece prosperar. Ressalto que o ora agravante interpôs recurso extraordinário alegando que o acórdão proferido pelo Tribunal de origem “incorreu em patente violação ao disposto nos arts. 146, inciso II, e 195, § 7... da Constituição Federal” (fl. 3298). No entanto, os referidos dispositivos constitucionais objeto do recurso extraordinário carecem do necessário prequestionamento, sendo certo que os acórdãos proferidos pelo Tribunal de origem não cuidaram das referidas normas, as quais, também, não foram objeto dos embargos declaratórios opostos pelo ora recorrente. Dessa forma, incabível o recurso extraordinário. Incidência das Súmulas ns 282 e 356 desta Corte. Todavia, mesmo que assim não fosse, para acolher a pretensão do agravante e dissentir do entendimento firmado no acórdão recorrido a fim de resolver a controvérsia a respeito do cumprimento dos requisitos à imunidade tributária, seria necessária a análise de legislação infraconstitucional e o reexame das provas e fatos dos autos, o que não é cabível em sede de recurso extraordinário. Nesse sentido, colho parte da fundamentação do voto condutor do acórdão recorrido, que assim consignou: “À luz do emaranhado legislativo, vê-se fundamental aferir se o autor satisfaz ou não os requisitos legais para o gozo da isenção em comento. Conforme se depreende dos autos, vê-se que o apelado desistiu da prova pericial requerida na inicial (f. 3.227/8), por considerar que a matéria dos autos é estritamente de direito. Ainda que fosse possível a aplicação do art. 14 do CTN (que cuida de impostos) à presente hipótese, o apelado sequer Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685337. Inteiro Teor do Acórdão - Página 8 de 11 Voto - MIN. DIAS TOFFOLI Recurso Extraordinário 607.238 AGR / MG se desincumbiu de comprovar o atendimento a tais requisitos legais. Por outro lado, não comprovou, igualmente, atender ao quanto disposto no § 2... do art. 12 da Lei n 9.532/97. De outra banda, resta afastada a aplicação do art. 55 da Lei n 8.212/91, uma vez que o autor não se caracteriza como entidade beneficente de assistência social, à míngua de comprovação nos autos. Portanto, não faz jus à pretendida isenção da COFINS” (fl. 3229). Portanto, conforme consignado na decisão agravada, eventual ofensa à Constituição, caso houvesse, seria meramente reflexa. Incidência da Súmula n 279 desta Corte. Nesse sentido, os seguintes precedentes: “CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. ISS. IMUNIDADE. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. SÚMULA 279 DO Supremo Tribunal Federal. AGRAVO IMPROVIDO. I - Para dissentir da conclusão a que chegou o acórdão quanto ao preenchimento dos requisitos para fazer jus à imunidade tributária, necessário seria o reexame do conjunto fático- probatório constante dos autos, o que atrai a incidência da Súmula 279 do Supremo Tribunal Federal. II - Agravo regimental improvido” (AI n 706.254/SP-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Ricardo Lewandowski, DJe de 17/4/09). “AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. ENQUADRAMENTO. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. MATÉRIA INFRACONSTITUCIONAL. OFENSA REFLEXA. REEXAME DE FATOS E PROVAS. IMPOSSIBILIDADE EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO. 1. Controvérsia decidida à luz de legislação infraconstitucional. Ofensa indireta à Constituição do Brasil. 2. Reexame de fatos e provas. Inviabilidade do recurso extraordinário. Súmula n. 279 do Supremo Tribunal Federal. 3. A verificação, no caso concreto, da ocorrência, ou 2 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685337. Supremo Tribunal Federal Recurso Extraordinário 607.238 AGR / MG se desincumbiu de comprovar o atendimento a tais requisitos legais. Por outro lado, não comprovou, igualmente, atender ao quanto disposto no § 2... do art. 12 da Lei n 9.532/97. De outra banda, resta afastada a aplicação do art. 55 da Lei n 8.212/91, uma vez que o autor não se caracteriza como entidade beneficente de assistência social, à míngua de comprovação nos autos. Portanto, não faz jus à pretendida isenção da COFINS” (fl. 3229). Portanto, conforme consignado na decisão agravada, eventual ofensa à Constituição, caso houvesse, seria meramente reflexa. Incidência da Súmula n 279 desta Corte. Nesse sentido, os seguintes precedentes: “CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. ISS. IMUNIDADE. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. SÚMULA 279 DO Supremo Tribunal Federal. AGRAVO IMPROVIDO. I - Para dissentir da conclusão a que chegou o acórdão quanto ao preenchimento dos requisitos para fazer jus à imunidade tributária, necessário seria o reexame do conjunto fático- probatório constante dos autos, o que atrai a incidência da Súmula 279 do Supremo Tribunal Federal. II - Agravo regimental improvido” (AI n 706.254/SP-AgR, Primeira Turma, Relator o Ministro Ricardo Lewandowski, DJe de 17/4/09). “AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. ENQUADRAMENTO. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. MATÉRIA INFRACONSTITUCIONAL. OFENSA REFLEXA. REEXAME DE FATOS E PROVAS. IMPOSSIBILIDADE EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO. 1. Controvérsia decidida à luz de legislação infraconstitucional. Ofensa indireta à Constituição do Brasil. 2. Reexame de fatos e provas. Inviabilidade do recurso extraordinário. Súmula n. 279 do Supremo Tribunal Federal. 3. A verificação, no caso concreto, da ocorrência, ou 2 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685337. Inteiro Teor do Acórdão - Página 9 de 11 Voto - MIN. DIAS TOFFOLI Recurso Extraordinário 607.238 AGR / MG não, de violação do direito adquirido, do ato jurídico perfeito e da coisa julgada situa-se no campo infraconstitucional. 4. Agravo regimental a que se nega provimento” (AI n 673.173/MG-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Eros Grau, DJ de 7/12/07). “EMENTA: CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL. IMUNIDADE. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. SÚMULA 279-Supremo Tribunal Federal. I. - O acórdão recorrido entendeu que a parte agravada faz jus à imunidade prevista no art. 195, § 7..., da Constituição Federal a partir do exame do conjunto fático-probatório trazido aos autos. Incidência, no caso, da Súmula 279-Supremo Tribunal Federal. II. - Agravo não provido” (AI n 409.981/RS-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Carlos Velloso, DJ de 13/8/04). Ante o exposto, nego provimento ao agravo regimental. 3 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685337. Supremo Tribunal Federal Recurso Extraordinário 607.238 AGR / MG não, de violação do direito adquirido, do ato jurídico perfeito e da coisa julgada situa-se no campo infraconstitucional. 4. Agravo regimental a que se nega provimento” (AI n 673.173/MG-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Eros Grau, DJ de 7/12/07). “EMENTA: CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL. IMUNIDADE. ENTIDADE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. SÚMULA 279-Supremo Tribunal Federal. I. - O acórdão recorrido entendeu que a parte agravada faz jus à imunidade prevista no art. 195, § 7..., da Constituição Federal a partir do exame do conjunto fático-probatório trazido aos autos. Incidência, no caso, da Súmula 279-Supremo Tribunal Federal. II. - Agravo não provido” (AI n 409.981/RS-AgR, Segunda Turma, Relator o Ministro Carlos Velloso, DJ de 13/8/04). Ante o exposto, nego provimento ao agravo regimental. 3 Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/ sob o número 1685337. Inteiro Teor do Acórdão - Página 10 de 11 Decisão de Julgamento PRIMEIRA TURMA EXTRATO DE ATA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607.238 PROCED. : MINAS GERAIS RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) : HOSPITAL MUNICIPAL ODILON BEHRENS ADV.(A/S) : JULIANA NARCÍCIO DE OLIVEIRA AGDO.(A/S) : UNIÃO PROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário, nos termos do voto do Relator. Unânime. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. 1... Turma, 6.12.2011. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. Presentes à Sessão os Senhores Ministros Marco Aurélio, Dias Toffoli e Luiz Fux. Subprocurador-Geral da República, Dr. Rodrigo Janot. Carmen Lilian Coordenadora Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/autenticarDocumento.asp sob o número 1642545 Supremo Tribunal Federal PRIMEIRA TURMA EXTRATO DE ATA AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607.238 PROCED. : MINAS GERAIS RELATOR : MIN. DIAS TOFFOLI AGTE.(S) : HOSPITAL MUNICIPAL ODILON BEHRENS ADV.(A/S) : JULIANA NARCÍCIO DE OLIVEIRA AGDO.(A/S) : UNIÃO PROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DA FAZENDA NACIONAL Decisão: A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário, nos termos do voto do Relator. Unânime. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. 1... Turma, 6.12.2011. Presidência da Senhora Ministra Cármen Lúcia. Presentes à Sessão os Senhores Ministros Marco Aurélio, Dias Toffoli e Luiz Fux. Subprocurador-Geral da República, Dr. Rodrigo Janot. Carmen Lilian Coordenadora Documento assinado digitalmente conforme Medida Provisória n 2.200-2/2001 de 24/08/2001, que institui a Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil. O documento pode ser acessado no endereço eletrônico http://www.stf.jus.br/portal/autenticacao/autenticarDocumento.asp sob o número 1642545 Inteiro Teor do Acórdão - Página 11 de 11
{ "JURISPRUDENCIA": [ "RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607 . 238", "Súmulas ns 282 e 356 / Supremo Tribunal Federal", "Súmulas ns 636 e 279 / Supremo Tribunal Federal", "RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607 . 238", "RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607 . 238", "Recurso Extraordinário 607 . 238 AGR / MG", "Recurso Extraordinário 607 . 238 AGR / MG", "Recurso Extraordinário 607 . 238 AGR / MG", "Recurso Extraordinário 607 . 238 AGR / MG", "Recurso Extraordinário 607 . 238 AGR / MG", "SÚMULA 279 DO Supremo Tribunal Federal", "Súmula 279 do Supremo Tribunal Federal", "AI n 632 . 223 - AgR", "SÚMULA 279 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL", "Recurso Extraordinário n 596 . 023 - AgR", "Recurso Extraordinário 607 . 238 AGR / MG", "Súmula n 279 desta Corte", "SÚMULA 279 DO Supremo Tribunal Federal", "Súmula 279 do Supremo Tribunal Federal", "AI n 632 . 223 - AgR", "SÚMULA 279 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL", "Recurso Extraordinário n 596 . 023 - AgR", "Recurso Extraordinário 607 . 238 AGR / MG", "Súmula 636 / Supremo Tribunal Federal", "Súmula 279 / Supremo Tribunal Federal", "Recurso Extraordinário n 504 . 354 - AgR", "Recurso Extraordinário 607 . 238 AGR", "Súmula 636 / Supremo Tribunal Federal", "Súmula 279 / Supremo Tribunal Federal", "Recurso Extraordinário n 504 . 354 - AgR", "Recurso Extraordinário 607 . 238 AGR / MG", "SÚMULA 279 DO Supremo Tribunal Federal", "AI n 780 . 914 - AgR", "Recurso Extraordinário 607 . 238 AGR / MG", "SÚMULA 279 DO Supremo Tribunal Federal", "AI n 780 . 914 - AgR", "RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607 . 238 MINAS", "RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607 . 238", "Recurso Extraordinário 607 . 238 AGR", "Súmula n 279 desta Corte", "SÚMULA 279 DO Supremo Tribunal Federal", "Súmula 279 do Supremo Tribunal Federal", "AI n 706 . 254 / SP - AgR", "Súmula n . 279 do Supremo Tribunal Federal", "Recurso Extraordinário 607 . 238 AGR", "Súmula n 279 desta Corte", "SÚMULA 279 DO Supremo Tribunal Federal", "Súmula 279 do Supremo Tribunal Federal", "AI n 706 . 254 / SP - AgR", "Súmula n . 279 do Supremo Tribunal Federal", "Recurso Extraordinário 607 . 238 AGR / MG", "AI n 673 . 173 / MG - AgR", "SÚMULA 279 -", "Súmula 279 - Supremo Tribunal Federal", "AI n 409 . 981 / RS - AgR", "Recurso Extraordinário 607 . 238 AGR", "AI n 673 . 173 / MG - AgR", "SÚMULA 279 - Supremo Tribunal Federal", "Súmula 279 - Supremo Tribunal Federal", "AI n 409 . 981 / RS - AgR", "RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607 . 238", "RECURSO EXTRAORDINÁRIO 607 . 238" ], "LEGISLACAO": [ "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "ART . 150 , VI , ‘ C ’ , DA Constituição Federal de 1988 / 88", "ART . 13 E 14 DA Medida Provisória n 2 . 158 / 35", "ART . 12 DA LEI n 9 . 532 / 97", "art . 12 da Lei n 9 . 532 / 97", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "ART . 150 , VI , ‘ C ’ , DA Constituição Federal de 1988 / 88", "ART . 13 E 14 DA Medida Provisória n 2 . 158 / 35", "ART . 12 DA LEI n 9 . 532 / 97", "art . 12 da Lei n 9 . 532 / 97", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "artigo 195 , § 7 . . . , da Constituição Federal de 1988 / 88", "artigo 146 , inciso II , da Constituição Federal", "art . 195 , § 7 . . . , da Carta Constitucional de 1988", "art . 146 , inciso II , também da Lei Maior", "art . 14 do CTN", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "artigo 195 , § 7 . . . , da Constituição Federal de 1988 / 88", "artigo 146 , inciso II , da Constituição Federal", "art . 195 , § 7 . . . , da Carta Constitucional de 1988", "Lei Maior", "art . 14 do CTN", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "art . 14 do CTN", "§ 2 . . . do art . 12 da Lei n 9 . 532 / 97", "art . 55 da Lei n 8 . 212 / 91", "art . 14 do CTN", "art . 195 , § 7 . . . , da Constituição Federal", "Constituição", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "art . 14 do CTN", "§ 2 . . . do art . 12 da Lei n 9 . 532 / 97", "art . 55 da Lei n 8 . 212 / 91", "art . 14 do CTN", "art . 195 , § 7 . . . , da Constituição Federal", "Constituição", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "DECRETO 83 . 081 / 1979", "LEI 8 . 212 / 1991", "art . 323 do RISTF", "art . 14 do Código Tributário Nacional", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "DECRETO 83 . 081 / 1979", "LEI 8 . 212 / 1991", "ART . 195 , § 7 . . . DA CONSTITUIÇÃO", "art . 323 do RISTF", "art . 14 do Código Tributário Nacional", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "artigo 557 , caput , do Código de Processo Civil", "artigo 14 do CTN", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "artigo 557 , caput , do Código de Processo Civil", "artigo 14 do CTN", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "arts . 146 , inciso II , e 195 , § 7 . . . da Constituição Federal", "art . 14 do CTN", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "arts . 146 , inciso II , e 195 , § 7 . . . da Constituição Federal", "art . 14 do CTN", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "§ 2 . . . do art . 12 da Lei n 9 . 532 / 97", "art . 55 da Lei n 8 . 212 / 91", "Constituição", "Constituição do Brasil", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "§ 2 . . .", "art . 55 da Lei n 8 . 212 / 91", "Constituição", "Constituição do Brasil", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "art . 195 , § 7 . . . , da Constituição Federal", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "art . 195 , § 7 . . . , da Constituição Federal", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001", "Medida Provisória n 2 . 200 - 2 / 2001" ], "LOCAL": [ "MINAS GERAIS", "Brasília", "MINAS GERAIS", "Brasília", "Brasília", "MINAS GERAIS", "MINAS GERAIS", "MINAS GERAIS" ], "ORGANIZACAO": [ "PRIMEIRA TURMA", "HOSPITAL MUNICIPAL", "UNIÃO", "Primeira Turma", "Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira", "ICP", "-", "Brasil", "Supremo Tribunal Federal", "Supremo Tribunal Federal", "PRIMEIRA TURMA", "HOSPITAL MUNICIPAL", "UNIÃO", "FAZENDA", "Hospital Municipal Odilon Behrens", "Hospital Municipal Odilon Behrens", "Sétima Turma do Tribunal Regional Federal da 1 . . . 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"Ementa e Acórdão\n06/12/2011\nPRIMEIRA TURMA\nAG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 501.942 SÃO PAU(...TRUNCATED)
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2011-12-06T00:00:00
2012-03-05T00:00:00
"Por maioria de votos, a Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário, nos(...TRUNCATED)
AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO
"EMENTA\n\n\n\n Agravo regimental no recurso extraordinário. COFINS. §§ 2º e 3º do art. 8º (...TRUNCATED)
sjur205285
"- Acórdãos citados: RE 353296 AgR, RE 453546 ED, RE 378010 AgR.\r\n- Decisões monocráticas cita(...TRUNCATED)
DIAS TOFFOLI
Primeira Turma
501942
["LEG-FED LEI-009718 ANO-1998\r\n ART-00008 PAR-00002 PAR-00003\r\n LEI ORD(...TRUNCATED)
RE-AgR
acordaos
RE 501942 AgR
[ "" ]
"AGTE.(S) : COMPANHIA BRASILEIRA DE ESTIRENO \r\nADV.(A/S) : FLÁVIO DE SÁ MUN(...TRUNCATED)
[ "" ]
"Ementa e Acórdão\n06/12/2011\nPRIMEIRA TURMA\nAG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO 501.942 SÃO PAU(...TRUNCATED)
{"JURISPRUDENCIA":["RECURSO EXTRAORDINÁRIO 501 . 942","RECURSO EXTRAORDINÁRIO 501 . 942","Agravo d(...TRUNCATED)
"Ementa e Acórdão\n19/11/2013\nPRIMEIRA TURMA\nHABEAS CORPUS 117.435 SÃO PAULO\nRELATOR\n: MIN. D(...TRUNCATED)
https://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=TP&docID=5049702
2013-11-19T00:00:00
2013-12-17T00:00:00
"A Turma denegou a ordem de habeas corpus, mas a concedeu, de ofício, nos termos do voto do Relator(...TRUNCATED)
HABEAS CORPUS
"EMENTA\n\n\n\n Habeas corpus. Penal. Tráfico de entorpecentes Dosimetria. Pretensão ao reconh(...TRUNCATED)
sjur251835
"- Acórdão(s) citado(s):\n(TRÁFICO DE ENTORPECENTES, DOSIMETRIA DA PENA, \"BIS IN IDEM\", QUANTID(...TRUNCATED)
DIAS TOFFOLI
Primeira Turma
117435
["LEG-FED CF ANO-1988\n ART-00005 INC-00046\n CF-1988 CONSTITUIÇÃO (...TRUNCATED)
HC
acordaos
HC 117435
[ "" ]
"PACTE.(S) : CESAR LUIS OLAZABAL BERECHE \nIMPTE.(S) : DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO \nPROC.(A/S)((...TRUNCATED)
[ "" ]
"Ementa e Acórdão\n19/11/2013\nPRIMEIRA TURMA\nHABEAS CORPUS 117.435 SÃO PAULO\nRELATOR\n: MIN. D(...TRUNCATED)
{"JURISPRUDENCIA":["HABEAS CORPUS 117 . 435","HC n 111 . 840 / ES","HC 117435 / SP","HC 117435 / SP"(...TRUNCATED)
"Ementa e Acórdão\n19/11/2013\nPRIMEIRA TURMA\nAG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 773.953 ALAGOAS\nR(...TRUNCATED)
https://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=TP&docID=5042796
2013-11-19T00:00:00
2013-12-16T00:00:00
"A Turma negou provimento ao agravo regimental, nos termos do voto do Relator. Unânime. Não partic(...TRUNCATED)
AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO
"EMENTA\n\n\n\n \n\n\n\n Agravo regimental no agravo de instrumento. Servidor militar. Artigo(...TRUNCATED)
sjur251681
"- Acórdão(s) citado(s):\n(MILITAR, PROVENTOS)\nRE 652256 AgR (1ªT). \n(COMPETÊNCIA REGULAMENTAR(...TRUNCATED)
DIAS TOFFOLI
Primeira Turma
773953
["LEG-FED CF ANO-1988\n ART-00040 PAR-00002 REDAÇÃO DADA PELA EMC-20/1998\n (...TRUNCATED)
AI-AgR
acordaos
AI 773953 AgR
[ "" ]
"AGTE.(S) : ESTADO DE ALAGOAS \nPROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DE ALAGOAS \nAGDO.(A/S)(...TRUNCATED)
[ "" ]
"Ementa e Acórdão\n19/11/2013\nPRIMEIRA TURMA\nAG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 773.953 ALAGOAS\nR(...TRUNCATED)
{"JURISPRUDENCIA":["AGRAVO DE INSTRUMENTO 773 . 953","AI 773953 AGR / AL","AI 773953 AGR / AL","AGRA(...TRUNCATED)
"Ementa e Acórdão\n20/08/2013\nPRIMEIRA TURMA\nAG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 749.008 PARÁ\nREL(...TRUNCATED)
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2013-08-20T00:00:00
2013-09-03T00:00:00
"A Turma negou provimento ao agravo regimental, nos termos do voto do Relator. Unânime. Presidênci(...TRUNCATED)
AG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO
"Ementa: AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO CIVIL. DANO MORAL. IMPUTAÇÃO FALSA DO(...TRUNCATED)
sjur240474
"- Acórdão(s) citado(s):\n(SÚMULA 279)\nARE 741268 AgR (1ªT). \n(MATÉRIA INFRACONSTITUCIONAL, D(...TRUNCATED)
LUIZ FUX
Primeira Turma
749008
["LEG-FED CF ANO-1988\n ART-00093 INC-00009\n CF-1988 CONSTITUIÇÃO (...TRUNCATED)
AI-AgR
acordaos
AI 749008 AgR
[ "" ]
"AGTE.(S) : PONTES IRMÃO & CIA LTDA \nADV.(A/S) : RODRIGO DE CASTRO FREITAS E OUTRO(A/S)\nAGD(...TRUNCATED)
[ "" ]
"Ementa e Acórdão\n20/08/2013\nPRIMEIRA TURMA\nAG.REG. NO AGRAVO DE INSTRUMENTO 749.008 PARÁ\nREL(...TRUNCATED)
{"JURISPRUDENCIA":["AGRAVO DE INSTRUMENTO 749 . 008","SÚMULA 279 DESTA CORTE","Súmula 279 / Suprem(...TRUNCATED)
"Ementa e Acórdão\n20/08/2013\nPRIMEIRA TURMA\nHABEAS CORPUS 107.199 SÃO PAULO\nRELATOR\n: MIN. M(...TRUNCATED)
https://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=TP&docID=4703743
2013-08-20T00:00:00
2013-10-21T00:00:00
"Por unanimidade, a Turma julgou extinta a ordem de habeas corpus por inadequação da via processua(...TRUNCATED)
HABEAS CORPUS
"JÚRI – QUALIFICADORAS – INSUBSISTÊNCIA. Uma vez reconhecido que a vítima não foi alvo de su(...TRUNCATED)
sjur245704
Número de páginas: 15. Análise: 15/11/2013, JOS. Revisão: 06/01/2014, SER.
MARCO AURÉLIO
Primeira Turma
107199
[ "LEG-FED DEL-002848 ANO-1940\n ART-00121\n CP-1940 CÓDIGO PENAL" ]
HC
acordaos
HC 107199
[ "" ]
"PACTE.(S) : TARCISIO DE JESUS FERNANDES \nIMPTE.(S) : GUILHERME ZILIANI CARNELOS E OUTRO(A/S)\nCO(...TRUNCATED)
[ "" ]
"Ementa e Acórdão\n20/08/2013\nPRIMEIRA TURMA\nHABEAS CORPUS 107.199 SÃO PAULO\nRELATOR\n: MIN. M(...TRUNCATED)
{"JURISPRUDENCIA":["HABEAS CORPUS 107 . 199","HC 173 . 306","HABEAS CORPUS 107 . 199","HC 173 . 306 (...TRUNCATED)
"Ementa e Acórdão\n10/09/2013\nSEGUNDA TURMA\nAG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 739.82(...TRUNCATED)
https://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=TP&docID=4562988
2013-09-10T00:00:00
2013-09-24T00:00:00
"A Turma, por unanimidade, negou provimento ao agravo regimental, nos termos do voto do Relator. Aus(...TRUNCATED)
AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO
"Ementa: AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO. ALEGADA VIOLAÇÃO AO ART. 5º, LV(...TRUNCATED)
sjur242653
"- Acórdão(s) citado(s):\n(OFENSA REFLEXA)\nAI 777240 AgR (1ªT), AI 610626 AgR (2ªT). \n- Decis(...TRUNCATED)
RICARDO LEWANDOWSKI
Segunda Turma
739829
["LEG-FED CF ANO-1988\n ART-00005 INC-00055 ART-00093 INC-00009\n CF-(...TRUNCATED)
ARE-AgR
acordaos
ARE 739829 AgR
[ "" ]
"AGTE.(S) : INSTITUTO DE SEGURIDADE SOCIAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE ANÁPOLIS - ISSA \nADV.(A/S(...TRUNCATED)
[ "" ]
"Ementa e Acórdão\n10/09/2013\nSEGUNDA TURMA\nAG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 739.82(...TRUNCATED)
{"JURISPRUDENCIA":["SÚMULA 280 DO Supremo Tribunal Federal","ARE 739829 AGR /","ARE 739829","ARE 73(...TRUNCATED)
"Ementa e Acórdão\n06/12/2011\nPRIMEIRA TURMA\nAG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 646.0(...TRUNCATED)
https://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=TP&docID=1694653
2011-12-06T00:00:00
2012-02-06T00:00:00
"A Turma negou provimento ao agravo regimental no recurso extraordinário com agravo, nos termos do (...TRUNCATED)
AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO
"EMENTA\n\n\n\n Agravo regimental no recurso extraordinário com agravo. Administrativo. Concurso(...TRUNCATED)
sjur204064
"- Acórdãos citados: RE 294258 AgR, RE 474657 ED, AI 684518 AgR, AI 594955 AgR.\r\nNúmero de pág(...TRUNCATED)
DIAS TOFFOLI
Primeira Turma
646080
[ "LEG-FED SUMSTF-000279 \r\n SÚMULA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF" ]
ARE-AgR
acordaos
ARE 646080 AgR
[ "" ]
"AGTE.(S) : ESTADO DE GOIÁS \r\nPROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DO ESTADO DE GOI(...TRUNCATED)
[ "" ]
"Ementa e Acórdão\n06/12/2011\nPRIMEIRA TURMA\nAG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 646.0(...TRUNCATED)
{"JURISPRUDENCIA":["RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 646 . 080","AGRAVO 646 . 080","RECURSO EXTRAO(...TRUNCATED)
"Ementa e Acórdão\n10/09/2013\nPRIMEIRA TURMA\nAG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 742.9(...TRUNCATED)
https://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=TP&docID=4567728
2013-09-10T00:00:00
2013-09-25T00:00:00
"A Turma negou provimento ao agravo regimental, nos termos do voto do Relator. Unânime. Ausente, ju(...TRUNCATED)
AG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO
"Ementa: AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO. CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. EMPRÉST(...TRUNCATED)
sjur242783
"- Acórdão(s) citado(s):\n(PREQUESTIONAMENTO)\nAI 738029 AgR (1ªT), ARE 737360 AgR (2ªT). \n(DAN(...TRUNCATED)
LUIZ FUX
Primeira Turma
742983
["LEG-FED SUMSTF-000282 \n SÚMULA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL - STF\n\n","LEG(...TRUNCATED)
ARE-AgR
acordaos
ARE 742983 AgR
[ "" ]
"AGTE.(S) : BANCO SANTANDER (BRASIL) S/A \r\nADV.(A/S) : OSMAR MENDES PAIXAO C(...TRUNCATED)
[ "" ]
"Ementa e Acórdão\n10/09/2013\nPRIMEIRA TURMA\nAG.REG. NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 742.9(...TRUNCATED)
{"JURISPRUDENCIA":["RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO 742 . 983","Recurso Extraordinário n 602 . 1(...TRUNCATED)
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