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Magnetismo Espiritual Michaelus.pdf | perfeitamente de ter sido assaltado, então, por uma espécie de ansiedade e pesar por coisas inacabadas; a minha vida apareceu-me qual uma profissão de fé. Aproximei-me de mim, ou antes, do meu corpo, ou do que acreditava ser já o meu cadáver. Um espetáculo, que não compreendi logo, me atraiu a atenção: contemplei-me re... |
Magnetismo Espiritual Michaelus.pdf | “Voltei”, pelo Espírito do Irmão Jacob, pág. 30. 144 organização da carne, imóvel, incapaz de separar emoções e selecioná-las, afundei-me nas impressões de angústia. Minhas energias pareciam retransferir-se, aceleradamente, ao envoltório abandonado. Insuportável constrangimento martirizava-me. Percebi os conflitos da c... |
Magnetismo Espiritual Michaelus.pdf | ponto que a moléstia se complicou. “Fiquei afetado de constipações tenazes e de cólicas medonhas; as vísceras pareceram atacadas, como os músculos, dessas dores pungentes, que me faziam desejar a morte; todo o lado esquerdo, até então poupado, ficou sofrendo como o direito. “Fizeram-me passar, nessa ocasião, por todas ... |
Magnetismo Espiritual Michaelus.pdf | das sessões. Ao mesmo tempo que conservei os passes longitudinais, pois não devia esquecer que a moléstia havia invadido todo o organismo, voltei especialmente a minha atenção para os ombros, braços e pernas. Coloquei minha mão direita sobre a espádua direita da paciente e tomei a sua mão direita na esquerda. Depois de... |
Magnetismo Espiritual Michaelus.pdf | tipo de trabalho. O passe, o socorro magnético em seus variados matizes, o estudo progressivo dos fluidos, a seleção dos respectivos doadores, a formação de correntes psíquicas, a orientação das energias ectoplásmicas, a divisão 156 de trabalhos nesse particular, a especialização de servidores, com definição exata dos ... |
2017_Artigo PROINFA.pdf | See discussions, st ats, and author pr ofiles f or this public ation at : https://www .researchgate.ne t/public ation/319258461 Analysis of PROINFA Power Plants Portfolio from the Perspective of Markowitz Article in IEEE Latin Americ a Transactions · Januar y 2017 DOI: 10.1109/TL A.2017.8015048 CITATIONS 2READS 507 2 a... |
2017_Artigo PROINFA.pdf | ser ilustrado, por exemplo, com uma carteira composta por um ativo lastreado no índice IBOVESPA e outro em Títulos Públicos. Quando o Banco Central aumenta a taxa de juros dos Títulos Públicos, a economia tende a desacelerar, consequentemente diminui o nível de produção das empresas, com impacto negativo no IBOVESPA. P... |
2017_Artigo PROINFA.pdf | Capacidade Média Desvio Padrão Elebras Cidreira Eólica SC 70,00 0,34 0,08 Millenniu m Eólica PB 10,20 0,33 0,08 Albatroz Eólica PB 4,50 0,30 0,09 Coelhos II Eólica PB 4,50 0,34 0,09 Camurim Eólica PB 4,50 0,32 0,08 Coelhos IV Eólica PB 4,50 0,28 0,07 Presidente Eólica PB 4,50 0,22 0,06 Coelhos III Eólica PB 4,50 0,22 0... |
2017_Artigo PROINFA.pdf | B.; HUBACEK, K. What to expect from a greater geographic dispersion of wind farms?—A risk portfolio approach. Energy Policy, v.35, n. 8, p. 3999-4008. 2007. [8] ROQUES, F.; HIROUX, C.; SAGUAN, M. Optimal wind power deployment in Europe—A portfolio approach. Energy Policy, v.38, n.7, jul. 2010. [9] CHUPP, B. A.; HICKEY,... |
POSE EFFICIENT CONTEXT WINDOW EXTENSION OF LLMS VIA POSITIONAL SKIP-WISE TRAINING.pdf | Published as a conference paper at ICLR 2024 POSE: E FFICIENT CONTEXT WINDOW EXTENSION OF LLM S VIA POSITIONAL SKIP-WISE TRAINING Dawei Zhu∗♡♠Nan Yang♢Liang Wang♢Yifan Song♡♠Wenhao Wu♡♠ Furu Wei♢Sujian Li♡♠ ♡School of Computer Science, Peking University ♠National Key Laboratory for Multimedia Information Processing, Pe... |
POSE EFFICIENT CONTEXT WINDOW EXTENSION OF LLMS VIA POSITIONAL SKIP-WISE TRAINING.pdf | (Peng et al., 2023) employs a ramp function to combine Linear and NTK interpolation at varying proportions across different dimensions. Simultaneously, it introduces a temperature factor to mitigate distribution shift of attention matrix caused by long inputs. 3.2 P ROPOSED APPROACH : POSITIONAL SKIP-WISE TRAINING (POS... |
POSE EFFICIENT CONTEXT WINDOW EXTENSION OF LLMS VIA POSITIONAL SKIP-WISE TRAINING.pdf | of 32k or above, because V100 machines cannot afford full fine-tuning of these lengths. But it can be expected that the overhead ration between Full-leng and PoSE will become more exaggerated as target length increases. Consequently, we can confidently assert that our proposed approach is both memory and time-efficient... |
POSE EFFICIENT CONTEXT WINDOW EXTENSION OF LLMS VIA POSITIONAL SKIP-WISE TRAINING.pdf | 2020. Anian Ruoss, Grégoire Delétang, Tim Genewein, Jordi Grau-Moya, Róbert Csordás, Mehdi Bennani, Shane Legg, and Joel Veness. Randomized positional encodings boost length generalization of transformers. In Proceedings of the 61st Annual Meeting of the Association for Computational Linguistics (Volume 2: Short Papers... |
Microeconomia.pdf | PAULO AUGUSTO MEYER MATTOS NASCIMENTO FABIANO MEZADRE POMPERMAYER MICROECONOMIA ENAPMicroeconomia Consumo e Produção Brasília - 2015Módulo1© ENAP , 2015 ENAP Escola Nacional de Administração Pública Diretoria de Comunicação e Pesquisa SAIS – Área 2-A – 70610-900 — Brasília, DFTelefone: (61) 2020 3096 – Fax: (61) 2020 3... |
Microeconomia.pdf | marginal (retornos crescentes de escala). Esta redução do custo de cada unidade adicional marginal vai progressivamente desaparecendo, até o ponto mais baixo da curva, onde o custo marginal se torna constante (retornos constantes de escala), Em seguida, a curva se torna ascendente, expressando que os custos marginais s... |
Microeconomia.pdf | se Maria ficará com tudo e José com nada - ou vice-versa (pontos D e E), ou alguma outra distribuição em qualquer outro ponto da curva (como os pontos B e C), seria, portanto, não uma questão de eficiência no uso do recurso, e sim uma questão atinente aos valores sociais vigentes relativos à justiça distributiva. Inefi... |
Microeconomia.pdf | de estradas passa a ser construído, levando a um mix representado pelo ponto Y . As curvas sobre as quais estão o ponto Y e o ponto Z representam as fronteiras de possibilidade de produção, isto é, os mixes possíveis de dois produtos (no caso, escolas e estradas) que utilizam os recursos disponíveis na totalidade e da ... |
Microeconomia.pdf | oferta dos produtores, pode-se avaliar a sensibilidade da oferta ao preço através da elasticidade-preço de oferta. Ou seja, produtos cuja oferta responde muito às variações de preços são de oferta muito elástica, enquanto que produtos cuja oferta responde pouco a variações de preços são bastante inelásticos. A elastici... |
Microeconomia.pdf | projeto são considerados eficientes, se conseguem ser realizados com a maior economicidade e racionalidade no uso dos recursos, para a obtenção de resultados. Por Efetividade, entende-se a capacidade de fazer com que os resultados das ações empreendidas e das metas alcançadas atinjam os propósitos maiores da política o... |
Microeconomia.pdf | Correção Monetária© ENAP , 2015 ENAP Escola Nacional de Administração Pública Diretoria de Comunicação e Pesquisa SAIS – Área 2-A – 70610-900 — Brasília, DFTelefone: (61) 2020 3096 – Fax: (61) 2020 3178Fundação Escola Nacional de Administração Pública Presidente Gleisson Rubin Diretor de Desenvolvimento Gerencial Paulo... |
Microeconomia.pdf | ótimo bem-estar social. 4.3. Poder de Mercado Quando abordamos a questão do mercado como mecanismo para se atingir os objetivos sociais de eficiência produtiva e eficiência alocativa, ressaltamos que deveria existir concorrência entre as firmas produtoras dos bens. Infelizmente, essa não é a regra nos mercados de produ... |
Microeconomia.pdf | recursos naturais, a sobre-exploração implicará antecipação do esgotamento de um recurso exaurível ou mesmo exaurindo um recurso renovável, privando seu uso para o futuro. 4.5. Externalidades Uma das mais importantes características do sistema econômico em produzir resultados pelo sistema de preços de mercado que não c... |
Microeconomia.pdf | acessados por vários ou todos, é que estes serão utilizados sem se incorrer nos custos provocados ou na compensação pelos benefícios auferidos.18 Sendo assim, os bens e recursos públicos utilizados de modo ineficiente do ponto de vista da maximização do bem-estar social, o poder público, em nome do interesse da socieda... |
Microeconomia.pdf | mínimo da época, atualizado pela inflação americana, corresponderia a 100 dólares em valores atuais. Quem estaria certo? 5.2.1. Devaneios monetários A resposta à primeira vista parece paradoxal: ambos e nenhum. O que se viu foi um embate de números por parte de políticos experientes que sabem que isso não acrescenta na... |
Adding NVMe SSDs to Enable and Accelerate 100B Model Fine-tuning on a Single GPU.pdf | Adding NVMe SSDs to Enable and Accelerate 100B Model Fine-tuning on a Single GPU Changyue Liao∗, Mo Sun∗, Zihan Yang∗, Kaiqi Chen Zhejiang University, ChinaBinhang Yuan HKUST, ChinaFei Wu, Zeke Wang Zhejiang University, China Abstract Recent advances in large language models have brought immense value to the world, wit... |
Adding NVMe SSDs to Enable and Accelerate 100B Model Fine-tuning on a Single GPU.pdf | are discarded, extra for- ward propagation from the last checkpoint is performed to get the discarded activation. The extra forward propagation is called recomputation. Activation Swapping. Activation swapping is another mechanism for memory saving. Since the activations are produced in the forward stage and consumed i... |
Adding NVMe SSDs to Enable and Accelerate 100B Model Fine-tuning on a Single GPU.pdf | 4.4 Fully Pipelined Activation Swapping Figure 2b illustrates an example of Fuyou’s pipelined exe- cution strategy. During forward and backward propagation, Fuyou intends to overlap GPU computation and PCIe com- munication (SSD-CPU and CPU-GPU) to its best. During the optimizer stage, Fuyou overlaps CPU computation and... |
Adding NVMe SSDs to Enable and Accelerate 100B Model Fine-tuning on a Single GPU.pdf | CPU. We do not offload activation checkpoints in Colossal-AI because it does not support. 5.2 Maximum Trainable Model Size We first validate the maximum trainable model size of Fuyou over ZeRO-Infinity.5We train GPT-3 models on both A100- 80GB and RTX 4090 with different CPU memory capacities. 5We do not compare with C... |
Adding NVMe SSDs to Enable and Accelerate 100B Model Fine-tuning on a Single GPU.pdf | does not need network devices.and out-of-core optimizer. G10 [ 56] uses GPUDirect Stor- age to offload model states and activation to SSDs, however, it performs optimizer on GPU thus leading to heavy net- work pressure between GPU and SSDs. ZeRO-Infinity [ 41] supports an out-of-core optimizer with synchronous weight u... |
Adding NVMe SSDs to Enable and Accelerate 100B Model Fine-tuning on a Single GPU.pdf | 2020. [48] S. Shriram, A. Garg, and P. Kulkarni. Dynamic memory management for gpu-based training of deep neural networks. In 2019 IEEE Inter- national Parallel and Distributed Processing Symposium (IPDPS) , pages 200–209. IEEE, 2019. [49] X. Sun, W. Wang, S. Qiu, R. Yang, S. Huang, J. Xu, and Z. Wang. Strong- hold: fa... |
Document 823418.pdf | UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE FARMÁCI A DEPARTAMENTO DE PROD UÇÃO E CONTROLE DE M EDICAMENTOS DISCIPLINA DE ESTÁGI O CURRICULAR EM FARM ÁCIA Perfumes: arte e ciência LETÍCIA GROLLI LUCCA Porto Alegre, novembro de 2010 . 2 UNIVERS IDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE FARMÁCI A DEPARTA... |
Document 823418.pdf | se acreditava na época) e diminuir seus cheiros corporais repugnantes. Era mais comum usar perfumes que tomar banho8. Chegando ao século dezoito, os perfumes já não eram fabricados em casa e, sim, em casas especializadas no ramo e, principalmente, pelos farmacêuticos da época. Muitas destas casas foram abertas nas prin... |
Document 823418.pdf | os componentes presentes neles através da cromatografia a gás ou espectrofotometria na região do infravermelho9. Isto dá a possibilidade de sintetizar o composto majoritário que caracteriza o óleo essencial16. A síntese é uma boa alternativa à extração, pois possui inúmeras vantagens como o desenvolvimen to de alta qua... |
Document 823418.pdf | Carrion. La importancia de la i+d+i en el futuro de la industria textil. Boletín Intexter, 125: 55 -66, 2004 24. A Sansukcharearpon et al. High loading fragrance enc apsulation based on a polymer -bland: preparation and release behavio r. International Journal of Pharmaceutics, 391: 267-273, 2010 25. SN Rodrigues et al... |
MUTUAL REASONING MAKES SMALLER LLMS STRONGER PROBLEM-SOLVERS.pdf | Preprint MUTUAL REASONING MAKES SMALLER LLM S STRONGER PROBLEM -SOLVERS Zhenting Qi∗‡†Mingyuan Ma∗‡†Jiahang Xu∗‡Li Lyna Zhang‡⋄Fan Yang‡Mao Yang‡ ‡Microsoft Research Asia†Harvard University ABSTRACT This paper introduces rStar, a self-play mutual reasoning approach that significantly improves reasoning capabilities of ... |
MUTUAL REASONING MAKES SMALLER LLMS STRONGER PROBLEM-SOLVERS.pdf | the action is to generate the next reasoning step. However, relying on a single action type can easily lead to ineffective space exploration. To address this, we revisit how humans approach reasoning. Different people solve problems using diverse actions: some break into sub-questions, others solve it directly, and som... |
MUTUAL REASONING MAKES SMALLER LLMS STRONGER PROBLEM-SOLVERS.pdf | fine-tuning as shown in Fig. 1. Similarly, Mistral with rStar can even outperform fine-tuned MetaMath by +4.18%. This improvement shows that SLMs already have strong reasoning capabilities but need guidance to generate and select the correct solutions. (2)rStar consistently improves the reasoning accuracy of various ev... |
MUTUAL REASONING MAKES SMALLER LLMS STRONGER PROBLEM-SOLVERS.pdf | Neural Information Processing Systems , 35:24824–24837, 2022. Yixuan Weng, Minjun Zhu, Fei Xia, Bin Li, Shizhu He, Shengping Liu, Bin Sun, Kang Liu, and Jun Zhao. Large language models are better reasoners with self-verification. 2023. Zhenyu Wu, Qingkai Zeng, Zhihan Zhang, Zhaoxuan Tan, Chao Shen, and Meng Jiang. Larg... |
MUTUAL REASONING MAKES SMALLER LLMS STRONGER PROBLEM-SOLVERS.pdf | away. How many fireflies remained? Question 2.1: How many fireflies joined? Answer 2.1: The fireflies were joined by four less than a dozen more fireflies, which are 12 - 4 = 8 fireflies. The answer is 8. Question 2.2: Now we can answer the question: How many fireflies remained? Answer 2.2: Three fireflies were dancing... |
Chemistry Dictionary.pdf | d I c i o N á r i O de Q U í m i Ca53 Iodo 126.904472 6 1818 77 Nitrogênio 14.006725 8 Oxigênio 126.9044726 92 Urânio 238.0289128 183221 9211 Cálcio 40.0782882 Inglês - Português Fernando José LunaDICIONÁRIO DE QUÍMICA INGLÊS - PORTUGUÊS 0 8 Fernando José Luna 0 8 Seropédica 2019Reitor Ricardo Luiz Louro Berbara Vice-R... |
Chemistry Dictionary.pdf | - benzoato de amônio ammonium bromide - brometo de amônio ammonium carbonate - carbonato de amônio ammonium chloride - cloreto de amônio ammonium cyanate - cianato de amônio ammonium cyanide - cianeto de amônio ammonium dichromate - dicromato de amônio ammonium fluoride - fluoreto de amônio ammonium hydroxide - hidróxi... |
Chemistry Dictionary.pdf | benzil - benzil, bibenzoil, bibenzoila benzodiazepine - benzodiazepina benzoic - benzoico benzoic acid - ácido benzoico benzoic aldehyde - aldeído benzoico benzoin - benzoína benzol scrubber - depurador de benzol benzonitrile - benzonitrila benzophenone - benzofenona benzopurpurin - benzopurpurina benzoquinone- benzoqu... |
Chemistry Dictionary.pdf | captura carbamate - carabamato carbanion - carbânion carbene - carbeno carbenium ion - íon carbênio carbide - carbeto carbocation - carbocátion carbocationic polymerization - polimerização carbocatiônica carbohydrate - carboidrato carbon - carbono carbon black - negro de fumo carbon chain - cadeia carbônica carbon diox... |
Chemistry Dictionary.pdf | theory - teoria do campo cristalino crystalline - adj. cristalino crystalline solid - sólido cristalino crystallinity - cristalinidade crystallization - cristalização crystallization temperature - temperatura de cristalização C-stage - estágio C cubic - adj. cúbico cumene - cumeno curdlan - curdlan curemeter - curômetr... |
Chemistry Dictionary.pdf | - isomeria dinâmica dynamic loss modulus - módulo dinâmico de perda dynamic mechanical spectroscopy - espectroscopi dinâmico-mecânica dynamic mechanical thermal analysis, DMTA - análise termodinâmico-mecânica dynamic storage modulus - módulo dinâmico de arma zenamento dynamic viscosity, eta - viscosidade dinâmica dynam... |
Chemistry Dictionary.pdf | fallout (in atmospheric chemistry) - poeira residual, precipitação radiativa, precipitação atômica, poeira radiativa fall time - tempo de diminuição, tempo de queda fanning - ventilação Faraday constant - constante de Faraday far infrared - infravermelho remoto, infravermelho afastado far ultraviolet - ultravioleta rem... |
Chemistry Dictionary.pdf | de genciana, cloreto de metilrosanilina gentiobiose - genciobiose, amigdalose gentisin - gencianina, ácido genciânico, gentisina geochemical - adj. geoquímico geochemistry - geoquímica geometrical equivalence - equivalência geométrica geometrical isomer - isômero geométrico + geometric isomerism - isomeria geométrica g... |
Chemistry Dictionary.pdf | hidrazonaheterocyclic compounds hydrazone39hydride - hidreto Hydrin - Hydrin Hydrin elastomer - elastômero Hydrin hydriodic acid, hydroiodic acid - ácido iodídrico hydro - hidro hydrobromate - hidrobromato, brometo hydrobromic acid - ácido bromídrico hydrocarbon - hidrocarboneto hydrocarbon cracking - craqueamento de h... |
Chemistry Dictionary.pdf | frutose lakes pigmentos - insolúveis coloridos Lambert law - lei de Lambert lamella - lamela lamellar crystal - cristal lamelar lamp - lâmpada lamp black - negro de fumo, fuligem Landau theory - teoria de Landau Landsberger apparatus - aparelho de Landsberger Langmuir adsorption - isotherm isoterma de adsorção de Langm... |
Chemistry Dictionary.pdf | molecular relativa mássica média mass balance (in atmospheric chemistry) - balanço de massa massic - mássico mass number, A - número de massa mass spectrometer - espectrômetro de massaMm m mass spectrometer 47mass spectrometry, MS - espectrometria de massa mass spectrum - espectro de massa mass-to-charge ratio, m/z - r... |
Chemistry Dictionary.pdf | ion - íon negativo nematic phase - fase nemática nematic state - estado nemático neocis - neocis neodene - neodene neodymium - neodímio neodymium laser - laser de neodímio neoflavonoids - neoflavonoides neolignans - neolignanas neomycin sulfate - sulfato de neomicina neon - neônio neopentane - neopentano neoprene - neo... |
Chemistry Dictionary.pdf | pico peak of cure - pico de cura pearl oil - acetato de amilo pearl white - tricloreto de bismuto pectin - pectina pectization - coagulação Peierls transition - transição de Peierls pellet - pellet, esfera, pelota, pélete pellethane - pellethane penetrant - penetrante penetrating power - poder de penetração penetration... |
Chemistry Dictionary.pdf | potássio potassium dichromate - dicromato de potássio potassium dipicrylamine - dipicrilamina de potássio potassium ethyl succinate - succinato etílico de potássio potassium ferrocyanide - ferrocianeto de potássio potassium fluoride - fluoreto de potássio potassium gluconate - gluconato de potássio potassium guaiacolsu... |
Chemistry Dictionary.pdf | (optics) - refração (ótica) refractive index, n - índice de refração refractive index increment - incremento do índice de refração refractivity - refratividade refractory vessel - vaso refratário refrigeration - resfriamento regenerated cellulose - celulose regenerada regeneration (of a catalyst) - regeneração regioreg... |
Chemistry Dictionary.pdf | de sódio sodium fluoride - fluoreto de sódio sodium glycerophosphate - glicerofosfato de sódio sodium hydride - hidreto de sódio sodium hydrogensulfate - hidrogenossulfato de sódio sodium hydrogensulfite - hidrogenossulfito de sódio sodium hydroxide - hidróxido de sódio sodium hypochlorite - hipoclorito de sódio sodium... |
Chemistry Dictionary.pdf | Terluran Terlux - Terlux term, T - termo terminal atom - átomo terminal terminal end-capping - bloqueio terminal terminal model - modelo terminal termination - terminação termination of polymerization - terminação da poli- merização terminator (in biotechnology) - terminador termolecular - termolecular term symbols - s... |
Chemistry Dictionary.pdf | perturbada unsaturated - adj. insaturado unsaturated polyester - poliéster insaturado unspecified copolymer - copolímero indeterminado unstable - instável unstable film - filme instável unstable ion - íon instável unsymmetrical film - filme assimétrico upfield - campo alto upper critical solution temperature UCST - tem... |
Chemistry Dictionary.pdf | zircon - zircão, zirconita zirconate - zirconato zirconia - zircona zirconium - (símb. : Zr) zircônio zithate - zithate zitterbewegung - zitterbewegung zoisite - zoisitazone (in chromatography) - zona zone melting - fusão por zona zoofulvin - zoofulvina Zucker-Hammett hypothesis - hipótese de Zucker-Hammett zunyite - z... |
A República.pdf | Platão A República LIVRO I SÓCRATES — Fui ontem ao Pireu com Glauco, filho de Aríston, para orar à deusa, e também para me certificar de como seria a festividade, que eles promoviam pela primeira vez. A procissão dos atenienses foi bastante agradável, embora não me parecesse superior à realizada pelos trácios. Após ter... |
A República.pdf | o que lhe convém, considerando isso restituir o que é devido. Polemarco — Perfeitamente. Sócrates — Por Zeus! Portanto, se alguém lhe perguntasse: “ó Simônides, a quem e o que dá de devido e conveniente a arte que é de nominada medicinal” Em teu entender, que res - posta ele daria? Polemarco — Evidentemente, que dá rem... |
A República.pdf | aquele que responde, mas, tendo reconhecido que é mais fácil indagar do que responder, responde tu mesmo e diz como defines a justiça. E abs tém-te de pretender ensinar o que se deve fazer, o que é o útil, proveitoso, lucrativo ou vantajoso; exprime -te com clareza e precisão, pois eu não admitirei tais banalidades. Ao... |
A República.pdf | é desvantajoso? Trasímaco — Sim. Sócrates — Mas o que eles instituíram deve ser obedecido pelos governados; é nist o que consiste a justiça? Trasímaco — Com certeza. Sócrates — Logo, na tua opinião, não apenas é justo fazer o que é vantajoso para o mais forte, mas também o contrário, o que é desvantajoso. Trasímaco — Q... |
A República.pdf | sofrem e não querem cometê -la. Esta injustiça é a tirania que, por fraude ou violência, se apodera do bem alheio: sagrado, profano, particular, público, e não por partes, mas na totalidade. Para cada um destes delitos, o homem que se deixa apan har é punido e coberto das piores ignomínias — com efeito, essas pessoas q... |
A República.pdf | como alguns outros, que é vício e coisa vergonhosa, poderíamos responder -te invo - cando as noções correntes sobre o assunto; mas, evidentemente, tu dirias que ela é bela e forte e conceder -lhe-ias todos os atri - butos que nós concedemos à justiça, visto que ousaste compa - rá-la com a virtude e a sabedoria. Trasíma... |
A República.pdf | sua função? Trasímaco — Por certo que afirmaremos. Sócrates — Julgo que agora compreendes melhor o que eu dizia há pouco, quando te perguntava se a função de uma coisa não é o que ela pode fazer ou o que ela faz melhor do que as outras. Trasíma co — Compreendo e creio que é realmente essa a função de cada coisa. Sócrat... |
A República.pdf | igual a um deus entre os homens. Agindo assim, nada o dife - renciaria do mau: ambos tenderiam para o mesmo fim. E citar - se-ia isso como uma grande prova de que ninguém é justo por vontade própria, mas por obrigação, não sendo a justiça um bem individual, visto que aquele que se julga capaz de cometer a injustiça com... |
A República.pdf | ou se não se ocupam dos problemas humanos, devemos preocu par-nos em escapar - lhes? E, se existem e se ocupam de nós, apenas os conhecemos por ouvir dizer e pelas genealogias dos poetas; ora, estes pre - tendem que são suscetíveis, por meio de sacrifícios, devotas preces ou oferendas, de se deixar dobrar e é preci so ... |
A República.pdf | natureza do trabalho, sem perda de tempo. Adimanto — Sem dúvida. Sócrates — De onde se deduz que se produzem todas as coisas em maior número, melho r e mais facilmente, quando cada um, segundo as suas aptidões e no tempo adequado, se entrega a um único trabalho, sendo dispensado de todos os outros. Adimanto — É como di... |
A República.pdf | o inimigo, velocidade para persegui -lo e força para combatê -lo, se for preciso, quando o alcançam. Glauco — Certamente, todas essas qualidades são exigidas. Sócrates — E também coragem para lutar bem. Glauco — Com certeza. Sócrates — Mas será corajoso aquele que n ão estiver en - raivecido, seja cavalo, cachorro ou o... |
A República.pdf | erros acerca dos deuses tão absur - dos como estes: Dois tonéi s se enc ontram no palá cio de Zeus, Um repleto de fados felizes, e outro, infelizes, e aquele a quem Zeus concede dos dois ora experimenta do mal, ora do bem; mas o que só recebe do segundo, sem mistura, a devoradora fome persegue -o sobre a terra divina; ... |
A República.pdf | e aos demais poetas para que não s e ofendam se as eliminarmos. Não que a maioria não as considere poéticas e suaves, porém, quanto mais poéticas, menos devem chegar aos ouvidos de crianças e de homens que devem ser livres e recear a escravidão bem mais que a morte. Adimanto — Estás com razao. Sócrates — Devemos também... |
A República.pdf | Zeus, a quem pertence o altar de Zeus ancestral no monte Ida, nas alturas e que conservam ainda nas veias um sangue divino.1 Motivos estes que nos induzem a rejeitar semelhantes histó rias, por receio de que instiguem nossos jovens a praticar com leviandade as piores ações. Adimanto — Com toda a certeza. Sócrates — Que... |
A República.pdf | situação deprimente. Porém, se tiver de se referir a um homem indigno dele, não irá querer imitá -lo seriamente, a não ser de leve, quando esse homem tiver reali - zado algo digno; e, ainda assim, sentirá vergonha, ao mesmo tempo porque não possui prática de imitar homens dessa espécie e porque lhe repugna modelar -se ... |
A República.pdf | do bom caráter? Não devemos vigiar também os outros artesãos e im - pedi-los de introduzirem o vício, a incontinência, a baixeza e a feiúra na pintura dos seres vivos, na arquitetura ou em qualquer outra arte? E, se não puderem conformar -se a esta re gra, não devemos proibi -los de trabalharem em nossa casa, com recei... |
A República.pdf | de Heródico. Heródico era pedótrofo; tendo se tor - nado valetudinário, criou uma mescla de ginástica com me - dicina, que serviu primeiro para atormentá -lo e, depois dele, a muitos outros. Glauco — Como assim? Sócrates — Procurando para si uma morte lenta. Porque, como a sua moléstia era mortal, seguiu -a passo a pas... |
A República.pdf | Sócrates — E nós queremos que os nossos guerreiros reú - nam estas duas características. Glauco — Sem dúvida. Sócrates — Não devemos, então, colocá -las em harmonia uma com a outra? Glauco — Sem dúvida. Sócrates — E a sua harmonia não toma a alma ao mesmo tempo moderada e corajosa? Glauco — Certamente. Sócrates — Ao pa... |
A República.pdf | e persuadi -los da verdade desta fábul a. Glauco — Nenhum para persuadir à geração de que falas; mas poder -se-á persuadir os seus filhos, os seus descendentes e as gerações futuras. Sócrates — E isso servirá para lhes inspirar ainda maior dedicação à pátria e aos seus concidadãos, dado que julgo com - preender o que q... |
A República.pdf | e tereis os bens do inimigo”. Acreditas que haveria pessoas que, depois de ouvirem estas palavras, preferissem fazer a guerra a cães sólidos e vigorosos, em vez de a fazerem, aliando -se a esses cães, a ovelhas gordas e delicadas? Ad imanto — Penso que não. Mas, se numa única cidade se acumulam as riquezas das outras, ... |
A República.pdf | tais assuntos, é o guia nacional de todos os homens, pois distribui os seus orá - culos assentado sobr e a Onfale, no centro da Terra. Adimanto — Dizes bem, e assim faremos. Só crates — Suportamos, pois, filho de Arfston, já fundada a tua cid ade. Agora, arranja onde quiseres uma luz suficiente, chama o teu irmão, Pole... |
A República.pdf | dis - posições, em quem dirias que se encontra a moderação: nos governantes ou nos governados? Glauco — Em uns e em outros. Sócrates — Vês que era bem fundada nossa conjectura, quan - do dizíamos que a moderação se assemelha a uma harmonia. Glauco — Por que razão? Sócrates — Porque não se dá com ela o mesmo que com a c... |
A República.pdf | - rimentar efritos contrários. De maneira que, se descobrirmos aqui contrários, saberemos que há, não um, mas v ários elementos. Glauco — Que seja. Sócrates — Ouve, pois, o que vou dizer. Glauco — Fala. Sócrates — E possível que a mesma coisa esteja ao mesmo tempo imóvel e em movimento, na mesma das suas partes? Glauco... |
A República.pdf | que pensávamos há pouco, a cólera nos aparece ag ora bem diferente. Efetivamente, há pouco pensávamos que ela se ligava a um elemento que gera a concupiscência, ao passo que agora afirmamos que quan - do uma sedição se ergue na alma, é a cólera que pega em armas a favor da razão. Glauco — Com cert eza. Sócrates — É, po... |
A República.pdf | podemos divisar com a maio r clareza que é essa a verdade, não devemos desanimar. Glauco — Não, por Zeus, jamais devemos desanimar! Sócrates — Aproxima -te, pois, para descobrires sob quan - tas formas se apresenta o vício. Ao menos, aquelas que, em meu julgamento, mer ecem a nossa atenção. Glauco — Estou a seguir -te,... |
A República.pdf | dicar-se apenas à única tarefa adequada à sua natureza. Glauco — Sim, admitimos. Sócrates — E possível que o homem não seja tão diferente da mulher por natureza? Glauco — Como não poderia ser tão diferente? Sócrates — Portanto, é conveniente estipular a cada um uma tarefa diferente, de acordo com a sua natureza. Glauco... |
A República.pdf | Vejo que não bá como fugir. Concede -me, po - rém, este favor: deixa que me despeça como esses preguiçosos que costumam se alimentar dos seus próprios pensamentos quan do caminham sozinhos. Com efeito, esta espécie de pessoas nao espera descobrir por que meios obterão o que desejam: rejeitando esta preocupação, a fim d... |
A República.pdf | pronunciar estas frases: isto me diz respeito, isto não me diz respeito, isto não tem nada a ver comigo? Glauco — Sem sombra de dúvida. Sócrates — Por conseguinte, a cidade onde a maioria dos cidadãos diz, no que concerne às mesmas coisas: isto me diz respeito, isto não me diz respeito, esta cidade está excelente - m e... |
A República.pdf | de oleiros passam a ajudar e a ver trabalhar os seus pais, antes de se pôr à obra? Glauco — E claro que notei. Sócrates — Os artesãos devem ter mais cuidado que os guerreiros na formação dos seus filhos pela experiência e tendo em vista o que convém fazer? Glau co — Seria ridículo! Sócrates — Por outro lado, todo anima... |
A República.pdf | s casas. Glauco — Correto, e com certeza dará bons resultados, como as anteriores. Porém, parece -me, amigo Sócrates, que se te deixarmos continuar, nunca mais te lembrarás do assunto que puseste de parte para entrares em todas essas considerações, isto é, se semelhante governo é possível e como é possível. Que, se ele... |
A República.pdf | que amam os espetáculos, as artes e são homens práticos; e, de outro, aqueles a quem nos referimos no nosso discurso, os únicos a quem com razão podemos denominar filósof o. Glauco — Em que sentido? Só crates — Os primeiros, cuja curiosidade situa -se toda nos olhos e nos ouvidos, amam as belas vozes, as cores e as fig... |
A República.pdf | destes últimos que amam e admiram as belas vozes, as cores belas e as outras coisas se - melhantes, mas não admitem que o belo em si mesmo seja uma realidade? Glauco — Recordo -me. Sócrates — Seremos injustos com eles se os denominarmos amantes da opinião em vez de amantes da fflosofia? Ficarão muito irritados conosco ... |
A República.pdf | pedaços. Atormentam o comandant e com os seus pedidos e se valem de todos os meios para que ele lhes confie o leme; e se, porventura, não conseguem convencelo e outros o conseguem, matam estes ou os lançam ao mar. Em seguida, apoderam -se do comandante, quer ador - mecendo -o com mandrágora , quer embriagando -o, quer ... |
A República.pdf | ensiná -la, embora não soubesse re almente o que, nesses hábitos e apetites, é belo ou feia, bom au mau, justo ou injusto; con - formando -se na emprego destes termos aos instintos do grande animal; chamando bom ao que o agrada e mau ao que o im - portuna, sem poder legitimar de outra forma es tes qualificativos; denom... |
A República.pdf | não volta a acender -se. [1 De acordo com H erádlito, visto que tudo se reno va, a cada tarde o Sol se extingue e se reacende a cada manhã. ] Adimanto — E o que é necessária fazer? Sócrates — Exatamente o contrário: proporcionar ao s ado - lescentes e às crianças uma educação e uma cultura adequadas à sua juventude; ce... |
A República.pdf | ouro do fogo. E isto a que eu disse em termos indiretos e dissimulados, receando provocar a discussão em que estamos empe~dos agora. Adimanto — É verdade , lembro -me perfeitamente. Sócrates — Eu vac ilei, meu amigo, em dizer o que diga agora. Mas a decisão está tomada e afirmo que os melhores magistrados do Estado dev... |
A República.pdf | nos olhos, e estes podem ser usados para enxergar; a cor, da mesma maneira, pode estar nos objetos. Contudo, se a isso não for acrescentado um terceiro elemento, a vista nada veni e as cores não serão percebidas. Adimanto — De que elemento estás falando? Sócrates — Aquele que denominas luz. Adimanto — Tens razão . Sócr... |
A República.pdf | seus companheiros, mais da que as sombras pro - jetadas pelo fogo na parede da caverna que lhes fica defronte? Glauco — Como, se são obrigados a ficar de cabeça imóvel durante toda a vida? Sócrates — E com as coisas que desfflam? Não se passa o mesmo? Glauco — Sem dúvida. Sócrates — Portanto, se pudessem se comunicar u... |
A República.pdf | trab alhos e honras, seja qual for a casa em que isso deva ser feita. Glauco — Como assim?! Cometeremos em relação a eles a injustiça de os forçar a levar uma vida miserável, quando poderiam desfrutar uma condição mais feliz? Sócrates — Esqueces uma vez mais, meu amigo, que a lei não se ocupa de garantir uma felicidade... |
A República.pdf | raciocínio e a inteligência, procure entender se cada um desses testemunhos incide sobre uma coisa ou sobre dua s. Glauco — Sem sombra de dúvida. Sócrates — E, se julgar que são duas coisas distintas, cada uma delas parecer -lhe-á uma e diferente da outra. Glauco — Assim é. Sócrates — Portanto, se cada uma lhe parecer ... |
A República.pdf | astronomia logo em seguida. Depois, vol - taste atrás. Sócrates — É que, na minha ânsia de expor depressa tudo isto, recuo em vez de avançar. Realmente, depois da geometria temos a ciência que estuda a dimensão de profundidade; mas como esta ainda não deu lugar senão a pesquisas ridículas, deixei -a por ora, para passa... |
A República.pdf | que nã o se conhece e as conclusões e as proposições intermédias se compõem de elementos desconhecidos, poderá se - melhante aconio se tornar uma ciência? Glauco — De maneira alguma. Sócrates — Portanto, o método dialético é o único que se eleva, d estruindo as hipóteses, até o próprio princípio para es - tabelecer com... |
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