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      Modifica a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, para estabelecer o
      procedimento destinado à inscrição de crianças e adolescentes nos
      cadastros estaduais e nacional de adoção.


      o congresso nacional decreta


      O CONGRESSO NACIONAL decreta: 

      Art. 1º. Esta Lei modifica a Lei  8.069, de 13 e julho de 

      1990, para estabelecer o procedimento destinado à inscrição de crianças e 

      adolescentes nos cadastros estaduais e nacional de adoção.  

      Art. 2º O Capítulo III, do Título VI, da Lei  8.069, de 13 e 

      julho de 1990, Estatuto da Criança e do Adolescente, passa a vigorar
      acrescido 

      da seguinte seção:  

      Seção IX 

      Da Inscrição dos Adotáveis nos cadastros estaduais e 

      nacional de adoção 

      Art. 197-F. A adoção pressupõe a decretação da perda do 

      poder familiar, que poderá seguir o procedimento de 

      jurisdição voluntária se a mãe manifestar o interesse de 

      entregar o filho para adoção.  

      Art. 197-G. As gestantes que manifestem interesse em 

      entregar seus filhos para adoção serão obrigatoriamente 

      encaminhadas à Justiça da Infância e da Juventude, a 

      qual deverá entrevista-la, informá-la sobre a possibilidade

      2 
       
           *703CFFD519* 
           703CFFD519 
      de recebimento de alimentos gravídicos e a inclusão em 

      programas oficiais de orientação, apoio e promoção 

      social.  

      Parágrafo único. Considerado o caso, a Justiça da 

      Infância e da Juventude poderá realizar o mapeamento da 

      família extensa antes do parto.  

      Art. 197-H. A Defensoria Pública, preferencialmente, ou o 

      Ministério Público poderão conferir assistência jurídica 

      durante o procedimento de jurisdição voluntária, podendo 

      requerer a intimação de interessados.  

      Art. 197-I. A inscrição da criança e do adolescente nos 

      cadastros estaduais e nacional de adoção poderá ocorrer 

      em tutela antecipada se:  

      I ¿ após tentativa de localizar os genitores ou parentes 

      próximos, a citação ocorrer por edital; 

      II ¿ restar evidente à impossibilidade de reintegração da 

      criança ou do adolescente à família de origem. 
       
      Art. 3º Esta lei entra em vigor na data da publicação.
    sentences:
      - >-
        Acrescenta-se o art. 50-A e 50-B a Lei nº 8.069, de 1990 (Estatuto da
        Criança e Adolescente), a fim de estabelecer prazo para realização de
        exames psicossociais e dá outras providências.


        o congresso nacional decreta


        O Congresso Nacional decreta: 
         
        Art. 1º A Lei  8.069, de 1990, passa a vigorar acrescida dos
        seguintes 

        artigos: 
         
        Art. 50-A Os exames psicossociais ou quaisquer 

        outras espécies de exames técnicos exigidos por esta lei ou por 

        determinação judicial, deverão obedecer o prazo de até 30 dias para 

        sua realização. 

        Art. 50-B Na ausência de servidores públicos 

        integrantes do Poder Judiciário responsáveis pela realização dos 

        exames, poderá o magistrado proceder a nomeação de pessoa idônea, 

        portadora de diploma de curso superior preferencialmente na área 

        específica, dentre as que tiverem habilitação técnica relacionada com a 

        natureza do exame. 
         
        Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
      - >-
        Altera a Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, para que os exames
        relacionados ao diagnóstico de neoplasia maligna tenham seu resultado no
        prazo de 10 (dez) dias, no caso em que especifica.


        o congresso nacional decreta


        O Congresso Nacional decreta:

        Art. 1° Altera a Lei  12.732, de 22 de novembro de 2012, para

        que os exames relacionados ao diagnóstico de neoplasia maligna tenham
        seu

        resultado no prazo de 10 (dez) dias, no caso em que especifica:

        ¿Art.2º.
        .........................................................................................

        .

        .....................................................................................................

        .
            § 3º Nos casos em que a principal hipótese diagnóstica seja
        a de neoplasia maligna, os exames necessários à elucidação

        devem ser realizados no prazo máximo de 30 (trinta) dias,

        mediante solicitação fundamentada do médico responsável, e

        seus resultados devem ser disponibilizados em até 10 (dez)

        dias da realização.¿(NR)

        Art. 2º Esta Lei entra em vigor após decorridos 180 (cento e

        oitenta) dias de sua publicação oficial.
      - >-
        Dispõe sobre a política de incentivo à produção de etanol em
        microdestilarias e em cooperativas de pequenos produtores e dá outras
        providências.


        o congresso nacional decreta


        O Congresso Nacional decreta: 

        Art. 1º Fica instituída a política de incentivo às microdestilarias 

        e às cooperativas de pequenos produtores de etanol, que tem como
        objetivo 

        contribuir para o desenvolvimento socioeconômico regional integrado e 

        sustentável, e para a geração de emprego e renda no país. 

        § 1º Para os efeitos desta Lei, define-se microdestilaria como 

        sendo uma unidade com capacidade de produção de até 10 (dez) mil litros
        de 

        etanol combustível por dia. 

        § 2º As microdestilarias poderão ser integradas a cooperativa 

        de pequenos produtores de etanol, que poderá contar com uma destilaria 

        central, cuja função é adequar o teor do etanol produzido nas
        microdestilarias e 

        homogeneizar a produção a ser comercializada. 

        Art. 2º As microdestilarias e as cooperativas de que trata o art. 

        1º desta Lei poderão vender o etanol hidratado combustível diretamente
        para o 

        consumidor final ou para os postos revendedores, observada a
        regulamentação 

        do órgão regulador.

        2 
         
        Art. 3º O § 8º do art. 5º da Lei  9.718, de 27 de novembro de 

        1998, passa a vigorar com a seguinte redação: 

        ¿Art. 

        5º 

        .......................................................................................... 

        ...................................................................................................... 

        § 8º Fica o Poder Executivo autorizado a fixar coeficientes para 

        redução das alíquotas previstas no caput e no § 4º deste artigo, 

        as quais poderão ser alteradas, para mais ou para menos, em 

        razão: 

        I - da matéria-prima utilizada na produção do etanol 

        combustível, segundo a espécie; 

        II - das características do produtor-vendedor; 

        III - da região de produção da matéria-prima; 

        IV - da combinação dos fatores constantes dos incisos I, II e III 

        deste parágrafo. 
         .......................................................................................... ¿ (NR) 
        Art. 4º A Lei  9.718, de 27 de novembro de 1998, passa a 

        vigorar acrescida do seguinte art. 5º-B: 

        ¿Art. 5º-B Ficam reduzidas a 0 (zero) as alíquotas da 

        contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS incidentes sobre 

        as receitas decorrentes da comercialização de etanol 

        combustível produzido por microdestilarias ou por cooperativas 

        de pequenos produtores rurais, assim definidos no âmbito do 

        Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar ¿ 

        Pronaf.¿ 

        Art. 5º O art. 3º da Lei  10.336, de 19 de setembro de 2001, 

        passa a vigorar acrescido do seguinte parágrafo:

        3 
         
        ¿Art. 

        3º 

        .......................................................................................... 

        ...................................................................................................... 
         
         ¿§ 4º A Cide não incidirá sobre as receitas decorrentes da 
        comercialização 

        de 

        etanol 

        combustível 

        produzido 

        por 

        microdestilarias ou por cooperativas de pequenos produtores 

        rurais, assim definidos no âmbito do Programa Nacional de 

        Fortalecimento da Agricultura Familiar ¿ Pronaf.¿ 

        ...........................................................................................
        ¿ (NR) 

        Art. 6º As microdestilarias e as cooperativas de que trata esta 

        Lei somente poderão entrar em operação mediante prévia autorização do 

        órgão regulador, a quem compete, ainda, fiscalizar a produção,
        transporte, 

        transferência, armazenagem, estocagem e comercialização, assim como 

        avaliar a conformidade e certificar a qualidade do produto. 

        Art. 7º Na implementação da política de incentivo às 

        microdestilarias e às cooperativas de pequenos produtores de etanol,
        cabe ao 

        poder público: 

        I 

        - 

        apoiar 

        a 

        implantação 

        e 

        o 

        desenvolvimento 

        de 

        microdestilarias de etanol e fábricas de beneficiamento dos produtos
        derivados 

        em regiões com vocação para a produção das matérias-primas; 

        II - criar oportunidades de renda e de trabalho para os projetos 

        beneficiados pelos assentamentos de reforma agrária; 

        III - estimular atividades agropecuárias que utilizem os 

        subprodutos do beneficiamento das matérias-primas; 

        IV - estimular parcerias entre centros de pesquisa e extensão 

        rural, com o objetivo de dotar tecnologicamente os empreendimentos 

        beneficiados pela política de que trata esta Lei, aumentando a
        produtividade 

        agrícola e a eficiência tecnológica;

        4 
         
        V - criar mecanismos para viabilizar a comercialização dos 

        produtos derivados das matérias-primas e estimular a produção do etanol 

        combustível para consumo dos cooperados, em caso de cooperativa, dos 

        associados, em caso de associações, ou dos produtores rurais
        independentes; 

        VI - criar linhas de crédito para financiar projetos de 

        microdestilaria, de cooperativas ou de unidades para beneficiamento dos 

        produtos derivados das matérias-primas; 

        VII - articular as políticas de incentivo às microdestilarias e às 

        cooperativas com os programas de geração de emprego e renda, buscando o 

        desenvolvimento regional integrado e sustentável; 

        VIII - estimular a busca constante da qualidade dos produtos, 

        por meio de cursos de capacitação e organização empresarial; 

        IX - criar campanhas de promoção dos produtos das 

        microdestilarias, das cooperativas e das fábricas de derivados das
        matérias-

        primas, apoiando e estimulando a sua colocação no mercado consumidor; 

        X - estimular o cooperativismo e o associativismo; 

        XI - buscar integração entre a produção agrícola, o 

        beneficiamento e as práticas de conservação e sustentabilidade do meio 

        ambiente. 

        Art. 8º São instrumentos da política de incentivo às 

        microdestilarias e às cooperativas de pequenos produtores de etanol: 

        I - o crédito rural e industrial; 

        II - o incentivo fiscal e tributário; 

        III - a pesquisa agropecuária e tecnológica; 

        IV - a extensão rural e a assistência técnica; 

        V - a promoção e a comercialização dos produtos; 

        VI - o certificado de origem e qualidade dos produtos 

        destinados à comercialização.

        5 
         
        Art. 9º Na gestão da política de incentivo às microdestilarias e 

        às cooperativas de pequenos produtores de etanol serão observados: 

        I - o planejamento e a coordenação das políticas de incentivo; 
         
        II - a definição da viabilidade técnica e econômica dos projetos; 

        III - o acompanhamento da execução da política de que trata 

        esta Lei; 

        IV - o suporte técnico aos projetos, com a prestação de apoio à 

        elaboração, ao desenvolvimento, à execução e à operacionalização dos 

        empreendimentos, por intermédio das empresas de pesquisa agropecuária e 

        de extensão rural; 

        V - a busca de parcerias com outras entidades, públicas ou 

        privadas, para maximizar a produção e a comercialização dos produtos; 

        VI - a promoção de cursos de formação e capacitação gerencial 

        para os empreendedores, por meio de parcerias com centros tecnológicos, 

        universidades, organizações não governamentais e centros de formação; 

        VII - a elaboração de cadastro das microdestilarias e das 

        cooperativas; 

        VIII - a manutenção de cadastro atualizado das cooperativas e 

        das microdestilarias constituídas ou em constituição e das inovações
        propostas 

        para o segmento da produção agropecuária; 

        IX - a viabilização de espaços públicos, em parceria com os 

        Estados, Municípios e a iniciativa privada, destinados à comercialização
        dos 

        produtos, para estimular a sua colocação no mercado consumidor; 

        X - o estímulo à integração das microdestilarias, por meio da 

        constituição de uma rede solidária, com o intuito de ampliar negócios e
        a 

        criação de novas unidades; 

        XI - a criação de selo de identificação para os produtos 

        derivados das cooperativas, das microdestilarias e das fábricas de

        6 
         
        beneficiamento das matérias-primas, com o objetivo de promover a 

        comercialização e garantir a qualidade dos produtos. 

        Art. 10. Esta Lei entra em vigor após decorridos cento e oitenta 

        dias de sua publicação.
  - source_sentence: >-
      Acrescenta artigo à Lei nº 9.613, de 3 de março de 1998, obrigando a
      comprovação da origem lícita de valores pagos a título de honorários
      advocatícios, e dá outras providências.


      o congresso nacional decreta


      O CONGRESSO NACIONAL decreta: 
       
      Art. 1º Esta lei acrescenta artigo à Lei  9.613, de 3 de março de 1998,
      e  

      outras providências. 
       
      Art. 2º A Lei  9.613, de 3 de março de 1998, passa vigorar acrescida do 

      seguinte artigo: 

      “Art. 6º-A. O réu deverá comprovar ao juiz do processo a origem lícita
      dos 

      valores pagos a título de honorários advocatícios”. 

      “Parágrafo único. Havendo suspeita de fraude quanto à licitude da origem 

      dos recursos financeiros de que trata este artigo, o juiz, sem prejuízo
      de 

      eventual procedimento penal, comunicará a Ordem dos Advogados do Brasil 

      e o Conselho previsto no artigo 14 desta lei”. (AC) 

      Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
    sentences:
      - >-
        Acrescenta parágrafo ao art. 263 do Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de
        outubro de 1941, Código de Processo Penal, e ao art. 180 do Decreto-Lei
        nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940, Código Penal, estabelecendo que os
        acusados dos crimes que menciona devem comprovar a origem lícita dos
        recursos financeiros necessários ao pagamento dos honorários de seus
        advogados.


        o congresso nacional decreta


        O CONGRESSO NACIONAL decreta: 
         
        Art. 1 Acrescente-se § 2º ao art. 263 do Decreto-Lei  3.689, de 3 de
        outubro de 

        1941, Código de Processo Penal, com a seguinte redação, numerando-se o 

        parágrafo único como § 1º: 
         
        “Art. 263 (...) 
         
        (...) 
         
        § 2º Nos casos de crime organizado, lavagem de dinheiro, tráfico de
        drogas, bem 

        como os previstos na Lei  8.072, de 25 de julho de 1990, caberá ao
        acusado 

        demonstrar a origem lícita dos recursos financeiros destinados ao
        pagamento dos 

        honorários de seus advogados.” 
         
         
        Art. 2º Acrescente-se § 7º ao art. 180 do Decreto-Lei  2.848, de 7 de
        dezembro 

        de 1940, Código Penal, com a seguinte redação: 
         
        “Art. 180 (...) 
         
        (...) 
         
        § 7º Aplica-se a pena do § 1º ao advogado que receber honorários sabendo
        que 

        os recursos necessários para pagá-los foram obtidos mediante a prática
        de crime 
         2 
        organizado, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, bem como os
        previstos na Lei 

         8.072, de 25 de julho de 1990.” 
         
        Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
      - >-
        Altera as Leis Nºs 9.096, de 19 de setembro de 1995, e 9.504, de 30 de
        setembro de 1997, para estabelecer a previsão de candidaturas coletivas
        nas eleições proporcionais, nos termos em que especifica.


        o congresso nacional decreta


        O Congresso Nacional decreta:

        Art. 1º Esta Lei altera as Leis Nºs 9.096, de 19 de setembro de

        1995, e 9.504, de 30 de setembro de 1997, para estabelecer a previsão de

        candidaturas  coletivas  nas  eleições  proporcionais,  nos  termos  em 
        que

        especifica. 

        Art.2º A Lei  9.096, de 19 de setembro de 1995, passa a

        vigorar com o acréscimo do seguinte artigo 20-A:

        ¿Art.20-A É facultado ao partido político admitir, para disputa de

        eleições proporcionais, candidaturas coletivas, compreendidas

        como aquelas nas quais mais de um candidato (a) pleiteia um

        mandato eletivo sob uma mesma candidatura. 

        §1º  No  ato  da  apresentação  da  candidatura  à  convenção

        partidária,  os  membros  de  candidatura  coletiva  deverão

        entregar ao presidente da convenção, para fins de registro,

        documento no qual restem firmados os termos de exercício de

        eventual mandato eletivo. 

        § 2º O documento a que se refere o parágrafo anterior deve

        conter no mínimo a previsão dos procedimentos deliberativos

        do eventual mandato e a indicação de quem representará o

        coletivo no plenário e nas comissões da casa legislativa, bem

        como os termos de eventual substituição e revezamento, em

        *CD219798131400*

        Assinado eletronicamente pelo(a) Dep. Paulo Teixeira

        Para verificar a assinatura, acesse
        https://infoleg-autenticidade-assinatura.camara.leg.br/CD219798131400

        PL n.1593/2021

        Apresentação: 28/04/2021 19:19 - Mesa

        2

        conformidade  com  os  regimentos  internos  da  Câmara  dos

        Deputados, Câmara Legislativa, Assembleias Legislativas ou

        Câmaras  Municipais  às  quais  a  candidatura  estiver

        concorrendo. 

        § 3º O documento a que se referem os parágrafos anteriores

        poderá ser modificado após a realização das eleições, desde

        que eventuais modificações contem com a anuência de todos

        os  membros  da  candidatura,  devendo  as  mudanças  ser

        registradas  no  órgão  partidário  competente,  nos  termos  do

        estatuto do partido, e comunicadas às casas legislativas, que

        resolverão  acerca  das  mudanças  nos  termos  de  seus

        regimentos internos.  

        § 4º Em todo o caso, o documento relacionado nos parágrafos

        anteriores terá eficácia de título executivo extrajudicial, exigível

        perante a Justiça Eleitoral.  

        Art.3º A Lei  9.504, de 30 de setembro de 1997, passa a

        vigorar com as seguintes modificações:

        ¿Art.  7º  As  normas  para  a  escolha  e  substituição  dos

        candidatos  e  para  a  formação  de  coligações  serão

        estabelecidas  no  estatuto  do  partido,  observadas  as

        disposições desta Lei, podendo ser admitidas, no caso das

        eleições  proporcionais,  segundo  deliberação  partidária,

        candidaturas  individuais  ou  coletivas,  estas  últimas

        compreendidas como aquelas nas quais mais de um candidato

        (a) pleiteia um mandato eletivo sob uma mesma candidatura.

        (NR). 

        ......................................................................................................

        Art.11 (...) 

        ......................................................................................................

        *CD219798131400*

        Assinado eletronicamente pelo(a) Dep. Paulo Teixeira

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        PL n.1593/2021

        Apresentação: 28/04/2021 19:19 - Mesa

        3

        § 2º-A No caso das candidaturas coletivas, o pedido de registro

        deve ser instruído com os documentos dispostos no caput de

        cada  um  dos  membros  da  candidatura,  cabendo  à  Justiça

        Eleitoral regulamentar o modo de apresentação da candidatura

        na urna, nos termos do disposto no §1º do art.59. 

        ......................................................................................................

         10 ¿ A. No caso das candidaturas coletivas, as condições de

        elegibilidade  e  as  causas  de  inelegibilidade  serão  aferidas

        considerando a situação individual dos (as) componentes do

        coletivo,  cujas  eventuais  restrições  serão  atraídas  para  a

        candidatura como um todo.

        ......................................................................................................

        Art.12 (...)

        ......................................................................................................

        § 6º N

        o  caso  das  candidaturas  coletivas,

        obedecidas as demais regras estabelecidas no caput e nos

        parágrafos anteriores, deverão ser apontadas, ao invés das

        variações  nominais  individuais,  as  variações  nominais  do

        coletivo para efeitos de registro. (NR). 

        ......................................................................................................

        36-C. A propaganda eleitoral de candidaturas coletivas deverá

        apresentar  ou  remeter  a  recurso  eletrônico  disponível  na

        internet que apresente nome e sobrenome de cada um dos (as)

        componentes do  coletivo,  de  modo  que  não  se  estabeleça

        dúvida quanto às suas identidades, para o conhecimento dos

        eleitores. (NR).¿

        Art.4º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. 

        *CD219798131400*

        Assinado eletronicamente pelo(a) Dep. Paulo Teixeira

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        PL n.1593/2021

        Apresentação: 28/04/2021 19:19 - Mesa

        4
      - >-
        Dispõe sobre a aplicação de multa administrativa ao agressor das vítimas
        de violência doméstica e familiar.


        o congresso nacional decreta


        O Congresso Nacional decreta:  
         
         
        Art. 1º Esta Lei dispõe sobre aplicação de multa administrativa ao 

        agressor das vítimas de violência doméstica e familiar.  
         
         
        Parágrafo único. Os valores recolhidos são destinados ao custeio de 

        políticas públicas voltadas à redução da violência doméstica e
        familiar.  
         
         
        Art. 2º Aquele que, por ação ou omissão, der causa ao acionamento 

        do serviço público de emergência por conta de lesão, violência física,
        sexual ou 

        psicológica, dano moral ou patrimonial causado à mulher, será sancionado
        com 

        multa administrativa pelos custos relativos aos serviços públicos
        prestados pela 

        Administração Pública para o atendimento às vítimas em situação de
        violência 

        doméstica e familiar.  
         
         
        Parágrafo único. Os valores recolhidos serão destinados ao custeio 

        de políticas públicas voltadas à redução da violência doméstica e
        familiar. 
         
         
        Art. 3º Para efeitos dessa Lei, considera-se violência doméstica e 

        familiar aquela definida pela Lei Federal  11.340, de 7 de agosto de
        2006.  

        PL n.4560/2019

        Apresentação: 20/08/2019 10:59

        Art. 4º Para fins do disposto no art. 3º desta Lei, considera-se 

        acionamento do serviço público de emergência todo e qualquer
        deslocamento 

        para prestar as seguintes assistência às vítimas, dentre outros:  
         
         
        I ¿ Serviço de atendimento móvel de urgência;  
         
         
        II ¿ Serviço de identificação e perícia, inclusive o exame de corpo 

        de delito;  
         
         
        III ¿ Serviço de busca e salvamento;  
         
         
        IV ¿ Serviço de saúde emergencial;  
         
         
        V ¿ Serviço de atendimento psicológico.  

        §1º Após o atendimento à mulher vítima de violência, o órgão que 

        tiver feito o atendimento deverá apresentar relatório a partir do qual
        deve ser 

        aberto processo administrativo para: 

        I ¿ Identificar o agressor; 

        II ¿ Estabelecer o contraditório e a ampla defesa; 

        III ¿ Definir o valor da multa a ser paga. 

        §1º O poder executivo irá regulamentar o procedimento 

        administrativo de que trata o §1º do art. 4º desta Lei no prazo de120
        dias após a 

        sua publicação, devendo ser observados os seguintes critérios:  

        I ¿ As circunstâncias e consequências do crime 

        II ¿ A capacidade econômica do agente provocador da violência.  

        §2º A multa de que trata o inciso III, do §1º, do art. 4º, desta Lei, 

        será majorada em 50% quando resultar em ofensa grave à integridade ou a
        saúde 

        física da vítima.  

        §3º A multa de que trata o inciso III, do §1º, do art. 4º, desta Lei, 

        será majorada em 100% quando resultar em aborto ou morte da vítima.  

        PL n.4560/2019

        Apresentação: 20/08/2019 10:59

        Art. 5º O Poder Executivo deve elaborar relatório contendo o 

        quantitativo anual de multas aplicadas por ocasião desta Lei, bem como o
        valor 

        dessas multas. 

        Parágrafo único. O relatório previsto no caput é publicado em sítio 

        eletrônico oficial do governo do Distrito Federal. 

        Art. 6º O termo inicial para a contagem do prazo prescricional 

        relativo à multa administrativa é a data do último protocolo de
        atendimento 

        realizado pelo poder público. 

        Art. 7º O Poder Executivo regulamentará esta Lei em 120 (cento e 

        vinte) dias. 

        Art. 8º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
  - source_sentence: >-
      Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal
      brasileiro, para instituir, como nova causa suspensiva da prescrição da
      pretensão punitiva do Estado, a calamidade pública devidamente reconhecida
      pelo Congresso Nacional, restrita ao período do reconhecimento.


      o congresso nacional decreta


      O Congresso Nacional decreta:  
       
       
        
       
      Art. 1 Esta Lei altera o Decreto-Lei  2.848, de 7 de 

      dezembro de 1940 ¿ Código Penal brasileiro, para instituir, como 

      nova causa suspensiva da prescrição da pretensão punitiva do 

      Estado, a calamidade pública devidamente reconhecida pelo 

      Congresso Nacional, restrita ao período do reconhecimento. 
       
        
       
      Art. 2.º. O artigo 116 do Decreto-Lei  2.848, de 7 de 

      dezembro de 1940 ¿ Código Penal brasileiro, passa a vigorar 

      acrescido do seguinte inciso V: 

      ¿Causas impeditivas da prescrição 

      Art. 116.
      ............................................................................... 

      .............................................................................................. 

      V - enquanto persistir estado de calamidade pública devidamente 

      reconhecido pelo Congresso Nacional. 

      ............................................................................................¿
      (NR) 
          
      Art. 3 Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
    sentences:
      - >-
        PROJETO DE LEI Nº Dispõe sobre a comunicação eletrônica de compra e
        venda e de desaparecimento de veículos automotores ao Departamento de
        Trânsito de Minas Gerais – Detran-MG – pelos tabelionatos de notas e dá
        outras providências. A Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais
        decreta: Art. 1º – Ficam os tabelionatos de notas autorizados a proceder
        à comunicação eletrônica de venda de veículos automotores ao
        Departamento de Trânsito de Minas Gerais – Detran-MG – quando da
        realização do último reconhecimento de firma no Documento Único de
        Transferência – DUT. § 1º – Não se aplica a obrigatoriedade prevista
        neste artigo quando o antigo proprietário do veículo manifestar que
        realizará a obrigação diretamente no Detran-MG; § 2º – A comunicação
        consistirá na inclusão dos dados do comprador e do vendedor e dos dados
        do veículo automotor. Art. 2º – Ficam os tabelionatos de notas
        autorizados a elaborar a comunicação de desaparecimento do veículo há
        mais de cinco anos, via comunicação eletrônica, ao Detran-MG. § 1º – Em
        relação à comunicação eletrônica de desaparecimento de veículo, o
        Detran-MG poderá, por meio de portaria, disciplinar a metodologia de
        procedimento do proprietário comunicante. § 2º – O proprietário do
        veículo automotor somente poderá comunicar o desaparecimento depois de
        quitar todos os débitos incidentes sobre o veículo. Art. 3º – O
        Detran-MG deverá adequar seu sistema de registro de veículo para
        integrar o sistema de comunicação eletrônica de compra e venda e de
        desaparecimento de veículos. Art. 4º – Para o disposto nos artigos
        acima, o tabelião de notas elaborará escritura pública, e será cobrado o
        menor valor descrito na letra “b” do item 4 da tabela 1 dos atos do
        tabelião de notas da Lei nº 15.424, de 2004, independentemente do valor
        do veículo. Art. 5º – Caberá à Associação dos Notários e Registradores
        de Minas Gerais – Anoreg-MG – gerir o sistema de comunicação eletrônica,
        tomando, para tanto, as medidas necessárias perante os tabelionatos de
        notas. Art. 6º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. Sala
        das Reuniões, 5 de agosto de 2015. Roberto Andrade
      - >-
        Assegura às pessoas com fibromialgia os direitos e garantias
        estabelecidos na Lei 13.146/2015 (Estatuto das Pessoas com Deficiência).


        o congresso nacional decreta


        O Congresso Nacional decreta: 
         
        Art. 1º. As pessoas diagnosticadas com fibromialgia são consideradas 

        possuidoras de impedimento de longo prazo, de natureza física, capaz de
        obstruir sua 

        participação plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições com
        as demais 

        pessoas.  

        Art. 2º. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 
         
         
         
         
         
         
         
         
         
         
         
         
        *CD227561441600*

        LexEdit

        Assinado eletronicamente pelo(a) Dep. Delegado Marcelo Freitas

        Para verificar a assinatura, acesse
        https://infoleg-autenticidade-assinatura.camara.leg.br/CD227561441600

        PL n.930/2022

        Apresentação: 18/04/2022 09:44 - Mesa

        CÂMARA DOS DEPUTADOS 

        Gabinete do Deputado DELEGADO MARCELO FREITAS ¿ União Brasil/MG 
         
         
        Câmara dos Deputados, Anexo IV ¿ Gabinete 548, CEP: 70.160-900 ¿
        Brasília/DF 

        Tels:(61) 3215-1548/2548  e-mail:
        dep.delegadomarcelofreitas@camara.leg.br
      - >-
        Altera o Decreto-lei n° 2.848, de 7 de dezembro de 1940, o Código Penal
        Brasileiro, para inserir a superveniência de estado de calamidade
        pública em âmbito federal motivado por razões de saúde pública como uma
        nova causa de suspensão da prescrição das pretensões punitiva e
        executória do Estado.


        o congresso nacional decreta


        O Congresso Nacional decreta: 

        Art. 1º Esta lei altera o Decreto-lei  2.848, de 7 de dezembro de
        1940, o Código Penal

        Brasileiro, para inserir a superveniência de estado de calamidade
        pública em âmbito federal

        motivado por razões de saúde pública como uma nova causa de suspensão da
        prescrição das

        pretensões punitiva e executória do Estado.
         
        Art. 2º O Decreto-lei  2.848, de 7 de dezembro de 1940, o Código Penal
        Brasileiro, passa a

        vigorar acrescido do seguinte artigo:

        ¿Art. 116-A. A prescrição da pretensão punitiva e executória do Estado
        não corre enquanto

        persistir, em âmbito federal, estado de calamidade pública motivado pelo
        reconhecimento de

        surto, epidemia, pandemia ou outra questão de saúde pública. ¿ (NR)

        Art. 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

        1/4

        *CD207329314900*

        Documento eletrônico assinado por Guilherme Derrite (PP/SP), através do
        ponto SDR_56344,

        na forma do art. 102, § 1º, do RICD c/c o art. 2º, do Ato

        da Mesa n. 80 de 2016.

        PL n.2684/2020

        Apresentação: 14/05/2020 19:02
  - source_sentence: >-
      Dispõe sobre o direito à identidade de gênero.


      o congresso nacional decreta


      O Congresso Nacional decreta: 

      Art. 1.º. Esta Lei dispõe sobre o reconhecimento de identidade de 

      gênero. 

      Art. 2.º. Toda pessoa tem direito: 

      I ¿ ao reconhecimento de sua identidade de gênero; 

      II ¿ ao livre desenvolvimento de sua pessoa de acordo com tal 

      identidade; 

      III ¿ de ser tratada de acordo com sua identidade de gênero e de 

      ser identificada de acordo com ela. 

      Art. 3.º. Entende-se por identidade de gênero a vivência interna e 

      individual do gênero tal como cada pessoa a sente, seja correspondente ou
      não ao 

      sexo biológico, o que pode incluir a vivência pessoal, a modificação da
      aparência do 

      corpo e das funções corporais por meio farmacológicos ou cirúrgicos, por
      livre escolha 

      da pessoa, além de aspectos relativos à vestimenta, aos modos à fala. 

      Art. 4.º. Toda pessoa maior de dezoito anos poderá requerer a 

      retificação de seus registros para alterações relativas ao nome, ao sexo e
      à imagem, 

      quando não coincidam com sua autodefinição de identidade de gênero. 

      Art. 5.º. Os menores de dezoito anos somente poderão requerer a 

      retificação a que se refere o art. 4 desta Lei com o seu consentimento e
      a expressa 

      autorização dos pais ou representantes legais. 

      Art. 6 A retificação de registros não modificará a titularidade dos 

      direitos e obrigações correspondentes  ao requerente anteriormente à
      averbação das

      CÂMARA DOS DEPUTADOS 
       
       
       
      alterações registrais, nem as de direito de família, incluída a adoção,
      que se manterão 

      inalteradas. 

      Art. 7.º. Os procedimentos relativos ao reconhecimento de 

      identidade de gênero serão sigilosos e as ações judiciais dele decorrentes
      tramitarão 

      em segredo de justiça e em regime prioritário. 

      Art. 8.º. Toda pessoa maior de dezoito anos poderá se submeter 

      a intervenções cirúrgicas totais ou parciais e a tratamentos hormonais
      para adequação 

      do corpo à sua identidade de gênero, sem necessidade de autorização
      judicial. 

      Art. 9. Os tratamentos e intervenções cirúrgicas decorrentes do 

      reconhecimento da identidade de gênero serão obrigatoriamente realizados
      pelo 

      Sistema Único de Saúde ¿SUS. 

      Art. 10. Esta Lei entre em vigor na data de sua publicação.
    sentences:
      - >-
        Altera a redação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada
        pelo Decreto-Lei n.º 5.452/1943, para garantir estabilidade provisória
        ao trabalhador cuja esposa ou companheira gestante esteja desempregada.


        o congresso nacional decreta


        O Congresso Nacional decreta: 
         
        Art. 1º A Consolidação das Leis do Trabalho ¿ CLT, 

        aprovada pelo Decreto-Lei n.º 5.452, de 1º de maio de 1943, passa a
        vigorar 

        acrescida do seguinte artigo: 
         
        Art. 392-D Fica assegurado ao trabalhador, cuja esposa 

        ou companheira gestante esteja desempregada, estabilidade provisória no 

        emprego, desde a comprovação da concepção até cinco meses após o parto. 
          
         Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
        CÂMARA DOS DEPUTADOS 
         
         
        2
      - >-
        Projeto de Lei nº Dispõe sobre a instalação de sanitários nos postos de
        pedágio das rodovias estaduais. A Assembleia Legislativa do Estado de
        Minas Gerais decreta: Art. 1º – A concessionária da administração ou
        exploração de rodovia estadual privatizada fica obrigada a
        disponibilizar gratuitamente ao usuário instalações sanitárias nos
        postos de pedágio, nos dois sentidos da rodovia. § 1º – Os sanitários de
        que trata o caput deverão ser instalados em caráter permanente e
        adequados à legislação vigente, inclusive no que se refere à
        acessibilidade dos portadores de necessidades especiais. Art. 2º – O
        disposto nesta lei não se aplica aos contratos firmados até a data da
        publicação desta lei. Art. 3º – Esta lei entra em vigor na data de sua
        publicação. Sala das Reuniões, 1º de fevereiro de 2019. Deputado
        Noraldino Júnior (PSC)
      - >-
        Dispõe sobre o direito à autodeterminação da identidade de gênero e
        expressão de gênero e à proteção das características sexuais de cada
        pessoa, e dá outras providências.


        o congresso nacional decreta


        O Congresso Nacional decreta:

        CAPÍTULO I

        Disposições gerais

        Objeto

        Art. 1º A presente Lei estabelece o direito à autodeterminação

        da identidade de gênero e expressão de gênero e o direito à proteção das

        características sexuais de cada pessoa.

        Proibição de discriminação

        Art. 2º Todas as pessoas são livres e iguais em dignidade e

        direitos, sendo proibida qualquer discriminação, direta ou indireta, em
        função

        do exercício do direito à identidade de gênero e expressão de gênero e
        do

        direito à proteção das características sexuais.

        Art. 3º Incumbe às entidades privadas o dever de cumprir a

        presente Lei e às entidades públicas o dever de garantir o seu
        cumprimento e

        promover, no âmbito das suas competências, as condições necessárias para
        o

        exercício efetivo do direito à autodeterminação da identidade de gênero
        e

        expressão de gênero e do direito à proteção das características sexuais
        de

        cada pessoa.

        *CD216102070700*

        Assinado eletronicamente pelo(a) Dep. Erika Kokay

        Para verificar a assinatura, acesse
        https://infoleg-autenticidade-assinatura.camara.leg.br/CD216102070700

        PL n.3213/2021

        Apresentação: 20/09/2021 09:45 - Mesa

        2

        Autodeterminação da identidade de gênero e expressão de gênero

        Art. 4º O exercício do direito à autodeterminação da identidade

        de  gênero  e  expressão  de  gênero  de  uma  pessoa  é  assegurado,

        concretamente, mediante o livre desenvolvimento da respectiva
        personalidade

        de acordo com a sua identidade e expressão de gênero.

        Art.  5º  Quando,  para  a  prática  de  um  determinado  ato  ou

        procedimento,  se  torne  necessário  indicar  dados  de  um  documento 
        de

        identificação que não corresponda à identidade de gênero de uma pessoa,
        esta

        ou os seus representantes legais podem solicitar que essa indicação
        passe a

        ser realizada mediante a inscrição das iniciais do prenome que consta no

        documento  de  identificação,  precedido  do nome  social  adotado 
        face  à

        identidade  de  gênero  manifestada,  seguido  do  sobrenome  completo 
        e  do

        número do documento de identificação.
                                 Art. 6° Nome Social é o nome com o qual a pessoa transgênera
        se identifica e se apresenta socialmente, nome este que lhe representa,
        tendo

        em vista que o nome de registro que lhe foi atribuído ao nascimento não
        está

        em consonância com sua identidade de gênero. 
                                Parágrafo único. À pessoa maior de 18 anos é facultada a
        retificação do prenome em cartório de registro civil.

        Proteção das características sexuais

        Art.  7º  Todas  as  pessoas  têm  direito  a  manter  as

        características sexuais primárias e secundárias.

        Modificações corporais e das características sexuais da criança ou

        adolescente intersexo

        Art. 8º Salvo em situações de comprovado risco para a sua

        saúde, os tratamentos e as intervenções cirúrgicas, farmacológicas ou de
        outra

        natureza que impliquem modificações corporais e das características
        sexuais

        da criança ou adolescente intersexo não devem ser realizados até o
        momento

        em que se manifeste a sua identidade de gênero, exceto quando for
        constatado

        risco iminente à vida ou saúde da pessoa, comprovado em caráter
        definitivo

        como último recurso e com registros médicos explicando a necessidade da

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        intervenção por especialistas e com a devida autorização expressa dos
        pais ou

        responsáveis.

        CAPÍTULO II

        Reconhecimento jurídico da identidade de gênero

        Procedimento

        Art.  9º  O  reconhecimento  jurídico  da  identidade  de  gênero

        pressupõe a abertura de um procedimento para alteração do prenome e/ou
        da

        mudança  da  menção  do  sexo  no  registro  civil,  ou  de  ambos, 
        mediante

        requerimento.

        Art. 10 O procedimento referido no art. 8º tem natureza sigilosa

        e a informação a seu respeito não pode constar nas certidões dos
        assentos ou

        se tornarem de acesso público, salvo a pedido da pessoa requerente ou
        por

        decisão judicial.

        Art. 11. A mudança da menção do sexo no registro civil e/ou

        alteração de prenome realizadas nos termos da presente Lei  podem ser

        objeto de novo requerimento mediante autorização judicial.

        Art. 12. A decisão final sobre a identidade de gênero de uma

        pessoa, proferida por uma autoridade ou tribunal estrangeiro, de acordo
        com a

        legislação desse país, é reconhecida nos termos da lei.

        Legitimidade

        Art. 13. Têm legitimidade para requerer o procedimento de

        mudança da  menção do sexo no registro civil e/ou alteração de prenome
        as

        pessoas de nacionalidade brasileira, maiores de idade e que não se
        mostrem

        interditas ou inabilitadas por questões de saúde mental que comprometam
        a

        auto identificação de gênero, cuja identidade de gênero não corresponda
        ao

        sexo atribuído ao nascimento, ou seu responsável legal.

        Parágrafo único: Pessoas de nacionalidade brasileira, maiores

        de 18 anos, que não se mostrem interditas ou incapacitadas, residindo
        fora do

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        país, podem solicitar a alteração nos termos desta lei, desde que
        constituído

        representante legal.

        Art. 14. As pessoas de  nacionalidade brasileira e com idade

        compreendida entre os dezesseis (16) e os dezoito (18) anos podem
        requerer o

        procedimento  de  mudança  da  menção  do  sexo  no  registro  civil  e 
        da

        consequente alteração de prenome, através dos seus representantes
        legais,

        assinando conjuntamente o pedido, devendo o oficial de registro proceder
        à

        oitiva  presencial  do  requerente,  de  modo  a  apurar  o  seu 
        consentimento

        expresso, livre e esclarecido, tendo sempre em consideração os
        princípios da

        autonomia progressiva.

        Art. 15. A pessoa intersexo pode requerer o procedimento de

        mudança da menção de sexo no registro civil e/ou  alteração de prenome a

        partir do momento que manifeste a respectiva identidade de gênero.

        Requerimento

        Art. 16. O procedimento de mudança da menção do sexo no

        registro  civil  e/ou  alteração  de  prenome  tem início  mediante 
        requerimento

        apresentado em qualquer ofício do registro civil, com indicação do
        número de

        identificação  civil  e  do  prenome  pelo  qual  a  pessoa  pretende 
        vir  a  ser

        identificada, podendo, desde logo, ser solicitada a realização de novo
        assento

        de nascimento, no qual não pode ser feita qualquer menção à alteração do

        registro.

        Decisão

        Art. 17. No prazo máximo de oito (8) dias úteis a contar da data

        de apresentação do requerimento, verificados os requisitos de
        legitimidade, o

        oficial realizará o respectivo averbamento, nos termos legais.

        § 1º. Finalizado o procedimento de alteração de registro de

        nascimento, o oficial registrador deverá providenciar, de ofício, a
        alteração nos

        demais registros que digam respeito direta ou indiretamente à
        identificação da

        pessoa  requerente,  além de  seus documentos pessoais,  e comunicar aos

        demais órgãos e  cadastros públicos as retificações de  registro 
        realizadas,

        observado o sigilo a que se refere o artigo 10.

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        § 2º. A subsequente averbação da alteração do prenome e/ou

        gênero no registro de nascimento dos filhos e netos da pessoa requerente
        não

        dependerá  da  anuência  do  cônjuge,  dos  filhos,  se  maiores,  e 
        dos  pais,

        respectivamente, tendo em vista o princípio da continuidade registral.

        Art. 18. Nenhuma pessoa será obrigada a fazer prova de sua

        identidade  de  gênero  ou  nem  será  submetida  a  quaisquer 
        procedimentos

        médicos,  incluindo  cirurgia  de  redesignação  sexual,  esterilização 
        ou

        hormonização, assim como a tratamentos psicológicos e/ou psiquiátricos,
        como

        requisito que sirva de base à decisão referida no art. 17.

        Art. 19. Da decisão  desfavorável à mudança da menção do

        sexo no registro civil e/ou alteração de prenome ou do não cumprimento
        dos

        prazos desta  Lei  cabe  recurso, nos termos da  Lei  de  Registros
        Públicos,

        devendo  ser  informada  imediatamente  por  escrito  diretamente  à 
        pessoa

        solicitante o motivo da decisão.

        Efeitos

        Art. 20. A mudança da menção do sexo no registro civil e/ou

        alteração de prenome efetuada nos termos da presente lei não afeta nem
        altera

        os  direitos  constituídos  e  as  obrigações  jurídicas  assumidas 
        antes  do

        reconhecimento jurídico da identidade de gênero.

        Art.  21.  As  pessoas  que  tenham procedido  à  mudança  da

        menção do sexo no registro civil e/ou alteração de prenome passam, desse

        modo, a ser reconhecidas nos documentos de identificação com o nome e
        sexo

        neles  constantes,  gozando  dos  mesmos  direitos  das  demais 
        pessoas  em

        qualquer esfera, sem nenhum tipo de discriminação.

        Art. 22.  Das pessoas reconhecidamente hipossuficientes não

        serão cobrados emolumentos pelo registro civil de nascimento e pelo
        assento

        de óbito e respectivas certidões, bem como a confecção de outros
        documentos

        necessários para efeitos da vida civil.

        Parágrafo 

        único: 

        O  estado  de  hipossuficiência  será

        comprovado por declaração do próprio interessado ou a rogo, em se
        tratando

        de analfabeto, neste caso acompanhada da assinatura de duas testemunhas.

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        6
         
        CAPÍTULO III

        Medidas de proteção
                                Art. 23. Será assegurado o reconhecimento do nome
        social  em  consonância  à  identidade  de  gênero  de  pessoas  trans 
        e

        travestis nas lápides de túmulos, jazigos, laudos, certidões de óbito e

        outros documentos, devendo esse direito ser garantido mesmo quando o

        nome registrado em documentos de identidade civil (RG, Certidão de

        Nascimento) for divergente, devendo igualmente ser respeitada/preservada

        a sua autodeclaração de gênero e a sua identidade de gênero, bem como
        seu

        nome retificado, independe da vontade ou desejo de terceiros.

        Saúde

        Art. 24. O Poder Público deve garantir, a quem o solicitar, a

        existência e o acesso a serviços de referência ou unidades
        especializadas no

        Sistema Único de Saúde, especificamente  para tratamentos e intervenções

        cirúrgicas,  farmacológicas  ou  de  outra  natureza,  destinadas  a 
        fazer

        corresponder o corpo à sua identidade de gênero.

        Art. 25. Caberá ao Poder Público, no prazo máximo de 270

        (duzentos e setenta) dias estabelecer um modelo de intervenção, através
        de

        orientações e normas técnicas, a ser implementado  pelos profissionais
        de

        saúde no âmbito das questões relacionadas com a identidade de gênero,

        expressão de gênero e características sexuais das pessoas.

        Educação e ensino

        Art. 26. O Poder Público deve garantir a adoção de medidas no

        sistema educativo, em todos os níveis de ensino e ciclos de estudo, que

        promovam o exercício do direito à autodeterminação da identidade de
        gênero e

        expressão de gênero e do direito à proteção das características sexuais
        das

        pessoas, nomeadamente através do desenvolvimento de:

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        I - Medidas de  prevenção e de combate à discriminação em

        função da identidade de gênero, expressão de gênero e das
        características

        sexuais;

        II - Mecanismos de detecção e intervenção sobre situações de

        risco que coloquem em perigo o saudável desenvolvimento de crianças e

        jovens que manifestem identidade de gênero ou expressão de gênero e que

        não se identificam com o sexo atribuído ao nascimento;

        III - Condições para a proteção adequada da identidade de

        gênero, expressão de gênero e das características  sexuais, contra todas
        as

        formas de exclusão social e violência dentro do contexto escolar,
        assegurando

        o respeito pela autonomia, privacidade e autodeterminação das crianças e

        jovens que realizem transições sociais de identidade e expressão de
        gênero;

        IV  -  Formação  adequada  dirigida  a  docentes  e  demais

        profissionais do sistema educativo no âmbito de questões relacionadas
        com a

        diversidade de identidade de gênero, expressão de gênero e da
        diversidade

        das características sexuais de crianças e jovens, tendo em vista a sua
        inclusão

        como processo de integração socioeducativa.

        Art.  27.  Os  estabelecimentos  do  sistema  educativo,

        independentemente da sua natureza pública ou privada, devem garantir que

        não haja discriminação em função de identidade de gênero. 

        Art. 28. Cabe aos órgãos do Poder Público responsáveis pelas

        áreas da igualdade de gênero e da educação, no prazo máximo de cento e

        oitenta (180) dias, estabelecer as medidas necessárias para a
        implementação

        do disposto nos arts. 24 e 25.

        CAPÍTULO IV

        Meios de defesa

        Resolução alternativa de litígios

        Art. 29. Sem prejuízo do recurso à via judicial, as partes podem

        submeter os litígios emergentes da presente Lei a mecanismos de
        resolução

        alternativa de litígios, nos termos da lei.

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        Responsabilidade

        Art. 30. A prática de qualquer ato discriminatório, por ação ou

        omissão, confere à pessoa lesada o direito a uma indenização, por danos

        patrimoniais  e  não  patrimoniais,  a  título  de  responsabilidade 
        civil

        extracontratual, nos termos do Código Civil.

        Parágrafo  único.  Na  fixação  da  indenização,  o  juiz  deve

        atender ao grau de violação dos interesses em causa, ao poder econômico
        dos

        autores do ilícito e às condições da pessoa alvo da prática
        discriminatória.

        Proteção contra atos de retaliação

        Art.  31.  É  nulo  o  ato  de  retaliação  que  corresponda  a

        tratamento que tenha como propósito lesar ou desfavorecer qualquer
        pessoa,

        adotado em razão de reclamação, queixa, denúncia ou ação contra o autor

        desse ato, em defesa do direito à autodeterminação da identidade de
        gênero e

        expressão de gênero e do direito à proteção das características sexuais
        de

        cada pessoa, nos termos da presente Lei.

        Violência contra a Mulher

        Art. 32. A Lei  11.340, de 7 de agosto de 2006, e a Lei 

        13.104, de 9 de março de 2015, aplicam-se às pessoas transgêneras que se

        identificam com o gênero feminino.

        Direitos processuais das associações e organizações não-

        governamentais

        Art. 33. É reconhecida às associações e organizações não-

        governamentais, cujo objeto estatutário se destine essencialmente à
        defesa e

        promoção do direito à autodeterminação da identidade de gênero e
        expressão

        de gênero e do direito à proteção das características sexuais de cada
        pessoa,

        legitimidade processual para a defesa dos direitos e interesses
        coletivos e para

        a defesa coletiva dos direitos e interesses individuais legalmente
        protegidos

        das pessoas associadas, bem como para a defesa dos valores protegidos
        pela

        presente Lei.

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        Parágrafo único. A defesa coletiva dos direitos e interesses

        individuais  legalmente  protegidos,  prevista  no  caput,  não  pode 
        implicar

        limitação da autonomia individual das pessoas associadas.

        CAPÍTULO V

        Disposições finais

        Art.  34.  A  presente  Lei  aplica-se  aos  procedimentos  de

        mudança da menção do sexo no registro civil e/ou alteração de prenome
        que

        se encontram em trâmite à data da sua entrada em vigor.

        Parágrafo único. Os direitos e garantias previstos nesta Lei são

        assegurados às pessoas transgêneras inclusive post mortem.

        Art. 35. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
  - source_sentence: >-
      Dispõe sobre a estabilidade provisória do trabalhador vítima de acidente
      de trabalho que apresenta redução na capacidade laboral.


      o congresso nacional decreta


      O Congresso Nacional decreta:

      Art. 1º  O art. 118 da Lei 8.213, de 24 de julho de 1991, 

      passa a vigorar com a seguinte redação:

      ¿Art. 118.
      ............................................................................

      Parágrafo único. A estabilidade referida no ¿caput¿ vigorará 

      até a aposentadoria por tempo de contribuição do segurado, na hipótese de
      este 

      apresentar redução ou restrição de sua capacidade laboral em razão do
      acidente 

      do trabalho, independentemente de percepção de auxilio-acidente¿.  

      Art. 2º  Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
    sentences:
      - >-
        Dispõe sobre a concessão de incentivos fiscais para as indústrias do
        setor de reciclagem e do setor metal mecânico.


        o congresso nacional decreta


        O Congresso Nacional decreta: 
         
         
         
        Art. 1o Fica concedido às empresas que se dediquem à 

        reciclagem de vidro, plástico, papel, pneu e metal, os seguintes
        benefícios 

        fiscais do Imposto sobre Produtos Industrializados ¿ IPI e do Imposto
        sobre a 
         
        Importação - II: 
         
        I ¿ crédito presumido correspondente ao valor da alíquota 

        do IPI incidente sobre operação promovida por estabelecimento industrial
        nas 

        saídas dos produtos reciclados; 
         
        II ¿ diferimento do IPI e do II incidentes sobre as 

        importações de máquinas, equipamentos, peças, parte s e acessórios 

        destinados a integrar o ativo fixo das empresas, para o momento da
        alienação 

        ou eventual saída desses bens; 
         
        III ¿ diferimento do IPI sobre a aquisição, no mercado 

        interno, de máquinas, equipamentos, peças, partes, acessórios e
        materiais 

        destinados a integrar o ativo fixo das empresas, para o momento da
        alienação 

        ou eventual saída desses bens. 
         
        § 1º Nas aquisições internas de máquinas, equipamentos, 

        peças, partes e acessórios destinados a integrar o ativo fixo das
        empresas, o

        CÂMARA DOS DEPUTADOS 
         
         
         
        imposto será de responsabilidade do estabelecimento adquirente da 

        mercadoria, na qualidade de contribuinte substituto, e recolhido no
        momento da 

        alienação ou saída dos respectivos bens. 
         
         
         
         
        § 2º Nas operações internas de entrada de matérias-

        primas, produtos intermediários e material de embalagem, o imposto será
        de 

        responsabilidade do estabelecimento adquirente do produto final, na
        qualidade 

        de contribuinte substituto, e apurado de forma global no momento da
        venda 

        dos produtos fabricados. 
         
        § 3º Os impostos incidentes sobre as importações de 

        matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem serão 

        apurados de forma global no momento da venda dos produtos fabricados. 
         
        § 4º Perderá o direito ao tratamento tributário previsto 

        neste artigo, com a conseqüente restauração da sistemática normal de 

        apuração dos impostos e a imediata devolução aos cofres públicos, com
        os 

        acréscimos legais devidos, de todos os valores não recolhidos,
        decorrentes do 

        benefício concedido, o contribuinte que, ao longo do gozo do benefício, 

        apresentar qualquer irregularidade com relação ao cumprimento das
        exigências 

        previstas no art. 5º desta lei. 
         
        § 5º Não será permitido às empresas beneficiadas o 

        aproveitamento de qualquer crédito relativo às operações de entrada de 

        mercadorias, 

        matérias-primas, 

        produtos 

        intermediários 

        e 

        material 

        de 

        embalagem necessários às suas atividades. 
         
        Art. 2º As empresas do setor metal mecânico terão 

        reduzida as bases de cálculo do IPI e do II, na pro porção de 33,33%
        (trinta e 

        três inteiros e trinta e três centésimos por cento) , nas operações de
        saídas 

        internas. 
         
        Art. 3º Os benefícios estabelecidos nesta Lei não s e 

        aplicam ao contribuinte que: possua débito com o Instituto Nacional do
        Seguro 

        Social - INSS, ou com a Fazenda Pública Federal, cu ja exigibilidade não
        esteja 

        suspensa. 
         
        Art. 4º Os incentivos fiscais previstos nesta Lei vigorarão

        CÂMARA DOS DEPUTADOS 
         
         
         
        até o último dia útil do décimo ano subseqüente ao da data de sua
        publicação. 
         
         
        Art. 5º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
      - >-
        Acrescentar o art. 476-B ao Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943,
        para garantir estabilidade ao empregado na cessação do seguro-doença ou
        auxílio enfermidade e dá outras providências.


        o congresso nacional decreta


        O Congresso Nacional decreta: 
         
         
         
        Art. 1º O Decreto-Lei  5.452, de 1º de maio de 1943, fica acrescido
        do 

        seguinte Art. 476-B: 

        Art. 476-B. Após a cessação do seguro-doença ou auxílio enfermidade, 

        quando do retorno ao trabalho, o empregador deverá garantir ao
        empregado 

        o mesmo período que esteve afastado nestas situações, a título de 

        estabilidade empregatícia. 
         
        Parágrafo único. Estende-se este direito à estabilidade preconizada,
        neste 

        artigo, às situações previstas na Seção V deste diploma legal, que
        versa 

        sobre a Proteção à Maternidade. 
         
        Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
      - >-
        Acrescenta inciso ao caput do art. 20 da Lei nº 8.036, de 11 de maio de
        1990, que "Dispõe sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, e dá
        outras providências", a fim de permitir a movimentação da conta
        vinculada para pagamento de exames e procedimentos de pré-natal e parto.


        o congresso nacional decreta


        O Congresso Nacional decreta: 

        Art. 1º O caput do art. 20 da Lei  8.036, de 11 de maio de 

        1990, passa a vigorar acrescido do seguinte inciso XX: 

        ¿Art. 20.
        .................................................................................... 

        ................................................................................................. 

        XX 

        ¿ 

        pagamento 

        de 

        exames 

        e 

        procedimentos 

        de 

        acompanhamento de pré-natal e parto pela gestante ou por seu 

        cônjuge, nos termos do regulamento. 

        .........................................................................................¿(NR) 

        Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
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library_name: sentence-transformers
metrics:
  - pearson_cosine
  - spearman_cosine
model-index:
  - name: SentenceTransformer
    results:
      - task:
          type: semantic-similarity
          name: Semantic Similarity
        dataset:
          name: eval
          type: eval
        metrics:
          - type: pearson_cosine
            value: 0.86439288219809
            name: Pearson Cosine
          - type: spearman_cosine
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            name: Spearman Cosine

ReSB2-Bi-Encoder

SentenceTransformer model fine-tuned for retrieval of semantically related Brazilian legislative bills.

Model Details

Model Description

  • Model Type: Sentence Transformer
  • Maximum Sequence Length: 1500 tokens
  • Output Dimensionality: 768 dimensions
  • Similarity Function: Cosine Similarity

Model Sources

Full Model Architecture

SentenceTransformer(
  (0): Transformer({'max_seq_length': 1500, 'do_lower_case': False, 'architecture': 'ModernBertModel'})
  (1): Pooling({'word_embedding_dimension': 768, 'pooling_mode_cls_token': False, 'pooling_mode_mean_tokens': True, 'pooling_mode_max_tokens': False, 'pooling_mode_mean_sqrt_len_tokens': False, 'pooling_mode_weightedmean_tokens': False, 'pooling_mode_lasttoken': False, 'include_prompt': True})
)

Usage

Direct Usage (Sentence Transformers)

First install the Sentence Transformers library:

pip install -U sentence-transformers

Then you can load this model and run inference.

from sentence_transformers import SentenceTransformer

# Download from the 🤗 Hub
model = SentenceTransformer("sentence_transformers_model_id")
# Run inference
sentences = [
    'Dispõe sobre a estabilidade provisória do trabalhador vítima de acidente de trabalho que apresenta redução na capacidade laboral.\n\no congresso nacional decreta\n\nO Congresso Nacional decreta:\nArt. 1º  O art. 118 da Lei 8.213, de 24 de julho de 1991, \npassa a vigorar com a seguinte redação:\n¿Art. 118. ............................................................................\nParágrafo único. A estabilidade referida no ¿caput¿ vigorará \naté a aposentadoria por tempo de contribuição do segurado, na hipótese de este \napresentar redução ou restrição de sua capacidade laboral em razão do acidente \ndo trabalho, independentemente de percepção de auxilio-acidente¿.  \nArt. 2º  Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.',
    'Acrescentar o art. 476-B ao Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, para garantir estabilidade ao empregado na cessação do seguro-doença ou auxílio enfermidade e dá outras providências.\n\no congresso nacional decreta\n\nO Congresso Nacional decreta: \n \n \n \nArt. 1º O Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, fica acrescido do \nseguinte Art. 476-B: \nArt. 476-B. Após a cessação do seguro-doença ou auxílio enfermidade, \nquando do retorno ao trabalho, o empregador deverá garantir ao empregado \no mesmo período que esteve afastado nestas situações, a título de \nestabilidade empregatícia. \n \nParágrafo único. Estende-se este direito à estabilidade preconizada, neste \nartigo, às situações previstas na Seção V deste diploma legal, que versa \nsobre a Proteção à Maternidade. \n \nArt. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.',
    'Dispõe sobre a concessão de incentivos fiscais para as indústrias do setor de reciclagem e do setor metal mecânico.\n\no congresso nacional decreta\n\nO Congresso Nacional decreta: \n \n \n \nArt. 1o Fica concedido às empresas que se dediquem à \nreciclagem de vidro, plástico, papel, pneu e metal, os seguintes benefícios \nfiscais do Imposto sobre Produtos Industrializados ¿ IPI e do Imposto sobre a \n \nImportação - II: \n \nI ¿ crédito presumido correspondente ao valor da alíquota \ndo IPI incidente sobre operação promovida por estabelecimento industrial nas \nsaídas dos produtos reciclados; \n \nII ¿ diferimento do IPI e do II incidentes sobre as \nimportações de máquinas, equipamentos, peças, parte s e acessórios \ndestinados a integrar o ativo fixo das empresas, para o momento da alienação \nou eventual saída desses bens; \n \nIII ¿ diferimento do IPI sobre a aquisição, no mercado \ninterno, de máquinas, equipamentos, peças, partes, acessórios e materiais \ndestinados a integrar o ativo fixo das empresas, para o momento da alienação \nou eventual saída desses bens. \n \n§ 1º Nas aquisições internas de máquinas, equipamentos, \npeças, partes e acessórios destinados a integrar o ativo fixo das empresas, o\nCÂMARA DOS DEPUTADOS \n \n \n \nimposto será de responsabilidade do estabelecimento adquirente da \nmercadoria, na qualidade de contribuinte substituto, e recolhido no momento da \nalienação ou saída dos respectivos bens. \n \n \n \n \n§ 2º Nas operações internas de entrada de matérias-\nprimas, produtos intermediários e material de embalagem, o imposto será de \nresponsabilidade do estabelecimento adquirente do produto final, na qualidade \nde contribuinte substituto, e apurado de forma global no momento da venda \ndos produtos fabricados. \n \n§ 3º Os impostos incidentes sobre as importações de \nmatérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem serão \napurados de forma global no momento da venda dos produtos fabricados. \n \n§ 4º Perderá o direito ao tratamento tributário previsto \nneste artigo, com a conseqüente restauração da sistemática normal de \napuração dos impostos e a imediata devolução aos cofres públicos, com os \nacréscimos legais devidos, de todos os valores não recolhidos, decorrentes do \nbenefício concedido, o contribuinte que, ao longo do gozo do benefício, \napresentar qualquer irregularidade com relação ao cumprimento das exigências \nprevistas no art. 5º desta lei. \n \n§ 5º Não será permitido às empresas beneficiadas o \naproveitamento de qualquer crédito relativo às operações de entrada de \nmercadorias, \nmatérias-primas, \nprodutos \nintermediários \ne \nmaterial \nde \nembalagem necessários às suas atividades. \n \nArt. 2º As empresas do setor metal mecânico terão \nreduzida as bases de cálculo do IPI e do II, na pro porção de 33,33% (trinta e \ntrês inteiros e trinta e três centésimos por cento) , nas operações de saídas \ninternas. \n \nArt. 3º Os benefícios estabelecidos nesta Lei não s e \naplicam ao contribuinte que: possua débito com o Instituto Nacional do Seguro \nSocial - INSS, ou com a Fazenda Pública Federal, cu ja exigibilidade não esteja \nsuspensa. \n \nArt. 4º Os incentivos fiscais previstos nesta Lei vigorarão\nCÂMARA DOS DEPUTADOS \n \n \n \naté o último dia útil do décimo ano subseqüente ao da data de sua publicação. \n \n \nArt. 5º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.',
]
embeddings = model.encode(sentences)
print(embeddings.shape)
# [3, 768]

# Get the similarity scores for the embeddings
similarities = model.similarity(embeddings, embeddings)
print(similarities)
# tensor([[ 1.0000,  0.8096,  0.0534],
#         [ 0.8096,  1.0000, -0.0377],
#         [ 0.0534, -0.0377,  1.0000]])

Evaluation

Metrics

Semantic Similarity

Metric Value
pearson_cosine 0.8644
spearman_cosine 0.7286

Training Details

Training Dataset

Unnamed Dataset

  • Size: 40,825 training samples
  • Columns: text1 and text2
  • Approximate statistics based on the first 1000 samples:
    text1 text2
    type string string
    details
    • min: 79 tokens
    • mean: 624.5 tokens
    • max: 1500 tokens
    • min: 81 tokens
    • mean: 560.15 tokens
    • max: 1500 tokens
  • Samples:
    text1 text2
    Cria o Programa Renda Básica Universal

    o congresso nacional decreta

    O CONGRESSO NACIONAL decreta:

    Art. 1º Fica criada a Renda Básica Universal, instrumento de garantia de renda aos
    cidadãos, como instrumento de garantias mínimas para a dignidade humana.

    Art. 2º Para fins de aplicação desta lei são considerados idosos em extrema
    vulnerabilidade que tenham:

    I-
    Entre 60 e 64 anos de idade;

    II-
    Que não possuam fonte de renda ou sua renda não ultrapasse a meio
    salario mínimo.

    Art. 3º Para fins de aplicação desta lei são considerados cidadãos em extrema
    vulnerabilidade as pessoas que:

    I-
    Tenham entre 30 e 59 anos de idade;

    II-
    Sua renda não ultrapasse meio salario mínimo por mês.

    Art. 4º Para fins de aplicação desta lei são considerados jovens vulneráveis as
    pessoas que:


    I-
    Tenham entre 15 e 29 anos de idade;

    II-
    A renda per capta familiar não ultrapasse um salário mínimo;

    Art. 5º Para fins de aplicação desta lei são consideradas crianças vul...
    Fica instituído o programa de renda mínima para todos os brasileiros que tenham renda inferior ao valor do salário mínimo nacional e dá outras providencias

    o congresso nacional decreta

    O CONGRESSO NACIONAL decreta:
    Art. 1° Todos os brasileiros em situação de extrema pobreza e
    vulnerabilidade social receberão um auxilio deste programa no valor de um salário
    mínimo mensal, independentemente de estar recebendo outro benefício social
    § 1º O atual Cadastro Único (CadUnico) servirá como base de dados para
    o pagamento da renda mínima nacional
    § 2º São considerados brasileiros em situação de extrema pobreza:
    I-
    Não tenham fonte de renda;
    II-
    Renda igual ou inferior a meio salário mínimo;
    III-
    Renda per capta familiar que não ultrapasse um salário mínimo;
    Art. 3º As despesas decorrentes desta Lei deverão estar previstas no
    Orçamento da União anualmente.
    Art. 4° Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
    JUSTIFICTIVA
    O Brasil foi inserido novamente no mapa da fome, infeliz...
    Altera a Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, para dispor sobre mensagem de advertência impressa na embalagem dos produtos de telefonia celular comercializados no País.

    o congresso nacional decreta

    O Congresso Nacional decreta:
    Art. 1º Esta lei acrescenta dispositivo ao Capítulo das
    Disposições Gerais e Transitórias da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997,
    que institui o Código de Trânsito Brasileiro, para obrigar que a embalagem dos
    produtos de telefonia celular comercializados no País contenha mensagem de
    advertência acerca do risco de acidente de trânsito relacionado ao uso de
    aparelho celular ao volante de veículo automotor.
    Art. 2º A Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que
    institui o Código de Trânsito Brasileiro, passa a vigorar acrescida do seguinte
    art. 315-A:
    “Art. 315-A. A embalagem dos produtos de telefonia
    celular comercializados no País conterá a seguinte mensagem de
    advertência: ‘Importante: Utilizar o telefone c...
    Inclua-se o art. 79-A na Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, no sentido de estabelecer campanha contra o uso do celular ao dirigir.

    o congresso nacional decreta

    O Congresso Nacional decreta:
    Art. 1º Esta Lei acrescenta o art. 79-A na Lei nº 9.503, de
    23 de setembro de 1997, Código de Trânsito Brasileiro - CBT, no sentido de
    estabelecer campanha contra o uso do celular ao dirigir.
    Art. 2º Inclua-se o art. 79-A na Lei nº 9.503, de 23 de
    setembro de 1997, com a seguinte redação:
    ¿Art. 79-A Os órgãos e entidades executivos de trânsito
    da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
    Municípios deverão firmar convênio com as operadoras
    móveis de telecomunicações em operação no Brasil com
    o intuito de divulgar campanhas via mensagens curtas de
    texto
    ou
    outros
    serviços
    ou
    funcionalidades
    de
    mensagens
    eletrônicas,
    informando
    o
    número
    de
    acidentes automobilísticos, com ou sem vítimas fatais,
    comprovadamente provocados pelo uso do celular ao
    volante.
    § 1º As me...
    Altera a redação do Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940) e da Lei de Execuções Penais (Lei 7.210 de 11 de julho de 1984), dispondo sobre o regime de cumprimento de pena, dentre outras providências.

    o congresso nacional decreta

    O Congresso Nacional decreta:
    Art. 1º Esta lei estabelece o regime fechado e o aberto
    para cumprimento da pena privativa de liberdade, bem como altera as
    condições do livramento condicional e do cumprimento de pena no regime
    aberto.
    Art. 2º O art. 33 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de
    dezembro de 1940 (Código Penal), passa a vigorar com a seguinte redação:
    ¿Art. 33. A pena de reclusão deve ser cumprida em regime
    fechado ou aberto. A de detenção, em regime aberto,
    salvo necessidade de transferência a regime fechado.
    § 1º ......................................................................................
    .............................................................................................
    c) regime aberto a execução ...
    Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 1940.

    o congresso nacional decreta

    O Congresso Nacional decreta:


    Art. 1º Esta Lei altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 1940.

    Art. 2º Os incisos I, II e V do art. 83 do Decreto-Lei nº
    2.848, de 1940, passam a vigorar com a seguinte redação:

    ¿Art. 83 - O juiz poderá conceder livramento condicional ao
    condenado a pena privativa de liberdade igual ou superior a 2 (dois)
    anos, desde que:

    I - cumprida mais da metade da pena se o condenado não
    for reincidente em crime doloso e tiver bons antecedentes;

    II - cumpridos mais de dois terços da pena se o condenado
    for reincidente em crime doloso;

    ......................................................................................

    V - cumpridos mais de quatro quintos da pena, nos casos
    de condenação por crime hediondo, prática de tortura, tráfico ilícito
    de entorpecentes e drogas afins, tráfico de pessoas e terrorismo, se
    o apenado não for reincidente específico em crimes dessa ...
  • Loss: MultipleNegativesSymmetricRankingLoss with these parameters:
    {
        "scale": 20.0,
        "similarity_fct": "cos_sim",
        "gather_across_devices": false
    }
    

Training Hyperparameters

Non-Default Hyperparameters

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  • per_device_train_batch_size: 10
  • per_device_eval_batch_size: 10
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  • warmup_ratio: 0.1
  • seed: 148937
  • data_seed: 148937
  • batch_sampler: no_duplicates

All Hyperparameters

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  • overwrite_output_dir: False
  • do_predict: False
  • eval_strategy: epoch
  • prediction_loss_only: True
  • per_device_train_batch_size: 10
  • per_device_eval_batch_size: 10
  • per_gpu_train_batch_size: None
  • per_gpu_eval_batch_size: None
  • gradient_accumulation_steps: 1
  • eval_accumulation_steps: None
  • torch_empty_cache_steps: None
  • learning_rate: 2e-05
  • weight_decay: 0.01
  • adam_beta1: 0.9
  • adam_beta2: 0.999
  • adam_epsilon: 1e-08
  • max_grad_norm: 1.0
  • num_train_epochs: 3
  • max_steps: -1
  • lr_scheduler_type: linear
  • lr_scheduler_kwargs: {}
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  • warmup_steps: 0
  • log_level: passive
  • log_level_replica: warning
  • log_on_each_node: True
  • logging_nan_inf_filter: True
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  • seed: 148937
  • data_seed: 148937
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  • fp16_opt_level: O1
  • half_precision_backend: auto
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  • local_rank: 0
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  • accelerator_config: {'split_batches': False, 'dispatch_batches': None, 'even_batches': True, 'use_seedable_sampler': True, 'non_blocking': False, 'gradient_accumulation_kwargs': None}
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  • auto_find_batch_size: False
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  • batch_sampler: no_duplicates
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  • router_mapping: {}
  • learning_rate_mapping: {}

Training Logs

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0.7348 3000 0.052 -
0.8572 3500 0.0449 -
0.9797 4000 0.0431 -
1.0 4083 - 0.7142
1.1021 4500 0.0305 -
1.2246 5000 0.0323 -
1.3470 5500 0.035 -
1.4695 6000 0.0289 -
1.5920 6500 0.0297 -
1.7144 7000 0.0254 -
1.8369 7500 0.0273 -
1.9593 8000 0.0225 -
2.0 8166 - 0.7223
2.0818 8500 0.0228 -
2.2043 9000 0.0176 -
2.3267 9500 0.0175 -
2.4492 10000 0.02 -
2.5716 10500 0.0224 -
2.6941 11000 0.021 -
2.8166 11500 0.0188 -
2.9390 12000 0.0155 -
3.0 12249 - 0.7286

Framework Versions

  • Python: 3.9.21
  • Sentence Transformers: 5.1.1
  • Transformers: 4.56.2
  • PyTorch: 2.8.0+cu128
  • Accelerate: 1.4.0
  • Datasets: 3.3.1
  • Tokenizers: 0.22.0

Citation

If you use this model, please cite:

@inproceedings{lage2026resb2,
  title={ReSB²: Machine-Assisted Linking of Legislative Bills using Domain-Adapted ModernBERT and Explainable AI},
  author={Lage, Lucas Gabriel and others},
  booktitle={Proceedings of the ACM Conference on Hypertext and Social Media},
  year={2026}
}

License

The models developed and released in this repository, including the trained ReSB² models, are provided for research and academic purposes.

The use of the underlying pre-trained models is subject to the licenses and terms of use defined by their original providers. Users are responsible for complying with the respective licenses when using, modifying, or redistributing these models.

Acknowledgments

This work was supported by the Legislative Assembly of Minas Gerais (ALMG), CNPq, CAPES, and FAPEMIG.