text
stringlengths
8
607k
Enviar o material aspirado para cultura (fungos, microbactérias, gram-positivos e gram-negativos) e para detecção molecular de M. tuberculosis. Fonte: Saha A, Mukhopadhyay M, Das C, Sarkar K, Saha AK, Sarkar DK. FNAC versus core needle biopsy: A comparative study in evaluation of palpable breast lump. J Clin Diagn Res...
Tratamento especí/f_ico conforme AP:• Se lesão benigna: controle clínicoe radiológico;• Se lesão maligna ou com atipias,considerar tratamento especí/f_ico. Biopsia da lesão dirigidapelo exame físico:• core biopsia de nódulopalpável;• biopsia de pele (punch),das alterações cutâneas. Tratamentooncológicoindividualizado:•...
Exame físico com características suspeitasde malignidade (retração ou lesões ulceradasde pele, edema e hiperemia difusa da mama,lesão papilar descamativa, entre outras)USG e/ou MMG com achadosprovavelmente benignos(BI-RADS Categoria 3)USG ou MMG comachados suspeitosde malignidadeAP com lesãobenigna esem atipiasAP comm...
Tratamento especí/f_ico conforme AP:• Se lesão benigna: controle clínicoe radiológico;• Se lesão maligna ou com atipias,considerar tratamento especí/f_ico. Biopsia da lesãodirigida peloexame físicoou pelosachados daMMG/RMTratamentooncológicoindividualizado:• Cirurgia;• Terapiasistêmica. Revisão delâminas e novabiopsia ...
Exame físico com características suspeitasde malignidade (retração ou lesões ulceradasde pele, edema e hiperemia difusa da mama,lesão papilar descamativa, entre outras)USG com achadosprovavelmente benignos(BI-RADS Categoria 3)USG com achadossuspeitos demalignidadeAP com lesãobenigna esem atipiasAP commalignidadecon/f_...
3. As lesões mamárias não palpáveis tidas comosuspeitas devem ser abordadas considerando-se as particularidades de cada le-são e do respectivo método diagnóstico, tanto na obtenção da imagem quanto na coleta de amostra tecidual. 4. Diante de lesões mamárias palpáveis e com características clínicas de suspeição para mal...
2. Hegenscheid K, Schmidt CO, Seipel R, Laqua R, Ohlinger R, Hosten N, et al. Contrast enhancement kinetics of normal breast parenchyma in dynamic MR mammography: eff ects of menopausal status, oral contraceptives, and postmenopausal hormone therapy. Eur Radiol. 2012;22(12):2633–40. 3. Maranhnão NM, Bauab SP , Miranda ...
7. Elezaby M, Li G, Bhargavan-Chat/f_i eld M, Burnside ES, DeMartini WB. ACR BI-RADS Assessment Category 4 Subdivisions in Diagnostic Mammography: Utilization and Outcomes in the National Mammography Database. Radiology. 2018;287(2):416–22. 8. Hawley JR, Kang-Chapman JK, Bonnet SE, Kerger AL, Taylor CR, Erdal BS. Diag...
11. Destounis S. Role of digital breast tomosynthesis in screening and diagnostic breast imaging. Semin Ultrasound CT MR. 2018;39(1):35–44. 12. Patel BK, Lobbes MB, Lewin J. Contrast enhanced spectral mammography: A review. Semin Ultrasound CT MR. 2018;39(1):70–9. 13. Paulinelli RR, Freitas-Junior R, de Lucena CE, More...
16. Chung DK. Rolling out radioguided occult lesion localisation for breast tumours. J Med Radiat Sci. 2015;62(1):1–2. 17. Jackman RJ, Marzoni FA Jr, Rosenberg J. False-negative diagnoses at stereotactic vacuum-assisted needle breast biopsy: long-term follow-up of 1,280 lesions and review of the literature. AJR Am J Ro...
21. Sa/f_i oleas PM, Koulocheri D, Michalopoulos N, Liacou P , Flessas I, Nonni A, et al. The value of stereotactic vacuum assisted breast biopsy in the investigation of microcalci/f_i cations. A six-year experience with 853 patients. J BUON. 2017;22(2):340–6. 22. Agacayak F, Ozturk A, Bozdogan A, Selamoglu D, Alco G...
26. Kaltenbach B, Brandenbusch V, Möbus V, Mall G, Falk S, van den Bergh M, et al. A matrix of morphology and distribution of calci/f_i cations in the breast: analysis of 849 vacuum-assisted biopsies. Eur J Radiol. 2017;86:221–6. 27. Esen G, Tutar B, Uras C, Calay Z, İnce Ü, Tutar O. Vacuum-assisted stereotactic breas...
30. Budel VM. Biópsia percutânea de fragmento (core biopsy). In: Barros AC, Pompei LM, Silveira JB, editores. Manual de orientação - Mastologia. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. 2010. p. 167-178. 31. Saha A, Mukhopadhyay M, Das C, Sarkar K, Saha AK, Sarkar DK. FNAC versus co...
24Abordagem clínica das lesões mamárias palpáveis e não palpáveisProtocolos Febrasgo | Nº80 | 201835. Wo JY, Chen K, Neville BA, Lin NU, Punglia RS. Eff ect of very small tumor size on cancer-speci/f_i c mortality in node-positive breast cancer. J Clin Oncol. 2011;29(19):2619–27. 36. Sadigh G, Carlos RC, Neal CH, ...
38. van Luijt PA, Fracheboud J, Heijnsdijk EA, den Heeten GJ, de Koning HJ; National Evaluation Team for Breast Cancer Screening in Netherlands Study Group (NETB). Nation-wide data on screening performance during the transition to digital mammography: observations in 6 million screens. Eur J Cancer. 2013;49(16):3517–25...
Rodrigo de Aquino Castro1Rodrigo Cerqueira de Souza1DescritoresBexiga hiperativa; Incontinência urinária; Trato urinário; Urgência; NoctúriaComo citar? Arruda RM, Castro RA, Souza RC. Bexiga hiperativa. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO -...
A bexiga hiperativa compromete sobremaneira a qualidade de vida, causando isolamento social, queda de produtividade, vergo -nha, frustração, ansiedade e baixa autoestima.(2)1Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP , Brasil. *Este protocolo foi elaborado pelos membros da Comissão N...
FisiopatologiaA bexiga hiperativa é afecção crônica e constitui grupo heterogêneo de pacientes, que apresentam sintomas semelhantes e fisiopatolo-gia diversa e não completamente conhecida: 5Arruda RM, Castro RA, Souza RCProtocolos Febrasgo | Nº61 | 2018va neurogênica, mas seu envolvimento na fisiopatologia da bexi...
TratamentoAs pacientes devem ser orientadas de que o objetivo do tratamen -to é promover alívio dos sintomas e melhorar a qualidade de vida, visto que, na grande maioria das vezes, não há cura. Tratamento comportamental e fisioterapêuticoA Sociedade Internacional de Continência recomenda o tratamen -to conservador com...
Dentre as modalidades de tratamento fisioterapêutico, mere -cem destaque os exercícios perineais (com ou sem associação com técnicas de biofeedback) e a eletroestimulação. Os exercícios peri -neais têm sido indicados para tratar a bexiga hiperativa, mas sua real eficácia e o seu mecanismo de ação ainda não estão bem-e...
Agonistas b3 adrenérgicos Mais recentemente, os agonistas b3 adrenérgicos têm-se mostrado eficazes no tratamento da bexiga hiperativa e da hiperatividade do detrusor. Tais medicamentos apresentam ação direta no músculo detrusor, por meio da ativação dos receptores b3 adrenérgicos e também ação indireta nos nervos para...
15Arruda RM, Castro RA, Souza RCProtocolos Febrasgo | Nº61 | 2018disponíveis no BrasilMedicamento Oxibutinina Tolterodina Darifenacin Solifenacin MirabegronApresentaçãocomprimidos5 mg 4 mg 7,5 mg15 mg5,0 mg10,0 mg50 mgDose 5 mg/dia a 20 mg/dia4 mg/dia 7,5 mg/dia ou15 mg/dia5,0 mg/dia ou10 mg/dia50 mg/diaPosologia ...
Recomendações finais1. A bexiga hiperativa é uma síndrome, portanto, seu diagnóstico é essencialmente clínico. 2. O estudo urodinâmico não é indicado de rotina, mas, sim, em casos específicos. 3. O objetivo do tratamento é promover alívio dos sintomas e melhora da qualidade de vida. 4. Pacientes devem ser orientada...
8. Os agonistas b3 têm menos contraindicações e menos efeitos colaterais que os anticolinérgicos. 9. Toxina botulínica e neuromodulação sacral têm sido reser -vadas aos casos refratários às primeira e segunda linhas de tratamento. 10. O tratamento cirúrgico é exceção. 19Arruda RM, Castro RA, Souza RCProtocolos Fe...
3. Davila GW, Neimark M. The overactive bladder: prevalence and effects on quality of life. Clin Obstet Gynecol. 2002;45(1):173–81. 4. Milsom I, Abrams P , Cardozo L, Roberts RG, Thüroff J, Wein AJ. How widespread are the symptoms of an overactive bladder and how are they managed? A population-based prevalence study. B...
8. Soler R, Gomes CM, Averbeck MA, Koyama M. The prevalence of lower urinary tract symptoms (LUTS) in Brazil: results from the epidemiology of LUTS (Brazil LUTS) study. Neurourol Urodyn. 2018;37(4):1356–64. 9. Chu FM, Dmochowski R. Pathophysiology of overactive bladder. Am J Med. 2006;119(3 Suppl 1):3–8. 10. Burnstock ...
13. Petros PE, Ulmsten UI. An integral theory of female urinary incontinence. Experimental and clinical considerations. Acta Obstet Gynecol Scand Suppl. 1990;153:7–31.Review. 14. Karstens L, Asquith M, Davin S, Stauffer P , Fair D, Gregory WT, et al. Does the urinary microbiome play a role in urge urinary incontinence ...
20. Cardozo L. Systematic review of overactive bladder therapy in females. Can Urol Assoc J. 2011;5(5 Suppl 2):S139–42. 21. Ouslander JG. Management of overactive bladder. N Engl J Med. 2004;350(8):786–99. 22. Dallosso HM, McGrother CW, Matthews RJ, Donaldson MM; Leicestershire MRC Incontinence Study Group. The associa...
25. Wallace SA, Roe B, Williams K, Palmer M. Bladder training for urinary incontinence in adults. Cochrane Database Syst Rev. 2004;(1):CD001308. 26. Payne CK. Behavioral therapy for overactive bladder. Urology. 2000; 55(5A Suppl):3-6; discussion 14-6. 27. Mouritsen L, Schiøtz HA. Pro et contra pelvic floor exercises fo...
30. Bourcier AP , Juras JC. Nonsurgical therapy for stress incontinence. Urol Clin North Am. 1995;22(3):613–27. 31. Berghmans LC, Hendriks HJ, De Bie RA, van Waalwijk van Doorn ES, Bø K, van Kerrebroeck PE. Conservative treatment of urge urinary incontinence in women: a systematic review of randomized clinical trials. ...
34. Maman K, Aballea S, Nazir J, Desroziers K, Neine ME, Siddiqui E, et al. Comparative efficacy and safety of medical treatments for the management of overactive bladder: a systematic literature review and mixed treatment comparison. Eur Urol. 2014;65(4):755–65. 21Arruda RM, Castro RA, Souza RCProtocolos Febrasgo | ...
38. Tincello DG, Rashid T, Revicky V. Emerging treatments for overactive bladder: clinical potential of botulinum toxins. Res Rep Urol. 2014;6:51–7. 39. Duthie JB, Vincent M, Herbison GP , Wilson DI, Wilson D. Botulinum toxin injections for adults with overactive bladder syndrome. Cochrane Database Syst Rev. 2011;(12):...
42. Cohen BL, Barboglio P , Rodriguez D, Gousse AE. Preliminary results of a dose-finding study for botulinum toxin-A in patients with idiopathic overactive bladder: 100 versus 150 units. Neurourol Urodyn. 2009;28(3):205–8. 43. Leng WW, Chancellor MB. How sacral nerve stimulation neuromodulation works. Urol Clin North ...
Rose Luce Gomes do Amaral2Renata Robial3José Eleutério Junior4DescritoresVaginite; Vaginose bacteriana; Candidíase; Tricomoníase; InfecçãoComo citar? Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior J. Vaginites e vaginoses. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), 2018...
Introdução As infecções do trato reprodutivo da mulher constituem-se em importantes entidades clínicas pela frequência com que se apre-sentam, pela sintomatologia desconfortável, pelas repercussões psicológicas e, na sexualidade, pela possibilidade de complicações e sequelas importantes e por facilitarem a aquisição/t...
Etiologia • Vaginose bacteriana (VB) é um estado de desequilíbrio da /f_l o-ra vaginal caracterizado pela substituição da /f_l ora microbiana 5Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 2018mais frequentemente encontradas são Gardnerella, Atopobium, Prevotella, Megasphaera, ...
(13) Os critérios de Amsel requerem três dos quatro itens a se-guir: 1) corrimento vaginal branco-acinzentado homogêneo aderente às paredes vaginais; 2) medida do pH vaginal maior do que 4,5; 3) teste das aminas (w h i ff t e s t) positivo 4) presença de “clue cells”.(14) O escore de Nugent baseia-se em elementos aval...
• Candidíase: para o tratamento, consideram-se as duas formas de candidíase: 1. Candidíase não complicada (ocorre esporadicamente, em intensidade leve ou moderada, agente é Candida albicans, em mulheres não comprometidas): o tratamento pode ser por via vaginal ou sistêmica, com e/f_i cácias semelhantes (A).(21) Entre...
• Vaginose citolítica: não existe um tratamento especí/f_i co para a afecção, visto que a etiopatogenia não é conhecida. Recomenda-se a utilização de medidas que, pelo menos tem-15Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 2018do pré-menstrual (C).(17)• Vaginite in/f_l amató...
16Vaginites e vaginosesProtocolos Febrasgo | Nº24 | 2018mação do(s) agentes(s) etiológicos(s) por meio de microscopia; quando necessário, Gram e cultura. 3. Diagnóstico de VB: utilizar critérios de Amsel ou de Nugent.
4. Tratamento de VB: metronidazol 500 mg VO de 12 em 12 horas ou metronidazol gel ou clindamicina 2% vaginal, todos durante sete dias; alternativamente, tinidazol 2g por VO duas vezes ao dia, por dois dias (A), ou tinidazol 1g VO uma vez ao dia, por cinco dias (A), ou clindamicina 300 mg por VO de 12 em 12 horas, por ...
7. Tricomoníase: corrimento geralmente abundante, ardor, quei-mação, disúria, dispareunia nos casos agudos. Casos crônicos: 17Linhares IM, Amaral RL, Robial R, Eleutério Junior JProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20188. Tratamento de tricomoníase: metronidazol 2g VO em dose única ou tinidazol 2g VO em dose única. Alterna...
10. Vaginite in/f_l amatória descamativa: sintomas geralmente crô-nicos, corrimento purulento, dispareunia, ardor; sinais in/f_l a-matórios de intensidade variável. Tratamento: clindamicina 2% por 14 dias ou hidrocortisona 10% por duas a quatro sema-nas, ou ambos associados. Estrogenioterapia local é útil (D). 11. Va...
18Vaginites e vaginosesProtocolos Febrasgo | Nº24 | 20185. Yang S, Zhang Y, Liu Y, Wang J, Chen S, Li S. Clinical signi/f_i cance and characteristics clinical diff erences of cytolytic vaginosis in recurrent vulvovaginitis. Gynecol Obstet Invest. 2017;82(2):137-43. 6. Reichman O, Sobel J. Desquamative in/f_l amma...
9. Graves A, Gardner WA Jr. Pathogenicity of Trichomonas vaginalis. Clin Obstet Gynecol. 1993;36(1):145-52. 10. Ledger WJ, Witkin SS, editors. Vulvovaginal infections. 2nd ed. Boca Raton (FL): CRC Press Taylor & Francis Group; 2016. Chapter 7 – Cytolitic vaginosis, aerobic vaginitis and descamative in/f_l ammatory vag...
14. Sobel JD, Brooker D, Stein GE, Thomason JL, Wermeling DP , Bradley B, et al. Single oral dose /f_l uconazole compared with conventional clotrimazole topical therapy of Candida vaginitis. Fluconazole Vaginitis Study Group. Am J Obstet Gynecol. 1995;172(4 Pt 1):1263-8. 15. Miller WC, Swygard H, Hobbs MM, Ford CA, Ha...
19. Workowski KA, Bolan GA; Centers for Disease Control and Prevention. Sexually transmitted diseases treatment guidelines, 2015. MMWR Recomm Rep. 2015;64(RR-03):1-137. 20. Sobel JD, Ferris D, Schwebke J, Nyirjesy P , Wiesenfeld HC, Peipert J, et al. Suppressive antibacterial therapy with 0.75% metronidazole vaginal ge...
Vice-PresidenteDenise Araújo Lapa PedreiraSecretárioRafael Frederico BrunsMembrosAlberto Borges PeixotoAna Elisa Rodrigues BaiãoCelso Francisco Hernandes GranatoJair Roberto da Silva Braga Jorge Alberto Bianchi TellesJorge Fonte de Rezende FilhoLisandra Stein Bernardes Luciano Marcondes Machado NardozzaLuiz Eduardo Mac...
Novos métodos têm surgido nos últimos anos e que visam melhorar o rastreamento e o diagnóstico das alterações cromossômicas. Incluem se aí as técnicas de rastreamento através da pesquisa de DNA livre fetal no sangue materno. Embora nem todas estejam ao alcance da população no sistema público de saúde, é importante que ...
Marcos Felipe Silva de SáDiretor CientíficoCésar Eduardo FernandesPresidenteivComo citar:Fonseca EB, Sá RA. Rastreamento de alterações cromossômicas fetais através do DNA fetal livre no sangue materno. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Série Orientações e Re...
RESUMOO rastreamento fetal de alterações cromossômicas apresentou uma evolução fan -tástica a partir da avaliação individual da idade materna até os dias atuais, em que evidências sugerem que o teste de avaliação do DNA fetal livre no sangue materno detecta mais de 99% dos casos de trissomia do cromossomo 21, aproxima...
Visto que as alterações cromossômicas são as principais causas de morte perinatal e de deficiência na infância,(1) sua detecção é matéria importante no âmbito da Perinatologia e da Medicina Fetal, além disso, constituem a principal indicação para o diagnóstico pré-natal invasivo. O diagnóstico pré-natal dessas alteraç...
Ao longo das últimas décadas, as estratégias na identificação de grupos de alto risco para alterações cromossômicas foram baseadas em fatores maternos (ida-de materna e história de alteração genética em gestações anteriores), marcadores ultrassonográficos do primeiro trimestre e/ou no segundo trimestre da gestação e te...
Nos últimos 40 anos, as condutas adotadas para rastreamento das alterações cromos-sômicas evoluíram a partir da simples avaliação da idade materna, como fator prin-cipal de risco na década de 1970, cuja TD para trissomia 21, considerando uma taxa de FP de 5%, é de apenas 30% para uma combinação de testes que avaliam o...
Em países desenvolvidos, que possuem um programa nacional de rastreamen-to para trissomia 21 baseado no teste combinado (idade materna, TN e marcadores bioquímicos do primeiro trimestre), o teste invasivo é indicado quando o risco ma -terno é maior que 1 em 100, que representa aproximadamente 3% da população de gestan...
A análise direta de células fetais na circulação materna tem sido um grande desafio há algumas décadas. Todavia, dada a escassez de células fetais no sangue materno (1:10.000-1:1.000.000), as pesquisas concentraram-se em técnicas que possibilita-ram identificar e analisar o DNA fetal livre cuja concentração é quase 2...
RASTREAMENTO DE ANEUPLOIDIAS EM GESTAÇÕES GEMELARES POR MEIO DA PESQUISA DE DNA FETAL LIVRE NO SANGUE MATERNOEm gestações gemelares, há evidência de que a análise de DNA fetal livre no sangue materno pode ser eficaz na identificação de trissomia 21. No entanto, em gêmeos, tal avaliação é mais complexa do que em gestaç...
LIMITAÇÕES DO TESTE DE DNA NO SANGUE MATERNOA utilização do teste que analisa DNA fetal livre no sangue materno com estratégia de rastreamento para aneuplodia é extremamente promissora, porém as limitações devem ser consideradas: (a) Taxa de falha de análise de 1% a 6%. A principal causa de falha deste teste ocorre em...
DNA fetal livre no sangue materno realizado na 10a semana eExame ultrassonográ/f_ico na 12a semana de gestaçãoRastreamentopositivoImpossibilidadedo teste*RastreamentonegativoUSG 12a sem.
• TN ≥ 3,5 mm• Def. anatômicosRealizar TesteCombinado**RastreamentopositivoRastreamentonegativoRealizarExame invasivoTranquilizarcasal*a impossibilidade de realizar o teste ocorre por falha na identificação de DNA fetal livre em sangue materno. **O teste combinado é definido como a realização da translucência nucal em...
(fatores maternos, TN, β-hCG e PAPP-A)Rastreamentopositivo (>1:100)Rastreamentonegativo (<1:100)DNA fetal livre nosangue maternoRastreamentopositivoRastreamentonegativoRealizarExame invasivoTranquilizarcasal*Na impossibilidade do teste combinado realiza-se a translucência nucal em combinação com a avaliação do osso nas...
Figura 2. Modelo para a implementação clínica usando teste de DNA fetal livre no sangue materno em gestantes de alto risco após rastreamento ultrassonográfico clássico em associação com teste bioquímico (teste de contingência). Neste modelo, o rastreamento é realizado por meio do teste combinado, e, no grupo de alto r...
Teste Combinado(fatores maternos, TN, β-hCG e PAPP-A)Risco alto(> 1:10)Risco baixo(≤1:1.001)Risco intermediário(1:11 a 1:1.000)DNA fetal livre nosangue maternoRastreamentopositivoRastreamentonegativoCon/f_irmar(Exame invasivo)Tranquilizarcasal*O teste combinado é definido como a realização da translucência nucal em com...
Figura 3. Modelo para a implementação clínica usando teste de DNA fetal livre no sangue materno em gestantes com risco intermediário (teste de contingência) após rastreamento ultrassonográfico clássico em associação com teste bioquímico (teste combinado*)a população em risco alto (≥ 1:10), risco intermediário (1:11-1:...
veria ser realizada utilizando algoritmos específicos distribuídos gratuitamente na Internet que usam a combinação de fatores maternos (idade e história pré -via de alterações cromossômicas), marcadores ultrassonográficos (translucência nucal e frequência cardíaca fetal) e marcadores bioquímicos, caso seja factível (fr...
3. Em mãos especializadas, teste combinado (fatores maternos + TN + marcadores bioquímicos) pode ter sua acurácia melhorada pela incorporação ao exame da avaliação de outros marcadores ultrassonográficos (osso nasal, índice de pulsatilidade do ducto venoso e a avaliação da presença de regurgitação no fluxo da valva tri...
5. A implementação clínica deverá ser preferencialmente por um tes -te de contingência considerando o risco do rastreamento inicial pelo teste combinado ou pela avaliação da translucência nucal com a avaliação do osso nasal realizado no primeiro trimestre. Neste caso, recomendamos a seguinte estratégia: • Risco após te...
• Risco após teste combinado maior que 1 em 1.000: não há necessidade de testes adicionais. Tranquilizar o casal. 6. O teste de DNA fetal livre no sangue materno é um teste de rastreamen-to. Teste positivo não revela alteração cromossômica comprovada. O resultado deve-ria ser expresso em números, a exemplo do teste com...
9. A fração fetal livre deveria sempre ser informada no resultado do exame, demonstrando o padrão de qualidade do teste. REFERÊNCIAS1. Nicolaides KH. A model for a new pyramid of prenatal care based on the 11 to 13 weeks’ assessment. Prenat Diagn. 2011;31(1):3–6. 2. Wulff CB, Gerds TA, Rode L, Ekelund CK, Petersen OB, ...
4. Deeks JJ. Systematic reviews of evaluations of diagnostic and screening tests. BMJ. 2001;323(7311):487. 5. Kagan KO, Wright D, Baker A, Sahota D, Nicolaides KH. Screening for trisomy 21 by maternal age, fetal nuchal translucency thickness, free beta-human chorionic gonadotropin and pregnancy-associated plasma protei...
9. National Institute for Health Care Excellence (NICE) guidance. Antenatal care for uncomplicated preganncies. Screening for fetal anomalies 2017 [Internet]. London: NICE; 2017.[cited 2018 Aug 3]. Available from: https://www.nice.org.uk/guidance/cg62/chapter/1-Guidance#screening-for-fetal-anomalies. 10. Greenough A...
13. Chen EZ, Chiu RW, Sun H, Akolekar R, Chan KC, Leung TY, et al. Noninvasive prenatal diagnosis of fetal trisomy 18 and trisomy 13 by maternal plasma DNA sequencing. PLoS One. 2011;6(7):e21791. 14. Ehrich M, Deciu C, Zwiefelhofer T, Tynan JA, Cagasan L, Tim R, et al. Noninvasive detection of fetal trisomy 21 by seque...
prenatal detection of sex chromosomal aneuploidies by sequencing circulating cell-free DNA from maternal plasma. Prenat Diagn. 2013;33(6):591–7. 17. Leung TY, Qu JZ, Liao GJ, Jiang P , Cheng YK, Chan KC, et al. Noninvasive twin zygosity assessment and aneuploidy detection by maternal plasma DNA sequencing. Prenat Diagn...
21. Gil MM, Quezada MS, Bregant B, Syngelaki A, Nicolaides KH. Cell-free DNA analysis for trisomy risk assessment in first-trimester twin pregnancies. Fetal Diagn Ther. 2014;35(3):204-11. 22. Reimers RM, Mason-Suares H, Little SE, Bromley B, Reiff ES, Dobson LJ, et al. When ultrasound anomalies are present: an estimati...
25. Gil MM, Revello R, Poon LC, Akolekar R, Nicolaides KH. Clinical implementation of routine screening for fetal trisomies in the UK NHS: cell-free DNA test contingent on results from first-trimester combined test. Ultrasound Obstet Gynecol. 2016;47(1):45–52. guide. Screening for Down’s, Edward’s and Patau’s syndrome ...
•T ecnologia SNP pioneira para teste pré-natal não invasivo (NIPT), produtos de concepção e rastreamento (PGS) e diagnóstico (PGD) genético pré-implantacional• Se tornou uma empresa de capital aberto nos EUA em 2015• Introduziu recentemente a SignateraTM, uma tecnologia de detecção precoce do câncer (RUO) somente para ...
3. Inte rnal data, Natera, 2017. 4. Internal data, Natera, 2014. 5. Inte rnal data, Natera, August 2018Posicionada para melhorar a saúde de15 milhões>40sobreviventes decâncer nos EUAconselheirosgenéticos>1,8 milhõesde casos de DNA livre de células processados5USD $211Mfuncionáriosde receita em P&Dreceita em 2017~900Tri...
Somente o Panorama determina as informações de zigosidade para gêmeos. O Panorama pode ser realizado com nove semanas de gestações de feto único e gêmeos. Sensibilidade (95% de IC)Trissomia 211,2,3,4 >99% (IC de 97,8 - 99,9)Trissomia 181,2,3,4 98,2% (IC de 90,4 - 99,9)Trissomia 131,2,3,4 ...
3. Ryan A et al. Fetal Diagn Ther. 2016;40(3):219-223. 4. Dar P et al. Am J Obstet Gynecol. 2014 Nov;211(5):527.e1-527.e17. 5. Nicolaides KH et al. Fetal Diagn Ther. 2014;35(3):212-7. 6. Curnow KJ et al. Am J Obstet Gy necol. 2015 Jan;212(1):79.e1-9. 7. Wapner RJ et al. Am J Obstet Gyn ecol. 2015 Mar;212(3):332...
16. Sehnert et al. Clinical Chemistry 2011 Jun;57(7):1042–1049. 17. Bianchi et al. Obstet Gynecol. 2012 May; 119(5):890-901. 18. Bianchi et al. N Engl J Med 2014;370:799-808. 19. Curnow et al. Am J Obstet Gynecol. 2015 Jan; 212(1):79.e1-9. 20. Ravi H et al. PLoS ONE 13(2): e019347621. Natera validation data for twin pr...
O Panorama fez a triagem de trissomias do 21,18 e 13 em gestações gemelares com uma sensibilidade combinada de > 99% e especi/f_icidade de > 99% em um estudo de validação.1O Panorama pode ajudar os clínicos na triagem de gestações gemelares. Somente o Panorama determina:• Informações de zigosidade• Frações fetais indiv...
criStina lagUna benetti-Pinto ana carolina JaPUr de Sá roSa-e-SilVa daniela angerame Yela JoSé maria SoareS Júnior resumo................................................................................................................................................................9 abstract............
2. Professora Associada do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, USP , Ribeirão Preto, SP , Brasil. 3. Doutora, Professora do Departamento de Tocoginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas, UNIC...
8vamente aspectos físicos, emocionais, sexuais e profissionais, piorando a qualidade de vida das mulheres. Nos casos de sangramento intenso e agudo, as mulheres podem necessitar de tratamento de urgência, com reposição volumétrica e substân-cias hemostáticas. Há situações que necessitam de tratamento prolongado e aind...
Palavras-chave: PALM-COEIN; Sangramento uterino anormal; Sangramento menstrual excessivo; Hemorragia uterina disfuncional; Menorragia 9on physical, emotional sexual and professional aspects of woman’s, impairing her quality of life. In cases with acute and severe bleeding, women may need urgent treatment, with volume...
sangramentouterino anormal(sua)causasestruturaispólipoaDenomioseleiomiomamalignascoagulopatiaovulatóriaevnDometrialiatrogênicanão classificaDacausas nãoestruturais12endometrial ou outras causas malignas (classificadas no sistema PALM), o trata-mento instituído pode ser farmacológico, por meio do uso de medicamentos, ou...
O objetivo do tratamento é a redução do fluxo menstrual, reduzindo morbi-dade e melhorando a qualidade de vida. O tratamento por meio de terapêutica far-macológica ou medicamentosa é considerado a primeira linha a ser seguida, sempre que possível. A efetividade e aderência a esta alternativa está fortemente ligada ao a...
13No SUA, o diagnóstico etiológico direciona à terapêutica e está diretamente asso-ciado ao sucesso do tratamento. Apenas em situações de sangramento agudo e in-tenso é aceitável que o tratamento seja instituído, com o único objetivo de estancar a hemorragia e estabilizar a hemodinâmica da paciente, postergando a inve...
15inicialmente para o SUA na presença de lesões estruturais (PALM), a seguir na au-sência de lesões (COEIN). Após, serão apresentadas as evidências para a terapêutica do sangramento agudo.
1. tratamento do Sangramento Uterino anormal de caUSa eStrUtUral (P alm) As alterações neoplásicas e pré-neoplásicas do endométrio têm grande importân-cia como diagnóstico diferencial, porém têm conduta particularizada que não será abordada neste capítulo. 1.1 Pólipo Na presença de pólipo endometrial causando SU...
2.1 tratamento farmacológico ou medicamentoso O tratamento medicamentoso do SUA baseia-se na ação dos hormônios e de outros mediadores inflamatórios sobre o endométrio, além do controle hemos-tático do sangramento. As opções disponíveis são:Hormonal• Estrogênio e progestagênio combinados• Progestagênio oral cíclico ou...
b. ProgeStagênio iSolado SiStêmicoA progesterona é um hormônio produzido no organismo feminino durante a fase lútea do ciclo menstrual, responsável pela transformação secretória do endométrio. Quando a fecundação não ocorre e os níveis de estrogênio e progesterona caem, a menstruação ocorre. Há vários derivados sintét...
20uso cíclico dos progestagênios, e essa parece não ser a melhor opção terapêu-tica para o controle do sangramento uterino(26). (c) Na literatura científica, há estudos mostrando aumento em 20% no sangramento menstrual com o uso cíclico (administração por via oral por sete a dez dias ao mês) de noretistero-na(27). (b)...
As formulações citadas na literatura são acetato de medroxiproges-terona oral (2,5 mg a 10 mg ao dia), noretisterona (2,5 mg e 5 mg ao dia), acetato de megestrol (40 e 320 mg ao dia), ou progesterona micronizada (200 mg e 400 mg ao dia), usadas do dia 5 ao 26 do ciclo ou continuamente. 21frequentes e relacio...
b.4 Sistema intrauterino liberador de levonorgestrel (SiU-lng)A maioria dos estudos sobre o uso de progestagênio contínuo refere-se ao uso do SIU-LNG, com nível de evidência A na literatura. O SIU-LNG libera 20 mcg de levonorgestrel diariamente, resultando, por vários mecanismos, em atrofia endometrial, com redução d...
a. antifibrinolíticoS Estudos têm mostrado que mulheres com aumento do fluxo menstrual po-dem apresentar ativação do sistema fibrinolítico durante a menstruação, com aceleração da degradação do coágulo de fibrina, formado para conter o san-gramento. 23temente indicado. Desde seu lançamento no mercado, foi prescrito pa...
• European Medicines Agency (EMA): 1 g, 3 vezes ao dia por 4 dias (podendo ser aumentada, mas respeitando-se a dose máxima de 4 g por dia). • U.S. Food and Drug Administration (FDA): 1,3 g, 3 vezes ao dia, por até 5 dias. Todas estas recomendações indicam o uso durante os dias de sangramento mais volumoso. ...
Pode-se esperar uma redução de até 50% no volume de sangramento (39-41). (c, b, a)b. anti-inflamatórioS não HormonaiS (nSaid) Os NSAID exercem sua ação por meio da inibição da ciclooxigenase, que é a enzima que catalisa a transformação de ácido araquidônico para prostaglan-dina e tromboxane. Estudos comparando sangram...
24Deve ser usado durante a menstruação e apresenta o benefício da redução da dismenorreia. Os efeitos colaterais mais frequentes estão relacionados a efeitos gastrointestinais, devendo ser evitados em mulheres com história de úlcera(27,42). (b, c) Uma recente revisão de literatura(43) (a) mostrou que os anti-i...
Alguns autores sugerem que a redução do sangramento seja reavaliada após três meses de uso, porém cerca de 52% das mulheres ainda apresen-tarão sangramento acima do considerado normal (80 ml) apesar do uso do NSAID. Caso o controle seja adequado, o uso pode ser mantido. 2.1.3 outras opções terapêuticasAnál...