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sobre sua classi/f_i cação. Classi/f_i ca-se a sí/f_i lis em adquirida e congê-nita, e ambas em recente e tardia. A sí/f_i lis adquirida recente apresenta-se no primeiro ano após o contágio e tem lesões ricas em treponemas, enquanto, na tardia, as lesões surgem após um ano da infecção e são praticamente nulas de pa...
- Latente - ausência de manifestações clínicas, mantendo-se as sorologias reatoras; precoce se até um ano de evolução e tardia após um ano do contágio. - Tardia - lesões destrutivas com poucos ou sem treponemas após o primeiro ano de infecção. • Sí/f_i lis Congênita: - Recente - quando se manifesta até o 2º ano de vi...
Sí/f_i lis adquirida(5,7-14)Conhecer a cronologia das manifestações clínicas da sí/f_i lis é fun-damental para o seu diagnóstico, assim como saber solicitar e 7Menezes ML, Passos MRProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018secundárias da classi/f_i cação anteriormente descrita, enquanto a tardia consiste na fase terciár...
• Secundária: em 50 dias a 180 dias do contágio, o Treponema entra na circulação e multiplica-se, surgindo lesões exantemá-ticas generalizadas, simétricas e não pruriginosas consistindo na roséola si/f_i lítica, podendo involuir em 45 dias ou surgir no-vas lesões maculares, papulosas, papuloescamosas ou raramen-te pu...
• Latente: nessa fase, não há manifestações clínicas visíveis, assim, sendo conhecida como “silêncio clínico”. Classi/f_i cada em latente precoce quando diagnosticada até dois anos após o contágio, ou latente tardia se for determinada em um prazo maior de infecção. O diagnóstico está condicionado ao encon-tro de sorol...
• Tardia: pouco observada atualmente. Inicia-se no /f_i nal da fase latente tardia e estende-se por vários anos. Suas manifesta-ções, geralmente, ocorrem após o terceiro ano de infecção e di-videm-se em tegumentares (cutaneomucosas), viscerais (ocu-lares, ósseas e cardiovasculares) e do sistema nervoso. Vale recordar...
Sí/f_i lis congênita(6,15,16)O Treponema pallidum acomete o concepto em qualquer período da gestação e as manifestações clínicas estão relacionadas ao tempo da infecção materna, se anterior ou durante a gravidez, consequente-mente, ao grau de imunidade adquirida pela gestante, assim como a quantidade e virulência dos...
IntroduçãoA Lista Nacional de Noti/f_i cação Compulsória de doenças, agravos e eventos em saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional inclui a noti/f_i cação de adquirida, em gestante, e conforme Portaria vigente do Ministério da Saúde. A no-ti/f_i cação compulsória é obrig...
RecomendaçõesDas de/f_i nições de casos Diante do exposto, o Departamento de Vigilância Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis do HIV/Aids e das Hepatites Virais, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde atualiza os critérios de de/f_i nição de casos de Sí/f_i lis Adquirida,...
br/svs e www.aids.gov.br/pcdt. Em gestantesSituação 1Mulher assintomática para sí/f_i lis, que, durante o pré-natal, parto e/ou puerpério, apresente pelo menos um teste reagente – tre-ponêmico E/OU não treponêmico com qualquer titulação–e sem registro de tratamento prévio. Situação 2Mulher sintomática** para sí/f_i l...
br/svs e www.aids.gov.br/pcdt. Situação 3Mulher que durante o pré-natal, parto e/ou puerpério apresen-te teste não treponêmico reagente com qualquer titulação E teste treponêmico reagente, independente de sintomatologia da sí/f_i -lis e de tratamento prévio. Casos con/f_i rmados de cicatriz soroló-gica não devem ser...
Situação 2Toda criança com menos de 13 anos de idade com pelo menos uma das seguintes situações:• Manifestação clínica, alteração liquórica ou radiológica de tes-tes não treponêmicos reagentes. • Títulos de teste não treponêmico do lactente maiores do que os da mãe em pelo menos duas diluições de amostras de sangue per...
Seguimento da criança exposta: 1, 3, 6, 12 e 18 meses de idade. 15Menezes ML, Passos MRProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018amostra de secreção nasal ou lesão cutânea, biópsia ou necropsia de criança, aborto ou natimorto. Detecção do Treponema pallidum por meio de exames diretos por microscopia (de campo escuro ou com...
Ressalta-se que, na fi cha de notifi cação/investigação de gestante, para o preenchimento dos campos 37 a 40, referentes aos resultados dos exames, devem ser consideradas as informações do pré-natal, parto e/ou puerpério. Quanto à /f_i cha de noti/f_i cação/investigação da nova de/f_i nição de caso:Considera-se co...
16Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018anemia, icterícia, púrpura, hidropsia, derrame cavitário e mace-ração cutânea são observados nos casos com maior virulência e sepse. Mais frequentemente são observadas as lesões cutaneomu-cosas, ósseas e viscerais. Lesões cutaneomucosas: são, por vezes, semel...
• Rágades ou /f_i ssuras - são soluções de continuidade lineares e radiadas ao redor dos orifícios naturais do corpo. • Placas mucosas - ocorrendo nos lábios, língua, palato e genitália. • Rinite e coriza si/f_i lítica - secreção mucossanguinolenta ou purulenta espessa di/f_i cultando a respiração e a alimentação, g...
Lesões ósseas: representam a clínica mais frequente da sí/f_i lis congênita, com comprometimento simétrico nos ossos longos. 17Menezes ML, Passos MRProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018no úmero, e, por ser muito dolorosa, pode levar a uma para-lisia postural antálgica conhecida como pseudoparalisia de Parrot. Quando a...
Lesões viscerais: conferem reserva ao prognóstico do paciente. • Hepatite - manifesta-se, por icterícia,a partir de de/f_i ciência de excreção da bilirrubina direta e hepatomegalia. • Esplenomegalia - é a mais frequente das manifestações viscerais. • Pneumonia intersticial - denominada de pneumonia alba, é a mais cara...
• Meningite - ocorre entre o terceiro e sexto mês de vida, sendo o comprometimento mais comum do sistema nervoso, nor-malmente, sem muita sintomatologia. O liquor tem celula-ridade aumentada à custa de linfócitos, além de aumento de proteínas e sorologia não treponêmica reatora. • Lesões oculares - coroidorretinite com...
Lesões oculares e auditivas:• Olhos - ceratite intersticial, geralmente bilateral, é a mais co-mum e, se não tratada, podeacarretar cegueira; além de irido-ciclite, coroidorretinite e atro/f_i a do nervo óptico. 19Menezes ML, Passos MRProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018Lesões osteoarticulares• Tíbia em lâmina de sab...
• Dentes de Hutchinson - sinal patognomônico, compreende os dentes incisivos pequenos, cônicos e com entalhes semiluna-res na borda cortante. • Neurológicas - meningite, em geral, com pouca sintomatolo-gia; paralisia geral juvenil, que ocorre dos seis aos 20anos de vida; e raramente tabes dorsalis.
Diagnóstico diferencial(5-14)O polimor/f_i smo das manifestações clínicas da sí/f_i lis, a possibilida-de do comprometimento de praticamente todos os órgãos do corpo e as variações temporais desses envolvimentos acarretam um gran-de número de diagnósticos diferenciais, assim, permitindo que seja mantida a máxima de ...
As manifestações da sí/f_i lis tardia também permitem inúmeros diagnósticos diferenciais, por exemplo, das lesões gomosas devem-se afastar tuberculose, leishmaniose, esporotricose, entre outras doenças granulomatosas. A neurossí/f_i lis, por suas características 21Menezes ML, Passos MRProtocolos Febrasgo | Nº68 | ...
Pesquisa do treponema: indicada na suspeita de cancro duro e nas lesões mucocutâneas presentes na sí/f_i lis recente. São exames que podem sofrer in/f_l uências na dependência da experiência do ob-servador, da quantidade de treponemas do material colhido, bem como da presença de infecções bacterianas secundárias. São...
Reações sorológicas: são de dois tipos, treponêmicas e não treponênicas, e revelarão a presença e a quantidade de anticorpos antitreponêmicos circulantes. Seus valores diagnósticos variam pelas suas especi/f_i cidades e sensibilidades. 22Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018do cancro duro. Atualm...
• Reações não treponêmicas: nesses exames o antígeno rea-tor sérico é a cardiolipina, evidenciando a formação de anti-corpos antilipídicos. Tornam-se positivos a partir da 4a ou 5ª semana após o contágio e são indicados tanto para o diagnós-tico como para o seguimento terapêutico, pois seus resultados, além de qualitat...
Para o diagnóstico laboratorial da sí/f_i lis são necessários exames treponêmicos e não treponêmicos. A ordem de realização /f_i ca a cri-tério do serviço de saúde. Quando o teste rápido for utilizado como triagem, nos casos reagentes, uma amostra de sangue venoso deverá ser coletada e encaminhada para realização de ...
Portanto, para o diagnóstico da sí/f_i lis congênita, deve-se levar em conta a história clínico-epidemiológica da mãe, o exame físico do bebê e os resultados dos testes laboratoriais e achados radiológicos. A pesquisa do Treponema pallidum em campo escuro, em ma-terial coletado de lesão cutaneomucosa e de secreção na...
A sorologia não treponêmica (VDRL e RPR) é indicada para diag-nóstico e seguimento terapêutico devido à propriedade de ser passível 24Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018tra do recém-nascido apresenta um título quatro vezes maior do que o título na amostra da mãe (con/f_i rmado em uma segunda c...
• Pacientes que mantêm sorologia elevada mesmo após trata-mento correto. • Para alta de/f_i nitiva destes casos. • Toda criança com VDRL positivo no LCR é diagnosticada como tendo neurossí/f_i lis independentemente de haver alterações na celularidade e/ou dosagem proteica. O encontro de outras al-terações no LCR é ma...
- Celularidade – acima de 10 linfócitos por mL (entre 5 a 9 linfócitos/ml é apenas suspeito); no período neonatal acima de 25 linfócitos por mL. - Dosagem das proteínas – superior a 40mg%; no período ne-onatal acima de 150mg%. - Reações sorológicas – o VDRL apresenta positividade entre 22% a 61% dos pacientes com ne...
Exame radiológico: tem seu valor para o diagnóstico da sí/f_i lis congênita, pois em 70% a 90% destes casos sintomáticos as radiogra-/f_i as dos ossos longos revelam anormalidades meta/f_i sárias sugestivas da infecção (bandas translúcidas). Observa-se o envolvimento da metá/f_i se e diá/f_i se de ossos longos (t...
Assim como outras coinfecções, a sí/f_i lis pode cursar com al-terações imunovirológicas representadas por queda de LT-CD4 + e elevação da carga viral do HIV . No entanto essas alterações tendem a ser transitórias e parecem não afetar a progressão para Aids. O curso clínico da sí/f_i lis pode ser alterado pela coinfe...
• Predisposição para o desenvolvimento de lesões oftálmicas e neurológicas. A invasão de espiroquetas no sistema nervoso central pode ocorrer a qualquer momento após a infecção pri-mária. Pode haver uma progressão mais rápida de sí/f_i lis preco-ce a neurossí/f_i lis.
O diagnóstico de sí/f_i lis na coinfecção com HIV é feito da mes-ma forma que na população geral. Destaca-se que é mais frequente a presença de altos títulos de marcadores sorológicos ao diagnósti-27Menezes ML, Passos MRProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018interpretação não clara, é importante considerar o efeito proz...
Não há um consenso sobre os critérios de punção liquórica em pacientes coinfectados com sí/f_i lis e HIV . Alguns especialistas recomendam puncionar todos os pacientes infectados pelo HIV que apresentam diagnóstico sorológico con/f_i rmado de sí/f_i lis, o que resulta em punções desnecessárias. No entanto a utilizaç...
Os critérios diagnósticos de neurossí/f_i lis em pacientes HIV + incluem:1. VDRL reagente no liquor. 2. Sí/f_i lis comprovada sorologicamente, sem sintomas neurológi-cos, presença de pleocitose linfomononuclear superior a 10-20 células/mL e teste treponêmico reagente no liquor. 3. Sí/f_i lis comprovada sorologica...
Vale lembrar que os títulos de proteinorraquia não são relevan-tes no diagnóstico de neurossí/f_i lis em pacientes infectados pelo HIV . O conceito “neurorrecaída” é particularmente importante em pacientes infectados pelo HIV . Esse termo denota a presença de neurossí/f_i lis depois de tratamento adequado para sí/f_i...
Tratamento(5,6,15,21-25)Sí/f_i lis adquiridaA penicilina benzatina é altamente e/f_i caz na prevenção da sí/f_i lis con-gênita. Quanto à segurança, a administração da penicilina benzatina 29Menezes ML, Passos MRProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018(IC 95%: 0%-0,003%; I2 = 12%). As reações ana/f_i láticas podem ocor...
Observações:• A penicilina é a única opção terapêutica que trata o feto, quan-do ministrada antes de 30 dias do término da gestação. • Reação de Jarish-Herxheimerconsiste em uma endotoxemia causada pela destruição maciça dos treponemas com liberação de lipopolissacárides bacterianos. Ocorre mais na fase exante-mática ...
• Nas gestantes, devem ser empregados os mesmos esquemas com penicilina G benzatina, ressaltando que está contraindi-cado o uso da droga alternativa - doxiciclina. 30Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018quemas especí/f_i cos de penicilina. • A e/f_i cácia das drogas alternativas à penicilina nos...
Um estudo na Tanzânia descobriu que as mulheres com sí/f_i lis latente que possuíam títulos RPR ≥ 1: 8 em 25% das vezes pariam natimortos e 33% davam à luz à prematuro.(29)Um segundo estudo (ainda na Tanzânia e com os mesmos au-tores) mostrou que os resultados adversos da gravidez por sí/f_i lis podem ser prevenidos...
A2- Se houver alteração liquórica:Penicilina G cristalina, na dose de 50.000 UI/Kg/dose, por via endovenosa, a cada 12 horas (nos primeiros 7 dias de vida) e a cada 8 horas (após 7 dias de vida), durante 10 dias. A3- Se não houver alterações clínicas, radiológicas, hematoló-gicas e/ou liquóricas, e a sorologia for nega...
B2- Se houver alteração liquórica, o tratamento deverá ser fei-to como em A2. C- Nos recém-nascidos de mães adequadamente tratadas: re-alizar o VDRL em amostra de sangue periférico do recém-nascido:C1- Se for assintomático e o VDRL não for reagente proceder apenas ao seguimento clínico-laboratorial. Na impossibilidade ...
O acompanhamento é imprescindível e deve ser realizado na puericultura para a detecção de sinais clínicos. O pediatra, na alta hospitalar, deve esclarecer a mãe sobre os riscos da não identi/f_i -cação da criança, caso ela tenha sí/f_i lis (sequelas, principalmente 34Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68...
Sí/f_i lis congênita tardia• Penicilina G cristalina na dose de 200.000- 300.000 UI/Kg/dia, por via endovenosa ou IM, administrada 50.000 UI/Kg/dose, a cada 4-6 horas por 10-14 dias; ou• Eritromicina, 7.5-12.5 mg/kg VO, 6/6 horas por 30 dias. Seguimento da criança• Consultas ambulatoriais mensais até o 6º mês de vida ...
• Recomenda-se o acompanhamento oftalmológico, neurológico e audiológico semestral por dois anos. • Nos casos em que o LCR mostrou-se alterado, deve ser re-alizada uma reavaliação liquórica a cada 6 meses até a sua normalização; alterações persistentes indicam avaliação clínico-laboratorial completa e retratamento. • N...
Controle do tratamento do casal(5,6,15-23)Além da remissão rápida e completa das lesões, o VDRL ainda é o melhor parâmetro de controle de cura da sí/f_i lis, e espera-se a baixa da sua titulagem sérica depois de instituída a terapêutica. Isso, po-rém,não ocorre imediatamente, ao contrário, pode haver uma ele-vação des...
O monitoramento é fundamental para classi/f_i car a resposta ao tratamento, identi/f_i car possível reinfecção e de/f_i nir a conduta mais 36Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018• Resposta imunológica adequada: teste não treponêmico não reagente ou queda na titulação em duas diluições em até 6 ...
OU• Aumento da titulação em duas diluições. OU• Persistência ou recorrência de sinais e sintomas clínicos. Se o paciente preencher os critérios de retratamento, recomen-da-se investigação de neurosí/f_i lis por meio de punção lombar e re-tratamento com três doses de penicilina benzatina 2,4 milhões de UI, IM (uma vez ...
Para todo paciente com sí/f_i lis ou com outra DST, deve-se ofere-cer, enfaticamente, sorologia anti-HIV , bem como marcadores para hepatites. 37Menezes ML, Passos MRProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018O(s) parceiro(s) sexual(is) do paciente com sí/f_i lis nunca de-ve(m) ser esquecido(s), solicitando sua presença ou...
Quando se pode retornar à atividade sexual? Este é um questionamento frequente por parte dos pacientes que não querem usar preservativos, e os pro/f_i ssionais de saúde tendem a só “liberar” o retorno das atividades sexuais após a negativação ou a redução em quatro títulos da sorologia, valores que podem demorar meses...
38Sí/f_i lis e gravidezProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018Treponema pallidum ainda se encontra em fase de estudo. Para a prevenção da sí/f_i lis na população geral, assim como das outras DST, deve-se enfatizar o uso regular do preservativo mas-culino ou feminino, a realização dos testes sorológicos (VDRL, an-ti-H...
Em caso de violência sexual por um agressor desconhecido, sem possibilidade de realizar exames laboratoriais, segue-se a ro-tina preconizada pelo Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST,do HIV/Aids e Hepatites Virais, administrando-se pro/f_i laticamente uma dose de penicilina G benzatina de 2,4 mi-lh...
2. Organização Mundial da Saúde (OMS). Eliminação mundial da sí/f_i lis congénita: fundamento lógico e estratégia para ação [Internet]. Genebra: OMS; 2008. [citado 2019 Feb 26]. Disponível em: <http://whqlibdoc.who.int/publications/2008/9789248595851_por.pdf>39Menezes ML, Passos MRProtocolos Febrasgo | Nº68 | 2018...
6. Sarceni V. Sí/f_i lis congênita. In: Passos MR. DST 5. Doenças sexualmente transmissíveis. 5a ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica; 2005. p. 215-24. 7. Zampese MS, Benvenuto-Andrade C, Cunha V. Doenças Sexualmente Transmissíveis e Treponamatoses Não-sexuais. In: Ramos-e-Silva M, Castro MCR. Fundamentos de dermatologi...
12. Passos MR, Almeida Filho GL. Atlas de DST & diagnóstico diferencial. Rio de Janeiro: Revinter; 2012. 13. Talhari S, Cortez CCT. Sí/f_i lis. In: Focaccia R, editor. Veronesi-Focaccia Tratado de infectologia. 4a ed. São Paulo: Atheneu; 2009. v.2, cap.77, p. 1405-11. 14. Thompson SE, Larsen SA, Moreland AA. Sí/f_i ...
17. Organización Mundial de la Salud (OMS). Orientaciones mundiales sobre los criterios y procesos para la validación de la eliminación de la transmisión maternoinfantil del VIH y la. Ginebra: OMS; 2015. 18. Pan American Health Organization (PAHO). Elimination of mother-to-child transmission of HIV and syphilis in t...
23. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Manual de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Programa Nacional de DST e Aids. 4ªed. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2005. 24. Weiss HA, Thomas S...
26. Syphilis during pregnancy. Sexually transmitted diseases treatment guidelines [Internet]. Atlanta: Centers for Disease Control and Prevention; 2015. [cited 2018 Jan 29). Available from: http://www.cdc.gov/std/tg2015/syphilis-pregnancy.htm. 27. Gomez GB, Kamb ML, Newman LM, Mark J, Broutet N, Hawkes SJ. Untreated...
30. Watson-Jones D, Gumodoka B, Weiss H, Changalucha J, Todd J, Mugeye K, et al. Syphilis in pregnancy in Tanzania. II. The eff ectiveness of antenatal syphilis screening and single-dose benzathine penicillin treatment for the prevention of adverse pregnancy outcomes. J Infect Dis. 2002;186(7):948–57. 31. Terris-Presth...
34. Brasil. Senado. Notícias [Internet]. [citado 2018 Jan 3]. Disponível em: https://www12. senado.leg.br/noticias/materias/2017/04/03/lei-cria-o-dia-nacional-de-combate-a-si/f_i lis-e-a-si/f_i lis-congenita. 41Menezes ML, Passos MRProtocolos Febrasgo | Nº68 | 201836. Romanowski B, Sutherland R, Fick GH, Moone...
38. Clement ME, Okeke NL, Hicks CB./uni00A0 Treatment of syphilis: a systematic review./uni00A0 JAMA. 2014;312(18):1905-17. Review. 39. Zhang RL, Wang QQ, Zhang JP , Yang LJ./uni00A0Molecular subtyping of Treponema pallidum and associated factors of serofast status in early syphilis patients: Identi/f_i ed novel geno...
28. Qual o papel da imunoterapia no carcinoma do colo do útero? 29. Qual a importância da invasão de espaços linfovasculares e invasão profunda do estroma?30. Quais exames de imagem são imprescindíveis na avaliação inicial de carcinoma do colo operável?31. Qual o tratamento ideal...
ReferênciasInstituto Nacional de Câncer (INCA). Estimativa 2016/2017 [Internet]. [citado 2017 Fev18]. Disponível em http://www.inca.gov.br/wcm/dncc/2015/por-tipos.asp12Distribuição proporcional dos dez tipos de câncer mais incidentes estimados para 2016Por sexo, exceto pele não melanoma*Localização Primária Casos Cas...
2. Chichareon S, Herrero R, Muñoz N, Bosch FX, Jacobs MV, Deacon J, et al. Risk factors for cervical cancer in Thailand: a case-control study. J Natl Cancer Inst. 1998; 90(1):50-7. 3. Kjellberg L, Hallmans G, Ahren AM, Johansson R, Bergman F, Wadell G, et al. Smoking, diet, pregnancy and oral contra-ceptive use as ris...
6. Prokopczyk B, Cox J, Hu P , Hoffman D, El-Bayoumy K, Waggoner S. Identification of tobacco-specific carcinogens in the cervical mucus of smokers and nonsmokers. J Natl Cancer Inst. 1997; 89(12):868-73.
13pouco sintomática, fazendo com que muitas pacientes não procurem ajuda no início da doença.(1) O câncer de colo uterino cresce localmente atingindo vagina, tecidos paracer-vicais e paramétrios, com isso, podendo comprometer bexiga, ureteres e reto. A disse-minação à distância ocorre principalmente por via linfática,...
2. Steven E Waggoner. Cervical cancer. Lancet. 2003; 361(9376):2217-25. 3. Pretorius R, Semrad N, Watring W, Fotherongham N. Presentation of cervical cancer. Gynecol Oncol. 1991; 42(1):48-52.
14nação, rastreamento, diagnóstico e tratamento das lesões subclínicas. A doença inicia--se geralmente em torno dos 30 anos de idade, na forma de lesões subclínicas, intra-epiteliais cervicais, que evoluem para carcinoma invasivos, e sua incidência aumenta rapidamente até os 50 anos. O principal fator de risco é a inf...
Referências1. Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS). HPV [Internet]. [citado 2017 Fev 18]. Disponível em < http://www.unasus.gov.br/tags/hpv> 2. Instituto Nacional de Câncer (INCA). Estimativa 2016/2017 [Internet]. [citado 2017 Fev18]. Disponível em http://www.inca.gov.br/wcm/dncc/2015/por-tipos.asp15para meninas...
br/tags/hpv> 2. Paavonen J, Naud P , Salmerón J, Wheeler CM, Chow SN, Apter D, Kitchener H, Castellsague X, Teixeira JC, Skinner SR, Hedrick J, Jaisamrarn U, Limson G, Garland S, Szarewski A, Romanowski B, Aoki FY, Schwarz TF, Poppe WA, Bosch FX,Jenkins D, Hardt K, Zahaf T, Descamps D, Struyf F, Lehtinen M, Dubin G; ...
16ser realizado pelo exame citológico. As recomendações são de iniciar o rastreamento aos 25 anos em mulheres (gestantes ou não gestantes) que já iniciarem atividade sexual. Após dois exames negativos realizados com intervalo de um ano, os próximos devem ser realizados a cada 3 anos. Há uma orientação para evitar o di...
2. Peirson L, Fitzpatrick-Lewis D, Ciliska D, Warren R. Screening for cervical cancer: a systematic review and meta-analysis. Syst Rev. 2013 May 24;2:35. 3. Girianelli VR, Thuler LC, Azevedo e Silva G. Predictive capability of hpv and pap tests in screening for cervical cancer over a three-year follow-up. Rev Bras Gine...
17utilizado no Brasil e no mundo para rastreamento do câncer do colo do útero e suas lesões precursoras.(1,2) Tem como objetivo detectar células negativas ou positivas para neoplasia intraepitelial ou malignidade na ectocervice e endocervice de mulheres com colo aparentemente normal. O exame baseia-se no grau de perda...
Referências1. Instituto Nacional de Câncer (INCA). Coordenação de Prevenção e Vigilância. Divisão de Detecção Precoce e Apoio à Organização de Rede. Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero. 2a ed. rev. atual. Rio de Janeiro: INCA; 2016. 2. Nayar R, Wilbur DC, editors. The Bethesda system f...
18triagem de mulheres com resultado citológico compatível com atipia de células escamo-sas de significado indeterminado (ASC-US) e para seguimento de mulheres tratadas por neoplasia intraepitelial cervical grau 2 ou 3 (NIC 2/3). Os testes de HPV são coletados no canal cervical. Existem vários testes disponíveis, sendo...
2. Schiffman M, Doorbar J, Wentzensen N, de Sanjosé S, Fakhry C, Monk BJ, Stanley MA, Franceschi S. Carcinogenic human papillomavirus infection. Nat Rev Dis Primers. 2016 Dec 1;2:16086. DOI: 10.1038/nrdp.2016.86. Review. 3. IARC Working Group on the Evaluation of Carcinogenic Risks to Humans. Biological agents: a revie...
diagnóstico citopatológicos de lsilAs recomendações preconizadas internacionalmente para a conduta inicial de pacientes com diagnóstico citopatológicos de LSIL variam entre o encaminhamento imediato para a colposcopia, a repetição da citologia em intervalos variáveis, com encaminhamento para colposcopia, caso o result...
Quadro 1: Recomendações para conduta inicial frente aos resultados alterados de exames citopatológicos(3)Diagnóstico citopatológicoCélulas escamosas atípicas de significado indeterminado (ASCUS)Possivelmente não neoplásticas(ASC-US)< 25 anos Repetir em 3 anosRepetir a citologia em 12 anosRepetir a c...
(3) Nos casos em que o exame histopatológico da peça cirúrgica mostrar qualquer uma das margens comprometidas por NIC 2/3, o seguimento deverá ser feito com exame citopatológico e colposcopia semestrais nos primeiros dois anos.(3)diagnóstico citopatológico de lesão de alto grau não podendo excluir microinvasão ou carc...
Referências1. Jeronimo J, Castle PE, Temin S, Shastri SS. Secondary Prevention of Cervical Cancer: American Society of Clinical Oncolo-gy Resource-Stratified Clinical Practice Guideline Summary. J Oncol Pract. 2016 Nov 15: JOP2016017889. 2. World Health Organization (WHO). Comprehensive cervical cancer control: a guide...
5. Mergui JL, Polena V, David-Montefiore E, Uzan S. [Guidelines for the follow-up of women treated for high-grade cervical neoplasia]. J Gynecol Obstet Biol Reprod (Paris). 2008;37 Suppl 1:S121-30. Review. French. 6. Kyrgiou M, Kalliala IE, Mitra A, Fotopoulou C, Ghaem-Maghami S, Martin-Hirsch PP , et al. Immediate ref...
22A estratégia “ver e tratar” consiste na instituição de tratamento com base em um teste de rastreamento positivo, sem outros testes de diagnóstico. A maior parte dos estudos avaliando essa abordagem envolve testes visuais de rastreamento e a crioterapia como tratamento.(1) A estratégia “ver e tratar” pode propiciar u...
Em locais em que não esteja garantida a qualidade da citologia ou quando o colposcopista não se sentir seguro quanto à relevância dos achados, a biópsia é aceitável.(4) A estratégia “ver e tratar” não é recomendada:(4) . Em mulheres com citologia de ASC-US e LSIL; . Em mulheres até 24 anos com ach...
3. Ebisch RM, Rovers MM, Bosgraaf RP , van der Pluijm-Schouten HW, Melchers WJ, van den Akker PA, et al. Evidence supporting see-and-treatmanagement of cervical intraepithelial neoplasia: a systematic review and meta-analysis. BJOG. 2016;123(1):59-66. Review. 4. Instituto Nacional de Câncer (INCA). Coordenação de Preve...
23pode ser realizada por meio de uma biopsia direta da lesão ou, em casos de lesão en-docervical, por meio da conização de colo uterino ou curetagem do canal endocervical. Esta última modalidade apresenta taxas de até 50% de falso-negativo, ou seja, deverá ser valorizada quando mostrar um resultado positivo; quando ne...
2. Wright JD, NathavithArana R, Lewin SN, Sun X, Deutsch I, Burke WM, et al. Fertility-conserving surgery for young wo-men with stage IA1 cervical cancer: safety and access. Obstet Gynecol. 2010;115(3):585-90. Erratum in: Obstet Gynecol. 2010;115(5):1092.Nathavithrana, Ruvandhi [corrected to NathavithArana, Ruvandhi]. ...
24As informações indispensáveis que devem estar contidas num resultado anatomopato-lógico de uma conização de colo uterino, tanto a frio, por laser ou por CAF numalesão microinvasora escamosa ou glandular, são:(1-3)a. Tipo histológico e grau de diferenciação se lesão invasora. b. Invasão dos espaços linfovasculares (si...
Referências1. Benedet JL, Anderson GH. Stage IA carcinoma of the cervix revisited. Obstet Gynecol. 1996;87(6):1052-9. Review. 2. Seski JC, Abell MR, Morley GW. Microinvasive squamous carcinoma of the cervix: definition, histologic analysis, late results of treatment. Obstet Gynecol. 1977;50(4):410-43. Sedlis A, Sall S,...
25A neoplasia intraepitelial de alto grau (NIC 3) é uma lesão escamosa não invasiva que acomete o colo uterino, essencialmente na zona de transformação. A citologia rastreia a lesão que deverá ser mapeada por colposcopia com o auxílio do ácido acético a 5%. O tratamento da NIC 3 depende da extensão da doença à colposc...
2. Santesso N, Mustafa RA, Schünemann HJ, Arbyn M, Blumenthal PD, Cain J,Chirenje M, Denny L, De Vuyst H, Eckert LO, Forhan SE, Franco EL, Gage JC, Garcia F, Herrero R, Jeronimo J, Lu ER, LucianiS, Quek SC, Sankaranarayanan R, Tsu V, Brou-tet N; Guideline Support Group.. World Health Organization Guidelines for treatme...
26 e em mulheres com prole definida?O adenocarcinoma in situ é uma doença rara atualmente, cuja incidência tem aumenta-do em mulheres jovens. (1) O diagnóstico histológico demanda uma grande experiência do patologista, pois simula atipia glandular reparativa ou reativa, metaplasia tubária, endometriose ou até ade...
2. Azodi M, Chambers SK, Rutherford TJ, Kohorn EI, Schwartz PE, Chambers JT. Adenocarcinoma in situ of the cervix: management and outcome. Gynecol Oncol. 1999; 73(3):348-53. 3. Baalbergen A, Helmerhorst TJ. Adenocarcinoma in situ of the uterine cervix--a systematic review. Int J Gynecol Cancer. 2014; 24(9):1543-8.
4. Latif NA, Neubauer NL, Helenowski IB, Lurain JR. Management of adenocarcinoma in situ of the uterine cervix: a com-parison of loop electrosurgical excision procedure and cold knife conization. J Low Genit Tract Dis. 2015; 19(2):97-102. 27 e 7 mm de extensão), sem invasão de espaços linfovasculares? Nos cas...
2. Ruengkhachorn I, Hanamornroongruang S, Leelaphatanadit C, Sangkarat S. Does microinvasive adenocarcinoma of cervix have poorer treatment outcomes than microinvasive squamous cell carcinoma? Asian Pac J Cancer Prev. 2016;17(8):4013-7. 3. Meglic L, Pogacnik RK, Rakar S, Smrkolj S. Clinical outcome of patients with mic...
28 IA2 do colo do útero em mulheres com prole definida ou que desejam preservar a capacidade reprodutiva? O tratamento padrão para carcinoma escamoso e adenocarcinoma microinvasor do colo do útero, com invasão de espaços linfovasculares ou com profundidade de invasão maior que 3 mm, é a histerectomia rad...
(2,3) Em mulheres com prole não definida, a traquelectomia com remoção do tecido parametrial lateral, linfadenectomia pélvica e preservação do corpo uterino e anexos é um procedimento aceitável. Os critérios utilizados para preservar a fertilidade são desejo de manter a gestação, idade até 40 anos, ressonância nuclear...
4. Monk BJ, Tian C, Rose PG, Lanciano R. Which clinical/pathologic factors matter in the era of chemoradiation as treat-ment for locally advanced cervical carcinoma? Analysis of two Gynecologic Oncology Group (GOG) trials. Gynecol On -col.2007;105 (2):427-33. 30A literatura anterior a 2010 confirma que a radioterapia,...
2. Lammerink EA, de Bock GH, Pras E, Reyners AK, Mourits MJ. Sexual functioning of cervical cancer survivors: a review with a female perspective. Maturitas. 2012;72(4):296-304. 3. Miles T, Johnson N. Vaginal dilator therapy for women receiving pelvic radiotherapy. Cochrane Database Syst Rev.2014;(9):CD007291.