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52. Resta claro, portanto, que não incide a previsão contida no § 8º do
artigo 85 do CPC/2015 no presente caso, sendo imperativa a observância das regras
previstas no § 3º do referido dispositivo legal para a condenação da Fazenda
Nacional ao pagamento dos honorários advocatícios.
53. Diante do exposto, os Recorrentes pugnam pelo provimento do
presente apelo, a fim de reformar o v. acórdão (Evento nº 68), no que se refere à
condenação de honorários, de modo que Fazenda Nacional seja condenada ao
pagamento de honorários nos termos do § 3º do artigo 85 do CPC/2015, conforme
fixados pela r. sentença.
IV ? DO PEDIDO
54. Ante todo o exposto, os Recorrentes requerem o conhecimento e o
provimento do presente recurso especial, reformando-se parcialmente o v. acórdão,
Evento nº 68, para que, (i) preliminarmente, seja reconhecida a nulidade do v.
acórdão recorrido por error in judicando, determinando-se o retorno dos autos ao
Tribunal a quo para que seja respeitada a invocação de colegiado estendido prevista
no artigo 942, do CPC/2015; ou (ii) ultrapassada a preliminar acima, seja mantida a
condenação da União Federal (Fazenda Nacional) ao pagamento de honorários
sucumbenciais nos limites percentuais previstos pelo artigo 85, § 3°, do CPC/2015, e
com base no proveito econômico auferido nesta demanda.
55. Por fim, requer-se a majoração da condenação da Fazenda Nacional em
honorários advocatícios por este E. Tribunal, nos termos do § 11 do artigo 85 do
CPC/2015.
Nestes termos,
pede deferimento.
OAB/RJ nº 148.656 Carlos Eduardo de Barros Salles
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