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Alberto Trapani Júnior1 DescritoresMonitorização intraparto; Ausculta intermitente; Cardiotocogra/f_i a; Sistemas de classi/f_i cação CTG; Interpretação da freqüência cardíaca fetalComo citar? Silveira SK, Trapani Júnior AT. Monitorização fetal intraparto. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecolog...
IntroduçãoA monitorização fetal intraparto, através da avaliação da frequên-cia cardíaca fetal, visa diferenciar os fetos bem-oxigenados que não necessitam de intervenções, daqueles mal-oxigenados que necessitam de intervenções rápidas para evitar lesão permanente do sistema nervoso central, especialmente, paralisia c...
Cardiotocogra/f_i aA cardiotocogra/f_i a permite o registro grá/f_i co e a avaliação do bem-es-tar fetal, importante em questionamentos médico-legais. A cardioto-cogra/f_i a externa é a mais utilizada por ser um método de monitori-zação não invasivo que registra com razoável precisão os batimentos cardiofetais, o ...
Normal: de 110 a 160 bpmTaquicardia: acima de 160 bpm por pelo menos 10 minutosBradicardia: abaixo de 110 bpm por pelo menos 10 minutos Média de nível menos oscilatório da FCF estimada num período de 10 minutos. Normal: de 110 a 160 bpmTaquicardia: acima de 160 bpm por pelo menos 10 minutosBradicardia: abaixo de 110 bp...
Reduzida: abaixo de 5 bpm por mais de 50 minutos ou por mais de 3 minutos durante desaceleração. Normal: de 5 a 25 bpm. Acentuada (saltatório): acima de 25 bpm por mais de 30 minutosContinua... 9Silveira SK, Trapani Júnior ATProtocolos Febrasgo | Nº100 | 2018de 15 segundos a 10 minutos; considerada prolongada se du...
Precoce: queda e recuperação lenta da linha de base (mais de 30 segundos); simétrica; coincidente com a contração; duração de 15 segundos a 2 minutos. Tardia: queda e recuperação lenta da linha de base; simétrica; início, nadir e recuperação ocorrem após início, pico e /f_i nal da contração; duração de 15 segundos a 2...
Prolongada: queda de 15 bpm, por 2 a 10 minutos. Queda de pelos 15 bpm por pelo menos 15 segundos. Recorrentes se presentes em pelo menos 50% das contrações. Precoce: rasas, curtas, com variabilidade normal durante a desaceleração e coincidentes com as contrações. Tardia (forma de U e/ou com variabilidade reduzida): qu...
Prolongada: queda por mais de 3 minutos. Está associada à hipóxia se duração maior que 5 minutos, atingindo e mantendo 80 bpm ou menos e com variabilidade reduzida durante a desaceleração. ContraçõesNormal até 5 contrações em 10 minutos. Taquissistolia se 6 ou mais contrações. ObservaçãoPadrão sinusoidal: 3 a 5 ondas r...
Fonte: Ayres-de-Campos D, Arulkumaran S; FIGO Intrapartum Fetal Monitoring Expert Consensus Panel. FIGO consensus guidelines on intrapartum fetal monitoring: physiology of fetal oxygenation and the main goals of intrapartum fetal monitoring. Int J Gynaecol Obstet. 2015;131:5-8. (3) Macones GA, Hankins GD, Spong CY, Hau...
Sem necessidade de intervenção. Categoria 2- Bradicardia sem variabilidade ausente- Taquicardia- Variabilidade mínima ou aumentada - Variabilidade ausente sem desacelerações recorrentes- Ausência de aceleração após estímulo fetal- Desacelerações variáveis recorrentes com variabilidade mínima ou moderada- Desacelerações...
Corrigir causas reversíveis, monitorização contínua ou uso de outros métodos de avaliação da oxigenação fetal, se disponível. Categoria 3 - Variabilidade ausente com desacelerações tardias ou variáveis recorrentes ou com bradicardia- Padrão sinusoidalPatológica- Linha de base abaixo de 100 bpm- Variabilidade reduzida o...
Fonte: Ayres-de-Campos D, Arulkumaran S; FIGO Intrapartum Fetal Monitoring Expert Consensus Panel. FIGO consensus guidelines on intrapartum fetal monitoring: physiology of fetal oxygenation and the main goals of intrapartum fetal monitoring. Int J Gynaecol Obstet. 2015;131:5-8.(3) Macones GA, Hankins GD, Spong CY, Ha...
• Bradicardia: quando associada à acidose, geralmente, é prece-dida por outras alterações, especialmente variabilidade míni-12Monitorização fetal intrapartoProtocolos Febrasgo | Nº100 | 2018colamento prematuro de placenta); ou à hipotensão materna, à hipotermia, à hipoglicemia, ao pós-datismo, à bradiarritmia fetal...
- Mínima: pode estar associado à acidemia, especialmente, na ausência de acelerações transitórias e presença de desacele-rações tardias e variáveis. Descartar período de sono fetal (duração de 20 a 60 minutos; reverte espontaneamente ou com emprego de estímulo vibroacústico ou do polo cefálico com o toque vaginal), uso...
• Desacelerações: - Tardia: resposta re/f_l exa à hipóxia mediada pelos quimiorre-ceptores. Isoladamente, tem pouco valor preditivo para aci-dose, mesmo quando recorrente. Sugere insu/f_i ciência ute-roplacentária se não houver recuperação com as medidas de reanimação intrauterina, evoluir com aumento da frequên-13S...
- Precoce: geralmente sem signi/f_i cado clínico. Está associada à compressão do polo cefálico no /f_i nal do trabalho de parto. - Prolongada: reverte espontaneamente em 6 a 9 minutos se causada por re/f_l exo vagal, porém pode ser decorrente de evento catastró/f_i co (prolapso cordão, ruptura uterina, des-colam...
3. Diante de traçado alterado, deve-se tentar elucidar a causa, instituir medidas de reanimação intrauterina e seguir protoco-lo de conduta especí/f_i co. Referências 1. Ayres-de-Campos D. Introduction: why is intrapartum foetal monitoring necessary - Impact on outcomes and interventions. Best Pract Res Clin Obstet Gy...
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22. Timmins AE, Clark SL. How to approach intrapartum category II tracings. Obstet Gynecol Clin North Am. 2015;42(2):363–75. 16Monitorização fetal intrapartoProtocolos Febrasgo | Nº100 | 201817Silveira SK, Trapani Júnior ATProtocolos Febrasgo | Nº100 | 2018
ral óssea (DMO) e de fatores de risco clínico para fraturas. A DMO tem relação inversa com o risco de fratura. Estudos indicam que 1 desvio-padrão negativo na massa óssea medida por densitometria óssea, o risco de fratura aumenta em torno de 2 vezes.(18,19) No ano de 1994, a Organização Mundial da Saúde (OMS) padronizo...
11Pedro AO, Albergaria BH, Steiner MLProtocolos Febrasgo | Nº58 | 2018Intermediário BaixoAltoTratamentoAltoTratamentoBaixoAvaliar Probabilidadede FraturaAvaliar MassaÓsseaReavaliarProbabilidadede FraturaFonte: Kanis JA, McCloskey EV, Johansson H, Oden A. Approaches to the targeting of treatment for osteoporosis. N...
Quadro 3. Indicações para realização de exame de densitometria ósseaMulheres com idade ≥ 65 anos ou homens com idade ≥ 70 anosMulheres na pós-menopausa < 65 anos de idade e homens (50 a 70 anos) com fatores de riscoAdultos com fraturas de fragilidade Adultos com doença ou condição associada à perda de massa ósseaAdult...
1. Tratamento1.1. Abordagem não farmacológicaVárias medidas não farmacológicas podem reduzir o risco de de-senvolvimento de osteoporose pós-menopaúsica, as quais, em geral, devem ser recomendadas para todas as mulheres e incluem exercícios e prevenção de quedas, uma dieta rica em cálcio, parar de fumar e evitando a in...
Figura 4. Indicações clínicas para os vários sais de cálcio 17Pedro AO, Albergaria BH, Steiner MLProtocolos Febrasgo | Nº58 | 2018do na maioria dos indivíduos, quando tomado com uma refei-ção. Os suplementos de carbonato de cálcio fornecem maiores quantidades de cálcio elementar e, consequentemente, reque-rem meno...
• Doses e vias de administração da vitamina D: para casos de in-su/f_i ciência de vitamina D: 800- 2.000 UI/dia, por via oral; nos casos de de/f_i ciência, 50.000 UI da vitamina D3 por via oral, uma vez por semana, durante seis a oito semanas. 19Pedro AO, Albergaria BH, Steiner MLProtocolos Febrasgo | Nº58 | 2018...
1.1.4. Tratatamento farmacológicoO tratamento farmacológico da osteoporose apresentou uma evolução vertiginosa nas últimas duas décadas, com intensa ati-vidade de pesquisa clinica produzindo grandes ensaios clínicos que demonstraram a e/f_i cácia de várias opções para a prevenção e tratamento da osteoporose. Estes me...
• Cuidados especiais da administração do Raloxifeno: contrain-dicado nos seguintes casos- é contraindicado em pacientes com história atual ou pregressa de episódios tromboembólicos veno-sos, incluindo trombose venosa profunda, embolia pulmonar e trombose de veia retineana; pacientes com hipersensibilidade ao raloxifen...
Regimes intravenosos (zoledronato e ibandronato) possibilitam uma opção alternativa para pacientes que não podem tolerar bisfos-fonatos orais ou que apresentem di/f_i culdades com os requerimentos da administração oral mencionados acima. O zoledronato é adminis-trado uma vez por ano como uma infusão endovenosa em um ...
- Endovenososo: clearence de creatinina inferior a 30 mL/min; Hipersensibilidade a qualquer componente dos produtos.
• Podem ocorrer, com bisfosfonatos orais ou endovenosos: Hipersensibilidade a qualquer componente dos produtos; dor óssea, articular ou muscular grave podem ocorrer. Interrompa o uso se sintomas graves se desenvolvem. A osteonecrose da mandíbula e fraturas atípicas foram relatadas raramente. 36Osteoporose pós-menopa...
PlaceboDenosumabeIncidência de Novas FraturasRRR = 68%P < 0,001Vertebral7.2%2.3%RRR = 20%P = 0,01Não-Vertebral8.0%6.5%RRR = 40%P = 0,04Fêmur1.2% 0.7%0%1%2%3%4%5%6%7%8%9%Figura 10. Redução do risco de fraturas com Denosumabe 37Pedro AO, Albergaria BH, Steiner MLProtocolos Febrasgo | Nº58 | 2018e manutenção de baix...
• Doses e vias de administração do Denosumabe: 60 mg admi-nistrada uma vez a cada 6 meses por injeção subcutânea na coxa ou no abdómen. • Cuidados especiais da administração do Denosumabe: contrain-dicado nos seguintes casos- Hipocalcemia; Hipersensibilidade conhecida ao denosumabe. Precauções devem ser tomadas no uso ...
38Osteoporose pós-menopausícaProtocolos Febrasgo | Nº58 | 2018ria, é um agente que estimula diretamente a formação óssea pro-movida pelos osteoblastos, resultando em substancial aumento na densidade e conectividade trabecular óssea em mulheres com osteoporose menopausal. A teriparatida (PTH 1-34 recombinan-te huma...
• Cuidados especiais da administração da teriparatida.: con-traindicado nos seguintes casos- Hipersensibilidade à subs-tância ativa ou a qualquer um dos excipientes; Gravidez e alei-tamento; Hipercalcémia; insu/f_i ciência renal grave (clearence de creatinina < 30 mL/min); Doenças ósseas metabólicas que não a osteop...
1.1.8.7. Ranelato de estrôncioO ranelato de estrôncio (RE) é um agente oralmente ativo, consistindo em 2 átomos de estrôncio associados ao ácido ranélico. Seu mecanis-mo de ação de ação, demonstrado em estudos experimentais e eviden-ciado em humanos, consiste em um simultâneo estímulo da formação e inibição da reabsor...
0 0,50,480,510,620,590,840,810,551 1,5Em 1 ano Risco Relativo e IC 95%Fx Vertebral ClínicaFx VertebralFx Vertebral ClínicaFx VertebralFx Não VertebralFx Não Vertebral MaiorFx Quadril*VertebralFx Não VertebralFx Não Vertebral MaiorQuadrilRREm 3 anosEm 5 anos-52%-49%-38%-41%-16%-19%-45%-24%-15%-18%-43%P<0.001P<0.001P<0....
2.0. Manejo das opções terapêuticasA osteoporose é frequentemente diagnosticada em mulheres na quin-ta década de vida, resultando em até 30-40 anos durante os quais há progressão da perda óssea e aumento do risco de fratura. Assim sendo, decisões de tratamento para osteoporose devem considerar não ape-nas se tratar, m...
Reavaliar cada 2-3 anosT-score fêmur ≤ -2.5ouRisco elevado de fratura (FRAX)Continuar bisfosfonato por até 10 anos ou trocarpor droga alternativa. Reavaliar cada 2-3 anosConsiderar feriado de tratamento.
Reavaliar cada 2-3 anosNÃONÃOFratura de fêmur, vertebral ou múltiplas antes ou duranteo tratamentoBisfosfonatos - Quanto tempo tratar?ASBMR TASK FORCE - RECOMENDAÇÕESFigura. Tempo de uso dos Bisfosfonatos44Osteoporose pós-menopausícaProtocolos Febrasgo | Nº58 | 2018liado após 5 a 10 anos e que mulheres que ainda p...
2. A abordagem diagnóstica e de avaliação de risco de fratura deve ser abrangente, envolvendo anamnese, exame físico, medida da densidade mineral óssea, eventualmente exame de radioló-gico vertebral e outros exames complementares para pesquisa 45Pedro AO, Albergaria BH, Steiner MLProtocolos Febrasgo | Nº58 | 2018ev...
5. Dentro da abordagem multidisciplinar da Osteoporose, o gi-necologista tem um papel muito importante. Como clínico da mulher em todas as fases de sua vida, encontra-se em posi-ção privilegiada para atuar ativamente no tratamento opor-tuno desta doença, e, assim, deve incorporar o combate à Osteoporose como uma de sua...
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PresidenteRenato Zocchio TorresanVice-PresidenteDaniel Guimarães TiezziSecretáriaAndrea Pires Souto DaminMembrosAguiar FarinaDelio Marques Conde Eduardo Camargo MillenFabricio Palermo BrenelliFrancisco Pimentel CavalcanteGuilherme Novita GarciaIvo Carelli FilhoMax Senna ManoRenato de Souza BravoRosemar Macedo Sousa Rah...
IntroduçãoDeterminadas lesões proliferativas mamárias estão associadas com a transformação local para carcinoma, ou probabilidade signi/f_i ca-tiva de surgimento de câncer em outra porção do mesmo órgão, ou do contralateral. Essas lesões são, respectivamente, denominadas de precursoras de câncer de mama (CM) ou marca...
DiagnósticoA suspeita das lesões é feita por métodos de imagem; e a con/f_i r-mação, por exame microscópico. A veri/f_i cação mais comum (60 a 90% dos casos) é de um agrupamento de microcalci/f_i cações amorfas pela mamogra/f_i a. O CLIS, às vezes, pode aparecer como massa, assimetria ou distorção arquitetural. Nã...
TratamentoMesmo depois da setorectomia, o risco elevado persiste pela evo-lução natural; a incidência anual prevista de CM oscila entre 1,0 e 2,0%. O objetivo do tratamento é reduzir o risco e fazer vigilân-cia imaginológica. São duas as estratégias terapêuticas: correção de hábitos e estilo de vida e quimioprevenção. ...
6Lesões precursoras ou marcadoras de alto risco de câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº115 | 2018reduzir em 40% o risco de CM. (3)É intuitivo se supor que exista o mesmo efeito bené/f_i co na população de alto risco. Duas grandes pesquisas observacionais indicaram que a perda de peso reduz o risco de CM depois ...
(12)O foco em efeitos colaterais favoreceu o raloxifeno conforme 9Barros AC, Carvalho FMProtocolos Febrasgo | Nº115 | 2018cataratas – 0,80 (IC 95% 0,72-0,89). A incidência de AVC, isquemia miocárdica e fraturas ósseas foi igual com as duas drogas. Goss et al. conduziram o MAP .3 trial, multicêntrico, randomizado, ...
11Barros AC, Carvalho FMProtocolos Febrasgo | Nº115 | 2018SEM OSTEOPOROSEPÓS-MENOPAUSACOM OSTEOPOROSETAMOXIFENO20mg/diaEXEMESTANE25mg/dia ouANASTROZOL1mg/diaTAMOXIFENO20mg/dia ouRALOXIFENO60mg/diaFigura 1. Roteiro para escolha da forma de quimioprevenção do câncer de mama para mulheres de alto risco Recomendações /...
3. Diante de diagnóstico por punções percutâneas, impõe-se, como regra geral, uma setorectomia mamária. 4. Para redução de risco, recomenda-se correção de hábitos e es-tilo de vida. 12Lesões precursoras ou marcadoras de alto risco de câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº115 | 20186. Não se justi/f_i cam cirurgias...
3. Colditz GA, Bohlke K. Priorities for the primary prevention of breast cancer. CA Cancer J Clin. 2014;64(3):186–94. 4. Eliassen AH, Colditz GA, Rosner B, Willett WC, Hankinson SE. Adult weight change and risk of postmenopausal breast cancer. JAMA. 2006;296(2):193–201. 5. Harvie M, Howell A, Vierkant RA, Kumar N, Cerh...
8. Lynch BM, Neilson HK, Friedenreich CM. Physical activity and breast cancer prevention. Recent Results Cancer Res. 2011;186:13–42. 9. Fisher B, Costantino JP , Wickerham DL, Cecchini RS, Cronin WM, Robidoux A, et al. Tamoxifen for the prevention of breast cancer: current status of the National Surgical Adjuvant Breas...
12. Vogel VG, Costantino JP , Wickerham DL, Cronin WM, Cecchini RS, Atkins JN, et al.; National Surgical Adjuvant Breast and Bowel Project. Update of the National Surgical Adjuvant Breast and Bowel Project Study of Tamoxifen and Raloxifene (STAR) P-2 Trial: preventing breast cancer. Cancer Prev Res (Phila). 2010;3(6):6...
16. Roetzheim RG, Lee JH, Fulp W, Matos Gomez E, Clayton E, Tollin S, et al. Acceptance and adherence to chemoprevention among women at increased risk of breast cancer. Breast. 2015;24(1):51–6. 14Lesões precursoras ou marcadoras de alto risco de câncer de mamaProtocolos Febrasgo | Nº115 | 2018
Alex Bortotto GarciaVice-PresidenteRegião Centro-OesteFlavio Lucio Pontes IbiapinaVice-PresidenteRegião NordesteHilka Flávia Barra do E. SantoVice-PresidenteRegião NorteAgnaldo Lopes da Silva FilhoVice-PresidenteRegião SudesteMaria Celeste Osório WenderVice-PresidenteRegião SulCésar Eduardo FernandesPresidenteCorintio ...
IntroduçãoSíndrome alcoólica fetal (SAF) designa um complexo de sinais apresentados pelo recém-nascido consequente à ingestão de ál -cool pela mãe durante a gravidez e/ou durante o período pré-concepcional. Os sinais característicos da SAF são: deficit de crescimento (baixo peso ao nascer), dismorfismos faciais que c...
Principais mecanismos para explicar os efeitos teratogê -nicos do álcool sobre o embrião em desenvolvimento também incluem:(1,9,10)6Efeitos do álcool no feto e no recém-nascidoProtocolos Febrasgo | Nº91 | 20182. distúrbio no metabolismo da glicose, das proteínas, dos lipí -dios e no DNA; 3. acidemia;4. neurogênese ...
Aspectos genéticos – a carga genética do indivíduo pode ter um efeito direto sobre o metabolismo do álcool interferindo com sua concentração sanguínea e, portanto, com seus efeitos tóxicos. (1,10)Diagnóstico No recém-nascidoInformações maternas - a) perguntas diretas feitas à gestante so -bre seu consumo de bebidas al...
Fonte: Segre CA Costa HP , Grinfeld H, Börder LMS, Freitas M, Mesquita MA. Efeitos do álcool na gestante, no feto e no recém-nascido. São Paulo: Sociedade de Pediatria de São Paulo; 2012. (1); Fabbri CE, Furtado EF, Laprega MR. Consumo de álcool na gestação: desempenho da versão brasileira do questionário T-ACE. Rev Sa...
8Efeitos do álcool no feto e no recém-nascidoProtocolos Febrasgo | Nº91 | 2018do álcool) no cabelo, cordão umbilical e mecônio do recém-nascido pode identificar exposição ao álcool ocorrida a partir da 20ª semana de idade gestacional.(1,3,12,13) Observação: essa pesquisa não está disponível nacionalmente.
Crianças maiores, adolescentes e adultosO diagnóstico será baseado nas alterações da cognição e comporta-mentais, uma vez que esses pacientes poderão apresentar, na idade escolar, problemas de aprendizado, transtorno de atenção e hipe -ratividade e, mais tardiamente, alcoolismo, drogadição problemas com a lei e transt...
9Mariani Neto C, Segre CA, Grinfeld H, Costa HPProtocolos Febrasgo | Nº91 | 2018sível reduzir os efeitos lesivos do álcool se a gestante adotasse uma dieta antioxidante. O ácido fólico e o selênio têm sido estudados.(1,16)PrevençãoPrevenção – única intervenção capaz de evitar os efeitos da exposi-ção pré-natal ao á...
2. Há uma enorme gama de resultados secundários a esses efei -tos, desde a forma mais grave, SAF , até formas não detectáveis ao nascimento, mas que serão evidentes mais tardiamente, na vida do indivíduo afetado, como comprometimento cognitivo e comportamental. 3. As consequências da exposição pré-natal ao álcool repre...