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16. Murillo OML, Bueno NF, Taravillo MML, Sánchez CO.The role of folic acid and selenium against o... |
PresidenteCristina Laguna Benetti PintoVice-PresidenteAna Carolina Japur de Sá Rosa e SilvaSecretárioGustavo Arantes Rosa MacielMembrosAndrea Prestes NáculBruno Ramalho de CarvalhoDaniela Angerame YelaEdmund Chada BaracatIonara Diniz Evangelista Santos BarcelosJosé Maria Soares JúniorLaura Olinda Bregieiro Fernandes Co... |
IntroduçãoA síndrome dos ovários policísticos (SOP) é a endocrinopatia mais comum da mulher no período reprodutivo,(1) manifestando-se des-de a adolescência com distúrbio menstrual e hiperandrogenismo cutâneo, em geral, com infertilidade na idade adulta e risco de de-senvolvimento de doenças cardiometabólicas, incluin... |
Fenótipos da SOPAs pacientes com SOP podem ser classi/f_i cadas de acordo com seus fenótipos, a saber:A. DM + HA + OP (distúrbio menstrual + hiperandrogenismo + ovários policísticos)B. DM + OP (distúrbio menstrual + ovários policísticos)C. HA + OP (hiperandrogenismo + ovários policísticos)D. DM + HA (distúrbio menstr... |
As medidas cosméticas são recomendadas, em geral, após três ou quatro meses do início do tratamento medicamentoso sistêmi-co, pois já houve a interrupção do ciclo de crescimento do folículo piloso. Assim, a eliminação de/f_i nitiva dos pelos será mais efetiva. Pode ser usada a eletrocoagulação galvânica ou a fotoepil... |
12Síndrome dos ovários policísticosProtocolos Febrasgo | Nº39 | 2018acordo com a apresentação clínica. A mudança de estilo de vida é o primeiro passo a ser recomendado. Com a queda de 5% a 10% do peso corporal, observaram-se benefícios na disfunção menstrual, e também na fertilidade dessas mulheres com SOP . Contu... |
2. Rotterdam ESHRE/ASRM-Sponsored PCOS consensus workshop group. Revised 2003 consensus on diagnostic criteria and long-term health risks related to polycystic ovary syndrome (PCOS). Hum Reprod. 2004;19(1):41–7.
3. Soares Junior JM, Sa MF, Baracat EC. Should insulin resistance be always treated in polycystic ovary synd... |
13Soares Júnior JMProtocolos Febrasgo | Nº39 | 20187. McAllister JM, Legro RS, Modi BP , Strauss JF 3rd. Functional genomics of PCOS: from GWAS to molecular mechanisms. Trends Endocrinol Metab. 2015;26(3):118–24.
8. Lin LH, Baracat MC, Maciel GA, Soares JM Jr, Baracat EC. Androgen receptor gene polymorphism and pol... |
11. de Melo AS, Dias SV, Cavalli RC, Cardoso VC, Bettiol H, Barbieri MA, et al. Pathogenesis of polycystic ovary syndrome: multifactorial assessment from the foetal stage to menopause. Reproduction. 2015;150(1):R11–24.
12. Baracat MC, Sera/f_i ni PC, Simões RS, Maciel GA, Soares JM Jr, Baracat EC. Systematic review of... |
16. Curi DD, Fonseca AM, Marcondes JA, Almeida JA, Bagnoli VR, Soares JM Jr, et al. Metformin versus lifestyle changes in treating women with polycystic ovary syndrome. Gynecol Endocrinol. 2012;28(3):182–5.
17. Moran Lisa J, Hutchison Samantha K, Norman Robert J, Teede Helena J. Lifestyle changes in women with polycyst... |
20. Inge TH, Courcoulas AP , Jenkins TM, Michalsky MP , Helmrath MA, Brandt ML, Harmon CM, Zeller MH, Chen MK, Xanthakos SA, Horlick M, Buncher CR; Teen-LABS Consortium. Weight Loss and Health Status 3 Years after Bariatric Surgery in Adolescents. N Engl J Med. 2016;374(2):113-23.21.
14Síndrome dos ovários policísticos... |
25. Somani N, Turvy D. Hirsutism: an evidence-based treatment update. Am J Clin Dermatol. 2014;15(3):247–66.
26. Diri H, Karaburgu S, Acmaz B, Unluhizarci K, Tanriverdi F, Karaca Z, Kelestimur F. Comparison of spironolactone and spironolactone plus metformin in the treatment of polycystic ovary syndrome. Gynecol Endocr... |
15Soares Júnior JMProtocolos Febrasgo | Nº39 | 2018 |
PresidenteRenato Augusto Moreira de SáVice-PresidenteDenise Araújo Lapa PedreiraSecretárioRafael Frederico BrunsMembrosAlberto Borges PeixotoAna Elisa Rodrigues BaiãoCelso Francisco Hernandes GranatoJorge Fonte de Rezende FilhoLuciano Marcondes Machado NardozzaLuiz Eduardo MachadoMaria Elisabeth Lopes MoreiraMarcello B... |
IntroduçãoO objetivo da vigilância fetal anteparto é prevenir a morte fetal. A ava-liação da frequência cardíaca fetal (FCF) tem sido utilizada há mais de quatro décadas em conjunto com a ultrassonogra/f_i a (USG) e a doppler-velocimetria da artéria umbilical para avaliar o bem-estar fetal.(1-3)A cardiotocogra/f_i a ... |
*Este protocolo foi validado pelos membros da Comissão Nacional Especializada em Medicina Fetal e referendado pela Diretoria Executiva como Documento O/f_i cial da FEBRASGO. Protocolo FEBRASGO de Obstetrícia nº 81, acesse: https://www.febrasgo.org.br/protocolos 4Protocolos Febrasgo | Nº81 | 2018Embora seja largam... |
5. Utilizar estimulação vibroacústica caso acelerações ausentes.
6. Classi/f_i car a CTG – conduzir de acordo com a categoria do exa-me, gravidade e estabilidade do quadro clínico materno, e a idade gestacional. • A administração de glicose à mãe e o uso de manipulação fetal não diminuemos resultados anormais à CTG an... |
- A utilização de estimulação vibroacústica pode reduzir o tempo de exame, mas, com o aumento do tempo de obser-vação, será observada movimentação fetal ativa mesmo sem a realização da estimulação. Parâmetros avaliados na cardiotocogra/f_i a • Frequência cardíaca fetal basal (FCF) – linha de base.
• Oscilações da freq... |
Oscilação da frequência cardíaca fetal(6)• Microscilação (variabilidade de curta duração) – variação bati-mento a batimento da FCF . Somente pode ser avaliada na CTG computadorizada.(1,4)• Macroscilação (variabilidade de longa duração) (Tabela 1) – re-presenta a variação entre a maior e a menor FCF no interva-lo de um... |
8Cardiotocogra/f_i a antepartoProtocolos Febrasgo | Nº81 | 2018• O desaparecimento da AMF é a primeira ocorrência observada à CTG quando da hipoxia fetal.(1)• Lembrar que o feto em seu período /f_i siológico de sono ou sob a ação de droga sedativa administrada à mãe não realiza movi-mentação ativa e, portanto, n... |
• Nas desacelerações precoces, o nadir e a recuperação da FCF ba-sal são coincidentes com o início e o pico das contrações uterinas. 9Oliveira CA, Sá RAProtocolos Febrasgo | Nº81 | 2018gra/f_i a intraparto). Em geral, são consideradas como benignas.
• As desacelerações variáveis não têm relação com a contração ute... |
• Desacelerações variáveis complicadas são as desacelerações em que a FCF atinge valores abaixo de 70 batimentos por minuto com du-ração superior a 60 segundos, perda da variabilidade da FCF du-rante a desaceleração, desaceleração bifásica, aceleração prolongada secundária (incremento de mais de 20 batimentos por minut... |
Classi/f_i cação e interpretaçãoA classi/f_i cação da CTG anteparto em “reativa ou não reativa”, de acordo com a presença ou não de aceleração da FCF , respectiva-mente, não é mais recomendada atualmente.(3,7,10)A classi/f_i cação em categorias de acordo com exame normal, atípico (ou indetermi-nado) e anormal, levan... |
≥ 25 bpm por > 10 min.
Sinusoidal.
Desacelerações Nenhuma ouocasional/variável, <30 seg.
Desacelerações variáveis, por 30 a 60 seg.
Desacelerações variáveis, > 60 seg.
Desaceleração tardia.
Acelerações(> 32 semanas)≥ 2 acelerações ≥ 15 bpm por 15 seg em < 40 min.
≤ 2 acelerações ≥ 15 bpm por 15 seg em 40-80 min.
≤ 2 ac... |
Nova avaliação necessária Conduta urgente:Avaliação completa com US e PBF. Alguns casos terminarão em interrupção da gestação.
Fonte: Traduzido e adaptado de Liston R, Sawchuck D, Young D. Society of Obstetrics and Gynaecologists of Canada; British Columbia Perinatal Health Program. Fetal Health Surveillance: Antepart... |
• Categoria II – Atípica/Indeterminada (não é preditor de alte-ração no equilíbrio, mas não pode atestar normalidade no mo-mento da observação). • Categoria III – Anormal (equilíbrio ácido-base anormal). |
Para melhor interpretação do exame, comentários adicionais à sua classi/f_i cação hão que ser feitos:11Oliveira CA, Sá RAProtocolos Febrasgo | Nº81 | 2018bém esteja normal (sensibilidade maior que 90%).(2)• Embora os resultados anormais da CTG possam ser associados à acidemia ou hipoxemia, eles não re/f_l etem a... |
• Requer propedêutica adicional para avaliação do bem-estar fetal (PBF ou Doppler de acordo com cada caso).
• Altamente preditor de comprometimento fetal grave.
• Requer, na maioria das vezes, interrupção imediata da gestação em centro terciário (para cuidados do recém-nascido).
Figura 1. Conduta obstétrica face aos re... |
3. Liston R, Sawchuck D, Young D. Society of Obstetrics and Gynaecologists of Canada; British Columbia Perinatal Health Program. Fetal Health Surveillance: Antepartum and Intrapartum Consensus Guideline. J Obstet Gynaecol Can. 2007;29(9 Suppl 4):S3-56. 4. Nomura RMY, Miyadahira S, Zugaib M. Avaliaç ã o da vitalidade fe... |
8. Hankins GD, Miller DA. A review of the 2008 NICHD Research Planning Workshop: Recommendations for fetal heart rate terminology and interpretation. Clin Obstet Gynecol. 2011;54(1):3-7.
9. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. Atenção ao pré-natal de baixo risco. ... |
a pele e maiores valores de glicose sérica do que os neonatos que receberam “cuidado padrão” (separação para secagem e primeiros cuidados em berço aque -cido) (A).(6) Além disso, pesquisas de neurociência demonstraram a existência de um “período sensível” de interação e regulação recíproca entre mãe e recém --nascido l... |
Quadro 1. Outras vantagens do contato pele a peleAumento do vínculo entre mãe e bebêFormação de microbioma intestinal e cutâneo “familiar” e não “hospitalar”Diminuição do estresse dos recém-nascidos favorecendo o ciclo do sonoPromoção de adequado desenvolvimento neuronalO contato pele a pele é recomendado pela Iniciat... |
• A mulher pode ainda deitar-se em decúbito dorsal (posição útil para as primeiras horas pós-cesariana ou para aquela mulher com excedente lácteo muito grande). A criança deve ficar deitada em decúbito ventral, em cima da mãe.
SENTADA• A mulher deve permanecer com as costas apoiadas na cadeira ou cabeceira da cama. Ela... |
• O corpo do bebê deve estar encostado ao da mãe (abdome da criança em frente ao abdome da mãe).
• Seu queixo deve estar tocando o peito da mãe.
Para o posicionamento durante a amamentação de gêmeos, a mãe pode ficar sentada com um bebê na forma tradicional e o outro na posição invertida com o corpo desse bebê embaixo ... |
PEGA E SUCÇÃOOs profissionais de saúde devem ajudar e orientar as mulheres a reconhecerem os sinais de fome (comportamentos ou dicas da pré-amamentação) (Quadro 2), evitan-do que o bebê chegue ao estágio de agitação e choro (sinal tardio) quando a pega será mais difícil (D).(4)Quadro 2. Comportamentos do bebê ou dicas... |
2. O lábio inferior deve estar voltado para fora e cobrir quase toda a porção inferior da aréola, enquanto a parte superior pode ser visualizada.
3. A língua deve permanecer acoplada em torno do peito.
4. As bochechas devem ter aparência arredondada.
5. A criança deve parecer tranquila com sucção lenta, profunda e ritm... |
dificuldades com a amamentação, aumentar a confiança materna e aumentar as taxas de amamentação exclusiva (D).(4) A atenção deve ser individualizada, mas mes-mo mães experientes podem precisar de auxílio prático dos profissionais de saúde durante a amamentação, devido experiências anteriores negativas com a amamen-taç... |
- Mãe relaxada, sentada confortavelmente, deve respirar com calma e pensar no bebê. Usar uma touca ou um lenço no cabelo e máscaras ou um lenço/tecido limpo na boca.
- Iniciar a massagem das mamas com movimentos circulares com a ponta dos dedos em toda a aréola.
- Massagear toda a mama, mantendo os movimentos circulare... |
- Após terminar a coleta, fechar bem o frasco e armazenar em congelador ou freezer. DISCUSSÃOOs ginecologistas e obstetras têm papel fundamental durante o pré-natal, parto e pós-parto na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. Encorajar as mães sobre sua capacidade de nutrir seus filhos é essencial para o s... |
1. O contato pele a pele deve ser estimulado e encorajado logo após o parto, independentemente da via de parto e da intenção/possibilidade de amamentação.
2. Os profissionais de saúde devem demonstrar as diversas posições pos -síveis para a amamentação, apoiando a mulher nas suas escolhas informadas e aumentando sua au... |
5. A ordenha de leite materno pode ser útil para aumentar a autoconfiança materna na própria produção láctea, como também para proteger a amamentação nos momentos em que a separação mãe e bebê é necessária.
REFERÊNCIAS1. McFadden A, Gavine A, Renfrew MJ, Wade A, Buchanan P , Taylor JL, et al. Support for healthy breast... |
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8. Brasil. Ministério da Saúde. Portaria no. 371, de 7 de maio de 2014. Institui diretrizes pa... |
10. Brasil. Ministério da Saúde do Brasil. Saúde da Criança: Aleitamento materno [Internet]. [citado 2018 Jul 13]. Disponível em: <http://portalms.saude.gov.br/saude-para-voce/saude-da-crianca/aleitamento-materno>11. Colson SD, Meek JH, Hawdon JM. Optimal positions for the release of primitive neonatal reflexes stimula... |
14. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Cartilha para a mãe trabalhadora que amamenta. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2010IMPORTÂNCIA DO ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO E DO ALOJAMENTO CONJUNTOCorintio Mariani Neto11Hospital Maternidade Leon... |
A crença de que o leite materno por si só é nutricionalmente insuficiente após três ou quatro meses, combinado com o fato de que os alimentos admi -Como citar:Mariani Neto C. Importância do aleitamento materno exclusivo e do alojamento conjunto. In: Amamentação. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Gineco... |
de vista nutricional, e até contaminados, levou à preocupação com o chamado “dilema do desmame”. É fato que a amamentação pode salvar vidas em países em desenvolvimento. (8,9) Em 2001, uma ampla revisão sistemática da OMS relatou uma acentuada redução da mortalidade devido a doenças infecciosas com a ama -mentação.(10... |
A prática da amamentação exclusiva pode ser ampliada com diferentes estra-tégias, como educação em larga escala, adequação das práticas assistenciais, disse-minação de mensagens sobre amamentação exclusiva que levem em consideração as práticas culturais, apoio e orientação às mulheres lactantes, garantia dos direitos ... |
estabelece que: “Os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes, públicos e particulares, são obrigados a manter alojamento conjunto, possibilitando ao neonato a permanência junto à mãe”, de modo que esse sistema hospitalar deveria ser oferecido às maternidades do país. (26) Lamentavelmente, em... |
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12. Victora CG, Bahl R, Barros AJ, França GV, Horton S, Krasevec J, et al; Lancet Breastfeeding Series Group. Breastfeeding in the 21st century: epidemiology, mechanisms, and lifelong effect. Lancet. 2016;387(10017):475-90. 13. Hill A. A shorttextbook of medical statistics London. Hodder & Stoughton; 1977.
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26. Brasil. Lei no. 8.069. Estatuto da Criança e do Adolescente. ... |
INTERCORRÊNCIAS LOCAIS: PREVENÇÃO, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTOMônica Fairbanks de Barros11Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP , Brasil. DescritoresAmamentação; Intercorrências; LactaçãoINTRODUÇÃOÉ fundamental que cada mulher seja bem orientada quanto às técnicas corretas... |
mamário e suas complicações.(2)PREVENÇÃO DE INTERCORRÊNCIASO estabelecimento correto do aleitamento materno é a melhor forma de prevenir lesões mamárias e dificuldades no processo. O primeiro contato do recém-nascido com a mãe é crucial para estabelecer vínculo afetivo e promover estímulo a um me-lhor desenvolvimento ... |
PRINCIPAIS INTERCORRÊNCIAS LOCAIS PRECOCESOs problemas mamários estão entre os principais fatores que levam ao desmame precoce. Intercorrências causadas pelo despreparo e dificuldades para conduzir a amamentação facilitam o surgimento de lesões mamilares, como fissuras, hipere -mia, escoriações, equimoses, vesículas e... |
• Doenças maternas como infecção, hipotireoidismo, diabetes descompensa -do, síndrome de Sheehan, distúrbios emocionais, uso de medicamentos que diminuam a produção láctea, restrição dietética importante, redução cirúrgi-ca das mamas, tabagismo e nova gravidez. |
• Restos placentários, fadiga materna• Baixa extração frequentemente resulta em menor produção de leite, já que é necessário que se esvazie as mamas frequentemente para estímulo à boa produção.(8)Intervenções para melhorara oferta de leite dependem da causa da deficiência, mas sempre envolvem melhorar a eficiência das... |
Quando há lesão, a dor não melhora durante a mamada e pode piorar. Dor severa ou que persiste após a primeira semana, geralmente é relacionada com lesão mami-lar. Erosões, fissuras, hematomas e bolhas são as lesões mais frequentes. |
ETIOLOGIAGeralmente ocorrem por técnica incorreta de aleitamento, principalmente erro de posicionamento do recém-nascido e pega incorreta. (13) Outras causas de lesão ma -milar podem incluir mamilos curtos, planos e invertidos, limpeza de forma agressiva, atritos, uso de produtos irritativos, uso excessivo de forros ú... |
PREVENÇÃOA maneira mais eficiente de prevenção de traumas mamilares inclui realização de ma-madas com posicionamento e pega adequada.(15) Promover o primeiro contato do re-cém-nascido com a mãe na primeira hora de vida,(16) o estímulo à permanência em alo-jamento conjunto, manter o aleitamento exclusivo sob demanda li... |
Oferecer ajuda à mãe imediatamente após o início da queixa de dor mamária. Esti-mular iniciar a mamada pelo lado menos afetado. O uso de analgésicos e/ou anti --inflamatórios pode ajudar. Atualmente, tem-se recomendado o tratamento úmido das fissuras, com o objetivo de formar uma camada protetora que evite a desidrata... |
SINTOMASPrurido, sensação de queimadura e “fisgadas” nos mamilos, que pioram durante as mamadas. Os mamilos podem ficar vermelhos e brilhantes. Pode haver queixa de ardência e fisgadas no interior das mamas. É muito comum haver também crostas brancas na cavidade oral da criança ou sinais de dermatites de fraldas por m... |
PREVENÇÃOIniciar a amamentação o mais cedo possível, amamentar em livre demanda, com técnica correta, evitando o uso de suplementos. Capacitar as mães para ordenhar e massagear as mamas no intervalo entra as mamadas ajuda a evitar estase láctea. O uso de compressas frias no intervalo das mamadas pode diminuir a dor e ... |
TRATAMENTOAmamentar com frequência, variar posições para amamentar, oferecer primeiro a mama afetada, com o queixo do bebê direcionado para a área afetada, o que facilita a retirada do leite nessa área. Calor local e massagens suaves na região atingida, na direção do mamilo, antes e durante as mamadas. Ordenhar a mama... |
PREVENÇÃOAs medidas de prevenção são as mesmas do ingurgitamento mamário, do bloqueio de ductos lactíferos e das fissuras, assim como o manejo precoce dessas ocorrên -cias. Manter o estímulo ao esvaziamento adequado da mama, mantendo a ama -mentação e retirada do leite ao final das mamadas, se necessário. Apesar de ha... |
PREVENÇÃOTodo esforço deve ser feito para evitar essa condição, que pode comprometer lac -tações futuras. Todas as medidas que previnam o aparecimento da mastite, assim como o tratamento precoce da mesma podem evitar o aparecimento de abscessos.
TRATAMENTOConsiste em esvaziamento por punção aspirativa em nível de pront... |
GALACTOCELEFormação cística nos ductos mamários que contém leite. No início fluido, adquire um aspecto viscoso e pode se exteriorizar através do mamilo. Acredita-se que pode ser causada por bloqueio de ducto lactífero. Pode ser palpada como massa lisa, ar -redondada. O diagnóstico é feito por punção aspirativa ou ultra... |
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INTERCORRÊNCIAS MATERNAS GERAISSilvia Regina Piza Ferreira Jorge1Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, São Paulo, SP , Brasil. DescritoresLeite materno; Recém-nascido; Aleitamento maternoRESUMOO leite materno (LM) confere proteção ao recém-nascido (RN) por conter anticor -pos, substâncias anti-infl... |
Como citar:Jorge SR. Intercorrências maternas gerais. In: Amamentação. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 5, p. 41-7. (Série Orientações e Recomendações FEBRASGO, no. 6/Comissão Nacional Especializada em Aleitamento Materno).
protetores como anticorpos, s... |
Quando existe a possibilidade de ingestão de determinadas substâncias pela lactante, como contraste com radioisótopos (tecnécio, gálio, iodo), o AM deve ser interrompido momentaneamente. Nesses casos, o LM pode ser armazenado previa-mente e oferecido ao RN. Após o exame, na dependência do radioisótopo utilizado, o lei... |
GRIPE OU RESFRIADODevem-se adotar cuidados de higiene com as mãos, além do uso de máscara reco -brindo o nariz e boca da nutriz para evitar-se a propagação de fômites.(1)DENGUEExceto nos casos em que a condição materna não permitir, não existe contraindica-ção para o AM. |
Até o momento, não existe nenhuma contraindicação para o aleitamento materno, que inclusive deve ser incentivado nesses casos, tendo em vista a maior morbidade que a infecção congênita traz, como a microcefalia.(3) CITOMEGALOVIROSEO LM que secreta o vírus durante a infecção materna, também contém os anticor -pos, com ... |
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QUEIXAS FREQUENTES DAS LACTANTESAna Cristina Freitas de Vilhena Abrão1Kelly Pereira Coca1Erika de Sá Vieira Abuchaim1Karla Oliveira Marcacine11Escola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP , Brasil. DescritoresAmamentação; Assistência; Pós-parto; Enfermagem obstétricaRESUMOA amamentaç... |
Como citar:Abrão AC, Coca KP, Abuchaim ES, Marcacine KO. Queixas frequentes das lactantes. In: Amamentação. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. Cap. 6, p. 48-64. (Série, Orientações e Recomendações FEBRASGO, no. 6, Comissão Nacional Especializada em Aleitamento... |
Consequências:• Ansiedade e insegurança materna;• Lesão mamilar; e• Dificuldade de preensão correta da região mamilo-areolar.
Intervenções:• Promover a confiança materna;• Supervisionar uma mamada e verificar o grau de dificuldade da criança, auxi-liando no processo quando necessário;• Mostrar outras posições para amam... |
Dor ao amamentar (2,4-7)A presença de dor ao amamentar é comum nas primeiras semanas pós-parto e está relacionada a:• Início e adequação do processo de amamentação;• Uso de cremes, óleos, pomadas e/ou medicamentos: podem causar reações alérgicas e ainda, devido à necessidade de serem removidos antes de cada mamada, fa... |
Intervenções:• Identificar e corrigir a causa quando possível;• Realizar teste de flexibilidade areolar antes de cada mamada, e quando ne -cessário drenar a região areolar imediatamente antes da mamada;xo de ejeção, evitando que a criança sugue com muita força no início;• Hidratar os mamilos com leite materno;• Expor o... |
Lesões mamilo-areolares (2,4-8)A presença de lesões na região mamilo-areolar é comum na primeira semana pós --parto e está relacionada à:• Posição inadequada da criança: a mesma se mantém longe do corpo da mãe, desalinhada, com pescoço torcido e o rosto não está de frente para a mama;• Pega inadequada: quando a crianç... |
• Dor local;• Dificuldade para amamentar;• Ansiedade e medo de não conseguir amamentar;• Ingurgitamento mamário e infecção na mama;• Diminuição na produção do leite, decorrente de dor, estresse no processo de amamentação e da interrupção da amamentação sem acompanhamento; e• Início de desmame com a introdução de mamade... |
Intervenções• Corrigir a causa (posicionamento e/ou pega);• Realizar teste de flexibilidade areolar antes de cada mamada, e quando ne -cessário drenar a região areolar imediatamente antes da mamada;• Retirar um pouco de leite da mama em quantidade para desencadear o refle-xo de ejeção, evitando que a criança sugue com ... |
• Retirada do leite o leite da mama e oferecer no copinho, até a melhora do quadro de dor para amamentar.
• Discutir uso de tratamento com lanolina anidra, curativo de hidrogel ou laser em baixa intensidade concomitante a correção da causa. Apesar da contro -vérsia dos benefícios destes tratamentos na literatura, as mu... |
Intervenções:• Identificar a causa do ingurgitamento;• Proceder massagem delicada na mama, com movimentos circulares, espe -cialmente nas regiões endurecidas e dolorosas, no sentido de tornar o leite mais fluido;• Retirar o leite da mama até o ponto de conforto (ausência de dor);• Realizar retirada do leite antes de i... |
Produção láctea insuficiente (real e referida) ou “leite fraco” (3,4,8,10-12)É importante diferenciar a queixa da mulher em relação à qualidade e quantidade do seu leite. Em relação à qualidade, é comum acharem que o seu leite é fraco, por falta de conhecimento e questões culturais.
Consequências:• A insegurança matern... |
Intervenções: Orientar no sentido de esclarecer a mulher que o seu leite é adequado: qualida -de do leite anterior e posterior, variação normal dos intervalos entre as mamadas, tempo de mamada variável, sinais de satisfação da criança após as mamadas e a representação do comportamento e choro esperados da criança (frio... |
Consequências:• Desmame precoce pela introdução de leite artificial e/ou outros alimentos.
Intervenções:• Realizar história detalhada para identificar possíveis causas e procurar corrigi-las;• Esclarecer a mãe sobre os problemas decorrentes do uso dos bicos artificiais (confusão de bicos) e complementos (água, chás, ou... |
Quando a causa é real, a pega incorreta é a principal causa da remoção inefi-ciente do leite, que leva a diminuição da produção láctea. Acrescido a essa situação está a sucção inadequada ou pouca estimulação da mama (rigidez de horários, intervalos muito longos e/ou pouco tempo de sucção e também a retirada precoce da ... |
Intervenções:• Realizar história detalhada para identificar possíveis causas para corrigi-las;• Avaliar e orientar a pega adequada e sucção efetiva;• Orientar a pega adequada e incentivar a mãe para colocar a criança para mamar várias vezes, pelo menos 8 a 10 vezes ao dia, e deixá-la sugar por um tempo mais longo. Quan... |
Candidíase mamilo-areolar (4,2,8,10)Trata-se de uma infecção da mama por fungo, favorecida principalmente pela pre -sença de umidade e cuidados inadequados com a mama. A mulher refere presença de prurido local, sensação de queimação e dor em agulhadas que persiste apóshiperemiada e com pequena descamação. Na cavidade o... |
Ducto bloqueado (3,4,8,10)É a estase láctea em uma determinada área da mama decorrente de esvaziamento inadequado por mamadas infrequentes, sucção inadequada, pressão local em uma determinada área (sutiã muito apertado ou com suporte de arame, utilização de conchas em mama muito distendida) ou ainda utilização de creme... |
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