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114. Bahamondes L, Bottura BF, Bahamondes MV, Gonçalves MP , Correia VM, Espejo-Arce X, et al. Estimated disability-adjusted life years averted by long-term provision of long acting contraceptive methods in a Brazilian clinic. Hum Reprod. 2014;29(10):2163–70. 115. Braverman PK, Adelman WP , Alderman EM, Breuner CC, Lev...
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lheres haviam planejado sua gravidez e, em 18% dos casos, esta era indesejada.(3) Essas gestações não planejadas são consideradas de risco, pois, frequentemente, estão associadas a alguns hábitos e ou intercorrências obstétricas que, dentre tantas, destacam-se: retardo do início do pré-natal ou realização de forma inad...
Durante a internação no pós-parto, o contato médico ou da en-fermagem é diário, propiciando a conversa sobre métodos contra -ceptivos. Se essas orientações já foram feitas durante o pré-natal, necessitam ser reforçadas para a escolha do melhor ou mais ade -quado anticoncepcional. A puérpera precisa de cuidados especia...
As considerações sobre a necessidade de preservar o aleita -mento levaram a Organização Mundial de Saúde (OMS) a colocar apenas o DIU com cobre na categoria 1 (sem restrições) de elegibi-lidade para início imediato ou nas primeiras 48 horas após o parto, colocando na categoria 2 (vantagens superam possíveis desvanta -...
Método de Amenorreia da Lactação – LAM O aleitamento materno apresenta efeito contraceptivo e tem va -lor no espaçamento do intervalo interpartal, principalmente, em países, como o Brasil, em desenvolvimento. Durante a lactação, ocorrem elevados níveis de prolactina, que são responsáveis pela inibição da secreção de ho...
(18) Estudo prospectivo, que avaliou a incidência de gravidez em mulheres que amamentavam exclusivamente e encontravam-se em amenorreia, observou uma taxa de falha de 0,9% a 1,2% nos primeiros seis meses.(19) A parada da amamentação altera os valo -res de prolactina, reduzindo-os, e ocorre o retorno da ovulação em 14 ...
Quando deve ser iniciada a utilização do método anticoncepcional?Nas puérperas que não amamentam ou quando o aleitamento é misto, o início do uso de método contraceptivo deve ocorrer até a terceira ou quarta semana após o parto. (19) Em presença de alei -tamento materno exclusivo, pode-se iniciar a anticoncepção mais t...
11Faúndes A, Moraes Filho OBProtocolos Febrasgo | Nº16 | 2018tiva, além das características inerentes a qualquer método, tais como eficácia, segurança, eventos adversos e reversibilidade, de -ve-se atentar para a possibilidade de efeitos sobre a lactação e o recém-nascido. Algumas opções podem ser limitadas devido ...
• Categoria 2: o método pode ser usado com restrições; são si -tuações nas quais as vantagens em usar o método superam os riscos. Nesta categoria, o método não é a primeira escolha e, quando usado, deve ser acompanhado com cautela. • Categoria 3: os riscos decorrentes do seu uso superam os bene-fícios, sendo necessár...
12Orientações contraceptivas no pré-natal e no puerpério – eliminando a perda de oportunidades Protocolos Febrasgo | Nº16 | 2018intrauterino e os hormonais. Métodos de barreiraSão métodos que evitam a gravidez e impedem a ascensão dos es -permatozoides ao trato genital superior. Atuam por meio de obs -táculos mecâ...
Preservativo masculino – Dar preferência aos lubrificados ou associar o emprego de espermicidas, assim, contornando a falta de lubrificação vaginal e aumentando a sua eficácia. Preservativo feminino – As características de uso são seme -lhantes às encontradas fora do puerpério. Necessita ser colocado antes de qualquer con...
Espermicidas – Formam uma barreira química ao acesso dos espermatozoides ao trato reprodutivo feminino. Não há relatos de alterações no aleitamento ou de efeitos colaterais para o lactente. Recomendações recentes da Organização Mundial de Saúde suge -rem que apenas mulheres de baixo risco para doenças sexualmente tran...
Em alguns países, como na China, no México e no Egito, essa conduta é adotada e tornou-se popular.(22)A colocação do DIU deve ser evitada após 48 horas até qua -tro semanas pós-parto, pois existe maior risco de perfuração (Categoria 3).(21) Na presença de infecção puerperal, o DIU não deve ser colocado (Categoria 4).(...
• A minipílula (0,35 mg de norestisterona ou 0,03 mg de le -vonorgestrel ou 0,5 mg de linestrenol) pode ser mantida até seis meses ou até a paciente menstruar, geralmente, coinci -dindo com o início da complementação alimentar da criança (Categoria 1).(21)• Anticoncepcional hormonal oral contendo doses maiores de pr...
b) Hormonal combinado (via oral, injetável, transdérmica ou vaginal)18Orientações contraceptivas no pré-natal e no puerpério – eliminando a perda de oportunidades Protocolos Febrasgo | Nº16 | 2018decréscimo de anticoagulantes naturais levando a um maior ris -co de fenômenos tromboembólicos. Algumas mulheres aprese...
Métodos definitivos – esterilizaçãoPor serem definitivos, tanto a vasectomia como a ligadura tubá -ria, devem ser resultantes de decisão consciente e amadurecida do casal, tomada, de preferência, fora da gestação ou no início dela, e também não no momento do parto. As condições do recém-nascido devem ser levadas, sempre...
Considerações finaisInformações e orientações sobre métodos contraceptivos devem ser oferecidas à mulher ou ao casal durante o último trimestre da gravidez ou logo após o parto. A escolha do método contracepti -vo e o momento de início são de extrema importância para o bom aleitamento materno. Mulheres que estão amamen...
2. Brasil. Ministério da Saúde. Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher – PNDS 2006: dimensões do processo reprodutivo e da saúde da criança/ Ministério da Saúde, Centro Brasileiro de Análise e Planejamento. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2009. 3. Cahill N, Sonneveldt E, Stover J, Weinberge...
21Faúndes A, Moraes Filho OBProtocolos Febrasgo | Nº16 | 20187. Walton SM, Gregory H, Cosbie-Ross G. Family planning counseling in an antenatal clinic. Br J Fam Plann. 1987;13(4):136–9. 8. Shaw E, Kaczorowski J. Postpartum care—what’s new? Curr Opin Obstet Gynecol. 2007;19(6):561–7. 9. Lopez LM, Hiller JE, Grimes D...
12. Smith KB, van der Spuy ZM, Cheng L, Elton R, Glasier AF. Is postpartum contraceptive advice given antenatally of value? Contraception. 2002;65(3):237–43. 13. Lopez LM, Hiller JE, Grimes D, Chen M. Education for contraceptive use by women after childbirth. Cochrane Database Syst Rev. 2012 Aug 15;(8):CD001863. 14. Va...
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28. Nilsson S, Mellbin T, Hofvander Y, Sundelin C, Valentin J, Nygren KG. Long-term follow-up of children breast-fed by mothers using oral contraceptives. Contraception. 1986;34(5):443–57. 29. Progestogen-only contraceptives during lactation: II. Infant development. World Health Organization, Task Force for Epidemiolog...
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coMissão nacional especializaDa anticoncepçãomembrosCarlos Alberto Politano Cristina Aparecida Falbo GuazzelliDalton FerreiraJaqueline Neves LubiancaMaria Auxiliadora BudibMarta Curado Carvalho Franco FinottiMilena Bastos BritoSheldon Rodrigo BotogoskiSílvio Antônio FranceschiniTereza Maria Pereira FontesZsuzsanna Ilon...
6dados internacionais de catalogação na publicação (cip)Preparada pela Biblioteca daFaculdade de Medicina da Universidade de São Paulo reprodução autorizada pelo autorcProf. Dr. César Eduardo FernandesPresidenteorientações e recoMenDações Da Febrasgo ATENDENDO A ADOLESCENTE NO CONSULTÓRIO Apresentação Progressivamen...
71. Anticoncepção p ArA Adolescentes.....................................................................................9 rogério bonAssi mAcHAdo resumo.................................................................................................................................................................
palavras-chave: anticoncepção, adolescente, aconselhamento, estrogênios, progestinas, dispositivos intrauterinos. 10the knowledge of different options and their access. Age alone does not contrain-dicate any contraceptive method. Adolescents, on the other hand, have a greater number of contraceptive options because o...
Key-words: contraception, adolescent, counseling, estrogens, progestins, intrauterine devices. 11por particularidades que envolvem aspectos clínicos, incluindo idade, fatores de risco e doenças associadas. Embora a idade isoladamente não represente contra--indicações aos diferentes contraceptivos, algumas etapas de vi...
Uma vez que as indicações e contra-indicações específicas de cada método contra-ceptivo encontram-se bem estabelecidas por meio dos Critérios de Elegibilidade da Organização Mundial da Saúde2, abordaremos nesse capítulo tópicos de discussão ainda controversos envolvendo a anticoncepção para adolescentes. 12Na adolescê...
A Constituição brasileira, no artigo 226, garante o direito ao planejamento familiar livre de coerção e o Estatuto da Criança e do Adolescente (lei No 8069 de 13-07-90) dispõe claramente sobre questões importantes no atendimento de ado-lescentes que requerem métodos contraceptivos, fundamentados nos direitos...
A Sociedade de Pediatria Brasileira (SBP) junto com a Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) elaboraram documento de que a “prescrição de métodos anticoncepcionais deverá levar em conta a solici-tação dos adolescentes, respeitando-se os critérios médicos de elegibilidade...
Quando se orienta uma adolescente quanto à contracepção, há necessida-de de apresentar todos os métodos disponíveis, incluindo dispositivos intrauterinos (DIUs) e implantes9. Atualmente, as formas mais populares de contracepção em adolescentes são preservativos e o coito interrompido, seguido de pílulas10. Somen-te 3,6...
14Adolescentes entre 15 e 19 anos apresentam menor conhecimento e menor taxa de utilização de métodos contraceptivos e, dessa forma, as mais altas necessidades não atendidas entre todas as faixas etárias11-14. O aconselhamento contraceptivo para adolescentes deve ser holístico, levando em consideração aspectos da saúd...
Identificam-se, ainda, desconhecimento dos benefícios extra-contraceptivos dos anticoncepcionais e mitos em relação ao uso de métodos anticoncepcionais na adolescência (Figura 1)15. 15• Ganho de peso• Requer exame ginecológico para iniciação• São menos eficazes que os preservativos• Requerem pausas a cada dois anos• Af...
16“check-list”, contendo aspectos relevantes na consulta de adolescentes que bus-cam orientação contraceptiva, cujos principais elementos são:AColhiMento• Reforçar a confidencialidade e privacidade• Reconhecer a individualidade da adolescente (é diferente da mulher adulta)• Informar que não há necessidade de exame ...
O Projeto CHOICE mostrou que a taxa de descontinuidade global foi maior entre as adolescentes (14-19 anos de idade) comparada as mulheres adultas (>25 anos de idade)8. Nesse sentido, estudos envolvendo contraceptivos orais combina-dos também mostraram menor continuidade e índice de falha em adolescentes20-22. Entretant...
Os índices de falha dos métodos contraceptivos e suas taxas de continuidade estão expostos na Tabela 117. 19métodos índice de peArlafAlHA de uso (efetividade)acontinuidAdeb (%)nÃo ReveRSÍveiSesterilização Ligadura tubária VasectomiaReveRSÍveiS1. Contracepção hormonal COC POPc Injetáveis combinados Injetáv...
cAnticoncepcional oral só com progestógeno (Progestagen only pill). 20cia do início de vida sexual precoce, uma vez que é possível a concepção nesse período. Entretanto, mesmo após a menarca, a presença de ciclos anovulatórios é bastante comum. Em média, a ovulação ocorre em 50% das adolescentes após 20 episódios menst...
densidAde minerAl ÓsseA (dmo)A supressão gonadotrófica característica dos métodos hormonais determina redu-ção dos níveis estrogênicos endógenos. Entretanto, os contraceptivos hormonais contendo estrogênios tem efeito positivo sobre a DMO, não havendo restrições ao seu uso; contrariamente, propiciam ganho de massa ósse...
AcneA acne é bastante comum entre adolescentes, que frequentemente procuram por contraceptivos para o tratamento. O emprego de contraceptivos orais combina-dos no tratamento da acne baseia-se na possibilidade de haver redução da oferta androgênica à unidade pilo-sebácea e ao bloqueio da atividade androgênica na unidade...
21pirenona ou a clormadinona – cujo efeito é amplificado pela ação direta desses compostos bloqueando o receptor androgênico na unidade pilo-sebácea25. Deve-se considerar, no entanto, que mesmo nessas condições, os efeitos sobre a melhora da acne parecem ser similares ao se utilizar compostos com ciproterona, drospiren...
progestAgênios isolAdosNesse grupo incluem-se as minipílulas (noretisterona, levonorgestrel e linestrenol), a pílula de progestagênio (desogestrel), além do acetato de medroxiprogesterona injetável (AMPd) e implante de etonogestrel. Em todos os compostos o uso é inin-terrupto, sendo o padrão menstrual imprevisível, te...
dispositiVo intrA-uterino (diu) e sistemA intrAuterino de leVonorgestrel (siu-lng)O benefício dos métodos intrauterinos (DIU e SIU) supera os riscos, podendo ser utilizado em adolescentes. Deve-se considerar, no entanto, a maior propensão à expulsão devido a nuliparidade7. condomTem-se recomendado em adolescentes o us...
4. Saito MI, Leal MM, Silva LEV. A confidencialidade no atendimento à saúde de adolescentes: princípios éticos. Pediatria (São Paulo) 1999; 21(2):112-6. 5. Departamentos de Bioética e Adolescência da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Aspectos éticos do atendimento médico do adolescente. Rev Paul Pediatria 1999; 17(2...
8. Sedgh G, Singh S, Hussain R; Intended and unintended pregnancies worldwide in 2012 and recent trends. Stud Fam Plann; 2014;45(3):301-14. 9. Madden T, Allsworth JE, Hladky KJ, Secura GM, Peipert JF. Intrauterine contracep-tion in St. Louis: a survey of obstetrician and gynecologists’ knowledge and attitu-des. Contra...
23https://www.unfpa.org/sites/default/files/pub-pdf/ADOLESCENT%20PREGNANCY UNFPA.pdf. 13. International Conference on Population and Development. Beyond; 2014 Re-view; [cited 2015 Apr 10]. Available from: http://www.unfpa.org/icpd. 14. Chandra-Mouli V, McCarraher DR, Philips SJ, et al. Contraception for adoles-cents in...
17. American academy of pediatrics; Committee on adolescence. Policy statement. Contraception for adolescents. Pediatrics. 2014;134:e1244–e1256. 18. National Institute for Health and Care Excellence. Contraceptive services with a focus on young people up to the age of 25. NICE public health guidance 15, March 2014; [ci...
22. Barnett C, Hagemann C, Dinger J, Do Minh T, Heinemann K. Fertility and com-bined oral contraceptives - unintended pregnancies and planned pregnancies follo-wing oral contraceptive use - results from the INAS-SCORE study. Eur J Contracept Reprod Health Care. 2016 17:1-7. 2424. Gallo MF, Lopez LM, Grimes DA et al.Com...
25mulheres que buscam adicionalmente proteção contraceptiva. Contraindicações: Contraceptivos orais combinados (COCs) não devem ser utilizados na presença das condições listadas abaixo. Se qualquer uma destas condições ocorrer pela primeira vez durante o uso de COCs, a sua utilização deve ser descontinuada imediatamen...
CONTRAINDICAÇÕES: trombose venosa profunda;INTERAÇÕES COM MEDICAMENTOS: antibacterianos/antifúngicos. Janeiro/2017IUMI - drospirenona 3 mg + etinilestradiol 0,02 mg com 24 ou 72 comprimidos revestidos. Uso oral e adulto. Indicações: Contraceptivo oral, com efeitos antimineralocorticoide### APOIOFeDeração brasileira D...
2. Livre Docente, Professora Associada do Departamento de Obstetrícia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP , Brasil. 3. Doutora em Ginecologia e Obstetrícia, Professora Adjunta do Departa-mento de Ginecologia e Obstetrícia da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública da...
7comissão nacional especialiZaDa anticoncepçãomembrosCarlos Alberto Politano Cristina Aparecida Falbo GuazzelliDalton FerreiraJaqueline Neves LubiancaMaria Auxiliadora BudibMarta Curado Carvalho Franco FinottiMilena Bastos BritoSheldon Rodrigo BotogoskiSílvio Antônio FranceschiniTereza Maria Pereira FontesZsuzsanna Il...
Palavras-chave: Anticoncepção; Anticoncepcionais; Trombose; Trombose venosa; Progestinas.
10Modern oral contraceptives offer highly effective contraception and a range of non--contraceptive benefits. Venous thromboembolism, although rare, remains one of the serious adverse effects of hormonal contraception. Studies indicate that venous thromboembolism rates in non-users of reproductive age approximate 4–5/...
11veias profundas, levando à obstrução venosa parcial ou completa, localizando-se, em 80% a 95% dos casos, nas veias dos membros inferiores.(1) A incidência de TVP ocorre em 2/1.000 indivíduos, em ambos os sexos, a cada ano. (2) A embolia pulmonar (EP) representa a principal complicação da TVP . Estima-se que a mor -t...
12Este protocolo consiste na revisão da literatura com o objetivo de oferecer conheci-mento teórico e prático sobre a associação entre o TEV e os métodos contraceptivos hormonais combinados, em particular dos COCs. Os tópicos selecionados relacio-naram-se à fisiologia do sistema de coagulação, aos efeitos dos esteroide...
A base de dados utilizada foi o PubMed, utilizando-se a ferramenta Medical Subject Headings (MeSH), que sugeriu treatment outcome para contraceptivos, contraceptive agents, female ou contraceptive agents, female (pharmacological action), oral contraceptives, combined oral contraceptives e contraceptives,...
133.1. baSeS fiSiológicaS da coagulação Sanguínea O adequado funcionamento do sistema circulatório depende de mecanismos que regulam a manutenção do sangue no estado fluido dentro do compar -timento vascular, permitindo a perfusão adequada a todos os territórios do organismo. Quando ocorre uma lesão vascular, para evi...
faSe 3 - finalização do proceSSo de coagulação por meio de mecaniSmoS de controle antitrombóticoSEm condições fisiológicas, não há formação e deposição de fibrina no in-travascular em decorrência das propriedades anticoagulantes do endotélio, do estado inativo das proteínas plasmáticas envolvidas que circulam como pr...
16figura 1Modelo esquemático da “cascata da coagulação”A trombose venosa profunda (TVP) caracteriza-se pela formação de trom-bos dentro de veias profundas, com obstrução parcial ou oclusão, ocorrendo em 80% a 95% das vezes nos membros inferiores. Pode afetar também os braços, as veias esplâncnicas e o cérebro. O tromb...
Os sinais de alerta relacionados ao quadro clínico da TVP incluem dor e inchaço na perna, ocorrendo também vermelhidão na panturrilha e empas-tamento muscular (sinal da bandeira, devido à rigidez na musculatura onde ocorreu o trombo).
embolia pulmonar (ep): a EP sintomática pode trazer dispneia, dor to-rácica e hipotensão sustentada (ocorre em 30% a 40% dos pacientes sem outra causa identificada). A taxa de sobrevivência para pacientes com EP é pior do que a de TVP , com morte súbita em 25% dos casos atendidos, o que pode ser reduzido a 15% com a ...
O etinilestradiol (EE) induz alterações no sistema de coagulação, ten-do como resultado final aumento na formação de trombina. Os efeitos dos progestagênios sobre os fatores da coagulação são discutíveis(17) (B),(18) (D), acredita-se que exerçam discreta atuação em conjunto com o etinilestradiol, demonstrando pequenas ...
Vale lembrar que os COCs provocam alterações em quase todos os níveis plasmáticos das proteínas na coagulação e na fibrinólise. Estas altera-ções tanto podem ser sinérgicas como antagônicas, o que de certa forma contribui para um efeito pró-coagulante pouco pronunciado.22-25 (B) (26) (A) Os avanços na investigação ...
Outro aspecto importante observado foi o maior risco nos primeiros meses de uso da pílula combinada, que decai conforme o uso. (39) (B) Atual-mente não se recomenda interrupção temporária no uso de contraceptivos hormonais combinados, pois a cada reinício de uso do método, o risco de tromboembolismo é maior.
por outro lado, existem vários estudos mais recentes que não têm observado o aumento de risco de eventos tromboembólicos em usuárias da associação etinilestradiol e drospirenona.(42,43) (b) (44) (a) Uma das grandes questões na avaliação da frequência de riscos de eventos tromboembólicos é a quali...
Dessa forma, ao se tentar aprimorar a avaliação, estudou-se, na Áus-tria, população com ajuste de riscos de tromboembolismo venoso e de casos clinicamente confirmados, entre não-usuárias de contraceptivo hormonal oral combinado (risco relativo 1), usuárias de pílulas combinadas contendo gesto-deno (RR 3,39...
Em revisão sistemática, avaliando métodos contraceptivos hormonais não orais e fenômenos tromboembólicos arteriais e venosos, foram encontra-dos apenas oito estudos comparando-os com pílulas combinadas com levonor-gestrel ou norgestimato que preencheram os critérios para avaliação. Destes, sete envolvendo o adesivo t...
Ao se analisar o risco de TEV em usuárias de pílulas sob a forma do risco absoluto, observa-se que o TEV representa doença de baixa incidência como um todo, a despeito das diferenças observadas no risco relativo. Do mesmo modo, a análise do risco atribuível, na qual se verifica o número de casos que o COC acr...
28oral combinado?O desenvolvimento de trombose venosa ocorre na maioria das vezes com a convergência de fatores genéticos e fatores de risco adquiridos, como idade, puerpério, cirurgia de grande porte, viagem prolongada, uso de anticoncep-cionais hormonais combinados, fumo, obesidade e outros.(56) (A) A trombofilia le...
• O risco tromboembólico deve-se fundamentalmente ao componente estrogênico, sendo considerado um efeito de classe farmacológica dos COCs.
• As pequenas diferenças entre os estudos não permitem distinguir maior risco de TEV entre as formulações contraceptivas combinadas, particularmente entre o progestagênio utilizado e a natureza do estrogênio. • Não há indicação para o rastreamento laboratorial de trombofilias antes da pres-crição de contraceptivos. • A...
32C, Schunemann HJ, Crowther M, Pauker SG, Makdissi R, Guyatt GH; American Col-lege of Chest Physicians. Diagnosis of DVT: Antithrombotic Therapy and Prevention of Thrombosis, 9th ed: American College of Chest Physicians Evidence-Based Clini-cal Practice Guidelines. Chest. 2012;141(2 Suppl):e351S-418S. 2. McManus RJ, F...
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