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3644. Seeger JD, Loughlin J, Eng PM, Clifford CR, Cutone J, Walker AM. Risk of throm-boembolism in women taking ethinylestradiol/drospirenone and other oral contra-ceptives. Obstet Gynecol. 2007;110(3):587-93. 45. Dinger JC, Heinemann LA, Kühl-Habich D. The safety of a drospirenone-contai-ning oral contraceptive: final...
48. Jick SS, Hagberg KW, Hernandez RK, Kaye JA. Postmarketing study of ORTHO EVRA and levonorgestrel oral contraceptives containing hormonal contraceptives with 30 mcg of ethinyl estradiol in relation to nonfatal venous thromboembolism. Contraception 2010;81(1):16-21. 49. Lidegaard O, Nielsen LH, Skovlund CW, Løkkegaar...
52. Reid RL. Oral contraceptives and venous thromboembolism: pill scares and pu-blic health. J Obstet Gynaecol Can 2011;33:1150-5. 37p.103-119. 54. Machado RB, Morimoto M, Santana N, Arruda LF, Bernardes CR, de Souza IM. Effect of information on the perception of users and prospective users of combined oral contracepti...
59. Vagdatli E, Serafimidou O, Pantziarela E, Tsikopoulou F, Mitsopoulou K, Papoutsi A. Prevalence of thrombophilia in asymptomatic individuals with a family history of thrombosis. Hippokratia. 2013;17(4):359-62. 60. Wu O, Robertson L, Twaddle S, Lowe GD, Clark P , Greaves M, et al. Screening for thrombophilia in high-...
61. Wu O, Greer IA. Is screening for thrombophilia cost-effective? Curr Opin Hema-tol 2007;14:500–3. 62. Brynhildsen J. Combined hormonal contraceptives: prescribing patterns, com-pliance, and benefits versus risks. Ther Adv Drug Saf.2014;5(5):201-1363. Cosmi, B., Legnani, C., Bernardi, F., Coccheri, S. and Palareti, G...
Alex Bortotto GarciaVice-PresidenteRegião Centro-OesteFlavio Lucio Pontes IbiapinaVice-PresidenteRegião NordesteHilka Flávia Barra do E. SantoVice-PresidenteRegião NorteAgnaldo Lopes da Silva FilhoVice-PresidenteRegião SudesteMaria Celeste Osório WenderVice-PresidenteRegião SulCésar Eduardo FernandesPresidenteCorintio ...
1ª Etapa è Avaliação “global” da gestação• Gestação (nº fetos)a. Únicab. Gemelar ou múltipla (documentar placentação e corionicidade)• Posição espacial do fetoa. Situaçãob. Apresentaçãoc. Dorso• Placentação• Medida do colo uterino (preferencialmente, pela via vaginal)2ª Etapa è Avaliação do “território fetal”(*) pa...
*Este protocolo foi validado pelos membros da Comissão Nacional Especializada em Ultrassonografia em GO e referendado pela Diretoria Executiva como Documento Oficial da Febrasgo. Protocolo Febrasgo de Obstetrícia nº 78, acesse: https://www.febrasgo.org.br/protocolos4Protocolos Febrasgo | Nº78 | 2018• Diâmetro Bi...
PresidenteEduardo Sérgio Valério Borges da FonsecaVice-PresidentePaulo Roberto Nassar de CarvalhoSecretárioEduardo de SouzaMembrosEvaldo Trajano de Souza Silva FilhoInessa Beraldo de Andrade BonomiJoão Félix DiasJose Maria de Andrade LopesMario Henrique Burlacchini de CarvalhoMaria Amélia de Rolim RangelNarcizo Leopold...
IntroduçãoA prematuridade permanece, nos dias atuais, como sério problema perinatal, sendo responsável por aproximadamente 75% de toda morbidade e mortalidade neonatais. A Organização Mundial da Saúde, em 1961, avaliando o desfecho neonatal em função da ida-de gestacional de/f_i niu o pré-termo como o nascido com men...
BetamiméticosRevisão sistemática da Biblioteca Cochrane (com 20 estudos, sen-do que 12 desses envolvem 1.367 casos em que as drogas foram comparadas com placebo), a respeito do uso de betamiméticos para inibir o trabalho de parto prematuro, concluiu que esses medica-mentos são úteis em retardar o nascimento por tempo ...
7Souza E, Fava JL, Musiello RB, Camano LProtocolos Febrasgo | Nº29 | 2018Dose de ataque: adicionar 5 ampolas em 500mL de soro glico-sado a 5%; iniciar com 10-20 gotas/minuto, endovenoso, e ob-servar a tolerância da paciente; manter o pulso materno abaixo de 120 bpm e os batimentos cardíacos fetais abaixo de 180bpm...
8Trabalho de parto prematuro: uso racional da tocóliseProtocolos Febrasgo | Nº29 | 2018de parto prematuro também foi estudado em revisão sistemática da Biblioteca Cochrane (em 38 estudos, incluindo 3.550 pacien-tes). Observou-se que esses agentes (principalmente a nifedipina), quando comparados ao placebo ou a outr...
Esquema terapêutico sugerido para uso da nifedipinaDose de ataque: 1 cápsula de 10mg, via oral, a cada 20 minutos, até ser observada a e/f_i cácia, utilizando-se no máximo 3 cápsulas em uma hora. Dose de manutenção: 1 comprimido de 20mg a cada 8 horas, durante 48 horas. Não utilizar em gestantes cardiopatas ou hiperte...
Antagonistas de receptores de ocitocinaRevisão sistemática da Biblioteca Cochrane (com 14 estudos en-volvendo 2485 pacientes), a respeito do uso dos antagonistas de receptores de ocitocina (principalmente o atosiban), para inibir o trabalho de parto prematuro, não conseguiu demonstrar qualquer superioridade do fármaco ...
Fase 1: infusão em um minuto, via endovenosa, de um frasco de 0,9mL. Fase 2: dois frascos de 5mL são adicionados em 90mL de soro (glicosado, /f_i siológico ou Ringer lactato), realizando-se infusão de 24mL/hora, durante três horas; portanto, são infundidos, nesse período, 72mL. O restante (28mL) é injetado 8mL/hora po...
É notório que a preferência no uso de tocolíticos recaia, prin-cipalmente, sobre a nifedipina e o atosiban. A terbutalina tem sido abandonada pela maioria dos serviços devido aos frequentes e por vezes graves efeitos colaterais, por conseguinte, gerando interrup-ção do tratamento e aumentando os riscos da ocorrência d...
11Souza E, Fava JL, Musiello RB, Camano LProtocolos Febrasgo | Nº29 | 2018da idade gestacional, associada àavaliação materna e fetal qua-li/f_i cada, visto que podem ocorrer efeitos adversos (B). 3. O objetivo primordial da tocólise é postergar o parto por tem-po su/f_i ciente (48-72 horas) para transferir a paci...
4. Entre os principais agentes tocolíticos na atualidade, destacam-se a nifedipina e o atosiban. A e/f_i cácia dessas drogas é muito se-melhante, não sendo possível destacar recomendação unânime a uma delas. A terbutalina, apesar de possuir efeito tocolítico reconhecido, associa-se a múltiplos efeitos colaterais (A). ...
2. Tedesco RP , Passini R Jr, Cecatti JG, Camargo RS, Pacagnella RC, Sousa MH. Estimation of preterm birth rate, associated factors and maternal morbidity from a demographic and health survey in Brazil. Matern Child Health J. 2013 Nov;17(9):1638–47. 3. Giles W, Bisits A. Preterm labour. The present and future of tocoly...
12Trabalho de parto prematuro: uso racional da tocóliseProtocolos Febrasgo | Nº29 | 20187. Olson DM, Christiaens I, Gracie S, Yamamoto Y, Mitchell BF. Emerging tocolytics: challenges in designing and testing drugs to delay preterm delivery and prolong pregnancy. Expert Opin Emerg Drugs. 2008 Dec;13(4):695–707. 8. D...
11. Flenady V, Reinebrant HE, Liley HG, Tambimuttu EG, Papatsonis DN. Oxytocin receptor antagonists for inhibiting preterm labour. Cochrane Database Syst Rev. 2014 Jun;(6):CD004452. 12. Cabar FR, Bittar RE, Gomes CM, Zugaib M. [Atosiban as a tocolytic agent: a new proposal of a therapeutic approach]. Rev Bras Ginecol O...
PresidenteSamira El Maerrawi Tebecherane Haddad Vice-presidenteGabriel Costa OsananSecretáriaRoxana KnobelMembrosAdriano Bueno TavaresCarla Betina Andreucci PolidoCláudia Garcia MagalhãesFrancisco Edson de Lucena FeitosaGabriel Costa OsananHumberto Sadanobu HirakawaMarcelo Guimarães RodriguesMary Angela ParpinelliRodri...
Introdução A parada cardiorrespiratória (PCR) é de/f_i nida como a cessação da atividade mecânica do coração e con/f_i rmada pela ausência de sinais de circulação.(1,2) A ressuscitação cardiopulmonar realizada adequa-damente é um fator importante para o retorno da atividade cardía-ca e a sobrevida dos acometidos.(1)...
Quadro 1. Causas mais comuns de PCR na gestanteLetra Causa EtiologiaA Anestesia (complicações anestésicas) Bloqueio altoHipotensãoVia aérea obstruídaDepressão respiratóriaToxicidade de anestésicos locaisAcidentes (traumas) Traumas SuicídioB Bleeding (sangramento) CoagulopatiaAtonia uterinaPlacenta acretaDescolamento pr...
T – Toxinas, Tamponamento Cardíaco, Tensão (pneumotórax hipertensivo), Trombose coronariana (Infarto), Trombose Pulmonar H Hipertensão Pré-eclâmpsiaEclâmpsiaSíndrome HELLPFonte: Jeejeebhoy F, Windrim R. Management of cardiac arrest in pregnancy. Best Pract Res Clin Obstet Gynaecol. 2014;28(4):607-18.(9)DiagnósticoO ráp...
6Parada cardiorrespiratória na gestaçãoProtocolos Febrasgo | Nº110 | 2018ou com respiração agônica e sem pulso.(1,7) ManejoAção imediata é fundamental, já que a condução inicial modi/f_i ca o prognóstico. O atendimento deve sempre ser integral e padroniza-do.(9) Apesar de haver dois potenciais pacientes envolvido...
Intervenções obstétricas para paciente com útero evidentemente grávido (acima da cicatriz umbilical): - Descomprimir a cava afastando manualmente o útero para a esquerda; - Retirar aparelhos de monitorização fetal (Durante toda a reanimação, avaliação fetal não deve ser realizada, pois a vitalidade fetal não modi/f_i...
9Knobel R, Katz L, Haddad SMProtocolos Febrasgo | Nº110 | 2018ção da paciente colocando-a em decúbito dorsal com a cabeça em ligeiro declive (Trendelemburg), com membros inferiores elevados (para facilitar o retorno venoso) e, se o útero estiver acima da cica-triz umbilical, um membro da equipe de reanimação deve ...
10Parada cardiorrespiratória na gestaçãoProtocolos Febrasgo | Nº110 | 2018não conseguiu retorno ao ritmo sinusal com medidas de reani-mação habituais, é aconselhável preparar para cesárea perimor-tem (CPM) enquanto a reanimação continua. A recomendação é baseada na possibilidade da compressão aortocava causada pel...
Recomendações /f_i naisNas mulheres que reassumem ritmo cardíaco e as compressões não são mais necessárias, manter em decúbito lateral esquerdo para mi-nimizar compressão aortocava (mesmo após cesariana). Cuidados intensivos e especializados são necessários após a recuperação da 11Knobel R, Katz L, Haddad SMProtocolo...
13. Jeejeebhoy FM, Zelop CM, Lipman S, Carvalho B, Joglar J, Mhyre JM, et al. Cardiac Arrest in Pregnancy. Circulation. 2015;132(18):1747-73. 14. Link MS, Berkow LC, Kudenchuk PJ, Halperin HR, Hess EP , Moitra VK, et al. Part 7: Adult advanced cardiovascular life support: 2015 American Heart Association guidelines upda...
Quadro 1. Fatores associados as disfunções sexuais femininasCondições médicas Diabetes, hipertensão arterial, tireoidopatias, neuropatias, dor pélvica crônica, depressão, ansiedade, hipoestrogenismo, hiperprolactinemia, hipoandrogenismoMedicamentos Benzodiazepínicos, antidepressivos tricíclicos, inibidores da recapta...
Aspectos geraisO tratamento das DSFs deve ser direcionado para o distúrbio primário identificado pela mulher. A educação sexual é o primei -ro passo no tratamento de qualquer queixa sexual ou disfunção. Inicia-se com a explicação sobre a anatomia e o funcionamento normativo da resposta sexual.(1) As medidas educativas ...
Protocolos Febrasgo | Nº11 | 2018E Ensinar sobre a resposta sexualO Orientar sobre a saúde sexualP Permitir e estimular o prazer sexual (E) Ensinar sobre a resposta sexualNeste nível, o médico esclarece à paciente sobre as três fases princi-pais fases da resposta sexual: desejo, excitação e orgasmo. Desejo sexual:...
Protocolos Febrasgo | Nº11 | 2018e não planejada. Discutir métodos anticoncepcionais.
(P) Permitir e estimular o prazer sexual É histórica a repressão sexual feminina tanto social como religio -sa,(13,14) o que pode gerar disfunção sexual. Como estratégia para lidar com a repressão sexual, podem ser utilizados os seguintes argumentos:(15) o sexo é uma função biológica importante para o bem-estar físico...
Protocolos Febrasgo | Nº11 | 2018(Grau de recomendação A).(17,24) Revisões sistemáticas recentes(24-26) sobre o assunto evidenciam que: • A aplicação de testosterona (T) transdérmica é efetiva no tra -tamento do DSH em mulheres na pós-menopausa (Grau de evidência A), bem como para mulheres nos últimos anos da men...
No momento, nenhuma preparação para a terapia com T foi licenciada pela Federal Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos da América (EUA). No Brasil, não há formulação disponí -vel pela ANVISA, e toda a prescrição de T é off-label. Prescrições possíveis: uma dose de 300 µg/dia em adesivos colados na pele do abdome...
Tratamento não hormonalO uso potencial de medicamentos do SNC para tratar a DSF surge de estudos laboratoriais e clínicos que sugerem o papel de alguns neurotransmissores na ativação e/ou desativação de áreas cere -brais que afetam a resposta sexual: 11Lara LA, Lopes GP , Scalco SC, Vale FB, Rufino AC, Troncon JK, et a...
Protocolos Febrasgo | Nº11 | 2018antagonista do receptor 2A (5HT-2A) e tem atividade agonista parcial sobre os receptores de dopamina (D4). O mecanismo de ação dá-se pelo aumento da liberação de noradrenalina e dopamina e diminuição de serotonina no córtex cerebral, res -taurando o controle do córtex pré-frontal s...
• Buspirona é um medicamento ansiolítico agonista dos recep-tores 5-H1A, também, tem mostrado efeitos pró-sexuais.(32) Técnicas de abordagem psíquica do desejo sexual hipoativoEm geral, as abordagens psicológicas mais promissoras para tra -tar o DSH incorporam elementos da Terapia Sexual (TS), Terapia Comportamental C...
Terapia sexual A terapia sexual (TS) é uma forma especializada e breve de terapia que é projetada para ajudar a mulher e o parceiro com problemas sexuais pertinentes a questões relacionais, monotonia da vida conjugal, dificuldade de comunicação e falta de intimidade com o parceiro.(33) Em geral, inclui prescrições de ...
Protocolos Febrasgo | Nº11 | 2018evitando tocar a genitália (FS 1). Quando a mulher não sente mais desconforto com o toque no corpo, a/o mulher/casal é liberada(o) para o toque genital (FS 2) e, finalmente, para as relações sexuais. A terapia de FS, também, pode ser aplicada mais às mulheres em um modelo individua...
Protocolos Febrasgo | Nº11 | 2018sexual. Quando a disfunção de excitação está associada ao resseca-mento vaginal na peri e pós-menopausa, a TH tópica pode resolver a queixa.(38) Segue: • Terapia Estrogênica Local : creme de estrogênio conjugado 0,625 mg/g; creme de estradiol 100 mcg/g, creme de estriol 1 mg e pro...
Tratamento da disfunção do orgasmoO primeiro passo no tratamento da anorgasmia é o esclarecimen -to da paciente (se possível, o casal) sobre a compreensão realista do que é o orgasmo, trabalhando antes suas expectativas (muitas vezes irreais), assim como o início e a evolução da dificuldade. É preciso informar sobre a ...
Protocolos Febrasgo | Nº11 | 2018aconteça orgasmo. (46,47) É imprescindível avaliar se o bloqueio do orgasmo é induzido pelo uso de medicamentos, tais como anti -depressivos ou abuso de drogas e/ou se há presença de doenças vasculares, neuropáticas, reumatológicas, entre outras, anorgas -mia induzida por doença. A...
18Tratamento das disfunções sexuais no consultório do ginecologistaProtocolos Febrasgo | Nº11 | 2018doença sexualmente transmissível, atrofia vaginal, endometriose, entre outras. É fundamental abordar a causa subjacente e realizar o tratamento de acordo com a etiologia. No caso de desconhecimen-to da origem da dis...
Protocolos Febrasgo | Nº11 | 2018tada (Grau de recomendação B); antidepressivos tricíclicos, como amitriptilina ou nortriptilina; gabapentina e pregabalina, que, as -sociados, podem ser considerados como terapia adjuvante em adi -ção a um antidepressivo tricíclico (Grau de recomendação B). Nos casos refratários, p...
Recomendações finais• O tratamento das DSF consiste principalmente na educação e na terapia sexual (bases na TCC), podendo ser individual e de casal, associando ou não medicações. • As abordagens psicológicas mais promissoras para tratar o de-sejo sexual hipoativo incorporam elementos de terapia sexual, TCC e interve...
• O tratamento do vaginismo é baseado na técnica de dessensi -bilização sistemática, podendo combinar fisioterapia do asso -alho pélvico. Referências1. Bachmann G. Female sexuality and sexual dysfunction: are we stuck on the learning curve? J Sex Med. 2006;3(4):639–45. 21Lara LA, Lopes GP , Scalco SC, Vale FB, Rufino ...
6. Kratochvíl S. [Vaginal contractions in female orgasm]. Cesk Psychiatr. 1994;90(1):28–33. 7. Georgiadis JR, Kortekaas R, Kuipers R, Nieuwenburg A, Pruim J, Reinders AA, et al. Regional cerebral blood flow changes associated with clitorally induced orgasm in healthy women. Eur J Neurosci. 2006;24(11):3305–16. 8. Ishak...
11. O’Connell HE, Sanjeevan KV, Hutson JM. Anatomy of the clitoris. J Urol. 2005;174(4 Pt 1):1189–95. 12. Perlis RH, Laje G, Smoller JW, Fava M, Rush AJ, McMahon FJ. Genetic and clinical predictors of sexual dysfunction in citalopram-treated depressed patients. Neuropsychopharmacology. 2009;34(7):1819–28. 13. Ruether R...
17. Kingsberg SA, Althof S, Simon JA, Bradford A, Bitzer J, Carvalho J, et al. Female Sexual Dysfunction-Medical and Psychological Treatments, Committee 14. J Sex Med. 2017;14(12):1463–91. 18. Dennerstein L, Dudley E, Burger H. Are changes in sexual functioning during midlife due to aging or menopause? Fertil Steril. 2...
22. Achilli C, Pundir J, Ramanathan P , Sabatini L, Hamoda H, Panay N. Efficacy and safety of transdermal testosterone in postmenopausal women with hypoactive sexual desire disorder: a systematic review and meta-analysis. Fertil Steril. 2017;107(2):475-482.e15. 23. Wierman ME, Arlt W, Basson R, Davis SR, Miller KK, Mur...
26. Shifren JL, Davis SR. Androgens in postmenopausal women: a review. Menopause. 2017;24(8):970–9. 27. Apperloo M, Midden M, van der Stege J, Wouda J, Hoek A, Weijmar Schultz W. Vaginal application of testosterone: A study on pharmacokinetics and the sexual response in healthy volunteers. J Sex Med. 2006;3(3):541–9. 2...
30. Segraves RT, Clayton A, Croft H, Wolf A, Warnock J. Bupropion sustained release for the treatment of hypoactive sexual desire disorder in premenopausal women. J Clin Psychopharmacol. 2004;24(3):339–42. 31. Bossini L, Casolaro I, Koukouna D, Cecchini F, Fagiolini A. Off-label uses of trazodone: a review. Expert Opin...
23Lara LA, Lopes GP , Scalco SC, Vale FB, Rufino AC, Troncon JK, et al. Protocolos Febrasgo | Nº11 | 2018diagnosed with hypoactive sexual desire disorder. J Sex Med. 2005;2(6):801–18. 37. Nelson AL, Purdon C. Non-erotic thoughts, attentional focus, and sexual problems in a community sample. Arch Sex Behav. 2011;40(...
41. Nurnberg HG, Hensley PL, Heiman JR, Croft HA, Debattista C, Paine S. Sildenafil treatment of women with antidepressant-associated sexual dysfunction: a randomized controlled trial. JAMA. 2008;300(4):395–404. 42. Dasgupta R, Wiseman OJ, Kanabar G, Fowler CJ, Mikol D. Efficacy of sildenafil in the treatment of femal...
45. Korda JB, Pfaus JG, Goldstein I. Persistent genital arousal disorder: a case report in a woman with lifelong PGAD where serendipitous administration of varenicline tartrate resulted in symptomatic improvement. J Sex Med. 2009;6(5):1479–86. 46. Ishak WW, Bokarius A, Jeffrey JK, Davis MC, Bakhta Y. Disorders of orgas...
49. Nairne KD, Hemsley DR. The use of directed masturbation training in the treatment of primary anorgasmia. Br J Clin Psychol. 1983;22(Pt 4):283–94. 50. Cobin RH, Goodman NF; AACE Reproductive Endocrinology Scientific Committee. Committee, American Association of Clinical Endocrinologists and American College of Endoc...
24Tratamento das disfunções sexuais no consultório do ginecologistaProtocolos Febrasgo | Nº11 | 2018Vulvovaginal Disease (ISSVD); International Society for the Study of Women’s Sexual Health (ISSWSH); International Pelvic Pain Society (IPPS). 2015 ISSVD, ISSWSH, and IPPS Consensus Terminology and Classification of ...
marta francis benevides rehme1zuleide cabral2,3 1. Universidade Federal do Paraná, UFPR, Curitiba, PR, Brasil. 2. Faculdade de Medicina de Várzea Grande, Várzea Grande, MT, Brasil. 3. Faculdade de Medicina de Cacoal, Cacoal, RO, Brasil.
resumo A presença de pacientes adolescentes tem sido uma situação cada vez mais frequen-te nos consultórios dos ginecologistas. Entre os motivos de consulta destacam-se: avaliação de rotina do desenvolvimento da puberdade, problemas relacionados aos ciclos menstruais, cólicas, corrimento, desejo de contracepção. Obter ...
Palavras-chave: Adolescente; Contracepção; Ética 10ces. Among the reasons for consultation are: routine evaluation of the development of puberty, problems related to menstrual cycles, cramps, discharge, desire for con-traception. Obtaining the confidence of the adolescent is the greatest challenge that the professiona...
Keywords: Adolescence; Contraception; Teenagers 11 anamnese transcorra de maneira satisfatória. • indagações sobre sexualidade nem sempre são bem aceitas pela paciente, principalmente por aquelas que vêm acompanhadas, cuja mãe se adianta para dizer que “o médico pode falar o que quiser porque a paciente não ...
• em adolescentes que tiveram menarca e são virgens, o exame ginecológico deve ser incentivado, mas pode ser protelado, caso a adolescente esteja sem queixas ginecológicas e sinta-se desconfortável de ser examinada na sua primeira visita ao ginecologista.
• adolescentes sexualmente ativas devem ser submetidas a exame ginecológico, salvo raras exceções, visando à pesquisa de infecções de transmissão sexual. 12A presença de pacientes adolescentes tem sido uma situação cada vez mais fre-quente nos consultórios dos ginecologistas. O estabelecimento da relação mé-di...
Estas diferenças em parte são explicadas pelas mudanças anatômicas que o processo de amadurecimento cerebral passa durante a adolescência. No início da adolescência há uma quantidade menor de bainha de mielina nas regiões pré-fron-tais com diminuição das sinapses nervosas, o que explica porque o processament...
quais os motiVos de consulta ginecológica na adolescência?Entre os motivos de consulta mais frequentes observamos: avaliação de rotina do desenvolvimento da puberdade, problemas relacionados aos ciclos menstruais, cólicas, corrimento, desejo de contracepção.(1-3) Embora as situações clínicas sejam do conhe...
Fonte: Duncan RE, Vandeleur M, Derks A, Sawyer S. Confidentiality with adolescents in the medical setting: what do parents think? J Adolesc Health. 2011; 49(4):428-30.(9) tóPicosPorcentagem de Pais que gostariam de ser informados %Depressão/outros problemas de saúde mentalDesordens alimentaresUso de drogas (outras fora...
• A mãe resolve que está na hora de consultar, marca a consulta e depois comu nica à filha, que não consegue exercer sua autonomia. Logo, essa adolescente vai à consulta contra a sua vontade. • A adolescente quer consultar o ginecologista, mas sua mãe insiste em estar presente na sala de consulta, alegando ...
A consulta transcorre com restrição, pois o profissional não sabe até que ponto vai o relacionamento mãe-filha. • A adolescente vai ser consultar sem o conhecimento da mãe, o que deixa o ginecologista desconfortável pelos aspectos ético-legais da consulta em menores de idade. Independentemente da si...
Sugerimos aproveitar o momento do primeiro encontro para perguntar quais são suas dúvidas e expectativas com relação à consulta ginecológica. Com um pouco de tato, podemos quebrar o gelo, falando sobre a importância deste primeiro contato, e que o objetivo principal neste momento é que ela conheça o profiss...
Uma das maiores dificuldades na anamnese é abordar assuntos ligados à sexualidade, uma vez que estamos frente a pacientes menores de idade, o que gera preocupação aos profissionais sobre aspectos ligados ao sigilo e privacidade.
(10) Perguntas sobre vida sexual na presença da mãe são consideradas não apro-priadas. O fato de a mãe entrar junto e dizer que “o relacionamento delas é óti-mo” não sinaliza positivamente que ela tenha pleno conhecimento da vida sexual da sua filha. A menos que a adolescente fale espontaneamente que o motivo da cons...
Uma vez que tenhamos um momento a sós com a adolescente, os aspectos de sigilo devem ser abordados, garantindo a confidencialidade. Essa informação é muito importante, já que as adolescentes se sentem inseguras, principalmente quando o ginecologista foi escolhido pela sua mãe. Ao ser tranquilizada que o sigilo será pre...
Exame das mamas e orientação sobre forma e tamanho (caso seja questio-nado pela adolescente). Muitas vezes elas indagam sobre o momento ideal para serem submetidas a procedimentos mamários (redução e/ou prótese). O exame ginecológico na adolescente que já menstrua e não apresenta ne-nhuma queixa n...
Todos os dados coletados na anamnese e exame físico devem ser cuidado-samente registrados, inclusive o dado se a vida sexual é mantida em segredo para evitar quebra inadvertida de sigilo numa conversa com a mãe. Nas consultas sub-sequentes, nas adolescentes que eram virgens na primeira consulta, é importante sempre per...
3. Rosa e Silva AC. Semiologia ginecológica na infância e adolescência. In: Reis RM, Junqueira FR, Rosa e Silva AC. Ginecologia da infância e adolescência. São Paulo: Editora Artmed; 2012. p.35-46. 4. World Health Organization (WHO). Adolescent health [Internet]. Geneva: WHO; c2017. cited 2017 Jan 22]. Available from: ...
7. Santrock JW. Adolescência. 14a ed. Porto Alegre: AMGH; 2014. 8. McKee MD, O’Sullivan LF, Weber CM. Perspectives on confidential care for ado-lescent girls. Ann Fam Med. 2006; 4(6):519-26. 9. Duncan RE, Vandeleur M, Derks A, Sawyer S.Confidentiality with adolescents in the medical setting: what do parents think? J A...
11. World Health Organization (WHO). Adolescent reproductive health: What ne-eds to be done to promote the sexual and reproductive health of adolescents and to prevent adolescent mothers and their babies from dying in pregnancy? [Internet]. Geneva: WHO; c2017. cited 2017 Jan 22]. Available from: http://www.who.int/mate...
3. Universidade Federal do Paraná, UFPR, Curitiba, PR, Brasil. resumo Diversas são as situações conflituosas vivenciadas pelos ginecologistas ao atende-rem as adolescentes, em que as normas estabelecidas se revelam insuficientes para responder com clareza a algumas interrogações éticas, desafiando e, por vezes, confund...
Palavras-chave: Adolescente; Sexualidade; Contracepção; Aspectos éticos e legais 23to adolescents, where established norms prove insufficient to respond with clarity to some ethical questions, challenging and sometimes confusing decision-making. There are also conflicts of interest between them and their parents and/...
Keywords: Adolescent; Sexuality; Contraception; Ethical and legal aspects 24 tência em saúde a crianças e adolescentes, existem ainda muitas dificulda- des para aplicar e interpretar adequadamente as leis específicas, principal- mente quando o assunto é sexualidade e reprodução. • a confidencialidade, a priv...
• a prescrição, orientação ou manutenção do sigilo de atividade sexual de adolescente com menos de 14 anos, se não for verificado abuso, explora- ção sexual ou outro tipo de situação pessoal ou social que afete ou possa afetar negativamente a adolescente e desde que essa tenha consciência de seus atos e...
25lescence foi usada na língua inglesa pela primeira vez em 1430 e referia-se à faixa etária dos 14 aos 21 anos para homens e dos 12 aos 21 anos para as mulheres.(1) A adolescência é definida como a fase de transição entre a infância e a ida-de adulta, possui características biológicas, psicológicas e sociai...
(6) Somam-se ainda as dificuldades de alguns serviços de saúde e educação em assegurar os direitos sexuais e reprodutivos dessa clientela. Estes fatos descritos relacionam-se com vários fatores, como, por exemplo, as próprias divergências dos marcos legais que definem a adolescência ou o que significa ser u...
As visões jurídicas sobre a capacidade do adolescente com relação à sua responsabilidade e autonomia têm gerado inúmeras interpretações quando se trata do exercício da sua sexualidade, ocasionando incertezas, nos profissionais envolvidos no atendimento ginecológico da adolescente, referentes aos princípios éticos: conf...
O Código de Ética Médica em seu artigo 74 o estabelece que é proibido“ revelar segredo profissional referente à paciente menor de idade, inclusive a seus pais ou responsáveis legais, desde que o menor tenha capacidade de avaliar seu problema e de conduzir-se por seus próprios meios para solucioná-lo, salvo q...
Fica claro ainda que tanto o código civil como o penal não atendem mais à necessidade da sociedade contemporânea e, como avanço nesse processo, destaca--se a Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento realizada no Cairo em 1994, onde discutiu-se pela primeira vez a sexualidade em um sentido ...
28bro de 2002, o Fórum de Debates sobre Adolescência, Contracepção e Ética. Partici-param desse fórum profissionais da área médica, pediatras e ginecologistas, profis-sionais da área da justiça, juízes e advogados e profissionais da saúde pertencentes às Comissões de Bioética. As conclusões foram elaboradas a partir d...
29exame físico, onde são reconhecidas sua autonomia e individualidade. a confidencialidade é direito do adolescente, reconhecido no artigo 103 do código de ética médica. a quebra do sigilo, também prevista no mesmo artigo, deverá ser realizada com o conhecimento do adolescente, mesmo que sem sua anuência. o adolescente...
em relação à prescrição de anticoncepcionais para menores de 14 anos, a presunção de estupro deixa de existir, frente à informação que o profissional possui de sua não ocorrência, devendo ser consideradas todas as medidas cabíveis para melhor proteção da saúde do adolescente (eca), o que retira qualquer possibilidade d...
quadro 1. diretrizes adolescência, anticoncepção e ética, 2003. Fonte: Saito MI, Leal MM. Aspectos éticos da contracepção na adolescência. Rev Assoc Med Bras. 2003; 49(3):225-43.(16)30MEDLINE, via PubMed, e SciELo, via BIREME. Foram utilizadas as seguintes pala-vras-chave: adolescente, sexualidade, contracepção, lei, ...
31Cincunstâncias nas quais os responsáveis não autorizam que a adolescente seja atendida sozinha, a realizar exames necessários para seu tratamento ou a levam, contra a sua vontade, para constatação de virgindade. O atendimento médico à adolescente, em especial o atendimento ginecológico, precisa assegurar maior pri-v...
O CFM emitiu o Parecer nº 2.797/1998, sobre o controle das DSTs na popu-lação adolescente e da realização de testes sorológicos. Rege o referido artigo que após a avaliação do discernimento do adolescente à realização de um exame anti--HIV, fica restrita à sua vontade, assim como a participação do resultado ...
33A adolescente é atendida sozinha e menciona alguma informação que justifica a quebra de sigilo da consulta, porém ela não está de acordo. Em primeira análise, o profissional poderá estabelecer um pacto de confiança com a sua cliente, reafir-mando o seu direito ao sigilo. No entanto, deverá ficar claro a ela que em a...
Nas situações em que a quebra do sigilo é justificada e não havendo anuên-cia da adolescente, após a equipe profissional tê-la encorajado a envolver a família e oferecer apoio na comunicação, a adolescente será esclarecida dos motivos para tal atitude, antes do repasse da informação aos seus pais e/ou responsáveis.
34Embora já bem documentado que o início das relações sexuais aconteça em idade cada vez mais precoce e que a gravidez na adolescência é no Brasil um problema de saúde pública, sendo preocupante o crescente número de gestações e partos abaixo de 14 anos,(20) a prescrição de contracepção nesta faixa etária é tema ainda...