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6Hemorragia pós-partoProtocolos Febrasgo | Nº109 | 2018Placenta prévia ou de inserção baixaPré-eclâmpsia graveHematócrito < 30% + fatores de riscoPlaquetas < 100.000/mm3Sangramento ativo à admissão CoagulopatiasUso de anticoagulantesDescolamento prematuro de placentaPlacentação anômala (acretismo)Presença de ≥ 2 f... |
paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/9788579671241-por.pdf?sequence=1&isAllowed=y(3)Prevenção da hemorragia: O universal da ocitocina pro/f_i lática após todos os partos é a medida mais e/f_i caz na pro/f_i laxia da HPP , e deve ser inserida como procedi-mento de rotina em todas as maternidades (Quadro 3... |
7Osanan GC, Tavares AB, Reis MI, Múcio BProtocolos Febrasgo | Nº109 | 2018prevenção Características ObservaçõesUso universal da ocitocina após o parto.(2,3,5,7-11,14,17-20)Injetar 10 UI intramuscular de ocitocina, logo após o nascimento, em todos os partos (vaginais e cesarianas)A ocitocina reduz em >50% os casos d... |
Associar a tração controlada de cordão à manobra de Brandt-Andrews (para estabilização uterina). Vigilância/massagem uterina após dequitação(3,5,9,18)Massagem gentil a cada 15 minutos nas primeiras 2 horas após a retirada da placenta Outras medidas de prevenção propostasUso racional da ocitocina no trabalho de parto(3,... |
paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/9788579671241-por.pdf?sequence=1&isAllowed=y(3)Quadro 4. Esquemas de ocitocina na prevenção de HPP PARTO VAGINAL 10 UI de ocitocina, via intramuscular, logo após o nascimentoCESARIANA 10 UI de ocitocina, via intramuscular, logo após o nascimento(Obs.: Em pacientes anestes... |
Opções de pro/f_i laxia endovenosa Esquema endovenoso de ocitocina da “Regra dos Três”(Administrar 3 UI de ocitocina, EV lenta, em, no mínimo, 30 segundos, e aguardar por 3 minutos. Se após esse período o útero se mantiver hipotônico, repetir esse esquema, por até outras 2 vezes, caso necessário. Persistindo a hipoton... |
Fonte: Adaptado de Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Recomendações assistenciais para prevenção, diagnóstico e tratamento da hemorragia obstétrica. Brasília (DF): OPAS; 2018. Acesso: http://iris. |
paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/9788579671241-por.pdf?sequence=1&isAllowed=y(3)8Hemorragia pós-partoProtocolos Febrasgo | Nº109 | 2018conhecer e tratar um quadro de HPP . Existem várias metodologias para se diagnosticar e estimar a perda volêmica. Todas apresentam vantagens e desvantagens.(1,3,5,8,... |
paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/9788579671241-por.pdf?sequence=1&isAllowed=y(3)Os sinais vitais das pacientes também são importantes indi-cadores do grau de choque e devem ser utilizados para auxílio no diagnóstico, classi/f_i cação do grau de choque e avaliação da terapêu-tica instituída (Quadro 6). |
9Osanan GC, Tavares AB, Reis MI, Múcio BProtocolos Febrasgo | Nº109 | 2018Grau de choque*perda volêmica em (%)e ml*Nível de consciência Perfusão Pulso PAS (mmHg)Índice de choqueTransfusãoCompensado 10-15%500-1000ml Normal Normal 60-90 >90 0,7-1,0 Usualmente não Leve 16-25%1000-1500mlNormal e/ou agitadaPalidez, frie... |
paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/9788579671241-por.pdf?sequence=1&isAllowed=y(3)Tratamento da hemorragia O tratamento da hemorragia deve ter foco na causa da hemorra-gia.(51)A capacitação das equipes e a criação de ambiência hospitalar favorecem o sucesso do tratamento. Nesse sentido, a OPAS-Brasil prop... |
Obs.: a ocitocina endovenosa apresenta início de ação em 1 min e meia-vida de 3-12 min.
MALEATO DE METILERGOMETRINA (Cada ampola de 1 ml: contém 0,2mg de maleato de ergometrina)Injetar 0.2 mg, intramuscular, repetir em 20 min se necessário (Se a 1ª dose falhar, é improvável que a segunda funcione). Nos casos de sangram... |
MEDICAÇÃO ANTIFIBRINOLÍTICAÁCIDO TRANEXÂMICO (Cada ampola de 5ml: contém 250mg de ácido tranexâmico). Infundir 1 grama, endovenoso lento, em 10 minutos. Iniciar imediatamente após o início do sangramento ou até 3 horas do seu início, de qualquer causa (4Ts).
Repetir se: persistência do sangramento após 30 min ou reiníc... |
paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/9788579671241-por.pdf?sequence=1&isAllowed=y(3)Tratamento invasivo não cirúrgicoEm algumas situações é possível utilizar metodologias não cirúrgicas para o controle de sangramentos, transitória ou de/f_i nitiva, a depender da causa da hemorragia e da disponibilidade de ... |
Contraindicação: neoplasias e infecções cervicais, vaginais ou uterinas; sangramentos uterinos arteriais que requerem abordagem cirúrgica; suspeita ou presença de lacerações ou rotura uterina; anomalias uterinas que distorçam a cavidade uterina. Risco potencial do posicionamento do BIT precipitar uma perfuração nos cas... |
- Tempo de permanência máximo: por até 24 horas. - Manter o uso de uterotônicos e antibioticopro/f_i laxia durante o seu uso.
- Se falha em conter o sangramento na atonia, está indicada a abordagem cirúrgica. - Retirada gradual em local adequado pelo risco de reativação de um sangramento uterinoTraje antichoque não pn... |
Tempo de uso: existem relatos do seu uso por até 72 horas.
Sua retirada exige critérios mínimos e cuidados que devem ser rigorosamente seguidos. Retirar em local adequado e sob monitoração pelo risco de reativação do sangramento e necessidade de reabordagem. Critérios mínimos para retirada do TAN: sangramento inferior ... |
Obs. Seu uso associado a protocolo de HPP potencializa sua e/f_i cácia.
12Hemorragia pós-partoProtocolos Febrasgo | Nº109 | 2018sangrante é a abordagem cirúrgica. Além disso, nos casos de atonia uterina, a laparotomia estará indicada quando as drogas uterotôni-cas e o balão de tamponamento intrauterino não forem s... |
A ligadura vascular seletiva baixa é útil nos casos de sangramentos no segmento uterinos 2 (região cervical). Suturas compressivasA sutura compressiva mais conhecida é a sutura de B-Lynch. É útil no controle dos sangramentos na região do corpo e fundo uterino (Segmento uterino 1) por atonia. Frequentemente associada à ... |
A histerectomia subtotal é a técnica de escolha.
Tratamento cirúrgico: cirurgia de controle de danosEmpacotamento pélvico com laparostomiaIndicação: pacientes histerectomizadas, instáveis, com coagulopatia, hipotermia ou com distúrbio ácido básico, em que se estima um tempo cirúrgico prolongado.
Objetivo: corrigir a co... |
Correção cirúrgica de/f_i nitiva: usualmente ocorre 2 a 5 dias após o procedimento, quando a paciente já se encontra estável. 13Osanan GC, Tavares AB, Reis MI, Múcio BProtocolos Febrasgo | Nº109 | 2018co têm como objetivo:1. Controle rápido do sangramento; 2. Restauração da perfusão tecidual, 3. Abordagem precoce... |
(3,5) Pacientes com HPP desenvolvem, de forma mais precoce, quadros de hipofibrinogenemia. Deve-se manter fibrinogênio acima de 200mgdl.(88-90) Aquelas pacientes com fibrinogênio <200mg\dl devem receber 1 dose de adulto de crioprecipitado ou 2 gramas de concentrado de fibrinogênio.(3,5,8,91) Deve-se ter protocolos de t... |
Cada unidade eleva hemoglobina 1 a 1,5 g/dL e hematócrito em 3%.
PLASMA FRESCO CONGELADO (PFC) 180-200ml/unidadeIndicação: sangramentos sempre que RNI > 1,5 ou TP > 1,5 x o valor normal, reposição de fatores de coagulação e nas transfusões maciçasCONCENTRADO DE PLAQUETA (PL T) 50 ml/unidade randômicaIndicação: sangrame... |
Observação: 01 dose de adulto de CRIO refere-se a 7 a 10 unidades.
Fonte: Adaptado de Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Recomendações assistenciais para prevenção, diagnóstico e tratamento da hemorragia obstétrica. Brasília (DF): OPAS; 2018. Acesso: http://iris.
paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/... |
paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/9788579671241-por.pdf?sequence=1&isAllowed=y(3)Nas situações em que persistem os sinais de instabilidade he-modinâmica após a resolução de um quadro de HPP , deve-se consi-derar a presença de anemia grave que necessite hemotransfusão e/ou a presença de um sangramento ati... |
• O controle precoce do sítio de sangramento é a medida mais e/f_i caz no combate ao choque hipovolêmico.(3,5,9)• A terapêutica da HPP deve ser direcionada para a causa do sangramento.(3,51)• Durante um quadro de HPP , a equipe médica não deve se afas-tar da paciente até a resolução do quadro hemorrágico.(3,51)• Os s... |
2. Sentilhes L, Merlot B, M adar H, Sztark F, Brun S, Deneux-Tharaux C. Postpartum haemorrhage: prevention and treatment. Expert Rev Hematol. 2016;9(11):1043–61.
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edu/wp-content/uploads/2014/08/NASG-FAQs-Clinicians.pdf21Osanan GC, Tavares AB, Reis MI, Múcio BProtocolos Febrasgo | Nº109 | 2018hemorrhage. BMC Pregnancy Childbirth. 2013;13(1):208. 70. Turan J, Ojengbede O, Fathalla M, Mourad-Youssif M, Morhason- Bello IO, Nsima D, et al. Positive eff ects of the non-pneumatic... |
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23Osanan GC, Tavares AB, Reis MI, Múcio BProtocolos Febrasgo | Nº109 | 2018PROTOCOLO\CHECK LIST 01 /f_l uxograma e 01 check list- plasti/f_i cados disponíveis no KitSORO FISIOLÓGICO 0,9% 02 frascos de 500 mlRINGER LACTATO* 02 frascos de 500 mlEQUIPO DE SORO 02 unidadesTHREE-WAY + EXTENSOR 02 unidadesOCITÓCITO (5... |
**A manta térmica aluminizada pode ser substituída por cobertores ou dispositivos térmicos, como mantas térmicas elétricas. ***Se indisponível balão de tamponamento intrauterino, disponibilizar no kit o material necessário para confecção de um balão artesanal.
****Medicamentos que não puderem /f_i car dentro do KIT, p... |
paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/9788579671241-por.pdf?sequence=1&isAllowed=y(3)24Hemorragia pós-partoProtocolos Febrasgo | Nº109 | 2018A. Ajuda\Avaliação Inicial ____Verbalização clara do diagnóstico para equipe/comunicar paciente____Chamar obstetra/anestesista/enfermeiros imediatamente____Estimar g... |
____Elevação dos membros inferiores (Posição de Trendelemburg)____Monitorização materna contínua____Esvaziar bexiga e posicionar sonda vesical de demora (monitorar diurese)____Avaliar Antibioticopro/f_i laxia(medicamento e doses habituais)C. Controle Da Volemia/Reposição Volêmica____Estimar gravidade da perda volêmic... |
F. FOCO NA ATONIA: Se atonia con/f_i rmada, associada ou enquanto se procura outro foco____Compressão Uterina Bimanual (iniciar imediatamente, enquanto se aguarda o efeito dos uterotônicos)____Ocitocina (5UI EV lento + SF0, 9% 500 ml com 20UI ocitócito (4 ampolas) a250ml\h. ____Metilergometrina (1 ampola, 0.2mg, intra... |
25Osanan GC, Tavares AB, Reis MI, Múcio BProtocolos Febrasgo | Nº109 | 2018G. Geral: Avaliação Pós-Abordagem Inicial____ Reavaliação da hemorragia e do estado hemodinâmico da paciente (índice de choque)____ Traje Antichoque Não Pneumático nas pacientes com instabilidade hemodinâmica ou iminência de ____ Transfusão... |
paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/9788579671241-por.pdf?sequence=1&isAllowed=y(3)Continuação. |
26Hemorragia pós-partoProtocolos Febrasgo | Nº109 | 2018“HORA DE OURO”AJUDA- Chamar obstetra de plantão imediatamente- Chamar equipe multidisciplinarAnestesista/Enfermeiro/Técnicos enfermagem- Comunicar pacienteCOLETAR EXAMESHemograma/Prova Cruzada/CoagulogramaFibrinogênio/ Ionograma**Lactato e gasometria nos caso... |
Avaliar histerectomia com placenta em sítio ou clampear o cordão e deixar placenta no local sem manipulá-la.
RESTOS PÓS/hyphen.capDEQUITAÇÃO:Revisão cavidade uterinaCURETAGEMTRAJETO*#(REVISÃO CANAL PARTO)SUTURA DAS LACERAÇÕES(revisão colo uterino/cavidadevagina/sítio cirúrgico)HEMATOMAS(toque vaginal/revisão diretacana... |
paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/34879/9788579671241-por.pdf?sequence=1&isAllowed=y(3)27Osanan GC, Tavares AB, Reis MI, Múcio BProtocolos Febrasgo | Nº109 | 2018 |
DescritoresDoença hemolítica perinal; Aloimunização Rh; Eritroblastose fetalComo citar? Nardozza LM. Doença hemolítica perinatal. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Obstetrícia, no. 36/ Comissão Nacional Especializada em Medicina Fetal). |
EtiopatogeniaAloimunização é a resposta imunológica a um antígeno da mes-ma espécie. Até o momento, mais de 400 antígenos de superfície foram descritos nas células vermelhas humanas,(1) muitos dos quais estão implicados na Doença Hemolítica Perinatal (DHPN) e, por essa razão, são de particular interesse para a obstetr... |
7Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018Hemólise Pigmento biliar nolíquido amnióticoAnticorposIgGEritroblastose AnemiaHipóxiaLesão endotelialEritropoieseextramedularDisfunçãohepáticaHipoproteinemiaAsciteFalênciacardíacaPlasma noextravascularHidropisiaPlacentaAnemiaDébito cardíacoPAN LíquidoamnióticoViscosid... |
Determinação do rh fetalO DNA fetal pode ser detectado a partir de 5 semanas de gesta-ção. Inicialmente, é oriundo da apoptose do sinciciotrofoblasto e, posteriormente, pela passagem do substrato cromossômico, resultante da lise celular do concepto pela barreira placentária.(12) Em contraste com a célula fetal ‒ que po... |
Ultrassonogra/f_i a É método propedêutico pouco sensível para predizer os estados anêmicos do concepto, detectando-os apenas nos estados avança-dos. Seu maior objetivo é o rastreamento de sinais que possam su-gerir o início da descompensação fetal a caminho da hidropsia. Os achados mais importantes são: o aumento do ... |
DopplervelocimetriaNas patologias que determinam anemia fetal, como a Aloimunização Rh, a avaliação pela dopplervelocimetria baseia-se no preceito /f_i -siológico do aumento da velocidade média da coluna de sangue advinda do aumento do trabalho cardíaco e da diminuição da vis-cosidade sanguínea devida à diminuição do... |
Mari et al. (2005) mostraram que, através da análise do PVS-ACM, houve redução em 70% dos testes invasivos, mas ressaltam que a técnica adequada e o correto treinamento do examinador são fundamentais. Cabe lembrar, ainda, que, após a 35ª semana de gestação, na vigência de alguns medicamentos, frente à exces-siva movime... |
A frequência e os intervalos de exames dopplervelométricos ain-da não estão bem-estabelecidos na literatura. A manutenção da nor-malidade do PVS-ACM (valores inferiores a 1,5 múltiplos da mediana) na dopplervelocimetria é fator importante na presunção de ausência de anemia pronunciada, e a gestação pode ser levada a te... |
Nos fetos cujo pico da velocidade sistólica da artéria cerebral média é acima de 1,5 múltiplo de mediana, com idades gestacio-nais superiores a 34 semanas, o parto deve ser imediato. Diante de fetos imaturos com alterações de dopplervelocimetria, sinais de hidropisia fetal ou mesmo ascite isolada deve ser feita a cordo... |
Nas gestações com Teste de Coombs Indireto (CI) negativo, sem história de sangramento, sugere-se a repetição do exame ao redor da 28ª semana e, caso permaneça negativo, faz-se a pro/f_i -laxia antenatal com imunoglobulina anti-D. A conduta obstétrica deverá ser tomada baseada em outros parâmetros clínicos e obs-tétric... |
Os fetos, contudo, que apresentam velocidades de artéria cere-bral média acima de 1,5 múltiplos de mediana (MoM), com idades gestacionais superiores a 34 semanas, o parto deve ser imediato. 14Doença hemolítica perinatalProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018MoM), sinais de hidropisia fetal ou mesmo ascite isolada, deve ... |
• Nas primeiras 72 horas depois do parto ou até em 28 dias(3), em caso de omissão ou falta do produto, desde que o recém-nascido seja Rh positivo ou D fraco, apresente teste de Coombs direto (CD) negativo e que o parto ocorra após três semanas da primeira dose.
17Nardozza LMProtocolos Febrasgo | Nº36 | 2018de vilo ... |
• Em não gestantes, Rh negativas, não sensibilizadas, transfun-didas inadvertidamente com sangue Rh positivo, administra-se12µg de anti-D para cada mililitro de sangue incompatível. Quando se necessita o emprego de mais que cinco ampolas, a dose deve ser fracionada a cada 24 horas. Para transfusões incompatíveis acima ... |
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Marco Aurélio Knippel Galletta1DescritoresRuptura prematura de membranas fetais; Complicações na gravidez; Trabalho de parto prematuro; CorioamnioniteComo citar? Galletta MAK. Rotura prematura das membranas ovulares: protocolo clínico. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRAS... |
IntroduçãoA rotura prematura das membranas ovulares (RPMO), entidade reconhecida no CID-10 como O42, é definida como a rotura es -pontânea das membranas coriônica e amniótica antes do início do trabalho de parto, independentemente da idade gestacional. Como sinonímia, apresenta os termos amniorrexe e rotura de bolsa. ... |
5Galletta, MAKProtocolos Febrasgo | Nº30 | 2018com anamnese e exame físico em 90% das vezes. Na história, a quei-xa típica será de perda de líquido por via vaginal de forma abrupta, em quantidade moderada, que molha as roupas da paciente, sendo um líquido com cheiro e aspecto peculiares (não parecendo ser urina ne... |
(36) Apesar de essa conduta aumentar o período de latência, dimi -nuindo algumas complicações neonatais, há o relato de aumento na taxa de enterocolite necrotizante com certos antibióticos, além de não haver modificação na mortalidade perinatal, ainda predispondo à seleção de flora resistente. (37-41) Assim, este autor... |
2. A conduta deverá ser particularizada de acordo com a idade gestacional, mas, a princípio, expectante, com vigilância infec-ciosa e de vitalidade fetal, com critérios clínicos e laboratoriais, incluindo leucograma e PCR a cada 2 dias.
12Rotura prematura das membranas ovulares: protocolo clínicoProtocolos Febrasgo | ... |
5. A resolução do caso será feita, a princípio, com 36 semanas ou antes, na vigência de sofrimento fetal ou corioamnionite.
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36. Fernandes GL, Souza E, Galletta MA, Francisco RP . Antibioticoterapia na conduta expectante da rotura prematura pré -termo das membranas ovulares. São Paulo: SOGESP; sd. [citado 2018 Set 1]. Disponível em: https://www.mpro.mp.br/15Galletta, MAKProtocolos Febrasgo | Nº30 | 201837. Mercer BM, Miodovnik M, Thu... |
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PresidenteRenato Augusto Moreira de SáVice-PresidenteDenise Araújo Lapa PedreiraSecretárioRafael Frederico BrunsMembrosAlberto Borges PeixotoAna Elisa Rodrigues BaiãoCelso Francisco Hernandes GranatoJair Roberto da Silva Braga Jorge Alberto Bianchi TellesJorge Fonte de Rezende FilhoLisandra Stein Bernardes Luciano Marc... |
IntroduçãoA rubéola é uma infecção viral, antigamente, considerada uma va-riante do sarampo e da escarlatina. (1) Geralmente, apresenta-se como uma infecção leve ou assintomática em adultos ou crianças. Raramente, resulta em complicações clínicas mais graves como encefalite, artrite e trombocitopenia.(2) Entretanto, qu... |
*Este protocolo foi validado pelos membros da Comissão Nacional Especializada em Medicina Fetal e referendado pela Diretoria Executiva como Documento O/f_i cial da FEBRASGO. Protocolo FEBRASGO de Obstetrícia nº 96, acesse: https://www.febrasgo.org.br/protocolos 4Protocolos Febrasgo | Nº96 | 2018reinfecções matern... |
Diagnóstico /uni00A0/uni00A0O diagnóstico da rubéola na gestação busca identi/f_i car a possibili-dade de infecção fetal, com a consequente síndrome malformati-va supra descrita. A suspeita clínica ou laboratorial da infecção na mãe (através da presença de imunoglobulinas séricas especí/f_i cas 7Telles JA, Calai GPr... |
Recomendações /f_i naisInquestionavelmente, a principal arma que há contra a síndrome da rubéola congênita é a vacinação de crianças e mulheres não grá-vidas em idade fértil. A orientação pós-vacinação de mulheres em idade fértil é de evitar engravidar por 28 dias após a vacinação, mesmo sabendo-se que o risco de aco... |
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