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20. Sorensen IM, Joner G, Jenum PA, Eskild A, Torjesen PA, Stene LC. Maternal serum levels of 25-hydroxy-vitamin D during pregnancy and risk of type 1 diabetes in the offspring. Diabetes. 2012; 61(1):175-8. deficiency at 16-20 weeks gestation is associated with impaired lung function and asthma at 6 years of age. Ann A...
25. Dawodu A, Saadi HF, Bekdache G, Javed Y, Altaye M, Hollis BW. Randomized controlled trial (RCT) of vitamin D supplementation in pregnancy in a population with endemic vitamin D deficiency. J Clin Endocrinol Metab. 2013; 98(6):2337-46. 26. Grant CC, Stewart AW, Scragg R, Milne T, Rowden J, Ekeroma A, et al. Vitamin ...
29. Holick MF, Binkley NC, Bischoff-Ferrari HA, Gordon CM, Hanley DA, Heaney RP , et al. Endocrine Society. Evaluation, treatment, and prevention of vitamin D deficiency: An Endocrine Society clinical practice guideline. J Clin Endocrinol Metab. 2011; 96(7):1911-30. 30. Luxwolda MF, Kuipers RS, Kema IP , Dijck-Brouwer ...
33. Marya RK, Rathee S, Lata V, Mudgil S. Effects of vitamin D supplementation in pregnancy. Gynecol Obstet Invest. 1981; 12(3):155-61. 34. Marya RK, Rathee S, Manrow M. Effect of calcium and vitamin D supplementation on toxaemia of pregnancy. Gynecol Obstet Invest. 1987; 24(1):38-42. 35. Kalra P , Das V, Agarwal A, Ku...
PAPEL DA VITAMINA D SOBRE O SISTEMA CARDIOVASCULARFrancisco Antonio Helfenstein Fonseca11Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP , Brasil. RESUMOA população brasileira apresenta, hoje, como principal causa de morte, a doença coronariana, seguida pelo acidente vascular cerebral. Al...
DescritoresVitamina D; Doença arterial coronariana; Risco cardiovascular; Síndrome metabólica Como citar:Fonseca FA. Papel da vitamina D sobre o sistema cardiovascular. In: A importância da vitamina D na saúde da mulher. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia; 2017. Cap. 5, p.38-4...
INTRODUÇÃOO Brasil está no quarto estágio de transição epidemiológica da doença cardiovas -cular, caracterizado quando a principal causa de morte é a doença coronariana. O Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto – ELSA-Brasil (1) mostrou que a população adulta brasileira possui alta prevalência de componentes da síndro...
DEFICIÊNCIA EM VITAMINA D E RISCO CARDIOVASCULAR O estudo observacional LURIC (The Ludwigshafen Risk and Cardiovascular Health)(3) incluiu 1.801 homens com síndrome metabólica que foram referidos para estudo cinecoronariográfico e acompanhados durante uma mediana de 7,7 anos. Esses pacientes foram distribuídos de acord...
Wang et al.4) realizaram metanálise envolvendo 16 estudos independentes e 65.994 participantes e descrevem, também, associação entre baixos níveis de vita -mina D e maior mortalidade cardiovascular, além de associação com doença coro -nariana e acidente vascular cerebral. Recentemente, níveis mais baixos de vitamina D...
2. Lakka HM , Laaksonen DE , Lakka TA , Niskanen LK , Kumpusalo E , Tuomilehto J, et al. The metabolic syndrome and total and cardiovascular disease mortality in middle-aged men. JAMA. 2002; 288(21):2709-16. al. Vitamin D levels predict all-cause and cardiovascular disease mortality in subjects with the metabolic syndr...
5. Nargesi AA, Heidari B, Esteghamati S, Hafezi-Nejad N, Sheikhbahaei S, Pajouhi A, et al. Contribution of vitamin D deficiency to the risk of coronary heart disease in subjects with essential hypertension. Atherosclerosis. 2016; 244:165-71. 6. Lim S, Shin H, Kim MJ, Ahn HY, Kang SM, Yoon JW, et al. Vitamin D inadequac...
8. Reddy Vanga S, Good M, Howard PA, Vacek JL. Role of vitamin D in cardiovascular health. Am J Cardiol. 2010; 106(6):798-805. 9. Hagström E, Hellman P , Larsson TE, Ingelsson E, Berglund L, Sundström J, et al. Plasma parathyroid hormone and the risk of cardiovascular mortality in the community. Circulation. 2009; 119(...
PAPEL DA VITAMINA D NA ONCOGÊNESE E SOBRE O RISCO DE CÂNCERJesus Paula Carvalho11Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP , Brasil. RESUMOA vitamina D é uma molécula muito parecida com os hormônios sexuais estrogênios e progesterona e atua nos tecidos depois de ligar-se a receptores nucleares VDR...
• O calcitriol liga-se a um receptor nuclear da mesma forma que o estrogênio e a progesterona. • Em estudos experimentais, a vitamina D e seus análogos demonstraram ati -vidades anticancerígenas. Como citar:Carvalho JP. Papel da vitamina D na oncogênese e sobre o risco de câncer. In: A importância da vitamina D na saúd...
INTRODUÇÃOVitamina D compreende um grupo de moléculas parecidas com os esteroides (Fi -gura 1) que inclui: colecalciferol, ergocalciferol, calcidiol e calcitriol (Tabela 1). Do mesmo modo como ocorre com os hormônios esteroides sexuais, como os estrogê-nios, androgênios e progesterona, a forma ativa da vitamina D repre...
Skowrońska et. al. (5)Figura 1. Síntese da forma ativa da vitamina DFORMA NOME ALTERNATIVO ESTADO DE ATIVAÇÃOErgocalciferol D2 PrecursorColecalciferol D3 PrecursorCalcidiol 25-OH (OH) D3 Parcialmente ativoCalcitriol 1,25-(OH)2D3 Biologicamente ativoFigura 2. a) Mecanismo de ação genômica da vitamina D, que se liga ao...
CALCIPOTRIOLCalcipotriol tem sido utilizado em diferentes modelos experimentais de tumores, en-tre eles, o câncer de pâncreas, em que demonstrou inibir o crescimento e, também, aumentar a remodelagem do estroma, com elevação da captação de gemcitabina.(20)ESTADO ATUAL DO USO DE ANÁLOGOS DA VITAMINA D NO TRATAMENTO DE ...
REFERÊNCIAS1. Narvaez CJ, Matthews D, LaPorta E, Simmons KM, Beaudin S, Welsh J. The impact of vitamin D in breast cancer: genomics, pathways, metabolism. Front Physiol. 2014; 5:213. extrarenal vitamin D hydroxylases in carcinogenesis. Anticancer Agents Med Chem. 2013;13(1):20-35. 3. Scott MG, Gronowski AM, Reid IR, Ho...
7. Hansen CM, Binderup L, Hamberg KJ, Carlberg C. Vitamin D and cancer: effects of 1,25(OH)2D3 and its analogs on growth control and tumorigenesis. Front Biosci. 2001;6: D820-48. 8. Prudencio J, Akutsu N, Benlimame N,  Wang T, Bastien Y, Lin R, et al. Action of low calcemic 1alpha,25-dihydroxyvitamin D3 analogue EB1089...
12. Sharma K, Goehe RW, Di X, Hicks MA 2nd, Torti SV, Torti FM, et al. A novel cytostatic form of autophagy in sensitization of non-small cell lung cancer cells to radiation by vitamin D and the vitamin D analog, EB 1089. Autophagy. 2014;10(12): 2346-61. signaling downregulates the expression of nuclear FOXM1 protein a...
16. Verlinden L, Verstuyf A, Van Camp M, Marcelis S, Sabbe K, Zhao XY,et al. Two novel 14-Epi-analogues of 1,25-dihydroxyvitamin D3 inhibit the growth of human breast cancer cells in vitro and in vivo. Cancer Res. 2000;60(10): 2673-9. 17. Okamoto R, Delansorne R, Wakimoto N, Doan NB, Akagi T, Shen M, et al. Inecalcitol...
20. Arensman MD, Nguyen P , Kershaw KM, Lay AR, Ostertag-Hill CA, Sherman MH, et al. Calcipotriol targets LRP6 to inhibit Wnt signaling in pancreatic cancer. Mol Cancer Res. 2015;13(11): 1509-19. 21. Zittermann A, Ernst JB, Prokop S, Prokop S, Fuchs U, Dreier J, et al. Effect of vitamin D on all-cause mortality in hear...
25. Krishnan AV, Swami S, Feldman D. Vitamin D and breast cancer: inhibition of estrogen synthesis and signaling. J Steroid Biochem Mol Biol. 2010;121(1-2): 343-8. 26. Santos-Martínez N, Díaz L, Ordaz-Rosado D, García-Quiroz J, Barrera D, Avila E, et al. Calcitriol restores antiestrogen responsiveness in estrogen recep...
30. Mostowska A, Sajdak S, Pawlik P ,  Lianeri M, Jagodzinski PP . Vitamin D receptor gene BsmI and FokI polymorphisms in relation to ovarian cancer risk in the Polish population. Genet Test Mol Biomarkers. 2013;17(3):183-7. 31. Ong JS, Cuellar-Partida G, Lu Y, Australian Ovarian Cancer Study, Fasching PA, Hein A, et a...
35. Heidemann LN, Hartwell D, Heidemann CH, Jochumsen KM. The relation between endometriosis and ovarian cancer - a review. Acta Obstet Gynecol Scand. 2014;93(1):20-31. 36. Agic A, Xu H, Altgassen C, Noack F, Wolfler MM, Diedrich K, et al. Relative expression of 1,25-dihydroxyvitamin D3 receptor, vitamin D 1 alpha-hydr...
39. Harris HR, Chavarro JE, Malspeis S, Willett WC, Missmer SA. Dairy-food, calcium, magnesium, and vitamin D intake and endometriosis: a prospective cohort study. Am J Epidemiol. 2013;177(5): 420-30. 40. Borkowski J, Gmyrek GB, Madej JP , Nowacki W, Goluda M, Gabryś M, et al. Serum and peritoneal evaluation of vitamin...
RESUMOA deficiência grave de vitamina D resulta em raquitismo em crianças e osteomalacia em adultos. Os efeitos benéficos no sistema musculoesquelético e em certas funções fisioló-gicas são bem-compreendidos. Evidências adicionais em anos recentes suportam poten-cial papel positivo da vitamina D fora do tecido ósseo. E...
DescritoresVitamina D; Doenças reumáticas; ImunidadeHighlights• Existe a possibilidade de efeitos extraesqueléticos da Vitamina D, que se ba -seia na evidência da expressão do receptor da vitamina D (VDR) em diversos tecidos;Como citar: Domiciano D, Castro CH. Vitamina D em doenças reumatológicas.In: A importância da ...
INTRODUÇÃOAlém do bem-estabelecido papel da vitamina D no osso, existe a possibilidade de efeitos extraesqueléticos que se baseia na evidência da expressão do receptor da vitamina D (VDR) em tecidos como músculo, pele, placenta, mama, próstata, có -lon e células do sistema imune, além da identificação da enzima 1 α-hi...
2. DOENÇAS REUMÁTICAS AUTOIMUNESA vitamina D tem sido alvo de um grande número de estudos pelas suas potenciais propriedades imunomoduladoras, desse modo, contribuindo para autotolerância e melhora da resposta imune. (10) Algumas evidências clínicas, epidemiológicas e experimentais indicam um possível papel da defici...
(14) Embora esses dados sugiram um papel regulador da vitamina D sobre a imuni -dade inata, não há dados que confirmem que a suplementação de vitamina D em humanos reduziria a incidência de infecções. (15) 2.2. Vitamina D e Imunidade AdaptativaEnquanto no sistema imune inato a ação da 1,25(OH) 2D3 é estimulatória, sua...
1,25(OH)2D3Imunidade inata Imunidade adaptativa ou adquiridaMonócitos/macrófagoCélulas dendríticasCélulas epiteliais↓ expressão decatelicidina↓ expressão de TLR↓ resposta imune Th1↓ IL-2↓ IFNγ↓ IL-17A↓ IL-17F↓diferenciação emplasmócitos↑ apoptose↑ resposta imune Th2:↑ IL-4↑ fagocitose↑ liberação quimiocinas↑ respostaa...
Baixo status de vitamina D, também, já foi descrito em outras doenças reu -máticas autoimunes, como a artrite psoriásica, espondilite anquilosante, doença de Behcet e síndrome de Sjögren.(28) CONCLUSÃOA Vitamina D parece ser importante para a função neuromuscular, e há evidências sugerindo um efeito benéfico da sua su...
6. Bischoff-Ferrari HA, Dawson-Hughes B, Staehelin HB, Orav JE, Stuck AE, Theiler R, et al. Fall prevention with supplemental and active forms of vitamin D: a meta-analysis of randomised controlled trials. BMJ. 2009;339:b3692. GC. Annual high-dose oral vitamin D and falls and fractures in older women: a randomized con...
9. Khaw KT, Stewart AW, Waayer D, Lawes CM, Toop L, Camargo Jr CA, Scraag R. Effect of monthly high-dose vitamin D supplementation on falls and non-vertebral fractures: secondary and post-hoc outcomes from the randomised, double-blind, placebo-controlled ViDA trial. Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5(6):438-47. 10. De...
13. Schauber, J, Dorschner RA, Yamasaki K, Brouha B, Gallo RL. Control of the innate epithelial antimicrobial response is cell-type specific and dependent on relevant microenvironmental stimuli. Immunology. 2006;118(4):509-19. 14. Nelson CD, Reinhardt TA, Betz DC, Lippolis JD. In vivo activation of the intracrine vitam...
17. Joshi S, Pantalena LC, Liu XK, Gaffen SL, Liu H, Rohowsky-Kochan C, et al. 1,25-Dihydroxyvitamin D3 ameliorates Th17 autoimmunity via transcriptional modulation of interleukin-17A. Mol Cell Biol. 2011;;31(17):3653-69. and lupus disease activity: an original article and a systematic review with meta-analysis focusin...
22. Lima GL, Paupitz J, Aikawa NE, Takayama L, Bonfa E, Pereira RM. Vitamin D supplementation in adolescents and young adults with juvenile systemic lupus erythematosus for improvement in disease activity and fatigue scores: a randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Arthritis Care Res (Hoboken). 2016;68(1):...
26. Lee YH, Bae SC. Vitamin D level in rheumatoid arthritis and its correlation with the disease activity: a meta-analysis. Clin Exp Rheumatol. 2016;34(5):827-33. 27. Lin J, Liu J, Davies ML, Chen W. Serum Vitamin D Level and Rheumatoid Arthritis Disease Activity: Review and Meta-Analysis. PLoS One. 2016;11(1):e0146351...
DIAGNÓSTICO DA HIPOVITAMINOSE DMaria Celeste Osorio Wender11Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil. RESUMOA hipovitaminose D é altamente prevalente em todo o mundo. Estudos relatam elevada prevalência dessa doença em várias regiões geográficas, inclusive, no Brasil, podendo acometer mais d...
DescritoresVitamina D; Hipovitaminose; Dosagem da 25(OH)DHighlights• A hipovitaminose D é altamente prevalente e constitui um problema de saúde pública em todo o mundo. • A avaliação laboratorial deve ser realizada por meio da mensuração da 25(OH)D e devem ser considerados indivíduos com risco para deficiência de vitam...
Apesar de vivermos em um país ensolarado, sabemos que a hipovitaminose D é fre-quente no Brasil. A hipovitaminose D é altamente prevalente e constitui um problema de saúde pública em todo o mundo. Estudos mostram uma elevada prevalência dessa doença em várias regiões geográficas, incluindo o Brasil. Pode acometer mais ...
É muito raro hoje na maioria dos países desenvolvidos ocorrer uma deficiência de vitamina D sintomática, caracterizada por raquitismo ou osteomalácia, com hipo-calcemia ou hipofosfatemia. Entretanto a ocorrência de hipovitaminose D subclínica ocorre com frequência, podendo associar-se a osteoporose, maior risco de qued...
(3) Além dos efeitos bem reconhecidos da vitamina D e sua importância no adequado metabolismo do calcio e massa óssea, há associação de hipovitaminose D com uma série de doenças crônicas e agudas, como doenças auto-imunes, infecciosas, cardio-vascular, neoplasias, DM tipo II e doenças neurológicas.(3)A deficiência de ...
Entretanto, a dosagem da 25 (OH) D está indicada naquelas pacientes com alto risco de deficiência de vitamina D (Quadro 1). Outros fatores que represen -tam risco para hipovitaminose D são desnutrição e falta de exposição solar. Segun-do a Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBEN), (6) as candidatas à mensuração ...
Os exames que usam a técnica de radioimunoensaio mede níveis totais de vita-mina D (D2 + D3), enquanto a cromatografia líquida e a espectroscopia de massa em tandem relatam D2 e D3 separadamente. As variabilidades inter e intra-ensaios podem ser levados em consideração quando acompanhamos uma paciente ao longo do tem...
REFERÊNCIAS1. Mithal A, Wahl DA, Bonjour JP , Burckhardt P , Dawson-Hughes B, Eisman JA, et al. IOF Committee of Scientific Advisors (CSA) Nutrition Working Group. Global vitamin D status and determinants of hypovitaminosis D. Osteoporos Int. 2009;20(11):1807-20. 2. Dawson-Hughes B. Vitamin D deficiency in adults: defi...
and how to treat. Mayo Clin Proc. 2010;85(8):752-8. 5. Holick MF, Binkley NC, Bischoff-Ferrari HA, Gordon CM, Hanley DA, Heaney RP ,Murad MH, Weaver CM; Endocrine Society. Evaluation, treatment, and prevention of vitamin D deficiency: an Endocrine Society clinical practice guideline. J Clin Endocrinol Metab. 2011;96(7)...
7. Nowson CA, McGrath JJ, Ebeling PR, Haikerwal A, Daly RM, Sanders KM, Seibel MJ, Mason RS; Working Group of Australian and New Zealand Bone and Mineral Society, Endocrine Society of Australia and Osteoporosis Australia. Vitamin D and health in adults in Australia and New Zealand: a position statement. Med J Aust. 201...
11. Maeda SS, Lazaretti-Castro M. Vitamina D. In Guia prático em osteometabolismo. São Paulo: Segmento Farma; 2014.p. 37-54. 12. Lips P , Schoor NM, Bravenboer N. Doenças relacionadas com a vitamina D. In: Rosen CJ, Bouillon R, Compston JE, Rosen V, editores. Manual de doenças osteometabólicas e distúrbios do metabolis...
TRATAMENTO DA HIPOVITAMINOSE DLuciano de Melo Pompei1 Marcelo Luis Steiner1César Eduardo Fernandes11Faculdade de Medicina do ABC, Santo André, SP , Brasil. RESUMOA principal fonte de vitamina D para o ser humano é sua síntese na pele sob exposição solar ultravioleta, pois os alimentos usuais do dia a dia são pobres ne...
DescritoresVitamina D; Hipovitaminose; Terapêutica; Suplementos nutricionaisComo citar:Pompei LM, Steiner ML, Fernandes CE. Tratamento da hipovitaminose D. In: A importância da vitamina D na saúde da mulher. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia; 2017. Cap. 9, p.74-82. (Série Ori...
INTRODUÇÃOA vitamina D é formada na pele sob exposição aos raios ultravioleta. Então, é con -vertida no fígado a 25(OH)vitamina D, que, embora seja inativa, é o metabólito utilizado para a mensuração dos estoques orgânicos da vitamina. No rim, a partir desse metabólito, forma-se a 1,25(OH) 2vitamina D, a forma ativa. ...
• Idosos com história de quedas ou fraturas. • Obesos. • Pacientes com síndromes de má absorção (cirurgia bariátrica, doença de Cro-hn, doença inflamatória intestinal, fibrose cística). • Hiperparatireoidismo. • Insuficiência renal ou hepática. • Pacientes com quadro clínico de raquitismo ou osteomalácia. • Doenças gra...
COMO SUPLEMENTARA suplementação pode ser realizada por meio do colecalciferol (vitamina D3) ou do ergocalciferol (vitamina D2). O colecalciferol é a vitamina D de origem animal, cor -respondendo à que é produzida na pele humana sob exposição solar, enquanto o ergocalciferol está presente em alguns vegetais e, para uso...
REFERÊNCIAS1. Gröber U, Spitz J, Reichrath J, Kisters K, Holick MF. Vitamin D: Update 2013: From rickets prophylaxis to general preventive healthcare. Dermatoendocrinol. 2013; 5(3):331-47. 2. Lowe NM, Bhojani I. Special considerations for vitamin D in the south Asian population in the UK. Ther Adv Musculoskelet Dis. 20...
6. Trang HM, Cole DE, Rubin LA, Pierratos A, Siu S, Vieth R. Evidence that vitamin D3 increases serum 25-hydroxyvitamin D more efficiently than does vitamin D2. Am J Clin Nutr. 1998; 68(4):854-8. D3 in humans. J Clin Endocrinol Metab. 2004; 89(11):5387-91.
8. Binkley N, Gemar D, Engelke J, Gangnon R, Ramamurthy R, Krueger D, et al. Evaluation of ergocalciferol or cholecalciferol dosing, 1,600 IU daily or 50,000 IU monthly in older adults. J Clin Endocrinol Metab. 2011; 96(4):981-8. 9. Bischoff-Ferrari HA, Dawson-Hughes B, Staehelin HB, Orav JE, Stuck AE, Theiler R, et a...
13. Heaney RP , Davies KM, Chen TC, Holick MF, Barger-Lux MJ. Human serum 25-hydroxycholecalciferol response to extended oral dosing with cholecalciferol. Am J Clin Nutr. 2003; 77(1):204-10. 14. Autier P , Gandini S, Mullie P . A systematic review: influence of vitamin D supplementation on serum 25-hydroxyvitamin D con...
pooled analysis of vitamin D dose requirements for fracture prevention. N Engl J Med. 2012; 367(1):40-9. 18. Canto-Costa MH, Kunii I, Hauache OM. Body fat and cholecalciferol supplementation in elderly homebound individuals. Braz J Med Biol Res. 2006; 39(1):91-8. 19. Radominsky SC, Bernardo W, Paula AP , Albergaria B-H...
### ApoioMARCA com preçoACESSÍVEL1Sany D (colecalciferol) é um medicamento a base de vitamina D3 (colecalciferol), indicado para pacientes que apresentam insuficiência e deficiência de vitamina D. Pode ser utilizado na prevenção e tratamento auxiliar na desmineralização óssea, prevenção e tratamento do raquitismo, osteo...
Interações medicamentosas: Antiácidos que contenham magnésio quando usados concomitantemente com vitamina D podem resultar em hipermagne--mendado devido ao efeito aditivo e aumento do potencial tóxico. Preparações que contenham cálcio em doses elevadas ou diuréticos tiazídicos quando usados concomitantemente com vitami...
Referências bibliográficas: 1. Kairos Web Brasil. Disponível em:<http://brasil.kairosweb.com>. Acesso em Maio 2017. 2. Bula do produto SANY D: colecalciferol. Farmacêutica Responsável: Gabriela Mallmann. Guarulhos, SP. Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. CMYCMMYCYCMYK20170725 - Anúncio Sany D - 15x21cm - Apres50.000UI...
Indicado para o tratamentoda insuficiência e deficiênciade Vitamina D1SANY D É A VITAMINA D EM COMPRIMIDOS DE ALTA DOSAGEM 1 , COM PREÇO ACESSÍVEL E COMPLETO NAS APRESENTAÇÕES. 2CMYCMMYCYCMYK20171218 - Anúncio Página Dupla 30x21cm - Sany D.pdf 1 12/18/17 2:46 PM### 7023415 – Novembro/2017
Antonio Henrique Soares Telini2DescritoresBacteriúria; Cistite; Pielonefrite; Infecção urinária de repetição; Gravidez; Gestação; Pré-natalComo citar? Santos Filho OO, Telini AH. Infecções do trato urinário durante a gravidez. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018...
IntroduçãoAs infecções do trato urinário (ITUs) são de/f_i nidas pela colonização, invasão e proliferação de agentes infecciosos em qualquer parte do sistema urinário. Ocorrem em até 15% das gestações, constituindo o tipo mais frequente de infecção no ciclo gravídico-puerperal.(1)As ITUs podem ser classi/f_i cadas c...
Ainda com relação a diagnósticos diferenciais, a corioamnio-nite com ou sem trabalho de parto, por apresentar febre e dor abdominal, é um diagnóstico diferencial importante, no entanto, nesse caso, é comum a associação à rotura prematura das mem-branas ovulares, dor uterina, /f_i sometria e ausência de bacteriú-ria. O...
As ITUs passam a ser classi/f_i cadas como recorrentes nas se-guintes situações:• dois ou mais episódios de ITU na gestação, sintomáticos ou não;• duas infecções urinárias nos últimos seis meses ou três nos úl-timos 12meses, antes do início da gestação.(21)TratamentoOs antibióticos são o cerne do tratamento das ITUs ...
Tabela 2. Antibióticos da categoria (C) e (D) da FDA, suas posologias e efeitos adversosANTIBIÓTICOS POSOLOGIAS EFEITOS ADVERSOSGentamicina 5 a 7 mg/kg peso, (IM) ou (IV), a cada 24hNefro e OtotoxicidadeSulfametoxazol/Trimetoprim 800mg + 160mg (VO) a cada 12 horasHemólise e Kernicterus / Alterações no Tubo Neural, car...
No que tange ao per/f_i l de resistência antimicrobiana para o Brasil, em estudo multicêntrico envolvendo o Brasil e países euro-peus de Naber et al., foi veri/f_i cada maior sensibilidade à fosfomici-na trometamol (96,4%), seguida pela nitrofurantoína (87%), cefu-roxima (82,4%) e amoxicilina-clavulanato (82,1%). Con...
13Santos Filho OO, Telini AHProtocolos Febrasgo | Nº87 | 2018CampinasANTIBIÓTICOS VIA ORAL SENSIBILIDADE%Cefuroxima – axetil 93Amoxicilina – clavulanato 87Nitrofurantoína 77Sulfametoxazol - Trimetoprim 73Ampicilina 56ANTIBIÓTICOS INTRA-VENOSOSCeftriaxona 98Gentamicina 97Cefuroxima 94Cefalotina 64Em razão do alto r...
A e/f_i cácia dos betalactâmicos foi demostrada por Winget al., em 1998, mediante o estudo com 179 gestantes com pielonefrite aguda antes da 24ª semana de idade gestacional, que evidenciou que os esquemas parenterais de antibioticoterapia com cefazolina intravenosa ou ceftriaxone intramuscular tiveram efeito equiva-l...
Outra maneira comprovadamente e/f_i caz para a antibiotico-pro/f_i laxia é a administração pós-coito, nas situações especí/f_i cas de ocorrências identi/f_i cadas após as práticas sexuais.(31)Como adjuvantes aos antibióticos na profilaxia da recorrên-cia das ITUs na gravidez, existem algumas outras possibilidades...
Outra possibilidade adjuvante na pro/f_i laxia de ITUs seria o uso da vitamina C (ácido ascórbico). Quando administrada na dose de 100mg/dia, reduz em até 25% a recorrência de ITUs em ges-tantes.(39)Cabe ressaltar que a maioria dos complexos vitamínicos frequentemente utilizados durante o pré-natal já possui esta quan...
Com relação aos probióticos, os conhecimentos atuais são in-su/f_i cientes para demonstrar qualquer e/f_i cácia nas infecções uriná-17Santos Filho OO, Telini AHProtocolos Febrasgo | Nº87 | 2018Outra possibilidade, mas ainda sem segurança para recomen-dação na pro/f_i laxia em gestantes, seria o Urovaxon® (lisado...
DIAGNÓSTICO CLÍNICO DE CISTITEPROFILAXIA – ANTIBIÓTICOSPROFILAXIA – ADJUVANTESE CUIDADOS GERAISTRATAMENTO IMEDIATOCISTITECOLETAR UROCULTURA(7 dias após tratamento)ANTIBIOTICOTERAPIA (VO por 7 dias)1ª Amoxicilina-clavulanato (500mg + 125mg 8/8hou 875mg + 125mg 12/12h)2ª Nitrofurantoína (100 mg 6/6h)3ª Cefuroxima (250mg...
19Santos Filho OO, Telini AHProtocolos Febrasgo | Nº87 | 2018ver aqueles com a menor concentração inibitória bacteriana e respeitando a tolerabilidade, disponibilidade e segurança para o binômio materno-fetal. 3. Valorização dos sinais clínicos das formas sintomáticas para diagnóstico e tratamento precoces visando ...
Referências1. Ovalle A, Levancini M. Urinary tract infections in pregnancy. Curr Opin Urol. 2001 Jan;11(1):55–9. 2. Duarte G, Marcolin AC, Quintana SM, Cavalli RC. [Urinary tract infection in pregnancy]. Rev Bras Ginecol e Obstet. 2008;30(2):93-100. Portuguese. 3. Neme B, Milanez HM. Infec??o do trato urin?rio. In: S...
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40. Aba d CL, Safdar N. The role of lactobacillus probiotics in the treatment or prevention of urogenital infections—a systematic review. J Chemother. 2009;21(3):243–52. 22Infecções do trato urinário durante a gravidezProtocolos Febrasgo | Nº87 | 2018
DescritoresGravidez ectópica; Ultrassonografia; Metotrexato; Conduta expectante; SalpingectomiaComo citar? Elito J Jr. Gravidez ectópica. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); 2018. (Protocolo FEBRASGO - Obstetrícia, nº 22/Comissão Nacional Especializada em Urgências O...
IntroduçãoDenomina-se gravidez ectópica quando a implantação e o desen -volvimento do ovo ocorrem fora da cavidade corporal do útero. A localização mais frequente é a tubária (90% a 95% dos casos). A gravidez ectópica ainda é um desafio para a saúde pública e responde por 6% a 13% das mortes relacionadas ao período ge...
Fatores de risco: Pacientes com fatores de risco como gra -videz ectópica prévia, cirurgia tubária prévia (esterilização fe -minina, reanastomose tubária), infertilidade, doença inflamató -ria pélvica, endometriose, usuárias de dispositivo intrauterino (DIU), anticoncepção de emergência e tabagismo devem receber cuida...
12Gravidez ectópicaProtocolos Febrasgo | Nº22 | 2018para diminuir o risco de dermatites pelo MTX; bebidas alcoóli -cas; aspirina; comidas e vitaminas que contenham ácido fólico. Deve-se também evitar nova concepção até o desaparecimento da gravidez ectópica na USTV e por período de três meses após a utilização do M...
A USTV seriada após o tratamento com MTX é desnecessária, exceto quando existe suspeita de ruptura tubária. Os efeitos ad -versos mais observados do tratamento com MTX são: distensão abdominal, aumento do beta-hCG entre o primeiro e o quarto dias após o MTX, sangramento genital e dor abdominal. Os efeitos co -laterais...
2. O tratamento sistêmico com metotrexato em dose única intra-muscular de 50 mg/m2está indicado nas pacientes com estabi-lidade hemodinâmica, ausência de dor abdominal ou suspeita de ruptura tubária, beta-hCG inicial <5000 mUI/ml, diâmetro da massa anexial< 3,5 cm, ausência de embrião com batimen -to cardíaco, ascensão...
4. O acompanhamento do tratamento com MTX faz-se através de dosagens do beta-hCG no 4º e 7º dias após a injeção de MTX: queda no beta-hCG> 15% entre o 4º e 7º dias, sugerem bom prognóstico, devendo ser seguido com dosagem semanal de beta-hCG. Caso isso não ocorra, a paciente deve ser reavaliada para decidir entre outra...
7. Os casos que responderam bem ao tratamento com MTX ou expectante devem ser seguidos com dosagens semanais do beta-hCG até ficarem negativos. Caso não haja queda, deve-se reavaliar o caso (B). Referências1. Elito J Jr, Montenegro NA, Soares RC, Camano L. [Unruptured ectopic pregnancy: diagnosis and treatment. State o...
4. Elito J Jr, Ferreira DF, Araujo Júnior E, Stavale JN, Camano L. Values of beta-human chorionic gonadotrofin as a risk factor for tubal pregnancy rupture evaluated by histopathology. J Matern Fetal Neonatal Med. 2014;27(6):637–9. 5. Ferreira DF, Elito J Jr, Araujo Júnior E, Stavale JN, Camano L, Moron AF. Trophoblas...
8. Elito J Jr, Camano L. Unruptured tubal pregnancy: different treatments for early and late diagnosis. São Paulo Med J. 2006;124(6):321-4. 9. Hajenius PJ, Mol F, Mol BW, Bossuyt PM, Ankum WM, van der Veen F. Interventions for tubal ectopic pregnancy. Cochrane Database Syst Rev. 2007 Jan;(1):CD000324. 16Gravidez ectópi...
17Elito J JrProtocolos Febrasgo | Nº22 | 2018
Adriana Gualda Garrido1Evaldo Trajano de Souza Silva Filho2José Paulo da Silva Netto2,3Adilson Cunha Ferreira4DescritoresLíquido amniótico; Ultrassonografia; Oligodrâmnio; PolidrâmnioComo citar? Garrido AG, Silva Filho ET, Silva Netto JP , Ferreira AC. Avaliação ecográfica do líquido amniótico: técnicas e valores de re...
(1) A quantidade total de líquido amniótico durante a gravidez é resultado de um balanço entre a sua produção e a eliminação. (1,2)A manutenção do volume de líquido amniótico é um proces -so dinâmico, dependente de diferentes fatores e em diferentes estágios da gravidez. (2,3) O principal mecanismo responsável pela pro...
3Escola Superior de Ciências da Saúde, Brasília, DF, Brasil. 4Núcleo de Ensino Em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Ribeirão Preto, SP , Brasil. *Este protocolo foi validado pelos membros da Comissão Nacional Especializada em Ultrassonografia em GO e referendado pela Diretoria Executiva como Documento Oficial da Feb...
DiagnósticoO diagnóstico clínico da quantidade de líquido amniótico pode ser clinicamente avaliado pela medida seriada da altura do fundo uterino, mas principalmente pela maior ou menor capacidade de palpação das partes fetais, o que pode fornecer uma impressão da quantidade de líquido amniótico que está presente na c...