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seguida, negou provimento ao agravo regimental, necessário
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que a Turma se pronuncie sobre o tema, sanando-se a
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injustificável omissão.
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3. Ante a evidência de que o Tribunal de origem, ao julgar
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o agravo de instrumento, não se pronunciou acerca das
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relevantes questões que lhe foram submetidas pelo
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agravante, tendo, em seguida, rejeitado os embargos de
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declaração opostos com o intuito de ver suprida tal
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omissão, impõe-se reconhecer a violação do art. 535 do
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CPC.
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4. Embargos de declaração acolhidos para, sanando a
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omissão, dar provimento ao recurso especial.
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(EDcl nos EDcl no AgRg no REsp 984.026/SP, Relator Ministro
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MARCO AURÉLIO BELLIZZE, Quinta Turma, DJe de
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28/08/2014, com destaques acrescidos.)
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A Colenda Sexta Turma Especializada do Egrégio
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Tribunal Regional Federal da 2ª Região, ao se recusar a emitir
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pronunciamento a respeito dos graves e importantes vícios
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apontados nos Embargos de Declaração, acima transcrito,
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importantíssimos para o equacionamento e resolução da lide, afrontou,
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diretamente o art. 1.022 do NCPC.
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Esta Colenda Corte, nesses casos, vem se
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manifestando no sentido de que o prequestionamento ?ficto? seja
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produzido, nos termos do art. 1.025 do CPC/2015, ao interpor
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Recurso Especial, além da matéria objeto do recurso (propriamente
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dita), cabendo ao Recorrente alegar também violação à norma dos
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embargos de declaração (art. 1.022 do NCPC), como está sendo
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feito no presente caso, sob pena do recurso ser declarado
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inadmissível, verbis:
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?A admissão de prequestionamento ficto (art. 1.025 do
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CPC/15), em recurso especial, exige que no mesmo recurso
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seja indicada violação ao art. 1.022 do CPC/15, para que se
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possibilite ao Órgão julgador verificar a existência do vício
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inquinado ao acórdão, que uma vez constatado, poderá
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dar ensejo à supressão de grau facultada pelo dispositivo
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de lei?. (?)
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(STJ, 3ª t., REsp 1639314/MG, Rel. Ministra Nancy Andrighi,
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TERCEIRA TURMA, DJe 10/04/2017)
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Há, pois, na hipótese, manifesta ofensa aos preceitos
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normativos contidos nos artigos 489, II e § 1º, Incisos IV e VI e 1.022,
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II, ambos da Codificação Processual Civil.
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B) DA VIOLAÇÃO AOS ARTIGOS 525, VII E 535, VI,
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AMBOS DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
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No v. acórdão recorrido, restou claramente definido
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que DEVE SER COMPENSADO OS VALORES DA VPE ORA
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EXECUTADO, COM OUTRAS GRATIFICAÇÕES (GEFM/GFM/VPNI),
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ARGUIDAS COMO MATÉRIA DE DEFESA NO CUMPRIMENTO DE
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SENTENÇA/EXECUÇÃO. Veja-se, in verbis:
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apresentados elementos pela União e determinou o
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rubricas GEFM (Gratificação Especial de Função Militar) e
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GFM (Gratificação de Incentivo à Função Militar), cabe
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destacar alguns pontos. O REFERIDO TEMA NÃO FOI
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OBJETO DE DISCUSSÃO NOS AUTOS DO MANDADO DE
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SEGURANÇA COLETIVO Nº 2005.5101.016159-0, NÃO
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HAVENDO QUE SE FALAR, PORTANTO, EM OFENSA À COISA
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JULGADA, nos termos do art. 509, § 4º, do CPC/15.
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Destaque-se que, a teor dos arts. 525, VII, e 917, VI, ambos
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do CPC/15, a compensação pode ser alegada como matéria
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de defesa. Outrossim, não é juridicamente possível a
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cumulação das gratificações percebidas privativamente
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pelos militares do antigo Distrito Federal (como é o caso
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da GEFM e da GFM) com aquelas percebidas
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privativamente pelos militares do atual DF (como é o caso
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da VPE). Ressalte-se que, no caso, as razões jurídicas que
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levaram ao reconhecimento do direito à incorporação da VPE
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não foi o princípio da isonomia (entre os militares do antigo e
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atual DF), mas sim a compreensão de que a Lei nº 11.134/2005
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teria previsto esse direito.
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