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DEDUZIDAS AS COMPENSAÇÕES REFERENTES ÀS
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De acordo, pois, com o v. decisum, está vetada a
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percepção cumulativa, por parte do Recorrente, de vantagem
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exclusiva dos militares e pensionistas do ?antigo DF? ? a GEFM, GFM e
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VPNI ?, com aquelas outras percebidas pelos militares e pensionistas do
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Distrito Federal; isto é, a VPE, reconhecida no título executivo ora
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sob cumprimento.
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No entanto, tais vantagens funcionais não
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surgiram, como é incontroverso nestes autos, ao tempo do
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cumprimento de sentença/execução, precedendo-o, o que, como
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sabido, constitui aspecto, juridicamente, nodal para que a referida
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conclusão não prevaleça.
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Vejamos.
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Dispõem os arts. 525, VII, e 535, VI, do CPC:
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Art. 525. Transcorrido o prazo previsto no art. 523 sem o
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pagamento voluntário, inicia-se o prazo de 15 (quinze) dias
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para que o executado, independentemente de penhora ou nova
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§ 1o Na impugnação, o executado poderá alegar:
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Art. 535. A Fazenda Pública será intimada na pessoa de seu
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representante judicial, por carga, remessa ou meio eletrônico,
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para, querendo, no prazo de 30 (trinta) dias e nos próprios
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autos, impugnar a execução, podendo arguir:
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Vale dizer: em tais dispositivos está autorizada a
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possibilidade de compensação em cumprimento de sentença/execução,
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desde que se trate de causa superveniente ao comando transitado
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em julgado.
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Por oportuno, convém realçar, que trata-se na origem,
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de execução de título judicial, contra a Fazenda Pública ? União
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Diante desse regime normativo, esse e. Superior
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Tribunal de Justiça, em precedente vinculativo, já assentou ser
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JURIDICAMENTE IMPOSSÍVEL A DETERMINAÇÃO DE
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COMPENSAÇÃO NA FASE DE CUMPRIMENTO DE
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SENTENÇA/EXECUÇÃO, QUANDO, NA FASE COGNITIVA, A PARTE
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TENHA DEIXADO DE FAZÊ-LO OPORTUNAMENTE. Note-se:
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STJ
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3. O entendimento do Tribunal local está em consonância com
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a orientação atual do STJ, que se firmou, por ocasião do
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julgamento do Resp 1.235.513-AL, de relatoria do Ministro
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Castro Meira, Primeira Seção, processado segundo o regime do
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art. 543-C do CPC, no sentido de que \"nos embargos à
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execução, a compensação só pode ser alegada se não pôde
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ser objetada no processo de conhecimento. Se a
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compensação baseia-se em fato que já era passível de ser
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invocado no processo cognitivo, estará a matéria
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protegida pela coisa julgada\".
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4. Recurso Especial não provido.
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(REsp 1666394/AL, Relator Ministro HERMAN BENJAMIN,
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Segunda Turma, DJe 20/06/2017, com destaques acrescidos.)
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ADMINISTRATIVO. DIFERENÇAS SALARIAIS. CONVERSÃO
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URV. LIMITAÇÃO TEMPORAL. EXECUÇÃO DE SENTENÇA.
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OFENSA À COISA JULGADA.
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1. Hipótese em que o Tribunal local consignou: \"a fixação deste
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limite temporal, em sede de execução de sentença, a qual fora
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proferida quando já vigente a referida lei, implica em ofensa à
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coisa julgada, haja vista que tal tema deveria ser objeto de
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discussão no decorrer do processo de conhecimento\"; \"o
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Estado de Minas Gerais teve a oportunidade de, após a edição
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